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Manual Axon75 Rev00

O manual Axon 7,5 apresenta as funcionalidades e telas do protocolo GGQ, que é um módulo complementar ao Axon 4, focado em aplicações críticas que exigem alta disponibilidade. Ele detalha ferramentas de gestão, como configuração, status dos dispositivos, logs, nível de sinal e temperatura, além de descrever o modo emergência e suas parametrizações. O documento também destaca os diferenciais do Axon 7,5, incluindo relatórios de indisponibilidade, configurações de dispositivos e segurança.

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O manual Axon 7,5 apresenta as funcionalidades e telas do protocolo GGQ, que é um módulo complementar ao Axon 4, focado em aplicações críticas que exigem alta disponibilidade. Ele detalha ferramentas de gestão, como configuração, status dos dispositivos, logs, nível de sinal e temperatura, além de descrever o modo emergência e suas parametrizações. O documento também destaca os diferenciais do Axon 7,5, incluindo relatórios de indisponibilidade, configurações de dispositivos e segurança.

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Manual Axon 7,5

Telas e Aplicação – Protocolo GGQ


V. 00 | Rev. 00 | 07/2024
Índice

Índice ........................................................................................................ 2

1. Introdução ......................................................................................... 3

1.1. Axon 4 – Protocolo GGO ................................................................ 4

1.2. Axon 7,5 - Protocolo GGQ .............................................................. 5

1.3. Diferenciais do Axon 7,5 ................................................................ 6

2. Ferramentas de Gestão GGQ – Telas do Axon 7,5 ................................... 7

2.1. Configuração ................................................................................ 8

2.2. Status dos Dispositivos ................................................................ 10

2.3. Log dos Dispositivos .................................................................... 12

2.4. Nível de Sinal ............................................................................. 15

2.5. Temperatura .............................................................................. 16

2.6. Conexões GGQ ........................................................................... 17

3. Configurando Uma Aplicação GGQ ....................................................... 18

3.1. Gateway Compatível ................................................................... 18

3.1.1. NG41 ..................................................................................... 19

3.1.2. NGS42 ................................................................................... 21

3.2. Versão de Firmware .................................................................... 23

3.3. Cadastros no Axon ...................................................................... 24

3.3.1. Cadastros de Operadora, Plano de Operadora e SIMcard............... 25

3.3.2. Cadastros de MCI .................................................................... 27

3.3.3. Configuração do Gateway ......................................................... 30

4. Aplicação – Modo Emergência ............................................................. 31

4.1. Modo Emergência Desligado ......................................................... 31

4.2. Modo Emergência Ligado ............................................................. 33

2
1. Introdução

Neste manual iremos conhecer as telas, funcionalidades e aplicações da ferramenta


voltadas para alta disponibilidade através da gestão do protocolo GGQ.

O Axon 7,5 é um módulo complementar ao Axon 4, ou seja, a instalação do pacote


de funcionalidades GGQ é feita dentro do servidor Axon, habilitando as novas telas
voltadas para esse protocolo.

Para um conhecimento por completo das ferramentas do servidor Axon, é


necessário um conhecimento prévio ao Axon 4 e suas funcionalidades de protocolo GGO.

Figura 1 – Interface de acesso ao Axon

Figura 2 – Tela inicial do Axon

3
1.1. Axon 4 – Protocolo GGO

O AXON é a aplicação da Plataforma IntelligenceWare Suite responsável por fazer


a gestão de conectividade dos equipamentos conectados, garantindo acessibilidade,
segurança e conectividade através de Multirredes WAN e maximizando a eficiência e
efetividade de cada evento de comunicação.

Figura 3 – Arquitetura da Plataforma IWS

As principais características do Axon são:

• Camada de suporte Multirredes (suporte às redes Celular, Satélite, Prime,


WiSun, dentre outras);
• Front-end único para gestão das múltiplas redes;
• Dashboards e relatórios gerenciais customizáveis por usuário;
• Gestão de múltiplas redes no mesmo ponto de conectividade com
possibilidade de funcionamento em modo operação crítica;
• Segurança garantida na camada de aplicação com criptografia fim-a-fim;
• Fácil absorção de novas tecnologias e integração com novas redes de
comunicação

4
1.2. Axon 7,5 - Protocolo GGQ

O protocolo GGQ é utilizado para aplicações críticas que necessitam de uma alta
disponibilidade dos equipamentos para realizar as operações em campo, sendo que sua
principal aplicação é para a Automação, devido a necessidade de telecomando para as
aplicações críticas em religadores e chaves seccionadoras.

