ARTES VISUAIS, HISTÓRIA E
SOCIEDADE – BRASIL
AULA 3
Profª Larissa Priscila Bredow Hilgemberg
CONVERSA INICIAL
Nesta etapa, temos como tema central a tentativa de alinhamento com a
arte europeia no século XIX. O objetivo é abordar a Missão Artística Francesa
no Brasil. Também vamos falar sobre o artista alemão Johann Moritz Rugendas
e sua Viagem pitoresca através do Brasil. Refletiremos sobre a Academia
Imperial de Belas Artes e a Escola Nacional de Belas Artes e, por fim, trataremos
das aproximações com o moderno e com o modernismo.
TEMA 1 – MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA NO BRASIL
Como vimos na etapa anterior, a partir do século XIX, muitos viajantes
passaram a chegar em nossas terras com o intuito de conhecê-la, registrá-la etc.
Um dos principais grupos que veio ao Brasil foi o grupo francês. Havia um
objetivo principal na saída dessas pessoas da França para o Brasil: o exílio
político. Após a queda de Napoleão Bonaparte, pessoas ligadas a ele, entre elas
artistas, precisavam de um novo lugar para morar e encontraram no Brasil esse
novo lar.
No entanto, a Missão Artística Francesa se apresentou como algo além
desse asilo para o Brasil. A missão estabeleceu, em 1816, uma escola oficial de
arte subsidiada pelo governo brasileiro chamada Academia Imperial de Belas
Artes, que em 1889 passou a se chamar Escola Nacional de Belas Artes.
Foi a partir da vinda dos franceses e da criação da escola que a categoria
de artista enquanto profissional se instituiu no Brasil. A arte era, até então, vista
como uma atividade indigna, reservada às classes pobres, conforme apresenta
Chiarelli (2002, citado por Perigo, 2016).
A aprendizagem das artes, nesse primeiro momento, se restringiu às
técnicas, uma vez que o ensino das teorias esbarrava na questão da língua – os
professores falavam francês, enquanto os alunos falavam português. Além
disso, é interessante destacar que, a partir dessa proposta do ensino de arte
vinda da Europa, o barroco perdeu força e deu lugar ao neoclassicismo, trazido
pelos franceses, entre eles Jean-Baptiste Debret e Nicolas-Antoine Taunay.
Taunay, artista reconhecido na Europa, principalmente nos salões
franceses, retratou o Brasil por meio de suas paisagens. “[...] o resultado do foco
do artista na paisagem carioca foram quadros originais e de extrema qualidade
2
técnica, trabalhos considerados seu maior legado”, observa Alencar (2018, p.
2.454).
Figura 1 – Morro de Santo Antônio, 1816, de Nicolas A. Taunay
Fonte: Entrada..., 2024.
O pintor Debret quando veio ao Brasil também já era considerado artista
e acompanhou o grupo que compôs a Missão Artística Francesa. Aqui no Brasil,
foi contratado como um dos professores de arte da Academia Imperial de Belas
Artes. Entretanto, mais importante que sua função docente no Brasil foi seu olhar
para a realidade brasileira e os registros que fez. Além de quadros da fauna, flora
e dos indígenas, Debret registrou as relações sociais e escravocratas.
3
Figura 2 – Cena de carnaval, 1834, de Jean Baptiste Debret
Fonte: Carnaval..., 2024.
Suas pinturas apresentam grande valor documental do período em que
aqui esteve, de forma que podemos reconhecer por meio delas os maus-tratos
e castigos dados aos negros e indígenas escravizados e as relações presentes
entre senhores e escravizados, assim como é possível identificar em suas
pinturas a cultura e os costumes brasileiros.
TEMA 2 – VIAGEM PITORESCA ATRAVÉS DO BRASIL: JOHANN MORITZ
RUGENDAS
A Missão Francesa não foi o único grupo estrangeiro a desembarcar em
solo brasileiro, visto que outros países vieram para cá no intuito de conhecer,
registrar e explorar nossa fauna, flora, população e nossos costumes. As
expedições, em geral, contavam com um grupo multidisciplinar, desde botânicos
e zoólogos a pintores, desenhistas e outros profissionais.
