Ministério Da Educação Universidade Federal de Mato Grosso
Ministério Da Educação Universidade Federal de Mato Grosso
LICENCIATURA
2020 – 2026
Campus Sinop
2019
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
LICENCIATURA
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO
I – INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 6
Histórico do curso............................................................................................................... 7
O Projeto Pedagógico busca contemplar a nova visão de mundo, expressa no novo paradigma
de sociedade e de educação, garantindo a formação global e crítica para os envolvidos no
processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania, bem como sujeitos de
transformação da realidade, com respostas para os grandes problemas contemporâneos. Assim,
o Projeto Pedagógico, como instrumento de ação política, deve propiciar condições para que o
cidadão, ao desenvolver suas atividades acadêmicas e profissionais, paute-se na competência e
na habilidade, na democracia, na cooperação, tendo a perspectiva da educação/formação em
contínuo processo como estratégia essencial para o desempenho de suas atividades.”
(ForGRAD, 1999:11).
6
Por se tratar de curso de Licenciatura, é ofertada a disciplina Língua Brasileira de Sinais –
Libras, como disciplina curricular obrigatória conforme estabelece o Decreto nº 5626 de 22 de
dezembro de 2005 em seu Art. 3º.
O PPC apresentado contempla os objetivos gerais do curso, as suas peculiaridades, sua matriz
curricular e a respectiva operacionalização, a carga horária das atividades didáticas e da
integralização do curso, a concepção e a composição das atividades de estágio curricular, a
concepção e a composição das atividades teórico práticas.
Contudo, necessário ressaltar que os currículos devem ser atualizados com certa regularidade,
pois as transformações contemporâneas a todo o momento nos apresentam novos estudantes,
novos professores, novas tecnologias, novas profissões e, enfim, novas perspectivas de mundo.
Ou seja, diversos aspectos da realidade concreta que precisam ser incorporados à formação dos
profissionais e à Universidade. Portanto, as atualizações dos projetos pedagógicos são
desejáveis para que suas propostas se adéquem às constantes mudanças socioculturais,
acadêmicas, tecnológicas, entre outras.
A matriz prevê um ciclo de disciplinas de estudo de caso, em que a prática está intimamente
aliada à teoria e em que se oportuniza o contato com temas mais atuais que envolvem formação
de professores para a Educação Básica. A matriz curricular inseri na grade um rol de disciplinas
optativas, a possibilitar escolhas para uma formação diversa como opção do estudante.
Histórico do curso
7
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), desde a sua criação em 1970, tem assumido
a Interiorização do ensino de graduação, como uma de suas políticas prioritárias. Única
instituição federal de ensino superior e durante muitos anos, única universidade no estado, a
UFMT tem marcado presença em todas as regiões de Mato Grosso, um território de mais de
900 mil quilômetros quadrados.
A UFMT tem procurado contribuir efetivamente com o desenvolvimento regional, atuando nas
áreas de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão, mantendo os Campi de
Cuiabá, Rondonópolis (em processo de criação da Universidade Federal de Rondonópolis),
Médio Araguaia, Várzea Grande e Sinop. A UFMT conta também com Centros de Apoio em
cidades consideradas polos regionais onde são desenvolvidos cursos temporários de graduação
à distância e graduação especiais1, além das atividades de educação continuada.
A riqueza metodológica da proposta tem como base a perspectiva crítica alicerçada na ação-
reflexão-ação da prática pedagógica do futuro professor, em cujo contexto se propõe produzir
1
Cursos oferecidos em turma única nos Centros de Apoio da Universidade Federal de Mato Grosso.
8
ambiente para a formação do professor-pesquisador. A pesquisa educacional deve ser realizada
tanto em sua formação inicial quanto na formação continuada.
A região norte do estado de Mato Grosso, bem como todo o estado, possui uma grande carência
de docentes para atuação na área de Ciências Naturais e Matemática na educação básica,
destacando a carência de profissionais formados nesta área. Nesse sentido, a UFMT tem se
proposto a participar do esforço coletivo para a formação de professores, em consonância com
os programas de governo que visam consolidar o novo momento de desenvolvimento da
educação: Programa de Desenvolvimento da Educação em suas diretrizes e metas.
9
parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) e com a Universidade do Estado de
Mato Grosso (UNEMAT), indicou a deficiência de professores com formação específica nas
áreas correlatas ao curso. Na sociedade do conhecimento, os investimentos em capital humano
se tornam imprescindíveis e, cada vez mais, prementes para a construção de uma sociedade
mais justa, equânime, democrática, que pode ser alicerçada com investimentos no setor
educacional, onde o investimento na Educação é, no mundo atual, uma imposição para a
sobrevivência de um país, que busque garantir qualidade de vida para seus cidadãos.
O Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química, licenciatura, dada a sua própria natureza
epistemológica, se desafia a consolidar a formação do professor de ciências naturais. Nesse
sentido, o presente curso se propõe a dar uma formação interdisciplinar tal que o aluno, ao
concluir todo o curso, possa atuar como professor de ciências e matemática para o ensino
fundamental e Química para o ensino médio, cumprindo assim com sua função social de
democratização da educação superior e de desenvolvimento social, cultural e tecnológico, e
também com seu papel em qualificar professores em nível superior para o Ensino Fundamental
e Médio.
Com o advento da Resolução CNE 002 de 1º de Julho de 2015, que busca de maneira mais
prática uniformizar os cursos de licenciatura em todo território Nacional, bem como a resolução
CONSEPE 118 de 10 de novembro de 2014, a presente proposta de alteração do PPC do curso
de Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática – Química do Câmpus Universitário de
Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso, se fez necessária, sendo então formulada a
presente proposta, buscando a equidade, dentro das características regionais e demandas locais,
estando assim o presente curso em consonância com as legislações vigentes.
10
Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação; no caso, presencial, segundo INEP, de
outubro 2017.
As características básicas do curso são mantidas quanto aos objetivos gerais e específicos, perfil
profissional do egresso, formas de ingresso, tempo de duração, tempo máximo para
integralização curricular.
11
I– ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
O Câmpus Universitário de Sinop - UFMT de Sinop iniciou suas atividades em julho de 2006
e, atualmente conta com 11 (onze) cursos de graduação: Agronomia, Engenharia Florestal,
Engenharia Agrícola e Ambiental, Zootecnia, Farmácia, Enfermagem, Medicina Veterinária,
Medicina, Ciências Naturais e Matemática – Física, Ciências Naturais e Matemática –
Matemática e Ciências Naturais e Matemática – Química, e 3 (três) cursos de pós-graduação
Strictu Sensu: Pós-Graduação em Agronomia, Pós-Graduação em Zootecnia e Pós-Graduação
em Ciências Ambientais
O Câmpus atualmente conta com 239 docentes efetivos e 34 docentes contratados e 99 técnicos
administrativos e de laboratórios, além de uma equipe de servidores terceirizados, oferecendo,
anualmente 811 vagas de ingresso e 2632 alunos regularmente matriculados em seus cursos de
graduação e conta, atualmente, com 139 alunos regularmente matriculados em seus cursos de
pós-graduação.
Na UFMT, dentre as áreas compreendidas como prioritárias para atuação constam: Saúde,
Ciências Humanas e Sociais, Ciências Agrárias, Educação e Ciências Exatas e Tecnológicas,
com ênfase na área ambiental. Especificamente no Câmpus Universitário de Sinop, propõem-
se como áreas prioritárias para a atuação da UFMT: Ciências da Saúde, Ciências Agrárias,
12
Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências da Educação, onde está inserido o curso de Ciências
Naturais e Matemática – Química.
A presença da UFMT na região norte do estado tem como perspectiva atender as necessidades
dos diversos segmentos da sociedade com base na educação superior, extensão e pesquisa, em
busca de constante viabilização de soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço
rural, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias. Em razão
da vocação econômica e sociocultural, o Câmpus investirá na consolidação de graduações
relacionadas à agropecuária, à saúde, ao meio ambiente e à formação de professores, em áreas
bastante ausentes na região.
Também estabelece como missão “Formar e qualificar profissionais nas diferentes áreas,
produzir conhecimentos e inovações tecnológicas e científicas que contribuam
significativamente para o desenvolvimento regional e nacional.”, almejando “tornar-se
referência nacional e internacional como instituição multicampi de qualidade acadêmica,
consolidando-se como marco de referência para o Desenvolvimento sustentável da região
central da América do Sul, na confluência da Amazônia, do Cerrado e do Pantanal”. A
UFMT/Sinop deve desempenhar suas atividades na região amazônica do estado.
O Câmpus Universitário de Sinop propõem-se como áreas prioritárias para a atuação da UFMT:
Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências da Educação
– onde está inserido o curso de Ciências Naturais e Matemática – Química.
13
de pesquisa na UFMT, apoio à formação de novos pesquisadores e articulação com o
desenvolvimento regional.
A universidade possui ainda programas de monitoria e de tutoria, que objetivam contribuir para
o melhor desempenho dos estudantes, bem como melhorar o índice de aprovação em
determinado componente curricular, aprofundando e reforçando os conhecimentos teórico-
práticos e propiciando uma formação acadêmica mais ampla ao estudante monitor, além de
incentivar o interesse pela docência.
A região norte do estado de Mato Grosso, bem como todo o estado, possui uma grande carência
de docentes para atuação na área de Ciências Naturais, Matemática, Física e Química na
educação básica, destacando que quase não existem profissionais formados nesta área. Por esse
motivo as aulas são na maioria das vezes ministradas por profissionais de outras áreas ou por
pessoas sem formação em nível superior, o que prejudica o aprendizado dos alunos interferindo
significativamente na qualidade de ensino da região. A implantação do curso de Ciências
Naturais e Matemática com as habilitações em Matemática, Física e Química tem contribuído
para a minimização deste grave problema social do nosso País e em especial da nossa Região.
14
o regime de crédito semestral, considerando 1 (um) crédito como 16 (dezesseis) horas de
trabalho acadêmico, teórico ou prático, conforme Art. 9º da referida Resolução.
Conforme anteriormente explanado, o curso de será regido por crédito semestral, entretanto
com apenas 1 (uma) entrada anual dos estudantes, no início de cada ano letivo, dispondo de 57
(cinquenta e sete) vagas destinadas a alunos ingressantes.
Dimensão das turmas: Aulas teóricas com o máximo de 57 alunos, Aulas Práticas com o
máximo de 30 alunos.
15
1.1.4 Objetivos do curso
Uma vez que a relevância das licenciaturas tem sido justificada pelas insistentes análises de
profissionais da educação, a formação proposta objetiva concretizar a formação do professor
de Ciências Naturais e Matemática, numa proposta epistemológica em que se resgate a unidade
do saber científico numa dimensão interdisciplinar e transdisciplinar, a fim de desenvolver as
competências e habilidades básicas da cidadania, capacidade de participação e de tomada de
decisão, bem como os saberes, tanto de conteúdos quanto metodológicos, necessários à
docência na área de atuação correspondente.
O presente curso se propõe a dar uma formação inicial interdisciplinar tal que ao concluir todo
o curso possa atuar como professor de Ciências da Natureza e Matemática na Educação Básica
numa dimensão inter e transdisciplinar que possibilite diálogos entre as componentes
curriculares.
16
1. Ser capaz de abordar questões cotidianas sobre um prisma científico, produzido com base
nas percepções construídas historicamente nas diversas áreas específicas das Ciências
Naturais e Matemática, ciente de que sua abordagem é uma das possíveis.
2. Estabelecer com os livros, didáticos ou não, uma relação dialógica, crítica, colocando-se
perante os autores como alguém também capaz de elaborar as próprias argumentações e de
debater ideias com aquelas apresentadas nos livros.
4. Ter uma visão crítica em relação ao papel social da ciência e de sua natureza
epistemológica, compreendendo seu processo histórico-social de construção.
17
1.1.6 Estrutura curricular
A estrutura curricular atende ao que preceitua a Resolução CNE/CP Nº 02/2015 que define que
os cursos de formação inicial de professores, respeitadas a diversidade nacional e a autonomia
pedagógica das instituições, devem constituir-se dos três núcleos.
• Núcleo III: estudos integradores para enriquecimento curricular, por meio da iniciação
científica, da iniciação à docência, da extensão e da monitoria, entre outras.
Considerando o exposto acima, e a carga horária mínima estabelecida pelo parecer CNE/CP
2/2015 para cada atividade, o curso totaliza 3208 (três mil duzentas e oito) horas, sendo:
• 3.008 (três mil e oito) horas dedicadas às atividades formativas estruturadas pelos
núcleos I e II (aqui denominados: núcleo comum e módulo sequencial,
respectivamente);
18
A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a
interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total
(em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática.
19
Quadro : Equivalência de Eixos articuladres no PPC e Núcleos conforme Res. CNE/CP
02/2015.
20
1.1.6.1 Matriz curricular
ARTICULADOR
T Teórica
requisito
requisito
EIXOS
Teórica
ES
TOT
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular Optativo/ U.A.O
Pré-
Co-
PD
PD
Obrigatório
1° Eixo - Conceitos e Princípios das Ciências Naturais
21
Números Complexos,
Polinômios e Equações OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Algébricas.
Vida e o Mundo Biológico OBR ICNHS 64 - - - 64 4 - - - 4 - -
Aspectos Cinéticos e
Energéticos das OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Transformações Químicas
Sistemas Lineares,
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Matrizes e Vetores
Cálculo II OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Matemática Financeira OBR ICNHS 16 - - - 16 1 - - - 1 - -
Ciência, Tecnologia,
Sociedade e Meio OBR ICNHS 64 - - - 64 4 - - - 4 - -
Ambiente
Corpo Humano e
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Processos Evolutivos
SUBTOTAL: 880 - - - 880 55 - - - 55
Antropologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
2° Eixo - Fundamentos da
História da Educação -
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Profissão Professor
Produção de Texto e
OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Educação
Leitura
Filosofia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Currículo OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Fundamentos de Psicologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Libras I OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Sociologia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Libras II OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
SUBTOTAL: 336 - - - 336 21 - - - 21
22
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
3° Eixo - Instrumentação para Prática Pedagógica
Educativas I
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Educativas II
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas III
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas IV
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química I
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas V
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química II
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas VI
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química III
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química IV
SUBTOTAL: - - 400 - 400 - - 25 - 25
Estágio Supervisionado I OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 - -
Estágio
4° Eixo - Estágio
Supervisionado
Química
24
Disciplinas Optativas*** OBR ICNHS 96 - - - 96 6 - - - 6 - -
SUBTOTAL: 608 160 - - 768 38 10 - - 48
SUBTOTAL NÚCLEOS 1952 560 400 - 2912 122 35 25 - 182
Atividades Teórico-práticas OBR 200 12,5
Concluído
Trabalho de Conclusão de Curso OBR 96 96 6 120
créditos
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3208 200,5
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
*** O acadêmico terá que cumprir um mínimo de 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas optativas, a sua livre escolha, contabilizando a carga
horária mínima estabelecida
requisito
requisito
Teórica
Teórica
Componente Curricular U.A.O
TOT
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Pré-
Optativa/
Co-
PD
PD
Obrigatória
25
1.1.6.2 Proposta de Fluxo curricular
O curso de Ciências Naturais e Matemática - Química tem uma carga horária de 3.208 (três mil
duzentos e oito) horas a ser integralizada em oito semestres e com o prazo máximo de
integralização em 12 semestres, distribuídos conforme a proposta de fluxo curricular a seguir.
Ressalta-se ainda, que práticas como componente curricular e as atividades de estágio
supervisionado podem ocorrer em outros períodos devido à dinâmica das instituições de
educação básica.
26
PERÍODOS Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
de Ciências e Matemática
Cosmologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Estrutura Físico-Química da Terra OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Biomas OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Filosofia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Currículo OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Seminário de Práticas Educativas II OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
SUBTOTAL: 320 - 32 - 352 20 - 2 - 22
27
PERÍODOS Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
28
PERÍODOS Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
29
PERÍODOS Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
31
1.1.7 Conteúdos curriculares
Por trazer a prática pedagógica como uma dimensão fundamental na construção do currículo,
não há, na matriz curricular do curso, disciplinas tradicionais em cursos de formação como:
didática, estrutura e funcionamento do ensino, prática de ensino e estágio supervisionado, uma
vez que as abordagens e discussões de conteúdos ligados a essas especialidades se dão no
interior de cada área de conhecimento trabalhada no curso e nas atividades teóricas-práticas
desenvolvidas pelos alunos, através de desenvolvimento de atividades curriculares e pesquisas.
32
elemento motivador para o desenvolvimento de processos de pesquisa, tendo como função
precípua a interação entre as áreas de formação. Eles são sempre precedidos de planejamento
específico, podendo incluir modalidades diversas de trabalho: GTs, oficinas, conferências,
palestras, mesas redondas, etc., devendo ser acompanhando por colegas de curso, orientadores
acadêmicos, professores e aberto a público interessado em geral.
33
A formação comum, que antecede às habilitações, em Ciências Naturais e Matemática se dá
preferencialmente nos quatro primeiros semestres e continua através das ações de formação dos
saberes da profissão professor nas componentes curriculares de fundamentos da educação, nas
práticas de ensino como componentes curriculares e das práticas de estágio supervisionado ao
longo de todo o curso.
HISTORICIDADE é vista como característica das ciências. Através desse eixo espera-se que
o estudante perceba que o conhecimento se desenvolve, é construído, num determinado
contexto histórico/social/cultural/ e, por isso mesmo, sujeito às suas determinações. O
desenvolvimento do conhecimento, por ser processual, não possui a limitação de início e fim,
consubstanciando-se num continuum em que avanços e retrocessos se determinam e são
determinados pelas condições histórico-culturais em que as ciências são construídas e em que
contexto se deu tal construção;
34
CONSTRUÇÃO é outro eixo que perpassa todas as áreas e núcleos de conhecimento do curso,
para que o estudante em sua formação inicial reforce sua compreensão de que, se os
conhecimentos são históricos e determinados, eles são resultado de um processo de construção
que se estabelece no e do conjunto de relações homem/homem, homem/natureza e
homem/cultura. Essas relações, por serem construídas num contexto histórico e culturalmente
determinado, jamais serão lineares e homogêneas e que, em sua formação, deve imbuir-se do
firme propósito de transformar-se num profissional que não só repassa conteúdos, mas que
também, em sua prática docente, através principalmente das relações com seus futuros alunos,
estará também produzindo conhecimentos;
DIVERSIDADE é o outro eixo do curso de Licenciatura. É preciso que o aluno tenha claro
não só a diferença da natureza dos conhecimentos com os quais trabalha, nos currículos das
primeiras séries, mas também a diversidade na abordagem que a eles se dá, em razão do enfoque
teórico-metodológico escolhido. É importante que o aluno compreenda como as diferentes
abordagens determinam posicionamentos político na ação educativa. É preciso a compreensão
de que o conhecimento trabalhado nas escolas não é neutro. O conceito de diversidade coloca-
se, ainda, como fundamental no curso, tendo em vista os desafios e os dilemas do
multiculturalismo, face às diversidades étnico-culturais do país e, principalmente, do Estado de
Mato Grosso.
35
1.2 Operacionalização do curso
As Estratégias de Nivelamento têm como principal objetivo oferecer o devido apoio para que o
aluno recupere os conhecimentos básicos necessários para dar continuidade ao curso e, assim,
construir as competências e habilidades necessárias à sua atuação profissional. A forma de
nivelamento para o discente ingressante ao Curso de CNM - Química, que será de caráter
sugestivo, consiste em participar da atividade: Alunos que tenham ingressado na prova do
ENEM com nota média menor que 50% nas áreas de matemática e ciências serão incentivados
a participarem do Programa de Tutoria oferecido pela PROEG, especificamente as tutorias de
Matemática, Física e Química. A carga horária de Tutoria poderá ser integralizada como
Atividades Teórico-Práticas, conforme descrito no APÊNDICE C deste Projeto Pedagógico de
Curso.
O Coordenador e uma equipe formada por professores do Curso, principalmente por membros
do Colegiado do Curso deverão sistematizar principalmente aos alunos ingressantes as
informações sobre o funcionamento do Curso. Esta equipe deverá elaborar uma cartilha de
informações do Curso para serem entregues aos alunos.
36
cargo de um professor do Colegiado do Curso a recepção de perguntas ou dúvidas dos
estudantes do Curso, dando a devida assistência.
Em consonância com a LEI N.º 11.788, de 25 de setembro de 2008 que regulamenta o estágio
de estudantes em âmbito nacional, a RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 117, de 11 de agosto de
2009 que dispõe sobre o Regulamento Geral de Estágio da Universidade Federal de Mato
Grosso ao considerar a necessidade de redefinição das diretrizes gerais de estágio, evidenciada
através de uma prática de organização dos estágios pela UFMT, a Orientação Normativa n.º 7,
de 30 de outubro de 2008, da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão, que estabelece orientação sobre a aceitação de estagiários no âmbito da
Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e o disposto no art. 82 da nova
Lei de Diretrizes e Bases, lei n.º 9.394 de 20/12/96 que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, o curso de Licenciatura Plena em Ciências Naturais e Matemática em suas
Habilitações Física ou Química ou Matemática dispõe sobre a realização de estágio curricular
obrigatório e não-obrigatório.
37
equivalente à carga horária de trinta horas semanais, quando ocorrer no âmbito da
Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.
O Estágio Supervisionado divide-se ao longo de três anos do curso, sendo que no terceiro e
quarto semestres serão realizadas atividades de conhecimento e reconhecimento de espaços
educacionais formais e informais, bem como acompanhar atuações de profissionais da
educação em diferentes ambientes educacionais. No quinto e sexto semestre, os alunos
desenvolverão as atividades de regência de aulas de Ciências e Matemática em situação escolar
nas séries IV e VIII do Ensino Fundamental acompanhado de profissional habilitado.
38
Sendo a universidade contemplada com o Edital de Programa de Residência Pedagógica (PRP),
os discentes participantes poderão integralizar até 400h referente ao Estágio Supervisionado,
homologado pelo colegiado de curso e registrado pela Supervisão de Registro Escolar. Aos
discentes que não fazem parte do PRP, deverão cursar as disciplinas de estagio supervisionado
seguindo a matriz curricular do curso.
39
Preparação de atividades, experimentos e sequências didáticas visando o desenvolvimento de
atividades de regência de Ciências Naturais e Matemática nos ciclos finais do Ensino
Fundamental. Elaboração de um projeto de atuação na escola do Ensino Fundamental, regência
de aulas de Ciências e Matemática nas séries finais do Ensino Fundamental.
Estas atividades permitem que o aluno construa uma trajetória própria na sua formação, de
acordo com suas expectativas e interesses, e ainda são pensadas no sentido de imprimir
dinamicidade e diversidade ao currículo do Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química
do Câmpus Universitário e Sinop da UFMT. Estas serão escolhidas e executadas pelo
licenciando, de forma a perfazer um total mínimo de 200 horas, seguindo as orientações da
Resolução CNE/CP nº 2 de 1º de julho de 2015, a qual corresponde à exigência mínima legal
para efeito da integralização curricular do Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química,
licenciatura.
