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ARTE - Vs Final

O documento apresenta o Currículo de Pernambuco para o Ensino Fundamental, elaborado em colaboração entre a Secretaria de Educação e a UNDIME/PE, fundamentado em diretrizes nacionais e regionais. Ele visa facilitar o acesso ao conteúdo curricular, promovendo uma educação inclusiva e de qualidade, respeitando a diversidade cultural e as especificidades locais. A estrutura do currículo é organizada por áreas do conhecimento, com ênfase na formação integral e no protagonismo estudantil.

Enviado por

Christian Brito
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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ARTE - Vs Final

O documento apresenta o Currículo de Pernambuco para o Ensino Fundamental, elaborado em colaboração entre a Secretaria de Educação e a UNDIME/PE, fundamentado em diretrizes nacionais e regionais. Ele visa facilitar o acesso ao conteúdo curricular, promovendo uma educação inclusiva e de qualidade, respeitando a diversidade cultural e as especificidades locais. A estrutura do currículo é organizada por áreas do conhecimento, com ênfase na formação integral e no protagonismo estudantil.

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1

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 7
1.1 A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE PERNAMBUCO........................................... 7
1.2 CONCEPÇÕES SOBRE O CURRÍCULO...................................................................10
1.3 PRINCÍPIOS NORTEADORES.................................................................................. 12
1.4 EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO....................................14
1.5 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES........................................................................... 15
1.6 COMPETÊNCIAS GERAIS.........................................................................................17
1.7 CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM..............18
1.8 FORMAÇÃO DE PROFESSORES.............................................................................21
1.9 AVALIAÇÃO DA, PARA E COMO APRENDIZAGEM................................................. 24
1.10 TEMAS TRANSVERSAIS E INTEGRADORES DO CURRÍCULO...........................26
1.11. O DOCUMENTO E SUA ORGANIZAÇÃO.............................................................. 34
REFERÊNCIAS...................................................................................................................... 36
2. ENSINO FUNDAMENTAL..................................................................................................41
2.1 O ENSINO FUNDAMENTAL E SUAS FASES............................................................41
2.2 A TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL –
ANOS INICIAIS.................................................................................................................42
2.3 A TRANSIÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS PARA OS ANOS
FINAIS.............................................................................................................................. 45
REFERÊNCIAS...................................................................................................................... 48
3. ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS - ARTE............................................................ 49
3.1 CONCEPÇÕES NAS QUAIS SE PAUTAM O ENSINO DE ARTE............................. 50
3.2 ARTE COMO CONHECIMENTO................................................................................52
3.3 ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS: CAMPOS TEMÁTICOS,
OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES........................................................ 55
3.4 ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS: CAMPOS TEMÁTICAS,
OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES........................................................ 56
3.5 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL..... 57
ORGANIZADOR CURRICULAR POR TRIMESTRE............................................................. 61
6º E 7º ANO...................................................................................................................... 61
8º E 9º ANO...................................................................................................................... 88
REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 118
FICHA TÉCNICA.................................................................................................................. 119
APRESENTAÇÃO

Olá, Professor(a)!

O presente documento tem por objetivo dinamizar o acesso ao conteúdo do


Currículo de Pernambuco – Ensino Fundamental (CPE-EF), no sentido de facilitar
seu acesso diante das demandas cotidianas e inerentes à prática pedagógica da/ na
Educação Básica. Sendo assim, sua elaboração leva em conta a função norteadora
desempenhada pelo CPE-EF em sua relação com seu manuseio facilitado em
termos de agilidade e de correlação com as realidades constituintes de cada
contexto escolar e dos saberes a serem ensinados e aprendidos nas aulas de cada
Componente Curricular devidamente situados em suas respectivas Áreas do
Conhecimento Escolar.
A necessidade de compartimentalizar CPE-EF por componente curricular
surge para facilitar a rotina pedagógica do professor no acesso ao CPE-EF de seu
componente curricular em sua área específica do conhecimento. No entanto, essa
divisão mantém as diretrizes e pressupostos norteadores da construção do CPE-EF
em correlação às especificidades do Ensino Fundamental, bem como a
caracterização e a delimitação específica e particularizada de cada Área do
Conhecimento Escolar em razão dos Componentes Curriculares que as constituem,
sem que se perca o caráter de unicidade inerente ao documento original.
Dessa forma, ficam mantidos todos os princípios norteadores do CPE-EF:
equidade e excelência, formação integral, educação em direitos humanos e inclusão,
garantindo um processo de ensino e aprendizagem democrático, voltado para a
construção de uma educação de qualidade, comprometida com a justiça e a
inclusão, mantendo o diálogo como importante ato na busca do conhecimento de
todos que constroem o processo educativo no seu cotidiano (FREIRE, 1987). O
respeito e uso desses princípios norteadores em sala de aula colaboram para a
construção de uma educação que incentiva o protagonismo estudantil como
mecanismo para a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres
para a construção de uma sociedade mais justa e humanitária.

4
Sob o viés e a intencionalidade pedagógicos citados acima, no
redimensionamento dos componentes curriculares dos quais trata cada volume
constituinte desta proposta, é possível verificar de forma mais prática e detida as
características, potencialidades e possibilidades de apropriação e de materialização
autônoma das propostas trazidas pelo CPE-EF para o cotidiano das aulas dos
Componentes Curriculares que constituem cada Área do Conhecimento Escolar;
facilitando, assim, tanto a dinâmica interna de cada um deles, quanto suas
respectivas perspectivas de articulação interdisciplinar frente à dinâmica interna de
cada Área a qual pertença.
O CPE-EF está organizado por componente curricular, conforme suas áreas
de conhecimentos. Cada documento está constituído respeitando-se a originalidade
do documento original, que traz em seu bojo CONCEPÇÕES SOBRE O
CURRÍCULO, PRINCÍPIOS NORTEADORES, EDUCAÇÃO ESPECIAL NA
PERSPECTIVA DA INCLUSÃO, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES,
COMPETÊNCIAS GERAIS, CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO DE PROFESSORES, AVALIAÇÃO DA, PARA E
COMO APRENDIZAGEM, TEMAS TRANSVERSAIS E INTEGRADORES DO
CURRÍCULO: Educação em Direitos Humanos – EDH, Direitos da Criança e
Adolescente, Processo de Envelhecimento, Respeito e Valorização do Idoso,
Educação Ambiental, Educação para o Consumo e Educação Financeira e Fiscal,
Educação das Relações Étnico-raciais e Ensino da História e Cultura Afro-brasileira,
Africana e Indígena, Diversidade Cultural, Relações de Gênero, Educação Alimentar
e Nutricional, Educação para o Trânsito, Trabalho, Ciência e Tecnologia, Saúde,
Vida Familiar e Social,

ÁREA DE LINGUAGENS, situada entre as páginas 67 e 350 do CPE-EF e


constituída pelos Componentes Língua Portuguesa, Educação Física, Língua
Inglesa e Arte, parte da compreensão da linguagem como produção cultural
decorrente da capacidade humana de produzir e compartilhar sentidos, de atribuir
significados e, assim, de construir subjetividades a partir e através do viés
eminentemente dialógico e interativo que permeia a totalidade das relações
envolvidas em cada um destes processos.

5
ÁREA DE MATEMÁTICA, que no CPE-EF encontra-se entre as páginas 351 e 426,
tem por objetivo situar as práticas matemáticas historicamente constituídas, a partir
do aporte de sua relevância para a humanidade em virtude de suas implicações nos
processos dialógicos e relacionais do ser humano em sociedade dos quais a sua
crescente pertinência derivam.

ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA, localizada entre as páginas 429 e 466 do


CPE-EF e materializada no Componente Curricular Ciências, busca dimensionar as
reformulações desencadeadas historicamente no ensino de Ciências, situando a
produção do conhecimento científico nos processos históricos dos quais sua
pertinência e funcionalidade frente às demandas sociais e culturais contemporâneas
e a partir de suas contribuições frente à relação pedagógica existente entre os
processos de produção e de transmissão do conhecimento sobreleva.

ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS, constituída pelos Componentes Geografia e


História é situada entre as páginas 467 e 560, ao atribuir cientificidade ao fenômeno
humano considerado individual ou socialmente, abordam as possibilidades de
compreensão e de explicação dos aspectos dele decorrentes com vistas à promoção
do reconhecimento interindividual da importância da formação dos seres humanos
em sua integralidade, mediante entendimento e respeito das relações mantidas
entre si e com o meio ambiente.

ÁREA DE ENSINO RELIGIOSO, materializada no Componente Curricular homônimo


e localizada entre as páginas 561 e 585 do CPE-EF, contempla evidência, mediante
processo de transposição didática radicado nas Ciências da Religião, a relevância
histórica e sociocultural dos saberes oriundos da religiosidade, do sistema de
crenças e, vinculados a eles, dos valores morais-éticos que historicamente fazem
parte das produções humanas, com vistas a contribuir para a leitura, interpretação,
compreensão da realidade rumo a uma intervenção sensível, consciente e
fundamentada sobre os aspectos que a compõem.
Este documento foi feito pensando em você. O desmembramento dos
conteúdos constituintes de cada Área do Conhecimento Escolar e sua reorganização
em documentos individualizados, visando facilitar o trabalho dos professores em
seu fazer pedagógico diário.

6
1 INTRODUÇÃO

1.1 A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE PERNAMBUCO

​ ​ Este documento curricular é fruto de uma articulação entre a Secretaria


de Educação e Esportes de Pernambuco e a União dos Dirigentes Municipais de
Educação (UNDIME/PE). Tem por base os Parâmetros Curriculares de
Pernambuco - PCPE (2012), que atendem ao ensino fundamental, ao ensino
médio e à educação de jovens e adultos; as Diretrizes Curriculares Nacionais da
Educação Básica - DCN (2013) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
para a educação infantil e ensino fundamental, homologada em dezembro/2017.
Contudo, antes de seguir com a apresentação deste documento, vale salientar
que Pernambuco há algum tempo já disponibiliza documentos orientadores que
sinalizavam para a construção do currículo, tais como a Base Curricular Comum
para as redes públicas de ensino de Pernambuco - BCC (2008) e as​orientações
Teórico-Metodológicas para o ensino fundamental - OTM (2008), e que foram o
ponto de partida para a elaboração
dos Parâmetros Curriculares de Pernambuco em 2012.
Também não é nova a parceria entre o Estado e a UNDIME/PE, a exemplo
da construção dos Parâmetros Curriculares de Pernambuco que resultaram da
soma de esforços das duas instituições, e da escuta de mais de
5.000 (cinco mil) professores1 das universidades públicas, redes municipais e rede
estadual de ensino. Nesse processo, foram também elaborados outros
documentos curriculares: os Parâmetros Curriculares na Sala de Aula (2013), os
Parâmetros de Formação Docente (2014) e os Padrões de Desempenho
Estudantil (2014).
No que se refere à educação infantil, os documentos curriculares
elaborados pelos municípios, geralmente propostas pedagógicas, também
serviram de base para a construção do presente documento curricular, bem como
as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (Resolução CNE/CEB no
5/2009).

1
Este documento considera a igualdade de gênero, entretanto, optou por adotar a norma padrão da Língua
Portuguesa, a qual prescreve a indicação do masculino genérico para designar o gênero masculino e feminino.

7
Deve-se destacar que historicamente esse momento de elaboração do
PCPE foi ímpar na construção do primeiro documento curricular para a educação
infantil articulado entre o estado de Pernambuco e seus municípios.
Por sua vez, a necessidade da elaboração de uma Base Nacional Comum
Curricular também não é pauta recente para a Educação no Brasil. Essa
necessidade vem sendo evidenciada na Constituição Federal de 1988 (1988, art.
210), na Lei 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996, art. 26),
nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Resolução
CNE/CEB nº 4/2010) e em outros documentos, frutos de discussões promovidas
por todos os setores da sociedade de envolvimento significativo para a Educação.
Além disso, a construção de uma BNCC está indicada nas propostas da
Conferência Nacional de Educação - CONAE (2014) e no Plano Nacional de
Educação – PNE (2014-2024) em diversas estratégias.
Desde a primeira versão, em 2015, e também no Seminário Estadual da
BNCC, em 2016, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco e a
UNDIME/PE atuaram colaborativamente na orientação e mobilização de
professores.
Com a homologação da BNCC, em 2017, Estado e UNDIME/PE iniciaram
uma nova fase voltada para construção deste documento curricular. Instituiu-se a
Comissão Estadual de Construção Curricular por meio da portaria nº. 858, de 02
de fevereiro de 2018, publicada no Diário Oficial do Estado, constituída por
representantes da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco,
UNDIME/PE, Conselho Estadual de Educação (CEEPE) e União dos Conselhos
Municipais de Educação (UNCME).
Com o apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação (MEC), de
acordo com a portaria nº.331, de 05 de abril de 2018, publicada no Diário Oficial
da União, foi constituída uma equipe composta por redatores, coordenadores das
etapas da Educação Infantil, anos iniciais e anos finais do Ensino Fundamental,
articulador municipal e coordenadores estaduais, os quais atuariam de forma mais
efetiva no processo de construção do documento curricular em Pernambuco.
Mantendo o perfil democrático de construção já característica do Estado, essa
equipe recebeu contribuição de outros profissionais e especialistas (professores

8
de universidades públicas e particulares e das redes estadual, municipal e
escolas privadas).
Estabelecidos os papéis de atuação e seus autores, Pernambuco definiu
seu planejamento para construção curricular tendo como fundamento maior a
necessidade de ampliar o debate com os profissionais da educação. Assim
sendo, houve mobilização das escolas das redes municipais, estadual e privada
para fazerem suas contribuições relativas às características regionais e locais da
sociedade, da cultura, da economia e da comunidade escolar na perspectiva de
garantir a contextualização, ampliação ou aprofundamento das habilidades já
previstas na BNCC de forma a se construir um documento curricular que
contemplasse a identidade cultural, política, econômica e social do Estado.
As contribuições das escolas foram consolidadas e incorporadas à versão
preliminar do documento que foi discutida, em seis seminários regionais
realizados em agosto e setembro de 2018, com a participação de professores das
universidades públicas, particulares e de autarquias municipais, professores das
redes municipais, da rede estadual, das escolas privadas, representantes do
Conselho Estadual de Educação, da UNCME, do SINEPE/PE (Sindicato dos
Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco) e de outras entidades
da sociedade civil.
As colaborações advindas dos seminários regionais, que contaram com a
participação de, aproximadamente, 2.100 professores, juntamente com sugestões
recebidas via plataforma digital, foram incorporadas ao documento curricular,
constituindo a segunda versão. Essa versão foi apresentada e validada em
Seminário Estadual com participação de cerca de 500 profissionais da educação.
Após esse evento, as alterações sugeridas foram consolidadas e incorporadas à
versão final do currículo do estado de Pernambuco, o qual foi enviado para
análise e parecer do Conselho Estadual de Educação.
Assim, mais uma vez, Pernambuco constrói um currículo que valoriza, em
diálogo com a comunidade educativa e com a sociedade, a identidade social,
cultural, política e econômica de seu povo, como também os princípios éticos e
humanos, contribuindo, dessa maneira, para a formação de sujeitos autônomos,
criativos e críticos que exerçam plenamente sua cidadania ativa.

9
Este documento curricular também será base para a construção do
currículo das diferentes modalidades de ensino. Nesse sentido, é preciso
elaborar/revisar documentos curriculares próprios que atendam às suas
especificidades culturais, econômicas, políticas e sociais, mas também garantam
o pleno acesso aos conhecimentos definidos pela BNCC para todos os
estudantes. A educação especial, transversal a todas as etapas e modalidades da
educação básica, está contemplada na perspectiva inclusiva em que a educação
de Pernambuco se fundamenta e será abordada neste documento em tópico mais
adiante.

1.2 CONCEPÇÕES SOBRE O CURRÍCULO

A elaboração de um currículo está sujeita a uma multiplicidade de


interpretações, visto que não há um consenso teórico sobre o que ele vem a ser,
bem como sobre sua finalidade, pois não há uma definição que seja neutra.
Sendo uma construção social (GOODSON,1997), ele reflete um momento político,
histórico, econômico, cultural e de projetos da sociedade. O Currículo de
Pernambuco não surgiu do vazio; ele é a consolidação das diferentes formas de
pensar e fazer o processo educativo das diversas instâncias de construção
curricular, assim como das indagações existentes nas escolas sobre a Educação,
sobre a sociedade e sobre os conceitos que fundamentam o currículo enquanto
definidor do que se deve ensinar e aprender, sempre tomando como ponto de
partida a problematização das necessidades inerentes às práticas educativas.
Pensando dessa forma, o currículo não é meramente uma prescrição, mas,
acima de tudo, um campo de lutas e tensões que traduz a escola e a sociedade
que se pretende construir (SILVA, 2002). Compreendido como fruto de uma
construção coletiva e democrática, ele não visa aqui apenas definir os
conhecimentos a serem aprendidos e ensinados, mas permitir práticas educativas
críticas, reflexivas e contextualizadas, que estejam pautadas na dialogicidade
como ato primordial na busca do conhecimento daqueles que fazem o processo
educativo no seu dia a dia (FREIRE, 1987).
Para essa construção, foram utilizados como referência, sobretudo, os
documentos normativos nacionais e locais, a exemplo das Diretrizes Curriculares

10
Nacionais Gerais da Educação Básica (Resolução CNE/CEB no 4/2010), dos
Parâmetros Curriculares de Pernambuco (2012) e da Base Nacional Comum
Curricular (2017).
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9
(nove) anos definem currículo como “experiências escolares que se desdobram
em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, articulando
vivências e saberes dos estudantes com os conhecimentos historicamente
acumulados e contribuindo para construir as identidades dos educandos”
(Resolução CNE/CEB no. 7/2010, p.3). Os Parâmetros Curriculares de
Pernambuco apresentam o Currículo “como sendo um conjunto de
conhecimentos, habilidades e competências” (PERNAMBUCO, 2012, p.23).
Dessa maneira, considerando os conceitos já adotados por esses
documentos, o currículo é aqui compreendido como fruto de uma construção
coletiva que envolve diversas etapas, instâncias, sujeitos, intenções e finalidades.
Pode-se assim dizer que ele traduz a escola, norteia as relações que são
estabelecidas dentro e fora dela e se constitui como um dos elementos
responsáveis pela formação humana na instituição escolar.
Nessa direção, a BNCC foi uma referência imprescindível para a
elaboração curricular. A BNCC define uma série de orientações que direcionaram
os partícipes na elaboração do Currículo de Pernambuco. Assim, a Base Nacional
Comum Curricular é um documento normativo de referência que teve por objetivo
direcionar as redes de ensino e as escolas para o desenvolvimento de práticas
que conduzam à construção de competências, habilidades, atitudes e valores
humanos na perspectiva de uma formação integral dos estudantes.
Compreendido dessa forma, o Currículo de Pernambuco se apresenta
como um elemento que integra a dimensão humana aos requisitos necessários
para a vida em sociedade, buscando ofertar uma formação integral aos sujeitos
do processo educativo, possibilitando aos estudantes e professores
compreenderem diferentes dimensões da vida e do ser social.
Reconhecendo o cenário de uma sociedade em permanente processo de
mudança e sujeita a rápidas transformações, o Currículo de Pernambuco tem
como perspectiva estar atrelado às práticas sociais dos estudantes, de modo a

11
permitir-lhes (res)significar seus próprios saberes, a partir do diálogo com aqueles
socialmente construídos pela humanidade; e garantir a todos a igualdade de
acesso aos conhecimentos no espaço escolar.
Dessa forma, faz-se necessário que as práticas pedagógicas promovam o
desenvolvimento integral dos estudantes e sua preparação para a vida, para o
trabalho e para a cidadania, a fim de que se tornem, progressivamente, sujeitos
sociais e protagonistas aptos a contribuírem para a construção de uma sociedade
mais justa, igualitária, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e
solidária.

1.3 PRINCÍPIOS NORTEADORES

Ao reconhecer a educação como um direito humano, o Currículo de


Pernambuco define como eixo norteador o fortalecimento de uma sociedade
democrática, igualitária e socialmente justa. Para tanto, adota como princípios
orientadores: equidade e excelência, formação integral, educação em direitos
humanos e inclusão.
Considerar a equidade e a excelência como princípios norteadores é
compreender que todos têm direito à aprendizagem e que as necessidades de
uns diferem das de outros, cabendo ao sistema educacional atender a todos, em
suas especificidades, com qualidade. A excelência nas aprendizagens só faz
sentido se acompanhada da equidade.
Dessa forma, apenas garantir o acesso à educação não é suficiente para a
promoção da justiça e da inclusão social como também não é para a consolidação
da democracia. É imperativo que o Estado promova políticas públicas que
assegurem a permanência com sucesso do estudante na escola, visto que se os
processos educativos não forem de qualidade e adequados às reais
necessidades, também o impedirão de ter acesso aos bens sociais e culturais,
promovendo exclusões da vida do trabalho e do exercício pleno da cidadania.
É no bojo da equidade e do direito à aprendizagem, com vistas a uma
educação de qualidade e comprometida com a justiça e a inclusão, que se dá a
formação integral do ser. Essa perspectiva de formação visa ao desenvolvimento
do sujeito em todas as suas dimensões, pois o enxerga não apenas
cognitivamente, mas também social, emocional, cultural, espiritual e fisicamente.

12
Nesse sentido, um currículo pautado na formação integral considera o estudante
como centro do processo pedagógico e compreende que todas as ações voltadas
para as aprendizagens devem ser construídas, avaliadas e reorientadas a partir
dos contextos, interesses e necessidades dos estudantes, proporcionando,
portanto, o desenvolvimento integral e entendendo que todos são capazes de
aprender, ainda que em tempos e formas diferentes.
Nessa ótica, é necessário não confundir formação integral com escola em
tempo integral. Embora a ampliação da carga horária nos espaços de
aprendizagem coopere para a formação integral dos sujeitos, mais do que
aumentar o tempo e as atividades escolares, a formação integral se compromete
com o diálogo entre os diversos conhecimentos curriculares e a realidade dos
estudantes, com a transversalidade e a interdisciplinaridade. A formação dessa
natureza defende, principalmente, que o respeito às diversidades culturais,
religiosas, étnicas, raciais, sexuais e de gênero não seja apenas um princípio,
mas também uma estratégia formativa para o desenvolvimento de crianças,
jovens e adultos nas suas multidimensionalidades.
A Educação em Direitos Humanos contribui para esta visão quando parte
do princípio de que todas as pessoas são iguais perante a lei e que, portanto, as
diferenças são partes integrantes de cada pessoa e que as especificidades
devem ser consideradas e respeitadas em todo processo social, cultural e
educativo. Ao se falar de inclusão, pressupõe-se o respeito às diversidades, a
valorização das diferenças e, portanto, a necessidade de se repensar as práticas
pedagógicas, considerando as especificidades de cada estudante e seu projeto
de vida, possibilitando o acolhimento e a aprendizagem de todos no espaço plural
escolar (Lei no. 13.146/2015).
Por fim, esses princípios ora citados constituem os fundamentos de todas
as práticas educativas apresentadas no Currículo de Pernambuco e, dessa forma,
indicam para a sociedade os sujeitos que se deseja formar: indivíduos com
valores éticos e humanos, conscientes de suas responsabilidades e direitos,
dispostos a construir uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva, bem
como capazes de intervir na realidade e contribuir para o desenvolvimento da
humanidade.

13
1.4 EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO

O documento A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da


Educação Inclusiva (MEC/SECADI, 2008) é fundamental como referência para a
construção da Base Nacional Curricular Comum – BNCC. Objetiva o acesso, a
participação e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da educação especial
nas escolas comuns. Representa um importante marco teórico e político que
define a educação especial como modalidade não substitutiva à escolarização,
elabora o conceito de Atendimento Educacional Especializado – AEE, com
enfoque exclusivamente pedagógico, complementar ou suplementar à formação
dos estudantes e define o público-alvo da educação especial como aquele
constituído pelos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
A Política defendida neste documento orienta as redes públicas dos
estados e municípios para a promoção de respostas às necessidades
educacionais específicas de cada estudante; propõe uma transformação social,
pois parte do princípio do direito humano à educação e compreende a escola
como um espaço realmente de todos os estudantes. Dessa forma, ao possibilitar
a cada estudante reconhecer-se nas suas diferenças e singularidades como parte
constituinte do ser humano, contribui para a efetivação e exercício de sua plena
cidadania.
Coadunando com esta perspectiva, no Currículo de Pernambuco, a
educação especial é definida como uma modalidade de ensino que transversaliza
todas as etapas e modalidades, identifica e disponibiliza recursos e serviços,
orientando quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem e
realiza o Atendimento Educacional Especializado/AEE junto aos estudantes
matriculados nas turmas comuns do ensino regular, garantindo ações
pedagógicas a fim de proporcionar a plena participação dos estudantes com
necessidades educacionais específicas.
Vale destacar o papel importante do AEE, que visa promover a autonomia
e independência do estudante e deve ser ofertado em turno diferente,
preferencialmente nas Salas de Recursos Multifuncionais/SRMs da mesma escola

14
ou nas de escolas circunvizinhas. O sucesso desse atendimento depende da
articulação entre o professor do AEE e o professor da sala regular; esta parceria é
fundamental para garantir maior qualidade do atendimento às necessidades
específicas do estudante. Isto porque uma das premissas do AEE é a
individualização do ensino, conduzindo a ressignificação da prática pedagógica do
professor regente e a potencialização dos espaços educativos destinados ao
estudante com deficiência com base no Plano de Desenvolvimento Individual –
PDI, elaborado pelo professor do Atendimento Educacional Especializado.
Por fim, é preciso ressaltar a importância de contemplar o Plano de Ação
Inclusiva no Projeto Político Pedagógico/PPP das escolas ao longo de todo o
processo de escolarização, o que permitirá ao estudante reconhecer-se, no
ambiente escolar, como parte integrante da comunidade a qual pertence.

1.5 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

Na sociedade atual, o processo de globalização e os impactos das novas


tecnologias impulsionaram novos olhares, novos conceitos e, sobretudo, novas
posturas no campo educacional. O processo de ensino e aprendizagem passou a
exigir das práticas pedagógicas a organização de um currículo voltado para o
desenvolvimento de competências e habilidades, novas formas de apropriação e
compreensão de conhecimentos e saberes que possibilitem a formação dos
sujeitos numa perspectiva integral, dinâmica e contemporânea.
Nesse cenário, a função da escola enquanto instituição formal é buscar
adaptar-se aos novos valores culturais que a sociedade vem experimentando,
bem como aos desafios de um mundo globalizado e conectado com as diversas
formas de produção do conhecimento e seus usos nos diversos espaços e
tempos da sociedade.
De fato, são mudanças que exigem do contexto educacional práticas
pedagógicas que desenvolvam nos estudantes competências e habilidades para
enfrentar desafios e resolver problemas. Por conseguinte, os conteúdos
trabalhados não só precisam ser compreendidos e alcançados pela capacidade
cognitiva, mas também relacionados com as demais capacidades (ZABALA,
1998) para que o processo de ensino e aprendizagem seja interessante e

15
significativo.
Nessa perspectiva, a Base Nacional Comum Curricular – BNCC propõe,
enquanto documento normativo, mudanças no como e para que construir as
aprendizagens que sejam essenciais às crianças, aos jovens e aos adultos da
Educação Básica. É nessa lógica que compreendemos a escola enquanto espaço
e tempo de aprendizagem que deve favorecer a formação de esquemas de ações
e de interações estáveis que, de forma dependente, possam ser utilizadas nos
diversos contextos sociais (PERRENOUD, 1999).
Dessa forma, educar por competências configura repensar e reorganizar os
conteúdos, de tal modo que tenham sentido e significado para os estudantes. É
criar situações-problema, contextualizando a prática educativa com as suas
vivências e os seus saberes, como defendido por Silva e Felicetti (2014, p. 18) ao
ressaltarem que “situações-problema necessitam ser criadas, inovadas e devem
ter relação com o cotidiano do educando, para que assim possam ser
desenvolvidas novas habilidades e competências”.
Isto posto, o Currículo de Pernambuco, fundamentado na BNCC, torna-se
um instrumento de referência indispensável a todas as etapas e modalidades da
Educação Básica, e a escola deve, por sua vez, oferecer situações que
favoreçam o desenvolvimento de habilidades e, com efeito, novas competências
que, nas práticas cotidianas, possibilitem a resolução do saber fazer e do saber
agir nos diversos espaços sociais, bem como propor um redirecionamento para os
pilares da educação de Aprender a conhecer, Aprender a fazer, Aprender a viver
juntos e Aprender a ser (DELORS, 1996).
Nesse contexto, é necessário que os professores se apropriem desses
pressupostos e planejem suas práticas pela abordagem de competências,
desconstruam conceitos que ainda estão cristalizados nos modelos tradicionais
que fragmentam os conhecimentos nos diversos componentes curriculares e
considerem a necessidade de adaptações curriculares de acordo com as
especificidades da população escolar atendida.
A BNCC, enquanto documento normativo, norteia a elaboração dos
currículos voltados para a formação integral dos estudantes, possibilitando, no
exercício da cidadania, superar as desigualdades sociais que, na atual conjuntura

16
global e local, têm se intensificado sobretudo para as classes menos favorecidas,
público prioritário e majoritário na escola pública.
Nessa perspectiva, retomamos as 10 competências gerais definidas pela
BNCC, as quais propõem como objetivos a formação integral dos estudantes. Em
função disso, consideramos relevante descrevê-las.

