9° Classe
9° Classe
Ministério da Educação
Caála/Huambo
Elaborado pelo professor coordenador de Física Lic. Álvaro Chiteculo Salohoca. Endereço 1
electrónico: [email protected], contacto: 923002076 ou 994696267 Caala- Huambo.
Tema A: Movimento
Objectivo geral: Compreender os conceitos de repouso e de movimento
Objectivos específicos: Definir matéria; identificar os diversos tipos de movimento; comparar um
corpo pontual de um não pontual; criar no aluno o gosto pela disciplina.
Sumario: A.1-Introdução
: A.2- Movimento translacional dos corpos. Corpo pontual
Métodos: Elaboração conjunta conversação heurística; Expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; Exposição, exemplificação e trabalho em grupo
Meios: Gráficos, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Duração: 90´
Perguntas de motivação:
É possível medir a altura de um rapaz que está a dois quilómetros de nós?
Resumo:
Física é a ciência que estuda as propriedades da matéria e as leis que tendem a modificar-lhes o seu
estado ou movimento, sem alterar a sua natureza. Ela em conjunto com outras ciências materiais
estuda as propriedades objectivas do mundo que nos rodeia.
Matéria é tudo que actuando sobre os nossos órgãos sensoriais produzem impressões. Ou é tudo
que tem peso e ocupa espaço.
A matéria está em constante movimento e se tudo que nos rodeia é constituído por matéria então o
mundo é matéria em movimento.
Em Física movimento é toda transformação, e não só, o deslocamento de um corpo de um lugar
para outro.
Movimento Mecânico é a variação da posição de um corpo em relação a um referencial no
decorrer do tempo.
O movimento dos corpos, na natureza e na técnica, podem ser muito variados e complexos. O mais
simples é o movimento translacional.
Movimento de translação é quando todos os pontos do corpo percorrem distâncias idênticas e
descrevem trajectórias paralelas idênticas.
Exemplo: o movimento de uma gaveta, o movimento de uma pasta diplomática.
Mecânica é parte da física que estuda os fenómenos de movimento dos corpos.
A mecânica tem como objectivo de estudo determinar a posição do corpo em movimento a qualquer
instante.
A Mecânica subdivide-se nos seguintes ramos: Cinemática, Dinâmica e Estática.
Cinemática é parte da mecânica que estuda o movimento dos corpos sem ter em conta as causas
que originam o movimento.
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Dinâmica é parte da mecânica que estuda o movimento dos corpos tendo em consideração as
causas que originam o movimento.
Estática é parte da mecânica que estuda a condição de equilíbrio dos corpos em repouso.
Corpo pontual é aquele em que em determinadas condições se podem desprezar as suas
dimensões.
Exemplo: Um avião em vôo, um rapaz que está a dois quilómetros de nós, um balão que está a 8000
pés de nós.
Perguntas de controlo
O que é a matéria?
O que entendes por movimento mecânico?
Dê um exemplo de um corpo não pontual. Dê exemplo de um movimento que não seja de
translação.
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Tema A: Movimento
Objectivo geral: Compreender os conceitos de repouso e de movimento.
Sumario: A.3-Posição de um corpo pontual no espaço e no plano
: A.3.1- Projecção de um corpo no plano.
Objectivos específicos: Representar a posição de um corpo no espaço e no plano, determinar as
projecções de um corpo e o módulo deslocamento.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; exercitação e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; exercitação e trabalho individual
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
A estrada de Huambo à Caála é uma linha recta?
Sem meios tecnológicos é possível determinar a trajectória de um avião?
Resumo
A posição de um corpo será dada pela distância calculada desde o corpo em movimento ao
referencial.
A posição de um corpo é representada por coordenadas
Para determinar a posição de um corpo no plano traça-se duas rectas perpendiculares entre
si formando um sistema de coordenadas O X Y.
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Para determinar a posição de um corpo no espaço traça-se três rectas perpendiculares entre
si formando um sistema de coordenadas OXYZ.
Trajectória é a linha que une as sucessivas posições ocupadas pelo corpo ao longo do tempo em
relação a um referencial.
S x =x−x 0 e SY = y − y 0
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Exemplo 1: Um ciclista sai do ponto A com coordenadas 3 e 4 A(3; 4) para o ponto B com
coordenadas 2 e -1,5 B(2; -1,5). Calcule o módulo do deslocamento e represente graficamente.
Dados Solução Sx solução Sy fórmula resolução Gráfico
2 2
X0= 3 S x =x−x 0 SY = y − y 0 |S⃗|=√ S X + SY
Y0= 4 S x =2−3 SY =−1,5−4 |⃗S|=√ (−1 )2+ (−5,5 )2
X= 2 S x =−1 SY =−5,5 |⃗S|=√ 1+ 30,25
Y= -1,5 |⃗S|=√ 31,25
|⃗S|=5,59
Perguntas de controlo
Como se representa um corpo do espaço ou no plano?
Determine a projecção do deslocamento de um corpo que parte de um ponto M (-1;3) para N(-4; 1) e
represente graficamente.
Tema A: Movimento
Sumário: Projecções do módulo do deslocamento. (exercício)
Objectivo geral: Compreender as projecções do módulo do deslocamento
Objectivos específicos: Determinar o módulo do deslocamento, criar no aluno o hábito de trabalhar
em equipa
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; resolução de problemas e trabalho
independente.
Procedimentos: dialogo; exercitação e trabalho em grupo
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Desenvolvimento de habilidades
Perguntas de motivação:
O que é necessário para calcular um exercício?
É possível calcular o módulo do deslocamento sem calcular as projecções das coordenadas?
Resumo
1- Um corpo move-se a partir de um ponto de coordenadas P (1;4) até a um ponto Q (5; 1).
Determina o valor do vector deslocamento e represente graficamente.
Dados Solução Sx solução Sy fórmula/Resolução Gráfico
2 2
X0= 1 S x =x−x 0 SY = y − y 0 |⃗S|=√ S X + SY
Y0= 4 S x =5−1 SY =1−4 |⃗S|=√ ( 4 )2+ (−3 )2
X= 5 S x =4 SY =−3 |⃗S|=√ 16+9
Y= 1 |⃗S|=√ 25 |⃗S|=5
Resposta:
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2- (só os alunos) um barco parte de um ponto A (3, 4) ponto B (3,5;-4). Calcula o modulo do
deslocamento e represente graficamente.
