0% acharam este documento útil (0 voto)
46 visualizações16 páginas

Guiadoprofessor

O documento discute a crescente falta de interesse dos estudantes pela Matemática, atribuindo isso à falta de atratividade dos conteúdos e à influência da tecnologia. Propõe a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras como uma metodologia inovadora que promove o aprendizado colaborativo e o desenvolvimento de habilidades práticas. Além disso, enfatiza a importância da preparação coletiva e do envolvimento dos professores e pais para estimular o gosto pela Matemática entre os alunos.

Enviado por

felix110
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
46 visualizações16 páginas

Guiadoprofessor

O documento discute a crescente falta de interesse dos estudantes pela Matemática, atribuindo isso à falta de atratividade dos conteúdos e à influência da tecnologia. Propõe a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras como uma metodologia inovadora que promove o aprendizado colaborativo e o desenvolvimento de habilidades práticas. Além disso, enfatiza a importância da preparação coletiva e do envolvimento dos professores e pais para estimular o gosto pela Matemática entre os alunos.

Enviado por

felix110
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

2

O interesse pela Matemática


nos dias de hoje
Carlos de Melo Vasque Junior
Atualmente, os estudantes estão cada vez menos interessados em aprender e não
se concentram nas explicações dos professores, além de não apresentarem um
comprometimento com seus estudos, e consequentemente não adquirem um
aprendizado satisfatório.
Este tipo de comportamento dos estudantes normalmente está aliado a dois fato-
res: normalmente os conteúdos passados são considerados pouco atrativos para a
sua realidade e assim sendo não despertam interesse e vontade em aprender e tam-
bém devido à tecnologia, que cada vez mais toma conta do cotidiano dos jovens e
por muitas vezes está distante da prática pedagógica.
O ensino, inclusive de Matemática, passa constantemente por transforma-
ções que estão além de o que ensinar (que deve ter uma base sólida), mas
principalmente como ensinar (quais recursos e metodologias apropria-
dos), e alguns professores acabam por não se atualizar, algumas vezes

com o sistema educacional não buscam capacitar-se para mudar a


forma de como ensinar. Com a reestruturação do cenário tecnológico
na última década, onde temos um acesso a tecnologias diversas mui-
to facilmente e também das realidades emocionais e de valores que
presenciamos é necessário repensar a forma de ensinar e aprender,
onde têm-se que haver uma mescla de dois modos, um em que o
ensino seja baseado em teorias e aprende com solidez desde a base
até aplicações que muitas vezes não se relacionam com uma contextu-
alização imediata, até o modo onde o ensino deve ser visto como uma
ferramenta para desenvolver o pensamento e também para resolu-
ção de problemas do cotidiano.
Como já dizia Galileu Galilei (1564 – 1642) , “A matemática é o alfabeto com que
Deus escreveu o mundo”, e entendendo os princípios básicos da matemática conse-
guimos entender e resolver melhor os problemas existentes.

como é importante no mundo em que vivemos acontecer a interação entre os


diferentes saberes para que coletivamente chegue-se a resposta e solução de de-
terminados problemas que individualmente não seria fácil, pois concordamos com
Henry Ford (1863 – 1947) “Nada é difícil se for dividido em pequenas partes”.

