Dompms - 3364
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Gestão 2024-2026
Procurador-Geral de Justiça
Romão Avila Milhan Junior
Procurador-Geral Adjunto de Justiça Jurídico
Alexandre Magno Benites de Lacerda
Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Administrativa
Nilza Gomes da Silva
Procurador-Geral Adjunto de Justiça Institucional
Humberto de Matos Brittes
Procuradora-Geral Adjunta de Justiça Legislativa
Camila Augusta Calarge Doreto
Corregedor-Geral do Ministério Público
Helton Fonseca Bernardes
Corregedor-Geral Substituto do Ministério Público
André Antônio Camargo Lorenzoni
Ouvidor do Ministério Público
Renzo Siufi
Chefe de Gabinete do Procurador-Geral de Justiça
Luiz Gustavo Camacho Terçariol
Secretária-Geral do MPMS
Bianka Karina Barros da Costa
Procurador de Justiça Sergio Luiz Morelli Procurador de Justiça Adhemar Mombrum de Carvalho Neto
Procurador de Justiça Mauri Valentim Riciotti Procurador de Justiça Gerardo Eriberto de Morais
Procurador de Justiça Olavo Monteiro Mascarenhas Procurador de Justiça Luis Alberto Safraider
Procuradora de Justiça Irma Vieira de Santana e Anzoategui Procuradora de Justiça Sara Francisco Silva
Procuradora de Justiça Nilza Gomes da Silva Procuradora de Justiça Lenirce Aparecida Avellaneda Furuya
Procurador de Justiça Silvio Cesar Maluf Procuradora de Justiça Mara Cristiane Crisóstomo Bravo
Procurador de Justiça Antonio Siufi Neto Procurador de Justiça Helton Fonseca Bernardes
Procurador de Justiça Evaldo Borges Rodrigues da Costa Procurador de Justiça Paulo Cezar dos Passos
Procuradora de Justiça Marigô Regina Bittar Bezerra Procurador de Justiça Rodrigo Jacobina Stephanini
Procurador de Justiça Belmires Soles Ribeiro Procurador de Justiça Silasneiton Gonçalves
Procurador de Justiça Humberto de Matos Brittes Procurador de Justiça Sergio Fernando Raimundo Harfouche
Procurador de Justiça João Albino Cardoso Filho Procuradora de Justiça Ana Lara Camargo de Castro
Procuradora de Justiça Lucienne Reis D’Avila Procurador de Justiça André Antônio Camargo Lorenzoni
Procuradora de Justiça Ariadne de Fátima Cantú da Silva Procuradora de Justiça Filomena Aparecida Depolito Fluminhan
Procurador de Justiça Francisco Neves Junior Procurador de Justiça Rogerio Augusto Calabria de Araujo
Procurador de Justiça Edgar Roberto Lemos de Miranda Procuradora de Justiça Vera Aparecida Cardoso Bogalho Frost Vieira
Procurador de Justiça Marcos Antonio Martins Sottoriva Procurador de Justiça Marcos Fernandes Sisti
Procuradora de Justiça Esther Sousa de Oliveira Procurador de Justiça Silvio Amaral Nogueira de Lima
Procurador de Justiça Aroldo José de Lima
EXPEDIENTE EXTERNO:
De 2ª a 6ª feira, das 12 às 19 horas.
DISQUE DENÚNCIA
Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais
(67) 3318-2014 e-mail: caocrim@[Link]
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PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA
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COORDENADORIA DE LICITAÇÕES
Justificativa: Adjudicação e Homologação tendo em vista o menor preço ofertado, nos termos do Edital.
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SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
EXTRATO DE NOTIFICAÇÃO
Processo de Gestão Administrativa n° 09.2024.00012871-0
Notificada: Condor Turismo Ltda, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ n° 02.964.393/0001-89, com
sede na Rua Euclides da Cunha, n° 695, Jardim dos Estados, Campo Grande/MS - CEP: 79.020-230, fica intimada a
apresentar recurso administrativo no prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis, contados desta publicação, nos termos do
artigo 30, da Resolução n° 30/2024-PGJ, em face da decisão que lhe aplicou sanção de advertência, nos termos do artigo
156, I, da Lei Federal nº 14.133/2021, em decorrência de condutas praticadas no âmbito do Pregão Eletrônico nº
90010/PGJ/2024. O recurso deverá ser dirigido à autoridade que proferiu a decisão a ser recorrida e protocolado
eletronicamente para o e-mail sead@[Link] ou presencialmente na Divisão de Protocolo-Geral e Arquivo do
edifício-sede da Procuradoria-Geral de Justiça, localizada na Rua Presidente Manuel de Campos Salles, 214, Bairro
Jardim Veraneio, Campo Grande/MS, durante o horário de expediente das 12h às 19h. Transcorrido o prazo para
apresentação de recurso sem manifestação, a sanção será aplicada definitivamente e registrada no Sistema de
Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), ou em outro que porventura venha a substituí-lo. Os autos terão
continuidade independentemente do comparecimento ou manifestação da contratada, assegurando-se o contraditório e
ampla defesa. Caso haja interesse na obtenção de cópia reprográfica ou digital do processo administrativo vinculado ao
instrumento contratual, deverão ser atendidas as disposições da Ordem de Serviço n° 01/2022-PGJ, de 21 de fevereiro de
2022, disponível em [Link] Eventuais dúvidas poderão ser dirimidas
na Secretaria de Administração do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul pelo telefone (67) 3318-8913,
no horário de expediente das 12h às 19h, ou pelo e-mail sead@[Link]. Nada mais.
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CAMPO GRANDE
EDITAL Nº 0022/2025/18PJ/CGR
INQUÉRITO POLICIAL Nº 08.2025.00009530-5
EXTRATO DE DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
A 18ª Promotoria de Justiça de Campo Grande-MS, nos termos do disposto no art. 5º, § 2º, da Resolução nº
43/2023-PGJ, de 24 de novembro de 2023, comunica a decisão de arquivamento dos autos do Inquérito Policial nº
0933032-21.2024.8.12.0001, em que constam como vítima BISMARQUE LOPES DE LIMA, conforme se transcreve:
"Ante o exposto, e pelo que mais do Inquérito Policial consta, o MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, com fundamento
nos Artigos 18 e 28 do Código de Processo Penal, requer o ARQUIVAMENTO do presente feito, no que tange o
homicídio tentado contra a vítima BISMARQUE LOPES DE LIMA, resguardando a possibilidade de reabertura das
investigações, caso surjam novos indícios ou suspeitas", informando ainda que, caso queira, poderá interpor recuso para
a 18ª Promotoria de Justiça da Comarca de Campo Grande/MS, no prazo de 30 dias.
