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Cariologia

O documento aborda a cariologia, focando na doença cárie, suas manifestações, diagnóstico e terapêutica. Destaca a transição da dentística tradicional, que se concentra em restaurar danos, para a dentística moderna, que prioriza a prevenção e controle da doença. A cárie é descrita como uma condição multifatorial, com ênfase na importância do controle do biofilme e na promoção da saúde dental.
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Cariologia

O documento aborda a cariologia, focando na doença cárie, suas manifestações, diagnóstico e terapêutica. Destaca a transição da dentística tradicional, que se concentra em restaurar danos, para a dentística moderna, que prioriza a prevenção e controle da doença. A cárie é descrita como uma condição multifatorial, com ênfase na importância do controle do biofilme e na promoção da saúde dental.
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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª.

Mariangela Maia

CARIOLOGIA
• Doença cárie: manifestações clínicas, diagnóstico e terapêutica

“Dentística Tradicional”: “Dentística Moderna”:


Cuida das sequelas Prevenção de novas lesões
Restabelecer forma, função e estética Paralisia das lesões existentes
Evitar recorrências

Modelo Cirúrgico-restaurador:
Diagnóstico das cavidades seguido da remoção de tecido cariado e confecção das restaurações. Forma mecanizada de
tratar uma doença infectocontagiosa, tratando todos os indivíduos da mesma maneira. Modelo fracassou, pois ao invés de
1- 7-4 s
17 89 nde

propiciar controle da doença, era comum observar ocorrência de novas lesões em dentes com restaurações recentes.

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17 89 nde
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e

Novas restaurações eram confeccionadas, com maior desgaste de estrutura dental.


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e
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(2 35. lar

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(2 35. lar
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98 3.
Não considerava a etiologia da doença

i
ila

Te PF: ila P
isc

isc
Pr

1
F

Pr
Princípios de preparo: GV Black – preparos com forma geométrica pré-estabelecida, extensão para prevenção,
P
C
l:

C
tratamentos mais complexos de forma repetitiva.
Te

l:
Modelo de Promoção de Saúde (atuação atual):
• Verificação da atividade da doença
• Adoção de medidas educacionais e preventivas com intuito de proporcionar um equilíbrio entre o processo des-re do
tecido dental impedindo a progressão da doença.
O procedimento restaurador tem objetivo de restaurar forma, função ou estética eventualmente comprometidas
pela presença de cavidades de cárie e tratar de forma não invasiva, quando possível, as lesões iniciais de cárie. Os
materiais restauradores diretos utilizados anteriormente eram basicamente o amálgama de prata, o cimento de silicato e
as resinas acrílicas. Com o advento da técnica do condicionamento ácido, não temos a necessidade de realizar preparos
retentivos.

Filosofia de “restaurar preservando”


Maior atuação vinculada à promoção de saúde e excelência restauradora

1. CÁRIE DENTÁRIA: CONCEITOS E TERMINOLOGIA

A cárie dentária é uma doença complexa causada pelo desequilíbrio no balanço entre o mineral do dente e o fluido do
biofilme. O micro ecossistema bacteriano do biofilme dental apresenta uma série de características fisiológicas. A
produção de ácido por meio da metabolização de nutrientes pelas bactérias do biofilme e consequente baixa do pH é o
fator responsável pela desmineralização do tecido dentário que pode resultar na formação da lesão de cárie. É importante
ressaltar, no entanto, que o processo de desmineralização que ocorre na superfície dentária na presença de carboidratos
fermentáveis é um processo fisiológico.
Thylstrup e Birkeland (1986) descreveram que os sinais da doença cárie pode ser distribuídos em uma escala que inicia
com a perda mineral em nível ultra estrutural até a total destruição do dente (FIG. 1).
s
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06 -48
e
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i
Te F: ila P

1-
C isc
1
Pr
P
l:

s
17 89 nde

A cárie dentária é uma doença multifatorial na qual várias características genéticas, ambientais e
06 -48
e
1) 99 M

comportamentais interagem. Fejerskov e Manji elucidaram os diversos fatores determinantes do processo de doença cárie
7
16
(2 35. lar
98 3.

em um diagrama (FIG. 2), e os classificaram em:


i
Te PF: ila P

1-
isc

- Fatores que atuam no nível da superfície dentária (círculo interno) - determinantes biológicos ou proximais;
1
Pr

1
C
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[Link] – WhatsApp: (21) 99929-4522 / (21) 3420-4522 (Vivo)


Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
- Fatores que atuam no nível do indivíduo/população (círculo externo) - determinantes distais.

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17 89 nde

1- 7-4 s
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06 8
e
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(2 35. lar

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(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
isc

isc
Pr

1
F

Pr
1. (Rio de Janeiro/RJ – 2009 – SPDM) A cárie é uma doença multifatorial. Assinale os fatores associados a sua
P
C
l:

C
etiologia:
Te

l:
a. Nutrição, escolaridade e cultura.
b. Dieta, hospedeiro (hereditariedade) e clima.
c. Microbiota, virulência e período prodrômico.
d. Hospedeiro (suscetibilidade), microbiota e dieta.

CÁRIE É UMA DOENÇA TOTALMENTE CONTROLÁVEL SE INTERFERIRMOS COM OS FATORES CAUSAIS NECESSÁRIOS E
DETERMINANTES DO SEU DESENVOLVIMENTO: Uma vez que um adequado controle de biofilme seja estabelecido, ou o
indivíduo modifique seus hábitos alimentares com a adoção de uma dieta com consumo moderado de carboidratos, o
equilíbrio entre os processos de des-remineralização se reestabelece, e a perda mineral é controlada.

Características clínicas das lesões cariosa

Lesão de cárie no Esmalte


• Mancha Branca Ativa = opaca, rugosa, não cavitada.
• Mancha Branca Inativa = coloração clara ou pigmentada, superfície de esmalte lisa, polida e brilhante.

Lesão de cárie na Dentina


• Lesão de Cárie Ativa = coloração clara, fundo amolecido e MBA associada nos bordos.
• Lesão de Cárie Inativa = coloração escurecida, fundo endurecido, margens definidas e sem halo de MBA

Lesão de cárie na Superfície PROXIMAL:


• Localização preferencial = + CERVICAL E VESTIBULAR do ponto de contato (maior acúmulo de placa).
• Progressão dessas lesões é LENTA (há tempo para tentar abordagem não invasiva).
s
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e

Lesão de cárie na Superfície RADICULAR:


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(2 35. lar

• Localização preferencial = molares inferiores.


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i
Te F: ila P

1-

• Dentes menos afetados = incisivos inferiores.


