0% acharam este documento útil (0 voto)
44 visualizações7 páginas

Renasciment 1

O Renascimento foi um movimento cultural e intelectual que ocorreu na Europa entre os séculos XIV e XVII, caracterizado pela redescoberta dos ideais da Antiguidade Clássica e pela valorização do ser humano, da natureza e da razão. Originado na Itália, o movimento influenciou a arte, ciência e literatura, destacando-se por mestres como Leonardo da Vinci e Michelangelo. O Renascimento também lançou as bases para a Reforma Protestante, que surgiu em 1517 com Martinho Lutero, desafiando a autoridade da Igreja Católica e promovendo novas ideias teológicas.

Enviado por

L.C.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
44 visualizações7 páginas

Renasciment 1

O Renascimento foi um movimento cultural e intelectual que ocorreu na Europa entre os séculos XIV e XVII, caracterizado pela redescoberta dos ideais da Antiguidade Clássica e pela valorização do ser humano, da natureza e da razão. Originado na Itália, o movimento influenciou a arte, ciência e literatura, destacando-se por mestres como Leonardo da Vinci e Michelangelo. O Renascimento também lançou as bases para a Reforma Protestante, que surgiu em 1517 com Martinho Lutero, desafiando a autoridade da Igreja Católica e promovendo novas ideias teológicas.

Enviado por

L.C.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Renascimento

O Renascimento foi um movimento entre os séculos XIV e XVII que revitalizou os ideais da Antiguidade
Clássica.

O Renascimento foi um movimento cultural, artístico e intelectual que retomou os ideais da Antiguidade Clássica.

O Renascimento foi um movimento cultural e intelectual que, entre os séculos XIV e XVII, revitalizou os
ideais da Antiguidade Clássica, promovendo uma nova visão de mundo centrada na valorização do ser
humano, da natureza e da razão. Surgido na Itália, em cidades como Florença e Veneza, devido à
prosperidade econômica, ao legado cultural romano e ao patrocínio de mecenas, expandiu-se
gradualmente para o restante da Europa. Caracterizado pelo humanismo, o Renascimento se destacou
na literatura, na arte, que buscava realismo e perfeição técnica, e na ciência, marcada pela observação
empírica e pelo questionamento das tradições medievais. Dividido em três fases (Trecento, Quattrocento
e Cinquecento), o movimento produziu mestres como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael, cujas
obras exemplificam o domínio técnico e a expressão artística da época.
O que foi o Renascimento?

Um dos maiores símbolos do Renascimento: O Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci.

O Renascimento foi um movimento cultural, artístico, científico e intelectual que ocorreu na Europa entre
os séculos XIV e XVII. Esse período marcou a transição da Idade Média para a Idade Moderna e foi
caracterizado pela redescoberta dos valores da Antiguidade Clássica, especialmente da cultura greco-
romana.
O termo "Renascimento" reflete justamente essa ideia de "renascer" ou revitalizar os ideais antigos,
promovendo uma nova visão de mundo baseada na valorização do ser humano, da natureza e da razão.
Esse movimento teve um impacto profundo em diversas áreas do conhecimento, influenciando a arte, a
ciência, a filosofia, a política e a literatura.
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Origem do Renascimento
O Renascimento teve sua origem na Itália, em cidades como Florença, Veneza e Roma, que eram centros
comerciais e culturais prósperos durante a Idade Média. A Itália, por sua posição geográfica estratégica e
pelo legado do Império Romano, foi o berço desse movimento. O desenvolvimento das cidades-estado
italianas, o patrocínio de ricos mecenas como os Médici, e a presença de ruínas e obras da Antiguidade
Clássica contribuíram para o florescimento de um ambiente propício ao Renascimento. O movimento se
expandiu gradualmente para o restante da Europa, influenciando profundamente países como França,
Espanha, Inglaterra e os Países Baixos.
Características do Renascimento
→ Literatura do Renascimento
A literatura renascentista foi marcada pela redescoberta dos textos clássicos e pela produção de obras
que exaltavam o humanismo, a razão e a natureza. Escritores como Dante Alighieri, Giovanni Boccaccio e
Petrarca são considerados precursores do Renascimento literário. O Renascimento trouxe uma mudança
na forma de pensar e escrever, com ênfase na dignidade humana e na expressão individual. A literatura
passou a valorizar o homem como centro do universo, explorando temas como o amor, a natureza e a
política, com um estilo claro e racional.
→ Arte do Renascimento

Retrato de um homem com uma medalha de Cosme, o Velho, pintura de Sandro Botticelli, um dos grandes nomes da arte do Renascimento.