Pergunta de controlo
Um corpo move-se do ponto R (-2; -3) e chega ao ponto S (-5; 4). Determina o módulo deslocamento e
represente graficamente.
Tema A: Movimento
Sumário: Movimento Rectilíneo Uniforme MRU
Objectivo geral: Caracterizar o movimento rectilíneo Uniforme através de exemplos práticos do
quotidiano, enriquecendo o conhecimento dos alunos despertando neles os cuidados a ter em conta
quanto a segurança rodoviária.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; explicação e trabalho em grupo
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
Numa auto-estrada de 120 km de comprimento, um i10 começa a percorre-la com uma velocidade
de 120 km/h. Quanto tempo durará a percorrer?
É possível um táxi sair da Caála para a cidade do Bailundo sem alterar sua velocidade?
Porque?
Resumo
Movimento Rectilíneo Uniforme MRU é aquele em que o corpo sofre deslocamentos iguais em
intervalos de tempos iguais.
Exemplo: um móvel percorre as seguintes distâncias em função do tempo:
Tempo/s 0 1 2 3 4 5
Distância/ 0 10 20 30 40 50
m
(explicação do prof). De 0 a 10m a velocidade foi 10m/s, de 10 a 20m foi 10m/s de 20 a 30 também
foi 10m/s, o que significa que em todo o percurso a velocidade foi constante. Por isso se chama
movimento uniforme por não alterar a velocidade.
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Características
V ¿k
1- A velocidade é constante. ⃗
2- A aceleração é nula. a⃗ =0
V −⃗
⃗ V 0 30 m/ s−30 m/s 0
Vejamos por exemplo V0=V=30: a⃗ = ¿ ¿ =¿0 m/s2
t t t
Velocidade é uma grandeza vectorial igual a razão entre o deslocamento do corpo e o tempo em que
se efectuo esse deslocamento.
Fórmula
⃗S
V=
(1) ⃗ V → velocidade ; ⃗S → deslocamento; t → tempo
⃗
t
Como o tempo mede-se por segundo (s) e o deslocamento por metro (m) então a velocidade no S.I
m
medir-se-á por:
s
m m
V = ↔ Lê-se metros por segundo.
⃗
s s
(2) ⃗s= ⃗
Vt
Como Sx = X-X0 , então podemos calcular aposição de um corpo que se move com
velocidade constante substituindo na expressão 2.
X −X 0 =⃗
V tE temos X =X 0 + V
⃗t
Se a velocidade tiver o mesmo sentido com o deslocamento ou seja com o eixo xx então a projecção
da velocidade será positiva
V
⃗
X =X 0 + V
⃗t
Vx Vx¿ 0
Se a velocidade tiver no sentido contrário do deslocamento ou seja com o eixo xx então a projecção
da velocidade será negativa
V
⃗
X =X 0 −⃗
Vt
Vx Vx¿ 0
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Perguntas de controlo
Caracteriza o MRU.
O que acontece com a velocidade quando a aceleração é nula?
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Tema A: Movimento
Objectivo geral: Resolver problemas físicos usando os conceitos do movimento rectilíneo
uniforme, através de exemplos práticos do dia-a-dia desenvolvendo neles o gosto pela investigação
científica.
Sumário: Movimento Rectilíneo Uniforme MRU (Exercícios)
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, Resolução de problema e trabalho
independente.
Procedimentos: dialogo, resolução de problema e trabalho em grupo
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Desenvolvimento de habilidades
Perguntas de motivação:
Porque que a aceleração é nula no MRU?
Qual é a fórmula para calcular a velocidade?
De que depende a posição de um corpo que se move com velocidade constante?
Resumo
1- Dois automóveis A e B partem simultaneamente de uma bomba de combustível e seguem por uma
estrada que vai de Oeste à Este, um com a velocidade de 60Km/h e outro com 90Km/h
respectivamente. Determina a posição dos automóveis e a distância entre eles 30 minutos depois da
partida.
a) Ambos movem-se no mesmo sentido.
b) Ambos em sentido contrário.
Solução línea A
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R: Depois de 30 minuto o veículo A estava a 45 Km da bomba e o veículo B estava a 30 Km das
bombas. O veículo B estava a uma distância de 15 km do veículo A. Tudo é justificado pela
diferença de velocidade.
Solução línea B
R: A distância dos veículos a bomba depois de 30minutos é exactamente igual ao primeiro caso,
mas a distância entre eles aumentou cinco vezes mais (75 km) porque o veículo B realiza um
movimento contrário do referencial x, por isso a velocidade de B é negativa.
Solução
(comentário do prof): Na vida real esse problema só será possível se durante o percurso não
alterar a velocidade o que é difícil no dia-a-dia por exemplo fazer uma inversão a velocidade de 90
km/h.
Perguntas de controlo
Dada a equação do movimento de um corpo, X= 20 + 10t. Determina:
a) A posição inicial do corpo e a sua velocidade;
b) O deslocamento realizado do primeiro ao quarto segundo.
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Tema A: Movimento
Sumário: Movimento Rectilíneo não Uniforme MRNU
Objectivo geral: Caracterizar o movimento rectilíneo não Uniforme através de exemplos práticos
do quotidiano, enriquecendo o conhecimento dos alunos criando nos alunos o amor pela disciplina.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; explicação e trabalho individual.
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
É possível um automóvel sair do município do Ekunha para a Caála com a mesma velocidade (sem
reduzir ou aumentar)?
Porque?
Resumo
Característica
1) A aceleração é constante. a⃗ =k
2) A velocidade é variável. ⃗
V =vari á vel
Velocidade média dá-nos o deslocamento de um corpo em média por unidade
de tempo.
⃗S
V m=
⃗
∆t
Neste movimento usa-se frequentemente a rapidez média por variar a velocidade e porque o sentido
do movimento não coincidi.
Rapidez média é uma grandeza escala determinada pelo comprimento da
trajectória que o corpo percorre em média por unidade de tempo.
L
Rm =
∆t
Legenda: Rm → Rapidez m é dia ; l → comprimento da trajectoria ; ∆ t → intervalo de tempo . SI:
m/s
Velocidade instantânea é a velocidade que um corpo possui num dado instante
e num determinado ponto da trajectória.