1.6 COMPETÊNCIAS GERAIS

1.​ Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o


mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade,
continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa,
democrática e inclusiva.

2.​ Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das


ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e
a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e
resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos
conhecimentos das diferentes áreas.

3.​ Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às


mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção
artístico-cultural.

4.​ Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e


escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das
linguagens artísticas, matemática e científica para se expressar e partilhar
informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e
produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5.​ Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação


de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais
(incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações,
produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria
na vida pessoal e coletiva.

6.​ Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de


conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações
próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da
cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência
crítica e responsabilidade.

7.​ Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para

17
formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que
respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o
consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento
ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8.​ Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,


compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e
as dos outros com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9.​ Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,


fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos
humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de
grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem
preconceitos de qualquer natureza.

10.​Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade,


resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos,
democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

É nessa ótica que o Currículo de Pernambuco, ao lado da BNCC,


mostra-se como um referencial para orientar pedagogicamente técnicos, gestores,
professores e estudantes da Educação Básica. Em vista disso, urge repensar a
prática pedagógica, os conteúdos, as habilidades e as metodologias com o intuito
de assumir novas posturas, novos valores, os quais possam contribuir - mais
significativamente - em prol do processo de construção e apropriação de
conhecimentos e saberes para a formação de cidadãos autônomos, críticos e
criativos.

1.7 CONCEPÇÕES​ SOBRE​ O​ PROCESSO​ DE​ ENSINO​ E


APRENDIZAGEM

A observação e a análise das práticas educativas têm se intensificado nas


últimas décadas no cenário nacional. Tal fato é decorrente da inserção, nesse
meio, de ideias e referenciais que subsidiam as ações de ensinar e aprender,
visando, de certa maneira, à compreensão do sistema educacional, que está
centrado na escola, seu papel, seu currículo – como apresentado em seção
anterior - e seus profissionais, principalmente os professores.
Sob a égide dos verbos ensinar e aprender se constitui a base para todo o

18
processo de construção do conhecimento. Numa perspectiva histórica e de
desenvolvimento da ciência, esses dois verbos já foram bastante questionados e
inferia-se que, se houve ensino, a aprendizagem aconteceu. Assim, era suficiente
um professor que dominasse um determinado conhecimento e ‘ensinasse’ -
transmitisse - esse saber para seu grupo de estudantes. Aquilo que os estudantes
repetissem com exatidão e reproduzissem nas avaliações, resultando na medição
do quanto tinham conseguido absorver, era a aprendizagem.
A partir das contribuições da epistemologia para os processos de
desenvolvimento subjetivo humano e, mais recentemente, das neurociências, com
o mapeamento cerebral de todas as condições do sujeito em situações de
interação com os outros e com as ideias/fatos/experiências, muda a concepção
do que é aprender, de como se aprende e, por correspondência, de como devem
ser desenvolvidas práticas na sala de aula que despertem o interesse, o desejo e
a motivação para os estudantes aprenderem.
Assim, transformam-se também as concepções de ensinar. Agora, em vez
de apenas lembrar e repetir informações, o estudante deve ser capaz de
encontrá-las e usá-las com autonomia. Dessa forma, a recente ciência da
aprendizagem enfatiza a importância de se repensar o que é ensinado; a maneira
de ensinar, centrando o processo no estudante; e o modo de avaliar a
aprendizagem, compreendendo a avaliação enquanto processo, aspecto que será
discutido adiante neste texto introdutório.
Faz-se necessário, no bojo do processo de ensino e aprendizagem, que o
Projeto Político Pedagógico da escola se proponha a: (1) valorizar os
conhecimentos prévios que os estudantes trazem de suas vivências para a
escola; (2) auxiliá-los a desenvolver competências nas diversas áreas de
conhecimento, valorizando sua base sólida dos fatos, relacionando esses às
ideias dentro de um eixo conceitual, visando à mediação da aprendizagem; e
(3) incentivá-los em sua autonomia de aprender, ajudando-os a compreender
como podem e devem também, sendo autores do seu conhecimento, monitorar
seus progressos (BRANSFORD, BROWN & COCKING, 2007).
Outro aspecto de suma importância tem sido os desafios que as mudanças
tecnológicas e seus avanços ininterruptos têm provocado e trazido aos processos

19
de ensino e de aprendizagem. As tecnologias digitais de informação e
comunicação, além das tecnologias assistivas, favorecem novas situações de
aprendizagem, possibilitando ao estudante, por meio de seu uso, acessar e
propagar informações que possam servir de ferramentas para o desenvolvimento
de competências transversais para a aprendizagem colaborativa, motivando o
protagonismo e práticas autorais.
É nesse âmbito denso de reflexões que o Currículo de Pernambuco
encontra-se alinhado com a BNCC que traz, em sua apresentação, o foco no
desenvolvimento de competências:

“o que os alunos devem ‘saber’ (considerando a constituição de


conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e, sobretudo, do
que devem ‘saber fazer’ (considerando a mobilização desses
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver
demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da
cidadania e do mundo do trabalho)” (BNCC, 2017, p. 13).

Tal discussão tem sido proposta por vários teóricos que abordam a prática
educativa e do que se torna imprescindível desenvolver no processo de ensino e
de aprendizagem: aprender a conhecer, apontando para o interesse do
estudante pelo conhecimento (conteúdos factuais); aprender a fazer, que mostra
a coragem de arriscar, de executar, até mesmo de errar, na busca de acertar
(conteúdos procedimentais); aprender a conviver, oportunizando o desafio da
convivência, do respeito ao próximo e aprender a ser, que traz o objetivo de viver
como o papel central do estudante como cidadão (conteúdos atitudinais)
(ZABALA, 1998; ZABALA & ARNAU, 2009).
Por fim, um aspecto extremamente relevante também nesse ‘novo’
processo do binômio ensino e aprendizagem é compreendê-lo como constituído
mutuamente – ou seja, o ensino e a aprendizagem enquanto aspectos
indissociáveis – assim como são constituídas no estudante as dimensões
cognitiva e afetiva. O objetivo é promover o olhar para o desenvolvimento global
deste, pensando na complexidade de sua construção e desenvolvimento integral,
de forma que o olhar centrado no estudante considere a sua singularidade e o
respeito às diversidades.

20
1.8 FORMAÇÃO DE PROFESSORES

As exigências cada vez mais complexas da sociedade, constituídas no


tocante ao acesso, domínio e produção do conhecimento, questionam a escola
quanto às suas funções e a desafiam no sentido de se transformar
constantemente, a fim de que o seu papel social seja cumprido.
Consequentemente, essas exigências requerem professores cada vez mais
engajados e competentes profissionalmente para responderem a elas.
Dessa forma, o currículo e a sua organização assumem-se como
elementos de destaque, uma vez que eles revelam opções acerca de um
determinado modelo de formação profissional caracterizado pelas articulações
que se estabelecem, no seu interior, entre os saberes teóricos e os saberes
práticos necessários à atividade do professor e ao desenvolvimento profissional
cuja construção deve ser o objetivo de qualquer programa de formação.
É importante destacar que o saber do professor é, então, definido como
“um saber plural, formado pelo amálgama, mais ou menos coerente, de saberes
oriundos da formação profissional e de saberes disciplinares, curriculares e
experienciais” (TARDIF, 2002, p. 36).
No que se refere às políticas públicas de formação continuada para
professores, essas têm se mostrado extremamente variáveis em termos de seus
formatos curriculares (cursos de curta, média e longa duração, seminários,
palestras, assessorias no contexto escolar, entre outros), concernentes à Política
Nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica (Decreto nº
8.752/2016), aos Parâmetros de Formação Docente (2014) e ao Plano Estadual
de Educação (PERNAMBUCO 2015-2025, Lei no 15.533/2015). Sejam as ações
definidas pelos órgãos centrais das redes de ensino, sejam aquelas que são
contextualizadas na escola, os desafios de organizar processos integrados,
sistemáticos e que respondam ao projeto pedagógico das instituições escolares
estão colocados.
Na perspectiva de um modelo de colaboração, considera-se a
corresponsabilidade dos professores pela sua formação, a legitimidade das
instituições de ensino superior na organização de uma formação centrada na

21
escola, assim como a responsabilidade das secretarias de educação na
elaboração de critérios e de parâmetros para a formação docente. Assim,
ressalta-se que as ações de formação continuada contam com a colaboração dos
diversos sujeitos do sistema educativo, orientados pelas necessidades formativas
dos professores. Essa perspectiva supõe a escola como lócus privilegiado de
formação e produção de conhecimentos.
Nóvoa (1997) destaca a necessidade de “(re)encontrar espaços de
interação entre as dimensões pessoais e profissionais, permitindo aos
professores apropriar-se dos seus processos de formação e dar-lhes um sentido
no quadro das suas histórias de vida” (p. 25).
Nessa dimensão, a formação de professores contribui para a consolidação
de espaços institucionalizados de trabalho coletivo; para direcionamento de metas
comuns, oriundas das necessidades da comunidade escolar definidas em seu
Projeto Pedagógico e parametrizadas pelas diretrizes e políticas educacionais.
A práxis dessa formação concebe-se como um movimento dialético de
ação-reflexão-ação transformada, sendo alimentada por posturas metodológicas
que privilegian procedimientos investigativos, reflexivos e colaborativos,
ancorando-se no constante diálogo e partilha entre os entes envolvidos no
decorrer do processo formativo. Dessa forma, os professores são compreendidos
como sujeitos em transformação e transformadores da realidade e do contexto
socioeducacional no qual estão inseridos.
Esse cenário instiga a qualidade dos processos formativos, seja na
formação inicial ou continuada de professores. Tais processos devem ir ao
encontro do perfil de professor do contexto atual em que se observam mudanças
sociais, culturais, tecnológicas, econômicas, entre outras, as quais demandam
profissionais com competências que extrapolam o ato de “transmitir” conteúdos,
que estejam abertos às inovações e às constantes aprendizagens, que respeitem
as diversidades, que construam a partilha e o diálogo com seus pares, com seus
estudantes, bem como com os demais agentes educativos, e que sejam voltados
para a construção de um conhecimento holístico.
É possível perceber que os esforços empreendidos para a superação dos
obstáculos para a formação de um profissional com o perfil descrito, ao mesmo

22
tempo que se constituem como desafio, abrem horizontes para a construção de
propostas curriculares formativas fundamentadas em outras lógicas para além da
especialização disciplinar. A perspectiva do currículo, numa dimensão
interdisciplinar na formação inicial e continuada dos professores, constitui-se
como um desses horizontes em que os saberes se relacionam em constante
diálogo.
A integração curricular tem sido recorrente nos atuais discursos que
orientam as políticas e as práticas curriculares da Educação Básica do Brasil.
Essa tônica é apresentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
Educação Básica (Parecer CNE/CEB no.7/2010) quando enfatiza que o trabalho
do professor, que tem como um dos desafios a transposição didática, deve ser
pautado na perspectiva de integrar as diferentes áreas do conhecimento,
articulando-as com os saberes e experiências dos estudantes. O propósito dessa
abordagem é superar a compartimentação disciplinar que predominou, por muito
tempo, como característica do trabalho pedagógico.
Tal como instituem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
Inicial e Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a
Educação Básica (Resolução CNE/CP n° 2/2015), entendemos que:

A formação docente inicial e continuada para a educação básica


constitui processo dinâmico e complexo, direcionado à melhoria
permanente da qualidade social da educação e à valorização
profissional, devendo ser assumida em regime de colaboração
pelos entes federados nos respectivos sistemas de ensino e
desenvolvida pelas instituições de educação credenciadas (p.4).
[...]
Deverá ser garantida, ao longo do processo, efetiva e
concomitante relação entre teoria e prática, ambas fornecendo
elementos básicos para o desenvolvimento dos conhecimentos e
habilidades necessários à docência (p. 11).

Diante do exposto, a formação inicial e a formação continuada compõem


momentos distintos do desenvolvimento profissional, mas, ao mesmo tempo,
constituem um percurso de formação, se considerarmos a história de socialização
profissional do professor.

23
1.9 AVALIAÇÃO DA, PARA E COMO APRENDIZAGEM

A avaliação é um dos elementos do processo de ensino e de


aprendizagem, estando, por isso, intimamente ligada à trajetória escolar do
estudante e do professor. Nessa perspectiva, a avaliação precisa ser tratada, por
um lado, como um instrumento que acompanha a construção do conhecimento do
estudante e, por outro lado, servir ao professor como orientação e direcionamento
nos processos de (re)ensino, a partir dos resultados apresentados por eles no
decorrer dos processos de construção de conhecimento.
Quando a avaliação é tratada numa perspectiva crítico-reflexiva, de forma
processual e não apenas de mensuração de "quanto se aprende”, considera-se o
estudante em sua singularidade, oferecendo-lhe a oportunidade de construção do
conhecimento de maneira integral. Ao ser compreendida como processo, a
avaliação acompanha, consequentemente, a construção do conhecimento,
podendo ser considerada um recurso de ensino e aprendizagem para tomada de
decisões a partir de seus resultados. Dessa forma, promove o desenvolvimento
de um trabalho que oferece um ambiente que valoriza e apoia a equidade e a
construção de processos cognitivos.
Quando o professor utiliza a avaliação como um processo de análise, tanto
de sua prática pedagógica como dos caminhos utilizados pelos estudantes para
aprender, elevando-se o patamar de compreensão sobre os resultados, passa-se
a considerar as necessidades de ensino, tomando como base as reflexões
alcançadas nos resultados avaliativos. Tal atitude leva os professores a
construírem instrumentos de avaliação mais coerentes e assertivos,
conduzindo-os a decisões mais acertadas no que diz respeito à garantia das
aprendizagens em sala de aula.
Nesse caso, mais importante que identificar o sucesso ou o fracasso é
entender o que subjaz aos desempenhos observados: a abordagem seguida pelo
estudante para chegar à resposta que ele nos propõe e o sentido do
procedimento utilizado. Segundo Santos (2005), avaliação é algo bem mais
complexo do que apenas atribuir notas sobre um teste ou prova que se faz. Ela
deve estar inserida no processo de aprendizagem do estudante para saber os

24
tipos de avaliações que devem ser praticadas, as quais podem ser:
I.​ Formativa: tem como objetivo verificar se tudo aquilo que foi proposto pelo
professor em relação aos conteúdos está sendo atingido durante todo o
processo de ensino-aprendizagem;
II.​ Cumulativa: permite reter tudo aquilo que se vai aprendendo no decorrer
das aulas e possibilita ao professor, por poder acompanhar o estudante dia
a dia, usá-la quando necessário;
III.​ Diagnóstica: auxilia o professor a detectar ou fazer uma sondagem daquilo
que se aprendeu ou não, e assim retomar os conteúdos que o estudante
não conseguiu aprender, replanejando suas ações, suprindo as
necessidades e atingindo os objetivos propostos;
IV.​ Somativa: tem o propósito de atribuir notas e conceitos para o estudante
ser promovido ou não de uma classe para outra, ou de um curso para
outro, sendo normalmente realizada durante o bimestre;
V.​ Autoavaliação: pode ser realizada tanto pelo estudante quanto pelo
professor, para se ter consciência do que se aprendeu ou se ensinou e
assim melhorar a aprendizagem.
É a partir dessa análise que a avaliação se constitui em um momento
reflexivo sobre teoria e prática no processo ensino e aprendizagem e assume o
protagonismo devido. Bevenutti (2002) diz que avaliar é mediar o processo de
ensino e aprendizagem, é oferecer recuperação imediata, é promover cada ser
humano, é vibrar junto a cada estudante em seus lentos ou rápidos progressos.
Portanto, ao avaliar, o professor estará constatando as condições de
aprendizagem dos estudantes para, a partir daí, prover meios para sua
recuperação e não para sua exclusão, se considerar a avaliação um processo e
não um fim. Nessa direção, aparece a oportunidade de aprender com os
resultados.
Em razão disso, sem dúvida, existe também, na avaliação, um processo de
transferência de conhecimentos, quando o estudante, por sua vez, consegue
aprender enquanto está sendo avaliado e o professor tem a oportunidade de guiar
a aprendizagem desse estudante, enquanto ele cria suas respostas e trabalha de
forma a compreender o que se espera dele nesse momento.
A Lei nº. 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, possibilita novos olhares
sobre os princípios de avaliar como parte do processo de ensino e aprendizagem,
o que é confirmado em seu Art. 24 quando estabelece que “a verificação do
rendimento escolar observará critérios, dentre eles podemos destacar: a)

25
avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre quantitativos, e dos resultados ao longo do período
sobre os de eventuais provas finais”.
Para Vasconcelos (2005), deve-se distinguir avaliação de nota. A avaliação
é um processo que precisa de uma reflexão crítica sobre a prática, podendo,
dessa forma, verificar os avanços e as dificuldades, e o que fazer para superar
esses obstáculos. A nota, seja na forma de número ou conceitos, é uma exigência
do sistema educacional.
Sendo assim, a avaliação da aprendizagem deve buscar a obtenção de
informações fidedignas sobre o trabalho realizado com os estudantes nas
diferentes áreas do conhecimento e só tem sentido se for encarada pela
comunidade escolar como uma aliada tanto do desenvolvimento de cada
estudante, como do alcance da consecução das metas de eficácia e qualidade
fixadas pela unidade escolar ou pelos sistemas educacionais. Ela deve ser o
resultado de uma análise crítica permanente da prática pedagógica, possibilitando
a leitura e a compreensão do seu desenvolvimento.
É nessa perspectiva que a avaliação, no Currículo de Pernambuco, deve
ser vista como oportunidade de reflexão do fazer pedagógico, voltada para a
garantia dos direitos de aprendizagem dos estudantes.

1.10 TEMAS TRANSVERSAIS E INTEGRADORES DO CURRÍCULO

O Currículo de Pernambuco contempla temas sociais e saberes que


envolvem várias dimensões, como: política, social, histórica, cultural, ética e
econômica. Tais dimensões são necessárias à formação integral dos estudantes e
afetam a vida humana em escala local, regional e global, trazendo temáticas que
devem integrar o cotidiano da escola.
Alguns desses temas estão diretamente relacionados às legislações
específicas, enquanto outros são sugeridos em diretrizes curriculares, ou mesmo,
demandados pela própria comunidade educativa. O que os une é o fato de se
relacionarem a diferentes componentes curriculares, garantindo uma abordagem
interdisciplinar, transversal e integradora. Citamos alguns desses temas,
entendendo que outros poderão ser acrescentados em função de novas

26
demandas legais ou por escolha das próprias escolas, inserindo-os em seus
projetos político-pedagógicos por meio de práticas educativas voltadas para a
criação de uma cultura de paz.

Educação em Direitos Humanos - EDH (Plano Nacional de Educação em


Direitos Humanos, 2006, Decreto nº 7.037/2009, Parecer CNE/CP nº 8/2012 e
Resolução CNE/CP nº 1/2012) - A Educação em Direitos Humanos - EDH,
alicerçada no respeito e proteção à dignidade da pessoa humana, compreende o
conjunto de práticas educativas fundamentadas nos direitos humanos, tendo
como objetivo formar o sujeito de direito. Nesse contexto, a Secretaria de
Educação e Esportes de Pernambuco, nas últimas décadas, assumiu a EDH
como norteadora das políticas educacionais do estado de Pernambuco e pautou-a
no compromisso pela construção de uma escola que se reconheça como espaço
pleno de vivências de direitos, premissa fundamental para embasar as relações
humanas que acontecem na escola em todos os seus âmbitos.
As Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (Resolução
CNE/CP nº 1/2012) prescrevem que, na Educação Básica, o currículo poderá ser
estruturado tomando por base a perspectiva disciplinar, transversal ou mista,
fundindo disciplinaridade e transversalidade. Ao fazer a opção por tratar a EDH na
perspectiva transversal, o estado de Pernambuco filia-se ao entendimento de que
a cultura dos direitos humanos, conteúdo da EDH, não cabe apenas em um
componente curricular, devendo, assim, ganhar espaço no conjunto dos
componentes que compõem o currículo. Materializada na perspectiva transversal,
a EDH fortalece os paradigmas da educação integral, considerando os estudantes
em todas as suas dimensões. Além disso, sedimenta uma cultura de paz na
escola, fundamentada na defesa e reconhecimento da igualdade de direitos,
valorização das diferenças e das diversidades, laicidade do estado e democracia
na educação.
A escola, na perspectiva da EDH, deve desenvolver uma educação
pautada em várias dimensões necessárias à formação cidadã: ciências, artes,
cultura, história, ética, afetividade, entre outras. Assim, a escola é concebida
como espaço sociocultural, lugar de convivência inclusiva, respeitosa e afetiva. O
ambiente escolar deve proporcionar, também, uma convivência acolhedora, de

27
auto responsabilidade com o desempenho de cada estudante, de cada professor,
consigo mesmo, bem como de cuidado com o outro, considerando a dignidade de
todo ser humano.

Direitos da Criança e Adolescente (Lei nº 8.069/1990 – Estatuto da Criança e


do Adolescente, Lei nº 12.852/2013 - Estatuto da Juventude, Lei nº 13.257/2016
- Marco Legal da Primeira Infância, de 08 de março de 2016) - No campo da
discussão dos Direitos da Criança e do Adolescente, o direito de brincar da
criança e também o direito de ser cuidada por profissionais qualificados, na
primeira infância, devem ser prioridade nas políticas públicas. A criança tem,
sobretudo, o direito a ter a presença da mãe, pai e/ou cuidador em casa nos
primeiros meses por meio da licença-maternidade e paternidade concedida para
cumprimento dos cuidados.
Por sua vez, o direito à educação deve ser garantido a todas as crianças e
adolescentes, observando o pleno desenvolvimento de suas potencialidades por
meio de uma preparação cultural qualificada, uma base científica e humana na
perspectiva de contribuir para a superação das desvantagens decorrentes das
condições socioeconômicas e culturais adversas. Nessa direção, situamos
também o Estatuto da Juventude, que vem corroborar a inserção social
qualificada do jovem como lei complementar ao Estatuto da Criança e do
Adolescente, visando garantir direitos de quem tem entre 15 e 29 anos de idade.
O Estatuto da Juventude propõe expansão das garantias dadas à infância e à
adolescência, além da compreensão de que o jovem deve ser visto nas suas
necessidades no momento presente e não a posteriori.
Desse modo, as aprendizagens essenciais devem ser contempladas,
proporcionando o desenvolvimento das competências e habilidades necessárias,
e possibilitando às crianças, adolescentes e jovens o direito a uma educação de
qualidade para que possam atuar socialmente na construção de um mundo mais
justo, equitativo, democrático e humano.
O contexto escolar deve ser preparado visando a uma formação cidadã em
que todas as crianças e adolescentes devem ser protegidos contra práticas que
fomentem a exploração do trabalho infantil e discriminação étnico-racial, religiosa,
sexual, de gênero, pessoa com deficiência ou de qualquer outra ordem.

28
Processo de Envelhecimento, Respeito e Valorização do Idoso (Lei nº
10.741/2003) - O envelhecimento é um fenômeno natural da condição humana.
Para além da cronologia, há um conjunto amplo de aspectos que também
configuram essa etapa do desenvolvimento humano: biológicos, culturais,
históricos, psicológicos e sociais. Embora o envelhecimento humano seja uma
condição natural, as representações e sentimentos são construídos socialmente.
Dessa forma, faz-se necessário que as escolas incluam, em suas práticas
curriculares, ações que visem ao desenvolvimento de comportamentos e atitudes
que aproximam as gerações, estimulem os estudantes para o convívio, destituído
de preconceitos, com pessoas idosas e sejam educadas para o envelhecimento
humano. O objetivo é garantir o respeito, a dignidade e a educação ao longo da
vida. Assim, no âmbito escolar, deve-se também reconhecer o protagonismo da
pessoa idosa enquanto estudante e como sujeito que, munido de experiências e
saberes, aprende mais sobre si mesmo e sobre o mundo.

Educação​ Ambiental​ (Lei​ nº​ 9.795/1999,​ Parecer​ CNE/CP​ nº14/2012,


Resolução CNE/CP nº 2/2012 e Programa de Educação Ambiental de
Pernambuco - PEA/PE 2015) - A Educação Ambiental é um processo contínuo,
dinâmico, participativo e interativo de aprendizagem das questões
socioambientais. Dessa forma, a Educação Ambiental constitui uma das
dimensões do direito ao meio ambiente equilibrado e sustentável, prioridade na
garantia da qualidade de vida das pessoas por meio de concepções e práticas
inter/transdisciplinares, contínuas e permanentes, realizadas no contexto
educativo. Priorizando as questões ambientais, devemos despertar no estudante
a importância de manter relações harmoniosas entre a sociedade e a natureza,
preservando a biodiversidade e as culturas. É nessa perspectiva que as
atividades educativas devem envolver a escola e a comunidade em seu entorno,
refletir sobre atitudes de proteção e preservação da natureza, dialogando por
meio dos diferentes componentes curriculares.

Educação para o Consumo e Educação Financeira e Fiscal (Parecer


CNE/CEB nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB nº 7/2010) - Esses temas apontam

29
para abordagens na escola que proporcionem ao estudante ter uma compreensão
sobre finanças e economia, consumo responsável, processo de arrecadação
financeira e a aplicação dos recursos recolhidos como também sua importância
para o valor social dos tributos, procedência e destinação. De modo geral, essas
abordagens devem possibilitar ao estudante analisar, fazer considerações
fundamentadas, tomar decisões e ter posições críticas sobre questões financeiras
que envolvam a sua vida pessoal, familiar e da realidade social e, por
conseguinte, compreender a cidadania, a participação social, a importância sobre
as questões tributárias, o orçamento público, seu controle, sua execução e sua
transparência, bem como a preservação do patrimônio público.

Educação das Relações Étnico-raciais e Ensino da História e Cultura


Afro-brasileira, Africana e Indígena (Leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008,
Parecer CNE/CP nº 3/2004, Resolução CNE/CP nº 1/2004 e Parecer CNE/CEB nº
14/2015) - essa temática deve ser trabalhada articulada a diferentes componentes
curriculares, mas também no âmbito do currículo como um todo. Deve assegurar
o conhecimento e o reconhecimento desses povos na formação cultural, social,
econômica e histórica da sociedade brasileira, ampliando as referências
socioculturais da comunidade escolar na perspectiva da valorização da
diversidade étnico-racial, contribuindo para a construção e afirmação de
diferentes identidades.
É necessário que as práticas escolares contemplem nos seus currículos o
ensino da história e cultura afro-brasileira, africanas e indígenas como forma de
reconhecimento da contribuição que diversos povos deram para a história e
cultura nacional. Desta maneira, será alcançada uma educação das relações
étnico-raciais que respeite a diversidade brasileira e que busque a erradicação da
desigualdade e discriminação, ensejando a construção de uma sociedade
baseada no reconhecimento das diferenças e na verdadeira democracia racial.