A versão Axon 7,5 é um módulo complementar do Axon 4 onde são instaladas as


funcionalidades do Protocolo GGQ

Junto com a instalação do Axon 7,5, são instalados todos os campos e telas que
permitem a configuração e parametrização das remotas de campo e toda a gestão
especifica do módulos com protocolo GGQ.

Figura 4 – Características do Axon

5
1.3. Diferenciais do Axon 7,5

Além das vantagens da aplicação de alta disponibilidade do protocolo GGQ,


podemos os diferenciais do Axon 7,5 conforme abaixo:

• Relatórios de Indisponibilidade
o Informes e alertas;
o Falha de comunicação no backbone / falhas de infraestrutura;
o Falhas de dispositivos de campo.

• Configurações de dispositivos
o Parametrização dos dispositivos;
o Atualização de firmware;
o Operações massivas.

• Relatório de Contabilidade
o Utilização pelos meios de comunicação;
o Utilização pelos clientes (faturamento).

• Performance
o Monitoramento de largura de banda;
o Monitoramento dos servidores;
o Monitoramento dos meios de comunicação por dispositivo (latência
e throughput – Rx/Tx).

• Visualização
o Gráficos e mapas de rendimento, falhas e configuração;
o Mapa de topologia de rede (malha, estrela);
o Múltiplas abas;
o Dashboards dinâmicos, leves e compatíveis com dispositivos
móveis.

• Segurança
o Autenticação;
o Autorização;
o Alertas de segurança.

• Tradução de Redes
o Qualquer rede IP;
o DNS (Domain Name System);
o Proxy (SOCKS5);
o Transformação cliente-a-servidor.

• Integração Multi-WAN
o Integração a nível de router e monitoramento.

6
2. Ferramentas de Gestão GGQ – Telas do Axon 7,5

A navegação das telas é feita na aba Comunicação dentro do subitem Gestão GGQ:

Figura 5 – Localização das telas do Axon 7,5

A árvore de telas da Gestão GGQ está subdividido em:

• Configuração

• Status dos dispositivos

• Logs dos Dispositivos

• Nível de Sinal

• Temperatura

• Conexões GGQ

7
2.1. Configuração

A primeira tela da aba Gestão GGQ é a tela Configuração, onde temos a


parametrização do Modo Emergência que é a principal funcionalidade da comunicação via
protocolo GGQ.

Nessa tela é possível Ligar ou Desligar o Modo Emergência além de realizar suas
parametrizações.

Figura 6 – Tela de Configuração GGQ

O modo de emergência é a funcionalidade do protocolo GGQ onde habilitamos a


comunicação simultânea entre dois canais ao mesmo tempo, permitindo dessa forma que
os dados sejam recebidos e enviados tanto via rede celular quanto via rede cabeada,
configurada na porta ethernet da remota.

Tanto o firmware da remota quanto o módulo Axon 7,5, possuem uma


inteligência que permite verificar de forma automática as informações recebidas e
enviadas através dos dois canais e comparando se os dados das duas fontes estão
completos ou corrompidos.

Para entendermos melhor, vamos supor que a remota precise enviar um pacote
de dados de 18kb. Com o modo emergência habilitado, esse pacote será enviado tanto
pela rede celular quanto pela rede da porta ethernet. Ao ser recebido pelo servidor, o
Axon 7,5 irá executar uma verificação nos dois pacotes recebidos e caso identifique que
os dois pacotes são iguais, será armazenado apenas o pacote que chegou primeiro.

Caso o pacote seja corrompido durante a transmissão de dados feita em qualquer


um dos canais, o Axon 7,5 consegue identificar qual dos dois pacotes está completo,
armazenando assim esse pacote e descartando o pacote corrompido.