Podemos citar algumas expedições e expedicionários, como a expedição
inglesa do Endeavour, comandada por Thomas Cook; a Missão Austríaca, que
4
acompanhou a arquiduquesa Leopoldina ao Brasil; a expedição feita pelo
explorador alemão Príncipe Maximilian de WiedNeuwied; as viagens de Darwin
ao Brasil e a expedição que acompanhou o naturalista dinamarquês Peter Lund,
entre tantas outras (Kury, 2022).
O artista alemão Johann Moritz Rugendas chegou ao Brasil em 1824 com
a expedição organizada pelo cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, Barão
de Langsdorff. Após desentendimento com o barão, Rugendas continuou
sozinho sua expedição pelo Brasil e por outros países da América Latina.
Johann Moritz Rugendas, conhecido como pintor das Américas, retratou
o povo e as terras brasileiras e de outros países da América do Sul, como
Argentina, Uruguai, Paraguai e Peru. Importante artista alemão e um dos mais
conhecidos do período, retratou mais de cem gravuras que apresentam nossa
fauna, nossa flora e, principalmente, nosso povo e nossos costumes.
Assim como Debret, as obras de Rugendas apresentam um valor
documental e histórico ímpar sobre a história do Brasil e da relação dos negros
e dos brancos e da escravatura brasileira. De acordo com a historiadora Iohana
Brito de Freitas (2007, p. 3):
O olhar oitocentista destes artistas [Debret e Rugendas] não se
satisfazia apenas com o exótico, fazia-se também sob o prisma da
Ilustração, das ciências biológicas e das novas teorias raciais,
contínuas questionadoras do múltiplo. Debret e Rugendas, cada um a
seu modo, iam além da classificação dos elementos que compunham
seus quadros. Tinham por propósito marcar identidades e diferenças.
Em ambos os suportes (texto e imagem), para além de classificar as
nações negras e tipos negros mestiços, objetivava-se criar uma
identidade para cada uma delas, seja através da ausência de
distinções ou da especificação de aspectos anatômicos ou culturais
representados ora em imagens estáticas, ora em paisagens e nas
descrições.
Apesar da importância de suas obras, na época suas pinturas não eram
muito consumidas aqui no Brasil, uma vez que não dialogava com o que a
Academia Imperial de Belas Artes ensinava e não apresentava temas e técnicas
considerados da moda. Rugendas compilou litografias do Brasil em um álbum
denominado Viagem pitoresca através do Brasil, publicado na França em 1827
e no Brasil, em português, somente em 1940.
5
Figura 3 – Macaco, de Johann Moritz Rugendas
Crédito: rook76/Shutterstock.
TEMA 3 – ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES: PROMOÇÃO POLÍTICA E
POSSIBILIDADE DE CRÍTICA
A Academia Imperial de Belas Artes, como vimos antes, foi instituída após
a chegada da Missão Artística Francesa, portanto seguia os preceitos da arte
francesa, principalmente o neoclassicismo.
A criação da academia ocorreu de forma controversa. De acordo com
Lima (2003), uma das principais críticas à criação da Academia Imperial de Belas
Artes se relacionava ao ensino artístico em um país, ainda colônia, que não tinha
nem os fundamentos básicos de uma organização socioeconômica. Para os
críticos, o governo estava despendendo esforços e verbas para um ensino que
não tinha utilidade enquanto deixava de lado as formações técnico-profissionais
mais “necessárias” à população.