40
Entende-se que o Trabalho de Conclusão de Curso é de fundamental importância para formação
do aluno, em especial o aluno de licenciatura. É por meio deste que o aluno tem a oportunidade
de desenvolver capacidades no campo de pesquisa, observação e escrita. Além disso, o aluno é
levedo a visualizar a importância e a necessidade da boa expressão escrita e oral com o intuito
de transmitir o conhecimento por ele adquirido. Saber adquirir e expressar conhecimentos são
as ferramentas mais importantes que o aluno de licenciatura pode adquirir. Enfim, o TCC tem
como objetivo despertar e dar oportunidade à manifestação da capacidade de pesquisa
sistemática dos alunos de Graduação.
A SAE/Sinop mantém atendimento diário, com horários distribuídos nos três turnos, facilitando
o suporte aos estudantes. Orientações e esclarecimentos também podem ser realizados por e-
mail, telefone ou através do site da Universidade. A equipe da Assistência Estudantil no
Câmpus é formada por uma técnica em assuntos educacionais, uma assistente social e um
técnico administrativo, tal corpo técnico permite uma abordagem pedagógica e social.
41
Além disso, a equipe da SAE/Sinop trabalha na execução e/ou elaboração de outros projetos de
extensão, como: discussão sobre temas relevantes, saúde sexual, ações sociais e culturais,
buscando desenvolver e fortalecer o sentimento de pertencimento à Universidade.
São estes os Programas de Assistência Estudantil da UFMT que destinam auxílios financeiros
aos acadêmicos:
42
Aceleradas mudanças sociais têm ocorrido em todo o mundo, viabilizadas por inovações
tecnológicas que paulatinamente vem ocorrendo nas últimas décadas. Tais mudanças tornam
imperativo que as novas gerações compreendam os fundamentos científicos dessas tecnologias
e se capacitem para utilizá-las. Visando proporcionar aos acadêmicos não apenas o contato com
as mais recentes tecnologias de informação e comunicação, mas uma efetiva apropriação das
mesmas, o presente curso de licenciatura procura proporcionar aos licenciando uma
ambientação nessas tecnologias.
Esta ambientação se inicia pelo próprio Sistema Acadêmico universitário que já se encontra
digitalizado (plataforma eletrônica por meio do qual o discente pode consultar e reservar títulos
disponíveis na biblioteca; justificar por meio de documentos digitais sua ausência às aulas;
protocolar solicitações, etc.). Os futuros professores também devem ser capacitados a atuar na
esfera educacional fazendo-se valer das novas tecnologias da informação e comunicação no
ensino das ciências e matemática. Em disciplinas como “Prática de Ensino” e “Seminários de
Práticas Educativas” os discentes aprendem como utilizar didaticamente recursos tecnológicos
comunicacionais cada vez mais acessíveis (como smartphones, aplicativos educacionais, redes
sociais, programas de computador, etc.) para implementar suas aulas e enriquecer a abordagem
de conteúdos. Como suporte de infraestrutura, todas as salas de aula possuem aparelhagem de
projeção (data-show), permitindo a professores e alunos apresentações de mídias digitais, bem
como dois laboratórios de informática disponíveis no Câmpus da Universidade. Ademais, a
interação entre os discentes e os docentes de todas as disciplinas do curso conta com um
importante aliado: o Ambiente Virtual de Aprendizagem, conforme destacaremos no tópico a
seguir.
43
sala de aula, por meio do qual o professor pode propor atividades, publicar notícias, gerar
eventos e onde as discussões podem ocorrer por meio de fóruns.
Os estágios supervisionados são realizados nas escolas de educação básica da rede pública de
ensino, possibilitando ao aluno colocar em pratica as habilidades e competências adquiridas ao
longo de sua formação acadêmica, permitindo ao aluno uma interação com seu universo de
atuação profissional.
A integração do curso com a rede pública também ocorre através dos projetos de extensão e
pesquisa, como por exemplo, os projetos intitulados Clube de Astronomia de Sinop, Feira de
Ciência de Sinop, SinoPense: Feira Itinerante de Amostra Científica, Divulgação da Ciência:
Conhecendo o Céu de Sinop, e ainda evento, Colóquio de Ciências Naturais e Matemática:
Aproximação universidade-escola destacando boas práticas na Educação Básica, realizado pelo
curso no Câmpus universitário de Sinop que traz as escolas para um momento de troca se
saberes e reflexões sobre o processo de ensino-aprendizagem.
Ainda a integração se dá por meio do PIBID, programa que é uma iniciativa para o
aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica.
Desenvolvido em parceria com escolas de educação básica da rede pública de ensino, o PIBID
insere os estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica
para que desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da
licenciatura e de um professor da escola. O PIBID do curso de Ciências Naturais e Matemática
– Química, licenciatura, desenvolve suas atividades em três escolas da rede pública de ensino
no munícipio de Sinop-MT, sendo uma municipal (EMEB Taciana Balth Jordão) e duas
estaduais (EE Olímpio João Pissinati Guerra e EE São Vicente de Paula).
44
1.2.10 Atividades práticas de ensino
A Prática de Ensino como componente curricular, neste documento, será entendida como um
conjunto de atividades ligadas à formação profissional e voltadas para a compreensão de
práticas educacionais distintas e de diferentes aspectos da cultura das instituições de educação
básica e dos fazeres e saberes da profissão docente. Sua integralização no Projeto Pedagógico
do Curso será realizada por componentes diferentes e complementares os Seminários de
Práticas Educativas e as Práticas de Ensino, em conformidade com a Resolução CNE/CP nº
2/2015, o Parecer CNE/CP nº 2/2015, que retoma o Parecer CNE/CP nº 28/2001 e especifica
que a Prática como Componente Curricular não se identifica com o estágio e esclarece que ‘A
prática como componente curricular é, pois, uma prática que produz algo no âmbito do ensino.
(Parecer CNE/CP nº 2/2015, p. 31).
A carga horária de Seminário de Prática Educativa de cada semestre poderá ser desenvolvida
parcial ou integralmente agregado a uma atividade conjunta de igual natureza desenvolvida no
Câmpus Universitário de Sinop que integre demais cursos desta instituição, podendo, portanto,
ser desmembrado em eventos/seminários.
Diretriz: Possibilitar aos alunos do curso em formação inicial um primeiro contato, a análise,
discussão e reflexão sobre as propostas curriculares em vigência e/ou aquelas
adotadas/praticadas nas escolas da região, bem como conhecer e participar de movimentos
questionadores e/ou propositivos sobre currículo que estejam ocorrendo no momento, conhecer
e discutir projetos curriculares alternativos, desenvolver a prática da investigação, análise e
reflexão sobre materiais didáticos e paradidáticos utilizados ou em proposição para as escolas
da região.
Diretriz: Favorecer aos alunos o conhecimento e análise de experiências que possuem como a
investigação como proposta pedagógica para o ensino de ciências e matemática, bem como
fomentar a prática da formulação e verificação de hipóteses a partir de situações reais e de
situações criadas em nas escolas de educação básica da região análise de experiências.
Diretriz: Favorecer aos alunos a experiência da pesquisa da própria prática como elemento
constitutivo da prática do professor reflexivo, favorecer o conhecimento e análise de
experiências que possuem como a investigação como proposta pedagógica para o ensino de
ciências e matemática, bem como fomentar a prática da formulação e verificação de hipóteses
a partir de situações reais do ambiente da prática educativa formal.
47
Diretriz: Favorecer aos alunos a experiência da pesquisa da própria prática como elemento
constitutivo da prática do professor reflexivo, favorecer o conhecimento e análise de
experiências que possuem como a investigação como proposta pedagógica para o ensino de
ciências e matemática, bem como fomentar a prática da formulação e verificação de hipóteses
a partir de situações reais do ambiente da prática educativa formal.
A pesquisa tem sido apresentada desde o primeiro semestre, como atividade desenvolvida em
Seminários de Práticas Educativas e Trabalho de Conclusão de Curso. Os estágios
Supervisionados são momentos de ação-reflexão-ação que culminam em produção de
conhecimento das realidades educacionais.
De igual modo, consideramos necessária a mudança nos conceitos de sala de aula - como espaço
de produção teórico-abstrata, numa dimensão tradicional e os diferentes processos de
aprendizado e de desenvolvimento de habilidades e competências - para todo espaço, dentro ou
48
fora da universidade, onde se realiza o processo histórico social. Neste aspecto, professores e
alunos constituem sujeitos do ato de aprender e de produzir conhecimentos, no confronto com
a realidade. Neste sentido, ensino, pesquisa e extensão não devem ser vistas como objetivos ou
funções da universidade, mas sim atividades que de forma indissociada dão concretude ao que
é de fato o seu objetivo, sua missão- produzir e sistematizar o conhecimento e torná-lo acessível.
Dois Seminários têm se consolidado, pela regularidade, como projetos de extensão no contexto
do curso:
Este projeto é parte das atividades do Grupo de Estudo em Ciências Naturais e Matemática
(GECINMAT) e tem como objetivo promover no âmbito da Universidade Federal de Mato
Grosso, Câmpus Universitário de Sinop um espaço para apresentação, divulgação e discussão
de temas e pesquisas relacionados à educação científica, formação de professores e educação
em geral. Bem como propiciar aos alunos de graduação, principalmente dos cursos de
licenciatura, a convivência num ambiente de estudo, debate de ideias e trocas de experiências.
Assim o avaliar exerce também a função de indicar o norte ao professor, isto é, como deve
proceder de fronte a preparação, organização e reorientação de sua atividade pedagógica,
acompanhando passo a passo o que o educando aprendeu e o que não aprendeu, por isso, esse
processo deve ser também dinâmico, contínuo e sistemático. Além de oportunizar ao educador
analisar os efeitos e diretivas de sua própria metodologia permitindo-o comparar os resultados
e identificar se seus objetivos propostos foram alcançados de fato, ou seja, uma auto-avaliação
do desenvolvimento do seu trabalho.
Para o educando tem o papel principal de orientá-lo quanto a sua aprendizagem, no que tange
a reflexão e conscientização em relação aos seus erros e acertos, limites e avanços, pontos fortes
e dificuldades etc. Permite que o próprio se organize gradativamente e progrida em sua
aprendizagem, identicamente, que assuma uma atitude de auto-avaliação, sendo capaz de
dialogar com criticidade a respeito de si mesmo e isto contribui diretamente para a formação de
sujeitos igualmente maduros e responsáveis por seus atos, capazes de constatar e resolver os
problemas e dificuldades presentes em sua realidade social.
2
HAYD, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. São Paulo: Ática, 2011.
50
Machado3 “A avaliação diagnóstica possibilita ao educador e educando detectarem, ao longo
do processo de aprendizagem, suas falhas, desvios, suas dificuldades, a tempo de
redirecionarem os meios, os recursos, as estratégias e procedimentos na direção desejada”
(1995, p. 33). Cumpre, dentre outros propósitos, conhecer os educandos e identificar as
dificuldades de aprendizagem, a partir dos conhecimentos prévios, nesta avaliação, o professor
adquire uma ferramenta que o ajuda a dinamizar as próximas aulas sabendo quais
conhecimentos e competências devem ser ou não retomados e revisados antes de introduzir
novos conteúdos previamente planejados.
Na avaliação formativa, o docente dialoga com o discente sobre os resultados das atividades
realizadas, esta avaliação é contínua e estabelece uma conexão com o antes, o agora e o depois.
Permiti analisar e entender os erros e acertos, se configurando como uma bússola formativa,
atuante e integrante em todo o processo, assim em conformidade com o instrumento de
avaliação INEP4 (Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Presencial e a Distância)
a avaliação formativa deve ser “Entendida como uma prática de avaliação contínua, que
objetiva fornecer feedback, a fim de ajustar o processo de ensino-aprendizagem.” (2017, p. 45).
3
MACHADO, Maria Auxiliadora C. Araújo. Diagnóstico para superar o tabu da avaliação nas escolas.
AMAE Educando, n. 255, 1995.
4
INEP. Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação: Presencial e a Distância Brasília:
MEC/SEED. Acesso em 26/03/2018. Disponível em:
http://download.inep.gov.br/educacao_superior/avaliacao_cursos_graduacao/instrumentos/2017/curso_reconheci
mento.pdf
51
com frequência mínima de 75% da carga horária do componente curricular e nota igual
ou superior a 5,0 (cinco), resultante da média das avaliações do período letivo”. Em
atendimento ao art. 5º da Resolução CONSEPE 26/2018, o Diário de Classe on-line e respectivo
relatório de notas, após finalizados e homologados pelo professor, estarão disponíveis para
consulta no sistema de informações de gestão acadêmico (SIGA) para acesso da Coordenação
de Curso, Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) e demais instâncias. Sendo que, o
Plano de Ensino, assim como, os registros do desenvolvimento dos programas de disciplinas,
da frequência dos alunos e das avaliações constarão no diário de classe on-line, por disciplina.
Essas atividades podem ser desenvolvidas de forma individual ou em pequenos grupos, em cada
componente curricular, formados a critério do professor responsável pelo tema/atividade.
Destacamos que a realização dos seminários temáticos bem como de atividades práticas
oportuniza, ainda, uma abordagem integradora entre os conteúdos das diferentes áreas de
conhecimento.
Quadro da Produção nos últimos 3 anos do Corpo Docente do Curso de Ciências Naturais
e Matemática – Química, licenciatura
Produção científica,
Docentes cultural, artística ou Titulação
tecnológica
53
14 Héber Ferreira Mafra 1 Mestre
54
educacionais, sociais, naturais e culturais, contribuindo assim, para uma sólida formação
pedagógica, científica e humanista do profissional.
As aulas de campo serão trabalhadas pelos professores das disciplinas, e poderão se constituir
em atividades multidisciplinares e interdisciplinares, a depender do planejamento participativo,
no qual um ou vários professores teriam objetivos e/ou metodologias comuns, permitindo a
participação simultânea de diversos professores de uma determinada turma numa mesma aula
de campo. O método de avaliação destas atividades ficará a critério do professor responsável
pela disciplina, podendo se dar na forma de relatório, questionário, seminário, prova ou
participação ativa no desenvolvimento da atividade prática.
O Curso de Ciências Naturais e Matemática - Química não apresenta pré-requisito entre seus
componentes curriculares com exceção dos componentes: Estágio Supervisionado II, Estágio
Supervisionado III, Estágio Supervisionado IV, Estágio Supervisionado V, Estágio
Supervisionado VI e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), conforme descrito
detalhadamente no APÊNDICE J deste Projeto Pedagógico de Curso. Esta organização
curricular foi proposta para que em caso de reprovação o discente não fique impedido de cursar
disciplinas dos semestres subsequentes.
Além disso, a oferta das disciplinas é realizada anualmente, de modo que não há ingresso
semestral de alunos via os meios descritos no item 1.1.2 deste Projeto Pedagógico de Curso e
os alunos gozam de um fluxo curricular satisfatório, evitando assim, atrasos na conclusão do
Curso e também contribuindo na redução da evasão.
55
II – CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL
O corpo docente lotado no Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais (ICNHS) que atua
no Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química, em sua maioria, tem ampla experiência
na análise dos conteúdos dos componentes curriculares do Curso, na abordagem de sua
relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, no fomento do raciocínio crítico
com base em literaturas atualizadas, para além das bibliografias propostas.
O regime de trabalho dos professores que atuam no Curso permite o atendimento integral das
requisições didático-administrativas existentes, já que 100% do quadro esta em regime de
Dedicação Exclusiva (DE). Deste modo, observando a natural rotatividade periódica dos
docentes na gestão administrativa, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos
discentes, a participação no Colegiado do Curso, no NDE, na Congregação do ICNHS,
considerando o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de
aprendizagem, avaliamos que todas as demandas serão atendidas conforme assinado no Termo
de compromisso de provisão de docente (ANEXO A).
Apenas 35% dos professores que atuam no Curso de Ciências Naturais e Matemática –
Química, Licenciatura tem experiência no exercício da docência na educação básica. Porém,
40% dos docentes tem doutorado concluído, ou em fase de conclusão, na área de Educação.
Estes profissionais com ampla experiência na área de educação socializam tais saberes com os
demais colegas bacharéis, durantes as reuniões pedagógicas semanais presididas pelo
Coordenador do Curso. Estas experiências têm capacitado os discentes do Curso a promoverem
ações que permitam identificar as dificuldades dos alunos, a exporem conteúdo em linguagem
aderente às características da turma, a apresentarem exemplos contextualizados com os
conteúdos dos componentes curriculares, a elaborarem atividades específicas para a promoção
56
da aprendizagem de alunos com dificuldades utilizando avaliações diagnósticas, formativas e
somativas, e por fim, a utilizarem os resultados das avaliações na redefinição de sua prática
docente desenvolvida ao longo do período letivo.
Todos os professores do Curso de Ciências Naturais e Mmatemática – Química têm pelo menos
três anos de experiência na docência do ensino superior. Isso permite promover ações que
identifiquem as dificuldades dos discentes, ações para melhor expor o conteúdo em linguagem
aderente às características da turma, a experiência profissional fornece bagagem para o
professor expor exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e
elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem dos discentes com
dificuldades.
57
2.1.1 Quadro descritivo do corpo docente
58
Dedicação
14 Héber Ferreira Mafra Mestrado Matemática ICNHS 024 084 --
Exclusiva
Dedicação
15 Hernani Luiz Azevedo Mestrado Física ICNHS 000 080 --
Exclusiva
Língua Dedicação
16 Iara Lopes Maoilini Mestrado ICNHS 024 034 --
Portuguesa Exclusiva
Dedicação
17 Jean Reinildes Pinheiro Doutorado Física ICNHS 037 169 --
Exclusiva
Dedicação
18 Leandro Dênis Battirola Doutorado Biologia ICNHS 000 100 --
Exclusiva
Dedicação
19 Mauro André Dresch Doutorado Química ICNHS 000 068 --
Exclusiva
Dedicação
20 Mazílio Coronel Malavazi Doutorado Matemática ICNHS 004 108 --
Exclusiva
Dedicação
21 Patrícia Rosinke Mestrado Química ICNHS 048 072 --
Exclusiva
Dedicação
22 Rafael Soares de Arruda Doutorado Biologia ICNHS 024 071 --
Exclusiva
Rafaella Teles Arantes Dedicação
23 Doutorado Biologia ICNHS 000 024 --
Felipe Exclusiva
Dedicação
24 Renata Zachi Osti Doutorado Química ICNHS 000 135 --
Exclusiva
Ricardo Robinson Dedicação
25 Doutorado Física ICNHS 000 095 --
Campomanes Santana Exclusiva
Roseli Adriana Blümke Dedicação
26 Doutorado Física ICNHS 036 139 --
Feistel Exclusiva
Rubens Pazim Carnevarollo Dedicação
27 Doutorado Matemática ICNHS 017 150 --
Júnior Exclusiva
Dedicação
28 Sérgio Pereira Maiolini Especialista Libras ICNHS 000 080 12
Exclusiva
Simone Simionato dos Dedicação
29 Mestrado Matemática ICNHS 072 072 --
Santos Laier Exclusiva
59
Dedicação
30 Tiago dos Santos Branco Mestrado História ICNHS 204 140 --
Exclusiva
Dedicação
31 Yuri Alexandrovish Barbosa Doutorado Física ICNHS 000 162 --
Exclusiva
Fonte: Comissão de redação do PPC *NSA a cursos totalmente presenciais ** Experiência docente contabilizada em meses
60
2.1.2 Plano de qualificação docente
Tendo em vista a importância atribuída à qualificação docente, como um dos fatores favoráveis
à melhoria da qualidade do ensino ofertado, o Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais
(ICNHS), ao qual o curso Ciências Naturais e Matemática – Química, licenciatura, está
vinculado, possui um Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente.
Como forma de organização o ICNHS estabeleceu critérios para a classificação dos docentes
que pleiteiam afastamento para qualificação. Segundo o Plano Anual de Qualificação Stricto
Sensu Docente, o critério de classificação dos docentes se dará especificamente por antiguidade
na carreira docente, do quadro efetivo da UFMT, priorizando aqueles docentes que não
possuem o título de doutor, de acordo com a Resolução ICNHS 001/2014.
61
A relação de prioridades de professores do curso Ciências Naturais e Matemática – Química,
Licenciatura, constantes no Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente pode ser
observado na tabela 01:
Luís Maurício da
Química UFRGS 355/SGP/2016
Silva Soares
Educação em Rede Amazônica de
Ciências e Educação em Ciências e
Patrícia Rosinke 488/SGP/2018
Matemática - Matemática -
PPGECEM REAMEC/UFMT
A tabela 3 apresenta a relação do corpo técnico administrativo presente no ICNHS, que compõe
do curso de Ciências Naturais e Matemática – Química.
62
Unidade
Regime de
Técnico Área de atuação Titulação acadêmica
trabalho
de origem
1) Luciane Raquel Secretaria do
Especialização 40 h ICNHS
Wobeto Cordeiro Instituto
2) Secretaria do
Deise Martins Uriu Mestrado 40 h ICNHS
Instituto
3) Ariadne Ferreira de
Lab. Microscopia Especialização 40 h ICNHS
Sousa
4) Oficina e Lab. de
Marcio Fonseca Mestrado 40 h ICNHS
Física
5)Elina Cavalcante da
Lab. Microscopia Graduação 40 h ICNHS
Silva
6) Tiago Albano Lab. Química
Mestrado 40 h ICNHS
Montagner Orgânica
7) Tiago Teixeira Lab. Química
Mestrado 40 h ICNHS
Hoshino Analítica
Fonte: Comissão de redação do PPC
63
I. O servidor técnico-administrativo em Educação que ainda não tenha realizado qualificação
no nível solicitado;
IV. O servidor técnico-administrativo que não tenha sofrido sanção administrativa nos últimos
2 (dois) anos;
a. Mestrado, b. Doutorado.
64
III – INFRAESTRUTURA
A coordenação de Curso dispõe de uma sala (15m2) dividida pelos três Coordenadores dos
cursos de licenciatura do Câmpus Universitário de Sinop. A sala possui ar condicionado, com
boa iluminação e limpeza, e de fácil acesso, têm condições para que os Coordenadores
desenvolvam as atividades administrativas. Os atendimentos individuais a alunos e professores
ocorrem com horários previamente definidos. Os atendimentos coletivos e reuniões ocorrem na
sala de reuniões do Câmpus. Os serviços de secretaria são realizados por uma secretaria que,
em sala própria, atende aos três cursos de licenciatura do Câmpus Universitário de Sinop.
