Modelo PGR - Construção Civil
Modelo PGR - Construção Civil
PGR
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AQUI
Programa de
Gerenciamento
De Riscos
Data: 00/00/0000
Responsável: Nome do Responsável
SUMÁRIO
1
1. Identificação do PGR
RAZÃO
SOCIAL:
Nome da Empresa aqui
CNPJ: 00.000.000/0001-00
RAMO DE
ATIVIDADE:
CNAE:
TOTAL DE
EMPREGADOS
NOME:
CNPJ:
RESPONSÁVEL
TÉCNICO PELA
ELABORAÇÃO TELEFONE:
E-MAIL:
2
1.1 Tabela de Controle de Revisões
REVISÃO DATA ALTERAÇÃO
N° 01 Mês/Ano Alteração Feita
2. Introdução
3
Este documento apresenta o Registro Abrangente de Riscos associados às
atividades realizadas dentro da organização, englobando todas as categorias
de riscos relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores. Ele
representa um dos documentos essenciais do Programa de Gestão de
Riscos, focalizando o reconhecimento e avaliação de riscos ligados a agentes
físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, acidentais ou mecânicos.
4
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) representa o ponto de
conexão central para todos os documentos relacionados à segurança e
saúde no trabalho da organização.
O objetivo principal do GRO é estabelecer um processo contínuo que
compreenda a identificação, avaliação, tratamento e monitoramento dos
riscos presentes nos ambientes de trabalho, o que é realizado por meio do
Programa de Gestão de Riscos (PGR). Esse processo pode ser gerenciado de
forma eficaz por meio do ciclo PDCA, uma ferramenta amplamente
empregada para controlar processos, concentrando-se na resolução de
problemas, sendo igualmente aplicável aos processos do Sistema de Gestão
de Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST).
5
Resumidamente, o Ciclo PDCA foi integrado ao Inventário de Riscos
juntamente com o Plano de Ação.
4. Objetivos
5. Escopo e Alcance
6
Fatores Físicos, como ruídos, vibrações, temperaturas extremas, orientações
anormais, radiações ionizantes, radiações não ionizantes e umidade, entre
outros.
Agentes Químicos, como névoas, névoas, poeiras, fumos, gases e vapores,
entre outros.
Agentes Biológicos, como bactérias, fungos, protozoários e vírus, entre
outros.
Agentes Mecânicos, que podem gerar acidentes, como arranjos físicos
deficientes, máquinas e equipamentos desprotegidos, ferramentas
prejudiciais ou defeituosas, eletricidade, incêndio ou explosão, presença de
animais peçonhentos, armazenamento inadequado, entre outros.
Fatores Ergonômicos, que afetam o bem-estar dos indivíduos, incluindo
aspectos físicos, mentais e organizacionais, como levantamento de peso,
ritmo de trabalho excessivo, monotonia, repetição de tarefas e posturas
envolventes.
5.1 Definições:
Dano: Consequência de um perigo em termos de lesões, doenças ou uma
combinação de ambos.
Perigo: Fonte, situação ou ação com potencial para causar danos humanos,
envolvendo lesões ou doenças, ou uma combinação de ambos.
Identificação de Perigos: O processo de reconhecimento de que um
perigo existe e a definição de suas características.
Risco: A combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso
ou exposição com a gravidade da lesão ou doença que pode ser causada por
esse evento ou exposição.
Avaliação de Riscos: O processo de avaliar o risco resultante de um
perigo, considerando a eficácia de quaisquer controles existentes e
decidindo se o risco é ou não aceitável.
Risco Aceitável: Um risco que foi reduzido a um nível que uma empresa
pode tolerar, levando em consideração suas obrigações legais e política de
Segurança e Saúde no Trabalho (SST).
Estimativa de Risco: O processo de determinar a probabilidade e as
consequências de um perigo.
Nível de Ação: Um valor a partir de quais medidas preventivas devem ser
tomadas para minimizar a probabilidade de que as exposições aos agentes
ambientais ultrapassem os limites de tolerância. Por exemplo, para Agentes
Químicos, 50% do Limite de Tolerância (LT), no caso do Ruído, uma dose de
0,5.
