Cariologia
Cariologia
Mariangela Maia
CARIOLOGIA
• Doença cárie: manifestações clínicas, diagnóstico e terapêutica
Modelo Cirúrgico-restaurador:
Diagnóstico das cavidades seguido da remoção de tecido cariado e confecção das restaurações. Forma mecanizada de
tratar uma doença infectocontagiosa, tratando todos os indivíduos da mesma maneira. Modelo fracassou, pois ao invés de
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propiciar controle da doença, era comum observar ocorrência de novas lesões em dentes com restaurações recentes.
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Não considerava a etiologia da doença
i
ila
Te PF: ila P
isc
isc
Pr
1
F
Pr
Princípios de preparo: GV Black – preparos com forma geométrica pré-estabelecida, extensão para prevenção,
P
C
l:
C
tratamentos mais complexos de forma repetitiva.
Te
l:
Modelo de Promoção de Saúde (atuação atual):
• Verificação da atividade da doença
• Adoção de medidas educacionais e preventivas com intuito de proporcionar um equilíbrio entre o processo des-re do
tecido dental impedindo a progressão da doença.
O procedimento restaurador tem objetivo de restaurar forma, função ou estética eventualmente comprometidas
pela presença de cavidades de cárie e tratar de forma não invasiva, quando possível, as lesões iniciais de cárie. Os
materiais restauradores diretos utilizados anteriormente eram basicamente o amálgama de prata, o cimento de silicato e
as resinas acrílicas. Com o advento da técnica do condicionamento ácido, não temos a necessidade de realizar preparos
retentivos.
A cárie dentária é uma doença complexa causada pelo desequilíbrio no balanço entre o mineral do dente e o fluido do
biofilme. O micro ecossistema bacteriano do biofilme dental apresenta uma série de características fisiológicas. A
produção de ácido por meio da metabolização de nutrientes pelas bactérias do biofilme e consequente baixa do pH é o
fator responsável pela desmineralização do tecido dentário que pode resultar na formação da lesão de cárie. É importante
ressaltar, no entanto, que o processo de desmineralização que ocorre na superfície dentária na presença de carboidratos
fermentáveis é um processo fisiológico.
Thylstrup e Birkeland (1986) descreveram que os sinais da doença cárie pode ser distribuídos em uma escala que inicia
com a perda mineral em nível ultra estrutural até a total destruição do dente (FIG. 1).
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1-
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A cárie dentária é uma doença multifatorial na qual várias características genéticas, ambientais e
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comportamentais interagem. Fejerskov e Manji elucidaram os diversos fatores determinantes do processo de doença cárie
7
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1-
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- Fatores que atuam no nível da superfície dentária (círculo interno) - determinantes biológicos ou proximais;
1
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C
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1- 7-4 s
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Te PF: ila P
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Pr
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F
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1. (Rio de Janeiro/RJ – 2009 – SPDM) A cárie é uma doença multifatorial. Assinale os fatores associados a sua
P
C
l:
C
etiologia:
Te
l:
a. Nutrição, escolaridade e cultura.
b. Dieta, hospedeiro (hereditariedade) e clima.
c. Microbiota, virulência e período prodrômico.
d. Hospedeiro (suscetibilidade), microbiota e dieta.
CÁRIE É UMA DOENÇA TOTALMENTE CONTROLÁVEL SE INTERFERIRMOS COM OS FATORES CAUSAIS NECESSÁRIOS E
DETERMINANTES DO SEU DESENVOLVIMENTO: Uma vez que um adequado controle de biofilme seja estabelecido, ou o
indivíduo modifique seus hábitos alimentares com a adoção de uma dieta com consumo moderado de carboidratos, o
equilíbrio entre os processos de des-remineralização se reestabelece, e a perda mineral é controlada.
1-
As lesões que se estabelecem no esmalte/cemento/dentina hígidos são denominadas lesões de cárie primárias e
l:
as lesões de cárie que se desenvolvem adjacentes a restaurações são denominadas de cárie secundária. As lesões de cárie
secundárias são simplesmente lesões que se desenvolvem adjacentes às margens de restaurações. É importante ressaltar
que a etiologia da lesão de cárie secundária é a mesma da lesão de cárie primária. Cárie residual é tecido
desmineralizado deixado embaixo da restauração.
s
1-
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1
Pr
2
C
l:
2. O diagnóstico visual e tátil da doença da cárie são os métodos mais antigos e mais utilizados. A partir de seus
conhecimentos sobre o assunto, relacione as colunas seguintes e assinale a alternativa que corresponde à correta relação,
apresentando a sequência numérica de cima para baixo:
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( 1 ) Lesão de cárie ativa (Mancha branca).
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( 3 ) Lesão de cárie ativa com cavitação.
