Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Ensino à Distância
Analise do paradoxo da profissão docente no nosso país
Sónia Joaquim Tristeza
Código nº708203125
Gurué, Junho de 2023
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Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Ensino à Distância
Analise do paradoxo da profissão docente no nosso país
Curso: Licenciatura em Ensino de Geografia
Disciplina: Ética Profissional
Ano de frequência: 4º Ano/ Turma: B
Docente: Dr. Padre Daniel Alexandre Raul
Gurué, Junho de 2023
ii
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Capa 0.5
Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização
(Indicação clara do 2.0
problema)
Introdução
Descrição dos objectivos 1.0
Metodologia adequada ao
2.0
objecto do trabalho
Articulação e domínio do
discurso académico
Conteúdo (expressão escrita 3.0
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão Revisão bibliográfica
nacional e internacionais
2.0
relevantes na área de
estudo
Exploração dos dados 2.5
Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
Paginação, tipo e tamanho
Aspectos
Formatação de letra, paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre linhas
Normas APA 6ª
Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 2.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia
Recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
Índice
Resumo.........................................................................................................................................1
Introdução.....................................................................................................................................2
1.1.Objectivo geral:.......................................................................................................................2
1.2.Objectivos específicos:...........................................................................................................2
1.3. Metodologia...........................................................................................................................2
II Referencial Teórico...................................................................................................................3
2.1. Conceito de profissão.............................................................................................................3
2.3. Situação paradoxal das profissões da educação em Moçambique.........................................5
2.5. Medidas para a superação do paradoxo da profissão docente em Moçambique...................6
Conclusão......................................................................................................................................9
Referencias Bibliográficas..........................................................................................................10
v
Resumo
O presente trabalho é intitulado Analise do paradoxo da profissão docente no nosso país e tem como
objectivo geral, Analisar do paradoxo da profissão docente no nosso país especificamente pretende-se
definir a profissão e o profissionalismo docente; compreender o paradoxo da profissão docente no nosso
país e identificar as formas de superar o paradoxo da profissão docente em Moçambique. Na revisão da
literatura o trabalho abordou-se vários autores que têm discutido essa questão, fornecendo análises
valiosas sobre as condições de trabalho dos professores. Portanto, em termos metodológicos, este estudo
baseou-se numa pesquisa bibliográfica. E por fim chegou-se a conclusão que o paradoxo das profissões da
educação no nosso país compreende-se o reconhecimento do valor social do serviço que prestam e o
conhecimento da sua desvalorizada condição profissional. Pode-se inferir ainda que, outro aspecto do
paradoxo da educação em Moçambique é a falta de formação adequada e contínua para os professores.
Observou-se, que um dos principais desafios enfrentados pelos professores em Moçambique é a falta de
recursos e infra-estrutura adequados. Muitas escolas no país têm salas de aula superlotadas, falta de
material didáctico, livros e acesso limitado a tecnologias educacionais. Além disso, os docentes em
Moçambique enfrentam baixos salários e falta de incentivos financeiros.
Palavras-chave: profissão, profissionalismo e paradoxo.
1
Introdução
O trabalho dispõe-se discutir sobre o tema: “Analise do paradoxo da profissão docente no
nosso país”. Desse modo, O paradoxo da profissão docente em nosso refere-se a uma série de
desafios e contradições enfrentados pelos professores no sistema educacional do país. Vários
autores têm discutido essa questão, fornecendo análises valiosas sobre as condições de trabalho
dos professores, sua formação, remuneração e o papel crucial que desempenham no
desenvolvimento da educação em Moçambique. Consideraremos neste trabalho as questões
relativas as profissões da educação sendo ela geralmente consideradas entre as mais importantes
funções sociais, mas o seu prestígio não é, de um modo geral, elevado. Visto que, a função
docente, designadamente, deixou de ter o prestígio que já teve e de ser atraente como foi.
Portanto, é neste contexto e termo de ideia que irá debruçar o primeiro trabalho de 4° ano do curso
de licenciatura em ensino de Geografia da Universidade Católica de Moçambique do Instituto de
Ensino à Distância, na Disciplina de ética profissional.
1.1. Objectivo geral:
Analisar do paradoxo da profissão docente no nosso país
1.2. Objectivos específicos:
Definir a profissão e o profissionalismo docente;
Compreender o paradoxo da profissão docente no nosso país;
Identificaras formas de superar o paradoxo da profissão docente em Moçambique.
1.3. Metodologia
Define-se metodologia como o tipo de processo seguido para a elaboração e um maior
aprofundamento sobre um assunto específico. A metodologia empregada no decorrer da
elaboração do trabalho recorreu-se à pesquisa bibliográfica, definida por Gil (1991), como sendo
a elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos
periódicos e actualmente com material disponibilizado na Internet.
