0% acharam este documento útil (0 voto)
43 visualizações28 páginas

Unit 2020

O documento apresenta uma série de casos clínicos e questões relacionadas a diagnósticos e tratamentos em medicina, abordando condições como anemia falciforme, asma brônquica, síndrome coronariana aguda e cefaleia em salvas. Cada caso inclui informações sobre a idade e sintomas dos pacientes, exames laboratoriais e opções de tratamento. O conteúdo é voltado para um processo seletivo unificado em Alagoas, focando em conhecimentos médicos e habilidades diagnósticas.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
43 visualizações28 páginas

Unit 2020

O documento apresenta uma série de casos clínicos e questões relacionadas a diagnósticos e tratamentos em medicina, abordando condições como anemia falciforme, asma brônquica, síndrome coronariana aguda e cefaleia em salvas. Cada caso inclui informações sobre a idade e sintomas dos pacientes, exames laboratoriais e opções de tratamento. O conteúdo é voltado para um processo seletivo unificado em Alagoas, focando em conhecimentos médicos e habilidades diagnósticas.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO - ALAGOAS - PSU - AL 2020

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO -


ALAGOAS - PSU - AL 2020
1) Homem, 22 anos de idade, procura atendimento médico por alterações de exames
laboratoriais de rotina. Assintomático. No interrogatório sistemático, referiu ter notado
olhos amarelados, há cerca de 2 anos, por cerca de 2 dias, mas não procurou
atendimento médico. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações. Exames
laboratórias com bilirrubinas totais de 2,89mg/dl, com bilirrubina indireta de 2,03mg/dl,
AST 18U/l (VR 30), ALT 16U/l (VR 30), FA 55U/l (VR 100), GGt 20U/l (VR 60) AntiHCV não
reagente, AntiHBs reagente, AntiHAV 1gG reagente Eletroforense de hemoglobina: HbA1
59%, HbA2 4%, HbS 37%. A causa mais provável para a elevação de bilirrubina deste
paciente é:
MXKSXINXna
A) Anemia falciforme.
B) Hepatite viral.
C) Síndrome de Dubin-Johnson.
D) Síndrome de Gilbert.

2) Homem, 22 anos de idade, procura atendimento médico por alterações de exames


laboratoriais de rotina. Assintomático. No interrogatório sistemático, referiu ter notado
olhos amarelados, há cerca de 2 anos, por cerca de 2 dias, mas não procurou
atendimento médico. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações. Exames
laboratórias com bilirrubinas totais de 2,89mg/dl, com bilirrubina indireta de 2,03mg/dl,
AST 18U/l (VR 30), ALT 16U/l (VR 30), FA 55U/l (VR 100), GGt 20U/l (VR 60) AntiHCV não
reagente, AntiHBs reagente, AntiHAV 1gG reagente Eletroforense de hemoglobina: HbA1
59%, HbA2 4%, HbS 37%. Diante do quadro, o tratamento mais adequado neste
momento é:
A) Expectante.
B) Entecavir.
C) Hidroxiureia.
D) Fenobarbital.

3) Homem, 22 anos de idade, procura atendimento médico por alterações de exames


laboratoriais de rotina. Assintomático. No interrogatório sistemático, referiu ter notado
olhos amarelados, há cerca de 2 anos, por cerca de 2 dias, mas não procurou
atendimento médico. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações. Exames
laboratórias com bilirrubinas totais de 2,89mg/dl, com bilirrubina indireta de 2,03mg/dl,
AST 18U/l (VR 30), ALT 16U/l (VR 30), FA 55U/l (VR 100), GGt 20U/l (VR 60) AntiHCV não
reagente, AntiHBs reagente, AntiHAV 1gG reagente Eletroforense de hemoglobina: HbA1
59%, HbA2 4%, HbS 37%. O risco que o filho deste paciente terá de nascer com anemia
falciforme, caso a mãe possua traço falcêmico, é de:
A) 0 (zero)%
B) 25%
C) 50%
D) 100%

4) Mulher, 19 anos de idade, procura a UBS por quadro de ""chiado no peito"" desde a
infância, com piora nos últimos meses. Refere tosse seca e ""chiado"" cerca de 2 a 3 vezes
por semana, precisando fazer uso de salbutamol. Acorda à noite com dispneia, cerca de
uma vez por semana. Nega outras comorbidades e uso de outras medicações. Exame
físico sem alterações no momento da consulta. Traz espirometria de 2 anos atrás, com
diagnóstico de asma brônquica. Considerando os sintomas relatados no caso, a asma
desta paciente pode ser classificada como
A) Asma persistente grave.
B) Asma persistente moderada.
C) Asma persistente leve.
D) Asma intermitente.

5) Mulher, 19 anos de idade, procura a UBS por quadro de ""chiado no peito"" desde a
infância, com piora nos últimos meses. Refere tosse seca e ""chiado"" cerca de 2 a 3 vezes
por semana, precisando fazer uso de salbutamol. Acorda à noite com dispneia, cerca de
uma vez por semana. Nega outras comorbidades e uso de outras medicações. Exame
físico sem alterações no momento da consulta. Traz espirometria de 2 anos atrás, com
diagnóstico de asma brônquica. Indique o achado da espirometria trazida que mais
provavelmente contribuiu para o diagnóstico de asma nesse caso.
A) VEF1 12% acima do valor basal, após a prova broncodilatadora.
B) VEF1 acima de 80%, após a prova broncodilatadora.
C) VEF1/CVF abaixo de 0,7, após prova a broncodilatadora.
D) VEF1 7% abaixo do valor basal, após a prova broncoconstritora.

6) Mulher, 19 anos de idade, procura a UBS por quadro de ""chiado no peito"" desde a
infância, com piora nos últimos meses. Refere tosse seca e ""chiado"" cerca de 2 a 3 vezes
por semana, precisando fazer uso de salbutamol. Acorda à noite com dispneia, cerca de
uma vez por semana. Nega outras comorbidades e uso de outras medicações. Exame
físico sem alterações no momento da consulta. Traz espirometria de 2 anos atrás, com
diagnóstico de asma brônquica. Indique o tratamento mais adequado para o paciente
nesse momento.

A) Usar, apenas durante as exacerbações, fenoterol e ipratrópio inalatórios.


B) Tratamento diário com budesonida inalatória em baixa dose.
C) Fazer uso diário de budesonida inalatória em dose moderada, associada a formoterol.
D) Usar diariamente fluticasona inalatória em dose elevada, associada a formoterol e
montelucaste.

7) Homem, 66 anos de idade, da entrada na UPA queixando-se de desconforto precordial


em aperto, há cerca de três semanas, inicialmente aos grandes esforços e, nos últimos
dias, mesmo aos pequenos esforços. No momento, queixa-se de dor grau 7/10 em
repouso. É portador de Diabetes Mellitus tipo 2 e de hipertensão, em uso de metformina,
losartana e ácido acetilsalicílico, além de tabagista de 20 anos/maço. Ao exame físico,
encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor. PA: 200x120mmHg, FC: 100bpm,
SatO₂ 94%, IMC: 33Kg/m². Ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal sem
alterações. Extremidades bem perfundidas, sem edemas, com pulsos simétricos. Realizado
eletrocardiograma com achado de alterações da repolarização ventricular em V1 a V3 e
ondas T positivas e simétricas em V5 e V6. Marcadores de necrose miocárdica da entrada
negativos. Diante do quadro, indique o diagnóstico mais adequado para este paciente
nesse momento.
A) Emergência hipertensiva associada a síndrome coronariana aguda sem supra de ST.
B) Angina instável associada a pseudocrise hipertensiva, devido à dor.
C) Urgência hipertensiva associada a infarto agudo do miocárdio sem supra de ST.
D) Emergência hipertensiva associada a dissecção aguda de aorta.

8) Homem, 66 anos de idade, da entrada na UPA queixando-se de desconforto precordial


em aperto, há cerca de três semanas, inicialmente aos grandes esforços e, nos últimos
dias, mesmo aos pequenos esforços. No momento, queixa-se de dor grau 7/10 em
repouso. É portador de Diabetes Mellitus tipo 2 e de hipertensão, em uso de metformina,
losartana e ácido acetilsalicílico, além de tabagista de 20 anos/maço. Ao exame físico,
encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor. PA: 200x120mmHg, FC: 100bpm,
SatO₂ 94%, IMC: 33Kg/m². Ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal sem
alterações. Extremidades bem perfundidas, sem edemas, com pulsos simétricos. Realizado
eletrocardiograma com achado de alterações da repolarização ventricular em V1 a V3 e
ondas T positivas e simétricas em V5 e V6. Marcadores de necrose miocárdica da entrada
negativos. Indique a conduta diagnóstica mais adequada nesse caso.
A) Teste ergométrico, dentro das próximas 6 horas.
B) Cintilografia de perfusão miocárdica, dentro de 72 horas.
C) Cineangiocoronariografia, nas próximas 48 horas.
D) Cineangiocoronariografia, nos próximos 30 minutos.

9) Homem, 66 anos de idade, da entrada na UPA queixando-se de desconforto precordial


em aperto, há cerca de três semanas, inicialmente aos grandes esforços e, nos últimos
dias, mesmo aos pequenos esforços. No momento, queixa-se de dor grau 7/10 em
repouso. É portador de Diabetes Mellitus tipo 2 e de hipertensão, em uso de metformina,
losartana e ácido acetilsalicílico, além de tabagista de 20 anos/maço. Ao exame físico,
encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor. PA: 200x120mmHg, FC: 100bpm,
SatO₂ 94%, IMC: 33Kg/m². Ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal sem
alterações. Extremidades bem perfundidas, sem edemas, com pulsos simétricos. Realizado
eletrocardiograma com achado de alterações da repolarização ventricular em V1 a V3 e
ondas T positivas e simétricas em V5 e V6. Marcadores de necrose miocárdica da entrada
negativos. Indique o tratamento farmacológico mais adequado para esse paciente.
A) Ácido acetilsalicílico, clopidogrel, nitroglicerina, morfina, metoprolol, atorvastatina.
B) Ácido acetilsalicílico, clopidogrel, nitroglicerina, heparina não fracionada, alteplase,
metoprolol.
C) Clopidogrel, nitroprussiato de sódio, heparina não fracionada, abciximab, metoprolol,
atorvastatina.
D) Ácido acetilsalicílico, nitroprussiato de sódio, morfina, heparina não fracionada,
metoprolol, enalapril.

