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Curso de Educação Fisica Bacharelado: Douglas Levy Guennes Bezerra Da Silva

O documento aborda a importância da Educação Física escolar na promoção de hábitos saudáveis entre alunos do Ensino Fundamental, destacando sua função na formação integral e na conscientização sobre atividade física e alimentação. A pesquisa propõe uma intervenção em uma escola pública de Minas Gerais, visando superar desafios como a falta de recursos e a desvalorização da disciplina. O estudo busca identificar benefícios da prática de atividades físicas e a contribuição da Educação Física para o desenvolvimento de uma consciência crítica entre os alunos.

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Douglas Guennes
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Curso de Educação Fisica Bacharelado: Douglas Levy Guennes Bezerra Da Silva

O documento aborda a importância da Educação Física escolar na promoção de hábitos saudáveis entre alunos do Ensino Fundamental, destacando sua função na formação integral e na conscientização sobre atividade física e alimentação. A pesquisa propõe uma intervenção em uma escola pública de Minas Gerais, visando superar desafios como a falta de recursos e a desvalorização da disciplina. O estudo busca identificar benefícios da prática de atividades físicas e a contribuição da Educação Física para o desenvolvimento de uma consciência crítica entre os alunos.

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CURSO DE EDUCAÇÃO FISICA BACHARELADO

DOUGLAS LEVY GUENNES BEZERRA DA SILVA

A INFLUÊNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NA PROMOÇÃO DA


ATIVIDADE FÍSICA E DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO ENSINO
FUNDAMENTAL

BELO HORIZONTE/MG
2025
CURSO DE EDUCAÇÃO FISICA BACHARELADO

DOUGLAS LEVY GUENNES BEZERRA DA SILVA

A INFLUÊNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NA PROMOÇÃO DA


ATIVIDADE FÍSICA E DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO ENSINO
FUNDAMENTAL

Projeto de Intervenção da disciplina de Trabalho


de Conclusão de Curso de Graduação em
Educação Física Bacharelado – Faculdade
Única EaD, como requisito obrigatório para
conclusão do curso.

BELO HORIZONTE/MG
2025
CURSO DE EDUCAÇÃO FISICA BACHARELADO

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO.....................................................................................................04
1.1. Apresentação....................................................................................................05
1.2. Situação Problema............................................................................................06
1.3. Local da Intervenção.........................................................................................07
1.4. Sujeitos Envolvidos na Intervenção..................................................................08
2. OBJETIVOS.........................................................................................................09
2.1. Geral.................................................................................................................09
2.2. Específicos.......................................................................................................09
3. JUSTIFICATIVA..................................................................................................10
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...........................................................................11
5. PERCURSO METODOLÓGICO..........................................................................18
6. RECURSOS.........................................................................................................19
7. AVALIAÇÃO.........................................................................................................20
8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES.......................................................................21
REFERÊNCIAS..........................................................................................................22
1. INTRODUÇÃO
1.1. Apresentação