3
Uma ferramenta
muito importante

gógica poderosa que tem auxiliado a formação de uma nova rota educacional em

fundamental ou médio (podendo também incluir alunos dos anos iniciais do ensino
superior), com o objetivo de incentivar e encontrar talentos nas diversas áreas de
conhecimento. Elas são muito diversas e atualmente no Brasil temos várias olimpí-
adas nas mais diversas áreas do conhecimento, sendo que algumas consistem de
provas teóricas, outras consistem em fazer programas, experimentos, e até mesmo
debates.
A realização das olimpíadas e atividades envolvidas nas mesmas se tornam impor-
tantes, pois se mostram uma oportunidade para o estudante se aprofundar em um
assunto que lhe interesse. Treinar o raciocínio, aprender mais sobre programação,
entender como “funciona” a vida, como são os seres vivos e como é o seu corpo, en-
tender o mundo invisível dos átomos e de como eles se organizam para formar tudo
o que vemos ao nosso redor, conhecer as características dos lugares e do que está
acontecendo em nosso planeta, saber a história de nosso país, compreender as leis
da Física que regem todo o nosso universo e quem sabe até construir um robô.
As olimpíadas também trazem a oportunidade de concorrer a bolsas de estudo em
instituições privadas, conhecer professores das principais universidades do país,
destaques em competições internacionais, diretores e professores de escolas que
são destaques no Brasil e até mesmo ser aceito em uma instituição de ensino no ex-
terior, pois as chances dos candidatos aumentam se o mesmo for premiado em uma
olimpíada internacional, indo representar o Brasil no exterior, e até mesmo, sendo
um dos destaques nas competições brasileiras.

4
Por que participar da Olimpíada
Internacional Matemática
SEM FRONTEIRAS?
Neste contexto a Olimpíada Internacional Matemática
Sem Fronteiras propõe uma metodologia atual e ao mesmo
tempo inovadora no meio educacional, pois oferece uma
forma de resolver os problemas voltada a realidade atual,
onde os estudantes podem utilizar de recursos tecnológicos
para consultar e buscar caminhos e indicativos para a solução, além
do papel primordial e indispensável de interação entre os membros dos grupos,
para juntos chegarem numa solução aos problemas apresentados, sendo
que cada estudante colabora com o que tem de conhecimentos e juntan-
do o conhecimento de todos conseguem resolver as situações apresen-
tadas.
Se tratando dessa olimpíada, não há como negar que a mesma é dife-
renciada das demais, principalmente quanto ao seu formato e forma de
aplicação. Por se tratar de uma prova coletiva, a mesma oferece a opor-
tunidade de além de alcançar os objetivos conceituais, procedimentais,
e atitudinais que todas as olimpíadas oferecem, trabalhar conceitos e situ-
ações que envolvam, sistematização do trabalho coletivo, respeito às opiniões
contrárias, argumentação, troca de ideias e outras.
Mas para alcançar todo o potencial que a atividade possa oferecer, a comunida-
de escolar não pode se esquecer que o foco principal do trabalho está alicerçado

orientador, coordenador ou diretor, propiciar o ambiente necessário para que a


Matemática Sem Fronteiras seja um instrumento não apenas de competição, mas
uma poderosa ferramenta pedagógica na comunidade escolar.

paração dos estudantes, para observação por parte dos coordenadores locais da
olimpíada, professores envolvidos e toda a comunidades escolar inserida na aplica-
ção da prova.

5
Preparação
Antes da preparação, o estudante deve ser
instigado a participar da olimpíada, e para
isso nada melhor que o convencimento
de um professor apaixonado pela ques-
tão, pois com certeza argumentos para tal
professor não faltarão. Então, sugerimos
aos professores que comuniquem todos os
fatos e avisos sobre a olimpíada das mais varia-
das formas: oralmente, cartazes, rede sociais, etc.
Assim como alguém que quer vender um produto,
venda a ideia da olimpíada e não se esqueça de vender a
ideia aos pais ou responsáveis, pois são os principais aliados que podemos ter.
Com certeza todos os professores sabem que uma boa preparação é essencial para
uma participação razoável em qualquer esporte e não seria diferente em uma olim-
píada de matemática ou de outra área do conhecimento. Quanto maior o preparo,
maiores as chances de bons resultados, e quando falo de resultados não estou me
referindo apenas em ganhar medalhas, troféus ou credenciamentos, mas estou me
referindo em algo muito maior, que transcende qualquer premiação material: O
GOSTAR DA MATEMÁTICA , isso mesmo, como educadores da matemática ou áreas

