Decreto 39 2003
Decreto 39 2003
,
BOLETIM DA REPUBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE Art, 3. São revogados o Decreto n.· 44/98, de 9 de Setembro,
e todas as normas que contrariem este decreto.
AVISO Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 23 de Setembro
de 2003
A matéria a publicar no «Boletim da República»
deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, Publique-se.
uma por cada assunto, donde conste, além das indi- O Primeiro- Ministro, Pascoal Manuel Mocumbi.
cações necessárias para esse efeito, o averbamento
seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no
"BoletIm da República" •
••••••••••••••••••••••••••••••••
SUMÁRIO
Conselho de Ministros:
Regulamentodo LicenciamentodaActividade Industriai
Decreto n.' 3912003:
Aprova o Regulamento do Licenciamento da Acitividade Indus-
CAPiTULO)
trial, e revoga o Decreto n.· 44198,de 9 de Setembro. Disposições gerais
Resoluçlio n.' 48/2003:
ARTIGO I
Ratifica o Acordo de Crédito celebrado entre o Governo da Objecto
República de Moçambique e o Instituto Oficial de Crédito
do Reino da Espanha. O presente Regulamento tem por objecto fixar as condições
e procedimentos para o licenciamento de estabelecimentos da
Ministério da Cultura: indústria transformadora, independentemente do sector que
Diploma Ministerial n.'l2412003: a tutela, incluindo a indústria farmacêutica, nos termos do
Aprova o Cartão de Identificação do inspector da cultura. n." 2 do artigo 14 da Lei n." 4198, de 14 de Janeiro, Lei do
Medicamento.
Ministério da Saúde: ARTIGO 2
Diploma Ministerial n.'12512003: Âmbito de apllcaçlo
Aprova o Regulamento da pós-Graduação para especialidades O Regulamento aplica-se aos estabelecimentos da indústria
nas áreas médicas.
transformadora que, independentemente da sua dimensão, se
•••••••••••••••••••••••••••••••• proponham realizar actividades produtivas constantes do clas-
CONSELHO DE MINISTROS sificador de actividades económicas CAE-Rev. I conforme
o Decreto n.? 58199, de 8 de Setembro, incluindo a extracção
e refinação do sal.
Decreto n.· 39/2003
ARTIGO 3
de 26 de Novembro
Clasalllcaçilo de estabelecimentos Industriais
A implementação do Decreto n.· 44198, de 9 de Setembro,
I. Para efeitos do presente Regulamento, os estabelecimen-
que define os procedimentos do licenciamento industrial, tem
tos industriais são classificados em Grande, Média, Pequena
revelado a necessidade de sua adequação por forma a atingir-se
e Micro Dimensão, de acordo com os seguintes critérios:
os objectivos de simplificação e desconcentração de compe-
tências aos órgãos locais, bem como a celeridade processual. •••••••• monto Polêncllln.lIIlad1 N,°de
~ InIclaf(USD) ou • Instalar (te•••A) Tro •••••••••••
Assim, ao abrigo do disposto na alínea e) do n.· I do
artigo 153 da Constituição, o Conselho de Ministros decreta: GrandeDimensão Igualou superior Igualou superior Igualou superior
Artigo 1. É aprovado o Regulamento do Licenciamento da a 10.000.000 a 1000 a 250
Actividade Industrial, em anexo. que é parte integrante do MédiaDimensão Igualou superior Igualousuperior Igualou superior
presente decreto. a 2.500.000 a 500 a 125
Pequena Dimensão Igualou superior [Link] superior Igualou superior
Art, 2. Compete ao Ministro da Indústria e Comércio apro-
a 25.000 alO a25
var, por diploma Ministerial, as normas que se,mostrem neces-
sárias para assegurar a aplicação deste regulamento. Micro Dimensão Inferiora 25 000 Inferior a 10 Inferior a 25
496 I SÉRIE - NOMERO ~8
2. Para que um estabelecimento industrial seja classifi- CAPiTULO 11
cado numa determinada categoria deve preencher pelo menos Licenciamento
dois dos critérios constantes na tabela referida no número
anterior. seccxor
3. Para efeitos de classificação de estabelecimentos indus- Instalações de estabelecimentos de grande,
triais cujos parâmetros se situem em três níveis diferentes ou média e pequena dlmensllo
intercalados, deverá ser considerado o nível intermédio. ARTIGO 8
ARTIGO 4
Compet6ncla.