Com isso conseguimos garantir que toda informação enviada e/ou recebida seja
tratada sem nenhuma perda de dados, independente se sua origem foi a remota ou o
servidor e também independente do canal de comunicação utilizado (celular ou
ethernet).
8
Nessa tela, temos as parametrizações da comunicação do protocolo GGQ,
separados nos seguintes campos:

• Modo Emergência – Habilita ou desabilita a comunicação em duas vias;

• Identificação do Servidor – Nome do servidor para onde os pacotes de


dados são enviados;

• ACK Timeout – Configuração do tempo de autenticação da remota no


servidor;

• Max Failed ACK – Configuração da quantidade de falhas de autenticação


da remota no servidor;

• Handshake Timeout – Configuração do tempo para iniciar a troca de


mensagens de configuração entre servidor e remota.

9
2.2. Status dos Dispositivos

Na tela de Status dos Dispositivos é possível verificar a comunicação em tempo


real das Unidades Consumidoras que estão conectadas á remotas com o firmware
comunicando através do protocolo GGQ.

Figura 7 – Tela Status dos Dispositivos

Nessa tela conseguimos verificar o resumo de disponibilidade das remotas, que


são indicadas em quantidade e porcentagem quantas estão disponíveis do total de
remotas cadastradas.

Além das características de visualização dos status das remotas, também é


possível ordenar a tabela do menor para o maior ou vice-versa, conforme os dados nas
colunas, simplesmente clicando nas setas ao lado das informações no topo de cada
coluna.

Após a visualização dos resultados, conseguimos exportar o relatório em .xls ou


.pdf através do botão no final da página.

Figura 8 – Botão para exportação de relatório

10
Para uma melhor localização dos dispositivos conectados via protocolo GGQ, é
possível realizar uma busca do dispositivo desejado através dos campos:

• MCI – Número serial da remota;

• SIMcard – Número do SIMcard (SCID) cadastrado na remota;

• Porta Serial – Número da porta de comunicação cadastrada na remota;

• Unidade Consumidora – Nome da unidade consumidora cadastrado.

Figura 9 – Campo de buscas das remotas

Também para facilitar a busca por remotas, é possível realizar um filtro entre as
remotas que estão conectadas (disponíveis) ou desconectadas (indisponíveis) através da
lista suspensa no campo Comunicação.

Figura 10 – Lista suspensa (Drop-down List) de disponibilidade

11
2.3. Log dos Dispositivos

Nessa tela, visualizamos e realizamos análises dos logs de comunicação dos


dispositivos com protocolo GGQ. A pesquisa de equipamentos segue o mesmo padrão de
pesquisas que temos na tela de Status dos Dispositivos do item anterior. Caso seja feita
uma busca vazia, o sistema irá retornar todas as unidades consumidoras.

Figura 11 – Tela Log dos Dispositivos

Figura 12 – Busca realizada com campo de pesquisa em branco

12
Ao selecionar o equipamento desejado, são exibidos os registros de comunicação
para debug de aplicações. Os logs contêm tanto os bytes trafegados bidirecionais como
os eventos de desconexão, timeout, quebra de pacotes entre outros. É registrada a
quantidade de bytes efetivamente trafegados em sentido bidirecional (são excluídos os
pacotes de controle e pacotes perdidos).

Podemos gerar relatórios administrativos, estatísticos, de alarmes, de falhas de


comunicação e log de eventos (falhas, alertas e acessos) que são gerados ao clicar sobre
o botão Gerar Relatório. Em referência à tela exemplo abaixo, nota-se que, para o
detalhamento do relatório, escolhe-se uma data inicial e final e quais tipos de eventos,
entre eles:

• Módulo Conectado - todos os eventos onde o módulo conectou ao


sistema (comunicação com o servidor);

• Módulo Desconectado - todos os eventos onde o módulo desconectou-


se do sistema (comunicação com o servidor);

• Cliente Conectado - todos os eventos onde um aplicativo legado


conectou-se à porta TCP disponível no servidor de comunicação. O tráfego
direcionado a essa porta é encaminhado ao módulo e o tráfego do módulo
é encaminhado à porta;

• Cliente Desconectado - todos os eventos onde o Cliente (um aplicativo


legado) desconectou-se da porta TCP do servidor de comunicação;

• Tráfego - o sistema irá retornar todos os eventos onde houve tráfego de


bytes, sendo:

o Tráfego MT = Module Terminated = Em direção ao módulo;

o Tráfego MO = Module Originated = Que veio do módulo.

