UNIVERSIDADE KATYAVALA BWILA
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DE BENGUELA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DE BENGUELA
REPARTIÇÃO DE PEDAGOGIA
ANTEPROJECTO PARA O TRABALHO DE FIM DE CURSO PARA OBTENÇÃO DO
GRAU DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, OPÇÃO: MATEMÁTICA
(REGIME REGULAR)
DIFICULDADES NA RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM
UMA INCÓGNITA POR PARTE DOS ALUNOS DA 7ª
CLASSE/REGULAR DO COLÉGIO MISSICIONÁRIO DOM ÓSCAR
B.G – 2000 DOM ÓSCAR BRAGA DO LOBITO
AUTOR: ANTUNES SILVESTRE CANDEEIRO CAMATI
Benguela, Outubro de 2019
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UNIVERSIDADE KATYAVALA BWILA
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DE BENGUELA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DE BENGUELA
REPARTIÇÃO DE PEDAGOGIA
ANTEPROJECTO PARA O TRABALHO DE FIM DE CURSO PARA OBTENÇÃO DO
GRAU DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, OPÇÃO: MATEMÁTICA
(REGIME REGULAR)
DIFICULDADES NA RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM
UMA INCÓGNITA POR PARTE DOS ALUNOS DA 7ª
CLASSE/REGULAR DO COLÉGIO MISSICIONÁRIO DOM ÓSCAR
B.G – 2000 DOM ÓSCAR BRAGA DO LOBITO
ELABORADO POR: ANTUNES SILVESTRE CANDEEIRO CAMATI
ORIENTADOR: Ana Paula PhD.
Benguela, Outubro de 2019
1
ÍNDICE
INTRODUÇÃO............................................................................................................. 3
1. PROBLEMA DE INVETIGAÇÃO ........................................................................... 4
2. PERGUNTAS DE INVESTIGAÇÃO ....................................................................... 4
3. OBJECTIVOS DE INVESTIGAÇÃO .................................................................... 4
4. OBJECTO DE INVESTIGAÇÃO E CAMPO DE ACÇÃO ......................................... 5
5. INSTRUMENTOS DE INVESTIGAÇÃO ................................................................. 5
6. MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO ........................................................................... 5
7. POPULAÇÃO E AMOSTRA ................................................................................... 7
7.1. Caracterização Da População ............................................................................. 7
7.2. Caracterização Da Amostra................................................................................ 7
8. TIPO DE INVESTIGAÇÃO..................................................................................... 7
9. TIPO DE ABORDAGEM DE INVESTIGAÇÃO ....................................................... 7
10. ESTRUTURA DO TRABALHO ........................................................................... 8
11. REFERÊNCIAL TEÓRICO .................................................................................. 9
CRONOGRAMA DAS ACTIVIDADES ................................................................... 13
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA .............................................................................. 14
2
INTRODUÇÃO
A Matemática tem relevante papel social, seja no ambiente escolar ou nas ruas, na forma
de incluir ou excluir pessoas. Para Lins e Gimenez (1997), as crianças aprendem ainda muito
pequenas as noções de números e operações sem usar regras formais, fazendo as operações da
forma mais simples possível, usando na maioria das vezes, o cálculo mental. No processo de
escolarização tradicional, a criança é introduzida ao conhecimento matemático formal a partir
do estudo da Aritmética, com ênfase nas operações básicas tais como adição, subtração,
multiplicação e divisão. Inicia-se, então, o seu percurso no estudo da Matemática, que vai
acompanhá-la por toda sua vida escolar.
Todavia, no ambiente escolar existe a ideia de que a Aritmética trata de números e a
Álgebra de letras. Tenta-se também estabelecer limites entre conteúdos, sendo que no
currículo escolar a Aritmética é trabalhada desde a educação infantil do Ensino Fundamental e
os conteúdos da Álgebra, tais como equações, cálculo com letras, expressões algébricas, são
abordados a partir do 7° ano do Ensino Fundamental, além de considerar que os conteúdos
aritméticos são conhecimentos prévios para a introdução da Álgebra.
