2025.
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Disciplina: Fundamentos de Redes de Computadores
Alunos:
202302216821 – ALDECIR FRANCISCO DE MENDONÇA
202502359039 - ERYCK VINICIUS VASCONCELOS RIBEIRO
202403579227 - GABRIEL CARDOSO DE MELO
202309075521 - GIULIANO MASIERO TORINO
202502250291 - LUCAS MATOS ALMEIDA
202308295764 - MARCOS PEREIRA NASCIMENTO
202503093202 - NICOLAS GARRETT NEVES SOARES
202503445681 - TAMIR BORGES LINS DOS SANTOS
2025.1
Disciplina: Fundamentos de Redes de Computadores
Professor:
SANDRO JORGE TAVARES RIBEIRO
Roteamento
Encaminhando os pacotes na rede
A principal função da camada de rede é rotear pacotes do hospedeiro origem para o
hospedeiro destino da melhor forma possível.
Na maioria dos casos, os pacotes necessitarão passar por vários roteadores para
chegar ao destino.
O algoritmo de roteamento é a parte do software da camada de rede responsável
pela decisão sobre a linha de saída a ser usada na transmissão do pacote que entra.
01
Roteamento
Encaminhando os pacotes na rede
Caso a sub-rede utilize datagramas, essa decisão deverá ser tomada para todos os
pacotes de dados recebidos e se utilizar circuitos virtuais internamente, as decisões
de roteamento serão tomadas somente quando o circuito virtual estiver sendo
estabelecido.
02
Roteamento pelo caminho mais curto
O protocolo de roteamento pelo caminho mais curto é um protocolo estático cuja
ideia é criar um grafo da sub-rede, com cada nó do grafo representando um roteador
e cada arco indicando um enlace.
Para escolher uma rota entre um determinado par de roteadores, o algoritmo
simplesmente encontra o caminho mais curto entre eles no grafo.
Uma forma de medir o comprimento do caminho é em número de saltos
(quantidade de enlaces que devem ser utilizados).
03
Roteamento pelo caminho mais curto
Utilizando essa unidade métrica na figura anterior, os caminhos ABD e ABE são
igualmente longos. Outra unidade métrica é a distância geográfica, caso em que ABD
é mais longo que ABE.
04
Roteamento pelo caminho mais curto
Há também a unidade métrica baseada no tráfego entre os enlaces.
Nesse grafo, o caminho mais curto é o caminho mais rápido, e não o caminho com
menos arcos ou com menor distância.
Os valores dos arcos podem ser calculados como uma função da distância, da largura
de banda, do tráfego médio, do custo de comunicação, do comprimento médio de
fila, do retardo detectado ou de outros fatores. Alterando a função de atribuição de
pesos, o algoritmo calcularia o caminho mais curto medido de acordo com
determinados critérios que podem ser ou não combinados.
05
Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
Existem diversos algoritmos para o cálculo do caminho mais curto.
O mais conhecido deles foi desenvolvido por Dijkstra, em 1959.
Nele, cada roteador armazena sua menor distância até a origem e o caminho a
ser seguido.
Na inicialização do algoritmo não existe caminho conhecido, assim, a distância é
marcada como infinito.
Conforme o algoritmo progride, os caminhos e seus custos são encontrados.
06
Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
Para encontrar a árvore de escoamento de A, na figura, marca-se o nó A como
permanente, o que é indicado por um círculo preenchido (a).
Depois, é examinado, um a um, cada nó adjacente a A alterando o rótulo de
cada um deles para a distância até A.
Sempre que um nó é rotulado novamente, ele também é rotulado com o nó a
partir do qual o teste foi feito, assim, pode-se reconstruir o caminho final
posteriormente. Após examinar cada nó adjacente a A, verifica-se todos os nós
provisoriamente rotulados no grafo tornando permanente o de menor rótulo,
que passa a ser o novo nó ativo.
07
Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
08
Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
No segundo passo (b), verifica-se que o nó B é o que possui o menor valor entre os nós
rotulados não permanentes.
Logo, ele é marcado como permanente e os nós adjacentes são rotulados. Como B tem
custo 2 e o enlace entre B e D possui custo 6, o custo de D passando por B será 6 + 2 = 8.
Da mesma forma, o custo de E passando por B será rotulado como 4.
E assim o algoritmo prossegue, até que todos os nós sejam marcados como permanentes.