(2 35. lar
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( 4 ) Lesão de cárie inativa com cavitação.
ila
Te PF: ila P
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Pr
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F
Pr
P
( ) Coloração clara, fundo amolecido e apresentando mancha branca opaca e rugosa nos bordos.
C
l:
C
Te
( ) Pode apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, esmalte brilhante, liso e polido.
l:
( ) Apresenta-se opaca e rugosa.
( ) Coloração escura, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e sem halo de mancha branca opaca e rugosa
nas suas extremidades.
a. 3-2-1-4.
b. 4-2-1-3.
c. 3-1-2-4.
d. 4-1-2-3.
3. (Marinha – 2004) Segundo Burnet Jr. e Conceição, dentre os métodos de diagnóstico de cárie, encontra-se o visual e
o tátil. Ao apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, superfície de esmalte brilhante, lisa ou polida, a lesão é
conhecida como:
a. Mancha branca ativa.
b. Cavidade inativa.
c. Mancha branca inativa.
d. Cavidade ativa.
e. Mancha específica ativa.
4. (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – 2017 – COMPERVE) O método ideal para diagnóstico de lesões de
cárie é aquele que diferencia as lesões cavitadas das não cavitadas e as ativas das inativas. Nesse sentido, o método
visual/táctil é o único disponível. O diagnóstico por meio desse método é possível quando se observam as
características clínicas das lesões inativas de esmalte e de dentina, as quais são, respectivamente:
a. Lisas, brilhantes e polidas; lisas, brilhantes, endurecidas e escuras.
b. Opacas, rugosas e porosas; amolecidas, lisas e amareladas.
c. Brilhantes e endurecidas; polidas, endurecidas e opacas.
d. Endurecidas e lisas; escuras, endurecidas, amareladas e polidas.
s
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5. (Aeronáutica - 2013) Caracteriza-se pela coloração escurecida, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e
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sem halo esbranquiçado nos bordos da cavidade. Tal descrição refere-se à lesão de cárie:
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i
Te F: ila P
a. oculta.
1-
d. A placa bacteriana localizada no fundo dos sulcos é a responsável pelo desenvolvimento das lesões, sendo altamente
7
16
(2 35. lar
ativa.
98 3.
i
Te PF: ila P
1-
e. A saliva não interfere de forma marcante no processo de formação de cárie nos sulcos, já que seu acesso à região é
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precário.
Pr
3
C
l:
A lesão de cárie coronária inicia-se no esmalte. O esmalte é considerado o tecido de maior dureza do corpo
humano, apresentando em sua estrutura 96% de conteúdo mineral, na forma de cristais de apatita, e 4% de água e
proteínas. Quando o dente é coberto por biofilme, e ocorre um desequilíbrio nas trocas iônicas entre o mineral do
esmalte e o fluido do biofilme, observamos modificações morfológicas na estrutura do esmalte dentário.
Histologicamente, a área de dissolução do esmalte é caracterizada pelo aumento da porosidade do tecido, formando uma
área denominada de zona translúcida externa. Esta área apresenta profundidade de aproximadamente 20 a 100μm.
Após duas semanas sem a remoção de biofilme, observam-se modificações estruturais no esmalte mais
pronunciadas. A erosão da superfície é caracterizada por microcavidades e porosidade aumentada.
O acúmulo de biofilme cariogênico sobre os cristais vai ocasionar diminuição do tamanho dos cristais e aumento
de porosidade do tecido. Esta primeira zona da lesão de cárie, como descrito acima, é a zona translúcida. Com a
intermitência no processo de desremineralização, a camada mais superficial da lesão sofre processo de remineralização
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fazendo com que os cristais aumentem de tamanho; entretanto, a porosidade desta zona é maior do que a do esmalte
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hígido (> 1%). Esta camada é denominada de zona superficial. Com a continuação do processo de desremineralização, a
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zona translúcida vai se internalizando acabando por se constituir na zona mais interna da lesão. No decorrer do processo
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ocorre a formação de mais duas zonas: a zona do corpo da lesão e a zona escura.
ila
Te PF: ila P
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F
Pr
P
Clinicamente, alguns autores subdividem a dentina cariada em dentina infectada e dentina contaminada. A
C
l:
C
Te
dentina infectada engloba a zona de peptonização e a zona de desmineralização superficial, e a dentina contaminada
l:
engloba a zona de desmineralização profunda e a zona de dentina hipermineralizada (esclerose de túbulos).
A superfície oclusal é a superfície que apresenta a maior prevalência de cárie, entretanto esta superfície é passível e
controle. A redução da cárie é bastante evidente; no Brasil, o último levantamento oficial demonstra 44% de indivíduos
livres de cárie na população de 12 anos de idade.
• O biofilme pode sofrer processo de calcificação. A formação de cálculo está relacionada com processo de deposição
mineral. A presença de cálculo na superfície oclusal pode ser considerada um selamento biológico, e ele não
necessariamente tem de ser removido.