C isc
1
Pr
P

As lesões que se estabelecem no esmalte/cemento/dentina hígidos são denominadas lesões de cárie primárias e
l:

as lesões de cárie que se desenvolvem adjacentes a restaurações são denominadas de cárie secundária. As lesões de cárie
secundárias são simplesmente lesões que se desenvolvem adjacentes às margens de restaurações. É importante ressaltar
que a etiologia da lesão de cárie secundária é a mesma da lesão de cárie primária. Cárie residual é tecido
desmineralizado deixado embaixo da restauração.
s

Quadro 1 - CLASSIFICAÇÃO DA LESÃO CÁRIE (p.16)


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2. O diagnóstico visual e tátil da doença da cárie são os métodos mais antigos e mais utilizados. A partir de seus
conhecimentos sobre o assunto, relacione as colunas seguintes e assinale a alternativa que corresponde à correta relação,
apresentando a sequência numérica de cima para baixo:
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
( 1 ) Lesão de cárie ativa (Mancha branca).

17 89 nde
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e
1) 99 M

( 2 ) Lesão de cárie inativa (Mancha branca).

06 8
e
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(2 35. lar

16
( 3 ) Lesão de cárie ativa com cavitação.

(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
( 4 ) Lesão de cárie inativa com cavitação.
ila

Te PF: ila P
isc

isc
Pr

1
F

Pr
P

( ) Coloração clara, fundo amolecido e apresentando mancha branca opaca e rugosa nos bordos.
C
l:

C
Te

( ) Pode apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, esmalte brilhante, liso e polido.

l:
( ) Apresenta-se opaca e rugosa.
( ) Coloração escura, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e sem halo de mancha branca opaca e rugosa
nas suas extremidades.
a. 3-2-1-4.
b. 4-2-1-3.
c. 3-1-2-4.
d. 4-1-2-3.

3. (Marinha – 2004) Segundo Burnet Jr. e Conceição, dentre os métodos de diagnóstico de cárie, encontra-se o visual e
o tátil. Ao apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, superfície de esmalte brilhante, lisa ou polida, a lesão é
conhecida como:
a. Mancha branca ativa.
b. Cavidade inativa.
c. Mancha branca inativa.
d. Cavidade ativa.
e. Mancha específica ativa.

4. (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – 2017 – COMPERVE) O método ideal para diagnóstico de lesões de
cárie é aquele que diferencia as lesões cavitadas das não cavitadas e as ativas das inativas. Nesse sentido, o método
visual/táctil é o único disponível. O diagnóstico por meio desse método é possível quando se observam as
características clínicas das lesões inativas de esmalte e de dentina, as quais são, respectivamente:
a. Lisas, brilhantes e polidas; lisas, brilhantes, endurecidas e escuras.
b. Opacas, rugosas e porosas; amolecidas, lisas e amareladas.
c. Brilhantes e endurecidas; polidas, endurecidas e opacas.
d. Endurecidas e lisas; escuras, endurecidas, amareladas e polidas.
s
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06 -48

5. (Aeronáutica - 2013) Caracteriza-se pela coloração escurecida, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e
e
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7
16

sem halo esbranquiçado nos bordos da cavidade. Tal descrição refere-se à lesão de cárie:
(2 35. lar
98 3.
i
Te F: ila P

a. oculta.
1-

b. ativa com cavitação.


C isc
1
Pr

c. inativa com cavitação.


P
l:

d. inativa (mancha branca).

6. (CBMERJ/2001) Com relação às cáries de superfície oclusal é correto afirmar que:


a. A perda mineral do dente para o meio começa a ocorrer quando o pH baixa de 6,5.
b. A progressão das lesões de cárie não se dá no fundo das fóssulas e fissuras, e sim em sua entrada, nas paredes
laterais.
s
17 89 nde

c. O flúor não interfere na perda mineral quando o pH baixa de 5,5 ou 4,5.


06 -48
e
1) 99 M

d. A placa bacteriana localizada no fundo dos sulcos é a responsável pelo desenvolvimento das lesões, sendo altamente
7
16
(2 35. lar

ativa.
98 3.
i
Te PF: ila P

1-

e. A saliva não interfere de forma marcante no processo de formação de cárie nos sulcos, já que seu acesso à região é
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precário.
Pr

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ASPECTOS CLÍNICOS E HISTOPATOLÓGICOS DA CÁRIE DENTÁRIA

A lesão de cárie coronária inicia-se no esmalte. O esmalte é considerado o tecido de maior dureza do corpo
humano, apresentando em sua estrutura 96% de conteúdo mineral, na forma de cristais de apatita, e 4% de água e
proteínas. Quando o dente é coberto por biofilme, e ocorre um desequilíbrio nas trocas iônicas entre o mineral do
esmalte e o fluido do biofilme, observamos modificações morfológicas na estrutura do esmalte dentário.
Histologicamente, a área de dissolução do esmalte é caracterizada pelo aumento da porosidade do tecido, formando uma
área denominada de zona translúcida externa. Esta área apresenta profundidade de aproximadamente 20 a 100μm.

Após duas semanas sem a remoção de biofilme, observam-se modificações estruturais no esmalte mais
pronunciadas. A erosão da superfície é caracterizada por microcavidades e porosidade aumentada.

O acúmulo de biofilme cariogênico sobre os cristais vai ocasionar diminuição do tamanho dos cristais e aumento
de porosidade do tecido. Esta primeira zona da lesão de cárie, como descrito acima, é a zona translúcida. Com a
intermitência no processo de desremineralização, a camada mais superficial da lesão sofre processo de remineralização
1- 7-4 s
17 89 nde

fazendo com que os cristais aumentem de tamanho; entretanto, a porosidade desta zona é maior do que a do esmalte

1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

hígido (> 1%). Esta camada é denominada de zona superficial. Com a continuação do processo de desremineralização, a

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(2 35. lar

zona translúcida vai se internalizando acabando por se constituir na zona mais interna da lesão. No decorrer do processo

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(2 35. lar
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1 Pi

98 3.
i
ocorre a formação de mais duas zonas: a zona do corpo da lesão e a zona escura.
ila

Te PF: ila P
isc

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1
F

Pr
P

Clinicamente, alguns autores subdividem a dentina cariada em dentina infectada e dentina contaminada. A
C
l:

C
Te

dentina infectada engloba a zona de peptonização e a zona de desmineralização superficial, e a dentina contaminada

l:
engloba a zona de desmineralização profunda e a zona de dentina hipermineralizada (esclerose de túbulos).

A superfície oclusal é a superfície que apresenta a maior prevalência de cárie, entretanto esta superfície é passível e
controle. A redução da cárie é bastante evidente; no Brasil, o último levantamento oficial demonstra 44% de indivíduos
livres de cárie na população de 12 anos de idade.

• O biofilme pode sofrer processo de calcificação. A formação de cálculo está relacionada com processo de deposição
mineral. A presença de cálculo na superfície oclusal pode ser considerada um selamento biológico, e ele não
necessariamente tem de ser removido.
• A lesão radicular inicia-se no cemento progredindo rapidamente para a dentina. As diferenças na resposta ao dano da
superfície oclusal da superfície radicular são diversas, uma vez que o cemento é um tecido com menor espessura
econteúdo mineral do que o esmalte.