A UFMT Câmpus Universitário de Sinop dispõe de 65 salas de aula, das quais 10 são utilizadas
pelo Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química. As salas possuem capacidade para
65
40 alunos, os quais dispõe de quadro de vidro, mesa para professor, cadeiras para alunos e
professor, e ainda Datashow, todos em bom estado de conservação. As salas são limpas
diariamente e equipadas com ar condicionado, janelas permitindo um bom arejamento e
comodidade para alunos e professores. Além das salas de aulas o Câmpus dispõe ainda de 08
(oito) auditórios com capacidade para 80 (oitenta) pessoas que são utilizados pelo curso
conforme a demanda.
Na UFMT Câmpus universitário de Sinop, não possui espaço destinado aos centros acadêmicos
de cada curso, este ambiente é compartilhado com o Diretório Central dos Estudantes (DCE)
do Câmpus, contendo sala de reunião, com mesa, cadeiras e ar condicionado, banheiro
masculino e feminino.
3.2 Laboratórios
Os alunos têm acesso à internet via wifi, e aos computadores disponíveis na Biblioteca Câmpus
Universitário de Sinop. Além disso, para atividades previamente agendadas os alunos podem
utilizar o Laboratório de Informática I descrito no item 3.2.2.
66
Os Cursos de licenciatura do Câmpus Universitário de Sinop compartilham de toda a
infraestrutura do Câmpus, mas tem alguns espaços organizados para o atendimento específico
às demandas das atividades dos cursos de licenciatura, a saber:
Oficina de Matemática
Espaço de 40 m2, dispõe de bancadas de trabalho para quatro grupos de cinco alunos,
totalizando 20 discentes, instalação para duas cubas de inox, instalações elétricas de 110 V e
220 V, instalação de gás, ar comprimido e água, quadro negro, ar condicionado. Este
Laboratório tem sido utilizado pelo Curso de Ciências Naturais e Matemática – Química para
a preparação e avaliação de atividades experimentais. Este espaço tem servido também como
apoio ao desenvolvimento de atividades do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à
Docência (PIBID) e da Residência Pedagógica, mediante agendamento prévio e organização de
horário.
Laboratório de Física
Espaço com 100 m², dispõe de bancadas de trabalho para seis grupos de 05 alunos, totalizando
30 discentes, bancadas laterais de apoio, instalação para duas cubas de inox, instalações
elétricas de 110 V e 220 V, instalação de gás, ar comprimido e água, quadro branco. Possui
67
armários que dispõe de diversos equipamentos para a realização de práticas experimentais de
ensino de Ciências e Física. O Laboratório é utilizado pelos vários Cursos de Graduação
ofertados pela UFMT - Câmpus Universitário de Sinop e, no período noturno, exclusivamente
pelos Cursos de Licenciatura do Câmpus. Esse espaço também é local de preparação e avaliação
de atividades experimentais. Este espaço tem servido também como apoio ao desenvolvimento
de atividades do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e da
Residência Pedagógica, mediante agendamento prévio e organização de horário.
Numa área de 100 m² é estruturado com bancadas de trabalho para seis grupos de 05 alunos,
totalizando 30 discentes, instalação para duas cubas de inox, instalações elétricas de 110 V e
220 V, instalação de gás, ar comprimido e água, duas capelas, chuveiro de segurança, quadro
branco. Faz parte do Laboratório de Química Geral e Analítica um Almoxarifado de Reagentes
de 20 m² e um Almoxarifado de Equipamentos de 20 m². Disponibilidade de equipamentos
como balanças analíticas e semianalíticas, estufas de secagem, banhos para incubação com
controle de temperatura, espectrofotômetro, pHmetros, destilador e vidrarias diversas. O
Laboratório é utilizado pelos vários Cursos de Graduação ofertados pela UFMT - Câmpus
Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de Ciências Naturais e Matemática – Química do
Câmpus de Sinop/UFMT, tanto para aulas como para a preparação e avaliação de atividades
experimentais.
Numa área construída de 100 m², estruturado com bancadas de trabalho para seis grupos de 05
alunos, totalizando 30 discentes, instalação para duas cubas de inox, instalações elétricas de
110 V e 220 V, instalação de gás, ar comprimido e água, duas capelas, chuveiro de segurança,
quadro branco. Faz parte do Laboratório, em comum com o de Química Geral e Analítica, o
Almoxarifado de Reagentes e o de Equipamentos descritos anteriormente, além de extratores
soxhlet e rota evaporadores de solventes. O Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos
de Graduação ofertados pela UFMT - Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de
Ciências Naturais e Matemática – Química do Câmpus, tanto para aulas como para a preparação
e avaliação de atividades experimentais.
68
Laboratório de Biologia Vegetal
Com área de 100 m², estruturado com bancadas de trabalho para microscópio e lupa para um
total de 30 alunos, instalação para duas cubas fundas de inox, instalações elétricas de 110 V e
220 V, bancadas lateral de apoio aos equipamentos, quadro branco. Pertencem a este
Laboratório uma Sala de Preparo, de 30 m², com bancada de trabalho, instalação para uma cuba
de inox, instalações elétricas de 110 V e 220 V, instalação de gás, ar comprimido e água. O
Laboratório de Biologia Vegetal (Botânica) conta com equipamentos utilizados para aulas
práticas relacionadas às diversas sub-áreas desta Ciência, destacando-se Taxonomia,
Morfologia e Fisiologia Vegetal. Apesar do nome, este laboratório conta com estrutura
adequada para que seja utilizado em outras áreas das Ciências Naturais, tais como: Biologia
Celular, Zoologia, Ecologia, entre outras. O Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos
de Graduação ofertados pela UFMT - Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de
Ciências Naturais e Matemática – Química do Câmpus, tanto para aulas como para a preparação
e avaliação de atividades experimentais.
O Laboratório possui 100 m² estruturado com bancadas de trabalho para seis grupos de 05
alunos, totalizando 30 discentes, instalação para duas cubas fundas de inox, instalações elétricas
de 110 V e 220 V, instalação de gás, ar comprimido e água, duas capelas, chuveiro de segurança,
quadro branco. Junto a esse Laboratório tem uma Sala de Acondicionamento de Material
Biológico, 20 m². O Laboratório de Microscopia conta com equipamentos utilizados para aulas
práticas relacionadas às áreas de Biologia Celular e Microbiologia. Assim como os Laboratórios
de Botânica e Zoologia, este conta com estrutura adequada para que seja utilizado em outras
áreas das Ciências Naturais, tais como: Botânica, Zoologia, Ecologia, entre outras. O
Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos de Graduação ofertados pela UFMT -
Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de Ciências Naturais e Matemática –
Química do Câmpus, tanto para aulas como para a preparação e avaliação de atividades
experimentais.
69
Com uma área de 100 m², é estruturado com bancadas de trabalho para microscópio e lupa para
um total de 30 alunos, instalação para duas cubas fundas de inox, instalações elétricas de 110
V e 220 V, bancada lateral de apoio aos equipamentos, quadro branco. Fazem parte deste
Laboratório uma Sala de Preparo de Entomologia, 30 m², com bancada de trabalho, instalação
para uma cuba de inox, instalações elétricas de 110 V e 220 V, instalação de gás, ar comprimido
e água e, além disso, uma Sala de Preparo de Zoologia, 30 m², com bancadas de trabalho,
instalação para uma cuba de inox, instalações elétricas de 110 V e 220 V, instalação de gás, ar
comprimido e água. O Laboratório de Biologia Animal (Zoologia) conta com equipamentos
utilizados para aulas práticas relacionadas às diversas subáreas desta Ciência, destacando-se
Taxonomia e Morfologia Animal. Assim como o Laboratório de Botânica e o Laboratório de
Microscopia, este conta com estrutura adequada para que seja utilizado em outras áreas das
Ciências Naturais, tais como: Botânica, Biologia Celular, Ecologia, entre outras. O Laboratório
tem sido utilizado pelos vários Cursos de Graduação ofertados pela UFMT – Câmpus
Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de Ciências Naturais e Matemática – Química tanto
para aulas como, para a preparação e avaliação de atividades experimentais.
Com uma área de 100 m², este Laboratório encontra-se estruturado com três tanques (2,50 m x
1,50 m) e três mesas de inox (2 m x 0,9 m), chuveiro de emergência, instalação de esgoto,
sistema de exaustão e instalações elétricas de 110 V e 220 V. Está equipado para a execução de
aulas práticas de Anatomia Humana. O Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos de
Graduação ofertados pela UFMT – Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de
Ciências Naturais e Matemática – Química tanto para aulas como para a preparação e avaliação
de atividades experimentais.
O Laboratório conta com um espaço de 70 m², sendo estruturado com mesas/ bancadas
individuais para 30 microcomputadores, e quadro branco, com rede de acesso à internet e ar
condicionado. O Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos de Graduação ofertados
pela UFMT – Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o curso de Ciências Naturais e
Matemática – Química do Câmpus, tanto para aulas como para a preparação e avaliação de
70
atividades experimentais, mediante agendamento prévio. Este espaço tem servido também
como apoio ao desenvolvimento de atividades do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
à Docência (PIBID) e da Residência Pedagógica, mediante agendamento prévio e organização
de horário.
O Laboratório conta com um espaço de 48 m², sendo estruturado com mesas/ bancadas
individuais para 30 microcomputadores, e quadro branco, com rede de acesso à internet e ar
condicionado. O Laboratório tem sido utilizado pelos vários Cursos de Graduação ofertados
pela UFMT – Câmpus Universitário de Sinop, dentre estes, o Curso de Ciências Naturais e
Matemática – Química.
Além disso, o Câmpus Universitário de Sinop da UFMT conta com um conjunto de recursos
que servem de apoio às atividades didáticas:
• Vídeos;
• Televisores;
• Retroprojetores;
• Projetores de slides;
• Microscópio com micro câmera e monitor;
• Telescópio com tripé eletrônico e câmera digital
• Computadores com acesso à internet;
• Meios de transporte para aulas de campo
• Meios de transporte para acompanhamento de atividades de estágio nas escolas
campo.
• Equipamentos do Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE): uma
ilha de edição completa com os seguintes equipamentos: Filmadora HD profissional, Tripé,
Filmadora Full HD, Câmera fotográfica Digital Semi Profissional, Iluminador Halógeno
1000W Set Light A, Microfones variados, Microfone UHF Sem Fio de Lapela, Mesa de Som
Amplificada, mínimo de 14 Canais, Fone de Ouvido Estéreo, tela de Projeção.
71
3.3 Biblioteca
A Biblioteca Regional do Câmpus Universitário de Sinop tem por objetivo principal servir
como suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão da instituição e para isso mantém
serviços de consulta e empréstimo de materiais bibliográficos, orientação aos usuários no uso
dos recursos internos e externos da biblioteca, levantamentos bibliográficos com os recursos
internos e através de outros sistemas disponíveis.
A Biblioteca Regional possui uma área total de 600 m2, porém encontra-se em fase de
ampliação em mais 1.200m2 com mais 06 (seis) salas de estudo individual, 02 (duas) salas de
estudo em grupo, 01 (uma) sala reservada à Hemeroteca e ainda o espaço Literatura. O Acervo
Bibliográfico tem um total de 7.324 títulos, 36.358 exemplares, o Sistema tem 3.694 usuários
cadastrados e a infraestrutura atual da Biblioteca conta com 02 (duas) salas de estudo, 01 (uma)
sala com 04 (quatro) microcomputadores com acesso a internet, área de circulação do Acervo
(empréstimo e devolução), área do Acervo, sanitários masculino e feminino adaptados para uso
de portadores de necessidades especiais.
• Empréstimo domiciliar (aos usuários que tenham vínculo com a instituição: alunos,
técnicos e professores).
72
• Renovação de empréstimo via Internet, acesso também pelo endereço
www.biblioteca.ufmt.br.
IV – GESTÃO DO CURSO
São órgãos deliberativos que acompanham, através de seus membros, as atividades pedagógicas
dos cursos de graduação.
73
consolidação, avaliação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso (PPC) visando
a incessante promoção da qualidade das Licenciaturas da UFMT Câmpus de Sinop.
Representantes Docentes:
74
O Colegiado de Curso é um órgão propositivo no âmbito dos cursos de licenciaturas para os
assuntos de ensino, sendo a instância deliberativa e consultiva sobre políticas, estratégias e
rotinas acadêmicas, para os fins de Ensino, Pesquisa e Extensão no âmbito do curso, em
conformidade ao que estabelece os Estatutos e as normas internas emanadas pelas Resoluções
dos Conselhos Superiores da Universidade.
O Colegiado de Curso será constituído pelo (a) Coordenador (a) do Curso, que o presidirá, e
por:
I. No mínimo 4 (quatro) docentes que ministram aulas no Curso, escolhido entre seus
pares;
II. 1 (um) representante dos servidores técnico-administrativos da unidade acadêmica,
indicado pela Coordenação do Curso;
III. 1 (um) representante dos estudantes do Curso.
III. Ata que nomeia os membros do Colegiado do Curso, sem abreviaturas, com titulação e
Siape;
A escolha do (a) Coordenador (a) do Curso dar-se-á com a participação dos docentes que
ministram aulas no Curso e dos estudantes regularmente matriculados no Curso e será nomeado
na forma da Lei com portaria emitida pela Pró-reitoria Administrativa (PROAD), sendo nulo
qualquer ato com data anterior à sua nomeação.
75
DAS REUNIÕES E DECISÕES DO COLEGIADO DE CURSO
76
4) Deliberar ações de melhorias para o Curso, propostas pelo Núcleo Docente Estruturante,
com base nos resultados da autoavaliação do Curso;
24) Decidir sobre recursos acadêmicos solicitados pelos alunos, conforme as normas e a
legislação em vigor;
77
25) Recomendar à direção da unidade acadêmica as providências adequadas à melhor
utilização do espaço, bem como do pessoal e do material;
30) Deliberar sobre a presença de ouvintes nas reuniões ordinárias e/ou extraordinárias do
colegiado.
5. Serão elegíveis todos os docentes efetivos que ministrem aulas ou tenham atividades
relacionadas com as áreas específicas do curso e que estejam em efetivo exercício no curso.
6. Poderão votar docentes efetivos que ministrem aulas ou tenham atividades relacionadas com
as áreas específicas do curso.
78
7. O mandato dos membros eleitos do Colegiado de Curso terá duração de 2 (dois) anos,
podendo haver recondução.
8. Caberá à Coordenação de Curso sugerir 3 (três) nomes de servidores para compor a comissão
interna que realizará as eleições, solicitando à direção da unidade acadêmica que emita a
portaria para esse fim.
A comissão interna a que se refere o caput deverá divulgar regulamento específico com no
mínimo 15 (quinze) dias úteis de antecedência da data prevista para a eleição.
Representantes Docentes:
Representante Técnico:
Representante Discente:
79
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um colegiado interdisciplinar e independente com
deveres regulamentados por lei, que deve existir nas instituições que realizam pesquisas no
Brasil envolvendo seres humanos ou animais. O CEP contribui para a qualidade das pesquisas
e para a discussão do papel dela no desenvolvimento social da comunidade. Contribui ainda
para a valorização do pesquisador que recebe o reconhecimento de que sua proposta é
eticamente adequada. O Comitê de Ética em Pesquisa – UFMT – SINOP reconhecido pela
CONEP, além de pertencer à própria instituição, presta atendimento a instituições parceiras
quando solicitado por envio de projetos, junto à Plataforma Brasil, para serem homologados.
A unidade de Sinop, conforme Resolução CNS n.o 370/07, tem as condições necessárias para
seu funcionamento: conta com espaço físico de 20 m 2, exclusivo, para abrigar secretaria,
equipamentos de informática com acesso à internet, aparelho telefônico, mobiliário adequado,
mesa de reuniões para 12 pessoas, material de consumo e arquivo, todos exclusivos do CEP.
Ressaltamos que o comitê é contemplado com representante do Instituto, no qual o curso está
inserido.
80
4.2.1 Coordenação de curso
81
No início de cada ano, o(a) Coordenador(a) deve apresentar um plano de ações para o ano
corrente, com o intuito de atender as necessidades do curso, bem como superar as dificuldades
e problemas, apontados pelo relatório da Comissão Própria de Auto Avaliação (CPAA), na
avaliação interna do curso, bem como nas avaliações externas (ENADE, Visitas in loco de
comissões do MEC), que será apreciado pelo Colegiado de Curso. A avaliação da Coordenação
será feita através de um relatório, pela Comissão Própria de Auto Avaliação (CPAA),
utilizando-se dos questionários avaliativos discente, docente e técnico (Anexos A, B e C) e dos
relatórios de avaliação externa.
A Comissão Própria de Auto Avaliação (CPAA), será constituída por ato do colegiado do curso,
e deve assegurar a participação dos segmentos discente e docente, se possível dos técnicos
administrativos, da comunidade acadêmica do Curso. A comissão fica responsável por todo o
processo, incluindo o levantamento de dados e informações, análise das informações,
elaboração de relatórios e divulgação junto aos discentes, docentes e técnicos do Curso.
82
Para a avaliação dos docentes, serão também considerados os currículos lattes e os relatórios
anuais de atividades (REA) e avaliados conforme a RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 24/2002 e a
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 39/ 2005, para docentes efetivos em estágio probatório durante
os três (3) primeiros anos; a RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 006/93 para os docentes efetivos.
O Projeto Pedagógico de Curso será avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo
Colegiado de Curso, com periodicidade anual, através dos relatórios apresentados pelo NDE,
das reuniões pedagógicas do curso, buscando analisar os aspectos que contribuem para o
atendimento dos objetivos do PPC vigente e das normas institucionais internas e externas à
UFMT vigentes. Para tal, será feita uma análise dos planos de ensino e diários de classe dos
componentes curriculares e dos questionários avaliativos discente, docente e técnico aplicados,
com o intuito de identificar e adequar metodologias de ensino, conteúdos, ementas, cargas
horárias, que possam contribuir para a eficiência pedagógica do curso.
83
ANEXO A - QUESTIONÁRIO AVALIATIVO CORPO DISCENTE
2. Avaliação do docente:
a. Referente ao plano de ensino:
i. O plano de ensino é apresentado na primeira aula?
ii. Trabalha os conteúdos estabelecidos em seu plano de ensino?
iii. Segue os critérios de avaliação apresentados no plano de ensino?
iv. Segue a metodologia de ensino estipulada no plano de ensino?
v. Utiliza as referências bibliográficas apresentadas no plano de ensino?
84
ix. O docente administra bem as situações de conflito em sala de aula?
c. Referente à comunicação:
i. Considerando a dicção, volume e tempo de vocalização, é possível compreender a fala
do docente?
ii. Considerando a linguagem, é possível compreender a fala e a escrita do docente?
iii. O docente estabelece um âmbito conceitual para a apresentação de representações
simbólicas, tais como: tabelas, figuras, diagramas, gráficos e equações?
d. Referente às avaliações:
i. O docente entrega as avaliações conforme prazos estabelecidos pelas resoluções?
ii. O docente faz a correção das avaliações?
iii. O docente retoma os conceitos que os discentes não compreenderam?
iv. O docente faz uso de um processo avaliativo condizente com sua abordagem do
Componente Curricular? Os critérios de avaliação são bem definidos?
v. O docente faz uma avaliação do Componente Curricular e sua autoavaliação em sala
de aula?
85
4. Referente aos outros discentes:
a. Os outros discentes da turma são assíduos e participativos durante às aulas?
b. Os discentes discutem entre si e com você durante às aulas ou fora delas acerca dos
conceitos trabalhados no Componente Curricular?
c. Existe interação com discentes de outros semestre do Curso? Como essas interações
acontecem?
d. Existe interação com discentes de outros cursos do Câmpus? Como essas interações
acontecem?
e. Os outros discentes colaboraram com a preservação patrimonial da instituição?
7. Autoavaliação:
a. Você participou das aulas? Se sim, como? Se não, por quê?
b. Qual foi seu desempenho no Componente Curricular? Esse desempenho foi refletido
pelos processos avaliativos propostos pelo docente?
c. Quais fatores (internos e externos à UFMT) interferiram positivamente e
negativamente no seu desempenho no Componente Curricular?
d. Qual foi o nível de aprendizado com relação aos conceitos do Componente
Curricular?
e. Você considera que teve um bom relacionamento com o docente? Por quê?
f. Como foi sua relação com os colegas deste Componente Curricular?
g. Com qual frequência você estudou para o Componente Curricular e como esse estudo
aconteceu?
h. Você participou das atividades e eventos programados pelo seu curso ou a instituição?
86
i. Você colaborou com a preservação patrimonial da instituição?
87
c. A estrutura física e recursos das salas de aula são bem conservados?
d. Os materiais de consumo são de qualidade e são suficientes para às aulas?
e. Os laboratórios didáticos têm experimentos suficientes?
f. O acervo da biblioteca atende suas necessidades em relação ao curso?
g. Existem locais disponíveis e adequados para estudo quando não se está em aula?
7. Autoavaliação:
a. Você apresenta o plano de ensino na primeira aula do Componente Curricular? Se
não, por quê?
88
b. Você cumpre o cronograma de conteúdos frente aos objetivos estabelecidos pelo
plano de aula? Se a resposta for não, justifique.
c. Você propõe aprofundamento do tema indicando diferentes bibliografias?
d. Você estabelece conexão dos conteúdos vistos em seu Componente Curricular com
outros componentes e com as competências profissionais do perfil de egresso do curso?
e. Você se preocupação com a comunicação com os discentes, com relação a
possibilidade de todos ouvi-lo, observar suas representações e compreendê-lo?
f. Você demonstra interesse para além dos conteúdos estipulados pela ementa?
g. Você faz correlação entre a Ciência praticada no dia-a-dia e a Ciência aceita pela
comunidade científica?
h. Você atualiza-se em relação à Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente, e faz
transposição didática deste conhecimento para sala de aula?
i. Você utiliza metodologias e abordagens de ensino variadas? Quais?
j. Como você coloca a relação docente-discente-conhecimento na Componente
Curricular? Qual o papel que desempenha como docente?
k. Você desenvolve suas aulas de forma expositivas e/ou dialógicas?
l. Você estimula os discentes a expressar suas ideias? Propõe atividades para os
discentes que permitam a reflexão? Quais?
m. Você incentiva e motiva os discentes a participarem de atividades oferecidas pelo
curso? De que forma?
o. Você faz avaliações das Componentes Curriculares que oferece? Como?
n. Você estabelece e esclarece aos discentes sobre os critérios de avaliação do
Componente Curricular?
p. Você avalia sua prática docente? Como?
q. Você entrega as avaliações para os discentes nos prazos estabelecidos pelas
resoluções da instituição?
r. Você faz a correção das avaliações com os discentes? Qual o retorno dado ao discente
neste ou após este momento?
s. Você participa das reuniões pedagógicas?
t. Você disponibiliza horários de atendimento e/ou orientação aos discentes em horários
fora distintos das aulas?
u. Você participa das atividades e eventos programados pelo seu curso ou pela
Instituição?