• A lesão radicular inicia-se no cemento progredindo rapidamente para a dentina. As diferenças na resposta ao dano da
superfície oclusal da superfície radicular são diversas, uma vez que o cemento é um tecido com menor espessura
econteúdo mineral do que o esmalte.
Profilaxia prévia
Superfície seca
1-
C isc
1
Pr
P
l:
1-
isc
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Pr
4
C
l:
Associar o exame clínico ao radiográfico, principalmente nas superfícies oclusais e proximais. Em casos de
cavidade, realizar ainda o exame da consistência do tecido, ou seja, mole ou duro.
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Dificuldade de diagnóstico – caráter dinâmico do processo da doença (lesões microscópicas e subclínicas – métodos
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1 Pi
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auxiliares de diagnóstico)
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Te PF: ila P
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F
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C
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• Negativo verdadeiro – diagnóstico não confirmados pelo exame-padrão
• Falso-positivo – não diagnosticado, com exame-padrão mostrando positividade
• Falso-negativo – diagnóstico, com exame padrão mostrando negatividade
Exame radiográfico
Bom auxiliar diagnóstico
Qualidades:
• Permite proservar o desenvolvimento ou não da lesão
• Método não-invasivo
• Avaliar a profundidade da lesão em relação á câmara pulpar e ao espaço biológico
• Identifica lesões em sítios de difícil acesso, como espaços proximais e cavidades subgengivais
Limitações:
• Incapaz de detectar estágios precoces de desenvolvimento – sobreposição de estruturas mineralizadas
• Incapaz de detectar cavidades proximais – demonstra apenas perda mineral e não quebra de superfície
s
17 89 nde
1-
Interpretação correta requer conhecimento da histopatogenia da doença, visualização da situação clínica é a chave no
C isc
1
7. (Ji-Paraná/RO – 2018 – Instituto Brasileira de Apoio e Desenvolvimento Executivo) As lesões cariosas que, quando
l:
cavitadas, são rasas e largas, ditas como forma de “pires”, correspondem à cárie:
a. oclusal.
b. proximal.
c. lingual.
d. radicular.
s
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e. vestibular.
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e
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7
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8. (Aeronáutica – 2014) Em relação ao padrão e distribuição da cárie dental, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o
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i
Te PF: ila P
1-
que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
isc
1
Pr
5
C
l:
9. (Aeronáutica – 2012) O padrão de cárie dental é diferente de dente para dente e de superfície para superfície.
Assim sendo, analise as afirmativas abaixo.
I.A cárie radicular apresenta maior prevalência em pacientes jovens.
II.A perda mineral do dente para o meio ocorre quando o pH baixa de 4,5 ou 5,5.
III.A progressão de lesões cariosas proximais é um processo lento.
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17 89 nde
1- 7-4 s
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a. I e II.
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b. I e III.
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1 Pi
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c. II e III.
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Te PF: ila P
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d. II.
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F
Pr
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C
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C
Te
l:
10.(Aeronáutica - 2014) Em relação às manifestações clínicas da doença cárie, é correto afirmar:
a. lesões ativas em esmalte e dentina poderão ser paralisadas, quando o fator etiológico for removido.
b. no processo de desenvolvimento da cárie dental na superfície oclusal, a placa bacteriana localizada no fundo dos
acidentes anatômicos desempenha um papel de grande relevância.
c. as lesões cariosas nas superfícies proximais localizam-se, preferencialmente, na região mais oclusal / incisal e para
palatina / lingual do ponto de contato, devido ao maior acúmulo de placa bacteriana nessas áreas.
d. lesões cariosas radiculares são mais prevalentes em pacientes jovens, pois fatores como a retração gengival e
exposição da superfície radicular ao meio bucal são comuns em virtude de hábitos excessivos e inadequados de higiene
oral.
11.(Marinha -2017) Conforme Pereira et al. (2009), assinale a opção que apresenta um dos principais indicadores de
cárie dentária, devido à facilidade de obtenção e de interpretação, sendo também o indicador preconizado pela
Organização Mundial de Saúde (OMS) como guia para o monitoramento global de cárie dentária.
a. Índice de Cuidados Odontológicos (5,12 e 15-19 anos).
b. Multilação dentária (15-19, 35-44 e 65-74 anos).
c. Perda de primeiro molar permanente (12 anos).
d. CPOD aos 12 anos de idade.
e. Funcionalidade dentária.