l.oclIllu910 I. A autorização para a instalação de estabelecimentos
industriais de grande e média dimensão é da competência
I. A localização de estabelecimentos referidos no artigo do Ministro da Indústria e Comércio.
anterior, em centros urbanos, ou abrangidos por planos de
2. A autorização para a instalação de estabelecimentos
urbanização já aprovados, só poderá ser autorizada dentro
industrials de pequena dimensão é da competência do Go-
das zonas industriais que tiverem sido previstas ou, na sua vernador da província,
falta, mediante parecer favorável da autarquia respectiva ou
outra entidade competente e ainda obedecer a um programa ARTIGO 9
de urbanismo, sobretudo, no que toca à preservação do Deloga910 de competlnclae
ambiente, desenvolvimento sustentável e da saúde pública, Tendo em atenção as condições e as capacidades locais
devendo ser prestada especial atenção aos impactos ambien- existentes, bem como o grau de complexidade tecnológica
tais para as comunidades circunvizinhas, em termos de ruídos, de determinadas actividades industriais, o Ministro da Indús-
vibrações e emissões.
tria e Comércio, poderá delegar no Governador da Província,
2. Os estabelecimentos industriais deverão, de preferência, competência para a autorização de instalação de estabeleci-
situar-se em locais salubres e de fácil drenagem das águas mentos de média dimensão.
pluviais.
ARTIGO 10
3. As indústrias que, por imperativos diversos, tiverem que Pedido
se situar em locais insalubres, deverão ser dotados de meios
de saneamento indispensáveis para a beneficiação desses I. O pedido de instalação, alteração e ampliação de estabe-
locais. lecimentos industriais de grande, média e pequena dimensão
será feito em requerimento com assinatura reconhecida, diri-
4. Em nenhuma circunstância serão licenciados estabe-
gido ao Ministro da Indústria e Comércio, elou ao Director
lecimentos industriais em instalações habitacionais.
Provincial, consoante a dimensão do estabelecimento e nos
ARTIGOS casos em que haja delegação de competências, com o seguinte
conteúdo: .
Normas de febrlco
a) Nome, nacionalidade e domicílio, tratando-se de
Os estabelecimentos industriais devem observar as normas pessoa singular, ou indicação do representante e
de fabrico definidas em legislação especifica para cada tipo sede, tratando-se de pessoa colectiva, bem como
de produto e actividade. o Boletim da República em que os estatutos tive-
ARTIGO 6 rem sido publicados ou cópia dos mesmos;
Condl90ea de higiene e _uren9a b) Local onde está instalado ou pretende instalar o
estabelecimento.
O órgão Iicenciador deverá providenciar o fornecimento a 2. O requerimento mencionado no número 1 do presente
todos os requerentes do Guião do Industrial contendo as con- artigo, quando se tratar de estabelecimentos de grande, média
díções de higiene, salubridade, segurança e ambiente a serem
e pequena dimensão deverá ser acompanhado do projecto
observadas. industrial.
ARTIGO? 3. Para os estabelecimentos de grande e média dimensão,
Cadaatro Induatrlal o requerimento poderá ser entregue na Autoridade Local
da Indústria e Comércio respectiva.