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V −⃗
⃗ V0
a⃗ = No SI a aceleração mede-se por: m/s2
∆t
Conhecendo o valor da aceleração e do tempo, podemos calcular a velocidade
pela expressão:
V =V
⃗ ⃗ 0+ ⃗a t
Aceleração instantânea é aquela com o qual o corpo se move num dado ponto
da trajectória e num dado instante de tempo.
Perguntas de controlo
Quais são as características do MRNU?
Defina o MRNU?
Diferencie a rapidez média da velocidade média?
O que entendes por velocidade instantânea?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Tema A: Movimento
Objectivo geral: Caracterizar o movimento rectilíneo Uniformemente variado através de exemplos
práticos do quotidiano, enriquecendo o conhecimento dos alunos despertando neles os cuidados a
ter em conta com a velocidade nas estradas.
Sumário: Movimento Rectilíneo Uniforme Variado MRUV
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; explicação e trabalho individual.
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
Qual é a causa principal da sinistralidade rodoviária?
Resumo
Características
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1- A aceleração é constante, a⃗ =k
2- A velocidade no MRUV é variável. ⃗
V =variável
Gráfico da V= f(t)
Representação gráfica
Perguntas de controlo
Caracteriza o MRUV
Defina o MRUV
Como está dividido o MRUV? Explica cada um.
Calcula a velocidade de um veículo de 1 ao 5º segundo sabendo que o valor da
aceleração é de 0,5m/s2 e represente graficamente.
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Tema A: Movimento
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Objectivo geral: Demonstrar o deslocamento no movimento rectilíneo uniformemente variado a
sua relação com a velocidade média através de exemplos reais do quotidiano e de suas expressões
matemáticas desenvolvendo ao aluno o gosto pelos estudos e pela investigação científica
Sumário: Deslocamento no MRUV
- Velocidade média no MRUV
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; explicação e trabalho individual.
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
Como podemos determinar a posição de um corpo que se move com aceleração constante?
Resumo
B 1+ B 2
A=( 2 ) cd No nosso
Exemplo: Um avião, ao levantar, rola sobre a pista durante 15s e, no momento de descolar, possui
uma velocidade de 100 m/s. Calcula:
a) A aceleração com que se moveu o avião;
b) O espaço percorrido pelo avião na pista.
Linea A… solução:
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V −⃗
⃗ V0 100m/ s
a⃗ =? a⃗ = a⃗ =
t 15 s
t= 15s como ⃗ V 0=0, então a⃗ =6,7 m/ ¿s ¿ 2
V
⃗
V= 100m/s a⃗ =
t
R: o avião em 15 segundos atingiu uma velocidade de 6,7 m/¿ s ¿.
2
Línea B… Solução
⃗S= V t
⃗
V= 100m/s
2 ( ) S= 750 m
Como podemos calcular a posição de um corpo que se move com aceleração constante?
Partindo da expressão do MRU:
(1) X =X 0 +Vt No MRUV a V=Vm substituindo na expressão (1) teremos:
V 0 +V
(2) X =X 0 +V m t E como a V m = substituindo na expressão (2) temos:
2
V 0+V
( )
(3) X =X 0 +
2
V =V
t , como a ⃗ ⃗ 0+ ⃗a t substituindo na expressão 3 temos :
2
V +V
⃗ + ⃗a t V t +⃗
V t+ a⃗ t
(4) X =X + ( ) t , Operando X =X + ( )
0 0 0 0
0 0
2 2
2
2 V 0 t +⃗a t 2 V 0 t a⃗ t 2
X =X 0 + ( 2 ) → X= X 0 +( 2
+
2 )
a⃗ t 2
X =X 0 +V 0 t + no geral fica:
2
⃗a t 2
(5) X =X 0 +V 0 t ±
2
A expressão (5) representa exactamente a expressão que serve para determinar a posição de um
corpo no MRUV em qualquer instante.
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a⃗ t 2
Movimento rectilíneo uniformemente acelerado: X =X 0 +V 0 t +
2
⃗a t 2
Movimento rectilíneo uniformemente retardado: X =X 0 +V 0 t −
2
1 2 V −V 0
(a) S= a t Como o t= e substituindo na expressão (a), teremos:
2 a
2 2 2
1 V −V 0 1 V −V 0
(b) S= a
2 a ( )
Operando tem: S= a
2 a
2 ( )
V 2−V 02
(c) S=
2a
A expressão c é também chamada de expressão de torre Eiffel (torre Eiffel com 325m de altura
localizado em Paris -França). Equação usada para calcular o deslocamento, a velocidade e a
aceleração sem ter o valor do tempo.
Perguntas de controlo
a⃗ t 2
Demonstre que X =X 0 +Vt é igual a X =X 0 +V 0 t +
2
Como calcular o espaço percorrido por um corpo com aceleração constante?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Tema A: Movimento
Sumário: Movimento Rectilíneo Uniformemente variado MRUV (Exercícios)
Objectivo geral: Resolver problemas físicos usando os conceitos do movimento rectilíneo
uniformemente variado, através de exemplos práticos do dia-a-dia desenvolvendo nos alunos
habilidades de interpretação de problemas físicos.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, Resolução de problema e trabalho
independente.
Procedimentos: dialogo, resolução de problema e trabalho em grupo
Meios: Gráficos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Desenvolvimento de habilidades
Perguntas de motivação:
Resumo
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1- Um foguetão move-se com uma aceleração de 45m/s2 e num determinado instante alcança
uma velocidade de 900 m/s. Que distância percorrerá nos 2,5 segundos seguintes?
V 0 +⃗
⃗ V ⃗S= 900 m/s 2,5 s
a⃗ =45 m/ s2 ⃗S=
(
2
t ) ( 2 )
⃗S= V t
⃗
V= 900m/s
2 ( ) S=450 m/s .2,5 s
t= 2,5s
S= ? S=1125 m
R: Com a velocidade que o foguetão leva, com certeza percorrerá de pois de 2,5 segundos
uma distancia de 1125 metros.
2- O maquinista de um comboio, aproxima-se da estação, desligou o motor da locomotiva, o
movimento decorreu com uma aceleração constante de 0,1m/s2 em sentido contrário do
movimento.
a) Que deslocamento realizou o comboio do movimento de desligar o motor se a
velocidade era de 72km/h?
b) Quanto tempo durou o comboio a parar?