EXAMES SALIVARES
s
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• Mastigar por 1 min goma de mascar sem açúcar ou dique de borracha ou parafina
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1-
2. Capacidade Tampão
s
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•
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Pr
3. Contagem bacteriana
Contagem de S. Mutans e Lactobacilos
• estimulação de saliva
• coleta da saliva
• saliva é levada ao meio de cultura
• estufa bacteriológica
• comparar com o modelo padrão do fabricante
S. mutans Lactobacilos
1- 7-4 s
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> 1.000.000 UFC/ml: alto risco (mutans milionário) > 100.000 UFC/ml: alto risco
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< 250.000 UFC/ml: baixo risco < 10.000 UFC/ml: baixo risco
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Pr
P
C
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C
Te
l:
• Diagnóstico radiográfico
• Eletrocondutividade
• Fluorescência
Foti
• Luz como método diagnóstico
• Luminosidade entregue via fibra-óptica, propagando-se para a superfície e estrutura dentária. As imagens resultantes
da distribuição da luz são usadas para o diagnóstico
• Áreas desmineralizadas são mostradas com coloração escura
• Boa opção para determinar cáries em dentina
• Não indicativo para lesões incipientes
• Não invasivo, rápido e fácil aplicação
1-
12. (EsSEx - 2014) O método de diagnóstico de cárie com auxílio da fluorescência a laser com uso de corantes é
C isc
conhecido como:
1
Pr
Elemento cariostático, interferindo no equilíbrio dinâmico entre a superfície mineral e os fluidos orais, diminuindo a
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i
1-
Efeito antienzimático
isc
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Pr
Efeito antimicrobiano 7
C
l:
Efeito dependente: do sal utilizado, concentração, pH, preparado, duração, frequência de aplicação
Fornecimento em alta frequência e baixa concentração – água fluoretada, dentrifícios, soluções para bochechos
Presença em níveis constantes na cavidade oral
O fluoreto tem sido mundialmente utilizado no controle de cárie, mas dúvidas ainda persistem quanto ao seu
mecanismo de ação. Possui alta afinidade pelo Ca e Fosfato presentes na saliva e no fluido do biforme - forma
fluorapatita (FA). A FA é um mineral menos solúvel do que a hidroxiapatita (HA) - reduz a desineralizaçao. Quando o
pH retorna a nível acima do crítico para dissolução da HA, o fluoreto promove ativação da remineralizaçao pela
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17 89 nde
1- 7-4 s
17 89 nde
precipitaçao de FA.
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1) 99 M
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16
• ÁGUA FLUORETADA
1) 99 M
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16
(2 35. lar
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1 Pi
• DENTIFRÍCIO FLUORETADO
98 3.
i
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Te PF: ila P
• SOLUÇÕES FLUORETADAS PARA BOCHECHO
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Pr
1
• PRODUTOS DE APLICAÇÃO PROFISSIONAL (GÉIS, ESPUMAS, VERNIZES)
F
Pr
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C
C
Te
l:
13. (Marinha - 2020) Segungo Fejerskov, Nyvad & Kidd (2017), tratamentos não operatórios são relevantes para o
controle da cárie dentária. Na maioria dos casos, os papéis da equipe odontológica são aconselhar, informar e
estimular a mudança comportamental do indivíduo. Sendo assim, constituem estratégias corretas de tratamento não
operatórios:
a. Tratamento restaurador atraumático, uso de estimuladores salivares e uso de fluoreto.
b. Controle da placa dental, uso de fluoreto e modifcação alimentar.
c. Uso de fluoreto, uso de estimulantes salivares e aplicação de selantes.
d. Uso de enxaguatório bucal, aconselhamento alimentar e tratamento restaurador atraumático.
e. Aplicação de selantes, uso de fluoreto e controle da placa dental.
Aplicação tópica
Soluções, géis e vernizes em altas concentrações para uso profissional
Frequência: condicionada à atividade cariogênica do paciente e comportamento das lesões
Soluções ou géis de Flúor em elevada concentração – tratamento de pacientes cárie-ativos, uso exclusivo profissional.
(2 35. lar
98 3.
i
Aplicação localizada restrita à lesão, ou generalizada, quando há uma disseminação das zonas de atividade da doença na
Te F: ila P
1-
cavidade bucal.
C isc
1
Pr
P
Modos de aplicação do gel de flúor: algodão sob isolamento relativo, moldeira ou escova – modo de aplicação ligado ao
l:
Fluorose
• Decorre da ingestão de flúor durante a formação dos dentes.
• Esmalte mais poroso - opacidade.
s
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• Relação dose-efeito.
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•
1-
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C
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BASES PARA O TRATAMENTO INDIVIDUAL
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• diagnóstico sobre os fatores etiológicos
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• instituição de uma terapêutica correta
(2 35. lar
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Te PF: ila P
• avaliação do tratamento
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F
Pr
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C
Te
l:
Mesmo com microorganismos viáveis na lesão, ela pára gradualmente assim que ela é isolada do meio bucal.
Corantes: fucsina básica 0,5% em propilenoglicol – grande afinidade por áreas de menor concentração de minerais.
Desaconselhada pois não é eficiente na identificação das camadas de dentina infectada e dificuldade da remoção
posterior em dentes anteriores, comprometendo resultado estético da restauração.