EDITAL Nº 18/2025.
A 26ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico, Cultural, Habitação e Urbanismo da
Comarca de Campo Grande/MS, torna pública a instauração do Procedimento Administrativo que está à disposição de
quem possa interessar na Rua São Vicente de Paula, 180, Bairro Chácara Cachoeira.
Inquérito Civil nº: 09.2025.00005986-4
Requerente: Ministério Público Estadual.
Requerido: Município de Campo Grande – MS.
Objeto: Acompanhar a atuação do Município de Campo Grande, com base no poder de polícia administrativa,
no que tange à adoção das providências necessárias em relação ao desenvolvimento de atividades potencialmente
poluidoras pela empresa Uniarla Indústria e Comércio Ltda.
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EDITAL Nº 0005/2025/34PJ/CGR
INQUÉRITO CIVIL Nº 06.2020.00001383-6
EXTRATO DE TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA (TAC)
A 34ª Promotoria de Justiça de Campo Grande-MS, sediada na rua Luiz Freire Benchetrit, 160, bairro Miguel
Couto, em Campo Grande-MS, CEP 79040-140, telefone: (67) 3357-2571/2572, torna pública a celebração de Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC) nos autos do Inquérito Civil nº 06.2020.00001383-6, que estará à disposição de quem
possa interessar no endereço da promotoria acima descrito, bem como o procedimento poderá ser acessado integralmente
via internet, disponível para consulta no endereço eletrônico:
[Link]
COMPROMITENTE: O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL
COMPROMISSÁRIO: SEPRAN PARTICIPAÇÕES LTDA.
OBRIGAÇÕES: (cláusula segunda) obrigação de não realizar qualquer intervenção potencialmente poluidora
na área da propriedade rural, sem a prévia autorização ambiental, (cláusula terceira) obrigação de protocolar junto ao
IMASUL requerimento (carta-consulta) com o fito de regularizar a área de 46,01 hectares de vegetação nativa do bioma
Cerrado no interior do imóvel rural, no prazo de quatro meses, a contar da assinatura deste Termo, (cláusula quarta)
apresentar um PRADA ao órgão ambiental competente, promover o isolamento da área de reserva legal e o isolamento
da área das áreas de preservação permanente e áreas de uso restrito na parte em que necessite de recuperação, mediante
instalação de cerca, (cláusula quinta) pagamento a título de indenização pelos danos ambientais pretéritos e de danos
climáticos, na quantia de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais).
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ANASTÁCIO
EDITAL Nº 0006/2025/PJ/ANC
A Promotoria de Justiça da comarca de Anastácio-MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de Políticas Públicas abaixo especificado, o qual está à disposição de quem possa
interessar, no endereço sito Av. Juscelino Kubitschek, 1445 - Jardim América - CEP: 79210-000 Anastácio/MS.
Procedimento Administrativo de acompanhamento de Políticas Públicas: 09.2025.00005304-8.
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Do Sul.
Assunto: "Acompanhar a adoção, pela Promotoria de Justiça de Anastácio/MS, de medidas preventivas voltadas
ao enfrentamento da violência contra mulher, no ano de 2025, em especial a implementação do Projeto Alô Maria da
Penha".
EDITAL Nº 0007/2025/PJ/ANC
A Promotoria de Justiça da comarca de Anastácio-MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de TAC abaixo especificado, o qual está à disposição de quem possa interessar, no
endereço sito Av. Juscelino Kubitschek, 1445 - Jardim América - CEP: 79210-000 Anastácio/MS.
Procedimento Administrativo acompanhamento TAC: 09.2025.00005125-0.
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Do Sul.
Requeridos: Alcíone Roberto Negri, Alcionir Denilson Negri e Alcides Negri
Assunto: Acompanhar e fiscalizar o cumprimento do TAC celebrado no âmbito do IC n. 06.2024.00000724-0,
cujo objeto é "apurar supressão ilegal de 17,91 ha de vegetação nativa, sem autorização do órgão ambiental competente,
ocorrido na Fazenda Novo Horizonte, CARMS0072712, localizada em Anastácio/MS, de propriedade de Alcinir Denilson
Negri, Alcione Roberto Negri e Alcides Negri."
EDITAL Nº 0008/2025/PJ/ANC
A Promotoria de Justiça da comarca de Anastácio-MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de TAC abaixo especificado, o qual está à disposição de quem possa interessar, no
endereço sito Av. Juscelino Kubitschek, 1445 - Jardim América - CEP: 79210-000 Anastácio/MS.
Procedimento Administrativo acompanhamento TAC: 09.2025.00005097-3.
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Do Sul.
Requerido: Nei Oghino dos Santos
Assunto: Acompanhar o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta firmado nos autos do Inquérito
Civil N. 06.2024.00000723-9, com objeto "Apurar supressão ilegal de 2,55 ha de vegetação nativa, sem autorização do
órgão ambiental competente, ocorrido no Sítio Primavera, CARMS0028379, localizada em Anastácio/MS, de propriedade
de Nei Oghino dos Santos."
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EDITAL Nº 0009/2025/PJ/ANC
A Promotoria de Justiça da comarca de Anastácio-MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de TAC abaixo especificado, o qual está à disposição de quem possa interessar, no
endereço sito Av. Juscelino Kubitschek, 1445 - Jardim América - CEP: 79210-000 Anastácio/MS.
Procedimento Administrativo Acompanhamento TAC 09.2025.00005159-4.
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Do Sul.
Requeridos: Celso Domingos Beneti (arrendatário), Kilza Corrêa Botelho, Fagundes Vanessa Correa Fagundes
da Silva e Tatiana Corrêa Botelho Fagundes Miranda (proprietários).
Assunto: Acompanhar o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta firmado nos autos n.
06.2021.00001435-0, com objeto: "Averiguar a responsabilidade civil do requerido em razão da supressão vegetal sem a
devida licença e da constatação de dano ambiental em área de preservação permanente, na Fazenda Espada".
EDITAL Nº 0010/2025/PJ/ANC
A Promotoria de Justiça da comarca de Anastácio-MS torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de TAC abaixo especificado, o qual está à disposição de quem possa interessar, no
endereço sito Av. Juscelino Kubitschek, 1445 - Jardim América - CEP: 79210-000 Anastácio/MS.
Procedimento Administrativo de acompanhamento de TAC: 09.2025.00005122-8.
Requerente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Do Sul.
Requerida: Publia do Rosário Marin Anderson
Assunto: Acompanhar e fiscalizar o cumprimento do TAC celebrado no âmbito do IC n. 06.2024.00000725-0,
cujo objeto é "Apurar supressão ilegal de 32,52 ha de vegetação nativa, sem autorização do órgão ambiental competente,
ocorrido na Fazenda Senhor Divino Parte, CARMS00445538, localizada em Anastácio/MS, de propriedade de Publia do
Rosário Marin Anderson."
