TUBERCULOSE
Organização Mundial da Saúde (OMS):
Tuberculose é uma das dez principais causas de óbito no mundo QUADRO CLÍNICO (TUBERCULOSE PULMONAR)
Tuberculose é a principal causa de morte por um único agente infeccioso
Tuberculose Primária
Agente Etiológico
Ocorre no primeiro contato com o bacilo, geralmente na infância
Complexo Mycobacterium tuberculosis abrange sete espécies de micobactérias
Quadro Clínico
Destaque para a M. tuberculosis (bacilo de Koch) e a M. bovis
a. Febre, sudorese noturna, inapetência
São bacilos álcool-ácidos resistentes (BAAR) // aeróbios // resistentes à diversos antibióticos
b. Sintomas respiratórios não são frequentes
A coloração de Ziehl-Neelsen (~ pesquisa de BAAR) deixa esses germes ´´avermelhados`` (~ corante fucsina)
Por serem aeróbios, se disseminam melhor em lesões cavitarias (O2) do que em granulomas caseosos (O2) Radiografia de Tórax
Geralmente normal
Transmissão
Achados possíveis: nódulo de Ghon // adenopatia hilar // complexo de Ranke // infiltrados pulmonares
A principal forma de transmissão da micobactéria é por aerossóis (tuberculose pulmonar e laríngea)
Infiltrados pulmonares podem confundir com uma pneumonia
Tuberculoses pulmonar e laríngea são as formas clínicas que podem ser transmitidas por aerossóis
Pacientes com a forma pulmonar cavitaria e com baciloscopia positiva aumentam a transmissão Tuberculose Secundária
Ambientes com circulação de ar e luz solar reduzem a transmissão
Decorre de uma reativação dos bacilos latentes após uma infecção prévia, geralmente em jovens adultos
Transmissão vertical da mãe (mesmo as não bacilíferas) para o feto é rara
Quadro Clínico:
a. Febre vespertina, sudorese noturna, inapetência, perda ponderal
Patogênese
b. Tosse seca ou produtiva, com ou sem hemoptise // dispneia
Tuberculose Primária
Exames de Imagem
Pessoa susceptível inala partículas contendo o bacilo, que chegam até os alvéolos
Lobo superior é o mais acometido (~ mais O2 p/ bactérias aeróbias)
Sistema imune inato tenta combater a infecção: macrófagos fagocitam os bacilos Achados no RX: infiltrados e cavitações (cavidades)
Sucesso → eliminação dos bacilos ou controle de sua replicação (tuberculose latente) Achados na TC: padrão de árvore em brotamento
Falha → bacilos se proliferam dentro dos macrófagos Complicações
Macrófagos com as micobactérias podem migrar para outros tecidos (~ formas extrapulmonares da doença) a. Pneumotórax (quando a cavitação pulmonar alcança a pleura e esta drena ar)
b. Empiema (quando a cavitação pulmonar alcança a pleura e esta drena material caseoso)
1. Macrófagos nos pulmões liberam substâncias que atraem outras células (linfócitos)
2. Bacilos, macrófagos e linfócitos formam um granuloma ou nódulo de Ghon (achado radiológico)
Tuberculose Miliar
3. Macrófagos mortos liberam bacilos, os quais adentram vasos linfáticos e linfonodos e causam linfadenomegalia hilar
Decorre da disseminação hematogênica do bacilo para vários órgãos, geralmente em imunossuprimidos
4. Nódulo de Ghon + linfadenomegalia hilar → complexo de Ranke (achado radiológico)
Quadro Clínico
Imunidade celular (adaptativa) se desenvolve e tenta combater a infecção
Quadro arrastado, subagudo ou longo
Sucesso → eliminação dos bacilos ou controle de sua replicação (tuberculose latente)
Febre, sudorese noturna, anorexia, perda ponderal e tosse
Falha → destruição progressiva do parênquima pulmonar, com formação de necrose caseosa
Menos comuns: hepatomegalia, acometimento do SNC
a. A lesão pulmonar pode ascender pela via aérea por contiguidade e os bacilos podem ser exteriorizados Radiografia de Tórax
b. Pode ocorrer disseminação hematogênica (~ formas extrapulmonares da doença) Achados: micronódulos difusos na aparência pulmonar (´´sementes de milho``)
