Exponencial - EsPCEx
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7 Exponencial - EsPCEx
Documento última vez atualizado em 01/08/2024 às 12:17.
Índice
7.1) Conceitos Iniciais de Potenciação 3
Tema muito importante para qualquer concurso militar, ainda mais o seu. Desta forma, peço
que preste bastante atenção na teoria, além de praticar bastante cada propriedade. Este tópico
irá ajudar lá na frente. Não dê mole. Foco total.
Iniciaremos nossa aula falando da importância de entender este tema inicial: Potenciação.
Conceito de Potenciação
Quando pensamos num produto de dois fatores iguais, fica fácil a sua representação, por
exemplo:
3×3 =9
Quando pensamos num produto de três fatores iguais, também fica fácil a sua representação,
veja:
3 × 3 × 3 = 27
Agora, quando se faz necessário a escrita (ou representação) de um produto de 100 fatores
iguais, ou até mesmo diversas operações entre produtos diferentes uns dos outros, concorda
que fica um pouco inviável? Pois bem, por este motivo a Potenciação cresce de importância.
Conceitualmente, a potência nada mais é que uma forma matemática (alternativa) de exprimir
um produto de fatores iguais (bases de potência). Assim, toda vez que tivermos uma
multiplicação de um mesmo fator, a representação mais recomendada será por meio de uma
potência. Observe o exemplo abaixo, no qual fiz um produto de 100 fatores iguais a três:
3 × 3 × 3 × 3 × ... × 3 × 3 = 3100
Perceba que, no resultado, a base permaneceu igual ao fator 3, no entanto, o expoente dessa
base é exatamente igual a quantidade de vezes que se multiplicou o mesmo fator, ou ainda,
igual à soma dos 100 expoentes iguais a 1. Deste exemplo, podemos concluir que um produto
de “n” fatores iguais a a será:
a × a × a × a × ... × a × a = an
n f atores iguais
Lembre-se de que:
a : é a base da potência;
an : é a potência.
Preciso deixar claro que a definição acima é muito genérica, pois, a base da potência pode ser
também negativa ou fracionária e o expoente pode, além de ser positivo, ser negativo, nulo ou
fracionário. Desta forma, em sua prova, tome muito cuidado com essas possibilidades!
a × a × a × a × ... × a × a = an
n f atores iguais
a. 34 ⇒ 3 ⋅ 3 ⋅ 3 ⋅ 3 = 81
3
e. (3a2 b) ⇒ (3a2 b) ⋅ (3a2 b) ⋅ (3a2 b) = (31+1+1 ) ⋅ (a2+2+2 ) ⋅ (b1+1+1 ) = 33 a6 b3 =
27a6 b3
Preste bastante atenção quando a base da potência não estiver entre parênteses, pois
isso poderá implicar numa diferença de resultado, qual seja:
- Base da potência entre parênteses: neste caso temos duas observações, a primeira é
que se o expoente for par, o resultado será sempre não negativo, ou seja, maior que ou
igual a zero. Porém, se o expoente for ímpar, o resultado terá o mesmo sinal da base.
Veja exemplos do que acabamos de aprender.
4
(−2) ⇒ (−2) ⋅ (−2) ⋅ (−2) ⋅ (−2) = 8
- Base da potência sem parênteses: já neste caso, o sinal do resultado será sempre o
mesmo que estiver em frente à base, ou seja, independe de o expoente ser par ou
ímpar.
Perceba nos casos da regra de sinais que, sempre que os sinais forem iguais, a
multiplicação e a divisão terão como resultado um valor positivo. Porém, quando os
sinais forem diferentes, o resultado será negativo.
a0 = 1, se a =
0
a. 20 = 1
b. 20240 = 1
0
1 1
c. [ − ( − 125)] = 1
3 2
0
2022 + 2023 + 2024 + 2025
d. ( ) =1
2010 + 2011
0
e. ( 7 20786252) = 1
Guarde sempre em mente que existe um número que nunca pode ser a base de um
expoente nulo, qual seja, o ZERO!!! Assim: 00 ⇒ indeterminado .
1
a−n = , para a
=0
an
−n
1
( )
= an , para a
=0
a
1 1
a. 3−2 ⇒ =
32 9
−3 3
2 3 27
b. ( ) ⇒( ) =
3 2 8
Sigamos?
Preste MUITA a atenção, dado que ajudará em diversas partes do seu curso.