10) Homem, 32 anos de idade, procura atendimento na UPA por quadro de cefaleia
intensa em pontada, unilateral, em região periorbitária a esquerda, há 30 minutos,
associada à fotofobia e náuseas. Nega comorbidades. Ao exame, paciente bastante
ansioso, com fácies de dor. Nota-se lacrimejamento e hiperemia conjuntival em olho
esquerdo. De acordo com o quadro descrito, indique o diagnóstico mais provável.
A) Migrânea com aura.
B) Neuralgia do trigêmio.
g g
C) Cefaleia em salvas.
D) Cefaleia em trovoada.

11) Homem, 32 anos de idade, procura atendimento na UPA por quadro de cefaleia
intensa em pontada, unilateral, em região periorbitária a esquerda, há 30 minutos,
associada à fotofobia e náuseas. Nega comorbidades. Ao exame, paciente bastante
ansioso, com fácies de dor. Nota-se lacrimejamento e hiperemia conjuntival em olho
esquerdo. Considerando o caso, indique a conduta terapêutica mais efetiva nesse
momento.

A) Oxigenoterapia sob máscara.


B) Dexametasona intravenosa.
C) Tramadol intravenoso.
D) Naproxeno via oral.

12) Homem, 32 anos de idade, procura atendimento na UPA por quadro de cefaleia
intensa em pontada, unilateral, em região periorbitária a esquerda, há 30 minutos,
associada à fotofobia e náuseas. Nega comorbidades. Ao exame, paciente bastante
ansioso, com fácies de dor. Nota-se lacrimejamento e hiperemia conjuntival em olho
esquerdo. Cite o fármaco mais adequado para profilaxia de novos quadros semelhantes.

A) Propranolol.
B) Verapamil.
C) Indometacina.
D) Amitriptilina.

13) Mulher, 54 anos de idade, dá entrada na UPA por queixas de dor em região lombar à
direita, há 2 dias. É portadora de hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e
psoríase, em uso de ciclosporina. Não possui outras morbidades. Ao exame físico,
apresenta-se em bom estado geral, com ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal
sem alterações. Giordano negativo. Presença de lesões vesiculares dispostas linearmente
em região lombar à direita, obedecendo a linha mediana. Diante do quadro apresentado,
indique a conduta terapêutica mais adequada no momento.

A) Suspensão temporária da ciclosporina e conduta expectante em relação às lesões de


pele atuais.
B) Suspensão temporária da ciclosporina e introdução de valaciclovir.
C) Manutenção da ciclosporina e introdução de ganciclovir.
D) Manutenção da ciclosporina e introdução de metilprednisolona.

14) Mulher, 54 anos de idade, dá entrada na UPA por queixas de dor em região lombar à
direita, há 2 dias. É portadora de hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e
psoríase, em uso de ciclosporina. Não possui outras morbidades. Ao exame físico,
apresenta-se em bom estado geral, com ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal
sem alterações. Giordano negativo. Presença de lesões vesiculares dispostas linearmente
em região lombar à direita, obedecendo a linha mediana. Identifique as complicações
mais frequentemente associadas ao quadro clínico atual da paciente.

A) Paralisia de Bell e nevralgia.


B) Nevralgia e infecção bacteriana.
C) Infecção bacteriana e trombocitopenia.
D) Trombocitopenia e paralisia de Bell.
15) Mulher, 54 anos de idade, dá entrada na UPA por queixas de dor em região lombar à
direita, há 2 dias. É portadora de hipertensão arterial sistêmica, em uso de losartana, e
psoríase, em uso de ciclosporina. Não possui outras morbidades. Ao exame físico,
apresenta-se em bom estado geral, com ausculta cardiorrespiratória e exame abdominal
sem alterações. Giordano negativo. Presença de lesões vesiculares dispostas linearmente
em região lombar à direita, obedecendo a linha mediana. Indique a orientação mais
adequada em relação à precaução de transmissão nesse caso.

A) É necessária apenas a precaução de contato, visto que o contágio se dá através das


lesões de pele na doença localizada.
B) É necessário o uso de máscara do tipo N-95 pelos contactantes porque, apesar de
doença localizada, a paciente está imunossuprimida.
C) É necessária a precaução de contato, associada à utilização de máscara cirúrgica pelos
contactantes, devido ao risco de transmissão por gotículas.
D) É necessária apenas a utilização de máscara cirúrgica pela paciente, já que a
transmissão é menor por pacientes imunossuprimidos.

16) Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, é levado ao Pronto Socorro por familiares
com queixa de dor abdominal e lombar direita, há três dias. Refere febre, náuseas e
hiporexia. O paciente relata também irradiação da dor para região inguinal e membro
inferior direito. Familiares informam que o paciente tratou erisipela em membro inferior
esquerdo, há sete dias. Paciente portador de diabetes Mellitus, em uso regular de
hipoglicemiantes orais. Ao exame físico, bom estado geral, corado, hidratado,
Temperatura axilar: 38,3ºC, FC: 88bpm, PA: 116x74mmHG, FR: 18imp; ausculta cardíaca e
respiratória sem alterações; abdome plano, flácido, ruídos hidroaéreos presentes, dor leve
e difusa à palpação profunda e dor à punho percussão da região lombar direita; dor à
extensão e rotação interna da articulação coxofemoral direita. Diante dos dados clínicos,
indique a principal suspeita diagnóstica.

A) Apendicite aguda.
B) Diverticulite aguda.
C) Abscesso de músculo psoas direito.
D) Pielonefrite aguda direita.

17) Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, é levado ao Pronto Socorro por familiares
com queixa de dor abdominal e lombar direita, há três dias. Refere febre, náuseas e
hiporexia. O paciente relata também irradiação da dor para região inguinal e membro
inferior direito. Familiares informam que o paciente tratou erisipela em membro inferior
esquerdo, há sete dias. Paciente portador de diabetes Mellitus, em uso regular de
hipoglicemiantes orais. Ao exame físico, bom estado geral, corado, hidratado,
Temperatura axilar: 38,3ºC, FC: 88bpm, PA: 116x74mmHG, FR: 18imp; ausculta cardíaca e
respiratória sem alterações; abdome plano, flácido, ruídos hidroaéreos presentes, dor leve
e difusa à palpação profunda e dor à punho percussão da região lombar direita; dor à
extensão e rotação interna da articulação coxofemoral direita. Identifique o exame
complementar mais importante para a elucidação diagnóstica.

A) Análise urinária.
B) Ultrassonografia de abdome.
C) Videolaparoscopia.
D) Tomografia computadorizada de abdome.

18) Paciente, sexo masculino, 65 anos de idade, é levado ao Pronto Socorro por familiares
com queixa de dor abdominal e lombar direita, há três dias. Refere febre, náuseas e
hiporexia. O paciente relata também irradiação da dor para região inguinal e membro
inferior direito. Familiares informam que o paciente tratou erisipela em membro inferior
esquerdo, há sete dias. Paciente portador de diabetes Mellitus, em uso regular de
hipoglicemiantes orais. Ao exame físico, bom estado geral, corado, hidratado,
Temperatura axilar: 38,3ºC, FC: 88bpm, PA: 116x74mmHG, FR: 18imp; ausculta cardíaca e
respiratória sem alterações; abdome plano, flácido, ruídos hidroaéreos presentes, dor leve
e difusa à palpação profunda e dor à punho percussão da região lombar direita; dor à
extensão e rotação interna da articulação coxofemoral direita. Após a confirmação do
diagnóstico, indique a conduta terapêutica mais adequada nesse caso.

A) Laparotomia exploradora.
B) Terapia antibiótica e observação.
C) Drenagem percutânea guiada por imagem e terapia antibiótica.
D) Videolaparoscopia.

19) Paciente, sexo masculino, 50 anos de idade, dá entrada no Pronto Socorro com a
queixa de dispneia e tosse pouco produtiva há três meses, com piora, há três dias. Refere
piora dos sintomas ao se deitar. Relata também cefaleia e náuseas. Refere tabagismo de
40 maços/ano. Ao exame físico, regular estado geral, pletora facial, estase de jugulares,
Temperatura axilar: 36,5°C, FC: 78bpm, PA: 122x78mmHg, FR: 24imp; ausculta cardíaca
sem alterações; ausculta respiratória com murmúrios vesiculares bem distribuídos com
roncos e crépitos difusamente bilateral; abdome plano, flácido e indolor; edema dos
menbros superiores +2/ +4. Após o exame inicial, indique a principal suspeita diagnóstica
que levou o paciente a procurar o Pronto Socorro.

A) Tamponamento cardíaco.
B) Síndrome da veia cava superior.
C) Tromboembolismo pulmonar.
D) Pneumonia com derrame pleural.

20) Paciente, sexo masculino, 50 anos de idade, dá entrada no Pronto Socorro com a
queixa de dispneia e tosse pouco produtiva há três meses, com piora, há três dias. Refere
piora dos sintomas ao se deitar. Relata também cefaleia e náuseas. Refere tabagismo de
40 maços/ano. Ao exame físico, regular estado geral, pletora facial, estase de jugulares,
Temperatura axilar: 36,5°C, FC: 78bpm, PA: 122x78mmHg, FR: 24imp; ausculta cardíaca
sem alterações; ausculta respiratória com murmúrios vesiculares bem distribuídos com
roncos e crépitos difusamente bilateral; abdome plano, flácido e indolor; edema dos
menbros superiores +2/ +4. Indique a principal suspeita etiológica que gerou a condição
clínica desse paciente.

A) Trombose venosa profunda.


B) Derrame pericárdico.
C) Neoplasia de pulmão.
D) Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

21) Paciente, sexo masculino, 50 anos de idade, dá entrada no Pronto Socorro com a
queixa de dispneia e tosse pouco produtiva há três meses, com piora, há três dias. Refere
piora dos sintomas ao se deitar. Relata também cefaleia e náuseas. Refere tabagismo de
40 maços/ano. Ao exame físico, regular estado geral, pletora facial, estase de jugulares,
Temperatura axilar: 36,5°C, FC: 78bpm, PA: 122x78mmHg, FR: 24imp; ausculta cardíaca
sem alterações; ausculta respiratória com murmúrios vesiculares bem distribuídos com
roncos e crépitos difusamente bilateral; abdome plano, flácido e indolor; edema dos
menbros superiores +2/ +4. Indique o exame mais adequado para completar a
investigação diagnóstica.

