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Teoria Da Acção Racional

A Teoria da Ação Racional, desenvolvida por Fishbein e Ajzen, sugere que o comportamento humano é determinado pela intenção, influenciada por atitudes e normas subjetivas. A teoria é aplicada em diversos contextos, como marketing e saúde, para prever comportamentos com base nas crenças e avaliações dos indivíduos. Em essência, ela enfatiza a racionalidade das pessoas ao avaliar informações antes de agir.
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Teoria Da Acção Racional

A Teoria da Ação Racional, desenvolvida por Fishbein e Ajzen, sugere que o comportamento humano é determinado pela intenção, influenciada por atitudes e normas subjetivas. A teoria é aplicada em diversos contextos, como marketing e saúde, para prever comportamentos com base nas crenças e avaliações dos indivíduos. Em essência, ela enfatiza a racionalidade das pessoas ao avaliar informações antes de agir.
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INTRODUÇÃO

A Teoria da Acção Racional (TAR) foi desenvolvida, em 1975, por Fishbein e


Ajzen. Ela propõe que o comportamento é função da intenção comportamental.
De acordo com esse modelo, a intenção é permeada pelas atitudes relativas à
acção específica e pelas normas subjectivas.

A TEORIA DA AÇÃO RACIONAL FISHBEIN E AJZEN


A Teoria da Acção Racional, desenvolvida por Martin Fishbein e Icek Ajzen,
propõe que o comportamento humano é influenciado por atitudes e normas
subjectivas, que por sua vez moldam a intenção de agir. A teoria, que é uma
evolução da teoria da atitude, visa explicar a relação entre atitudes e
comportamentos na acção humana.

Principais pontos da Teoria da Acção Racional


 Intenção como Factor Central:
A teoria enfatiza a intenção comportamental como o principal
determinante do comportamento. A intenção é a motivação de um
indivíduo para realizar um determinado comportamento.
 Atitude e Norma Subjectiva:
A intenção é influenciada por dois factores principais: a atitude do
indivíduo em relação ao comportamento (se ele acha que o
comportamento é bom ou ruim) e a norma subjectiva (a crença de que
pessoas importantes para ele aprovarão ou não o comportamento).

As atitudes relativas à acção específica são formadas pelas crenças e avaliações


acerca do resultado do comportamento. Deixar de beber, por exemplo, está
associado à percepção da probabilidade de suas consequências. Essa percepção
só afectará o comportamento se o sujeito chegar à conclusão de que os efeitos
negativos podem recair sobre ele. Quanto às normas subjectivas, entende-se que
são o modo como as pessoas importantes para nós, esperam que nos
comportemos. Assim como nas atitudes relativas ao comportamento, as normas
só influenciam àqueles que estiverem dispostos a cumpri-las.

As atitudes podem ser modificadas através de interferências ambientais, aumento


do custo do comportamento negativo, ou até mesmo através da persuasão –
convencer o sujeito das consequências negativas às quais ele está exposto. Com
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relação ao aumento do custo, há certa relatividade: o que pode ser muito caro
para um, pode não ser para o outro. Por exemplo, nem sempre aumentar o custo
de cigarros ou mesmo de bebidas alcoólicas será suficiente para erradicar os
comportamentos de fumar e beber. Portanto, entende-se que a pessoa precisa
estar consciente das mudanças e o custo financeiro tem de ultrapassar os
benefícios, caso contrário, este ajuste de custo não surtirá efeito.
Dar maior ênfase as atitudes ou as normas subjectivas dependerá do peso que
estes dois factores exercem sobre o comportamento. Por exemplo, a prática de
aborto, furto e assassinatos são comportamentos que parecem ser mais
afectados pelas normas subjectivas do que o uso de métodos contraceptivos e a
amamentação. Nos primeiros exemplos, é evidente que a pressão social é muito
maior, e, portanto, tem maior influência na previsão destes comportamentos do
que no exemplo posterior.
 Racionalidade:
A teoria pressupõe que as pessoas são racionais e avaliam as
informações disponíveis antes de decidir agir. Elas consideram as
consequências do seu comportamento e as normas sociais relevantes.
 Aplicação em Diversos Contextos:
A Teoria da Acção Racional tem sido aplicada em diversos contextos,
como marketing, psicologia social, saúde e política, para compreender e
prever comportamentos.
Exemplos de aplicação:
 Um consumidor que tem uma atitude positiva sobre um produto e acredita
que os seus amigos também aprovariam a compra, tem maior
probabilidade de o comprar.
 Um paciente que considera o tratamento médico como eficaz e que é
encorajado pelos médicos a seguir o tratamento, tem maior probabilidade
de aderir ao tratamento.

CONCLUSÃO

Em resumo, a Teoria da Acção Racional é uma ferramenta útil para entender


como as pessoas tomam decisões e agem em diversas situações, ao considerar
as suas atitudes, normas sociais e intenções comportamentais.

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