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AQUIDAUANA
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BATAGUASSU
08.2025.00043611-5
EXTRATO DE DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Bataguassu/MS, nos termos do disposto no art. 5º, § 2°, da Resolução
n° 43/2023-PGJ, de 24 de novembro de 2023, comunica a vítima Maria Letícia dos Santos Amarilha, a decisão de
arquivamento do Inquérito Policial dos Autos n° 0800742-30.2025.8.12.0026, conforme se transcreve: "Ante o exposto,
o Ministério Público requer o arquivamento dos autos, ressalvado o disposto no artigo 18 do Código de Processo Penal."
08.2025.00018738-0
EXTRATO DE DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Bataguassu/MS, nos termos do disposto no art. 5º, § 2°, da Resolução
n° 43/2023-PGJ, de 24 de novembro de 2023, comunica o investigado Wesley dos Santos Lima e a vítima/investigada
Lucimara Rodrigues Amorim dos Santos, a decisão de arquivamento do Inquérito Policial dos Autos n° 0800314-
48.2025.8.12.0026, conforme se transcreve: "Ante o exposto, com fundamento e sem prejuízo do disposto no art. 18 do
Código de Processo Penal, o Ministério Público requer o arquivamento do presente procedimento."
[Link] PÁGINA 19
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08.2024.00242405-1
EXTRATO DE DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Bataguassu/MS, nos termos do disposto no art. 5º, § 2°, da Resolução
n° 43/2023-PGJ, de 24 de novembro de 2023, comunica o investigado Carlos Henrique de Oliveira da Silva, a decisão de
arquivamento do Inquérito Policial dos Autos n° 0803608-45.2024.8.12.0026, conforme se transcreve: "Tratando-se de
ação penal de iniciativa privada e tendo transcorrido mais de 06 meses entre a data do fato e a presente sem que a ofendida
tivesse oferecido a devida queixa crime, o Ministério Público requer que seja declarada extinta a punibilidade de Carlos
Henrique de Oliveira da Silva, pelo decurso do prazo decadencial, nos termos do art. 107, inciso IV, do Código Penal,
arquivando-se o feito."
BELA VISTA
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incluindo a necessidade de licitação ou de um processo administrativo formal que comprove o interesse público
devidamente justificado, conforme previsto no artigo 75, inciso I, e no artigo 53 da referida lei;
CONSIDERANDO que a doação de terrenos públicos sem o devido procedimento administrativo e sem
observância das exigências legais afronta os princípios constitucionais e pode configurar ato de improbidade
administrativa, nos termos da Lei n.º 8.429/1992;
CONSIDERANDO que a ausência de procedimento licitatório ou administrativo para doações de terrenos
compromete a transparência e a eficiência na gestão do patrimônio público;
CONSIDERANDO que a Administração Pública, deve, acima de tudo, visar o interesse público e não o interesse
privado, nesse sentido, forçoso reconhecer que o princípio da impessoalidade implica em vedação ao favorecimento de
alguns indivíduos em detrimento de outros, ou vice-versa;
CONSIDERANDO a atuação do Ministério Público em relação à expedição de recomendações, no exercício do
dever de ofício, como medida de garantia da sociedade e legítimo mecanismo de promoção dos direitos fundamentais
individuais e coletivos, sem prejuízo da preservação da independência funcional assegurada constitucionalmente a seus
membros;
CONSIDERANDO que, nos termos do artigo 2º, § 4º, da Resolução n. 3/2021-CPJ, de 31 de maio de 2021, “O
membro do Ministério Público promoverá, sempre que possível, antes da propositura de eventual ação civil pública por
ato de improbidade, a solução consensual do conflito, consignando nos autos, de forma motivada, sua tentativa, sua
impossibilidade ou seu não cabimento”;
E, CONSIDERANDO que o artigo 15 da Resolução n.º 23/07 do Conselho Nacional do Ministério Público
estabelece que “o Ministério Público, nos autos do inquérito civil ou do procedimento preparatório, poderá expedir
recomendações devidamente fundamentadas, visando à melhoria dos serviços públicos e de relevância pública, bem
como aos demais interesses, direitos e bens cuja defesa lhe caiba promover”.
RESOLVE, com fundamento no art. 27, parágrafo único, inc. IV, da Lei nº 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional
do Ministério Público), no art. 29, inc. IV, da Lei Complementar Estadual nº 72/1994 (Lei Orgânica do Ministério Público
de Mato Grosso do Sul), no art. 26, inc. XX, da Lei Complementar nº 75/1993 (Ministério Público da União), no art. 44
da Resolução nº 015/2007-PGJ e no art. 15 da Resolução nº 023/2007-CNMP, RECOMENDAR ao Excelentíssimo
Senhor Prefeito Municipal de Bela Vista/MS, que:
I) Observe rigorosamente os requisitos previstos na Lei n.º 14.133/2021 para a doação de terrenos públicos,
garantindo a instauração de procedimento administrativo formal, devidamente motivado e instruído, que demonstre o
interesse público e cumpra as exigências legais;
II) Assegure a realização de licitação ou, quando cabível, de procedimento administrativo específico para doação
de bens imóveis, conforme previsto no artigo 75, inciso I, e no artigo 53 da Lei n.º 14.133/2021;
III) Respeite os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência no trâmite das
doações de terrenos, evitando direcionamentos indevidos e assegurando transparência na destinação dos bens públicos;
IV) Abstenha-se de autorizar doações de terrenos sem a devida instrução processual e sem a fundamentação
legal pertinente, sob pena de adoção das medidas cabíveis para a responsabilização dos agentes envolvidos.
Para melhor conhecimento e divulgação, determino à equipe de apoio que:
a) Remeta cópia da presente recomendação à Corregedoria-Geral do Ministério Público e ao Presidente da
Câmara de Bela Vista, para fins de conhecimento;
b) Quanto à comunicação aos Centros de Apoio Operacional respectivos, consoante Resolução 14/2017-CPJ, de
18 de dezembro de 2017 (art. 57, inciso VI), são realizados automaticamente, mediante geração de relatórios a partir da
base de dados do sistema SAJ-MP;
c) Publique-se a presente Recomendação no Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do
Sul.
Ressalta-se que, a inobservância da presente Recomendação acarretará a adoção de todas as medidas judiciais e
extrajudiciais cabíveis para garantir a sua implementação, sem prejuízo da responsabilização civil, administrativa e
criminal dos agentes envolvidos.
