Campo Grande – MS
DIÁRIO OFICIAL terça-feira,
29 de agosto de 2023
MINISTÉRIO PÚBLICO DE MATO GROSSO DO SUL
39 páginas Ano XIV – Número 2.966 mpms.mp.br
Gestão 2022-2024
Procurador-Geral de Justiça
Alexandre Magno Benites de Lacerda
Procurador-Geral Adjunto de Justiça Jurídico
Humberto de Matos Brittes
Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Administrativa
Nilza Gomes da Silva
Procurador-Geral Adjunto de Justiça Institucional
Paulo César Zeni
Procurador-Geral Adjunto de Justiça Legislativo
Romão Avila Milhan Junior
Corregedor-Geral do Ministério Público
Silvio Cesar Maluf
Corregedor-Geral Substituto do Ministério Público
Helton Fonseca Bernardes
Ouvidor do Ministério Público
Renzo Siufi
Chefe de Gabinete do Procurador-Geral de Justiça
Camila Augusta Calarge Doreto
Secretária-Geral do MPMS
Bianka Karina Barros da Costa
COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA
Procurador de Justiça Sergio Luiz Morelli Procurador de Justiça Aroldo José de Lima
Procurador de Justiça Mauri Valentim Riciotti Procurador de Justiça Adhemar Mombrum de Carvalho Neto
Procurador de Justiça Hudson Shiguer Kinashi Procurador de Justiça Gerardo Eriberto de Morais
Procurador de Justiça Olavo Monteiro Mascarenhas Procurador de Justiça Luis Alberto Safraider
Procuradora de Justiça Irma Vieira de Santana e Anzoategui Procuradora de Justiça Sara Francisco Silva
Procuradora de Justiça Nilza Gomes da Silva Procuradora de Justiça Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya
Procurador de Justiça Silvio Cesar Maluf Procuradora de Justiça Mara Cristiane Crisóstomo Bravo
Procurador de Justiça Antonio Siufi Neto Procurador de Justiça Helton Fonseca Bernardes
Procurador de Justiça Evaldo Borges Rodrigues da Costa Procurador de Justiça Paulo Cezar dos Passos
Procuradora de Justiça Marigô Regina Bittar Bezerra Procurador de Justiça Rodrigo Jacobina Stephanini
Procurador de Justiça Belmires Soles Ribeiro Procurador de Justiça Silasneiton Gonçalves
Procurador de Justiça Humberto de Matos Brittes Procurador de Justiça Sergio Fernando Raimundo Harfouche
Procurador de Justiça João Albino Cardoso Filho Procuradora de Justiça Ana Lara Camargo de Castro
Procuradora de Justiça Lucienne Reis D’Avila Procurador de Justiça André Antônio Camargo Lorenzoni
Procuradora de Justiça Ariadne de Fátima Cantú da Silva Procuradora de Justiça Filomena Aparecida Depolito Fluminhan
Procurador de Justiça Francisco Neves Junior Procurador de Justiça Rogerio Augusto Calabria de Araujo
Procurador de Justiça Edgar Roberto Lemos de Miranda Procuradora de Justiça Vera Aparecida Cardoso Bogalho Frost Vieira
Procurador de Justiça Marcos Antonio Martins Sottoriva Procurador de Justiça Marcos Fernandes Sisti
Procuradora de Justiça Esther Sousa de Oliveira
EXPEDIENTE EXTERNO:
De 2ª a 6ª feira, das 12 às 19 horas.
DISQUE DENÚNCIA
Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais
(67) 3318-2091 e-mail: [email protected]
Centro de Apoio Operacional dos Direitos Constitucionais do Cidadão
e dos Direitos Humanos e das Pessoas com Deficiência
(67) 3357-2449 e-mail:
[email protected]mpms.mp.br PÁGINA 1
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA
PORTARIA Nº e-979/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Juliana Martins Zaupa 1 (um) dia de licença para tratamento de saúde,
no dia 10.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso II, e 150, parágrafo único, da Lei Complementar nº 72, de 18 de
janeiro de 1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-980/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Alexandre Estuqui Junior 5 (cinco) dias de licença por motivo de doença
em pessoa da família, no período de 1º a 5.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso III, e 151 da Lei Complementar nº
72, de 18.1.994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-981/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Adriano Barrozo da Silva 1 (um) dia de licença para tratamento de saúde,
no dia 18.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso II, e 150, parágrafo único, da Lei Complementar nº 72, de 18 de
janeiro de 1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-982/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Andréa de Souza Resende, nos termos dos artigos 139, inciso I, e
140 da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994, e do artigo 14, § 3º, da Resolução nº 19/2009-PGJ, de 4.11.2009, conforme
segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2020/2021 12 11 a 22.9.2023 GOZO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
mpms.mp.br PÁGINA 2
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
PORTARIA Nº e-983/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Emy Louise Souza de Almeida Albertini 14 (quatorze) dias de licença
para tratamento de saúde, no período de 21.8 a 3.9.2023, nos termos dos artigos 139, inciso II, e 150, parágrafo único, da
Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-984/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Eduardo de Araujo Portes Guedes 3 (três) dias de licença por motivo de
doença em pessoa da família, no período de 8 a 10.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso III, e 151 da Lei
Complementar nº 72, de 18.1.994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-985/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas
atribuições que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Alterar a Portaria nº e-939/2023-PGJ, de 8.8.2023, na parte que concedeu a conversão em abono pecuniário de
um terço das férias ao Promotor de Justiça Eteocles Brito Mendonça Dias Junior, de forma que, onde costa: "Período - 20
a 29.9.2023", passe a constar: "Período - 21 a 30.9.2023".
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-986/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder a conversão em abono pecuniário de um terço das férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Daniel Higa de
Oliveira, nos termos do artigo 149, § 1º da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994, conforme segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2022/2023 10 21 a 30.8.2023 ABONO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
mpms.mp.br PÁGINA 3
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
PORTARIA Nº e-987/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias e a conversão em abono pecuniário de um terço das férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Gabriel
da Costa Rodrigues Alves, nos termos dos artigos 139, inciso I, 140, e 149, § 1º, da Lei Complementar nº 72, de 18.1.994,
conforme segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2020/2021 10 20 a 29.11.2023 ABONO NÃO
2019/2020 10 11 a 20.12.2023 GOZO SIM
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-988/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias e a conversão em abono pecuniário de um terço das férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Gisleine
Dal Bó, nos termos dos artigos 139, inciso I, 140, e 149, § 1º, da Lei Complementar nº 72, de 18.1.994, conforme segue
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2021/2022 10 28.8 a 6.9.2023 GOZO SIM
2021/2022 10 11 a 20.9.2023 ABONO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-989/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder a conversão em abono pecuniário de um terço das férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Jiskia Sandri
Trentin, nos termos do artigo 149, § 1º da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994, conforme segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2021/2022 10 18 a 27.8.2023 ABONO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
mpms.mp.br PÁGINA 4
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
PORTARIA Nº e-990/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Karina Ribeiro dos Santos Vedoatto, nos termos dos artigos 139,
inciso I, e 140 da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994, e do artigo 14, § 3º, da Resolução nº 19/2009-PGJ, de 4.11.2009,
conforme segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2022/2023 9 20 a 28.11.2023 GOZO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-991/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias e a conversão em abono pecuniário de um terço das férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Lenize
Martins Lunardi Pedreira, nos termos dos artigos 139, inciso I, 140, e 149, § 1º, da Lei Complementar nº 72, de 18.1.994,
conforme segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2022/2023 10 12 a 21.9.2023 ABONO NÃO
2022/2023 10 23.10 a 1.11.2023 GOZO SIM
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-992/2023/PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder férias ao(à) Promotor(a) de Justiça Luciana do Amaral Rabelo, nos termos dos artigos 139, inciso I, e
140 da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994, e do artigo 14, § 3º, da Resolução nº 19/2009-PGJ, de 4.11.2009, conforme
segue:
PERÍODO AQUISITIVO QUANTIDADE DE DIAS PERÍODO MODALIDADE ADICIONAL DE FÉRIAS
2021/2022 5 21 a 25.8.2023 GOZO NÃO
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-993/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Paulo da Graça Riquelme de Macedo Junior 2 (dois) dias de licença por
motivo de doença em pessoa da família, nos dias 14 e 15.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso III, e 151 da Lei
Complementar nº 72, de 18.1.1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
mpms.mp.br PÁGINA 5
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
PORTARIA Nº e-994/2023 - PGJ, DE 25.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Wilson Canci Junior 1 (um) dia de licença por motivo de doença em
pessoa da família, no dia 18.8.2023, nos termos dos artigos 139, inciso III, e 151 da Lei Complementar nº 72, de 18.1.1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PORTARIA Nº e-996/2023 - PGJ, DE 28.8.2023
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso das atribuições
que lhe confere o inciso XXX do artigo 7º da Lei Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994,
RESOLVE:
Conceder ao(à) Promotor(a) de Justiça Estéfano Rocha Rodrigues da Silva 14 (quatorze) dias de licença para
tratamento de saúde, no período de 21.8 a 3.9.2023, nos termos dos artigos 139, inciso II, e 150, parágrafo único, da Lei
Complementar nº 72, de 18 de janeiro de 1994.
ALEXANDRE MAGNO BENITES DE LACERDA
Procurador-Geral de Justiça
PROCURADORIA-GERAL ADJUNTA DE JUSTIÇA ADMINISTRATIVA
PORTARIA Nº 4466/2023-PGJ, DE 18.8.2023
A PROCURADORA-GERAL ADJUNTA DE JUSTIÇA ADMINISTRATIVA, no uso das atribuições que lhe
confere o artigo 2º, inciso VI, da Resolução nº 12/2020-PGJ, de 5.5.2020,
RESOLVE:
Conceder férias regulamentares à servidora Érica Maylane Rigo Borges, referentes ao período aquisitivo
2022/2023, a serem usufruídas no período de 21.9 a 10.10.2023, bem como a conversão de um terço das férias em abono
pecuniário no período de 16 a 25.10.2023, nos termos dos artigos 1º, 4º, 14 e 15 da Resolução nº 28/2018-PGJ, de
23.11.2018; 123 da Lei nº 1.102, de 10.10.1990, com a nova redação dada pela Lei nº 2.964, de 23.12.2004; e 22, inciso
III, e 29-A da Lei nº 4.134, de 6.12.2011, com redação dada pela Lei nº 4.972, de 29.12.2016.
NILZA GOMES DA SILVA
Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Administrativa
PORTARIA Nº e-995/2023/PGJ, DE 25.8.2023
A PROCURADORA-GERAL ADJUNTA DE JUSTIÇA ADMINISTRATIVA, no uso das atribuições que lhe
confere o artigo 2º, inciso V, da Resolução nº 12/2020-PGJ, de 05 de maio de 2020,
RESOLVE
Suspender as férias concedidas à servidora Catarina Costa da Silva, por meio da Portaria nº e-124/2023, de
31.1.2023, referentes ao período aquisitivo 2020/2021, a serem usufruídas no período de 11 a 20.9.2023, a serem
usufruídas no período de 5 a 14.2.2024, por necessidade de serviço, nos termos do artigo 10, da Resolução nº 28/2018-
PGJ, de 23.11.2018.
NILZA GOMES DA SILVA
Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Administrativa
mpms.mp.br PÁGINA 6
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
CONSELHO SUPERIOR
DELIBERAÇÕES PROFERIDAS NA 14ª SESSÃO DE JULGAMENTO VIRTUAL DO CONSELHO
SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL INICIADA EM 7 DE
AGOSTO DE 2023.
2. Ordem do dia:
2.1. Julgamento de Inquéritos Civis e Procedimentos:
2.1.1. RELATORA-CONSELHEIRA IRMA VIEIRA DE SANTANA E ANZOATEGUI:
1. Inquérito Civil nº 06.2018.00001461-0
Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público Estadual
Requeridas: Prefeitura Municipal de Bela Vista e Empresa Mak Construtora e Comércio Ltda. - ME
Assunto: Apurar irregularidades na conclusão do objeto da licitação n. 055/2014, tomada de preço n. 002/2014, contrato
n. 119/2014, firmado entre a Prefeitura Municipal de Bela Vista e a empresa Mak Construtora e Comércio Ltda-ME.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - COMARCA DE BELA VISTA – APURAR IRREGULARIDADES NA
CONCLUSÃO DO OBJETO DA LICITAÇÃO N. 055/2014, TOMADA DE PREÇO N. 002/2014 E CONTRATO N.
119/2014, FIRMADO ENTRE A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA E A EMPRESA MAK
CONSTRUTORA E COMÉRCIO LTDA – DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - IRREGULARIDADES CONSTATADAS
E SANADAS - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que o
objeto do feito está esgotado, porquanto as irregularidades apontadas na portaria do procedimento foram sanadas pela
Secretaria Municipal de Educação de Bela Vista, inexistindo outras medidas a serem adotadas no presente procedimento.
2. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui.
2. Inquérito Civil nº 06.2020.00001070-6
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Ney Ribeiro Fragelli
Assunto: Apurar desmatamento possivelmente ilegal de vegetação nativa, no imóvel rural denominado Fazenda Pontal,
localizado no município de Aquidauana/MS, constatado pelo Parecer Nugeo nº 918/17 (Operação Cervo-do-Pantanal –
2013/2015), e corroborado com o Parecer Técnico NMI 7/2020 do IBAMA.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - MEIO AMBIENTE - COMARCA DE AQUIDAUANA – APURAR
DESMATAMENTO POSSIVELMENTE ILEGAL DE VEGETAÇÃO NATIVA NA “FAZENDA PONTAL” -
AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA REPARAÇÃO DO DANO AMBIENTAL - ENUNCIADO Nº 10/2017 DO
CSMP - NECESSIDADE DE DILIGÊNCIAS - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO NÃO HOMOLOGADA. 1.
Analisando os autos, verifica-se que o arquivamento do presente procedimento se mostra prematuro, tendo em vista que
não há nos autos a comprovação de que as irregularidades ambientais foram sanadas. 2. Assim, faz-se necessário o retorno
dos autos à Promotoria de Justiça de origem para que seja expedido ofício à Polícia Militar Ambiental, requisitando a
realização de vistoria in loco, a fim de averiguar se há necessidade de elaboração de Projeto para Recuperação de Área
Degradada e/ou Alterada - PRADE ou adoção de outras medidas para reparação dos danos ambientais. 3. Promoção de
arquivamento não homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, não homologou a promoção de arquivamento e determinou o retorno
dos autos à Promotoria de Justiça de origem para realização das diligências sugeridas, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui.
3. Inquérito Civil nº 06.2020.00001112-7
5ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Corumbá
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Corumbá
mpms.mp.br PÁGINA 7
DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
Assunto: Apurar suposta violação ao artigo 21, § 2º, da Lei Complementar nº 89/2005 do Município de Corumbá, na
medida em que não estaria sendo respeitado o limite mínimo de 20% de reserva de cargos comissionados para servidores
efetivos no Município de Corumbá, bem como irregularidades na nomeação de diversas pessoas para cargos de
provimento em comissão sem as qualificações necessárias para o desempenho de funções de chefia, assessoramento e
direção
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - COMARCA DE CORUMBÁ – APURAR SUPOSTA VIOLAÇÃO AO ARTIGO 21,
§2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 89/2005 DO MUNICÍPIO DE CORUMBÁ, BEM COMO IRREGULARIDADES
NA NOMEAÇÃO DE PESSOAS PARA CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO SEM AS QUALIFICAÇÕES
NECESSÁRIAS PARA O DESEMPENHO DAS FUNÇÕES - DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - NÃO
CONSTATAÇÃO DE IRREGULARIDADES - AUSÊNCIA DE ELEMENTOS QUE CARACTERIZEM A PRÁTICA
DE ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1.
Compulsando os autos, verifica-se que o objeto do feito está esgotado, haja vista a ausência de elementos que demonstrem
a efetiva ocorrência de prejuízos ao erário ou qualquer outra irregularidade que caracterize a prática de ato ímprobo pelos
agentes públicos responsáveis. 2. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui.
4. Inquérito Civil nº 06.2022.00000355-7
34ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Campo Grande
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: A apurar
Assunto: Apurar a falta de inscrição da propriedade Sitiocas Alvorada, no Cadastro Ambiental Rural, o que, em tese,
descumpre o art. 29, §3º, do Código Florestal.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - MEIO AMBIENTE - COMARCA DE CAMPO GRANDE – APURAR A FALTA DE
INSCRIÇÃO DA PROPRIEDADE “SITIOCAS ALVORADA” NO CADASTRO AMBIENTAL RURAL –
DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS – IMÓVEL SITUADO EM ÁREA URBANA AUSÊNCIA DE IRREGULARIDADES
– PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que o imóvel ora
investigado está situado em área urbana, o que justifica a ausência de inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental
Rural - CAR. Portanto, não houve descumprimento ao art. 29, §3º, do Código Florestal, inexistindo outras medidas a
serem adotadas no presente procedimento. 2. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui.