89
v. Você cumpre os horários de início e término estabelecidos para o Componente
Curricular e ao fim preenche a carga horária mínima exigida para a Componente Curricular?
w. Você estabelece uma relação com os colegas docentes para discutir sobre o curso tais
como: preparação de planos de ensino, discussão de abordagens e metodologias, questões
conceituais, dificuldades encontradas no processo ensino aprendizagem, dificuldades
encontradas no processo avaliativo?
1. Referente à infraestrutura:
a. Os laboratórios didáticos têm lugares suficientes para os discentes?
b. Eles apresentam-se limpas?
c. Os laboratórios didáticos têm experimentos suficientes?
4. Autoavaliação:
a. Você participa das aulas no laboratório? Se sim, de que forma? Se não, por quê?
b. Como você vê sua relação com os docentes?
c. Como você vê sua relação com os discentes?
d. Você colaborou com a preservação patrimonial da instituição?
e. Você colaborou para o bom andamento das atividades no Laboratório?
90
4.3 Ordenamentos diversos
A reunião de docentes é uma atividade que ocorre no Colegiado de Curso, Núcleo Docente
Estruturante (NDE) e na Congregação do Instituto, cuja composição e estruturação serão
definidas em Regimento Interno. Os colegiados serão órgãos de decisões de interesse comum
e as reuniões terão agenda pré-definida com reuniões ordinárias e extraordinárias
excepcionalmente.
91
Ciências Naturais e Matemática – Química, Licenciatura do CUS/UFMT, para diretor do
instituto ICNHS e Reitor da Universidade Federal de Mato Grosso.
O Diretório Central dos Estudantes 7 de Novembro – DCE 7 de novembro, foi fundado em data
de 29 de janeiro de 2013, com sede e foro localizada na sala 10, na CUS/UFMT, é um diretório
de representação dos acadêmicos do CUS/UFMT, de direito privado, constituído por tempo
indeterminado, sem fins econômicos, de caráter organizacional, filantrópico, assistencial,
promocional, recreativo e educacional, sem cunho político ou partidário, com a finalidade de
atender todos que a ele se dirigirem, independente de classe social, nacionalidade, sexo, raça,
cor ou crença religiosa, estando condicionado e resguardado nos direitos previstos na
Constituição Nacional da República Federativa do Brasil (Lei nº 7.395, de 31 de outubro de
1985).
O presente curso tem dado suporte para várias atividades que são organizadas pela
CALCINMAT, tais como eventos científicos, projetos de extensão e mobilizações junto a
população. O curso apoia a divulgação, na mobilização dos professores, no incentivo á
participação dos acadêmicos nas atividades organizadas pelo CALCINMAT, no apoio na
confecção de declarações/certificados, na reelaboração do calendário interno das atividades
teóricas, práticas e outras inerentes ao curso.
O curso dá abertura, voz e apoia o CALCINMAT em quaisquer intervenções que tenham como
objetivo o estreitamento da relação professor-aluno e da relação curso-aluno.
93
A mobilidade acadêmica estudantil permitirá ao discente de Ciências Naturais e Matemática –
Química a importante experiência de vivenciar propostas diversas de ensino, de extensão e de
pesquisa visando aperfeiçoamento de conhecimentos técnicos e científicos. O discente também
terá a oportunidade de interagir com colegas, professores, técnicos e a comunidade onde se
insere a instituição de ensino, assim a convivência com costumes e/ou culturas diferentes.
No que se refere á modalidade estudantil (a) entre Campi da UFMT e (b) entre outra IFES,
deve-se seguir o que recomenda a Resolução CONSEPE N o 08/2014. A participação no
programa de mobilidade está condicionada a análise da IES de origem e da receptora com base
nas normativas. A solicitação deverá ser aprovada pelo colegiado de curso de ambas as IFES.
Ressaltando que poderá candidatar-se à mobilidade acadêmica o discente que esteja
regularmente matriculado no curso de origem, O prazo máximo de afastamento é de dois
semestres letivos, podendo, em caráter excepcional, e a critério dos cursos envolvidos, ser
prorrogado por mais um semestre. Caberá ao colegiado de curso analisar o plano de disciplinas
a serem cursadas pelo discente na Instituição de destino, de modo a subsidiar a posterior e
obrigatória concessão de equivalência, em caso de aprovação do aluno.
94
de educação superior internacional. O intercâmbio internacional organiza-se nas seguintes
modalidades:
(a) Graduação Sanduíche no exterior (GS Ext.) - alunos da graduação da UFMT interessados
em estudar ou pesquisar em instituições no exterior, por um determinado período acadêmico.
Entre os requisitos mínimos para os candidatos GS Ext.: Estar regularmente matriculado. Ter
completado todas as disciplinas ofertadas no primeiro ano ou nos dói primeiros semestres do
curso graduação. Ser considerado aluno de excelência de acordo com critérios estabelecidos
por decisão do colegiado de curso de origem, homologado pela respectiva Congregação e
PROEG, que deverá dar ciência à SECRI. Atender a todos os requisitos específicos do Edital
SECRI a ser lançados conforme demanda e oportunidades.
O colegiado de curso ficará responsável por designar um Tutor, assim como analisar e aprovar,
o Plano de Estudos para o intercâmbio internacional. Estas ações poderão ser executadas na
fase de candidatura ou pós-seleção, dependendo da especificidade do edital a que o estudante
submeta a sua candidatura. O Tutor atuará como interlocutor do estudante, junto ao colegiado
de curso e à SECRI, nas etapas candidatura, mobilidade internacional e pós-mobilidade
internacional.
95
4.3.5 Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso
96
V – EQUIVALÊNCIA DOS FLUXOS CURRICULARES
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente descontinuado Fluxo curricular proposto e a ser progressivamente ofertado Aproveitamento
Sem
Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial aproveit
amento
97
Biodiversidade e a ação Antrópica: Aspectos cinéticos e energéticos Aspectos Cinéticos e Energéticos das Transformações
30 32 X --- ---
das transformações químicas Químicas
Fundamentos de psicologia 40 Fundamentos de Psicologia 48 X --- ---
Libras I 30 Libras I 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas III 50 Seminário de Práticas Educativas III 48 X --- ---
Estágio Supervisionado I 70 Estágio Supervisionado I 64 X --- ---
Sistemas lineares, matrizes e vetores 40 Sistemas Lineares, Matrizes e Vetores 48 X --- ---
Cálculo II 45 Cálculo II 48 X --- ---
Matemática financeira 15 Matemática Financeira 16 X --- ---
Ciência, tecnologia, sociedade e meio ambiente 60 Ciência, Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente 64 X --- ---
Corpo humano e processos evolutivos 50 Corpo Humano e Processos Evolutivos 48 X --- ---
Sociologia 40 Sociologia 32 X --- ---
Libras II 30 Libras II 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas IV 50 Seminário de Práticas Educativas IV 48 X --- ---
Estágio Supervisionado II 60 Estágio Supervisionado II 64 X --- ---
História da Química I 30 História da Química I 32 X --- ---
Físico-química I 45 Físico-Química I 48 X --- ---
Química Inorgânica 75 Química Inorgânica 80 --- ---
Química Orgânica I 60 Química Orgânica I 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química I 30 Prática de Ensino de Química I 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas V 50 Seminário de Práticas Educativas V 48 X --- ---
Estágio Supervisionado III 70 Estágio Supervisionado III 64 X --- ---
História da Química II 30 História da Química II 32 X --- ---
Físico-química II 75 Físico-Química II 80 X --- ---
Química Orgânica II 45 Química Orgânica II 48 X --- ---
Química Analítica I 60 Química Analítica I 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química II 30 Prática de Ensino de Química II 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas VI 50 Seminário de Práticas Educativas VI 48 X --- ---
Estágio Supervisionado IV 70 Estágio Supervisionado IV 64 X --- ---
História da Química III 30 História da Química III 32 X --- ---
98
Físico-química III 45 Físico-Química III 48 X --- ---
Bioquímica 75 Bioquímica 80 X --- ---
Química analítica II 60 Química Analítica II 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química III 30 Prática de Ensino de Química III 32 X --- ---
Estágio Supervisionado V 70 Estágio Supervisionado V 64 X --- ---
História da Química IV 30 História da Química IV 32 X --- ---
Físico-química IV 45 Físico-Química IV 48 X --- ---
Química analítica III 45 Química Analítica III 48 X --- ---
Química ambiental 45 Optativa I 48 X --- ---
Tópicos de Química 55 Optativa II 48 X --- ---
Prática de Ensino da Química IV 30 Prática de Ensino de Química IV 32 --- ---
Monografia I 50
Trabalho de Conclusão de Curso 96 --- X
Monografia II 50
Estágio Supervisionado VI 60 Estágio Supervisionado VI 80 X --- ---
--- --- Química Ambiental 48 --- --- ---
--- --- Introdução ao Cálculo Numérico 32 --- --- ---
--- --- Educação Especial e Acessível 32 --- --- ---
--- --- Tóxicologia Forense 32 --- --- ---
--- --- Química dos Alimentos 48 --- --- ---
--- --- Tópicos em Química 48 --- --- ---
Atividades Complementares 200 Atividades Teórico-práticas 200 X --- ---
99
VI – PLANO DE MIGRAÇÃO
A migração dos discentes ingressantes em 2019/1, 2018/1 e 2017/1 será total com
solicitação de aproveitamento das disciplinas cursadas, conforme estrutura curricular
aprovada na Resolução CONSEPE N.º 27, de 03 de maio de 2010, de acordo com a tabela
de equivalência dos fluxos curriculares apresentada neste PPC, sendo que as demais
disciplinas a serem cursadas deverão seguir os fluxos propostos indicados abaixo:
100
Estágio Supervisionado IV 64
História da Química III 32
Físico-Química III 48
Bioquímica 80
7º
Química Analítica II 64
Prática de Ensino de Química III 32
Estágio Supervisionado V 64
História da Química IV 32
Físico-Química IV 48
Química Analítica III 48
Optativa I* 32
8º
Optativa II* 32
Optativa III* 32
Prática de Ensino de Química IV 32
Estágio Supervisionado VI 80
Atividades Teórico-práticas 200
Trabalho de Conclusão de Curso 96
* São obrigatórios o acadêmico cursar 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas
optativas, podendo o acadêmico optar por cursar disciplinas de 2 (dois) ou 3 (três)
créditos, contabilizando o total de créditos, a sua livre escolha.
101
Físico-Química IV 48
Química Analítica III 48
Optativa I* 32
Optativa II* 32
Optativa III* 32
Prática de Ensino de Química IV 32
Estágio Supervisionado VI 80
Atividades Teórico-práticas 200
Trabalho de Conclusão de Curso 96
* São obrigatórios o acadêmico cursar 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas
optativas, podendo o acadêmico optar por cursar disciplinas de 2 (dois) ou 3 (três)
créditos, contabilizando o total de créditos, a sua livre escolha.
102
VII– REFERÊNCIAS
HAYD, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. São Paulo: Ática, 2011.
103
MACHADO, Maria Auxiliadora C. Araújo. Diagnóstico para superar o tabu da
avaliação nas escolas. AMAE Educando, n. 255, 1995
104
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, Resolução CONSEPE N.º 118/
2014, que dispõe sobre a elaboração e reelaboração de Projeto Pedagógico de Curso de
Graduação.
105
VIII – APÊNDICES
APÊNDICE A – Ementário
Disciplinas Obrigatórias:
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BOYER, Carl B. História da matemática. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
106
• MEYER, João Frederico da Costa Azevedo; CALDEIRA, Ademir Donizeti;
MALHEIROS, Ana Paula dos Santos. Modelagem em educação matemática. Belo
Horizonte: Autêntica, 2011. (Tendências em educação matemática).
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• SANTOS, Boaventura de Sousa. Introdução a uma ciência pós moderna. 5ª ed. São
Paulo: Cortez, 2008.
• KUHN, Thomas A. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva.
Tradução do original: The structure of scientific revolutions, 1962, The University of
Chicago Press.
• CHASSOT, A. Alfabetização Científica. Ijuí RS, Unijuí. 2006.
107
• MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI; tradução Flavia
Nascimento, 5 ed. RJ: Bertrand Brasil, 2005.
• GIL-PÉREZ, D. (Org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a pratica. São Paulo:
Pioneira, 2004. 154 p.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1986. V. 1.
• MASTERTON, William L.; HURLEY, Cecile N. Química: princípios e reações. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
• RUSSELL, J. B. Química Geral. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1994, v. 1.
• MAHAN, Bruce H.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São Paulo:
Edgard Blücher, 1995.
• KOTZ, John C. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
• ROSENBERG, Jerome L. Teoria e problemas de química geral. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
108
COMPONENTE CURRICULAR: Biologia Celular
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
Tipos celulares: células e células eucariontes animal e vegetal; Estrutura e Função dos
componentes celulares: Ribossomos, Complexo de Golgi, Reticulo Endoplasmático,
Mitocôndrias, Cloroplastos, Lisossomos, Centríolos, Núcleo; Replicação do DNA;
Síntese proteica: Transcrição e Tradução; Divisões celulares: Mitose e Meiose.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
109
COMPONENTE CURRICULAR: Antropologia
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
110
• LINTON, R. Campo e divisões da antropologia. Revolução, raça e cultura. SP: Ed.
Nacional, 1978.
• LOPES, Flávio. O programa de incremento do turismo cultural: dos novos conceitos
e motivações sobre o patrimônio cultural à criação de produtos turísticos de qualidade.
• MALINOWSKI, B. A teoria funcional. São Paulo: Ática, 1986.
• McCRACKEN, Grant. Vestuário como linguagem: uam lição objetiva no estudo das
propriedades expressivas da cultura material. In McGracken, G. Cultura e Consumo:
novas abordagens ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de
Janeiro, Mauad, 2003. (pp. 83-98)
• MEAD, M. “Sexo e temperamento” 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1969.
• MELLO, L.G. Antropologia Cultural. Petrópolis: Vozes, 2000.
• NOVAES, Sylvia Caiuby. “Antropologia contemporânea e os estudos sobre a
mudança social e identidade.” e “A identidade no sentido amplo: o outro como
modelos” (Capítulos 1 e 2) In Novaes, S. Jogos e espelhos. São Paulo EDUSP, 1993
(pp. 35-74)
• PEREIRA, Carlos Alberto M. O que é contracultura. 2ed. São Paulo: Brasiliense,
1983.
• SAHLINS, Marshall. O pessimismo sentimental e a experiência etnográfica: por que
a cultura não é um objeto em via de extinção (parte I). Mana. RJ, vol. 3, n.º 1, 1997.
• SANTOS, José Luiz dos. O que é Cultura. 2ª ed. Primeiros Passos. Editora
Brasiliense.
• SILVA, Elsa Peralta. Patrimônio e identidade. Os desafios do Turismo Cultural.
• WACQUANT, Loic. “Prefácio”, “Prólogo” e “Arua e o ringue”. In Wacquant, L.
Corpo e alma: notas etnográficas de um aprendiz de boxe. Rio de Janeiro, Relume
Dumará, 2001 (pp. 11-178).
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
111
• DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. 19. ed. Campinas: Papirus, 2006.
• LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora: novas exigências
educacionais e profissão docente. São Paulo: Cortez, 1998.
• PILETTI, Claudino; PILETTI, Nelson. Filosofia e história da educação. 7. ed. São
Paulo: Ática, 1988.
• MANACORDA, Mario Alighiero. História da educação: da antiguidade aos nosso
dias. 3. ed. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1992.
• ROMANELLI, Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil: 1930-1973. 35.
ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
• SÁ, Elizabeth Figueiredo (Org); SIQUEIRA, Elizabeth Madureira (Org.). Fontes,
pesquisa e escrita da história da educação do Centro-Oeste. Cuiabá: EdUFMT, 2012.
• Bibliografia Complementar (pelo menos 5 referências atualizadas presentes no acervo
da Biblioteca da UFMT Sinop).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2004.
• GADOTTI, Moacir. Pedagogia da práxis. Cortez 1995.
• GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. 2. ed. São Paulo: Ática, 1988.
• MELLO, Irene Cristina de; NUNES, Maria Madalena; CARVALHO, Sumaya
Persona de (Org.). Iniciação à docência na UFMT. Cuiabá: EdUFMT, 2012. 243p.
• PONCE, Aníbal, Educação de Luta de Classe. 18ª Ed. São Paulo: Ática, 2002.
• SAVIANI, Demerval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma
outra política educacional. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 1999. 169p.
• SAVIANI, Demerval. Escola e democracia/ teorias da educação, curvatura da vara,
onze teses sobre a educação política. 36. ed. São Paulo: Autores Associados, 2003.
• FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. 5. ed. São Paulo:
Cortez, 2003.
• FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva: um (re) exame das
relações entre educação e estrutura econômico-social capitalista. 9. ed. São Paulo:
Cortez, 2015.
EMENTA
112
Conscientização das variedades sociolinguísticas, entre elas a norma padrão. Manuseio
de material de apoio linguístico (dicionário e manual gramatical). Leitura e interpretação
textual de alguns gêneros usuais. Exposição oral. Coesão e coerência. Leitura e produção
de alguns gêneros digitais e acadêmico-profissionais. Ensino de gramática aplicada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Ler e compreender os sentidos do texto. 2. ed. São
Paulo/ Rio de Janeiro: Contexto, 2006.
• MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
• OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
cientifica. 5. ed. Vozes, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
113
• MARTINO, Agnaldo. Português Esquematizado - Gramática, Interpretação de Texto.
2ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
• TERCIOTTI, Sandra Helena. Português na Prática - Para Cursos de Graduação e
Concursos Públicos. São Paulo: Saraiva, 2011.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo. Editora Atlas
S.A. 2010.
• BASTOS, C.L. KELLER, V. Aprendendo a Aprender: Introdução à Metodologia
Científica. Ed. Petrópolis, R.J. Vozes, 2004.
• RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis, Vozes, 1986.
• MBERNÓN, F. Inovar o ensino e a aprendizagem na Universidade. Tra, Silvana
Cobucci Leite. são Paulo: Cortez, 2012.
• CASTRO, C.M. A prática da pesquisa. MacGraw- hill do Brasil. 1977.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
114
COMPONENTE CURRICULAR: Geometria I
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
115
COMPONENTE CURRICULAR: Trigonometria e Matemática - A Terra e o Universo
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• LIMA, E. L., et. al. Temas e Problemas. Coleção do Professor de matemática. Rio de
Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2001.
• AYRES, F., MOYER, R. E. Teoria e problemas de trigonometria: com soluções
baseadas em calculadoras. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
• EVES, H. Introdução a história da matemática. Campinas: Ed. UNICAMP, 2004.
OLIVEIRA FILHO, K. de S., SARAIVA, M. de F. O. Astronomia e astrofísica. 2.ed.
São Paulo: Livraria da Física, 2004.
• AYRES, F. Trigonometria: plana e esférica. Rio de Janeiro: MacGraw-Hill do Brasil,
1973. Não
• LIMA, E. L. Coordenadas no plano: com as soluções dos exercícios: geometria
analítica, vetores e transformações geométricas. 5. ed. Rio de Janeiro: Sociedade
Brasileira de Matemática, 2005.
• BOYER, C. B. História da Matemática 2ª edição. São Paulo: Editora Edgard Blücher
Ltda, 2002.
• NOÇÕES básicas de cartografia. Rio de Janeiro: IBGE, 1999. 130 p. (Manuais
técnicos em geociências; 8). ISBN 8524007516.
116
COMPONENTE CURRICULAR: Modelos Teóricos das Ciências Naturais e Ensino de
Ciências e Matemática
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ANDERY, M. A., et. al. Para Compreender a Ciência: Uma Perspectiva Histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, São Paulo: EDUC, 1996. p. 133-144.
• ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o
meio ambiente. 3ª edição. Porto Alegre, Editora Bookman. 2006, 968p.
• CHASSOT, Attico. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo: Editora Moderna,
1994. 191 p
• FILGUEIRAS, C.A.L. Duzentos Anos da Teoria Atômica de Dalton – Química Nova
na Escola n. 20, p. 38-44, 2004.
• MAHAN, B.M. & MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário, Edgard Blucher,
4ª Edição - 1996 - 582p.
• MORTIMER, A. F. Linguagem e formação de conceitos no ensino de Ciências. Belo
Horizonte: UFMG, 2000.
• RUSSEL, John Balir. Química Geral. vol. 1, 2ª ed. São Paulo: Editora Makron Books,
1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CACHAPUZ, António. ... [et. al.] (Org.). A NECESSÁRIA renovação do ensino das
ciências. São Paulo: Cortez, 2005. 263 p.
• CHERMAN, Alexandre. O tempo que o tempo tem: por que o ano tem 12 meses e
outras curiosidades sobre o calendário. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008.
• MAHONEY, Terry. Astronomia: o estudo do universo. São Paulo: Melhoramentos,
2007.
• PRESS, F. et al. Para entender a Terra. 4ª. ed., Porto Alegre: Bookman, 2006.
• TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2009.
117
COMPONENTE CURRICULAR: Cosmologia
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• SOUZA, Ronaldo Eustáquio de. Introdução à cosmologia. São Paulo/ Rio de Janeiro:
EDUSP, 2004.
• MAHONEY, Terry. Astronomia: o estudo do universo. São Paulo: Melhoramento,
2007. 31p. (Ciência Ilustrada).
• OLIVEIRA FILHO, Kepler de Souza; SARAIVA, Maria de Fátima Oliveira.
Astronomia e astrofísica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004.
• FRIAÇA, Amâncio C. S. et al. (Org.). Astronomia: uma visão geral do universo. 2.ed.
São Paulo: EDUSP, 2003. 278 p.
• VIEGAS, Sueli Maria Marino. No coração das galáxias. São Paulo: EDUSP, 2007.
165 p.
• HORVATH, J. E. O ABCD da astronomia e astrofísica. São Paulo: Livraria da Física,
2008. 232 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
118
COMPONENTE CURRICULAR: Estrutura Físico-Química da Terra
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• PRESS, F. et al. Para entender a Terra. 4ª. ed., Porto Alegre: Bookman, 2006.
• TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2009.
• POPP, J.H. Geologia Geral. 6ª ed. LTC:Rio de Janeiro, RJ:LTC, 2010.
• ATKINS, P. JONES, P. Princípios de química. Porto Alegre: Bookman Companhia
Editora, 2001.
• RUSSEL, J. B. Química: A Matéria e Suas Transformações. Vol. 1. Trad. J.A. Souza.
Rio de Janeiro, 2002.
• HALLIDAY, DAVID. Fundamentos de Física: Gravitação, Ondas e Termodinâmica.
Vol.2., LTC.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENT AR
• LEINZ, V. AMARAL, S.E. Geologia geral. 14ª ed. São Paulo: Nacional, 2003.
• ALBARÈDE, F. Geoquímica: uma introdução. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
• BRANCO, S.M. Meio ambiente e geologia. São Paulo: SENAC, 2004.
• SUGUIO, K. Dicionário de geologia sedimentar e áreas afins. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1998.