MÉTODOS DIAGNÓSTICO DA CÁRIE DENTÁRIA

Profilaxia prévia
Superfície seca

Classificação e parâmetros de diagnóstico das lesões em esmalte e dentina


relacionados ao status de atividade.
s
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Te F: ila P

1-
C isc
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Pr
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l:

Características visuais e táteis de lesões ativas e inativas em superfície radicular.


s
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Esmalte em processo de desmineralização: diminuição da translucidez (esmalte mais opaco)


Esmalte + secagem por breve tempo = área opaca – maior perda mineral, aumento da porosidade
Esmalte + secagem por longo tempo = área opaca – menor perda mineral e porosidade pouco aumentada

Associar o exame clínico ao radiográfico, principalmente nas superfícies oclusais e proximais. Em casos de
cavidade, realizar ainda o exame da consistência do tecido, ou seja, mole ou duro.
1- 7-4 s

Exame mais específico que sensível


17 89 nde

1- 7-4 s
17 89 nde
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e
16

1) 99 M
(2 35. lar

Dificuldade de diagnóstico – caráter dinâmico do processo da doença (lesões microscópicas e subclínicas – métodos

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
auxiliares de diagnóstico)

i
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Te PF: ila P
isc

isc
Pr

1
F

Terminologia empregada para validação dos métodos de diagnóstico

Pr
P
C
l:

• Positivo verdadeiro – diagnóstico com confirmação pelo exame-padrão

C
Te

l:
• Negativo verdadeiro – diagnóstico não confirmados pelo exame-padrão
• Falso-positivo – não diagnosticado, com exame-padrão mostrando positividade
• Falso-negativo – diagnóstico, com exame padrão mostrando negatividade

Diagnóstico visual e táctil


• Mancha branca ativa – clinicamente opaca, rugosa, locais de maior dificuldade de limpeza, podendo estar associada à
gengivite
• Mancha branca inativa – pigmentada com coloração clara, superfície de esmalte brilhante, lisa ou polida
• Cavidade ativa – coloração clara, fundo amolecido e mancha branca ativa nos bordos
• Cavidade inativa – coloração escurecida, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e sem halo de mancha
branca ativa nos bordos

Exame radiográfico
Bom auxiliar diagnóstico

Qualidades:
• Permite proservar o desenvolvimento ou não da lesão
• Método não-invasivo
• Avaliar a profundidade da lesão em relação á câmara pulpar e ao espaço biológico
• Identifica lesões em sítios de difícil acesso, como espaços proximais e cavidades subgengivais

Limitações:
• Incapaz de detectar estágios precoces de desenvolvimento – sobreposição de estruturas mineralizadas
• Incapaz de detectar cavidades proximais – demonstra apenas perda mineral e não quebra de superfície
s
17 89 nde

• Aspecto histológico está sempre à frente da imagem radiográfica


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e
1) 99 M
7
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(2 35. lar

Não é possível detectar o estado real das lesões proximais.


98 3.
i
Te F: ila P

1-

Interpretação correta requer conhecimento da histopatogenia da doença, visualização da situação clínica é a chave no
C isc
1

processo de decisão pelo tratamento invasivo ou não.


Pr
P

7. (Ji-Paraná/RO – 2018 – Instituto Brasileira de Apoio e Desenvolvimento Executivo) As lesões cariosas que, quando
l:

cavitadas, são rasas e largas, ditas como forma de “pires”, correspondem à cárie:
a. oclusal.
b. proximal.
c. lingual.
d. radicular.
s
17 89 nde

e. vestibular.
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e
1) 99 M
7
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(2 35. lar

8. (Aeronáutica – 2014) Em relação ao padrão e distribuição da cárie dental, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o
98 3.
i
Te PF: ila P

1-

que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
isc

1
Pr

5
C
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( ) A placa bacteriana localizada no fundo das irregularidades da superfície oclusal (fóssulas, sulcos e fissuras), nos
dentes posteriores, representa o principal responsável pela ocorrência da cárie dental nestas superfícies.
( ) As lesões de cárie nas superfícies proximais localizam-se, preferencialmente, na região mais cervical e para
vestibular do ponto de contato, devido ao maior acúmulo de placa bacteriana nestas áreas.
( ) A lesão cariosa cavitada ativa na superfície radicular é caracterizada como lesão larga, rasa, em forma de “pires”
e de consistência superficial amolecida.
( ) A lesão de mancha branca ativa está localizada, frequentemente, no terço cervical dos dentes, em sítios de maior
dificuldade de limpeza, ou em pacientes com pobre higiene oral, apresentando-se clinicamente com características de
lisura e brilhosa.

9. (Aeronáutica – 2012) O padrão de cárie dental é diferente de dente para dente e de superfície para superfície.
Assim sendo, analise as afirmativas abaixo.
I.A cárie radicular apresenta maior prevalência em pacientes jovens.
II.A perda mineral do dente para o meio ocorre quando o pH baixa de 4,5 ou 5,5.
III.A progressão de lesões cariosas proximais é um processo lento.
1- 7-4 s
17 89 nde

Está(ão) correta(s)apenas a(s) afirmativa(s):

1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

a. I e II.

06 8
e
16

1) 99 M
(2 35. lar

b. I e III.

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
c. II e III.
ila

Te PF: ila P
isc

d. II.

isc
Pr

1
F

Pr
P
C
l:

C
Te

l:
10.(Aeronáutica - 2014) Em relação às manifestações clínicas da doença cárie, é correto afirmar:
a. lesões ativas em esmalte e dentina poderão ser paralisadas, quando o fator etiológico for removido.
b. no processo de desenvolvimento da cárie dental na superfície oclusal, a placa bacteriana localizada no fundo dos
acidentes anatômicos desempenha um papel de grande relevância.
c. as lesões cariosas nas superfícies proximais localizam-se, preferencialmente, na região mais oclusal / incisal e para
palatina / lingual do ponto de contato, devido ao maior acúmulo de placa bacteriana nessas áreas.
d. lesões cariosas radiculares são mais prevalentes em pacientes jovens, pois fatores como a retração gengival e
exposição da superfície radicular ao meio bucal são comuns em virtude de hábitos excessivos e inadequados de higiene
oral.

11.(Marinha -2017) Conforme Pereira et al. (2009), assinale a opção que apresenta um dos principais indicadores de
cárie dentária, devido à facilidade de obtenção e de interpretação, sendo também o indicador preconizado pela
Organização Mundial de Saúde (OMS) como guia para o monitoramento global de cárie dentária.
a. Índice de Cuidados Odontológicos (5,12 e 15-19 anos).
b. Multilação dentária (15-19, 35-44 e 65-74 anos).
c. Perda de primeiro molar permanente (12 anos).
d. CPOD aos 12 anos de idade.
e. Funcionalidade dentária.