I. Compete ao Ministério da Indústria e Comércio criar
e manter o cadastro central dos estabelecimentos industriais, ARTIGO II
referidos no artigo 3, n. o I. IApresentaçlo de projectos
2. Compete à Direcção Provincial da Indústria e Comércio. 1. Os documentos do projecto industrial referidos no nú-
ao nível de cada Província, manter o Cadastro Provincial dos mero 2 do artigo anterior, a serem entregues através do preen-
estabelecimentos industriais. chimento do formulário (anexo IV), são os que abaixo se
3. A Autoridade Local da Indústria e Comércio fornecerá discriminam e deverão conter os seguintes elementos:
trimestralmente informação e dados necessários ao cadastro a) Planta topográfica na escala conveniente do local da
industrial. construção, incluindo a implantação dos edifícios,
as respectivas vias de acesso. bem como as pro-
4. As normas de funcionamento do cadastro industrial priedades rústicas e urbanas, vias públicas e cursos
serão estabelecidas em manual a ser aprovado por despacho de água confinantes, tratando-se de construção
do Ministro da Indústria e Comércio, ouvidos outros sec- de raiz;
tores que superintendem a indústria e o Instituto Nacional de
Estatística. b) Planta do conjunto industrial na escala conveniente,
incluindo oficinas. armazéns. dep6sitos e escrito-
26 DE NOVEMBRO DE 2003 497
rios. balneários, refeitórios, instalações sanitárias, ARTIGO 13
esgotos e comunicações, bem como alçados e cor.
Inltruçto
tes, para apreciação das coberturas, chaminés,
escadas, localização de aparelhos. máquinas, ins- I. Compete à Direcção Nacional da Indústria, a instrução
talações de queima, força motriz ou produção de dos pedidos de estabelecimentos de grande e média dimensão
vapor, armazenagem de combustíveis líquidos, e à Autoridade Local da Indústria e Comércio, a instrução
sólidos ou gasosos, recipientes de gases sob preso dos pedidos referentes a estabelecimentos de pequena di·
são, fornos, forjas estufas, tanques, tintas de pre. mensão,
paração, rnontacargas, transportadores, pontes 2. Observadas as condições referidas no n.· I do artigo 10
rolantes, guindastes, guinchos e todas as demais do presente Regulamento, a Direcção Nacional da Indústria
dependências e equipamentos que forem relevan- poderá delegar nas Direcções Provinciais a competência para
tes para a laboração do estabelecimento; instrução dos pedidos referentes a estabelecimentos de grande
c) Memória descritiva do projecto que mencione: e média dimensão.
I) Processos e diagramas de fabrico; 3. Nos casos previstos no número anterior a entidade que
houver instruído o processo, remeterá à Direcção Nacional
ii) Matéria-prima a utilizar, suas especificações
da Indústria toda a documentação de instrução, até dez dias
e quantidades;
após a conclusão da vistoria.
iii) Capacidade de produção e conformidade dos
produtos com as normas ou características ARTIGO 14
4. Uma Vez entregues os documentos de projecto, o pro- I. A decisão sobre o projecto deverá ser comunicada
ponente poderá solicitar a emissão de uma declaração a ser ao requerente no prazo de três dias a contar da data da sua
presente junto às entidades públicas e privadas competentes aprovação.
a quem o interessado necessitar de apoio para concretização 2. Uma vez comunicada a decisão referida no número
do seu projecto. anterior, o requerente deverá iniciar, no período máximo de
ARTIGO 12
cento e oitenta dias a instalação do projecto.
2. Serão privilegiadas elou promovidas inspecções mul- j) Com advertência registada relativamente as infrac-
tisectoriais ou conjuntas, tendo em vista facilitar a actividade ções às disposições do presente Regulamento. para
dos agentes económicos industriais. as quais não esteja fixada qualquer outra medida
3. Sendo constado o cumprimento integral das leis e regu- punitiva.
lamentos em vigor. pelo beneficiário. e sem prejufzo de ínspec- k) As infracções subsequentes e referidas na alíaea
ções resultantes de denúncias e qualquer situação de flagrante anterior são com a multa de valor equivalente a
delito. as autoridades de inspecção emitirão uma certidão de 10 salários mínimos.