A arte renascentista é amplamente reconhecida por seu realismo, precisão anatômica e perspectiva. Os
artistas buscaram inspiração na natureza e na figura humana, adotando técnicas como o uso da
perspectiva linear, o chiaroscuro (jogo de luz e sombra) e a proporção áurea. Grandes mestres, como
Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael e Botticelli, destacaram-se por suas contribuições, criando obras
que continuam a ser admiradas até hoje. A escultura e a pintura foram os principais meios de expressão
artística, com representações detalhadas do corpo humano e cenas mitológicas ou religiosas.
→ Ciência do Renascimento
O Renascimento foi um período de grandes avanços científicos, marcado pela observação empírica e
pelo questionamento dos conhecimentos herdados da Idade Média. O movimento científico renascentista
teve como um de seus expoentes Nicolau Copérnico, que formulou a teoria heliocêntrica, desafiando a
visão geocêntrica tradicional. Outros cientistas, como Galileu Galilei, que fez importantes descobertas no
campo da física e da astronomia, e Andreas Vesalius, que revolucionou o estudo da anatomia,
contribuíram para o desenvolvimento da ciência moderna. O Renascimento foi, portanto, um período de
intensa curiosidade intelectual e de progresso em diversas áreas do conhecimento.
Fases do Renascimento
O Renascimento é geralmente dividido em três fases principais: o Trecento, o Quattrocento e o
Cinquecento. Cada uma dessas fases teve características distintas, mas todas contribuíram para o
desenvolvimento e consolidação dos ideais renascentistas.
 Trecento: correspondente ao século XIV, foi o período inicial do Renascimento, marcado pelo
trabalho de escritores como Dante, Petrarca e Boccaccio.
 Quattrocento: abrangendo o século XV, viu o florescimento das artes visuais, especialmente em
Florença, com artistas como Masaccio, Donatello e Brunelleschi.
 Cinquecento: correspondente ao século XVI, é considerado o auge do Renascimento, com mestres
como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael, que alcançaram a perfeição técnica e expressiva
em suas obras.
Artistas do Renascimento

Davi, escultura de Michelangelo, um dos principais artistas do Renascimento.

O Renascimento produziu alguns dos maiores artistas da história da humanidade. Leonardo da Vinci, um
gênio multidisciplinar, é conhecido por obras como A Última Ceia e Mona Lisa, que exemplificam seu
domínio da técnica e da expressão. Michelangelo Buonarroti se destacou tanto na escultura quanto na
pintura, com obras-primas como a estátua de Davi e os afrescos da Capela Sistina. Rafael Sanzio, outro
grande mestre, é lembrado por suas pinturas harmoniosas e equilibradas, como A Escola de Atenas.
Outros artistas notáveis incluem Sandro Botticelli, com O Nascimento de Vênus, e Titian, um dos
principais pintores do Renascimento veneziano.
Obras do Renascimento
Cúpula da Basílica de Santa Maria del Fiore, uma das principais obras do Renascimento.

As obras do Renascimento são caracterizadas por seu realismo, detalhamento e inovação técnica. Entre
as pinturas, destacam-se A Última Ceia de Leonardo da Vinci, que apresenta uma composição dramática
e uso magistral da perspectiva, e A Criação de Adão de Michelangelo, parte dos afrescos da Capela
Sistina, que representa a perfeição do corpo humano. Na escultura, a estátua de Davi de Michelangelo é
um exemplo de perfeição anatômica e expressão de força interior. A arquitetura renascentista também
produziu obras notáveis, como a cúpula da Basílica de Santa Maria del Fiore em Florença, projetada por
Filippo Brunelleschi, que combinou inovação técnica e estética clássica.
Humanismo renascentista
O humanismo foi a corrente filosófica central do Renascimento, que colocou o ser humano no centro das
reflexões filosóficas, científicas e artísticas. Influenciado pelas obras da Antiguidade Clássica, o
humanismo renascentista rejeitou a visão teocêntrica da Idade Média, promovendo uma visão
antropocêntrica, em que o homem era visto como capaz de racionalidade, criatividade e realização
pessoal.
Humanistas como Erasmo de Roterdã, com sua obra Elogio da Loucura, e Thomas More, com Utopia,
questionaram as instituições e valores de sua época, propondo reformas sociais e religiosas. O
humanismo também incentivou o estudo das línguas clássicas e a produção de textos literários e
filosóficos que exaltavam as capacidades humanas.
Importância do Renascimento
O Renascimento é considerado um dos períodos mais importantes da história ocidental, pois marcou o
início de mudanças profundas em várias áreas do conhecimento e da cultura. Ele representou uma
ruptura com a visão medieval do mundo e abriu caminho para o desenvolvimento do pensamento
moderno, influenciando a ciência, a política, a arte e a filosofia.
O Renascimento também lançou as bases para a Revolução Científica e o Iluminismo, movimentos que
moldaram a era moderna. A ênfase na razão, na observação empírica e na dignidade humana são
legados que perduram até os dias atuais.
Influência do Renascimento
→ Influência do Renascimento no Brasil
A influência do Renascimento no Brasil, embora indireta, é perceptível na herança cultural trazida pelos
colonizadores portugueses, que estavam imersos nas ideias renascentistas no século XVI. As primeiras
manifestações artísticas e culturais no Brasil, como a literatura dos jesuítas e as construções barrocas,
foram influenciadas pelos princípios renascentistas. Além disso, a ênfase na educação e na catequese,
promovida pelos jesuítas, refletia os valores humanistas do Renascimento, adaptados ao contexto
colonial.
→ Influência do Renascimento no mundo
A influência do Renascimento se espalhou por toda a Europa e além, moldando a cultura, a ciência e a
sociedade ocidental. O movimento renascentista foi fundamental para o desenvolvimento da arte e da
ciência modernas, e suas ideias influenciaram a Reforma Protestante, a Revolução Científica e o
Iluminismo.
As técnicas artísticas desenvolvidas no Renascimento foram adotadas e adaptadas por artistas em todo o
mundo, e os valores humanistas promoveram uma visão de mundo centrada na dignidade e
potencialidade do ser humano. A redescoberta e a valorização da Antiguidade Clássica também
incentivaram o estudo e a preservação do patrimônio cultural, um legado que continua a influenciar a arte,
a educação e a cultura globalmente.
Reforma Protestante
Reforma Protestante é o nome dado ao movimento reformista que surgiu no cristianismo em 1517 por
meio do monge agostiniano Martinho Lutero.