EXAMES COMPLEMENTARES DE PREDIÇÃO DE CÁRIE


AVALIAÇÃO DE FATORES ETIOLÓGICOS E DETERMINANTES
• Condições salivares

EXAMES SALIVARES
s
17 89 nde

1. Medição do fluxo salivar


06 -48
e

• Mastigar por 1 min goma de mascar sem açúcar ou dique de borracha ou parafina
1) 99 M
7
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• Desprezar a primeira saliva


98 3.
i
Te F: ila P

1-

• Coletar toda a saliva formada nos 5 minutos seguintes em um recipiente milimetrado


C isc

• Dividir a quantidade de saliva pelo tempo (ml/min)


1
Pr
P
l:

Xerostomia: < 0,2 ml/min


Baixo: < 0,7 ml/min
Fluxo normal: 1-2ml/min

2. Capacidade Tampão
s
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Teste com ácido hidroclorídrico


e
1) 99 M
7
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• Mascar parafina ou goma de mascar por 1min


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98 3.
i
Te PF: ila P

• Colher uma gotícula de saliva com micropipeta


1-

• Adicionar 3 ml de HCL a 0,005 a 1ml de saliva


isc

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Pr

• Após 2 min medir o pH com fita indicadora 6


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muito baixa ou baixa: pH = 3,0; 3,5; 4,0


intermediária: pH = 4,5; 5,0
normal ou boa: pH > 5

3. Contagem bacteriana
Contagem de S. Mutans e Lactobacilos
• estimulação de saliva
• coleta da saliva
• saliva é levada ao meio de cultura
• estufa bacteriológica
• comparar com o modelo padrão do fabricante

S. mutans Lactobacilos
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
17 89 nde
> 1.000.000 UFC/ml: alto risco (mutans milionário) > 100.000 UFC/ml: alto risco
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< 250.000 UFC/ml: baixo risco < 10.000 UFC/ml: baixo risco
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1) 99 M
(2 35. lar

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(2 35. lar
98 3.
1 Pi

< 10.000 UFC/ml: não há colonização

98 3.
i
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Te PF: ila P
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Pr

MÉTODOS AUXILIARES PARA DETECÇÃO DE PERDA MINERAL

1
F

Pr
P
C
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C
Te

l:
• Diagnóstico radiográfico
• Eletrocondutividade
• Fluorescência

Foti
• Luz como método diagnóstico
• Luminosidade entregue via fibra-óptica, propagando-se para a superfície e estrutura dentária. As imagens resultantes
da distribuição da luz são usadas para o diagnóstico
• Áreas desmineralizadas são mostradas com coloração escura
• Boa opção para determinar cáries em dentina
• Não indicativo para lesões incipientes
• Não invasivo, rápido e fácil aplicação

Fluorescência com laser


• Alternativa interessante (pode detectar casos de lesões antes da presença de abertura nas fissuras)
• Lesões incipientes
• Diagnóstico de superfícies livres e oclusais.
• Corante fluorescente que serve como agente pigmentante da lesão, permitindo que o laser de argônio proceda leitura
mais apurada da superfície.
• Utiliza luz vermelha (655nm) – alterações por cárie aumentam a fluorescencia.
• DELF- flourescência a laser com uso de corante.
• DIAGNOdent (Kavo) utiliza laser de diodo e intensidade varia de 0 a 99

Detecção eletrônica de cárie


• Resistência elétrica do sítio
s
17 89 nde

• Gel como meio condutor


06 -48
e
1) 99 M

• Possível mensurar a profundidade da lesão


7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te F: ila P

1-

12. (EsSEx - 2014) O método de diagnóstico de cárie com auxílio da fluorescência a laser com uso de corantes é
C isc

conhecido como:
1
Pr

a. FOTI b. DIFOTI c. LF d. DELF


P
l:

MÉTODOS NÃO-INVASIVOS DE TRATAMENTO DA CÁRIE DENTAL

O USO DE FLUORETO NO CONTROLE DA DOENÇA CÁRIE


s
17 89 nde
06 -48

Grande aliado: Flúor


e
1) 99 M
7
16

Elemento cariostático, interferindo no equilíbrio dinâmico entre a superfície mineral e os fluidos orais, diminuindo a
(2 35. lar
98 3.
i

tensão superficial da superfície dentária, consequentemente a adesão dos microrganismos à mesma.


Te PF: ila P

1-

Efeito antienzimático
isc

1
Pr

Efeito antimicrobiano 7
C
l:

[Link] – WhatsApp: (21) 99929-4522 / (21) 3420-4522 (Vivo)


Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
Efeito bactericida (altas concentrações)

Efeito dependente: do sal utilizado, concentração, pH, preparado, duração, frequência de aplicação
Fornecimento em alta frequência e baixa concentração – água fluoretada, dentrifícios, soluções para bochechos
Presença em níveis constantes na cavidade oral

Lesões em esmalte são possuidoras de maior potencial de reequilíbrio do processo des-re


Lesões no terço externo da dentina apresenta bom potencial de equilíbrio. Porém sob monitoramento constante para
evitar o desenvolvimento das chamadas cáries ocultas. Avaliar o padrão de higienização do paciente na zona afetada,
padrão da dieta, uso de flúor e capacidade de contato direto saliva-área afetada.

O fluoreto tem sido mundialmente utilizado no controle de cárie, mas dúvidas ainda persistem quanto ao seu
mecanismo de ação. Possui alta afinidade pelo Ca e Fosfato presentes na saliva e no fluido do biforme - forma
fluorapatita (FA). A FA é um mineral menos solúvel do que a hidroxiapatita (HA) - reduz a desineralizaçao. Quando o
pH retorna a nível acima do crítico para dissolução da HA, o fluoreto promove ativação da remineralizaçao pela
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
17 89 nde
precipitaçao de FA.
06 8
e
1) 99 M

06 8
e
16

• ÁGUA FLUORETADA

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

• DENTIFRÍCIO FLUORETADO

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
• SOLUÇÕES FLUORETADAS PARA BOCHECHO
isc

isc
Pr

1
• PRODUTOS DE APLICAÇÃO PROFISSIONAL (GÉIS, ESPUMAS, VERNIZES)
F

Pr
P
C

• MATERIAIS ODONTOLÓGICOS QUE LIBERAM FLÚOR


l:

C
Te

l:
13. (Marinha - 2020) Segungo Fejerskov, Nyvad & Kidd (2017), tratamentos não operatórios são relevantes para o
controle da cárie dentária. Na maioria dos casos, os papéis da equipe odontológica são aconselhar, informar e
estimular a mudança comportamental do indivíduo. Sendo assim, constituem estratégias corretas de tratamento não
operatórios:
a. Tratamento restaurador atraumático, uso de estimuladores salivares e uso de fluoreto.
b. Controle da placa dental, uso de fluoreto e modifcação alimentar.
c. Uso de fluoreto, uso de estimulantes salivares e aplicação de selantes.
d. Uso de enxaguatório bucal, aconselhamento alimentar e tratamento restaurador atraumático.
e. Aplicação de selantes, uso de fluoreto e controle da placa dental.

