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Bioenergetica

A bioenergética envolve a conversão de nutrientes em energia utilizável, principalmente na forma de ATP, que armazena energia em suas ligações químicas. O ATP é fundamental para processos celulares, liberando energia através da hidrólise e sendo constantemente sintetizado e hidrolisado em reações endo e exoenergéticas. Os principais processos que contribuem para a formação de ATP incluem fotossíntese, quimiossíntese, fermentação e respiração celular.

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A bioenergética envolve a conversão de nutrientes em energia utilizável, principalmente na forma de ATP, que armazena energia em suas ligações químicas. O ATP é fundamental para processos celulares, liberando energia através da hidrólise e sendo constantemente sintetizado e hidrolisado em reações endo e exoenergéticas. Os principais processos que contribuem para a formação de ATP incluem fotossíntese, quimiossíntese, fermentação e respiração celular.

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Texto de Apoio

BIOENERGÉTICA

Bioenergética: Consiste na conversão de nutrientes alimentares numa forma de energia


biologicamente utilizável.

PRODUÇÃO E MOBILIZAÇÃO DE ATP

A energia luminosa ou a energia química dos compostos orgânicos não pode ser utilizada
diretamente pela célula. Parte dessa energia é incorporada numa fonte de energia
química diretamente utilizável, designada por ATP (Adenosina Trifosfato).

ATP: é um nucleótido responsável pelo armazenamento de energia em suas ligações


químicas. É constituído por: Adenina, Ribose e Três grupos fosfatos.

Uma molécula de ATP é formada por:

1- Adenina: base azotada

2- Ribose: açúcar com 5 carbonos

3- 3 Grupos fosfatos: compostos inorgânicos

A adenosina constitui-se pela ribose e pela base azotada com o nome de adenosina.

Como é utilizado o ATP a nível celular

O trifosfato de adenosina (ATP) é um instrumento bioquímico que serve para armazenar


e utilizar energia. Esta energia pode ser utilizada em diversos processos biológicos, tais
como: O transporte activo de moléculas, Síntese e secreção de substâncias, Locomoção
e divisão celular, entre outros.

O ATP é um nucleótido de adenina cercado por três fosfatos; há muita energia


armazenada na ligação entre o segundo e o terceiro grupo de fosfato que pode ser usada
para alimentar as reações químicas; quando uma célula precisa de energia, ela quebra
essa ligação para produzir difosfato de adenosina (ADP) e uma molécula livre de
fosfato; em alguns casos, o segundo grupo de fosfato também pode ser quebrado para
produzir monofosfato de adenosina (AMP); quando a célula tem excesso de energia,
ela armazena esta energia produzindo ATP a partir de ADP e fosfato.

Libertação de energia

A transformação da molécula de ATP em ADP + P é uma hidrólise, ou seja, a água é um


dos reagentes desse processo. As ligações entre os grupos fosfato são instáveis e
quebram-se facilmente por hidrólise. Deste modo durante a hidrólise de ATP, a reacção
é exonergética (exergónica), ou seja há libertação de energia que tanto pode ser usada
como energia útil ou ser dissipada na forma de calor. A reacção de formação de uma
nova molécula de ATP a partir de ADP e do ião fosfato, é endoneergética (endergónica),
pois é maior a energia agora mobilizada para romper as ligações que a energia que se
transfere quando se formam as novas ligações.

As transferências de energia a nível celular dependem, essencialmente do ciclo:

ADP ⇌ ATP

Conclusão

Nos sistemas biológicos o ATP constitui uma molécula privilegiada em transferências de


energia, estando constantemente a ser sintetizado e a ser hidrolizado. Para cada reacção
endoenergética há a correspondente reacção exergónica, pois é a energia transferida na
reacção exergónica que vai ser utilizada na reacção endoenergética. Sendo o ATP a
molécula intermediária. A sua hidrólise (reacção exoenergética) está associada a
reacções endoenergéticas e a sua síntese (reacção endoenergética), associa-se a
reacções exoenergéticas.

Processos implicados na formação de ATP

1. Fotossíntese

2. Quimiossíntese

3. Fermentação

4. Respiração Celular

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