Reintervenções
Critérios para substituição de restaurações:
s
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• fratura de restauração
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7
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(2 35. lar
• fratura do dente
98 3.
i
Te F: ila P
1-
• problemas pulpares
1
Pr
• problemas periodontais
P
l:
Possibilidade de recontorno, selamento marginal, reparos (menor tempo clínico, baixo custo, fácil execução, mantém
estrutura dental sadia)
s
Reparo: maior desadaptação, com envolvimento dentinário (perda de forma e função de parte da restauração, lesão de
(2 35. lar
98 3.
i
cárie secundária ativa, defeitos causam problemas pulpares e periodontais, restauração não restabelece o contato
Te PF: ila P
1-
proximal).
isc
1
Pr
9
C
l:
• As lesões em esmalte ou dentina, em uma superfície intacta ou cavitada, podem ser detidas somente pelo controle da
placa, desde que a lesão possa ser acessada para limpeza
• As lesões na dentina abaixo de esmalte desmineralizado, mas não cavitado, são o resultado do metabolismo do
biofilme na superfície do dente. A superfície é acessível à limpeza, o que resulta na possibilidade de essas lesões
serem detidas. Elas nunca justificam a intervenção operatória
• Do mesmo modo, a lesão radicular pode ser detida em qualquer estágio, embora o cemento e a dentina tenham sido
invadidos por microrganismos muito antes do processo de cárie. As lesões dentinárias na coroa ou as radiculares
estabilizadas são infectadas sem que resulte em progressão
• A dentina é um tecido vital que contém processos odontoblásticos, precisando ser considerada junto com a polpa
• A dentina prepara uma defesa conduzida por células para as flutuações do pH do biofilme, resultando na mineralização
tubular e peritubular e da dentina terciária no limite dentinapolpa
• Na progressão lenta das lesões, as reações odontoblásticas gradualmente “ocluem” os túbulos e selam o caminho entre
o ambiente bucal e a polpa
1- 7-4 s
17 89 nde
1- 7-4 s
• As reações inflamatórias pulpares podem ocorrer mesmo quando a desmineralização está limitada ao esmalte
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1) 99 M
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• Na progressão rápida das lesões, os odontoblastos podem ser destruídos, o que resulta em caminhos tubulares abertos
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98 3.
na dentina
1 Pi
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Te PF: ila P
• Quando a invasão bacteriana penetra a dentina terciária, haverá, finalmente, uma polpa gravemente inflamada,
isc
isc
Pr
1
F
Pr
P
C
l:
C
Te
l:
GABARITOS
Questões dentro do conteúdo
1 – D Pág.3 2- A Pag. 4 3–C Pag.4 4 – A Pag.4 5–B Pag.4 6–B Pag. 5
7- A Pág. 7 8- F, V,V,V,F Pág 7 9- c Pág. 7 10- A Pág. 7 11- D Pág. 7/8 12 – D Pág. 9
13 – B Pág. 9 14 – F O O F Pág. 10
2. O fluoreto ou flúor, como é geralmente conhecido, é considerado um marco na Odontologia Preventiva. Em relação ao
efeito do fluoreto na produção de ácidos na placa bacteriana, pode-se afirmar que (Marinha 2007)
s
a. uma vez absorvido pelas bactérias, o fluoreto inibe a enzima enolase na via glicolítica, resultando, assim, em uma
17 89 nde
06 -48
e
1-
c. com a entrada de fluoretos na bactéria, não ocorre uma alteração na capacidade de regular o pH, o que pode ser
importante para ambientes ácidos
C isc
1
Pr
d. entre as bactérias típicas do processo de cárie, os Lactobacilli são mais sensíveis que os Streptococcus mutans frente
P
ao fluoreto
l:
e. Os íons flúor (F-) e hidrogênio (H+) formam HF (ácido fluorídrico), e, nesta forma, os fluoretos não penetram na
bactéria.
3. Levando em consideração Conceição et al., assinale a opção correta em relação aos métodos de diagnóstico das lesões
cariosas. (Marinha 2007)
s
17 89 nde
a. o método FOTI (fibra óptica por transluminação) mostra as regiões desmineralizadas com uma coloração clara.
06 -48
e
b. a fluorescência a laser, com uso de corantes, baseia-se na penetração de um corante fluorescente que serve como um
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
agente pigmentante da lesão, permitindo que o Laser de YAG proceda uma leitura mais apurada da superfície.