Aplicação tópica
Soluções, géis e vernizes em altas concentrações para uso profissional
Frequência: condicionada à atividade cariogênica do paciente e comportamento das lesões

Concentrações e formas de aplicação:


• 0,05% NaF – solução para bochecho, uso caseiro
• 0,1-0,15% F – dentrifícios
• 0,2% NaF – solução para bochecho, uso caseiro
• 0,4% SnF2 - solução para bochecho, uso caseiro
• 0,7% NaF – verniz, uso profissional
• 1,23% - gel com pH ácido para aplicação profissional
• 2,00% NaF - gel com pH neutro para aplicação profissional
• 2,00% NaF – solução, uso profissional
• 5% NaF – verniz, uso profissional
• 8,00% SnF2 – gel, uso profissional
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16

Soluções ou géis de Flúor em elevada concentração – tratamento de pacientes cárie-ativos, uso exclusivo profissional.
(2 35. lar
98 3.
i

Aplicação localizada restrita à lesão, ou generalizada, quando há uma disseminação das zonas de atividade da doença na
Te F: ila P

1-

cavidade bucal.
C isc
1
Pr
P

Modos de aplicação do gel de flúor: algodão sob isolamento relativo, moldeira ou escova – modo de aplicação ligado ao
l:

grau de segurança em relação à intoxicação aguda e crônica.

Fluorose
• Decorre da ingestão de flúor durante a formação dos dentes.
• Esmalte mais poroso - opacidade.
s
17 89 nde

• Relação dose-efeito.
06 -48
e
1) 99 M
7
16

• Limite máximo: 0,05 a 0,07 mg F/ dia/ Kg.


(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P


1-

Período de risco: 20-36 meses (Incisivos).


isc

1
Pr

8
C
l:

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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
14. (Marinha - 2015) O diagnóstico diferencial entre formas leves da fluorose e opacidades de esmalte de origem não
fluorótica é importante, principalmente em levantamentos epidemiológicos. Classifique as afirmativas abaixo com
Fluorose leve (F) ou opacidade não fluorótica (O), de acordo com os critérios de diagnóstico diferencial descritos por
Pereira et al. (2009), e assinale a opção que apresenta a sequência correta.
( ) A visibilidade das lesões sob luz tangencial não é muito perceptível.
( ) O limite da lesão é claramente diferenciado do esmalte adjacente.
( ) A distribuição raramente é simétrica.
( ) A configuração da lesão apresenta manchas opacas e difusas horizontais seguindo a periquimata.
a. (O) (O) (F) (O)
b. (F) (O) (F) (O)
c. (F) (O) (O) (F)
d. (F) (F) (O) (O)
e. (O) (O) (O) (F)
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
BASES PARA O TRATAMENTO INDIVIDUAL

17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

06 8
• diagnóstico sobre os fatores etiológicos

e
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
• instituição de uma terapêutica correta

(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
• avaliação do tratamento
isc

isc
Pr

1
F

Pr
P

Critérios biológicos para remoção de dentina cariada


C
l:

C
Te

l:
Mesmo com microorganismos viáveis na lesão, ela pára gradualmente assim que ela é isolada do meio bucal.

Dentina sob ataque de cárie:


2 camadas
Dentina infectada – camada mais externa - irreversivelmente desnaturada, não-passível de remineralização e que deve ser
removida durante o processo restaurador
Dentina contaminada – reversivelmente desnaturada e passível de remineralização, devendo ser preservada.

Corantes: fucsina básica 0,5% em propilenoglicol – grande afinidade por áreas de menor concentração de minerais.
Desaconselhada pois não é eficiente na identificação das camadas de dentina infectada e dificuldade da remoção
posterior em dentes anteriores, comprometendo resultado estético da restauração.

Melhor critério: dureza superficial


Vantagens: remoção da dentina desorganizada, forma de resistência ao preparo.
OBS: Segundo Baratieri, a alteração de cor no substrato dentário não é um bom parâmetro para orientar a remoção
de tecido, apenas a consistência e o grau de umidade devem ser considerados.

Critérios gerais para realização de tratamento individualizado em dentística:


• avaliação do caso
• determinação de atividade da doença (paciente cárie ativo ou inativo)
• tratamento com flúor individualizado (pacientes cárie ativos)
• aconselhamento dietético (preferencialmente com aporte de um nutricionista)
• tratamento restaurador (se necessário)

Reintervenções
Critérios para substituição de restaurações:
s
17 89 nde

• cárie secundária ativa


06 -48
e

• fratura de restauração
1) 99 M
7
16
(2 35. lar

• fratura do dente
98 3.
i
Te F: ila P

1-

• excesso de restauração, sem possibilidade de recontorno


C isc

• problemas pulpares
1
Pr

• problemas periodontais
P
l:

• ausência de contato proximal / forma anatômica


• estética

Possibilidade de recontorno, selamento marginal, reparos (menor tempo clínico, baixo custo, fácil execução, mantém
estrutura dental sadia)
s

Recontorno: pontas diamantadas e brocas multilaminadas, seguidos de polimento


17 89 nde

Selamento marginal: adesivo ou híbrido de CIV e resina


06 -48
e
1) 99 M
7
16

Reparo: maior desadaptação, com envolvimento dentinário (perda de forma e função de parte da restauração, lesão de
(2 35. lar
98 3.
i

cárie secundária ativa, defeitos causam problemas pulpares e periodontais, restauração não restabelece o contato
Te PF: ila P

1-

proximal).
isc

1
Pr

9
C
l:

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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
PROGRESSÃO DA CÁRIE NA DENTINA E A REAÇÃO DO COMPLEXO DENTINA-POLPA (FEJERSKOV et al., 2017)

• As lesões em esmalte ou dentina, em uma superfície intacta ou cavitada, podem ser detidas somente pelo controle da
placa, desde que a lesão possa ser acessada para limpeza
• As lesões na dentina abaixo de esmalte desmineralizado, mas não cavitado, são o resultado do metabolismo do
biofilme na superfície do dente. A superfície é acessível à limpeza, o que resulta na possibilidade de essas lesões
serem detidas. Elas nunca justificam a intervenção operatória
• Do mesmo modo, a lesão radicular pode ser detida em qualquer estágio, embora o cemento e a dentina tenham sido
invadidos por microrganismos muito antes do processo de cárie. As lesões dentinárias na coroa ou as radiculares
estabilizadas são infectadas sem que resulte em progressão
• A dentina é um tecido vital que contém processos odontoblásticos, precisando ser considerada junto com a polpa
• A dentina prepara uma defesa conduzida por células para as flutuações do pH do biofilme, resultando na mineralização
tubular e peritubular e da dentina terciária no limite dentinapolpa
• Na progressão lenta das lesões, as reações odontoblásticas gradualmente “ocluem” os túbulos e selam o caminho entre
o ambiente bucal e a polpa
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
• As reações inflamatórias pulpares podem ocorrer mesmo quando a desmineralização está limitada ao esmalte

17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

06 8
e
• Na progressão rápida das lesões, os odontoblastos podem ser destruídos, o que resulta em caminhos tubulares abertos
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.

na dentina
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
• Quando a invasão bacteriana penetra a dentina terciária, haverá, finalmente, uma polpa gravemente inflamada,
isc

isc
Pr

seguida por necrose.