Diversidade Cultural (Parecer CNE/CEB nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB nº


7/2010) - Ao abordarmos a diversidade cultural, biológica, étnico-racial, devemos
considerar a construção das identidades, o contexto das desigualdades e dos
conflitos sociais. Este tema aborda a construção histórica, social, política e

30
cultural das diferenças que estão ligadas às relações de poder, aos processos de
colonização e dominação.
Este currículo propõe ações e práticas educativas que contemplem essa
temática na sala de aula e em toda comunidade escolar para que se promova o
combate ao preconceito e à discriminação. É importante, no contexto escolar,
possibilitar a compreensão de que a sociedade humana, sobretudo a brasileira, é
composta por vários elementos que formam a diversidade cultural e a identidade
de cada povo e de cada comunidade. A partir dessa perspectiva, devem ser
desenvolvidas atitudes de respeito às diferenças, considerando que a completude
humana é construída na interação entre as diferentes identidades.

Relações de Gênero (Parecer CNE/CEB nº 07/2010, Resolução CNE/CEB nº


02/2012, Lei no 11.340/2006 - Lei Maria da Penha, Plano Nacional de Educação
em Direitos Humanos, 2006, Instrução Normativa da SEE nº 007/ 2017 e Portaria
MEC nº 33/2018) - A relação de gênero é entendida como uma categoria de
análise que ajuda a pensar a maneira como as ações e posturas dos homens e
das mulheres são determinados pela cultura em que estão inseridos (SCOTT,
1990). Deve ser também compreendida como um conceito baseado em
parâmetros científicos de produção de saberes que transversalizar diversas áreas
do conhecimento, sendo capaz de identificar processos históricos e culturais que
classificam e posicionam as pessoas a partir de uma relação sobre o que é
entendido como feminino e masculino, essencial para o desenvolvimento de um
olhar referente à reprodução de desigualdades no contexto escolar. A perspectiva
da ‘igualdade de gênero’, no currículo, é pauta para um sistema escolar inclusivo
que crie ações específicas de combate às discriminações e que não contribua
para a reprodução das desigualdades que persistem em nossa sociedade. Não se
trata, portanto, de anular as diferenças percebidas entre as pessoas, mas sim de
fortalecer a democracia à medida que tais diferenças não se desdobram em
desigualdades.
A garantia desse debate e a elaboração de estratégias de enfrentamento
às diversas formas de violência são, portanto, direitos assegurados por lei. Esses
são pautados em demandas emergenciais e que reafirmam a necessidade dos
espaços escolares serem lócus de promoção da cidadania e respeito às

31
diferenças. Para efetivar isso, é necessária a implementação de ações com a
perspectiva de eliminar atitudes ou comportamentos preconceituosos ou
discriminatórios relacionados à ideia de inferioridade ou superioridade de qualquer
orientação sexual, identidade ou expressão de gênero.

Educação Alimentar e Nutricional (Lei nº 11.947/2009) - Esse tema deve ser


vivenciado por toda comunidade escolar de forma contínua e permanente,
visando desenvolver práticas educativas, na perspectiva da segurança alimentar e
nutricional, que respeitem a cultura, as tradições, os hábitos alimentares
saudáveis e as singularidades dos estudantes. Perpassa pela valorização da
alimentação escolar, o equilíbrio entre qualidade e quantidade de alimentos
consumidos, além do estudo sobre macro e micronutrientes necessários para a
formação do indivíduo.
Dessa forma, o currículo traz a educação alimentar e nutricional, inserindo
conceitos de alimentação e nutrição nas diferentes etapas de ensino,
considerando o acesso à alimentação saudável como algo fundamental para o
crescimento e desenvolvimento dos indivíduos. Nessa dimensão, é necessário
que o currículo desenvolva a percepção de que uma alimentação adequada e
saudável é um direito humano, e que seja adquirida e consumida garantindo a
segurança alimentar e nutricional.

Educação para o Trânsito - (Lei nº 9.503/1997) - A alta incidência de violência


no trânsito, inclusive com mortes, remete à necessidade de incentivar a
conscientização por meio de um trabalho de educação para o trânsito, envolvendo
valores e princípios fundamentais para um convívio social saudável: respeito ao
próximo, solidariedade, prudência e cumprimento às leis. É preciso promover
práticas educativas e intersetoriais que problematizem as condições da circulação
e convivência nos espaços públicos desde a própria escola, seja no campo ou na
cidade, para que se promova a convivência mais harmoniosa nos espaços
compartilhados, de modo a incentivar uma circulação mais segura de forma
eficiente e, sobretudo, mais humana.
A educação para o trânsito deve prever, no currículo da Educação Básica,
a construção de valores direcionados ao comportamento respeitoso, ao cuidado

32
com as pessoas e com o meio ambiente, considerando o direito humano à vida,
que se constitui no seu bem maior.

Trabalho, Ciência e Tecnologia (Parecer CNE/CEB nº 11/2010 e Resolução


CNE/CEB nº 7/2010) - Trazer essa temática para o currículo da Educação Básica
contribui para a compreensão do Trabalho enquanto princípio educativo que
envolve não só discussões acerca do mundo do trabalho, mas também acerca do
desenvolvimento de capacidades humanas para transformação da realidade
material, social. Relaciona-se ainda à compreensão da Ciência e Tecnologia
enquanto dimensões capazes de provocar reflexões e intervenções sobre o
mundo nos aspectos sociais e naturais sem perder de vista o caráter da
sustentabilidade.
Nesse sentido, é fundamental que os currículos e as práticas dos
professores promovam a pesquisa, como princípio pedagógico, associada a uma
abordagem reflexiva dos conteúdos que considere a relação complexa entre os
potenciais do Trabalho, da Ciência e da Tecnologia para resolução de problemas,
a ampliação da capacidade produtiva e empreendedora, bem como para a
garantia de um espaço de reflexão e atuação crítica e ética sobre suas influências
nos impactos ambientais e sociais.
É importante que o currículo da Educação Básica, ao abordar essa
temática, promova uma reflexão sobre as diversas formas de trabalho, o uso das
tecnologias, às suas respectivas funções e organização social em torno de cada
profissão, a contribuição dessas para o desenvolvimento da sociedade, bem
como sobre as relações sociais e de poder que se estabelecem em torno do
mundo do trabalho.

Saúde, Vida Familiar e Social (Parecer CNE/CEB nº 11/2010, Resolução


CNE/CEB nº 7/2010, Decreto nº 7.037/2009, Parecer CNE/CP nº 8/2012 e
Resolução CNE/CP nº 1/2012) - A temática saúde é um conceito que nos remete
não só a ausência de doença, mas, sobretudo, ao completo bem-estar que
permeia as pessoas saudáveis. A concepção que se entende por saúde tem
relações diretas com o meio cultural, social, político, econômico, ambiental e
afetivo em que se vive. A visão histórica dos diversos significados de saúde

33
também sofre variações ao longo do tempo. O currículo, ao desenvolver esse
tema, deve considerar a saúde numa perspectiva mais ampla que envolve as
várias dimensões do ser humano, tais como: saúde mental, comportamental,
atitudinal, orgânica, física, motora, afetiva, sensorial, entre outras.
É necessário que a pessoa se perceba em sua multidimensionalidade e
que a esfera da saúde seja reconhecida sob os diversos aspectos que envolvem
uma vida saudável. O contexto político relativo a como a sociedade está
organizada também interfere na dimensão da saúde do cidadão. A estrutura da
saúde pública, o planejamento das cidades, o saneamento básico, o estilo de vida
do/no campo ou da/na cidade, o sistema de transporte e habitacional, as relações
familiares e sociais poderão interferir na saúde das pessoas. Esses aspectos
devem ser considerados e refletidos no currículo de forma a levar os estudantes a
compreenderem e buscarem um estilo de vida mais saudável.
Os temas integradores, acima abordados, além de estarem presentes em
habilidades e competências de diferentes componentes curriculares, devem
estimular o desenvolvimento de atividades para serem vivenciadas no contexto da
escola, envolvendo todas as áreas do conhecimento que compõem o currículo.
Por isso, é necessário que se realize um trabalho interdisciplinar, motivador,
inclusivo, resultando em uma experiência mais enriquecedora para os estudantes,
os professores participantes e também toda a comunidade escolar.

1.11. O DOCUMENTO E SUA ORGANIZAÇÃO

O currículo de Pernambuco tem por objetivo nortear as propostas


pedagógicas dos municípios, os projetos políticos pedagógicos das escolas e as
práticas pedagógicas vivenciadas em sala de aula. Está em consonância com a
Base Nacional Comum Curricular e com as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Básica, considerando a formação cidadã dos estudantes
pernambucanos.
Constitui-se em documento orientador para a rede estadual, redes
municipais e escolas privadas. Também é inspirador para as modalidades da
educação básica, embora não contempladas diretamente nele. Essas, por suas
especificidades e singularidades, deverão ter documentos curriculares específicos

34
construídos em âmbito estadual e municipal.
Este volume, referente ao ensino fundamental, é formado pelos
pressupostos teóricos, a apresentação da etapa e suas fases, introdução de cada
área e seus componentes curriculares. Após a abordagem sobre cada
componente, vem o seu respectivo organizador curricular que traz, na sua
estrutura, os campos de atuação (para o componente Língua Portuguesa), a
descrição das unidades temáticas (para os componentes de Educação Física,
Língua Inglesa e Arte) e das práticas de linguagem (para os componentes Língua
Portuguesa e Língua Inglesa), os objetos de conhecimento, os códigos e, por fim,
as habilidades do Currículo de Pernambuco. Ao final de cada componente,
encontram-se as referências bibliográficas.
No organizador curricular dos componentes do Currículo de Pernambuco,
um código pode ser observado antes da descrição de cada habilidade. Foram
utilizados os mesmos códigos da BNCC, entretanto, acrescentou-se PE ao final
de cada código, indicando que a habilidade recebeu contribuição das redes
públicas e/ou escolas privadas ou foi validada pelas mesmas. Assim, o código EF
01 LP 01 PE representa:

EF – Ensino Fundamental.
01 – 1o ano do ensino fundamental.
LP – Língua Portuguesa.
01 – Numeração da habilidade – primeira habilidade. Se tiver uma letra (X, Y Z,
por exemplo) em vez de números, indica que esta habilidade não está presente
na BNCC, sendo, portanto, exclusiva do Currículo de Pernambuco.
PE – As redes de ensino de Pernambuco realizaram alguma modificação nesta
habilidade da BNCC ou validaram a mesma.

35
REFERÊNCIAS

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dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
“História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Brasília, 2003.
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idoso e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2003.
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rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e
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alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da
educação básica; altera as Leis no. 10.880, de 9 de junho de 2004, 11.273, de 6 de
fevereiro de
2006, 11.507, de 20 de julho de 2007; revoga dispositivos da Medida Provisória no.
2.178-36, de 24 de agosto de 2001, e a Lei no.8.913, de 12 de julho de 1994; e dá
outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2009.
BRASIL. Lei no. 12.852, de 5 de agosto de 2013. Institui o Estatuto da Juventude
e dispõe sobre os direitos dos jovens, os princípios e diretrizes das políticas
públicas de juventude e o sistema nacional de juventude SINAJUVE. Diário Oficial
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da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da
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públicas para a primeira infância e altera a Lei no. 8.069, de 13 de julho de 1990
(Estatuto da Criança e do Adolescente), o Decreto-Lei no. 3.689, de 3 de outubro
de 1941 (Código do Processo Penal), a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT),
aprovada pelo Decreto- Lei no. 5.452, de 1o. de maio de 1943, a Lei no. 11.770, de
9 de setembro de 2008, e a Lei no. 12.662, de 5 de junho de 2012. Diário Oficial da
União, Brasília, 2016.
BRASIL. Lei no. 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da
Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União,
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37
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40
2. ENSINO FUNDAMENTAL

2.1 O ENSINO FUNDAMENTAL E SUAS FASES

O ensino fundamental, segunda etapa da educação básica, passou por muitas


mudanças ao longo de sua história. Nesse sentido, foi criada a Lei nº 11.274/2006
(BRASIL, 2006), que dispôs sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino
fundamental com matrícula obrigatória de crianças a partir dos 6 (seis) anos de
idade e, em 2010, foram publicadas as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, trazendo orientações para os processos de
(re)construção tanto dos currículos quanto dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP)
das escolas dos âmbitos estadual, distrital e municipal (BRASIL, 2010).
Por ser a etapa da educação básica de maior duração, atendendo crianças e
adolescentes dos 6 (seis) aos 14 (quatorze) anos de idade, com especificidades
diversas, físicas, cognitivas, afetivas, sociais, emocionais, dentre outras, o ensino
fundamental sempre teve o desafio de proporcionar uma formação mais adequada
aos estudantes. Nesse sentido, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC),
construída com participação das secretarias estaduais e da UNDIME, homologada
em dezembro de 2017, trouxe grande contribuição ao indicar o conjunto de
aprendizagens essenciais que todos os estudantes brasileiros devem desenvolver
ao longo da educação básica, orientando a elaboração dos currículos e ao que deve
ser ensinado em âmbito nacional, resguardando as características sociais e
regionais existentes nos contextos dos entes federados.
O Currículo de Pernambuco pretende, em consonância com a BNCC, garantir
com qualidade o direito que todos os estudantes têm de aprender. Caminhando
nesse sentido, no ensino fundamental – anos iniciais, busca-se, em diálogo com as
experiências oriundas da educação infantil, dar continuidade às situações lúdicas e
progressivas de aprendizagem. No tocante aos dois primeiros anos, o trabalho
pedagógico dará ênfase aos processos de alfabetização sempre associados às
práticas do letramento. Tais engajamentos devem ocorrer imbuídos da perspectiva
de progressão do conhecimento e para favorecer a consolidação das aprendizagens

41
anteriores e a “ampliação das práticas de linguagem e da experiência estética e
intercultural das crianças”. (BRASIL, 2017, p. 57).
No ensino fundamental – anos finais, o perfil dos estudantes se modifica ainda
mais. Além dos novos desafios relacionados às mudanças físicas e emocionais,
recairá a responsabilidade de adaptação a um trabalho orientado por vários
professores especialistas em suas áreas do conhecimento – ao contrário da fase
anterior. É imprescindível que se retorne às aprendizagens adquiridas nos anos
iniciais, ressignificando-as e aprofundando-as. A seguir, procura-se discorrer melhor
sobre as transições.

2.2 A TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL –


ANOS INICIAIS

É indispensável articulação curricular entre todas as etapas da Educação


Básica. Além de ser consenso entre os educadores, tal articulação é preconizada
pelas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Resolução
CNE/CEB nº 4/ 2010). Em seu artigo 24, a continuidade da educação infantil no
ensino fundamental é proposta na perspectiva de reconhecer que os objetivos da
formação básica das crianças, estabelecidos para a educação infantil, devem
estender-se durante os anos iniciais do ensino fundamental. Tais objetivos devem
promover, ainda, a ampliação e a intensificação gradativa do processo educativo.
Isso favorece a possibilidade de assegurar um percurso contínuo de aprendizagens
às crianças, conforme estabelece o artigo 29 das Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Ensino Fundamental (Resolução CNE/CEB no.7/2010).
No tocante a medidas com o intuito de articular a educação infantil com os
anos iniciais do ensino fundamental, é importante o reconhecimento das
aprendizagens da criança antes mesmo do seu ingresso no ensino fundamental,
bem como a valorização do caráter lúdico na ação pedagógica. Além disso, a
identificação das necessidades das crianças pode ajudar a escola a se transformar,
a partir do momento em que ela percebe quem são essas crianças e de que forma é
possível atender suas reais necessidades. Até porque, tanto na educação infantil
quanto nos primeiros anos do ensino fundamental, as especificidades inerentes a

42
ambas as etapas estão ligadas, sobretudo, ao reconhecimento das especificidades
da infância, tais como seus aspectos psicológicos, emocionais, cognitivos, físicos,
dentre outros.
É de uma concepção ampla de infância e de criança que se deve partir,
quando se pensa na criação de um currículo ou de propostas pedagógicas para
essas duas etapas, visto que o ciclo da infância não termina aos 6 anos de idade,
momento no qual a criança ingressa no primeiro ano do ensino fundamental.
A ampliação das aprendizagens deve ser um contínuo na vida das crianças,
sendo a transição para essa etapa de escolarização um momento especial. Nesta
perspectiva, a articulação entre conhecimentos e vivencias da escola e de fora da
escola, tão presente nos campos de experiência da educação infantil, deve ser
preservada e enfatizada no ensino fundamental, abrindo-se também espaço para as
novas possibilidades de aprendizagens.
Ao longo dos séculos, a concepção de criança modificou bastante, inclusive
expressando visões contraditórias a seu respeito. Entre os moralistas e os
educadores do século XVII, por exemplo, a criança era vista como fruto do pecado e,
assim, deveria ser direcionada ao caminho do bem. Através desse pensamento,
entendia-se que a formação moral e o direcionamento às aprendizagens deveriam
ficar a cargo da igreja. É nesse momento que surge a explicação dos dois modos de
atendimento aos quais se destinavam às crianças: um de caráter repressor e outro
compensatório. É justamente nesse período que, para Kramer (2003), a criança ora
é considerada ingênua, inocente e graciosa – daí a necessidade da paparicação –;
ora compreendida como um ser imperfeito e incompleto – carecendo, por isso,
passar pelo processo de moralização e de uma educação administrada pelos
adultos.
Atualmente, a ideia de infância corresponde à consciência da singularidade
infantil. É exatamente essa natureza singular que estabelece a diferença entre a
criança e o adulto. A criança deve ser considerada como sujeito histórico e de
direitos. É através das interações, das relações e das práticas cotidianas que ela
vivencia e constroi sua identidade pessoal e coletiva. A criança deve, ainda, ser
compreendida como pessoa cidadã e ser respeitada em seus aspectos integrais.
Para isso, a educação deve se pautar na perspectiva da formação humana, no

43
exercício da cidadania e no direito de aprender. Cabe à escola proporcionar
experiências no campo das interações e explorar a ludicidade nos processos de
ensino e nas propostas de atividades cotidianas. Assim, estará valorizando as
características e vivências do trabalho oriundo da Educação Infantil – sobretudo nos
anos iniciais do Ensino Fundamental –, com as quais as crianças já estão
familiarizadas.
As etapas possuem, portanto, suas dinâmicas e proporcionam níveis de
complexidade diferenciados. Isso considerando os desafios que se apresentam e se
constituem como elementos impulsionadores do desenvolvimento da criança. Assim,
torna-se natural que ocorram períodos de transição, possibilitando novas aquisições
na construção dos conhecimentos necessários ao desenvolvimento das
aprendizagens de forma progressiva (BRASIL, 2017). Nesse movimento, é
imprescindível o entrelaçamento de professores, crianças e suas famílias.
Caminhando nesse sentido, aumenta a possibilidade de se promover ações,
esforços e sentimentos capazes de contribuir para uma vivência segura e tranquila
dos processos educativos e das práticas pedagógicas.
A família possui um papel fundamental na transmissão de valores às crianças,
até porque se constitui como importante grupo social no qual elas estão inseridas
desde muito cedo. Desse modo, o ambiente familiar acaba possibilitando
aprendizagens diversas, envolvendo desde a solução de conflitos e o controle das
emoções até a manifestação de sentimentos proporcionados pela convivência e
possibilidade de aprender com a diversidade humana – e com as situações adversas
vividas no seio familiar. O apoio e participação da família são imprescindíveis tanto
na educação infantil como no início do ensino fundamental e ao longo do mesmo. É
indiscutível que as aprendizagens são mais facilmente consolidadas, nessas etapas
da educação, quando se tem a família como aliada aos processos que visam à
aquisição e ao desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas ao
longo do percurso escolar.

44
2.3 A TRANSIÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS PARA OS ANOS
FINAIS
O processo de transição da fase dos anos iniciais para a fase dos anos finais,
da etapa do ensino fundamental, requer uma atenção cuidadosa para a sua
especificidade, pois esta última deverá consolidar o caminho alicerçado na fase
anterior. Reitera-se, portanto, a premência de uma formação para o respeito aos
direitos humanos, à vida em comum, à coesão social, à cooperação, às práticas
cidadãs ativas e à solidariedade no convívio comunitário, por meio da articulação
entre todas as etapas da educação, como preveem as Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, em seu artigo 29:

A necessidade de assegurar aos alunos um percurso contínuo de


aprendizagens torna imperativa a articulação de todas as etapas da
educação, especialmente do Ensino Fundamental com a Educação Infantil,
dos anos iniciais e dos anos finais no interior do Ensino Fundamental, bem
como do Ensino Fundamental com o Ensino Médio, garantindo a qualidade
da Educação Básica. (BRASIL, 2010).

A fim de promover uma transição integrada dos anos iniciais para os anos
finais do ensino fundamental, é necessário que este último se articule ao
direcionamento didático-pedagógico norteador da etapa e da fase precedentes:
educação infantil e anos iniciais, respectivamente. Também é imprescindível
considerar as particularidades integrantes do amplo arcabouço conceitual e
metodológico dos anos finais, no sentido de garantir um processo continuado e
progressivo de construção das aprendizagens previstas para o ensino fundamental
(AGUIRRE, 2017).
Isso requer a sistematização de conhecimentos no sentido de proporcionar
oportunidades para a elaboração de conceitos e a preocupação com o
desenvolvimento cognitivo que reconheça os aspectos objetivos e subjetivos da
prática educativa, enfatizando as transformações que ocorrem e que caracterizam
essa passagem como momento de reflexão e reorganização da vida dos estudantes,
bem como a dos professores (BONDÍA, 2002).

45
A articulação entre essas fases é de grande importância e nela inclui-se,
principalmente, a relação entre os anos iniciais e os anos finais do ensino
fundamental, haja vista serem nestas fases que se intensificam as rupturas
decorrentes do gradativo desenvolvimento da maturidade dos estudantes e a
consequente e necessária adequação teórico-metodológica às capacidades
cognitivas destes por parte da escola, por meio das práticas pedagógicas ali
desenvolvidas (MESOMO, 2014).
Acompanhamos, nas últimas décadas, propostas de mudanças para o ensino
fundamental em nosso país. Isso se deve à concepção desta etapa como um direito
fundamental dos cidadãos, uma vez que, sob tais termos, constituiu-se em uma
garantia mínima de formação para a vida pessoal, social e política. Percebe-se,
desde então, que todos os cidadãos têm o direito de obter o domínio dos
conhecimentos escolares previstos para esta etapa da escolarização básica e de
construir os valores, as atitudes e as habilidades derivados desses conteúdos e das
interações que ocorrem no processo educativo.
Na transição entre as fases inicial e final do ensino fundamental, há que se
considerar uma série de aspectos que incidem nas relações entre estudantes e
professores. Entre as transformações deflagradoras de mudanças nesses
relacionamentos, está a aplicação mais frequente e sistemática de instrumentos
avaliativos, a elevação do quantitativo de conteúdos, o acréscimo de componentes
curriculares - com decorrente aumento no número de professores, bem como a
redução do tempo de convivência entre estes e os estudantes. Como consequência
de tudo isso, há um aprofundamento da impessoalização no trato entre os sujeitos
envolvidos no ato de ensinar e aprender que apresenta, entre outros reflexos, um
maior distanciamento físico e uma dificuldade de construir empatia recíproca.
Com isso, faz-se mister a delimitação, em termos de concepção e elaboração,
de diretrizes educacionais específicas para os anos finais do ensino fundamental, no
que diz respeito à articulação da intencionalidade pedagógica e à delimitação de
procedimentos didáticos e avaliativos, num processo contínuo e progressivo das
aprendizagens previstas para a trajetória escolar dos estudantes nesta fase.
Para que ocorra uma transição integrada e qualificada entre essas fases, será
necessário considerar as diversas particularidades conceituais e metodológicas dos

46
anos finais do ensino fundamental, além das características do desenvolvimento
cognitivo dos estudantes, de modo a oportunizar o enriquecimento e a construção de
aprendizagens previstas para esta fase.
O propósito do trabalho pedagógico será garantir a identificação dos
saberes/conhecimentos escolares a serem sistematizados e que lhes são
apresentados na fase a que acabam de chegar, realizando uma prática de ensino
significativa para os estudantes em seu novo momento do processo educativo.
Assim, poderão ser superados, entre outros, problemas, como a indiferença de
muitos estudantes a conteúdos e eles expostos sem os valores do sentido e da
representatividade para a sua vida.
Diante disso, é primordial a atenção, o zelo e a aproximação entre
professores e educandos, considerando a integralidade da relação entre esses
sujeitos, uma vez que a familiarização com novos professores e novas dinâmicas,
novos conteúdos e componentes curriculares constituir-se-á em aspecto relevante
para o sucesso da transição entre as fases que compõem o ensino fundamental e
para a própria aprendizagem, desenvolvimento, construção de habilidades e
competências. Os afetos precisam ser garantidos nesse momento da vida escolar do
estudante, já que sua convergência com os aspectos conteudísticos e cognitivos
serão bastante relevantes na construção da aprendizagem.
Os processos de ensino-aprendizagem como ato contínuo, nos quais se
insere o estudante dos anos finais do ensino fundamental, deve ter em conta uma
perspectiva dialética e dialógica, além de observar as experiências vivenciadas nos
espaços coletivos da escola. Para tanto, é preciso considerar o caráter progressivo
entre as habilidades e competências já construídas e as que serão desenvolvidas,
pois esse caráter progressivo corrobora a ideia de que o trabalho pedagógico deve
acontecer de forma contínua e sem rupturas, garantindo aos estudantes um tempo
maior de convívio escolar, mais oportunidades de aprender e, assim,
assegurando-lhes uma construção de aprendizagem significativa e mais sólida.

47
REFERÊNCIAS​

AGUIRRE, K. C. A transição dos anos iniciais para os anos finais do ensino


fundamental: o que diz a produção nacional. 2017.24f. Graduação (Licenciatura em
Pedagogia da Universidade Federal da Fronteira Sul), Chapecó, UFFS, 2017.

BONDÍA, J. L. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista


Brasileira de Educação. n.19, jan/fev/mar/abr 2002.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução


no. 7, de 14 de dezembro de 2010. Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 2010.

BRASIL. Lei no.11.274, de 6 de fevereiro de 2006. Altera a LDB, dispondo sobre a


duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a
partir dos 6 (seis) anos de idade. Brasília, 2006.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de


Educação Básica. Resolução nº 4, de 13 de julho de 2010. Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Diário Oficial da União.
Brasília, 2010.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional


Comum Curricular. Brasília, 2017.

KRAMER, S. A Política do Pré-Escolar no Brasil: A arte do disfarce. 7ª edição.


São Paulo: Cortez, 2003.

MESOMO, O. L C.; PAWLAS, N. O. Articulação entre as duas etapas do ensino


fundamental: anos iniciais (5º ano) e anos finais (6º ano). Unicentro, Paraná, 2014.

48
3. ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS - ARTE

Para compreender os significados atribuídos ao ensino de Arte, tomamos


como referência o entendimento de Arte como conhecimento construído ao longo da
existência humana e que se mantém como necessidade fundamental para o
desenvolvimento integral da pessoa. Esse conhecimento engloba os aspectos
intelectuais, cognitivos e afetivos em todas as culturas, fazendo, portanto, parte da
vida cotidiana. O ensino de Arte contribui para a ampliação do repertório cultural e
artístico, para a compreensão e leitura de mundo e, sobretudo, para que os sujeitos
possam intervir nele, criando e recriando novas formas e novos significados que
podem ser vivenciados e experienciados por meio dos múltiplos sentidos que
possuímos.
O campo epistemológico da Arte dialoga diretamente com diferentes saberes
como a História, a Filosofia, a Sociologia, a Psicologia, a Educação, a Geografia etc.
Esse diálogo colabora para a expansão e o fortalecimento da compreensão de que o
conhecimento atravessa a mente, o corpo, o espírito, e sua multiplicidade não pode
ser dissociada da unicidade do humano.
O papel da escola no processo de democratização dos saberes estéticos e
artísticos é o de tornar acessível o campo da Arte. Aproximar as crianças, os jovens
e os adultos da Arte é essencial para o desenvolvimento do pensamento criador e
autonomia do sujeito nas reflexões sobre o mundo no qual está inserido. Faz-se
necessário também que o ensino da arte assuma o compromisso de ser um
importante aliado das práticas inclusivas. A Arte é uma forma de conhecimento
distinta dos outros saberes, portanto, possui conteúdos, objetivos, processos,
produtos, métodos, formas de comunicação que são próprias da sua epistemologia.
Por meio do estudo da Arte e do seu ensino, ela colabora para uma ampla leitura
social, cultural, ética e estética do mundo.
A Arte, como área do conhecimento científico e humano, possui história e
repertório próprios que podem ser vivenciados e refletidos pelos/as estudantes,
professores/as e comunidade escolar em situações de ensino. O objeto de
conhecimento é a própria Arte com suas várias linguagens e códigos, respeitando a
diversidade cultural e a sua pluralidade.