5. Procedimento Preparatório nº 06.2023.00000038-6
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Paranaíba
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Paranaíba
Assunto: Apurar eventual situação de irregularidade ambiental envolvendo o lançamento de esgoto não tratado no córrego
Fazendinha, localizado nas proximidades da ETE/Sanesul, na cidade de Paranaíba.
EMENTA: PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO - MEIO AMBIENTE- COMARCA DE PARANAÍBA – APURAR
EVENTUAL SITUAÇÃO DE IRREGULARIDADE AMBIENTAL ENVOLVENDO O LANÇAMENTO DE ESGOTO
NÃO TRATADO NO CÓRREGO FAZENDINHA – DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS – REALIZAÇÃO DE VISTORIA
IN LOCO IRREGULARIDADES NÃO CONSTATADAS – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA.
1.Analisando os autos, verifica-se que os fatos que ensejaram a instauração do presente procedimento não mais subsistem,
haja vista que a Polícia Militar Ambiental constatou por meio do Relatório de Vistoria nº 002/3ºGPMA/2023 que não há
lançamento irregular de esgoto não tratado no Córrego Fazendinha, inexistindo outras medidas a serem adotadas no
presente procedimento. 2. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui.
2.1.2. RELATOR-CONSELHEIRO ANTONIO SIUFI NETO:
1. Inquérito Civil nº 06.2019.00000771-2
7ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Três Lagoas
Requerente: Denúncia Anônima (Patrimônio Público)
Requeridos: Município de Três Lagoas, Groen Engenharia e Meio Ambiente Ltda – Epp.
Assunto: Apurar eventual irregularidade no processo administrativo 127/2017, decorrente de adesão pelo Município de
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Três Lagoas à Ata de Registro de Preços do Exército Brasileiro, inclusive desvio de finalidade na execução do respectivo
contrato que recebeu o número 137/2017, o qual, com objetivo de reforma, foi utilizado para ampliação de escolas
municipais.
Advogada: Daniela de Oliveira Castanheira – OAB/MS nº 8.873.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - 7ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE TRÊS LAGOAS (MS) –
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – PROCESSO ADMINISTRATIVO – CONTRATAÇÃO DE EMPRESA
PRIVADA POR ADESÃO A ATA DE REGISTROS DE PREÇOS PELA MUNICIPALIDADE – ILEGALIDADE NÃO
CONSTATADA – IRREGULARIDADES SANADAS ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO DE TAC – DOLO NÃO
COMPROVADO - ATUAÇÃO MINISTERIAL COM RESOLUTIVIDADE - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO -
HOMOLOGAÇÃO. O presente feito merece ser arquivado, pois, não houve ilegalidade na prática de adesão pelo
Município de Três Lagoas em licitação realizada a nível federal pelo Exército brasileiro, constante na Composição de
Custos junto a Proposta de Preços e Edital do Pregão Eletrônico n. 002/2016 - UASG 160141 - Registro de Preços pelo
Ministério da Defesa - Comando Militar do Oeste/9ª Divisão de Exército – Comissão de Obras do 3° Grupamento de
Engenharia - CO/3° GPT. Em verdade, houve uma conduta administrativa inapropriada, mas não ilícita ou dolosa, na
realização posterior de quatro termos aditivos ao contrato original. Ademais, diante da atuação ministerial resolutiva,
foram integralmente aquilatadas as irregularidades constatadas, as quais foram objeto do Termo de Ajustamento de
Conduta de fls. 8612/8621, bem como instaurado o Procedimento Administrativo n.° 09.2023.00005237-4, cujo objeto é
acompanhar e fiscalizar o cumprimento integral das cláusulas avençadas no TAC em comento. Destarte, não restou
verificada qualquer conduta lesiva ou dolo apto à continuidade investigações, o que demonstra que as diligências cabíveis
ao caso em comento estão exauridas, devendo ser homologada a Promoção de Arquivamento com base no art. 17-A da
Lei no 8.429/92, e disposições contidas na Resolução no 03/2021 CGJ.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Antonio Siufi Neto.
2. Inquérito Civil nº 06.2018.00000214-6
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Vanja Maria Alves
Assunto: Apurar a regularidade jurídico-ambiental da carvoaria existente na Fazenda Paiaguás, de propriedade de Vanja
Maria Alves, localizada no Município de Aquidauana/MS, bem como possível dano ambiental decorrente do alastramento
de fogo proveniente da carvoaria que ocasionou a queima de 1500 ha de área de pastagem, mata nativa e reserva legal.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE AQUIDAUANA (MS) - MEIO AMBIENTE –
INCÊNDIO CULPOSO - EXTENSÃO DO DANO AMBIENTAL EM 1.500 HA DE VEGETAÇÃO NATIVA -
APURAR REGULARIDADE DA ATIVIDADE DE CARVOEJAMENTO – FAZENDA PAIAGUÁS - REALIZAÇÃO
DE TAC – TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO -
HOMOLOGAÇÃO. 1. Trata-se de Inquérito Civil instaurado para apurar a regularidade da atividade de carvoejamento
existente na Fazenda Paiaguás, localizada no município de Aquidauana/MS, com área total de 1.316,8948 ha e inscrição
no Cadastro Ambiental Rural CARMS n° 30171, de propriedade de Vanja Maria Alves, bem como averiguar a extensão
do dano ambiental ocasionado em razão do incêndio proveniente desta carvoaria e que ocasionou a queima de 1.500 ha
de vegetação nativa, pastagem e da reserva legal. 2. Cumpre destacar que, o artigo 3º da Resolução nº 005/CPJ/2015 do
Colégio de Procuradores de Justiça, passou a prever a possibilidade de instauração de Procedimentos Administrativos
para acompanhamento de TAC- Termo de Ajustamento de Conduta celebrado no bojo dos Inquéritos Civis ou de
Procedimentos Preparatórios, possibilitando assim, o arquivamento dos autos principais. 3. O caso em tela se enquadra
nessa possibilidade, haja vista que o presente inquérito civil possui TAC celebrado, e já foi instaurado o Procedimento
Administrativo nº 09.2023.00006181 no SAJ/MP para acompanhamento das cláusulas avençadas, razão pela qual deve
ser homologada a Promoção de Arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Antonio Siufi Neto.
3. Inquérito Civil nº 06.2020.00000249-4
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: Leonel Vargas Rondon
Assunto: Apurar dano ambiental causado no imóvel rural de matrícula nº 14.780, com área de 399,7568 hectares, de
propriedade de Leonel Vargas Rondon, abrangido pelo Diagnóstico Ambiental das Propriedades que margeiam o Rio
Apa.
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EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE BELA VISTA (MS) – MEIO AMBIENTE -
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DAS PROPRIEDADES QUE MARGEIAM O RIO APA - APURAR DANO
AMBIENTAL EM IMÓVEL RURAL – MANEJO INAPROPRIADO DO SOLO – AUSÊNCIA DE CERCAMENTO
DAS APPS E ÁREA DE RESERVA LEGAL – OCORRÊNCIA DE DESMATAMENTO - REALIZAÇÃO DE TAC –
TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Trata-se
de Inquérito Civil instaurado para apurar dano ambiental causado no imóvel rural de matrícula n° 14.780, com área de
399,7568 hectares, abrangido pelo Diagnóstico Ambiental das Propriedades que margeiam o Rio Apa. O presente feito
teve origem com o Voto de não homologação de arquivamento do IC 06.2018.00001609-5, que, conforme recomendação
de diligências apontadas pelo Conselheiro, foi dividido em quatro novos inquéritos. 2. Cumpre destacar que, o artigo 3º
da Resolução nº 005/CPJ/2015 do Colégio de Procuradores de Justiça, passou a prever a possibilidade de instauração de
Procedimentos Administrativos para acompanhamento de TAC- Termo de Ajustamento de Conduta celebrado no bojo
dos Inquéritos Civis ou de Procedimentos Preparatórios, possibilitando assim, o arquivamento dos autos principais. O
caso em tela se enquadra nessa possibilidade, haja vista que o presente inquérito civil possui TAC celebrado, e já foi
instaurado o Procedimento Administrativo nº09.2023.00006456-0 no SAJ/MP para acompanhamento das cláusulas
avençadas, razão pela qual deve ser homologada a Promoção de Arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Antonio Siufi Neto.
4. Inquérito Civil nº 06.2018.00001572-0
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requeridos: Nilton Rocha Filho e outros
Assunto: Apurar dano ambiental causado no imóvel Fazenda Vaca Mocha de propriedade de Nilton Rocha Filho e Outros,
as margens do Rio Apa.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE BELA VISTA - MEIO AMBIENTE - APURAR
DANO AMBIENTAL NA FAZENDA VACA MOCHA – MUNICÍPIO DE BELA VISTA (MS) – PROPRIEDADE
QUE MARGEIA O RIO APA – CONSTATAÇÃO DE PROCESSOS EROSIVOS – AUSÊNCIA DE CERCAMENTO
OBRIGATÓRIO – CONSERVAÇÃO AMBIENTAL DEFICITÁRIA – REALIZAÇÃO DE TAC – TERMO DE
AJUSTAMENTO DE CONDUTA - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO - HOMOLOGAÇÃO. 1. Trata-se de
Inquérito Civil, inicialmente instaurado para apurar danos ambientais causados no imóvel Fazenda Vaca Mocha,
propriedade de Nilton Rocha Filho e Outros, conforme se constata do "Diagnóstico Ambiental das Propriedades que
Margeiam o Rio Apa", elaborado pela empresa Deméter Engenharia Ltda, pontuando a existência de processos erosivos
na propriedade, ausência de cercamento das áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente. 2. Cumpre destacar
que, o artigo 3º da Resolução nº 005/CPJ/2015 do Colégio de Procuradores de Justiça, passou a prever a possibilidade de
instauração de Procedimentos Administrativos para acompanhamento de TAC- Termo de Ajustamento de Conduta
celebrado no bojo dos Inquéritos Civis ou de Procedimentos Preparatórios, possibilitando assim, o arquivamento dos
autos principais. O caso em tela se enquadra nessa possibilidade, haja vista que o presente inquérito civil possui TAC
celebrado, e já foi instaurado o Procedimento Administrativo nº no SAJ/MP para acompanhamento das cláusulas
avençadas, razão pela qual deve ser homologada a Promoção de Arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Antonio Siufi Neto.
5. Inquérito Civil nº 06.2018.00001636-2
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerida: Companhia Jaguari de Engenharia e Comércio Ltda.
Assunto: Apurar dano ambiental causado no imóvel Fazenda Santana do Apa de propriedade de Companhia Jaguari de
Engenharia e Comércio Ltda. e Outros, as margens do Rio Apa.
Retirado da pauta a pedido do Relator Conselheiro Antonio Siufi Neto.
2.1.3. RELATOR-CONSELHEIRO EVALDO BORGES RODRIGUES DA COSTA:
1. Procedimento Preparatório nº 06.2022.00000964-0
29ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Campo Grande
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: A Apurar
Assunto: Apurar possíveis irregularidades no processo de compra relacionado à Ata de Registro de Preços n.081/2020.
EMENTA: PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO - 29ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE CAMPO
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GRANDE/MS - APURAÇÃO DE POSSÍVEIS IRREGULARIDADES NO PROCESSO DE COMPRA
RELACIONADO À ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 081/2020 - DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - AUSÊNCIA
DE IRREGULARIDADE - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. Em detida análise à vasta
documentação amealhada nos autos, notadamente no que se refere aos quantitativos dos produtos adquiridos, a data de
entrada no sistema do Almoxarifado Geral e as informações do Relatório Ficha de Estoque Entrada e Saída, constatou-se
que as saídas realizadas após a entrada dessas compras ocorreram de forma regular, os produtos hospitalares foram
repassados para a CAFH, setor que gerencia a distribuição para os demais setores, ou seja, no presente caso, não houve a
irregular transferência com a nítida finalidade de baixar o estoque virtual sem a real movimentação da mercadoria, como
ocorreram nos demais casos investigados. Dessa forma, restando esclarecido o objeto de investigação destes autos, o
arquivamento do feito é medida de rigor. Promoção de arquivamento – homologação.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
2. Inquérito Civil nº 06.2018.00003352-8
2ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Aquidauana
Assunto: Apurar supostas irregularidades no Pregão Presencial n° 013/2015 Processo Administrativo n.º 020/2015, tendo
por objeto a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de transporte escolar nas linhas em que não
são utilizados veículos próprios da prefeitura.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - 2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE AQUIDAUANA/MS -
APURAÇÃO DE SUPOSTAS IRREGULARIDADES NO PREGÃO PRESENCIAL Nº 013/2015, TENDO POR
OBJETIVO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE
TRANSPORTE ESCOLAR NAS LINHAS EM QUE NÃO SÃO UTILIZADOS VEÍCULOS PRÓPRIOS DA
PREFEITURA - DILIGÊNCIAS REALIZADAS - DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - FATOS OCORRIDOS EM 2014
E 2015 - PRESCRIÇÃO - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. Denota-se que os fatos ora
investigados ocorreram supostamente nos anos de 2014 e 2015 enquanto o mandato do ex-Vereador Wilson Vicente
Ferreira terminou em 22 de junho de 2015 (fl. 168), ou seja, até o presente momento, passaram-se 08 (oito) anos do
término do exercício do mandato de vereador. Além disso, no tocante ao prazo prescricional, foi decidido que o novo
regime previsto na Lei nº 14.230/2021 é irretroativo, de modo que os novos marcos temporais se aplicam somente a partir
da publicação da lei, em 25 de outubro de 2021. Sendo assim, considerando-se que os fatos teriam ocorrido nos anos de
2014 e 2015 e o mandato do ex-Vereador Wilson Vicente Ferreira terminou em 22 de junho de 2015, seria inviável o
ajuizamento de eventual ação de improbidade administrativa, ante a prescrição quinquenal prevista no art. 23 da Lei n.
8.429/92, anterior às alterações promovidas pela Lei n. 14.230/21. Portanto, diante do lapso temporal superior a 05 (cinco)
anos desde a ocorrência dos fatos, bem como ante a ausência de elementos que configurem a prática de atos de
improbidade administrativa pelo ente municipal, não há fundamentos para a continuidade das diligências ou ajuizamento
de ação judicial cabível. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
3. Notícia de Fato nº 01.2023.00005195-3
4ª Promotoria de Justiça Criminal Residual da comarca de Dourados
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Luciano da Conceição Amorim
Assunto: Apurar manifestação de Luciano da Conceição Amorim, endereçada à Ouvidoria do Ministério Público do
Estado de Mato Grosso do Sul, solicitando o desarquivamento do auto de investigação preliminar n. 0900049-
05.2020.8.12.0002, uma vez que, em tese, existe prova nova da infração penal de falsidade ideológica apurada no aludido
feito.
EMENTA: RECURSO EM NOTÍCIA DE FATO - 4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE
DOURADOS/MS - REPRESENTAÇÃO QUE SOLICITA O DESARQUIVAMENTO DO AUTO DE
INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR Nº 0800049-05.2020.8.12.0002 - INOCORRÊNCIA DE ILICITUDE -
INEXISTÊNCIA DE FATOS NOVOS - RECURSO DESPROVIDO. Não obstante as razões apresentadas pelo
Recorrente, tem-se que o presente recurso merece ser desprovido, ante a ausência de elementos e fatos novos e ilícitos
aptos a ensejar a continuidade da presente "Notícia de Fato". Recurso desprovido.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, votou pelo desprovimento do recurso interposto e pela manutenção do
arquivamento da notícia de fato, nos termos do voto do Relator Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
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4. Inquérito Civil nº 06.2021.00001429-4
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Naviraí
Requerente: Ministério Público Estadual
Requeridos: Murilo Lemos Dorázio e Regina Amabile Dorazio
Assunto: Apurar as condições jurídico-ambientais na Fazenda “Santa Umbelina”, de propriedade do Requerido,
localizada na cidade de Naviraí, constatada durante a execução do Projeto SOS Rios Córrego Curupaí.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE NAVIRAÍ/MS - APURAÇÃO
DAS CONDIÇÕES JURÍDICO-AMBIENTAIS DA “FAZENDA SANTA UMBELINA” (PROGRAMA SOS RIOS –
PROJETO CÓRREGO CURUPAÍ) - NECESSIDADE DE DILIGÊNCIAS - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
NÃO HOMOLOGADA. Denota-se que, embora os proprietários tenham elaborado o Projeto de Recuperação de Área
Degrada PRADA da propriedade, bem como apresentado o respectivo CAR do imóvel rural, faz-se necessário promover
novas diligências visando à formalização de termo de ajustamento de conduta. Ressalte-se que, conforme estabelece o
Enunciado nº 10 do Conselho Superior do Ministério Público, nos casos em que houver dano ambiental é imprescindível
a elaboração de "Termo de Ajustamento de Conduta" a fim de saná-lo, não sendo suficiente, apenas, a apresentação de
CAR e de PRADA para subsidiar a promoção de arquivamento. De tal modo, julga-se pelo cumprimento de tal
formalidade legal, não se homologando a promoção de arquivamento, por ora, determinando-se a baixa dos autos à
Promotoria de Justiça de origem para as providências necessárias.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, não homologou a promoção de arquivamento e determinou a remessa
do feito à Promotoria de Justiça de origem para adoção das providências necessárias, nos termos do voto do
Relator Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
5. Procedimento Preparatório nº 06.2022.00001559-7
43ª Promotoria de Justiça do Consumidor da comarca de Campo Grande
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerida: DTM Design e Tecnologia em Mobilidade Ltda. (Riva Cycles)
Assunto: Visa garantir aos consumidores em geral, que adquirem e que venham a adquirir bicicletas fabricadas pelo
fornecedor DTM Design e Tecnologia em Mobilidade Ltda. (Riva Cycles), a instalação e disponibilização de itens
obrigatórios de segurança, quais sejam, campainha, sinalização noturna e espelho retrovisor do lado esquerdo.
