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Pré Modernismo

O pré-modernismo no Brasil, que ocorreu nas duas primeiras décadas do século XX, representa a transição entre o Simbolismo e o Modernismo, caracterizando-se por críticas sociais e culturais. O período foi marcado por mudanças políticas e sociais significativas, como a República do café-com-leite e diversos conflitos sociais. Autores como Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Lima Barreto e Augusto do Anjos se destacaram por suas obras que abordam a realidade brasileira da época.

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Pré Modernismo

O pré-modernismo no Brasil, que ocorreu nas duas primeiras décadas do século XX, representa a transição entre o Simbolismo e o Modernismo, caracterizando-se por críticas sociais e culturais. O período foi marcado por mudanças políticas e sociais significativas, como a República do café-com-leite e diversos conflitos sociais. Autores como Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Lima Barreto e Augusto do Anjos se destacaram por suas obras que abordam a realidade brasileira da época.

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O PRÉ-MODERNISMO NO

BRASIL
LÍNGUA PORTUGUESA
Prof. Esp. Rony Galdino Fernandes
Tarsila do Amaral

Operários - 1933
O que foi o pré-Modernismo
 O período sincrético histórico-literário brasileiro denominado Pré-
modernismo marca, durante as duas primeiras décadas do século XX, a
transição entre o Simbolismo e o Modernismo;

 Não é uma escola literária;

 Em sua obra “História Concisa da Literatura Brasileira”, o crítico literário


Alfredo Bosi afirma que é possível chamar pré-modernista “tudo o que,
nas primeiras décadas do século XX, problematiza a realidade social e
cultural do Brasil”;

 Período marcado pelas críticas e denúncias sociais.


Contexto histórico
 No Brasil, o fim do século XIX e o início do século XX foram marcados por importantes
mudanças políticas, econômicas e sociais.

 Em 1984, o primeiro presidente civil do país, Prudente de Morais, tomou posse, dando
início à chamada República do café-com-leite, onde a economia era dominada pelos
grandes cafeicultores de São Paulo e dos pecuaristas de Minas Gerais.

 O auge da produção agropecuária na região Sudeste, o crescente processo de


urbanização de São Paulo e o declínio da cultura canavieira do Nordeste.

 Ideologias entraram em choque e deram início a diversos conflitos sociais isolados,


tais como a Revolta de Canudos, no sertão nordestino; o caso do Padre Cícero, em
Juazeiro (Ceará); o fenômeno do cangaço; as Revoltas da Vacina e da Chibata, no Rio
de Janeiro; as greves operárias em São Paulo; e a Guerra do Contestado, na fronteira
entre os estados do Paraná e Santa Catarina.
Contexto histórico
 Em 31 de outubro de
1904, o Congresso
aprova uma lei tornando
obrigatória a vacinação
contra a varíola. A
população se revolta e
sai às ruas, promovendo
um quebra-quebra
generalizado, e pondo
em prova as ideias do
mais brilhante sanitarista
brasileiro: Oswaldo Cruz.

 A charge da revista O Malho, de 29


de outubro de 1904
Autores brasileiros
 1. Euclides da Cunha (1866-1909) Publicou Os Sertões: Campanha de Canudos, em 1902, a
qual é dividida em três partes: A Terra, o Homem, A Luta. Essa obra regionalista retrata a vida
do sertanejo. Publicou também a Guerra de Canudos (1896-1897) no interior da Bahia.

 2. Monteiro Lobato (1882-1948) Um dos mais influentes escritores do século XX, Monteiro
Lobato ficou muito conhecido por suas obras infantis de caráter educativo, como, por exemplo, a
série de livros do Sítio do Picapau Amarelo. Em 1918 publica Urupês, uma coletânea
regionalista de contos e crônicas. Já em 1919 publica Cidades Mortas, livro de contos que
retrata a queda do Ciclo do Café.

 3. Lima Barreto (1881-1922) Autor de uma obra critica veiculada aos temas sociais, o escritor
rompe com o nacionalista ufanista e faz críticas ao positivismo. Sua obra que merece destaque
é o Triste Fim de Policarpo Quaresma escrito numa linguagem coloquial. Nela, o autor faz crítica
à sociedade urbana da época.

 4. Augusto do Anjos (1884-1914) Sua única obra publicada em vida, Eu (1912), reúne diversos
poemas que chocam pelos temas, pela agressividade, pelo uso de uma linguagem coloquial e
cotidiana, bem como o de palavras consideradas antipoéticas.

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