49
Na interação com as manifestações artísticas, o olhar do/a apreciador/leitor/a,
do/a fruidor/a, do/a estudante deve ser participativo, estabelecendo significados na
experiência a ser vivenciada. Assim, é necessário estimular um contínuo exercício
de diálogos entre vivências, experiências estéticas e manifestações artísticas por
meio de processos que impulsionam o pensar, o construir, o expressar e o sentir. As
experiências anteriores acumuladas pelos estudantes articulam, nesse processo, o
passado, o presente e o futuro, dando-se aí uma aprendizagem significativa, na qual
o/a professor/a, os/as colegas e o meio desempenham um papel de mediação
cultural.
Destacamos que o conhecimento da Arte é proveniente da cultura de cada
local e região e é de extrema importância, sendo necessário saber não só como a
Arte é concebida, mas também como é ensinada/aprendida e como se manifesta no
contexto local e regional, no seu tempo e no seu espaço. A fonte primária dos
saberes artísticos/culturais propicia momentos preciosos de ensino/aprendizagem,
no contexto, de forma mais abrangente e completa. É preciso saber qual a
significação das manifestações artísticas para o indivíduo e para a coletividade,
elaborando metodologias que levem os/as estudantes às condições de ler e produzir
arte.

3.1 CONCEPÇÕES NAS QUAIS SE PAUTAM O ENSINO DE ARTE

A história do ensino de Arte contribui para tecer o fio condutor de sua


trajetória no currículo da educação escolar. Na área dos fundamentos e da história
do ensino de Arte, é possível apontar três grandes tendências e concepções de
ensino de Arte presentes na trajetória histórica da educação brasileira. A primeira, o
Ensino de Arte Pré-Modernista, vê o ensino de Arte como técnica e tem como
princípios básicos a efetivação do processo de aprendizagem da Arte através do
ensino de técnicas artísticas, para uma formação meramente propedêutica, que
visava à preparação para a vida no trabalho e a utilização da Arte como ferramenta
didático-pedagógica para o ensino das disciplinas ditas mais importantes do
currículo escolar, distanciando-se completamente da epistemologia da Arte.

50
A segunda tendência, o ensino de Arte Modernista, influenciada pela
pedagogia experimental. Nela, o ensino de Arte foi pensado a partir de duas
concepções: como Expressão e como Atividade. Essas duas concepções vão fazer
surgir a ideia de ensino de Arte como lazer, livre-expressão e catarse. No caso da
primeira concepção, a Arte parte da expressão do sentimento e por isso não deveria
ser ensinada, mas expressada (Arte como expressão); já na segunda concepção, o
ensino de Arte é baseado na simples realização de atividades artísticas (Arte como
atividade). Tais concepções resultaram no esvaziamento dos conteúdos específicos
da área de Arte na educação escolar.
A terceira tendência, o ensino de Arte Pós-Modernista ou Pós-Moderno, tem
uma visão do ensino como conhecimento e defende a ideia da Arte na educação
com ênfase na própria Arte. Considerando que esses períodos não são estanques,
não se encerram em si mesmos e que todas as tendências continuam a existir até
os dias de hoje, temos - por isso mesmo - de ampliar a formação sobre a história do
ensino de Arte e os caminhos que ele tomou.
Em 1971, o ensino de Arte tem um de seus mais importantes marcos legais, é
criada a Lei 5.692/71, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de arte na escola
como Educação Artística. No entanto, devido à falta de professores habilitados
nessa área e a falta de uma matriz teórica que fundamentasse suas práticas,
durante toda a vigência da lei, as aulas de educação artística se cristalizaram numa
concepção de Arte como mero conjunto de atividades. Posteriormente, com o
surgimento da LDB nº 9.394/96, o ensino de Arte se consolida no currículo escolar.
Nos anos 90, outro importante marco surge para nortear o ensino de Arte, são
criados os PCNs (BRASIL, 1998), apresentando como eixo central a dimensão
social da Arte e a Abordagem triangular de Ana Mae Barbosa.
Esta abordagem foi desenvolvida na década 1980, a partir das atividades
educativas realizadas por Ana Mae Barbosa e suas colaboradoras, no Museu de
Arte Contemporânea (MAC), da Universidade de São Paulo (USP), sendo
denominada Abordagem Triangular de Ensino de Arte. Sob a ótica metodológica, tal
abordagem é um sistema que articula a inter-relação entre a leitura, a
contextualização e o fazer artístico (BARBOSA, 2002a).

51
A Abordagem Triangular foi sistematizada a partir das condições estéticas e
culturais da pós-modernidade. A abordagem em questão não indica um
procedimento hierárquico, mas permite uma interação dinâmica e multidimensional,
processo que acompanha as transformações que vêm ocorrendo no mundo
contemporâneo.
Para Richter (2003), é necessário que o ensino de Arte se caracterize por
uma educação predominantemente estética, em que os padrões culturais estéticos
nos quais estão inseridos sejam respeitados e aceitos na educação como códigos
básicos na construção e compreensão de outros códigos culturais, bem como na
imersão neles.
Sob o ponto de vista educacional, o desafio do ensino de Arte no contexto
escolar explora conexões e contrastes entre as diversas formas de representação
cultural. Dessa maneira, a educação escolar pode contribuir para a formação
estética dos estudantes, ensinando a interpretar criticamente os significados da Arte,
a sua própria vida e ao seu tempo.

3.2 ARTE COMO CONHECIMENTO

A abordagem mais contemporânea do ensino de Arte está relacionada ao


desenvolvimento cognitivo, que envolve flexibilidade, fluência, elaboração e nos
impõe pensar de maneira diferente o ensino de Arte na educação escolar. Permite
deslocar as questões de “como se ensina Arte” para “como se aprende Arte”. A partir
dessa mudança de paradigmas, vários estudos vieram a ser desenvolvidos,
buscando explicar o processo de ensino-aprendizagem dos conhecimentos
artísticos. Essa abordagem visa à construção de um currículo para o ensino de Arte
que interligue a leitura da Arte, sua contextualização e o fazer artístico produzido
pela humanidade, que engloba a produção internacional, nacional, regional, local e
dos próprios estudantes.
Ressignificando esses paradigmas de ensino-aprendizagem dos
conhecimentos artísticos e num contexto de luta dos profissionais do ensino de Arte
aqui no Brasil, foi promulgada a LDB, de n° 9.394/96, que garantiu a obrigatoriedade
do ensino de Arte para toda a educação básica. A Lei assegurou que o Ensino de

52
Arte deverá promover o desenvolvimento cultural dos educandos, fundamentado na
concepção da Arte como conhecimento.
Ressalta-se ainda que o Ensino de Arte como conhecimento está baseado
nos estudos culturais, no interculturalismo, na interdisciplinaridade e na
aprendizagem dos conhecimentos artísticos, a partir da inter-relação entre o fazer, o
ler e o contextualizar Arte. A Arte Contemporânea é caracterizada pelo rompimento
de barreiras entre o visual, o gestual e o sonoro. O happening, a performance (em
suas múltiplas faces), a bodyart, a arte sociológica e ambiental, o conceitualismo, as
artes híbridas e a própria videoarte são algumas das manifestações artísticas que
comprovam uma tendência atual para o inter-relacionamento de diversas linguagens
no ensino de Arte (BARBOSA, 2002b).
A concepção de Arte como conhecimento busca a valorização tanto do
produto artístico como dos processos desencadeados no ensino de Arte,
percorrendo o caminho contrário ao da concepção de ensino como técnica – que
valoriza o produto artístico em detrimento do processo – e da concepção de ensino
de Arte como expressão – que supervaloriza o processo, dando pouca importância
ao produto estético, ao mesmo tempo, sem desconsiderar a técnica e os recursos
tecnológicos que vêm como instrumento para a produção artística.
Na educação escolar, enquanto componente curricular, a Arte abrange todas
as linguagens artísticas, conforme a Lei nº 13.278/2016 e compõe-se de quatro
grandes campos distintos de conhecimento: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro,
incluídos nos currículos das etapas de educação infantil e ensino fundamental. A
nova lei altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/1996),
estabelecendo prazo de cinco anos para que os sistemas de ensino promovam a
formação de professores para implantar esses componentes curriculares em todos
os níveis da educação básica no ensino infantil, fundamental e médio” (BRASIL,
2016).
Cada um deles tem suas especificidades, exigindo profissionais com
formação específica. Os quatro campos têm interfaces entre si.
Contemporaneamente, também se deve levar em consideração outras formas
híbridas de arte, tais como performance, webarte e multimídia, por exemplo, que se
apresentam em diversos espaços e em diferentes nuances (PERNAMBUCO, 2013).

53
Não podemos perder de vista a colaboração do ensino-aprendizagem de Arte para o
desenvolvimento integral dos educandos dos diversos níveis de ensino, buscando
abarcar as inúmeras possibilidades de criação e fruição artísticas frente às
tecnologias disponíveis no mundo contemporâneo.
Apresentamos, brevemente, cada um dos quatro grandes campos, sua
importância e relação com as habilidades e objetos de conhecimento possíveis no
currículo em nosso estado.
O campo das Artes Visuais é extenso e múltiplo. Sua matéria-prima é a
imagem. Contempla expressões bidimensionais como desenho, fotografia, gravura e
pintura, por exemplo, bem como tridimensionais, como a escultura e a instalação,
além de formas híbridas de expressões, a exemplo da videoperformance e da arte
eletrônica, dentre outras. Temáticas como as linhas, as formas, a composição, a cor,
a luz e sombra, o volume, a perspectiva, as texturas, as diversas imagens
veiculadas nas diferentes mídias, os movimentos artísticos, as correntes estéticas,
bem como histórias e obras de artistas, as manifestações populares, as culturas de
tradição, as histórias de vida são possibilidades a serem (re)construídas, (re)criadas,
(re)inventadas pelo/a professor/a no espaço escolar e/ou fora dele.
Os princípios e fundamentos da arte da Dança podem ser trabalhados em
sala de aula, tomando-se como base a diversidade das danças cênicas e populares,
tais como o frevo, o maracatu, o caboclinho, o cavalo marinho, entre outras
manifestações locais, regionais, nacionais ou internacionais, bem como o balé, a
dança moderna e a dança contemporânea. A dança possui como matéria-prima o
corpo. As danças devem ser abordadas em seu contexto estético, histórico, social e
cultural, sem perder de vista o incentivo à criação da própria arte de movimento do
estudante. Tais princípios devem ser abordados, para além dos conteúdos relativos
a repertórios específicos por meio de técnicas e metodologias não diretivas, que
introduzem a improvisação como estímulo à criação e à composição coreográfica.
O campo da Música possui como matéria-prima o som e baseia-se numa
abordagem sociocultural da educação musical que revela a importância de
considerar as músicas das diferentes culturas, inclusive da escola e de seu entorno,
e o trabalho com essas músicas como possibilidades diferenciadas de organização
sonora e de meios de ampliação da experiência e discurso musicais dos estudantes.

54
O universo do Teatro é construído pelo ator, público, texto e espaço. O Teatro,
como um dos campos da Arte, traz a possibilidade de nos fazer refletir sobre as
nossas subjetividades, sobre a vida e o lugar em que vivemos. O ensino de Teatro
na Escola possui uma trajetória histórica e sócio epistemológica marcada por
diferentes abordagens: as pedagogias do Jogo e Teatro, da Dramaturgia, da
Contextualização Histórica, da Formação do Ator, do Teatro Épico, da Mediação
Sociocultural, da Performance, das Manifestações Tradicionais, do Teatro de Formas
Animadas e da Encenação.
Por fim, o ensino de Arte, no ensino fundamental – anos iniciais e finais está
comprometido com o desenvolvimento integral e cultural dos educandos.

3.3 ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS: CAMPOS TEMÁTICOS,


OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES

No ensino fundamental – anos iniciais, o ensino de Arte deve assegurar ao


estudante a possibilidade de investir em suas experiências artísticas com
consciência e prazer por meio da ludicidade, propiciando uma experiência de
continuidade em relação à educação infantil. A experiência em Arte, percebida pelas
operações artísticas de diferentes campos (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro e
seus desdobramentos), é um campo propício a que a criança explore seu universo,
aumentando seu conhecimento sobre seu corpo, imaginação e capacidade de
expressão. O papel da escola no processo de democratização dos saberes estéticos
e artísticos é o de tornar acessível o universo da arte a todos/as da educação infantil
ao ensino fundamental. Aproximar as crianças na faixa etária de 6 a 9 anos da arte é
essencial, pois há, todo o tempo, uma ‘alfabetização cultural’ sem a qual a letra
possui pouco significado. É necessária uma ampla leitura social, cultural e estética
do mundo. As crianças bem pequenas já iniciam as suas leituras com as imagens,
reconhecendo jogos e animações em computadores, lendo as propagandas,
reconhecendo sons e canções. As crianças interagem com outras quando são
seguidoras de tutoriais de como fazer brinquedos e brincadeiras, mesmo antes de
lerem as palavras, as crianças leem as imagens. Em um movimento corporal da
dança, as crianças aprendem através do corpo seus componentes cognitivos,

55
imagéticos, gestuais e sonoros. As crianças devem ter seu potencial imaginativo
exercitado ao ter contato com o campo de conhecimento em Arte. Na linha proposta
no documento, a Arte é entendida como campo específico de conhecimento em que
há potencial para o desenvolvimento cognitivo, imagético, da consciência sonora e
corporal do estudante. Configura Se, dessa forma, como disciplina fundamental para
a realização da capacidade emancipatória/expressiva do sujeito em
desenvolvimento, em seus momentos iniciais. No entanto, muitas vezes, a Arte é
entendida como atividade preparatória para o desenvolvimento da criança, sendo
tomada como ponto de partida para outros conteúdos considerados mais centrais no
currículo escolar. Reforçando o processo de ensino e aprendizagem em Arte para
crianças dos anos iniciais nessa perspectiva, Dewey (2011) ressalta a importância
de PÁGINA 320 considerar a experiência das crianças em sua dimensão estética. É
fundamental que a criança tenha a oportunidade de construir conhecimentos sobre
diversas maneiras de manifestação da Arte, bem como seus elementos
articuladores, desenvolvendo a capacidade consciente de se expressar no mundo.

3.4 ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS: CAMPOS TEMÁTICAS,


OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES

No ensino fundamental - anos finais, é preciso assegurar aos estudantes a


ampliação de suas interações com manifestações artísticas e culturais nacionais e
internacionais, de diferentes épocas e contextos. O ensino e a aprendizagem de Arte
devem possibilitar que o estudante consiga trabalhar individual e colaborativamente,
produzindo peças/composições artísticas, discutindo conceitos e emitindo opinião
própria a respeito de obras, atividades e composições, iniciando a construção da sua
própria linha estética. As bases fundamentais para o pensamento artístico,
construídas já nos anos iniciais, serão o ponto de partida para as novas construções,
mais aprofundadas e significativas para essa faixa etária.
Essa fase será marcada por uma maior sistematização dos conhecimentos e
na proposição de experiências mais diversificadas em relação a cada linguagem. Os
estudantes devem conhecer e fazer Arte em seus diferentes campos (Artes Visuais,
Dança, Música, Teatro e seus desdobramentos). Nessa fase, a Arte como campo de

56
conhecimento deve articular a leitura, a contextualização e o fazer artístico,
percorrendo trajetos de aprendizagens que propiciam conhecimentos específicos
sobre a relação dos estudantes com a Arte, consigo e com o mundo.
O ensino e a aprendizagem de Arte devem, por fim, contribuir para o
desenvolvimento da autonomia dos estudantes. O jovem deve, ao final dessa fase,
ser capaz de construir conhecimentos de Arte, de identificar e se referir a trabalhos
artísticos utilizando vocabulário apropriado a respeito de Arte, suas épocas
históricas e suas formas de expressão (PERNAMBUCO, 2013).
É importante destacar que a Base Nacional Comum Curricular, em sua
proposição de estrutura curricular em Arte, apresenta a Unidade Temática Artes
Integradas. No entanto, por questão de escolha na organização curricular em Arte,
Pernambuco terá as habilidades das Artes Integradas incorporadas a cada uma das
linguagens artísticas do componente curricular.

3.5 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

Adotando esses pressupostos e alinhada às competências gerais previstas


neste documento, a Arte visa garantir o desenvolvimento das seguintes
competências específicas:
1. Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e
culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais
brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para
reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a
diferentes contextos e dialogar com as diversidades.

2. Compreender as relações entre as linguagens da Arte e suas práticas integradas,


inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e
comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições particulares de
produção, na prática de cada linguagem e nas suas articulações.

3. Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente


aquelas manifestas na arte e nas culturas que constituem a identidade brasileira –,

57
sua tradição e manifestações contemporâneas, reelaborando-as nas criações em
Arte.

4. Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação,


ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.

5. Mobilizar recursos tecnológicos como formas de registro, pesquisa e criação


artística.

6. Estabelecer relações entre arte, mídia, mercado e consumo, compreendendo, de


forma crítica e problematizadora, modos de produção e de circulação da Arte na
sociedade.

7. Problematizar questões políticas, sociais, econômicas, científicas, tecnológicas e


culturais, por meio de exercícios, produções, intervenções e apresentações
artísticas.

8. Desenvolver a autonomia, a crítica, a autoria e o trabalho coletivo e colaborativo


nas artes.

9. Analisar e valorizar o patrimônio artístico nacional e internacional, material e


imaterial, com suas histórias e diferentes visões de mundo.

Além disso, tais competências devem também se inter-relacionar com as seis


dimensões que perpassam o conhecimento da Arte, conforme estão descritas na
Base Nacional Comum Curricular:
●​ Criação: refere-se ao fazer artístico, quando os sujeitos criam, produzem e
constroem. Trata-se de uma atitude intencional e investigativa que confere
materialidade estética a sentimentos, ideias, desejos e representações em
processos, acontecimentos e produções artísticas individuais ou coletivas.
Essa dimensão trata do aprender o que está em jogo durante o fazer artístico,

58
processo permeado por tomadas de decisão, entraves, desafios, conflitos,
negociações e inquietações.
●​ Crítica: refere-se às impressões que impulsionam os sujeitos em direção a
novas compreensões do espaço em que vivem, com base no estabelecimento
de relações por meio do estudo e da pesquisa, entre as diversas experiências
e manifestações artísticas e culturais vividas e conhecidas. Essa dimensão
articula ação e pensamento propositivos, envolvendo aspectos estéticos,
políticos, históricos, filosóficos, sociais, econômicos e culturais.
●​ Estesia: refere-se à experiência sensível dos sujeitos em relação ao espaço,
ao tempo, ao som, à ação, às imagens, ao próprio corpo e aos diferentes
materiais. Essa dimensão articula a sensibilidade e a percepção, tomadas
como forma de conhecer a si mesmo, o outro e o mundo. Nela, o corpo em
sua totalidade (emoção, percepção, intuição, sensibilidade e intelecto) é o
protagonista da experiência.
●​ Expressão: refere-se às possibilidades de exteriorizar e manifestar as
criações subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em âmbito
individual quanto coletivo. Essa dimensão emerge da experiência artística
com os elementos constitutivos de cada linguagem, dos seus vocabulários
específicos e das suas materialidades.
●​ Fruição: refere-se ao deleite, ao prazer, ao estranhamento e à abertura para
se sensibilizar durante a participação em práticas artísticas e culturais. Essa
dimensão implica disponibilidade dos sujeitos para a relação continuada com
produções artísticas e culturais oriundas das mais diversas épocas, lugares e
grupos sociais.
●​ Reflexão: refere-se ao processo de construir argumentos e ponderações
sobre as fruições, as experiências e os processos criativos, artísticos e
culturais. É a atitude de perceber, analisar e interpretar as manifestações
artísticas e culturais, seja como criador, seja como leitor (BRASIL, 2017).

59
60
ORGANIZADOR CURRICULAR POR TRIMESTRE

6º E 7º ANO

61
6º E 7º ANO – 1º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
(EF67AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros, em especial
pernambucanos, e estrangeiros de diferentes épocas, reconhecendo as
diferentes matrizes estéticas e culturais de modo a ampliar a experiência
com diversos contextos e práticas artístico-visuais e desenvolver a
percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório
imagético.
Contextos e práticas (EF67AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
A produção artística como fato
movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço de
histórico contextualizado no tempo e
acordo com a realidade dos estudantes.
nas diversas culturas;
ARTES (EF67AR03PE) Identificar situações nas quais as linguagens das artes
Gêneros visuais; visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
VISUAIS
vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.),
A Produção visual pessoal a partir de cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc.
diferentes referenciais artísticos,
estéticos e culturais.
(EF67AR04PE) Identificar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da
(ponto, linha, forma, direção, cor, tom, textura, escala, espaço, movimento
linguagem
etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas.

62
(EF67AR05PE) Experimentar diferentes formas de expressão artística
Materialidades (desenho, pintura, gravura, colagem, quadrinhos, grafite, escultura,
modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.)

(EF67AR06PE) Elaborar processos de criação em artes visuais, com base


em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
convencionais, alternativos e digitais.
Processos de criação
(EF67AR07PE) Dialogar e estabelecer relações entre princípios
conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos e processos de
criação a partir das produções visuais de cada estudante.

(EF67AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor


cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da linguagem
cada um e estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais

(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões


da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).

(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações


Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.

63
(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.)

(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e


imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

Cores: representação real e


simbólica; (EF67AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
Cor: monocromia e policromia; ∙ A cor diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
como elemento expressivo; culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
A representação do ponto e seus
Contextos e práticas
diversos contextos;

Tipos de linha: a linha imaginária e a (EF67AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
representada; movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço de
acordo com a realidade dos estudantes.
A representação do elemento ponto
no contexto dos estilos visuais;

64
A cor como elemento expressivo na
produção artística. (EF67AR03PE) Identificar situações nas quais as linguagens das artes
visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
O uso da cor na expressão artística; vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.),
cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc
O desenho de observação, de
contorno e técnicas de grafias;

(EF67AR04PE) Identificar os elementos constitutivos das artes visuais


Elementos da
(ponto, linha, forma, direção, cor, tom, textura, escala, espaço, movimento
linguagem
etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas.

Consciência e construção corporal:


(EF69AR09PE) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão,
Movimentos a partir das 3 ações representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando
Contextos e práticas
corporais básicas (flexionar/estender, composições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de
diferentes épocas.
levantar/abaixar, circular ou girar);
Ações básicas de esforço (deslizar,
flutuar ou voar, retorcer, pressionar,
DANÇA sacudir, tocar, cortar, golpear);

Partes do corpo isoladas ou em (EF69AR10PE) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano


Elementos da conexão com o todo; (ações corporais) e do movimento dançado (ações cênicas), abordando
Linguagem criticamente o desenvolvimento das formas da dança em sua história
Diversas maneiras de respirar e tradicional e contemporânea.
relaxar;

Coordenação das partes do corpo e

65
identificar as diversas posturas;
(EF69AR11PE) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo,
Percepção da voz e o silêncio do peso, fluxo, intensidades e espaço) como elementos que, combinados,
corpo (o meu corpo e o corpo do geram as ações corporais, o movimento dançado e a composição
outro); coreográfica

Deslocamentos (caminhar, correr,


engatinhar, rastejar, rolar, girar, mudar
de apoio, saltos, giros, paradas, etc.); (EF69AR12PE) Investigar e experimentar procedimentos de improvisação
e criação do movimento, individual e/ou coletivamente, como fonte para a
Percepção, especialmente em termos construção de vocabulários e repertórios próprios
de imagem mental, forma, tamanho,
Processos de Criação textura, temperatura da matéria
corporal;
(EF69AR13PE) Pesquisar e investigar brincadeiras, jogos, danças
Compreensão da relação entre coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e
respiração e movimento; culturais como referência para a criação e a composição de danças
autorais, individualmente e em grupo
Sensibilização para o pertencimento
de grupo (adaptação e integração a
companheiros);
(EF69AR09PE) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão,
representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando
Contextos e práticas Reconhecimento da mobilidade e a
composições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de
neutralidade da coluna vertebral,
diferentes épocas
articulações, ossos e músculos

66
(EF69AR10PE) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano
(ações corporais) e do movimento dançado (ações cênicas), abordando
criticamente o desenvolvimento das formas da dança em sua história
tradicional e contemporânea
Elementos da
Linguagem
(EF69AR11PE) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo,
peso, fluxo, intensidades e espaço) como elementos que, combinados,
geram as ações corporais, o movimento dançado e a composição
coreográfica

(EF69AR24PE) Pesquisar e reconhecer artistas (atores, dramaturgos,


encenadores, etc.), grupos de teatro pernambucanos, brasileiros e
Contextos e práticas estrangeiros de diferentes épocas, gêneros teatrais, estéticas e culturas,
Consciência e construção corporal: investigando e analisando os modos de criação, produção, divulgação,
circulação e organização da atuação profissional em teatro
A experimentação para os jogos de
sentidos; (EF69AR25PE) Identificar e analisar diferentes modalidades (teatro de
bonecos, sombra, de formas animadas, humano, etc.), estilos (realista,
A diversidade gestual no espaço; absurdo, épico, etc.) e gêneros teatrais (tragédias, comédia, farsa, etc.),
Contextos e práticas
contextualizando-os no tempo e no espaço, nas sociedades e nas culturas
O movimento corporal e seus de modo a aprimorar a capacidade de leitura e reflexão sobre o fazer
desdobramentos: postura, teatral.
TEATRO
lateralidade, flexibilidade locomoção,
respiração, relaxamento e (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
improvisação; da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
Os gestos cotidianos e não cotidianos desejos, etc.).
com intenções dramáticas.

67
Os princípios cênicos:
∙ A relação do tempo real e o tempo (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e dramático; sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Culturais ∙ A organização do espaço cênico e eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
do espaço dramático; Articulações folclore, design, patrimônio, etc.).
éticas, estéticas e multiculturais entre
as culturas.
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR24PE) Pesquisar e reconhecer artistas (atores, dramaturgos,


encenadores, etc.), grupos de teatro pernambucanos, brasileiros e
Contextos e práticas estrangeiros de diferentes épocas, gêneros teatrais, estéticas e culturas,
investigando e analisando os modos de criação, produção, divulgação,
circulação e organização da atuação profissional em teatro

(EF69AR25PE) Identificar e analisar diferentes modalidades (teatro de


A diversidade nas técnicas teatrais: bonecos, sombra, de formas animadas, humano, etc.), estilos (realista,
∙ A exercitação cênica partindo da absurdo, épico, etc.) e gêneros teatrais (tragédias, comédia, farsa, etc.),
Contextos e práticas
mímica, da pantomima, dos bonecos contextualizando-os no tempo e no espaço, nas sociedades e nas
em suas variações, das máscaras, da culturas, de modo a aprimorar a capacidade de leitura e reflexão sobre o
sombra e das formas animadas. fazer teatral.

(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da


A História do Teatro: linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
Elementos da
∙ Aspectos da contemporaneidade sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer
Linguagem
aos princípios históricos. e analisar sua importância, funções e articulações na composição das
produções cênicas.

68
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).