1 3 3
a. 23 ⇒
21 =
2
7 5+2 2 2
= 31+ 5 = 3 ⋅ 3 5 = 3 32
5
b. 35 ⇒ 3
5
Perceba, nos exemplos acima que, os numeradores viram de fato os expoentes dos radicandos,
enquanto o denominador do expoente fracionário torna o índice do radical criado. Costumo
dizer aos meus alunos que essa propriedade pode ser ensinada imaginando um “SOL”, logo em
cima do expoente fracionário. Com isso, tenha em mente sempre que: o numerador (que está
no sol) precisará ir para a sombra, enquanto o denominador do expoente fracionário (que está
na sombra) deverá ir para o sol. Pois é....rsrsrs. Uma técnica infalível para tentar decorar essa
propriedade.
Propriedades da Potência
Propriedades da Potenciação
As propriedades a seguir são de suma importância. São elas que farão você ter um norte de
como começar a fazer uma determinada questão de expressões algébricas, numéricas ou até
mesmo questões puras de potenciação/radiciação, bem como questões de produtos notáveis.
Percebeu o quão é necessário um bom estudo deste tema, não? Vamos, então, a algumas
propriedades, as quais devem ser decoradas a partir de muitos exercícios. Vamos nessa!
ax ⋅ ay = ax+y
23 ⋅ 25 = 23+5 = 28
x−2 ⋅ x6 = x(−2)+6 = x4
2 1 2 1 (2⋅2+1⋅3) 7
+
1 3 1 2 1 3 2 1 2⋅3 1 6
( ) ⋅( ) = ( ) =( ) =( )
2 2 2 2 2
ax ÷ ay = ax−y
35
= 35−2 = 33
3 2
(x − 1)2 2−5 −3 1
= (x − 1) = (x − 1) = , para x
=1
(x − 1)5 (x − 1)3
Teorema 3: potência de uma potência, neste caso, basta repetir a base e multiplicar os
expoentes.
(ax )y = ax⋅y
4
(33 ) = (3)3−4 = 312
−2
(x−1 ) = (x)(−1)(−2) = x2 , para x
=0
−2
1 (1)−2 1 1 1 26
( 3) = = −6 = = ⋅ = 26
2 (23 )
−2
2 1 1 1
2 6
3
5 5⋅3 15
(4 7 )
=4 7
=4 7
m
(ax ⋅ by ) = (ax⋅m ) ⋅ (by⋅m )
−2
(a−3 ⋅ b3 ) = a(−3)⋅(−2) ⋅ b3⋅(−2) = a6 ⋅ b−6 ; somente se a
= 0; b =
0
−1 a−1
( ba2 )
= b−2
; somente se a
= 0; b =
0
Teorema 5: produto de bases diferentes, porém com expoentes iguais, neste caso basta
fazer a multiplicação das bases e repetir os expoentes.
x
ax ⋅ bx = (a ⋅ b)
x3 ⋅ y3 = (x ⋅ y)3
a −1 c −1 a ⋅ c −1
( ) ⋅ ( ) = ( )
b2 b2 ⋅ d
22 ⋅ 32 = (2.3)2 = 62 = 36
Boa, audaz!
Potência de base 10
Agora, quero tratar com você da potenciação na base 10. Veja!
Neste momento veremos um ponto bastante frequente em provas militares, que são as
potências de 10. Essas potências de 10 resultam nada mais que o número 1 seguido de tantos
zeros quantos forem as unidades do expoente. Perceba, nos exemplos abaixo, como é simples
este tema! Observe!
a) 100 = 1 ; expoente zero, reflete, no resultado, nenhum zero após o algarismo um.
c) 102 = 100 ; expoente dois, reflete, no resultado, dois zeros após o algarismo um.
d) 103 = 1000 ; expoente três, reflete, no resultado, três zeros após o algarismo um.
Assim, podemos concluir que: 10n = 1000...0 tem tantos zeros quantos forem o algarismo
representante do expoente.
Exemplo:
Assim, podemos concluir que: 10−n = 0, 00...01 tem tantos zeros quantos forem o algarismo
representante do expoente, com uma vírgula após o primeiro deles.
Notação Científica
Tema bastante importante. Não só para a nossa querida matemática, mas também para a Física.
Neste tópico, saber trabalhar de forma correta com as potências de 10 será o diferencial.