A) Ultrassonografia com doppler venoso dos membros superiores.


B) Ecocardiografia transtorácica.
C) Tomografia computadorizada de tórax.
D) Radiografia de tórax.

22) Paciente do sexo feminino, 19 anos de idade, é trazida pelo SAMU ao hospital Geral
Regional, vítima de atropelamento por automóvel em alta velocidade, há 30 min. Dá
entrada com colar cervical, prancha rígida e cateter nasal de oxigênio. Paciente relata dor
em abdome, em região subescapular esquerda e em perna esquerda. No atendimento
inicial: A: via aérea pérvia, mantido colar cervical, SatO₂: 95% com cateter nasal 15l/min; B:
Murmúrio vesicular bem distribuído sem ruído adventício, FR: 22ipm; : Bulhas rítmicas e
normofonéticas, por difusa à palpação abdominal, pelve estável, toque retal sem
alterações, FC:122bpm, PA: 82x62mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 14 e pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: escoriações difusas, laceração em couro cabeludo com
sangramento ativo e desalinhamento em terço distal da perna esquerda. Após
ressuscitação inicial com 2 litros de solução cristaloide, a paciente manteve as mesmas
queixas, FC: 120bpm, PA: 84x60mmHg, FR: 22ipm, SatO₂: 94%. De acordo com os dados,
indique a principal causa que determina o quadro clínico.

A) Sangramento ativo do couro cabeludo.


B) Fratura da perna esquerda.
C) Trauma renal esquerdo.
D) Trauma esplênico.

23) Paciente do sexo feminino, 19 anos de idade, é trazida pelo SAMU ao hospital Geral
Regional, vítima de atropelamento por automóvel em alta velocidade, há 30 min. Dá
entrada com colar cervical, prancha rígida e cateter nasal de oxigênio. Paciente relata dor
em abdome, em região subescapular esquerda e em perna esquerda. No atendimento
inicial: A: via aérea pérvia, mantido colar cervical, SatO₂: 95% com cateter nasal 15l/min; B:
Murmúrio vesicular bem distribuído sem ruído adventício, FR: 22ipm; : Bulhas rítmicas e
normofonéticas, por difusa à palpação abdominal, pelve estável, toque retal sem
alterações, FC:122bpm, PA: 82x62mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 14 e pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: escoriações difusas, laceração em couro cabeludo com
sangramento ativo e desalinhamento em terço distal da perna esquerda. Após
ressuscitação inicial com 2 litros de solução cristaloide, a paciente manteve as mesmas
queixas, FC: 120bpm, PA: 84x60mmHg, FR: 22ipm, SatO₂: 94%. Indique o exame
complementar mais adequado para a confirmação do diagnóstico.

A) Radiografia de tórax.
B) Radiografia da perna esquerda.
C) Ultrassonografia focada para o trauma (FAST).
D) Tomografia computadorizada de abdome.

24) Paciente do sexo feminino, 19 anos de idade, é trazida pelo SAMU ao hospital geral
regional, vítima de atropelamento por automóvel em alta velocidade, há 30 min. Dá
entrada com colar cervical, prancha rígida e cateter nasal de oxigênio. Paciente relata dor
em abdome, em região subescapular esquerda e em perna esquerda. No atendimento
inicial: A: via aérea pérvia, mantido colar cervical, SatO₂: 95% com cateter nasal 15 L/min;
B: Murmúrio vesicular bem distribuído sem ruído adventício, FR: 22 ipm; Bulhas rítmicas e
normofonéticas, por difusa à palpação abdominal, pelve estável, toque retal sem
alterações, FC:122 bpm, PA: 82x62 mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 14 e pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: escoriações difusas, laceração em couro cabeludo com
sangramento ativo e desalinhamento em terço distal da perna esquerda. Após
ressuscitação inicial com 2 litros de solução cristaloide, a paciente manteve as mesmas
queixas, FC: 120 bpm, PA: 84x60 mmHg, FR: 22 ipm, SatO₂: 94%. Após a confirmação
diagnóstica, indique a conduta cirúrgica mais adequada, no momento.

A) Sutura do couro cabeludo.


B) Laparotomia exploradora.
C) Fixação cirúrgica da fratura da perna esquerda.
D) Videolaparoscopia.

25) Paciente do sexo feminino, 22 anos de idade, dá entrada na UPA do seu bairro, vítima
de agressão física há uma hora. A paciente refere que, após discussão com a prima,
recebeu um soco na boca e cursou um ferimento no lábio inferior com sangramento
ativo. Nega comorbidades ou outros traumas. Refere dor no lábio inferior e sem outras
queixas. Ao exame inicial: A: via aérea pérvia, nega dor cervical, SatO₂: 99%; B: Murmúrio
vesicular bem distribuído sem ruídos adventícios, FR: 16ipm; C: Bulhas rítmicas e
normofonéticas, FC: 80bpm, PA: 126x82mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 15, pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: ferimento corto-contuso medindo 4cm em lábio inferior do
lado esquerdo, acometendo pele e mucosa oral, bordas irregulares, lesão da musculatura
sem perda de substância e apresentando sangramento ativo e pequena quantidade.
Considerando o quadro, após o atendimento inicial, indique a conduta mais adequada.

A) Solicitar radiografia de tórax, pelve e cervical.


B) Fazer hidratação com solução cristaloide.
C) Fazer síntese do ferimento da boca com anestesia local.
D) Observar por seis horas e fazer curativo no lábio.

26) Paciente do sexo feminino, 22 anos de idade, dá entrada na UPA do seu bairro, vítima
de agressão física há uma hora. A paciente refere que, após discussão com a prima,
recebeu um soco na boca e cursou um ferimento no lábio inferior com sangramento
ativo. Nega comorbidades ou outros traumas. Refere dor no lábio inferior e sem outras
queixas. Ao exame inicial: A: via aérea pérvia, nega dor cervical, SatO₂: 99%; B: Murmúrio
vesicular bem distribuído sem ruídos adventícios, FR: 16ipm; C: Bulhas rítmicas e
normofonéticas, FC: 80bpm, PA: 126x82mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 15, pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: ferimento corto-contuso medindo 4cm em lábio inferior do
lado esquerdo, acometendo pele e mucosa oral, bordas irregulares, lesão da musculatura
sem perda de substância e apresentando sangramento ativo e pequena quantidade.
Visando evitar complicações em relação ao tratamento do lábio inferior, indique uma
conduta não adequada para o momento.

A) Lavagem do ferimento com SF0,9%.


B) Desbridamento das bordas.
C) Síntese com inversão das bordas.
D) Retirada de corpo estranho do ferimento.

27) Paciente do sexo feminino, 22 anos de idade, dá entrada na UPA do seu bairro, vítima
de agressão física há uma hora. A paciente refere que, após discussão com a prima,
recebeu um soco na boca e cursou um ferimento no lábio inferior com sangramento
ativo. Nega comorbidades ou outros traumas. Refere dor no lábio inferior e sem outras
queixas. Ao exame inicial: A: via aérea pérvia, nega dor cervical, SatO₂: 99%; B: Murmúrio
vesicular bem distribuído sem ruídos adventícios, FR: 16ipm; C: Bulhas rítmicas e
normofonéticas, FC: 80bpm, PA: 126x82mmHg; D: Escala de coma de Glasgow 15, pupilas
isocóricas e fotorreagentes; E: ferimento corto-contuso medindo 4cm em lábio inferior do
lado esquerdo, acometendo pele e mucosa oral, bordas irregulares, lesão da musculatura
sem perda de substância e apresentando sangramento ativo e pequena quantidade. Dos
tempos cirúrgicos, indique o mais relevante para se evitar sequela grave funcional
relacionada ao tratamento do ferimento do lábio inferior.
A) Síntese com reconstrução da musculatura oral.
B) Síntese da mucosa oral.
C) Síntese da pele.
D) Hemostasia.

28) Paciente do sexo masculino, 70 anos de idade, é levado por familiares ao Pronto
Socorro com queixa de dor em hipogástrio há duas horas, que vem piorando. O paciente
relata também esforço excessivo para iniciar a micção, gotejamento pós-miccional e
diminuição do jato urinário há alguns meses. Nega comorbidades ou uso de
medicamentos. Ao exame físico, bom estado geral; ausculta cardíaca e respiratória sem
alterações; abdome distendido em hipogástrio com dor à palpação, sem sinais de
irritação peritoneal; toque retal com próstata medindo cerca de 5 polpas digitais e sem
lesões tocáveis ou sangue em dedo de luva. De acordo com o caso clínico, indique a
principal suspeita etiológica para a causa que levou o paciente ao Pronto Socorro.
A) Infecção urinária.
B) Litíase urinária.
C) Hiperplasia prostática benigna.
D) Bexiga de esforço.

29) Paciente do sexo masculino, 70 anos de idade, é levado por familiares ao Pronto
Socorro com queixa de dor em hipogástrio há duas horas, que vem piorando. O paciente
relata também esforço excessivo para iniciar a micção, gotejamento pós-miccional e
diminuição do jato urinário há alguns meses. Nega comorbidades ou uso de
medicamentos. Ao exame físico, bom estado geral; ausculta cardíaca e respiratória sem
alterações; abdome distendido em hipogástrio com dor à palpação, sem sinais de
irritação peritoneal; toque retal com próstata medindo cerca de 5 polpas digitais e sem
lesões tocáveis ou sangue em dedo de luva. Após a avaliação inicial, determine a conduta
mais adequada.
A) Solicitar uma ultrassonografia de rins e vias urinárias.
B) Solicitar exame de urina.
C) Fazer terapia antibiótica e analgesia.
D) Realizar sondagem vesical de alívio.

30) Paciente do sexo masculino, 70 anos de idade, é levado por familiares ao Pronto
Socorro com queixa de dor em hipogástrio há duas horas, que vem piorando. O paciente
relata também esforço excessivo para iniciar a micção, gotejamento pós-miccional e
diminuição do jato urinário há alguns meses. Nega comorbidades ou uso de
medicamentos. Ao exame físico, bom estado geral; ausculta cardíaca e respiratória sem
alterações; abdome distendido em hipogástrio com dor à palpação, sem sinais de
irritação peritoneal; toque retal com próstata medindo cerca de 5 polpas digitais e sem
lesões tocáveis ou sangue em dedo de luva. Supondo que o paciente evolua com
quadros de repetição semelhantes ao descrito no caso, indique a conduta mais
adequada.

