GESTÃO
DE RISCOS
“GESTÃO DE RISCOS É O PROCESSO DE IDENTIFICAR, AVALIAR E
PRIORIZAR RISCOS, SEGUIDO PELA APLICAÇÃO COORDENADA
DE RECURSOS PARA MINIMIZAR, MONITORAR E CONTROLAR A
PROBABILIDADE OU IMPACTO DE EVENTOS ADVERSOS."
FONTE: ISO 31000:2018 (GESTÃO DE RISCOS – PRINCÍPIOS E DIRETRIZES)
POLIANA | KELIANE COSTA| KATARINA FRANCYEL
CACILDA BRUNO| RAELITON SARA | SAMIRA
CASE:
GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO: ANÁLISE DO CASO DE UMA
GRANDE EMPRESA DO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO
2. PROBLEMA DE PESQUISA E MODELO TEÓRICO
3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
4. METODOLOGIA
5. ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCO – PARTE 1
6. ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCO – PARTE 2
7. ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCO – PARTE 3
8. IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DOS RISCOS
9. ESTRUTURA DE GESTÃO E CONCLUSÕES
GESTÃO
DE RISCO
1. 1.
Data Collection
5. 5.
Optimization
O que é o Mudanças no
risco? cenário
2. 2.
Performance Metrics
4. 4.
Reporting
o que é a Abordagem
Resultado da incerteza
gestão de do risco no O risco ele muda de
na bisca de um acordo com o cenário
determinado objetivo risco? 3. 3.
Analysis Tools
estudo
O risco é caracterizado
Evolução
somente como algo
negativo?
É um processo Risco interno:São riscos
contínuo que envolve a que surgem dentro da
identificação, avaliação empresa e que
e tratamento dos riscos geralmente podem ser
que podem afetar os controlados.
Pré História: proteção
objetivos da empresa. Riscos Externos:
individual
Ela busca minimizar os Segundo o modelo de
Atualmente
impactos negativos olivia
Gestão de Riscos na
Era da Complexidade
Hoje, as empresas enfrentam uma
realidade cheia de incertezas. Imagine
uma grande empresa de energia elétrica
que precisa atender milhões de pessoas,
manter sua infraestrutura funcionando
24hrs/dia e lidar com regulamentações
rigorosas.
Pergunta chave : como gerenciar riscos de
forma que a empresa seja resiliente e, ao
mesmo tempo, crie valor para seus
stakeholders?
2
GESTÃO DE RISCOS
"As organizações precisam
implementar processos que
identifiquem, analisem, avaliem,
tratem e monitorem os riscos
inerentes às suas operações,
considerando tanto os fatores
internos quanto externos que
podem afetar seus objetivos."
BROMILEY ET AL. (2015)
2.1
GESTÃO DE RISCOS
MODELO OLIVIA
Modelo de Gestão de Riscos Corporativos de Oliva
Uma abordagem que conecta conceitos teóricos a
práticas de gestão para identificar e mitigar riscos nas
organizações.
2.2
GESTÃO DE RISCOS
Visão Sistêmica dos Riscos
Os riscos não se limitam à empresa, mas
envolvem tudo e todos ao seu redor.
Macroambiente: Fatores externos amplos (política,
economia, tecnologia, etc.) que a empresa não
controla.
Microambiente: Relações próximas com agentes
como clientes, fornecedores e governo.
2.3
GESTÃO DE RISCOS
O Modelo de Oliva
MODELO OLIVIA
O modelo de gestão de riscos corporativos de Oliva
(2016) funciona como um "Google Maps" dos riscos,
identificando obstáculos e sugerindo estratégias
seguras para superá-los.
2.4
Analogia ao
modelo de Oliva
2.5
GESTÃO DE RISCOS
CONCEITO DE RISCOS
É a incerteza que impacta os objetivos de uma organização
ISO
(Organização Internacional Efeito da incerteza sobre os objetivos
de Normalização)
COSO
(Comitê de Organizações Enfatiza a necessidade de entender e gerenciar
Patrocinadoras da Comissão essa incerteza
Treadway)
ABNT Acompanha essas definições e destaca a cultura
(Associação Brasileira de organizacional na gestão de riscos
Normas Técnicas)
NORMAS
A ISO 31000 fornece diretrizes O COSO desenvolve o modelo de ERM -
para implementar uma gestão Gestão de Riscos Empresariais, que
de riscos eficaz, ajudando as orienta as organizações a gerenciar
riscos de forma integrada em relação
organizações a indentificar,
aos seus objetivos estratégicos.
avaliar e mitigar riscos.
A FERMA - Federação Européia de
Associações de Gestão de Riscos,
promove a gestão de riscos na Europa,
compartilhando conhecimentos e
melhorias práticas
ETAPAS DA GESTÃO DE RISCOS
01. Identificação de Riscos 02. Análise de Riscos 03. Avaliação de Riscos
DESCRIÇÃO: identificar os DESCRIÇÃO: avaliar os riscos DESCRIÇÃO: comparar os
possíveis riscos que podem identificados para entender sua níveis de riscos obtidos na
probabilidade de ocorrência e análise com critérios de riscos
afetar os objetivos da
impacto potencial. predefinidos, para priorizar
organização.
Qualitativa: classificação de acordo quais riscos devem ser
MÉTODOS: utilização de
com sua gravidade e probabilidade. tratados.
entrevistas, workshops,
Quantitativa: análise numérica para OBJETIVO: tomar decisões
análise de documentos e medir o impacto financeiro e a
técnicas como brainstorming. informadas sobre quais riscos
probabilidade.
precisam de atenção imediata.
