1 – Defina o termo Automático.
O termo automático refere-se a algo que funciona de maneira independente, sem a necessidade de
intervenção manual constante. Em outras palavras, algo automático é projetado para realizar
tarefas ou processos de forma autônoma, utilizando mecanismos, sistemas ou tecnologias que
operam de maneira predefinida ou com mínima interação humana.
2 – Defina o termo automação.
3 – Defina o Processo.
Processo é um conjunto de ações, atividades ou etapas que são realizadas de forma sequencial ou
interligada com o objetivo de alcançar um resultado específico. Pode ser entendido como uma série
de operações ou procedimentos organizados de maneira estruturada para transformar entradas
(recursos, informações, materiais) em saídas (produtos, resultados ou serviços).
4 – Defina sistema.
Sistema é um conjunto de elementos interconectados que trabalham em conjunto para alcançar
um objetivo comum. Esses elementos podem ser pessoas, componentes, processos, recursos ou
informações que, ao interagir entre si, formam um todo organizado. O funcionamento de um
sistema depende da colaboração e da interação entre suas partes, e qualquer alteração em uma
delas pode afetar o desempenho do sistema como um todo.
5 – Defina processador.
Processador é um componente eletrônico responsável por executar instruções de um programa de
computador, ou seja, ele é o "cérebro" do sistema computacional. Sua função principal é processar
dados e controlar as operações realizadas por outros componentes do sistema. O processador
recebe dados de entrada, os processa de acordo com as instruções recebidas e gera resultados ou
envia comandos para outros dispositivos do computador.
6 – Qual a sequência de operações verificadas pelo CLP na hora da inicialização?
Na inicialização de um CLP (Controlador Lógico Programável), ele segue uma sequência padrão de
operações para garantir que tudo esteja funcionando corretamente antes de começar a executar o
programa de controle. A sequência geral é a seguinte:
Autoteste (Self-Test):
O CLP verifica a integridade do hardware (memória RAM, processador, fontes de alimentação,
barramentos internos, etc.).
Caso detecte falhas, pode entrar em estado de erro e interromper a inicialização.
Teste da Memória:
O sistema verifica a memória interna (RAM, EEPROM, Flash) para garantir que não haja corrupção de
dados.
Em alguns modelos, pode ocorrer a restauração de dados padrão caso haja falhas.
Inicialização do Sistema Operacional:
O firmware do CLP é carregado, permitindo que o sistema operacional embutido gerencie os processos.
Carregamento do Programa do Usuário:
O programa de controle armazenado na memória não volátil é carregado na RAM do CLP.
Se houver falhas no programa, o CLP pode entrar em modo de falha.
Verificação da Configuração dos Módulos de I/O:
O CLP verifica se os módulos de entrada e saída estão corretamente conectados e funcionando.
Em sistemas modulares, ele identifica quais módulos estão instalados.
Configuração de Comunicação:
Interfaces de comunicação (Ethernet, Modbus, Profibus, etc.) são inicializadas para troca de dados com
dispositivos externos.
Estado Inicial das Entradas e Saídas:
Os estados das entradas são lidos e armazenados.
As saídas são inicializadas de acordo com a configuração prévia (por exemplo, podem iniciar em zero ou
em um estado previamente definido).
Transição para o Modo de Operação:
Dependendo da configuração, o CLP pode entrar em modo RUN (executando o programa de controle)
ou aguardar no modo STOP para intervenção do operador.
7 – Explique memória RAM do CLP.
A memória RAM do CLP (Controlador Lógico Programável) é um tipo de memória volátil usada para
armazenar dados temporários enquanto o sistema está em operação.
8 – Explique memória ROM do CLP.
A memória ROM do CLP (Controlador Lógico Programável) é um tipo de memória não volátil, ou
seja, mantém seus dados armazenados mesmo quando o CLP é desligado. Ela é utilizada para
armazenar informações permanentes essenciais para o funcionamento do controlador.
9 – Explique memória EPROM do CLP.
A memória EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory) é um tipo de memória não
volátil utilizada em alguns CLPs (Controladores Lógicos Programáveis) para armazenar o firmware
do sistema ou o programa do usuário.