09
Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
Uma situação interessante acontece no quarto passo (d). Quando o nó C é marcado como
permanente, verifica-se que D anteriormente foi rotulado com valor 8 passando por B, porém,
como vizinho de C, seu custo será 7. Então, o nó D é rotulado novamente com o valor 7.
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Roteamento pelo caminho mais curto (Dijkstra)
Ao final, para obter a árvore de escoamento até A, basta seguir o caminho marcado por
cada roteador até seu vizinho de menor custo.
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Os algoritmos de roteamento são executados pelos
roteadores de uma sub-rede
Não adaptativos – Adaptativos
Os algoritmos de roteamento, seja não adaptativos (estáticos) ou adaptativos
(dinâmicos), são executados pelos roteadores de uma sub-rede. A principal diferença
reside em como eles decidem a rota.
Os algoritmos estáticos utilizam rotas previamente calculadas, enquanto os dinâmicos
ajustam as rotas em tempo real, baseando-se em informações sobre a rede.
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Os algoritmos de roteamento são executados pelos
roteadores de uma sub-rede.
Algoritmos de Roteamento Não Adaptativos (Estáticos):
A escolha da rota é feita antes de a rede estar em funcionamento, em um processo
off-line.
Essas rotas são carregadas nos roteadores quando a rede é inicializada e não são
modificadas durante o uso.
São simples e eficientes para redes pequenas ou com topologia estável.
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Os algoritmos de roteamento são executados pelos
roteadores de uma sub-rede.
Algoritmos de Roteamento Adaptativos (Dinâmicos):
Adaptam-se às condições atuais da rede, como tráfego e topologia.
Utilizam protocolos de roteamento para trocar informações entre roteadores e
ajustar as rotas em tempo real.
Permitem que a rede seja mais resiliente a falhas e alterações, pois as rotas podem
ser alteradas automaticamente para encontrar o melhor caminho.
São mais complexos que os algoritmos estáticos, mas oferecem maior flexibilidade.
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Os algoritmos de roteamento são executados pelos
roteadores de uma sub-rede.
Global - Descentralizado
Diferenças entre roteamento interno e externo
Roteamento Interno é o tipo de roteamento que ocorre dentro de uma única
organização ou rede autônoma.
Os quatro protocolos mais comuns utilizados nesse tipo de roteamento são: OSPF,
RIP, EIGRP e IS-IS.
O roteamento interno tem como foco a rapidez, estabilidade e simplicidade na troca
de rotas entre roteadores da mesma empresa ou provedor.
Diferenças entre roteamento interno e externo
Roteamento Externo, por sua vez, é utilizado para conectar diferentes redes
autônomas, como, por exemplo, entre provedores de internet.
O principal protocolo usado nesse tipo de roteamento é o BGP (Border Gateway
Protocol), que tem como foco as políticas de roteamento, a escalabilidade e o
controle de tráfego entre grandes redes.
Roteamento de vetor de distâncias
O algoritmo de vetor de distância permite que cada roteador mantenha uma tabela
com o melhor caminho conhecido até cada destino. Essas tabelas são atualizadas
com base em informações trocadas entre roteadores vizinhos.
Esse método foi originalmente usado na ARPANET e mais tarde na internet com o
protocolo RIP.
Roteamento de vetor de distâncias
O algoritmo de vetor de distância permite que cada roteador mantenha uma tabela
com o melhor caminho conhecido até cada destino. Essas tabelas são atualizadas
com base em informações trocadas entre roteadores vizinhos.
Esse método foi originalmente usado na ARPANET e mais tarde na internet com o
protocolo RIP.
Roteamento de estado de enlace
Roteamento hierárquico
Ele é usado pra organizar redes grandes, como a internet. A ideia é dividir a rede
em partes menores chamadas de áreas ou regiões e conectar tudo por uma parte
central, chamada de backbone.
Assim, cada roteador só precisa conhecer a sua área e como chegar nas
outras, o que deixa o processo mais rápido, mais leve e mais fácil de
gerenciar.
Roteamento hierárquico
Um exemplo prático disso é o protocolo OSPF, que usa a Área 0 como centro da
rede. Essa organização reduz o número de rotas, economiza recursos e melhora o
desempenho da rede.
Resumindo: o roteamento hierárquico é essencial para manter grandes
redes funcionando de forma eficiente e organizada.
OBRIGADO!
Centro Universitário Estácio