Segue abaixo algumas considerações deste tema:
2º fator: É uma potência de 10, com expoente positivo, negativo ou até nulo.
Exemplos:
Muitos alunos sentem dificuldade quando se deparam com questões deste tipo. Para
isso, passo duas possibilidades de resolução deste caso especial de operações entre
potências.
Para encontrar o resultado correto, devemos igualar os expoentes das bases, utilizando
a técnica da decomposição, e, em seguida, adicionar ou subtrair as mesmas. Veja alguns
exemplos para que fique mais claro!
Exemplos:
Boa, audaz!
E aí, tá fluindo?
Fiz mais um vídeo para você...neste você verá MUITAS pegadinhas. Para cada erro seu, mande
5 flexões, combinado?
E aí? Estamos treinando bem para o teste de aptidão física? kkkk...se tiver Instagram, poste uma
foto sua estudando esse parte e dizendo quantas flexões você pagou e me marca
(@[Link])! Claro, depois de terminar o próximo vídeo. Vamos nessa?
Chegamos a um tema crítico. Não pela sua dificuldade, mas sim, pela necessidade de atenção
devida no momento de fazer questões atinentes a este ponto. Ressalto que esta operação
(radiciação) pode ser trabalhada como se potenciação fosse, bastando, para isso, transformar o
radical existente em um expoente fracionário. Fique ligado nesta dica. Ela pode salvar sua
aprovação! Feita esta pequena introdução, vamos ao conteúdo propriamente dito.
Conceito de Radiciação
Conceitualmente, radiciação nada mais é que uma operação matemática, na qual seus
elementos são raízes. Cabe ressaltar que toda raiz possui um índice que, em regra, é natural
maior que 1 e um radicando, cujo número é pertencente aos reais.
n
a ⇒ raiz neˊsima de a
n ⇒ ˊındice da raiz
a ⇒ radicando
Ou seja, toda raiz pode ser transformada em uma potência de expoente fracionário, de
forma a facilitar as operações. A radiciação é uma alternativa à potenciação. Assim, para
fins de conta, basta utilizar aquela que mais for conveniente.
Propriedades da Radiciação
Agora, nada melhor que tratarmos de cada uma das propriedades que envolvem o tema
radiciação. Preste bastante atenção e verás que a radiciação pode ser operada transformando a
raiz em expoente fracionária. Inclusive, é dessa forma que se prova cada uma delas.
Nas raízes de mesmo índice, para efetuar a multiplicação, basta repetir os índices e
multiplicar os radicandos.
a. b=
m m m
a.b
3
4. 3 3 =
3
12
2. 3 =
6
x m a − y m a = (x − y). m a
2 3− 3 = (2 − 1). 3 =
3
7 3 2 − 4 3 2 = (7 − 4). 3 2 = 3 3 2
3 + 11 3 = (1 + 11). 3 = 12 3
m
a a
=
m
m
b
b
3
7 7
= 3
3
9 9
8 8 2
= = 4= 22 = 2 3 = 2
2 2
Quando tiramos a raiz de uma outra raiz, basta multiplicar os índices e repetir o
radicando.
m n
a=
m.n
a
2=
2.2
2=
4
2
3 5 3.5.2 30
5=
5= 5
Quando se tem uma potência de uma raiz, basta fazer a raiz da potência. Assim:
( m a)n =
m
an
( 5 7)2 =
5 5
72 = 49
( 3 2)2 =
3
22 =
3
4
Alterar o índice sem mudar o resultado, é necessário que façamos uma divisão ou
multiplicação dos índices e do expoente do radicando pelo mesmo inteiro positivo. Veja
abaixo a regra geral.
m
an =
m.p
an.p ou
m
an =
m:p
am:p
3.2
3
4=
42 =
6
16
3.2 3
6
4=
22 =
21 =
3
2
16
216 = 2 4 = 24 = 16
4
4=
2.2 = 22 = 2
3
3
27 =
3
3.3.3 = 33 = 3
a15 . a2 = a3 . a2
5 5 5 5 5
a17 =
a15 .a2 =
18 = 9.2 = 32 .21 → 32 . 2 = 3. 2
Quando se tem um número fora da raiz e é solicitada a inserção desse número dentro
da raiz, faz-se necessária a inserção desse número elevado à uma potência, cuja raiz é
igual ao índice da raiz original.
