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Decreto 39 2003

O Boletim da República de Moçambique de 26 de Novembro de 2003 publica o Decreto n.º 39/2003, que aprova o Regulamento do Licenciamento da Atividade Industrial, revogando o Decreto n.º 44/98. O regulamento estabelece condições e procedimentos para o licenciamento de estabelecimentos industriais, incluindo critérios de classificação e requisitos para a instalação. Além disso, ratifica um Acordo de Crédito entre Moçambique e a Espanha e aprova regulamentos em áreas culturais e de saúde.
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Decreto 39 2003

O Boletim da República de Moçambique de 26 de Novembro de 2003 publica o Decreto n.º 39/2003, que aprova o Regulamento do Licenciamento da Atividade Industrial, revogando o Decreto n.º 44/98. O regulamento estabelece condições e procedimentos para o licenciamento de estabelecimentos industriais, incluindo critérios de classificação e requisitos para a instalação. Além disso, ratifica um Acordo de Crédito entre Moçambique e a Espanha e aprova regulamentos em áreas culturais e de saúde.
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2003 I SÉRIE - Número 48

,
BOLETIM DA REPUBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE Art, 3. São revogados o Decreto n.· 44/98, de 9 de Setembro,
e todas as normas que contrariem este decreto.
AVISO Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 23 de Setembro
de 2003
A matéria a publicar no «Boletim da República»
deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, Publique-se.
uma por cada assunto, donde conste, além das indi- O Primeiro- Ministro, Pascoal Manuel Mocumbi.
cações necessárias para esse efeito, o averbamento
seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no
"BoletIm da República" •
••••••••••••••••••••••••••••••••
SUMÁRIO
Conselho de Ministros:
Regulamentodo LicenciamentodaActividade Industriai
Decreto n.' 3912003:
Aprova o Regulamento do Licenciamento da Acitividade Indus-
CAPiTULO)
trial, e revoga o Decreto n.· 44198,de 9 de Setembro. Disposições gerais
Resoluçlio n.' 48/2003:
ARTIGO I
Ratifica o Acordo de Crédito celebrado entre o Governo da Objecto
República de Moçambique e o Instituto Oficial de Crédito
do Reino da Espanha. O presente Regulamento tem por objecto fixar as condições
e procedimentos para o licenciamento de estabelecimentos da
Ministério da Cultura: indústria transformadora, independentemente do sector que
Diploma Ministerial n.'l2412003: a tutela, incluindo a indústria farmacêutica, nos termos do
Aprova o Cartão de Identificação do inspector da cultura. n." 2 do artigo 14 da Lei n." 4198, de 14 de Janeiro, Lei do
Medicamento.
Ministério da Saúde: ARTIGO 2
Diploma Ministerial n.'12512003: Âmbito de apllcaçlo
Aprova o Regulamento da pós-Graduação para especialidades O Regulamento aplica-se aos estabelecimentos da indústria
nas áreas médicas.
transformadora que, independentemente da sua dimensão, se
•••••••••••••••••••••••••••••••• proponham realizar actividades produtivas constantes do clas-
CONSELHO DE MINISTROS sificador de actividades económicas CAE-Rev. I conforme
o Decreto n.? 58199, de 8 de Setembro, incluindo a extracção
e refinação do sal.
Decreto n.· 39/2003
ARTIGO 3
de 26 de Novembro
Clasalllcaçilo de estabelecimentos Industriais
A implementação do Decreto n.· 44198, de 9 de Setembro,
I. Para efeitos do presente Regulamento, os estabelecimen-
que define os procedimentos do licenciamento industrial, tem
tos industriais são classificados em Grande, Média, Pequena
revelado a necessidade de sua adequação por forma a atingir-se
e Micro Dimensão, de acordo com os seguintes critérios:
os objectivos de simplificação e desconcentração de compe-
tências aos órgãos locais, bem como a celeridade processual. •••••••• monto Polêncllln.lIIlad1 N,°de
~ InIclaf(USD) ou • Instalar (te•••A) Tro •••••••••••
Assim, ao abrigo do disposto na alínea e) do n.· I do
artigo 153 da Constituição, o Conselho de Ministros decreta: GrandeDimensão Igualou superior Igualou superior Igualou superior
Artigo 1. É aprovado o Regulamento do Licenciamento da a 10.000.000 a 1000 a 250
Actividade Industrial, em anexo. que é parte integrante do MédiaDimensão Igualou superior Igualousuperior Igualou superior
presente decreto. a 2.500.000 a 500 a 125
Pequena Dimensão Igualou superior [Link] superior Igualou superior
Art, 2. Compete ao Ministro da Indústria e Comércio apro-
a 25.000 alO a25
var, por diploma Ministerial, as normas que se,mostrem neces-
sárias para assegurar a aplicação deste regulamento. Micro Dimensão Inferiora 25 000 Inferior a 10 Inferior a 25
496 I SÉRIE - NOMERO ~8
2. Para que um estabelecimento industrial seja classifi- CAPiTULO 11
cado numa determinada categoria deve preencher pelo menos Licenciamento
dois dos critérios constantes na tabela referida no número
anterior. seccxor
3. Para efeitos de classificação de estabelecimentos indus- Instalações de estabelecimentos de grande,
triais cujos parâmetros se situem em três níveis diferentes ou média e pequena dlmensllo
intercalados, deverá ser considerado o nível intermédio. ARTIGO 8
ARTIGO 4
Compet6ncla.
l.oclIllu910 I. A autorização para a instalação de estabelecimentos
industriais de grande e média dimensão é da competência
I. A localização de estabelecimentos referidos no artigo do Ministro da Indústria e Comércio.
anterior, em centros urbanos, ou abrangidos por planos de
2. A autorização para a instalação de estabelecimentos
urbanização já aprovados, só poderá ser autorizada dentro
industrials de pequena dimensão é da competência do Go-