c. Com o passar dos anos, o granuloma tende a calcificar (sequela)
Tuberculose Secundária
A micobactéria latente no granuloma pode voltar a se proliferar e levar ao aparecimento de TB secundária
R: destruição do parênquima pulmonar // expansão da lesão pelas VAs // disseminação hematogênica
Fatores de risco p/ reativação de TB latente: imunossuprimidos, diabetes melitus, desnutrição
QUADRO CLÍNICO: TUBERCULOSE EXTRAPULMONAR
Tuberculose Pleural
Forma extrapulmonar mais comum em indivíduos sem comorbidades
Diagnóstico: análise, pesquisa direta ou cultura do líquido pleural // biópsia de pleura
a. Derrame pleural tuberculoso é, classicamente, um exsudato, unilateral, linfocítico, hiperproteico (> 4,0 g/dL),
elevação de ADA, raras células mesoteliais (< 5%) e raros eosinófilos // predomínio de PMN nos primeiros 15 dias
b. Bacterioscopia do líquido pleural tem sensibilidade de 6 a 10%
c. Cultura tem sensibilidade de 20% no líquido pleural, mas pode alcançar sensibilidade 60% no fragmento pleural
Complexo de Ranke. Observe nessa radiografia
um nódulo pulmonar em hemitórax direito d. Biópsia pleural (padrão-ouro): processo granulomatoso crônico, geralmente associado a necrose caseosa
(nódulo de Ghon) e a linfonodomegalia hilar. Presença de granuloma é altamente sugestivo, mas não é patognomônico
Tuberculose Ganglionar
Forma extrapulmonar mais comum em pacientes com HIV e crianças
QC: linfadenomegalia crônica, endurecida, que adere a plenos profundos
DG: baciloscopia do aspirado ganglionar ou biópsia do linfonodo
Tuberculose Urogenital
QC: sem sintoma específico // pode ocorrer disúria, polaciúria, urgência em casos de cistite
CP: estenoses, calcificações e obstruções no sistema urinário
LB: urocultura negativa // piúria persistente // urina ácida
DG: baciloscopia, cultura para micobactéria e PRC em amostras de urina
Tuberculose em SNC
PV: pacientes com HIV
QC: quadro subagudo de febre e cefaleia
Tuberculose Óssea
Imagem esquerda: duas cavitações em ápices pulmonares (uma em hemitórax D e outra em hemitórax E).
PV: crianças e adultos > 40 anos
Na imagem direita: lobo superior direito acometido com consolidações e cavidades.
Em geral, acomete coluna lombar
QC: tríade dor lombar, dor a palpação local, sudorese noturna
Tuberculose Abdominal
Em geral, acomete peritônio, intestino (enf. ID), fígado
QC: febre, perda ponderal, dor e distensão abdominal, diarreia, ascite, hepatomegalia.
Tuberculose Pericárdica
QC: dor torácica, tosse seca e dispneia.
Tomografia de tórax com densidades ramificadas CP: pericardite constritiva, tamponamento cardíaco
centrolobulares com pequenas nodulações nas DG: análise, pesquisa direta ou cultura do líquido pericárdico // biópsia de pericárdio
extremidades (padrão de “árvore em brotamento”). a. Líquido pericárdico na TB: exsudato com proteínas // celularidade e PMN // ADA > 40 U/L
b. Pesquisa direta de BAAR no líquido pericárdico tem sensibilidade de 40 a 60%
c. Cultura de BAAR no líquido pericárdico tem sensibilidade um pouco maior
d. Biópsia de pericárdio pode evidenciar BAAR ou inflamação granulomatosa (baixa sensibilidade)
DIAGNÓSTICO TRATAMENTO
Considerações Iniciais
Fármacos de 1ª Linha
a. Essenciais: rifampicina (R), isoniazida (I) e pirazinamida (P) // ação esterilizante e bactericida
b. Acompanhante: etambutol (E) // protege as drogas essenciais da resistência micobacteriana
Na suspeita de tuberculose, não usar quinolonas
Justificativa: pneumonia bacteriana é um diagnóstico diferencial da tuberculose, logo, se você prescrever
levofloxacino para um paciente que na verdade tem tuberculose, há risco de o paciente ser parcialmente
tratado e até de desenvolver uma tuberculose resistente.