10 – Explique memória EEPRON do CLP.
A memória EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory) do CLP
(Controlador Lógico Programável) é um tipo de memória não volátil, ou seja, mantém os dados
armazenados mesmo quando o CLP é desligado.
11 – Qual a definição de CLP.
O CLP (Controlador Lógico Programável) é um dispositivo eletrônico programável utilizado para
automação industrial, responsável por controlar máquinas e processos de forma precisa, segura e
confiá[Link] substitui os antigos painéis de relés eletromecânicos, permitindo maior flexibilidade
na programação e reconfiguração dos sistemas industriais.
12 – Quais as principais vantagens da aplicação de um CLP.
Flexibilidade na Programação, Facilidade de Manutenção e Diagnóstico, Alta Confiabilidade e
Robustez, Redução de Espaço e Fiação, Automação e Integração com Outros Sistemas, Economia
de Tempo e Custo e Monitoramento e Controle Remoto. O CLP é essencial para a automação
moderna, trazendo mais eficiência, segurança e flexibilidade para os processos industriais. Ele
reduz custos, melhora a produtividade e permite que as fábricas operem com mais precisão e
controle.
13 – Como funciona o ciclo de varredura.
O ciclo de varredura é o processo repetitivo realizado pelo CLP (Controlador Lógico Programável) para
processar seu programa de controle. Esse ciclo ocorre de forma cíclica e contínua enquanto o CLP está
no modo RUN (execução).
Leitura das entradas: O sensor detecta a presença de uma caixa.
Execução do programa: O CLP decide ligar o motor da esteira.
Atualização das saídas: O CLP ativa o relé que liga o motor.
Comunicação e diagnóstico: O CLP verifica se há falhas no sistema.
Reinício do ciclo: O CLP volta ao início e verifica novamente as entradas.
14 – Cite os principais componentes de um CLP.
CPU (Unidade Central de Processamento) – O "cérebro" do CLP, responsável por processar o
programa, executar o ciclo de varredura e gerenciar a comunicação.
Memória – Armazena o programa do usuário, variáveis temporárias e dados do sistema. Pode ser
RAM, ROM, EEPROM ou Flash.
Módulos de Entrada e Saída (I/O) – Conectam o CLP a sensores, botões (entradas) e atuadores,
motores, válvulas (saídas). Podem ser digitais ou analógicas.
Fonte de Alimentação – Fornece energia para o funcionamento do CLP, geralmente 24VDC ou
220VAC.
Interfaces de Comunicação – Permitem a troca de dados com outros dispositivos via protocolos como
Modbus, Profibus, Ethernet/IP.
Relógio de Tempo Real (RTC) – Em alguns modelos, mantém registro de horários para controle de
processos baseados em tempo.
Esses componentes garantem o funcionamento eficiente e confiável do CLP na automação industrial.
15 – Cite os principais tipos de programação de CLP existentes. (mínimo 4)
Os CLPs podem ser programados utilizando diferentes linguagens padronizadas pela IEC 61131-3. As
principais são:
Ladder Diagram (LD) – Diagrama de Contatos
Representa a lógica do CLP de forma gráfica, similar a circuitos de relés.
Fácil de entender para eletricistas e técnicos.
Texto Estruturado (ST – Structured Text)
Linguagem semelhante à programação tradicional (tipo Pascal/C).
Mais eficiente para cálculos complexos e manipulação de dados.
Lista de Instruções (IL – Instruction List) (Pouco usada atualmente)
Programação baseada em códigos de montagem (assembly).
Menos intuitiva, mas eficiente para CLPs mais antigos.
Blocos de Função (FBD – Function Block Diagram)
Programação baseada em blocos gráficos conectados.
Usado para controle de processos contínuos.
Diagrama de Fluxograma Sequencial (SFC – Sequential Function Chart)
Usado para processos sequenciais e controle de estados.
Facilita a organização de etapas complexas.
16 – Cite três características de 4 tipos de linguagem de programação.
Ladder Diagram (LD) – Diagrama de Contatos
Baseado em lógica de relés, fácil de entender para eletricistas.
Representação gráfica intuitiva.