das zonas industriais que tiverem sido previstas ou, na sua vernador da província,
falta, mediante parecer favorável da autarquia respectiva ou
outra entidade competente e ainda obedecer a um programa ARTIGO 9
de urbanismo, sobretudo, no que toca à preservação do Deloga910 de competlnclae
ambiente, desenvolvimento sustentável e da saúde pública, Tendo em atenção as condições e as capacidades locais
devendo ser prestada especial atenção aos impactos ambien- existentes, bem como o grau de complexidade tecnológica
tais para as comunidades circunvizinhas, em termos de ruídos, de determinadas actividades industriais, o Ministro da Indús-
vibrações e emissões.
tria e Comércio, poderá delegar no Governador da Província,
2. Os estabelecimentos industriais deverão, de preferência, competência para a autorização de instalação de estabeleci-
situar-se em locais salubres e de fácil drenagem das águas mentos de média dimensão.
pluviais.
ARTIGO 10
3. As indústrias que, por imperativos diversos, tiverem que Pedido
se situar em locais insalubres, deverão ser dotados de meios
de saneamento indispensáveis para a beneficiação desses I. O pedido de instalação, alteração e ampliação de estabe-
locais. lecimentos industriais de grande, média e pequena dimensão
será feito em requerimento com assinatura reconhecida, diri-
4. Em nenhuma circunstância serão licenciados estabe-
gido ao Ministro da Indústria e Comércio, elou ao Director
lecimentos industriais em instalações habitacionais.
Provincial, consoante a dimensão do estabelecimento e nos
ARTIGOS casos em que haja delegação de competências, com o seguinte
conteúdo: .
Normas de febrlco
a) Nome, nacionalidade e domicílio, tratando-se de
Os estabelecimentos industriais devem observar as normas pessoa singular, ou indicação do representante e
de fabrico definidas em legislação especifica para cada tipo sede, tratando-se de pessoa colectiva, bem como
de produto e actividade. o Boletim da República em que os estatutos tive-
ARTIGO 6 rem sido publicados ou cópia dos mesmos;
Condl90ea de higiene e _uren9a b) Local onde está instalado ou pretende instalar o
estabelecimento.
O órgão Iicenciador deverá providenciar o fornecimento a 2. O requerimento mencionado no número 1 do presente
todos os requerentes do Guião do Industrial contendo as con- artigo, quando se tratar de estabelecimentos de grande, média
díções de higiene, salubridade, segurança e ambiente a serem
e pequena dimensão deverá ser acompanhado do projecto
observadas. industrial.
ARTIGO? 3. Para os estabelecimentos de grande e média dimensão,
Cadaatro Induatrlal o requerimento poderá ser entregue na Autoridade Local
da Indústria e Comércio respectiva.
I. Compete ao Ministério da Indústria e Comércio criar
e manter o cadastro central dos estabelecimentos industriais, ARTIGO II
referidos no artigo 3, n. o I. IApresentaçlo de projectos
2. Compete à Direcção Provincial da Indústria e Comércio. 1. Os documentos do projecto industrial referidos no nú-
ao nível de cada Província, manter o Cadastro Provincial dos mero 2 do artigo anterior, a serem entregues através do preen-
estabelecimentos industriais. chimento do formulário (anexo IV), são os que abaixo se
3. A Autoridade Local da Indústria e Comércio fornecerá discriminam e deverão conter os seguintes elementos:
trimestralmente informação e dados necessários ao cadastro a) Planta topográfica na escala conveniente do local da
industrial. construção, incluindo a implantação dos edifícios,
as respectivas vias de acesso. bem como as pro-
4. As normas de funcionamento do cadastro industrial priedades rústicas e urbanas, vias públicas e cursos
serão estabelecidas em manual a ser aprovado por despacho de água confinantes, tratando-se de construção
do Ministro da Indústria e Comércio, ouvidos outros sec- de raiz;
tores que superintendem a indústria e o Instituto Nacional de
Estatística. b) Planta do conjunto industrial na escala conveniente,
incluindo oficinas. armazéns. dep6sitos e escrito-
26 DE NOVEMBRO DE 2003 497
rios. balneários, refeitórios, instalações sanitárias, ARTIGO 13
esgotos e comunicações, bem como alçados e cor.
Inltruçto
tes, para apreciação das coberturas, chaminés,
escadas, localização de aparelhos. máquinas, ins- I. Compete à Direcção Nacional da Indústria, a instrução
talações de queima, força motriz ou produção de dos pedidos de estabelecimentos de grande e média dimensão
vapor, armazenagem de combustíveis líquidos, e à Autoridade Local da Indústria e Comércio, a instrução
sólidos ou gasosos, recipientes de gases sob preso dos pedidos referentes a estabelecimentos de pequena di·
são, fornos, forjas estufas, tanques, tintas de pre. mensão,
paração, rnontacargas, transportadores, pontes 2. Observadas as condições referidas no n.· I do artigo 10
rolantes, guindastes, guinchos e todas as demais do presente Regulamento, a Direcção Nacional da Indústria
dependências e equipamentos que forem relevan- poderá delegar nas Direcções Provinciais a competência para
tes para a laboração do estabelecimento; instrução dos pedidos referentes a estabelecimentos de grande
c) Memória descritiva do projecto que mencione: e média dimensão.
I) Processos e diagramas de fabrico; 3. Nos casos previstos no número anterior a entidade que
houver instruído o processo, remeterá à Direcção Nacional
ii) Matéria-prima a utilizar, suas especificações
da Indústria toda a documentação de instrução, até dez dias
e quantidades;
após a conclusão da vistoria.
iii) Capacidade de produção e conformidade dos
produtos com as normas ou características ARTIGO 14