A Educação Física escolar é uma disciplina que introduz e integra os alunos à


cultura física do movimento, tendo por objetivo formar cidadãos que irão produzi-lo e
transformá-lo para que possam desfrutar da diversão de jogos, esportes, dança, luta e
ginástica, buscando uma melhor qualidade de vida (CONFEF, 2002; PRANDINA,
SANTOS, 2016).
Nas últimas décadas a Educação Física escolar tem buscado sua própria
identidade e legitimidade, devendo fazer parte da estrutura curricular geral de igual valor
às demais disciplinas, eliminando o conceito de hierarquia e formando uma estrutura
harmônica não exclusiva (PRADO, 2015).
No contexto do Ensino Fundamental, essa disciplina assume uma função
estratégica na promoção de hábitos de vida saudáveis, especialmente no que se refere à
prática regular de atividades físicas e à adoção de uma alimentação equilibrada. Diante do
crescente aumento de casos de sedentarismo, obesidade infantil e doenças crônicas não
transmissíveis, torna-se cada vez mais urgente que a escola atue como um ambiente de
conscientização e transformação de comportamentos. Atualmente ela é considerada uma
disciplina muito importante, pois permite que os alunos descubram seu corpo, por meio das
práticas esportivas, e realizem exercícios benéficos ao equilíbrio, proporcionando-lhes
momentos de interação, socialização e entretenimento. Além disso, exerce o papel de
disseminar a ética e os valores morais nos diversos meios, bem como os conteúdos ligados
à convivência cultural e social (PRANDINA, SANTOS, 2016).
Dentre os problemas enfrentados pelos professores de educação física está a
falta de recursos escolares; por isso é importante desenvolver estratégias como métodos
alternativos, permitindo que os alunos e professores tenham salas de aula produtivas
(RAMOS et al., 2017). Além disso, podemos observar a pouca valorização da profissão por
parte da sociedade, pais de alunos e educadores de outras disciplinas, sem contar a falta
de materiais e investimentos em locais adequados para a prática esportiva (PRANDINA,
SANTOS, 2016).
Assim, as dificuldades docentes no cotidiano escolar permeiam a carreira dos
professores de educação física, sendo muitas vezes vistos apenas como aqueles que
trabalham com esportes, jogos e brincadeiras. Porém, seu papel vai muito além, pois são
5
eles que avaliam quais as dificuldades encontradas pelos alunos e procuram a melhor
forma de transmitir o conhecimento, o que é vital para a construção de bons cidadãos
(KRUG et al., 2019; PRANDINA, SANTOS, 2016).
Diante do exposto verificamos que a Educação Física escolar é importante em
todos os aspectos, pois promove o desenvolvimento integral dos alunos, a vida saudável,
a socialização, o espírito de equipe e a prática do desporto. Assim, este artigo teve como
objetivo analisar a importância da Educação Física escolar na formação de alunos do
ensino fundamental e compreender de que forma a Educação Física escolar influencia na
consolidação de estilos de vida ativos e na formação de uma consciência alimentar mais
crítica e responsável entre os estudantes.
Primordialmente, trata-se de estudo de revisão de literatura em que foi realizada
uma busca bibliográfica nas bases de dados do Google Acadêmico, Lilacs e Scielo. Para
orientar a busca foram utilizados os termos: desenvolvimento motor; educação física;
infância; motricidade. As buscas ocorreram no período de março de 2025 a julho de 2025.
Foram consideradas aptos para participar do estudo apenas as publicações realizadas a
partir do ano de 2014.
Para após, ser aplicado em um contexto educacional. A intervenção será
realizada no contexto escolar de uma instituição de ensino público de nível fundamental,
localizada no município de Guarda-Mor, no estado de Minas Gerais/MG

1.2. Situação Problema

Apesar da crescente valorização da Educação Física como componente


essencial no processo formativo dos estudantes do Ensino Fundamental, ainda persistem
inúmeros desafios no cotidiano escolar que comprometem a eficácia de sua prática
pedagógica. A ausência de materiais adequados, a falta de espaços apropriados para a
realização das atividades, o desinteresse de parte da comunidade escolar e a visão
limitada sobre o papel do professor de Educação Física contribuem para a desvalorização
da [Link], observa-se um aumento significativo no sedentarismo e nos
hábitos alimentares inadequados entre os alunos, o que agrava problemas de saúde como
a obesidade infantil, pois, surge a necessidade de investigar como a Educação Física pode
ser uma ferramenta estratégica na formação de estilos de vida mais saudáveis e na
promoção de uma consciência crítica sobre o corpo e a alimentação

1.3. Local da Intervenção

A intervenção será realizada no contexto escolar de uma instituição de ensino


5
público de nível fundamental, localizada no município de Guarda-Mor, no estado de Minas
Gerais/MG. O ambiente escolar escolhido oferece estrutura básica para a realização das
aulas de Educação Física, mas enfrenta limitações quanto a recursos materiais e
infraestrutura esportiva.

1.4. Sujeitos Envolvidos na Intervenção

Os sujeitos envolvidos na intervenção serão alunos regularmente matriculados


no Ensino Fundamental, com idades entre 7 e 12 anos, bem como o professor responsável
pelas aulas de Educação Física. A participação será voluntária e consentida, respeitando-
se os princípios éticos de pesquisa com seres humanos.

2. OBJETIVOS
2.1. Geral

Analisar a importância da Educação Física escolar na formação integral dos


alunos do Ensino Fundamental, destacando seu papel na construção de estilos de vida
ativos e na promoção de hábitos alimentares saudáveis.