:

1
F

Pr
P
C
l:

C
Te

l:
GABARITOS
Questões dentro do conteúdo
1 – D Pág.3 2- A Pag. 4 3–C Pag.4 4 – A Pag.4 5–B Pag.4 6–B Pag. 5
7- A Pág. 7 8- F, V,V,V,F Pág 7 9- c Pág. 7 10- A Pág. 7 11- D Pág. 7/8 12 – D Pág. 9
13 – B Pág. 9 14 – F O O F Pág. 10

QUESTÕES ANTERIORES MARINHA

1. Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a opção correta. (Marinha 2006)


Segundo Conceição, o método de transluminação com fibra ótica (FOTI), para diagnóstico de lesões de cárie, é um
método
I - de fácil aplicação
II - invasivo
III - demorado
IV - de difícil aplicação
V - contra-indicado para lesóes de cárie incipiente
a. Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras
b. Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras
c. Apenas as afirmativas I e V são verdadeiras
d. Apenas as afirmativas II e IV são verdadeiras
e. Apenas as afirmativas VI e V são verdadeiras

2. O fluoreto ou flúor, como é geralmente conhecido, é considerado um marco na Odontologia Preventiva. Em relação ao
efeito do fluoreto na produção de ácidos na placa bacteriana, pode-se afirmar que (Marinha 2007)
s

a. uma vez absorvido pelas bactérias, o fluoreto inibe a enzima enolase na via glicolítica, resultando, assim, em uma
17 89 nde
06 -48
e

diminuição na produção de ácidos.


1) 99 M
7
16
(2 35. lar

b. a inibição de fluoretos diminui de acordo com a queda do pH


98 3.
i
Te F: ila P

1-

c. com a entrada de fluoretos na bactéria, não ocorre uma alteração na capacidade de regular o pH, o que pode ser
importante para ambientes ácidos
C isc
1
Pr

d. entre as bactérias típicas do processo de cárie, os Lactobacilli são mais sensíveis que os Streptococcus mutans frente
P

ao fluoreto
l:

e. Os íons flúor (F-) e hidrogênio (H+) formam HF (ácido fluorídrico), e, nesta forma, os fluoretos não penetram na
bactéria.

3. Levando em consideração Conceição et al., assinale a opção correta em relação aos métodos de diagnóstico das lesões
cariosas. (Marinha 2007)
s
17 89 nde

a. o método FOTI (fibra óptica por transluminação) mostra as regiões desmineralizadas com uma coloração clara.
06 -48
e

b. a fluorescência a laser, com uso de corantes, baseia-se na penetração de um corante fluorescente que serve como um
1) 99 M
7
16
(2 35. lar

agente pigmentante da lesão, permitindo que o Laser de YAG proceda uma leitura mais apurada da superfície.
98 3.
i
Te PF: ila P

1-

c. a imagem radiográfica permite proservar o desenvolvimento ou não de uma lesão de cárie, é um método não invasivo e
isc

avalia a profundidade em relação à câmara pulpar e ao espaço biológico.


1
Pr

10
C
l:

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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
d. o método de detecção eletrônica de cárie foi inicialmente proposto para ser utilizado na detecção eletrônica de cáries
proximais por meio da resistência elétrica do sítio a ser examinado.
e. para validação do método de diagnóstico, o termo falso-negativo é empregado quando casos são diagnosticados sem a
doença, e os resultados do exame padrão (histológico) mostram que são positivos.

4. Segundo Baratieri et al. (2001), assinale a opção correta em relação à cariologia. (Marinha 2009)
a. a transmissão da infecção cariogênica se dá horizontalmente entre as gerações e, usualmente, segue a vertente
matriarcal.
b. os dentes decíduos se comportam como reservatórios de estreptococos grupo mutans para a colonização dos primeiros
molares permanentes recém-erupcionados, sendo, portanto, uma fonte exógena de infecção cariogência.
c. a "hipótese ecológica da placa" tenta explicar como pode ocorrer a transição de uma microbiota que ostenta uma
relação comensal com o hospedeiro, ou seja, um estado de armistício, para uma outra que possa desenvolver uma relação
patogênica.
d. o cariograma consta de um círculo dividido em três setores, cada um representando fatores capazes de influenciar
fortemente na atividade cariogênica: a microbiota, a dieta e o hospedeiro.
1- 7-4 s
17 89 nde

e. Ha suspeitas de que a virulência dos estreptococos grupo mutans pode variar entre as diferentes cepas, e em todos os

1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e

casos em que foram encontrados plasmídeos nesses microrganismos havia correlação com baixa atividade cariogênica.
1) 99 M

06 8
e
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
ila

5. Segundo Pinto (2008) com relação à utilização do flúor para prevenção da cárie, é correto afirmar que (Marinha 2011)

Te PF: ila P
isc

a. o efeito preventivo do sal fluoretado, mesmo sujeito a limites ótimos de dosagem é inferior ao da água fluoretada.

isc
Pr

1
F

Pr
b. o fluor adicionado ao leite não é completamente ionizado, resultando em efeitos tópicos pós-eruptivos inferiores em
P
C
l:

C
relação ao método de fluoretação da água.
Te

l:
c. uma das desvantagens do flúor-fosfato acidulado para aplicação tópica profissional em consultório é o potencial de
irritação gengival.
d. quanto ao uso de vernizes fluoretados, a profilaxia dentária prévia tem possibilitado resultados significativamente
superiores quando comparada à limpeza realizada pelos próprios pacientes por meio da escovação.
e. as soluções de fluoreto de estanhoso a 0,01% e fluoreto de sódio a 2% são indicadas para realização de bochecho em
intervalos semanais.

6. No que diz respeito à relação entre dieta e cárie, de acordo com a ABOPREV (2003), é correto afirmar que (Marinha 2011)
a. algumas lecitinas (proteínas encontradas nas plantas) têm a propriedade de reagir em constituintes salivares
dificultando a adesão bacteriana.
b. o amido e a frutose não têm potencial cariogênico, pois não são metabolizados pelas bactérias do grupo mutans
c. o leite humano possui menor teor de lactose do que o leite bovino, sendo portanto menos cariogênico.
d. alguns adoçantes não calóricos, tais como o aspartame e o sorbitol, inibem a síntese de polissacarídeos extracelulares
pela placa bacteriana.
e. o queijo exerce um papel sistêmico na prevenção da cárie por aumentar o fluxo salivar por meio da ação colinérgica
da caseína sobre a fisiologia das glândulas salivares.

