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EGITO

O documento aborda a civilização do Egito Antigo, destacando sua hierarquia social, religião e avanços em ciências e tecnologias. A sociedade era rigidamente estruturada, com o faraó no topo, seguido por nobres, sacerdotes e outros grupos, enquanto a história é dividida em períodos como o Pré-dinástico e os Impérios Antigo, Médio e Novo. A cultura egípcia era profundamente ligada à religião e à crença na vida após a morte, refletindo-se em suas práticas artísticas e científicas.
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EGITO

O documento aborda a civilização do Egito Antigo, destacando sua hierarquia social, religião e avanços em ciências e tecnologias. A sociedade era rigidamente estruturada, com o faraó no topo, seguido por nobres, sacerdotes e outros grupos, enquanto a história é dividida em períodos como o Pré-dinástico e os Impérios Antigo, Médio e Novo. A cultura egípcia era profundamente ligada à religião e à crença na vida após a morte, refletindo-se em suas práticas artísticas e científicas.
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Autores:

- Bruno Barros;

-Fernando Viegas Marcilio Dela Rosa de Souza;

-Henrique Fernandes Campos;

-Marcelo Kawata de Paula;

-Samuel Lucas da Silva.

Primeiras civilizações - Egito Antigo

São José dos Campos

2025
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................... 03

2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................... 04

3.1 Sociedade....................................................................................................... 04

3.2 Período pré-dinástico....................................................................................... 06

3.3 Período dinástico............................................................................................. 06

3.4 Cultura e religião.............................................................................................. 07

3.5 Ciências e Tecnologias..................................................................................... 08

4.0 CONCLUSÃO................................................................................................... 09

REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 11
Introdução

O Egito antigo foi uma das civilizações mais importantes da Antiguidade.


Desenvolveu-se no nordeste do continente africano e foi uma das civilizações que
estabeleceram uma das primeiras formas de hierarquia social (por volta de 4000A.C).
Além da importância na criação das grandes civilizações e das conhecidas como,
civilizações “sedentárias”, que é o termo designado para povos que passaram a se
fixar dentro de uma área, sem precisar se locomover como os nômades faziam,
utilizando do auto sustentamento derivado da prática da agricultura e da
domesticação dos animais. Toda essa estrutura utilizando da agricultura e da pecuária
se deve por conta do principal rio do Egito, o rio Nilo. Ele fertilizava a terra em volta de
suas águas, deixando-a fértil e própria para o plantio.
Desenvolvimento

Sociedade egípcia e seus papéis

A sociedade egípcia era separada de forma hierárquica, portanto, havia diversos


grupos e camadas sociais, cada grupo/camada com seus papéis definidos. A chance
de uma mobilidade social ocorrer era quase nula, e a sociedade era patriarcal, o que
fazia com que as chances de influência social feminina se resumissem apenas em
tarefas envolvidas a religião ou o recebimento de cargos altos apenas às mulheres da
nobreza.

A sociedade egípcia era governada pelo faraó, a camada mais alta desse povo.
O faraó era considerado a reencarnação divina na Terra. Logo depois do faraó, vinham
as outras classes e grupos sociais que respectivamente compunham a sociedade
egípcia:

Faraó: O líder e governante máximo do Egito, e uma figura considerada divina


reencarnada de Amon-Rá (Primeiro Deus do Panteão de deuses Egípcios e
Responsável pela criação do mundo), os faraós tinham múltiplas responsabilidade,
que eram tanto políticas quanto religiosas. No governo, eles comandavam o território,
decidia sobre guerras e aplicava a justiça, além de gerenciar a economia, incluindo a
agricultura e a cobrança de impostos. Já no quesito religioso, os faraós eram os
responsáveis pela manutenção divina por meio da promoção de rituais e festas
religiosas.

Funcionários do Estado, nobres e sacerdotes: Ambos sacerdotes e funcionários do


Estado ocupavam posições semelhantes na hierarquização social, mas executavam
papéis diferentes. Enquanto os funcionários de Estado cuidavam da administração do
reino, enquanto os sacerdotes eram os responsáveis pelo culto aos deuses e pela
administração dos templos. Os nobres que em sua maioria eram funcionários públicos
ocupavam cargos administrativos mais altos, lideravam províncias ou exércitos. Além
disso, os nobres desfrutavam de grande riqueza e poder, e eram responsáveis pela
organização de cerimônias religiosas e pela administração dos bens dos templos. Os
sacerdotes formavam, junto com os nobres, a corte real. Tanto a nobreza como o
sacerdócio eram hereditários compondo a elite militar e latifundiária.