7
Limite de Tolerância (LT): Uma concentração ou intensidade máxima ou
mínima relacionada à natureza e à duração da exposição ao agente, que não
causará danos à saúde do trabalhador durante sua vida laboral.
Valor Teto: Uma concentração que não pode ser excedida a qualquer
momento durante a exposição do trabalhador.
Incidente: Um evento ocorrido durante ou como resultado do trabalho que
pode resultar em lesões ou problemas de saúde.
Acidente: Um incidente que resulta em lesões ou problemas de saúde.
Fatores/Influência Humana: Refere-se a questões ambientais,
organizacionais e de trabalho, bem como às características humanas
individuais que influenciam o comportamento no trabalho, afetando a saúde
e a segurança do trabalhador.
Severidade/Consequências: Expressa o potencial de danos à saúde e
segurança, não se limitando apenas aos danos diretos e visíveis, mas
também levando em consideração fatores não diretamente mensuráveis.
Frequência/Probabilidade: Probabilidade de ocorrência de um evento com
dano, com base em registros históricos de acidentes/doenças ocupacionais e
na eficácia dos controles existentes.
Controle: Instalações, equipamentos, instrumentos ou procedimentos
destinados a controlar perigos, incluindo Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs), Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), instrumentos,
sistemas de segurança, procedimentos, entre outros.
Emergência: Situações não planejadas que possam resultar em danos reais
à integridade das pessoas, meio ambiente e patrimônio.
Profissional Habilitado: Um profissional atualizado previamente e
registrado no conselho de classe competente.
Legislação Aplicável: Requisitos ou normas legais relacionadas à
Segurança e Saúde no Trabalho, que se aplicam aos perigos e riscos
ocupacionais da empresa.
SST: Sigla para Segurança e Saúde no Trabalho.
PAR: Sigla para Perda Auditiva Induzida pelo Ruído.
Outros Requisitos: Obrigações da organização decorrentes de acordos
com órgãos públicos e outras partes interessadas, formalmente
condicionantes, ou da menção de normas técnicas na legislação.
6. Processo de Elaboração
8
6.1 PGR – Programa de Gerenciamento dos Riscos
Com base nas normas ISO 14001, OHSAS 18001, BS 8800 e AS/NZS 4360, o
modelo proposto desenvolvido resume o processo de identificação, análise,
avaliação e controle de riscos. Esse processo é ilustrado na figura a seguir, a
fim de fornecer orientação ao gestor da organização na criação e
implementação do PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS.
6.2 Aplicação
9
O processo deverá ser implementado a partir de “situações”, aplicando-se
uma metodologia definida para identificação dos perigos e gerenciamento
dos riscos ocupacionais, sempre levando em consideração as oportunidades
em relação ao seu escopo, natureza e cronograma, para garantir que eles
sejam proativos ao invés de reativos e sejam utilizados de forma sistemática,
dentro de cada setor/área, avaliando-se sistematicamente a necessidade de
revisão do inventário de riscos e perigos, quando:
a) Antes do início do funcionamento do estabelecimento;
b) Nas atividades existentes;
c) Quando houver qualquer alteração nos processos, atividades, avaliação da
tolerabilidade e/ou exigência do sistema;
d) Se houver ocorrência de acidente(s) ou doença(s), e para (em)
detectado(s) novo(s) perigo(s), risco(s), deficiência ou ausência de controles
associados ao evento;
e) Nas mudanças nas instalações, na implementação de novos projetos, nas
áreas, máquinas e ou equipamentos.
f) Nas ampliações de área e/ou de equipamentos na empresa, desde a fase
de projeto/planejamento até a operação do objeto de ampliação;
g) Alterações sérias de processos/atividades, garantindo a atualização das
informações do levantamento inicial;
h) Nas novas instalações ou processos de produção.