A) Profilaxia antibiótica contínua.


B) Terapia para prevenção de formação de cálculos urinários.
C) Ressecção transuretral da próstata.
D) Cirurgia para suspensão da bexiga.

31) Mulher branca, 43 anos de idade, 4 gestações anteriores, todas tendo evoluído com
parto normal. Última gestação há 10 anos. Refere que nas duas últimas gestações
apresentou picos pressórios que melhoraram após o parto. Vem em consulta de pré-natal
pois está grávida de 8 semanas do seu novo marido. No momento encontra-se obesa
grau 2 e é tabagista meio maço por dia. Diante do caso descrito, pode-se afirmar que são
fatores de risco para pré-eclâmpsia:
A) Tabagismo, obesidade, multiparidade, idade materna avançada.
B) Gestação com novo parceiro, raça branca, idade materna avançada, longo intervalo
interpartal.
C) Gestação com novo parceiro, obesidade, idade materna avançada, longo intervalo
interpartal.
D) Tabagismo, longo intervalo interpartal, multiparidade, raça branca.

32) Mulher branca, 43 anos de idade, 4 gestações anteriores, todas tendo evoluído com
parto normal. Última gestação há 10 anos. Refere que nas duas últimas gestações
apresentou picos pressórios que melhoraram após o parto. Vem em consulta de pré-natal
pois está grávida de 8 semanas do seu novo marido. No momento encontra-se obesa
grau 2 e é tabagista meio maço por dia. Durante a consulta de pré-natal, com 8 semanas,
a paciente apresentou pressão arterial de 150x90mmHg (mesmo após repetição da
aferição) e estava assintomática. Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:

A) Pré-eclâmpsia.
B) Pré-eclâmpsia sobreposta.
C) Hipertensão gestacional.
D) Hipertensão crônica.

33) Mulher branca, 43 anos de idade, 4 gestações anteriores, todas tendo evoluído com
parto normal. Última gestação há 10 anos. Refere que nas duas últimas gestações
apresentou picos pressórios que melhoraram após o parto. Vem em consulta de pré-natal
pois está grávida de 8 semanas do seu novo marido. No momento encontra-se obesa
grau 2 e é tabagista meio maço por dia. Com relação à situação atual da paciente, a
conduta terapêutica a ser indicada nesse momento, é o uso

A) de diuréticos tiazidicos para prevenção de outras complicações gestacionais, pois


melhorarão a perfusão placentária.
B) diário de hidralazina oral.
C) de inibidores da enzima conversora da angiotensina, pela ausência de efeitos
colaterais.
D) de metildopa, apesar de ser considerada um anti-hipertensivo leve.

34) Mulher, 33 anos de idade, nuligesta, obesa grau 1, hipertensa bem controlada com
ramipril, tabagista 1 maço/dia, sem outras comorbidades, vem em consulta de rotina
ginecológica pois está com parceiro fixo e deseja iniciar método contraceptivo. Refere
ciclos menstruais regulares, durando cerca de 7 dias, fluxo alto e dismenorreia moderada.
Exame físico e ultrassonografia transvaginal sem alterações. Exames laboratoriais
realizados: Hb: 12,9g/dl (VR: 13,0 a 18,0g/dl), TGO: 10U/l (VR: 5 a 40u/l), TGP: 15U/l (VR: 7
a 56U/l), Cr: 0,7mg/dl (VR: 0,5 a 1,1mg/dl). De acordo com os critérios de Elegibilidade
para Uso dos Métodos Anticoncepcionais da OMS e com a Lei no 9.263/1996, responda
as questões 34 a 36: Sobre os métodos contraceptivos, é correto afirmar:

A) A paciente teria liberação por lei para realizar a laqueadura tubária caso quisesse, pois
tem mais que 25 anos e capacidade civil plena.
B) Uma opção a ser considerada para essa paciente seria o uso do DIU de cobre por não
apresentar hormônios e ser de longa duração.
C) A primeira opção de contracepção para essa paciente seria o uso de contraceptivos
hormonais combinados com baixa dose de estrógeno.
D) O ideal para essa paciente seria o uso dos adesivos ou anéis vaginais por
apresentarem uma menor absorção sistêmica hormonal.

35) Mulher, 33 anos de idade, nuligesta, obesa grau 1, hipertensa bem controlada com
ramipril, tabagista 1 maço/dia, sem outras comorbidades, vem em consulta de rotina
ginecológica pois está com parceiro fixo e deseja iniciar método contraceptivo. Refere
ciclos menstruais regulares, durando cerca de 7 dias, fluxo alto e dismenorreia moderada.
Exame físico e ultrassonografia transvaginal sem alterações. Exames laboratoriais
realizados: Hb: 12,9g/dl (VR: 13,0 a 18,0g/dl), TGO: 10U/l (VR: 5 a 40u/l), TGP: 15U/l (VR: 7
a 56U/l), Cr: 0,7mg/dl (VR: 0,5 a 1,1mg/dl). De acordo com os critérios de Elegibilidade
para Uso dos Métodos Anticoncepcionais da OMS e com a Lei no 9.263/1996, responda
as questões 34 a 36: Quanto à escolha de métodos contraceptivos, é correto afirmar:

A) Apesar de ser tabagista, no caso dessa paciente, por ter menos que 35 anos, o
contraceptivo hormonal combinado é, em geral, recomendado.
B) O método de Ogino-Knaus, ou método da tabelinha, é baseado no conhecimento de
que a ovulação ocorre cerca de 12 a 16 dias antes da menstruação.
C) A eficácia do DIU de cobre e a do DIU com levonorgestrel é a mesma, porém o DIU
com levonorgestrel é a mais confortável para a paciente por induzir amenorreia.
D) O condom, quando bem colocado, protege 100% da transmissão de HPV e deve ser
recomendado em todas as relações independentemente do uso de outros métodos
contraceptivos.

36) Mulher, 33 anos de idade, nuligesta, obesa grau 1, hipertensa bem controlada com
ramipril, tabagista 1 maço/dia, sem outras comorbidades, vem em consulta de rotina
ginecológica pois está com parceiro fixo e deseja iniciar método contraceptivo. Refere
ciclos menstruais regulares, durando cerca de 7 dias, fluxo alto e dismenorreia moderada.
Exame físico e ultrassonografia transvaginal sem alterações. Exames laboratoriais
realizados: Hb: 12,9g/dl (VR: 13,0 a 18,0g/dl), TGO: 10U/l (VR: 5 a 40u/l), TGP: 15U/l (VR: 7
a 56U/l), Cr: 0,7mg/dl (VR: 0,5 a 1,1mg/dl). De acordo com os critérios de Elegibilidade
para Uso dos Métodos Anticoncepcionais da OMS e com a Lei no 9.263/1996, responda
as questões 34 a 36: Sobre a concomitância da hipertensão e da contracepção, pode-se
afirmar:

A) Os métodos com progestágenos isolados não elevam a pressão arterial constituindo


boa alternativa nas pacientes hipertensas.
B) Os estrógenos utilizados na contracepção atuam no sistema renina-angiotensina-
aldosterona, reduzindo assim a pressão arterial.
C) Uma opção frequentemente recomendada para pacientes com múltiplos fatores de
risco para doenças cardiovasculares é o uso de contraceptivos injetáveis trimestrais com
progestágeno isolado.
D) Caso a pressão arterial fique elevada, os contraceptivos hormonais orais combinados
deixam de ser categoria 2 e passam a ser categoria 4, pelos critérios de elegibilidade da
Organização Mundial da Saúde (OMS).
37) Mulher, 34 anos de idade, nuligesta, casada, tenta engravidar há 1 ano e 6 meses sem
sucesso. Nega comorbidades. Refere ciclos menstruais regulares, durando 5 dias com
fluxo normal, porém com dismenorreia leve. Também queixa de dispareunia de
profundidade. Nega outros sintomas. Ao exame especular, conteúdo vaginal fisiológico e
colo sem alterações. Ao toque vaginal, útero em anteroversoflexão, de volume normal,
desconforto à mobilização do colo. Ausência de dor à palpação de anexos. Diante do
quadro descrito, indique a conduta a ser adotada.

A) Investigar a causa da infertilidade e solicitar espermograma para o parceiro; caso o


espermograma seja normal, realizar a histerossalpingografia.
B) Tranquilizar o parceiro referindo que ele não necessita investigação no momento, visto
que a maioria das causas de infertilidade são femininas.
C) Tranquilizar a paciente, informando da não necessidade, no momento, de investigação;
visto ser jovem e ainda não ter completado 2 anos de tentativas.
D) Indicar a realização de laparoscopia para melhor investigação da infertilidade, diante
da suspeita disgnóstica de endometriose.

38) Mulher, 34 anos de idade, nuligesta, casada, tenta engravidar há 1 ano e 6 meses sem
sucesso. Nega comorbidades. Refere ciclos menstruais regulares, durando 5 dias com
fluxo normal, porém com dismenorreia leve. Também queixa de dispareunia de
profundidade. Nega outros sintomas. Ao exame especular, conteúdo vaginal fisiológico e
colo sem alterações. Ao toque vaginal, útero em anteroversoflexão, de volume normal,
desconforto à mobilização do colo. Ausência de dor à palpação de anexos. Em
ultrassonografia transvaginal realizada pela paciente, foi visualizada formação tecidual
hipoecóica alongada e irregular, envolvendo o ligamento uterossacro esquerdo medindo
2,0cm x 1,2cm x 0,6cm. Ovário esquerdo apresentando formação cística e arredondada de
contornos regulares e conteúdo espesso, homogêneo, em vidro fosco de 1,5cm. Com
base nesses achados, é correto o que se afirma em:

A) O CA125 é um marcador tumoral específico para endometriose, tendo indicação de


avaliação neste caso.
B) Com tais achados ultrassonográficos, a paciente tem indicação de tratamento
cirúrgico.
C) A ultrassonografia transvaginal não é um exame eficaz na investigação inicial de
infertilidade, sendo necessária a realização de ressonância pélvica para melhor elucidação
dos achados.
D) Os achados ultrassonográficos são compatíveis com endometriose e podem justificar a
infertilidade, porém não há indicação para tratamento cirúrgico no momento.