legalmente estabelecidas; Decllio


iv) Aparelhos, máquinas e demais equipamento I. A entidade competente para licenciar deverá decidir
previsto na alínea b), com a respectiva espe- sobre o pedido no prazo máximo de oito dias a contar da
cificação; data da recepção do mesmo.
v) Número estimado e sexo dos operários a 2. A entidade responsável pela instrução do processo notí-
empregar; ficará o requerente da decisão do pedido no prazo de três dias
VI) Total da potência eléctrica a instalar; a contar da data da decisão.
vii) Dispositivos de segurança e meios previstos ARTIGO 15
para suprir ou atenuar os inconvenientes AnãUoe doi projectos
próprios da laboração;
I. A instalação, alteração, ampliação elou expansão de
viii) Instalações de segurança, de primeiros so-
estabelecimentos industriais de grande e média dimensão só
corros e de carácter social;
poderá ter lugar após aprovação dos respectivos projectos
Ix) Sistema de abastecimento de água; pelo órgão competente.
x) Número aproximado de lavabos, balneários 2. No prazo máximo de quinze dias, a entidade licencia-
e instalações sanitárias; dora deverá assegurar o pronunciamento dos serviços de bom-
XI) Planta da rede de esgotos; beiros, saúde, ambiente e outros em razão da matéria.
xii) Instalação para tratamento de efluentes 3. A apreciação do projecto deverá estar concluída no prazo
xiii) Investimento inicial. de trinta dias contados a partir da data da sua recepção .•
ti) Estudo do impacto ambiental aprovado pelo Minis- ARTIGO 16
tério para Coordenação da Acção Ambiental para lsençto de aproVllÇlode prol_
as actividades constantes na lista anexa ao Re.
guIamento de Avaliação de Impacto Ambiental, Os estabelecimentos de pequena dimensão, incluídos os da
Decreto n.? 76198, de 29 de Dezembro e documento indústria alimentar estão isentos da aprovação do projecto.
comprovativo de dispensa para as não constantes No entanto, o requerente deverá apresentar à Autoridade
da referida lista. Local da Indústria e Comércio da Província onde se localizar
o estabelecimento, os documentos do projecto, nos termos
2. Nos casos de alteração elou ampliação, o requerente jun- referidos no artigo II do presente Regulamento, até trinta
tará apenas os documentos referidos nas alíneas b) e c) do dias antes da solicitação da vistoria.
número anterior, respeitante ao respectivo projecto.
ARTIGO 17
3. Nos casos de expansão, o novo estabelecimento é sujeito
a licenciamento de raiz. Nouflcaçio • pedido de vlllorla

4. Uma Vez entregues os documentos de projecto, o pro- I. A decisão sobre o projecto deverá ser comunicada
ponente poderá solicitar a emissão de uma declaração a ser ao requerente no prazo de três dias a contar da data da sua
presente junto às entidades públicas e privadas competentes aprovação.
a quem o interessado necessitar de apoio para concretização 2. Uma vez comunicada a decisão referida no número
do seu projecto. anterior, o requerente deverá iniciar, no período máximo de
ARTIGO 12
cento e oitenta dias a instalação do projecto.

