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OLFATO

O documento aborda a fisiologia do olfato, explicando a estrutura e funcionamento das células olfatórias, bem como a importância do olfato nas emoções e na percepção de odores. A metodologia inclui uma aula expositiva e uma dinâmica para explorar as emoções ligadas aos cheiros. Referências e sugestões de filmes e artigos complementam o conteúdo apresentado.

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OLFATO

O documento aborda a fisiologia do olfato, explicando a estrutura e funcionamento das células olfatórias, bem como a importância do olfato nas emoções e na percepção de odores. A metodologia inclui uma aula expositiva e uma dinâmica para explorar as emoções ligadas aos cheiros. Referências e sugestões de filmes e artigos complementam o conteúdo apresentado.

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UNIVERSIDADE DE GURUPI

CURSO DE PSICOLOGIA

FISIOLOGIA

ADRIANO JOSÉ FERREIRA DA SILVA

IGOR RODRIGUES DA COSTA

SAULO

TAINARA

OLFATO

GURUPI - TO

2025

ADRIANO JOSÉ FERREIRA DA SILVA


IGOR RODRIGUES DA COSTA

SAULO

TAINARA

OLFATO

Atividade apresentada ao 2º período do curso


de graduação em Psicologia, da Universidade
de Gurupi - UNIRG, como requisito parcial para
conclusão da disciplina de Fisiologia.

Docente: Profa. Dra. Priscylla da Costa


Medeiros

GURUPI - TO

2025
1. Tema: Olfato.

2. Objetivo:

Explicar como é a fisiologia do órgão do sentido (olfato) e como ele


ocorre; levantar emoções ligadas ao olfato por meio de dinâmica aplicada em sala
de aula.

3. Metodologia:

O tema será apresentado em forma de aula expositiva por todo o grupo,


com o auxílio de slide, bem como será realizada uma dinâmica envolvendo “cheiros”
ao final da apresentação.

4. Técnicas e recursos a serem utilizados:

- Num primeiro momento, será realizada a aula expositiva;

- Recursos: sala de aula, lousa, pincel, apagador, projetor multimídia, voz,


itens para a dinâmica.

- Execução de dinâmica, com objetivo de levar os alunos a expressarem


emoções ligadas ao cheiro de alguns itens.

5. Referência:

Hall, John E.; Hall, Michael E. Guyton & Hall: tratado de fisiologia médica. 14. ed.
Rio de Janeiro: GEN, 2021.

6. Sugestão de filme e matéria jornalística:

- Perfume: a história de um assassino. Um serial killer que mata para roubar o cheiro
de suas vítimas. Um filme de Tom Tykwer. Paris Filmes.

- TONON, Rafael. Por que olfato é o sentido mais importante para nossas
emoções. Disponível em: <[Link]
Acesso em: 12 fev, 2025.
O SENTIDO DA OLFAÇÃO

De todos os sentidos, o olfato é o menos compreendido, tendo em vista


que o sentido de olfação é um fenômeno subjetivo. Isto porque o olfato não pode
facilmente ser estudado em animais inferiores, bem como é pouco desenvolvido nos
seres humanos em comparação com outros mamíferos.

1 MEMBRANA OLFATÓRIA

Fig. 1.

A membrana olfatória encontra-se na parte superior da cavidade nasal.


Medialmente, a membrana olfatória se dobra para baixo ao longo da superfície do
septo superior; lateralmente, ela se dobra sobre a concha nasal superior e até
mesmo sobre uma pequena porção da superfície superior da concha nasal média.
Em seres humanos, a membrana olfatória tem uma área de superfície total de
aproximadamente 5 centímetros quadrados.