39) Mulher, 34 anos de idade, nuligesta, casada, tenta engravidar há 1 ano e 6 meses sem
sucesso. Nega comorbidades. Refere ciclos menstruais regulares, durando 5 dias com
fluxo normal, porém com dismenorreia leve. Também queixa de dispareunia de
profundidade. Nega outros sintomas. Ao exame especular, conteúdo vaginal fisiológico e
colo sem alterações. Ao toque vaginal, útero em anteroversoflexão, de volume normal,
desconforto à mobilização do colo. Ausência de dor à palpação de anexos. Sobre
endometriose em geral, é correto afirmar:

A) Caracteriza-se pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina e,


portanto, está associada ao fluxo menstrual intenso.
B) Tem baixa taxa de recorrência após tratamento cirúrgico e hormonal.
C) É uma causa relevante de obstrução tubária e de infertilidade.
D) O exame especular costuma evidenciar nódulos em região retrouterina, principalmente
se há dispareunia.
40) Mulher tercigista e secundipara (partos normais). Fez pré-natal adequado e nega
alterações em exames laboratoriais. Deu entrada na emergência da Maternidade com 38
semanas de gestação, queixando-se de dor em baixo ventre, apresentando 4 contrações
de 40 segundos cada, em intervalo de 10 minutos. Batimento cardíaco fetal: 144bpm. Ao
toque vaginal, colo dilatado 9cm, fino, bolsa integra, apresentação em +1 de De Lee com
Lambda em correspondência com estreito superior da bacia à esquerda e anteriormente.
Identifique a apresentação e a variedade de posição fetal.

A) Cefálica fletida e occipito esquerda posterior (OEP).


B) Cefálica defletida e mento esquerda anterior (MEA).
C) Cefálica fletida e occipito esquerda anterior (OEA).
D) Cefálica defletida e bregma esquerda anterior (BEA).

41) Mulher tercigista e secundipara (partos normais). Fez pré-natal adequado e nega
alterações em exames laboratoriais. Deu entrada na emergência da Maternidade com 38
semanas de gestação, queixando-se de dor em baixo ventre, apresentando 4 contrações
de 40 segundos cada, em intervalo de 10 minutos. Batimento cardíaco fetal: 144bpm. Ao
toque vaginal, colo dilatado 9cm, fino, bolsa integra, apresentação em +1 de De Lee com
Lambda em correspondência com estreito superior da bacia à esquerda e anteriormente.
Diante do tipo de apresentação fetal, identificada no caso, indique os tempos normais do
mecanismo do parto, em ordem cronológica.
A) Flexão da cabeça, descida, deflexão da cabeça e rotação externa da cabeça.
B) Insinuação, rotação interna da cabeça, rotação interna das espáduas e deflexão da
cabeça.
C) Insinuação, descida, rotação externa das espáduas e rotação externa da cabeça.
D) Flexão da cabeça, deflexão da cabeça, rotação interna da cabeça e rotação externa das
espaduas.

42) Mulher tercigista e secundipara (partos normais). Fez pré-natal adequado e nega
alterações em exames laboratoriais. Deu entrada na emergência da Maternidade com 38
semanas de gestação, queixando-se de dor em baixo ventre, apresentando 4 contrações
de 40 segundos cada, em intervalo de 10 minutos. Batimento cardíaco fetal: 144bpm. Ao
toque vaginal, colo dilatado 9cm, fino, bolsa integra, apresentação em +1 de De Lee com
Lambda em correspondência com estreito superior da bacia à esquerda e anteriormente.
Para melhorar a assistência dessa paciente durante o trabalho de parto, diversas
intervenções poderão ser realizadas. Com relação a essas intervenções, é correto afirmar:

A) A amniotomia deve ser realizada rotineiramente no final da dilatação, diminuindo


assim as taxas de cesariana.
B) A manobra de Kristeller deve ser realizada em casos com período expulsivo
prolongado.
C) A episiotomia deve ser realizada com o intuito de proteger o períneo posterior.
D) No secundamento são importantes a tração controlada do cordão e o uso de agentes
uterotônicos para diminuir risco de hemorragia.

43) Mulher, 40 anos de idade, foi atendida na Emergência por apresentar dor pélvica há
um dia. Primípara com parto normal há 4 anos. Refere ciclos menstruais regulares, última
menstruação há oito dias. Método contraceptivo: coito interrompido. Também refere
aparecimento de secreção amarelada por via vaginal, há três dias. Sobre os elementos
para diagnóstico do caso, é correto o que se afirma em:
A) Pode ser um caso de gestação ectópica e a conduta inicial para investigação será
culdocentese.
B) Caso evolua com sinais de peritonite deve ser prescrito antibioticoterapia oral com
reavaliação em, no máximo, 48 horas.
C) Se houver dor à palpação abdominal e à mobilização do colo uterino e dos anexos,
está estabelecido o diagnóstico de Doença Inflamatória Pélvica (DIP) por 3 critérios
maiores.
D) A secreção amarelada por via vaginal é um critério maior de Doença Inflamatória
Pélvica.

44) Mulher, 40 anos de idade, foi atendida na Emergência por apresentar dor pélvica há
um dia. Primípara com parto normal há 4 anos. Refere ciclos menstruais regulares, última
menstruação há oito dias. Método contraceptivo: coito interrompido. Também refere
aparecimento de secreção amarelada por via vaginal, há três dias. Ao exame físico, essa
paciente apresenta bom estado geral, T: 37,3ºC, dor à palpação abdominal,
descompressão brusca abdominal negativa. Ao exame especular: Secreção amarelada e
de odor fétido, extravasando pelo orifício externo do colo. Ao toque: dor à mobilização
do colo uterino e dor à palpação de anexos. Realizou ultrassonografia transvaginal sem
alterações. No momento, a conduta terapêutica mais adequada é:

A) Proceder a internação e fazer uso de antibioticoterapia venosa, considerando que a


paciente possui o diagnóstico de Doença Inflamatória Pélvica.
B) Adotar como tratamento de escolha ceftriaxone 500mg, intramuscular, dose única +
doxicilina 100mg, via oral, a cada 12 horas por 14 dias + metronidazol, 500mg, via oral, a
cada 12 horas por 14 dias, considerando que a paciente possui o diagnóstico de Doença
Inflamatória Pélvica.
C) Fazer uso de metronidazol 2g, via oral, dose única, pois trata-se, provavelmente, de
uma vaginite por trichomonas vaginalis.
D) Usar azitromicina 1g, via oral, dose única + metronidazol 2g, via oral, dose única,
considerando que a paciente possui o diagnóstico de cervicite por clamídia.

45) Mulher, 40 anos de idade, foi atendida na Emergência por apresentar dor pélvica há
um dia. Primípara com parto normal há 4 anos. Refere ciclos menstruais regulares, última
menstruação há oito dias. Método contraceptivo: coito interrompido. Também refere
aparecimento de secreção amarelada por via vaginal, há três dias. O quadro clínico
apresentado pela paciente pode evoluir com as seguintes sequelas:

A) Câncer de endométrio, hidrossalpinge, infertilidade.


B) Dor pélvica crônica, infertilidade, obstrução tubária.
C) Hidrossalpinge, hiperplasia endometrial, cisto ovariano.
D) Obstrução tubária, dismenorreia, insuficiência ovariana precoce.

46) Menino, 15 dias de vida, nascido com idade gestacional de 35 semanas, pesando
1700g, chega a UBS para acompanhamento de Puericultura. No momento, seu peso é de
1750g. Está ativo e em aleitamento misto. Não iniciou vacinação na maternidade. Com
base no Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, indique qual o
momento indicado pelo PNI para início do esquema vacinal nessa criança.

A) Até os 28 dias de vida.


B) Até os 30 dias de vida.
C) Nas primeiras 12 horas de vida.
D) Nas primeiras 24 horas de vida.

47) Menino, 15 dias de vida, nascido com idade gestacional de 35 semanas, pesando
1700g, chega a UBS para acompanhamento de Puericultura. No momento, seu peso é de
1750g. Está ativo e em aleitamento misto. Não iniciou vacinação na maternidade. Indique
qual(is) vacina(s) deve(m) ser administrada(s) nessa criança nesse momento.

A) apenas BCG.
B) apenas vacina contra Hepatite B.
C) BCG e vacina contra Hepatite B.
D) BCG e vacinas contra Hepatite A e B.

48) Menino, 15 dias de vida, nascido com idade gestacional de 35 semanas, pesando
1700g, chega a UBS para acompanhamento de Puericultura. No momento, seu peso é de
1750g. Está ativo e em aleitamento misto. Não iniciou vacinação na maternidade. Indique
o momento adequado para o retorno desse bebê ao posto de vacinação, para dar
andamento ao esquema de imunização.

A) Retornar quando atingir 2500g de peso.


B) Retornar quando atingir 2000g de peso.
C) Retornar quando completar 30 dias de vida.
D) Retornar quando completar 2 meses de vida.

49) Menino, 10 anos, chegou à Emergência queixando-se de mal-estar e cansaço aos


esforços. Informa que há 4 dias esteve no Pronto Atendimento por fadiga importante,
dificuldade respiratória e tosse seca que ocorriam há, aproximadamente, dois dias.
Realizou hemograma, sumário de urina e radiografia de tórax, que não mostraram
alterações, e foi liberado com prescrição de Eritromicina. Negava febre e outros sintomas.
Ao exame, Temperatura: 36,6ºC; FC: 174bpm. Pulsos Radiais simétricos, finos, arrítmicos.
Pulso carotídeo arrítmico. Tempo de enchimento capilar: 4 segundos. Estava em regular
estado geral, hidratado, eupneico, corado. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas;
Pulmões com murmúrios vesiculares bem distribuídos, sem ruídos adventícios. Abdome
plano, simétrico, com fígado palpável a 2,5cm do Rebordo Costal Direito. Ao final do
exame clínico referiu náuseas e apresentou síncope. Verificando-se ausência de pulso,
foram iniciadas compressões torácicas de imediato, tendo retornado os batimentos
cardíacos cujo ritmo o monitor cardíaco mostra no traçado abaixo: Indique o ritmo
cardíaco evidenciado pelo monitor.

A) Flutter Atrial.
B) Taquicardia Sinusal.
C) Taquicardia Supraventricular.
D) Taquicardia Ventricular.