O presente projecto tem como foco de análise as dificudades na resolução de equações do
1º grau com uma incógnita por parte dos alunos da 7ª classe/Regular do Colégio Missionário
BG – 2000 Dom Óscar Braga, municíio do Lobito. A escolha do tema deve-se a experiência
vivida com os mesmos durante o estágio pedagógico. Neste período constatou-se que muitos
dos alunos da 7ª classe apresentam dificuldades ao resolver as equações do 1º grau com uma
incógnita.
Ao longo deste estudo procuraremos responder a seguinte questão. Quais são os factores
que estão na base das dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma incógnita
por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio Missionário BG – 2000 Dom Óscar
Braga Lobito?
Todavia, o presente projecto está dividido em duas partes: a primeira está relacionada com
os fundamentos teóricos sobre as dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma
incógnita e a segunda parte é a fundamentação metodológica, nesta, apresentamos o problema
e perguntas da pesquisa, os objectivos da pesquisa, a justificativa do problema, tipos de
pesquisa, população e amostra, métodos, técnicas e instrumentos de recolha de dados,
esquemas do trabalho e o cronograma de actividades.
3
1. PROBLEMA DE INVETIGAÇÃO
Quais são os factores que estão na base das dificuldades de resolução de equações do 1º
grau com uma incógnita por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio Missionário
BG – 2000 Dom Óscar Braga Lobito?
2. PERGUNTAS DE INVESTIGAÇÃO
Quais são as bases teóricas que estão na base das dificuldades de resolução de
equações do 1º grau com uma incógnita?
Como se caracteriza o estado actual das dificuldades de resolução de equações do 1º
grau com uma incógnita por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio
Missionário BG – 2000 Dom Óscar Braga Lobito?
Que propostas metodológicas devem ser empregues para colmatar as dificudades de
resolução de equações do 1º grau com uma incógnita na 7ª classe?
3. OBJECTIVOS DE INVESTIGAÇÃO
Geral
Compreender os factores que estão na base das dificuldades de resolução de equações
do 1º grau com uma incógnita por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio
Missionário BG – 2000 Dom Óscar Braga Lobito.
Específicos
Apresentar bases teóricas sobre as dificuldades de resolução de equações do 1º grau
com uma incógnita;
Caracterizar o estado actual das dificuldades de resolução de equações do 1º grau com
uma incógnita por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio Missionário BG –
2000 Dom Óscar Braga Lobito;
Formular propostas didácticas a serem implantadas pelos professores de modo a
contribuir para minimizar as dificuldades de resolução de equações do 1º grau com
uma incógnita por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio Missionário BG –
2000 Dom Óscar Braga Lobito.
4
4. OBJECTO DE INVESTIGAÇÃO E CAMPO DE ACÇÃO
Objecto de estudo: O presente trabalho tem como objecto de estudo no
processo de ensino e aprendizagem da Matemática.
Campo de acção: Dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma incógnita
por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do Colégio Missionário BG – 2000 Dom Óscar
Braga Lobito.
5. INSTRUMENTOS DE INVESTIGAÇÃO
Guiao de entrevista aos membros de direcção da escola.
Boletim de inquerito por questionário dirigido aos professores
Guiao de entrevista aos pais e encarregados de educacao
Inquerito por questionário aplicado aos alunos
Guiao de observação de aula
6. MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO
No desenvolvimento da investigação deverão utilizados metodos teoricos e empiricos,
os quais serao operacionalizados mediante a elaboracao e aplicacao dos referidos
instrumentos para a recolha de dados, segue-se a caracterização dos metodos teóricos:
Analítico-Sintético: segundo Cervo e Bervian (2005), a análise é a decomposição de
um todo em suas partes, o que serviu para analisar ou explicar as evidências das relações entre
os fenómenos estudados de forma a ter um estudo pormenorizado da situação, Cervo e
Bervian (2005) a síntese é a reconstituição do todo decomposto pela análise, permitindo
conformar um quadro interpretativo dos posicionamentos teóricos dos diversos autores
consultados, sendo utilizado como lentes para a compreensão das informações recolhidas, no
sentido de confrontar a realidade estudada com os fundamentos teóricos cientificamente
aceites.