2.2. Específicos

(i) Identificar os principais benefícios da prática regular de atividades físicas no


contexto escolar;
(ii) Investigar como a Educação Física pode contribuir para o desenvolvimento
da consciência corporal e alimentar entre os alunos;
(iii) Avaliar as dificuldades enfrentadas pelos professores de Educação Física
no cotidiano escolar e suas estratégias para superá-las.

5
3. JUSTIFICATIVA

A realização desta atividade se justifica pela relevância crescente da Educação


Física na formação de crianças e adolescentes, especialmente diante do aumento
preocupante dos índices de sedentarismo, obesidade e doenças associadas a maus
hábitos de vida. Além disso, a pesquisa busca valorizar a atuação do professor de
Educação Física como agente formador de cidadania, promovendo a saúde física e
emocional dos alunos.
Ocasionalmente, compreender as potencialidades e os desafios da prática
pedagógica nesta área contribui significativamente para a melhoria da qualidade do ensino
e para a formação de indivíduos mais conscientes sobre seu corpo, sua saúde e sua
relação com o meio social. A atividade proposta, portanto, tem o potencial de enriquecer o
conhecimento teórico-prático sobre a Educação Física escolar, ampliando a visão de sua
importância no currículo educacional e seu impacto positivo na vida dos estudantes.

6
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

4.1 Educação Física no Contexto Escolar

A atividade física é essencial para a melhoria na saúde e bem-estar de todas as


pessoas de qualquer idade, bem como na prevenção de doenças, contribuindo também
para uma melhor qualidade de vida e longevidade, por meio dos benefícios fisiológicos,
psicológicos e sociais (PIZARRO, 2011).
Segundo Albuquerque (2009) a Educação Física Brasileira se manifestou nas
ultimas décadas do século XIX, período que abarca a passagem do período imperial para
o inicio do período republicano. Nesse período havia muitas restrições no que se referia às
atividades físicas, por estarem relacionados ao trabalho escravo e também às propostas
ginásticas européias, que foram a base da Educação Física no Brasil e sofreram
preconceito frente à parcela conservadora da sociedade que considerava a aplicação de
exercícios ginásticos para as mulheres como um ato imoral.
De acordo com Arantes [Link]. (2001) em 1961 promulgou-se a primeira Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LBD. Nº 4024) e a Educação Física escolar
assumiu como meta, a recreação individual e coletiva, realizadas por meio de jogos,
atividades rítmicas e complementares, buscando compreender, de forma integral, o
desenvolvimento do aluno. Nesse contexto, também se atentou para a postura correta,
coordenação sensório motor, refinamento dos sentidos e o aumento da sensibilidade
rítmica.

Oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das


crianças, jovens e adultos na Educação Básica, permitindo o acesso a um
vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais,
experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem,
mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que,
comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola. Experimentar e
analisar as diferentes formas de expressão que não se alicerçam apenas
nessa racionalidade é uma das potencialidades desse componente na
Educação Básica. Para além da vivência, a experiência efetiva das práticas
corporais oportuniza aos alunos participar, de forma autônoma, em
contextos de lazer e saúde (BRASIL, 2017, p.209).

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, o Ensino Fundamental


I envolve o 1º ao 5º ano, compreende a faixa etária que varia entre os 6 anos aos 10 anos
7
de idade. A disciplina é facilitadora no processo de ensinoaprendizagem, sendo uma fonte
necessária para a formação de cidadãos críticos e reflexivos, portanto, é necessário que
os educandos da Educação Básica participem das aulas de Educação Física
“independentemente de cor, raça, etnia e classe social”, sendo facultativa sua prática
somente em casos presentes no rol taxativo da LDB em seu art. 26 §3º (BRASIL, 2003).

“... Na história educacional brasileira mais recente a Educação Física


desenvolvida sobre um forte teor tecnicista presente nas leis de nº 5540/68
e 5692/71, o caráter instrumental da Educação Física foi reforçado, já que
passou a ser considerada como atividade pelo Decreto 69.450/71, em vez
de disciplina escolar, com a conotação de um fazer prático não significativo
de uma reflexão teórica...”(BRASIL, 2001:58).