50) Menino, 10 anos, chegou à Emergência queixando-se de mal-estar e cansaço aos


esforços. Informa que há 4 dias esteve no Pronto Atendimento por fadiga importante,
dificuldade respiratória e tosse seca que ocorriam há, aproximadamente, dois dias.
Realizou hemograma, sumário de urina e radiografia de tórax, que não mostraram
alterações, e foi liberado com prescrição de Eritromicina. Negava febre e outros sintomas.
Ao exame, Temperatura: 36,6ºC; FC: 174bpm. Pulsos Radiais simétricos, finos, arrítmicos.
Pulso carotídeo arrítmico. Tempo de enchimento capilar: 4 segundos. Estava em regular
estado geral, hidratado, eupneico, corado. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas;
Pulmões com murmúrios vesiculares bem distribuídos, sem ruídos adventícios. Abdome
plano, simétrico, com fígado palpável a 2,5cm do Rebordo Costal Direito. Ao final do
exame clínico referiu náuseas e apresentou síncope. Verificando-se ausência de pulso,
foram iniciadas compressões torácicas de imediato, tendo retornado os batimentos
cardíacos cujo ritmo o monitor cardíaco mostra no traçado abaixo: Indique o passo
terapêutico seguinte no atendimento desse paciente.

A) Realizar cardioversão.
B) Realizar Manobra Vagal.
C) Administrar Atropina.
D) Administrar Adenosina.

51) Menino, 10 anos, chegou à Emergência queixando-se de mal-estar e cansaço aos


esforços. Informa que há 4 dias esteve no Pronto Atendimento por fadiga importante,
dificuldade respiratória e tosse seca que ocorriam há, aproximadamente, dois dias.
Realizou hemograma, sumário de urina e radiografia de tórax, que não mostraram
alterações, e foi liberado com prescrição de Eritromicina. Negava febre e outros sintomas.
Ao exame, Temperatura: 36,6ºC; FC: 174bpm. Pulsos Radiais simétricos, finos, arrítmicos.
Pulso carotídeo arrítmico. Tempo de enchimento capilar: 4 segundos. Estava em regular
estado geral, hidratado, eupneico, corado. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas;
Pulmões com murmúrios vesiculares bem distribuídos, sem ruídos adventícios. Abdome
plano, simétrico, com fígado palpável a 2,5cm do Rebordo Costal Direito. Ao final do
exame clínico referiu náuseas e apresentou síncope. Verificando-se ausência de pulso,
foram iniciadas compressões torácicas de imediato, tendo retornado os batimentos
cardíacos cujo ritmo o monitor cardíaco mostra no traçado abaixo: Indique os dois
fármacos preconizados pelo protocolo de Suporte Avançado em Pediatria, como
antiarrítmicos, na fase de estabilização desse paciente, pós-reanimação.

A) Amiodarona e Magnésio.
B) Amiodarona e Lidocaína.
C) Magnésio e Procainamida.
D) Procainamida e Lidocaína.

52) Menino, 7 anos de idade, é internado em Hospital de Referência com quadro de


edema periorbitário há 3 dias, que evoluiu para membros inferiores e abdome. Relata
inapetência, dejeções amolecidas (4 vezes ao dia) e urina espumosa. Exame físico mostra
Temperatura: 36,4°C; FR: 26ipm; FC: 90bpm; PA: 128x85mmHg. Regular estado geral,
corado; abdome globoso, referindo dor que impede a palpação profunda. Observa-se
edema em bolsa escrotal e membros inferiores. Os exames laboratoriais: Proteínas Totais:
5,0mg/dl; Albumina: 2,4g/dl; Globulinas: 2,6mg/dl; Proteinúria de 24 horas: 1,4g;
Colesterol Total: 240mg/dl. Com base na epidemiologia e no quadro descrito, identifique
o diagnóstico histológico renal mais frequentemente encontrado:

A) Glomerulonefrite membranoproliferativa.
B) Glomerulopatia por lesões mínimas.
C) Glomerulonefrite proliferativa difusa.
D) Glomeruloesclerose difusa.

53) Menino, 7 anos de idade, é internado em Hospital de Referência com quadro de


edema peri-orbitário há 3 dias, que evoluiu para membros inferiores e abdome. Relata
inapetência, dejeções amolecidas (4 vezes ao dia) e urina espumosa. Exame físico mostra
Temperatura: 36,4°C; FR: 26ipm; FC: 90bpm; PA: 128x85mmHg. Regular estado geral,
corado; abdome globoso, referindo dor que impede a palpação profunda. Observa-se
edema em bolsa escrotal e membros inferiores. Os exames laboratoriais: Proteínas Totais:
5,0mg/dl; Albumina: 2,4g/dl; Globulinas: 2,6mg/dl; Proteinúria de 24 horas: 1,4g;
Colesterol Total: 240mg/dl. Especifique o fármaco utilizado como primeira escolha no
tratamento dessa criança.

A) Ciclofosfamida.
B) Prednisolona.
C) Ciclosporina.
D) Prednisona.

54) Menino, 7 anos de idade, é internado em Hospital de Referência com quadro de


edema peri-orbitário há 3 dias, que evoluiu para membros inferiores e abdome. Relata
inapetência, dejeções amolecidas (4 vezes ao dia) e urina espumosa. Exame físico mostra
Temperatura: 36,4°C; FR: 26ipm; FC: 90bpm; PA: 128x85mmHg. Regular estado geral,
corado; abdome globoso, referindo dor que impede a palpação profunda. Observa-se
edema em bolsa escrotal e membros inferiores. Os exames laboratoriais: Proteínas Totais:
5,0mg/dl; Albumina: 2,4g/dl; Globulinas: 2,6mg/dl; Proteinúria de 24 horas: 1,4g;
Colesterol Total: 240mg/dl. Indique a alternativa que apresenta, dentre os critérios
listados, aqueles que, quando presentes, justificam a realização de biópsia renal. 1) Febre.
2) Oligúria. 3) Hematúria. 4) Hipertensão arterial. 5) Duas recidivas em 6 meses.

A) 1), 2) e 5).
B) 1), 3) e 4).
C) 2), 3) e 4).
D) 3), 4) e 5).

55) Menino, 8 meses de idade, é levado à consulta de puericultura na UBS, para iniciar
acompanhamento. Foi amamentado exclusivamente com leite materno até os 5 meses de
idade. Atualmente usa leite integral de vaca e outros alimentos introduzidos na mesma
época. A caderneta da criança demonstra que nasceu com idade gestacional de 37
semanas e 3 dias; Apgar 7 e 9; sem intercorrências; Peso: 2980g; Comprimento: 49cm.
Não há registro de dados antropométricos posteriores. Os Testes de Triagem Neonatal
não apresentaram alterações. Ao exame físico, ativo, hidratado, bom estado geral,
mucosas hipocoradas +/4. Há 2 dentes incisivos inferiores e os superiores em processo
de eclosão. Auscultas cardíaca e pulmonar sem anormalidades. Sem alterações em
abdome, em genitália e em extremidades. No momento, Peso: 6030g; Comprimento
69cm. Considerando os gráficos antropométricos, adotados pelo Ministério da Saúde e
pela Organização Mundial da Saúde, informe a classificação dessa criança quanto ao Peso
e Comprimento no nascimento:
A) Ambos adequados para a idade gestacional.
B) Ambos inadequados para a idade gestacional.
C) Peso adequado e Comprimento inferior ao esperado para a idade gestacional.
D) Peso inferior ao esperado e Comprimento adequado para a idade gestacional.

56) Menino, 8 meses de idade, é levado à consulta de puericultura na UBS, para iniciar
acompanhamento. Foi amamentado exclusivamente com leite materno até os 5 meses de
idade. Atualmente usa leite integral de vaca e outros alimentos introduzidos na mesma
época. A caderneta da criança demonstra que nasceu com idade gestacional de 37
semanas e 3 dias; Apgar 7 e 9; sem intercorrências; Peso: 2980g; Comprimento: 49cm.
Não há registro de dados antropométricos posteriores. Os Testes de Triagem Neonatal
não apresentaram alterações. Ao exame físico, ativo, hidratado, bom estado geral,
mucosas hipocoradas +/4. Há 2 dentes incisivos inferiores e os superiores em processo
de eclosão. Auscultas cardíaca e pulmonar sem anormalidades. Sem alterações em
abdome, em genitália e em extremidades. No momento, Peso: 6030g; Comprimento
69cm. Indique a classificação dessa criança quanto ao Peso e ao Comprimento, no
momento atual.
A) Ambos adequados para a idade.
B) Ambos inadequados para a idade.
C) Peso adequado e Estatura inferior ao esperado para a idade.
D) Peso inferior ao esperado e Estatura adequada para a idade.

57) Menino, 8 meses de idade, é levado à consulta de puericultura na UBS, para iniciar
acompanhamento. Foi amamentado exclusivamente com leite materno até os 5 meses de
idade. Atualmente usa leite integral de vaca e outros alimentos introduzidos na mesma
época. A caderneta da criança demonstra que nasceu com idade gestacional de 37
semanas e 3 dias; Apgar 7 e 9; sem intercorrências; Peso: 2980g; Comprimento: 49cm.
Não há registro de dados antropométricos posteriores. Os Testes de Triagem Neonatal
não apresentaram alterações. Ao exame físico, ativo, hidratado, bom estado geral,
mucosas hipocoradas +/4. Há 2 dentes incisivos inferiores e os superiores em processo
de eclosão. Auscultas cardíaca e pulmonar sem anormalidades. Sem alterações em
abdome, em genitália e em extremidades. No momento, Peso: 6030g; Comprimento
69cm. Indique a idade a partir da qual o Índice de Massa Corpórea é o indicador mais
adequado para avaliar a proporção Peso/Estatura.
A) 1 ano.
B) 2 anos.
C) 5 anos.
D) 10 anos.

58) Menino, 30 meses de idade, é levado à UPA com febre há 72 horas. Sua mãe refere
que a temperatura tem ultrapassado os 39ºC que o menor não tem aceito alimentos, vem
apresentando irritabilidade e diminuiu as eliminações (atribuindo à reduzida ingestão).
No momento, a temperatura é 39,6ºC. Não foram observadas alterações ao exame físico
segmentar. Considerando os aspectos do caso relatado, indique o parâmetro de maior
confiabilidade no leucograma dessa criança para a suspeita diagnóstica de causa
bacteriana.

A) Contagem global acima de 15 mil cel/mm³.


B) Contagem global de neutrófilos acima de 6000 cel/mm³.
C) Contagem de bastões maior que 5%.
D) Contagem de segmentados maior que 70%.