98 3.
i
Te PF: ila P
1-
c. a imagem radiográfica permite proservar o desenvolvimento ou não de uma lesão de cárie, é um método não invasivo e
isc
10
C
l:
4. Segundo Baratieri et al. (2001), assinale a opção correta em relação à cariologia. (Marinha 2009)
a. a transmissão da infecção cariogênica se dá horizontalmente entre as gerações e, usualmente, segue a vertente
matriarcal.
b. os dentes decíduos se comportam como reservatórios de estreptococos grupo mutans para a colonização dos primeiros
molares permanentes recém-erupcionados, sendo, portanto, uma fonte exógena de infecção cariogência.
c. a "hipótese ecológica da placa" tenta explicar como pode ocorrer a transição de uma microbiota que ostenta uma
relação comensal com o hospedeiro, ou seja, um estado de armistício, para uma outra que possa desenvolver uma relação
patogênica.
d. o cariograma consta de um círculo dividido em três setores, cada um representando fatores capazes de influenciar
fortemente na atividade cariogênica: a microbiota, a dieta e o hospedeiro.
1- 7-4 s
17 89 nde
e. Ha suspeitas de que a virulência dos estreptococos grupo mutans pode variar entre as diferentes cepas, e em todos os
1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
casos em que foram encontrados plasmídeos nesses microrganismos havia correlação com baixa atividade cariogênica.
1) 99 M
06 8
e
16
1) 99 M
(2 35. lar
16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi
98 3.
i
ila
5. Segundo Pinto (2008) com relação à utilização do flúor para prevenção da cárie, é correto afirmar que (Marinha 2011)
Te PF: ila P
isc
a. o efeito preventivo do sal fluoretado, mesmo sujeito a limites ótimos de dosagem é inferior ao da água fluoretada.
isc
Pr
1
F
Pr
b. o fluor adicionado ao leite não é completamente ionizado, resultando em efeitos tópicos pós-eruptivos inferiores em
P
C
l:
C
relação ao método de fluoretação da água.
Te
l:
c. uma das desvantagens do flúor-fosfato acidulado para aplicação tópica profissional em consultório é o potencial de
irritação gengival.
d. quanto ao uso de vernizes fluoretados, a profilaxia dentária prévia tem possibilitado resultados significativamente
superiores quando comparada à limpeza realizada pelos próprios pacientes por meio da escovação.
e. as soluções de fluoreto de estanhoso a 0,01% e fluoreto de sódio a 2% são indicadas para realização de bochecho em
intervalos semanais.
6. No que diz respeito à relação entre dieta e cárie, de acordo com a ABOPREV (2003), é correto afirmar que (Marinha 2011)
a. algumas lecitinas (proteínas encontradas nas plantas) têm a propriedade de reagir em constituintes salivares
dificultando a adesão bacteriana.
b. o amido e a frutose não têm potencial cariogênico, pois não são metabolizados pelas bactérias do grupo mutans
c. o leite humano possui menor teor de lactose do que o leite bovino, sendo portanto menos cariogênico.
d. alguns adoçantes não calóricos, tais como o aspartame e o sorbitol, inibem a síntese de polissacarídeos extracelulares
pela placa bacteriana.
e. o queijo exerce um papel sistêmico na prevenção da cárie por aumentar o fluxo salivar por meio da ação colinérgica
da caseína sobre a fisiologia das glândulas salivares.
7. Em relação a influência da saliva no processo patológico da cárie, de acordo com Kriger (2003), assinale a opção
correta (Marinha 2012)
a. a medição da capacidade tampão da saliva é realizada de maneira simplificada, adicionando-se 3mg de bicarbonato de
sódio a 0,005ml da saliva estimulada.
b. a secreção salivar é expressa em ml/min e considera-se baixo o valor < 7ml/min.
c. o fluxo salivar e a capacidade tampão da saliva são geralmente baixos em crianças.
d. indivíduos que apresentam secreção salivar baixa tem atividade cariogênica alta.
e. vários fatores salivares, como: aglutininas, bicarbonato, lactoperoxidase, lisozima, imunoglobulinas e ureia, afetam a
microflora cariogênica.
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
08. Analise os dados a seguir que descrevem uma técnica de teste salivar, segundo Kriger (2003). (Marinha 2013)
7
16
(2 35. lar
1-
• Resultados: Normal: 1 a 2 ml/min; Baixo < 1ml/min; Xerostomia < 0,2 ml/min
l:
09. Segundo Pereira et al. (2009), sobre o processo carioso e o mecanismo de ação do flúor na sua prevenção, é correto
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P
a. quando ocorre um processo carioso, ou seja, o biofilme presente na superfície dentária produz ácidos como bioproduto
isc
1
Pr
10. São opções de compostos de flúor recomendados para agregação á água de abastecimento público, exceto: (Marinha
2014):
a. fluoreto de cálcio
b. fluoreto de sódio
1- 7-4 s
17 89 nde
1- 7-4 s
c. ácido fluocissílico
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M
06 8
d. fluoreto estanhoso
e
16
1) 99 M
(2 35. lar
16
(2 35. lar
98 3.
e. fluossilicato de sódio
1 Pi
98 3.
