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Linfonodo e Esplenomegalia

O documento aborda a linfonodomegalia, destacando a avaliação para causas reacionais ou malignas, como linfomas. Define linfomas, suas classificações (Hodgkin e Não Hodgkin), quadro clínico, estadiamento e tratamento, incluindo a importância de biópsias e exames de imagem. Também discute subtipos de linfomas, prognósticos e características específicas de cada tipo.

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Paulo Roberto
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Linfonodo e Esplenomegalia

O documento aborda a linfonodomegalia, destacando a avaliação para causas reacionais ou malignas, como linfomas. Define linfomas, suas classificações (Hodgkin e Não Hodgkin), quadro clínico, estadiamento e tratamento, incluindo a importância de biópsias e exames de imagem. Também discute subtipos de linfomas, prognósticos e características específicas de cada tipo.

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LINFONODMEGALIA

AVALIAÇÃO

 Reacional (infecção/inflamação) ou maligna


o Maligno: biópsia excisional
o Quando?
 Tamanho > 2m (1,5 x 1,5 cm)
 Supraclavicular ou escalênico
 Persistência > 4-6 semanas
 Crescimento progressivo
 Aderência a planos profundos

LINFOMA

CONCEITOS INICIAIS

 Se nasceu...
o Medula óssea: leucemia
o Tecido linfoide: linfoma
 Definição
o Tumores do TECIDO LINFOIDE (linf. B/T/NK)
 Principal local: LINFONODOS

QUADRO CLÍNICO

 Linfonodomegalia não dolorosa


o (+ comuns: supraclavicular e escaleno)
 Sintomas B (p/ prova)
o Febre > 38°
o ↓ peso > 10% em 6 meses
o Sudorese noturna

CLASSIFICAÇÃO

Hodgkin Não Hodgkin (+ comum)


Centralizado e contíguo Periférico e hematogênico
Dor linfonodal com ingesta de álcool Sintomas B (+ frequentes)
Prurido / eosinofilia Prurido discreto
Febre irregular (Pel-ebstein) Febre contínua
Jovens (melhor prognóstico) Idosos (pior prognóstico)
1º Esclerose nodular 1º Difuso de grande células b
2º celularidade mista 2º Linfoma folicular
ESTADIAMENTO

 Exame de escolha: PET-TC (alternativa: TC de tórax, abdome e pelve)


 Ann-Arbor modificado
o Doença localizada
 Estágio 1:
 Acometimento de 1 cadeia ou 1 estrutura linfoide (baço, timo)
 Estágio 2:
 Acometimento de 2 cadeias no mesmo lado do diafragma
o Doença avançada
 Estágio 3:
 Acometimento de ambos os lados do diafragma
 Estágio 4:
 Acometimento extranodal distante (fígado, MO)

TRATAMENTO

 E1/2: QT +/- radioterapia


 E3/4: QT
 Recidivas: transplante MO
 Pior prognostico:
o > 60 anos
o ↑ LDH
o Sintomas B
o Extranodal

LINFOMA DE HODGKIN

 Origem: célula de Reed-Sternberg (linfócito B)


o Não é patognomonico  mononucleose infecciosa, carcinomas, sarcomas
o Deve estar acompanhando de “pano de fundo” com células inflamatórias
 Marcadores: CD15, CD30

SUBTIPOS CLÁSSICOS

 Esclerose nodular  + comum / mulher jovem


 Celuridade mista  + comum no HIV e EBV
 Rico em linfócitos  melhor prognóstico
 Depleção linfocitária  idoso / pior prognostico

TRATAMENTO

 Cura: 60-95%

LINFOMA NÃO HODGKIN

 Origem: linfócitos B/T/NK


 26 subtipos diferentes...

PARADOXO PROGNÓSTICO

 Linfomas indolentes  sobrevida longa / pouca resposta ao tratamento


 Agressivo  sobrevida curta / boa resposta ao tratamento

SUBTIPOS

 Indolente (anos)
o Folicular: 2º + comum / idosAs / diagnóstico tardio
 Tratamento: curativo / paliativo
o Micose fungoide
o Linfoma malt
 H. pylory
 Agressivo (meses)
o Difuso de grande células B: + comum / idosos
 Tratamento: curativo (40-60%)
o Imunoblástico: HIV
 Altamente agressivo (semanas)
o Burkitt: crianças (massas – face/abd) / HIV e EBV
o Linfoblástico pré-T: crianças / mediastino
 Tratamento: curativo (50-80%)

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