1.1 As células olfatórias são as células receptoras da sensação de odor

As células olfatórias são, na verdade, neurônios bipolares derivados


originalmente do sistema nervoso central. Existem aproximadamente 100 milhões
dessas células no epitélio olfatório intercaladas entre as células de sustentação. A
extremidade apical da célula olfatória forma uma protuberância, da qual se projetam
4 a 25 pelos olfatórios (também chamados de cílios olfatórios), com 0,3 micrômetro
de diâmetro e até 200 micrômetros de comprimento, para o muco que reveste a
superfície interna da cavidade nasal. Esses cílios olfatórios que se projetam formam
um denso emaranhado no muco, e são esses cílios que reagem aos odores
presentes no ar e estimulam as células olfatórias, como será discutido mais adiante.
Entre as células olfatórias da membrana olfatória, encontram-se muitas pequenas
glândulas de Bowman, que secretam muco na superfície da membrana olfatória.

2 ESTIMULAÇÃO DAS CÉLULAS OLFATÓRIAS

2.1 Mecanismo de excitação das células olfatórias


Fig. 2

A porção de cada célula olfatória que responde aos estímulos químicos


olfatórios são os cílios olfatórios. A substância odorífera, ao entrar em contato com a
superfície da membrana olfatória, inicialmente difunde-se no muco que recobre os
cílios e, em seguida, liga-se às proteínas receptoras na membrana de cada cílio (ver
Figura 2). Cada proteína receptora é, na verdade, uma longa molécula cujo trajeto
atravessa a membrana cerca de sete vezes, dobrando-se para dentro e para fora da
célula. O odorante se liga à porção extracelular da proteína receptora. A porção
intracelular da proteína é acoplada a uma proteína G, que é uma combinação de três
subunidades. Na excitação da proteína receptora, uma subunidade alfa se separa da
proteína G e ativa a adenilciclase, que está ligada à face intracelular da membrana
ciliar próxima ao corpo da célula receptora. A ciclase ativada, por sua vez, converte
muitas moléculas de trifosfato de adenosina intracelular (ATP) em monofosfato de
adenosina cíclico (AMPc). Por fim, esse AMPc ativa outra proteína de membrana
próxima, um canal iônico dependente de sódio, que abre sua comporta e permite
que um grande número de íons sódio atravesse a membrana em direção ao
citoplasma da célula receptora. Os íons sódio aumentam o potencial elétrico
intracelular na direção positiva, excitando, assim, o neurônio olfatório e transmitindo
potenciais de ação para o sistema nervoso central através do nervo olfatório.

A importância desse mecanismo de ativação dos nervos olfatórios reside


no fato de que ele amplifica muito o efeito excitatório até mesmo do odor mais fraco.
Resumindo: (1) a ativação da proteína receptora pela substância odorante ativa o
complexo da proteína G, que, por sua vez, (2) ativa múltiplas moléculas de
adenilciclase presentes no lado intracelular da membrana da célula olfatória, que (3)
provoca a formação de muito mais moléculas de AMPc e, finalmente, (4) o AMPc
abre ainda um número muito maior de canais iônicos dependentes de sódio.
Portanto, mesmo uma mínima concentração de um odorante específico inicia um
efeito em cascata que abre um número extremamente grande de canais de sódio.
Esse processo é responsável pela sensibilidade extraordinária dos neurônios
olfatórios até mesmo a quantidades extremamente pequenas de odorantes.

A ligação do odorante a um receptor acoplado à proteína G causa a


ativação da adenilciclase, que converte o trifosfato de adenosina (ATP) em
monofosfato de adenosina cíclico (AMPc). O AMPc ativa um canal de sódio que
aumenta o influxo de sódio e despolariza a célula, excitando o neurônio olfatório e
transmitindo potenciais de ação ao sistema nervoso central. Além do mecanismo
químico básico pelo qual as células olfatórias são estimuladas, diversos fatores
físicos afetam o grau de estimulação. Primeiro, apenas substâncias voláteis que
podem ser aspiradas para o interior da cavidade nasal podem ser percebidas pelo
olfato. Segundo, a substância estimulante deve ser pelo menos ligeiramente solúvel
em água para que possa passar pelo muco e alcançar os cílios olfatórios. Terceiro, é
útil que a substância seja pelo menos ligeiramente lipossolúvel, presumivelmente
porque os constituintes lipídicos do cílio são uma barreira fraca para odorantes não
lipossolúveis.