• POMEROL, et al. Princípios de geologia. 14ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
EMENTA
119
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
120
• ARANHA, M. L. de A. et MARTINS, Maria Helena P. Filosofando: Introdução à
Filosofia. São Paulo: Moderna, 1989. 395p.
• CHAUÍ, M.. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1999. 440p.
• COUTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 16 ed. São
Paulo: Saraiva, 2008.
• FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do estado capitalista. 11. Ed. São
Paulo: Cortez, 2008.
• FRENCH, Steven. Ciência: conceito chave em filosofia. Porto Alegre: Grupo A,
2009.
• JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. 17. Ed. São Paulo: Cultrix,
2006.
• REALE, Miguel. Introdução à filosofia. 4. Ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
121
• SILVA, TOMAZ TADEU DA. Documentos de identidade: uma introdução às teorias
do currículo. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
• COSTA, Marisa Vorraber (Org.). Currículo nos limiares do contemporâneo, O. 4. ed.
Rio de Janeiro: DP&A, 2005. 176 p. ISBN 8574903264.
• SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. 2. ed. Autêntica 2005. 154 p. ISBN 8586583448.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
122
• MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e
criatividade. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. 80 p.
• DELIZOICOV, Demétrio. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. 2. ed. São
Paulo: Cortez, 2007. 364 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• STEWART, James. Cálculo, volume 1. 5. ed. São Paulo: Thompson Learning, 2006.
581 p. (v.1).
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. Ed. São Paulo: Harbra,
c1994. 2 v. ISBN 8529400941(v.1).
• ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen; 1972-. Cálculo. 8. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007. 2 v. ISBN 8560031634(v.1).
• LARSON, Ron; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2005. 686 p.
• ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003. v. 1.
123
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
124
• COSTA, Sérgio Francisco. Introdução ilustrada à estatística. 4. ed. São Paulo: Harbra,
2005. 399 p.
• ARANGO, Hector Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 438 p.
• BOLFARINE, Heleno. Introdução a inferência estatística. São Paulo: SBM, 2000.
125 p.
• TAKAHASHI, Shin. Guia manga de estatística. São Paulo: Novatec, 2010. 215 p.
• CAMPOS, Celso Ribeiro; WODEWOTZKI, Maria Lucia Lorenzetti; JACOBINI,
Otávio Roberto. Educação estatística: teoria e prática em ambientes de modelagem
matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. 143 p.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
125
• SOARES, Marcio G. Cálculo em uma variável complexa. 4. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2007. 196 p. (Coleção matemática universitária).
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BRUSCA, R.C. & G.J. Brusca. 1990. Invertebrates. Sunderland. Sinauer Associates,
Inc., Publishers, 922p.
• CURTIS, H. Biologia. 2ª Edição. Guanabara Koogan. 1977. 964 p.
• DAMIÃO-FILHO, C.F.; MÔRO, F.V. Morfologia Vegetal. 2ª ed., Jaboticabal, Ed.
Funep, 2005.
• FUTUYMA, D. J. Biologia Evolutiva. 2ª Edição. FUNPEC Editora. 2002. 631 p.
• MARGULIS, L. & Schwartz, K.V. 2001. Cinco Reinos: um guia ilustrado dos filos
da vida na Terra. 3ª Ed. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 497p.
• ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434 p.
• POUGH, F. H.; C. M. Janis & J. B. Heiser. 2003. A vida dos Vertebrados. 3ª ed.
Atheneu editora, São Paulo. 699 p.
• RAVEN, P.H. et al. Biologia vegetal. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
126
COMPONENTE CURRICULAR: Aspectos Cinéticos e Energéticos das
Transformações Químicas
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• RUSSELL, John Blair; BROTTO, Maria Elizabeth (Coord.). Química geral. 2. ed.
São Paulo: Makron Books, 1994. (v.1).
• ATKINS, P.W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
• KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul. Química geral e reações químicas. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. (v.1).
• MAHAN, Bruce H.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São Paulo:
Edgard Blücher, c1995. xxi, 582 p. 2012.
• FELTRE, Ricardo. Química: química geral. 4. ed. São Paulo: Moderna, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul. Química geral e reações químicas. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. (v.2)
• CHASSOT, Áttico I. Ciência através dos tempos, A. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2004.
• CHASSOT, Áttico I. Catalisando transformações na educação. Ijuí: EdUNIJUI, 1993.
• ROSENBERG, Jerome L. Teoria e problemas de química geral. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
• BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1986.
EMENTA
127
idades; psicanálise e educação; dinâmica da agressividade; dificuldades de aprendizagem.
Teorias da aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. 2.ed. são Paulo: Martins Fontes, 2000.
• REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
• OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento um processo
sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1995. 111 p. (Pensamento e ação no
magistério).
• WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicacão não-verbal. 65. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
• LEITE, Cilia Coelho Pereira; FÁVERO, Leonor Lopes; SILVEIRA, Regina Célia
Pagliuchi da (Coord.). Linguagem e pensamento: reflexões interdisciplinares. São
Paulo: Cortez, 1982.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
128
• PEREIRA, R. C. de. Surdez – Aquisição de Linguagem e Inclusão Social. Rio de
Janeiro: Revinter, 2008.
• PEREIRA, R. C. de. Surdez – Aquisição de Linguagem e Inclusão Social. Rio de
Janeiro: Revinter, 2008.
• QUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: Estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
• SOUZA, Solange Jobim e. Infância e linguagem: Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. 10.
ed. Campinas: Papirus, 1994. 173 p.
• WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. 65. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 288 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ANDERY, M. A., et. al. Para Compreender a Ciência: Uma Perspectiva Histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, São Paulo: EDUC, 1996. p. 133-144
• CACHAPUZ, Antônio et al. A necessária renovação do ensino das ciências. São
Paulo: Cortez, 2005. 14-15, 19-34, 71-92p
129
• CAMPOS, Maria Cristina da Cunha e NIGRO, Rogério Gonçalves. Didática das
Ciências: ensino-aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999. 145-157p
• CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. MacGraw-hill do Brasil. 1977.
• CHASSOT, Attico. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo: Editora Moderna,
1994.p.191
• CHASSOT, Attico. História da Ciência no Fazer Educação com a Ciência in
CHASSOT, Attico e OLIVEIRA, José Renato (orgs). Ciência, ética e cultura na
educação. São Leopoldo: ED. UNISINOS, 1998. p.73-93.
• DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
• FILGUEIRAS, C.A.L. Duzentos Anos da Teoria Atômica de Dalton – Química Nova
na Escola n. 20, p. 38-44, 2004.
• GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social, São Apulo: Atlas, 1999.
• GOUVEIA-MATOS, J.A.M. Pauster – Ciência Para Ajudar a Vida. – Química. Nova
na Escola n. 6, p. 20-22, 1997.
• MARCONI, M. de A. e LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia cientifica 6ª
Ed. São Paulo, Atlas, 2007.
• MINAYO, C.S.(org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis:
Vozes, 1994.
• ONUCHIC, L,R. Resolução de Problemas: Teoria e Prática. Jundiaí, Paco Editorial.
2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
130
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Supervisionado I
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch teórica: - Ch prática: 64h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
131
• LÜCK, Heloísa, A gestão participativa na Escola. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
• MONTEIRO, F. M. A. et al. Trabalho docente na educação básica: contribuições
formativas e investigativas em diferentes contextos. Cuiabá: EdUFMT, 2007.
• RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 5 ed.
São Paulo: Cortez, 2005.
• SKOVSMOSE, Ole. Educação Matemática crítica: a questão da democracia. 2 ed.
Campinas: Papirus, 2004.
• TEIXEIRA, Bruno Rodrigo; CYRINO, Márcia Cristina de Costa Trindade. O estágio
de observação e o desenvolvimento da identidade profissional docente de professores
de matemática em formação inicial. Educação Matemática Pesquisa, v. 16, n. 2, pp.
599-622, 2014.
• VEIGA, Ilma Passos Alencastro; D'ÁVILA, Cristina Maria (Orgs). Profissão
docente: novos sentidos, novas perspectivas. 2 ed. Campinas, SP: Papirus, 2012..
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ANTON, Howard. Álgebra linear: com aplicações. 8 ed. Porto Alegre: Bookman,
2001. 572 p.
• BOLDRINI, José Luiz (Org.) et al. Álgebra Linear. 3 ed. São Paulo / Rio de Janeiro:
Harbra, 1980. 411 p.
• CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H.; COSTA, Roberto Celso Fabricio.
Álgebra linear e aplicações. 6. ed., reform. São Paulo: Atual, c2003. 352 p.
• HAZZAN, S. e IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Seqüências,
Matrizes, Determinantes e Sistemas. Vol. 4. São Paulo: Atual, 2004.
• IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 4:
sequências, matrizes, determinantes, sistemas. 7. ed. São Paulo: Atual, 2004. 232 p.
• REIS, G. L. e SILVA, V. V. Geometria Analítica. LTC, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
132
• BALDIN. Yuriko Yamamoto & FURUYA, Yolanda K. Saito. Geometria Analítica
para Todos e Atividades com Octave e GeoGebra. São Carlos: Ed UFSCar, 2011.
• EDWARS, I. H. e PENNY, D. E. JR. Introdução à Álgebra Linear. LTC, 1998.
• KOLMANN, B. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 8ª Edição. São Paulo:
LTC, 2006.
• LIMA, Elon Lages et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Matemática, c2006. 3 v. (Coleção do professor de
matemática) (v.3).
• LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: teoria e problemas. 3. ed., rev., ampl. São
Paulo: Makron Books, 1994. 647 p. (Schaum).
• MACHADO, Antônio dos Santos. Sistemas lineares e análise combinatória. São
Paulo: Atual, 1986. 229 (Matemática, temas e metas ; 3).
• PARGA, Paulo. Álgebra Linear Básica com Geometria Analítica. 3ª Ed. Rv. E
ampliada – Soropédica, RJ: Ed. Da UFRJ, 2011.
• POOLE, D. Álgebra Linear. Thomson Pioneira, 2003.
• SANTOS, R. J. Introdução à Álgebra Linear. Belo Horizonte: Imprensa Univ. da
UFMG, 2008.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ANTON, Howard. Calculo: um novo horizonte. 6 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
• ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003. (v.1).
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 3. ed. , rev. Rio de Janeiro: LTC,
1998. 4 v.
• LARSON, Ron; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2005. 686 p.
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. Ed. São Paulo: Harbra,
c1994. 2 v. ISBN 8529400941(v.1).
• STEWART, James. Cálculo, volume 1. 5. Ed. São Paulo: Thompson Learning, 2006.
581 p. (v.1) ISBN 8522104794.
• SWOKOWSKI, E. W. , Cálculo com geometria analítica, Volume 1, São Paulo,
Makron Books, 2° Edição, 1994.
133
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Capital, juros simples, juros compostos, taxas de juros e montante. Tabelas Price e SAC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• FRANCISCO, Walter de. Matemática financeira. 7 ed. São Paulo: Atlas, 1994. 273
p.
• MATIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática financeira: com
mais de 600 exercícios resolvidos e propostos. 2 ed. São Paulo/ Rio de Janeiro: Atlas,
1996. 455 p.
• DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. Volume único. São Paulo:
Ática, 2007.
• CRESPO, Antônio Arnot. Matemática Comercial e Financeira fácil. 13 ed. São Paulo:
Saraiva, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
134
• ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 2 ed. São Paulo/
Rio de Janeiro: Atlas, 1994. 421 p.
• MEDEIROS JÚNIOR, Roberto José. Matemática Financeira. Curitiba, PR: Rede E-
Tec Brasil, Instituto Federal, 2012.
• NASSER, Lilian. À vista ou a prazo sem juros: qual dessas modalidades de
pagamento é mais vantajosa? Educação Matemática em Revista – RS, Ano 10, 2009,
n. 10, v. 2, pp. 93-99.
• CASTANHEIRA, Nelson Pereira; MACEDO, Luiz Roberto Dias de. Matemática
Financeira Aplicada. Curitiba: Ibpex, 2007.
• BARRETO, F. B.; XAVIER C. S. Matemática Aula por Aula. Volume 3 - São Paulo
: FTD, 2003.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
135
• OMETTO, José Carlos. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres,
1981. 425 p.
• MILLER, G.T. Ciência Ambiental. São Paulo: Learning, 2008.
• ROCHA, J. C. et. al. Introdução à Química Ambiental. Porto Alegre: bookman, 2004.
EMENTA
Corpo Humano e processos evolutivos. Ser humano, meio ambiente e saúde. Saúde e o
sistema biológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
136
COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do estado capitalista. 11. ed. São
Paulo: Cortez, 2008.
• LAKATOS, M.E.; MARCONI, M. Sociologia geral. 7ª. Ed. São Paulo, Atlas, 1999.
• MAUSS, Marcel. Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
RIBEIRO Darcy. As Américas e a civilização: Processo de formação e causas do
desenvolvimento desigual dos povos americanos, São Paulo, Campanha das letras,
2007.
• MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 3ªed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
1999..
• VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
137
COMPONENTE CURRICULAR: Libras II
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
138
COMPONENTE CURRICULAR: Seminário de Práticas Educativas IV
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 48h Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
139
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Supervisionado II
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch teórica: - Ch prática: 64h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• ALMEIDA, P.N. Educação Lúdica: Técnica e Jogos Pedagógicos. Ed. Loyola, 2008.
• CHASSOT, Attico. Para que(m) é útil o ensino? 3 ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2014.
• CORTELLA, Mario Sergio. Educação, escola e docência: novos tempos, novas
atitudes. São Paulo: Cortez, 2014.
• LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens Qualitativas.
2 ed. Rio de Janeiro: E.P.U., 2013.
• MOREIRA, A. F.; CANDAU, V. M. Multiculturalismo: diferenças culturais e
práticas pedagógicas. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
• OTTE, M. A realidade das ideias: Uma perspectiva epistemológica para a Educação
Matemática. Trad. Alexandrea Silva Abido … [ et. al.] Cuiabá: MT. Edumat, 2012.
• PERRENOUD, P. Ensinar: Agir na Urgência, decidir na incerteza. Trad. Cláudia
Schilling. Porto Alegre. Artmed Editora, 2001.
• SOUZA, Maria Celeste Reis Fernandes de; FONSECA, Maria da Conceição Ferreira
Reis. Relações de gênero, Educação Matemática e discurso: enunciados sobre
mulheres, homens e matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
• TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 16 ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2014.
140
COMPONENTE CURRICULAR: História da Química I
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32 h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
141
COMPONENTE CURRICULAR: Físico-Química I
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 32h Ch prática: 16h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
142
hibridação. Representação de fórmulas estruturais e moleculares. Classificação das
cadeias carbônicas. Radicais Orgânicos. Regras de nomenclatura. Classificação e
nomenclatura dos compostos orgânicos: Hidrocarbonetos, Compostos Aromáticos,
Haletos Orgânicos, Álcoois, Enóis, Fenóis, Éteres, Cetonas, Ácidos carboxílicos,
Aldeído, Ésteres, Anidridos, Aminas, Amidas, Nitrocompostos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ALLINGER, Norman L. et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1976.
961 p.
• BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, c2011.
• BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, c2006. 2 v.
• MCMURRY, John. Química orgânica [Combo]. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2011.
• SOLOMONS, T.W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 10. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2013. 2 v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• MORRISON, R.T. BOYD, R.N. Organic Chemistry, 6ª. ed. Lisboa, Portugal:
Fundação Kalouste Gulbenkian, 2005.
• VOLLHARDT, K. Peter C.; SCHORE, Neil Eric. Química orgânica: estrutura e
função. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
• COSTA, Paulo Roberto Ribeiro. Ácidos e bases em química orgânica. Porto
Alegre: Bookman, 2005.
• FELTRE, Ricardo. Química: química orgânica. 3. ed. São Paulo: Moderna, 1989. 3
v.
• ZUBRICK, James W. Manual de sobrevivência no laboratório de química
orgânica: guia de técnicas para o aluno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
EMENTA
143
metálicas; Propriedades Periódicas; Metais Alcalinos (grupo I-A); Metais Alcalinos
Terrosos (grupo II-A); Gases Nobres (grupo zero); Halogêneos (grupo VII-A);
Calcogêneos (grupo VI-A); grupo do Nitrogênio (grupo V-A).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• LEE, J. D. Química Inorgânica: não tão concisa. São Paulo, Edgar Blucher, 1999.
• HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, A. G. Química inorgânica. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC
• SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W. Química inorgânica. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008. 847 p
• RAYNER-CANHAM, Geoffrey; OVERTON, Tina. Química inorgânica
descritiva. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015
• ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o
meio ambiente. Porto Alegre, Bookman, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• Brown, T.L., May, H.E.., Bursten, B.E.,Química- A ciência central. São Paulo:
Pearson, 2005
• MAHAN, B. N.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo, Edgar
Blucher, 1995.
• RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo, Makron Books. 2. ed., v.1, 1994.
• KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C. Química Geral e reações
químicas, v. 1 e 2, 6ª Ed. São Paulo: Thomson Learning, 2009.
• ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna
e o meio ambiente, 5ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
EMENTA
144
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
145
• DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
• LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
• MORAIS, R. (Org.). Sala de aula: que espaço é esse? 20. ed. Campinas: Papirus,
2006.
• NARDI, R. (Org.). A pesquisa em ensino de Ciências no Brasil: alguns recortes. São
Paulo: Escrituras, 2007
• TOLEDO, M. Didática da Matemática: como dois e dois: a construção da
matemática. São Paulo: FTD, 1997 (Conteúdos e Metodologias).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
146
• TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 16 ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2014.
• ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
1998
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• LARA, Maria Isabel Cristina Machado de. Jogando com a Matemática. São Paulo: Rêspel,
2003.
• MOELLWALD, Francisco Egger; BAMPI, Lisete. Iniciação à docência em Matemática:
experiências e outros escritos. São Leopoldo: Oikos, 2011.
• PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 6 ed. São
Paulo: Cortez, 2011.
• CHAVES, Sílvia Nogueira. Reencantar a ciência, reinventar a docência. São Paulo: Editora
Livraria da Física, 2013.
• PAIS, Luiz Carlos. Ensinar e aprender Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
• CHASSOT, Attico. Educação ConSciência. 2 ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2007.
• VEIGA, Ilma Passos Alencastro; D'ÁVILA, Cristina Maria (Orgs). Profissão docente:
novos sentidos, novas perspectivas. 2 ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
• DARSIE, M.M.P (org). A avaliação no trabalho docente: concepções e práticas em
Educação Matemática. Cuiabá: EdUFMT/FAPEMAT, 2010.
• LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? : novas exigências
educacionais e profissão docente. São Paulo: Cortez, 1998.
• DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2007.
• CUNHA, M. O bom professor e sua prática. 2 ed. Campinas, SP: Papirus, 1992.
• SKOVSMOSE, Ole. Educação Matemática crítica: a questão da democracia. 2 ed.
Campinas: Papirus, 2004.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
147
• ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria. Da alquimia à química. São Paulo: Landy
editora, 2005.
• ARAGÃO, M. J. História da química. Rio de Janeiro: editora Interciência, 2008
• BENSAUDE-VINCENT, B.; STENGERS, I. História da química. Lisboa: Instituto
Piaget, 1992.
• CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. São Paulo: Brasiliense, 1983.
• KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul; WEAVER, Gabriela C. Química geral e reações
químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 1v
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
148
Alguns conceitos fundamentais. Estrutura dos gases. Gases Ideais e Reais. Leis Boyle,
Charles e Gay Lussac, Equação de Clapeyron, Mistura de Gases, Lei de Dalton das
Pressões Parciais. Estrutura e propriedades dos sólidos e líquidos.Energia e o Primeiro
Princípio da Termodinâmica; Termoquímica. O Segundo Princípio da Termodinâmica.
Propriedades da Entropia e o Terceiro Princípio da Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
149
Livres, Reações de Adição Nucleofílica à Carbonila, Reações de Oxidação, Reações de
Redução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• ALLINGER, Norman L. et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1976.
961 p.
• BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, c2006. 2 v.
• MCMURRY, John. Química orgânica [Combo]. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2011.
• MORRISON, R.T. BOYD, R.N. Organic Chemistry, 6ª. ed. Lisboa, Portugal:
Fundação Kalouste Gulbenkian, 2005.
• SOLOMONS, T.W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 10. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2013. 2 v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
150
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• VOGEL, Arthur Israel. Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou,
1981. 665 p.
• ATKINS, P.W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965 p.
• HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012. 898 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Função social do ensino de Química nos diferentes níveis da educação escolar; estudo da
realidade do ensino de Química na Educação Básica em Mato Grosso e no Brasil. Estudo
das Diretrizes Curriculares do ensino de Química na Educação Básica em Mato Grosso e
no Brasil. Projeto político-pedagógico da escola-estudo e análise do projeto político-
pedagógico da escola segundo as correntes de ensino-aprendizagem mais importantes,
com destaque às várias linhas do construtivismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
151
• DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria
Castanho Almeida. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
• PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.). A Prática de ensino e o estágio
supervisionado. 21. ed. Campinas: Papirus, 2010.
• ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BIZZO, Nélio Marco Vincenzo. Ciências: fácil ou difícil?. 2. ed. São Paulo/ Rio de
Janeiro: Ática, 2002
• BRASIL. Secretaria de Educação. Parâmetros curriculares nacionais: Ciências
Naturais / Secretaria de Educação Médio. Brasília : MEC / SEF, 1998.
• CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; GIL-PÉREZ, Daniel. Formação de
professores de ciências: tendências e inovações. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2011
• DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Metodologia do ensino de
ciências. 2. ed. rev. São Paulo: Cortez, 1994.
• FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.
10. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999
• MATO GROSSO. Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso. Orientações
curriculares: área de Ciências da Natureza e Matemática: educação básica. Cuiabá:
Defanti, 2012.
• MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de
ciências. Belo Horizonte: EdUFMG, 2000.
• ROSA, Maria Inês Petrucci (Org.); ROSSI, Adriana Vitorino (Org.). Educação
química no Brasil: memórias, políticas e tendências. 2. ed. São Paulo: Átomo, 2012
• SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; AULER, Décio (Orgs.). CTS e educação
científica: desafios, tendências e resultados de pesquisas. Brasília: Editora
Universidade de Brasília, 2011
• SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos ; MALDANER, Otavio Aloisio (Org.). Ensino
de química em foco. Ijuí: EdIJUI, 2011.
• SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Educação
em química: compromisso com a cidadania. Ijuí: EdIJUI, 2010.
• ZANON, Lenir Basso; MALDANER, Otavio Aloisio (Org.). Fundamentos e
propostas de ensino de química para a educação básica no Brasil. Ijuí:
EdUNIJUI, 2007.
152
COMPONENTE CURRICULAR: Seminário de Práticas Educativas VI
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciências
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais.
Carga horária total: 48 h
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 48 Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
153
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio supervisionado IV
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciências
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: - Ch prática: 64h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
154
• CHASSOT, Attico Inácio. Das disciplinas à Indicicplina. Curitiba: Appris, 2016
• CHASSOT, Attico. Educação ConSciência. 2 ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC,
2007.