Licença de construçio 3. Concluída a instalação, o requerente deverá solicitar, por


escrito, a realização da vistoria, à entidade competente.
Sempre que houver necessidade de realização de obras de 4. O incumprimento do prazo fixado no ponto 2 acima,
construção civil. os respectivos projectos devem ser apro- sem prévia comunicação ao órgão licenciador, implica a cadu-
vados e licenciados nos termos da lei peja autoridade de cidade da autorização de instalação do projecto e o arquivo
licenciamento competente. do respectivo processo.
498 I SÉRIE - NÚMERO 48

ARTIGO 18 2. As Comissões Intersectoriais terão a seguinte compo-


AprovaçAo d•• condlçOea e Inicio da laboraçAo sição:
- Um representante do Ministério da Indústria e Comér-
I. A laboração em estabelecimentos de grande, média e
cio que a preside;
pequena dimensão só poderá iniciar-se após a aprovação das
condições técnico-funcionais próprias de cada actividade, - Um representante do Ministério que superientende
e as de salubridade dos locais de trabalho, bem como as de a actividade em causa;
higiene, comodidade e segurança pública e dos trabalhadores, - Um representante do Ministério da Saúde;
ficando sujeitas no que se refere a estes aspectos, ao disposto no - Um representante do Ministério para Coordenação
presente Regulamento e regulamentos especiais vigentes. da Acção Ambiental:
2. O apuramento das condições referidas no número ante- - Um representante do Ministério do Trabalho;
rior será através de vistoria, nos termos e condições fixados - Um representante do Serviço de Bombeiros;
no presente Regulamento. - Um secretário da entidade licencladora;
3. A entidade instrutora, em articulação com as instituições - Outros cuja inclusão se justifique em razão da matéria.
intervenientes no processo de licenciamento, deverá dirigir 3. Para efeitos do disposto no número anterior, o dirigente
os serviços de vistoria, promovendo a sua realização no prazo de cada organismo que superintende a actividade industrial
de 6 dias após a apresentação do respectivo pedido. designará o respectivo representante e o seu substituto.
4. Verificada a conformidade da execução dos termos e
ARTIGO 22
condições referidos no número I do presente artigo, será ela-
borado o respectivo auto de vistoria no prazo máximo de oito Relponlabllldade
dias que deverá ser assinado por, pelo menos, dois terços dos I. Os pareceres apresentados nas sessões das Comissões
representantes das instituições intervenientes. Intersectoriais são da responsabilidade das entidades consul-
ARTIGO t9 tadas.
Inicio de laboreçAo condicionado 2. O disposto no número anterior não isenta os respectivos
autores, que comprovadamente, ajam de má fé, de responderem
I. No caso de se constatar alguma deficiência no acto de
vistoria, mas que não afecte a saúde pública e não ponha em disciplinarmente por danos decorrentes da aprovação do
causa a segurança dos trabalhadores e do ambiente, poderá ser projecto ou início da laboração em conexão com o parecer
prestado.
autorizado o início da laboração, sob a condição de, num prazo
razoável e fixado no próprio auto, se suprir tal deficiência. I\RTlo023
2. Decorrido o prazo fixado no número anterior, o órgão Deverei dOI membro. das comls,O ••
licenciador deverá por sua iniciativa. proceder à verificação Os membros das Comissões Intersectarias têm os seguintes
do cumprimento das condições impostas. deveres:
3. No caso de o proponente concluir que não tem condições a)Preparar. se, devida e aternpadamente, para todas as
para o cumprimento do prazo referido no número I, deverá sessões a que sejam convocados, estudando e anali-
comunicar o facto, antes do término deste, ao órgão licen- sando a documentação, expediente, propostas e
ciador e com proposta de novos prazos.
recomendações agendadas para apreciação;
4. Na hipótese de não ser suprida a deficiência no prazo b) Empenhar-se na elaboração e apresentação dos pare.
fixado no número 3 do presente artigo. a entidade instrutora
ceres e recomendações em relação a cada assunto
ordenará as providências julgadas necessárias, incluindo a objecto de análise;
proposta de suspensão de laboração à entidade Iicenciadora
competente. c) Em caso de impedimento e na impossibilidade de se
fazerem representar pelos respectivos substitutos.
ARTIGO 20 devem comunicar ou mandar comunicar por es-
Conteúdo do euto de v'storla crito tal facto ao presidente da Comissão bem como
O auto de vistoria referido no n." 4 do artigo 18 será lavrado os seus pontos de vista e a posição do organismo
em formulário próprio, devendo dele constar o resultado da que representam, antes da realização da respectiva
verificação de: sessão.
a) Satisfação das condições técnico- funcionais próprias ARTIGO 24
da actividade, de salubridade. higiene, comodidade RemuneraçAo de cada participante
e segurança dos trabalhadores, definidas em dispo.
I. Os membros das Comissões Intersectoriais serão
sições legais;
remunerados após homologação pela autoridade competente
b) Observação das condições estabelecidas nos des- do auto de vistoria;
pachos de autorização, quando PS houver:
2. As condições de remuneração aos membros. das Comis-
c) Atendimento de eventuais reclamações; e sões Intersectoriais serão determinadas por despacho conjunto
<I) Quaisquer condições que se julgue necessãrío Impor dos Ministro do Plano e Finanças e da Indústria e Comércio.
e o prazo para o seu cumprimento. ARTIGO 25
ARTIGO 21 Funcionamento da comissão
Coml•• O•• Intersectorlal.
L. As reuniões das Comissões Intersectoriais serão convo-
I. É criada, para funcionar no Ministério da Indústria e cadas com um prazo mínimo de cinco dias através de uma
Comércio a Autoridade Local da Indústria e Comércio. com nota/carta cuja recepção deverá ser confirmada e comunicada
a função de apreciar os pedidos de Licenciamento, analisar de imediato ao Ministério de Indústria e Comércio.
e aprovar projectos e realizar vistorias nos termos do n° 2 dos 2. A aprovação dos projectos será por maioria simples dos
artigos 15 e 18 do presente Regulamento. membros presentes.
26 DE NOVEMBRO DE 200] 499