2.2 Potenciais de membrana e potenciais de ação nas células olfatórias

O potencial de membrana intracelular das células olfatórias não estimuladas, medido por micro
2.3 Adaptação rápida das sensações olfatórias

Aproximadamente cerca de 50% dos receptores olfatórios se adaptam no


primeiro segundo ou mais após a estimulação. Depois disso, eles se adaptam pouco
e lentamente. No entanto, todos nós sabemos por experiência própria que as
sensações olfatórias se adaptam quase à extinção em aproximadamente um minuto
após a entrada em uma atmosfera com um forte odor. Como essa adaptação
psicológica é muito maior do que o grau de adaptação dos receptores, é quase certo
que a maior parte da adaptação adicional ocorra no sistema nervoso central, o que
parece ser verdadeiro também para a adaptação das sensações gustativas. Postula-
se o seguinte mecanismo neuronal para a adaptação: um grande número de fibras
nervosas centrífugas passa retrogradamente das regiões olfatórias do cérebro ao
longo do trato olfatório e termina em células inibitórias especiais no bulbo olfatório,
as células granulares. Após o início de um estímulo olfatório, o sistema nervoso
central desenvolve rapidamente uma forte retroalimentação inibitória para suprimir a
retransmissão dos sinais olfatórios através do bulbo olfatório.

2.4 Busca por sensações primárias do olfato

No passado, a maioria dos fisiologistas estava convencida de que


algumas sensações primárias bastante discretas seriam responsáveis pelas muitas
sensações olfatórias, da mesma forma que a visão e o paladar também dependem
de poucas sensações primárias selecionadas. Com base em estudos psicológicos,
fez-se uma tentativa de classificar essas sensações da seguinte maneira:

1. Canforado;

2. Almiscarado;

3. Floral;

4. De hortelã;

5. Etéreo;

6. Penetrante (picante);

7. Pútrido.

É certo que essa lista não representa as verdadeiras sensações primárias


do olfato. Múltiplas pistas, incluindo estudos específicos dos genes que codificam as
proteínas receptoras, sugerem a existência de pelo menos 100 sensações primárias
do olfato – em um acentuado contraste com as apenas três sensações primárias de
cor detectadas pelos olhos e as apenas cinco sensações primárias de paladar
detectadas pela língua. Alguns estudos sugerem que possa haver até 1.000 tipos
diferentes de receptores de odor. Um suporte adicional para as muitas sensações
primárias do olfato é que há pessoas que apresentam uma cegueira olfatória para
substâncias isoladas; essa cegueira olfatória discreta foi identificada para mais de 50
substâncias diferentes. Presume-se que a cegueira olfatória para cada substância
represente a ausência da proteína receptora apropriada nas células olfatórias para
aquela substância em particular.

2.5 Natureza afetiva do olfato

O olfato, mais ainda do que o paladar, tem a qualidade afetiva de ser


agradável ou desagradável e, portanto, o olfato é provavelmente ainda mais
importante do que o paladar para a seleção dos alimentos. Uma pessoa que ingeriu
previamente um alimento que a desagradou frequentemente se sente nauseada com
o cheiro do mesmo alimento em uma segunda ocasião. Por outro lado, o perfume da
qualidade certa pode ser um poderoso estimulante das emoções humanas. Além
disso, em alguns animais, os odores são o estimulante primário do impulso sexual.

2.6 Limiar para o olfato

Uma das principais características do olfato é a quantidade diminuta de


agente estimulante no ar que pode provocar uma sensação olfatória. Por exemplo, a
substância metilmercaptano pode ser identificada na presença de apenas 25
trilionésimos de grama em cada mililitro de ar. Por causa desse limiar muito baixo,
essa substância é misturada ao gás natural para lhe dar um odor que pode ser
detectado mesmo quando acontecem vazamentos de pequenas quantidades de gás
em um gasoduto.