• CHAVES, Sílvia Nogueira. Reencantar a ciência, reinventar a docência. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2013.
• CUNHA, M. O bom professor e sua prática. 2 ed. Campinas, SP: Papirus, 1992.
• DARSIE, M.M.P (org). A avaliação no trabalho docente: concepções e práticas em
Educação Matemática. Cuiabá: EdUFMT/FAPEMAT, 2010.
• DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2007.
• FREITAS, Luiz Carlos. Ciclos ou séries? O que muda quando se altera a forma de
organizar os tempos-espaços da escola? In: Reunião Anual da ANPED, 2004,
Caxambu. Anais... Caxambu: ANPED, 2004.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
155
• BRAGA, Marco. Breve história da ciência moderna 2: das máquinas do mundo ao
universo-máquina. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2003
• BRAGA, Marco. Breve história da ciência moderna 3: das luzes ao sonho do
doutor Frankenstein. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2003
• BRAGA, Marco. Breve história da ciência moderna 4: a belle-époque da ciência.
Rio de Janeiro: J. Zahar, 2003.
• CACHAPUZ, António (Org.). A necessária renovação do ensino das ciências. São
Paulo: Cortez, 2005.
• FREITAS-REIS, Ivoni. Estratégias para a inserção da ciência no ensino: um
compromisso com os conhecimentos básicos de química. São Paulo: Editora Livraria
da Física, 2015.
• MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de
ciências. Belo Horizonte: EdUFMG, 2000.
• ROSA, C. A.de P. História da ciência: a ciência moderna. 2. ed. Brasília: FUNAG,
2012, v. 2, tomo I.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
156
• ATKINS, P.W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
• CASTELLAN, Gilbert William. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro:
LTC, 1986.
• DE MIRANDA-PINTO, Clotilde Otília Barbosa. Manual de trabalhos práticos de
físico-química. Belo Horizonte: UFMG, 2006.
• FELTRE, Ricardo. Química: físico-química. 6. ed. São Paulo: Moderna, 2004.
• CARVALHO, Geraldo Camargo de. Química moderna: volume único. São Paulo:
Scipione, 1977.
EMENTA
Metodologia de Análise Quantitativa. Erros em Análises Químicas. Análise Volumétrica.
Análise Gravimétrica. Potenciometria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012. 898 p.
• SKOOG, Douglas A. et al. Fundamentos de química analítica. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2015. xvii, 950 p. ISBN 9788522116607.
• MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; AFONSO, J. C.; AGUIAR, P.
F.; ALENCASTRO, R. B., Vogel: análise química quantitativa. Editora(s) LTC,
6.ed, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BACCAN, N.; de ANDRADE, J.C.; GODINHO, O.E.S.; BARONE, J.S. Química
Analítica Quantitativa Elementar, 2a ed., São Paulo, editora Edgard Blucher,
1985.*
• HIGSON, Séamus. Química analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. 452 p.
• ATKINS, P.W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965 p.
• SKOOG, Douglas A.; HOLLER, F. James; NIEMAN, Timothy A. Princípios de
análise instrumental. 5. ed. Bookman, 2002. 836 p.
• MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; AFONSO, J. C.; AGUIAR, P.
F.; ALENCASTRO, R. B., Vogel: análise química quantitativa. Editora(s) LTC,
6.ed, 2002.
157
COMPONENTE CURRICULAR: Prática de Ensino de Química III
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 32h Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
158
• SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos ; MALDANER, Otavio Aloisio (Org.). Ensino
de química em foco. Ijuí: EdIJUI, 2011.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CAMPBELL, Selma Inês. As múltiplas faces da inclusão. Rio de Janeiro: Wak, 2009.
• GÓES, Maria Cecília Rafael de; LAPLANE, Adriana Lia Friszman de (Orgs.).
Políticas e práticas de educação inclusiva. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2007.
(Coleção Educação contemporânea).
• LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez,1994.
• PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado.
12. ed. Campinas: Papirus, 2010. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico)
• ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
159
• OLIVEIRA, Roberto Dalmo Varallo Lima de; QUEIROZ, Glória Regina Pessôa
Campello. Olhares sobre a (in)diferença: formar-se professor de ciências a partir de
uma perspectiva de educação em direitos humanos. São Paulo: Editora Livraria da Física,
2015. – (Coleção contextos da ciência).
• PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. 7. ed.
São Paulo: Cortez, 2012.
RODRIGUES, David (org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação
inclusiva. São Paulo: Summus, 2006
ROPOLI, Edilene Aparecida et al. Educação especial na perspectiva da inclusão
escolar: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010
UYENO, Elzira Yoko; CAVALLARI, Juliana Santana; MESCIA, Márcia Aparecida
Amador (Orgs.). Mal-estar na inclusão: como (não) se faz. Campinas: Mercado de
Letras, 2014.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI; tradução Flavia
Nascimento, 5 ed. RJ: Bertrand Brasil, 2005.
• PRIGOGINE, Ilya. O fim das certezas: tempo, caos e as leis da natureza; tradução
Roberto Leal Ferreira – São Paulo: Ed. UFP, 1996.
• CHASOT, Ático I. A ciência através dos tempos. 2. Ed. São Paulo: Moderna, 2004.
208 p.
160
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• CAPRA, Fritjof. As Conexões Ocultas. Ciência para uma vida sustentável. São
Paulo. Cultrix, 2005.
• DEMO, P. Complexidade e Aprendizagem - A dinâmica não linear do
conhecimento. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
• PETRAGLIA, Izabel. Edgar Morin: A Educação e a Complexidade do Ser e do
Saber, 6ª. ed., Petrópolis, Vozes, 2001.
• MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. Lisboa, Instituto Piaget,
1991.
• Guilardi. Jr. F. , Moraes. M. C. Experimentação para transdisciplinaridade no
estudo de processos físicos e químicos. ENEQ. UFPR. Curitiba. 2008.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
161
• KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul. Química geral e reações químicas. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005. (V.2)
• SOUZA, Alexandre Araújo de; FARIAS, Robson Fernandes de. Elementos de
química quântica. 2. ed. Campinas: Átomo, 2011.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
162
COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 80h
Ch teórica: 64h Ch prática: 16h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• CAMPBELL, Mary K.; CHAVES, Maria Martha Guedes (Rev.). Bioquímica. São
Paulo: Thomson Learning, 2007. 3 v.
• CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica
ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 519 p.
• HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 5. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 520 p.
• NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. xxx, 1298 p.
• VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. 4. ed. Porto Alegre: Artemed, 2013.
1481 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
163
COMPONENTE CURRICULAR: Prática de Ensino de Química IV
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: Ch prática: Ch PCC: 32h Ch aula de campo:
EMENTA
Projeto de Ensino de Química: elaboração e execução de um projeto de pesquisa em
ensino de Química voltado à realidade da escola. Teorias epistemológicas de Bachelard,
Kuhn, Popper, Vigotski e Piaget; abordagem epistemológica da história da Química, com
ênfase nos principais conceitos químicos estudados; análise do valor pedagógico e do
significado cultural da história da química na perspectiva do ensino fundamental e médio
de Química. Análise do papel dos recursos didático e da avaliação no processo de ensino
e aprendizagem; a avaliação dos recursos didáticos de química utilizados na educação
básica; estudo dos pressupostos educacionais e da proposta metodológica de projetos
inovadores de ensino de química.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENT AR
164
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Supervisionado VI
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 80h
Ch teórica: - Ch prática: 80h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
165
• SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Educação
em química: compromisso com a cidadania. Ijuí: EdIJUI, 2010.
• ZANON, Lenir Basso ; MALDANER, Otavio Aloisio (Org.). Fundamentos e
propostas de ensino de química para a educação básica no Brasil. Ijuí:
EdUNIJUI, 2007.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
166
Disciplinas Optativas:
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
167
• LEFF, Enrique (Coord.). A Complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003
• MACEDO, Renato Luiz Grisi; FREITAS, Mirlaine Rotoly de; VENTURIN, Nelson.
Educação ambiental: referenciais teóricos e práticos para a formação de educadores
ambientais. Lavras: UFLA, 2011.
• PEREIRA, Ivelise Cardoso; GUARIM NETO, Germano. Educação ambiental no
parque florestal de Sinop, Mato Grosso. Cuiabá: EdUFMT, 2009.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
168
• KLAASSEN, Curtis D.; WATKINS, John B. III. Fundamentos em toxicologia de
Casarett e Doull. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. xii, 460 p.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BOBBIO, Florinda O.; BOBBIO, Paulo A. Introdução a química de alimentos. 3.
ed. São Paulo: Varela, 2003.
• BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda O. Química do processamento de
alimentos. 3. ed. São Paulo: Varela, 2001
• EVANGELI STA, J. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
169
COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Cálculo Numérico
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciências
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
• BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas. Análise numérica. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2003. 736 p. ISBN 852210297X.
• HUGHES-HALLETT, Deborah et al. Cálculo aplicado. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012. x, 483 p. ISBN 9788521620518.
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
c1994. 2 v. ISBN 8529400941(v.1).
• PIRES, Augusto de Abreu. Cálculo numérico: prática com algoritmos e planilhas. São
Paulo: Atlas, 2015. 224 p. ISBN 9788522498819.
• SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e.
Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos
numéricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2003. 354 p. ISBN 9798587918740.
170
COMPONENTE CURRICULAR: Educação Especial e Acessível
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
171
COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Química
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
172
APÊNDICE B – Regulamento de estágio curricular supervisionado obrigatório e
não obrigatório
173
Art. 2°. Fazer levantamento do número de estagiários ao final de cada semestre
em função da programação do estágio, com base na pré-matrícula.
Art. 3°. Entrar em contato, em conjunto com os demais professores-supervisores
com as unidades concedentes de estágio, para análise das condições dos campos, tendo
em vista a celebração de convênios e acordos.
Art. 4°. Coordenar a elaboração de normas específicas para a realização das
atividades de instrumentalização prática e/ou campo de estágio, quando for o caso.
Art. 5°. Organizar, semestralmente, o encaminhamento de estagiários e a
distribuição das turmas em conjunto com os supervisores.
Art. 6°. Criar mecanismos operacionais que facilitem a condução dos estágios
com segurança e aproveitamento.
Art. 7°. Organizar e manter atualizado, em nível de curso, um sistema de
documentação e cadastramento dos diferentes tipos de estágios, campos envolvidos e
números de estagiários de cada semestre.
Art. 8°. Realizar reuniões com os professores-supervisores de estágio e com os
técnicos supervisores das instituições campos de estágio para discussão de questões
relativas a planejamento, organização, funcionamento, avaliação e controle das atividades
de estágio e análise de critérios, métodos e instrumentos necessários ao seu
desenvolvimento.
Art. 9°. Realizar e divulgar semestralmente, junto com os supervisores, um estudo
avaliativo a partir da análise do desenvolvimento e resultados do estágio, visando avaliar
sua dinâmica e validade em função da formação profissional, envolvendo aspectos
curriculares e metodológicos.
174
Art. 5°. Visitar ou contatar as unidades concedentes, quando necessário, para
supervisão técnico-administrativa dos estágios.
Art. 1°. São condições para que o aluno possa realizar o estágio:
175
supervisor, através de visitas periódicas ao campo de estágio e discussões dos
relatórios nos horários de atendimento individual.
c. Recomenda-se que uma turma de Estágio Supervisionado tenha entre 10 a 15
estagiários para viabilizar a orientação individual e o acompanhamento dos
mesmos, porém este número poderá variar de acordo com a disponibilidade
de docentes.
176
Art. 2°. A reprovação em qualquer um dos componentes curriculares de
Estágio Supervisionado não possibilita ao aluno "revisão de provas" (atividades
desenvolvidas durante o estágio), dadas às especificidades das mesmas.
177
ANEXOS:
178
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
SETOR CONCEDENTE
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
179
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/___/___
180
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
A COORDENAÇÃO DO CURSO:
181
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
182
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
________________________ ________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
________________________ ________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR
DE ESTÁGIO
________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
183
Anexo II: TCE estágio não obrigatório (CONCEDENTE EXTERNO)
184
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
185
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF RG: Data Nascimento:___/___/___
186
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
A COORDENAÇÃO DO CURSO:
187
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
188
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
________________________ ________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
__________________________ ________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR
DE ESTÁGIO
________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
189
Anexo III: TCE estágio obrigatório (UFMT CONCEDENTE)
190
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008)
SETOR CONCEDENTE/UFMT
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
191
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___
192
f) Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________
A COORDENAÇÃO DO CURSO:
193
CLÁUSULA 7ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:
194
___________________________ ___________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
________________________ ________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR
DE ESTÁGIO
________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
195
Anexo IV: TCE estágio obrigatório (CONCEDENTE EXTERNO)
196
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
197
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
198
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
A COORDENAÇÃO DO CURSO:
199
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
200
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
________________________ ________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
________________________ ________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR
DE ESTÁGIO
________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
201
APÊNDICE C – Regulamento das atividades teórico-práticas
202
Curso de Educação Aberta e a Distância (que se caracterize como atividade acadêmico-
científico-cultural).
Atividade esporádica (Participação como ouvinte nas apresentações orais dos Seminários ou
Estágios).
• Artigos publicados em revistas sem qualis e com ISSN na área da educação ou habilitação.
15 Horas/publicação.
• Publicação em jornal ou revista de circulação regional ou nacional (texto que se caracterize
como atividade acadêmico-científico-cultural). 5 Horas/publicação. (máximo 30 horas).
• Monografia não Curricular. (60 horas)
• Trabalho completo com publicação em anais de eventos científicos. 15 horas.
• Trabalho com publicação de resumo em anais de eventos científicos. 10 horas.
203
Requisito: Apresentação de Certificado (ou folder), relatório e aprovação do colegiado. 5 horas
por participação (máximo 30 horas).
Tipo de participação:
• Ministrante. 4 vezes a carga horária do Projeto.
• Colaborador. 2 vezes a carga horária do Projeto.
• Ouvinte. A carga horária do Projeto.
204
APÊNDICE D – Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso
Segundo Parecer CP/CNE 09/2001, para que a postura de investigação e a relação de autonomia
se concretizem, o professor necessita conhecer e saber usar determinados procedimentos de
pesquisa: levantamento de hipóteses, delimitação de problemas, registro de dados,
sistematização de informações, análise e comparação de dados, verificação etc.
O trabalho de conclusão de curso (TCC) é atividade prática curricular do Curso de Ciências
Naturais e Matemática – Química, licenciatura, constituindo-se em trabalho de natureza
monográfica, filosófica e científica, resultante de uma pesquisa, sob orientação de um professor
do Câmpus Universitário de Sinop ou orientação conjunta com professor de outra unidade da
UFMT, elaborado individualmente pelo formando no curso de Ciências Naturais e Matemática
– Química, licenciatura.
O TCC será a atividade de cada habilitação do Curso de Ciências Naturais – Química,
licenciatura e regulamentado conforme Regimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC),
aprovado pelo colegiado de curso.
205
I - Estimular a pesquisa em sala de aula pelo conhecimento-na-ação e reflexão-na-
ação do professor em sua prática pedagógica.
II - Criar um espaço integrador institucional, na UFMT, para o fomento da pesquisa
educacional, formação inicial e permanente do professor de Ciências Naturais e Matemática.
III - Propiciar ao discente do curso de Ciências Naturais e Matemática – Química,
licenciatura a elaboração de um trabalho escrito, individual, obrigatoriamente sob a
coordenação de um professor orientador, respeitando as normas técnicas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e os princípios que caracterizam a pesquisa na área de
Ensino de Ciências Naturais e Matemática.
3. Orientação do TCC
206
áreas, mediante o compromisso por escrito de observação deste Regimento e demais normas
definidas pelo Colegiado de Curso e/ou professor Supervisor de TCC.
5. Normatização do TCC
208
Art. 14 - O TCC deve estar em conformidade com:
Art. 15 - A avaliação do TCC deve ser feita através da atribuição de conceitos, Zero
a Dez, conforme critérios estabelecidos nos Anexos I deste Regimento.
§ 1º - A nota final será atribuída ao TCC pela banca examinadora, nota esta que
será atribuída uma das menções: APROVADO, APROVADO COM RESSALVAS,
REPROVADO.
209
Parágrafo Único - Apenas um dos membros titulares poderá ser professor de
outra Unidade da UFMT ou professor ligado a outra instituição, desde que, nos dois casos sejam
observados os critérios estipulada no Art. 18.
7. Documentação:
210
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA – QUÍMICA
_______________________________________
Prof. Dr. Orientador(a)
_______________________________________
Acadêmico(a)
211
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA – QUÍMICA
Segue, abaixo, a relação dos professores que participarão da banca avaliadora do Trabalho de
Conclusão de Curso do acadêmico XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. Declaro, que o
convite a estes professores, já foi efetuado e todos estão de pleno acordo em participar.
Atenciosamente,
______________________________________
Prof. Dr. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
212
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA – QUÍMICA
Atenciosamente,
213
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA – QUÍMICA
Aos (dias por extenso) dias do mês de (mês por extenso) do ano de (ano por extenso), nas
dependências da Universidade Federal de Mato Grosso, Câmpus Universitário de Sinop – Mato
Grosso, o acadêmico CICLANO DE TAL Defendeu o Trabalho de Conclusão de Curso
intitulado “TITULO DO TRABALHO” orientado pelo(a) Prof.(a). Dr.(a). Fulano de Tal, que
contou ainda com a participação do(a) Prof.(a) Me(a)/Dr(a). Beltrano de tal e do(a) Prof.(a)
Me(a)/Dr(a). Zelano de tal como componentes da banca avaliadora, que foi presidida pelo(a)
Orientador(a). Após a apresentação do trabalho, a banca efetuou as ponderações que julgaram
necessárias. Ao final deste processo, o(a) acadêmico(a) foi considerado(a)
_____________________ com nota final ______. A nota concedida ao trabalho está vinculada
à correção dos pontos sugeridos pela banca avaliadora. Caso as mesmas não sejam atendidas, a
Coordenação do Curso poderá vetar este resultado e solicitar uma nova apresentação. O(a)
acadêmico(a) deverá entregar a versão final de teu texto devidamente corrigida até o dia ___ de
_____________ de 20__, de acordo com as normas previstas pelo Projeto Pedagógico do Curso
de Ciências Naturais e Matemática – Química, Licenciatura. Sem mais para o momento, eu
(nome do professor), professor responsável pela disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso,
redigi a presente ata a ser assinada por mim e pelos professores titulares da banca avaliadora.
__________________________________
Prof.(a). Dr.(a). Fulano de Tal
Presidente da Banca
_______________________________ ___________________________________
Prof.(a). Me(a)/Dr(a). Beltrano de tal Prof.(a). Me(a)/Dr(a). Zelano de tal Membro
Membro Titular MembroTitular
______________________________
Prof.(a). Me(a)/Dr. professor responsável pela
componente Trabalho de Conclusão de Curso
214
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA – QUÍMICA
DECLARAÇÃO
Declaro para os devidos fins e efeitos legais que o(a) Prof.(a). Me(a)Dr.(a). FULANO DE
TAL orientou o Trabalho de Conclusão de Curso do acadêmico CICLANO DE TAL, no curso
de Ciências Naturais e Matemática – Química , da Universidade Federal de Mato Grosso,
Câmpus de Sinop, intitulado “TITULO DO TRABALHO” no semestre letivo 20xx/x.
______________________________
Prof.(a). Me(a)/Dr. professor responsável pela
componente Trabalho de Conclusão de Curso
215
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA - QUÍMICA
DECLARAÇÃO
Declaro para os devidos fins e efeitos legais que o(a) Prof(a). Me(a)Dr.(a) Fulano de Tal
participou como membro efetivo da banca avaliadora do Trabalho de Conclusão de Curso do
acadêmico Ciclano de tal no curso de Ciências Naturais e Matemática – Química da
Universidade Federal de Mato Grosso, Câmpus de Sinop, intitulado “TITULO DO
TRABALHO” no semestre letivo de 20xx/x.
_____________________________________
Prof.(a). Me(a)/Dr. professor responsável pela
componente Trabalho de Conclusão de Curso
216
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS NATURAIS, HUMANAS E SOCIAIS – ICNHS
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA - QUÍMICA
Pontue os quesitos abaixo, inserindo conceitos de zero a dez, apresentando uma média final. A
nota final do aluno será a média aritmética entre as notas apresentadas pelos três avaliadores.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média igual ou superior a 5,0.
Avaliação discente:
( ) Média final
217
Declaração do Orientador
Eu, Professor(a)______________________________________________________________,
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
ou quaisquer ofensas aos direitos de outros autores, em conformidade com o que rege a Lei nº
9.610/98.
Além disso, declaro que o trabalho em questão passou por uma banca de avaliação, sendo
realizadas as devidas correções e, estando assim, apto a ser disponibilizado em texto integral,
Cuiabá-MT,_________de__________________________de________.
___________________________________
Professor(a)/Orientador(a) da UFMT
(Assinatura e Carimbo)
218
Termo de Autorização do Autor
Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a UFMT, por meio da Biblioteca
Central, a disponibilizar, a partir desta data, na Biblioteca Digital de Trabalhos de Curso e Monografias
de Especialização (ou em qualquer outro sistema informatizado/on-line de gestão de acervos, utilizado
pela Instituição) o texto integral da obra abaixo citada, para fins de consulta, leitura, impressão e/ou
download, de acordo com a Lei nº 9.610/98, a título de divulgação da produção científica brasileira,
sem ressarcimento dos direitos autorais.
Declaro ainda estar ciente de que a mídia contendo o documento digital poderá ser descartada pela
Biblioteca Central da UFMT após a inclusão do trabalho na Biblioteca Digital de Trabalhos de Curso e
Monografias de Especialização da UFMT ou em outro sistema da Instituição.
1. Identificação do(a) Autor(a):
Nome:
RG: CPF:
E-mail:
Telefone: Tel. Celular:
* Em caso de trabalhos com autoria conjunta, como por exemplo, Trabalhos de Curso e Monografias de
Especialização elaboradas por mais de um aluno, cada autor deverá preencher um termo, assinalando no
campo específico que se trata de autoria conjunta.
2. Identificação da Monografia:
Categoria: ( ) Monografia de Graduação ( ) Monografia de Especialização
Autoria conjunta: ( ) Sim ( ) Não
Em caso de trabalho com autoria conjunta, listar os nomes dos demais autores:
Título:
Palavras-chave:
Departamento:
Curso:
Data de Apresentação/Defesa:
Orientador(a):
*A restrição poderá ser mantida por até 01 (um) ano a partir da data de autorização da publicação, desde
que devidamente justificada. A extensão deste prazo requer justificativa junto à Biblioteca Central da
UFMT. O resumo e os metadados ficarão sempre disponibilizados.