Martinho Lutero, o grande nome da Reforma Protestante, ficou famoso por escrever as 95 teses.

Reforma Protestante é o nome dado ao movimento reformista que surgiu no cristianismo no século XVI.
Esse movimento iniciou-se a partir de Martinho Lutero, um monge católico que estava insatisfeito com
algumas práticas e questões teológicas defendidas pela Igreja Católica. A atuação de Lutero teve como
ponto de partida a divulgação das 95 teses, que rapidamente espalharam-se pela Europa e deram origem
ao reformismo no seio da Igreja Católica. Da atuação de Lutero, surgiu o protestantismo.
Causas da Reforma Protestante
A Reforma Protestante teve causas relacionadas a aspectos políticos, econômicos e teológicos e resultou
da corrupção existente na Igreja Católica. Além disso, teve resultado de interesses políticos oriundos de
nobres que viram na reforma uma possibilidade de romper o vínculo de autoridade com o papa. Por fim,
foi imposta a questão dos interesses econômicos, uma vez que a Igreja estipulava a cobrança de
impostos de todos seus fiéis.
No aspecto teológico, o ponto imediato a ser destacado é a insatisfação de Martinho Lutero com as
práticas da Igreja Católica. A Igreja de Roma era, naquele período, a maior autoridade da Europa
Ocidental e detinha um imenso poder, uma vez que era dona de terras e riquezas gigantescas.
Além disso, a autoridade do papa impunha-se além do campo religioso, alcançando o campo secular
(político). Os reis da Europa tinham seu poder sustentado pela autoridade da Igreja, uma vez que era
praticamente impossível manter-se no comando sem a aprovação do papa. Sendo assim, a Igreja
Católica possuía o monopólio da vida política e religiosa europeia.
Focando no aspecto teológico, muitos começaram a questionar as posições da Igreja. Antes mesmo de
Lutero, já havia existido na Europa movimentos religiosos e figuras do clero católico que questionavam
determinados princípios do catolicismo. A longo prazo, pode-se ressaltar, por exemplo, os valdenses, que
surgiram na França no final do século XII.
Em um período imediato, isto é, poucos anos antes do início da reforma, existiram os pré-reformadores na
Europa, que teceram críticas à Igreja de Roma. Dois nomes que se destacaram nesse contexto
foram John Wycliffe e Jan Hus. O primeiro criticava o acúmulo de poder político e os desvios da Igreja dos
verdadeiros ensinamentos de Jesus. O segundo tecia críticas parecidas contra o enriquecimento da Igreja
e a venda de indulgências.
Em relação às questões políticas, existia uma série de reis, nobres e autoridades em geral que estavam
interessados em romper o poder secular com o religioso. Isso significa que muitos viam o rompimento
como uma forma de consolidar ou de assegurar mais poder sem a necessidade de ter que se sujeitar a
outra autoridade – no caso, o papa.
Nas questões econômicas, há de se destacar que, na região norte da Europa, havia uma insatisfação
muito grande com a quantidade de impostos que deveriam ser repassados para a Igreja. Tal questão
intensificava-se em um contexto em que as penínsulas Itálica e Ibérica estavam em franco
desenvolvimento e enriquecimento, enquanto regiões como a que corresponde à atual Alemanha eram
pobres e enfrentavam dificuldades econômicas.
Martinho Lutero
A insatisfação e as críticas à Igreja Católica tiveram seu ápice em Martinho Lutero, monge agostiniano e
professor de Teologia. Lutero estava insatisfeito com certas condutas da Igreja, sobretudo com as
indulgências, que eram comuns na Igreja Católica da época. Nesse contexto, essa prática acontecia por
meio dos dízimos feitos pelos fiéis para a Igreja em troca do perdão de seus pecados.
Além disso, o papa Leão X havia oferecido indulgências para aqueles que contribuíssem com dinheiro