04. Tratamento de Riscos 05. Monitoramento e Revisão
DESCRIÇÃO: elaborar e
DESCRIÇÃO: acompanhar os
implementar estratégias para
riscos e a eficácia das estratégias
lidar com os riscos
de tratamento ao longo do tempo.
priorizados.
OBJETIVO: garantir que as
ESTRATÉGIAS: evitar, informações sobre os riscos
reduzir, transferir ou aceitar os sejam atualizadas e que novas
riscos conforme a situação. ameaças ou oportunidades sejam
identificadas.
Metodologia do Estudo
Esta pesquisa emprega uma abordagem qualitativa, centrada em um estudo de caso
único para aprofundar a compreensão da gestão de riscos.
Tipo de Pesquisa
Abordagem: Qualitativa
Tipo: Estudo de caso único
Método de Análise: Análise de conteúdo (Bardin, 2010)
Instrumento de Coleta
Entrevista com a gerente de riscos, controles internos, ética e compliance.
Foram aplicadas 8 perguntas detalhadas sobre a estrutura, atributos e o
compartilhamento de informações.
ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCOS
FORNECEDOR CLIENTE
PESSOA FISICA ENERGIA ELÉTRICA
PESSOA JURÍDICA MATERIAL
SETOR PÚBLICO MÃO-DE -OBRA
SOCIEDADE
PODER PUBLICO ASSOCIAÇÃO DE USUÁRIO
ANEEL
CVM
EMPRESA DO SETOR IMPRENSA
PERDAS COMERCIAIS
SEC
MINISTERIO PÚBLICO
DE ENERGIA ELÉTRICA FURTOS
OBJETO DE ESTUDO INVESTIDORES
HACKERS
ACIONISTAS
DADOS PESSOAIS
TECNOLOGIA
RECURSOS FINANCEIROS P&D
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PESQUISA E
MERCADO DE CAPITAIS DESENVOLVIMENTO
ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCOS -parte 1 SOCIEDADE
Entidades Representativas:
CLIENTES
FORNECEDORES Oportunismo: Alto
Pessoa Física
Oportunismo: Baixo Poder de Barganha: Alto
Poder de Barganha: Baixo Dependência: Não se aplica
Energia Elétrica :
Oportunismo: Médio
Dependência: Baixa Compartilhamento de Valor:
Poder de Barganha: Médio Compartilhamento de Valor: Não se aplica
Dependência: Alta Baixo Imprensa:
Compartilhamento de Valor: Médio Pessoa Jurídica: Oportunismo: Alto
Oportunismo: Médio Poder de Barganha: Médio
Materiais e Serviços: Poder de Barganha: Médio
Dependência: Não se aplica
Oportunismo: Baixo Dependência: Média
Compartilhamento de Valor:
Poder de Barganha: Baixo Compartilhamento de Valor: Médio
Não se aplica
Dependência: Baixa SETOR PÚBLICO:
Oportunismo: Alto
Perdas Comerciais e Furtos:
Compartilhamento de Valor: Baixo
Poder de Barganha: Alto Não se aplicam os critérios
Dependência: Média analisados (não há relação
Compartilhamento de Valor: Médio formal).
ANÁLISE DOS AGENTES DE RISCOS -parte 2
Investidores
Oportunismo: baixo grau
Poder Publico Poder de Barganha: nível alto
ENEEL E CVM: Dependência: nível alto
Oportunismo: Médio Compartilhamento de Valor:
Poder de Barganha: grau alto SEC:
Oportunismo: Médio
nível alto
Dependência: grau alto
Compartilhamento de Valor: grau Poder de Barganha: grau alto
alto Dependência: grau alto
Compartilhamento de Valor: grau
MP:
Oportunismo: grau alto
alto Hackers
Poder de Barganha: grau alto Oportunismo: grau alto
Dependência: médio Poder de Barganha: alto
Compartilhamento de Valor: Não Dependência: Não se aplica
se aplica Compartilhamento de Valor:
Não se aplica
1.Inadimplência
ANÁLISE DOS 2.Quebra de fornecedor
RISCOS
FINANCEIROS 3.Multas de orgãos
NO ESTUDO. reguladores
4.Indenizações do Ministério
Público
7 Raelyton
Identificação dos Riscos
Riscos Regulatórios
Riscos Operacionais
Risco Econômico/ Financeiro
PRINCIPAIS PRÁTICAS DE
GESTÃO DE RISCOS
CORPORATIVOS DA EMPRESA
DO SETOR DE ENERGIA
Conselho de Administração
Conselho de Administração e fiscal
Diretoria
Inserir umexecutiva
pouquinho de texto ORGANIZAÇÃO
Política de gestão corporativa de riscos
Planejamento
Execução
Verificação TECNICIDADE
Atuação
Monitoramento regular dos principais riscos
Indocadores de riscos TRANSPARÊNCIA
Mapa de riscos
Reporte periódico do made riscos para o comitê do
ENVOLVIMENTO
conselho de Administração
Workshop
Reuniões entre a área de riscos e os executivos da
companhia com fornecedores
CONCLUSÕES DO ESTUDO E SUGESTÕES FUTURAS
CONCLUSÕES PRINCIPAIS
atende à maioria dos requisitos
estrutura eficiente
integração entre áreas
uso de metodologias formais e cultura disseminada.
SURGESTÕES FUTURAS
Aplicar o modelo em outras áreas da empresa que não foram
abrangidas neste estudo:
Expandir a análise para outras empresas do setor elétrico
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 31000:2018 – Gestão de riscos:
Princípios e diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.
BROMILEY, Philip; McSHANE, Michael K.; NAIR, Anil; RUSTAMBEEKOV, Elzotbek. Enterprise risk
management: Review, critique, and research directions. Long Range Planning, v. 48, n. 4, p. 265-276,
2015.
https://blog.segurosunimed.com.br/risco-financeiro.