A identificação, avaliação e gerenciamento de perigos e riscos são
prolongados em fases e as responsabilidades estão definidas no quadro
abaixo:
Fase 01 (área de SST, com participação representativa dos trabalhadores) -
Identificação dos Perigos, Riscos e Danos relacionados com cada
processo/atividade de trabalho, classificação da magnitude do risco e
identificação das medidas de controle dos riscos.
Fase 02 (área de SST) - Análise e determinação do grau de risco em função
da combinação da influência humana, da probabilidade/ frequência de
ocorrência e da consequência/ gravidade de um determinado evento
perigoso.
Fase 03 (área de SST) - Especificação do método de medição e
monitoramento das medidas de controle dos riscos e determinação das
medidas para controle dos riscos com grau de risco moderado e ou
significativo.
Fase 04 (profissional habilitado em SST) - Coordenação das atividades de
identificação dos perigos/riscos, análise e determinação do grau de risco e a
previsão do método de medição e monitoramento.
10
Fase 05 (área de SST/gestor dos processos) - Aprovação da Planilha de
identificação e perigos/riscos dos processos/atividade das áreas.
11
proximidades do local de trabalho que possam ser afetadas pelas atividades
da organização;
12
A identificação da origem do risco deve levar em consideração a sua fonte e
as circunstâncias que podem ser classificadas das seguintes maneiras:
Riscos Internos: São aqueles inerentes aos projetos das áreas de trabalho,
processos, instalações, maquinário/equipamentos, procedimentos,
operações e organização do trabalho. Isso inclui a adaptação desses
elementos às necessidades e capacidades dos trabalhadores envolvidos,
bem como situações que possam ocorrer nas proximidades do local de
trabalho, devido a atividades relacionadas ao trabalho que estejam sob o
controle da organização.
Riscos Externos: São situações que estão além do controle da organização
e ocorrem nas imediações do local de trabalho. Essas situações têm o
potencial de causar lesões e problemas de saúde às pessoas que se
encontram no local de trabalho.
Posicional (P): Inclui riscos nos quais todas as pessoas que trabalham no
processo ou no posto de trabalho onde a atividade está sendo realizada
estão expostas ao perigo.
Geral (G): Engloba riscos que afetam todas as pessoas dentro do setor ou
da organização, independentemente da função ou local de trabalho.
Exemplos desse tipo de risco incluem situações como incêndios, explosões,
entre outros. Isso abrange:
b) Aqueles que estão nas proximidades do local de trabalho e que podem ser
afetados pelas atividades da organização.
13
6.8 Descrição das Medidas de Prevenção/Controle dos Riscos
14
consideradas complementares ou emergenciais, devem ser implementadas
outras medidas, seguindo a hierarquia a seguir:
7. Metodologia
O Inventário de Perigos e Riscos é uma ferramenta utilizada para evidenciar
a identificação de perigos, avaliação e gerenciamento dos riscos, por meio
das seguintes etapas:
15
Identificação da ÁREA: Leva em consideração as características dos
processos e do ambiente de trabalho que possam gerar perigos e riscos
ocupacionais e/ou agravos à saúde. Isso envolve a identificação de áreas
específicas onde tais perigos e riscos podem ocorrer.
16
PROBABILIDADE
PERIODICIDAD
PERFIL DE EXPOSIÇÃO FATOR DE PROTEÇÃO
HIPÓTESE
E
INDICE
TEMPO DE
EXPOSIÇÃO QUANTITATIV PROCESSO MEDIDAS DE
QUALITATIVO
/JORNADA DE O PRODUTIVO PREVENÇÃO
TRABALHO
Contato esporádico
com o agente em
concentrações ou Sistema
1 enclausurado;
intensidades
IMPROVÁVEL
ALTAMENTE
extremamente Exposição
baixas. média
Sem Ótimo nível de
Eventual Presença de estimada
possibilidade controle
quantidades de contato
insignificantes do < 10% do LEO com a pele,
< 1 hora
agente durante a ou por
atividade. Exposição inalação
ao perigo ocorre por
períodos breves.