Bom para controle discreto (liga/desliga).
Texto Estruturado (ST) – Structured Text
Sintaxe semelhante a linguagens como Pascal/C.
Ideal para cálculos matemáticos e manipulação de dados.
Mais difícil de entender para quem não tem experiência em programação.
Blocos de Função (FBD) – Function Block Diagram
Usa blocos gráficos conectados por linhas.
Facilita a reutilização de código.
Bom para controle de processos contínuos e automação complexa.
Diagrama de Fluxograma Sequencial (SFC) – Sequential Function Chart
Divide o processo em etapas sequenciais.
Fácil de visualizar a lógica de controle.
Ideal para processos automatizados que seguem uma ordem fixa.
17 – Identifique os endereços abaixo na tabela de memória tipo M a seguir. Veja o exemplo
do item “a”.
a) M3.4
b) M0.7
c) M4.4
d) M11.0
e) M5.7
f) M7.6
g) M1.2
h) M31.2
i) M2.0
j) M11.1
k) M6.0
l) M1.8
m) M31.5
7 6 5 4 3 2 1 0
Byte 0 b
Byte 1 g
Byte 2 i
Byte 3 a
Byte 4 c
Byte 5
Byte 6 k
Byte 7 f e
Byte 8
Byte 9
Byte 10
Byte 11 j d
...
Byte 31 m h
18 – Identificar como será armazenado os dados abaixo na tabela de memória tipo V a seguir.
Veja o exemplo do item “a”.
a) 130 em VB11
b) 70 em VB0
c) 42 em VB1
d) 13 em VB3
e) 120 em VB5
f) 259 em VW8
7 6 5 4 3 2 1 0
Byte 0 0 1 0 0 0 1 1 0
Byte 1 0 0 1 0 1 0 1 0
Byte 2
Byte 3 0 0 0 0 1 1 0 1
Byte 4
Byte 5 0 1 1 1 1 0 0 0
Byte 6
Byte 7
Byte 8 0 0 0 0 0 0 0 1
Byte 9 0 0 0 0 0 0 1 1
Byte 10
Byte 11 1 0 0 0 0 0 1 0
...
Byte
2047
19– Identifique os endereços Lógicos abaixo, se houver erro coloque X:
Endereço Qual o Qual o
Byte Bit
A M21.4 21 4
B I2.8 2 x
C Q5.9 5 x
D Q5.33 5 x
E I10.4 10 4
F I0.0 0 0
G M30.7 30 7
H M31.0 31 0
I M6.23 6 X
J M4.0 4 0
K Q15.0 15 0
L VB244 x x
M M10.2 10 2
20– Identifique nos endereços abaixo:
a) Gravando o valor 168 no endereço VW0:
b) Gravando o valor 564 no endereço VW4:
c) Gravando o valor 253 no endereço VB8:
d) Gravando o valor 133 no endereço VB10:
Tabela V Bit 7 Bit 6 Bit 5 Bit 4 Bit 3 Bit 2 Bit 1 Bit 0
Byte 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Byte 1 1 0 1 0 1 0 0 0
Byte 2
Byte 3
Byte 4 0 0 0 0 0 0 1 0
Byte 5 0 0 1 1 0 1 0 0
Byte 6
Byte 7
Byte 8 1 1 1 1 1 1 0 1
Byte 9
Byte 10 1 0 0 0 0 1 0 1
Byte 11
Byte 12
21 – De acordo com os endereços abaixo, preencha a tabela informando quais bits ficarão com nível lógico
1.
Tabela de Bit´s
Memória
(Q)
7 6 5 4 3 2 1 0
Byte 0 a e
Byte 1 b
Byte 2 c
Byte 3
Byte 4 d
....
Byte 15
Tabela de Bit´s
Memória
(M)
.... 7 6 5 4 3 2 1 0
Byte 10
Byte 11 b
Byte 12 e c
Byte 13 d
Byte 14 a
....
Byte 31
Tabela de Bit´s
Memória
(I)
7 6 5 4 3 2 1 0
Byte 7 c
Byte 8 a
Byte 9 b
Byte 10 d
Byte 11 e
....
Byte 15