OBS.: Havendo concordância com a publicação eletrônica, mesmo com restrições temporárias de
acesso, torna-se imprescindível o envio do Trabalho em formato digital (PDF) à Biblioteca Central da
UFMT, lembrando que esta Unidade não efetuará quaisquer alterações no conteúdo dos arquivos
recebidos.
Assinatura: _________________________________________.
Cuiabá-MT,_____de_______________________de_______.
219
APÊNDICE E – Regulamento da prática como componente curricular
Art. 1º. A Prática de Ensino como Componente Curricular (PCC) obedece a Resolução do
CNE/CP 2, de 09 de junho de 2015, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica e da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Nela se afirma que a Prática como
Componente Curricular deverá estar presente desde o início do curso e permanecer durante toda
a formação.
Art. 2º. As Práticas definidas como componente curricular, devem ser tomadas como um
conjunto de atividades ligadas à formação profissional e voltadas para a compreensão de
práticas educacionais distintas e para diferentes aspectos das instituições de educação básica e
da atuação do profissional da educação. Elas serão desenvolvidas com ênfase nos
procedimentos de observação e reflexão, visando a atuação de forma contextualizada, com
registros das observações realizadas.
Da carga horária
220
Art. 2°. As referidas disciplinas buscarão desenvolver, ao longo do curso de formação de
professores, atividades teórico-práticas que articulem as atividades de formação específica e
pedagógica, assumindo, portanto, um caráter coletivo e interdisciplinar. Elas constituir-se-ão
num ambiente de produção e exposição de resultados, projetos de investigação, projetos de
ensino e desenvolvimento de materiais didáticos e de apoio ao ensino.
Art.3°. Caracterizam-se como uma atividade voltada para o desenvolvimento de uma postura
investigativa e reflexiva, da qual farão parte análises de estudos de caso, desenvolvimento de
projetos de investigação sobre a produção e divulgação do conhecimento, análise de modelos
de planejamento e execução de projetos pedagógicos, de planos de aula, de propostas
governamentais para a área de educação, de diretrizes curriculares, de livros e materiais
didáticos, etc.
Da execução
221
Objetivo: Conhecer e analisar propostas curriculares para o ensino de Ciências e Matemática,
textos didáticos e paradidáticos e materiais utilizados na prática educativa na região de Sinop
no ensino fundamental.
Diretriz: Possibilitar aos alunos do curso em formação inicial um primeiro contato, a análise,
discussão e reflexão sobre as propostas curriculares em vigência e/ou aquelas
adotadas/praticadas nas escolas da região, bem como conhecer e participar de movimentos
questionadores e/ou propositivos sobre currículo que estejam ocorrendo no momento, conhecer
e discutir projetos curriculares alternativos, desenvolver a prática da investigação, análise e
reflexão sobre materiais didáticos e paradidáticos utilizados ou em proposição para as escolas
da região.
Diretriz: Oportunizar aos alunos do curso experiências e análises sobre o processo de ensino-
aprendizagem de Ciências e Matemática na perspectiva de resolução de problemas, bem como
o conhecimento de diferentes propostas em execução e as diferentes concepções de resolução
de problemas no processo de ensino-aprendizagem em situação escolar e de educação em
espaços não escolares, bem como na educação informal.
222
Objetivo: Preparar atividades, experimentos e sequências didáticas visando o desenvolvimento
de atividades de regência de ciências e matemática nas séries finais do Ensino Fundamental.
Diretriz: Favorecer aos alunos a experiência da pesquisa da própria prática como elemento
constitutivo da prática do professor reflexivo, favorecer o conhecimento e análise de
experiências que possuem a investigação como proposta pedagógica para o ensino de ciências
e matemática, bem como fomentar a prática da formulação e verificação de hipóteses a partir
de situações reais do ambiente da prática educativa formal.
Diretriz: Favorecer aos alunos a experiência da pesquisa da própria prática como elemento
constitutivo da prática do professor reflexivo, favorecer o conhecimento e análise de
experiências que possuem como a investigação como proposta pedagógica para o ensino de
ciências e matemática, bem como fomentar a prática da formulação e verificação de hipóteses
a partir de situações reais do ambiente da prática educativa formal.
Art.2°. O professor da disciplina deverá não apenas orientar os discentes mas avaliá-los de
forma continuada durante o semestre. Ao final do semestre, o docente da disciplina atribuirá
uma nota a cada discente (os critérios de avaliação que comporão esta nota deve ser
devidamente explicitada no plano de ensino da disciplina, e colocada à disposição dos alunos
na plataforma virtual de aprendizagem (AVA) no início do semestre). Esta nota atribuída pelo
docente da disciplina constituirá 50% da nota final do aluno.
223
compostas por no mínimo dois (2) professores para avaliar a apresentação dos projetos
elaborados pelos discentes. A nota atribuída ao discente por esta comissão constituirá os 50%
restantes da nota final do aluno.
Art. 4°. Já no início de cada semestre letivo o colegiado do curso deverá escolher as datas das
apresentações da disciplina Seminário de Práticas Educativas, tornando-as parte do calendário
do curso, de modo a permitir que os alunos e professores do curso de licenciatura efetuem seus
planejamentos semestrais reservando essas datas para as apresentações dos projetos.
Em virtude disso, por exemplo, nestas disciplinas os discentes devem aprender a utilizar
didaticamente recursos tecnológicos comunicacionais cada vez mais acessíveis (associados às
Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC’s) para implementar suas aulas e enriquecer
a abordagem de conteúdos de Química.
Também em virtude dessa característica específica, as reflexões sobre a prática educativa nestas
disciplinas devem relacionar-se com as práticas (experimentos ou posturas) adotadas no
decorrer da história destas ciências, razão pela qual estas disciplinas devem ser ministradas
paralelamente com as de História da Química. As reflexões sobre o ensino das teorias científicas
devem conversar com as características sócio-históricas que deram origem a essas teorias.
Por fim, a avaliação dos projetos desenvolvidos nas disciplinas de Prática de Ensino de Química
ficará à cargo do professor da disciplina, que deverá explicitar (no início do semestre, no plano
de ensino da disciplina, disponibilizado aos alunos por meio da plataforma virtual de
aprendizagem (AVA) os critérios de avaliação que resultarão na nota final da disciplina.
224
APÊNDICE F – Protocolo de segurança da aula de campo
225
APÊNDICE G - Regulamento dos laboratórios: acesso e uso
O Instituto de Ciência Naturais, Humanas e Sociais (ICNHS) da UFMT Câmpus de Sinop tem
um Regimento Geral dos Laboratórios, conforme segue:
CAPÍTULO I
DA NATUREZA E FINALIDADE
Art. 1º. Os laboratórios e oficinas sob gestão do Instituto de Ciências Naturais, Humanas e
Sociais, são espaços acadêmicos destinados às atividades indissociáveis de ensino, pesquisa e
extensão e têm por finalidade contribuir para o desenvolvimento de aprendizagem, do
conhecimento científico e da divulgação científico-cultural.
Parágrafo único. Os laboratórios e oficinas didáticos são prioritariamente destinados às
atividades de ensino.
CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2º. Os laboratórios geridos pelo Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais
compreendem:
I – Laboratório de Física;
II – Laboratório de Matemática; III – Laboratório de Química;
IV – Laboratório de Microscopia Geral;
V – Laboratórios de Ensino de Informática; VI – Oficina de Física;
226
VII – Acervo Biológico da Amazônia Meridional (ABAM);
VIII – Laboratórios Integrados de Pesquisa em Ciências Químicas (LIPeQ);
IX – Laboratório de Ensino de Ciências.
Parágrafo único. Todas as referências a laboratórios e/ou oficinas constantes neste Regimento
são relativas aos incisos I a IX deste artigo.
Art. 3º. São considerados usuários dos laboratórios e oficinas:
I – Docentes: professores(as) do quadro de servidores ativos do Câmpus Universitário de
Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso;
II – Técnicos de Laboratório: técnicos(as) do quadro de servidores ativos do Câmpus
Universitário de Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso;
III – Discentes: estudantes devidamente matriculados nos cursos oferecidos pelo Câmpus
Universitário de Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso, no semestre corrente. Os
discentes poderão segundo as seguintes atribuições:
a – Estudantes: quando participam das atividades de laboratório e/ou de oficina durante o
horário de atividades de ensino desenvolvidas por um docente em disciplina da matriz
curricular;
b – Monitores(as): quando participam de atividades de monitoria devidamente registradas na
Pró- reitoria de Ensino de Graduação, PROEG;
c – Bolsistas: quando participam de atividades de pesquisa devidamente registradas na Pró-
reitoria de Pesquisa, PROPeq, e/ou atividades de extensão devidamente registradas na Pró-
reitoria de Cultura, Extensão e Vivência, PROCEV, e/ou atividades de ensino devidamente
registradas no Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais, ICNHS.
IV – Convidados(as): demais membros da comunidade acadêmica e/ou em geral;
CAPÍTULO III
DA UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO
SEÇÃO I
DO USO
227
letivo, através de solicitação por escrito encaminhada à direção do Instituto de Ciências
Naturais, Humanas e Sociais.
§ 2º. Todas as aulas com carga horária prática prevista no Projeto Pedagógico de Curso gozam
do mesmo nível de importância e prioridade independentemente da disciplina, curso ou docente.
§ 3º. Possíveis problemas com horários relativos a utilização dos laboratórios e/ou oficinas
devem ser resolvidos inicialmente entre os Coordenadores dos respectivos cursos e,
posteriormente e se necessário, pela Direção do Instituto.
§ 4º. Eventualmente os laboratórios e oficinas didáticos poderão ser utilizados, através de
autorização por escrito da Direção, nas seguintes situações e ordem de prioridade:
I - Disciplinas cujos laboratórios e/ou oficinas estejam previstos ou em fase de construção
no projeto do Câmpus Universitário de Sinop, poderão utilizar o espaço de outros laboratórios
e/ou oficinas, caso haja disponibilidade de horário e similaridade de atividades;
II - Disciplinas sem carga horária prática prevista no Projeto Pedagógico de Curso e que
necessitem realizar algum(a) experimento (demonstração);
III – Monitorias;
IV – Projetos de Pesquisa e/ou Extensão e/ou Ensino que possam ser realizadas nos horários
disponíveis dos laboratórios e oficinas e cujos espaços físicos destinados a suas realizações não
interfiram nas demais atividades desenvolvidas nestes ambientes.
§ 5º. Ao final de toda e qualquer atividade acadêmica desenvolvida nos laboratórios e oficinas
didáticos, deverá ser devidamente preenchido e assinado o Controle de Uso do
Laboratório/Oficina.
Art. 6º. Os materiais necessários para o desenvolvimento das aulas de disciplinas ministradas
em laboratório e/ou oficina deste Instituto, deverão ser solicitados ao(à) respectivo(a)
Técnico(a) de Laboratório com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas no caso de
materiais existentes no Câmpus Universitário de Sinop, utilizando-se formulário próprio.
Parágrafo único. Caso haja a necessidade de aquisição de material, a solicitação deverá ser
feita no mínimo com 15 (quinze) dias de antecedência para materiais que possam ser adquiridos
no município de Sinop e no mínimo com 06 (seis) meses de antecedência para materiais que
necessitem ser adquiridos através de Pregão Eletrônico.
I – A aquisição de materiais de consumo e/ou permanentes estará sujeita à disponibilidade
orçamentária do Instituto e/ou Câmpus;
II – No caso da impossibilidade de compra ou disponibilização de material, caberá ao
docente, após ser comunicado pelo(a) Técnico(a) de Laboratório, verificar a possibilidade de
substituição da aula em que o respectivo material seria utilizado.
228
Art. 7°. É dever de todos os usuários comunicar ao responsável pelo laboratório ou à Direção
do Instituto, através de formulário próprio, equipamento(s) que não esteja(m) funcionando
corretamente.
Art. 8°. É expressamente proibida a saída de materiais de consumo e/ou equipamentos dos
laboratórios didáticos ou de pesquisa sem a devida autorização, por escrito, da Direção do
Instituto.
SEÇÃO II
DA MANUTENÇÃO
Art. 9º. As previsões anuais de consumo dos laboratórios e/ou oficinas deverão ser
encaminhadas à Direção do Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais, até o dia 15 de
outubro do corrente ano.
Art. 10. A manutenção de equipamentos deverá ser solicitada e/ou realizada pelos(as)
Técnicos(as) de Laboratório.
Parágrafo único. O equipamento deverá ser embalado e enviado à Cuiabá, com solicitação de
manutenção encaminhada à secretaria do Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais,
com cópia desta encaminhada aos responsáveis pelo Setor de Patrimônio do Câmpus
Universitário de Sinop.
SEÇÃO III
DA COLETA E TRATAMENTO DE RESÍDUOS
Art. 11. Os(as) docentes usuários(as) dos laboratórios de ensino e de pesquisa deverão,
mediante consulta aos pares, indicar à Direção do Instituto representantes para a constituição
de comissão para elaborar Plano de Coleta e Tratamento dos Laboratórios Didáticos e de
Pesquisa do Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais.
§ 1º. A Comissão terá prazo de cento e vinte (120) dias, a contar da data de publicação da
portaria de constituição da mesma, para apresentar à Direção, o Plano de Coleta e Tratamento
dos laboratórios do Instituto.
§ 2º. O plano referido no caput deste artigo deverá ser homologado pela Congregação do
Instituto.
229
CAPÍTULO IV
DAS RESPONSABILIDADES
Art. 12. É dever e responsabilidade de todos(as) respeitar e ser cordial com todos os membros
da comunidade universitária atuante nos laboratórios e/ou oficinas deste Instituto.
Art. 13. É dever e responsabilidade de todos(as) desligar devidamente lâmpadas e aparelhos
eletro- eletrônicos que não estiverem em uso, durante e ao final das atividades acadêmicas.
Art. 14. São responsabilidades dos Docentes usuários dos laboratórios e/ou oficinas deste
Instituto:
I – Encaminhar ao(à) Técnico(a) de Laboratório as solicitações de materiais a serem
utilizados durante as atividades de laboratório e/ou oficina conforme o Art. 6º deste Regimento
e formulário próprio.
II – Supervisionar e orientar os Estudantes, antes do término das atividades experimentais,
a procederem à organização e limpeza de todos os materiais e instalações utilizados.
Parágrafo único. O tempo necessário para realizar os procedimentos de organização e limpeza
deverão ser previstos pelos docentes.
III – Assinar a planilha de Controle de Uso de Laboratório/Oficina;
IV – Auxiliar a Instituição no processo de capacitação dos(as) Técnicos(as) de Laboratório
lotados neste Instituto.
V – Encaminhar ao(à) Técnico(a) de Laboratório, até o dia 30 de setembro de cada ano, a
relação de materiais e equipamentos, com previsão de consumo anual, para efeitos de reposição.
VI – Verificar se os equipamentos estão funcionando adequadamente e caso contrário,
encaminhar ao supervisor do laboratório a indicação do equipamento em questão.
Art. 15. São responsabilidades dos(as) Técnicos(as) de laboratórios lotados neste Instituto:
I – Atender às necessidades das aulas ministradas no(s) laboratório(s) e/ou oficina(s) a
que forem designados(as) pela Direção.
§ 1º. Alterações na designação de trabalho em laboratório(s) e/ou oficina(s) poderão ser
realizadas a critério da Direção.
§ 2º. Permanecer no laboratório e/ou oficina assessorando quando necessário os Docentes nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão, conforme atribuições indicadas em Edital de
Concurso Público.
II – Preparar o laboratório e/ou oficina de acordo com a solicitação do Docente, antes do
início das aulas.
Parágrafo único. Os materiais devem ser separados por grupo de trabalho ou por bancada,
230
conforme orientações do professor no formulário de Solicitação de Materiais para Aula Prática.
III – Auxiliar os Docentes na supervisão e orientação dos Estudantes durante o
procedimento de organização e limpeza dos materiais e instalações utilizados durante as
atividades experimentais.
IV – Proceder ao preenchimento da planilha de Controle de Uso do Laboratório/Oficina ao
final de cada período de atividades experimentais e encaminhar ao final de cada mês à Direção
a respectiva planilha.
V – Após o término das atividades de ensino, o(a) Técnico de Laboratório deverá organizar
o ambiente, desocupando as bancadas de trabalho e guardando equipamentos e materiais
utilizados.
Parágrafo único. Aparelhos eletro-eletrônicos deverão ser devidamente desligados da rede
elétrica.
VI – O controle e reposição do estoque de materiais são de responsabilidade do(a)
Técnico(a) de Laboratório, que deverá providenciar a aquisição dos mesmos antes do seu
término, conforme o Art. 6º deste Regimento.
VII – Encaminhar à Direção, em formato de Termo de Referência, a relação de materiais e
equipamentos, com previsão de consumo anual, para efeitos de reposição, conforme o Art. 7º
deste Regimento.
VIII – Verificar se os equipamentos estão funcionando adequadamente e caso contrário,
encaminhar ao supervisor do laboratório a indicação do equipamento em questão.
§ 1º. A indicação dos equipamentos que não estejam funcionando adequadamente deverá ser
encaminhada à Direção do Instituto mensalmente.
§ 2º. Cabe ao(à) Técnico(a) de Laboratório proceder ao recebimento, conferência e guarda dos
materiais adquiridos para o laboratório e/ou oficina a que está designado.
Art. 16. São responsabilidades dos(as) Discentes usuários(as) de laboratórios lotados neste
Instituto: I – Conhecer e cumprir as normas de segurança e de uso dos laboratórios;
II – Avisar o(a) docente responsável pela atividade acadêmica que estiver desempenhando
sobre equipamentos que não estejam funcionando corretamente;
III – Zelar pelo ambiente e equipamentos dos laboratórios.
CAPÍTULO IV
DAS ESPECIFICIDADES
SEÇÃO I
DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA
231
Art. 17. Não é permitida a entrada de alimentos e bebidas no laboratório de química.
Art. 18. O laboratório de Química é composto por duas salas denominadas, respectivamente,
de Química Geral e Analítica e Química Orgânica e Bioquímica, nas quais serão desenvolvidas,
preferencialmente, atividades relacionadas às sub-áreas da Química que constam em sua
denominação.
Parágrafo único. Sendo o Laboratório de Química único, não haverá divisão formal entre
os(as) técnicos deste laboratório.
Art. 19. Soluções ou produtos de reação deverão ser armazenados em frascos apropriados,
devidamente rotulados.
§ 1º. É proibido armazenar soluções alcalinas em frascos de vidro.
§ 2º. É proibido armazenar soluções, resíduos ou produtos de reações, restos de aula prática em
instrumentos de vidro como béquer, erlenmeyer, balão volumétrico e outros que existam em
pequenas quantidades, permitindo assim o uso dos mesmos por todos os demais usuários.
SEÇÃO II
DOS LABORATÓRIOS DE ENSINO DE INFORMÁTICA
Art. 20. Não é permitida a entrada de alimentos e bebidas nos laboratórios de ensino de
informática.
Art. 21. Os equipamentos só poderão ser utilizados para fins acadêmicos (ensino, pesquisa e
extensão).
Art. 22. A instalação de programas (softwares) só será realizada pelo supervisor do laboratório,
mediante solicitação por escrito em formulário próprio.
Art. 23. É dever de todos os usuários, desligar corretamente todos os equipamentos
(computadores, monitores, estabilizadores, etc) ao sair.
Art. 24. A responsabilidade da boa utilização dos equipamentos é do(a) docente ou técnico
responsável, presente no laboratório.
Art. 25. O agendamento de atividades nos laboratórios de ensino de informática deverá ser
realizado no prazo mínimo de sete (07) dias e no máximo de quinze (15) dias a contar da data
de realização de tais atividades.
Parágrafo único. As atividades semestrais deverão ser indicadas no final do semestre letivo
anterior ao desenvolvimento das mesmas.
232
SEÇÃO III
DO LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA GERAL
Art. 26. Não é permitida a entrada de alimentos e bebidas no laboratório de microscopia geral.
Art. 27. A manutenção dos equipamentos deverá ser realizada periodicamente,
preferencialmente semanalmente, tal como a limpeza das lentes dos microscópios e lupas.
Art. 28. É função dos técnicos de laboratório auxiliar e/ou realizar a coleta de material (vegetal,
animal, fungos ou outros) para as aulas práticas desenvolvidas nos laboratórios.
§ 1º. É responsabilidade dos(as) docentes que desenvolvem atividades no laboratório de
microscopia geral, capacitar os(as) técnicos de laboratório em relação à coleta de material.
§ 2º. Os horários de coleta deverão ser informados à Direção, por escrito, e serão contabilizados
como jornada de trabalho dos(as) técnicos de laboratório.
§ 3º. A requisição de veículo para coleta de material deverá seguir os mesmos procedimentos
realizados pelas demais atividades acadêmicas que se utilizam deste processo.
SEÇÃO IV
DOS LABORATÓRIOS E ESPAÇOS DE PESQUISA
Art. 29. Os(As) docentes pesquisadores(as) usuários(as) dos laboratórios e demais espaços de
pesquisa do Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais, deverão se mobilizar para
encaminhar, por escrito e em formulário próprio quando necessário, as solicitações de compra
e manutenção dos materiais e equipamentos dos laboratórios, de modo semelhante ao disposto
no Art. 6° deste regimento.
Parágrafo único. A compra ou manutenção de materiais e equipamentos estará sujeita à
disponibilidade orçamentária do Instituto e às leis vigentes.
Art. 30. Os laboratórios e demais espaços de pesquisa que necessitarem, por questões legais e
burocráticas, de regimento próprio, o mesmo deverá ser encaminhado, pelos(as) docentes
pesquisadores(as) usuários(as) dos espaços, à Congregação para aprovação e demais
providências.
Parágrafo único. O regimento específico não deverá estar em desacordo com este Regimento.
CAPÍTULO V
DA VIGÊNCIA
233
Art. 31. Este Regimento entrará em vigor na data de sua homologação.
Art. 32. Casos omissos serão resolvidos pela Congregação do Instituto de Ciências Naturais,
Humanas e Sociais.
Parágrafo único. A Direção poderá, em caráter de urgência, resolver casos omissos, sendo que
a decisão deverá ser homologada posteriormente pela Congregação.
ANEXOS
234
REQUERIMENTO PARA UTILIZAÇÃO DE LABORATÓRIO/OFICINA - Via ICNHS
( ) Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais – ICAA Protocolo
Requerente:
Motivo:
Alunos:
Requerente:
Motivo:
Alunos:
235
Universidade Federal de Mato Grosso
Câmpus Universitário de Sinop
Instituto de Ciências Naturais, Humanas e Sociais
Laboratório/Oficina: fl.:
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
Data: / / Horário: : às :
Docente/Técnico/Discente:
( ) Disciplina ( ) Monitoria ( ) Projeto ( ) Outros
236
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CÂMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP
Formulário de Solicitação de Material para Aula Prática
Professor_________________________________________________________________________
Disciplina/Curso___________________________________________________________________
Assunto da aula____________________________________________________________________
Data da Requisição_____/_____/______
Quant. Descrição
237
APÊNDICE H – Ações de acessibilidade e inclusão na UFMT
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2016), também chamada Estatuto da Pessoa com
Deficiência, é representativa do processo de luta pela cidadania desse segmento social, expresso
na ampliação do conceito de pessoa com deficiência, como previsto no Artigo 2º: “[...] aquela
que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual,
em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”. Uma perspectiva conceitual
onde a deficiência deixa de ser atributo dos sujeitos, mas decorrente da ausência de
acessibilidade que o Estado e a sociedade oferecem.