• Mensagens - todas as mensagens assíncronas (originadas no módulo fora


do túnel transparente) enviadas pelo módulo. Ao manter o cursor sobre a
célula, podemos ver o conteúdo da mensagem, conforme imagem;

• Tráfego de autenticação - todos os eventos onde houve tráfego de


bytes de autenticação dentro do período estipulado;

• Tráfego de keep-alive - todos os eventos onde houve tráfego de bytes


de keep alive dentro do período estipulado;

• Todos – serão mostradas todas as mensagens, sem realizar nenhum


filtro.

13
Figura 13 – Exemplo de busca realizado e conteúdo de mensagem

Figura 14 – Exemplo de relatório exportado em .xls

14
2.4. Nível de Sinal

A funcionalidade Nível de Sinal permite a análise do nível de sinal da operadora


de uma ou mais Unidades Consumidoras (UC). É possível visualizar um gráfico com a
variação do nível de sinal no período de tempo selecionado, além de exportar os dados
em uma planilha XLS.

A pesquisa de equipamentos segue o mesmo padrão de pesquisas que temos na


tela de Status dos Dispositivos do item anterior. Caso seja feita uma busca vazia, o
sistema irá retornar todas as unidades consumidoras.

Para visualizar o gráfico, é necessário clicar no ícone de gráfico após a busca


ter sido efetuada.

Figura 16 – Tela de Nível de Sinal GGQ

Figuras 17 e 18 – Tabela e gráfico de nível de sinal

15
2.5. Temperatura

A funcionalidade Temperatura permite a análise da temperatura da remota de


uma ou mais Unidades Consumidoras (UC). É possível visualizar um gráfico com a
variação do nível de temperatura no período de tempo selecionado, além de exportar os
dados em uma planilha XLS.

A pesquisa de equipamentos segue o mesmo padrão de pesquisas que temos na


tela dos itens anteriores. Caso seja feita uma busca vazia, o sistema irá retornar todas
as unidades consumidoras.

Para visualizar o gráfico, é necessário clicar no ícone de gráfico após a busca


ter sido efetuada.

Figura 19 – Tela de Temperatura GGQ

Figura 20 – Relatório gráfico de temperatura

16
2.6. Conexões GGQ

Como o próprio nome diz, nessa tela é possível realizar uma análise dos
equipamentos que se conectaram ao Axon utilizando protocolo GGQ dentro de um
determinado período de tempo.

Figura 21 – Tela Conexões GGQ

Ao selecionar o período de tempo desejado, todas as mensagens GGQ serão


mostradas. Essa tela facilita o debug de alguma eventual falha uma vez que as
mensagens aqui já foram “interpretadas”, diferente do mostrado em Log dos
Dispositivos onde as mensagens mostradas estão em bytes.

Figura 22 – Relatório de Conexões GGQ


17
3. Configurando Uma Aplicação GGQ

O Protocolo GGQ é uma ferramenta para comunicação bidirecional e com


redundância de conectividade através de dois ou mais canais de comunicação.

Quando falamos de dois canais de comunicação, estamos nos referindo a duas


alternativas diferentes de conexão ao servidor, sendo assim, mesmo que nossas remotas
tenham duas bandejas de SIMcard, a conexão via rede celular é apenas um canal de
comunicação então obrigatoriamente devemos utilizar a porta ethernet como segundo
canal de comunicação.

Dessa forma, nossos canais de comunicação serão sempre a rede celular e o a


porta ethernet da remota. Essa porta ethernet pode estar configurada para receber uma
rede satélite, BGAN, rádio ou até mesmo um roteador industrial ou residencial.

Para que a comunicação de duplo canal via protocolo GGQ funcione


perfeitamente, é necessário garantir que os três pilares estejam configurados
corretamente:

• Gateway compatível – Rede celular + Ethernet

• Versão de Firmware – Firmware com protocolo GGQ

• Cadastro Correto no Axon

3.1. Gateway Compatível

Para aplicações de alta criticidade em automação utilizando o protocolo GGQ, a


V2COM desenvolveu os equipamentos da família NG.