i
ila
Te PF: ila P
isc
isc
Pr
11. O flúor tem papel decisivo no processo de reduzir a progressão das lesões de cárie ou a dissolução do esmalte,
:
1
F
Pr
P
atuando como elemento cariostático. De acordo com Conceição et al. (2007), sobre o flúor, é correto afirmar que:
C
l:
C
Te
l:
(Marinha 2018)
a. o flúor tem efeito antienzimático e antimicrobiano e, em altas concentrações, efeito bactericida.
b. o flúor interfere no equilíbrio dinâmico da interface entre a superfície mineral e os fluidos orais, aumentando a tensão
superficial da superfície dentária e, consequentemente, diminuindo a adesão de microrganismos a essa superfície.
c. o mecanismo de ação do flúor deve-se ao fornecimento em baixa frequência e alta concentração, seja pela água de
abastecimento, pelos dentifrícios, soluções para bochecho, entre outras formas.
d. O uso de soluções ou géis de flúor em elevada concentração 2% NaF (0,90% F) é uma opção vantajosa no tratamento dos
pacientes cárie-ativos, sendo de uso exclusivamente caseiro.
e. existe uma diferença significante, em termos de benefício, se o flúor for aplicado sob a forma de gel, solução ou verniz,
no paciente com atividade de cárie.
12. (Marinha 2018) A dentina alterada pelo processo carioso costuma apresentar uma zona superficial altamente infectada
e desorganizada. Segundo Baratieri et al. (2010), a conduta mais apropriada para remoção do tecido cariado consiste em:
a. remoção total do tecido cariado amolecido e dentina escurecida com pontas diamantadas esféricas em alta rotação com
refrigeração abundante.
b. remoção total do tecido cariado amolecido e dentina escurecida com brocas esféricas em baixa rotação, mesmo que a
cavidade esteja muito profunda e com risco de exposição pulpar.
c. avaliar a alteração de cor do substrato dentário é um bom parâmetro para orientar a remoção de tecido cariado.
d. a remoção do tecido cariado com brocas esféricas é o meio mais seguro de se conseguir uma cavidade estéril.
e. manter a dentina amolecida, associada ao selamento temporário, é biologicamente preferível do que arriscar uma
exposição pulpar.
13. (Marinha, 2022) De acordo com Fejerskov et al. (2017), sobre a progressão da cárie na dentina e a reação do complexo
dentina-polpa, analise as afirmativas abaixo:
s
17 89 nde
06 -48
( ) As lesões em esmalte ou dentina, em uma superfície intacta ou cavitada, podem ser detidas somente pelo controle da
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
1-
( )A dentina prepara uma defesa conduzida por células para as flutuações do pH do biofilme, resultando na mineralização
C isc
( ) As reações inflamatórias pulpares não ocorrem quando a desmineralização está limitada ao esmalte.
l:
( ) Quando a invasão bacteriana penetra a dentina terciária, haverá, finalmente, uma polpa gravemente inflamada,
seguida por necrose.
( ) Na progressão rápida das lesões, os odontoblastos podem ser destruídos, o que resulta em caminhos tubulares na
dentina.
Assinale a opção correta:
s
17 89 nde
a. V, V, V, V e F
06 -48
e
1) 99 M
7
b. V, F, V, F e V
16
(2 35. lar
98 3.
i
c. F, V, F, V e F
Te PF: ila P
1-
d. V, F, V, V e V
isc
1
Pr
e. V, V, F, V e F 12
C
l:
14. (Marinha, 2022) Segundo Lindhe et al. (2018), como é denominada a técnica de escovação que foi elaborada para o
massageamento e estimulação das gengivas, assim como para a limpeza das áreas cervicais dos dentes, na qual a cabeça da
escova é posicionada em uma direção oblíqua ao ápice da raiz com cerdas localizadas parcialmente na gengiva e na
superfície dos dentes, e na qual uma leve pressão, juntamente com movimento vibratório leve, é aplicada sobre o cabo,
sem que a escova seja deslocada de sua posição original?
a. Stillman
b. Charters.
c. Rotação.
d. Bass.
e. Esfregaço.
Questões Anteriores Marinha
1- C 2- A 3- C 4- C 5- B 6- A
1- 7-4 s
17 89 nde
1- 7-4 s
7- A 8- E 9- B 10- D 11- A 12- A
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M
06 8
e
13 - E 14 - A
16
1) 99 M
(2 35. lar
16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi
98 3.
i
ila
Te PF: ila P
isc
isc
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Pr
1
F
Pr
P
C
l:
C
Te
l:
1. Em relação à cárie dentária, analise as afirmativas a seguir:
I- Como o início e a progressão da cárie são resultantes de múltiplos fatores, a destruição cariosa pode se desenvolver sem
acúmulos localizados de bactérias orais na superfície do dente.
II- A doença cárie raramente é autolimitante e, na ausência de tratamento, progride até que o dente seja destruído.