Tal lei é imperativa quanto ao papel das Universidades brasileiras em assegurar aos estudantes
com deficiência o atendimento educacional especializado nesse nível de ensino. Na UFMT sua
aplicabilidade do ponto de vista da inserção no processo seletivo se efetivará em 2018.
Art.2°. Atender a demanda educacional inclusiva brasileira no ensino superior, um sério desafio
que as Universidades enfrentam em âmbito nacional, tendo que cumprir a inserção. Sabe-se,
contudo, que não basta apenas inserir esse público e continuar desenvolvendo as práticas
docentes olhando unicamente à generalidade. No momento em que se afirma que a educação é
um direito de todos, é importante entender que ela está intrínseca à aceitação das diferenças e
na valorização do indivíduo, autônoma dos fatores físicos e psíquicos. Com esse pressuposto o
termo inclusão, contempla uma perspectiva em que todos tenham os mesmos direitos e deveres,
de forma que se construa um universo que favoreça o crescimento, valorizando as diferenças e
o potencial de todos.
238
Art.3°. A Universidade Federal de Mato Grosso vem desenvolvendo uma Política Institucional
que se compromete em incluir mudanças em suas concepções administrativas e pedagógicas e
repensar as práticas de ensino, visando entender as dificuldades de sua comunidade (servidores
e alunos) em sua especificidade e diversidade.
Das Realizações
Diante deste contexto, diversas ações têm sido realizadas no âmbito administrativo e
acadêmico.
● Realização do 1º Encontro dos tradutores intérpretes de libras, que foi aberto a toda
comunidade acadêmica, tanto interna e externa, obtendo 250 participantes, sendo 40
239
alunos surdos e 22 intérpretes capacitados. Todo evento foi feito em libras e participação
de 10 estados, tendo submissão de materiais apresentados;
● Elaboração do Manual sobre PcDs da UFMT. Como lidar com a pessoa com
deficiência? Falar sobre inclusão e acessibilidade.
240
Ações administrativas e acadêmicas: objetiva preparar ações administrativas e acadêmicas,
no âmbito operacional e estratégico com o envolvimento de toda cúpula administrativa da
UFMT, a fim de auxiliar no acolhimento e o respeito da diversidade acadêmica, elaboração de
políticas institucionais que assegurem os direitos da pessoa enquanto ser subjetivo,
desenvolvimento, acompanhamento e adaptações didático-pedagógicas nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação, das áreas de pesquisa e extensão da universidade, tendo
como premissa o acesso universal da comunidade ao ambiente acadêmico com um ensino
acessível e inclusivo.
● Conscientização junto aos coordenadores de cursos para a revisão dos Projetos Político
Pedagógico dos cursos de graduação a fim de compreender e fazer as devidas
modificações para preparar os alunos a respeito da educação especial e acessível;
241
● Produção de indicadores da política de inclusão e acessibilidade com a finalidade de
subsidiar o planejamento da Política, de projetos e ações tendo como público gestores,
docentes, técnico-administrativos e discentes;
Parágrafo Único: Caso o curso de Ciências Naturais e Matemática – Química receba algum
aluno portador de Transtorno do Especto Autista, o curso estará sensível e contará com a
Pró-Reitoria de Assistência de Estudantil (PRAE), para desenvolver um trabalho de apoio
direto aos docentes e aos alunos para a realização das atividades elaboradas durante o curso.
242
APÊNDICE I – Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do curso
243
APÊNDICE J – Regulamento sobre a quebra ou dispensa de pré-requisitos
A disciplina Estágio Supervisionado I não possui pré-requisitos, desse modo, todo o aluno
regularmente matriculado no Curso poderá cursá-la. A disciplina Estágio Supervisionado II
poderá ser cursada por discentes que tenham concluído, com aprovação, a disciplina Estágio
Supervisionado I. A disciplina estágio supervisionado III poderá ser cursada por alunos que
tenham concluído, com aprovação, 48 créditos em disciplinas e o componente curricular
Estágio Supervisionado II. A disciplina Estágio Supervisionado IV poderá ser cursada por
alunos que tenham concluído, com aprovação, a disciplina estágio supervisionado III. Poderão
matricular-se no componente Estágio Supervisionado V os discentes que foram aprovados na
disciplina Estágio Supervisionado IV. A disciplina Estágio Supervisionado VI poderá ser
cursada por acadêmicos 120 créditos em disciplinas e o componente curricular Estágio
Supervisionado V.
Somente alunos considerados prováveis formandos no semestre letivo corrente terão dispensa
de pré-requisitos.
244
IX – ANEXOS
245
ANEXO B – Documentos importantes
1. Portaria que designa os representantes do Colegiado de Curso;
246
2. Portaria que nomeia os integrantes do NDE;
247
248
3. Ata de aprovação da proposta de reestruturação aprovada pelo NDE;
249
250
4. Ata de aprovação da reestruturação pelo Colegiado de Curso;
251
252
253
254
255
5. Ata de homologação da Congregação referente ao item 4.
256
257
258
259
260
261
262
ANEXO C – Minuta de resolução de aprovação do curso e PPC
RESOLVE:
Presidente do CONSEPE
263
ANEXO I – Matriz Curricular
ARTICULADOR
T Teórica
requisito
requisito
EIXOS
Teórica
ES
TOT
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular Optativo/ U.A.O
Pré-
Co-
PD
PD
Obrigatório
Dinâmica de Processos
OBR ICNHS 64 - - - 64 4 - - - 4 - -
Físico-Químicos
Biologia Celular OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Geometria I OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Trigonometria e
Matemática – A Terra e o OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Universo
Modelos Teóricos das
Matemática
264
Aspectos Cinéticos e
Energéticos das OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Transformações Químicas
Sistemas Lineares,
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Matrizes e Vetores
Cálculo II OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Matemática Financeira OBR ICNHS 16 - - - 16 1 - - - 1 - -
Ciência, Tecnologia,
Sociedade e Meio OBR ICNHS 64 - - - 64 4 - - - 4 - -
Ambiente
Corpo Humano e
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Processos Evolutivos
SUBTOTAL: 880 - - - 880 55 - - - 55
Antropologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
2° Eixo - Fundamentos da
História da Educação -
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Profissão Professor
Produção de Texto e
OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Educação
Leitura
Filosofia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Currículo OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Fundamentos de Psicologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Libras I OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Sociologia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Libras II OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
SUBTOTAL: 336 - - - 336 21 - - - 21
tação para
Instrumen
Pedagógic
Seminário de Práticas
3° Eixo -
Prática
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas I
a
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Educativas II
265
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas III
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas IV
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química I
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas V
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química II
Seminário de Práticas
OBR ICNHS - - 48 - 48 - - 3 - 3 - -
Educativas VI
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química III
Prática de Ensino de
OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
Química IV
SUBTOTAL: - - 400 - 400 - - 25 - 25
Estágio Supervisionado I OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 - -
4° Eixo - Estágio Supervisionado
Estágio
Estágio Supervisionado II OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 Supervisionado -
I
Concluído 48
créditos e
Estágio Supervisionado III OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 Estágio -
Supervisionado
II
Estágio
Estágio Supervisionado IV OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 Supervisionado -
III
Estágio Supervisionado V Estágio
OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 Supervisionado -
IV
Estágio Supervisionado VI Concluído 120
OBR ICNHS - 80 - - 80 - 5 - - 5 créditos e -
Estágio
266
Supervisionado
V
SUBTOTAL: - 400 - - 400 - 25 - - 25
Histórica da
História da Química I OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Evolução
5° Eixo -
Química
História da Química II OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
História da Química III OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
História da Química IV OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
SUBTOTAL: 128 - - - 128 8 - - - 8
Físico-Química I OBR ICNHS 32 16 - - 48 2 1 - - 3 - -
6° Eixo - Fundamentos conceitos e princípios da
267
Atividades Teórico-práticas OBR 200 12,5
Concluído
Trabalho de Conclusão de Curso OBR 96 96 6 120
créditos
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3208 200,5
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
*** O acadêmico terá que cumprir um mínimo de 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas optativas, a sua livre escolha, contabilizando a carga
horária mínima estabelecida
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
Teórica
Teórica
Componente Curricular U.A.O
TOT
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Pré-
Optativa/
Co-
PD
PD
Obrigatória
268
ANEXO II – Fluxo curricular proposto
No curso de Ciências Naturais e Matemática – Química, licenciatura, os semestres totalizam 200,5 créditos, dos quais o aluno poderá se
matricular em no máximo 30 créditos por semestre.
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
de Ciências e Matemática
Cosmologia OBR ICNHS 48 - - - 48 3 - - - 3 - -
Estrutura Físico-Química da Terra OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Biomas OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Filosofia OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Currículo OBR ICNHS 32 - - - 32 2 - - - 2 - -
Seminário de Práticas Educativas II OBR ICNHS - - 32 - 32 - - 2 - 2 - -
269
SUBTOTAL:
PERÍODOS 320 - 32 - 352 20 - 2 - 22
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
270
Estágio Supervisionado II Estágio
OBR ICNHS - 64 - - 64 - 4 - - 4 Supervisionado I -
SUBTOTAL: 288 64 48 - 400 18 4 3 - 25
PERÍODOS
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
271
PERÍODOS
requisito
requisito
TOTAL
Teórica
Teórica
TOT
PCC
PAC
PCC
PAC
Componente Curricular U.A.O
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
Obrigatório
272
SUBTOTAL DISCIPLINAS: 1952 560 400 - 2912 122 35 25 - 182
Atividades Teórico-práticas OBR 200 12,5
Concluído 120
Trabalho de Conclusão de Curso OBR 96 96 6 créditos
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3208 200,5
Estágio Curricular não obrigatório* OPTATIVO
ENADE**
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular;
PAC – Prática de Aula de Campo, TOT – Total.
* São obrigatórios o acadêmico cursar 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas optativas, podendo o acadêmico optar por cursar disciplinas
de 2 (dois) ou 3 (três) créditos, contabilizando o total de créditos, a sua livre escolha.
273
ANEXO III – Quadro de equivalência
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente descontinuado Fluxo curricular proposto e a ser progressivamente ofertado Aproveitamento
Sem
Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial aproveit
amento
274
Noções de estatística geral 20 Noções de Estatística Geral 16 X --- ---
Números complexos, polinômios e equações algébricas 35 Números Complexos, Polinômios e Equações Algébricas 32 X --- ---
Vida e o mundo biológico 70 Vida e o Mundo Biológico 64 X --- ---
Biodiversidade e a ação Antrópica: Aspectos cinéticos e energéticos Aspectos Cinéticos e Energéticos das Transformações
30 32 X --- ---
das transformações químicas Químicas
Fundamentos de psicologia 40 Fundamentos de Psicologia 48 X --- ---
Libras I 30 Libras I 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas III 50 Seminário de Práticas Educativas III 48 X --- ---
Estágio Supervisionado I 70 Estágio Supervisionado I 64 X --- ---
Sistemas lineares, matrizes e vetores 40 Sistemas Lineares, Matrizes e Vetores 48 X --- ---
Cálculo II 45 Cálculo II 48 X --- ---
Matemática financeira 15 Matemática Financeira 16 X --- ---
Ciência, tecnologia, sociedade e meio ambiente 60 Ciência, Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente 64 X --- ---
Corpo humano e processos evolutivos 50 Corpo Humano e Processos Evolutivos 48 X --- ---
Sociologia 40 Sociologia 32 X --- ---
Libras II 30 Libras II 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas IV 50 Seminário de Práticas Educativas IV 48 X --- ---
Estágio Supervisionado II 60 Estágio Supervisionado II 64 X --- ---
História da Química I 30 História da Química I 32 X --- ---
Físico-química I 45 Físico-Química I 48 X --- ---
Química Inorgânica 75 Química Inorgânica 80 --- ---
Química Orgânica I 60 Química Orgânica I 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química I 30 Prática de Ensino de Química I 32 X --- ---
Seminário de Práticas Educativas V 50 Seminário de Práticas Educativas V 48 X --- ---
Estágio Supervisionado III 70 Estágio Supervisionado III 64 X --- ---
História da Química II 30 História da Química II 32 X --- ---
Físico-química II 75 Físico-Química II 80 X --- ---
Química Orgânica II 45 Química Orgânica II 48 X --- ---
Química Analítica I 60 Química Analítica I 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química II 30 Prática de Ensino de Química II 32 X --- ---
275
Seminário de Práticas Educativas VI 50 Seminário de Práticas Educativas VI 48 X --- ---
Estágio Supervisionado IV 70 Estágio Supervisionado IV 64 X --- ---
História da Química III 30 História da Química III 32 X --- ---
Físico-química III 45 Físico-Química III 48 X --- ---
Bioquímica 75 Bioquímica 80 X --- ---
Química analítica II 60 Química Analítica II 64 X --- ---
Prática de Ensino da Química III 30 Prática de Ensino de Química III 32 X --- ---
Estágio Supervisionado V 70 Estágio Supervisionado V 64 X --- ---
História da Química IV 30 História da Química IV 32 X --- ---
Físico-química IV 45 Físico-Química IV 48 X --- ---
Química analítica III 45 Química Analítica III 48 X --- ---
Química ambiental 45 Optativa I 48 X --- ---
Tópicos de Química 55 Optativa II 48 X --- ---
Prática de Ensino da Química IV 30 Prática de Ensino de Química IV 32 --- ---
Monografia I 50
Trabalho de Conclusão de Curso 96 --- X
Monografia II 50
Estágio Supervisionado VI 60 Estágio Supervisionado VI 80 X --- ---
--- --- Química Ambiental 48 --- --- ---
--- --- Introdução ao Cálculo Numérico 32 --- --- ---
--- --- Educação Especial e Acessível 32 --- --- ---
--- --- Tóxicologia Forense 32 --- --- ---
--- --- Química dos Alimentos 48 --- --- ---
--- --- Tópicos em Química 48 --- --- ---
Atividades Complementares 200 Atividades Teórico-práticas 200 X --- ---
276
ANEXO IV – Planos de migração
277
Optativa I* 32
Optativa II* 32
Optativa III* 32
Prática de Ensino de Química IV 32
Estágio Supervisionado VI 80
Atividades Teórico-práticas 200
Trabalho de Conclusão de Curso 96
* São obrigatórios o acadêmico cursar 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas optativas,
podendo o acadêmico optar por cursar disciplinas de 2 (dois) ou 3 (três) créditos, contabilizando
o total de créditos, a sua livre escolha.
278
* São obrigatórios o acadêmico cursar 6 (seis) créditos (96 horas) em disciplinas optativas,
podendo o acadêmico optar por cursar disciplinas de 2 (dois) ou 3 (três) créditos, contabilizando
o total de créditos, a sua livre escolha.
279
ANEXO V – Ementas
EMENTA
EMENTA
EMENTA
280
Análise de variação – aspectos físicos e químicos – mecânica processos físico-químicos;
propriedades dos materiais e sistema de classificação periódica dos elementos.
EMENTA
Tipos celulares: células e células eucariontes animal e vegetal; Estrutura e Função dos
componentes celulares: Ribossomos, Complexo de Golgi, Reticulo Endoplasmático,
Mitocôndrias, Cloroplastos, Lisossomos, Centríolos, Núcleo; Replicação do DNA; Síntese
proteica: Transcrição e Tradução; Divisões celulares: Mitose e Meiose.
EMENTA
EMENTA
281
A história da educação; história da profissionalização do professor; característica e
conceituação do bom professor e os desafios que este profissional tem enfrentado ao longo da
história e perspectivas dos novos desafios; história da constituição da escola como instituição
formal de educação; característica e construção da sala de aula como espaço constituído para
ação educativa.
EMENTA
EMENTA
282
EMENTA
EMENTA
EMENTA
A evolução histórica dos modelos explicativos sobre a Terra e o Universo e a evolução dos
modelos explicativos da criança (heliocentrismo e geocentrismo). Origem e evolução dos
elementos químicos; formação das primeiras substâncias.
EMENTA
283
Formas e medidas. Origem e evolução do universo; Organização do Universo; Partículas,
Forças e Interações.
EMENTA
EMENTA
EMENTA
284
III. A Praxiologia: as determinações da compreensão do conhecimento humano (epistemologia)
e das concepções/posturas ético-políticas (axiologia), nas práticas sociais dos educadores:
Práxis pedagógica e Teoria(s) Pedagógica(s).
EMENTA
EMENTA
EMENTA
285
COMPONENTE CURRICULAR: Noções de Estatística Geral
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 16h
Ch teórica: 16h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
EMENTA
286
COMPONENTE CURRICULAR: Aspectos Cinéticos e Energéticos das
Transformações Químicas
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
Estudo dos elementos químicos; propriedades periódicas; ligações químicas; teoria de evolução
dos elementos químicos; teoria de evolução das macromoléculas.
EMENTA
EMENTA
287
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 48h Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
EMENTA
288
Carga horária total: 48h
Ch teórica: 48h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
Capital, juros simples, juros compostos, taxas de juros e montante. Tabelas Price e SAC.
EMENTA
EMENTA
289
Corpo Humano e processos evolutivos. Ser humano, meio ambiente e saúde. Saúde e o sistema
biológico.
EMENTA
EMENTA
EMENTA
290
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Supervisionado II
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch teórica: - Ch prática: 64h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
EMENTA
291
Carga horária total: 64h
Ch teórica: 48h Ch prática: 16h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
Funções Inorgânicas: Ácidos, bases, sais e óxidos. Fórmulas e Nomenclaturas dos compostos
Inorgânicos. Propriedades dos compostos Inorgânicos. Equação Química. Tipos de reação
química: Reações de neutralização, síntese, decomposição, deslocamento, dupla troca. Ligação
Química e Estrutura (Ligações iônicas e suas propriedades; Ligações covalentes; VSEPR;
Hibridação; Orbitais moleculares; Ligações metálicas; Propriedades Periódicas; Metais
Alcalinos (grupo I-A); Metais Alcalinos Terrosos (grupo II-A); Gases Nobres (grupo zero);
Halogêneos (grupo VII-A); Calcogêneos (grupo VI-A); grupo do Nitrogênio (grupo V-A).
EMENTA
292
COMPONENTE CURRICULAR: Seminário de Práticas Educativas V
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciências
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais.
Carga horária total: 48 h
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 48h Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
EMENTA
293
COMPONENTE CURRICULAR: Físico-Química II
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 80h
Ch teórica: 64h Ch prática: 16h Ch PCC: - Ch aula de campo: -
EMENTA
Alguns conceitos fundamentais. Estrutura dos gases. Gases Ideais e Reais. Leis Boyle, Charles
e Gay Lussac, Equação de Clapeyron, Mistura de Gases, Lei de Dalton das Pressões Parciais.
Estrutura e propriedades dos sólidos e líquidos.Energia e o Primeiro Princípio da
Termodinâmica; Termoquímica. O Segundo Princípio da Termodinâmica. Propriedades da
Entropia e o Terceiro Princípio da Termodinâmica.
EMENTA
EMENTA
294
Equilíbrios em solução aquosa. Separação e identificação de cátions e ânions. Com e sem uso
de H2S e inclusive íons menos comuns na marcha sistemática qualitativa; técnicas de spot tests,
extração com solventes e cromatográficas no decorrer da marcha de análise de cátions e ânions;
ácidos e bases moles e duros; solventes não aquosos; equilíbrios orgânicos; análise qualitativa
de amostras reais (ligas minérios, produtos de uso cotidiano.)
EMENTA
Função social do ensino de Química nos diferentes níveis da educação escolar; estudo da
realidade do ensino de Química na Educação Básica em Mato Grosso e no Brasil. Estudo das
Diretrizes Curriculares do ensino de Química na Educação Básica em Mato Grosso e no Brasil.
Projeto político-pedagógico da escola-estudo e análise do projeto político-pedagógico da escola
segundo as correntes de ensino-aprendizagem mais importantes, com destaque às várias linhas
do construtivismo.
EMENTA
295
EMENTA
EMENTA
EMENTA
EMENTA
Metodologia de Análise Quantitativa. Erros em Análises Químicas. Análise Volumétrica.
Análise Gravimétrica. Potenciometria.
296
COMPONENTE CURRICULAR: Prática de Ensino de Química III
Unidade Acadêmica ofertante: Instituto de Ciência
Sigla: ICNHS
Naturais, Humanas e Sociais
Carga horária total: 32h
Ch teórica: - Ch prática: - Ch PCC: 32h Ch aula de campo: -
EMENTA
EMENTA
EMENTA
297
conceitos ocorrida em diversas áreas de conhecimento (na biologia, Lynn Margulis e a Nova
Teoria da Evolução das Espécies; na filosofia, Prigogine e a questão do fim das certezas; na
matemática, o formalismo fundamentado nas equações não-lineares; na físico-química,
Prigogine e os fundamentos da Teoria da Complexidade; na educação, Morin e Varela, e as
questões do pensar complexo e da interdependência entre sujeito e objeto; na economia, os
trabalhos realizados no Instituto de Santa Fé sobre comportamento de sistemas complexos, na
psicologia, a sincronicidade de Jung e a Teoria de Relações entre Objetos; nas artes, Klee e
Kandinsky e o advento da arte moderna; etc.) que contribuíram e contribuem para a construção
da Ciência da Complexidade.
EMENTA
EMENTA
298
EMENTA
EMENTA
Projeto de Ensino de Química: elaboração e execução de um projeto de pesquisa em ensino de
Química voltado à realidade da escola. Teorias epistemológicas de Bachelard, Kuhn, Popper,
Vigotski e Piaget; abordagem epistemológica da história da Química, com ênfase nos principais
conceitos químicos estudados; análise do valor pedagógico e do significado cultural da história
da química na perspectiva do ensino fundamental e médio de Química. Análise do papel dos
recursos didático e da avaliação no processo de ensino e aprendizagem; a avaliação dos recursos
didáticos de química utilizados na educação básica; estudo dos pressupostos educacionais e da
proposta metodológica de projetos inovadores de ensino de química.
EMENTA
299
EMENTA
EMENTA
EMENTA
EMENTA
300
centesimal. Legislação e padrões de qualidade em alimentos. Análises físico-químicas no
controle de qualidade de produtos lácteos, produtos cárneos, frutas e vegetais, óleos e gorduras,
mel, cereais e farinhas e bebidas alcoólicas, não alcoólicas e estimulantes.
EMENTA
EMENTA
EMENTA
301