ama⇒ am ⋅ a =
m m
am+1
4
a a→ a2 .a → a3 → a3
a 4 a3 →
4
a4 .a3 →
8
a7
8 16 16
2
a a7 → a8 .a7 → a15 ⇒ a 3
Você deve ter percebido que há uma maneira mais simples de se realizar esta
simplificação. Neste método alternativo, devemos utilizar uma das propriedades da
divisão, que diz: o dividendo é igual ao quociente vezes o divisor somado ao resto. Esta
técnica é muito útil para resolução de problemas. Vamos a ela:
5
a17 → 17 : 5 = 5.3 + 2 ⇒ 3 (que representa o quociente da divisão) será o
expoente do termo que sai e 2 (que é o resto da divisão) será o expoente do termo que
fica no radical.
7. Exponencial - EsPCEx 16/44
7. Exponencial - EsPCEx
Arrebenta, audaz!
Show!
Então, sigamos, agora, com os vídeos teóricos sobre Função Exponencial. Blz?
Bora, audaz!
Foi? Safou ?
Introdução
A Função Exponencial é uma das funções mais importantes da nossa querida Matemática.
Para sua prova, reconhecer uma função exponencial é muito importante, pois são a partir delas
que entendemos a comportamento de uma potência! Já adiantando, sabendo bem a função
exponencial, bem como as equações e inequações, a parte de logaritmos será bem mais
tranquila. Verás mais a frente que é verdade o que digo, rsrsrs!
Acredito que esse tema será objeto de prova. Então, não dê mole!! Vamos à luta!
Definição
Considere uma função f : R → R∗+ definida por f(x) = ax , com 𝑎 > 0 e 𝑎 ≠ 1. Tal função
Exemplo:
1) A função exponencial possui os reais como domínio e os reais POSITIVOS como imagem; e
2) A base da função exponencial deverá ser uma número real não nulo e diferente de 1 (um).
Gráfico da Exponencial
E aí, safando?
Gráfico da Exponencial
Considere a função y = 3x . Vamos atribuir alguns valores à variável, calcular a imagem
correspondente e construir o gráfico.
Faremos da seguinte forma: para cada valor estipulado para o 𝑥 temos que encontrar a imagem
correspondente. Fazendo assim, encontraremos pares ordenados que pertençam a função
exponencial.
Sempre bom destacar que qualquer valor real pode ser atribuído ao 𝑥 (𝑑𝑜𝑚í𝑛𝑖𝑜), não obstante
a imagem seja sempre real positiva, no caso da função exponencial elementar
Outro ponto muito importante é: SEMPRE fique atento à base. Ou seja, se ela está entre 0 𝑒 1
ou se é maior que 1. Isso será determinante para descobrir se a função tem um comportamento
crescente ou decrescente.
x f(x) = 3x
-2 1
y = 3−2 =
9
-1 1
y = 3−1 =
3
0 y = 30 = 1
1 y = 31 = 3
2 y = 32 = 9
3 y = 33 = 27
Observe o gráfico com MUITA atenção, meu querido! Observou? Então, vamos às principais
observações quanto a ele.
I. A base da função é igual a 3 , ou seja, maior que 1. Isso determina uma função crescente,
pois: à medida que o 𝑥 aumenta ou diminui, o 𝑦 também aumenta ou diminui;
II. Quando adotamos uma abcissa (valor para a variável 𝑥) igual a 0 , a função assumi um valor
igual a 1. Conclusão: a função passa pelo ponto (0,1). Veja que este ponto é exatamente a
interseção do gráfico com o eixo das ordenadas;
III. Por ser crescente, quanto menor for o valor da abcissa menor será o valor da função.
Porém, por se tratar de uma exponencial (𝑑𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 f(x) = ax ), nunca teremos um valor
NULO para seu resultado. Por este motivo a linha do gráfico da função TENDE A
“TANGENCIAR” o eixo das abcissas. Digo que tende pois NUNCA encostará, pelo motivo
explicitado acima: a função não assume valor ZERO, logo não existe raiz. Em outras palavras:
inexiste valor de 𝑥 que zere a função; e
IV. Tendo em vista o eixo das abcissas tender a tangenciar o gráfico da função em −∞ (𝑚𝑒𝑛𝑜𝑠
𝑖𝑓𝑖𝑛𝑖𝑡𝑜), este eixo (reta de equação 𝑦 = 0) é chamado de ASSÍNTOTA HORIZONTAL da função
exponencial (𝑑𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 f(x) = ax ).
x
x 1
f(x) = ( )
2
-2 1
−2
y=( ) =4
2
-1 1
−1
y=( ) =2
2
0 1
0
y=( ) =1
2
1 1 1
1
y=( ) =
2 2
2 2
1 1
y=( ) =
2 4
3 1 1
3
y=( ) =
2 8
4 1 1
4
y=( ) =
2 16
Observe o gráfico com MUITA atenção, meu querido! Observou? Então, vamos às principais
observações quanto a ele.