aquela ideia que a maioria tem que empurrar com a barriga pois não usarão a ma-
temática no seu futuro próximo ou distante, levando nosso país cada vez mais para
uma situação de analfabetismo matemático. Uma prova individual e totalmente
abstrata não seria a melhor situação para solucionar esse problema, e contrapondo
esse fato temos na Matemática sem Fronteiras o estopim para uma explosão de
mudanças no problema tratado.
Vamos pensar um pouco, se a prova é coletiva, logo seu preparo tem que ocorrer
da mesma forma, e sendo coletiva não podemos pensar apenas nos estudantes de
ponta (no sentido da matemática), pois todos estarão participando, pois não de-
vemos nos esquecer que a prova pertence a turma ou classe, como vocês queiram
chamar, ou seja, não poderíamos comparar essa prova a uma maratona, onde o
corredor corre quilômetros e mais quilômetros e cujo resultado está condicionado

nas sobre si. NÃO, a Matemática sem fronteiras é COLETIVA , e quando se trata de
coletividade, o preparo de todos se torna essencial, do atacante ao defensor, ou se
tratando da matemática, daquele que tem facilidade com ela até aos que não mor-
rem de amor por ela.

6
Sem menosprezar os momentos de individualismo, pois os mesmos são necessários,
o ambiente de coletividade é poderoso, pois nele os mais rápidos tem que esperar
os mais lentos, os mais fortes têm que fortalecer os mais fracos, os mais velhos ensi-
nar os mais jovens, os mais jovens segurar os mais velhos e assim por diante. Quan-
do se trata da busca do conhecimento não pode ser diferente, pois temos estudan-
tes diferentes, mas cada um deles é uma das parcelas que constituem uma soma.
Por isso destacamos que o ambiente de preparação tem que propiciar a troca de
ideias, de maneira bilateral, independente do certo e do errado, pois o que seria de
um estudante se o mesmo não estivesse aberto ao fracasso e ao erro. Para o erro
temos duas ferramentas perfeitas, conhecidas como lápis e borracha e com ambas
podemos errar e apagar quantas vezes for necessário. Quando tratamos do erro no
coletivo, se encaminhado da forma correta, o mesmo perde parte de seu peso, pois
será dividido entre todos os indivíduos, assim também como o mérito do acerto.
Organize grupo de estudo e não cursinhos preparatórios. Nada contra os cursinhos,
pois os mesmo tem sua funcionalidade, mas exibem uma realidade que já existe.
Por sua vez, um grupo de estudos permite um processo dinâmico, onde a troca se
faz de forma obrigatória, onde todos podem ensinar e aprender. Em um grupo de
estudos cabe ao professor selecionar e organizar o material (problemas, fontes,
jogos e outros), organizar o tempo, selecionar o formato dos grupos e obviamente
socorrer os estudantes em suas dúvidas matemáticas, pois com a dúvidas surge o
aprendizado.
Abaixo seguem algumas fotos com grupos de estudos formados por estudantes do
6º ao 9º ano .

balhar
com os mais variados tipos de problemas matemáticos e resolver provas
dos anos anteriores.
7
Organização
da turma
Prepare a turma para a realização da prova, pois a mesma exige uma dinâmica espe-
cial, uma vez que a olimpíada é resolvida coletivamente. Diferentes alunos e grupos
pensando em um mesmo problema, com certeza gerarão diferentes resultados e
resoluções. Nesse momento tem-se a oportunidade de trabalhar a argumentação
matemática, com o aprimoramento de discussões e o aperfeiçoamento do deba-
te, e tal ambiente não pode ocorrer em meio ao caos e muito menos cercado por
imposições externas. Para que isso não ocorra, sugerimos a organização de uma
assembleia onde os estudantes possam decidir como efetuar a prova, escolher os
redatores, como se dará a apresentação dos resultados e escolha na ocasião de
divergências.
Abaixo seguem algumas fotos de assembleias organizadas por estudantes do 7º e
8º ano, na semana anterior a aplicação da olimpíada Matemática sem Fronteiras.

8º ano para organização das equipes de trabalho. Este movimento foi realizado
uma semana antes da aplicação da prova e aqui os estudantes efetuam a organi-

8
O dia
da prova
Tendo uma sólida preparação e uma organização efetiva, a turma terá todas as possi-
bilidades para desempenhar uma prova dentro dos padrões aceitáveis, independente
do ganho de medalhas, pois o melhor resultado poderá ser analisado pelo professor
que acompanha diariamente estes estudantes, no que se diz respeito a evolução dos
mesmos de uma forma generalizada. Abaixo seguem imagens dos estudantes reali-
zando a prova e peço para observarem o ambiente dinâmico e coletivo proporciona-
do pela Matemática sem Fronteiras.

observar as diferentes estratégias das equipes na busca da solução dos problemas


e como esta olimpíada valoriza o trabalho em equipe.