Concedo o prazo de 15 (quinze) dias úteis para que o destinatário desta recomendação informe por escrito a esta
Promotoria de Justiça sobre o acatamento ou não da presente recomendação, bem como eventuais medidas adotadas.
Decorrido o prazo, tornem os autos conclusos para ulteriores deliberações.
[Link] PÁGINA 21
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CAMAPUÃ
CORUMBÁ
EDITAL N° 0012/2025/07PJ/CBA
EDITAL DE CIÊNCIA DE ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTOS
A 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Corumbá faz saber, a quem possa interessar, que, a partir do 5º
(quinto) dia subsequente à data de publicação deste Edital no Diário Eletrônico do Ministério Público do Estado de Mato
Grosso do Sul (DOMP), se não houver oposição, eliminará os documentos constantes na Lista de Eliminação de
Documentos nº 001/2025, nos termos do disposto no art. 10 da Resolução n° 17/2022-PGJ, de 19 de abril de 2022. O
prazo é de 5 (cinco) dias, contados da publicação no DOMP, para possíveis manifestações ou para possibilitar às partes
interessadas requerer, a suas expensas, o desentranhamento de documentos ou cópias de peças de processos ou
expedientes, salvo as hipóteses de sigilo previstas em legislação específica.
[Link] PÁGINA 22
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expedidas)
Os documentos já cumpriram seu
Classe: 100/ Subclasse: -
prazo de guarda, nos termos da 2023 2023
Pautas de audiências
Resolução n° 17/2022-PGJ.
Classe: 000/ Subclasse: - Os documentos já cumpriram seu
Protocolo: Documentos referentes ao controle da entrada prazo de guarda, nos termos da 2023 2023
e saída (processos judiciais recebidos e enviados) Resolução n° 17/2022-PGJ.
Os documentos já cumpriram seu
Classe: 100/ Subclasse: -
prazo de guarda, nos termos da 2023 2023
Termos de declarações e certidões expedidas.
Resolução n° 17/2022-PGJ.
A Lista de Eliminação de Documentos nº 001/2025 foi aprovada pelo
Promotor de Justiça em substituição legal, Dr. Luciano Bordignon Conte
RESPONSÁVEL PELO PREENCHIMENTO: Maria Alice da Silva Paiva Ramos Técnica I
Data de preenchimento: 15/05/2025.
[Link] PÁGINA 23
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demonstração de inviabilidade de competição por meio de pressupostos lógicos de objeto natureza singular (atualmente
natureza predominantemente intelectual) e de notória especialização;
CONSIDERANDO que Marçal Justen Filho nos ensina que "a eliminação da referência a 'objeto singular' não
implica negar a relevância das necessidades diferenciadas da Administração. A contratação direta, nas hipóteses do inc.
III do art. 74, é autorizada por se tratar de atendimento a necessidades peculiares da Administração. Não se trata de
ignorar a alteração redacional adotada pela Lei 14.133/2021, mas de reconhecer que a inviabilidade de competição
decorre de circunstâncias específicas e diferenciadas. Tais circunstâncias não se encontram apenas na prestação a ser
executada, mas se relacionam com necessidades diferenciadas da Administração”1;
CONSIDERANDO que Fernanda Marinela e Rogério Sanches Cunha alertam sobre a contratação de escritório
de advocacia mediante inexigibilidade: "é importante deixar claro que essa contratação não pode e não substitui a
criação e estruturação das carreiras de servidores públicos e a realização dos respectivos concursos públicos como
objetivo de suprir as necessidades permanentes da Administração Pública, a exemplo da importância das carreiras da
Advocacia Pública dos nossos entes que, tem o papel de manter a prestação dos serviços jurídicos com continuidade e
segurança que é indispensável na gestão pública"2.
CONSIDERANDO que houve a contratação do escritório de advocacia Igor de Melo Souza Sociedade
Individual de Advocacia por meio do Processo nº 0695/2025 – Inexigibilidade nº 11/2025 pelo Município de Ladário para
a prestação de serviços técnicos em conjunto e em regime de colaboração com a Procuradoria-Geral do Município, no
valor de R$ 259.920,00 (duzentos e cinquenta e nove mil, novecentos e noventa reais);
CONSIDERANDO que o Município de Ladário possui a Advocacia-Geral do Município que é "a instituição
que representa o Município, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser
sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo"
(art. 77, Lei Orgânica do Município de Ladário);
CONSIDERANDO que o art. 23-A da Lei 8.429/92, com redação dada pela Lei 14.230/21 estabelece: "É dever
do poder público oferecer contínua capacitação aos agentes públicos e políticos que atuem com prevenção ou repressão
de atos de improbidade administrativa".
CONSIDERANDO que constou no instrumento contratual o desembolso de parcelas mensais de R$ 21.660,00
(vinte e um mil, seiscentos e sessenta reais) ao advogado contratado, ao passo que o salário-base de um procurador/efetivo
é de R$ 6.010,73 (seis mil e dez reais e setenta e três centavos), conforme documentos que instruíram o Ofício nº
043/2025/PGM/PML;
CONSIDERANDO que a justificativa apresentada na solicitação de contratação direta não veiculou situação
concreta que transcenderia a capacitação técnica dos servidores públicos lotados na Advocacia-Geral do Município,
limitando-se a descrever a seguinte situação: "[...] diante da falta de pessoal com experiência profissional e
conhecimentos especializados, frente aos litígios administrativos e/ou judiciais e assuntos de grande complexidade
jurídica ou judicial que escapam da trivialidade das atividades rotineiras e corriqueiras do dia-a-dia da Procuradoria
Geral do Município, mas, dependem, fundamentalmente de orientação e conhecimento de alta especialização, que só
podem ser oferecidos por quem possui comprovada qualificação acadêmica".
CONSIDERANDO que os documentos colacionados ao inquérito civil, notadamente o próprio objeto de
contratação, traduz a a contratação de escritório de advocacia para prestação de serviços genéricos, de natureza
continuada, os quais estão abarcados no cotidiano de atuação da Advocacia-Geral do Município, não se aperfeiçoando a
inviabilidade de competição que permita a contratação direta, e sim na evidência de necessária estruturação da Advocacia-
Geral do Município de Ladário;
CONSIDERANDO que a recomendação “constitui um instrumento poderoso para conformação e adequação
de condutas de agentes políticos e administradores públicos, consistindo numa espécie de notificação e alerta sinalizador
da necessidade de que providências sejam tomadas, sob pena de consequências e adoção de outras medidas e expedientes
repressivos por parte do Ministério Público”3.