Apesar das críticas, a academia seguiu e apresentou à sociedade os
primeiros artistas brasileiros, como Manuel de Araújo Porto-Alegre, Pedro
Américo e Victor Meirelles. Os artistas brasileiros que se destacavam recebiam
prêmios de viagem, ou seja, ganhavam a viagem e uma bolsa de estudos de arte
na Europa, principalmente na França, com o intuito de, após a aprendizagem lá,
6
trazerem para o Brasil as novidades europeias e ensinarem para os alunos
brasileiros o que eles aprenderam fora.
Um desses artistas foi o catarinense Victor Meirelles, que com apenas 14
anos, em 1847, ganhou uma bolsa de estudos para estudar na Academia
Imperial de Belas Artes. Cinco anos depois, em 1852, o jovem artista ganhou
outra bolsa de estudos para estudar na Itália. Além disso, estudou na França. Ao
retornar ao Brasil, Meirelles se tornou professor de Pintura Histórica.
Uma das obras mais conhecidas é A primeira missa no Brasil, que retrata
a missa encomendada por Pedro Álvares Cabral na, então, Ilha de Vera Cruz. O
artista seguiu o que foi retratado pelo escrivão Pero Vaz de Caminha. Além de
apresentar e reconhecer Meirelles para o meio artístico francês, de certa forma,
essa obra elevou o renome da academia brasileira num contexto internacional
(Paiva, 2021).
Figura 4 – Primeira Missa no Brasil, 1861, de Victor Meirelles
Fonte: The First…, 2024.
De acordo com Paiva (2021), Meirelles, além de apresentar temáticas
históricas em seus quadros, registrava momentos religiosos ou paisagens, de
7
forma que sua produção estivesse ligada às características do neoclassicismo
aprendidas primeiro na academia e depois aprofundadas na Europa.
Figura 5 – Morro do castelo, 1885, de Victor Meirelles
Fonte: Victor..., 2024.
TEMA 4 – ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES: REFORMA E OUSADIA
A Proclamação da República brasileira, em 1822, modificou a organização
e estrutura do novo país. Entre essas mudanças, identificamos a transição da
Academia Imperial de Belas Artes para a nova Escola Nacional de Belas Artes,
em 1890. Nesse período, a influência francesa começou a diminuir.
De acordo com a professora Camila Dazzi (2007), os últimos anos da
Academia Imperial de Belas Artes foram tumultuados, recebendo críticas de
professores, alunos e críticos de arte. Ela estava enfraquecida, assim como a
Monarquia ao qual estava vinculada.
Apesar disso, a mudança de Academia Imperial para Escola Nacional
apresentou resistência, principalmente por parte de alguns dos antigos
8
professores, que afirmavam que essa mudança alteraria tanto o ensino quanto
a proposta artística. Parte desses antigos professores criou o Liceu de Artes e
Ofícios.
Os alunos e aprendizes dos primeiros professores brasileiros da antiga
Academia Imperial começaram a apresentar suas obras com menos
características francesas e mais brasileiridade, misturando influências de outros
países europeus, como Itália e Alemanha.
Os irmãos Bernadelli, Rodolpho e Henrique, foram importantes nomes
desse período. Rodolpho Bernadelli foi o primeiro diretor da nova Escola
Nacional de Belas Artes e teve o desafio, juntamente com Rodolpho Amoedo, de
criar a escola e pôr em prática as renovações necessárias; precisou também
buscar novos professores e novos alunos, pois aqueles que se identificavam com
a arte clássica da academia não permaneceram na escola.
Rodolpho Bernardelli, além de diretor da escola, era pintor e apresentava
na sua arte as propostas que trazia para o ensino da escola, em sintonia com as
inovações do seu tempo.
Figura 6 – Bernardelli, 1857-1936
Fonte: Henrique..., 2024.
9
Seu irmão mais novo, Henrique, se destacou na pintura desse período.
