Republica de Angola
Governo provincial do Bié
Ministério da educação e tecnologias
TRABALHO EM GRUPO DE E,M,C
TEMA: Saúde sexual e reprodutiva
CLASSE:8ª
TURMA:B
SALA:9
PERÍODO:VESPERTINO
ACADÉMICO 2024-2025
Integrantes do grupo
Nº Nomes Cotação
26 Eurico Graciano
27 Evaristo Ndoluvualo
28 Fernando Moma
29 Firmino Filipe
30 Firmino Lucamba
31 Florinda Namatepa
32 Gomes da Silva
33 Gotinho Wambembe
34 Inácio Caiuma
35 Isabel Cili
36 Jeremias Amaral
38 Joaquina Capitango
Sumário
Introdução...................................................................................................
Saúde sexual e sexualidade.......................................................................
Doenças sexualmente transmissíveis.........................................................
Formas de transmissão..............................................................................
Fatores de risco.......................................................................................
Prevenção...............................................................................................
Conclusão...................................................................................................
Referências bibliográficas...........................................................................
Introdução
A saúde sexual não se refere à disfunção sexual e sequelas
relacionadas à violência sexual ou à mutilação genital feminina, mas
também a possibilidade de ter experiências sexuais seguras e prazerosas
Para garantir a moralidade durante o ato sexual e assim evitar
constrangimentos que podem ocasionar em uma DTS.
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Saúde sexual e sexualidade
A saúde sexual engloba não só aspetos específicos da saúde
reprodutiva, como ter controle sobre a fertilidade individual por meio do
acesso à contraceção e à interrupção voluntária da gravidez, bem como
estar protegido de Doenças transmissíveis sexualmente (DTS).
Também se refere à disfunção sexual e sequelas relacionadas à
violência sexual ou à mutilação genital feminina, mas também a
possibilidade de ter experiências sexuais seguras e prazerosas, sem
coerção, discriminação e violência. Tornou-se claro que a sexualidade
humana inclui diversas formas de comportamentos e expressões, sendo
que o reconhecimento da diversidade de comportamentos e expressões
sexuais contribui para a sensação geral de bem-estar e saúde das
pessoas.
A saúde sexual requer uma abordagem positiva e respeitadora da
sexualidade e dos relacionamentos sexuais, assim como a possibilidade de
obter prazer e experiências sexuais seguras, livres de coação,
discriminação e violência. Para que a saúde sexual seja atingida e
mantida, os direitos sexuais de todas as pessoas devem ser respeitados e
protegidos.
PLANEJAMENTO REPRODUTIVO VERSUS CONTROLE DE
NATALIDADE
É frequente a utilização do termo controle de natalidade como
sinônimo de planejamento reprodutivo, todavia se tratam de conceitos
diferentes. O controle de natalidade implica imposições do governo sobre a
vida reprodutiva de homens e mulheres. O planejamento reprodutivo
baseia-se no respeito aos direitos sexuais e aos direitos reprodutivos.
Existem teorias que correlacionam pobreza e número de filhos.
No entanto, a capacidade de indivíduos alcançarem o bem-estar e a
saúde sexual depende de vários fatores como, o acesso a informações
abrangentes sobre sexualidade, conhecimento sobre riscos enfrentados e
vulnerabilidades, as consequências adversas da atividade sexual, o acesso
a cuidados de saúde sexual de qualidade e um ambiente que defenda e
promova a saúde sexual.
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Assim, a Sexualidade deve ser compreendida como um aspeto
central do ser humano ao longo da vida; ela engloba sexo, identidades e
papéis de género, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e
reprodução. A sexualidade é vivida e expressa por meio de pensamentos,
fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas,
papéis e relacionamentos. Embora a sexualidade possa incluir:
Ejaculação precoce - causas, como tratar e evitar
Disfunção Erétil ou Impotência Sexual Masculina;
Perturbação do Orgasmo Feminino;
Dores nas relações sexuais;
Terapia de casal
Todas essas dimensões, nem sempre são vividas ou expressas. A
sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos,
psicológicos, sociais, económicos, políticos, culturais, jurídicos, históricos e
religiosos.
Doenças sexualmente transmissíveis
As doenças sexualmente transmissíveis (DST), também chamadas
de doenças venéreas ou infecções sexualmente transmissíveis (IST), são
um importante problema de saúde pública em todos os países.
Existem diversos tipos de DST, algumas mais graves, outras mais
brandas.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem levar à morte,
seja por comprometimento do sistema imunológico, como no caso do HIV,
ou por aumentar o risco de tumores malignos, como são os casos da
hepatite B e do HPV.