Contato ocasional Sistema
com o agente em enclausurado,
concentrações com pequena
moderadas ou possibilidade
contato frequente de exposição Medidas de
com concentrações durante controle
Exposição
IMPROVÁVEL
Probabilidade elevada
de ocorrência de
17
Acidentes/Doenças
ocupacionais;
SEVERIDADE
MÁQUINAS E
ERGONÔMIC
14.153:2013
BIOLÓGICO
EQUIPAMEN
HIPÓTESE
AGENTE
AGENTE
(NR 32)
TOS ABNT
INDICE
FÍSICO
RISCO
EFEITOS RISCO QUÍMICO
O
NBR
ACIDENTES
Categoria
socorros potenci não carcinogênico.
(pequenos al de Letalidade:
corte, dano à LD50 entre 2000 e < 5000 mg/kg (oral)
queimaduras saúde, Para gases, vapores, poeiras e névoas,
leves, lesões represe LC50 no intervalo equivalente dos níveis
superficiais) ntando oral e dérmico do LD50 (i.e., entre 2000
apenas e < 5000 mg/kg peso corporal).
situaçã
o de
desconf
orto.
EFEITOS Umidad Pequena Irritante leve para os olhos.
REVERSÍVEIS e possibilid Irritante para pele.
À SAÚDE ade de ACGIH A4 – Não classificado como
Requer causar carcinogênico humano.
tratamento doenças IARC Grupo 3 - Não classificado como
Categoria 1
3
nto médico. Ruído tratamen vel à IARC Grupo 2B – Possivelmente
tos saúde, carcinogênico à humanos.
(queimaduras médicos podend Letalidade:
maiores, eficazes. o gerar LD50 > 50 e < 300 mg/kg peso corporal
fraturas incapac (oral)
maiores, idade LD50 > 200 e < 1000 mg/kg peso
envenenamen tempor corporal (dermal)
to) ária. LC50 > 500 e < 2500 ppm (gás)
LC50 > 2 e < 10 mg/l (vapor)
LC50 > 0.5 e < 1 mg/l (poeira/névoa)
18
EFEITOS Com Pode Lesão ocular grave.
IRREVERSÍVEIS Condiç potencial represe Sensibilização respiratória (asma, rinite).
ão de ntar Agente apresenta TLV-CEIL
Hiperbá causar risco ACGIH A2 – Suspeito de carcinogênico
Com
rica doenças potenci para humanos.
afastamento >
e al de IARC Grupo 2A – Provavelmente
15 dias,
Radiaç infecções dano carcinogênico à humanos.
Categoria 3
incapacitante,
GRANDE
irreversíveis e Alto
Categoria 4
incapacitantes potencial
Câncer de
Ocupacional, causar
Encurtamento doenças
severo do graves
tempo de ao ser
vida; Doenças humano,
fatais para as
Agudas quais
não
existem
tratamen
tos
médicos
eficazes.
GRADUAÇÃO DO RISCO
5 MODERADO MODERADO ALTO MUITO ALTO MUITO ALTO
PROBABILIDADE 4 BAIXO MODERADO MODERADO ALTO MUITO ALTO
3 BAIXO BAIXO MODERADO MODERADO ALTO
2 TRIVIAL BAIXO BAIXO MODERADO MODERADO
1 TRIVIAL TRIVIAL BAIXO BAIXO MODERADO
1 2 3 4 5
SEVERIDADE
ANÁLISE DO RISCO
EXPOSIÇÃO ANÁLISE AÇÕES OBSERVAÇÃO
19
RESULTANTE RISCO
Monitoramento do Nenhuma ação adicional imediata é necessária;
TRIVIAL risco
Registrar e informar aos trabalhadores.
Nenhuma ação adicional imediata é necessária;
BAIXO ACEITÁVEL
Considerações podem ser feitas para verificar a
viabilidade de redução do risco associado ou ainda
melhorias;
20
e) Quando houver uma alteração nos requisitos legais aplicáveis.
Observação: Para organizações que possuem certificações em sistemas de
gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), o prazo de revisão pode ser
estendido para até 3 (três) anos.