ARTIGO 26 3. Os estabelecimentos de micro dimensão, no exercício das


Imposição d. nov•• condlç6.s11e laboração suas actividades, deverão observar as normas sobre higiene,
salubridade, segurança e ambiente definidas na legislação em
I. A aprovação dos projectos e a vistoria ao estabelecimento vigor.
não impedem que, a qualquer altura, as entidades de fiscaliza-
4. O registo referido no número I acima serã efectuado na
ção imponham a aplicação de novas providências tendentes
Autoridade Local da Indústria" e Comércio ou, na sua falta, na
à eliminação de inconvenientes que, eventualmente, se tenham
Administração do Distrito, onde se localize o estabelecimento.
verificado, incluindo a adopção de novos processos de protec-
ção dos trabalhadores ou das zonas circundantes. 5. Caso os estabelecimentos de micro dimensão se situem
em zonas urbanas municipais, o seu registo poderá ser feito
2. Sempre que se verificar a necessidade de imposição de
na autarquia local onde se localiza o estabelecimento, obser-
novas providências ou adopção de novos processos, o órgão
vadas as condições estipuladas no artigo 12 da Lei n.· IJ197,
licenciador deverá dW um pré-aviso de perfodo ~ negociar
de 3 I de Maio, que define e estabelece o regime jurídico-legal
com o proponente para a adaptação às novas condições e to-
das finarrças e do património das autarquias.
mando sempre em consideração a necessidade de assegurar
que os empreendimentos abrangidos continuem a laborar CAPITULO III
com rentabilidade.
Transmissão, cessação e suspensão de laboração
3. Sempre que possível, o órgão licenciador deverá apoiar de estabelecimentos
os agentes económicos abrangidos pelas medidas previstas
no número I deste artigo, de modo que estes não sejam ARTIGO 29
prejudicados do ponto de vista de absorção dos custos de Comunlcaçio da transmissão
conversão.
1. A transmissão de estabelecimentos deve ser comunicada
ARTIGO 27 ao órgão competente para o licenciamento, no prazo de quinze
Alvará dias, devendo especificar-se:
a),O transmitente;
I. As autorizações para a laboração de estabelecimentos
industriais serão passadas sob a forma de Alvará, segundo o b) A denominação do estabelecimento transmitido;
anexo I deste Regulamento, pelas direcções competentes do c) O adquirente.
Ministério da Indústria e Comércio. 2. Tratando-se de estabelecimento industrial de micro
2. O Alvará que habilita o respectivo titular ao exercfcio da dimensão, a transmissão referida no número anterior será
actividade nele mencionada, não poderá ser objecto de tran- comunicada ao órgão local do Ministério que tutela o respec-
sacção seja a que tftulo for, de forma independente em relação ti vo ramo da indústria ou, aa falta deste, à Administração do
ao estabelecimento industrial a que respeita. Distrito onde se localiza o estabelecimento.
3. Quaisquer alterações às condições que tiverem sido fixa- ARTIGO 30
das no Alvará, deverão ser comunicadas ao órgão licenciador Comunicação da suspendo e ceaaação
para efeitos de averbamento.
1. A suspensão de laboração de estabelecimentos indus-
4. O Alvará, a que se refere o n.· 2 deste artigo, será cance-
lado se, no prazo de noventa dias, não for iniciada a laboração. triais de grande, média, pequena e micro dimensão que se
preveja exceder os 60 dias deverá ser comunicada à entidade
5. O Alvará é válido por tempo indeterminado, podendo licenciadora, respectiva indicando-se o número de dias de
ser suspenso, cancelado ou revogado pela entidade licencia- suspensão e os motivos que a determinaram.
dora por violação das disposições do presente Regulamento
2. Exceptua-se do disposto no número I do presente artigo
e demais legislação aplicável ou ainda a pedido do titular.
a suspensão de laboração para manutenção do equipamento,
6. Para efeitos de actualização do cadastro, os agentes quando não exceda quarenta e cinco dias.
industriais deverão prestar anualmente informação sobre os
seus estabelecimentos em fichas que serão fornecidas pelo 3. A cessação de laboração de estabelecimentos de grande,
órgão licenciador. média e pequena dimensão , deverá ser comunicada à entidade
licenciadora quinze dias antes da paralízação, devendo a comu-
SECÇÃO II nicação ser acompanhada do respectivo Alvará.
Estabelecimentos de micro dimensão
CAPITULO IV
ARTIGO 28 Fiscalização. penalidades e taxas
Condições especfflca.
ARTIGO 31
I. Os estabelecimentos industriais de micro dimensão Órgãos d. fiscalização
não carecem de autorização, devendo apenas efectuar-se o
Compete ao órgão de fiscalização do Ministério da Indús-
seu registo.
tria e Comércio proceder à inspecção e fiscalização dos esta-
2. Os estabelecimentos classificados como de micro dimen- belecimentos industriais licenciados no âmbito do presente
são estão isentos de aprovação de projectos e de vistoria, regulamento.
devendo proceder-se ao seu registo prévio de acordo com o
ARTIGO 32
anexo II do presente Regulamento, exceptuando na indústria
Tipos da fiscalização e lncantlvos
alimentar que deverão observar o estipulado na Lei n.? 8/82
e Decreto n.· 12/82, ambos de 23 de Junho e ainda o Di- 1. A inspecção e fiscalização dos estabelecimentos indus-
ploma Ministerial n. o 51/84, de 3 de Outubro, todos relativos triais referidas no artigo anterior tomará a forma de:
às condições que devem ser observadas na produção, conser- a) Inspecção avisada, com carácter educativo;
vação e transporte de alimentos e na indústria farmacêutica b) Inspecção não avisada, sempre que tal se justifique no
que deverão observar o estipulado na Lei n.· 4/98 de 14 de interesse do correcto funcionamento do sector indus-
Janeiro, Lei do Medicamento.
trial ou em caso de denúncia de irregularidades.
500 I SÉRIE-NOMERO 48