O sistema fonador; (EF67AR16PE) Identificar e analisar, criticamente, por meio da apreciação


musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e
Memória auditiva; circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da
vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética etc
Registro, criação e execução musical (EF67AR17PE) Experimentar e analisar diferentes meios e equipamentos
a partir das notações musicais culturais de circulação da música e do conhecimento musical.
Contextos e práticas convencionais e não convencionais;∙
(EF67AR18PE) Apreciar e reconhecer o papel de músicos e grupos de
Intervalos e escalas maiores e
música brasileiros (em especial locais ou regionais) e estrangeiros que
menores;
contribuem para o desenvolvimento de formas e gêneros musicais

As características básicas da música (EF67AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,


modal; contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
MÚSICA capacidade de apreciação da estética musical
A classificação das vozes do quarteto (EF67AR20PE) Explorar elementos constitutivos da música (altura,
Elementos da clássico (soprano, contralto, tenor e intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos tecnológicos
Linguagem baixo); (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de
composição/criação, execução e apreciação musicais.
Os instrumentos musicais de
diferentes culturas e períodos (EF67AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
históricos de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
Materialidades
timbres e características de instrumentos musicais diversos e da cultura
Técnicas musicais de execução musical pernambucana.
instrumental (dedilhar, friccionar, (EF67AR22PE) Experimentar e reconhecer diferentes formas de registro
Notação e registro percutir, beliscar, soprar e outras); musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos
musical
da música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de

69
Principais movimentos da música registro em áudio e audiovisual.
popular internacional (blues, jazz,
(EF67AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
rock, hip hop, etc.);
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos convencionais ou não
Os meios de gravação e transmissão
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
sonora analógica e sonora digital;
coletiva e colaborativa.

A produção musical no contexto da (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões


mídia televisiva e radiofônica. da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.)
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

70
(EF67AR16PE) Identificar e analisar, criticamente, por meio da apreciação
Produção de peças musicais;
musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e
circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da
A música vocal e/ou instrumental de
vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética etc.
diferentes épocas e estilos;
Improvisação vocal e instrumental;

Produção musical coletiva com (EF67AR17PE) Experimentar e analisar diferentes meios e equipamentos
instrumentos melódicos e culturais de circulação da música e do conhecimento musical
percussivos;
Contextos e práticas
Composição de trechos musicais,
sonoros, rítmicos, vocal e (EF67AR18PE) Apreciar e reconhecer o papel de músicos e grupos de
instrumental; música brasileiros (em especial locais ou regionais) e estrangeiros que
contribuem para o desenvolvimento de formas e gêneros musicais.
Execução musical com instrumento
melódico;
(EF67AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,
Execução musical a partir de técnicas contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
vocais. capacidade de apreciação da estética musical.

6º E 7º ANO – 2º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
ARTES O uso da cor como elemento (EF67AR05PE) Experimentar diferentes formas de expressão artística
Materialidades
VISUAIS expressivo da composição visual; (desenho, pintura, gravura, colagem, quadrinhos, grafite, escultura,

71
modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).
O uso da linha na produção das artes
(EF67AR06PE) Elaborar processos de criação em artes visuais, com base
visuais pernambucanas;
em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
Releitura, citação e apropriação na
convencionais, alternativos e digitais.
Processos de Criação arte a partir da produção nacional.
(EF67AR07PE) Dialogar e estabelecer relações entre princípios
Relações entre textura e superfície;
conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos e processos de
criação a partir das produções visuais de cada estudante
A textura real e a representada;
(EF67AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da linguagem Relação entre forma e espaço;
cada um e estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das
Formas bi e tridimensionais; artes visuais
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
Elementos básicos da composição da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas visual (ponto, linha, cor, forma etc.); dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.)
A representação de texturas na
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
produção artística visual (pintura,
Processos de Criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
fotografia, escultura etc.);
para compor produções híbridas.
A relação figura/forma na produção (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e das artes visuais; O uso do espaço bi sociais e políticos da produção artística problematizando as narrativas
Culturais e tridimensional na composição eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
visual; folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
O uso dos diversos tipos de textura
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
na composição visual; ∙ Técnicas
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e européias de diferentes épocas e
gráficas convencionais e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
experimentais para produção de
às diferentes linguagens artísticas.

72
texturas na composição visual; (EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
A relação entre planos, texturas e repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
transparências;
(EF67AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
Composição de formas bi e
diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
tridimensionais com materiais
culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
convencionais e não convencionais;
práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
A Arte Cinética e seus contextos;
Contextos e práticas (EF67AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
Composição visual: equilíbrio e movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço de
proporção; acordo com a realidade dos estudantes.
(EF67AR03PE) Identificar situações nas quais as linguagens das artes
O uso dos elementos equilíbrio e visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
proporção em produções estáticas e vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos
cinéticas. cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc.
(EF67AR04PE) Identificar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da
(ponto, linha, forma, direção, cor, tom, textura, escala, espaço, movimento
Linguagem
etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas.
(EF67AR05PE) Experimentar diferentes formas de expressão artística
Materialidades (desenho, pintura, gravura, colagem, quadrinhos, grafite, escultura,
modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.)
(EF67AR06PE) Elaborar processos de criação em artes visuais, com base
em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
Processos de Criação
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
convencionais, alternativos e digitais.

(EF67AR07PE) Dialogar e estabelecer relações entre princípios


Processos de Criação
conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos e processos de

73
criação a partir das produções visuais de cada estudante.
(EF67AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da Linguagem
cada um e estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais
(EF69AR12PE) Investigar e experimentar procedimentos de improvisação
e criação do movimento, individual e/ou coletivamente, como fonte para a
construção de vocabulários e repertórios próprios.
(EF69AR13PE) Pesquisar e investigar brincadeiras, jogos, danças
coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e
Processos de criação
culturais como referência para a criação e a composição de danças
autorais, individuais e em grupo.
Elementos e dinâmicas da dança:
(EF69AR15PE) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança
Vivência e construção de frases vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando
gestuais considerando as diversas estereótipos e preconceitos a fim de respeitar a diversidade.
possibilidades temporais de (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
Contextos e práticas movimento (lento, rápido, moderado, da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética,
pausas); valorizando as especificidades de cada região.
DANÇA
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Exploração de diferentes dinâmicas e
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
esforços;
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Integração/ Relacionamentos (EF69AR14PE) Analisar e experimentar diferentes elementos
improvisados por aproximação e compositivos da encenação (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora
contato. etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para produção
Processos de Criação cênica em dança.
(EF69AR15PE) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança
vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando
estereótipos e preconceitos a fim de respeitar a diversidade.

74
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
Contextos e práticas da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética,
valorizando as especificidades de cada região.

A diversidade nas técnicas (EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações


Processos de criação teatrais: processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
. A exercitação cênica partindo
da mímica, da pantomima, dos
bonecos em suas variações, (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e das máscaras, da sombra e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Culturais das formas animadas. eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.)
A História do Teatro:
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
. Aspectos da
Patrimônio Cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
contemporaneidade aos
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
princípios históricos.
às diferentes linguagens artísticas.
TEATRO
(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da
linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
Elementos da
sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer
Linguagem
e analisar sua importância, funções e articulações na composição das
produções cênicas.
A Construção do texto dramático: (EF67AR27PE) Pesquisar e criar formas de dramaturgias e espaços
cênicos para o acontecimento teatral, em diálogo com o teatro
A composição de texto dramático: contemporâneo, considerando as produções artísticas em relação à
prólogo, cenas, atos e epílogo ambiência e contexto cultural do estudante.
Processos de criação (EF67AR28PE) Investigar e experimentar diferentes funções teatrais e
discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo.

75
(EF69AR29PE) Experimentar o uso diversificado da gestualidade, das
construções corporais e vocais de maneira imaginativa e criativa nas
improvisações e nas vivências do jogo dramático e teatral.
(EF67AR30PE) Compor improvisações e acontecimentos cênicos com
base em textos dramáticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos
Processos de criação etc.), caracterizando personagens (com maquiagem, figurinos e
adereços), cenário, iluminação e sonoplastia, considerando o repertório do
estudante e a relação com o espectador.
. (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
Contextos e práticas desejos, etc.).
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
Produção de peças musicais; (EF67AR20PE) Explorar elementos constitutivos da música (altura,
Elementos da intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos tecnológicos
linguagem A música vocal e/ou instrumental de (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de
diferentes épocas e estilos; composição/criação, execução e apreciações musicais.
(EF67AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
Improvisação vocal e instrumental;
de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
Materialidades
timbres e características de instrumentos musicais diversos e da cultura
MÚSICA Produção musical coletiva com
musical pernambucana.
instrumentos melódicos e
percussivos;
(EF67AR22PE) Experimentar e reconhecer diferentes formas de registro
Notação e registro Composição de trechos musicais, musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos
musical sonoros, rítmicos, vocal e da música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de
instrumental; registro em áudio e audiovisual

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Execução musical com instrumento (EF67AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
melódico; jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não
Execução musical a partir de técnicas convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
vocais. coletiva e colaborativa.
EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Conceito de melodia, harmonia e
(EF67AR16PE) Identificar e analisar, criticamente, por meio da apreciação
ritmo;
musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e
Contextos e práticas
circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da
A música do período renascentista;
vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética etc.

77
Influências da música renascentista (EF67AR17PE) Experimentar e analisar diferentes meios e equipamentos
no cancioneiro erudito e popular; culturais de circulação da música e do conhecimento musical.
(EF67AR18PE) Apreciar e reconhecer o papel de músicos e grupos de
A expressão musical de povos de
música brasileiros (em especial locais ou regionais) e estrangeiros que
diferentes continentes;
contribuem para o desenvolvimento de formas e gêneros musicais.

Tipos de apresentações musicais (EF67AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,


(show, recital, concerto, instalação contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
sonora, etc.); capacidade de apreciação da estética musical.
(EF67AR20PE) Explorar elementos constitutivos da música (altura,
Elementos da Estilos e gêneros musicais; ∙ Trilhas intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos tecnológicos
linguagem sonoras, sonoplastia, vinhetas e (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de
jingles e seus contextos; composição/criação, execução e apreciações musicais.
(EF67AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
A música do período barroco
de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
Materialidades Influências da música barroca no
timbres e características de instrumentos musicais diversos e da cultura
cancioneiro erudito e popular.
musical pernambucana.
(EF67AR22PE) Experimentar e reconhecer diferentes formas de registro
Notação e registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos
musical da música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de
registro em áudio e audiovisual.
(EF67AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
coletiva e colaborativa.

78
6º E 7º ANO – 3º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.)
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de Criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
A Influência das diversas expressões
artísticas na representação visual; (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais O hibridismo como linguagem nas eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
expressões artísticas; folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
Produção de trabalhos visuais em imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
ARTES Patrimônio cultural diálogo com outras linguagens suas matrizes indígenas, africanas e européias de diferentes épocas e
VISUAIS artísticas; estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
As representações visuais como
expressões do cotidiano; (EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
A imagem na arte e na mídia; ∙ A repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
cultura e as representações visuais (EF67AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
ao longo da história da arte. tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
Contextos e práticas
culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

79
(EF67AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço de
acordo com a realidade dos estudantes.
Contextos e práticas (EF67AR03PE) Identificar situações nas quais as linguagens das artes
visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.),
cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc.
(EF67AR04PE) Identificar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da
(ponto, linha, forma, direção, cor, tom, textura, escala, espaço, movimento
Linguagem
etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas.
(EF67AR05PE) Experimentar diferentes formas de expressão artística
Materialidades (desenho, pintura, gravura, colagem, quadrinhos, grafite, escultura,
modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.)
(EF67AR06PE) Elaborar processos de criação em artes visuais, com base
em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
Processos de Criação convencionais, alternativos e digitais.
(EF67AR07PE) Dialogar e estabelecer relações entre princípios
conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos e processos de
criação a partir das produções visuais de cada estudante.
(EF67AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da Linguagem
cada um e estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).

80
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Dança e Interpretação:

“Sentir-pensar” o corpo na dança -


(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação sentidos/emoções/ palavras, ritmos,
processuais entre diversas linguagens artísticas.
sons, contatos, cheiros e imagens
(ex.: imagens de animais, ondas,
luzes, folhas, vento);
DANÇA Relações entre espaço e imaginação
(espaço real e imaginário, espaço
individual e coletivo);
(EF69AR33PE) Analisar aspectos históricos, sociais e políticos da
Matrizes estéticas e
Danças mundiais, reconhecendo produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as
Culturais
aspectos estilísticos da produção e diversas categorizações da arte (arte, artesanato, folclore, design etc.
contexto histórico-cultural (ex.:
danças rituais dança e mitologia,

81
dança nas antigas civilizações
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
Processos de criação ocidentais e imaterial de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas
Patrimônio cultural não ocidentais, dança acadêmica e matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas,
teatral na Europa e nos EUA (danças favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às
pré-clássicas, danças do período diferentes linguagens artísticas.
romântico, balé clássico, dança
moderna, dança contemporânea,
dança teatro, etc.), dança brasileira,
dança em Pernambuco;
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia Aspectos multiculturais na dança local digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
(etnicidade/universalidade); repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

Processos e produtos coreográficos


observados e/ou vividos em sala de (EF69AR14PE) Analisar e experimentar diferentes elementos
aula ou produzidos pela humanidade; compositivos da encenação (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora
etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para produção
Processos de criação Criação e avaliação das suas cênica em dança.
performances e a dos outros; ∙
Criação de seqüencias de (EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
movimentos a partir de um tema: processuais entre diversas linguagens artísticas.

Ligado às dinâmicas corporais de


movimento (ex.: combinação de
movimentos suaves, firmes, diretos,
(EF69AR33PE) Analisar aspectos históricos, sociais e políticos da
Matrizes estéticas e flexíveis, livres, controlados, súbitos e
produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as
Culturais contínuos);
diversas categorizações da arte (arte, artesanato, folclore, design etc.).

Ligado às emoções, sensações,


sentimentos, pensamentos, ideias,

82
textos, imagens e sons.
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas
Patrimônio Cultural matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas,
favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às
diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,


Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
A Construção do texto dramático: (EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio Cultural A composição de texto dramático: suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
prólogo, cenas, atos e epílogo estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
TEATRO
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
A Interpretação teatral:
(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da
linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
Elementos da Vivência das possibilidades
sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer
linguagem dramáticas pela construção da
e analisar sua importância, funções e articulações na composição das
personagem, da ação, da cena, do
produções cênicas.
espaço cênico e do espaço

83
dramático. (EF67AR27PE) Pesquisar e criar formas de dramaturgias e espaços
cênicos para o acontecimento teatral, em diálogo com o teatro
Os Signos Teatrais: contemporâneo, considerando as produções artísticas em relação à
ambiência e contexto cultural do estudante.
Organização dialógica do vestuário,
(EF67AR28PE) Investigar e experimentar diferentes funções teatrais e
maquiagem, objetos de cena, espaço,
discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo.
cenário, iluminação, sons, ruídos,
música, texto e adereços como (EF69AR29PE) Experimentar o uso diversificado da gestualidade, das
componentes estruturadores da cena construções corporais e vocais de maneira imaginativa e criativa nas
Processos de Criação improvisações e nas vivências do jogo dramático e teatral.
(EF67AR30PE) Compor improvisações e acontecimentos cênicos com
base em textos dramáticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos
etc.), caracterizando personagens (com maquiagem, figurinos e
adereços), cenário, iluminação e sonoplastia, considerando o repertório do
estudante e a relação com o espectador.
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos
Conceito de melodia, harmonia e
ritmo;
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
A música do período renascentista;
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
MÚSICA Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
Influências da música renascentista
desejos, etc.).
no cancioneiro erudito e popular;

A expressão musical de povos de

84
diferentes continentes;
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Tipos de apresentações musicais
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
(show, recital, concerto, instalação
para compor produções híbridas.
sonora, etc.);

Estilos e gêneros musicais;


(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Trilhas sonoras, sonoplastia, vinhetas
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
e jingles e seus contextos;
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
A música do período barroco;

Influências da música barroca no (EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e


cancioneiro erudito e popular. imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e


recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar
Arte e tecnologia
práticas e repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos
e éticos.

A música popular de povos de


diferentes continentes; (EF67AR16PE) Identificar e analisar, criticamente, por meio da apreciação
musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e
Contextos e práticas
A música popular brasileira e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da
suas peculiaridades regionais; vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética etc.

85
As práticas musicais de
tradição oral no continente (EF67AR17PE) Experimentar e analisar diferentes meios e equipamentos
americano; culturais de circulação da música e do conhecimento musical.

Os gêneros e movimentos da
música brasileira; (EF67AR18PE) Apreciar e reconhecer o papel de músicos e grupos de
música brasileiros (em especial locais ou regionais) e estrangeiros que
O músico e o mercado contribuem para o desenvolvimento de formas e gêneros musicais.
musical.

(EF67AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,


contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
capacidade de apreciação da estética musical.

(EF67AR20PE) Explorar elementos constitutivos da música (altura,


Elementos da intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos tecnológicos
Linguagem (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de
composição/criação, execução e apreciação musicais.

(EF67AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas


de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
Materialidades
timbres e características de instrumentos musicais diversos e da cultura
musical pernambucana.

(EF67AR22PE) Experimentar e reconhecer diferentes formas de registro


Notação e registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos
musical da música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de
registro em áudio e audiovisual.

86
(EF67AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos convencionais ou não
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
coletiva e colaborativa.

(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões


da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).

(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações


Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.

(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,


Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).

(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e


imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

87
ORGANIZADOR CURRICULAR POR TRIMESTRE

8º E 9º ANO
88
8º E 9º ANO – 1º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
(EF89AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
culturais de modo a ampliar a experiência, com diversos contextos e
práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
Contextos e práticas
(EF89AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço.
A produção artística como fato
histórico contextualizado no tempo e (EF89AR03PE) Analisar e relacionar situações nas quais as linguagens
nas diversas culturas; ∙ Gêneros das artes visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema,
visuais; animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos
ARTES diversos etc.), cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc.
VISUAIS A Produção visual pessoal a partir de (EF89AR04PE) Analisar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da diferentes referenciais artísticos, (ponto, linha, forma, textura, direção, cor, tom, escala, espaço, movimento
linguagem estéticos e culturais. etc.) de modo a ampliar argumentos na apreciação de diferentes
produções artísticas.
As principais concepções da Arte.
(EF89AR05PE) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão
Materialidades artística (desenho, pintura, gravura, colagem, quadrinhos, grafite,
escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).
Processos de criação
(EF89AR06PE) Desenvolver processos de criação em artes visuais, com
base em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
convencionais, alternativos e digitais.
Processos de criação

89
(EF89AR07PE) Dialogar e estabelecer relações entre princípios
conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos e processos de
criação a partir das produções visuais de cada estudante.
(EF89AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da linguagem
cada um e estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais
EF89AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
(EF89AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF89AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF89AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
(EF89AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

90
(EF89AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
Cores: representação real e culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
simbólica; práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
Cor: monocromia e policromia; ∙ A cor
como elemento expressivo;

(EF89AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e


A representação do ponto e seus
Contextos e práticas movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço de
diversos contextos;
acordo com a realidade dos estudantes.
Tipos de linha: a linha imaginária e a
representada; ∙ A representação do
elemento ponto no contexto dos
estilos visuais; (EF89AR03PE) Identificar situações nas quais as linguagens das artes
visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
A cor como elemento expressivo na vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.),
produção artística. cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc

O uso da cor na expressão artística;

O desenho de observação, de
(EF89AR04PE) Analisar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da contorno e técnicas de grafias;
(ponto, linha, forma, direção, cor, tom, textura, escala, espaço, movimento
linguagem
etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas.

91
(EF69AR09PE) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão,
representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando
Contextos e práticas
composições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de
Consciência e construção corporal:
diferentes épocas.
Movimentos a partir das três ações
corporais básicas (flexionar/estender,
levantar/abaixar, circular ou girar);
ações básicas de esforço (deslizar,
flutuar ou voar, retorcer, pressionar,
sacudir, tocar, cortar, golpear);
(EF69AR10PE) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano
Partes do corpo isoladas ou em (ações corporais) e do movimento dançado (ações cênicas), abordando,
conexão com o todo; criticamente, o desenvolvimento das formas da dança em sua história
tradicional e contemporânea.
Diversas maneiras de respirar e
relaxar; coordenação das partes do
corpo e identificação das diversas
Elementos da
DANÇA posturas;
Linguagem.
Percepção da voz e o silêncio do
corpo (o meu corpo e o corpo do
outro); (EF69AR11PE) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo,
peso, fluxo, intensidade e espaço) como elementos que, combinados,
Deslocamentos (caminhar, correr, geram as ações corporais, o movimento dançado e a composição
engatinhar, rastejar, rolar, girar, mudar coreográfica.
de apoio, saltos, giros, paradas, etc.);

92
Percepção, especialmente em termos
de imagem mental, da forma,
tamanho, textura, temperatura da
matéria corporal;
(EF69AR12PE) Investigar e experimentar procedimentos de improvisação
e criação do movimento, individual e/ou coletivamente, como fonte para a
Compreensão da relação entre
construção de vocabulários e repertórios próprios.
respiração e movimento;

Sensibilização para o pertencimento


de grupo (adaptação e integração a
Processos de Criação companheiros);

Reconhecimento da mobilidade e a
neutralidade da coluna vertebral,
articulações, ossos e músculos. (EF69AR13PE) Investigar e experimentar brincadeiras, jogos, danças
coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e
A Expressividade e diversidade na culturais como referência para a criação e a composição de danças
dança: ∙ Técnicas corporais autorais, individuais e em grupo.
cotidianas e extras cotidianas dos
povos; ∙ Improvisação e execução de
danças a partir de elementos
cotidianos e extras cotidianos; ∙
Gestos elaborados na arte e gestos
cotidianos;
(EF69AR09PE) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão,
Os Diálogos corporal/sonoro: ∙ representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando
Contextos e práticas Construção corporal por meio de composições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de
gestos sonoros; diferentes épocas.

Movimentos a partir de sons ou


imagens visuais;

93
Frases gestuais;

Relação da Dança com outras (EF69AR10PE) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano
Elementos da linguagens artísticas e disciplinas: (ações corporais) e do movimento dançado (ações cênicas), abordando,
Linguagem criticamente, o desenvolvimento das formas da dança em sua história
A relação da dança com a música, tradicional e contemporânea.
com a arte visual e com o teatro;
Aplicação das possibilidades
interdisciplinares da dança em outras
áreas do conhecimento;

Ampliação das possibilidades de


realização coreográfica, utilizando
elementos de outras linguagens (EF69AR11PE) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo,
Elementos da artísticas. peso, fluxo, intensidade e espaço) como elementos que, combinados,
Linguagem geram as ações corporais, o movimento dançado e a composição
coreográfica.

Consciência e construção corporal:

A experimentação para os jogos de


sentidos; (EF69AR24PE) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro
pernambucanos, brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas,
TEATRO Contextos e práticas
A diversidade gestual no espaço; investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e
organização da atuação profissional em teatro.
O movimento corporal e seus
desdobramentos: postura,
lateralidade, flexibilidade, locomoção,

94
respiração, relaxamento e
improvisação; (EF69AR25PE) Identificar e analisar diferentes modalidades (teatro de
bonecos, sombra, de formas animadas, humano, etc.), estilos (realista,
Os gestos cotidianos e não cotidianos absurdo, épico, etc.) e gêneros teatrais (tragédias, comédia, farsa, etc.),
com intenções dramáticas. contextualizando-os no tempo e no espaço, nas sociedades e nas
culturas, de modo a aprimorar a capacidade de leitura e reflexão sobre o
A Cultura visual e o teatro: fazer teatral.

Apropriação e citação dos meios


visuais para a construção da cena.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
A diversidade nas técnicas teatrais: da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
A exercitação cênica partindo da desejos, etc.).
mímica, da pantomima, dos bonecos
em suas variações, das máscaras, da
sombra e das formas animadas.

A História do Teatro: (EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,


Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais Aspectos da contemporaneidade aos eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
princípios históricos; folclore, design, patrimônio, etc.).

A multi/interculturalidade.

95
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR24PE) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro


pernambucanos, brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas,
investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e
organização da atuação profissional em teatro.
A diversidade nas técnicas
Contextos e práticas EF69AR25PE) Identificar e analisar diferentes modalidades (teatro de
teatrais:
bonecos, sombra, de formas animadas, humano, etc.), estilos (realista,
absurdo, épico, etc.) e gêneros teatrais (tragédias, comédia, farsa, etc.),
A exercitação cênica partindo da
contextualizando-os no tempo e no espaço, nas sociedades e nas culturas
mímica, da pantomima, dos bonecos
de modo a aprimorar a capacidade de leitura e reflexão sobre o fazer
em suas variações, das máscaras, da
teatral.
sombra e das formas animadas.
(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da
linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
Elementos da
A História do Teatro: sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer
Linguagem
e analisar sua importância, funções e articulações na composição das
Aspectos da contemporaneidade aos produções cênicas.
princípios históricos; (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas A multi/interculturalidade. dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).

96
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
Processos de criação para compor produções híbridas.
(EF89AR16PE) Analisar, criticamente, por meio da apreciação musical,
usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação,
relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social,
cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.
(EF89AR17PE) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e
equipamentos culturais de circulação da música (teatros, concha acústica,
Características básicas da música etc.) e do conhecimento musical.
Contextos e práticas
Tonal; (EF89AR18PE) Apreciar e valorizar o papel de músicos e grupos de
música brasileiros, em especial pernambucanos e estrangeiros, que
Estéticas musicais do século XX e contribuem para o desenvolvimento de formas (música erudita) e gêneros
XXI; (música popular) musicais.

Características básicas da música (EF89AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,


contemporânea; contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
capacidade de apreciação da estética musical.
MÚSICA
Instrumentos musicais de diferentes (EF89AR20PE) Explorar e analisar elementos constitutivos da música
Elementos da culturas e períodos históricos; (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos
linguagem tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas
A produção musical no contexto da diversas de composição/criação, execução e apreciação musicais.
mídia televisiva e radiofônica;
(EF89AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
Materialidades de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
A música em outros contextos (no
timbres e características de instrumentos musicais diversos.
cinema, teatro, dança, artes visuais,
medicina, comunicação etc.). (EF89AR22PE) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical
Notação e registro (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos da
musical música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de registro
em áudio e audiovisual.

97
(EF89AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
coletiva e colaborativa.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

98
Produção de peças musicais; (EF89AR16PE) Analisar, criticamente, por meio da apreciação musical,
usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação,
A música vocal e/ou instrumental de relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social,
diferentes épocas e estilos; cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.

Improvisação vocal e instrumental;

Produção musical coletiva com (EF89AR17PE) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e
instrumentos melódicos e equipamentos culturais de circulação da música (teatros, concha acústica,
percussivos; etc.) e do conhecimento musical.

Composição de trechos musicais,


Contextos e práticas
sonoros, rítmicos, vocal e
instrumental;
(EF89AR18PE) Apreciar e valorizar o papel de músicos e grupos de
música brasileiros, em especial pernambucanos e estrangeiros, que
Improvisação musical com
contribuem para o desenvolvimento de formas (música erudita) e gêneros
instrumento melódico e/ou
(música popular) musicais.
percussivo;

Execução musical a partir de técnicas


vocais;
(EF89AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,
Confecção de instrumentos musicais contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
não-convencionais. capacidade de apreciação da estética musical.

99
8º E 9º ANO – 2º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
Cores: representação real e
(EF89AR05PE) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão
simbólica;
Materialidades artística (desenho, pintura, colagem, gravura, quadrinhos, grafite,
escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).
Cor: monocromia e policromia;

(EF89AR06PE) Desenvolver processos de criação em artes visuais com


A cor como elemento expressivo;
base em temas ou interesses artísticos, de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
A representação do ponto e seus
Processos de criação convencionais, alternativos e digitais.
diversos contextos;
(EF89AR07PE) Dialogar e estabelecer relações com princípios
Tipos de linha: a linha imaginária e a conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos, simbólicos e
representada; processos de criação nas produções visuais de cada estudante.
ARTES (EF89AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
A representação do elemento ponto
VISUAIS cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da linguagem no contexto dos estilos visuais;
cada um e analisando as relações entre os profissionais do sistema das
A cor como elemento expressivo na artes visuais.
produção artística;
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas O uso da cor na expressão artística;
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
O desenho de observação, de
contorno e técnicas de grafias;
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação O uso do ponto como elemento processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
expressivo da composição visual; para compor produções híbridas.