2.7 Gradações de intensidade do olfato

Embora as concentrações limiares de substâncias que evocam o olfato


sejam extremamente baixas, para muitos odorantes (se não a maioria),
concentrações apenas 10 a 50 vezes acima do limiar evocam a intensidade máxima
da olfação. Essa faixa de discriminação de intensidade contrasta com a maioria dos
outros sistemas sensoriais do corpo, nos quais as faixas de discriminação de
intensidade são enormes – por exemplo, 500 mil para um, no caso da visão, e 1
trilhão para um, no caso da audição. Essa diferença pode ser explicada pelo fato de
que o olfato é mais comprometido em detectar a presença ou ausência de odores do
que em detectar quantitativamente suas intensidades.

3 TRANSMISSÃO DE SINAIS OLFATÓRIOS PARA O SISTEMA NERVOSO


CENTRAL

As porções olfatórias do cérebro estão entre as primeiras estruturas


cerebrais desenvolvidas nos animais primitivos, e grande parte das estruturas
restantes do cérebro se desenvolveu em torno dessas origens olfatórias. Na
verdade, parte do cérebro que originalmente se relacionava ao olfato evoluiu
posteriormente, dando origem a estruturas cerebrais basais que controlam as
emoções e outros aspectos do comportamento humano; chamamos esse sistema de
sistema límbico.
3.1 Transmissão de sinais olfatórios para o bulbo olfatório

Fig. 3

As fibras nervosas que se projetam dos receptores olfatórios e


atravessam a lâmina cribriforme do crânio são chamadas, em conjunto, de nervo
olfatório (I par craniano). Os nervos olfatórios se dirigem ao bulbo olfatório, de onde
emerge o trato olfatório. Na realidade, tanto o trato quanto o bulbo olfatório são uma
extensão anterior do tecido cerebral da base do encéfalo; o alargamento bulboso em
sua extremidade, o bulbo olfatório, localiza-se sobre a lâmina cribriforme, que separa
a cavidade cerebral das partes superiores da cavidade nasal. A lâmina cribriforme
tem múltiplas pequenas perfurações, através das quais um número igual de
pequenos nervos ascende da membrana olfatória, na cavidade nasal, para entrar no
bulbo olfatório, na cavidade craniana. A Figura 54.3 ilustra a estreita relação entre as
células olfatórias, na membrana olfatória, e o bulbo olfatório, mostrando axônios
curtos das células olfatórias terminando em múltiplas estruturas globulares no bulbo
olfatório, chamadas de glomérulos. Cada bulbo tem vários milhares desses
glomérulos, cada um dos quais é o término de cerca de 25 mil axônios provenientes
das células olfatórias. Cada glomérulo também é o término dos dendritos de cerca
de 25 grandes células mitrais e de cerca de 60 células em tufo menores, cujos
corpos celulares se encontram no bulbo olfatório superior aos glomérulos. Esses
dendritos recebem sinapses dos neurônios das células olfatórias; as células mitrais e
em tufo enviam axônios por meio do nervo olfatório (que, na verdade, é um conjunto
de nervos) para transmitir sinais olfatórios para níveis superiores no sistema nervoso
central. Algumas pesquisas sugerem que glomérulos diferentes respondam a odores
diferentes. É possível que glomérulos específicos sejam a verdadeira pista para a
análise de diferentes sinais olfatórios transmitidos ao sistema nervoso central.

3.2 Vias olfatórias primitivas e mais recentes para o sistema nervoso

O trato olfatório entra no cérebro na junção anterior entre o mesencéfalo e


o cérebro, onde se divide em duas vias, uma passando medialmente para a área
olfatória medial do tronco encefálico e a outra passando lateralmente para a área
olfatória lateral. A área olfatória medial representa um sistema olfatório muito
primitivo, ao passo que a área olfatória lateral é a entrada para: (1) um sistema
olfatório menos antigo; e (2) um sistema recente.