Ele, assim como outros artistas brasileiros, ganhou um prêmio de viagem para a
Europa e, ao retornar, colocou em prática as renovações propostas para a
escola. Entre as inovações, destaca-se a figura humana, como ele afirma:
[...] em pintura não há maior dificuldade que a figura humana, e o artista
que toma a si a responsabilidade de guiar os jovens artistas deverá
continuamente observar que não se desviem desse fim: a figura
humana; porque neste estudo encerrão-se [sic] todas as
manifestações da pintura (Bernardelli, 1891, citado por Dazzi, 2007, p.
201).
Além disso, cópias de gravuras como exercício deixaram de existir e
houve uma crescente atenção às pinturas de paisagens. Embora haja mudanças
nítidas e o desejo pelo novo, Dazzi (2007) compreende que os primeiros anos
da Escola Nacional de Belas Artes foram de união entre modernidade e tradição.
Os artistas e professores não acabaram com o pensamento artístico anterior, da
Academia Imperial, mas, sim, remodelaram-no, mantendo alguns traços e
incluindo novas ideias, vindas da Europa, pelos ventos da modernidade.
Assim, seguimos a pequenos passos rumo à modernidade brasileira.
TEMA 5 – APROXIMAÇÕES COM O MODERNO
As mudanças ocorridas no Brasil no meio artístico a partir da substituição
da Academia Imperial de Belas Artes pela Escola Nacional de Belas Artes e as
vanguardas artísticas europeias, como o impressionismo e o simbolismo, foram
fundamentais para os novos rumos que as artes seguiam em nosso território.
Assim, podemos afirmar que a Semana de Arte Moderna, bem como tudo o que
a precedeu, começou a ser preparada pelo menos vinte anos antes.
As viagens dadas como prêmio proporcionavam aos estudantes que as
recebiam a oportunidade de estudar no exterior, ter contato com as obras de arte
clássicas e, sobretudo, terem contato com todas as mudanças e a ousadia que
as vanguardas europeias propunham.
Entre os artistas que se destacaram nesse período pré-moderno,
podemos destacar os irmãos Bernadelli, Rodolfo Amoedo, Eliseu Visconti e
Almeida Júnior. Estes foram alunos da Academia Imperial de Belas Artes e
estavam, de certa forma, envolvidos na criação da Escola Nacional de Belas
Artes.
10
As obras desses artistas e de outros apresentam aproximação com o
impressionismo e com o neoimpressionismo, como no caso de Eliseu Visconti e
Henrique Bernardelli, mas também se aproximam do realismo, como no caso de
Amoedo e, principalmente, de Almeida Júnior.
As temáticas também sofreram mudanças nesse período, como, por
exemplo, as representações da mulher e do nu feminino, que causaram espanto
para a sociedade conservadora da época, como em obras de Eliseu Visconti.
Figura 7 – Juventude, 1890, de Eliseu Visconti
Fonte: Juventude..., 2024.
Do mesmo modo ocorreu com as representações da boêmia e do tom
festivo encontradas em obras de Helios Seelinger e Henrique Bernardelli, por
exemplo.
11
Figura 8 – A Tarantela, 1886, de Henrique Bernardelli
Fonte: A Tarantela..., 2024.
A apresentação de uma realidade brasileira, seu povo e sua cultura, foi
intensificada, principalmente, na pintura realista de Almeida Junior, considerado
o principal precursor do Modernismo no Brasil.
Figura 9 – O Violeiro, 1899, de Almeida Júnior
Fonte: O Violeiro..., 2024.
12
Assim, a Semana de 1922 foi sendo desenhada algumas décadas antes.
NA PRÁTICA
Se estivéssemos no Brasil hoje como expedição científica, o que
registraríamos? Ou ainda, se fôssemos os primeiros artistas brasileiros, como
gostaríamos de representar nosso país?
Escolha uma das duas perguntas para refletir e realize esboços de um
desenho que responda à questão. Depois utilize uma folha para aquarela (240
ou 300 g/m²) e tinta de aquarela para realizar o registro que foi esboçado e
refletido anteriormente.