Soldados: Eram uma parcela da população que servia o faraó, tanto para a guarda
quanto em tempos de guerras. Eles tinham diversos benefícios, como o treinamento
físico e um bom salário, que era feito por meio de produtos. Em outras eras, eles
passaram a ter um aspecto de mercenários, pois eram contratados para serviços,
tanto que, estrangeiros passaram e “receber” este cargo.

Escribas: Os escribas considerados um setor intermediário da sociedade egípcia, era


constituído por uma parcela do povo que tinha uma formação escolar privilegiada,
onde aprendiam a escrita e a leitura dos hieróglifos, eles eram remunerados para
auxiliarem no desenvolvimento de diversas atividades tanto comerciais quanto
administrativas do reino.

Comerciantes: Eram em grande parte, pessoas que se dedicavam ao comércio, tanto


interno quanto externo, vendendo e comprando mercadorias para outros povos.
Graças à sua ação, era possível o acesso a uma série de produtos, como a madeira,
utilizada na construção de embarcações e sarcófagos; o cobre e o estanho, metais
úteis na fabricação de armamentos militares; e ervas, geralmente empregadas na
medicina e nos processos de mumificação.
Artesãos: Estes eram responsáveis pela confecção de móveis, roupas, joias e outros
artigos do tipo. Os artesãos de luxo eram os que tinham melhores condições
econômicas do que aqueles que produziam artigos comuns.

Camponeses e escravos: Os camponeses que compunham maior parte da população


trabalhavam no cultivo agrícola, devendo entregar parte significativa de sua produção
como impostos para o Estado. Também trabalhavam nas obras públicas, construindo
templos e estradas, por exemplo. Já os escravos eram estrangeiros pegos como
prisioneiros de guerra, estes eram encarregados de trabalhos mais pesados e mortais,
como o trabalho na pedreira.

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Período Pré-dinástico e período dinástico

O Egito antigo existe a mais de 3000 A.C, ao longo desses anos os povos que
passaram pelo Egito viviam em clãs, chamados nomos. Estes nomos eram como
mercadores e viviam de maneira independente, mas cooperavam entre si, se ajudando
com produtos e alimentos. Depois de um certo tempo, essas relações começaram a
evoluir e levaram a formação de dois reinos independentes: Reino do Baixo Egito -
união dos nomos do Norte. Reino do Alto Egito - união dos nomos do Sul. No decorrer
de mais de três mil anos, o Egito passou por períodos de grande brilho, mas também de
declínio e de oscilações políticas. A história egípcia costuma ser dividida em: Período
pré-dinástico e Período dinástico.

Pré-dinástico: Por volta de 3220 a.C, acabou que a ciração de diversos nomos e
aldeias nos locais férteis por volta do rio Nilo, acabaram por unir ainda mais os povos
que residiam pela área. Criando-se assim os dois Reinos independentes, o reino do
baixo Egito e o Reino do Alto Egito.

Período dinástico (3200 - 1085 a.C): No período de 3200 a.C, Menés foi
responsável pela unificação dos dois reinos, tornando-se assim o primeiro faraó. Foi
durante o período dinástico que se deu o crescimento territorial, econômico e militar
do Egito. Nessa era, foram divididas várias dinastias, separando-as em:

Antigo Império (3200 - 2181 a.C) - O Antigo Império do Egito começou por volta de
3200 a.C. e foi um dos períodos mais importantes da história egípcia. Nessa época, os
faraós eram vistos como deuses na Terra e comandavam com poder absoluto. O Egito
era unificado e muito bem-organizado, com uma administração que controlava as
regiões e as riquezas do país. Foi nesse tempo que surgiram as famosas pirâmides,
como as de Gizé, construídas para abrigar os corpos dos reis após a morte. Durante o
Antigo Império do Egito, as famílias mais importantes foram as dinastias que
governaram o país. A Terceira Dinastia teve como destaque o faraó Djoser, que
mandou construir a primeira pirâmide de pedra. A Quarta Dinastia foi a mais poderosa,
com reis como Quéops, Quéfren e Miquerinos, responsáveis pelas grandes pirâmides
de Gizé. Na Quinta Dinastia, os faraós passaram a dar mais importância ao culto do
deus Rá. Já na Sexta Dinastia, com Pepi II, o poder dos reis começou a enfraquecer,
dando início à crise que levou ao fim do Antigo Império.