Dedutivo-Indutivo: para Marconi e Lakatos (2007) afirma ser um processo mental
por intermédio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente constatados, infere-se
uma verdade geral ou universal, não contida nas partes examinadas. O mesmo permitirá
estabelecer a conexão ascendente do particular ao geral relacionado as dificuldades de
5
resolução das equações do 1º grau com uma incógnita por parte dos alunos da escola em
estudo.
Pesquisa bibliográfica: a pesquisa bibliográfica, procura explicar um problema a
partir de referências teóricas publicadas em documentos (Cervo & Bervian, 2005), o que
levou a busca de fundamentos teóricos para a argumentação deste trabalho, levou à revisão de
bibliografias relacionadas com o tema, no sentido de especificar determinados conceitos,
concepções e posicionamentos de diversos teóricos, tendo em conta a especificidade e a
actualidade das obras.
Análise documental: para Marconi e Lakatos (2007), a análise de documentos é uma
fonte de colecta de dados que está restrita a documentos, escritos ou não. Esta técnica
permitirá levantar dados concretos e pertinentes a partir de fontes relacionadas com as
dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma incógnita.
Para além destes seguem-se os metodos empirics estes que destacarei os seguintes:
Inquérito por questionário: o questionário é a forma mais usada para coletar dados,
pelo facto de permitir medir com melhor exactidão o que se estuda, Cervo e Bervian, (2005).
Este método permitirá levar a cabo a recolha de dados a partir de um boletim de inquérito, o
que levará a reunir as percepções, opiniões e atitudes dos professores e estudantes ambiente
escolar e sua implicação no processo de ensino-aprendizagem nos alunos da 4 classe da
escola primária da bela vista BG nº 1034 no municipio de Benguela.
Inquérito por entrevista: segundo Goode e Hatt (1969), citado por (Marconi &
Lakatos, 2006), consiste no desenvolvimento de precisão, focalização, fidedignidade e
validade de um certo ato (sic.) social comum à conversação. Esta técnica foi
instrumentalizada com base num guião de entrevista semiestruturada,que de acordo com
Marconi e Lakatos (2006) é uma técnica que permite explorar mais amplamente a questão e
permitiu obter as opiniões dos autores do processo de ensino-aprendizagem, sobre as
dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma incógnita.
Observação: para Quivy & Compenhoudt (2008:196) airma que este constitui ser o
único método de investigação social que capta os comportamentos no momento em que eles
se produzem e em si mesmos.
6
7. POPULAÇÃO E AMOSTRA
7.1. Caracterização Da População
Este ano lectivo foram matriculados 178 alunos na 4ª classe, aonde 106 são do sexo
feminino, os alunos estão distribuídos em 4 turmas, Para a 7ª classe tem disponivel 4
professores aonde 3 são do sexo masculino, quanto a área administrativa esta dirigida por uma
directora, 1 subdirector pedagógico,
7.2. Caracterização Da Amostra
Segundo (Fotin et al, 2009.) afirma que amostra é a fracção ou porção de uma
população junto da qual são recolhidas as informações necessárias ao estudo. Assim, visando
torná-la significativa seleccionou-se 3 professores da 7ª classe, 30 alunos tambem
pertencentes a 7ª classe (9 masculinos e 21 femininos) e 2 membros da direcção da escola ( a
directora e o subdirector pedagógico) e 5 pais e encarregados de educação.
8. TIPO DE INVESTIGAÇÃO
O presente estudo enquadrase numa pesquisa do tipo explicativo. pois, como refere Gil
(1999), a pesquisa explicativa tem como objetivo básico a identificação dos fatores que
determinam ou que contribuem para a ocorrência de um fenômeno. É o tipo de pesquisa que
mais aprofunda o conhecimento da realidade, pois tenta explicar a razão e as relações de
causa e efeito dos fenômenos. Com esta perspectiva pretende-se realizar a analise dos factores
que estão na base das dificuldades de resolução de equações do 1º grau com uma incógnita
por parte dos alunos da 7ª Classe/Regular do colégio Missionário Dom Óscar Braga Lobito.