FINALIZANDO
Ao longo desta etapa, tratamos sobre a tentativa de alinhamento com a
arte europeia no século XIX. Iniciamos abordando a Missão Artística Francesa
no Brasil, com foco, principalmente, no artista Jean-Baptiste Debret. Seguimos
a etapa com o alemão Johann Moritz Rugendas e sua Viagem pitoresca através
do Brasil. Também abordamos a Academia Imperial de Belas Artes e a Escola
Nacional de Belas Artes, apresentando artistas como Victor Meirelles e os irmãos
Bernadelli. Por fim, refletimos sobre as mudanças que o Brasil passou ao fim do
século XIX e como elas proporcionaram aproximações com o modernismo.
13
REFERÊNCIAS
“CARNAVAL de Rua Prancha” by Jean-Baptiste Debret, engraving made in
[Link]. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. 2024. Disponível em:
[Link]
a%E2%80%9D_by_Jean-Baptiste_Debret,_engraving_made_in_1834.jpg.
Acesso em: 27 jun. 2024.
A TARANTELA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira.
São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em:
[Link] Acesso em: 27 jun.
2024.
ALENCAR, M. T. L. A contribuição da pintura de paisagem de Nicolas-Antoine
Taunay para a estruturação identitária da arte brasileira. In: ENCONTRO DA
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS, 27,
2018, São Paulo. Anais..., São Paulo, 2018.
DAZZI, C. “A Reforma de 1890”: continuidades e mudanças na Escola Nacional
de Belas Artes (1889-1900). Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 3,
p. 194-205, 2007. Doi: [Link]
ENTRADA da baía e da cidade do Rio a partir do terraço do convento de Santo
Antônio em 1816. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira.
São Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em:
[Link]
rio-a-partir-do-terraco-do-convento-de-santo-antonio-em-1816. Acesso em: 27
jun. 2024.
FREITAS, I. B. Construindo o Outro: categorias de identificação nas viagens
pitorescas de Jean Baptiste Debret e Johann Moritz Rugendas. In: SIMPÓSIO
NACIONAL DE HISTÓRIA - ANPUH, XXIV, 2007, São Leopoldo, RS. Anais...
São Leopoldo, RS, 2007.
HENRIQUE Bernardelli. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. 2024. Disponível
em: [Link] Acesso em: 27 jun. 2024.
JUVENTUDE. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São
Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em:
14
[Link] Acesso em: 27 jun.
2024.
KURY, L. As expedições naturalistas no Brasil no século XIX: o período da
Independência foi uma época áurea para as viagens científicas de europeus ao
Brasil. 200 anos depois, devemos refletir sobre o tipo de conhecimento que
produzimos e sobre o que queremos para o século XXI. Ciência e Cultura, v.
74, n. 3, p. 1-6, 2022.
LIMA, V. A. E. A viagem pitoresca e histórica de Debret: por uma nova leitura.
2003. Tese (Doutorado em História) – Universidade Estadual de Campinas,
Campinas, SP, 2003.
O VIOLEIRO. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São
Paulo: Itaú Cultural, 2024. Disponível em:
[Link] Acesso em: 27 jun.
2024.
PAIVA, W. A. F. Academia Imperial de Belas Artes: a consolidação
política/ideológica em meio as obras de Victor Meirelles de Lima (1826-1889). In:
SEMINÁRIO INTERNACIONAL HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE, IV, 2021,
Florianópolis. Anais... Florianópolis, 2021.
PERIGO, K. Diversidade e resistência: a construção de uma arte brasileira.
Curitiba: Intersaberes, 2016.
THE FIRST Mass in Brazil (Victor Meirelles). In: WIKIPÉDIA: the free
encyclopedia. 2024. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 27 jun. 2024.
VICTOR Meirelles – Estudo para Panorama do Rio de Janeiro – c. [Link]. In:
WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. 2024. Disponível em:
[Link]
_Estudo_para_Panorama_do_Rio_de_Janeiro_-_c._1885.jpg. Acesso em: 27
jun. 2024.
15