A economia girava em torno da agricultura, muito dependente do rio Nilo. Acreditava-


se muito na vida após a morte, o que influenciava a religião, a arte e a construção das
tumbas. O fim do Antigo Império aconteceu por volta de 2181 a.C., com crises internas
e secas, dando início a um período de instabilidade.
Médio Império (2160 - 1730 a.C.) - O Médio Império do Egito começou por volta de
2160 a.C., depois de um período de crise e divisão. Ele marcou a reunificação do Egito
sob o faraó Mentuhotep II, da 11ª Dinastia, que restaurou a ordem e trouxe estabilidade
ao país. Durante esse período, o governo ficou mais forte, com uma administração
centralizada e projetos organizados, como a irrigação e a expansão das terras
agrícolas. A capital foi transferida para Tebas, no sul do Egito. A economia voltou a
crescer, e houve também avanços na literatura, arte e arquitetura. Os faraós da 12ª
Dinastia, como Sésóstris III e Amenemhat III, foram grandes líderes e reforçaram o
controle sobre regiões vizinhas. O Médio Império terminou por volta de 1730 a.C.,
quando o Egito voltou a se dividir e entrou em novo período de instabilidade.

Novo Império (1500 - 1085 a.C.) - O Novo Império do Egito começou por volta de
1550 a.C., após os egípcios expulsarem os hicsos, que haviam dominado parte do país.
Esse período é considerado a era de maior poder e expansão do Egito. Os faraós
tornaram-se verdadeiros imperadores, conquistando territórios na Ásia e na Núbia, o
que trouxe riqueza e prestígio ao reino. A capital foi estabelecida em Tebas, e os faraós
construíram grandes templos, como os de Karnak e Luxor. Faraós famosos como
Hatshepsut (uma das poucas mulheres a governar como rei), Tutmés III (um grande
general), Akhenaton (que tentou impor o culto ao deus Aton) e Tutancâmon marcaram
essa época. O mais conhecido de todos, Ramsés II, reinou por décadas e ficou famoso
por suas guerras e construções monumentais. O Novo Império terminou por volta de
1070 a.C., quando o Egito começou a perder força política e militar, entrando
novamente em declínio.

Cultura e Religião - A religião no Antigo Egito era uma das partes


fundamentais, muito provavelmente a mais importante para a estrutura
social do Egito. Era o que unia e fazia cada função funcionar do jeito que
funcionava, por exemplo, o faraó só tinha o poder que tinha por conta que,
os egípcios acreditavam que ele era a reencarnação de Rá, por conta disso
era possível ele ter o poder que tinha. No campo da cultura e
espiritualidade, os egípcios antigos desenvolveram uma civilização
profundamente ligada à ordem, à arte e ao sagrado. O faraó era visto como
um deus vivo, exercendo poder político e religioso. A arte egípcia era
altamente simbólica e ligada à ideia de eternidade, refletida em templos,
túmulos e hieróglifos. A religião era politeísta, com deuses como Rá, Ísis e
Osíris, e envolvia rituais complexos e a crença na vida após a morte. A
mumificação e os túmulos elaborados buscavam garantir a imortalidade
da alma, que seria julgada após a morte com base nos princípios de ma’at
(ordem e justiça). Essa ligação entre cultura, religião e imortalidade
moldava a vida cotidiana e o modo como os egípcios viam o mundo.