9
Finalização
da prova
É claro que diferentes grupos de trabalho poderão chegar a respostas ou resoluções
diferentes. É neste momento que os estudantes terão a oportunidade de apresentar
e debater sobre as resoluções encontradas. Caso haja indecisão entre duas ou mais
respostas existe a possibilidade de colocar as mesmas em votação seguindo o prin-
cípio democrático da escolha da maioria.
Devo ressaltar que em algumas ocasiões presenciei a opção da resolução errada por
parte da maioria, mas tal situação abre uma belíssima oportunidade para após a

Abaixo seguem imagens da apresentação e defesa das resoluções desenvolvidas


para a escolha dos desenvolvimentos mais apropriados na visão coletiva da turma.
Essa defesa deve ocorrer de acordo com o que foi organizado na assembleia e inter-
mediado pelo professor, pois devemos nos lembrar que vários conceitos de coletivi-
dade ainda estão em construção, dependendo da idade dos participantes.

para posterior votação caso seja necessário.

10
Na visão
dos estudantes
Seguem abaixo relatos de quatros estudantes que participaram da Olimpíada

estudantes na participação da mesma.

Relato 1
Meu nome é Giuliane Fuzetto Paschoal, hoje, com 15
anos estou no 2º ano do Ensino Médio, mas tive o privilé-
gio de durante os anos de 2014 e 2015, nos meus respecti-
vos 8º e 9º anos, de participar da Olimpíada Internacional
Matemática Sem Fronteiras, inclusive recebendo as meda-
lhas de prata e bronze.
Um dos meus aspectos favoritos em relação a essa prova é
o fato de ela ser coletiva, logo, separávamos boa parte da
manhã para sua realização. Dividíamo-nos em grupos de
4 a 6 pessoas com uma quantidade de questões para cada

famosa frase de que várias cabeças pensantes raciocinam


melhor que apenas uma, característica única dessa pro-
va, uma vez que todas as outras olimpíadas de que eu já
participei foram individuais. A partir do momento em que
os grupos terminassem as questões propostas, um aluno escolhido ia ao quadro da sala

observações e as correções necessárias. Depois um aluno era escolhido para passar a

nos dois anos. Em se tratando das questões de língua estrangeira, aqueles alunos que

anos escolhemos o idioma inglês. Obviamente existiam aquelas questões que nós não
conseguíamos resolver, mesmo assim, registramos o nosso raciocínio no gabarito.

Olimpíada era ansiosamente esperado e aproveitado, e a sensação era triplicada no dia


da premiação realizada na escola, quando todas as turmas que participaram da prova
juntamente com nossos pais se encontravam na quadra para receber a medalha como

ção, as medalhas, a foto da turma na premiação e as lembranças de uma prova diferen-


te de todas as outras.
11
Relato 2

Relato 2
A prova matemática sem fronteiras (mathématiques
sans frontières) é uma competição internacional em
equipes e interclasses para estudantes de ensino fun-
damental e médio. Criada na França e aqui no Brasil é
organizada pela Rede POC(Rede do programa de olim-
píadas de conhecimento) reúne mais de nove mil escolas
e duzentos mil alunos. A prova é de dez questões para o
ensino fundamental e treze para o ensino médio, muito
tranquila, um momento em que posso compartilhar co-
nhecimento e diferentes opiniões com os meus colegas
da sala de aula, desenvolver habilidades de trabalho em
equipe, engrandecer o estudo de outros idiomas além de
estimular o estudo da matemática e a importância do
mesmo.