RESOLVE RECOMENDAR ao Secretário de Governo do Município de Ladário, Wagner Rosemberg Farias, e
ao Prefeito Municipal de Ladário, Munir Sadeq Ramunieh, que revogue o Contrato Administrativo nº 39/2025 no qual
contratou, por meio do Processo de Inexigibilidade de Licitação nº 11/2025, Igor de Melo Sousa Sociedade Individual de
Advocacia, bem como se abstenha de realizar novas contratações de escritórios de advocacia para a prestação de serviços
jurídicos que não escapem à rotina do órgão contratante e da própria estrutura da Advocacia-Geral do Município de
Ladário.
Concede-se o prazo de 10 (dez) dias úteis para a adoção da providência, cujo acatamento ou não deverá ser
comunicado a esta Promotoria de Justiça, acompanhado dos documentos comprobatórios.
1
JUSTEN FILHO, Marçal. Comentários à lei de licitações e contratações administrativas: Lei 14.133/2021. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, p. 984, 2021
2
MARINELA, Fernanda. CUNHA, Rogério Sanches. Manual de licitações e contratos administrativos - São Paulo: JusPodvim, 2021. p. 264
3
ALVES, Leonardo Barreto Moreira e BERCLAZ, Márcio Soares. Ministério Público em ação. 2. ed. Salvador: JusPODVM, 2013, p. 49.
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Adverte-se que, em caso de não cumprimento da Recomendação, poderão ser adotadas as medidas judiciais
cabíveis para correção da irregularidade e responsabilização dos agentes públicos.
Encaminhem-se cópias da presente recomendação ao Prefeito Municipal de Ladário, à Advocacia-Geral de
Ladário-MS, ao Secretário Municipal de Governo de Ladário-MS, remetendo também à PGJ para publicação no DOMP.
Com a resposta dos agentes públicos, ou decorrido o prazo concedido, voltem os autos imediatamente conclusos.
Remeta-se cópia desta Recomendação para publicação no Diário Oficial do Ministério Público do Estado de
Mato Grosso do Sul (DOMP).
COSTA RICA
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DEODÁPOLIS
EDITAL Nº 0071/2025/PJ/DPS
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO DE ACOMPANHAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS Nº
09.2025.00004943-3.
O MINISTÉRIO PÚBLICO, por intermédio da Promotoria de Justiça de Deodápolis/MS, torna pública a
instauração do(a) Procedimento Administrativo de acompanhamento de Políticas Públicas nº 09.2025.00004943-3, que
se encontra à disposição de quem possa interessar na Rua José Barreto, nº 482, Jardim Santo Antonio, sede da Promotoria
de Justiça, em Deodápolis/MS.
Os autos estão registrados no sistema informatizado SAJ/MP e podem ser acessados na íntegra pela Internet,
através do endereço eletrônico:[Link]
Noticiante: Núcleo do Patrimônio Público e das Fundações.
Interessado: Controladoria Interna da Prefeitura Municipal de Deodápolis/MS.
Objeto: acompanhar a regularidade da Controladoria Interna do Município de Deodápolis/MS.
PORTARIA Nº 0018/2025/PJ/DPS,
INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO.
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do(a) Promotor(a) de Justiça infra-assinado,
com fundamento nos artigos 129 da Constituição Federal, nos art. 25 e 26 da Lei Federal nº 8.625/93 e termos da
Resolução nº 005/2012-CPJ;
CONSIDERANDO o estabelecido no artigo 129, inciso II, da mesma Carta Constitucional, que atribui ao
Ministério Público a função institucional de zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância
pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias à sua garantia;
CONSIDERANDO que, como defensor da ordem jurídica e dos interesses sociais, cabe ao Ministério Público
atuar em resguardo dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência (artigo
37 da CF);
CONSIDERANDO que em atenção ao princípio republicano (artigo 1º da Constituição Federal), e à necessidade
de salvaguardar os fins que legitimam a atuação do Poder Público, o legislador constituinte preconizou a todo ente
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federado, inclusive aos Municípios, a implantação de sistemas de controle interno (artigo 31 da Constituição Federal),
cujas atribuições foram desde logo fixadas pela própria Carta Política, dentre as quais, a fiscalização contábil, financeira,
orçamentária, operacional e patrimonial" do próprio ente político e dos órgãos e entidades da Administração Indireta a
ele vinculados (artigos 70 e 74 da Constituição Federal);
CONSIDERANDO que as unidades de controle interno de cada um dos Poderes e órgãos do ente federado
devem atuar de forma coordenada, inseridas em sistema dotado, nos termos da Constituição Federal, de atribuições
mínimas relacionadas à avaliação do "cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas
de governo e dos orçamentos da União"; à comprovação da legalidade e avaliação dos "resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como
da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado"; e ao exercício do " controle das operações de crédito,
avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União" (artigo 74 da Constituição Federal).
CONSIDERANDO que o legislador constituinte prevê ainda, entre as funções precípuas do sistema de controle
interno, o apoio aos órgãos de "controle externo no exercício de sua missão institucional" (artigo 74, inciso IV, da
Constituição Federal), razão pela qual a implantação e atuação eficiente de instâncias administrativas de controle interno
é essencial para otimizar o desempenho das funções constitucionais de órgãos do controle externo da Administração,
como os Tribunais de Contas do Estado e da União, assim como o próprio papel do Ministério Público e do Poder
Judiciário;
CONSIDERANDO que a normativa constitucional referente às atribuições dos órgãos de controle interno é
refletida em diversos dispositivos infraconstitucionais que estabelecem relevantes funções para esta instância, como os
artigos 75 e seguintes da Lei 4.320/64; artigos 6º, 13 e 14 do Decreto-Lei 200/67; artigos 1°, 54 e 59 da Lei Complementar
n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), a Lei de Acesso à Informação (Lei n.º 12.527/2011), Lei Anticorrupção
(Lei n.º 12.846/2013) e Lei do Marco Regulatório do 3º Setor, que atribuíram ao órgãos de controle interno a tarefa de
assegurar o cumprimento da lei e a gestão dos serviços de acesso à informação pública; conduzir processos administrativos
de responsabilização de empresas envolvidas na prática de atos lesivos contra a Administração; e de fiscalizar às
transferências voluntárias de recursos públicos às organizações da sociedade civil, respectivamente;
CONSIDERANDO de forma precisa que a Lei nº 101, de 2000 prevê, em seu art. 54, parágrafo único, a
obrigatoriedade da participação do responsável pelo controle interno nos relatórios de gestão fiscal, e, no art. 59, o Sistema
de Controle Interno como um dos responsáveis pela fiscalização do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal,
incluindo a transparência ativa;
CONSIDERANDO que a Lei 12.527, de 2011 (Lei de Acesso à Informação) estabelece no art. 16 a existência
de Unidade de Controle Interno como instância de recurso ao requerente que tiver acesso negado à informação; e o
Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei 12.527, definiu ainda no art. 11-A que a referida Unidade de Controle
manterá sistema eletrônico específico, disponível na internet, para o registro e o atendimento aos pedidos de acesso à
informação, o qual corresponde à transparência passiva;
CONSIDERANDO que a Lei 14.133, de 2021 (Lei de Licitações e Contratos), no art. 117, § 3º, art. 169, art.