1
A base da função é igual a , ou seja, maior que 0 e menor que 1. Isso determina uma
2
Quando adotamos uma abscissa (valor para a variável x) igual a 0, a função assume um
valor igual a 1. Conclusão: a função passa pelo ponto (0, 1). Veja que este ponto é
exatamente a interseção do gráfico com o eixo das ordenadas;
Por ser decrescente, quanto maior for o valor da abscissa menor será o valor da função.
Porém, por se tratar de uma exponencial (da forma f(x) = ax ), nunca teremos um valor
NULO para seu resultado. Por este motivo a linha do gráfico da função TENDE A
“TANGENCIAR” o eixo das abscissas. Digo que tende pois NUNCA encostará, pelo motivo
explicitado acima: a função não assume valor ZERO, logo não existe raiz. Em outras
palavras: inexiste valor de que zere a função; e
7. Exponencial - EsPCEx 22/44
7. Exponencial - EsPCEx
De modo geral, há dois tipos de gráfico para a função f(x) = ax . Vamos a eles!
Exemplo: f(x) = 2x
x
1
Exemplo: f (x) = ( )
5
I) Trata-se de uma função injetora, pois a cada valor da imagem corresponde um único valor do
domínio.
II) O domínio de uma função exponencial é sempre igual ao conjunto dos números reais
(D = R) .
III) A curva está toda acima do eixo das abscissas, pois y = ax é sempre maior que zero para
todo real. Portanto, a sua imagem (Im) é dada por Im = R∗+ .
IV) A curva corta o eixo das ordenadas no ponto (0, 1). Isso ocorre porque, para x=0, temos
y = a0 = 1 .
Outro detalhe...
Eu costumo dizer que, para construir o gráfico de uma função é interessante saber algumas
propriedades e passos. Vamos a eles:
forma y = −k
Resolução:
x y = 2x
-2 1
y = 2−2 =
4
-1 1
y = 2−1 =
2
0 1
y = 20 =
1
1 y = 21 = 21 = 2
2 y = 22 = 22 = 4
3 y = 21 = 23 = 8
Veja que apenas desenhamos o gráfico da nossa função “base”, ou seja, da função: g(x) = 2x .
Precisamos somar uma unidade para encontrarmos a função desejada no enunciado. Observe
que a f(x) = g(x) + 1 , logo, basta pegar o gráfico acima e SUBIR uma unidade (na vertical).
Olhe!
Fica claro que, ao somarmos 1 à função, os valores das ordenadas sofrem alteração, justamente
pelo fato da translação ser VERTICAL (ligada ao eixo das ordenadas).
Fique atendado pois, se o gráfico sobe, sua assíntota horizontal também sobe, logo, se antes a
equação da reta da nossa assíntota era y=0, após a translação, a assíntota passa a ter uma
equação da forma y=1.
Tome muito cuidado com a seguinte afirmação: NENHUMA FUNÇÃO EXPOENECIAL possui
raiz. Isso não é verdade. O exemplo do gráfico acima é prova disso. Perceba que, ao fazermos
uma translação vertical para baixo de uma unidade, o gráfico passa a cortar o eixo das
abscissas, dando a interpretação de termos uma raiz. Sendo assim, por exemplo, na função do
tipo f(x) = 2x − 1 existe um tal que a função resulta em zero. Veja:
f(x) = 2x − 1 = 0
2x − 1 = 0
2x = 1
2x = 20
x=0
Translação Horizontal
Imaginemos um k >0
Veja a comparação de uma função exponencial elementar com uma transformada dela.