Diante de quadro clínico suspeito de TB → solicitar pesquisa bacteriológica e radiografia de tórax
Em geral, a pesquisa bacteriológica é feita em amostra de escarro do paciente
Esquema Básico
Público considerado: adultos e adolescentes (> 10 anos)
Baciloscopia
Pesquisa direta do bacilo por microscopia, utilizando coloração de Ziehl-Neelsen Tratamento da TB Pulmonar e Extrapulmonar
Deve ser feita em duas amostras: uma no primeiro contato e outra no dia seguinte ao despertar
Fase intensiva (ataque): esquema RIPE por 2 meses
Possui sensibilidade e 60 a 80% e não é específica para M. tuberculosis Obj: reduzir rapidamente os bacilos, incluindo aqueles com resistência natural
Ind: pacientes suspeitos // sintomáticos respiratórios // controle de cura
Fase de manutenção: esquema RI por 4 meses ou 10 meses (se TB meningoencefálica ou osteoarticular)
Sintomáticos respiratórios: tosse por 3 semanas ou mais (MS) ou tosse por 2 semanas ou mais (SBPT)
Obj: eliminar os bacilos latentes e evitar a recidiva
É indicado para controle de cura, pois detecta bacilos vivos ou viáveis na amostra
Cada comprimido contém todas a drogas do esquema
Teste Rápido Molecular (TRM) – TB Ajuste da dose pelo peso é feito com o número de comprimidos
Dose administrada preferencialmente em jejum, pela manhã
Utiliza a técnica da PCR p/ detecção de material genético do M. tuberculosis (TRM-TB)
Pacientes alcoólatras, portadores de HIV, diabéticos e gestantes: associar piridoxina (V B6)
Possui sensibilidade de 90% e é específico para o M. tuberculosis // detecta resistência a rifampicina
Indicações: Gestantes
a. Diagnóstico de TB pulmonar e extrapulmonar (outras amostras biológicas) Podem ser tratadas com esquema básico, desde que associado à piridoxina (vitamina B6)
b. Triagem de resistência à rifampicina em casos de retratamento ou falência do tratamento Pode amamentar no puerpério, desde use máscara cirúrgica e não tenha mastite tuberculosa
Não é indicado p/ controle de cura, pois detecta bacilos mortos ou inviáveis na amostra
Hepatopatas
Podem ser tratados com o esquema básico. mas lembrar que tais drogas são hepatotóxicas
Cultura (padrão-ouro)
Esquema básico deve ser interrompidos se:
Mais sensível que a baciloscopia
a. AST/ALT > 5x LSN
Permite a detecção do M. tuberculosis e de outras micobactérias
b. AST/ALT > 3x LSN em pacientes com sintomas dispépticos ou icterícia
Permite a realização do teste de sensibilidade (TS) a vários antibióticos
Uma vez interrompido, retomar esquema gradativamente:
Desvantagem: tempo de demora do resultado (pode chegar a 8 semanas)
Indicação (Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, 2019)
a. Casos de diagnóstico de TB com TRM positivo
b. Casos de suspeita de TB, incluindo aqueles com TRM negativo
c. Casos de suspeita de infecção por micobactéria não tuberculosa (MNT)
d. Casos de baciloscopia positiva após segundo mês de tratamento (falha?)