2. Serão privilegiadas elou promovidas inspecções mul- j) Com advertência registada relativamente as infrac-
tisectoriais ou conjuntas, tendo em vista facilitar a actividade ções às disposições do presente Regulamento. para
dos agentes económicos industriais. as quais não esteja fixada qualquer outra medida
3. Sendo constado o cumprimento integral das leis e regu- punitiva.
lamentos em vigor. pelo beneficiário. e sem prejufzo de ínspec- k) As infracções subsequentes e referidas na alíaea
ções resultantes de denúncias e qualquer situação de flagrante anterior são com a multa de valor equivalente a
delito. as autoridades de inspecção emitirão uma certidão de 10 salários mínimos.
isenção, de inspecção, com validade de dou meses. 2. Às multas fixadas nos termos do número I poderão
ARTlo033 acrescer as medidas de suspensão de laboração, selagem de
Auto de notIcIa parte ou todo equipamento e encerramento de estabeleci-
menta, desde que. eomprovadamente se verifique a violação
Sempre que os funcionários competentes para a fiscalização de qualquer dos requisitos legais de segurança, higiene e
tenham conhecimento da existência de qualquer infracção às saúde pública.
disposições relativas ao licenciamento constantes do presente
3. Para efeitos do presente Regulamento considera-se sala-
Regulamento ou dele decorrente elaborarão um auto de notícia
nos termos do artigo 166 do Código de Processo Penal. rio mínimo, à remuneração mensal mínima nacional dos
trabalhadores da indústria.
ARTIGO 34
ARTlG036
PenaUdad•• ReIncidência
A violação das disposições do presente Regulamento é pas- I. Tem lugar a reincidência quando o infractor, a quem tiver
sível de medida de advertência. multas, suspensão da labo- sido aplicada uma sanção relativa às infracções mencionadas
ração. ,encerramento do estabelecimento, cancelamento ou no artigo anterior, excepto a advertência. cometa outra idêntica
revogação do Alvará. sem prejuízo da aplicação de outras
antes de decorridos seis meses a contar da data da fixação
medidas previstas na demais legislação aplicável. definitiva da sanção anterior.
ARTIo035 2. A reincidência relativa às infracções mencionadas no
Punl910 artigo anterior será punível, elevando-se ao dobro os mono
I. As infracções às disposições do presente Regulamento tantes fixados no artigo anterior, quanto à primeira reino
são puníveis do seguinte modo: cidência e ao triplo quanto à segunda reincidência. A ter-
ceira reincidência aplica-se a medida de revogação do Alvará.
a) Com advertência registada pela primeira infracção.
ARTIGO 37
b) Com multa de valor equivalente a 80 salários mí-
nimos, o início da laboração de estabelecimento Pagamento dae multai
industrial de grande e média dimensão. sem prévia I. O prazo para o pagamento voluntário das multas refe-
vistoria; ridas no artigo 35 é de quinze dias, a contar da data da
c) Com multa de valor equivalente a 40 salários míní- notificação.
mos, o início da laboração de estabelecimento 2. Pagamento será efectuado por meio de uma guia passada
industrial de pequena e de micro (apenas ramo pelo órgão de fiscalização, a depositar na Repartição de Finan-
alimentar) dimensão, sem prévia vistoria; ças da área onde se situa o estabelecimento.
ti) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- 3. Na falta de pagamento voluntário dentro do prazo fixado
nimos, o início de laboração de estabelecimento no número anterior. o processo será remetido ao tribunal
industrial de micro dimensão sem prévio registo; competente.
e) Com multa de valor equivalente a 40 salários míni-
ARTIGO 38
mos, a alteração ou a ampliação de estabeleci-
mento industrial de grande e média dimensão sem Suepenelo dI laborl910
prévia vistoria; I. Quando se verifique que, da laboração do estabeleci-
fi Com multa de valor equivalente a 20 salários rní- mento, existe o risco de se atentar contra a higiene ou salu-
nímos, a alteração ou a ampliação de estabeleci- bridade ou segurança ou ambiente, será aplicada a suspensão
mento industrial de pequena e de micro dimensão da laboração do estabelecimento industrial.
sem prévia comunicação; 2. O despacho que aplicar a suspensão indicará o prazo para
g) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- a correcção da falta pelo infractor.
nimos, o incumprimento de quaisquer condições
ART!Go39
impostas durante a vistoria para os estabele-
cimentos industriais de grande, média pequena ou Enclrramlnto de [Link]
de micro (apenas ramo alimentar) dimensão; O incumprimento do disposto no número 2 do artigo ante-
h) Com multa de valor equivalente a, 10 salários mí- rior, por parte do infractor, determina o encerramento do
nimos, a laboração de estabelecimento industrial estabelecimento industrial.
de micro dimensão, sem observância de normas
ARTIoo40
sobre ambiente, higiene, salubridade e segurança;
i) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- Competência Plrl I apllca9io de penl'
nimos, a não comunicação da cessação e canse. 1. Compete ao Inspector Geral e Directores Provinciais do
quente entrega do Alvará para os estabelecimentos Ministério de Indústria e Comércio, a aplicação das penas refe-
de grande, média e pequena dimensão. ridas no artigo 35 do presente Regulamento.