170, § 4º, prevê a existência de órgão de controle interno como parte da terceira linha de defesa, para atuar na gestão de
risco, fiscalizar os atos previstos na lei, auxiliar o fiscal do contrato para dirimir dúvidas e subsidiá-lo com informações
relevantes para prevenir riscos na execução contratual, assim como receber e apurar representação apresentada por
qualquer licitante ou contratado;
CONSIDERANDO que a Lei 12.846, de 2013 (Lei Anticorrupção) estabelece a existência de Unidade de
Controle Interno como competente concorrente para instaurar processos administrativos de responsabilização de pessoas
jurídicas ou para avocar os processos instaurados, para exame de sua regularidade ou para corrigir o andamento; e o
Decreto nº 11.129/2022, que regulamenta a Lei 12.846, definiu ainda no art. 51 a referida Unidade de Controle como
responsável pelo monitoramento das obrigações de adoção, implementação e aperfeiçoamento do programa de
integridade;
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CONSIDERANDO que a Constituição Federal ordena expressamente que a fiscalização municipal será exercida
pelos sistemas de controle interno do seu Poder Executivo e pelo seu Poder Legislativo mediante controle externo (artigo
31 da CF/88);
CONSIDERANDO que de acordo com o professor Marçal Justen Filho “o controle interno da atividade
administrativa é o dever-poder imposto ao próprio Poder de promover a verificação permanente e contínua da legalidade
e da oportunidade da atuação administrativa própria, visando a prevenir ou eliminar defeitos ou a aperfeiçoar a atividade
administrativa, promovendo as medidas necessárias a tanto” 4
CONSIDERANDO a lição de José dos Santos Carvalho Filho o qual esclarece que “a Constituição estabelece
duas formas básicas de controle financeiro. Uma delas é o controle interno. Nesse controle, cada Poder tem que possuir,
em sua estrutura, órgãos especialmente destinados à verificação dos recursos do erário. São inspetorias, departamentos
etc. com a atribuição de fiscalizar as contas internamente. O art. 70 da CF faz menção a que a fiscalização se processe
pelo sistema de controle interno de cada Poder. É claro o dispositivo.”5
CONSIDERANDO a necessidade de melhor qualificação dos servidores que atuam nas unidades de controle
interno, do fortalecimento das carreiras de controle interno, como as de auditor e analista de controle interno, por meio
da realização de concursos públicos específicos, assim como de assegurar a imparcialidade e eficiente desses servidores,
alinhadas aos princípios da administração pública, conforme posicionamento corrente do Supremo Tribunal Federal
(STF);
RESOLVE:
Instaurar o presente Procedimento Administrativo, com a finalidade de “acompanhar a regularidade da
Controladoria do Município de Deodápolis" visando à coleta de informações e demais diligências que se fizerem
necessárias com o escopo de futura adoção de providências extrajudiciais e/ou judiciais.
Determino ao Apoio Técnico da Promotoria de Justiça de Deodápolis/MS a adoção das seguintes providências:
1) designa-se o servidor Divany Thomas Duarte Júnior, Técnico I do Ministério Público Estadual, para
secretariar e praticar as diligências do presente procedimento administrativo;
4
JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de Direito Administrativo. 7a edição. Belo Horizonte: Fórum, 2011. P. 1104.
5
Manual de direito administrativo / José dos Santos Carvalho Filho. P– 31. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo: Pg. 563, Atlas, 2017.
6
INTOSAI - INTERNATIONAL ORGANIZATION OF SUPREME AUDIT INSTITUTIONS. Guia para normas de controle interno. Trad. Heloísa Garcia Vidal Pinto.
Brasília: Revista do Tribunal de Contas do Distrito Federal, 1993. v.19
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4) Nada obstante a disposição contida na Resolução 14/2017-CPJ, de 18 de dezembro de 2017 (art. 57, inciso
VI), acerca das comunicações automáticas, mediante geração de relatórios a partir da base de dados do sistema SAJ-MP,
encaminhe-se cópia ao Núcleo do Patrimônio Público, via email (nucleopatrimonio@[Link]), em razão de se tratar
de projeto institucional e uma das metas do Planejamento Estratégico do Ministério Público do Estado de Mato Grosso
do Sul, além de se relacionar com a Resolução 305/2025 do Conselho Nacional do Ministério Público;
8) transcorrido o prazo, com ou sem resposta, certifique e faça concluso os presentes autos para análise e
deliberação;
FÁTIMA DO SUL
EDITAL Nº 0001/2025
A Promotoria do Controle Externo da Atividade Policial de Fátima do Sul/MS, torna pública a instauração do
Procedimento Administrativo nº 09.2025.00005934-2 que está à disposição dos interessados na Rua Ipiranga, nº 810 -
Jardim Primavera, em Fátima do Sul/MS, Fone (67) 2020-9344.
Procedimento Administrativo nº 09.2025.00005934-2
Requerente: Ministério Público Estadual;
Requerido: Fátima do Sul:
1ª Delegacia de Polícia de Fátima do Sul/MS;
Delegacia de Atendimento à Mulher de Fátima do Sul/MS;
14º Batalhão da Polícia Militar de Fátima do Sul/MS;
Unidade Regional de Perícia e Identificação (URPI) de Fátima do Sul/MS;
Núcleo Regional de Medicina Legal (NRML) de Fátima do Sul/MS.
Jateí/MS: Delegacia de Polícia de Jateí/MS;
Vicentina/MS: Delegacia de Polícia de Vicentina/MS;
Assunto: Formalizar a realização de visitas/inspeções do Controle Externo da Atividade Policial nas Delegacias
de Polícia Civil e nos Órgãos de Perícia Técnica desta Comarca de Fátima do Sul/MS, nos termos do art. 7º da Resolução
CNMP n. 279, de 12 de dezembro de 2023, referente aos meses de julho a dezembro do ano de 2024 (1º período) e janeiro
a julho do ano de 2025 (2º período).