e. Casos de recidivas
Paciente com Cirrose
Todos os pacientes com diagnóstico de TB devem ser investigados com sorologia para HIV
a. Ataque: etambutol + levofloxacino + amicacina 3x / semana // por 5 meses
Justificativa: tuberculose é a principal causa de óbito nesses pacientes
b. Manutenção: etambutol + levofloxacino // por 7 meses
HIV / AIDS
Podem ser tratados com o esquema básico
Pacientes em uso de TARV Todas as drogas do esquema RIPE podem causar sintomas gastrointestinais (náuseas, vômitos, epigastralgia)
Lembrar eu rifampicina interage com inibidores de protease (terminam com NAVIR) Manejo clínico: mudar o horário da medicação para duas horas após o café da manhã
Preferencia é manter rifampicina e mudar a TARV (usar efavirenz ou dolutegravir)
Se necessário manter a TARV, mudar rifampicina (usar rifabutina)
Seguimento Do Tratamento
Seguimento clínico Consultas Mensal
Seguimento bacteriológico Baciloscopia Mensal
Seguimento radiológico Radiografia de tórax No 2º mês e ao término do tratamento
Seguimento laboratorial HIV, glicemia, função renal e hepática No 1º mês de tratamento
Coinfecção HIV/TB: dolutegravir em dose dobrada (50 mg 2x / dia) pela interação com a rifampicina
Abandono = suspensão do tratamento por mais de 30 dias consecutivos
Pacientes virgens à TARV
a. CD4 < 50 céls / mm3 : iniciar TARV até duas semanas do início do RIPE
b. CD4 ≥ 50 céls / mm3: iniciar TARV no início da fase de manutenção (8ª semana)
INFECÇÃO LATENTE PELO M. TUBERCULOSIS (ILTB)
Tratamento da Tuberculose Multidrogarresistente (TB MDR) Paciente com ILTB não desenvolvem e nem transmitem a doença
Nos casos em que há resistência a pelo menos rifampicina E isoniazida Sempre descartar tuberculose ativa antes de diagnosticar ILTB
Esquema deve conter pelo menos quatro drogas não utilizadas previamente
a. Uma fluoroquinolona Diagnóstico
b. Um medicamento injetável de segunda linha (amicacina ou capreomicina) 1º passo: descartar TB ativa com exame clínico e radiografia de tórax // ausência de achados sugestivos
c. Dois fármacos acompanhantes (etionamida, terizidona, linezolida ou clofazimina) 2º passo: solicitar PPD (prova tuberculínica) ou IGRA (Interferon-Gamma Release Assays).
Esquema ALTEPE durante 8 meses de ataque e 10 meses de manutenção Prova Tuberculínica
Inoculação intradérmica de antígenos do M. tuberculosis para medir a resposta imunológica contra eles
Pele sensibilizada responde com a formação de uma enduração
Após 48-72h é medido o maior diâmetro do endurado, com resultado fornecido em milímetros
Efeitos Adversos das Drogas PPD (+) em um paciente assintomático indica ILTB, mas não necessariamente TB ativa (requer sintomas)
Sensibilidade de 77% e especificidade de 97%
Efeitos adversos menores Efeitos adversos maiores
Falso-negativo pode ocorrer em imunossuprimidos, diabéticos, desnutridos, gestantes
(podem ser manejados clinicamente) (demandam suspensão do tratamento)
Falso-positivo pode ocorrer em infectados por outras micobactérias, vacinados com a BCG
Nefrite intersticial (´´RIMfampicina``)
Cor avermelhada da urina e suor
Toxicidade medular: ´´penias`` IGRA
Rifampicina Apenas orientar o paciente
Vasculite Estímulo in vitro de células do paciente por antígenos do M. tuberculosis p/ medir a resposta imunológica
Prurido e exantema leve
Hepatotoxicidade de padrão colestático Células sensibilizadas respondem com a produção de interferon-gama
Prescrever anti-histamínicos
Exantema ou hipersensibilidade
Vantagens: não sofre influência de infecções ou vacinações prévias // resultado imediato
Neuropatia periférica
Psicose, convulsão, coma, encefalopatia Desvantagens: alto custo // contraindicado em menores de 2 anos
Prescrever piridoxina
Isoniazida Hepatotoxicidade de padrão celular
Prurido e exantema leve Exantema ou hipersensibilidade
Prescrever anti-histamínicos
Hiperuricemia
Orientar p/ dieta hipopurínica Hepatotoxicidade
Pirazinamida Alopurinol ou colchicina, se preciso Rabdomiólise com mioglobinúria e insuficiência renal.
