FACULDADE DE ILHÉUS -
CESUPI
Rod. Ilhéus | Olivença - São Francisco, Ilhéus – BA
Curso de Arquitetura e Urbanismo
ATIVIDADE COMPLEMENTAR SOBRE RAIZES
Discentes: Marcela Araújo, Maria Vitória Felix, Renata Silva e Jaynara
Morais.
Ilhéus
Setembro de 2022
FACULDADE DE ILHÉUS -
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Rod. Ilhéus | Olivença - São Francisco, Ilhéus – BA
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Discentes: Marcela Araújo, Maria Vitória Felix, Renata Silva e Jaynara
Morais.
ATIVIDADE COMPLEMENTAR SOBRE RAIZES
Atividade complementar com o tema
Raízes, apresentada com o objetivo
de obtenção de nota parcial no
semestre do curso de Paisagismo e
Jardinagem da Faculdade de Ilhéus -
CESUPI
Orientador: Antônio Pimenta Neto
Ilhéus
2022
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1. Definição
A raiz é um órgão/estrutura encontrada nos vegetais, elas o fixam ao substrato e
permitem a absorção de água, nutrientes e ainda podem armazenar substâncias
energéticas. As raízes são órgãos vegetativos aclorofilados (sem clorofila) e, em geral,
são subterrâneas. Elas são classificadas em quatro categorias de acordo com sua
localização.
2. Classificação
Subterrâneas:
Ficam debaixo do solo e podem divididas em quatro tipos:
Axial ou Pivotante
É caracterizada por uma raiz principal com ramificações laterais.
Assim, a principal é mais grossa que as outras e penetra verticalmente
no solo. Assim, esse tipo consegue retirar água de camadas mais
profundas.
Exemplos: feijão, café, ipê.
Fasciculada
Não há como distinguir a raiz principal. Desse modo, formam um
conjunto de raízes com o mesmo tamanho e espessura. Diferente das
anteriores, ela não é tão profunda e por isso ajuda a combater erosão
do solo pela chuva.
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Exemplos: cana, milho e grama.
Ramificada
É formada por várias ramificações. Assim é mais difícil detectar a raiz
principal.
Tuberosa
Sua maior característica é o armazenamento de grande quantidade de
nutrientes. Por isso são muito utilizadas na nossa alimentação.
Exemplos: batata-doce, cenoura, beterraba, inhame, mandioca.
Aéreas
Essas raízes ficam sempre expostas, acima do solo. Dessa forma, ficam em
contato constante com a atmosfera absorvendo sua umidade.
Estranguladora
Elas abraçam algum outro vegetal e esse hospedeiro, por sua vez, acabam
morrendo.
Grampiforme ou Aderente
Seu maior exemplo são as trepadeiras. Raízes desse tipo ajudam a fixar a
planta a um suporte, como muros, paredes ou outras plantas.
Respiratória ou Pneumatóforo
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Presente em regiões de mangue, é adaptada para viver em áreas
alagadiças. Sendo assim, essa raiz cresce para cima e para fora do solo. Ela
possui pequenos furos para a entrada de oxigênio. Logo, elas ajudam na
respiração do vegetal.
Suporte
Também encontrada em manguezais, esse tipo de raiz auxilia na fixação
da planta ao solo. Por isso, sua área de absorção aumenta para retenção
de água e nutrientes.
Exemplo: figueira.
Sugadora
Necessita de uma planta hospedeira. Ou seja, é uma parasita. Assim,
adentra o corpo da outra e retira sua seiva. Exemplos: erva passarinho e
cipó-chumbo.
Tabular
Seu nome está relacionada ao seu formato achatado que lembra uma
tábua. Altas e estreitas, essas raízes dão sustendo e estabilidade para
árvores de grande porte. Outra função é auxilio na respiração da planta.
Exemplos: chichá do cerrado.
Aquáticas
As aquáticas se desenvolvem em plantas que crescem na água. Contudo,
seu objetivo não é fixar a planta ao solo. Sua função é de absorver
nutrientes. Bons exemplos são a: vitória-régia e aguapé.
3. Regiões da raiz
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Apesar das diferenças de acordo com o ambiente, é possível identificar quatro
regiões básicas de toda raiz, são elas:
Coifa
Estrutura encontrada na extremidade da raiz que apresenta um formato
de capuz e atua protegendo a região meristemática (na qual ocorre
intensa divisão celular). Serve como proteção contra o atrito com o solo,
auxiliando na penetração, além de proteger do ataque de micro-
organismos.
Zona Lisa ou de distensão
Região onde acontece o crescimento vertical das raízes. Também é
caracterizada pela ausência de ramificações laterais.
Zona Pilífera ou de absorção
Nela estão os pelos radiculares que aumentam a superfície de absorção
das raízes. Essa parte tem a função de absorver água e sair minerais para
formar a seiva.
Zona Suberosa ou de ramificação
A partir dela saem ramificações formando raízes secundárias. Sua
principal função é a fixação da planta ao solo, mas também auxilia no
aumento da superfície de absorção.
Além dessas quatro partes, ainda existe o coleto ou colo. Essa é a região que
passa por uma transição formando o caule.
Uso no Paisagismo
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Le Chemin-de-l’Ile Park
O projeto buscou uma aliança entre a cidade e a natureza, propondo uma
nova lógica de parque urbano onde as wetlands construídas, chamadas de
jardins aquáticos filtrantes, são à base da estrutura do projeto, purificando
parte das águas do rio Sena. Os principais objetivos são a regeneração da
biodiversidade local; despoluição da água do Rio Sena; a criação de áreas
verdes; e criação de conexões verdes entre bairros.
Ficha Técnica
Nome científico: Victoria amazonica
Nomes populares: Aguapé-assú, Cará-d’água, Forno-d’água, Forno-de-
jaçanã, Jaçanã, Milho-d’água, Nanpé, Rainha-dos-lagos, Rainha-dos-
nenúfares
Família: Nymphaeaceae
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Categoria: Plantas Aquáticas, Plantas Marginais
Clima: Equatorial, Tropical
Origem: América do Sul, Bolívia, Brasil, Guiana, Guiana Francesa,
Suriname
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Luminosidade: Sol Pleno