Retirado da pauta de julgamento virtual a pedido do Relator Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
6. Inquérito Civil nº 06.2021.00001357-3
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Sete Quedas
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: João Carlos Hertel
Assunto: Apurar as condições jurídico-ambientais no Projeto de Assentamento Pirajui 2, lote 49, Sítio Dois Irmãos.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SETE QUEDAS/MS - APURAÇÃO DAS
CONDIÇÕES JURÍDICO-AMBIENTAIS NO LOTE 49 (SÍTIO 2 IRMÃOS) - FORMALIZAÇÃO DE TAC -
INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Nº 09.2023.00004928-0 PARA
ACOMPANHAMENTO DO TAC - RESOLUÇÃO Nº 005/CPJ/2015 - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO -
HOMOLOGAÇÃO. No curso do procedimento, verifica-se que o "Termo de Ajustamento de Conduta" celebrado às fls.
120/127, está em conformidade com as exigências da Resolução nº 15/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento
e fiscalização, inexistindo outras medidas a serem adotadas dentro do presente procedimento. Ademais, nos termos dos
artigos 38 e 39 da Resolução nº 15/2007-PGJ, a Promotoria de Justiça de origem informou que foi instaurado o
Procedimento Administrativo nº 09.2023.00004928-0 (fls. 129/130) para acompanhamento e fiscalização do
cumprimento integral das cláusulas do TAC firmado, em observância à redação do Enunciado nº 9 do Conselho Superior
do Ministério Público. Dessa forma, tendo o Parquet instaurado o Processo Administrativo no SAJ/MP, para o
acompanhamento e fiscalização do TAC, não remanescem providências a serem tomadas nestes autos. Promoção de
arquivamento – homologação.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Evaldo Borges Rodrigues da Costa.
2.1.4. RELATOR-CONSELHEIRO ADHEMAR MOMBRUM DE CARVALHO NETO:
1. Inquérito Civil de nº 06.2019.00000541-4
Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerida: Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS
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Assunto: Apurar suposta fraude em processo seletivo, bem como a legalidade da contratação do Sr. Magno Cabalhero
para o cargo de Analista de Licitação na Prefeitura Municipal de Bela Vista.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR SUPOSTA FRAUDE EM PROCESSO SELETIVO, BEM COMO A
LEGALIDADE DA CONTRATAÇÃO DO SR. MAGNO CABALLHERO PARA O CARGO DE ANALISTA DE
LICITAÇÃO NA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA - DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - NÃO RESTOU
SUFICIENTEMENTE IDENTIFICADA QUALQUER LESÃO AO INTERESSE JURIDICAMENTE TUTELADO -
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, depreende-se que os elementos
probatórios encartados aos autos não possuem a capacidade de demonstrar a ocorrência dos atos de improbidade
administrativa apontados na representação. 2. Se faz necessário ressaltar que as disposições da Lei de Improbidade
Administrativa foram significativamente alteradas com o advento da Lei de nº 14.230/2021, principalmente pela exigência
da presença de dolo específico para a configuração de todos os atos de improbidade e de efetiva comprovação de danos
causados ao erário, o que não se vislumbra dos autos carreados a este feito. 3. Destaca-se por isso, a impossibilidade de
propositura de Ação Civil Pública. Assim, voto pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Adhemar Mombrum de Carvalho Neto.
2. Procedimento Preparatório nº 06.2023.00000005-3 - SIGILOSO
7ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Três Lagoas
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, aprovou o Acordo de Não Persecução Cível nos exatos termos do voto
do Relator Conselheiro Adhemar Mombrum de Carvalho Neto.
3. Inquérito Civil nº 06.2018.00001217-7
Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerida: Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS
Assunto: Apurar ato de improbidade administrativa do Prefeito de Bela Vista/MS, consistente no pagamento de
gratificações, horas extras e cargos em comissão dos servidores municipais em desacordo com as leis municipais, bem
como irregularidades na receita corrente líquida dos último 12 meses originalmente apurados nos autos do IC 40/2016.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - APURAR ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA DO PREFEITO DE
BELA VISTA/MS, CONSISTENTE NO PAGAMENTO DE GRATIFICAÇÕES, HORAS EXTRAS E CARGOS EM
COMISSÃO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS EM DESACORDO COM AS LEIS MUNICIPAIS, BEM COMO
IRREGULARIDADES NA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA DOS ÚLTIMOS 12 MESES, ORIGINALMENTE
APURADOS NOS AUTOS DO IC 40/2016 - RECOMENDAÇÕES MINISTERIAIS ACATADAS - PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifico que o ente público acatou integralmente a
Recomendação Ministerial de Nº 02/2017. 2. Desta forma, o eminente representante deste Parquet em primeiro grau optou
por promover o arquivamento do procedimento em análise, em razão da desnecessidade de propositura de qualquer
medida judicial neste sentido, ou ainda da continuação das investigações. 3. Sem mais, voto pela homologação da
promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Adhemar Mombrum de Carvalho Neto.
4. Inquérito Civil nº 06.2017.00002128-3
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Miranda
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Luiz Carlos Pagani
Assunto: Apurar a ocorrência de irregularidade ambiental na Fazenda São Vicente, situada no munícipio de Bodoquena,
consistente na supressão de 43 (quarenta e três) hectares de vegetação nativa, sem autorização do órgão competente.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - APURAR A OCORRÊNCIA DE IRREGULARIDADE AMBIENTAL NA
FAZENDA SÃO VICENTE, SITUADA NO MUNICIPIO DE BODOQUENA, CONSISTENTE NA SUPRESSÃO DE
43 HECTARES DE VEGETAÇÃO NATIVA SEM AUTORIZAÇÃO DO ÓRGÃO COMPETENTE -. CELEBRAÇÃO
DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA - INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO
PARA O ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO DAS CLAUSULAS AVENÇADAS NO TAC - ENUNCIANDO
N. 9/CSMP E ARTS. 38 E 39 DA RESOLUÇÃO N. 15/2007-PGJ - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, nota-se que foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta com o requerido,
em conformidade com as exigências da Resolução nº 015/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento e
fiscalização, inexistindo outras medidas a serem adotadas dentro do presente procedimento. 2. Ademais, nos termos dos
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DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
arts. 38 e 39 da Resolução nº 15/2007-PGJ, a resolutiva Promotora de Justiça de origem determinou a instauração do
Procedimento Administrativo de n.º 09.2023.00000816-7 para acompanhamento e fiscalização do cumprimento integral
das cláusulas do TAC firmado, de acordo também, com a redação do Enunciado nº 9 do Conselho Superior do Ministério
Público. 3. Assim, voto pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Adhemar Mombrum de Carvalho Neto.
5. Inquérito Civil de nº 06.2022.00000655-4
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Camapuã
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Camapuã/MS
Assunto: Apurar suposto desvio de finalidade na utilização de maquinário do munícipio de Camapuã em propriedade
privada do senhor Sirinei Scariot, localizada no município de Bandeirantes.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - APURAR SUPOSTO DESVIO DE FINALIDADE NA UTILIZAÇÃO DE
MAQUINÁRIO DO MUNICÍPIO DE CAMAPUÃ EM PROPRIEDADE PRIVADA DO SENHOR SIRINEI SCARIOT,
LOCALIZADA NO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES/MS - DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS - NÃO RESTOU
SUFICIENTEMENTE IDENTIFICADA QUALQUER LESÃO AO INTERESSE JURIDICAMENTE TUTELADO -
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. Analisando os autos, depreende-se que os elementos
probatórios encartados aos autos não possuem a capacidade de demonstrar a ocorrência dos atos de improbidade
administrativa apontados na representação. 2. Se faz necessário ressaltar que as disposições da Lei de Improbidade
Administrativa foram significativamente alteradas com o advento da Lei de nº 14.230/2021, principalmente pela exigência
da presença de dolo específico para a configuração de todos os atos de improbidade e de efetiva comprovação de danos
causados ao erário, o que não se vislumbra dos autos carreados a este feito. 3. Destaca-se por isso, a inviabilidade de
propositura de Ação Civil Pública, ou ainda, a continuação das investigações no presente Procedimento. 4. Assim, voto
pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Adhemar Mombrum de Carvalho Neto.
2.1.5. RELATORA-CONSELHEIRA LENIRCE APARECIDA AVELLANEDA FURUYA:
1. Inquérito Civil nº 06.2018.00002951-3
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Camapuã
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: Moacyr Basso Júnior
Assunto: Apurar eventual dano ambiental, consistente no desmatamento de 59,63 ha, na Fazenda Escorpianos III, de
propriedade de Moacyr Basso Júnior, no município de Camapuã.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL - COMARCA DE CAMAPUÃ - APURAR DANO AMBIENTAL CONSISTENTE NO
DESMATAMENTO DE VEGETAÇÃO NATIVA SEM AUTORIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS COMPETENTES - ÁREA
DE 6,87 HECTARES QUE NÃO AFETOU RESERVA LEGAL, UNIDADE DE CONSERVAÇÃO OU ÁREA DE
PROTEÇÃO PERMANENTE - SANÇÕES ADMINISTRATIVAS SUFICIENTES PARA O CASO - INCIDÊNCIA
DO ENUNCIADO 03 DO CSMP - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. No transcurso do presente
procedimento, ficou constatada a inexistência de irregularidades a serem sanadas, porquanto, a ação do requerido foi de
menor potencial ofensivo, se comparado a extensão total do imóvel, pois atingiu 6,87 hectares de extensão e não afetou a
Reserva Legal, Unidade de Conservação ou Área de Preservação Permanente. Ademais, certificou-se que a propriedade
se encontra devidamente inscrita no Cadastro Ambiental Rural CARMS, sendo que as sanções administrativas foram
suficientes para o caso em concreto. Assim, vota-se pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya.
2. Inquérito Civil nº 06.2018.00003495-0
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requeridos: Sandro Aurélio Hey e outro
Assunto: Verificar a regularização da reserva legal em campo e junto ao CRI, bem como a preservação/isolamento de
APP.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE AQUIDAUANA - VERIFICAR A REGULARIZAÇÃO DA
RESERVA LEGAL E O ISOLAMENTO DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - IRREGULARIDADES
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SANADAS - RELATÓRIO DE VISTORIA COMPROVANDO A AUSÊNCIA DE DANO - REGULARIZAÇÃO DO
CADASTRO AMBIENTAL RURAL DEVIDAMENTE REALIZADO - ATUAÇÃO MINISTERIAL COM
RESOLUTIVIDADE - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. Compulsando os autos, verifica-se que
as irregularidades constatadas durante as investigações foram devidamente sanadas, conforme consta no Relatório de
Vistoria e no recibo de inscrição no CAR/MS, que atestaram a existência de percentual de Reserva Legal acima do
legalmente exigido e o devido isolamento da Área de Preservação Permanente. Assim, vota-se pela homologação da
promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya.
3. Inquérito Civil nº 06.2020.00001241-5
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Mundo Novo
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requeridos: José Carlos Costenaro e Alvori Junior de Lima
Assunto: Apurar a regularidade jurídico-ambiental da supressão de 2,37 hectares de vegetação nativa, integrante do Bioma
de Mata Atlântica (art. 2º da Lei Federal 11.428/06), na Estância Brasil Gleba A, em Japorã/MS, sem autorização da
autoridade ambiental competente, conforme Relatório de Informações Complementares nº 45/2ºGPMA/2020, Relatório
de Fiscalização Ambiental n. 027/3ºGPMA/2ºPEL/5ªCIA/BPMA/2021, Parecer n. 51/21/NUGEO e Parecer n.
313/20/NUGEO (Programa DNA Ambiental).
Advogada: Caroline Megda Godofredo – OAB/PR nº 86.447.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE MUNDO NOVO – MUNICÍPIO DE JAPORÃ – DANO
AMBIENTAL - SUPRESSÃO VEGETAL DO BIOMA MATA ATLÂNTICA PRESENTE EM RESERVA LEGAL -
CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA - TAC DE ACORDO COM O ART. 33 AO 43 DA
RESOLUÇÃO N.º 15/2007 - INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO VISANDO
ACOMPANHAR E FISCALIZAR SEU CUMPRIMENTO - INCIDÊNCIA DO ENUNCIADO Nº 09 DO CSMP -
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. Compulsando os autos, denota-se que o Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC) encontra-se de acordo com o regramento capitulado no art. 33 ao art. 43 da Resolução
PGJ n.º 15/2007. Ademais, verifica-se que foi instaurado Procedimento Administrativo, com o fim de acompanhar e
fiscalizar o cumprimento integral do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), conforme preceitua o art. 39 da Resolução
n.º 15/2012 da PGJ. Assim, vota-se pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya.
4. Inquérito Civil nº 06.2021.00001146-4
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requeridas: Marlene Godoy Doueidar e Fazenda Rancho do Ciro
Assunto: Apurar desmatamento possivelmente ilegal de 3,00 hectares de vegetação, sendo esta localizada em área
proposta para constituição de Reserva Legal, ocorrido na Fazenda Rancho do Ciro em Caracol/MS, detectado pelo Parecer
Nugeo nº 37/20.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE BELA VISTA - DANO AMBIENTAL - SUPRESSÃO VEGETAL
EM RESERVA LEGAL - CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA - TAC DE ACORDO
COM O ART. 33 AO 43 DA RESOLUÇÃO N.º 15/2007 - INCIDÊNCIA DO ENUNCIADO Nº 09 DO CSMP -
CUMPRIMENTO INTEGRAL DAS OBRIGAÇÕES - PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA.
Compulsando os autos, denota-se que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) encontra-se de acordo com o
regramento capitulado no art. 33 ao art. 43 da Resolução PGJ n.º 15/2007. Ademais, verifica-se que houve o cumprimento
integral do TAC, de modo a dispensar a instauração de Procedimento Administrativo para o seu acompanhamento. Assim,
vota-se pela homologação da promoção de arquivamento.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya.