100
O uso da cor como elemento (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e expressivo da composição visual; sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
O uso da linha como elemento folclore, design, patrimônio, etc.).
expressivo da composição visual;
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
Releitura, citação e apropriação na imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural arte a partir da produção suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
internacional. estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

Relações entre textura e superfície; (EF89AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
A textura real e a representada; diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
Relação entre forma e espaço; práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
Formas bi e tridimensionais;
Contextos e práticas
Elementos básicos da composição
visual (ponto, linha, cor, forma etc.);
(EF89AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
A representação de texturas na movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço.
produção artística visual (pintura,
fotografia, escultura etc.);

A relação figura/forma na produção

101
das artes visuais;
(EF89AR03PE) Analisar e relacionar situações nas quais as linguagens
das artes visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema,
O uso do espaço bi e tridimensional
animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos
na composição visual;
diversos etc.), cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc.
O uso dos diversos tipos de textura
na composição visual; (EF89AR04PE) Analisar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da (ponto, linha, forma, textura, direção, cor, tom, escala, espaço, movimento
linguagem Técnicas gráficas convencionais e etc.) de modo a ampliar argumentos na apreciação de diferentes
experimentais para produção de produções artísticas.
texturas na composição visual;

A relação entre planos, texturas e (EF89AR05PE) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão
Materialidades transparências; artística (desenho, pintura, colagem, gravura, quadrinhos, grafite,
escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).
Composição de formas bi e
tridimensionais com materiais
convencionais e não convencionais; (EF89AR06PE) Desenvolver processos de criação em artes visuais com
base em temas ou interesses artísticos de modo individual, coletivo e
A Arte Cinética e seus contextos; colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
convencionais, alternativos e digitais.
Composição visual: equilíbrio e
proporção;
Processos de criação
O uso dos elementos equilíbrio e
proporção em produções estáticas e (EF89AR07PE) Dialogar e estabelecer relações com princípios
cinéticas; conceituais, proposições temáticas, repertórios imagéticos, simbólicos e
processos de criação nas produções visuais de cada estudante.
A Produção visual pessoal a partir de
diferentes referenciais artísticos,
estéticos e culturais.

102
(EF89AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da linguagem
cada um e analisando as relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais.

(EF69AR12PE) Investigar e experimentar procedimentos de improvisação


e criação do movimento, individual e/ou coletivamente, como fonte para a
construção de vocabulários e repertórios próprios.
Elementos e dinâmicas da dança: (EF69AR13PE) Investigar e experimentar brincadeiras, jogos, danças
coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e
Processos de Criação Vivência e construção de frases
culturais como referência para a criação e a composição de danças
gestuais considerando as diversas autorais, individuais e em grupo
possibilidades temporais de
movimento (lento, rápido, moderado, (EF69AR15PE) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança
pausas); vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando
estereótipos e preconceitos a fim de respeitar a diversidade.
Exploração de diferentes dinâmicas e (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
Contextos e práticas esforços; da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética,
valorizando as especificidades de cada região.
DANÇA
Integração/ Relacionamentos -
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
improvisar por aproximação e
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
contato;
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Vivência e construção de frases (EF69AR14PE) Analisar e experimentar diferentes elementos
coreográficas utilizando os elementos compositivos da encenação (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora
da dança; etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para produção
Processos de Criação cênica em dança.
Análise de movimentos vividos e/ou (EF69AR15PE) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança
observados em diferentes estilos de vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando
dança. estereótipos e preconceitos a fim de respeitar a diversidade.

103
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
Contextos e práticas. da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética,
valorizando as especificidades de cada região.

A diversidade nas técnicas


teatrais: (EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais A exercitação cênica partindo eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
da mímica, da pantomima, dos folclore, design, patrimônio, etc.).
bonecos em suas variações,
das máscaras, da sombra e
das formas animadas.

A História do Teatro:
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
Aspectos da imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural contemporaneidade aos suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
princípios históricos; estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
A multi/interculturalidade.

(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da


linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
Elementos da
A Construção do texto dramático: sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer
Linguagem
e analisar sua importância, funções e articulações na composição das
A composição do texto produções cênicas.
dramático: prólogo, cenas,
(EF89AR27PE) Pesquisar, criar e experimentar formas diferenciadas de
atos e epílogo;
dramaturgias e espaços cênicos para a produção teatral e estabelecer
diálogos entre as formas tradicionais do fazer teatral com o teatro
A composição do texto
Processos de Criação dramático em seus diversos contemporâneo.

elementos estruturais: gênero,

104
enredo, planos de ação, (EF89AR28PE) Investigar e experimentar diferentes funções da produção
diálogos/monólogos; teatral (ator, cenógrafo, iluminador, sonoplasta, figurinista, etc.), bem como
discutir, analisando criticamente, os limites e desafios do trabalho de cada
A adaptação de textos um para o fazer artístico coletivo e colaborativo.
diversos para textos
(EF69AR29PE) Experimentar o uso diversificado da gestualidade, das
dramáticos.
construções corporais e vocais de maneira imaginativa e criativa nas
improvisações e nas vivências do jogo dramático e teatro.
(EF69AR30PE) Compor improvisações e representações teatrais com
base em textos dramáticos, poéticos, notícias, etc. ou outros estímulos
(música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens com
figurinos, adereços, maquiagem e o espaço cênico com cenário,
iluminação e sonoplastia, explorando possibilidades com o espectador.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
Processos de criação para compor produções híbridas.
Produção de peças musicais; (EF89AR20PE) Explorar e analisar elementos constitutivos da música
Elementos da (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos
linguagem A música vocal e/ou instrumental de tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas
diferentes épocas e estilos; diversas de composição/criação, execução e apreciação musicais.
MÚSICA
Improvisação vocal e instrumental;
(EF89AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
Materialidades Produção musical coletiva com de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
instrumentos melódicos e timbres e características de instrumentos musicais diversos.
percussivos;

105
(EF89AR22PE) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical
Notação e registro Composição de trechos musicais, (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos da
musical sonoros, rítmicos, vocal e música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de registro
instrumental; em áudio e audiovisual.
(EF89AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
Improvisação musical com
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
instrumento melódico e/ou
Processos de criação instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não
percussivo;
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
coletiva e colaborativa.
Execução musical a partir de técnicas
vocais; (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
Confecção de instrumentos musicais dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
não-convencionais. desejos, etc.)
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e
imaterial de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo
Patrimônio cultural suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e
estéticas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos
às diferentes linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

106
(EF89AR16PE) Analisar, criticamente, por meio da apreciação musical,
usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação,
relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social,
cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.
Contextos A música do período clássico e
e práticas romântico; (EF89AR17PE) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e
equipamentos culturais de circulação da música (teatros, concha acústica,
Influências da música clássica e etc.) e do conhecimento musical.
romântica no cancioneiro erudito e (EF89AR18PE) Apreciar e valorizar o papel de músicos e grupos de
popular; música brasileiros, em especial pernambucanos e estrangeiros, que
contribuem para o desenvolvimento de formas (música erudita) e gêneros
Contextos e Práticas A expressão musical de povos de (música popular) musicais.
diferentes continentes;
(EF89AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,
Tipos de apresentações musicais contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
(show, recital, concerto, instalação capacidade de apreciação da estética musical.
sonora, etc.); ∙ Estilos e gêneros (EF89AR20PE) Explorar e analisar elementos constitutivos da música
Elementos da musicais; (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos
Linguagem tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas
Trilhas sonoras, sonoplastia, vinhetas diversas de composição/criação, execução e apreciação musicais.
e jingles e seus contextos;
(EF89AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
Materialidades de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
A música do período moderno e
timbres e características de instrumentos musicais diversos.
contemporâneo;
(EF89AR22PE) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical
Notação e registro Influências da música moderna e (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos da
musical contemporânea no cancioneiro música contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de registro
erudito e popular. em áudio e audiovisual.

(EF89AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,


Processos de criação jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não

107
convencionais, expressando ideias musicais de maneira individual,
coletiva e colaborativa.

8º E 9º ANO – 3º TRIMESTRE
UNIDADES OBJETOS DE
CONTEÚDOS HABILIDADES PE
TEMÁTICAS CONHECIMENTO
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de Criação O papel da arte e do artista; processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
A Arte e mercado artístico; ∙ A mídia, (EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos, sociais
Matrizes estéticas e a arte e a sociedade; e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
As novas tecnologias e a produção folclore, design, patrimônio, etc.).
de artes visuais;
ARTES (EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
VISUAIS de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo suas
As representações visuais como
Patrimônio cultural expressões do cotidiano; matrizes indígenas, africanas e européias de diferentes épocas e estéticas,
favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes
A imagem como patrimônio cultural; linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
A cultura e as representações
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
visuais ao longo da história da arte.
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

108
(EF89AR01PE) Pesquisar, ler e analisar formas distintas das artes visuais
tradicionais e contemporâneas de artistas brasileiros e estrangeiros de
diferentes épocas, reconhecendo as diferentes matrizes estéticas e
culturais de modo a ampliar a experiência com diversos contextos e
práticas artístico-visuais e desenvolver a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório imagético.
Contextos e práticas
(EF89AR02PE) Pesquisar e analisar diferentes estilos visuais e
movimentos artísticos, contextualizando-os no tempo e no espaço,
(EF89AR03PE) Analisar e relacionar situações nas quais as linguagens das
artes visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações,
vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustrações de textos diversos etc.),
cenográficas, coreográficas, performáticas, musicais etc
(EF89AR04PE) Analisar os elementos constitutivos das artes visuais
Elementos da (ponto, linha, forma, textura, direção, cor, tom, escala, espaço, movimento
Linguagem etc.) de modo a ampliar argumentos na apreciação de diferentes produções
artísticas.

(EF89AR05PE) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão


Materialidades artística (desenho, pintura, colagem, gravura, quadrinhos, grafite, escultura,
modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.).

(EF89AR06PE) Desenvolver processos de criação em artes visuais com


base em temas ou interesses artísticos de modo individual, coletivo e
colaborativo, fazendo uso de materiais, instrumentos e recursos
Processos de criação convencionais, alternativos e processos de criação digitais.

(EF89AR07PE) Dialogar e estabelecer relações com princípios conceituais,


proposições temáticas, repertórios imagéticos, simbólicos e processos de
criação nas produções visuais de cada estudante.

109
(EF89AR08PE) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor
cultural, curador, designer, entre outras, reconhecendo a importância de
Sistemas da Linguagem
cada um e analisando as relações entre os profissionais do sistema das
artes visuais.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.).
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de Criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar criticamente aspectos históricos, filosóficos, sociais
Matrizes estéticas e e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.).
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo suas
Patrimônio Cultural matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e estéticas,
favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes
linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Dança e Interpretação:

“Sentir-pensar” o corpo na dança - (EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações


DANÇA Processos de Criação
sentidos/emoções/ palavras, ritmos, processuais entre diversas linguagens artísticas.
sons, contatos, cheiros e imagens
(ex.: imagens de animais, ondas,

110
luzes, folhas, vento);
Relações entre espaço e
imaginação (espaço real e (EF69AR33PE) Analisar aspectos históricos, sociais e políticos da produção
Matrizes estéticas e
imaginário, espaço individual e artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas
Culturais
coletivo); categorizações da arte (arte, artesanato, folclore, design etc.).

Danças mundiais, reconhecendo


aspectos estilísticos da produção e
contexto histórico-cultural. (ex.: (EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
danças rituais, dança e mitologia, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes
Patrimônio Cultural dança nas antigas civilizações indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas, favorecendo a
ocidentais e não ocidentais, dança construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens
acadêmica e teatral na Europa e nos artísticas.
EUA (danças pré-clássicas, danças
do período romântico, balé clássico,
dança moderna, dança
contemporânea, dança teatro, etc.),
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
dança brasileira, dança em
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
Pernambuco;
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
Aspectos multiculturais na dança
local (etnicidade/universalidade);

Processos e produtos coreográficos


EF69AR14PE) Analisar e experimentar diferentes elementos compositivos
observados e/ou vividos em sala de
da encenação (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços
aula ou produzidos pela
(convencionais e não convencionais) para produção cênica em dança.
Processos de criação humanidade;
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Criação e avaliação das suas
processuais entre diversas linguagens artísticas.
performances e a dos outros;

111
Criação de sequências de
movimentos a partir de um tema:
(EF69AR33PE) Analisar aspectos históricos, sociais e políticos da produção
Matrizes estéticas e
Ligado às dinâmicas corporais de artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas
Culturais
movimento (ex.: combinação de categorizações da arte (arte, artesanato, folclore, design etc.).
movimentos suaves, firmes, diretos,
flexíveis, livres, controlados, súbitos,
contínuos);
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
Ligado às emoções, sensações, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes
Patrimônio cultural sentimentos, pensamentos, ideias, indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas, favorecendo a
textos, imagens e sons. construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens
artísticas.

(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos


Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

A Construção do texto dramático:


A composição do texto
dramático: prólogo, cenas,
(EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
atos e epílogo;
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
TEATRO A composição do texto
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
dramático em seus diversos
folclore, design, patrimônio, etc.).
elementos estruturais: gênero,
enredo, planos de ação,
diálogos/monólogos;

112
A adaptação de textos
diversos para textos (EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
dramáticos. de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo suas
Patrimônio cultural matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e estéticas,
favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes
linguagens artísticas.

(EF69AR26PE) Explorar os diferentes elementos constitutivos da


linguagem teatral (figurinos, adereços, maquiagem, cenário, iluminação,
sonoplastia, voz, expressão facial e corporal), sendo capaz de reconhecer e
A Interpretação Teatral: analisar sua importância, funções e articulações na composição das
Elementos da produções cênicas.
Linguagem Vivência das possibilidades
dramáticas pela construção da (EF89AR27PE) Pesquisar, criar e experimentar formas diferenciadas de
personagem, da ação, da cena, do dramaturgias e espaços cênicos para a produção teatral e estabelecer
espaço cênico e do espaço diálogos entre as formas tradicionais do fazer teatral com o teatro
dramático; contemporâneo.
(EF89AR28PE) Investigar e experimentar diferentes funções da produção
A construção da poética pessoal. teatral (ator, cenógrafo, iluminador, sonoplasta, figurinista, etc.), bem como
discutir, analisando criticamente, os limites e desafios do trabalho de cada
Os Signos Teatrais: um para o fazer artístico coletivo e colaborativo.
Processos de criação
(EF69AR29PE) Experimentar o uso diversificado da gestualidade, das
Organização dialógica do vestuário,
construções corporais e vocais de maneira imaginativa e criativa nas
maquiagem, objetos de cena,
improvisações e nas vivências do jogo dramático e teatral.
espaço, cenário, iluminação, sons,
ruídos, música, texto e adereços (EF69AR30PE) Compor improvisações e representações teatrais com base
como componentes estruturadores em textos dramáticos, poéticos, notícias, etc. ou outros estímulos (música,
da cena; imagens, objetos etc.), caracterizando personagens com figurinos,
adereços, maquiagem e o espaço cênico com cenário, iluminação e
Processos de criação
O diálogo entre os signos teatrais. sonoplastia, explorando possibilidades com o espectador.

113
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.
A música do período clássico
e romântico; (EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
Influências da música clássica e dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
romântica no cancioneiro erudito e desejos, etc.).
popular;

A expressão musical de povos de (EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações


Processos de criação diferentes continentes; processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
Tipos de apresentações musicais
(show, recital, concerto, instalação
MÚSICA
sonora, etc.);
(EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
Estilos e gêneros musicais;
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.)
Trilhas sonoras, sonoplastia,
vinhetas e jingles e seus contextos;
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural material e imaterial
A música do período moderno e de culturas diversas, em especial a local e a brasileira, incluindo suas
Patrimônio cultural contemporâneo; matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas e estéticas,
favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes
Influências da música moderna e linguagens artísticas.
contemporânea no cancioneiro

114
erudito e popular.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos
Arte e tecnologia digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar práticas e
repertórios artísticos, analisando seus procedimentos estéticos e éticos.

(EF89AR16PE) Analisar, criticamente, por meio da apreciação musical,


usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação,
relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social,
cultural, política, histórica, econômica, estética e ética.
(EF89AR17PE) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e
equipamentos culturais de circulação da música (teatros, concha acústica,
As funções sociais da música
etc.) e do conhecimento musical.
Contextos e práticas (religião, lazer, saúde, etc.); ∙ A
música popular de povos de (EF89AR18PE) Apreciar e valorizar o papel de músicos e grupos de música
diferentes continentes; brasileiros, em especial pernambucanos e estrangeiros, que contribuem
para o desenvolvimento de formas (música erudita) e gêneros (música
A música popular brasileira e suas popular) musicais.
matrizes culturais;
(EF89AR19PE) Identificar e analisar diferentes estilos musicais,
contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a
As práticas musicais de tradição oral
capacidade de apreciação da estética musical.
no mundo;
(EF89AR20PE) Explorar e analisar elementos constitutivos da música
Elementos da Os gêneros e movimentos da (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.) por meio de recursos
linguagem música internacional; tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas
diversas de composição/criação, execução e apreciação musicais.
O músico e o mercado musical. (EF89AR21PE) Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas
Materialidades de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo
timbres e características de instrumentos musicais diversos.

115
(EF89AR22PE) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical
Notação e registro (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimentos da música
musical contemporânea), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio
e audiovisual.
(EF89AR23PE) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos,
jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou
Processos de criação
instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais,
expressando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa.
(EF69AR31PE) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões
da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética e às
Contextos e práticas
dimensões interpessoais (ideias, sentimentos, percepções, sensações,
desejos, etc.
(EF69AR32PE) Analisar e explorar, em projetos temáticos, as relações
Processos de criação processuais, contextuais e estéticas entre diversas linguagens artísticas
para compor produções híbridas.
(EF69AR33PE) Analisar, criticamente, aspectos históricos, filosóficos,
Matrizes estéticas e sociais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas
culturais eurocêntricas e as diversas categorizações da arte (arte, artesanato,
folclore, design, patrimônio, etc.)
(EF69AR34PE) Analisar e valorizar o patrimônio cultural
material e imaterial de culturas diversas, em especial a local e
a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e
Patrimônio cultural
europeias de diferentes épocas e estéticas, favorecendo a
construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes
linguagens artísticas.
(EF69AR35PE) Identificar e manipular diferentes tecnologias e
recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e
Arte e tecnologia
compartilhar práticas e repertórios artísticos, analisando seus
procedimentos estéticos e éticos.

116
117
REFERÊNCIAS

BARBOSA, A. M. Arte-Educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002a.


BARBOSA, A. M.. As mutações do conceito e da prática. In: BARBOSA. A. M.
(Org.) Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002b.
BRASIL. Lei no 5.692/1971, de 11 de agosto de 1971. Fixa Diretrizes e Bases para
o ensino de 10 e 20 graus, e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília,
1971.
BRASIL. Lei nº 13.278/2016, de 02 de maio de 2016. Altera o § 6o. do art. 26 da Lei
no. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que fixa as diretrizes e bases da educação
nacional, referente ao ensino da Arte. Diário Oficial da União. Brasília, 2016.
BRASIL. Lei no. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Arte. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília, 1998.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional
Comum Curricular. Brasília, 2017.
DEWEY, J. Experiência e educação. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
PERNAMBUCO. Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares de Arte –
Ensino Fundamental e Médio, Recife, 2013.
RICHTER, I. M. Interculturalidade e estética do cotidiano no ensino das artes
visuais. Campinas: Mercado de Letras, 2003

118
FICHA TÉCNICA

COMISSÃO ESTADUAL DE CONSTRUÇÃO CURRICULAR

TITULARES SUPLENTES
Ana Coelho Vieira Selva Abraão Barbosa da Silva
Frederico da Costa Amâncio Arthur Ribeiro de Senna Filho
Manuel Messias Silva de Sousa Cláudia Roberta de Araújo Gomes
Maria Elza da Silva Claudison Vieira de Albuquerque
Ricardo Chaves Lima Shirley Cristina Lacerda Malta
Sônia Regina Diógenes Tenório Vaneska Maria de Melo Silva

COORDENAÇÃO ESTADUAL DO CURRÍCULO


Ana Coelho Vieira Selva
(Secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco)

Sônia Regina Diógenes Tenório


(Vice Presidente da UNDIME/PE)

ARTICULAÇÃO MUNICIPAL ANALISTA DE GESTÃO


Adriana Maria das Neves Beatriz Lobato da Silva

COORDENAÇÃO DE ETAPA
José Pereira de Assis Filho
Rosinete Salviano Feitosa

TEXTO INTRODUTÓRIO
REDATORES
Alison Fagner de Souza E Silva Durval Paulo Gomes Júnior
Ana Coelho Vieira Selva Edney Alexandre de Oliveira Belo
Anair Silva Lince Melo Evandro Ribeiro de Souza
Ângela Cristina Pascaretta Gallo Evanilson Alves de Sá
Cláudia Mendes de Abreu Furtado Geny Pereira Mendes
Cláudia Roberta de Araújo Gomes Josebias José dos Santos
Dayvi Santos Marcos Aurélio Dornelas da Silva

119
Maria Cândida Sérgio Nelino Azevedo de Mendonça
Maria do Carmo de Oliveira Shirley Cristina Lacerda Malta
Maria Jussara de Oliveira Sunnye Rose Carlos Gomes da Silva
Marieta Pinho Barros Suzana Maria Brainer
Marinaldo Alves de Souza Suzane Bezerra de França
Miguel Rodrigues Menino Vera Lúcia Braga de Moura
Naedva Santiago Burgos Vitória Teresa da Hora Espar

ENSINO FUNDAMENTAL
LEITORES CRÍTICOS REVISÃO
Júlio Ricardo de Barros Rodrigues Ana Carolina Ferreira de Araújo
Rilva José Pereira Uchoa Cavalcanti Jamersson Marcelino da Silva
Zélia Granja Porto Salmo Sóstenes Pontes
Samuel Lira de Oliveira

LÍNGUA PORTUGUESA
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Ana Maria Morais Rosa Diego Bruno Barbosa Felix Geam Karlo
Bernadete de Andrade Sotero Gomes Hérica Karina Cavalcanti De Lima
Danielle da Mota Bastos Alves Jaciara Josefa Gomes
Jailson de Oliveira da Silva
Jailton Ferreira de Oliveira
Jamesson Marcelino da Silva Maria Clara
Catanho Cavalcanti
Maria da Conceição B. de Albuquerque
Maria da Conceição Gonçalves
Maria Luisa Araújo Guimarães
Patrícia Roberta Almeida
Salmo Sóstenes Pontes
Samuel Lira de Oliveira
Sérgio Claudino de Santana
Wanda Maria Braga Cardoso

120
EDUCAÇÃO FÍSICA
REDATORES
Júlio Ricardo de Barros Rodrigues LEITORES CRÍTICOS
Marcel Anderson Ferreira Alexandre Araújo Albuquerque
Ana Paula Leandro
Dayana da Silva Oliveira
Denis Foster Gondim
Fábio Marques Bezerra
Henrique Kohl
Marcos André Nunes Costa
Suelen Wanessa Oliveira
Verônica de Moraes dos Santos

LÍNGUA INGLESA
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Adriana Santos Lima Alexandre José Figueiredo Lippi
Socorro Regina de Souza Conrado Ana Carolina Ferreira de Araújo
Jamesson Marcelino da Silva
Luciano Carlos Mendes de Freitas Filho
Márcia Telma Pereira da Silva
Maria Valéria Pontes Guerra
Marília Sheyla Domingues G. Yachoua
Rozineide Novaes Ferraz
Vinicius Gomes Pascoa

ARTE
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Rafaella de Mélo Cavalcante Ana Paula Leandro da Silva
Ricardo Luiz da Silva Freire Frederico do Nascimento
Guilherme Panho
Maria Cristina Francelino Sena
Simoni Pimentel Ly

121
MATEMÁTICA
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Fabio Belarmino Bezerra Abraão Juvêncio de Araújo
Mariluce Maria da Silva Adalberto Teles Marques
Regina Celi de Melo André Ana Amara da Silva
Anderson Marcolino de Santana
Bruno Simões da Costa Guimarães
Cristiane de Arimatéa Rocha
Demóstenes Soares Pessoa
Fabiana dos Santos Faria
Givaldo da Silva Costa
Iran Rodrigues de Oliveira
Isaías Júlio de Oliveira
Ítalo Moras de Melo Gusmão
Jaelson Dantas de Almeida
José Ivanildo Felisberto de Carvalho
José Ricardo Machado Castro
Lúcia de Fátima Durão Ferreira
Marcelo Câmara dos Santos
Marilene Rosa dos Santos
Miguel Rodrigues Menino
Rosa de Fátima Gomes Cavalcanti

CIÊNCIAS
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Jacineide Gabriel Arcanjo Guilherme de Coimbra Santos
Maria Selma Augusta de Melo Josefa de Abreu Aguiar Galvão
Monica Dias do Nascimento Maria de Fátima de Andrade Bezerra
Renato Lima da Silva Barros
Sandra Vasconcelos Oliveira Silva
Sueli Tavares de Souza Silva
Suzane Bezerra França

122
GEOGRAFIA
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Carlos Antônio Avelar de Melo Alcione Cabral dos Santos
Sônia Magali Alves de Souza Gabriela Monteiro Cabral de Arruda
Gisélia Maria Sátiro
Rosalia Soares de Sousa

HISTÓRIA
REDATORES LEITORES CRÍTICOS
Maria Lúcia Cavalcante Délio Roberto Freire
Wagner Geminiano dos Santos Juliana Alves de Andrade
Marta Maria de Andrade Lima
Pablo Francisco de Andrade Porfírio
Pablo Henrique Spíndola Torres
Zuleica Dantas Pereira Campos
Prof. Dr. Erinaldo Vicente Cavalcanti
Prof. Dra. Mariana Albuquerque Dantas

ENSINO RELIGIOSO
REDATORES Wellcherline Miranda Lima
Constantino José Bezerra de Melo LEITORES CRÍTICOS
Rosalia Soares de Sousa Maria da Conceição Barros Costa Lima
Marize Messias Barbosa Ribeiro

Colaboradores

TEXTO INTRODUTÓRIO
Aclécia Alves de Oliveira Aliny Karla Alves de Freitas Lira
Adélia de Assis Mousinho Leite Alyne Roberta Sobral Alves Jacinto
Adonias José da Silva Ana Célia Bulhões de Albuquerque
Adriana Higino de Oliveira Trovão Ana Cláudia Medeiros Soares
Adriana Maria Alves da Silva Lopes Ana Cristina de Barros Amaral
Adriana Rodrigues da Silva Ana Cristina de Oliveira Silva
Adriano Ricardo da Silva Ana Lúcia Barbosa dos S. Paes de Souza
Alexsandra Felix de Lima Sousa Ana Lúcia Lopes da Silveira

123
Ana Maria Xavier de M. Santos Evanilson Alves de Sá
Ana Nery da Silva Fabiana Morais Rito
Ana Paula de Medeiros Paes Fabiana Santos Silva
Ana Regina Torres S. Santos Flávia Veras Pereira Xavier
Ana Tereza de Aquino Francineide de Souza Maia Sá
Anderson Leonardo de Araújo Silva Francisca de Jesus Flor Pereira
Andreia Limeira Brito Loiola Francismar de Jesus Flor Pereira
Anselmo Aparecido de Lemos Gilvando Gabriel Arcanjo
Antonio Carlos Pereira Gilvania Muniz Oliveira Veloso
Aparecida Barbosa da Silva Helena Patrícia da Silva C. Albuquerque
Áurea Maria Costa Rocha Herlan José Tenório Ferreira
Avany Pereira Barbosa Iolanda Maria dos Santos Sá
Bruno Bezerra dos Anjos Iracema Dantas dos Santos Alves
Carla Patricia de Brito Granja Ivanice Fernandes de Q Viana
Carlos Eduardo Barbosa Alves Jakeline dos Santos Arcanjo
Cícera Cruz Leite Pereira Janaína Bezerra de Souza
Cinderlândia Paula Gameleira Jeannine Aládia Macêdo dos Santos
Cintia Cristina Targino de Carvalho Sales
Claudete da Silva Barbosa Jerusa dos Santos Moura
Cláudia Barroso Silva de Souza Sá Jocileide Bezerra de Oliveira Carvalho
Claudinês de Carvalho Mendes José Ferreira de Castro
Cleidimar Barbosa dos Santos José Luciano Tenório da Silva
Clemilda Dias de Souza José Paulino Peixoto Filho
Darllene Virgínia Ribeiro dos Santos Joseana Feitosa Dantas
Dulcinéia Iva da Silva Josefa Josiana Bezerra Brito
Edilene Maria Gomes da Silva Joselayne Dayse de Souza Santos
Edinéa Barbosa Cordeiro Joselito Alves Arcanjo
Edla Soares Josenilda dos Santos Silva
Edvania Arcanjo de Nascimento Barros Josineide Lira Pimentel de Vasconcelos
Egineide Edilene S P de Lucena Josivânia Gomes da S. Nascimento
Eliete Ferreira Oliveira de Paula Jussara Bezerra Mergulhão
Eliete Marques de Oliveira Souza Kátia Monteiro da Silva
Elkydóritt da Silva Santos Laudijany Duarte Ferreira Soares
Enilson Quintino de Assis Lúcia de Fátima Freitas Faelante
Erk Sonia Alves dos Santos Luciano Luíz Lopes