A prática da Educação Física escolar proporciona aos alunos o desenvolvimento


nos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais, relacionando de forma integrada o
corpo e a mente, podendo adquirir uma qualidade de vida saudável. Contudo, ressalta-se
a importância das aulas dessa disciplina para o desenvolvimento humano, visando à saúde
física e mental dos alunos, além de contribuir na formação como cidadãos responsáveis
na sociedade futuramente (ALVES, 2003).
A Educação Física na escola é considerada por muitos como um momento de
brincadeiras jogadas sem sentido ou como treinamento desportivo, no qual as relações
professor-aluno passam a ser vista como: “professor-treinador e aluno-atleta” (MATTOS e
NEIRA, 2000). Portanto, essa disciplina requer uma interação maior através de aulas
dinâmicas, apresentando outros esportes, aulas funcionais, contando que todos os alunos
participem.

4.2 A prática de ensino da Educação Física

Os professores de Educação Física faz pouco uso da comunicação verbal em


suas aulas. O trabalho com o corpo explora outras linguagens – muito ricas inclusive –
contudo, o exercício da docência não pode se reduzir somente a esta manifestação
(ALVES, 2003). A Didática e a prática de ensino são duas faces de uma mesma moeda,
como o são o ensino e a aprendizagem. Nenhuma mudança educativa formal tem
possibilidades de sucesso, se não conseguir assegurar a participação ativa do professor,
ou seja, se da sua parte, não houver vontade deliberada de aceitação e aplicação dessas
novas propostas de ensino(RAMOS et al., 2017).
A ausência de materiais didáticos de qualidade para os professores de
educação física torna-se uma das grandes dificuldades enfrentadas por estes profissionais

8
levando ao o improviso a partir da confecção de materiais alternativos que possam
minimizar a ausência destes recursos pedagógicos. Segundo Santos, Mendes e Ladislau
(2014), para contornar esse problema alguns professores compram ou improvisam
determinados materiais, confeccionando-os no próprio contexto da aula. Prandina e Santos
(2016) afirmam que no Brasil o ensino encontra-se numa situação bastante desfavorável
marcado por falta de apoio do poder público, baixa remuneração, falta de recursos e
incentivo aos profissionais, repercutindo na qualidade do ensino.
Ramos (2017) destaca que os professores de educação física enfrentam
diversos problemas principalmente nas redes públicas, por falta de recursos nas escolas,
sendo importante desenvolver estratégias como, por exemplo, métodos alternativos que
possibilitem o máximo de aproveitamento.
A Educação Física Escolar se constitui como área do conhecimento que busca
intervir com a cultura corporal do movimento, que é essencial para o processo de
escolarização das crianças, jovens e adultos, com reflexões sobre os significados das
práticas corporais na formação escolar dos alunos (FURTADO; BORGES, 2020).
Dessa forma, a Educação Física no contexto dos anos iniciais de escolarização
se insere como um caminho significativo para o desenvolvimento e reforçamento do lúdico,
que trabalha as atividades motoras, possibilita a criança brincar com o corpo e com o corpo
de seus pares, experimentar uma variedade de sensações corporais, que são importantes
para o desenvolvimento e aprendizagem (COSTA, 2014).
O papel fundamental da escola é potencializar o desenvolvimento dos alunos,
fazendo com que ele consiga integrar adequadamente os conhecimentos trazidos e
adquiridos para o seu próprio mundo (ZABALZA, 1994). (Citado por GARAVELLO, P.17).

4.3 Benefícios da Educação Física no desenvolvimento de crianças

O trabalho da Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental é


importante, pois possibilita aos alunos terem, desde cedo, a oportunidade de desenvolver
habilidades corporais e de participarem de atividades culturais, como jogos, esportes, lutas,
ginásticas e danças, com finalidades de lazer, expressão de sentimentos, afetos e
emoções (BRASIL, 1997).
No que concerne às competências, ao contemplar a cultura do corpo e do
movimento, a interação humana está vinculada aos objetivos, especificidades e
competências da Educação Física para os processos de ensino, quando as aulas de
Educação Física existe grande potencial de interatividade, visto que a prática educativa