A prova é entregue a sala, então, a mesma se organiza em duplas, trios, ou a classe inteira e

parte em que nos organizamos, assim trabalho com outras pessoas e vejo o quão diferente,
nós humanos, pensamos em uma mesma resolução, além de que aumento o convívio com os
meus colegas e assim abrimos uma grande discussão com anotações no quadro onde todas
as opiniões e resoluções são levadas em consideração. Logo depois, juntos acrescentamos no
cartão-resposta a solução de cada questão.

A partir de resultados internacionais temos a oportunidades de participar de competições


mundiais, como Quanta e IYMC, foi em um desses resultados que tive a oportunidade de viajar

uma convenção que reúne participantes de diferentes lugares do mundo para realizar provas

experiência de estar do outro lado do mundo, o descobrimento de novas culturas e claro a rele-
vância da matemática em nossa vida.

em várias situações cotidianas, sendo que a mesma nos proporciona alcançar e viver experi-
ências inimagináveis, portanto compreendo a grande importância do estudo e estimulo da
matemática em nossas vidas.

12
Relato 3
A olimpíada matemática sem fronteiras tem o seu diferencial
pela proposta de ser realizada coletivamente, dependendo da
cooperação de toda a turma para obter um bom resultado.
Logo, quando a realizei, junto aos meus colegas, dividimos
as funções, montando pequenos grupos, um para a tradução
da questão em inglês, outros destinados a fazer exercícios, de
modo que no mínimo cada questão fosse feita por duas pesso-
as para poderem discutir os caminhos e as estratégias a serem

cada questão feita, revendo os cálculos e tirando as provas


reais ou refazendo de outra maneira para ver se as respostas
batiam, e por último tinha o grupo que passava tudo a limpo,
organizando todas as folhas. Eu gostei muito desta proposta,
pois foge da ideia de uma competição, e oferece justamente o
trabalho em conjunto de forma que seja necessário pensar em
estratégias para que cada aluno possa participar explorando
sua melhor habilidade.

Além de ter sido uma prova que uniu minha turma, também oportunizou a nossa ida para a
Índia, já que foi a partir dela que conseguimos as credencias para o Quanta. Ou seja, a Olim-
píada matemática sem fronteiras abriu portas para mim e através dela vivi experiências que
mudaram meu modo de pensar e de ver minha realidade e os planos para o futuro.

Relato 4
A Olimpíada de Matemática Sem Fronteiras tem como principais objetivos nos aproximar com
o estudo da matemática, mostrar a importância das línguas
modernas e promover o trabalho cooperativo. É uma prova em
que todos os alunos fazem em conjunto. Estive participando des-
ta Olimpíada três vezes e este ano será a quarta vez. Em nossa
escola, cada turma (do 6° ao 9° ano) tem um professor que nos

sável pela organização dos grupos, por separar as provas para


que cada conjunto de alunos tenha e não falte. Fico responsável
pelo horário também, para nada sair do controle e nós conse-
guirmos terminar a tempo. Sou muito rigorosa nessa questão de
organização e acho isso muito importante. Quando terminamos

cada grupo colocou e como nós pensamos para chegar naquele

cação de mais três alunos para me ajudarem a preencher a folha


13
CRÉDITOS DA PUBLICAÇÃO
Coordenação:
Ozimar da Silva Pereira
Texto:
Carlos de Melo Vasque Junior
Revisão:
Ozimar da Silva Pereira
Editoração:
Cesar Augusto de Lima Junior
Contato com a redação:
[email protected]

WhatsApp: (11) 94250.2357

www.matematicasemfronteiras.org
www.redepoc.com

Redes Sociais:
/RedePOC
/redepoc
@rede.poc

Carlos de Melo Vasque Junior é coordenador regional da Olimpíada Internacional Matemática sem
Fronteiras em Campo Grande/MS e colaborador da Rede POC.
Nascido em 27 de agosto de 1981 é licenciado e bacharel em Física pela Universidade Federal do
Mato Grosso do Sul. Professor-tutor de classes várias vezes premiadas em diversas olimpíadas,
atualmente leciona Matemática na Escola Gappe em Campo Grande e é docente efetivo da rede
estadual do MS.

visando a estimular o interesse dos professores pela Ciência e Tecnologia.


Contato: [email protected]
14
15
16

Você também pode gostar