7. Em relação a influência da saliva no processo patológico da cárie, de acordo com Kriger (2003), assinale a opção
correta (Marinha 2012)
a. a medição da capacidade tampão da saliva é realizada de maneira simplificada, adicionando-se 3mg de bicarbonato de
sódio a 0,005ml da saliva estimulada.
b. a secreção salivar é expressa em ml/min e considera-se baixo o valor < 7ml/min.
c. o fluxo salivar e a capacidade tampão da saliva são geralmente baixos em crianças.
d. indivíduos que apresentam secreção salivar baixa tem atividade cariogênica alta.
e. vários fatores salivares, como: aglutininas, bicarbonato, lactoperoxidase, lisozima, imunoglobulinas e ureia, afetam a
microflora cariogênica.
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M

08. Analise os dados a seguir que descrevem uma técnica de teste salivar, segundo Kriger (2003). (Marinha 2013)
7
16
(2 35. lar

• Mascar parafina por 30' engolindo o excesso de saliva


98 3.
i
Te F: ila P

1-

• Colher saliva por 5 minutos em um recipiente milimetrado


C isc
1

• Dividir a quantidade de saliva/tempo


Pr
P

• Resultados: Normal: 1 a 2 ml/min; Baixo < 1ml/min; Xerostomia < 0,2 ml/min
l:

Qual o nome desse teste salivar?


a. Teste salivar microbiológico para contagem de lactobacilos
b. Testa da capacidade tampão da saliva
c. Teste salivar microbiológico para contagem de streptococus do grupo muttans
d. Fluxo de tamponamento salivar
e. Fluxo de secreção salivar
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16

09. Segundo Pereira et al. (2009), sobre o processo carioso e o mecanismo de ação do flúor na sua prevenção, é correto
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P

afirmar que: (Marinha 2014)


1-

a. quando ocorre um processo carioso, ou seja, o biofilme presente na superfície dentária produz ácidos como bioproduto
isc

1
Pr

do seu metabolismo, ocorre uma queda do pH do fluido da placa. 11


C
l:

[Link] – WhatsApp: (21) 99929-4522 / (21) 3420-4522 (Vivo)


Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
b. o mecanismo de ação dos fluoretos é dependente da forma em que for utilizado, sistêmico ou tópico, diminuindo ou
aumentando a solubilidade da dentina e do esmalte.
c. as crianças que nasceram e viveram em áreas abastecidas com água fluoretada ou ingeriram outro tipo de composto
fluoretado durante a formação de seus dentes, apresentam maior concentração do elemento flúor em toda estrutura de
esmalte e dentina.
d. quando realizada a aplicação tópica de flúor a interação entre a hidróxiapatita e o flúor ocorre pela incorporação do
íon na estrutura do cristal, formando o fluoreto de sódio.
e. quando o íon H+ dissolve o mineral dentário, liberando íons cálcio e fosfato em solução, inicialmente é vista como uma
cavitação.

10. São opções de compostos de flúor recomendados para agregação á água de abastecimento público, exceto: (Marinha
2014):

a. fluoreto de cálcio
b. fluoreto de sódio
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
c. ácido fluocissílico

17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

06 8
d. fluoreto estanhoso

e
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.

e. fluossilicato de sódio
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
isc

isc
Pr

11. O flúor tem papel decisivo no processo de reduzir a progressão das lesões de cárie ou a dissolução do esmalte,
:

1
F

Pr
P

atuando como elemento cariostático. De acordo com Conceição et al. (2007), sobre o flúor, é correto afirmar que:
C
l:

C
Te

l:
(Marinha 2018)
a. o flúor tem efeito antienzimático e antimicrobiano e, em altas concentrações, efeito bactericida.
b. o flúor interfere no equilíbrio dinâmico da interface entre a superfície mineral e os fluidos orais, aumentando a tensão
superficial da superfície dentária e, consequentemente, diminuindo a adesão de microrganismos a essa superfície.
c. o mecanismo de ação do flúor deve-se ao fornecimento em baixa frequência e alta concentração, seja pela água de
abastecimento, pelos dentifrícios, soluções para bochecho, entre outras formas.
d. O uso de soluções ou géis de flúor em elevada concentração 2% NaF (0,90% F) é uma opção vantajosa no tratamento dos
pacientes cárie-ativos, sendo de uso exclusivamente caseiro.
e. existe uma diferença significante, em termos de benefício, se o flúor for aplicado sob a forma de gel, solução ou verniz,
no paciente com atividade de cárie.

12. (Marinha 2018) A dentina alterada pelo processo carioso costuma apresentar uma zona superficial altamente infectada
e desorganizada. Segundo Baratieri et al. (2010), a conduta mais apropriada para remoção do tecido cariado consiste em:
a. remoção total do tecido cariado amolecido e dentina escurecida com pontas diamantadas esféricas em alta rotação com
refrigeração abundante.
b. remoção total do tecido cariado amolecido e dentina escurecida com brocas esféricas em baixa rotação, mesmo que a
cavidade esteja muito profunda e com risco de exposição pulpar.
c. avaliar a alteração de cor do substrato dentário é um bom parâmetro para orientar a remoção de tecido cariado.
d. a remoção do tecido cariado com brocas esféricas é o meio mais seguro de se conseguir uma cavidade estéril.
e. manter a dentina amolecida, associada ao selamento temporário, é biologicamente preferível do que arriscar uma
exposição pulpar.

13. (Marinha, 2022) De acordo com Fejerskov et al. (2017), sobre a progressão da cárie na dentina e a reação do complexo
dentina-polpa, analise as afirmativas abaixo:
s
17 89 nde
06 -48

( ) As lesões em esmalte ou dentina, em uma superfície intacta ou cavitada, podem ser detidas somente pelo controle da
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar

placa, desde que a lesão possa ser acessada para limpeza.


98 3.
i
Te F: ila P

1-

( )A dentina prepara uma defesa conduzida por células para as flutuações do pH do biofilme, resultando na mineralização
C isc

tubular e peritubular e da dentina terciária no limite dentina-polpa.


1
Pr
P

( ) As reações inflamatórias pulpares não ocorrem quando a desmineralização está limitada ao esmalte.
l:

( ) Quando a invasão bacteriana penetra a dentina terciária, haverá, finalmente, uma polpa gravemente inflamada,
seguida por necrose.
( ) Na progressão rápida das lesões, os odontoblastos podem ser destruídos, o que resulta em caminhos tubulares na
dentina.
Assinale a opção correta:
s
17 89 nde

a. V, V, V, V e F
06 -48
e
1) 99 M
7

b. V, F, V, F e V
16
(2 35. lar
98 3.
i

c. F, V, F, V e F
Te PF: ila P

1-

d. V, F, V, V e V
isc

1
Pr

e. V, V, F, V e F 12
C
l:

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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia

14. (Marinha, 2022) Segundo Lindhe et al. (2018), como é denominada a técnica de escovação que foi elaborada para o
massageamento e estimulação das gengivas, assim como para a limpeza das áreas cervicais dos dentes, na qual a cabeça da
escova é posicionada em uma direção oblíqua ao ápice da raiz com cerdas localizadas parcialmente na gengiva e na
superfície dos dentes, e na qual uma leve pressão, juntamente com movimento vibratório leve, é aplicada sobre o cabo,
sem que a escova seja deslocada de sua posição original?
a. Stillman
b. Charters.
c. Rotação.
d. Bass.
e. Esfregaço.
Questões Anteriores Marinha
1- C 2- A 3- C 4- C 5- B 6- A
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
7- A 8- E 9- B 10- D 11- A 12- A

17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

06 8
e
13 - E 14 - A
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
isc

isc
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Pr

1
F

Pr
P
C
l:

C
Te

l:
1. Em relação à cárie dentária, analise as afirmativas a seguir:
I- Como o início e a progressão da cárie são resultantes de múltiplos fatores, a destruição cariosa pode se desenvolver sem
acúmulos localizados de bactérias orais na superfície do dente.
II- A doença cárie raramente é autolimitante e, na ausência de tratamento, progride até que o dente seja destruído.
III- A cárie pode afetar esmalte, dentina e o cemento.
a. Apenas a afirmativa I está correta;
b. Apenas a afirmativa III está correta;
c. Apenas as afirmativas II e III estão corretas;
d. Apenas as afirmativas I e III estão corretas;
e. Todas as afirmativas estão corretas.