Dor articular
Analgésicos, anti-inflamatórios
Hiperuricemia
Neurite óptica (´´etambutolho``)
Etambutol Orientar p/ dieta hipopurínica
Exantema ou hipersensibilidade
Alopurinol ou colchicina, se preciso
Tratamento da ILTB
Indicação: QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA
Indicação de tratamento de ILTB em pacientes com base no PPD / IGRA Prevenção da infecção pelo M. tuberculosis em RNs expostos a TB pulmonar ou laríngea.
IGRA positivo Todos
Conduta inicial: não vacinar com BGC e iniciar rifampicina e isoniazida por 3 meses
Contatos de casos com TB
Após 3 meses: realizar PPD na mãe
Pessoas com HIV
a. Se PPD ≥ 5mm: manter rifampicina por mais um 1 mês e a isoniazida por mais 3 meses
PPD ≥ 5 mm Antes de terapia imunossupressora (anti-TNF, corticoides)
b. Se PPD < 5mm: interromper tratamento e vacinar com BCG
Pré-transplante
Alterações radiológicas sugestivas de sequela de TB
Não há contraindicação à amamentação, desde que a mãe use máscara cirúrgica e não tenha mastite tuberculosa
Silicose
Neoplasias (cabeça e pescoço, hematológica) // quimioterapia imunossupressora
PPD ≥ 10 mm Diabetes melitus (DM)
ESTRATÉGIAS PARA CONTROLE DA TUBERCULOSE
Doença renal crônica (DRC) em diálise
Baixo peso (< 85% do peso ideal) Vacina Contra a Tuberculose (BCG)
Tabagista (> 1maço / dia) Vacinação de rotina em RNs por via intradérmica
Calcificação isolada na radiografia
Busca Ativa de Sintomáticos Respiratórios
Indicação de tratamento de ILTB que não precisam de exames de PPD/IGRA Rastrear sintomáticos respiratórios e realizar a baciloscopia e radiografia de tórax
Pessoas com HIV e contagem de linfócitos T CD4 ≤ 350 células/mm3 Paciente com tosse por 3 semanas ou mais (MS) ou por 2 semanas ou mais (SBPT)
Pessoas com HIV em contato intradomiciliar ou institucional de pacientes com TB pulmonar ou laríngea Realizada pelas ESFs em seu local de atuação, além de hospitais gerais e serviços de urgência / emergência
Esquema 3 HP (preferencial) Tratamento diretamente observado (TDO)
Público: adultos, idosos, crianças > 2 anos, pacientes HIV+ // não indicado em gestantes (falta de estudos) Consiste na observação da ingestão das medicações pelo menos 3 vezes por semana durante todo o tratamento.
Uso da isoniazida com rifapentina em dose semanal, por 3 meses Feito por profissionais da saúde, através de visita domiciliar ou da oferta das medicações na unidade de saúde.
No adulto: rifapentina 900 mg / semana e isoniazida 900 mg / semana
Na criança: dose ajustada conforme o peso Avaliação dos Contatos
Esquema 6H ou 9H Contato sintomático → investigar tuberculose
Adulto: isoniazida na dose de 300 mg/dia // durante 6 ou 9 meses Contato assintomático → realizar PT
Criança: isoniazida na dose de 10 mg/kg/dia // durante 6 ou 9 meses
Esquema 4R
Opção para crianças < 10 anos, adultos > 50 anos, hepatopatas
Adulto: rifampicina na dose de 10 mg/kg/dia (máx de 600 mg/dia) // durante 4 meses
Criança: rifampicina na dose de 15 mg/kg/dia // durante 4 meses
*Incremento de pelo menos 10mm em relação à PT anterior