isenção, de inspecção, com validade de dou meses. 2. Às multas fixadas nos termos do número I poderão
ARTlo033 acrescer as medidas de suspensão de laboração, selagem de
Auto de notIcIa parte ou todo equipamento e encerramento de estabeleci-
menta, desde que. eomprovadamente se verifique a violação
Sempre que os funcionários competentes para a fiscalização de qualquer dos requisitos legais de segurança, higiene e
tenham conhecimento da existência de qualquer infracção às saúde pública.
disposições relativas ao licenciamento constantes do presente
3. Para efeitos do presente Regulamento considera-se sala-
Regulamento ou dele decorrente elaborarão um auto de notícia
nos termos do artigo 166 do Código de Processo Penal. rio mínimo, à remuneração mensal mínima nacional dos
trabalhadores da indústria.
ARTIGO 34
ARTlG036
PenaUdad•• ReIncidência
A violação das disposições do presente Regulamento é pas- I. Tem lugar a reincidência quando o infractor, a quem tiver
sível de medida de advertência. multas, suspensão da labo- sido aplicada uma sanção relativa às infracções mencionadas
ração. ,encerramento do estabelecimento, cancelamento ou no artigo anterior, excepto a advertência. cometa outra idêntica
revogação do Alvará. sem prejuízo da aplicação de outras
antes de decorridos seis meses a contar da data da fixação
medidas previstas na demais legislação aplicável. definitiva da sanção anterior.
ARTIo035 2. A reincidência relativa às infracções mencionadas no
Punl910 artigo anterior será punível, elevando-se ao dobro os mono
I. As infracções às disposições do presente Regulamento tantes fixados no artigo anterior, quanto à primeira reino
são puníveis do seguinte modo: cidência e ao triplo quanto à segunda reincidência. A ter-
ceira reincidência aplica-se a medida de revogação do Alvará.
a) Com advertência registada pela primeira infracção.
ARTIGO 37
b) Com multa de valor equivalente a 80 salários mí-
nimos, o início da laboração de estabelecimento Pagamento dae multai
industrial de grande e média dimensão. sem prévia I. O prazo para o pagamento voluntário das multas refe-
vistoria; ridas no artigo 35 é de quinze dias, a contar da data da
c) Com multa de valor equivalente a 40 salários míní- notificação.
mos, o início da laboração de estabelecimento 2. Pagamento será efectuado por meio de uma guia passada
industrial de pequena e de micro (apenas ramo pelo órgão de fiscalização, a depositar na Repartição de Finan-
alimentar) dimensão, sem prévia vistoria; ças da área onde se situa o estabelecimento.
ti) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- 3. Na falta de pagamento voluntário dentro do prazo fixado
nimos, o início de laboração de estabelecimento no número anterior. o processo será remetido ao tribunal
industrial de micro dimensão sem prévio registo; competente.
e) Com multa de valor equivalente a 40 salários míni-
ARTIGO 38
mos, a alteração ou a ampliação de estabeleci-
mento industrial de grande e média dimensão sem Suepenelo dI laborl910
prévia vistoria; I. Quando se verifique que, da laboração do estabeleci-
fi Com multa de valor equivalente a 20 salários rní- mento, existe o risco de se atentar contra a higiene ou salu-
nímos, a alteração ou a ampliação de estabeleci- bridade ou segurança ou ambiente, será aplicada a suspensão
mento industrial de pequena e de micro dimensão da laboração do estabelecimento industrial.
sem prévia comunicação; 2. O despacho que aplicar a suspensão indicará o prazo para
g) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- a correcção da falta pelo infractor.
nimos, o incumprimento de quaisquer condições
ART!Go39
impostas durante a vistoria para os estabele-
cimentos industriais de grande, média pequena ou Enclrramlnto de [Link]
de micro (apenas ramo alimentar) dimensão; O incumprimento do disposto no número 2 do artigo ante-
h) Com multa de valor equivalente a, 10 salários mí- rior, por parte do infractor, determina o encerramento do
nimos, a laboração de estabelecimento industrial estabelecimento industrial.
de micro dimensão, sem observância de normas
ARTIoo40
sobre ambiente, higiene, salubridade e segurança;
i) Com multa de valor equivalente a 10 salários mí- Competência Plrl I apllca9io de penl'
nimos, a não comunicação da cessação e canse. 1. Compete ao Inspector Geral e Directores Provinciais do
quente entrega do Alvará para os estabelecimentos Ministério de Indústria e Comércio, a aplicação das penas refe-
de grande, média e pequena dimensão. ridas no artigo 35 do presente Regulamento.