Além de serem gateways robustos com alto poder de processamento embarcado,


eles possuem a versatilidade de utilizarmos sua porta ethernet como um dos canais de
comunicação.

A família NG possui duas versões que serão detalhadas na sequência:

• NG41

• NGS42

18
3.1.1. NG41

O NG41 é um gateway universal multiprotocolo para aplicações de Internet das


Coisas (IoT), com grande capacidade de processamento, design modular e fácil
configuração.

É um equipamento utilizado para fazer a interface com elementos em campo


permitindo sua supervisão, controle e visualização, através da recepção e transmissão de
dados em via redes celulares, ethernet ou Wi-Fi, possibilitando a digitalização de
medidores, transformadores, religadores, inversores, painéis elétricos, controladores e
demais elementos do setor de utilidades, indústria e agricultura

O NG 41 oferece três opções de configuração para mais flexibilidade:

• Via Gestor Online V2COM 100% remoto, modo de comunicação WAN e porta
de conexão com servidor e IP.

• Via Porta Serial, com software configurador local e parâmetros das portas
seriais alteráveis com os equipamentos em campo.

• Via Ethernet, com acesso IP ou diretamente pelo PC.

3.1.1.1. Especificação Técnica

• Conectividade: 2G, 3G, 4G (LTE) ou ethernet

• Alimentação: Tensão de entrada: 8 – 40 VDC

• Processador: ARM Cortex A7 1.3 GHz

• Modem: Qualcomm LTE Categoria 4

• Memória: 4GB Flash e 2GB RAM, sendo 256MB/128MB disponível para


aplicações

• Interface WAN:

o LTE FDD: Band 1/2/3/5/7/8/28

o LTE TDD: Band 38/40

o WCDMA: Band 1/2/5/8

o GSM: 850/900/1800/1900MHz

• Conector SMA para antena externa tipo bastão ou base magnética

• Multi-operadora: 2 SIM Cards padrão 3FF – MicroSIM

• Portas Seriais: RS232 ou RS485


19
• Portas de I/O – 6 de propósito geral isoladas

• Portas USB: Duas portas USB B (padrão e micro). Suporta USB Host e
Device

• Ethernet RJ45

• Conexão de cabo Ethernet 10/100 Mbps

• Conexão de hub ou switch para múltiplas portas

• WiFi opcional – via dongle a ser conectado na porta USB

• GPS opcional

Figura 24 – Vista traseira do NG41

Figura 23 – Vista superior do NG41


Figura 25 – Vista frontal do NG41

20
3.1.2. NGS42

O módulo de comunicação NGS 42 fornece a comunicação de longa distância de


equipamentos de campo com os servidores on premisse ou nuvem. Possui integração com
as plataformas V2COM ou de terceiros com reconhecimento automático e transmissão
permanente das informações programadas (envio de mensagens assíncronas) quando
habilitado em campo.

O NGS 42 pode estabelecer comunicação 4G, 3G, 2G ou via ethernet; permitindo


configuração remota e possui também capacidade para atualização de firmware via OTAP
(Over-the-Air-provisioning).

O NGS42 é uma evolução do equipamento NG41 que foi desenvolvido e projetado


para atender as mais exigentes demandas do mercado no que diz respeita a aplicações de
alta criticidade justamente por ter em sua interface duas portas ethernet além do opcional
de antena de diversidade.

Com ele podemos criar uma arquitetura complexa, como por exemplo utilizar uma
de suas ethernets para comunicação com o equipamento de campo (religador ou outro),
utilizar a rede celular para comunicação de dados e a segunda porta ethernet como
contingência via satélite, rádio, etc. Toda essa arquitetura pode ser configurável através
do software de configuração da V2COM.