2. Com relação à cárie dentária, analise a alternativa CORRETA:


a. A cárie é uma doença de caráter multifatorial e é, usualmente, aguda;
b. O aparecimento da cárie, em um determinado indivíduo depende inteiramente da dieta consumida;
c. Dos microrganismos cariogênicos, os lactobacilos são os principais responsáveis pela iniciação da cárie;
d. A cárie se estabelece na boca alguns anos antes do aparecimento dos seus sinais clínicos.

3. Dos itens abaixo o que NÃO pode ser considerado um substituto do açúcar é:

a. Xilitol
b. Sorbitol
c. Aspartame
d. Sacarina
e. Frutose

4. (Ministério da Saúde) Em relação à microbiologia da doença cárie é correto afirmar que:


s
17 89 nde

a. a sacarina e o aspartame podem ser transformados em ácidos pelos microrganismos orais.


06 -48
e

b. devido ao metabolismo limitado das bactérias orais o açúcar é a única fonte de energia da microbiota ora.l
1) 99 M
7
16
(2 35. lar

c. os estreptococos orais são capazes de adaptar seus metabolismos de açúcar para trabalhar tanto em condições
98 3.
i
Te F: ila P

1-

anaeróbias quanto aeróbias.


C isc

d. os polissacarídeos extracelulares dificultam a retenção e agregação da placa à superfície do dente.


1
Pr

e. os primeiros microrganismos da boca que podem ser isolados durante as primeiras semanas após o nascimento são os
P
l:

lactobacilos.

5. (CBMERJ/2001) O microorganismo associado aos estágios mais avançados da doença cárie é o:


a. Streptococcus mutans
b. Porfiromonas intermédia
c. Streptococcus aureus
s
17 89 nde

dd lactobacillus
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar

6. (Sesc/2001) Na estrutura e formação da placa bacteriana dental cariogênica, na fase de instalação da doença temos
98 3.
i
Te PF: ila P

1-

como principal microorganismo:


isc

a. Clostridium botulium
Pr

13
C
l:

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b. Lactobacillus acidophilus
c. Echerichia colia
d. Streptococcus aureus
e. Streptococcus mutans

7. (CBMERJ/2000) Dos itens abaixo, qual o que não atua no mecanismo protetor natural contra a cárie dentária:
a. pH salivar
b. Conteúdo de cálcio e fosfato
c. Velocidade do fluxo salivar
d. Capacidade tampão
e. Conteúdo de sódio e potássio

8. (CBMERJ/2001) Com relação às cáries de superfície oclusal é correto afirmar:


a. a perda mineral do dente para o meio começa a ocorrer quando o ph baixa de 7,5.
b. a progressão das lesões de cárie não se dá no fundo das fóssulas e fissuras e sim em sua entrada, nas paredes laterais.
1- 7-4 s
17 89 nde

c. o flúor não interfere na perda mineral quando o ph baixa de 5,5 ou 4,5.

1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e

d. a placa bacteriana localizada no fundo dos sulcos é a responsável pelo desenvolvimento e progressão das lesões, sendo
1) 99 M

06 8
e
16

1) 99 M
(2 35. lar

altamente ativa.

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
e. a saliva não interfere no processo de formação de cárie de cicatrículas e fissuras, já que seu acesso as regiões de

i
ila

Te PF: ila P
isc

progressão da lesão é precário.

isc
Pr

1
F

Pr
P
C
l:

C
Te

9. (FAB 2009) Considerando-se que uma vez eliminados os fatores determinantes da doença cárie, mesmo lesões

l:
localizadas em dentina podem estacionar, o tratamento restaurador da cavidade de cárie NÃO está indicado quando:
a. a cavidade tem localização e forma que permitem a remoção regular da placa.
b. a localização da cavidade é esteticamente favorável.
c. a localização da cárie é proximal e o dente vizinho está presente.
d. o dente não apresenta sensibilidade térmica ou a elementos açucarados.

10. (FAB 2009) Em relação aos aspectos microscópicos da cárie de esmalte, relacione as colunas e assinale a alternativa
que contém a seqüência correta:
( ) apareciemento do corpo da lesão
( ) aparecimento da mancha branca
( ) estabele-se a zona translúcida
( ) surge a zona escura
( ) ocorre a formação de cavidade
( ) a lesão pode ser visualisada radiograficamente
a. 3-4-1-2-6-5
b. 1-4-3-2-5-6
c. 2-1-4-5-3-6
d. 1-2-4-6-3-5

11. (Petrobrás 2005) As concentrações ideais de fluoreto de sódio para controle da cárie dentária, na dentição mista, em
soluções para bochechos semanais e diários, respetivamente são:
a. 0,2% e 0,02%
b. 0,2% e 0,05%
c. 0,5% e 0,02%
d. 0,6% e 0,02%
e. 0,8% e 0,04%
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M

12. (Exército 2001) Acidentes fatais pela ingestão de flúor por crianças têm sugerido precaução maior para as doses de
7
16
(2 35. lar

toxicidade. Para maior segurança, a dose chamada de provavelmente tóxica (DPT), foi estimada em:
98 3.
i
Te F: ila P

1-

a. 2,0 mg/Kg
C isc
1

b. 3,0 mg/Kg
Pr
P

c. 4,0mg/Kg
l:

d. 5,0mg/Kg

13. Considerando-se a composição química dos alimentos que contém açúcares, o mais cariogênico é:
a. Sacarose
b. Glicose
c. Lactose
s
17 89 nde

d. Frutose
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P

1-

14. A eliminação ou a redução da infecção por estreptococos cariogênicos tem sido obtida através de diferentes
isc

1
Pr

abordagens. Dentre estas abordagens temos: 14


C
l:

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Cariologia – Odonto Marinha 2023 – Prof.ª. Mariangela Maia
a. Bochechos com clorexidina em alta concentração (20%), diariamente.
b. Bochechos diários com flúor a 0,5%.
c. Profilaxia oral diária em consultório dentário.
d. Mudança nas condições ecológicas da placa pela restrição do consumo desacarose.
e. NRA

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

1- C 2- D 3- E 4- C 5- D 6- E 7- E
8- B 9- C 10- A 11- B 12- C 13- A 14- D
1- 7-4 s
17 89 nde

1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M

06 8
e
16

1) 99 M
(2 35. lar

16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi

98 3.
i
ila

Te PF: ila P
isc

isc
Pr

1
F

Pr
P
C
l:

C
Te

l:
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te F: ila P

1-
C isc
1
Pr
P
l:

s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P

1-
isc

1
Pr

15
C
l:

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