9
oportuniza conhecimentos sobre o ser humano, em atividades cooperativas, colaborativas,
de respeito, união, amizade, diálogos, espírito de equipe e convivência em grupo, aspectos
que são essenciais para uma sociedade em tempos contemporâneos (BRASIL, 2017).
Face as características singulares da disciplina, a Educação Física Escolar tem
o papel de promover momentos significativos de integração da criança com a escola e com
a comunidade, quando as atividades da disciplina tem potencial para desenvolver a
interação humana, através de brincadeiras, jogos danças, ginásticas, esportes, lutas e
práticas corporais de aventura, com base na coletividade e democracia(BAGNARA;
FENSTERSEIFER, 2020).
A Educação Física é responsável por estimular a evolução motora, o
desenvolvimento e maturação dos estudantes, através do como mover-se, estimulando os
neurotransmissores para a execução das suas ações psicomotoras, fazendo assim com
que eles realizem movimentos conscientes e integrados (ALVES, 2003).
De acordo com Souza Júnior (2013), o professor de Educação Física deve tornar
a sua aula em um momento prazeroso para todos os alunos, sem discriminação, de modo
que inclua todos, dos alunos mais habilidosos ao menos habilidosos, atlética ou obesa e
também alunos com alguma deficiência, promovendo, deste modo, bem-estar e saúde a
todos e assim ao poucos contribuir para a redução do sedentarismo.
Neste sentido, a escola é um espaço para o desenvolvimento de estratégias de
promoção de atividade física e de educação para a saúde e, neste contexto, a Educação
Física Escolar surge como importante ferramenta, pois muitas crianças e jovens veem nela
uma das melhores oportunidades de aproximação às práticas de atividades físicas,
principalmente para classes sociais menos favorecidas (LIMA, 2012).
Por meio das aulas de Educação Física na escola, é possível trabalhar todos os
elementos psicomotores: a Coordenação Motora Grossa (considerada o trabalho realizado
por grandes grupos musculares, geralmente membros superiores e inferiores completos);
a Coordenação Motora Fina (capacidade de controlar pequenos músculos para exercícios
refinados); a Lateralidade (conscientização dois lados do corpo); o Equilíbrio (habilidade
de manter o controle do corpo); a Estruturação Espacial (relação do individuo com o mundo
exterior); a Orientação Temporal (capacidade de situar-se em função da sucessão dos
acontecimentos); o Esquema Corporal (consciência de cada segmento do corpo a partir da
experiência vivida pelo individuo) e o Ritmo (ordenação constante e periódica de um ato
motor) (PRANDINA, SANTOS, 2016).
A importância da educação física durante os primeiros anos escolares é
considerada como fundamental para o desenvolvimento global de qualquer criança: "a
10
educação psicomotora deve ser considerada como uma educação de base na escola
elementar, essa condiciona todas as aprendizagens pré-escolares e escolares; estas não
podem ser bem conduzidas se a criança não tiver conseguido conscientizar seu corpo,
lateralizar-se, situar-se no espaço, controlar o tempo, se não tiver adquirido uma habilidade
suficiente e uma coordenação de seus gestos e movimentos." (ALVES, 2003).
Rosa Neto (2002, p. 16) afirma que, “a capacidade da criança, seus gestos, suas
atitudes, seus deslocamentos e seu ritmo nos permitem, às vezes, conhecê-la e
compreendê-la melhor do que buscar informações para tal fim nas palavras por elas
pronunciadas”.
De acordo com Duckur (2004) no ensino fundamental a educação física deve
ser alicerçada em concepções de uma educação orientada para a qualidade de vida, onde
fique perceptível que sua proposta não é formar atletas, mas voltar-se aos valores e
significados da educação e, em especial, da escola.

