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LIGAÇÕES REBITADAS
Turma: MAM12AD
Grupo: 02
LIGAÇÕES REBITADAS
Autores
Turma: MAM12AD
Grupo: 02
Figura 25 -Mota……..…………………………………………………………………………….35
Lista de tabela
1 - Tipos de rebites………………………………………………………………………………16
2 - Tamanho e força requerida nos rebites…………………………………………………...27
3 - Defeitos de rebitagem………………………………………………………………………31
Lista de simbologia
d = diâmetro rebite
S = menor espessura
dF = diâmetro do furo
dR = diâmetro do rebite
Pl = passo longitudinal
Pt = passo transversal
= tensão de cisalhamento no rebite(MPa).
F = força axial total
n = número de rebites
Lista de acrónimos
DISPOSIÇÕES E REGULAMENTARES BÁSICAS (R.E.A.E)
1 INTRODUÇÃO
A história das ligações rebitadas é um testemunho de engenhosidade humana e da
evolução tecnológica. Desde os primórdios da metalurgia até as complexas estruturas
modernas, as ligações rebitadas desempenham um papel crucial no desenvolvimento de
diversas industrias.Com o avanço de técnicas mais modernas, como soldagem e a colagem
de estrutural, o uso de ligações rebitadas diminuiu em muitas aplicações.No entanto, elas
continuam a ser preferidas em situações onde a soldadagem não é viável ou onde a
inspecção visual da junta é crítica.
Hoje, os rebites são utilizados em sectores especificos, como na construção de aeronaves,
onde a confiabilidade e a facilidade de inspecção são prioritárias. Além disso os rebites
cegos(pop) são amplamente utilizados em aplicações onde apenas um lado da peça é
acessível.
A união por rebites é um dos primeiros sistemas de união mecânica de materiais metálicos
utilizado pela indústria. Asprincipais características desse tipo de ligação são:
O rebite apareceu pela primeira vez na Alemanha em 1270 que foi usado para assegurar
um aro que unia um par de lentes de oculos que não continham haste, mas sim eram
ajustados sobre o nariz.
Fonte:http://pt.scribd.com
O desenvolvimento do rebite usado em calças foi acontecendo e nos anos 1873 que foi
aplicado um tipo de rebite metálico que evitava rasgo nas calças.
O rebite é constituido por um corpo em forma cilíndrica e uma cabeça que pode ser de
vários formatos.
De um tempo para os dias de hoje o rebite evoluiu que conquistou posição nas ligaçóes de
estruturas metálicas. A ligação rebitada pode ser considerada como uma ligação rígida.
Rebite é um elemento de fixação usado em uniões permanente, o qual depois de instalado
não pode ser retirado se não destruído.
O quadro acima apresentado, ilustra alguns tipos de rebites segundo a forma de suas
cabeças e aplicações de cada tipo, mas a variedade é imensa.
Um mecánico tem que conhecer o maior número possível para saber escolher o mais
adequado para cada trabalho a ser feito. Em estruturas metálicas, por exemplos, devem
ser utilizados rebites de aço de cabeça redonda com diâmetros normalizados de 10 até
36mm e comprimentos úteis de 10 até 150mm segundo as normas. Em serviços de funilaria
emprega-se, principalmente, rebites com cabeça redonda ou com cabeça escareada.
Os rebites são fabricados de acordo com normas técnicas que indicam medidas de cabeça,
corpo e comprimento dos rebites.
Como se pode ver na figura abaixo, esses valores são padronizados e constantes ou seja,
nunca mudam.
Para adquirir os rebites adequados ao trabalho, é necessário conhecer suas
especificações, ou seja, de que material é feito, o tipo de cabeça, o diâmetro do corpo e o
comprimento útil.
O comprimento útil do rebite corresponde à parte do corpo que vai formar a união.
A parte que vai ficar fora da união é chamada sobra necessária e vai ser usada para formar
a outra cabeça do rebite.
No caso de rebite com cabeça achatada, a altura da cabeça do rebite também faz parte do
seu comprimento.
O símbolo usado para indicar comprimento útil é L e o símbolo para indicar sobra necessária
é Z. Na especificação do rebite é importante você saber qual será o seu comprimento útil e
a sobra necessária.
Neste caso, é preciso levar em conta o diâmentro do rebite, o tipo da cabeça a ser formado
e o modo de fixação do rebite: a frio ou a quente.
A união por rebites é do tipo permanente, ou seja, uma união que só pode ser desfeita
através de ruptura forçada dos materiais, do mesmo modo da união por solda.
No seu process, é necessário que haja uma pré-perfuração dos materiais a serem unidos,
ferramentas de aplicação(máquina de rebitar manuais, pneumáticas, hidráulicas) e, em
alguns casos, ferramentas de acabamento(punção).
2.2.5 União por rebites
O rebite é composto basicamente por duas partes, o corpo que é a parte cilíndrica que
serve para preencher o furo e a cabeça, que é a parte que fica exposta à parte externa ao
furo.
Uma parte do corpo do rebite excede a medida da espessura das chapas a serem unida.