para a construção da Basília de São Pedro. Lutero tinha também discordâncias de conteúdo teológico a
respeito da salvação e de outras práticas e ações da Igreja. Com isso, o monge elaborou um documento
conhecido como 95 teses.
A partir de então, as ideias de Lutero espalharam-se pela Europa com rapidez. Nesse momento, a
intenção de Lutero não era romper com a Igreja Católica, ele queria apenas que se realizasse uma
reforma em determinadas questões. O rompimento de Lutero com a Igreja Católica só aconteceu quando
foi excomungado pelo papa, em 1521.
95 teses
As 95 teses, documento no qual Lutero manifestava sua oposição teológica às práticas da Igreja de
Roma, foram enviadas para o arcebispo de Mainz, Alberto de Brandemburgo, em 31 de outubro de 1517.
A intenção de Lutero era levantar um debate para que reformas dentro da Igreja acontecessem.
Martinho Lutero defendia, basicamente, que a Bíblia era a única referência para os fiéis e que as pessoas
conseguiriam ser salvas sem a mediação de intermediários e sem precisar dar indulgências. A base
teológica de Lutero baseava-se em um versículo bíblico que afirmava que “o justo viverá pela fé”. Aqui,
Lutero passou a defender a ideia de que não eram as boas ações que salvariam uma pessoa, mas sim a
fé.
A construção teológica iniciada por Martinho Lutero deu origem a um princípio conhecido
como Cinco Solas:
1. Sola fide (somente a fé)
2. Sola scriptura (somente a Escritura)
3. Solus Christus (somente Cristo)
4. Sola gratia (somente a graça)
5. Soli Deo gloria (glória somente a Deus)
As 95 teses espalharam-se com rapidez pela Europa por conta da imprensa (criada em 1430 por Johann
Gutenberg), a qual permitia a cópia e a impressão de livros em uma velocidade inédita para a época. Com
isso, as ideias de Lutero propagaram-se e conquistaram seguidores em toda a Europa.
Um registro importante é a famosa imagem de Martinho Lutero pregando as 95 teses na porta da igreja
do castelo de Wittenberg. Muitos consideram esse o ponto de partida da Reforma Protestante, mas os
historiadores nunca conseguiram comprovar se esse episódio de fato aconteceu. Portanto, os
historiadores consideram esse fato somente uma lenda.
Primeiros reformadores da Reforma Protestante
Antes de Lutero, já havia casos de cristãos que contestaram princípios e práticas da Igreja Católica. No
século XII, a partir das pregações de Pedro Valdo, surgiram na França os valdenses, que se espalharam
pelo norte da Itália, sobrevivendo às perseguições da Igreja Católica.
No caso específico da pré-reforma, os historiadores destacam Jan Hus e John Wycliff, que questionavam
a riqueza da Igreja, a acumulação de poder temporal e a corrupção existente no clero. Caso tenha
interesse em ampliar seus conhecimentos a respeito desses precursores da Reforma Protestante.
Protestantismo
Da atuação de Martinho Lutero, surgiu o protestantismo, vertente do cristianismo que rompeu com a
Igreja Católica. Como citado, o rompimento de Lutero com a Igreja Católica aconteceu a partir do
momento em que foi excomungado e passou a ser perseguido por ela.
As ideias de Lutero espelharam-se pela Europa, resultando na conversão de milhares de pessoas e no
surgimento de outros reformadores, como João Calvino. Com isso, o protestantismo foi consolidando-se
como vertente religiosa, e dele nasceram diversas igrejas e denominações protestantes.
Atualmente, existem várias denominações cristãs oriundas do protestantismo, como os batistas, os
presbiterianos, os metodistas, os luteranos, os calvinistas, os anglicanos, etc. No Brasil, mais de 20% da
população identifica-se como “evangélica”, denominação que agrupa igrejas teologicamente nascidas do
protestantismo.

Você também pode gostar