Outras complicações possíveis das doenças sexualmente
transmissíveis são: infertilidade, lesão da uretra, doença inflamatória
pélvica ou lesão do fígado.
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Existem várias doenças sexualmente transmissíveis, causadas por
diferentes tipos de germes, incluindo bactérias, vírus, parasitas e
protozoários. Entre as DST mais comuns, podemos citar:
Cancro mole (cancroide).
Clamídia.
Gonorreia.
Hepatite B e C.
Herpes genital.
HIV –
AIDS.
HPV.
Sífilis.
Tricomoníase
Das DST citadas acima, as que apresentam maior incidência, em
ordem decrescente, são HPV, clamídia, Tricomoníase e gonorreia.
Formas de transmissão
A maioria das DST podem ser transmitidas por outras vias que não a
sexual.
Por exemplo, HIV e Hepatites B e C podem ser transmitidas por
agulhas contaminadas, transfusão de sangue ou de mãe para filho durante
a gravidez. A sífilis pode ser transmitida através do beijo, caso existam
lesões na boca.
Portanto, DST é uma doença que é preferencialmente, mas não
necessariamente, transmitida pela via sexual.
Fatores de risco
O principal fator de risco para se contrair uma doença sexualmente
transmissível é ter vida sexual ativa. A melhor maneira de se prevenir
contra as DST é não praticar sexo. Porém, isso é uma opção viável para
apenas uma minoria das pessoas. Naqueles que não pretendem praticar o
celibato, usar preservativos e não ter uma vida promíscua é a melhor
conduta.
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Prevenção
Como já foi dito, a melhor maneira de se prevenir contra uma DST é
não ter relações sexuais. Todavia, esta orientação é impraticável para a
Imensa maioria da população. Portanto, é preciso pensar em outros modos
de prevenção para as doenças venéreas.
As vacinas são métodos com elevada eficiência na prevenção de
doenças. O problema é que atualmente só existem vacinas para duas
DST: HPV e hepatite B.
Portanto, o método preventivo mais eficaz contra doenças
sexualmente transmissíveis ainda é a camisinha. A camisinha não é um
método 100% eficaz, mas apresenta uma taxa de sucesso bastante
elevada.
Comportamentos de riscos para contagio por HIV
Relações sexuais desprotegidas: ter relações sexuais sem uso de
preservativos especialmente com múltiplos parceiros aumenta o risco da
transmissão por HIV.
Uso de drogas injetáveis: compartilhar agulhas ou seringas por
usuários de drogas ejetáveis é uma das formas mais comuns de
transmissão do HIV;
Condições sociais e econômicas: fatores como pobreza, falta de
acesso a educação e serviços de saúde podem levar a comportamentos de
riscos, pois pessoas podem ter informações adequadas sobre prevenção;
Estigma e discriminação: o estigma associado ao HIV pode
desencorajar as pessoas a buscar informações, testes e tratamento,
contribuindo para a propagação do vírus;
Prevenção e redução do risco
Educação e conscientização: promover campanhas educativas sobre
HIV, métodos de transmissão e prevenção.
Uso consciente de preservativos;
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Testagem regular: realizar testes regulares permite que as pessoas
conheçam seu status e tomem decisões informadas sobre sua saúde e a
dos outros.
Tratamentos como prevenção: para aqueles que testam positivo para
HIV, iniciar o tratamento antirretroviral (TAR), diminuindo drasticamente o
risco de transmissão.
Suporte psicológico e social: criar redes de apoio para pessoas
vivendo com HIV pode ajudar a combater o estigma e incentivar
comportamentos mãos saudáveis.
Entender esses comportamentos implementar estratégias eficazes
pode ajudar a reduzir a incidência do HIV e melhorar a qualidade de vida
das pessoas afetadas pelo vírus,
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Conclusão
Ao fim desta obra conclui-se que a saúde sexual é fundamental para
o bem-estar, saúde física e emocional de indivíduos, casais, famílias e, em
última instância até ao desenvolvimento social e económico de
comunidades e países.
Pois quando o sexo é praticado com imoralidade pode ocasionar as
famosas DTS, como foi descrito nas citações a cima e que muitas destas
não tem cura, podendo ocasionar a morte.
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Referências bibliográficas
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Doenças Sexualmente
Transmissíveis (DST)" Brasil Escola. Acesso em 18 de maio de 2025
Screening for sexually transmitted infections – UpToDate. Sexually
transmitted infections: Issues specific to adolescents – UpToDate.
Guidelines for the management of symptomatic sexually transmitted
infections – World Health Organization. Sexually Transmitted Infections
Treatment Guidelines, 2021 – Centers for Disease Control and Prevention.