2.1.6. RELATORA-CONSELHEIRA MARA CRISTIANE CRISÓSTOMO BRAVO:
1. Inquérito Civil nº 06.2021.00000767-1
31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Campo Grande
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: A apurar
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Assunto: Apurar eventual ato de improbidade administrativa, e/ou quaisquer
outras irregularidades no Processo Licitatório n. 55/001.213/2019, cujo objeto é o registro de preços para aquisição de
exames de bioquímica e imuno hormônio, com cessão de equipamentos integrados e automatizados.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE CAMPO GRANDE – PATRIMÔNIO PÚBLICO – APURAR
EVENTUAL ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA EM PROCESSO LICITATÓRIO PARA AQUISIÇÃO
DE EXAMES DE BIOQUÍMICA E IMUNO-HORMÔNIO – INEXISTÊNCIA DE ATO DOLOSO COM FIM ILÍCITO
– ATO ÍMPROBO NÃO CONFIGURADO – DANO AO ERÁRIO NÃO VERIFICADO – PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. O arquivamento do inquérito se justifica, porquanto não houve comprovação de
ato doloso com fim ilícito que configure ato de improbidade administrativa, tampouco foi identificado ato ilícito causador
de efetivo dano ao erário. O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul determinou o arquivamento do Processo
TC/7062/2020, instaurado para fiscalizar o referido certame, em razão da perda
do objeto. Desse modo, esgotadas todas as diligências, inexiste fundamento para a propositura de ação civil, razão pela
qual a promoção de arquivamento merece ser homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
2. Inquérito Civil nº 06.2018.00000451-1
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Camapuã
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Silvino Fernandes Martins
Assunto: Apurar possível intervenção em área de preservação permanente apontada nos autos nº 0801470-
83.2015.8.12.0006, conforme ofício nº 2067/2017, da 2ª Vara da comarca de Camapuã, praticada pelo proprietário do
terreno na matrícula nº 2.673.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE CAMAPUÃ – MEIO AMBIENTE – APURAR POSSÍVEL
INTERVENÇÃO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE – CÓRREGO GROTA – VISTORIA IN LOCO –
ÁREA URBANA CONSOLIDADA – EDIFICAÇÃO ANTERIOR À VIGÊNCIA DO CÓDIGO FLORESTAL (2012)
– FAIXA NÃO EDIFICÁVEL RESPEITADA – DANO AMBIENTAL NÃO VERIFICADO – PERDA DO OBJETO –
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. A promoção de arquivamento merece ser homologada,
porquanto foi constatada a regularidade jurídico-ambiental do imóvel urbano investigado. Após inspeção in loco pela
Polícia Militar Ambiental, esclarecimentos da perícia técnica e informações da Prefeitura Municipal de Camapuã,
concluiu-se que a construção foi realizada em data anterior à vigência do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), estando
fora da área não edificável do imóvel conforme a lei de regência à época (Lei nº 6.766/1979). Tratando-se de área urbana
consolidada, inexiste dano ambiental que justifique manutenção da investigação. Promoção de arquivamento
homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
3. Inquérito Civil nº 06.2023.00000042-0
Promotoria de Justiça Criminal Residual da comarca de Angélica
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Hospital Associação Beneficente de Angélica/MS
Assunto: Apurar falha no atendimento prestado ao paciente Adir Pereira da Silva, resultando em seu óbito, no Hospital
Associação Beneficente de
Angélica/MS, ocorrido em 25/05/2022.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE ANGÉLICA – SAÚDE PÚBLICA – APURAR EVENTUAL
FALHA NO ATENDIMENTO PRESTADO A PACIENTE, RESULTANDO EM SEU ÓBITO, NO HOSPITAL
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ANGÉLICA – ERRO MÉDICO NÃO CONSTATADO – AUSÊNCIA DE
INDÍCIOS MÍNIMOS DE NEGLIGÊNCIA, OMISSÃO OU FALHA – PERDA DO OBJETO – PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. A promoção de arquivamento merece ser homologada, porquanto não foram
identificados indícios mínimos de negligência, omissão ou falha na prestação de serviços médicos ao paciente Adir Pereira
da Silva. Após a conversão da notícia de fato em inquérito civil foram ouvidas inúmeras testemunhas e colhidos
documentos que atestaram a regularidade do atendimento prestado. Ausência de justa causa para manutenção das
investigações. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
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4. Inquérito Civil nº 06.2023.00000384-0
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Três Lagoas
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerida: Célia Cardoso Fernandes
Assunto: Apurar dano ambiental decorrente do descarte irregular de produtos alimentícios vencidos em área de
preservação ambiental.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE TRÊS LAGOAS – MEIO AMBIENTE – APURAR DANO
AMBIENTAL DECORRENTE DO DESCARTE IRREGULAR DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS VENCIDOS EM
ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL – IRREGULARIDADE CONSTATADA – TERMO DE AJUSTAMENTO
DE CONDUTA CELEBRADO – PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PARA ACOMPANHAMENTO
INSTAURADO – ATENDIMENTO DO ENUNCIADO Nº 09 DO CSMP – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. A celebração de Termo de Ajustamento de Conduta incluindo obrigações de fazer, não fazer e reparar
o dano ambiental, justifica o arquivamento do Inquérito Civil. O Procedimento Administrativo para acompanhar o
cumprimento das cláusulas do acordo foi devidamente instaurado pela Promotoria de Justiça de origem. Decisão em
conformidade com o Enunciado nº 09 do Conselho Superior do Ministério Público. Promoção de arquivamento
homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
5. Inquérito Civil nº 06.2021.00001340-7
3ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Sidrolândia
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: A apurar
Assunto: Apurar possível violação à Lei nº 8.666/93 em decorrência dos atos
administrativos praticados na licitação modalidade Pregão Presencial nº 50/2019.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE SIDROLÂNDIA – PATRIMÔNIO PÚBLICO – APURAR
POSSÍVEL VIOLAÇÃO À LEI Nº 8.666/93 EM DECORRÊNCIA DOS ATOS ADMINISTRATIVOS PRATICADOS
NA LICITAÇÃO MODALIDADE PREGÃO PRESENCIAL Nº 50/2019 – RELATÓRIO DO GECOC – AUSÊNCIA
DE INDÍCIOS MÍNIMOS DE ILEGALIDADE – REGULARIDADE DO PROCEDIMENTO DE LICITAÇÃO – DANO
AO ERÁRIO NÃO VERIFICADO – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. O arquivamento do
inquérito se justifica, porquanto não houve comprovação de indícios mínimos de irregularidade que contamine o processo
licitatório. Após apresentação de relatório pelo GECOC e oitiva de testemunhas, certificou-se o trâmite regular do Pregão
Presencial nº 50/2019 e não foi identificado ato ilícito causador de efetivo dano ao erário. Desse modo, esgotadas todas
as diligências, inexiste fundamento para a propositura de ação civil pública, razão pela qual a promoção de arquivamento
merece ser homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo. A Conselheira Irma Vieira de Santana e Anzoategui se
deu por impedida de exarar manifestação nestes autos.
6. Inquérito Civil nº 06.2020.00000512-5
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerida: Fazenda Onça Parda
Assunto: Apurar suposto dano ambiental decorrente da exploração de 6,16 hectares de vegetação nativa na propriedade
denominada Fazenda Onça Parda em Bela Vista/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – COMARCA DE BELA VISTA – MEIO AMBIENTE – APURAR SUPOSTO DANO
AMBIENTAL DECORRENTE DA EXPLORAÇÃO DE 6,16 HECTARES DE VEGETAÇÃO NATIVA NA
FAZENDA ONÇA PARDA – SUPRESSÃO DE 3,41 HECTARES CONSTATADO POR RELATÓRIO DE VISTORIA
– AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO – TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA CELEBRADO – OBRIGAÇÃO
CUMPRIDA – DESNECESSIDADE DE INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PARA
ACOMPANHAMENTO – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. A celebração de Termo de
Ajustamento de Conduta incluindo obrigação de reparar os danos ambientais justifica o arquivamento do Inquérito Civil.
O compromissário demonstrou o pagamento à vista da indenização estabelecida, tornando desnecessária a instauração de
Procedimento Administrativo para acompanhamento. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
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7. Procedimento Preparatório nº 06.2023.00000062-0 - SIGILOSO
29ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Campo Grande
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Mara Cristiane Crisóstomo Bravo.
2.1.7. RELATORA-CONSELHEIRA FILOMENA APARECIDA DEPÓLITO FLUMINHAN:
1. Inquérito Civil nº 06.2018.00002821-4
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Ivinhema
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Ivinhema/MS
Assunto: Apurar eventual ilegalidade e ato de improbidade administrativa, consistente na contratação de servidores
através de processo seletivo simplificado em detrimento da realização de concurso público para provimento de servidores
efetivos.
Advogado: Fernando Pereira – OAB/MS nº 21.374.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR EVENTUAL ILEGALIDADE E ATO DE IMPROBIDADE
ADMINISTRATIVA, CONSISTENTE NA CONTRATAÇÃO DE SERVIDORES ATRAVÉS DE PROCESSO
SELETIVO SIMPLIFICADO EM DETRIMENTO DA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO PARA
PROVIMENTO DE SERVIDORES EFETIVOS – ATUAÇÃO RESOLUTIVA DO MINISTÉRIO PÚBLICO –
IRREGULARIDADES SANADAS – REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DE
CARGOS – RECOMENDAÇÕES ATENDIDAS – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. As
irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram sanadas a contento, sem a necessidade de celebração de ajuste
de conduta ou de ação civil pública; 2. Observa-se que após diligente atuação da Promotoria de Justiça de origem e o
acatamento pelo ente municipal das recomendações expedidas pelo Parquet, foi realizado concurso público para
provimento de diversos cargos no município de Ivinhema, o qual encontra-se devidamente homologado; 3. Ademais, foi
instaurado procedimento administrativo para acompanhamento da nomeação dos aprovados, razão pela qual não há
justificativa para que o Inquérito Civil ora em discussão permaneça em andamento, visto que após atuação resolutiva do
Parquet de piso, o objeto da investigação esgotou-se; 4. A homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho
Superior do Ministério Público não impede, com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das investigações
ou a propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito
Civil); 5. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
2. Inquérito Civil nº 06.2019.00000652-4
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Camapuã
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: Joaquim de Jesus Campos de Faria
Assunto: Apurar dano ambiental, consistente na queima de 5,2 hectares e supressão de 54,49 hectares, ocorridos na
Fazenda Terezinha das Rosas, de propriedade de Joaquim de Jesus Campos de Faria, em Camapuã/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR DANO AMBIENTAL, CONSISTENTE NA QUEIMA DE 5,2
HECTARES E SUPRESSÃO DE 54,49 HECTARES, OCORRIDOS NA FAZENDA TEREZINHA DAS ROSAS, DE
PROPRIEDADE DE JOAQUIM DE JESUS CAMPOS DE FARIA, EM CAMAPUÃ/MS – TERMO DE
AJUSTAMENTO DE CONDUTA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos,
verifica-se que as irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram sanadas mediante celebração de ajuste de
conduta TAC com os compromissários, os quais se comprometeram a realizar as obrigações estabelecidas às fls. 225/228;
2. Consigne-se que foi instaurado o PA nº 09.2023.00005611-5 para o acompanhamento e fiscalização do TAC celebrado
no bojo deste IC e, na linha do enunciado nº 9/2016 do CSMPMS, o arquivamento é de rigor pela perda de objeto, posto
que as irregularidades inicialmente noticiadas foram objeto de TAC; 3. A homologação da promoção do arquivamento
pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede, com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das
investigações ou a propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-
PGJ (Inquérito Civil); 4. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
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3. Inquérito Civil nº 06.2019.00000679-0
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerida: Fazenda Concordia
Assunto: Apurar dano ambiental causado pela exploração de 24,78 hectares de vegetação nativa na propriedade
denominada Fazenda Concórdia, em Bela Vista/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR DANO AMBIENTAL CAUSADO PELA EXPLORAÇÃO DE 24,78
HECTARES DE VEGETAÇÃO NATIVA NA PROPRIEDADE DENOMINADA FAZENDA CONCÓRDIA, EM
BELA VISTA/MS – TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que as irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram
sanadas mediante celebração de ajuste de conduta TAC com o compromissário, o qual se comprometeu a realizar as
obrigações estabelecidas às fls. 210/216; 2. Consigne-se, outrossim, que não remanescem cláusulas pendentes de
cumprimento decorrentes do ajustamento celebrado e, na linha do enunciado nº 9/2016 do CSMPMS, o arquivamento é
de rigor pela perda de objeto, posto que as irregularidades inicialmente noticiadas foram objeto de TAC; 3. A
homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede, com o surgimento
de fato novo, posterior prosseguimento das investigações ou a propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e
parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil); 4. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
4. Inquérito Civil nº 06.2019.00000847-7
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerida: Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS
Assunto: Apurar supostas irregularidades nos pagamentos de precatórios pelo município de Bela Vista/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR SUPOSTAS IRREGULARIDADES NOS PAGAMENTOS DE
PRECATÓRIOS PELO MUNICÍPIO DE BELA VISTA/MS – NÃO CONSTATAÇÃO DE CONDUTA DOLOSA
CARACTERIZADORA DE ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que as diligências empreendidas não constataram irregularidades
passíveis de ajuizamento de ação civil pública ou prosseguimento do Feito; 2. De acordo com os documentos acostados
nos autos, não foi possível evidenciar conduta dolosa configuradora de ato ímprobo em relação ao pagamento dos
precatórios pelo Município de Bela Vista, não restando provado que não eram devidos ou que não seguiram ordem pré-
estabelecida, sendo certo, ainda, que os processos judiciais dos precatórios tratados na presente investigação encontram-
se extintos; 3. Nessa senda, não sendo configurado dano ao erário ou enriquecimento ilícito, tampouco qualquer conduta
dolosa que se enquadre nos incisos do art. 11 da Lei de Improbidade Administrativa, não há justa causa para continuidade
do Feito; 4. A homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede,
com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das investigações ou a propositura da ação civil pública, nos
termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil); 5. Promoção de arquivamento
homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
5. Inquérito Civil nº 06.2020.00000676-8
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerida: Fazenda Santa Helena
Assunto: Apurar dano ambiental decorrente da exploração de 12,59 hectares de vegetação nativa na propriedade
denominada Fazenda Santa Helena, em Caracol/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR DANO AMBIENTAL DECORRENTE DA EXPLORAÇÃO DE 12,59
HECTARES DE VEGETAÇÃO NATIVA NA PROPRIEDADE DENOMINADA FAZENDA SANTA HELENA, EM
CARACOL/MS – TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que as irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram
sanadas mediante celebração de ajuste de conduta TAC com o compromissário, o qual se comprometeu a realizar as
obrigações estabelecidas às fls. 86/94; 2. Consigne-se que foi instaurado o PA nº 09.2023.00005920-1 (fls.107/108) para
o acompanhamento e fiscalização do TAC celebrado no bojo deste IC e, na linha do enunciado nº 9/2016 do CSMPMS,
o arquivamento é de rigor pela perda de objeto, posto que as irregularidades inicialmente noticiadas foram objeto de TAC;
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3. A homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede, com o
surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das investigações ou a propositura da ação civil pública, nos termos
do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil); 4. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
6. Inquérito Civil nº 06.2023.00000195-2
Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Sete Quedas
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Sete Quedas/MS
Assunto: Apurar eventual irregularidade no processo seletivo simplificado para contratação temporária de agente de
combate a endemias – Edital nº 004/2022/SMS – realizado pelo município de Sete Quedas/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR EVENTUAL IRREGULARIDADE NO PROCESSO SELETIVO
SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS (EDITAL
N. 004/2022/SMS) REALIZADO PELO MUNICÍPIO DE SETE QUEDAS/MS – IRREGULARIDADES SANADAS –
RECOMENDAÇÃO ATENDIDA – ATUAÇÃO RESOLUTIVA DO MINISTÉRIO PÚBLICO – PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. As irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram sanadas sem a
necessidade de celebração de ajuste de conduta ou de ação civil pública; 2. Observa-se que a Promotoria de Justiça de
origem expediu a Recomendação nº 0005/2023/PJ/STQ (fls. 60/68), para que o município procedesse a revisão dos
documentos apresentados pelos candidatos e se abstenha de exigir a carteira nacional de habilitação para cargos cujo
referido requisito não esteja expressamente previsto em lei, tendo o município acatado as orientações e informado a
nomeação da candidata denunciante; 3. Diante disso, nota-se que não há justificativa para que o Inquérito Civil ora em
discussão permaneça em andamento, visto que após atuação resolutiva do Parquet de piso, o objeto da investigação
esgotou-se; 4. A homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede,
com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das investigações ou a propositura da ação civil pública, nos
termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil); 5. Promoção de arquivamento
homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
7. Inquérito Civil nº 06.2018.00001216-6
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: Luis Edil Gonçalves Duarte
Assunto: Apurar eventual prática de improbidade administrativa na Ciretran de Bela Vista-MS, consistente na liberação
de veículos apreendidos sem a observância das normas administrativas ou autorização judicial (IC 17/2016).
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR EVENTUAL PRÁTICA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NA
CIRETRAN DE BELA VISTA/MS, CONSISTENTE NA LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS APREENDIDOS SEM A
OBSERVÂNCIA DAS NORMAS ADMINISTRATIVAS OU AUTORIZAÇÃO JUDICIAL – NÃO CONSTATAÇÃO
DE CONDUTA DOLOSA CARACTERIZADORA DE ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ATUAÇÃO
RESOLUTIVA DA CORREGEDORIA NO DETRAN/MS NA SEARA ADMINISTRATIVA – PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que as diligências empreendidas não
evidenciaram conduta dolosa configuradora de ato ímprobo, passíveis de ajuizamento de ação civil pública ou
prosseguimento do Feito; 2. De acordo com o apurado, não foi possível comprovar suposto esquema de liberação irregular
de veículos e ameaças praticadas em face de servidores do órgão de trânsito estadual, conforme inicialmente relatado pelo
denunciante; 3. Ademais, a Corregedoria do Detran/MS informou que o servidor Luiz Edil Gonçalves Duarte respondeu
a Sindicância Administrativa Disciplinar perante aquele órgão, resultando na imposição da pena de 10 (dez) dias de
suspensão em razão da liberação irregular de veículo específico (VW Saveiro, placas HSS 3687) e, posteriormente,
noticiou-se sua exoneração; 4. Logo, considerando que o ato ímprobo que se cogitaria na espécie consistiria em violação
aos princípios da Administração Pública (art. 11 da LIA), cuja norma respectiva foi substancialmente alterada pela Lei n.