[Link] PÁGINA 29
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GLÓRIA DE DOURADOS
INOCÊNCIA
EDITAL Nº 05/2025/PJ/INO
A Promotoria de Justiça da Comarca de Inocência/MS, torna pública a instauração do Procedimento
Administrativo de acompanhamento de Políticas Públicas abaixo especificado, que se encontra à disposição de quem
possa interessar na Av. Albertina Garcia Dias, nº 377, Jardim Bom Jesus – Edifício do Fórum e no seguinte endereço
eletrônico: [Link]
Procedimento Administrativo nº 09.2025.00005422-5
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Poder Executivo do Município de Inocência/MS
Assunto: Acompanhar a regularidade da Controladoria do Município de Inocência/MS.
7
“§ 2º O extrato de publicação da decisão de arquivamento no DOMP deverá indicar a Promotoria de Justiça, o número dos autos, os nomes do investigado e da vítima, salvo
quando se tratar de procedimento sigiloso, hipótese na qual constarão apenas as iniciais, a finalidade de sua publicação e a parte dispositiva da decisão, conforme modelo
disponível no sistema de modelos e procedimentos do SIMP.”
8
Em caso de procedimento sigiloso, nomes de investigados e vítimas deverão ser indicados apenas por suas iniciais.
[Link] PÁGINA 30
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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Promotor de Justiça em Substituição Legal,
com fundamento nos artigos 129 da Constituição Federal, nos art. 25 e 26 da Lei Federal nº 8.625/93 e termos da
Resolução nº 005/2012-CPJ;
CONSIDERANDO que o Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do
Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais
indisponíveis, conforme previsão no artigo 127 da Constituição Federal;
CONSIDERANDO o estabelecido no artigo 129, inciso II, da mesma Carta Constitucional, que atribui ao
Ministério Público a função institucional de zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância
pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias à sua garantia;
CONSIDERANDO que, como defensor da ordem jurídica e dos interesses sociais, cabe ao Ministério Público
atuar em resguardo dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência (artigo
37 da CF);
CONSIDERANDO que em atenção ao princípio republicano (artigo 1º da Constituição Federal), e à necessidade
de salvaguardar os fins que legitimam a atuação do Poder Público, o legislador constituinte preconizou a todo ente
federado, inclusive aos Municípios, a implantação de sistemas de controle interno (artigo 31 da Constituição Federal),
cujas atribuições foram desde logo fixadas pela própria Carta Política, dentre as quais, a fiscalização contábil, financeira,
orçamentária, operacional e patrimonial" do próprio ente político e dos órgãos e entidades da Administração Indireta a
ele vinculados (artigos 70 e 74 da Constituição Federal);
CONSIDERANDO que as unidades de controle interno de cada um dos Poderes e órgãos do ente federado
devem atuar de forma coordenada, inseridas em sistema dotado, nos termos da Constituição Federal, de atribuições
mínimas relacionadas à avaliação do "cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas
de governo e dos orçamentos da União"; à comprovação da legalidade e avaliação dos "resultados, quanto à eficácia e
eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como
da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado"; e ao exercício do "controle das operações de crédito,
avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União" (artigo 74 da Constituição Federal).
CONSIDERANDO que o legislador constituinte prevê ainda, entre as funções precípuas do sistema de controle
interno, o apoio aos órgãos de "controle externo no exercício de sua missão institucional" (artigo 74, inciso IV, da
Constituição Federal), razão pela qual a implantação e atuação eficiente de instâncias administrativas de controle interno
é essencial para otimizar o desempenho das funções constitucionais de órgãos do controle externo da Administração,
como os Tribunais de Contas do Estado e da União, assim como o próprio papel do Ministério Público e do Poder
Judiciário;
CONSIDERANDO que a normativa constitucional referente às atribuições dos órgãos de controle interno é
refletida em diversos dispositivos infraconstitucionais que estabelecem relevantes funções para esta instância, como os
artigos 75 e seguintes da Lei 4.320/64; artigos 6º, 13 e 14 do Decreto-Lei 200/67; artigos 1°, 54 e 59 da Lei Complementar
n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), a Lei de Acesso à Informação (Lei n.º 12.527/2011), Lei Anticorrupção
(Lei n.º 12.846/2013) e Lei do Marco Regulatório do 3º Setor, que atribuíram ao órgãos de controle interno a tarefa de
assegurar o cumprimento da lei e a gestão dos serviços de acesso à informação pública; conduzir processos administrativos
de responsabilização de empresas envolvidas na prática de atos lesivos contra a Administração; e de fiscalizar às
transferências voluntárias de recursos públicos às organizações da sociedade civil, respectivamente;
CONSIDERANDO de forma precisa que a Lei nº 101, de 2000 prevê, em seu art. 54, parágrafo único, a
obrigatoriedade da participação do responsável pelo controle interno nos relatórios de gestão fiscal, e, no art. 59, o Sistema
de Controle Interno como um dos responsáveis pela fiscalização do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal,
incluindo a transparência ativa;
CONSIDERANDO que a Lei n. 12.527, de 2011 (Lei de Acesso à Informação) estabelece no art. 16 a existência
[Link] PÁGINA 31
DOMPMS • Ano XVI • Número 3.364 segunda-feira, 19 de maio de 2025
de Unidade de Controle Interno como instância de recurso ao requerente que tiver acesso negado à informação; e o
Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei 12.527, definiu ainda no art. 11-A que a referida Unidade de Controle
manterá sistema eletrônico específico, disponível na internet, para o registro e o atendimento aos pedidos de acesso à
informação, o qual corresponde à transparência passiva;
CONSIDERANDO que a Lei n. 14.133, de 2021 (Lei de Licitações e Contratos), no art. 117, § 3º, art. 169, art.