3.1.2.1. Especificação Técnica

• Conectividade: 4G FDD/TDD, 3G e 2G

• Tensão de entrada: 8V a 40VDC

• Processador: ARM Cortex A7 1.3 GHz

• Modem: Qualcomm MDM 9207

• Memória: RAM: 256MB (2Gb) e Flash: 512MB (4Gb)

• Interface WAN

o LTE FDD: Bandas 1/2/3/4/5/7/8/12/17/28/66

o LTE TDD: Bandas 38/40

o WCDMA: Bandas 1/2/3/4/5/8

o GSM: 850/900/1800/1900MHz

• Antena:

o 1x SMA (externa) para antena celular de padrão 4G/3G/2G

o 1x SMA (externa) para antena Diversity (opcional)

21
• SIM Card: 2x Micro (3FF)

• GPS (opcional)

• Ethernet: 2x RJ45: 2x LAN ou 1x WAN e 1x LAN

• Portas Seriais: RS232 ou RS485

• Sensor temperatura:

o Precisão de 0,5 ºC no range entre 0 a 70 ºC

o Precisão de 1% nas outras temperaturas entre -20 a 90 ºC.

• Gabinete: Alumínio extrudado com laterais em plástico - fixação em trilho


DIN

• Dimensões (L x A x P): 125 mm x 40 mm x 145 mm

• Peso: Aproximadamente 350g

• Temperatura de operação:

o -20 °C a +60 °C alimentação na bateria

o -30 °C a +70 °C com alimentação externa

• Umidade de operação: 0% e 95%

Figura 27 – Vista traseira do NGS42

Figura 28 – Vista frontal do NGS42


Figura 26 – Vista superior do NGS42

22
3.2. Versão de Firmware

O protocolo GGQ é sempre transmitido dentro de um Frame, que identifica o


começo de um pacote, qual mensagem está sendo transmitida e um código de verificação
de erros.

Além disso, a conexão e autenticação com o Axon 7,5 GGQ é feita de maneira
bidirecional, então tanto o servidor quanto o equipamento enviam pacotes contínuos
mantendo a conexão estabelecida sempre ativa.

Outro fator para se considerar é a funcionalidade de modo emergência. Quando


essa funcionalidade estiver habilitada, a troca de dados entre Axon e equipamento é
realizada simultaneamente pelos dois canais de comunicação ativo. Da mesma forma que
o Axon 7,5 GGQ realiza a comparação e posteriormente o filtro entre pacotes recebidos
pelos dois canais, o firmware versão GGQ por sua vez realiza a mesma função pelo lado
do gateway.

Quando executamos a leitura de parâmetros pelo software de configuração


MCIToolkit, é possível verificar a versão de firmware instalada na remota:

Figura 29 – Verificação de versão de FW via MCIToolkit

23
3.3. Cadastros no Axon

As telas referentes aos cadastros de equipamentos com protocolo GGQ são as


mesmas telas de cadastro de equipamentos com protocolo GGO (Axon 4), porém se fazem
necessário a parametrização de algumas particularidades em alguns campos para que
ocorra a comunicação em duplo canal e assim ser reconhecido através das telas de Gestão
GGQ.

Nas telas abaixo, iremos configurar os parâmetros respectivos ao protocolo GGQ:

• Cadastro > Celular > Cadastro de Operadora

• Cadastro > Celular > Cadastro de Plano de Operadora

• Cadastro > Celular > Cadastro de SIMcard

• Cadastro > MCI > Cadastro de MCI

Figura 30 – Menu para cadastro de Operadora e SIMcard

Figura 31 – Menu para cadastro de MCI

24
3.3.1. Cadastros de Operadora, Plano de Operadora e SIMcard

Vamos adotar como exemplo, a lógica de uma remota X que utilizará a rede celular
como canal principal e como contingência ou redundância um BGAN conectado à porta
ethernet.

O segundo canal de comunicação pode ser definido como contingência ou


redundância de acordo com a parametrização realizada na tela de Painel de Controle GGQ
no campo da funcionalidade Modo Emergência, sendo:

• Canal de contingência caso o modo emergência esteja desligado

• Canal de redundância caso o modo de emergência estiver ligado

Em nosso caso onde o BGAN será a contingência do segundo canal de comunicação


do equipamento, devemos realizar o cadastro do SCID do BGAN semelhante ao cadastro
que utilizamos para os SIMcards, começando pelas operadoras e plano de dados das
operadoras:

Figura 32 – Cadastro de operadora para BGAN

Figura 34 – Cadastro de plano de operadora para BGAN


25
Ao realizar o cadastro do SCID do BGAN, o campo Prioridade deve ser
parametrizado de acordo com a lógica de contingência que será adotada para cada
gateway, ou seja, levando em conta qual SIMcard será o principal e qual SIMcard será o
canal de contingência.