Solução da línea a):
Dados Fórmula Substituição/resolução
2
V −V 0 2
( 20 m/s )2
S=? S= S= S=2000 m
2a 2 . 0 ,1 m/s 2
2 V
2
400 m2 / s2
a=0,1 m/s S= S= 2
2a 0 , 2 m/ s
V¿ 72 km /h
72000 m
V= R:
3600 s
V= 20m/s
Solução da línea b):
Dados Fórmula Substituição/resolução
V +⃗
⃗ V 2
t=? S= 0( 2 )t t= (20 m/s )
2000 m
V
⃗ 4000 m
a=0,1 m/s
2
S= ( )2
t t= (
20 m/ s )
2
V¿ 72 km /h t= ( )
V
s t=200 s
72000 m
V= R: o comboio durou cerca de 200 segundos para conseguir parar.
3600 s
V= 20m/s
S= 2000m
Pergunta de controlo
Um autocarro com uma aceleração constante de 1,5 m/s2, que distancia terá percorrido quando
atingiu a velocidade de 54 km/h?
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Tema A: Movimento
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Sumário: Queda Livre
Objectivo geral: Caracterizar o movimento de queda livre como uma particularidade do
movimento rectilíneo Uniformemente variado, usando exemplos práticos do quotidiano,
enriquecendo o conhecimento dos alunos despertando neles os cuidados a ter em conta com a queda
dos corpos.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística; expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo; explicação e trabalho individual.
Meios: Gráficos, Modelos físicos, régua, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo
Perguntas de motivação:
Porque que as coisas caem?
Se deixarmos cair o apagador e o papel, qual dos corpos chegará primeiro ao solo?
Resumo
A gravidade é a mais fraca das forças fundamentais do Universo. É desprezível nas interacções de
partículas elementares e não tem qualquer papel nas propriedades das moléculas, dos átomos ou dos
núcleos atómicos.
Gravidade é a capacidade que corpos maiores, em grandes escalas têm de atrair corpos menores. É
a capacidade que a terra tem de atrair os corpos para si.
A atracção gravitacional entre corpos de dimensões comuns, por exemplo entre um automóvel e um
edifício, é muito pequena para ser percebida.
É a gravidade que nos mantém sobre o solo e mantém a Terra e outros planetas nas suas respectivas
órbitas no sistema solar. A gravidade tem sentido para baixo.
Queda Livre é um movimento uniforme com aceleração constante. É quando os corpos são
deixados cair ou lançados na vertical, desprezando a resistência do ar
A queda só é livre quando é desprezada a resistência do ar. Por exemplo: a queda de uma maçã, o
lançamento de uma baqueta. A queda de um balão não é exemplo porque o ar tem maior influência
na queda.
Característica
1) A resistência do ar é desprezável;
2) Os corpos estão sujeitos apenas a aceleração constante (gravítica g= 9,8m/s2)
3) A velocidade é variável.
Como se trata de uma particularidade do MRUV, observado na vertical as expressões, apenas muda
algumas grandezas como no seguinte quadro:
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a t2 g t2
X =X +V 0 t ± Y =Y + V 0 t ±
2 2
V =V
⃗ ⃗ 0 ± ⃗a t V =V
⃗ ⃗ 0 ± ⃗g t
2 2 2 2
V −V 0 V −V 0
S= h=
2a 2g
Outras expressões:
Se a V 0=0, então
(1) ⃗
V =⃗g t Conhecendo o valor da V, podemos calcular o tempo de descida pela expressão:
V
(2) t d= t → Tempo de descida. Conhecendo a V 0 podemos calcular o tempo de subida pela
g d
expressão:
V0
(3) t s= t s →Tempo de subida. Podemos calcular a altura pela expressão:
g
2 2
V −V 0
(4) h= h → altura . A altura é máxima quando a V 0=0 e a expressão fica:
2g
V2
(5) h= Conhecendo o valor da altura máxima podemos calcular a velocidade final pela
2g
expressão:
(6) V = √2 gh
Exemplo:
1- Um pára-quedista cai de uma altura de 1200 m. Se o seu movimento for uniformemente
variado. Calcula:
a) O tempo que o pára-quedista demora a atingir o solo;
b) A velocidade a que o pára-quedista chega ao solo.
Dados Fór/subs/resolu Fór/subs/resol
V
h= 1200 m V = √2 gh t d=
g
153 m/ s
td= ? V = √2 . 9,8 m/s 2 1200 m t d=
9 , 8 m/s 2
V=? V = √ 19 , 6 m/s 2 1200 m t d=15 ,6 s
g= 9,8m/s2 V = √ 23520 m2 /s 2
V= 153m/s
R: o pára-quedista chegou ao solo com uma velocidade de 153m/s e a queda durou 15,6 segundo.
Perguntas de controlo
Caracterize o movimento de Queda Livre.
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Defina queda livre.
Qual é a expressão para calcular a posição em queda livre?
Porque que os corpos caem?
Qual é a constante da aceleração gravítica?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sumário: Queda Livre (Exercícios)
Objectivo geral: Resolver problemas físicos usando os conceitos do movimento de Queda Livre,
através de perguntas relacionadas com o dia-a-dia desenvolvendo nos alunos habilidades de
interpretação de problemas físicos e espírito de equipa.
Duração: 90´
Perguntas de motivação:
Resumo
1- Qual é a altura que poderá atingir uma bola que é atirada com uma velocidade de 72 km/h.
Considerando 10m/s2 a aceleração de gravidade.
Solução de a)
Dados Formula substituição resolução
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h= 21m V = √ 2 gh V = √ 2 . 10 m/ s2 21 m V = √ 420 m2 / s 2
V=? V =20,5m/ s
g= 10m/s2
Solução de b)
Dados Fórmula Substituição Resolução
V 20,5 m/s
h= 21m t d= t d= td ≈ 2s
g 10 m/s 2
td=?
g= 10m/s2
Pergunta de controlo
Exercícios propostos
1. (Unitau-SP) Um carro mantém uma velocidade escalar constante de 72,0 km/h. Em uma hora e
dez minutos ele percorre, em quilómetros, a distância de:
a) 79,2 d) 84,0
b) 80,0 e) 90,0
c) 82,4
2. Dois móveis A e B, ambos com movimento uniforme, percorrem uma trajectória rectilínea
conforme mostra a figura. Em t _ 0, estes se encontram, respectivamente, nos pontos A e B na
trajectória. As velocidades dos móveis são vA= 50 m/s e vB=30 m/s no mesmo sentido.