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26 DE NOVEMBRO DE 200] 501
Ane~oI
Faço saber aos que este Alvará virem que, em presença do processo respeitante ao pedido formulado
por _
De concessão de Alvará para _
Localizada (endereço completo) _
Nostermosdosartigos _
Concedo ao referido o Alvará requerido.
É proibido alterar estas condições sem prévia autorização dada nos termos legais, sob pena de revogação
deste Alvará.
•Para constar se lavrou o presente Alvará que vai por mim assinado e devidamente autenticado com selo branco
ou carimbo a tinta de 61eoem uso nesta - _
____________ , aos __ de de _
a) _
Este documento deverá estar sempre no estabelecimento em lugar bem vlsfvel ao público e ser presente a todos
agElntes qe fiscalização
26 DE NOVEMBRO DE 200] 503
1. Instalação
1.1. Classificação da actividade e produtos CAE - Rev.1
Divisão
Grupo
Classe
Subclasse
2. Averbamentos
a) Entidade
Este documento deverá estar sempre no estabelecimento em lugar bem vlslvel ao público e ser presente
a todos agentes de fiscalização
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504 I SÉRIE - NÚMERO 48
Anexo II
1. Processo n.· _
2. Denominação do estabelecimento _
3. Nome do proprietário ou sócio-gerente _
4. B. I. n.· emitido em __ -11 1 validade _---'I __ ~/ _
5. Localização do estabelecimento _
6. Tipo de actividade -,- ~ _
7. Capacidade de produção instalada _
8. Principais produtos _
9. Valor de Investimento (dólares americanos) _
10. Volume de investimento ..,...., _
11. Número de trabalhadores _
12. Número de unidades de produção - _
________ • aos __ de de _
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13. Averbamentos _
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506 I SÉRIE - NÚMERO 48
Anexo IV
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Nome da Empresa
Requerimeoto de pedido de instalação (Ver cap.I11 artigo IOdo 39/2003). (Minuta anexa)
dirigido ao MIC ou Governador
Requerimento de pedido de Vistoria (A ser entregue após a autorização e aprovação do projecto) (Minuta em anexo)
dirigido ao Sr DNI
Rua/Av.
Número
Endereço Fisico da Empresa Província
Distrito/Cidade
[Link]
E-Mail
Endereço Postal
Actividade principal a exercer
Outras actividades
Situação iurídica
C6Dia do [Link] (Anexar)
Representante da empresa ,
Nome
Função
Nacionalidade I Naturalidade I
Domicílio
BI/DIRN.o emitido em aos / /
Nacionais
Nomes dos sócios
da empresa
Estrangeiros
Pessoa de Nome
contacto Função
Número de Trabalhadores Total
Número de trabalhadores Homens
por género/sexo Mulheres
Investimeoto inicial (USD)
Potência Instalada (KvA)
Capacidade de produção in~ta[ada
Dimensão-
Plaota topográfica (Anexar)(Dispensa-se quando se trata de alteração e/ou ampliação)
Planta do conjunto industrial (Anexar)
Processo e diagrama de fabrico I (Anexar)
Anexo IV
Dispositivos de segurança
(discriminar)
EMPRESA
O TÉCNICO. DNI
CARIMBO
ASSINATURA ASSINATURA
DATA _ DATA _
, Para actividades constantes na lista Anexa ao Regulamento de Avaliação de Impacto Ambiental, Decreto n.? 76198,de 29 de Dezembro.
c Para outras actividades não constantes na lista Anexa ao Regulamento de Avaliação de Impacto Ambiental, Decreto n. o 76198.
de 29 de Dezembro.