124
Lucilene Gomes da Silva Maria Magdala Lima Rodrigues
Lucimery Cavalcante M. de Oliveira Maria Nereide Martins Araújo
Lurdinalva Pedrosa Monteiro Maria Rejane Campos Pereira Freitas
Marcia Leocadia D. Amorim Rodrigues Maria Zélia J. de Araujo Galdino
Marcia Peres Alencar Cruz Marileide Rosa de Oliveira
Marcilene Maria de Lira Siqueira Marilene Rosa dos Santos
Margarida Lacerda do Amaral Neta Marta Barbosa Travassos
Maria Alves Galdino Marta Lúcia Silva de Melo
Maria Angélica Alves Dantas Marta Maria de Lira
Maria Aparecida Costa da Silva Marta Maria Silva dos Santos
Maria Aparecida Freire de O. Couto Mayara Cyntia Pereira Mendes
Maria Aparecida Gomes Ferreira Michelly Silva França Nascimento
Maria Claudiana da Silva Mizia Batista de Lima Silveira
Maria Conceição Santos e S. Silva Mônica da Silva Marques
Maria Cristina do n. Silva Brandão Nádja Cristina Freire
Maria da Conceição da Silva Pereira Natsha Ferraz Canto Pessoa de Luna
Maria da Glória Carlos de Araújo Nilma Lúcia de Sales Silva
Maria de Fátima da Silva Nascimento Noêmia Karina Araújo da Silva
Maria de Fátima de Santana Odair José da Silva
Maria de Fátima dos Santos Paula Joelma Soares Ferreira
Maria de Fátima Ramos de Queiroz Reginaldo Araújo de Lima
Maria de Lourdes Moura Fonseca Rilma Lêda Macário
Maria Dilma Marques T Novaes Goiana Rivaldo José Barbosa Alves
Maria do Carmo de Oliveira Rosangela da Costa Castro
Maria do Socorro Batista Duarte Rosileide Gomes Pereira de Melo
Maria do Socorro de Souza Freire Rosilene Braz da Costa
Maria do Socorro Modesto Valões Rosilene Braz da Costa
Maria do Socorro Valois Alves Sandra Albuquerque de Souza
Maria Edvânia da Silva Cavalcanti Sandra de Souza Gusmão
Maria Erica de Oliveira Selma Medeiros de Araújo Aguiar
Maria Eugenia Nunes Bastos Sá Silvana Alves Teixeira
Maria Eunice de Matos Souza Silvana Maria Brainer
Maria José da Conceição Silva Silvia Helena Vasconcelos da Silva
Maria José Ferreira da Silva Sílvia Maria Lopes de Oliveira
Maria José Henrique da Silva Simone da Silva Guimarães

125
Simoni Patrícia Sena da Silva Campos Tayanne Rafaely Lima e Silva
Sinmonia Ribeiro de Arruda Valdenice da Silva
Solange da Silva Batista Lopes Valéria Conegundes Barbosa Marques
Sonia Regina Diógenes Tenório Valmira Matias da Silva Santos
Suelly Bezerra Vanda Maria Rodrigues Garcez
Sylmara Kélbya Silvestre Wanderley Veridiana Carvalho de M. e Brito
Tarcísia Rose de Souza Farias Vitória Tereza da Hora Espar

LÍNGUA PORTUGUESA
Adailton Brandão de Melo Carla Barbosa de Sá Leal
Adicélia Mércia Araújo Cesar Murilo Cordeiro da Silva
Adriana Henrique Alves Pereira Cibele Farias de Araújo
Adriana Kelly M. Cavalcanti Cícera Freitas Miranda
Aisllane Maraisa A. dos Santos Cícera Maria de Araújo Santos
Alessandra dos Santos Laurindo Cinthia Henrique Galindo
Ana Claúdia Medeiros Soares Cirlayne Rossana do S. V. de Oliveira
Ana Freire Vilela Cláudia Nunes de Assis
Ana Marcia dos Santos Clicidauba Farias da Anunciação
Ana Maria da Silva Cristiane Severina da Silva
Ana Markdalva Pires de Moura Daniela C. da Silva Ferreira
Ana Paula B. dos A. Lima Daniella Cavalcante Silva
Ana Paula Moreira de Albuquerque Dayvesson Deleon B. da Silva
Ana Paula Souza Bezerra Diana Gomes Ferreira
Ana Tereza de Santana Diana Pereira Costa Alves
Anderson José Alacoque Dias Doralice de Miranda Lima
Andrea Cristina de Santana Duciane Maria Guedes
Andréa Giordana de C. Barbosa Dulcicleide Maria Bezerra
Andrea Maria da Silva Edgar José de Barros Dias
Andreza Rejane N. O. Souza Edilene Maria da Silva
Ângela Maria dos Santos Edilma Couto de Miranda Amorim
Atalia Barbosa e Silva Edinéia Maria do Bonfim Silva
Audenice Coelho Cavalcanti Edmar Roberto Silva
Auriclecia Pereira de Souza Edna Batista Siqueira
Aurikelly Alves de Paiva Souza Edna Maria da Silva Santana

126
Édna Maria lira dos Anjos Ieda Alves da Silva Mariano
Eduardo Luís Silva Pina Inalda Jasmelina da Silva
Elayne Michelle A. Aragão Albério Iraneide Lucas Santos
Elieth Quirino de Sá Iranilda Maria Ribeiro da Silva
Elineide Alves dos Santos Isabel de Souza Figueirêdo
Elineide Pereira Oliveira Ivanice Fernandes de Q. Viana
Elisiária Maria Gomes de Melo Ivanilda Cavalcante do Nascimento
Elizama de Lima Jaciara Bezerra Ferraz
Elizangela Conceição Lourenço de Gomes Jacilene Gomes de O. Torres
Elizângela Soares do Nascimento Jacilma Batista de Melo
Elyne Paiva de Morais Jamil Costa Ramos
Emanoel Jackson Lisboa Jaqueline Gomes da Silva
Emanuel Artur de Albuquerque Jaqueline Sales da Silva
Emanuele Ferreira de Melo Jarmesson Marcelino da Silva
Erasmo Carlos Gonçalves Damasceno Jatinan da Silva
Erica Daniela Borba Jefferson Alves da Rocha
Eva Coelho Rodrigues de Melo Jodyza Silvana da Silva
Ezilda Cavalcanti Vasconcelos Joelha Gomes da Luz
Fábia Soraia Gomes Joelma de Melo Torres
Fábio Pereira de Lira José Augusto Pereira da Silva
Filomena Maria de Souza Yoyô ferraz José Bruno da Silva
Flávia Cristina dos Santos José Messias Pinto dos Santos
Francisca E. Guedes da Silva Joseane Maria do Nascimento
Francisca Eleneide de Sá Josefa Joelma dos Santos
Francisca Rosselene Rodrigues Coelho Josefa Rocha de Souza
Geam Karlo Gomes Josemar Barbosa de Almeida
Geysa Lidiane de Lira Josiane Maria da Silva
Gilka Nascimento de Novaes Joyce Vieira Galindo
Gilsakleide Verissino Ferreira Jucelia Henrique da Silva
Girlândia da Conceição de Souza Ferreira Junielson Laurentino Duarte
Girlania da Conceição de Souza Ferreira Karla Magalhães Freitas
Guiomar Alves de Sá Neta Karla Roberta Ferreira da Silva
Helena Santos Freire Lima Katia Simone Rodrigues Pereira Lima
Heloisa Helena Gomes Ramos Kleonara ferreira da Rocha
Hildebrando Lino de Albuquerque Kleonara Ferreira da Rocha

127
Lediana Costa Marques Maria do Socorro da Silva Sobral
Ledjane Maria Alves Oliveira Maria do Socorro de Sá Pereira
PÁGINA 595 Maria do Socorro Ribeiro
Leutânia Gomes Oliveira Maria do Socorro Silva
Lilian Jordão Pessoa Duarte Maria Edilene
Liliane Alves de Oliveira Maria Emilia Andrade Rodrigues de Ó
Lucia Ribeiro de Vasconcelos Maria Estelita de Araújo Ferreira
Luciana Cristina Vilarim da Silva Maria Gorett S. Andrade da Costa
Lucille Maia Batista Maria Itamar Gomes
Luedna Sheyla C. Cavalcante Maria José da S. Baltazar
Luiz Antonio B. do Nascimento Maria José da Silva
Lutiane Duarte Souza Maria José Marques Portugal
Magdalha Gomes Gonçalves Maria Laurismar Paulino
Marcella Cristina Gomes Maria Lucia Lira da Silva
Marcia Helena de Freitas Maria Luiza Araújo
Marciana Gomes Falcão Alves Maria Madalena C. de Brito
Marcio Alessandro de Melo Maria Maricélia Muniz da Silva
Maria Conceição Gonçalves Ferreira Maria Neuza Leite Herculano Barros
Maria Adriana Moraes da Silva Maria Nubia de Jesus
Maria Andrade da Silva Noia Maria Rejane da Silva
Maria Aparecida da S Maia Rodrigues Maria Santana Aguiar Souza
Maria Aparecida de Melo Maria Selma Nepomuceno da Silva
Maria Aparecida Ferreira da Silva Maria Simone Araújo de Oliveira
Maria Aparecida Morato Maria Vaneide de melo Santana
Maria Betânia da Silva Mariajanete Sousa Silva
Maria Cecilia Nunes Marijane Alves Andrade
Maria Celene Muniz Andrade Marizelda Inácio Guedes dos Santos
Maria da Conceição Borba de Marleide da Rocha Moura
Albuquerque Marluze de Oliveira Ferro Vianna
Maria da Conceição S. Gomes Maysa Niedja Guimaraes
Maria da Conceição Souza Michelle de melo Ferreira
Maria da Soledade Barbosa Miriam Alves dos Santos
Maria de Fátima R. de S. Marques Mislene dos Sandos Diniz
Maria de Lourdes Gomes lins Mônica Fernanda dos S. Dias
Maria do Carmo Pimentel Monica Patricia da Silva pires

128
Nadja Xavier Silva Sandra Jaciara Lopes
Neuza Maria Pontes de Mendonça Sandra Monica V. lima
Nívea Clea Alves Galindo Shirley Bianca S. D. Vicente
Oremir Arruda da Silva Silma Diniz Bezerra
Palmymeque Benicio Cavalcanti Simone Aparecida de Sá
Patricia Roberta A. Almeida Simony de Cácia Arruda
Patricia Roberta Aves Xavier Solange Leite Costa
Paula Cesielle Tenório Ferro de Andrade Stella Marcia de Alencar
Paulo Roberto de Farias Souza Susana Danielle Prado de Andrade
Prisciana Renata Galvão de Oliveira Sydcleide da Silva Novaes
Raimunda Souza da S. Barros Tâmara Viviane Oliveira
Ranuze Mercês da Silva Tamires Cristina Ribeiro
Rejane Silva da Costa Thais Maria Cecilia
Renato Lira Pimentel Thaís Maria Ceclia da Paz
Risonete Barbosa de Assis Souza PÁGINA 596
Rita Auxiliadora Costa Valentins Avelino Viana Neto
Rita de Cássia Santana da Silva Vanderlania Marciana de Souza
Rivoneide Pereira de Souza Vanúbia Carla da Silva
Rizolanda Luiza Vauthier Verônica de Almeida Calado
Robério nunes Cavalcante Viviane Cristina de Lima Freitas
Rosa Edite Moreira Gonçalves Viviane da Silva Ferreira
Rosemere Gonçalves de Oliveira Viviane Maria da Silva
Rute Maria da Costa Wagner Alves de Almeida
Salmo Sostenes Pontes Wagney Alves de Almeida
Samuel lira de Oliveira William Francisco da Silva
Sandra do Socorro Oliveira de Alencar Zildete Aparecida Milfont Modesto

EDUCAÇÃO FÍSICA
Ailton José dos Santos Silva André Correia de Lima Pontes
Alessandra de Oliveira Andrade André Gustavo F. M. de M. Araújo
Alexandre Ferreira Paes de Lira Antônio Carlos Gomes Martins
Alysson da Rocha Silva Antonio Dionísio Marques
Ana Roberta Wanderley Coutelo Antonio Francisco do Rêgo Netto
Anderson Viana da Silva Antonio Gilnadson Lopes de Sá

129
Aureni Nogueira de Santana Girlaine Monique de Morais Silva
Aurilene de Araújo Galindo Glaucio Ricardo Ribeiro
Auzani Alves Ferraz de Castro Hélio Andrade dos Santos
Carla Camila S. dos Santos Heloise Manso Ferreira
Cinthia Rafaelly Campos de França Henrique Cícero Cordeiro da Silva
Cláudio Antônio F. de Lima Igor Ruan Soares da Silva
Cleides Rodrigues de Lima Isabella Pedrosa de A. Rodrigues
Clesia Carneiro da Silva Isaias Ferreira Tavares
Clovis Artur do Nascimento Júnior Jameire Mônica da Costa Sousa
Cristiano Dias de Carvalho Janaína Barbosa de Almeida
Cristiano Robson Nunes de Melo Janine Furtunato Q. Maciel
Daniel Oliveira de Almeida Januce Lima de Carvalho Roseno
Danilo Amaro da Silva João Ferreira Marques Filho
David Alves Torres João Victor Tavares Cavalcante
David de Lima Ramos Joelma Dantas Braga
Dayse Lucy Lima Ramos de Meneses Jonas Rogaciano da Silva
Dêmeson Gomes da Silva José Carlos do Nascimento
Denilson Rocha de Brito José da Cunha Silva Júnior
Diógenes Domingos Vieira José Djailson da Silva
Dojival Pereira da Silca José Evaldo Gomes dos Santos
Douglas Rodrigues Torres José Joeldson Gomes
Eder Leite Cardoso Barbosa José Maria da Silva Júnior
Edson Murilo A. de Holanda José Romero de Souza Barros
Edvânia Barros Correia do Nascimento Juliane Suelen Gonçalves Rabelo Galvão
Elton Carlos Bezerra Horas Júlio Cesar de Lima Barbosa
Emmanuela de Lourdes de Araujo Albino Julio Cesar Silva Siqueira
Enaile de Albuquerque Brito Jurandir Francisco da Silva
Erasmo Vieira do Nascimento Karla Emmanuelly Alves Santos
Fernando de Barros e Silva Júnior Karla Simone de Carvalho Capengue
Flávio Henrique de M. S. Chaves Kathyússia Dináh Vieira da Silva
Francisco Eduardo Gomes Mororó Katia Lopes Ferreira
Genival Manoel de Andrade Katiuscha Gantois Massa D. dos Santos
Geová Barbosa de Oliveira Lindinalva Leite Mariano Rodrigues
Geovan Batista da Costa Luiz Henrique Araújo
Geraldo Anacleto da Silva Luiza Carla dos Santos

130
Luziara da Silva Costa Rhandsson Alcântara
Mallu Dias Soares Rivone Freitas de Lima
Manoel de Queiroz Lima Neto Robson Pedro da Silva
Marcello Raphael Tavares Martins Rosenilda Nunes da Silva Melo
Marcelo Menezes de Souza Rosilene Menezes de Castro Barbosa
Maria Betânia Ferreira dos Santos Sergio Menezes Dias
Maria das Dores Marcolino de Santana Silvana Cristina Ramos de Brito Almeida
Maria das Dores Marcolino de Santana Simone de Fátima Araújo de O. Figueredo
Maria Dayse da Silva Sônia Maria de Melo
Maria de Fátima Veloso Ferreira da Silva Suellen Wanessa Oliveira da Silva
Maria Eduarda Felipe Alves Suzana de Souza Ferreira
Maria Eutália Gomes de Matos Mesquita Suzi Alves Amaro Carneiro
Maria Solange Nascimento Vilela Tatiany Leal Santos
Maria Zildaneide Gonzaga Terezinha Abel Alves
Marinaldo Clébson de Lima e Silva Tiago André Ferreira
Marizalva Aguiar de Araújo Tiago Leite Ramos
Nadja Maria Silva Paulino Valdemir Almeida Diniz
Neci Zeferino de Santana Filha Valdemir Almeida Diniz
Odair José de Farias Lima Valdemiro Barros
Otaliane Almeida Tenório de Lima Valdenice de Melo
Patrícia Cristina Ferreira Maia Valdir Bezerra da Silva Souza
Patrícia Galvão da S. Jota Valeria Ramos Oliveira de Sousa
Patrícia Morgana Andrade Santana Veronica de L. Beltrão de Oliveira Mendes
Pedro Botelho de Oliveira Verônica de Moraes dos Santos
Plinio Raphael Almeida Leite Verônica Machado Lins
Pricila de Assis Lima Viviane Maciel de Gouveia
Rafael Lenilson dos Santos Wanderson Rafael da Silva Gonçalves
Rafaelly Teixeira Monteiro Wesley Patric Alexandre Soares
Rayane Thaís Caitano Wilka Aparecida Rodrigues Bezerra
Rebeka Marina Rocha Sales Willyvania Maria da Conceição Fontes
Zelma Vieira Demelo Loureiro Ferreira

ARTE
Adeilza de Souza Ramos Aiane Cristina de Souza Leite
Adriana de Fátima Aguiar Araujo Marinho Alex Gomes de Souza Nunes

131
Aline Cristina dos Santos Magalhães Giane Siqueira Barbosa Souza
Ana Lucia Rocha de Souza Godoi Gielba Lira da Silva
Ana Patrícia Avelino de Souza Barros Gilvan Assis de Araújo
Ana Paula Carneiro dos Santos Gustavo Rogério S. de Araújo
Ana Paula Leandro da Silva Iolanda de Barros Silva Tenório
Anderson Carlos Moura Rodrigues Janaína Vieira I de Santana
André Vasconcelos de Arruda Jeandia Yucaid Rodrigues Tenório
Andrea Karla Lina e Silva Joelma Gonçalves de Melo Vilaça
Angelina Bandeira de Sousa Santos Joelma Nunes Honorato de Macêdo
Antero Madureira Ferreira José Emanuel de Barros Aquino
Antonio Fernando da Silva José Roberto Barbosa de Amorim
Beatriz Cássia da Silva Josefa Andrade do Nascimento
Carmelúcia Ferreira de Souza Jussara Bezerra Magalhães
Carmem Maria Soares Galvão Laize Carla Simoes Pimentel
Célia Teixeira Vitor da Silva Laurinalva Maria Pinto Nascimento
Celiene Maria da Silva Lenira Alexandre de Lima
Cristiana Maria S. Lopes de Lima Lenôra Maria A. S. S. Farias
Deyze Alexandrino da Silva Lílian Maria Simoni W. de Moraes
Dulcineide Coelho Bezerra Lindinalva Maria Costa Andrade
Edna Alves da Silva Santos Lindinalva Vicente de Almeida Santos
Edna Pereira da Silva Rosa Luciana Alves da Silva
Edylla Maria Pereira Costa Luciana Maria da Silva
Elenilda Bezerra da Silva Lucicleide Alves Alexandre da Silva
Eliane Alves de Souza Mabel Milany Leão
Elineide Maria Vilela de Melo Silva Madileine Maria Alves
Elisafã Menezes Adriano Maicon Adalberto da Silva Costa
Elisângela de Moraes Araújo Marcelo Cordeiro de Queiroz
Elizangela Machado Araújo Marcia Alves Silva
Elizângela Paz Paiva Maria Alcione de Siqueira Falcão
Erissandra Almeida de Melo Maria Alves Silva
Etiene Maria Da S. Souza Maria Aparecida Coelho de Araújo
Francielba Paiva Leite Maria Auxiliadora de Almeida
Francisco de Assis Gouveia Maria Betânia da Silva Gomes Pompeu
Francisco Ilaecio Pereira da Costa Maria Celeste de Almeida Sá Barreto
Genivalda Bastos da Silva Maria Cilene Belarmino O de Paula

132
Maria Cristina Francilino Sena Pedro Paulo da Silva
Maria das Graças da Silva Regina Lúcia Viana C. De Souza
Maria de Fátima Gomes Couto Rejane Barros de Albuquerque
Maria de Jesus da Silva Rejane Maria Pereira Antas
Maria de Lourdes Gomes Santos Richelly Cavalcanti de Sousa
Maria do Rosário Ferreira de Oliveira Rita Maria de Oliveira
Maria do Socorro Brito de Mendonça Rízia Firmino da Silva Tavares
Maria do Socorro Gomes de Lima Lira Rogerio Guimarães de Souza
Maria Elidiângela da Silva Ronaldo da Silva
Maria Ivete de Vasconcelos Camelo Rosangela de Oliveira
Maria José Pereira Diniz Sandarina Alves Vicente
Maria Lucinete de Oliveira Lima Sandra Eliene Ferreira Fernandes
Maria Madalena Lopes da Silva Sandra Helena Francelina Vieira
Maria Mercês de Oliveira Silva Sélia Maria Lima
Maria Naedja Pinheiro de Carvalho Sérgio Douglas Bezerra Martins
Maria Niédja das Neves Alves Silene da Luz Novaes
Maria Olívia Pinheiro Evangelista Silene Tereza da Silva
Maria Rúbia Viana de Freitas Silvia Karla de Souza Silva
Maria Suely Fonseca do Nascimento Suelma Cristina Bernardo Da Silva
Marileide Esbaltar da Silva Suely Maria Barbosa
Marlene Barbosa da Silva Tania Maria da Silva
Marlene Maria da Silva Thalita Gabrielle N. Silva
Mary Ruth S. Gomes Vanielle Cristina Dourado Borba
Neide Gonçalves dos Santos Torres Vera Lucia de Sousa Carvalho
Otaciana Nogueira Aciole Paulino Verônica Cristina de Albuquerque Silva
Patricia Maria da Silva Santos Verônica de Barros Gomes Costa
Paula Francinete Rodrigues G. Valdevina Verônica Maria Toscano de Melo
Paulo Henrique Phaelante Camara Lima Vilma Cavalcante Cordeiro Barbosa
Virginia Cleide Nunes Marques

LÍNGUA INGLESA
Abeval Soares do Nascimento Adriana Mirtes Melo Moura
Adina Pereira de Lima Silva Albanise Bezerra de Oliveira Santos
Adna Rolim Silva Alexandre Lucas da Silva

133
Ana Clara Alves dos Santos Vasconcelos Franciane Maria Amaral N M Dias
Ana Cláudia dos Anjos Geórgia Virgínia Lins de oliveira
Ana Paula de Sousa Giluano Vasconcelos Neves Pereira
Ana Virgínia Silva de Souza Coutinho Gisélia Coelho de Castro e Souza
Andrea Karina Nascimento de Miranda Glauce Lins da Silveira
Andrea Karlla de Souza Gomes Heldelene Pereira Rocha Cavalcanti
Andrezza Ferreira de Souza Heusa Renilde dos Santos Oliveira
Ângela Maria dos Santos Hugo Henrique Pessôa da Silva
Antônio Marcos de Sales Humberta Lucena de Alencastro
Carla Mary dos Santos Barros Indira de Alencar Araújo
Carla Zaíra Martins de Mélo Siqueira Jamerson Kleber F da Silva
Carlos Henrique de Oliveira Lopes Joelma Paixão de Lima
Carlos José da Silva José Marcelo Saraiva Rufino
Cícera Maria de Araújo José Wilton de Menezes Alves
Cícera Maria Freire Cavalcanti Josean Santos Ferreira
Cizeleide Inácio da Silva Josefa da Conceição Marques
Cledmma Maria S. M. D. de Morais Josefa Ivone de Lima
Danuza Kryshna da Costa Lima Joseilton Cavalcanti Ferreira
Dayse Manuela da Silva Joselma Paixão de Lima
Deborah A Barros Leal Josué Gomes
Deise Alves Diniz Josué Matias Hilário
Délvia Cristine Araújo dos Santos Jussiara Maria da Silva Tôrres
Dimison Cesar Vieira Gomes Kalmarcos Emanuel Xavier
Dvanete Nunes Barros Karina Costa Lima
Ecia Mônica Leite de Lima Freitas Karolaine Xavier de Amorim
Edjane Silva de Lima Kelly Pereira de Sá Rodrigues
Edvânia Lúcia da Silva Freire Késia Girlane Santos de Medeiros
Eliane da Silva Brito Lanirtson Agra Barbalho
Ellen Cristina Carneiro Laudicéia de Souza Torres
Emanuela Joana S. Souza Lucas de Almeida Cordeiro
Erica Rosangela de Lima Pereira Luciana Maria Mendes de Oliveira
Ervaides Icelda Rodrigues de Santana Luciana Onofre Silva
Ezequias Felix de Andrade Luciano José Pereira
Fabiano Severino Monteiro Lucicleide Marinho da Silva
Flávia de Souza Lucineia Maria Carneiro da Silva Palha

134
Magali Silva Duarte Mauriceia Helena de Almeida
Manoel Lopes da Silva Júnior Maykon Fernando da Silva Almeida
Manoel Lopes da Silva Júnior Miguel Orlando Justino da Silva
Márcia Candido dos Santos Lima Monique Mendes de Lima
Márcia Telma Pereira da Silva Natelma Veras Cristovão
Marcílio Bastos Gomes Nilma Karlla Cavalcante de Siqueira
Maria Andréa Gonçalves de Oliveira Paulo Rodrigo Pereira da Silva
Maria Betania Coelho Soares de Souza Priscila Magda Gonçalves Anselmo
Maria Betânia da Silva Gomes Pompeu Rita Márcia Lima Braz
Maria Betânia da Silva Torres Roberta Maria da Silva Muniz
Maria Cristina Xavier Rosyelly de Araújo Cavalcante
Maria das Graças da Silva Rubia Simone de Almeida
Maria de Lourdes Souza Nunes Silva Ruthy Freitas Silva
Maria do Carmo Cavalcanti Sandra Valéria de Arruda Santos
Maria do Socorro Lira Selma Valentim de Lima
Maria Fabrícia Bomfim da Silva Silvânia Irene de Oliveira
Maria Helena Lopes de Souza Silvia Leon Ramos Martins
Maria Isabel B. da Silva Correia Simone Regina de Moura Borba Queiroz
Maria Jane Claudia da Silva Sofia Homem de Mello Faria
Maria José dos Santos Costa Suênia Cordeiro Valério
Maria Juscilene da Silva Delmondes Valdenes Cícero da Silva
Maria Lucélia Bezerra Alves Valdete Nunes Xavier
Maria Zoraide Alves de Moura Vanusia Guilherme da S Figueiredo
Marileide Guedes Justino Vanusia Guilherme da S Figueiredo
Marina Soares de Albuquerque C Silva Vilma Lucia Pereira Silva da Cruz
Yammy Shirley C. L. da Silva

MATEMÁTICA

Adalberto Teles Marques Alexandre Medeiros da Silva


Adélio Severino da Silva Junior Aluisio Miguel de Oliveira
Adriana Alves Gondim Pereira Álvaro Jorge de Assis Bezerra
Ailton Gomes da Silva Amanda Cristina Lourenço da Silva
Alberlins Celestino de Santana Ana Amara da Silva
Aleone Sandra Pereira da Silva Ana Carolina de Souza Assis