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a) 0 d) 30 m
b) 10 m e) 40 m
c) 20 m
4. No movimento rectilíneo uniformemente variado, com velocidade inicial nula, a distância
percorrida é:
a) 8 m/s2
b) 4 m/s2
c) 20 m/s2
d) 4,5 m/s2
e) Nenhuma das anteriores
7. Uma partícula em movimento rectilíneo desloca-se de acordo com a equação v =-4+t, onde v
representa a velocidade escalar em m/s e t, o tempo em segundos, a partir do instante zero. O
deslocamento dessa partícula no intervalo (0 s, 8 s) é:
a) 24 m c) 2 m e) 8 m
b) zero d) 4 m
8. Uma partícula, inicialmente a 2 m/s, é acelerada uniformemente e, após percorrer 8 m, alcança a
velocidade de 6 m/s. Nessas condições, sua aceleração, em metros por segundo ao quadrado, é:
a) 1 c) 3 e) 5
b) 2 d) 4
9. Um corpo em queda livre sujeita-se à aceleração gravitacional g _ 10 m/s2. Ele passa por um
ponto A com velocidade 10 m/s e por um ponto B com velocidade de 50 m/s. A distância entre os
pontos A e B é:
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a) 100 m d) 160 m
b) 120 m e) 240 m
c) 140 m
11. Uma equipe de resgate se encontra num helicóptero, parado em relação ao solo a 305 m de
altura. Um pára-quedista abandona o helicóptero e cai livremente durante 1,0 s, quando abre-se o
pára-quedas. A partir desse instante, mantendo constante seu vector velocidade, o pára-quedista
atingirá o solo em: (Dado: g _ 10 m/s2)
a) 7,8 s b) 15,6 s c) 28 s d) 30 s e) 60 s
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Procedimentos: dialogo, explicação, e trabalho em grupo
Meios: fio eléctrico, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
O que faz as indústrias funcionarem?
Resumo
A maior parte dos electrodomésticos usados na indústria e em nossas casas funcionam através de
uma energia, chamada energia eléctrica.
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Em suma quando dois corpos são postos em contacto e tiverem a mesma carga repelem-se e se as
cargas forem diferentes atraem-se.
A transferência de carga eléctrica acontece através de condutores.
Denominam-se condutores os materiais que permitem a movimentação de cargas eléctricas.
Os condutores podem ser: Bons condutores, Semicondutores e Maus condutores.
Bons condutores são materiais que facilmente permitem o movimento de cargas eléctricas.
Exemplo: Metal, o homem, água, etc;
Semicondutores são aqueles que dificilmente permitem o movimento de cargas eléctricas.
São muito aplicados em electrónica, microprocessadores, etc.
Maus condutores são materiais que não permitem a passagem da corrente eléctrica.
Exemplo: Borracha, fita isoladora, o vento, etc.
Perguntas de controlo
Qual é a influencia da energia na sociedade?
O que entendes por carga eléctrica?
Qual é a diferença entre as três formas de electrização?
Quando é que se diz que um corpo está electrizado?
Quando é que acontece o fenómeno de atracção?
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Sumário: Força eléctrica
Objectivo: Definir a força eléctrica através de sua expressão matemática, baseando-se nos
exemplos do dia-a-dia relacionado com fenómenos electromagnéticos da carga desenvolvendo nos
alunos o gosto pela investigação científica.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo, explicativo, resolução de problema, trabalho em grupo
Meios: Condutores, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Quando dois corpos tem carga diferentes, que tipo de carga exerce maior força de atracção a outra?
Resumo
Força eléctrica entre duas cargas pontuais é directamente proporcional ao valor absoluto de cada
uma das cargas, e inversamente proporcional à distância ao quadrado.
|q1 q 2|
F=k
r2
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Legenda: F- força eléctrica (Newton-N); q 1−Carga 1 ; q2 −carga2 ; r 2- distância entre as duas
2
9 Nm
cargas; k- constante dieléctrica K=9 ×10 .
C2
A força eléctrica pode ser:
Repulsiva: quando as duas cargas tiverem o mesmo sinal;
Atractiva: quando as duas cargas tiverem sinal diferente.
1. Exemplo: Duas cargas q 1=1× 10−2 C e q2=2 ×10−3 C estão a 1 ×10−3 m de distância uma da
outra. Qual será a força eléctrica que uma carga exerce na outra?
Dados Fórmula substituição/Resolução
|q1 q 2| 9 N m |( 1 ×10 C )( 2× 10 C )|
2 −2 −3
N m |( 2 ×10 C )|
2 −5
9
q 1=1× 10 C −2
F=9 ×10 2 2
C ( 1× 10−3 m )
18× 104 N m2 18× 104 N m2
q 2=2 ×10−3 C F= 2 ¿
( 1× 10−3 m) 1×10−6 m2
r =1 ×10−3 m F=¿ 18 ×1010 N
N m2
K=9 ×109 2
C
R: A força eléctrica que uma carga exerce na outra é igual a 18 ×1010 N .
2. Exemplo: duas cargas q 1=1× 10−11 C e q2 =−1× 10−4 C estão a 1 ×10−2 m de distância uma da
outra. Qual será a força eléctrica que uma carga exerce na outra e que tipo de força é?
Dados Formula Substituição/Resolução
|q1 q 2| 9 N m |( 1 ×10 C ) (−1 ×10−4 C )|
2 −11
Pergunta de controlo:
O que é a força eléctrica?
Qual é o valor da constante eléctrica?
−4
A carga q 2=1× 10 C e exerce a carga q 1 uma força eléctrica igual á 24 × 10−7 N , sabendo que estão a
uma distancia de 2×10−8 m calcula o valor da carga q 1.
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Sumário: Estrutura do átomo. O electrão
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Procedimentos: dialogo, explicativo, trabalho individual.