Sendo assim, devemos parametrizar o SIMcard da remota X como Máxima


Prioridade e o SCID do BGAN como Mínima Prioridade. Não é necessário que seja
exatamente máxima e mínima prioridade, apenas temos que ter em mente que o canal
principal deve ter sempre uma prioridade superior ao canal de contingência.

Figura 36 – Cadastro de SIMcard como canal principal

Figura 37 – Cadastro de SCID do BGAN como canal principal

Obs.1: Para rede satélite ou BGAN, deve se cadastrar o número do SCID.

Obs.2: Para rede cabeada ethernet, deve-se utilizar o número serial do gateway
no campo ICCID/SCID.

26
3.3.2. Cadastros de MCI

Os equipamentos com protocolo GGQ serão visualizados na tela Gestão GGQ >
Status dos Dispositivos. Para que o Axon identifique quais equipamentos serão
autenticados nesse protocolo, é necessário que o cadastro seja um pouco diferente do
padrão utilizado com protocolo GGQ.

Figura 38 – Cadastro de MCI

Campo 1 – Número de Série

Nesse campo, devemos informar o número de Patrimônio ou Asset Number


configurado na remota. Esse campo é o principal ponto onde o Axon faz a diferenciação
entre os equipamentos GGO e GGQ e disponibiliza a visualização dos dados do
equipamento na tela correspondente.

Geralmente, esse campo está configurado com o padrão de número de série da


V2COM que será especificado abaixo, porém é possível realizar a personalização (sob
consulta) para o número de patrimônio do cliente.

27
O padrão V2COM para Número de Patrimônio é composto da seguinte forma:

• Total de 16 caracteres;

• Numeração se inicia com uma sequência de seis zeros;

• Na sequência, temos os 3 dígitos referentes ao código do produto

• Finaliza com 7 últimos dígitos do Serial Number da remota

Exemplo de Número de Patrimônio para NG41, onde o código do produto é 969:

Serial Number: 0107898922479690210003204

Asset Number: 0000009690003204

Exemplo de Número de Patrimônio para NGS42, onde o código do produto é 977:

Serial Number: 0107898922479775210000070

Asset Number: 0000009770000070

Para verificar o número de patrimônio cadastrado na remota, basta executar o


comando GET_ASSET_NUMBER com o auxilio do MCIToolkit. Se o número não estiver no
padrão mencionado acima, é necessário alterá-lo para o padrão com o comando
SET_ASSET_NUMBER 0000009690003204 (conforme número de patrimônio).

Figura 39 – Consulta de número de patrimônio com o MCIToolkit


28
Campo 2 – Nome do Firmware

Nesse campo, devemos informar o número de Serial Number ou número de série


do equipamento que está localizado na etiqueta da Anatel, na tampa do equipamento.

Campos 3, 4 e 5 – SIMcards

Nesse campo, devemos associar os SIMcards correspondente ao que iremos utilizar


no gateway. Para que seja possível associar os SIMcards, é necessário que os mesmos já
tenham sido cadastrados previamente conforme orientado nesse documento.

Para facilitar a organização, é aconselhado que seja associado o SIMcard 1 para a


bandeja 1, SIMcard 2 para a bandeja 2 e SIMcard 3 para comunicação ethernet, porém se
esse padrão não for adotado, a comunicação irá funcionar normalmente.

Após todo cadastro ser realizado corretamente, seguindo as orientações acima,


será possível visualizar o status de comunicação do gateway em tempo real na tela Gestão
GGQ > Status dos Dispositivos.

Figura 40 – MCI sendo visualizado na tela de Status dos Dispositivos

29
3.3.3. Configuração do Gateway

Para garantir a redundância de canais, é importante que cada canal de comunicação


tenha um IP de acesso ao Axon diferente podendo ser definido via NAT ou VPN.