135
Ana Lúcia Costa Arteiro Eliana Nogueira Brito Saturnino
Ana Paula Batista Alexandre Silva Eliane Vieira Galindo
Ana Paula Bezerra da Silva Emanuela Maria dos Satnos
Ana Rosemary Pereira Leite Enilson de Almeida Lima
Anderson Avelino Oliveira Sousa Erinalva da Silva Bezerra
Anderson Douglas Ferreira da Silva Ernandes Felix da Silva
Anderson Irineu Soares Silva Espedito Fidelis de Araújo
Anderson Marcolino de Santana Eudes de Andrade Lima
Anderson Renê Alves da Rocha Fabiana dos Santos Faria
Andrezza Vicência Rodrigues Sacramento Flaveliny Costa da Silva Almeida
Antonia Luzimar de Brito Vieira Torres Francemary Deyse dos Santos Lima
Aparecida Elzita Pereira dos Anjos Francisco Cláudio Batista Ferreira
Aparecida Sobral Pereira Félix Francisco de Assis de Souza
Audenice dos Santos Rodrigues Gemima Antonia de Oliveira Dias
Azenilda S. Araújo Genilson Bezerra da Silva
Bethania Souza de Oliveira Silva Genival Gomes de França
Bruno Simões C. Guimarães George Marcelino Silva
Carlos Wilson Pimentel de Lacerda Geraldo Alves da Silva
Celia Maria da Silva Oliveira Gilberto Rodrigues da Silva
Célia Maria da Silva Oliveira Gilson Alves da Silva
Cibele Vanessa Pereira Figueiredo Gilvani Marques Pereira
Cícera Aline Justino Bezerra Girlene Pereira da Conceição
Cícero Vicente de Sena Junior Hélio Inácio dos Santos
Claudemir José Gomes da Silva Hilda Soares de Oliveira
Cláudia Danielle da Silva Oliveira Iarineide Silva Santos Rezende
Daiane da Silva Tavares Inaly Maria da S. Lima
Danniella Patrícia Araújo de Almeida Iraquitan Secundino da Silva
Dênis de Andrade Santos Cruz Ítalo Moraes de melo Gusmão
Deuzimar Machado Barroso Ivana Maria Ramos Borges Beserra
Diana Lúcia G. de Lira Izaias de Barros Torres
Diego José da Silva Izamara Rafaela Ramos
Drayton José da Costa Jacqueline Feitosa
Eber Alberto de França C. e Silva Jailton de Araújo Maciel
Edinaldo Daniel da Silva Janilton Mendes dos Santos
Elba Poliana Cavalcanti Claudino Jannina Alves de Brito

136
Jaqueline Genuíno da Silva Maria Augusta Kallene Ferreira
Jemima Valentim da S. Belarmino Maria Cilene da Silva
Jennifer Pereira Freitas da Silva Maria Claudineide N. O. de Sá
Joelma Maria Gomes da Silva Maria das Graças Jacome Vieira
Joelsa Melo de Almeida Maria de Fátima Almeida
Joffre Cavalcanti de Albuquerque Maria de Jesus dos Santos Santana
Jonas Bertino de Paula Maria de Jesus Gomes da Cunha
José Cristiano da Silva Maria de Lourdes Alves de Queiroz
José Dionísio de Araújo Junior Maria do Socorro de Sá Tavares
José Edivan Braz Santana Maria do Socorro Ferreira
José Felix da Silva Maria Elyara Lima de Oliveira
José Fernando Barbosa dos Santos Maria Emília G. de Melo Nogueira
José Luciano Omena de Freitas Maria Florisdete de Menezes Leite
José Ricardo Machado Castro Maria Gorete Lopes de Oliveira
José Robson de Araújo Maria Iraniza de Souza
Joseane Michele Melo Moreira Maria Josileide da Silva Souza
Josefa Adeilda Batista de Araújo Lopes Maria Luciene da Silva
Josefa Zeneide de Torres Santos Bezerra Maria Madalena Batista B. da Silva
Josilane Maria Gonçalves de Souza Maria Risoneide Novaes Silva
Jucele Carvalho Viana de Santana Maria Socorro Brito de Mendonça
Kátia Adriana de Lima Ferraz Maria Tereza Justino de Lima
Keuma Rejane Brasil Gomes Maria Zivaneide de Carvalho
Leandro Rafael Cunha de Oliveira Marta Michele de Oliveira Lima
Lenilson Felix de Santana Marta Poliana Ferreira dos Santos
Lígia Vasconcelos de Santana Martinele Marinho de França Sales
Lucélia de Sá Vital Carvalho Mary Feitosa de Lima
Luciana da Silva Máximo Monica Iracy Soares de Moraes
Luciana Holanda Gomes Morelli Soares de Souza Melo
Madalena Maria da Silva Nadja Cristina Freire de Menezes
Manoel Marcos de Souza Rafael Neide Aparecida Rocha Moreira
Marcela Maria A. Teixeira da Silva Pablo Egídio Lisboa da Silva
Márcia Rodrigues Belarmino Pâmela Dayseana Menezes da Silva
Marcos Cândido de Andrade Patrícia Moura Pinheiro
Marcos José da Silva Pedro Henrique de Souza Viana
Maria Alice Vaz França Pedro Manoel de Carvalho Filho

137
Poliana de Vasconcelos C. Alves Sarah Alves Campos Pereira
Raynielle Dias Coelho Sergina Maria Xavier Falcão
Renato Duarte Gomes Sérgio Gomes de Moura
Ricardo da Silva Farias Severina Martins da Silva
Ricardo Felling de L. Gonçalves Sheila Cristina da Silva
Richardson Wilker da Silva Melo Silvaneide Mendes da Silva Cordeiro
Roberto da Silva Silvia Cristina F. da S. Santos
Robson Freitas de Almeida Sônia Maria dos Santos Campos Neves
Robson Soares de Melo Stael Mesquita Bandeira
Rochelly de Carvalho Ferreira Tania Maria de Almeida
Romero Nunes da Silva Terezinha de Jesus Ferreira C. Muniz
Rosa da Silva Gomes Cavalcanti Thiago Alves Cordeiro
Rosângela Batista de Carvalho Ramos Thiago Soares Menezes Lins
Rosanna Jordão Pinto Maranhão Tilma M. O. Leite Calado
Roseani Maria da Silva Uildo Bezerra de Almeida
Rosilene da Silva Wagner Felipe Brayner da Silva
Rossivando Pereira da Silva Walmir Pires dos Santos Neto
Rozângela Maria dos Santos Maciel Walter de Sousa Pessoa do Nascimento
Samuelita de Albuquerque Barbosa Wendel Luiz da S. Santos
Sandra Mery Acioli Costa Wilma Pessoa de Albuquerque Andrade

CIÊNCIAS
Adeilma Teixeira Amorim Ana Cláudia C. Vasconcelos
Adolfina Assis Arraes Ana Cristina Barbosa de Souza
Adriana Cecília Dantas C. S. dos Santos Ana Lúcia Gomes Cavalcanti Neto
Adriana Gilvete F. Cavalcante Negromonte Ana Lucia Leite Cavalcanti de Gois
Adriane Risoneide de Almeida Oliveira Ana Maria Soares Silva
Aguida Cristina de Almeida Calado Ana Paula da Silva Cajueiro
Alda Marques de Araújo Ana Paula de Almeida Magalhães
Aleandro Heitor da Silva Ana Paula S. G. Santos
Aleci Calixto Pereira Ana Regina Sant’Ana de Oliveira Ferraz
Alessandra Maria Gomes de Souza Silva Andrea Cristina Costa do Prado
Alessandra Maria Pereira Martins da Silva Andrea Ferreira de Barros
Alexsandro Ivanildo da Silva Andrea Patrícia Alves
Álvaro Diangelles Pereira Florentino Andrea Viviane B. da Cunha e Silva

138
Andreza Estefany da Silva Oliveira Gislânia Cesária Feliz da Silva Lira
Anne Damiana Araújo Vieira Gorete de Fátima F. A. Almeida
Arthur Vinicius de O. Marrocos de Melo Guilherme de Coimbra Santos
Carlos Eduardo da Costa Vieira Hildelane Pereira de Moura Silva
Catiana Cavalcante de Barros Silva Hilma Soares Pereira
Cícera Pereira da Costa Ferraz Ialle Albuquerque Silva Almeida
Cláudia Maria de Santana Melo Ilka Rejane Barros Melo
Cleiton Cunha Nascimento Irene Carla Gonçalves
Climeria Beserra Ramalho Isa Coelho Pereira
Cristineide Teixeira Jorge Isaac Moizes da Silva Paiva
Daniel Silva Santos Isabel Cristina Jacinto
Débora Ithamar dos Santos Silva Isis Borba Barros Bacelar de Andrade
Deilde dos S. S. Higino Itamar Justo Lucas
Edivaldo Ferreira da Silva Jaciana Patrícia de Oliveira Silva
Edna de Almeida Alves Jackeliny Cordeiro Peixoto Brito
Eliane Carmina de Souza Ferraz Jackson Vinícius José da Silva
Eliane Fernandes da Gama Dourado João Batista Mariano de Melo
Eliane Ribeiro de O. Lopes Joelma Aline Pereira dos Santos
Eliane Romão de Araújo José Edmar Rodrigues de Magalhães
Elisângela da Silva Araújo Carvalho José Ednaldo da Silva
Elissandra Ferreira da Gama José Jefferson de Oliveira Silva
Elizabeth Pereira de Medeiros José Leandro da Silva
Fabiana Matias Barreto José Osvaldo Silva Cunha
Fabricio Barbosa de Aguiar Josemeri Lira Soares
Felipe de Sousa Ferreira Joyce Marinho da Silva Patriota
Filipe Henrique Cabral de Albuquerque Juciane Andresa de Lima Sousa
Francyadeline de Souza Oliveira Juliana Alaíde de Freitas Chagas
Gemima Manço de Melo Juliana Maria Cavalcanti Barreto
Geovanna Layme Barretto Lins Jussiclecia Pereira de Alencar
Getúlio José de Carvalho Júnior Kaline Melo do Nascimento
Gilliard Silva de Assunção Karla Lilian da Silva Carvalho
Gilson Alves do N. Filho Kátia Barros Cabral dos Santos
Gilvanio Borba de Andrade Ledjane Maria Alves Oliveira
Gislaine Luciano Pereira e Silva Ligia Maria da Silva
Gislainy Daniella da Silva Rezende Lilian Magda da Silva Alves

139
Lucélia Maria da Silva Borba Maria Vilani Morais da Silva Sales
Luci Germana da Silva Barbosa Maria Vilma Saraiva de Aquino
Luciana Martins das Chagas Marly Chaves dos Santos
Luiz Antonio Vasconcelos Gama Natieny dos Santos
Luzinete Umbelina Torres Niedja Soares de Lima
Macia Sueli da Silva Espinhara Niza Pereira Silva da Fonseca
Magda Oliveira Mangabeira Feitoza Pablo José da Cunha Melo
Magda Verônica Alves da Silva Petrônio Franklin Queiroz de Aragão
Manuel dos Santos Silva Quitéria Emília de Melo Gomes
Manuela Moura Costa de Lima Rejane Alves de Freitas
Márcia Maria de Carvalho Rejane Barbosa da Silva
Marcos Alexandre de Melo Barros Renato Alves de Lima
Marcos Antonio Coelho Júnior Rita de Cássia Araújo Albuquerque
Maria Aparecida Zilma de Souza Rita de Cássia do Nascimento
Maria Áurea Sampaio Rosana Rocha do Nascimento
Maria da Conceição Moreno de Andrade Rosângela Assunção Gomes
Maria da Conceição Silva Rosangela Morais da C. Silva
Maria das Graças Nasario Barbosa Roseane Gomes da Silva Nascimento
Maria do Socorro Almeida de Morais Rosineide da Costa Soares
Maria do Socorro de Sá Souza Rozana Cláudia dos Santos Silva
Maria do Socorro Santos Alcântara Rozeli Joele Maciel Sobral Vicente
Maria Eliane Cândido de Almeida Sandra Soares da Luz
Maria Helena Souza P. R. Novaes Shirley Almeida Calado
Maria Jocedilma Antunes de Oliveira Silvana Alves de Souza
Maria José Brito Silva Crispim Silvana Sandra de Souza
Maria José de Almeida Anjos Solânia Fernandes Moreira
Maria José de Andrade Santos Sueli Lundgren Austregésilo
Maria José de Sales Araújo Suellen Tarcyla da Silva Lima
Maria Josenilda do N. de Souza Suzana M. de Castro Lima
Maria Luzia de N. Souza Theane Karen Leite Barros Medrado
Maria Marcia Assunção Oliveira Cordin Umberto Maciel dos Santos
Maria Mithiê de Moraes Lopes Valter Rodrigues de Almeida
Maria Nielista A. Souza C. Lima Vanessa Lima de Oliveira
Maria Roberta de Carvalho Lima Vanusa Alencar Oliveira
Maria Rubia Viana de Freitas Verônica Alves de Almeida

140
Vivian Albertins de Souza Azevedo

GEOGRAFIA
Acidália Gomes dos Santos Brito Edna Maria dos Santos Duarte
Alcione Cabral dos Santos Edymarie Lemos da Silva
Amália Dias dos Santos Elias Ramos
Ana Maria da Silva Elizangela Rosa Daniel Oliveira
Andréa Ferreira de Arruda Emanuela Moreira Tavares
Andreia Rodrigues de Souza Emanuelly de Alcântara Passos
Andrêza Nailza de Moraes Érica Vanessa dos Santos
Angela Maria Brandão de Lima Ezequiel de Paula da Silva
Anna Kalina B. C. de Melo Fabíola Lins Santos
Antonia Carmelita Gomes Martins Francisco Macário Araújo de Souza
Antonio Marcos Coutinho Genivaldo Batista de Sobral
Artemir Monteiro Lima de Almeida Georgos de Assunção Santos
Avreneide de Souza Xavier Gerlaene Godói da Selva
Benedita Ângelo Cordeiro Torres Giovana Targino Freire Simão
Betania Cristina Santos de Pina Girláine Godoi da Silva
Carline Gisele Pires de Moura Ioneide Damasceno Luz
Carmelita Maria da Siva Iranesse Alves da Costa
Carolina Barbosa da Silva Janaína Carla Dornelas Rocha
Célia Maria Alves da Silva Janaíne José Alves
Célia Maria dos Santos C. Andrade Janete Lopes Lacerda
Cicera Maria da Silva Alves Jaqueline dos Santos Silva
Cícera Quitéria de Oliveira Campos João Dyego da Cunha Amaral
Claudemar Manoel dos Santos João Euzébio da Silva
Cláudia Martins de Oliveira João Francisco da Silva
Claudia Ribeiro João Tavares Marques Filho
Clébson Costa do Nascimento Joaquim Batista Silva Santos
Dalma de Carvalho Novaes Joara Martins Soares
Daniel Manoel de Oliveira Jódio Antony de Gusmão
Danielly Freire de Oliveira Joelma Melo de Almeida
Débora Conceição Gonçalves dos Santos José Alves Honorato Filho
Denise Maria Guedes Braga José Antonio Pacheco Neto
Edeltrudes Cavalcanti de Melo Silva José Inaldo de Amorim

141
Joseildo Cavalcanti Ferreira Maria Luciana Martins Ramos
Josué Martins da Silva Maria Regicleide Nunes da Silva
Jussara Fitipaldy Gomes Silva Maria Rita da Silva Oliveira
Kevelen Daiane da Silva Maria Tyene Eufrásio de Souza
Lilian Alves Pereira Queiroz Maria Virginia Virginia da Fonsêca
Liliane Maria Freire de Freitas Maria Wiljânia de Souza
Lindhiane Costa de Farias Marianne Rodrigues dos Santos
Lindinalva Ferreira de Queiroz Marileide Maria da Silva
Lucineide Cícera de Souza Marineide de Sousa Alcântara
Luiz Carlos Nogueira Botelho Marineide Neves O. Assis
Luiz Wanderson Evangelista Silva Marizalva Ferreira Tavares Lourenço
Luzia do Socorro Fonseca Marlene de Oliveira Lucas
Manoel Gilberto da Silva Miriã Leyne Anunciada Paixão
Marcia Limeira do Amaral Azevedo Monica de Morais Leite
Marconi Rodrigues de Lima Mônica Nayaria Araújo Meneses Vieira
Maria Aparecida Freire de Souza Mosa Maria da Rocha
Maria Betania do Nascimento Nelicleide das Neves Santos de Mélo
Albuquerque Niclécia Sirlei Silva Santos da Costa
Maria Betânia Ferreira da Silva Santos Olindina Maria Cruz do Nascimento
Maria Bezerra das Neves Paulo Rodrigues da Silva
Maria das Dôres Florencio de Araújo Silva Rafaell José de Brito Gomes
Maria das Graças Silva Railde Costa Silva
Maria do Socorro Liberal Souza Raul Antonio da Silva
Maria do Socorro Santos Cavalcanti Renato de Menezes Pereira
Maria do Socorro Venancio Silva Rita de Cássia Pessôa de Andrade
Maria Eliane dos Santos Oliveira Rogilda Jorge Nunes
Maria Fernandes da Silva Ronald dos Anjos Silva
Maria Gizelia Pereira de A. Araújo Rosangela Ramalho de Oliveira Alencar
Maria Goreti Tavares de Moura Sandra do Nascimento Amaral
Maria Jaqueline Alves Santos Severina José de Souza Freitas
Maria José Leite Brasiliano Severino Flávio Pereira do Nascimento
Maria Josilma Soares da Silva Silvana Maria Nogueira Leite Cabral
Maria Josimere da Silva Silvio Leandro Alves da Silva
Maria Lourdes da Silva Solange Marla dos Santos
Maria Luciana da Silva Suzana Georgia Nobrega Farias Alves

142
Telma Maria da Silva Barbosa Valter José do Nascimento
Ubiratan Luiz Vieira Olímpio Vanderlania Freitas de Siqueira
Valdivete Guimarães de Souza Verailza Maria Monteiro
Valma Alaena da Silva Verônica Maria Ramos Silveira
Valter Gomes da Silva Vicente Natanael Lima Silva
Zenildo da Silva Pereira

HISTÓRIA
Adriano Martins de Oliveira Eliete Lopes Delmondes Filgueira
Alba Valéria de Santana Elineide de Arruda Carvalho
Alison Fagner de Souza e Silva Enoque Estevão Gomes
Allan Melky de Lima Eridiane Évellin da Silva Lemos Oliveira
Almir Santos Araújo Ezir George Silva
Alvaro de Melo Rodrigues Fabiana Christina Couto Barreto de Souza
Amarildo Elias das Chagas Fabiana Ferreira
Ana Carla Castanha Ferraz Fábio Carmo dos Santos
Ana Cláudia de Melo Santos Oliveira Felipe Santos de Lima
Ana Patrícia de Almeida Brito Fernanda de Araújo Oliveira
André José do Nascimento Fernanda Moura dos Santos
Andreia Magalhães Vieira Andrade Flávia Cordeiro dos Santos
Arilenice Barbosa da Silva Franciela Quesado Lopes
Arley Anderson Alves e Silva Francineide Maria de Oliveira
Bárbara Maria Gouveia Francisco Ferreira Santana
Benedita Erivangela Lopes da Silva Gilfrance Rosa da Silva
Carla Barbosa de Lima Givaneide Dionisio Roque
Claudia Maristela Tenório de Almeida Givanildo Pedro de Lima
Ferro Glaucia Maria Lopes Gouveia
Clóvis Ferreira Lima Henry Pereira da Silva
Danielle Berto de Oliveira Melo Moraes Inácio de Loiola da Silva
Dayane Mayara Bezerra de Araújo Ingrid Samiro
Délio Roberto Freire Iraci Pereira de Goés
Diego Ramon de Freitas Neves Itamar Glaucio Gomes de Souza
Edilene Alves dos Santos Itamar Reis da Silva
Edinaldo do Nascimento Silva Ivanira Maria da Conceição
Elanne Karla Bezerra Correia Cavalcante Ivanize Giulyane Minervino Ferreira

143
Ivonete Azevedo Ferreira Maria Angélica da Silva Trovão
Jaciara Lourenço Teixeira Maria Aparecida Barbosa
Jair Gomes Santana Maria Aparecida Martins
Jakline Rodrigues Vasconcelos Maria Aparecida Pereira Alves
James Davidson Barboza de Lima Maria da Conceição de Souza Cruz
Jamille Barbosa de Moraes Maria da Glória Felix de Santana Xavier
Jara de Lima Alencar Maria de Fátima dos Santos
Jerlandia Soares Leal Maria de Fátima Soares dos Santos
João Paulo de Lemos Maria de Lourdes Ferrão Castelo Branco
João Tadeu dos Santos Maria do Carmo da Silva
Joelma Maria Raimundo Farias Maria do Carmo dos Santos Rabelo
Joelma Santana do Nascimento Maria Edivania Morais de Souza
José Ademilton Marinho da Silva Maria Freire da Silva
José Claudemiro Vilaça de Lima Maria Goretty Barbosa de Melo
José Renato da Silva Feitosa Maria Ivaneide da Silva
José Ricardo de Sá Barbosa Maria Izabel Silva Costa
José Walter Soares de Oliveira Maria José dos Santos
Josebias José dos Santos Maria José Fideles do Nascimento Silva
Josefa Geny Pereira Dantas Maria José Gomes
Joseivania Rodrigues Bezerra da Silva Maria José Martins de Queiroz Santos
Jucilene Ramos dos Santos Maria José Nunes Figuerêdo Silva
Jucilene Rodrigues Silva Maria Jucicleide Rodrigues Wanderley
Karla Bárbara Silva de Albuquerque Maria Madalena Neta Soares
Kátia Maria Batista da Silva Maria Neide Bezerra Gondim da Silva
Katiana Cristina da Silva Gomes Maria Neuricéia Alves de Mariz
Kerlianny Bezerra da Silva Maria Neuzete dos Santos
Kleber Menezes da Silva Maria Santos Saraiva Barbosa
Laudenice Maria Silva Santos Maria Sueli Matias da Silva Araújo
Luciene Lopes dos Santos Marielça Balbino Cunha de Moraes e Silva
Luiz Antônio Gonçalves de Lima Marivalda Ferreira de Souza
Manoel Luís da Silva Neto Mariza Branquinho Silva
Márcia Maria Alves e Silva Martleusa Raimunda da Silva
Marco Aurélio Gomes de Souza Mikaele Cristina Marques de Souza
Marcos Aurélio Dornelas da Silva Moacir Freira da Silva
Maria Alcione da Silva Santos Morôni Laurindo do Nascimento

144
Natália Kécia Vieira Landim Oliveira Sandra Maria da Silva Tenório
Norma Ferreira Zendron Sandra Maria de Silva Araújo
Pedro Henrique Torquato Sandra Santana Freira
Quitéria Chalegre dos Santos Silva Serusa Vidal de Negreiros
Reginaldo Gomes Salvino Sheila Mayara Ribeiro do Carmo
Reginaldo Seixas Fonteves Silvia Souza Santos
Ricardo Chaves Lima Sônia Maria Pereira de Lima
Ricardo Domingos da Silva Suzete Sueli Pinheiro Campelo
Ricardo Francisco de Araújo Thereza Cristina Sales Faria
Rivoneide da Silva Nascimento Valdirene Alves dos Santos
Roberto Laurentino de Souza Vandivaldo da Costa Piancó
Rodolfo Barreto de Lima Vera Cheila Lima Nogueira
Romário de Andrade Silva Vilmar Antônio Carvalho
Romilda da Silva Dória Waldilma Batista de Santana
Rosenilda Nunes da Silva Zeranilda C. B. da Costa
Rosilene Maria da Silva Zirneide Correia Aprigio
Rosimere Nascimento Silva Zoraylda Maria Carneiro de Almeida

ENSINO RELIGIOSO
Adriana Alvim Vaz Cacilda Freire Novaes Bezerra
Adriana Patrícia de Oliveira Carla Rogéria Rosa Ferraz
Alan Bruno Félix de Souza Carlos Alberto Oliveira da Silva
Aldenice de Souza Araújo Carlos Fred da Silva
Allan William de França Silva Cássia Simone Souza C Lima
Amanda Leitão de Mélo Peixoto Cleilson Gomes da Silva
Amanda Pimentel Pereira de Carvalho Cleonildes Cordeiro da Silva
Ana Cristina de Asevedo Lima Pires Débora Maria Bezerra Gonçalves
Ana Karla Pereira Andrade Silva Delzuita Campos Dias
Ana Márcia Sousa Ribeiro Denice Barreto Gomes
Ana Nery Marques Santana Denise Maria da Silva
Ana Paula do Amaral Diana Maria do Nascimento
Andréia Pollyanna dos Santos Calado Diana Maria do Nascimento
Ângela Monteiro Cavalcanti Diogenes de Araújo Ramos
Antônio Giovanio de Carvalho Diogo Pereira de Lucena
Antônio Manuel da Silva Júnior Dione Maria dos Santos

145
Dulcinéia Alves Silva Ribeiro Leiliane Pereira da Silva
Edilton da Silva Lúcia de Fátima Honório da Silva
Edna Maria da Costa Amorim Lucijane Athayde Fonseca
Ednaldo Francisco Leão da Silva Márcia Barcelos de Oliveira
Ednário Lopes de Oliveira Márcia Marques de Souza
Elaine Pereira Lopes da Veiga Marcos Alessandro de Oliveira Galindo
Elisabete Ramos Magalhães Maria Aparecida Alves da Costa Oliveira
Elizonte Lopes de Araújo Tenório Maria Aparecida da Silva
Ellen Jaqueline Muniz Pessôa Maria Auxiliadora dos Santos Souza
Eva da Fonseca Dourado Maria Betânia de Oliveira
Evandro Alvares de Lira Maria Cristina do N S Brandão
Evaneide Gomes de Sá Silva Maria da Natavidade Freitas Silva
Fabiana Casé Malaquias Pontes Maria Dalvani Soares da Silva
Fábio Alixandre Camelo de Lima Maria de Lourdes Leonel da Silva
Fabíola Marinho Baralho Maria do Carmo Amaral Pereira
Francisco Adãomilson Coelho Souza Maria Dolores Ribeiro de Sousa
Gilvaneide Maria Serafim Ferreira Maria Izabel Costa Moreira
Glória de Souza Silva Maria José da Silva
Irailda Leandro da Silva Maria José Onorato de Melo Araújo
Ivana Carla Soares Pereira Maria Josévania de A Proxedes
Ivanice Trajano da Silva Maria Simone Xavier Santos
Janete Pereira da Silva Marinês Faustino dos Santos
Jéfferson Iran de Souza Lima Marliete Maria de Sousa
Jéssica Dayane Eufrásio de luna Maviael Maciel da Silva
Joana D’arc Bento Milca Cruz Lima
José Adriano da Silva Mônica Adriana Melo França
Joseane da Cruz Cardoso do Nascimento Oliveira Miguel Antônio de Souza Júnior
Josefa Pereira da Rocha Paiva Paulo Jorge da Silva
Josefa Rosilane da Silva Xavier Paulo Manuel Lins
Joselita Alves da Silva Rejamaria da Mota
Josenildo Henrique da Silva Risonete Bezerra Martins
Jucileide de A Leite Rosa Maria de Souza Leal Santos
Jucimeire Gonçalves Feitosa Félix Rosangela Rodrigues de Souza
Juliana Alves Pereira
Leidilma Santos de Oliveira

146
Roseane Maria Cavalcanti de Almeida
Roseane Ribeiro de Lima
Rosemary Leite de Freitas Almeida
Rosiane Helena da Mata
Rosilene Melânia da Silva
Rosinete Teodora de Lima Santana
Samuel do Nascimento Pereira
Sandra Aparecida Vasconcelos
Soraya de Omena Silva
Soraya Lúcio Silvestre e Silva
Suely de França Silva Albuquerque
Valquíria de Lima Ramos dos Santos
Vandeilson da Silva Santos
Vanuzia Pereira de Macedo Machado
Vera Lúcia dos Santos
Vilma Maria Crispim da Silva
Yeda Luis de Sousa Pereira de Lima

147
148

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