Meios: gravura sobre a estrutura do átomo, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Perguntas de motivação:
RESUMO
Thomson: partícula maciça, divisível, era uma pasta positiva recheada por cargas negativas;
Rutheford; não é maciço, núcleo muito pequeno com carga positiva, ao redor desse,
localizam-se electrões que neutralizam a carga do núcleo. (comparado ao sistema solar)
Rutheford-Bohr: o electrão gira em uma órbita com quantidade de energia bem definida
(Explicação do professor). Actualmente não há dúvidas de que toda matéria seja formada por
minúsculas partículas, denominadas átomos. Essa ideia, foi proposta pelos filósofos gregos
Leucipo e Demócrito (400 a.C.). Em 1808, baseado em fatos experimentais, o cientista britânico
John Dalton (1766- 1844) formula uma teoria atómica para explicar a constituição da matéria.
TEORIA ATÔMICA DE DALTON
Essa teoria possibilitaria, posteriormente, a criação do primeiro modelo do átomo, a qual
expressa, em termos gerais, o seguinte:
1. A matéria é constituída de pequenas partículas esféricas maciças e indivisíveis denominadas
átomos.
2. Um conjunto de átomos com as mesmas massas e tamanhos apresenta as mesmas propriedades e
constitui um elemento químico.
3. Elementos químicos diferentes apresentam átomos com massas, tamanhos e propriedades
diferentes.
4. A combinação de átomos de elementos diferentes, numa proporção de números inteiros, origina
substâncias diferentes.
5. Os átomos não são criados nem destruídos: são simplesmente rearranjados, originando novas
substâncias.
Resumidamente o átomo está constituído por:
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O electrão é a partícula que tem a menor carga eléctrica negativa que não se pode medir e foi
descoberto pelo físico inglês Thomson (1856-1940).
e=1,6 ×10−19 C
O movimento dos electrões ao redor do núcleo, deve-se a força resultante que sobre eles exercem o
núcleo positivo e os restantes electrões da nuvem electrónica.
Em condições normais os átomos são neutros porque a carga positiva total do núcleo é igual em
valor absoluto a soma da carga negativa de todos os electrões da eletrosfera.
O átomo só ganha carga quando perde ou ganha um electrão porque eles se deferem pelo número de
electrões e protões que possuem.
Assim quando perde um ou mais electrões adquiri carga positiva e recebe o nome de ião positivo ou
catião.
Quando ganha um ou mais electrões adquiri a carga negativa e recebe o nome de ião negativo ou
anião.
Pergunta de controlo
Como está constituído o átomo?
Como os cientistas pensavam sobre o átomo?
Porque que o átomo em condições normais é electricamente neutro?
Que nome recebe o átomo que ganha um electrão?
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Objectivo: Explicar a estrutura dos condutores eléctricos através electrões de valência de algumas
substâncias químicas enriquecendo o conhecimento dos alunos desenvolvendo a eles o gosto pela
investigação científica.
Meios: gravura, fios eléctricos, borracha, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
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Duração: 45´
Perguntas de motivação:
Porque que os maus condutores ou isoladores não permitem a passagem da corrente eléctrica como
os bons condutores?
Resumo
A forma como se unem os átomos para formar os corpos sólidos depende em grande parte da forma
como os núcleos actuam sobre os electrões da última camada. (electrões de valência).
Os átomos precisam de electrões de outros átomos para serem estável, se a camada mais externa
estiver incompleta quer dizer que não é estável. No caso dos:
Bons condutores: Os metais, por exemplo seus átomos possuem poucos electrões na última camada
(banda de valência) e são facilmente atraídos por outros átomos. Se por acaso não forem atraídos
por um átomo particular eles mover-se-ão erraticamente como um gás na banda de condução e estes
chamam-se electrões livres.
Maus condutores: quando um átomo como o sódio (Na: 11e) que tem um só electrão na sua última
camada ao se unir a um outro que tenha sete electrões que é o caso do cloro (Cl: 17e), o sódio ao
perder ganha estabilidade e o cloro ao ganhar mais um electrão ganha também estabilidade, o que
significa que a banda de condução fica sem electrões livres por isso o nome por não possuírem
electrões livres na banda de condução.
Semicondutores: os átomos que têm 4 electrões na banda de valência como o caso do silício
(Si:14e) e o germânio (Ge: 32e), ao se unirem compartilham os quatros electrões e devido ao
movimento térmico algumas partículas podem escapar da ligação deixando lacunas. Esses electrões
que escapam convertem-se em electrões livres ou de condução. Este condutor é muito importante
para a ciência e a técnica.
Perguntas de controlo
Porque que os bons condutores permitem a passagem de cargas eléctricas?
Explica estruturalmente a diferença dos maus e dos semicondutores?
Como se justifica o aparecimento de electrões num material semicondutor?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Sumário: O electroscópio
Trovoada
Pára-raios
Objectivo: Explicar os fenómenos electrostáticos com o auxílio do electroscópio, a trovoada
através de exemplos práticos do dia-a-dia aumentando o grau de conhecimento dos alunos
despertando neles os cuidados que devem ter com as descargas eléctricas evitando com o pára-raios.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo, explicativo, trabalho individual.
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Meios: gravura, fio metálico, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Porque que devemos desligar o telefone quando troveja?
Resumo
Para determinar se um corpo está carregado electricamente e inclusive identificar o tipo de carga
que o mesmo possui utiliza-se o pêndulo eléctrico e o electroscópio.
Pêndulo eléctrico ou electroscópio simples é constituído por uma haste de suporte e por um fio de
seda com uma bola de material de alumínio na sua extremidade.
Constituição do electroscópio
Trovoada
A electrização por influencia pode também ocorrer nas tempestades, isto porque a parte baixa da
nuvem fica negativamente electrizada e a superfície da terra carregada positivamente.
A carga negativa atrai a positiva, portanto na época em que esses fenómenos de trovão ocorrem o
telefone ligado devido ao campo magnético, os corpos metálicos como agulha, cabos eléctricos
podem atrair trovões atmosférico pelo que aconselha-se a ficar distantes deles para não ser vítima
de uma trovoada.
Perguntas de controlo
Para que serve o electroscópio?
Mencione três elementos importantes do electroscópio.
Defina trovoada.
O que devemos fazer para evitar que os fenómenos atmosféricos causem danos nas pessoas e nos
edifícios?
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Unidade temática: Energia eléctrica
Objectivo: Explicar a corrente eléctrica, circuito eléctrico e seus componentes através de exemplos
práticos do dia-a-dia enriquecendo o conhecimento dos alunos e despertando neles a importância e
os cuidados que devem ter com a corrente eléctrica.