Essa parte é chamada de sobra necessária, que é a parte onde é feito outra cabeça do
rebite, através de ferramenta chamada punhão.
Quanto aos materiais utilizados para a fabricação, devem ser tais que garantam que os
rebites sejam construídos com material resistente e dúctil. Os materiais mais utilizados nos
rebites são o aço, cobre, alumínio e latão.
A união de peças de alumínio, por exemplo, é facilitada através de rebites e dificultada por
solda. Essa é uma das vantagens de utilizar rebites, a união de peças em que é difícil de
ser feita ou é impossibilitado de se fazer por solda.
Ao tratar de rebites que possuem cabeças redondas, cilíndricas ou tipo panela, por
exemplo, os diâmetros padronizados do corpo cilíndrico do rebite variam entre 1,6 e 6mm.
Quanto ao comprimento útil do rebite, variam entre 3 até 40mm. Lembrando que estes são
rebites em que a cabeça fica exposta nas peças unidas.
Apesar de grandes variedades de rebites, existem ainda calculos que devem ser levados
em consideração para escolha do rebite apropriado para a união de chapas, por exemplo
pode ser visualizado na figura asseguir.
Exemplos:
Quando uma força de actração é aplicada na junção de um par de chapas unidas por rebites
ocorre uma força de atrito até que ocorra o deslizamento entre as duas chapas; após o
deslizamento, ocorre o contacto entre a superfície cilíndrica do furo e a haste do rebite
solicitando:
O rebite por cisaliamento e compressão; o furo que aloja o rebite por compressão.
Esses esforços podem levar a união a apresentar diversos tipos de falhas.
Depois da escolha do tipo rebites a serem utilizados para a fixação dos materiais a serem
unidos, é de grande importância levar em considerações alguns cálculos para o processo
de rebitagem.
A fixação;
Distribuição dos rebites nos materiais a serem unidos;
A resistência de cisaliamento dos materiais rebitados;
Cálculo do diâmetro do rebite;
Cálculo do diâmetro do furo;
Cálculo do comprimento útil do rebite;
Para a distribuição de rebites através das chapas a serem unidas, por exemplo, são
tomadas em considerações:
A distância do centro do rebite até a borda da chapa;
Cálculos de passo longitudinal e transversal para ambas rebitagens em cadeia e em
zigue-zague;
Para a distribuição de rebites através das chapas a serem unidas, por exemplo, são levados
em considerações: a distância do ponto do rebite até a borda da chpa, cálculos de passo
longitudinal e transversal para ambas rebitagens em cadeia e em zigue-zague.
As tensões de cisalhamento podem ocorrer nos rebites ou nas chapas unidas e há cálculos
para verificar a tensão sofrida por ambos.
d = 1,5. < S
Onde:
d = diâmetro
<S = menor espessura
1.5 = constante ou valor predeterminado
dF = dR . 1,06
Onde:
dF = diâmetro do furo
dR = diâmetro do rebite
1,06 = constante ou valor predeterminado
L=Y.d+S
Onde:
L = comprimento útil do rebite
Y = constante determinado pelo formato da
cabeça do rebite
d = diâmetro do rebite
S = soma das espessuras das chapas
L = 1,5 . d + S
As tensões de cisalhamento podem ocorrer nos rebites ou nas chapas unidas e há cálculos
para verificar a tensão sofrida por ambos.
Para o cálculo da distância dos rebites até a borda das chapas unidas.
A distância do centro do rebite até a borda da chapa é obtido por 1,5*d
O passo longitudinal é obtido por: P= 3*d
O passo transversal de rebitagem em cada cadeia é obtido por: 0,8*p
O passo transversal de rebitagem em zigue-zague é obtido por: 0,6*p
Para cálculo da distância dos rebites até a borda das chapas unidas.
Figura 15 – cálculo da distância dos rebites até a borda
Fonte:http://pt.scribd.com
Onde:
Pl = Passo longitudinal Pl = 3 . d
d = diâmetro do rebite
3 = constante
Pt = Pl . 0,8
Pt = Pl . 0,6
Onde:
Pl = passo longitudinal
Pt = passo transversal
0,8 e 0,6 = constantes
Onde:
Processo manual
Processo Mecânico
Processo pneumático
Martelo pneumático
Rebitadeiras hidráulicas
Rebitadeiras pneumáticas
Processo manual: utilizado para rebitar em locais de difícil acesso ou peças pequenas.
Processo mecânico: Permite rebitamento mais resistente e contínuo.
Tipos de processos de rebitagem
Processo a frio: Este processo é feito por martelamento, sem utilizar qualquer tipo de
calor. Indicada para rebites com diâmetro de até 6,3mm se o trabalho for à mão, e de
10mm se for à máquina.
Usa-se na rebitagem a frio rebites de aço, alumínio, etc.
Processo manual
Este tipo de processo é feito à mão, com pancadas de martelo. Antes de iniciar o
processo, é preciso comprimir as duas superfícies metálicas a serem unidas.