Resolução:
x y = 2x+1
1
y = 2−2+1 = 2−1 =
2
-2
7. Exponencial - EsPCEx 30/44
7. Exponencial - EsPCEx
-1 y = 2−1+1 = 20 = 1
0 y = 20+1 = 21 = 2
1 y = 21+1 = 22 = 4
2 y = 22+1 = 23 = 8
3 y = 23+1 = 24 = 16
Perceba que a linha tracejada é da função exponencial elementar f(x) = 2x . Observe que
ela sofrei uma translação horizontal para a ESQUERDA, pelo simples fato de se descolar uma
unidade para a esquerda. Esse movimento de translação foi dado pela inserção do +1 (adição
faz andar para a esquerda) no expoente, junto ao x. Consequentemente, se diminuirmos uma
unidade junto ao x do expoente, o gráfico se deslocará para a DIREITA. Veja!
f(x) = 2x−1
É meu querido! Você deve estar pensando: “NUNCA VI ISSO!” ou “SERÁ QUE ISSO CAI?”.
Minha resposta para o segundo pensamento é: pode não cair o nome da transformação, mas o
efeito dela sim. Você precisa conhecer para saber interpretar de forma bem mais simples as
questões de prova. Vamos a mais alguns detalhes.
Reflexão de Função
Mais uma forma de transformação de função. A reflexão está diretamente ligado ao multiplicar
por -1 a função toda ou a incógnita. Observe com detalhe!
f(x) = a−x ⟹ o gráfico sofrerá uma REFLEXÃO em relação ao eixo das ordenadas. É
como se o eixo das ordenadas fosse um espelho para a função inicial.
f(x) = −ax ⟹ o gráfico sofrerá uma REFLEXÃO em relação ao eixo das abscissas. É
como se o eixo das abscissas fosse um espelho para a função inicial.
Veja a comparação de uma função exponencial elementar com uma transformada dela.
Gráfico da função f(x) = 2−x . Nada mais é que construir o gráfico da função 2x (linha
tracejada na imagem abaixo) e refletir em relação ao eixo das ordenadas (lembre-se: multiplicar
por -1 o x da função faz o gráfico refletir em y) . Veja:
Gráfico da função f(x) = −2x . Nada mais é que construir o gráfico da função 2x (linha
tracejada na imagem abaixo) e refletir em relação ao eixo das abscissas. Veja:
Ufa!
Top, né?
Já adianto que essa parte de transformação de função serve para QUALQUER tipo de função
do seu edital, KKKKKK...segura essa merenda!
Equação Exponencial
Fala, audaz!
Animado(a)?
Vamos ao vídeo!
Exemplo:
2x = 27
x=7
Nos
problemas desse tipo, tendo bases distintas, reais positivas e diferentes de 1, ambos
os expoentes precisam ser nulos;
Exemplo:
2y−3 = 32x+1
⇒ 2x + 1 = 0 e y − 3 = 0
1
⇒x=− e y=3
2
Exemplo:
2y−3 = (y − 3)y−3
Veja que, se y − 3 for igual a zero, teremos uma INDERTERMINAÇÃO do tipo 00 . Logo, para
existir solução da equação, necessariamente, y−3 =
0. Assim, como os expoentes são
iguais e não nulos, podemos igualar as bases, veja:
y−3 =2
⇒y=5
Bases iguais a 1: com 1x = 1y neste caso nada se pode afirmar quanto aos
elementos x e y;
Exemplo:
Veja que essa equação sempre será verdadeira pois, por termos as bases iguais a 1, determinar
o expoente torna-se indiferente.
Uma das bases igual 1: com ax = 1, neste caso será preciso fazer alguns testes antes
de confirmarmos o conjunto solução. Um dica é: testar expoente igual a 0.
Exemplo:
2
−7x+12
2x =1
2
−7x+12
⇒ 2x = 20
⇒ x2 − 7x + 12 = 0
⇒ x1 = 3 e x2 = 4
Logo, esses são os valores que zeram o expoente, tornando a equação verdadeira.
Uma das bases igual 1 e a outra possuindo uma variável: com xx = 1 , neste caso será
preciso fazer alguns testes antes de confirmarmos o conjunto solução. Um dica é:
testar expoente igual a e a base igual a 1 e -1.
Exemplo:
2
−7x+12
xx =1
2
−7x+12
⇒ xx = x0
⇒ x2 − 7x + 12 = 0
⇒ x1 = 3 e x2 = 4
Mas veja que não acabamos os testes. Precisamos testar a base como 1 e como -1. Veja:
2
Fazendo x = 1 , na equação acima, é possível analisar que: 11 −7⋅1+12
= 1 , ou seja, é uma
2
verdade. Fazendo x = −1, temos: (−1)(−1) −7⋅(−1)+12 = 1 , que também é uma verdade.