Duração: 90´
Perguntas de motivação:
Porque que um cabo ligado a uma fonte de corrente eléctrica aquece?
Resumo
Os corpos estão constituídos por átomos em incessante movimento. Durante a fricção os seus
movimentos, alguns electrões podem escapar dos seus átomos originais e movem-se
desordenadamente entre os demais átomos. (não há corrente eléctrica)
Quando estes electrões ficam sujeitos a acção de um campo eléctrico, ordena-se o seu movimento
para determinado sentido e surge então a corrente eléctrica.
Campo eléctrico é o espaço que rodeia um corpo carregado onde se manifesta as forças de
interacção. Ele é mantido somente quando o condutor estiver conectado a uma fonte de corrente.
Corrente eléctrica contínua é quando o movimento das cargas eléctricas está dirigido num
mesmo sentido sem a alteração da intensidade. A corrente é composta por pólo positivo e
negativo.
Exemplo: A corrente gerada pela pilha, bateria, etc. É o tipo de corrente que faz funcionar
aparelhos de pouca potência.
Corrente eléctrica não continua ou alternada é quando o movimento das cargas eléctricas
varia de sentido no decorrer do tempo alterando a intensidade. A corrente é composta por
fase.
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Exemplo: a corrente gerada por centrais eléctricas, geradores eléctricos. É o tipo de corrente
mais eficiente capaz de fazer funcionar grandes indústrias com capacidades eléctricas
específicas e de maior potência.
A corrente eléctrica nos metais: Nos metais, a corrente eléctrica é devido ao movimento
ordenado e dirigido dos electrões livres.
Electrólitos são substâncias ou soluções geralmente aquosas que no estado líquido conduzem a
corrente eléctrica.
Nestas soluções o condutor designa-se por eléctrodo, o pólo positivo por cátodo e negativo de
ânodo.
A corrente eléctrica nos gases: Os gases em condições normais não conduzem a corrente
eléctrica, são isoladores. Só no caso de se proporcionar uma tensão nos seus átomos e estes
sofrerem ruptura (ionização), desprendendo electrões, surgem os aniões e os catiões e esses
serão portadores da carga eléctrica.
Perguntas de controlo
O que entendes de corrente eléctrica?
Explica os tipos de corrente eléctrica que estudastes e diferencia-os
A que se deve o movimento ordenado e dirigido das partículas?
Explica a corrente eléctrica nos metais, nos electrólitos e nos gases.
O que entendes por campo eléctrico?
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Unidade temática: Energia eléctrica
Sumário: Fonte de corrente eléctrica.
Circuito eléctrico e seus componentes.
Objectivo: Identificar as fontes e outros elementos eléctricos num circuito eléctrico, através de
circuitos simples e exemplos reais do dia-a-dia de modos a despertar nos alunos a utilidade e a
importância das fontes de corrente eléctrica num circuito.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo, explicativo, trabalho em grupo.
Meios: Pilha seca, lâmpada, circuito eléctrico, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 90´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Quando é que é um circuito eléctrico?
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A lâmpada é uma fonte ou consumidor de energia eléctrica?
Resumo
Fontes de corrente são dispositivos que geram a corrente eléctrica e possibilitam manter o campo
eléctrico.
Exemplo: Geradores eléctricos, centrais hidroeléctricas, bateria, etc.
As fontes de corrente realizam o trabalho de separar as partículas carregadas, as positivas das
negativas e de as acumular nos pólos ou fases.
Nas fontes de corrente ocorrem transformações de corrente de vários tipos de energia como: de
energia química para mecânica ou interna (térmica) para eléctrica.
Elementos galvânicos são aparelhos que produzem a corrente eléctrica através de uma reacção
química entre as substâncias que os compõem dando lugar a transformação da energia eléctrica.
Exemplo: Pilha seca, bateria, acumuladores, etc.
A pilha foi inventada pelo físico Alexandre Volta e chama-se pilha seca porque não contem
líquido, mas sim uma massa com cloreto de amónio.
O aparelho que permite detectar a presença da corrente eléctrica num circuito chama-se
galvanómetro.
Todos os aparelhos que funcionam com a corrente eléctrica denominam-se consumidores de
corrente eléctrica ou motores.
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Ligação a terra Corrente transferida a terra
Interruptor Ligar ou desligar a corrente
Interruptor aberto Circuito desligado
Interruptor Fechado Circuito ligado
Amperímetro Intensidade da corrente
Voltímetro Tensão da corrente
Amperímetro é um aparelho que mede a intensidade da corrente que atravessa um condutor. No
circuito deve ser ligado em série com a fonte.
Voltímetro é um aparelho que serve para medir a tensão. Deve ser ligado em paralelo com a fonte.
Perguntas de controlo
O que é um circuito eléctrico
Identifica os elementos fundamentais de um circuito eléctrico.
Qual a importância de um circuito
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Unidade temática: Energia eléctrica
Sumário: Efeitos da corrente eléctrica
Intensidade da corrente eléctrica.
Objectivo: identificar a partir da intensidade da corrente os efeitos da corrente eléctrica,
enriquecendo assim o conhecimentos e despertar nos alunos a aplicação e importância dos efeitos
da corrente eléctrica.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo, explicativo, trabalho em grupo.
Meios: circuito eléctrico, manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Porque que aquece o cabo de uma ficha tripla quando nela estiver ligada um ferro eléctrico, uma
arca e uma geleira?
Resumo
A corrente eléctrica ao circular por um circuito, provoca diferentes efeitos que permitem reconhecer
sua existência e esses são:
Efeito mecânico é quando a corrente provoca o movimento de certos dispositivos no
circuito. Exemplo: amperímetro, voltímetro, ventiladores, etc.
Efeito térmico é quando a corrente provoca a variação da temperatura ou aquecimento em
certos dispositivos no circuito. Exemplo: ferro eléctrico, microondas, lâmpadas, etc.
Efeito magnético é quando a corrente provoca a magnetização em certos corpos, fazendo
com que esses se comportem como íman. Exemplo: Chaves de fendas ao atrair parafusos,
etc.
Efeito químico é o efeito que permite separar ou refinar a partir das indústrias muitas
substâncias metálicas. Exemplo: efeito para obtenção do alumínio, cobre, magnésio, etc.