14.230/21, não se vislumbra enquadramento típico da conduta em tese praticada pelo agente às hipóteses legais descritas
nos incisos do artigo 11 da Lei n. 8.429/92.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
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8. Inquérito Civil nº 06.2021.00000882-6
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bonito
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: A apurar
Assunto: Apurar irregularidades ambientais no Rio Sucuri, decorrente de podas de plantas aquáticas, bem como pisoteio
em área de preservação permanente e no leito do recurso hídrico.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR IRREGULARIDADES AMBIENTAIS NO RIO SUCURI,
DECORRENTE DA PODA DE PLANTAS AQUÁTICAS, BEM COMO PISOTEIO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO
PERMANENTE E NO LEITO DO RECURSO HÍDRICO – DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS – AUSÊNCIA DE
INDÍCIOS MÍNIMOS CAPAZES DE JUSTIFICAR O PROSSEGUIMENTO DA INVESTIGAÇÃO – PROMOÇÃO
DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que não há qualquer prova capaz de
individualizar os supostos autores dos fatos narrados pelo denunciante, não havendo, por conseguinte, indícios mínimos
que justifiquem o prosseguimento do Feito; 2. Ademais, o próprio IMASUL manifestou-se nos autos, esclarecendo que
não houve qualquer flagrante de cometimento de irregularidades no leito do Rio Sucuri, cujo atrativo encontrava-se
fechado à época, em razão da pandemia. Ainda, esclareceu que, preventivamente, notificou a empresa que desenvolve
atividade turística no local, acerca da necessidade de consulta ao órgão ambiental para realização de qualquer ação que
intervenha no curso hídrico e em sua vegetação; 3. A homologação da promoção do arquivamento pelo Conselho Superior
do Ministério Público não impede, com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das investigações ou a
propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil);
4. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
9. Recurso em Notícia de Fato nº 01.2022.00008927-9
67ª Promotoria de Justiça das Pessoas com Deficiência da comarca de Campo Grande
Requerente: Victor Hugo Carvalho Vergueiro de Paula
Requerido: Number One Point Comércio de Alimentos Ltda., Grupo Gennius Brasil Produção e Comercialização de
Alimentos S.A.
Assunto: Descumprimento do Estatuto da Pessoa com Deficiência e Código de Defesa do Consumidor, pela rede Habib's,
em Campo Grande/MS.
Advogado: Fabrício Faggiani Dib - OAB/SP 256.917.
EMENTA: RECURSO EM NOTÍCIA DE FATO – APURAR DESCUMPRIMENTO DO ESTATUTO DA PESSOA
COM DEFICIÊNCIA E CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, PELA REDE HABIB'S, EM CAMPO
GRANDE/MS – OBJETO ESGOTADO – ATUAÇÃO RESOLUTIVA DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE ORIGEM
– DESPROVIMENTO DO RECURSO. 1. Analisando os autos, verifica-se que o recurso interposto não deve ser provido,
visto que a pretensão do recorrente baseia-se em demandas que extrapolam o objeto da presente investigação e que
encontra-se devidamente esgotado; 2. Denota-se que a atuação do Parquet de piso foi resolutiva e suficiente para o
saneamento das irregularidades apuradas, especialmente ante a realização das adequações necessárias pelo
estabelecimento requerido, tanto na seara consumerista quanto, especialmente, àquelas relativas à Lei Estadual nº
3.530/08 e Lei Municipal nº 5.917/17, com a correta sinalização de fila preferencial e placa exclusiva contendo o símbolo
mundial do Transtorno Espectro do Autista; 3. Ausência de elementos que justifiquem o provimento do recurso que, em
verdade, refere-se a interesse individual remanescente do recorrente, afigurando-se inviável o prosseguimento e/ou a
adoção de medidas outras; 4. Desprovimento do recurso.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, votou pelo não provimento do recurso interposto e pela consequente
homologação da promoção de arquivamento desta Notícia de Fato, nos termos do voto da Relatora Conselheira
Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
10. Inquérito Civil nº 06.2022.00000372-4
34ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de Campo Grande
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: Fazenda Salto e Santa Rosa
Assunto: Apurar a falta de inscrição da propriedade Fazenda Salto e Santa Rosa (Gleba 4), matrícula 259.509, no Cadastro
Ambiental Rural, em desatenção ao que prevê o art. 29, §3º, do Código Florestal.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR A FALTA DE INSCRIÇÃO DA PROPRIEDADE "FAZENDA SALTO E
SANTA ROSA", GLEBA 4, MATRÍCULA 259.509, NO CADASTRO AMBIENTAL RURAL – ATUAÇÃO
MINISTERIAL RESOLUTIVA – IRREGULARIDADE SANADA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
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HOMOLOGADA. 1. As irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram sanadas a contento, sem a necessidade
de celebração de ajuste de conduta ou ajuizamento de ação; 2. Observa-se que após diligente atuação da Promotoria de
Justiça de origem, o atual proprietário procedeu a juntada do respectivo CAR do imóvel rural (fl. 42); 3. Ademais, também
foi certificado pela assessoria do NUGEO que o CARMS0086042 apresentado, de fato refere-se à propriedade rural objeto
destes autos, demonstrando que a pendência que deu causa à presente instauração foi solucionada; 4. A homologação da
promoção do arquivamento pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede, com o surgimento de fato novo,
posterior prosseguimento das investigações ou a propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e parágrafo único
da Resolução nº 15/2007-PGJ (Inquérito Civil); 5. Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
11.Inquérito Civil nº 06.2021.00000716-0
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Jardim
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul
Requerido: José do Carmo Machado
Assunto: Apurar supressão vegetal em área de preservação permanente, ocorrida na Chácara sem denominação, situada
na Rua dos Heróis, Vila Previsul, em Jardim/MS, de propriedade de José do Carmo Machado.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL – APURAR SUPRESSÃO VEGETAL EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO
PERMANENTE, OCORRIDA NA CHÁCARA SEM DENOMINAÇÃO, SITUADA NA RUA DOS HERÓIS, VILA
PREVISUL, EM JARDIM/MS, DE PROPRIEDADE DE JOSÉ DO CARMO MACHADO – TERMO DE
AJUSTAMENTO DE CONDUTA – PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos,
verifica-se que as irregularidades objeto da portaria do inquérito civil foram sanadas mediante celebração de ajuste de
conduta TAC com o compromissário, o qual se comprometeu a realizar as obrigações estabelecidas às fls. 86/91; 2.
Consigne-se que foi instaurado o PA nº 09.2023.00005168-6 para o acompanhamento e fiscalização do TAC celebrado
no bojo deste IC e, na linha do enunciado nº 9/2016 do CSMPMS, o arquivamento é de rigor pela perda de objeto, posto
que as irregularidades inicialmente noticiadas foram objeto de TAC; 3. A homologação da promoção do arquivamento
pelo Conselho Superior do Ministério Público não impede, com o surgimento de fato novo, posterior prosseguimento das
investigações ou a propositura da ação civil pública, nos termos do art. 28 e parágrafo único da Resolução nº 15/2007-
PGJ (Inquérito Civil); Promoção de arquivamento homologada.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto da
Relatora Conselheira Filomena Aparecida Depólito Fluminhan.
2.1.9. RELATOR-CONSELHEIRO ROGÉRIO AUGUSTO CALÁBRIA DE ARAÚJO:
1. Inquérito Civil nº 06.2017.00001065-3
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Bataguassu
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Tércio Lima Andrade
Assunto: Apurar eventual ocorrência de dano ambiental na propriedade Rancho Tilico, localizado no residencial Porto
Seguro, quadra R, lote 14 e 15, do Município de Santa Rita do Pardo, consistente na construção de dois tanques escavados
para a criação de peixes na área de preservação permanente, sem a devida licença ou autorização ambiental.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR EVENTUAL OCORRÊNCIA DE DANO AMBIENTAL NA
PROPRIEDADE RANCHO TILICO, LOCALIZADO NO RESIDENCIAL PORTO SEGURO, QUADRA R, LOTE 14
E 15, DO MUNICÍPIO DE SANTA RITA DO PARDO, CONSISTENTE NA CONSTRUÇÃO DE DOIS TANQUES
ESCAVADOS PARA A CRIAÇÃO DE PEIXES NA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, SEM A DEVIDA
LICENÇA OU AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL. CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA.
INADIMPLÊNCIA DO COMPROMISSÁRIO. NECESSIDADE DE DILIGÊNCIAS. PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO NÃO HOMOLOGADA. 1. Após análise dos autos, em que pese o fundamento invocado no pedido
de arquivamento, voto pela não homologação da promoção de arquivamento e converto o julgamento em diligência,
determinando a baixa dos autos à Promotoria de Justiça de origem, para a adoção das providências cabíveis, consoante
disposto no artigo 26, §6º, I, da Resolução nº 15/2007, da Procuradoria-Geral de Justiça. 2. Sem prejuízo de outras
diligências que o órgão de execução entender pertinentes, desde já, aponto como imprescindível que o membro do Parquet
de primeiro grau adote, e informe nos autos, as medidas cabíveis com relação ao descumprimento das obrigações
assumidas no Termo de Ajustamento de Conduta pelo requerido, em atenção às cláusulas previstas no Capítulo IV do
Acordo. VOTO PELA NÃO HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, não homologou a promoção de arquivamento e converteu o julgamento
em diligência, determinando a baixa dos autos à Promotoria de Justiça de origem, para adoção das providências
cabíveis, nos termos do voto do Relator Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
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2. Inquérito Civil nº 06.2017.00002355-9
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Waldomiro Molina
Assunto: Identificar o proprietário e a propriedade rural na qual foi verificado o desmatamento de 20,31 ha, conforme
Parecer nº 66/2016/NUGEO.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. IDENTIFICAR O PROPRIETÁRIO E A PROPRIEDADE RURAL NA QUAL FOI
VERIFICADO O DESMATAMENTO DE 20,31 HA, CONFORME PARECER Nº 66/2016/NUGEO. DILIGÊNCIAS
CONCLUÍDAS. IRREGULARIDADES NÃO CONSTATADAS. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Após análise dos autos, verifica-se que, no decorrer da instrução do procedimento, a Polícia Militar
Ambiental atestou que não foram realizadas atividades de supressão vegetal nativa passível de autorização ambiental,
conforme Relatório de Vistoria nº 024/2ºPPMA/2022 (fls. 162-175). De acordo com o Relatório de Vistoria nº
024/2ºPPMA/2022, foi constatado que a atividade realizada na Fazenda São Judas Tadeu foi a de limpeza de pastagem
com a supressão de vegetação nativa regenerada (fl. 174). 2. Além disso, a Polícia Militar Ambiental ainda afirmou que
"foi constado que a reserva legal está dividida em três frações, todas isoladas por cercas de arame e sem o acesso de
animais domesticados em seus interiores, cumprindo a função de Reserva Legal, conforme o previsto no art. 3º III, da Lei
12.651/12; não foram constatadas atividades que configurem crime ou infração ambiental dentro da RL durante a
vistoria." (fl. 163). 3. De outro lado, verifica-se que o requerido comprovou a inscrição da propriedade no CARMS,
registrado sob o nº 0071952, conforme documentos de fls. 111-113. 4. Assim, verifica-se que inexistem razões suficientes
para o prosseguimento deste procedimento e/ou para a propositura de ação civil pública, sendo o arquivamento do feito
medida de rigor. VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
3. Inquérito Civil nº 06.2022.00000513-3
Promotoria de Justiçado Meio Ambiente da comarca de Bela Vista
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Edson Bastos, Fazenda Tamanduá
Assunto: Apurar desmatamento possivelmente ilegal de 2,7 hectares de vegetação nativa, localizada em área proposta
para constituição de Reserva Legal, desmatamento ocorrido na Fazenda Tamanduá, em Bela Vista/MS, detectado pelo
Parecer Nugeo nº 90/2021.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR DESMATAMENTO POSSIVELMENTE ILEGAL DE 2,7 HECTARES DE
VEGETAÇÃO NATIVA, LOCALIZADA EM ÁREA PROPOSTA PARA CONSTITUIÇÃO DE RESERVA LEGAL,
DESMATAMENTO OCORRIDO NA FAZENDA TAMANDUÁ, EM BELA VISTA/MS, DETECTADO PELO
PARECER NUGEO Nº 90/2021. CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA.
INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, nota-se que foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta em conformidade
com as exigências da Resolução nº 15/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento e fiscalização, inexistindo
outras medidas a serem adotadas dentro do presente procedimento. 2. Ademais, nos termos dos arts. 38 e 39, da Resolução
nº 15/2007-PGJ, a Promotoria de Justiça de origem instaurou o Procedimento Administrativo nº 09.2023.00006452-6 (fl.
109) para acompanhamento e fiscalização do cumprimento integral das cláusulas do TAC firmado, em observância à
redação do Enunciado nº 9 do Conselho Superior do Ministério Público. VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
4. Inquérito Civil nº 06.2022.00001034-7
Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Batayporã
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Batayporã
Assunto: Apurar eventual irregularidade na contratação das empresas Basílio & Basílio Advogados Associados SS e
Instituto Multidisciplinar de Consultoria IMDICO pelo Município de Batayporã/MS.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR EVENTUAL IRREGULARIDADE NA CONTRATAÇÃO DAS
EMPRESAS BASÍLIO & BASÍLIO ADVOGADOS ASSOCIADOS SS E INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR DE
CONSULTORIA IMDICO PELO MUNICÍPIO DE BATAYPORÃ/MS. DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS.
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NÃO CONFIGURADA. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
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HOMOLOGADA. 1. Da análise dos autos, verifica-se que não é possível concluir pela irregularidade ou existência de
elementos comprobatórios de atos de improbidade administrativa na contratação das empresas investigadas pelo
Município de Batayporã/MS. VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
5. Inquérito Civil nº 06.2016.00001143-7
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Ponta Porã
Requerente: Ministério Público Estadual
Requeridos: Selso Luiz Lozano Rodrigues, Amarildo Mendonça, AM & L Construções e Comércio EIRELI ME, Marlei
da Silva Neco Oliveira dos Santos, Marlei da Silva Neco Oliveira dos Santos ME, Reinaldo Oliveira dos Santos e Elio
Custódio Lopes
Assunto: Apurar a prática de ato de improbidade administrativa consistente em fraudar licitações para contratação de
empresas com o objetivo de realizar reformas em órgãos públicos municipais de Antônio João no ano de 2014.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR A PRÁTICA DE ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
CONSISTENTE EM FRAUDAR LICITAÇÕES PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS COM O OBJETIVO DE
REALIZAR REFORMAS EM ÓRGÃOS PÚBLICOS MUNICIPAIS DE ANTÔNIO JOÃO NO ANO DE 2014.
DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS. DOLO NÃO COMPROVADO. AUSÊNCIA DE ELEMENTOS QUE
CARACTERIZEM A PRÁTICA DE ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. PRESCRIÇÃO. PROMOÇÃO
DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, verifica-se que o objeto do feito está esgotado,
porquanto não há elementos concretos nos autos que demonstrem a prática de ato de improbidade administrativa, haja
vista a ausência do elemento subjetivo doloso necessário. 2. Por outro lado, verifica-se que já ocorreu a prescrição da
pretensão sancionatória pela prática dos supostos atos ímprobos apurados, em virtude da prescrição prevista no artigo 23
da Lei nº 8.429/92, anterior às alterações promovidas pela Lei nº 14.230/21. 3. Logo, inexistindo razões suficientes para
o prosseguimento deste procedimento e/ou para a propositura de ação judicial, o arquivamento do feito é medida de rigor.
VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
6. Inquérito Civil nº 06.2019.00001476-8
1ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de Miranda
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Miranda/MS
Assunto: Apurar eventual descumprimento de contrato administrativo de nº
019/2019, pelo Município de Miranda, ocasionando suposta violação aos princípios administrativos.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR EVENTUAL DESCUMPRIMENTO DE CONTRATO
ADMINISTRATIVO DE Nº 019/2019, PELO MUNICÍPIO DE MIRANDA, OCASIONANDO SUPOSTA VIOLAÇÃO
AOS PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS. DILIGÊNCIAS CONCLUÍDAS. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
NÃO CONFIGURADA. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Após análise dos autos, verifica-
se que não restou comprovado a existência de irregularidade ou ilícito que configure atos de improbidade administrativa.