Figura 18 – processo manual de rebitagem
Fonte:http://pt.scribd.com
Figura 19 - repuxador
Fonte:http://pt.scribd.com
Tipos de ligações
As ligações por rebites podem ser classificadas em três tipos distintos:
Ligações resistentes
Ligações estanques
Ligações resistentes e estanques
Ligações resistentes: o objectivo é conseguir que duas peças ligadas tranmitam os
esforços e lhes resistam como se fossem uma única ex: estruturas metálicas de edifícios,
pontes, etc.
Fonte:http://pt.scribd.com
Fonte:http://pt.scribd.com
Defeitos de rebitagem
3 Procedimento experimental
Para a realização do nosso projecto tivemos que encontrar métodos viáveis e também
materiais apropriados para a execução do nosso projecto, póis competência operaciomal
não está simplesmente no trabalhador, mas sim também nos métodos e materiais.
3.1.1 Materiais
Alicate de rebitagem
Alicates
Furadeira
Máquina de soldar
Pistola convencional para pintura
Fonte: autor(2025)
Após todas as análisas estruturas serem feitas partimos para a preparação da superfície
escolha adequada dos materias, partindo dessas etapas colocamos a mão na massa, dia
pós dias o veículo foi apresentando novos aspectos devido o trabalho duro e em equipa.
Após 1 semana finalizamos o problema e mais abaixo está o resultado.
Não foi nada fácil, mas com ajuda de Deus tivemos bons resultados, tamtém foi grças ao
processo de rebitagem a frio que satisfaz em actividades como essas e escolha de rebites
de alta qualidade que garante a boa fixação e união entre as chapas e as barras cada dia
trabalhávamos 4 horas para poder conseguir esse resultado. Tivemos também bons
orientadores que nos guiaram e nos passaram experiencias e treinamento para que
pudéssemos executar ou coloca a mã na massa.
Figura 23 – veículo acabado
Fonte: autor(2025)
Caso 2
Outro caso foi de uma mota que precisou de uma reestruturação, mas apesar de alguns
contra tempos ou seja não no momento inivial, mas fizemos também a nossa porte neste
outro caso.
Figura 25 – mota
Fonte: autor(2025)
5 Conclusões e recomendações
Chegamos a concluir e as ligações por rebites são ligações que servem para unir duas ou
mais superfícies por meio de rebites, apresentam boa resistividade a cargas dinâmicas e
vibrações. A sua escolha é feita de acordo com tipo de actividade que será desenvolvido.
Os tipos de rebites e técnicas influenciam para um bom resultado.
6 Referências bibliográficas
Agradecimento………………………………………………………………………………….…iii
Dedicatória………………………………………………………………………………………....iv
Resumo………………………………………………………………………………………..……v
Abstract…………………………………………………………………………………………..…vi
Lista de figura……………………………………………………………………………………...vii
Lista de tabela……………………………………………………………………………..……...viii
Lista de acrónimos…………………………………………………………………………………ix
1 Introdução………………………………………………………………………………………..11
1.1 Objetivo de geral………………………………………………………………………11
1.2 Objetivo específico…………………………………………………………………....11
2 Fundamentação teórica………………………………………………………………………...12
2.1 Breves considerações………………………………………………………………….…12
2.1.1 Surgimento do rebite e sua constituição……………………………………………..12
2.1.2 Aplicação dos rebites………………………………………………………….……….13
2.1.3 Aplicação da união rebitada na indústria automotiva………………………………14
2.1.5 Vantagens das ligações rebitádas……………………………………………………15
2.2 Desvantagens das ligações rebitádas ………………………………………….……..15
2.2.1 Tipos de rebites…………………………………………………………………….…...15
2.2.2 Principais tipos de rebites…………………………………………………………..…16
2.2.3 Tipos de rebites ………………………………………………………………………..17
2.2.4 Normalização e especificações………………………………………………………19
2.2.5 União por rebites…………………………………………………………………..…..19
2.3 Materiais para rebites ………………………………………………………………..…19
2.3.1 Medidas constantes dos rebites ………………………………………………….….20
2.3.2 Tipos de ligações ………………………………………………………………………21
2.3.3 Solicitações e dimencionamento de juntas rebitadas………………………………22
2.3.4 Falhas de junções rebitadas…………………………………………………. ……...25
2.3.5 Cálculo de rebitagem……………………………………………………………..……27
2.3.6 Cálculo do passo longitudinal………………………………………………………….28
2.3.6 Cálculo do passo longitudinal………………………………………………………….28
2.3.8 Rebitagem a quente e frio……………………………………………………………..28
2.3.9 Repuxador………………………………………………………………………………29
3 Procedimento experimental…………………………………………………………………..31
3.1 Métodos e Materiais…………………………………………………………..………… 32
3.1.1 Materiais…………………………………………………………………………………32
3.1.2 Lista de ferramentas………………………………………..………………………….32
3.1.3 Métodos utilizados………………………………………………………………………32
4 Etapas da construção…………………………………………………..…………………..….33
5 Conclusões e recomendações………………………………………………………………...35
6 Referências bibliográficas………………………………………………………………….…..36