Ciências e Tecnologia - No quesito de tecnologias os egípcios tinham um


conhecimento surpreendentemente avançado de anatomia e medicina,
resultado em parte de suas práticas de mumificação. Eles identificaram e
descreveram vários órgãos internos e entenderam algumas de suas
funções. Especializaram-se em diferentes áreas da medicina, com
médicos dedicados a partes específicas do corpo. Realizavam cirurgias,
como evidenciado por instrumentos cirúrgicos encontrados e descrições
em textos médicos antigos (como os Papiros de Edwin Smith e Ebers). Há
até evidências de próteses rudimentares. Utilizavam uma variedade de
ervas e substâncias naturais para tratar doenças, com alguns desses
remédios ainda tendo validade hoje. Tinham noções de higiene e saúde
pública, como demonstrado pela construção de banheiros e sistemas de
esgoto em algumas cidades. Os egípcios também eram extremamente
avançados no quesito da aritmética a ponto de desenvolver um sistema de
numeração decimal com base em hieróglifos, embora não fosse
posicional como o nosso. Utilizavam também a geometria para
agrimensura, cálculo de áreas e volumes, essencial para a agricultura
após as inundações do Nilo e para a construção de templos e pirâmides.
Além disso possuíam noções básicas de equações e conheciam o valor de
pi de forma aproximada. Realizaram observações astronômicas
detalhadas, essenciais para criar um calendário preciso. Eles perceberam
que o ano tinha aproximadamente 365 dias e desenvolveram um
calendário solar com 12 meses de 30 dias, mais 5 dias adicionais.
Acompanhavam o movimento das estrelas e constelações, que tinham
significado religioso e prático (por exemplo, para a agricultura e a
navegação). Utilizavam relógios de sol e de água para medir o tempo.
Orientaram a construção de templos e pirâmides de acordo com pontos
cardinais e eventos astronômicos, demonstrando um conhecimento
aplicado da astronomia. Alcançaram um nível notável de habilidade em
engenharia e construção, evidente nas pirâmides, templos e obeliscos
monumentais. Desenvolveram técnicas para extrair, transportar e erguer
grandes blocos de pedra com precisão. Utilizaram rampas, alavancas e
possivelmente rolos para mover materiais pesados. Construíram sistemas
de irrigação, canais e diques para controlar as inundações do Nilo e
facilitar a agricultura. Desenvolveram diferentes tipos de embarcações
para navegação no Nilo e no mar. Tinham conhecimento prático de
química, usado em processos como a mumificação, a produção de
pigmentos para pinturas e a fabricação de cosméticos. Inventaram o vidro
moldado e desenvolveram técnicas de metalurgia, incluindo a fundição de
bronze. Produziam cerâmica e tecidos com técnicas sofisticadas para a
época.
Conclusão:

A sociedade egípcia antiga era rigidamente hierarquizada, com pouca


mobilidade social e papéis bem definidos para cada grupo. No topo estava
o faraó, considerado uma divindade viva, responsável pelo governo,
justiça e rituais religiosos. Abaixo dele, nobres, sacerdotes e funcionários
do Estado administravam o reino e os templos, enquanto soldados
garantiam a segurança. Os escribas, alfabetizados, ocupavam uma
posição intermediária, registrando atividades comerciais e
administrativas. Comerciantes e artesãos sustentavam a economia, e
camponeses – a maioria da população – trabalhavam na agricultura,
pagando pesados impostos. Escravos, geralmente prisioneiros de guerra,
realizavam os trabalhos mais brutais.

A história do Egito dividiu-se em períodos como o Pré-dinástico (formação


dos nomos) e o Dinástico, marcado por fases de poder (Antigo, Médio e
Novo Império) e declínio. O Antigo Império destacou-se pelas pirâmides e
centralização política, enquanto o Médio Império recuperou a estabilidade
após crises. Já o Novo Império foi a era de maior expansão militar e
riqueza, com faraós como Ramsés II. A religião politeísta, baseada em
deuses como Rá e Osíris, era central na vida egípcia, justificando a
autoridade do faraó e incentivando práticas como a mumificação.
Avanços em medicina, matemática e engenharia permitiram construções
monumentais, sistemas de irrigação e um calendário solar preciso. A
economia dependia do Nilo, com agricultura, comércio e tributos
sustentando o Estado. A cultura egípcia valorizava a ordem (ma'at),
refletida na arte, arquitetura e hierarquia social. Conclui-se que a
estabilidade do Egito antigo baseava-se na combinação de poder
centralizado, estratificação social rígida e crenças religiosas que
legitimavam o sistema. Seu declínio ocorreu quando esses pilares foram
abalados por invasões, crises internas ou fragmentação do poder.

Refêrencias:

BRASIL ESCOLA. Egito Antigo: períodos, mapa, características. Disponível


em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/egipcio.htm. Acesso em: 7
maio 2025.

COSTUMES DO ANTIGO EGITO. Wikipedia. Disponível em:


https://pt.wikipedia.org/wiki/Costumes_do_Antigo_Egito. Acesso em: 7
maio 2025.

HISTÓRIA DOS IMPÉRIOS: Império Egípcio. Secretaria da Educação do


Estado do Ceará. Disponível em: https://www.ced.seduc.ce.gov.br/wp-
content/uploads/sites/82/2020/11/CHS019-HISTORIA-DOS-IMPERIOS-Int-
Imperio-Egipcio.pdf. Acesso em: 8 maio 2025.

MUNDO EDUCAÇÃO. Faraó: tudo sobre o governante no Egito Antigo.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/farao.htm. Acesso em:
8 maio 2025
SOCIETÁ EGÍPCIA. Brasil Escola. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/historiag/sociedade-egipcia.htm. Acesso
em: 8 maio 2025.

TODA MATÉRIA. Egito Antigo. Disponível em:


https://www.todamateria.com.br/egito-antigo/. Acesso em: 8 maio 2025.

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