2. Inexistindo razões suficientes para o prosseguimento deste procedimento e/ou para a propositura de ação judicial, o
arquivamento do feito é medida de rigor. VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
7. Inquérito Civil nº 06.2019.00001521-2
1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Aquidauana
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Kleber Haddad Lane
Assunto: Apurar desmatamento de 3,04 hectares em área de Vegetação Nativa Remanescente de Savana Florestada, na
propriedade rural Chácara Santa Sofia - Área Remanescente inscrita sob n. CARMS0011061, no Município de
Aquidauana/MS, sem autorização da autoridade ambiental competente, conforme Parecer n. 335/19/NUGEO - Programa
DNA Ambiental 2016-2017.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR DESMATAMENTO DE 3,04 HECTARES EM ÁREA DE VEGETAÇÃO
NATIVA REMANESCENTE DE SAVANA FLORESTADA, NA PROPRIEDADE RURAL CHÁCARA SANTA
SOFIA – ÁREA REMANESCENTE INSCRITA SOB N. CARMS0011061, NO MUNICÍPIO DE AQUIDAUANA/MS,
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SEM AUTORIZAÇÃO DA AUTORIDADE AMBIENTAL COMPETENTE, CONFORME PARECER N.
335/19/NUGEO - PROGRAMA DNA AMBIENTAL 2016-2017. CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO
DE CONDUTA. INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, nota-se que foi firmado Termo de Ajustamento de
Conduta em conformidade com as exigências da Resolução nº 15/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento e
fiscalização, inexistindo outras medidas a serem adotadas dentro do presente procedimento. 2. Ademais, nos termos dos
arts. 38 e 39, da Resolução nº 15/2007-PGJ, a Promotoria de Justiça de origem instaurou o Procedimento Administrativo
nº 09.2023.00006747-8 (fl. 123) para acompanhamento e fiscalização do cumprimento integral das cláusulas do TAC
firmado, em observância à redação do Enunciado nº 9 do Conselho Superior do Ministério Público. VOTO PELA
HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
8. Inquérito Civil nº 06.2021.00000671-7
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Porto Murtinho
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Gilberto Ferreira de Faria
Assunto: Apurar desmatamento de 2,54 hectares, conforme Parecer nº 191/20/NUGEO; desmatamento de 2,87 hectares,
conforme Parecer nº 234/20/NUGEO; desmatamento de 11,26 hectares, conforme Parecer nº 279/20/NUGEO; e
desmatamento de 1,89 hectares, conforme Parecer nº 356/20/NUGEO, todos ocorridos na Fazenda Rancharia, localizada
em Porto Murtinho/MS, sem autorização da autoridade ambiental competente.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR DESMATAMENTO DE 2,54 HECTARES, CONFORME PARECER Nº
191/20/NUGEO; DESMATAMENTO DE 2,87 HECTARES, CONFORME PARECER Nº 234/20/NUGEO;
DESMATAMENTO DE 11,26 HECTARES, CONFORME PARECER Nº 279/20/NUGEO; E DESMATAMENTO DE
1,89 HECTARES, CONFORME PARECER Nº 356/20/NUGEO, TODOS OCORRIDOS NA FAZENDA
RANCHARIA, LOCALIZADA EM PORTO MURTINHO/MS, SEM AUTORIZAÇÃO DA AUTORIDADE
AMBIENTAL COMPETENTE. CELEBRAÇÃO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA. INSTAURAÇÃO
DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando
os autos, nota-se que foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta em conformidade com as exigências da Resolução
nº 15/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento e fiscalização, inexistindo outras medidas a serem adotadas
dentro do presente procedimento. 2. Ademais, nos termos dos arts. 38 e 39, da Resolução nº 15/2007-PGJ, a Promotoria
de Justiça de origem instaurou o Procedimento Administrativo nº 09.2023.00006775-6 (fls. 268-270) para
acompanhamento e fiscalização do cumprimento integral das cláusulas do TAC firmado, em observância à redação do
Enunciado nº 9 do Conselho Superior do Ministério Público. VOTO PELA HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
9. Inquérito Civil nº 06.2020.00000042-0
2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Mundo Novo
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Mildo Ari Vendruscolo
Assunto: Apurar eventual prática de dano ambiental na propriedade denominada “Fazenda Guaíra”, localizada em Mundo
Novo/MS, em virtude de constatação in loco de queimada de 83,57 hectares, em decorrência de incêndio de grandes
proporções, conforme se infere do Auto de Infração nº 1756, lavrado em 26/11/2019, Laudo de Constatação nº 06165,
Boletim de Ocorrência nº 169/2019 e Relatório de Informações Complementares nº 031/2ºGPMA/2019.
EMENTA: INQUÉRITO CIVIL. APURAR EVENTUAL PRÁTICA DE DANO AMBIENTAL NA PROPRIEDADE
DENOMINADA “FAZENDA GUAÍRA”, LOCALIZADA EM MUNDO NOVO/MS, EM VIRTUDE DE
CONSTATAÇÃO IN LOCO DE QUEIMADA DE 83,57 HECTARES, EM DECORRÊNCIA DE INCÊNDIO DE
GRANDES PROPORÇÕES, CONFORME SE INFERE DO AUTO DE INFRAÇÃO Nº 1756, LAVRADO EM
26/11/2019, LAUDO DE CONSTATAÇÃO Nº 06165, BOLETIM DE OCORRÊNCIA Nº 169/2019 E RELATÓRIO
DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Nº 031/2ºGPMA/2019. CELEBRAÇÃO DE TERMO DE
AJUSTAMENTO DE CONDUTA. INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. PROMOÇÃO DE
ARQUIVAMENTO HOMOLOGADA. 1. Analisando os autos, nota-se que foi firmado Termo de Ajustamento de
Conduta em conformidade com as exigências da Resolução nº 15/2007-PGJ, restando apenas o seu acompanhamento e
fiscalização, inexistindo outras medidas a serem adotadas dentro do presente procedimento. 2. Ademais, nos termos dos
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arts. 38 e 39, da Resolução nº 15/2007-PGJ, a Promotoria de Justiça de origem instaurou o Procedimento Administrativo
nº 09.2023.00007044-0 (fl. 450) para acompanhamento e fiscalização do cumprimento integral das cláusulas do TAC
firmado, em observância à redação do Enunciado nº 9 do Conselho Superior do Ministério Público. VOTO PELA
HOMOLOGAÇÃO DA PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
Deliberação: O Conselho, à unanimidade, homologou a promoção de arquivamento, nos termos do voto do Relator
Conselheiro Rogério Augusto Calábria de Araújo.
FILOMENA APARECIDA DEPÓLITO FLUMINHAN
Procuradora de Justiça
Secretária Substituta do Conselho Superior do MP
AVISO Nº 051/2023/SCSMP
A Secretaria do Conselho Superior do Ministério Público, em cumprimento ao disposto no artigo 150 do Regimento
Interno do Conselho Superior do Ministério Público, dá conhecimento aos interessados da existência do recurso na
seguinte Notícia de Fato:
1) Notícia de Fato nº 01.2023.00005144-2
43ª Promotoria de Justiça do Consumidor da comarca de Campo Grande
Recorrente: Flávio Sobreira Aquino
Recorrido: Ministério Público Estadual
Assunto: Cobrança indevida de materiais de uso coletivo” por parte do Colégio e Curso Almirante Tamandaré.
Campo Grande, 25 de agosto de 2023.
FILOMENA APARECIDA DEPOLITO FLUMINHAN
Procuradora de Justiça
Secretária Substituta do Conselho Superior do MP
AVISO Nº 052/2023/SCSMP
A Secretaria do Conselho Superior do Ministério Público, em cumprimento ao disposto no artigo 126 do Regimento
Interno do Conselho Superior do Ministério Público, dá conhecimento aos interessados da existência da promoção de
arquivamento dos autos abaixo relacionados, para que, no prazo de 10 (dez) dias, apresentem razões escritas, peças
informativas ou documentos que serão a estes juntados:
1) Inquérito Civil nº 06.2018.00000913-9 – SIGILOSO - 5ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da
comarca de Corumbá Advogado: Laura Jaber Abdullah Costa – OAB/MS nº 21.091. 2) Inquérito Civil nº
06.2019.00000769-0 - Promotoria de Justiça Patrimônio Público e Social da comarca de Ribas do Rio Pardo - Requerente:
Ministério Público de Mato Grosso do Sul - Requeridos: Fernando Brocco, Helenice Regina de Arruda Falcão e Paulo
Cesar Lima Silveira - Assunto: Apurar eventual violação ao princípio da pessoalidade na contratação de agentes de
endemias pelo Município de Ribas do Rio Pardo. 3) Inquérito Civil nº 06.2019.00001614-4 - 1ª Promotoria de Justiça
do Meio Ambiente da comarca de Ponta Porã - Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul -
Requerido: Dácio Queiroz Silva - Assunto: Apurar a regularidade jurídico-ambiental da propriedade rural denominada
Fazenda Fronteira, bem como investigar possível desmatamento de vegetação nativa sem a devida autorização ambiental.
4) Inquérito Civil nº 06.2020.00000717-8 – SIGILOSO - 1ª Promotoria de Justiça Patrimônio Público e Social da
comarca de Nova Andradina. 5) Inquérito Civil nº 06.2020.00001128-2 - 1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente
da comarca de Nova Andradina - Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul - Requerido: Antonio
Vieira - Assunto: Apurar desmatamento possivelmente ilegal de 2,43 hectares de vegetação nativa em área de Savana
Arborizada sem floresta-de-galeria, na Fazenda Pousada San José II, no município de Nova Andradina/MS, sem
autorização da autoridade ambiental competente, conforme Parecer nº 44/20/NUGEO (Programa DNA Ambiental 2019).
6) Inquérito Civil nº 06.2020.00001377-0 - Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Batayporã -
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul - Requerido: Francisco Alves Bitu - Assunto: Apurar
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desmatamento possivelmente ilegal de 1,56 hectares de área identificada como pertencente ao Bioma Mata Atlântica, no
Sítio Bela Vista - Lote 10 - Assentamento São João, localizado em Batayporã/MS, constatado pelo Relatório de
Informações Complementares nº 001/3ªGPM/2020. 7) Inquérito Civil nº 06.2021.00001295-2 - 2ª Promotoria de Justiça
do Meio Ambiente da comarca de Mundo Novo - Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul -
Requeridos: Alvori Junior de Lima e Arthuri Pedro Santana de Lima - Assunto: Apurar irregularidade jurídica ambiental
referente a supressão de 1,93 hectares em área de Mata Atlântica, na Fazenda Estância Brasil, em Japorã, sem autorização
da autoridade ambiental competente, conforme Parecer n. 54/21/NUGEO (Programa DNA Ambiental). 8) Inquérito Civil
nº 06.2021.00001416-1 - 1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Paranaíba - Requerente: Ministério
Público do Estado de Mato Grosso do Sul - Requerida: Carpa Agropecuária Rio Pardo S/A - Assunto: Apurar
desmatamento de 1,00 hectare em área de vegetação nativa do bioma savana arborizada em área de reserva legal, na
Fazenda Nossa Senhora Aparecida II, em Paranaíba-MS, sem autorização ambiental competente, conforme Auto de
Infração n. 6018 e Relatório de Fiscalização Ambiental n. 22/ 3º GPMA/ 1º PEL/ 6ª CIA/ BPMA/2021. 9) Inquérito
Civil nº 06.2022.00000477-8 – SIGILOSO - 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da comarca de
Campo Grande. 10) Inquérito Civil nº 06.2022.00000628-7 - 32ª Promotoria de Justiça da Cidadania da comarca de
Campo Grande - Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul e Câmara Municipal de Campo Grande
- Requerido: Secretaria Municipal de Saúde Pública de Campo Grande - Assunto: Apurar se a Unidade de Saúde da
Família (USF) Dr. Nelson Tokuei Simabukuro, localizada no Bairro Aero Rancho IV, em Campo Grande, possui estrutura
física e tecnológica, recursos humanos, materiais e insumos para atender às necessidades de saúde da população. 11)
Inquérito Civil nº 06.2022.00000701-0 - Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Batayporã -
Requerente: Procuradoria da República no Município de Dourados/MS - Requeridos: Dolores Ljiljana Bata Arambasic e
Ljubodrag Arambasic - Assunto: Apurar irregularidade jurídica ambiental nas áreas declaradas como Mata Atlântica, que
se encontravam com ausência de vegetação pelo menos desde 1985, sendo necessário a apresentação de Prada e
cercamento da APP identificadas em 12,80 hectares, 11,26 hectares com ausência de vegetação nativa em área de RL,
faltando 4,76 hectares para alcançar a marca de 20 %, foram localizadas edificações construídas na Área de Preservação
Permanente, na Fazenda Recanto no município de Taquarussu. 12) Inquérito Civil nº 06.2022.00000787-5 – SIGILOSO
- 32ª Promotoria de Justiça da Cidadania da comarca de Campo Grande. 13) Inquérito Civil nº 06.2022.00001035-8 -
67ª Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos da comarca de Campo Grande - Requerente: Ministério Público do
Estado de Mato Grosso do Sul - Requerida: Associação de Apoio a População em Situação de Rua São Francisco de Assis
- APSF - Assunto: irregularidades constatadas durante vistoria na Casa de Apoio aos Moradores de Rua São Francisco de
Assis, em atendimento à Recomendação nº 60/2017-CNMP e à Instrução Normativa nº 2/2019/CGMP. 14) Inquérito
Civil nº 06.2022.00001061-4 - 2ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Coxim - Requerente: CAOMA
- Núcleo Ambiental - Requerido: A apurar - Assunto: Apurar possível desmatamento ilegal de 2,48 ha, ocorrido nas
Fazendas Córrego do Retiro Velho e Fazenda Retiro Velho, no município de Alcinópolis/MS, de propriedade de Anibal
de Paula de Souza, Laercio Mota de Castro, Leniuda David Rosa e Vinicius Martins Rezende. 15) Inquérito Civil nº
06.2022.00001098-0 - Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Batayporã - Requerente: Ministério
Público do Estado de Mato Grosso do Sul - Requerido: Maria Lucia da Silva - Assunto: Apurar a ocorrência de ilícito
ambiental, consistente na criação de animais silvestres da fauna brasileira em desacordo com a legislação ambiental
vigente, por parte de Maria Lúcia da Silva. 16) Inquérito Civil nº 06.2022.00001203-4 - 4ª Promotoria de Justiça de dos
Direitos Constitucionais do Cidadão da comarca de Três Lagoas - Requerente: Departamento de Vigilância Sanitária do
Município de Três Lagoas - Requerido: Município de Três Lagoas/MS - Assunto: Apurar e empreender medidas
colaborativas para reverter as irregularidades constatadas na Unidade de Saúde da Família - Jardim Maristela, conforme
Relatório de Inspeção n° 29/2021 do Departamento Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde de Três Lagoas-
MS. 17) Inquérito Civil nº 06.2022.00001584-2 - 34ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Campo
Grande - Requerente: 2º Registro de Imóveis da Comarca de Campo Grande - Requerido: A apurar - Assunto: Apurar
eventual parcelamento ilegal de solo ocorrido no imóvel de matrícula 129.579 do 2º Cartório de Registro de Imóveis. 18)
Inquérito Civil nº 06.2023.00000385-0 - 1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da comarca de Três Lagoas -
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul - Requerido: Juliana Oliveira dos Santos - Assunto:
Apurar dano ambiental decorrente de maus-tratos a animal canídeo da raça Pitbull por falta de atendimento e tratamento
veterinário, levando-o a óbito. 19) Inquérito Civil nº 06.2023.00000561-5 – SIGILOSO - 76ª Promotoria de Justiça da
Saúde da comarca de Campo Grande.
Campo Grande, 25 de agosto de 2023.
FILOMENA APARECIDA DEPÓLITO FLUMINHAN
Procuradora de Justiça
Secretária Substituta do Conselho Superior do MP
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SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
EXTRATO DO SEGUNDO TERMO DE APOSTILAMENTO AO CONTRATO Nº 33/PGJ/2019
Processo nº 09.2023.00000325-0 - PGJ/10/3700/2018
Partes:
1- MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, representado por sua Procuradora-Geral
Adjunta de Justiça Administrativa, Nilza Gomes da Silva;
2- GUSTAVO FARIA DE OLIVEIRA, representado por Leandro Henrique Paleari.
Procedimento licitatório: Dispensa, com fulcro no artigo 24, inciso X da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.
Amparo legal: Artigo 65, §8º, da Lei Federal nº 8.666/1993.
Objeto: Reajuste do valor mensal do aluguel do imóvel objeto do Contrato nº 33/PGJ/2019, em R$ 107,72 (cento e sete
reais e setenta e dois centavos), com efeitos a partir de 28.05.2023, pela variação do Índice Nacional de Preços ao
Consumidor Amplo (IPCA), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Valor mensal: R$ 2.681,96 (dois mil seiscentos e oitenta e um reais e noventa e seis centavos).