9. TIPO DE ABORDAGEM DE INVESTIGAÇÃO
Em termos de abordagem será privilegiada a abordagem qualitativa, buscando um
contacto com estudos feitos por diferentes autores, analisar opiniões de várias pessoas sobre o
tema em estudo. Assim, neste estudo pretende-se trabalhar com o tipo de pesquisa qualitativa
porque segundo Lakatos e Markoni (2006) afirmam que esta preocupa-se em analisar e
interpretar aspectos mais profundos, descrevendo a complexidade do comportamento
humano”, (hábitos, atitudes, tendências de comportamento, etc.)
7
10. ESTRUTURA DO TRABALHO
RESUMO
ÍNDICE
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1.1. Conceitos matemáticos relativos à unidade
CAPÍTULO II – Estrutura Metodológica da Pesquisa
2.1. Delimitação da pesquisa
2.1.1 O problema e a questão de partida
2.1.2. Os objectivos
2.2. A população e amostra
2.3. Processo de recolha e análise dos dados
2.3.1. Métodos, técnicas e instrumentos de recolha de dados
2.3.2. Procedimentos de análise dos dados
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
8
11. REFERÊNCIAL TEÓRICO
Relativamente à resolução de equações, Ponte, Branco e Matos (2009) referem que, as
dificuldades “surgem devido aos erros que cometem no trabalho com expressões algébricas,
por não compreenderem o significado destas expressões ou as condições da sua equivalência”
(p. 96).
Muitos autores se têm debruçado no estudo dos erros e das dificuldades dos alunos na
simplificação de expressões algébricas e na resolução de equações do 1º grau. Com base em
alguns desses estudos, Ponte, Branco e Matos (2009) apresentam uma sistematização dos
erros e dificuldades mais comuns, que podemos observar no quadro seguinte:
Erro/Dificuldade Exemplo Autor
Adicção de termos que não Booth, 1984,
1988
São semelhantes
Kieran, 1985,
e 3 + 4n = 7n
1992
Interpretação dos sinais 2a + 5b = 7ab
Kuchemann,
“+” e “=” como
1981
Indicadores de uma acção
MacGregor e
Stacey, 1997
Interpretação incorrecta de Interpretação de 4y como:
Monómios de 1º grau quatro “y’s”;
um número com quatro dezenas e um
número desconhecido de unidades;
Booth, 1984
4 + y por analogia com 3 = 3 +
Uso de parentesis 3( + 2) = 7 Kieran,1992
<=> 3 + 2 = 7 Socas,
Machado,Palar
ea e
Hernandez,
9
1996
Não saber como começar a Kieran, 1985
resolver uma equação
Não respeitar a convenção de Kieran, 1985
que várias ocorrências da
mesma incógnita representam
o mesmo número
Adicção incorreta de termos 2 + 5 = 8 <=> 7 =8 Kieran, 2006
semelhantes
Adicção incorreta de termos 2 +5= + 8 <=> 7 = 9 Kieran, 1985
não semelhantes
Transposição incorrecta de 16 215 = 265 <=> 16 = 265 215 Kierab,1985,19
termos 92
30 = + 7 <=> 30 + 7 =
3 + 5 = 2 <=> 3 = 3 = 2 + 5
7 = + 8 <=> 7 8= +
Redistribuição 2 + 5 = 8 <=> 2 +5 5=8+5 Kieran,1992
Eliminação 3 3=2 4 <=> =2 4 Kieran, 1992
Conclusão incorrecta da 6 = 24 <=> 6 + = 24 Kieran, 1985,
resolução da equação 11 1992
11 = 9 =
9 Lima e Tall,
(i) =4 2; ( ) = ;( ) = 2008
= 17 ≤> ? ? Vlassis, 2001
= 4 <=> ? ?
Quadro I – Erros e dificuldades dos alunos na resolução de equações do 1º grau (adaptado de
(Ponte, Branco e Matos, 2009)).
10
11.2. CONCEITOS MATEMÁTICOS RELATIVOS À UNIDADE
Ao longo da lecionação desta unidade de ensino foram utilizados vários conceitos
matemáticos relacionados com o tópico Equações do 1º grau a uma incógnita.
Equação
Uma equação é uma igualdade entre duas expressões algébricas onde aparece pelo menos
um valor desconhecido. Aos valores desconhecidos chamamos Incógnitas. Na unidade que
lecionei foi tratado apenas o caso em que existe apenas um valor desconhecido.