4.4 Alimentação e Educação Física no contexto educacional

A escola tem papel fundamental na adoção de hábitos saudáveis e, deve ser


estimulado, em conjunto com a gestão escolar, o nutricionista e demais profissionais da
educação com o apoio das políticas públicas. Programa Nacional de Alimentação Escolar
(PNAE), cujo objetivo é fornecer uma alimentação escolar saudável durante o período de
permanência do aluno na escola, contemplando também ações de EAN (BRASIL, 2013).
A obesidade na infância apresenta-se como uma epidemia global, com crescimento
contínuo, tornando-se um dos mais graves problemas de saúde pública (FREITAS;
COELHO; RIBEIRO, 2009).
O crescente índice de inatividade é preocupante, a redução de atividades físicas
associado ao número cada vez maior de horas em atividades sedentárias como TVs,
computador e video-games. O papel dos pais na obesidade infantil é também muito
importante, devido à hereditariedade e ao exemplo que os progenitores dão em casa, que
influencia o comportamento das crianças, através da alimentação e dos hábitos de
atividade física (BRASIL, 2013).
As crianças adquirem seus hábitos em dois ambientes que podem e devem estar
em permanente diálogo: a própria família e a escola. Já o conhecimento que fundamentará
uma compreensão sobre hábitos saudáveis, direitos, possibilidades, autonomia de decisão
com base na razão, basicamente se adquire na escola, em que pese o enorme contingente
de publicações e abordagens pela mídia das questões de saúde (revistas, notícias de

11
jornal, programas de televisão e rádio, etc). Para a criança e o jovem escolares, a escola
é a guardiã da informação segura, onde eles podem “checar” a pertinência das informações
que estão na mídia (MELLO, et al., 2014).
A diminuição da prática de atividade física diária é considerada uma das causas do
aumento exorbitante de crianças com sobrepeso, obesidade e comorbidades decorrentes
(MIRANDA, 2008).
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) oferece alimentação escolar
e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação
básica pública (BRASIL, 2020). Uma alimentação equilibrada e controlada contribui para o
desenvolvimento da criança, tanto na escola como em casa, promovendo mais seu
aprendizado, atenção, memória, capacidade física, concentração, energia necessária para
trabalhar o cérebro. Dessa maneira, para que isso se efetive é necessário uma alimentação
diversificada, que possua carboidratos, proteínas, água, lipídios, sais minerais, sal, fibras,
vitaminas na quantidade certa (MELLO, et al., 2014).
O PNAE é gerenciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE) e se concretiza através do repasse de recursos financeiros para os estados e
municípios que por sua vez devem dá o direcionamento dos gêneros alimentícios
diretamente nas escolas. É neste momento que a alimentação disponibilizada na escola
surge como importante elemento na vida do educando, na medida em que supre
parcialmente as necessidades nutricionais diárias de uma criança (MELLO, et al., 2014).
O professor surge nessa intervenção educacional como mediador no intuito de
auxiliar e conduzir na adoção de hábitos alimentares saudáveis, estar munido de
embasamento teórico aliado à sua prática cotidiana para que possa influenciar os alunos
a terem uma postura crítica, e assim contribuir para a formação do indivíduo, que aprende
não apenas para saber, mas para usar esse saber em sua rotina, ou seja, colocar em
prática bons hábitos alimentares. (MIRANDA, 2008).
A educação alimentar é especialmente relevante quando se considera outra questão
de extrema importância, muito discutida nos últimos anos; a realidade do aumento da
obesidade infantil e juvenil, que determina muitas complicações de saúde tanto na infância
quanto na idade adulta (MELLO, et al., 2014).
Alimentação saudável é sinônimo de qualidade de vida, que consiste na harmonia
dos alimentos, combinando variedade e quantidade adequada, uma alimentação
balanceada é importante em qualquer fase da vida, porém, na infância é indispensável, em
que a criança apresenta necessidades nutricionais que refletem em sua taxa de
crescimento (MAHAN,2012)
12
5. PERCURSO METODOLÓGICO

A metodologia deste projeto será estruturada em três fases: planejamento,


execução da intervenção e avaliação dos resultados. Trata-se de uma pesquisa de
abordagem qualitativa com caráter interventivo, tendo como base a observação
participante e a análise descritiva dos dados obtidos durante as atividades práticas.
Na fase de planejamento, será elaborado um cronograma com as atividades a
serem aplicadas, que incluirão oficinas temáticas, rodas de conversa e atividades físicas
lúdicas relacionadas à alimentação saudável e à prática de exercícios físicos. Serão
preparados materiais pedagógicos como cartazes informativos, jogos educativos e vídeos
curtos, com linguagem acessível ao público-alvo.
A execução da intervenção será realizada ao longo de quatro semanas, com dois
encontros semanais. Cada encontro terá duração média de 50 minutos e será conduzido
pelo professor de Educação Física da instituição, com suporte dos estagiários e
coordenação pedagógica. Serão trabalhadas temáticas como: 1) Benefícios da atividade
física para o corpo e mente; 2) Importância de uma alimentação saudável; 3) Combate ao
sedentarismo; 4) Construção da autoimagem positiva e hábitos saudáveis.
Na fase de avaliação, será aplicado um questionário pré e pós-intervenção com os
alunos, contendo perguntas objetivas e subjetivas sobre os temas abordados, além de
observações feitas durante as aulas. Os dados serão analisados de forma descritiva,
comparando os níveis de conhecimento e engajamento antes e depois da intervenção.

13
6. RECURSOS

Para o desenvolvimento e a efetivação da proposta de intervenção, serão


necessários diversos recursos, agrupados em três categorias: humanos, materiais e
pedagógicos/didáticos. A utilização desses recursos será planejada de forma estratégica
para garantir a eficiência das ações e o envolvimento ativo dos participantes.

6.1 Recursos Humanos

A intervenção contará com a participação direta de profissionais e colaboradores da


área da Educação Física e da gestão escolar:

1) Professor de Educação Física: responsável pela condução das atividades


práticas e pelo acompanhamento dos alunos durante a intervenção, atuando
também como facilitador das discussões teóricas e comportamentais.

2) Estagiários de Educação Física: darão suporte na organização das


atividades, observação e registro das interações, além de auxiliar os alunos
durante as dinâmicas.

3) Coordenação Pedagógica da escola: terá papel fundamental na articulação


do projeto com a proposta pedagógica da instituição, colaborando com a
construção do cronograma e avaliação de resultados.

4) Nutricionista convidado: poderá ser convidado para uma palestra sobre


alimentação saudável, promovendo a interdisciplinaridade.

6.2 Recursos Materiais

Os materiais serão utilizados para viabilizar as atividades práticas e facilitar o


processo de ensino-aprendizagem de forma dinâmica e interativa:

5) Equipamentos esportivos: bolas, cordas, bambolês, cones, colchonetes e


outros materiais que possibilitem o desenvolvimento das atividades motoras.

6) Materiais de papelaria: cartolinas, canetões, lápis de cor, fita adesiva e colas,


utilizados na confecção de cartazes e materiais informativos.
14
7) Recursos audiovisuais: data show, caixas de som e notebook para
apresentação de vídeos e slides durante oficinas.

8) Alimentos reais e réplicas: serão utilizados para compor dinâmicas


relacionadas à pirâmide alimentar e à construção de pratos saudáveis.

6.3 Recursos Pedagógicos

O uso de recursos pedagógicos é essencial para facilitar a compreensão dos temas


e promover reflexões entre os alunos:

9) Slides explicativos sobre alimentação equilibrada, nutrientes e benefícios da


atividade física;

10) Cartazes ilustrativos da pirâmide alimentar e dos diferentes grupos


alimentares;

11) Jogos educativos, como jogo da memória alimentar e quiz sobre hábitos
saudáveis;

12) Vídeos curtos e animações com linguagem acessível que abordem os


perigos do sedentarismo e os benefícios de hábitos saudáveis;

15
7. AVALIAÇÃO

A avaliação será composta por diferentes instrumentos e etapas, sendo formativa,


processual e reflexiva, isto significa que não se limita a um momento final, mas ocorrerá
durante todo o percurso da intervenção com foco na transformação das atitudes e saberes
dos alunos.

7.1 Avaliação Diagnóstica (Pré-intervenção)

Antes do início das atividades, será aplicado um questionário diagnóstico com


perguntas objetivas e subjetivas que investigarão:

• O nível de conhecimento dos alunos sobre alimentação saudável e atividade física;


• Os hábitos cotidianos relacionados à alimentação e ao sedentarismo;
• A percepção que os alunos têm sobre saúde e qualidade de vida.

A etapa tem como objetivo estabelecer um ponto de partida para comparar os efeitos
da intervenção.

7.2 Avaliação Formativa (Durante a Intervenção)

Durante a aplicação das atividades, a avaliação ocorrerá por meio de:

• Observação direta, com registros em diário de campo sobre a participação dos


alunos, suas reações, interesses e envolvimento com os temas.
• Autoavaliações rápidas, nas quais os alunos, ao final de cada encontro, poderão
expressar o que aprenderam e como se sentiram.
• Registro fotográfico e anotações, que servirão para documentar o processo e
facilitar a análise posterior.