59) Menino, 30 meses de idade, é levado à UPA com febre há 72 horas. Sua mãe refere
que a temperatura tem ultrapassado os 39ºC que o menor não tem aceito alimentos, vem
apresentando irritabilidade e diminuiu as eliminações (atribuindo à reduzida ingestão).
No momento, a temperatura é 39,6ºC. Não foram observadas alterações ao exame físico
segmentar. Identifique o principal agente responsável por bacteremia oculta na faixa
etária dessa criança.

A) Escherichia coli.
B) Streptococcus pneumoniae.
C) Haemophilus influenzae.
D) Salmonella sp.
60) Menino, 30 meses de idade, é levado à UPA com febre há 72 horas. Sua mãe refere
que a temperatura tem ultrapassado os 39ºC que o menor não tem aceito alimentos, vem
apresentando irritabilidade e diminuiu as eliminações (atribuindo à reduzida ingestão).
No momento, a temperatura é 39,6ºC. Não foram observadas alterações ao exame físico
segmentar. Indique a lista dos exames complementares que devem ser solicitados neste
momento.

A) Hemograma; VHS e Sumário de Urina.


B) Sumário de Urina, Urocultura e Radiografia de tórax.
C) Hemograma; PCR; Hemoculturas e Radiografia de tórax.
D) Hemograma; VHS; PCR; Hemocultura; Sumário de Urina e Urocultura.

61) No Brasil, o câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer mais frequente entre
mulheres, após o câncer de mama, com alta mortalidade e faz, por ano, 4800 vítimas
fatais. Em 2012, as estimativas foram de 17540 casos novos, com risco estimado variando
de 17 a 21 casos a cada 100 mil mulheres, com grandes iniquidades regionais, sendo
maiores as incidências registradas em estados com menor nível de desenvolvimento
socioeconômico. BRASIL, Ministério da Saúde. Informe Técnico sobre a Vacina Papiloma
Vírus Humano (HPV) na Atenção Básica. A vacina contra o HPV, considerando sua
disponibilidade pelo SUS, faz parte do calendário vacinal para:

A) Crianças a partir de 2 anos.


B) Mulheres a partir de 12 anos.
C) Mulheres de 9 a 14 anos e homens de 11 a 14 anos.
D) Mulheres e homens de 11 a 22 anos.

62) No Brasil, o câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer mais frequente entre
mulheres, após o câncer de mama, com alta mortalidade e faz, por ano, 4800 vítimas
fatais. Em 2012, as estimativas foram de 17540 casos novos, com risco estimado variando
de 17 a 21 casos a cada 100 mil mulheres, com grandes iniquidades regionais, sendo
maiores as incidências registradas em estados com menor nível de desenvolvimento
socioeconômico. BRASIL, Ministério da Saúde. Informe Técnico sobre a Vacina Papiloma
Vírus Humano (HPV) na Atenção Básica. Identifique a que índice, referente ao câncer de
colo de útero, está relacionada a afirmação ""com risco estimado variando de 17 a 21
casos/100 mil mulheres"" constante no Informe Técnico do MS.
A) Incidência.
B) Prevalência.
C) Mortalidade.
D) Letalidade.

63) No Brasil, o câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer mais frequente entre
mulheres, após o câncer de mama, com alta mortalidade e faz, por ano, 4800 vítimas
fatais. Em 2012, as estimativas foram de 17540 casos novos, com risco estimado variando
de 17 a 21 casos a cada 100 mil mulheres, com grandes iniquidades regionais, sendo
maiores as incidências registradas em estados com menor nível de desenvolvimento
socioeconômico. BRASIL, Ministério da Saúde. Informe Técnico sobre a Vacina Papiloma
Vírus Humano (HPV) na Atenção Básica. As iniquidades regionais no desenvolvimento do
câncer do colo de útero, descritas no texto, reforçam o conceito teórico de determinação
social de saúde desenvolvido após 2011. Esse conceito difere do conceito de
determinantes sociais de doença porque indica que
A) existem fatores sociais específicos para uma doença, os quais podem ser modificados.
B) há um processo social complexo do qual a saúde ou a doença são resultantes finais.
p p q ç
C) com determinação da sociedade, várias condições mórbidas já podiam ter sido
controladas.
D) a prevenção é a abordagem mais efetiva, cuja implementação depende de
facilitadores sociais.

64) Homem, 43 anos de idade, pedreiro, vai à Unidade Básica de Saúde a pedido da
companheira de 32 anos de idade. O casal tem dois filhos e vivem juntos há 6 anos.
Segundo a mulher, o paciente vem bebendo muito todos os fins de semana, chegando
em casa bêbado e passando mal. Não consegue ir trabalhar às segundas-feiras e já foi
ameaçado de perder o emprego. Durante a consulta informa que iniciou consumo
alcoólico aos 14 anos de idade e vem aumentando nos últimos anos. O pai do paciente
faleceu de cirrose e tem dois irmãos que consomem álcool em grande quantidade. O
paciente diz que sabe que bebe demais porque apresenta náuseas com vômitos e dores
de cabeça. Bebe cerveja, pelo menos 24 latas e aguardente, cerca de 15 doses por dia,
aos sábados e domingos. Informa se sentir aborrecido com a pressão da mulher e que a
sua própria mãe já havia dito que precisaria de hospitalização para parar de beber.
Entretanto diz que tem controle sobre o consumo de álcool e que pode parar se quiser,
não precisando de internamento. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com perda
de massa muscular e tremores finos nas mãos. Considerando o protocolo mais usado de
diagnóstico da Síndrome de Dependência ao Álcool, a informação que precisaria ser
coletada para completar a consulta é se o paciente

A) tem prejuízo financeiro com os gastos com a bebida.


B) já agrediu esposa, filhos ou outras pessoas do núcleo familiar, após beber.
C) precisa beber pela manhã para melhorar os sintomas de mal estar.
D) já sofreu acidentes pessoais ou no trabalho após uso de álcool.

65) Homem, 43 anos de idade, pedreiro, vai à Unidade Básica de Saúde a pedido da
companheira de 32 anos de idade. O casal tem dois filhos e vivem juntos há 6 anos.
Segundo a mulher, o paciente vem bebendo muito todos os fins de semana, chegando
em casa bêbado e passando mal. Não consegue ir trabalhar às segundas-feiras e já foi
ameaçado de perder o emprego. Durante a consulta informa que iniciou consumo
alcoólico aos 14 anos de idade e vem aumentando nos últimos anos. O pai do paciente
faleceu de cirrose e tem dois irmãos que consomem álcool em grande quantidade. O
paciente diz que sabe que bebe demais porque apresenta náuseas com vômitos e dores
de cabeça. Bebe cerveja, pelo menos 24 latas e aguardente, cerca de 15 doses por dia,
aos sábados e domingos. Informa se sentir aborrecido com a pressão da mulher e que a
sua própria mãe já havia dito que precisaria de hospitalização para parar de beber.
Entretanto diz que tem controle sobre o consumo de álcool e que pode parar se quiser,
não precisando de internamento. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com perda
de massa muscular e tremores finos nas mãos. Com base na informação do paciente
sobre o quanto bebe nos fins de semana, o consumo mínimo do paciente, em doses de
álcool puro, pelo padrão nacional (que considera 14g de alcool por dose), é estimado em

A) 10 doses.
B) 20 doses.
C) 30 doses.
D) 40 doses.

66) Homem, 43 anos de idade, pedreiro, vai à Unidade Básica de Saúde a pedido da
companheira de 32 anos de idade. O casal tem dois filhos e vivem juntos há 6 anos.
Segundo a mulher, o paciente vem bebendo muito todos os fins de semana, chegando
em casa bêbado e passando mal. Não consegue ir trabalhar às segundas-feiras e já foi
ameaçado de perder o emprego. Durante a consulta informa que iniciou consumo
alcoólico aos 14 anos de idade e vem aumentando nos últimos anos. O pai do paciente
faleceu de cirrose e tem dois irmãos que consomem álcool em grande quantidade. O
paciente diz que sabe que bebe demais porque apresenta náuseas com vômitos e dores
de cabeça. Bebe cerveja, pelo menos 24 latas e aguardente, cerca de 15 doses por dia,
aos sábados e domingos. Informa se sentir aborrecido com a pressão da mulher e que a
sua própria mãe já havia dito que precisaria de hospitalização para parar de beber.
Entretanto diz que tem controle sobre o consumo de álcool e que pode parar se quiser,
não precisando de internamento. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com perda
de massa muscular e tremores finos nas mãos. Considerando a estratégia
comportamental cognitiva mais empregada na Atenção Básica à Saúde para controle da
Síndrome de Dependência Alcoólica e outras Dependências Químicas, pode se dizer que
esse paciente encontra-se no estágio

A) pré-contemplativo.
B) contemplativo.
C) de preparação.
D) de manutenção.

67) ""O uso de drogas, na atualidade, é uma preocupação mundial. Entre 2000 e 2015,
houve um crescimento de 60% no número de mortes causadas diretamente pelo uso de
drogas, sendo este dado o recorte de apenas uma das consequências do problema. Tal
condição extrapola as questões individuais e se constitui como um grave problema de
saúde pública, com reflexos nos diversos segmentos da sociedade. Os serviços de
segurança pública, educação, saúde, sistema de justiça, assistência social, dentre outros, e
os espaços familiares e sociais são repetidamente afetados, direta ou indiretamente,
pelos reflexos e pelas consequências do uso das drogas."" BRASIL, Presidência da
República, DECRETO LEI Nº 9.761, DE ABRIL DE 2019, publicado no DOU em 11/04/2019.
O Decreto Lei 9.761, de abril de 2019, modifica a abordagem da questão do uso de
drogas no seguinte aspecto:
A) Passa a considerar o uso medicinal dos derivados da maconha como lícito.
B) Cria novos Centros de Referência para o tratamento de drogas no setor público.
C) Propõe maiores impostos para a comercialização de bebidas alcóolicas.
D) Exclui a ""redução de danos"" como estratégia das políticas públicas.