Logo, o conjunto solução da equação, nos reais, é dado por C.S = {−1; 1; 3; 4}.
Show, né?
Definição e Conceitos
7. Exponencial - EsPCEx 37/44
7. Exponencial - EsPCEx
Uma equação redutível ao 2º grau é uma equação polinomial que, por meio de uma
substituição apropriada, pode ser transformada em uma equação quadrática. Essa
transformação facilita a resolução da equação, pois as equações quadráticas são mais
conhecidas e possuem métodos estabelecidos para sua solução.
Para resolver uma equação redutível ao 2º grau, é necessário identificar uma substituição
adequada. Geralmente, a substituição envolve a introdução de uma nova variável que está
relacionada com a variável original de maneira conveniente. Essa substituição é escolhida para
simplificar a equação e reduzi-la a uma forma quadrática.
Uma das substituições comuns é introduzir uma nova variável, como y = ax2 + bx + c, onde
a, b e c são constantes. A substituição pode ser feita com base em características específicas
da equação, como o fato de ela conter um termo quadrático ou apresentar uma relação
particular entre os coeficientes.
Forma de Resolução
Praticar a resolução de equações redutíveis ao 2º grau, aplicando diferentes técnicas de
resolução e interpretando os resultados, ajuda a fortalecer a compreensão dos conceitos
envolvidos e a desenvolver habilidades matemáticas essenciais.
Em resumo, as equações redutíveis ao 2º grau são equações polinomiais que podem ser
transformadas em equações quadráticas por meio de uma substituição adequada. A resolução
dessas equações envolve identificar a substituição correta e, em seguida, resolver a equação
quadrática resultante.
Solução:
−b ± b2 − 4ac
y=
2a
−5 ± 52 − 4 ⋅ 3 ⋅ (−2)
y=
2⋅3
Simplificando:
−5 ± 25 + 24
y=
6
−5 ± 49
y=
6
−5 ± 7
y=
6
1
Portanto, as soluções para y são y= e y = −2
3
1 1 1
, temos x3 = . Portanto, x =
3
Para y= .
3 3 3
Neste exemplo, aplicamos a substituição adequada para transformar a equação original em uma
equação quadrática. Em seguida, utilizamos a fórmula quadrática para encontrar as raízes da
equação quadrática e, por fim, substituímos as soluções encontradas de volta na substituição
original para obter a solução da equação redutível ao 2º grau.
Show?
Inequação Exponencial
Opa...animado(a)?
Bora!
Continuemos...
3x−21
1
3º) ( ) ≥ 25−1
5
De modo geral, uma inequação deve ser resolvida colocando-se a mesma base a nos dois
membros da inequação e considerando-se os seguintes casos:
a>1
Como a função f(x) = ax é crescente, observamos que, se ax2 > ax1 então x2 > x1 .
Resolução:
x>3
0<a<1
Como a função f(x) = ax é decrescente, observamos que, se ax2 > ax1 então x2 < x1 .
3x−21
1
Exemplo: ( ) ≥ 25−1
5
Resolução:
3x−21
1
( ) ≥ 25−1
5
3x−21
1 1
⇒( ) ≥
5 25
3x−21
1
⇒( )
2
≥ ( 15 )
5
1
Como 0< < 1 , devemos inverter a desigualdade, ou seja,
5
23
3x − 21 ≤ 2 ⟹ 3x ≤ 23 ⟹ x ≤
3
23
Portanto, o conjunto solução será da forma S = {x ∈ R ∣ x ≤ }.
3
Preparei essa lista com questões de diversos concursos, ou seja, uma miscelânea. Aproveite
para aplicar o conteúdo aprendido neste capítulo em cima de questões de outras provas.
Agora, depois de passar pela miscelânea, faça a Lista B, que é uma lista com todas as questões
sobre o tema (exclusivamente) desde o ano 1993.
Boa, audaz! Isso aí! Não fuja das suas obrigações de candidato(a)!
Fé na missão!
Se todos da sua turma fizerem o minissimulado, você terá uma noção de como está frente
aos demais alunos do Estratégia.
Rumo à classificação!
1 [Link]
070201871453
2 [Link]
0efb79774f0d
3 [Link]
425881ba8965