Membros de uma equação
A expressão algébrica à esquerda do sinal de “igualdade” designa-se por
primeiro membro. A expressão algébrica à direita do sinal de “igualdade” designa-se por
segundo membro.
Monómio
Um monómio é um número, ou um produto de números em que alguns podem ser
representados por letras. Quando estão presentes letras, podemos distinguir duas partes num
monómio, uma parte numérica, coeficiente, e a parte literal, constituída essa por letras.
Termos
Cada um dos membros de uma equação pode ser constituído por um ou mais monómios,
que se designam por termos da equação. Termos semelhantes são termos que têm a mesma
parte literal.
Solução
Ao valor da incógnita que transforma a equação numa igualdade numérica verdadeira
chama-se solução ou raiz da equação.
11
Equações equivalentes
Uma equação diz-se equivalente a outra, quando toda a solução da primeira é solução da
segunda e reciprocamente, toda a solução da segunda é solução da primeira, ou quando são
ambas impossíveis. Para a resolução de equações há que ter em conta diversas
transformações, também chamadas de transformações elementares de equivalência, que se
baseiam nos seguintes princípios:
1º Princípio de equivalência
Quando somamos ou subtraímos o mesmo número a ambos os membros de uma
equação obtemos uma equação equivalente à dada. Deste princípio de equivalência surge a
seguinte regra prática:
Numa equação podemos mudar um termo de um membro para o outro,
trocando-lhe o sina.
2º Princípio de equivalência
Quando multiplicamos ou dividimos ambos os membros de uma equação pelo mesmo
número diferente de zero, obtemos uma equação equivalente à inicial.
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CRONOGRAMA DAS ACTIVIDADES
Nº PRINCIPAIS ACTIVIDADES DATAS ESTIPULADAS PARA AS ACTIVIDADES
Janeiro Fevereir Março Abril Maio
o
1 Revisão da bibliografia
2 Elaboração do Anteprojecto
3 Elaboração dos instrumentos
para a recolha de dados
3 Elaboração dos
instrumentos para a recolha
de dados
4 Aplicação dos instrumentos
5 Estruturação da
fundamentação teórica
6 Análise e interpretação dos
resultados
7 Elaboração do relatório de
investigação
8 Entrega do relatório
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
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Lisboa: Gradiva.
LIBÃNEO, J. (2008) Educacao escolar, poiltic, estrutura e organizacao. 6ª Ed. São Paulo. Cortez.
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estudo sobre os sensos escolares de 1997 à 2005 Texte para Discussão. Brasilia: Ipea.
MARCONI, Maria. De A. & LAKATOS, Eva Maria (2006). Técnicas de Pesquisa: panejamento e
execução de pesquisa, amostragens e Técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. São Paulo: Atlas
CERVO, Amado Luís & BERVIAN Pedro Alcino. (2005). Metodologia Científica. 5ª Ed. São –
Paulo: Pretice Hill.
MARCONI, Maria. De Andrade & LAKATOS Eva Maria. (2002). Técnica de Pesquisa
Vianna, I. O. de A. (2001) Metodologia de trabalho cientifico: efoque didactico da producao cientifica.
São Paulo: E.P.U.
NÉRICE, G. (1993). Didàctica geral dinâmica. 11ª ed. (s/l): (s/e).
CARVALHO, A. e COLS. M. A. (2004). O uso de entrevista em estudo com crianças Psicologia em
estudo, Maringa, V.9, no 2, p. 291-300.
CARVALHO, L. M. de (1992). Clima de Escola e Estabilidade dos Professores. Lisboa: Educa.
LAKATOS, Eva Maria (2003). Fundamentos de Metodologia de Investigação científica. 5ª Edição.
São Paulo: Cortez.
BOOTH, L. Dificuldades das crianças que se iniciam em álgebra. In: COXFORD, A. & SHULTE, A.
(Org). As ideias da álgebra. Tradução de Hygino Domingues. São Paulo: Atual, 1995. cap. 3, p. 23-36.
KIERAN, C. Equações e expressões em álgebra. In: COXFORD, A. & SHULTE, A. (Org). As ideias
da álgebra. Tradução de Hygino Domingues. São Paulo: Atual, 1995. cap. 9, p. 104-110
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