3.3 Sistema olfatório primitivo/Área olfatória medial

A área olfatória medial consiste em um grupo de núcleos localizados nas


porções médio basais do cérebro, imediatamente anteriores ao hipotálamo. Os mais
conspícuos são os núcleos septais, que são núcleos da linha média que alimentam o
hipotálamo e outras porções primitivas do sistema límbico do cérebro. Essa é a área
do cérebro que mais se relaciona com o comportamento básico. É mais fácil
entender a importância dessa área olfatória medial ao se observar o que acontece
em animais quando as áreas olfatórias laterais de ambos os lados do cérebro são
removidas e apenas o sistema medial permanece. A remoção dessas áreas
dificilmente afeta as respostas mais básicas do olfato, como lamber os lábios,
salivação e outras respostas relacionadas à alimentação provocadas pelo cheiro da
comida ou por impulsos emocionais básicos associados ao olfato. Por outro lado, a
remoção das áreas laterais elimina os reflexos olfatórios condicionados mais
complexos.

3.4 Sistema olfatório menos antigo/A área olfatória lateral

A área olfatória lateral é composta principalmente pelo córtex pré-


piriforme, pelo córtex piriforme e pela porção cortical dos núcleos amigdaloides. A
partir dessas áreas, as vias de sinalização passam para quase todas as porções do
sistema límbico, especialmente para as porções menos primitivas, como o
hipocampo, que parece ser o mais importante para o aprendizado relacionado a
gostar ou não de certos alimentos, dependendo das experiências prévias com eles.
Por exemplo, acredita-se que essa área olfatória lateral e suas muitas conexões com
o sistema límbico façam com que uma pessoa desenvolva uma aversão absoluta a
alimentos que lhe tenham causado náuseas e vômito. Uma característica importante
da área olfatória lateral é que muitas vias de sinalização dela também se projetam
diretamente para uma parte mais primitiva do córtex cerebral chamada de
paleocórtex, que se localiza na porção anteromedial do lobo temporal. Essa área é a
única de todo o córtex cerebral em que os sinais sensoriais passam diretamente
para ele, sem passar primeiro pelo tálamo.

3.5 Sistema olfatório recente

Foi encontrada uma via olfatória filogeneticamente mais recente que


passa pelo tálamo, passando para o núcleo talâmico dorsomedial e, então, para o
quadrante posterolateral do córtex orbitofrontal. Com base em estudos em macacos,
esse sistema mais recente provavelmente auxilia na análise consciente do odor.

3.6 Resumo

Assim, parece haver um sistema olfatório primitivo, que atua nos reflexos
olfatórios básicos; um sistema menos antigo, que proporciona um controle
automático, mas parcialmente aprendido, da ingestão de alimentos e da aversão a
alimentos tóxicos e não saudáveis; e um sistema recente, que é comparável à
maioria dos outros sistemas sensoriais corticais e é usado para a percepção e para
a análise conscientes do olfato.
3.7 Controle centrífugo da atividade do bulbo olfatório pelo sistema nervoso
central

Muitas fibras nervosas que se originam nas porções olfatórias do cérebro


partem dele em direção ao exterior, passando pelo trato olfatório e para o bulbo
olfatório (ou seja, centrifugamente do cérebro para a periferia). Essas fibras
nervosas terminam em um grande número de pequenas células granulares,
localizadas no bulbo olfatório, entre as células mitrais e as células em tufo. As
células granulares enviam sinais inibitórios para as células mitrais e para as células
em tufo. Essa retroalimentação inibitória pode ser um meio para refinar a capacidade
específica de uma pessoa de distinguir um odor de outro.

“Cheiros são compostos voláteis que se desprendem das coisas.”

“A perda do olfato pode levar a mudanças significativas na estrutura do


cérebro.”

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