Vigência: 25.08.2023 a 28.05.2024.
Data de assinatura: 25 de agosto de 2023.
EXTRATO DO PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E
CIENTÍFICA ENTRE MPMS E UEMS.
Processo: 09.2021.00004249-0
Partes:
1- MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, representado por seu Procurador-Geral
de Justiça, Alexandre Magno Benites de Lacerda;
2- FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL, representada por seu Magnífico
Reitor, Laércio Alves de Carvalho.
Amparo legal: Artigo 8º, §2º, do Decreto nº 11.261/2003.
Objeto: Prorrogar o prazo de vigência do Convênio de Cooperação Técnica e Científica, por mais 24 (vinte e quatro)
meses, sem ônus para o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul.
Vigência: 12.11.2023 a 12.11.2025.
Data da assinatura: 25 de agosto de 2023.
EXTRATO DO TERMO DE ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº 017/2023 ENTRE MPMS E JUCEMS
Processo: 09.2023.00005893-5
Partes:
1- MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, representado por seu Procurador-Geral
de Justiça, Alexandre Magno Benites de Lacerda;
2- JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, representado por seu Presidente, Nivaldo
Domingos da Rocha.
Amparo legal: Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e suas alterações posteriores e pelas disposições contidas nas
Resoluções/SEFAZ nº 2.052, de 19 de abril de 2007 e nº 2.093, de 24 de outubro de 2007, no Decreto Estadual nº 11.261,
de 16 de junho de 2003, e demais normas aplicáveis.
Objeto: Possibilitar ao MPMS o acesso ao Cadastro Estadual de Empresas Mercantis – CEEM do Estado de Mato Grosso
do Sul, sem ônus para o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul.
Vigência: 28.08.2023 a 28.08.2025.
Data da assinatura: 28 de agosto de 2023.
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EXTRATO DE NOTIFICAÇÃO
Processo de Gestão Administrativa n° 09.2022.00001463-2
Notificada: ENGEVISA SERVIÇOS DE ENGENHARIA EIRELI.
ENGEVISA SERVIÇOS DE ENGENHARIA EIRELI, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ n°
19.964.929/0001-69, situada na Rua João Collino, nº 87, andar 2, sala 06, Centro, Osasco/SP,79.022-350, representada
nesse ato por Fernando Garcia Cavada, portador do RG n. º 1xxxxx-2 expedida pela SSP/SP C.P.F N.º 19XXXXXXXX9,
fica intimada a adimplir o valor total da multa de R$ 164.529,60 (cento e sessenta e quatro mil quinhentos e vinte e nove
reais e sessenta centavos), no prazo de 15 (quinze) dias corridos, contados dessa publicação, sob pena de inscrição em
dívida ativa e cobrança judicial, na seguinte conta bancária: (001) Banco do Brasil; Agência 2576-3; Conta Corrente
50.120-4; CNPJ 03.464.870/0001-00 – Fundo Especial de Apoio e Desenvolvimento do Ministério Público; preenchendo-
se o campo nº 2 de identificação com o CNPJ da empresa e o campo nº 3 com o nome da empresa. Havendo interesse na
obtenção de cópia reprográfica ou digital do processo administrativo vinculado ao instrumento contratual, deverão ser
atendidas as disposições da Ordem de Serviço n° 01/2022-PGJ, de 21 de fevereiro de 2022, disponível em
https://www.mpms.mp.br/atos-e-normas/download/61147. Os autos terão continuidade independentemente do
comparecimento ou manifestação da Contratada, assegurando-se o contraditório e ampla defesa. Eventuais dúvidas
poderão ser dirimidas na Secretaria de Administração do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, com sede
na Procuradoria-Geral de Justiça, Rua Presidente Manuel de Campos Salles, 214, Bairro Jardim Veraneio, Campo
Grande/MS, telefone (67) 3318-2101, no horário de expediente das 12h às 19h. Nada mais.
EDITAIS DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA
PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE ENTRÂNCIA ESPECIAL
BELA VISTA
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO N. 09.2023.00003597-5
RECOMENDAÇÃO 0001/2023/PJ/BVT/SAJ/MP
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por sua Promotora de Justiça em substituição legal, no
uso de suas atribuições, no bojo do Procedimento Administrativo nº 09.2023.00003597-5, instaurado no âmbito da
Promotoria de Justiça de Bela Vista/MS, com fundamento no artigo 201, §5º, c, da Lei Federal nº 8.069/1990, na
Resolução nº 164/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, e na Resolução nº Resolução nº 005/2012,
de 13 de setembro de 2012, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado Mato Grosso do Sul:
CONSIDERANDO o disposto no artigo 139, §1º, da Lei nº 8.069/90, bem como o artigo 14, da Resolução
CONANDA nº 170/14 e o Edital do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Bela Vista/MS e
Caracol/MS que, entre outras providências, fixou a data de 1º de outubro de 2023, para a realização do processo de escolha
dos membros do Conselho Tutelar local;
CONSIDERANDO que, nos termos do art. 139, caput, da Lei nº 8.069/90, art. 5º, inciso III, da Resolução nº
170/14 e art. 5º, inciso II, da Resolução nº 231/22, ambas do CONANDA, compete ao Ministério Público a fiscalização
do processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar;
CONSIDERANDO a necessidade de assegurar a isonomia entre todos os candidatos, assim como prevenir e
coibir a prática de condutas abusivas e/ou desleais, que podem importar, inclusive, na quebra do requisito da “idoneidade
moral”, expressamente exigido de todos os candidatos/membros do Conselho Tutelar pelo art. 133, da Lei nº 8.069/90;
CONSIDERANDO que, em decorrência de sua atribuição elementar de conduzir o processo de escolha dos
membros do Conselho Tutelar, cabe ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente a tomada das
providências necessárias para que a campanha eleitoral, assim como a votação e apuração do resultado do pleito
transcorram de forma regular,
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RECOMENDA aos integrantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, bem como
aos candidatos habilitados ao processo de escolha em questão que observem as cautelas e vedações abaixo elencadas,
relacionadas à campanha eleitoral e ao dia da eleição, sem prejuízo de outras previstas na legislação local, sob pena de
adoção das medidas administrativas e criminais cabíveis:
1. É permitida a propaganda:
a. por meio de santinhos constando apenas número, nome e foto do candidato e curriculum vitae;
b. mediante divulgação na internet desde que não causem dano ou perturbem a ordem pública ou particular;
c. na internet, nas seguintes formas:
i) em página eletrônica do candidato ou em perfil em rede social, com endereço eletrônico comunicado à
Comissão Especial e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no País;
ii) por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, vedada realização
de disparo em massa;
iii) por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas,
cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos ou qualquer pessoa natural, desde que não utilize sítios comerciais
e/ou contrate impulsionamento de conteúdo;
d. por meio da participação em debates e entrevistas, desde que se garanta igualdade de condições a todos os
candidatos.
2. É vedada a propaganda:
a. vinculada direta ou indiretamente a partido político ou que importe em abuso de poder político, econômico
ou religioso. Vale ressaltar que não é vedada a filiação a partido, mas atividades que possam captar, por exemplo, sufrágio
pela via da utilização de nome de Vereadores, Prefeitos, Secretários Municipais ou de agremiações políticas;
b. que implique em oferecimento, promessa ou solicitação de dinheiro, dádiva, rifa, sorteio ou vantagem de
qualquer natureza, inclusive brindes de pequeno valor, tais como camisetas, chaveiros, bonés, canetas ou cestas básicas;
c. feita por meio de impressos ou de objeto que pessoa inexperiente ou rústica possa confundir com moeda;
d. que prejudique a higiene e a estética urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição
de direito;
e. que perturbe o sossego público, com algazarra ou abusos de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
f. de qualquer natureza, que for veiculada por meio de pichação, inscrição a tinta, fixação de placas, estandartes,
faixas e assemelhados, nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do Poder Público, ou que a ele pertençam, e
nos de uso comum (cinema, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade
privada), inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus
e outros equipamentos urbanos;
g. que caluniar, difamar ou injuriar quaisquer pessoas, bem como órgãos ou entidades que exerçam autoridade
pública;
h. de qualquer natureza colocada em árvores e nos jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros,
cercas e tapumes divisórios, mesmo que não lhes causem dano;
i. mediante outdoors, sujeitando-se a empresa responsável e candidatos à imediata retirada da propaganda
irregular;
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j. por meio de rádio, televisão ou espaço de mídia em geral, mediante pagamento, ressalvada a manutenção,
pelo candidato, de página própria na internet;
k. mediante anúncios luminosos, faixas, cartazes ou inscrições em qualquer local público.
3. É vedado, ao longo da campanha eleitoral:
a. confecção, utilização, distribuição por candidato ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés,
canetas, brindes, cesta básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor;
b. a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como a apresentação,
remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício ou reunião eleitoral;
c. o uso de símbolos, frases ou imagens, associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo,
empresa pública ou sociedade de economia mista;
d. a contratação ou utilização, ainda que em regime de voluntariado, de crianças e adolescentes para distribuição
de material de campanha em vias públicas, residências de eleitores e estabelecimentos comerciais;
e. o recebimento, direta ou indiretamente, de doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio
de publicidade de qualquer espécie, procedente de: entidade ou governo estrangeiro; órgão da administração pública direta
e indireta ou fundação mantida com recursos provenientes do Poder Público; concessionário ou permissionário de serviço
público; entidade de direito privado que receba, na condição de beneficiária, contribuição compulsória em virtude de
disposição legal; entidade de utilidade pública; entidade de classe ou sindical; pessoa jurídica sem fins lucrativos que
receba recursos do exterior; entidades beneficentes e religiosas; entidades esportivas; organizações não governamentais
que recebam recursos públicos; organizações da sociedade civil de interesse público;
f. a participação, nos 3 (três) meses que precedem o pleito, de inaugurações de obras públicas.
4. No dia da eleição é ainda vedado aos candidatos e seus prepostos:
a. o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção comício ou carreata;
b. a arregimentação (recrutar ou reunir) de eleitores ou a propaganda de boca de urna;
c. o transporte de eleitores;
d. distribuição de material de propaganda política ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes
a influir na vontade do eleitor;
e. até o término do horário de votação, a aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado, de modo a
caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.
5. É permitido no dia da eleição a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por candidato,
revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos.
6. É vedado aos fiscais dos candidatos, nos trabalhos de votação, a padronização do vestuário.
Cabe ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de cada Ente Municipal dar ampla
divulgação do teor da presente recomendação a todos os candidatos, assim como à população em geral de Bela Vista e
Caracol, devendo para tanto:
I - Encaminhar cópias impressas a todos os candidatos, mediante recibo;
II - Imprimir e afixar cópias nos órgãos públicos e locais de grande circulação de pessoas, dando-lhe o devido
destaque, juntamente com os demais editais publicados para divulgação do pleito e convocação dos eleitores;
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III - Imprimir e afixar cópias nos locais de votação;
IV - Publicar cópia eletrônica na página do órgão e/ou da Prefeitura Municipal local na rede mundial de
computadores.
Juntamente com a publicação de cópias da presente recomendação, cabe ao Conselho Municipal dos Direitos da
Criança e do Adolescente de cada município divulgar amplamente telefones, endereços eletrônicos e locais onde poderão
ser encaminhadas denúncias de violação das regras de campanha, com o registro e fornecimento do protocolo respectivo
e envio de cópia ao Ministério Público.
ALERTA, por fim, que o desrespeito às regras apontadas acima caracterizará inidoneidade moral, deixando o(a)
candidato(a) passível de impugnação da candidatura, por conta da inobservância do requisito previsto no art. 133, inciso
I, da Lei Federal nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Ainda, importará na tomada das medidas judiciais cabíveis, inclusive no sentido da apuração da responsabilidade
civil, administrativa e mesmo criminal dos agentes que, por ação ou omissão, violarem ou permitirem a violação das
normas e princípios que regem o processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar, ex vi do disposto nos arts. 5º,
208 e par. único, 216 e 232, todos da Lei nº 8.069/90, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
Fica estabelecido o prazo de 10 (dez) dias para que sejam informadas as providências tomadas no sentido do
cumprimento da presente recomendação.
Encaminhe-se cópia da Recomendação ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente –
CMDCA de Bela Vista/MS e Caracol/MS, bem como ao Juízo da Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Bela
Vista/MS.
Bela Vista-MS, 22 de agosto de 2023.
JANAÍNA SCOPEL BONATTO
Promotora de Justiça em substituição legal
CHAPADÃO DO SUL
EDITAL 002/2023/1ª PJCS
A Promotoria de Justiça do Consumidor da Comarca de Chapadão do Sul-MS torna pública a instauração de
Inquérito Civil, que se encontra à disposição na Avenida Mato Grosso do Sul, n. 435, Bairro Parque União, neste
Município. Os autos do referido procedimento poderão ser acessados via internet, no endereço:
http://consultaprocedimento.mpms.mp.br/consulta/saj/processo.
Inquérito Civil nº 06.2023.00000820-1
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: A apurar
Assunto: Apurar eventuais irregularidades na instalação e manutenção de cabos de telefonia e internet em
Chapadão do Sul/MS.
Chapadão do Sul/MS, 28 de agosto de 2023.
THIAGO BARILE GALVÃO DE FRANÇA
Promotor de Justiça em substituição legal
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DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
COXIM
EDITAL Nº 0045/2023/02PJ/CXM
A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Coxim/MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo abaixo descrito, que está à disposição de quem possa interessar na Avenida Márcio Lima Nantes nº 105,
Vila São Salvador, na cidade de Coxim-MS. Os autos do referido procedimento podem ser integralmente acessados via
internet, no seguinte endereço: http://consultaprocedimento.mpms.mp.br/consulta/saj/processo.
Procedimento Administrativo nº 09.2023.00007792-1
Requerente: Ministério Público Estadual.
Requeridos: Marcos Antonio de Carvalho Torquato e Flávia Franco Torquato.
Assunto: Fiscalizar o cumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Ministério Público e
o requerido, Sr. Marcos Antonio de Carvalho Torquato, nos autos do Inquérito Civil nº 06.2021.00000744-9.
Coxim/MS,24 de agosto de 2023.
MICHEL MAESANO MANCUELHO
Promotor de Justiça em Substituição Legal
FÁTIMA DO SUL
AUTOS N. MP: 09.2023.00003920-5
Procedimento Administrativo de acompanhamento de Instituições
Objeto: Acompanhamento do processo seletivo e eleitoral de escolha dos membros do Conselho Tutelar de Fátima do
Sul/MS.
RECOMENDAÇÃO n. 0002/2023/02PJ/FSU
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, por seu Promotor de Justiça, no uso
de suas atribuições, no bojo do Procedimento Administrativo de acompanhamento de Instituições n. 09.2023.00003920-
5, instaurado no âmbito da 2ª Promotoria de Justiça de Fátima do Sul, com fundamento no art. 201, §5º, alínea "c", da Lei
Federal n. 8.069/1990 (ECA), na Resolução n. 164/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, e na
Resolução n. Resolução n. 005/2012, de 13 de setembro de 2012, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério
Público do Estado Mato Grosso do Sul:
CONSIDERANDO o disposto no art. 139, §1º, da Lei n. 8.069/90, bem como o art. 14, da Resolução
CONANDA n. 170/14 e o Edital do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Fátima do Sul/MS
que, entre outras providências, fixou a data de 1º de outubro de 2023, para a realização do processo de escolha dos
membros do Conselho Tutelar local;
CONSIDERANDO que, nos termos do art. 139, caput, da Lei n. 8.069/90 e art. 5º, inciso III, da Resolução n.
170/14, do CONANDA, compete ao Ministério Público a fiscalização do processo de escolha dos membros do Conselho
Tutelar;
CONSIDERANDO a necessidade de assegurar a isonomia entre todos os candidatos, assim como prevenir e
coibir a prática de condutas abusivas e/ou desleais, que podem importar, inclusive, na quebra do requisito da “idoneidade
moral”, expressamente exigido de todos os candidatos/membros do Conselho Tutelar pelo art. 133, da Lei n. 8.069/90;
CONSIDERANDO que, em decorrência de sua atribuição elementar de conduzir o processo de escolha dos
membros do Conselho Tutelar, cabe ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente a tomada das
providências necessárias para que a campanha eleitoral, assim como a votação e apuração do resultado do pleito
transcorram de forma regular;
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RECOMENDA aos integrantes do CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE (CMDCA), bem como AOS CANDIDATOS HABILITADOS AO PROCESSO DE ESCOLHA em
questão que observem as cautelas e vedações abaixo elencadas, relacionadas à campanha eleitoral e ao dia da eleição,
sem prejuízo de outras previstas na legislação local, sob pena de adoção das medidas administrativas e criminais cabíveis:
1- É permitida a propaganda:
a) por meio de santinhos constando apenas número, nome e foto do candidato e curriculum vitae;
b) mediante divulgação na internet desde que não causem dano ou perturbem a ordem pública ou particular;
c) na internet, nas seguintes formas:
c.1) em página eletrônica do candidato ou em perfil em rede social, com endereço eletrônico comunicado à
Comissão Especial e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no País;
c.2) por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, vedada
realização de disparo em massa;
c.3) por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas,
cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos ou qualquer pessoa natural, desde que não utilize sítios comerciais
e/ou contrate impulsionamento de conteúdo;
d) por meio da participação em debates e entrevistas, desde que se garanta igualdade de condições a todos os
candidatos.