9. Responsabilidades do Programa
Nome Responsável
Formação
21
Disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à
segurança e saúde no trabalho;
Implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo
com a seguinte ordem:
1 – Eliminação dos fatores de risco;
2 – Minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas
administrativas ou de organização do trabalho;
3 – Adoção de medidas de proteção individual.
Nome Sobrenome
Cargo / Função
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se articula, principalmente, com o PCMSO – Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional, NR 7.
O PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS é conduzido por um processo
sistemático e continuado de prevenção da segurança e saúde ocupacional de seus
trabalhadores, estando diretamente integrado com outras normas
regulamentadora, composto pelos seguintes processos/documentados:
Trânsito: fluxo definido como intenso. Diversas linhas de ônibus passam em frente
ao empreendimento, estação “Largo Treze” da linha 5-Lilás fica à 2 quarteirões da
obra, bem como circulação de grande número de pedestres.
A obra da Rua Barão do Rio Branco é um edifício comercial dividido em três blocos
sem uso definido composto por térreo, 1° e 2° pavimentos e 3 subsolos de
estacionamento. A obra já está na fase de fechamento e acabamento.
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Bloco B: 1 (um) térreo com 1 banheiro para deficiente, 1 banheiro masculino e 1
feminino, 1 copa, 1 deck descoberto, 1 sala ou espaço comercial, 1 jardim. O 1º
pavimento contém 1 banheiro para deficiente, 1 banheiro masculino e 1 feminino, 1
copa, 1 sala ou espaço comercial, 1 deck descoberto. O 2º pavimento contém 1 sala
comercial, 1 banheiro.
Bloco C (subsolo): 3 (três) subsolos (garagem) com um total de 89 vagas para
carros, sendo que no 1º subsolo há 1 sala de administração, 1 copa e 2 banheiros.
Áreas de uso coletivo: No pavimento térreo algumas áreas são de uso coletivo,
portanto as mesmas pertencem ao bloco A e B. Sendo: 5 vagas para motos, 1 vaga
P.N.E, 1 vaga para carga e descarga, e
2 vagas para carros, 1 deck descoberto, 1 terraço, 1 jardim. A cobertura também
pertence aos dois blocos.
n° de pavimentos – térreo, 1°, 2° pavimento e 3 subsolos de estacionamento.
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11.1 Área de Trabalho
DISTRIBUIÇÃO DE FUNÇÕES
GRUPO DE EXPOSIÇÃO
QUANTIDADE
SIMILAR
SETOR FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO
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11.2 Relação de Equipamentos de Proteção Individual
Recomendados
CAPACETE DE SEGURANÇA
RESPIRADOR FACIAL P3
AVENTAL PUMBLÍFERO
LUVA PROCEDIMENTO
LUVA TÉRMICA FRIO
PROTETOR FACIAL
AVENTAL TECIDO
CAPA DE CHUVA
CAPA DE CHUVA
MÁSCARA
SETOR FUNÇÃO
Paisagista
Engenheiro C ivil
Adm/ Operacional
Técnico de
Segurança do
Trabalho
Mestre de Obras
Encarregado de
Obras
C arpinteiro
Pedreiro
C a nteiro de O bra s Servente de
Obras
Pintor
Eletricista
Encanador
C alheiro
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Observação: As informações sobre os Produtos químicos poderão ser
obtidas consultando as Fichas de Informação de Segurança de Produtos
Químicos -FISPQ ou base de dados disponíveis. Criar uma pasta para manter
na empresa arquivo com as fichas de todos os produtos e agentes utilizados.
Deve-se ter o cuidado de verificar a qualidade das informações do
fabricante, as quais nem sempre são confiáveis, comparando-as com
informações de base de dados de organizações confiáveis (ex. NIOSH). Como
não existe uma norma brasileira para classificação de produtos químicos
quanto ao potencial de causar danos, os fabricantes usam critérios
diferentes ou mesmo combinados entre si, sem manter uma coerência na
prestação de informações. Os problemas mais frequentes são a omissão de
informações, em particular sobre a composição, ou exageros na
recomendação de medidas preventivas.
27
13. Encerramento
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