68) ""O uso de drogas, na atualidade, é uma preocupação mundial. Entre 2000 e 2015,
houve um crescimento de 60% no número de mortes causadas diretamente pelo uso de
drogas, sendo este dado o recorte de apenas uma das consequências do problema. Tal
condição extrapola as questões individuais e se constitui como um grave problema de
saúde pública, com reflexos nos diversos segmentos da sociedade. Os serviços de
segurança pública, educação, saúde, sistema de justiça, assistência social, dentre outros, e
os espaços familiares e sociais são repetidamente afetados, direta ou indiretamente,
pelos reflexos e pelas consequências do uso das drogas."" BRASIL, Presidência da
República, DECRETO LEI Nº 9.761, DE ABRIL DE 2019, publicado no DOU em 11/04/2019.
O Decreto em tela corrobora um dos posicionamentos da população brasileira com
relação ao problema de saúde causado pelo uso de drogas ilícitas. Essa consideração é
feita com a afirmativa de que:
A) O uso de drogas ilícitas deve ser punido criminalmente de forma mais efetiva.
B) O tratamento dos usuários de drogas deve ser mantido de forma gratuita.
C) As drogas licitas, como o tabaco, têm importância menor que as drogas ilícitas.
D) Os gastos com tratamento deveriam ser empregados no combate ao tráfico.
69) ""O uso de drogas, na atualidade, é uma preocupação mundial. Entre 2000 e 2015,
houve um crescimento de 60% no número de mortes causadas diretamente pelo uso de
drogas, sendo este dado o recorte de apenas uma das consequências do problema. Tal
condição extrapola as questões individuais e se constitui como um grave problema de
saúde pública, com reflexos nos diversos segmentos da sociedade. Os serviços de
segurança pública, educação, saúde, sistema de justiça, assistência social, dentre outros, e
os espaços familiares e sociais são repetidamente afetados, direta ou indiretamente,
pelos reflexos e pelas consequências do uso das drogas."" BRASIL, Presidência da
República, DECRETO LEI Nº 9.761, DE ABRIL DE 2019, publicado no DOU em 11/04/2019.
Os dados citados no Decreto Lei 9.761, de abril de 2019, foram obtidos pelo II
Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (LENAD) - 2012, que pesquisou o uso de
drogas na população brasileira. Para a realização desse levantamento foi considerada
uma ""amostragem probabilística"". Esse termo significa que a seleção dos entrevistados.
A) foi feita de forma aleatória, expressando o acaso.
B) buscou uma representatividade da população geral.
C) utilizou a probabilidade do uso prévio de drogas.
D) eliminou a possibilidade de erro amostral.

70) ""Estima-se que ¼ da população mundial esteja infectada pelo Mycobacterium


tuberculosis, agente causador da tuberculose (TB). Em 2015, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) publicou a Estratégia pelo Fim da Tuberculose (End TB Strategy), que
estabelece metas arrojadas para o fim da TB como problema de saúde pública até 2035.
De acordo com a OMS, para o alcance dessas metas, é imprescindível aumentar o
rastreio, diagnóstico e o tratamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis,
reduzindo o risco de adoecimento e, consequentemente, evitando a contaminação.
Quanto maior o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de profissionais
capacitados desenvolvendo ações de controle da TB, mais abrangente serão as atividades
voltadas ao alcance das metas."" BRASIL, Ministério da Saúde. Secretário de Vigilância em
Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Protocolo de vigilância
da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis no Brasil/Ministério da Saúde, Brasília 2018.
Adolescente, 17 anos de idade, contactante de paciente com tuberculose pulmonar
bacilífera, apresenta teste tuberculínico com induração de 5mm. O adolescente fez uso de
BCG na infância e é HIV negativo. Está assintomático e tem RX de tórax normal. Esse
paciente deve ser considerado:
A) Portador de imunidade conferida pelo BCG, com menos risco de contágio, sem
indicação para seguimento.
B) Indeterminado do ponto de vista clínico/epidemiológico, com indicação para
seguimento clínico sem tratamento.
C) Portador de tuberculose latente com risco de desenvolver tuberculose ativa nos
próximos dois anos.
D) Portador de tuberculose latente e com indicação para tratamento prioritário com
rifampicina.

71) ""Estima-se que ¼ da população mundial esteja infectada pelo Mycobacterium


tuberculosis, agente causador da tuberculose (TB). Em 2015, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) publicou a Estratégia pelo Fim da Tuberculose (End TB Strategy), que
estabelece metas arrojadas para o fim da TB como problema de saúde pública até 2035.
De acordo com a OMS, para o alcance dessas metas, é imprescindível aumentar o
rastreio, diagnóstico e o tratamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis,
reduzindo o risco de adoecimento e, consequentemente, evitando a contaminação.
Quanto maior o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de profissionais
capacitados desenvolvendo ações de controle da TB, mais abrangente serão as atividades
voltadas ao alcance das metas."" BRASIL, Ministério da Saúde. Secretário de Vigilância em
Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Protocolo de vigilância
da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis no Brasil/Ministério da Saúde, Brasília 2018.
No diagnóstico de tuberculose latente, têm sido usados testes alternativos. A
comparação entre os Testes de Expressão de Interferon Gama (IGRAM) e o Teste
Tuberculínico permite a seguinte conclusão:
A) A acurácia e os valores preditivos dos dois testes são semelhantes.
B) Ambos os testes são afetados pela vacinação prévia pelo BCG.
C) A interferência de micobactérias atípicas é semelhante nos dois testes.
D) Ambos os testes estão disponíveis nos Centros de Referência para TB do SUS.

72) ""Estima-se que ¼ da população mundial esteja infectada pelo Mycobacterium


tuberculosis, agente causador da tuberculose (TB). Em 2015, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) publicou a Estratégia pelo Fim da Tuberculose (End TB Strategy), que
estabelece metas arrojadas para o fim da TB como problema de saúde pública até 2035.
De acordo com a OMS, para o alcance dessas metas, é imprescindível aumentar o
rastreio, diagnóstico e o tratamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis,
reduzindo o risco de adoecimento e, consequentemente, evitando a contaminação.
Quanto maior o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de profissionais
capacitados desenvolvendo ações de controle da TB, mais abrangente serão as atividades
voltadas ao alcance das metas."" BRASIL, Ministério da Saúde. Secretário de Vigilância em
Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Protocolo de vigilância
da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis no Brasil/Ministério da Saúde, Brasília 2018.
A investigação para tuberculose latente está indicada em várias condições de exposição.
Entre os indivíduos listados, identifique o paciente no qual os testes para investigação da
TB latente são dispensáveis, passando-se diretamente para a quimioprofilaxia.
A) Paciente portador de HIV.
B) Profissional de saúde exposto.
C) Paciente com imunossupressão.
D) Recém-nascido de mãe com TB ativa.

73) No momento atual da evolução da ciência médica regenerativa há a possibilidade de


utilizar de doador vivo, tecidos, córneas, medula óssea, um dos órgãos duplos (ex.: rim) e
parte do fígado e do pulmão. De pessoa morta ou com diagnóstico de morte encefálica
(ME), pulmões, coração, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, pele, veias, válvulas
cardíacas, ossos e tendões. O Conselho Federal de Medicina é o único órgão que possui
atribuições para a rigorosa determinação científica da morte encefálica (Resolução CFM n.
2.173/2017). POLICASTRO, Decio. Sobre doações e transplantes de órgãos. Publicado
online em [Link] em 18/06/2018. Acesso em: dez 2019. Pela legislação
brasileira, ficam impedidos de doar órgãos em vida

A) indivíduos com mais de 50 anos de idade.


B) incapazes, mesmo com consentimento do tutor legal.
C) indivíduos sem parentesco biológico com os receptores.
D) estrangeiros não naturalizados no país.

74) No momento atual da evolução da ciência médica regenerativa há a possibilidade de


utilizar de doador vivo, tecidos, córneas, medula óssea, um dos órgãos duplos (ex.: rim) e
parte do fígado e do pulmão. De pessoa morta ou com diagnóstico de morte encefálica
(ME), pulmões, coração, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, pele, veias, válvulas
cardíacas, ossos e tendões. O Conselho Federal de Medicina é o único órgão que possui
atribuições para a rigorosa determinação científica da morte encefálica (Resolução CFM n.
2.173/2017). POLICASTRO, Decio. Sobre doações e transplantes de órgãos. Publicado
online em [Link] em 18/06/2018. Acesso em: dez 2019. Pela definição
do Conselho Regional de Medicina, a perda completa e irreversível das funções
encefálicas, definida pela cessação das atividades corticais e de tronco encefálico,
caracteriza a morte encefálica. Para determinação dessa perda os exames que a
comprovam devem ser realizados por

A) dois profissionais de saúde com capacitação específica para o diagnóstico, sendo pelo
menos um médico.
B) dois médicos pertencentes à equipe de transplantes com capacitação específica para o
diagnóstico.
C) dois médicos com experiência de um ano em acompanhamento de pacientes em
coma e com capacitação para o diagnóstico.
D) dois médicos, sendo um o médico acompanhante do caso e o outro um neurologista
ou neurocirurgião.

75) No momento atual da evolução da ciência médica regenerativa há a possibilidade de


utilizar de doador vivo, tecidos, córneas, medula óssea, um dos órgãos duplos (ex.: rim) e
parte do fígado e do pulmão. De pessoa morta ou com diagnóstico de morte encefálica
(ME), pulmões, coração, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, pele, veias, válvulas
cardíacas, ossos e tendões. O Conselho Federal de Medicina é o único órgão que possui
atribuições para a rigorosa determinação científica da morte encefálica (Resolução CFM n.
2.173/2017). POLICASTRO, Decio. Sobre doações e transplantes de órgãos. Publicado
online em [Link] em 18/06/2018. Acesso em: dez 2019. A Declaração de
Óbito de paciente vítima de trauma com morte encefálica deve ser preenchida por:
A) Médico que realiza a captação do(s) órgão(s).
B) Médico que determinou a morte encefálica.
C) Médico assistente ou seu substituto.
D) Médico legista.
1 D 2 A 3 B 4 B 5 A 6 C 7 A 8 C 9 A 10 C 11 A

12 B 13 B 14 B 15 B 16 C 17 D 18 C 19 B 20 C 21 C 22 D

23 C 24 B 25 C 26 C 27 A 28 C 29 D 30 C 31 C 32 D 33 D

34 A 35 B 36 A 37 A 38 D 39 C 40 C 41 A 42 D 43 C 44 B

45 B 46 C 47 B 48 B 49 D 50 A 51 B 52 B 53 D 54 D 55 A

56 D 57 C 58 A 59 B 60 D 61 C 62 A 63 B 64 C 65 D 66 A

67 D 68 B 69 B 70 C 71 A 72 D 73 B 74 C 75 D

Legenda:
! Questão Anulada

Você também pode gostar