2- É vedada a propaganda:
a) vinculada direta ou indiretamente a partido político ou que importe em abuso de poder político, econômico
ou religioso. Vale ressaltar que não é vedada a filiação a partido, mas atividades que possam captar, por exemplo, sufrágio
pela via da utilização de nome de Vereadores, Prefeitos, Secretários Municipais ou de agremiações políticas;
b) que implique em oferecimento, promessa ou solicitação de dinheiro, dádiva, rifa, sorteio ou vantagem de
qualquer natureza, inclusive brindes de pequeno valor, tais como camisetas, chaveiros, bonés, canetas ou cestas básicas;
c) feita por meio de impressos ou de objeto que pessoa inexperiente ou rústica possa confundir com moeda;
d) que prejudique a higiene e a estética urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição
de direito;
e) que perturbe o sossego público, com algazarra ou abusos de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
f) de qualquer natureza, que for veiculada por meio de pichação, inscrição a tinta, fixação de placas, estandartes,
faixas e assemelhados, nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do Poder Público, ou que a ele pertençam, e
nos de uso comum (cinema, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade
privada), inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus
e outros equipamentos urbanos;
g) que caluniar, difamar ou injuriar quaisquer pessoas, bem como órgãos ou entidades que exerçam autoridade
pública;
h) de qualquer natureza colocada em árvores e nos jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros,
cercas e tapumes divisórios, mesmo que não lhes causem dano;
i) mediante outdoors, sujeitando-se a empresa responsável e candidatos à imediata retirada da propaganda
irregular;
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j) por meio de rádio, televisão ou espaço de mídia em geral, mediante pagamento, ressalvada a manutenção,
pelo candidato, de página própria na internet;
k) mediante anúncios luminosos, faixas, cartazes ou inscrições em qualquer local público.
3- É vedado, ao longo da campanha eleitoral:
a) confecção, utilização, distribuição por candidato ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés,
canetas, brindes, cesta básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor;
b) a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como a apresentação,
remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício ou reunião eleitoral;
c) o uso de símbolos, frases ou imagens, associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo,
empresa pública ou sociedade de economia mista;
d) a contratação ou utilização, ainda que em regime de voluntariado, de crianças e adolescentes para distribuição
de material de campanha em vias públicas, residências de eleitores e estabelecimentos comerciais;
e) o recebimento, direta ou indiretamente, de doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio
de publicidade de qualquer espécie, procedente de: entidade ou governo estrangeiro; órgão da administração pública direta
e indireta ou fundação mantida com recursos provenientes do Poder Público; concessionário ou permissionário de serviço
público; entidade de direito privado que receba, na condição de beneficiária, contribuição compulsória em virtude de
disposição legal; entidade de utilidade pública; entidade de classe ou sindical; pessoa jurídica sem fins lucrativos que
receba recursos do exterior; entidades beneficentes e religiosas; entidades esportivas; organizações não governamentais
que recebam recursos públicos; organizações da sociedade civil de interesse público;
f) a participação, nos 3 (três) meses que precedem o pleito, de inaugurações de obras públicas.
4- No dia da eleição é ainda vedado aos candidatos e seus prepostos:
a) o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção comício ou carreata;
b) a arregimentação (recrutar ou reunir) de eleitores ou a propaganda de boca de urna;
c) o transporte de eleitores;
d) distribuição de material de propaganda política ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes
a influir na vontade do eleitor;
e) até o término do horário de votação, a aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado, de modo a
caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos;
f) É permitido no dia da eleição a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por candidato,
revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos.
6- É vedado aos fiscais dos candidatos, nos trabalhos de votação, a padronização do vestuário.
ALERTA, por fim, que o desrespeito às regras apontadas acima caracterizará inidoneidade moral, deixando o(a)
candidato(a) passível de impugnação da candidatura, por conta da inobservância do requisito previsto no art. 133, inciso
I, da Lei Federal n. 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Ainda, importará na tomada das medidas judiciais cabíveis, inclusive no sentido da apuração da responsabilidade
civil, administrativa e mesmo criminal dos agentes que, por ação ou omissão, violarem ou permitirem a violação das
normas e princípios que regem o processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar, ex vi do disposto nos arts. 5º,
208 e par. único, 216 e 232, todos da Lei n. 8.069/90, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
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Expeçam-se notificações ao Município de Fátima do Sul/MS e à Presidente do CONSELHO MUNICIPAL DOS
DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CMDCA) de Fátima do Sul/MS para: (i) conhecimento e
providências da presente Recomendação Ministerial; (ii) dar ampla divulgação do teor da presente Recomendação
Ministerial a todos os candidatos, assim como à população em geral de Fátima do Sul/MS, devendo para tanto: (iii)
encaminhar cópias impressas a todos os candidatos, mediante recibo; (iv) imprimir e afixar cópias nos órgãos públicos e
locais de grande circulação de pessoas, dando-lhe o devido destaque, juntamente com os demais editais publicados para
divulgação do pleito e convocação dos eleitores, inclusive no Diário Oficial do Município; (v) imprimir e afixar cópias
nos locais de votação; (vi) publicar cópia eletrônica na página do órgão e/ou da Prefeitura Municipal local na rede mundial
de computadores; (vii) juntamente com a publicação de cópias da presente Recomendação, cabe ao CONSELHO
MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CMDCA) divulgar amplamente telefones,
endereços eletrônicos e locais onde poderão ser encaminhadas denúncias de violação das regras de campanha, com o
registro e fornecimento do protocolo respectivo e envio de cópia ao Ministério Público; (viii) os destinatários ficam
advertidos de que o descumprimento da presente Recomendação constitui em mora quanto às providências indicadas,
ensejando a omissão quanto à adoção das medidas recomendadas no manejo de medidas administrativas e ações judiciais
cabíveis contra o(s) inerte(s); (ix) fixa-se o prazo de 10 (dez) dias para que sejam informadas as providências tomadas no
sentido do cumprimento da presente Recomendação.
Expeçam-se ofícios e encaminhem-se cópias desta Recomendação aos Juízes de Direito da Comarca de Fátima
do Sul/MS, à Secretaria Municipal de Assistência Social, à Secretaria Municipal de Saúde, à Secretaria Municipal de
Educação (todas de Fátima do Sul/MS), ao Comando da Polícia Militar em Fátima do Sul, à Delegacia Regional de Fátima
do Sul/MS, à 1ª Delegacia de Polícia de Fátima do Sul/MS, à Delegacia de Atendimento à Mulher de Fátima do Sul/MS,
ao Presidente da Câmara de Vereadores de Fátima do Sul/MS, ao Defensor Público Estadual atuante na Comarca, ao
Centro de Apoio das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude do MPMS, para melhor conhecimento e
divulgação.
Publique-se no Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (DOMP).
Cumpra-se. Às providências necessárias.
Fátima do Sul/MS, 16 de agosto de 2023.
RODRIGO CINTRA FRANCO
Promotor de Justiça
EDITAL Nº 020/2023
A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Fátima do Sul/MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo nº 09.2023.00008668-6, que está à disposição dos interessados na Rua Ipiranga, nº 810 - Jardim
Primavera, em Fátima do Sul/MS, Fone (67) 2020-9344.
Procedimento Administrativo nº 09.2023.00008668-6
Requerente: Ministério Público Estadual;
Requerido: Clínica de Recuperação para Dependentes Químicos e Alcoolistas Daytop Brasil LTDA (DAY TOP
de Fátima do Sul/MS), CNPJ n. 35.601.402/0001-26;
Objeto: Acompanhamento das comunicações de internação psiquiátrica involuntária e alta respectiva realizadas
pela Clínica de Recuperação para Dependentes Químicos e Alcoolistas Daytop Brasil LTDA (DAY TOP de Fátima do
Sul/MS).
Fátima do Sul/MS, 28 de agosto de 2023.
RODRIGO CINTRA FRANCO
Promotor de Justiça
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JARDIM
PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO Nº 06.2023.00000515-9.
RECOMENDAÇÃO 0004/2023/02PJ/JIM
O Ministério Público Estadual, por sua Promotora de Justiça que ao final subscreve, no uso de suas atribuições
legais, com fundamento no artigo 129 da Constituição Federal, artigo 132 da Constituição do Estado de Mato Grosso do
Sul, artigo 26, inciso IV, alínea “b” e artigo 28, ambos da Lei Complementar n.º 72/1994 (Lei Orgânica do Ministério
Público do Estado de Mato Grosso do Sul), e:
CONSIDERANDO que o Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do
Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais
indisponíveis (art. 127, da Constituição Federal);
CONSIDERANDO o artigo 27, parágrafo único, inciso IV, da Lei Federal n° 8.625, de 12 de fevereiro de 1993,
o qual faculta ao Ministério Público expedir recomendação administrativa aos órgãos da administração pública federal,
estadual e municipal, requisitando ao destinatário adequada e imediata divulgação;
CONSIDERANDO o artigo 2º, caput, da Lei Complementar n° 85, de 27 de dezembro de 1999, que antes de
elencar funções atribuídas ao Ministério Público, reforça aquelas previstas na Constituição Federal e Estadual e na Lei
Orgânica Nacional;
CONSIDERANDO que o mesmo diploma legal supramencionado, em seus artigos 67, § 1o, inciso III, e 68,
inciso XIII, item 10, dispõe que ao Promotor de Justiça incumbe, respectivamente, "atender a qualquer do povo, ouvindo
suas reclamações, informando, orientando e tomando as medidas de cunho administrativo ou judicial, ou encaminhando-
as às autoridades ou órgãos competentes" e "efetuar a articulação entre os órgãos do Ministério Público e entidades
públicas e privadas com atuação na sua área";
CONSIDERANDO que incumbe ao Ministério Público a defesa do patrimônio público e social, da moralidade
e da eficiência administrativa, nos termos dos artigos 127, caput, e 129, inciso III, da Constituição da República; artigo
25, inciso IV, alínea “a”, da Lei n.º 8.625/93; e artigo 46, inciso VI, “b”, da Lei Complementar Estadual nº 72/94;
CONSIDERANDO que é função institucional do Ministério Público zelar pelo efetivo respeito dos Poderes
Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados na Constituição, promovendo as medidas
necessárias a sua garantia (art. 129, II, CF);
CONSIDERANDO que cabe ao Ministério Público exercer a defesa dos direitos assegurados nas Constituições
Federal e Estadual, sempre que se cuidar de garantir-lhe o respeito pelos poderes municipais (art. 27, I, Lei Federal n.º
8.625/93);
CONSIDERANDO que são princípios norteadores da Administração Pública e de seus respectivos gestores a
legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência;
CONSIDERANDO que os atos contrários à Constituição ou à Lei são inoperantes e não produzem qualquer
efeito jurídico, tornando-se passíveis de invalidação pela própria Administração;
CONSIDERANDO o presente Procedimento Preparatório apura eventuais irregularidades na apresentação de
justificativas de faltas nas Sessões Legislativas dos Vereadores da Câmara Municipal de Jardim;
CONSIDERANDO que ao ser solicitado ao Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Jardim que
encaminhasse cópia de eventuais justificativas apresentadas pelos Vereadores nas faltas das Sessões Ordinárias do ano
de 2022, constatou-se que não há rito próprio para a apresentação das referidas faltas e de deliberação sobre elas, em
razão do exposto:
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RECOMENDA-SE à Presidência da Câmara Municipal de Vereadores de Jardim, que:
A) elabore ato administrativo (resolução, portaria, instrução normativa ou equivalente), que defina
pormenorizadamente o Procedimento de Justificativa de Faltas dos Vereadores da Câmara Municipal de Jardim, a fim de
disciplinar e normatizar como se dará a formalização escrita da justificativa das faltas dos vereadores nas sessões
legislativas, notadamente: 1) os meios admitidos para essa formalização; 2) os prazos de recebimento, tramitação e
conclusão do procedimento; 3) a decisão final de acolhimento ou não da Presidência do órgão; 4) a publicidade; 5) o valor
a ser descontado em decorrência de falta injustificada dos Vereadores; 6) a cobrança dos descontos em folha aplicados
em decorrência do indeferimento da justificativa; 7) o setor responsável pelo recebimento, pela autuação sequencial e
cronológica e pela tramitação da justificativa; 8) o setor responsável ao cumprimento da decisão que determinar o
desconto do subsídio dos Vereadores; 9) o prazo de guarda e o setor responsável pelo arquivamento dos autos do
procedimento de justificativa; 10) a vista pessoal dos autos do procedimento ao órgão de Controle Interno, para
fiscalização, sem prejuízo da disciplina de outras diretrizes necessárias à garantia de probidade administrativa e à
obediência aos princípios que regem a Administração Pública, sem prejuízo de outras medidas que se fizerem necessárias
ao controle do comparecimento dos Vereadores as sessões;
B) conste anexo ao ato administrativo que trata o item "A", modelo de formulário de justificativa padrão a ser
utilizado pelo Vereador, sem prejuízo da formulação de outros formulários, a fim de padronizar e sistematizar a
interposição de justificativas dessa natureza.
REQUISITA-SE, desde já, que esta Promotoria de Justiça seja informada, no prazo de 10 (dez) dias, se a presente
Recomendação será acatada.
REQUISITA-SE, no prazo de 60 (sessenta) dias, em caso de aceitação da presente, o envio da todas as medidas
administrativas implementadas em razão da presente recomendação.
REQUISITA-SE que, de acordo com o disposto no artigo 27, parágrafo único, da Lei nº 8629/93, bem como art.
451, parágrafo único da Resolução nª 15/2007-PGJ, seja dada à presente recomendação a sua adequada e imediata
divulgação, preferencialmente através de publicação da mesma no Portal da Transparência da Câmara de Vereadores de
Jardim/MS.
ADVERTE-SE que, em caso de não cumprimento da Recomendação, poderão ser adotadas as medidas judiciais
cabíveis para solução da irregularidade e para a eventual responsabilização pessoal.
Encaminhe-se para publicação no DOMP.
Jardim/MS, 24 de agosto de 2023.
LIA PAIM LIMA
Promotora de Justiça
PARANAÍBA
EDITAL Nº 007/2023
A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Paranaíba/MS, torna pública a instauração do Procedimento
Preparatório abaixo especificado, que se encontra à disposição de quem possa interessar na Rua José Robalinho da Silva, 215, Jardim
Santa Mônica.
Procedimento Preparatório nº 06.2023.00000938-8
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Paranaíba
Assunto: Apurar a necessidade de reforma em ponte de madeira na “região da Velhacaria” e a falta de manutenção em estrada
rural nas proximidades do “Assentamento Serra”, no Município de Paranaíba.
Paranaíba, 28 de agosto de 2023.
RONALDO VIEIRA FRANCISCO
Promotor de Justiça
1
Art. 45. Expedida a recomendação, aguardar-se-á prazo razoável para resposta da autoridade sobre a sua adoção ou não.Parágrafo único. Será requisitada ao destinatário da
recomendação sua divulgação adequada e imediata, bem como resposta por escrito.
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DOMPMS • Ano XIV • Número 2.966 terça-feira, 29 de agosto de 2023
RIBAS DO RIO PARDO
EDITAL Nº 0009/2023/01PJ/RRP
A Promotoria de Justiça de Ribas do Rio Pardo/MS torna pública a instauração de Inquérito Civil que está à
disposição de quem possa interessar na Rua Waldemar Francisco da Silva, nº 1.017, Bairro Nossa Senhora da Conceição
I.
Inquérito Civil nº 06.2023.00000824-5
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul.
Requerido: Marcus Nascimento Goncalves De Oliveira
Assunto: Apurar a regularidade jurídico-ambiental da supressão de 15,5000 hectares de vegetação nativa em
área de Reserva Legal, bem como o corte de árvores nativas isoladas em 614 hectares na área dos pivôs centrais, na
Fazenda São José do Pontal, em Ribas do Rio Pardo/MS, sem autorização do órgão competente, conforme Auto de
Infração nº 012159/2023 e Laudo de Constatação nº 015566/2023.
Ribas do Rio Pardo,28 de agosto de 2023.
GEORGE ZAROUR CEZAR
Promotor de Justiça
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