Estrutura do trabalho: O trabalho comporta a seguinte estrutura: Introdução que é a
apresentação do trabalho, o desenvolvimento que é a exposição e discussão das teorias, conclusão
que faz a síntese geral do trabalho trazendo as respectivas constatações. E finalmente as
referencias bibliográficas.
2
II Referencial Teórico
2.1. Conceito de profissão
De acordo com Monteiro (2005, p.11), do ponto de vista etimológico, “profissão vem do termo
latino professio”, que significa declarar, confessar, testemunhar. Entre os romanos, designava
ocupação declarada ao colector de impostos, sob juramento. Com o Cristianismo o termo
adquiriu um sentido religioso, que ainda subsiste na expressão profissão de fé. Nos tempos
modernos, o termo secularizou-se.
Monteiro (2008) analisando o conceito de profissão, em sentido restrito, refere que:
No seu conceito restrito, profissão designa o trabalho, ocupação ou actividade habitual
de alguém, fonte principal dos seus meios de subsistência, de grande relevância e
responsabilidade sociais, que consiste num saber-fazer-bem de natureza científico
técnica e reflexiva, adquirido através de uma formação superior mais ou menos longa,
exercido de modo dependente ou independente (Monteiro, 2008, p.39)
Face a estes argumentos, o conceito de profissão é um termo associado à prática, ou seja, ao
conjunto de acções e regras estabelecidas para a realização de uma determinada actividade
(Estrela, 2014). Quer isto dizer que está associado ao exercício de uma actividade especializada
dentro da sociedade, sendo que esta carece de determinadas exigências, ou seja, uma formação
longa e sólida, que proporciona conhecimentos científicos e técnicos, competências e, além do
mais, é enquadrada por um estatuto socio-profissional.
A este propósito, Bonifácio (2015) refere que quando falamos de profissão não nos referimos a
uma ocupação comum, realizável mecanicamente ou manualmente. Na verdade, o conceito
profissão é uma “construção sócio temporal, mas que genericamente é entendida como o
exercício liberal de uma actividade, com uma formação longa, legitimada por instituições
superiores, um conhecimento especializado, prestígio social e capacidade de auto-regulação” (p.
23).
2.2. Profissionalização docente
Conforme Gonçalves (2013) A profissionalização refere-se ao processo formativo realizado em
instituições de ensino superior e que certifica para o exercício de determinada actividade
intelectual e especializada.
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Relativamente ao processo de profissionalização docente, este pressupõe a qualificação, ou seja, a
formação profissional especializada para o exercício de uma actividade relacionada com o saber e
a intelectualidade, exercida num quadro de autonomia, responsabilidade e compromisso ético,
inerentes ao exercício do magistério (Estrela, 2014).
Segundo UCM (s/d, p.41) A profissional idade dos professores, em particular, é redutora quando
a sua formação:
Não vai muito além do saber o que e como ensinar;
Negligencia a dimensão deontológica do seu agir educacional;
E não cuida, desde a sua selecção, do factor pessoal da excelência da profissão.
Como consequência, e falando de um modo geral, as profissões da educação:
“Têm uma identidade profissional fraca e um baixo nível de profissionalismo;
São menos autónomas, no plano individual e colectivo, do que poderiam ser;
E mesmo quando o seu estatuto económico é aceitável, o seu prestígio social não é
invejável”. (UCM, s/d, p.41)
Todavia, neste processo, considera-se importante, paralelamente, uma formação em contexto
escolar que possibilite experienciar momentos de troca e partilha de saberes, com os seus pares e
com os alunos, pois é no território educativo que se aprende a ser professor, ou seja, que se
constroem competências pedagógicas, adquirindo maior autonomia e a autenticação do saber
profissional (Bonifácio, 2017).
Nesta mesma linha de pensamento, Gonçalves (2013) defendeu que a profissionalização é a
aquisição de competências ligadas ao ensino e à organização do processo de ensino. Partindo dos
mesmos pressupostos Estrela (2014) descreve a profissionalização como o processo pelo qual um
ofício ganha o estatuto de profissão. Parafraseando a autora, é a acumulação de um conjunto de
saberes, atitudes e competências que permitem o exercício de uma profissão com elevado grau de
complexidade.
2.3. Situação paradoxal das profissões da educação em Moçambique
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O paradoxo da profissão docente em Moçambique refere-se à situação contraditória enfrentada
pelos professores no país. Embora sejam fundamentais para o desenvolvimento educacional e
social do país, os docentes em Moçambique enfrentam uma série de desafios e dificuldades que
afectam negativamente a qualidade da educação e o seu próprio bem-estar.
A profissão da educação exerce-se por delegação social e assenta num conjunto
articulado de saberes, saberes-fazer e atitudes (…) e um ideal de serviço que lhe
confere significado e que remete para o conceito de profissionalismo. Esse ideal
consubstancia o exercício ético da competência profissional e os fins e valores
que uma sociedade acha dignos de serem transmitidos e exemplificados através
do processo educativo (Estrela, 2010, p.67).
Neste contexto pode-se afirmar que, as profissões da educação em Moçambique são geralmente
consideradas entre as mais importantes funções sociais, mas o seu prestígio não é, de um modo
geral, elevado. A função docente, designadamente, deixou de ter o prestígio que já teve e de ser
atraente como foi.
Conforme Matavele (2016), em muitos estudos e relatórios internacionais e nacionais sobre a
profissão docente – paradoxo das profissões ada educação em Moçambique – dois termos são
frequentes: declínio e reconhecimento.
A profissão está em declínio, porque é cada vez mais complexa, difícil, exigente, mas
cada vez menos bem tratada, respeitada e atractiva.
As professoras e professores têm um generalizado sentimento de falta de reconhecimento
do seu trabalho e da sua profissão.
Assim, de acordo MINEDH (2017). Um dos principais desafios enfrentados pelos professores em
Moçambique é a falta de recursos e infra-estrutura adequados. Muitas escolas no país têm salas
de aula superlotadas, falta de material didáctico, livros e acesso limitado a tecnologias
educacionais. Essas condições precárias dificultam o processo de ensino e aprendizagem e
sobrecarregam os professores, que precisam lidar com turmas numerosas e adaptar-se a recursos
limitados.
Além disso, os docentes em Moçambique enfrentam baixos salários e falta de incentivos
financeiros. A remuneração dos professores muitas vezes é insuficiente para cobrir suas
necessidades básicas, o que leva à insatisfação e à falta de motivação. Essa situação também
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contribui para a corrupção no sector educacional, com casos de suborno em troca de notas ou
promoções, prejudicando ainda mais a qualidade da educação (Estrela, 2014).
UCM (s/d, p.39) O paradoxo das profissões da educação compreende-se, se distinguirmos entre:
O reconhecimento do valor social do serviço que prestam;
E o conhecimento da sua desvalorizada condição profissional.
Como se pode perceber, outro aspecto do paradoxo da educação em Moçambique é a falta de
formação adequada e contínua para os professores. Embora politicamente se reconheça o papel
da formação do professor na qualidade do ensino, em Moçambique, o exercício da profissão
docente é marcado pela existência de professores com e sem formação pedagógica, tanto no
ensino primário assim como no ensino secundário (MINEDH, 2017). Adicionalmente, a falta de
reconhecimento social e valorização da profissão docente contribui para o paradoxo. Os
professores não recebem o respeito e a consideração que merecem, o que afecta sua auto-estima e
satisfação profissional. Esse cenário desmotiva muitos profissionais talentosos a permanecerem
na carreira docente, levando à falta de professores qualificados nas escolas.
2.5. Medidas para asuperaçãodo paradoxo da profissão docente em Moçambique
De acordo Matavele (2016), para superar o paradoxo da profissão docente em Moçambique, é
necessário um esforço conjunto do governo, instituições de ensino, sociedade civil e comunidade
educacional. Investimentos significativos devem ser feitos na melhoria das condições de trabalho
dos professores, incluindo a disponibilidade de recursos adequados e infra-estrutura escolar. É
crucial também aumentar a remuneração dos docentes e implementar políticas de incentivo que
valorizem a profissão.
De acordo com Monteiro (2008, p.58), há necessidade de um órgão de auto regulação das
profissões da educação enquadram-se nos princípios estabelecidos pelo “regime das associações
públicas profissionais”. No entanto, segundo o mesmo autor
Considerando a especificidade dos serviços as profissões da educação em Moçambique,
o seu órgão de auto regulação deverá ter características diferentes das tipificadas na Lei.
Embora a composição seja predominantemente profissional, deve ser aberto à
representação de outras partes com interesses legítimos na educação” (Monteiro 2008,
p.60).
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Assim devem fazer parte deste órgão:
O Estado, que é o órgão do interesse público e responsável principal, jurídica e
politicamente, pelo direito à educação;
Os educandos, que são os destinatários diretos e principais dos serviços das profissões da
educação, tendo na devida conta a sua idade;
As associações de pais e outras organizações representativas dos vários atores sociais do
campo da educação;
De acordo com Monteiro (2005, p.54), um órgão profissional deste tipo poderia chamar-se
Conselho Superior das Profissões da Educação, a criar através de um instrumento legal, cuja
missão seria proteger os destinatários dos seus serviços e garantir a sua qualidade, no interesse
dos educandos, no interesse público e no interesse dos profissionais da educação, através do
exercício de várias competências.
Este órgão não concorreria com a missão do Estado e não colidiria com o associativismo
profissional, designadamente sindical. Uma das primeiras tarefas deste órgão seria organizar,
elaborar e adotar uma deontologia.
O autor Monteiro (2005, p. 54) refere ainda que as funções deste órgão deveriam ser:
“Estabelecer, através de um processo participado, normas de competência e conduta
profissionais;
Certificar a qualificação profissional e registar os profissionais qualificados,
Organizar e acreditar os programas de formação continua;
Criar mecanismos de aceitação e exame, de um modo objectivo, eficaz e credível, das
queixas relativas à competência e conduta profissionais;
Difundir informação com interesse para os profissionais da educação, através de uma
publicação regular apropriada;”
Além disso, é essencial fortalecer a formação inicial e contínua dos professores, garantindo que
recebam as habilidades e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios atuais e futuros da
educação. Programas de desenvolvimento profissional devem ser oferecidos regularmente,
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abordando temas como metodologias de ensino actualizadas, uso de tecnologia na educação e
gestão de sala de aula.
É igualmente importante promover uma cultura de respeito e valorização dos professores na
sociedade, reconhecendo seu papel fundamental no desenvolvimento do país. Isso pode ser feito
através de campanhas de conscientização, programas de reconhecimento e celebração dos
professores
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Conclusão
Depois de termos abordados os conteúdos no desenvolvimento deste trabalho, pode-se concluir,
que o paradoxo das profissões da educação distingue-se entre: o reconhecimento do valor social
do serviço que presta e o conhecimento da sua desvalorizada condição profissional.
Pode-se inferir ainda que, outro aspecto do paradoxo da educação em Moçambique é a falta de
formação adequada e contínua para os professores. Embora politicamente se reconheça o papel
da formação do professor na qualidade do ensino, em Moçambique, o exercício da profissão
docente é marcado pela existência de professores com e sem formação pedagógica, tanto no
ensino primário assim como no ensino secundário. Adicionalmente, a falta de reconhecimento
social e valorização da profissão docente contribui para o paradoxo. Os professores não recebem
o respeito e a consideração que merecem, o que afecta sua auto-estima e satisfação profissional.
Esse cenário desmotiva muitos profissionais talentosos a permanecerem na carreira docente,
levando à falta de professores qualificados nas escolas.
Portanto, com este trabalho observou-se, queum dos principais desafios enfrentados pelos
professores em Moçambique é a falta de recursos e infra-estrutura adequados. Muitas escolas no
país têm salas de aula superlotadas, falta de material didáctico, livros e acesso limitado a
tecnologias educacionais. Além disso, os docentes em Moçambique enfrentam baixos salários e
falta de incentivos financeiros. A remuneração dos professores muitas vezes é insuficiente para
cobrir suas necessidades básicas, o que leva à insatisfação e à falta de motivação. Essa situação
também contribui para a corrupção no sector educacional, com casos de suborno em troca de
notas ou promoções, prejudicando ainda mais a qualidade da educação
Ainda constatou-se que, há necessidade de um órgão de auto regulação das profissões da
educação enquadram-se nos princípios estabelecidos pelo “regime das associações públicas
profissionais. E fortalecer a formação inicial e contínua dos professores, garantindo que recebam
as habilidades e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios actuais e futuros da
educação.
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Referencias Bibliográficas
Bonifácio, E. (2017). Ética e educação: as narrativas da formação de professores. Aula, n 23,
p.159-178.
Estrela, M. T. (2010). Profissão Docente. Dimensões Afectivas e Éticas. Porto: Areal Editores.
_____________ (2014). Velhas e novas profissionalidades, velhos e novos profissionalismos:
tensões, paradoxos, progressos e retrocessos. Investigar em Educação, n 2, p.5-30.
Gil, A. C. (1991). Como elaborar projectos de pesquisa. São Paulo: Editora Atlas
Matavele, H. J. (2016). Formação e Profissionalidade: um estudo na Formação Inicial de
Professores do Ensino Básico em Moçambique. Universidade de Aveiro, Departamento
de Educação. Aveiro: Universidade de Aveiro.
MINEDH. (2017). Relatório do Estudo Holístico da Situação do Professor em Moçambique,
2015. Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. Maputo, Moçambique:
MINEDH.
Monteiro, A. R. (2005). Deontologiadas profissões da educação, Coimbra. Portugal: Almedina.
_____________ (2008). Qualidade, Profissionalidade e Deontologia na Educação. Porto: Porto
Universidade Católica de Moçambique (s/d). Ética Profissional. Beira, Moçambique: UCM –
CED Editora.
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