---------------- ---
26 DE NOVEMBRO DE 200] 501

2. Compete ao Director Nacional da Indústria a aplicação ARTIGO 44


da pena de suspensão prevista no artigo 38.
AlectaçlIo de taxes
3. Compete ao Ministro da Indústria e Comércio e ao Go-
vernador de Província, a aplicação das penas previstas no O destino a dar às receitas provenientes das taxas pre-
artigo 39 do presente Regulamento. vistas no artigo 42 será definido por Diploma conjunto dos
Ministros da Indústria e Comércio e do Plano e Finanças.
ARTIGO 41
A_91o do produto das muitos ARTIGO 45

Actuallzeçio de taxas e multa.


O destino a dar ao produto das multas previstas no ar-
tigo 35 será definido por diplomá conjunto dos Ministros da Os valores das taxas referidas no artigo 42 do presente
Indústria e Comércio e do Plano e Finanças. Regulamento, serão revistos, sempre que se mostrar necessá-
ARTIGO 42 rio, por Diploma conjunto dos Ministros da Indústria e
Taxss Comércio e do Plano e Finanças.

I. É devido o pagamento de taxas por todos os actos sujei- CAPiTULO V


tos ao licenciamento ou deste decorrentes, exclusivamente com
Disposição finai
base na tabela que figura no anexo III ao presente Regulamento.
2. Os pagamentos das taxas a que se refere o número ante- ARTIGO 46
rior são feitos após a decisão favorável do pedido de licen-
estabelecimento. Industrlsls em 'sboraçlo
ciamento do estabelecimento industrial.
Os estabelecimentos actualmente em laboração, incluindo
ARTIGO 43
os que tiverem as Licenças/Alvarás obtidas antes da en-
Cobrança de taxes
trada em vigor do Decreto n." 44198, de 9 de Setembro,
Os valores das taxas previstos no anexo III serão entregues deverão no prazo de cento e oitenta dias contados da
na Repartição das Finanças da área onde se situar o estabe- entrada em vigor deste Regulamento, proceder à renovação
lecimento por guia modelo B. dos mesmos.
502 I SÉRIE - NÚMERO 48

Ane~oI

Exercfclo de actividade Industriai

Alvará n.O _ Categoria _ Decreto n.o _

Faço saber aos que este Alvará virem que, em presença do processo respeitante ao pedido formulado
por _
De concessão de Alvará para _
Localizada (endereço completo) _
Nostermosdosartigos _
Concedo ao referido o Alvará requerido.
É proibido alterar estas condições sem prévia autorização dada nos termos legais, sob pena de revogação
deste Alvará.