III- A cárie pode afetar esmalte, dentina e o cemento.
a. Apenas a afirmativa I está correta;
b. Apenas a afirmativa III está correta;
c. Apenas as afirmativas II e III estão corretas;
d. Apenas as afirmativas I e III estão corretas;
e. Todas as afirmativas estão corretas.
3. Dos itens abaixo o que NÃO pode ser considerado um substituto do açúcar é:
a. Xilitol
b. Sorbitol
c. Aspartame
d. Sacarina
e. Frutose
b. devido ao metabolismo limitado das bactérias orais o açúcar é a única fonte de energia da microbiota ora.l
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
c. os estreptococos orais são capazes de adaptar seus metabolismos de açúcar para trabalhar tanto em condições
98 3.
i
Te F: ila P
1-
e. os primeiros microrganismos da boca que podem ser isolados durante as primeiras semanas após o nascimento são os
P
l:
lactobacilos.
dd lactobacillus
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
6. (Sesc/2001) Na estrutura e formação da placa bacteriana dental cariogênica, na fase de instalação da doença temos
98 3.
i
Te PF: ila P
1-
a. Clostridium botulium
Pr
13
C
l:
7. (CBMERJ/2000) Dos itens abaixo, qual o que não atua no mecanismo protetor natural contra a cárie dentária:
a. pH salivar
b. Conteúdo de cálcio e fosfato
c. Velocidade do fluxo salivar
d. Capacidade tampão
e. Conteúdo de sódio e potássio
1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
d. a placa bacteriana localizada no fundo dos sulcos é a responsável pelo desenvolvimento e progressão das lesões, sendo
1) 99 M
06 8
e
16
1) 99 M
(2 35. lar
altamente ativa.
16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi
98 3.
e. a saliva não interfere no processo de formação de cárie de cicatrículas e fissuras, já que seu acesso as regiões de
i
ila
Te PF: ila P
isc
isc
Pr
1
F
Pr
P
C
l:
C
Te
9. (FAB 2009) Considerando-se que uma vez eliminados os fatores determinantes da doença cárie, mesmo lesões
l:
localizadas em dentina podem estacionar, o tratamento restaurador da cavidade de cárie NÃO está indicado quando:
a. a cavidade tem localização e forma que permitem a remoção regular da placa.
b. a localização da cavidade é esteticamente favorável.
c. a localização da cárie é proximal e o dente vizinho está presente.
d. o dente não apresenta sensibilidade térmica ou a elementos açucarados.
10. (FAB 2009) Em relação aos aspectos microscópicos da cárie de esmalte, relacione as colunas e assinale a alternativa
que contém a seqüência correta:
( ) apareciemento do corpo da lesão
( ) aparecimento da mancha branca
( ) estabele-se a zona translúcida
( ) surge a zona escura
( ) ocorre a formação de cavidade
( ) a lesão pode ser visualisada radiograficamente
a. 3-4-1-2-6-5
b. 1-4-3-2-5-6
c. 2-1-4-5-3-6
d. 1-2-4-6-3-5
11. (Petrobrás 2005) As concentrações ideais de fluoreto de sódio para controle da cárie dentária, na dentição mista, em
soluções para bochechos semanais e diários, respetivamente são:
a. 0,2% e 0,02%
b. 0,2% e 0,05%
c. 0,5% e 0,02%
d. 0,6% e 0,02%
e. 0,8% e 0,04%
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
12. (Exército 2001) Acidentes fatais pela ingestão de flúor por crianças têm sugerido precaução maior para as doses de
7
16
(2 35. lar
toxicidade. Para maior segurança, a dose chamada de provavelmente tóxica (DPT), foi estimada em:
98 3.
i
Te F: ila P
1-
a. 2,0 mg/Kg
C isc
1
b. 3,0 mg/Kg
Pr
P
c. 4,0mg/Kg
l:
d. 5,0mg/Kg
13. Considerando-se a composição química dos alimentos que contém açúcares, o mais cariogênico é:
a. Sacarose
b. Glicose
c. Lactose
s
17 89 nde
d. Frutose
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P
1-
14. A eliminação ou a redução da infecção por estreptococos cariogênicos tem sido obtida através de diferentes
isc
1
Pr
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1- C 2- D 3- E 4- C 5- D 6- E 7- E
8- B 9- C 10- A 11- B 12- C 13- A 14- D
1- 7-4 s
17 89 nde
1- 7-4 s
17 89 nde
06 8
e
1) 99 M
06 8
e
16
1) 99 M
(2 35. lar
16
(2 35. lar
98 3.
1 Pi
98 3.
i
ila
Te PF: ila P
isc
isc
Pr
1
F
Pr
P
C
l:
C
Te
l:
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te F: ila P
1-
C isc
1
Pr
P
l:
s
17 89 nde
06 -48
e
1) 99 M
7
16
(2 35. lar
98 3.
i
Te PF: ila P
1-
isc
1
Pr
15
C
l: