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Relatorio Felipe

O relatório descreve uma prática laboratorial sobre o processo de fundição, abordando desde a preparação da areia até a vertedura do metal líquido. Os objetivos incluem a aplicação prática do conhecimento teórico e a prevenção de erros durante o processo. A metodologia detalha as etapas de moldagem, compactação e resfriamento, culminando na obtenção da peça fundida.

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Relatorio Felipe

O relatório descreve uma prática laboratorial sobre o processo de fundição, abordando desde a preparação da areia até a vertedura do metal líquido. Os objetivos incluem a aplicação prática do conhecimento teórico e a prevenção de erros durante o processo. A metodologia detalha as etapas de moldagem, compactação e resfriamento, culminando na obtenção da peça fundida.

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RELATÓRIO: PRATICA

LABORATORIAL DE FUNDIÇÃO;
Integrantes: Vitor Eduardo Rosa Fonseca Ra:027322, George Victor
Santos de Sousa Ra: 028068

São luís – MA
2024
1. INTRODUÇÂO
Em sala foi discutido sabre processos de fabricação, e então como forma de entender
de perto como funciona o processo de fundição foi proposto em sala uma dinâmica
para que os alunos entendessem como funciona, quais os desafios e o que fazer para
prevenir, verificar os riscos de se trabalhar com a fundição, e agregar além de tudo
conhecimento prático de como o processo acontece;
A fundição é um processo de fabricação que foi criado e pensado como modo de
facilitar a fabricação de diversas peças que seriam complicadas de fabricar de outras
formas, além de fazer também com que seja possível criar peças de formas
complicadas ou que seriam impossíveis de outras maneiras de fabricação. Este
processo vem de maneira em tudo deve ser pensado, como a composição de onde vai
ser despejado o material derretido, que no caso do experimento foi o alumínio, para
que fique bem compactado, mas sobre isso podemos observar com mais afinco no
capitulo em que mostraremos como a metodologia de nosso experimento.

2. OBJETIVOS
2.1. Objetivos gerais
 Mostrar na Prática, o que foi visto em sala de aula;

2.2. Objetivos Específicos


 Agregar conhecimento;
 Mostrar como fazer com que o processo dê certo e o que pode dar errado,
assim podendo prevenir;
 Levar o que foi mostrado no laboratório virtual para o laboratório físico;
3. Metodologia
 PREPARAÇÃO DA AREIA E MOLDAGEM NA CAIXA 1
Para o processo de fundição em uma caixa de areia com molde impresso em 3D,
começamos pela preparação da areia e pela moldagem na caixa 1. Primeiro, adiciona-
se a quantidade adequada de água na bacia que contém a areia de fundição,
misturando-a bem com uma concha até que a areia atinja uma consistência úmida e
compactável. Em seguida, posiciona-se o molde 1 impresso em 3D, de forma
centralizada na caixa 1 de moldagem. Uma vez que o molde está no lugar, pulveriza-se
talco sobre sua superfície para facilitar a remoção posterior. Com a concha, adiciona-se
uma camada de areia sobre o molde e, com um bastão de madeira, compacta-se
cuidadosamente essa primeira camada. Esse processo de adição e compactação de
camadas de areia é repetido até que o molde esteja completamente coberto,
garantindo uma compactação uniforme para evitar defeitos no molde

 PREPARAÇÃO DA CAIXA 2 E CRIAÇÃO DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO


Depois de compactar a areia na caixa 1, é necessário preparar a caixa 2 e formar o
sistema de alimentação. A caixa 1 é então rotacionada, expondo o molde para que a
caixa 2 seja acoplada sobre a caixa 1, de maneira firme e alinhada. Em seguida,
posiciona-se o molde 2 em seu devido lugar na caixa 2. Talco é novamente pulverizado
sobre o molde e, nos locais designados, inserem-se os tubos de PVC, que formarão os
canais de alimentação e ventilação do metal. Usando a concha, duas camadas de areia
são adicionadas sobre o molde 2, e cada uma dessas camadas é compactada com o
bastão de madeira, garantindo que o molde esteja firmemente embutido na areia.
Após a compactação, os tubos de PVC são removidos, preservando os canais formados.
Com uma espátula, escavam-se as passagens para o metal líquido, e, finalmente, a
caixa 2 é desacoplada da caixa 1, permitindo a remoção cuidadosa dos moldes sem
danificar suas formas.

MOLDAGEM DO MACHO
O próximo passo envolve a moldagem do macho. Aplica-se uma camada uniforme de
talco sobre o molde macho, garantindo que sua superfície esteja bem coberta para
facilitar a desmoldagem posterior. Utilizando a concha, adicionam-se duas camadas de
areia sobre o molde, compactando-as com o bastão de madeira, criando um macho
sólido e sem defeitos. Após a compactação, o macho é removido cuidadosamente do
molde e posicionado na caixa 1, onde é ajustado para que encaixe corretamente. A
caixa 2 é então acoplada novamente à caixa 1, e os massalotes (reservatórios usados
para alimentar o metal durante a fundição) são colocados nas aberturas superiores do
sistema de moldagem.
 VERTEDURA DO METAL LÍQUIDO
Com o molde devidamente montado e o sistema de canais e massalotes configurados,
passamos para a etapa de vertedura do metal líquido. Utilizando uma tenaz, o cadinho
é removido do forno de fundição, sempre com o devido cuidado, pois o metal
derretido está em altíssima temperatura. O metal líquido é vertido lentamente nos
canais de alimentação previamente formados, preenchendo todo o espaço do molde.
Após o metal preencher completamente os moldes, aguarda-se aproximadamente uma
hora para que o resfriamento e solidificação ocorram. Ao término do tempo de
resfriamento, o molde de areia é quebrado, utilizando ferramentas adequadas,
revelando a peça fundida. Por fim, as rebarbas e excessos de metal nas áreas de
contato com os canais de alimentação e os massalotes são removidos, preparando a
peça para inspeção e acabamento final, conforme necessário.

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