•Para constar se lavrou o presente Alvará que vai por mim assinado e devidamente autenticado com selo branco
ou carimbo a tinta de 61eoem uso nesta - _

____________ , aos __ de de _

a) _

Este documento deverá estar sempre no estabelecimento em lugar bem vlsfvel ao público e ser presente a todos
agElntes qe fiscalização
26 DE NOVEMBRO DE 200] 503

Algumas condições especificas de concessão

1. Instalação
1.1. Classificação da actividade e produtos CAE - Rev.1

Divisão

Grupo

Classe

Subclasse

1.2. Capital inicial investido ( valor em dólares americanos) USD


1.3. Unidades de produção e respectivo endereço

2. Averbamentos

a) Entidade

Este documento deverá estar sempre no estabelecimento em lugar bem vlslvel ao público e ser presente
a todos agentes de fiscalização

------------------~
504 I SÉRIE - NÚMERO 48

Anexo II

Ficha de registo de estabelecimentos Industriais de micro dimensão

1. Processo n.· _
2. Denominação do estabelecimento _
3. Nome do proprietário ou sócio-gerente _
4. B. I. n.· emitido em __ -11 1 validade _---'I __ ~/ _
5. Localização do estabelecimento _
6. Tipo de actividade -,- ~ _
7. Capacidade de produção instalada _
8. Principais produtos _
9. Valor de Investimento (dólares americanos) _
10. Volume de investimento ..,...., _
11. Número de trabalhadores _
12. Número de unidades de produção - _

________ • aos __ de de _

a)
13. Averbamentos _

a) Entidade que emite


26 DE NOVEMBRO DE 2003 505

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506 I SÉRIE - NÚMERO 48

Anexo IV

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO


DIRECÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA

FORMULÁRIO PARA O LICENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS


(a ser preenchido pelo proponente)

Nome da Empresa
Requerimeoto de pedido de instalação (Ver cap.I11 artigo IOdo 39/2003). (Minuta anexa)
dirigido ao MIC ou Governador

Requerimento de pedido de Vistoria (A ser entregue após a autorização e aprovação do projecto) (Minuta em anexo)
dirigido ao Sr DNI
Rua/Av.
Número
Endereço Fisico da Empresa Província
Distrito/Cidade
[Link]
E-Mail
Endereço Postal
Actividade principal a exercer
Outras actividades

Situação iurídica
C6Dia do [Link] (Anexar)
Representante da empresa ,
Nome
Função
Nacionalidade I Naturalidade I
Domicílio
BI/DIRN.o emitido em aos / /
Nacionais
Nomes dos sócios
da empresa
Estrangeiros
Pessoa de Nome
contacto Função
Número de Trabalhadores Total
Número de trabalhadores Homens
por género/sexo Mulheres
Investimeoto inicial (USD)
Potência Instalada (KvA)
Capacidade de produção in~ta[ada
Dimensão-
Plaota topográfica (Anexar)(Dispensa-se quando se trata de alteração e/ou ampliação)
Planta do conjunto industrial (Anexar)
Processo e diagrama de fabrico I (Anexar)

• A ser preenchido pelo órgão licenciador


26 DE NOVEMBRO DE 2003 507

Anexo IV

Matéria-prima a ser empregue Descrição!


IQuantidade

Aparelhos, máquinas, equipamentos


e respectivas especificações. (Fazer
a listagem)

Nota: Caso o espaço não seja


suficiente deve-se anexar)

Dispositivos de segurança
(discriminar)

Instalações de segurança Existem O Não existem O

Água para o processo Fonte:


de produção Tr~daO Não Tratada O
Sistema de abastecimento de água Água para o consumo Fonte:
humano PolávelO Não potável O
Número aproximado de lavabos, Lavabos
balneários, instalações sanitárias Balneários
Instalações sanitárias
Planta da rede de esgotos (Anexar)

Instalação de tratamento de efluentes Existe O Não existe O


Estudo de Impacto ambientai' (Anexar)
Documento comprovativo de (Anexar)
dispensa passado pelo MICOA'

Tipo de Licenciamento Raíz O Alteração O Ampliação O Outro O

EMPRESA
O TÉCNICO. DNI
CARIMBO

••••••• o ••••••••••••••• o •••••••••••••••••


•••••••••••••••••.••••• o •••• o ••••••••••••

ASSINATURA ASSINATURA
DATA _ DATA _

, Para actividades constantes na lista Anexa ao Regulamento de Avaliação de Impacto Ambiental, Decreto n.? 76198,de 29 de Dezembro.
c Para outras actividades não constantes na lista Anexa ao Regulamento de Avaliação de Impacto Ambiental, Decreto n. o 76198.
de 29 de Dezembro.

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