Ao ler os parâmetros do gateway através do MCIToolkit, podemos observar que


existem dois parâmetros para a configuração de servidor, switch-3g-server e switch-eht-
server.

switch-3g-servers

Parâmetro com IP e porta do Axon 7,5 para conexão do canal de comunicação da


rede celular.

switch-eth-servers

Parâmetro com IP e porta do Axon 7,5 para conexão do canal de comunicação da


rede ethernet (BGAN, Rádio, etc.)

Figura 41 – Leitura de parâmetros do gateway


30
4. Aplicação – Modo Emergência

Temos duas possibilidades de atuar com o protocolo GGQ no Axon 7,5 utilizando
dois canais de comunicação, sendo modo emergência ligado e modo emergência desligado.

A diferença entre eles é que quando o modo de emergência está ligado, passamos
a utilizar os dois canais trafegando dados ao mesmo ou tempo, ou seja, com uma
redundância de comunicação.

Quando o modo emergência está desligando, passamos a trafegar os dados pelo


canal principal, que definimos anteriormente como alta prioridade, sendo que o segundo
canal só irá começar a trafegar os dados em caso de perda de comunicação do primeiro
canal, se tornando dessa forma uma contingência de comunicação.

4.1. Modo Emergência Desligado

Por padrão, o modo de emergência é definido como desligado, dessa forma


utilizando comunicação de contingência:

Figura 42 – Modo Emergência Desligado


31
Uma vez que a remota conseguir estabelecer a conexão com o Axon e se autenticar,
será possível verificar na tela Gestão GGQ > Status dos Dispositivos com qual canal de
comunicação a conexão está ativa, assim como alguns detalhes da comunicação.

Figura 43 – Comunicação com o Modo Emergência Desligado

Dados de conexão disponíveis:

• Número de SIMcard conectado (ICCID ou SCID);

• Status da conexão (ONLINE ou OFFLINE);

• Data e hora que a conexão foi verificada via troca de mensagens

• IP e Porta da conexão atual

• Latência – esse tempo é atualizado quando tem trafego, keep-alive ou


comunicação com equipamento em campo.

Figura 44 – Detalhes da comunicação estabelecida

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4.2. Modo Emergência Ligado

A partir do momento que ligamos o modo emergência, o Axon 7,5 utiliza o protocolo
de comunicação GGQ para enviar uma mensagem de aviso ao gateway, configurando o
modo de comunicação redundante através dos dois canais de comunicação configurados
(celular e ethernet).

Com esse modo habilitado, todos os pacotes de dados são enviados


simultaneamente tanto pelo canal de comunicação principal (celular) quanto pelo canal de
comunicação secundário (ethernet) garantindo que nenhum dado seja perdido.

Também com essa redundância, não temos delay de informação uma vez que os
pacotes chegam pelos dois caminhos. O Axon por sua vez, realiza uma comparação dos
dados recebidos pelos dois canais e ao verificar que os dois estão completos, realiza um
filtro por ordem de recebimento, descartando o pacote que chegou depois.

Se por exemplo o Axon identificar que o pacote recebido primeiro está corrompido
e o pacote recebido depois está completo, ele faz o descarte do primeiro pacote
processando apenas a informação do segundo pacote.

Obs.: Com o Modo Emergência Ligado há um maior consumo de dados uma vez
que a comunicação está ocorrendo simultaneamente pelos dois canais.

Figura 45 – Modo Emergência Ligado


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Se por exemplo o Axon identificar que o pacote recebido em segundo está completo
e o pacote recebido primeiro está corrompido, ele faz o descarte do primeiro pacote
processando a informação apenas do segundo pacote.

Quando o modo emergência está ligado, é possível verificar na tela Gestão GGQ >
Status dos Dispositivos que os dois canais de comunicação estão online

Figura 46 – Comunicação com o Modo Emergência Ligado e dois canais de comunicação ativos

Da mesma forma que visualizamos os dados de conexão com o modo de


emergência desligado, também visualizamos os dados de conexão dos dois canais ativos:

• Número de SIMcard conectado (ICCID ou SCID);

• Status da conexão (ONLINE ou OFFLINE);

• Data e hora que a conexão foi verificada via troca de mensagens

• IP e Porta da conexão atual

• Latência – esse tempo é atualizado quando tem trafego, keep-alive ou


comunicação com equipamento em campo.

Figura 47 – Detalhes da comunicação estabelecida

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