170, § 4º, prevê a existência de órgão de controle interno como parte da terceira linha de defesa, para atuar na gestão de
risco, fiscalizar os atos previstos na lei, auxiliar o fiscal do contrato para dirimir dúvidas e subsidiá-lo com informações
relevantes para prevenir riscos na execução contratual, assim como receber e apurar representação apresentada por
qualquer licitante ou contratado;
CONSIDERANDO que a Lei n. 12.846, de 2013 (Lei Anticorrupção) estabelece a existência de Unidade de
Controle Interno como competente concorrente para instaurar processos administrativos de responsabilização de pessoas
jurídicas ou para avocar os processos instaurados, para exame de sua regularidade ou para corrigir o andamento; e o
Decreto nº 11.129/2022, que regulamenta a Lei 12.846, definiu ainda no art. 51 a referida Unidade de Controle como
responsável pelo monitoramento das obrigações de adoção, implementação e aperfeiçoamento do programa de
integridade;
CONSIDERANDO que o Decreto nº 10.540/2020 instituiu o Sistema Único e Integrado de Execução
Orçamentária, Administração Financeira e Controle (SIAFIC), determinando que os entes federativos adotem um sistema
único de contabilidade pública, e que cabe aos órgãos de controle interno monitorar a correta implementação e operação
desse sistema nos municípios;
CONSIDERANDO que a implementação de programas voltados ao fortalecimento das controladorias internas
tem evidenciado que unidade administrativas de controle interno eficientes contribuem para a prevenção de práticas
fraudulentas;
CONSIDERANDO que a Constituição Federal ordena expressamente que a fiscalização municipal será exercida
pelos sistemas de controle interno do seu Poder Executivo e pelo seu Poder Legislativo mediante controle externo (artigo
31 da CF/88);
CONSIDERANDO que de acordo com o professor Marçal Justen Filho “o controle interno da atividade
administrativa é o dever-poder imposto ao próprio Poder de promover a verificação permanente e contínua da legalidade
e da oportunidade da atuação administrativa própria, visando a prevenir ou eliminar defeitos ou a aperfeiçoar a atividade
administrativa, promovendo as medidas necessárias a tanto” 9
CONSIDERANDO a lição de José dos Santos Carvalho Filho o qual esclarece que “a Constituição estabelece
duas formas básicas de controle financeiro. Uma delas é o controle interno. Nesse controle, cada Poder tem que possuir,
em sua estrutura, órgãos especialmente destinados à verificação dos recursos do erário. São inspetorias, departamentos
etc. com a atribuição de fiscalizar as contas internamente. O art. 70 da CF faz menção a que a fiscalização se processe
pelo sistema de controle interno de cada Poder. É claro o dispositivo.”10
CONSIDERANDO que segundo a International Organization of Supreme Audit Institutions – INTOSAI – é
função do controle interno: “[...] prevenir erros (por exemplo, segregando funções e requisitos para autorizações); detectar
erros (por exemplo, estabelecendo padrões de produção para detectar variações nos resultados finais); corrigir erros que
tenham sido detectados (por exemplo, cobrando um pagamento a maior feito a um fornecedor); e compensar controles
débeis onde os riscos de perda são elevados e se precisam controles adicionais. [...]” 11
CONSIDERANDO a relevância do controle interno na detecção e correção de irregularidades administrativas,
no aprimoramento da gestão pública, no recebimento de reclamações ofertadas por cidadãos e na promoção da
transparência e do controle social, atividades todas que concorrem, de forma decisiva, para prevenção de ilícitos mais
graves, como atos de corrupção e improbidade administrativa;
CONSIDERANDO a necessidade de melhor qualificação dos servidores que atuam nas unidades de controle
interno, do fortalecimento das carreiras de controle interno, como as de auditor e analista de controle interno, por meio
da realização de concursos públicos específicos, assim como de assegurar a imparcialidade e eficiente desses servidores,
alinhadas aos princípios da administração pública, conforme posicionamento corrente do Supremo Tribunal Federal
(STF);
CONSIDERANDO a necessidade de identificar a atual estrutura da Controladoria do Município de Inocência,
bem como o status de seu funcionamento;
RESOLVE:
Instaurar o presente Procedimento Administrativo, com a finalidade de “acompanhar a regularidade da
Controladoria do Município de Inocência”, visando à coleta de informações e demais diligências que se fizerem
9
JUSTEN FILHO, Marçal. Curso de Direito Administrativo. 7a edição. Belo Horizonte: Fórum, 2011. P. 1104.
10
Manual de direito administrativo / José dos Santos Carvalho Filho. P– 31. ed. rev., atual. e ampl. – São Paulo: Pg. 563, Atlas, 2017.
11
INTOSAI - INTERNATIONAL ORGANIZATION OF SUPREME AUDIT INSTITUTIONS. Guia para normas de controle interno. Trad. Heloísa Garcia Vidal Pinto.
Brasília: Revista do Tribunal de Contas do Distrito Federal, 1993. v.19
[Link] PÁGINA 32
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JARDIM
EDITAL Nº 0013/2025/01PJ/JIM
A Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Jardim-MS, torna pública a instauração do Inquérito Civil
abaixo relacionado, para conhecimento de terceiros interessados no oferecimento de elementos de informação, o qual
encontra-se registrado no sistema SAJ/MP, e pode ser integralmente acessado via internet no endereço eletrônico
[Link] e também encontra-se à disposição de quem interessar
na Avenida Coronel Stuck, 85, Centro, cidade e Comarca de Jardim –CEP. 79.240-000
Inquérito Civil n° 06.2025.00000484-6.
Requerente: Ministério Público Estadual.
Requerido: Município de Jardim/MS.
Assunto: "Apurar as medidas adotadas pelo Município de Jardim/MS para estruturação da rede de atenção
psicossocial com implementação do CAPS I".
[Link] PÁGINA 33
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NAVIRAÍ
SETE QUEDAS
EDITAL Nº 0034/2025/PJ/STQ
A Promotoria de Justiça da Comarca de Sete Quedas/MS, cumprindo o disposto no artigo 129, inciso III, da
Constituição Federal, no artigo 26, I, da Lei Federal nº 8.625/1993 e no artigo 26, IV, da Lei Complementar Estadual nº
72/1994, torna público a quem possa interessar que instaurou o Procedimento Administrativo abaixo relacionado:
Procedimento Administrativo de outras atividades não sujeitas a inquérito civil nº 09.2025.00006197-0.
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Sete Quedas
Assunto: Acompanhar a regularidade da Controladoria do Município de Sete Quedas, visando à coleta de
informações e demais diligências que se fizerem necessárias com o escopo de futura adoção de providências extrajudiciais
e/ou judiciais.
Com a publicação, faculta-se a qualquer pessoa prestar informações para esclarecimento dos fatos, dando conta
de que os autos se encontram à disposição dos interessados nesta Promotoria de Justiça.
EDITAL Nº 0035/2025/PJ/STQ
A Promotoria de Justiça da Comarca de Sete Quedas/MS, cumprindo o disposto no artigo 129, inciso III, da
Constituição Federal, no artigo 26, I, da Lei Federal nº 8.625/1993 e no artigo 26, IV, da Lei Complementar Estadual nº
72/1994, torna público a quem possa interessar que instaurou o Procedimento Administrativo abaixo relacionado:
Procedimento Administrativo de outras atividades não sujeitas a inquérito civil nº 09.2025.00006199-2.
Requerente: Ministério Público Estadual
Requerido: Município de Paranhos - MS
Assunto: Acompanhar a regularidade da Controladoria do Município de Paranhos, visando à coleta de
informações e demais diligências que se fizerem necessárias com o escopo de futura adoção de providências extrajudiciais
e/ou judiciais.
Com a publicação, faculta-se a qualquer pessoa prestar informações para esclarecimento dos fatos, dando conta
de que os autos se encontram à disposição dos interessados nesta Promotoria de Justiça.
[Link] PÁGINA 34