A respectiva etapa tem a função de fornecer feedback contínuo, permitindo ajustes


na metodologia, caso necessário.

7.3 Avaliação Somativa (Pós-intervenção)

Após a conclusão das atividades, será reaplicado o questionário inicial com


possíveis adaptações. Além disso, será realizada uma roda de conversa para que os

16
alunos compartilhem seus aprendizados, dificuldades e percepções.

Os dados dos questionários serão organizados em gráficos comparativos entre os


resultados pré e pós-intervenção, permitindo verificar:

• A evolução no conhecimento dos alunos;


• A mudança (ou não) nos hábitos e atitudes;
• O impacto da metodologia aplicada.

A roda de conversa também servirá como instrumento de avaliação qualitativa, pois


permitirá compreender as transformações subjetivas, como maior autoestima, valorização
do corpo e reconhecimento da importância da Educação Física para a saúde.

17
8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

Atividade Período Responsáveis Observações


Levantamento 10 a 20 de Equipe de pesquisa Coleta de referências,
bibliográfico e maio de definição da
elaboração do projeto 2024 metodologia
Planejamento das ações 21 a 30 de Professores Criação de slides,
pedagógicas e materiais maio de orientadores e vídeos e cartazes
2024 bolsistas
Aplicação de 03 a 05 de Pesquisadores e Aplicado em sala de
questionário diagnóstico junho de professores aula
com os adolescentes 2024 parceiros
Intervenção educativa 19 de junho Equipe executora Realização no
(palestra, roda de de 2024 da intervenção auditório do CESA
conversa e dinâmicas)
Avaliação final 24 a 26 de Equipe de pesquisa Comparação com
(questionário e roda de junho de diagnóstico inicial
conversa avaliativa) 2024
Análise dos dados e 01 a 10 de Coordenador e Sistematização dos
elaboração do relatório julho de bolsistas resultados
final 2024
Divulgação dos 15 a 20 de Toda a equipe Apresentação na
resultados (cartazes, julho de envolvida escola e para a
redes sociais e reunião) 2024 comunidade local

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9. RESULTADOS ESPERADOS

Pretende-se que, ao final da intervenção, os adolescentes participantes demonstrem


maior consciência crítica sobre os impactos dos hábitos alimentares e do sedentarismo em
sua saúde física e mental, sendo capazes de identificar comportamentos prejudiciais e
substituí-los por práticas mais saudáveis no cotidiano escolar e familiar. Isso contribuirá
diretamente para a promoção da saúde e a prevenção de doenças como obesidade,
diabetes e hipertensão (BRASIL, 2009).
A intervenção também visa promover melhorias na autoestima e no autocuidado dos
alunos, uma vez que práticas regulares de atividade física e uma alimentação equilibrada
estão diretamente relacionadas ao bem-estar psicológico, à imagem corporal e ao
desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Com isso, espera-se a redução de
comportamentos apáticos e o aumento da motivação dos estudantes para atividades
escolares e sociais (LUCKESI, 2011).
Outro resultado esperado é o fortalecimento da cultura escolar de promoção da
saúde, integrando a Educação Física com outros componentes curriculares e favorecendo
uma abordagem interdisciplinar que valorize o protagonismo juvenil. Os alunos devem ser
capazes de replicar os conhecimentos adquiridos em casa, influenciando suas famílias e
comunidades com atitudes mais conscientes e saudáveis (VASCONCELLOS, 2013;
BRASIL, 2012)
Espera-se, ainda, que a escola possa se tornar um espaço permanente de reflexão
sobre saúde, alimentação e estilo de vida, utilizando os materiais pedagógicos e
estratégias aplicadas nesta intervenção como base para projetos futuros. Assim, o impacto
da proposta não será pontual, mas sustentado a longo prazo (BRASIL, 2014; FRANCO et
al., 2015)
Os resultados poderão ser compartilhados com a comunidade escolar por meio de
uma exposição de cartazes, apresentação de vídeos produzidos pelos alunos e rodas de
conversa, fomentando um ambiente escolar mais participativo e comprometido com a
formação integral dos estudantes (FREIRE, 1996; LUCKESI, 2011)

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REFERÊNCIAS

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