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Intensidade da corrente eléctrica (I) é a quantidade de carga eléctrica que atravessa uma
determinada área do condutor por unidade de tempo.
q q
FORMULA: I = ou q=I x t ou t=
t I
No SI a intensidade mede-se por Ampere (A) em honra ao cientista francês André M. Ampere
(1775-1836)
1 miliampere ( 1 mA )=0,001 A
1 microampere ( 1 μA )=0,000001 A.
Exemplo: Se pelo circuito de um ferro eléctrico circular em 2 segundos uma carga eléctrica de 8
coulomb, que intensidade de corrente eléctrica houve?
Duração: 45´
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Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Resumo
Esta lei foi determinada pelo físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854).
U
Matematicamente fica: I =
R
U
U =IxR e R=
I
Tensão eléctrica U é a energia transferida para o circuito por unidade de carga eléctrica.
Resistência eléctrica R é uma grandeza física que caracteriza a propriedade que o condutor tem de
opor-se a circulação da corrente através dele.
U
R= No SI mede-se por Ohm (Ω)
I
U 3V
I= I= I =0,75 A
R 4Ω
Perguntas de controlo
Explica a lei de Ohm para uma porção de circuito
O que é a tensão eléctrica?
Como se liga o amperímetro no circuito?
A resistência eléctrica de um aparelho é 50 Ω. Calcula o valor da tensão desse aparelho sabendo
que a intensidade da corrente que o atravessa é:
a) 3,70
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b) 2,53
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
S
ρ=R A resistência especifica (Ω ¿ no SI mede-se por: Ωm
L
Perguntas de controlo
Explica a relação que a resistência do condutor tem com o comprimento, secção transversal e a
natureza do material.
Qual é a unidade de medida da resistência especifica?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Aplicando a lei de Ohm, podemos encontrar uma expressão que nos permitirá conhecer o que
ocorre com a resistência total do circuito neste circuito
U
Como, R= (1); Isolando U =RI (2);
I
Considerando o circuito acima fica: U 1=R 1 I 1 e U 2=R 2 I 2
I =I 1=I 2
Se a intensidade A1=2A então A2=2A, e o A3= 2A porque num circuito a intensidade é igual em
todo circuito.
U1 14 V
R 1= R1= R1=7 Ω
I 2A
U2 26 V
R 2= R2= R2=13 Ω
I 2A
llllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll
U U
Como, R= (1); Isolando I = (2);
I R
Considerando o circuito acima fica:
U U1 U2
I= I 1= I 2=
R R1 R2
Substituindo na expressão: I =I 1+ I 2 , fica:
U U 1 U2
= +
R R1 R2
Como para este circuito a tensão da corrente é a mesma em todo circuito (U =U 1=U 2) Então:
U U U
= +
R R1 R2
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electrónico: [email protected], contacto: 923002076 ou 994696267 Caala- Huambo.
Dividindo ambos os termos da igualdade por U, teremos:
1 1 1
= +
R R1 R2
Quando os condutores estão ligados em paralelos, o inverso do valor de resistência total da
associação é igual à soma dos inversos dos valores das resistências que compõem este circuito.
Exemplo: num circuito estão ligadas duas lâmpadas em paralelo, cada uma com uma resistência
eléctrica de 3 Ω, na primeira circula uma corrente de 2A e na segunda 3A. Calcula a resistência, a
tensão e a intensidade do circuito.
I =I 1+ I 2 I =2 A +3 A I =22 A
U1 3V
R 1= R1= R1=1,5 Ω
I1 2A
U2 3V
R 2= R2= R1=1 Ω
I2 3A
1 1 1 1 1 1 1 1+1,5 1 2, 5 1,5 Ω
= + = + = = R= R=0,6 Ω
R R1 R2 R 1,5 Ω 1 Ω R 1,5 Ω R 1,5 Ω 2,5
U
R= U =IR U =22 A X 0,6 Ω U =13,2V
I
Pergunta de controlo
1. Que grandeza física tem o mesmo valor para todos os condutores ligados em paralelo?
2. Num circuito estão ligadas duas lâmpadas em paralelo, cada uma com uma resistência de
120Ω. Determina a resistência total do circuito.
3. Identifica o circuito em série e o circuito em paralelo:
uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
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Objectivo: explicar a potência eléctrica através da lei Ohm enriquecendo que os
alunos já sabem sobre trabalho, transporta-lo para o campo eléctrico
despertando assim a eles os cuidados que devem ter com a corrente eléctrica.
Métodos: Elaboração conjunta, conversação heurística, expositivo e trabalho independente.
Procedimentos: dialogo, explicativo, trabalho individual.
Meios: manual do aluno da 9ª classe e meios auxiliares.
Duração: 45´
Tipo de aula: Tratamento do novo conteúdo.
Perguntas de motivação:
Porque que um carregador de telefone não consegue ligar um piano electrónico (Teclado)?
Porque que certas lâmpadas estoiram quando são ligados a certas fontes?
Resumo
A potência de um receptor está relacionada com a quantidade de energia que esse receptor
transforma durante o tempo em que está ligado.
Potência da corrente eléctrica é a grandeza que mede a rapidez com que a energia é transformada.
Para igual valor de tensão eléctrica (U), a potencia eléctrica, de consumidores eléctricos
diferentes, é maior quanto maior for a intensidade da corrente (I).
Para igual intensidade de corrente (I), a potencia eléctrica de consumidores eléctricos
diferentes é maior quanto for maior a tensão eléctrica.
E
P= como a energia transformada é E=Uq
∆t
Uq
Então substituindo P= , como a carga é q=I × t Substituindo temo:
∆t
U ( I ×t)
P= Finalmente a potência da corrente eléctrica fica assim:
∆t
P=U I
P=R I 2
Exemplo: Calcula a potência de uma lâmpada eléctrica que tem 110 v de tensão e nela circula uma
corrente de 0,11 A.
Exemplo: Um ferro eléctrico circula uma intensidade de 9,1 A, se a tensão da corrente é de 110 v
qual será a sua potência eléctrica?
Dados Fórmula Substituição Resolução
I= 9,1 A P=U I P=110 V × 9,1 A P=1 001 w
U= 110V
P= ?
Exemplo: Qual será a intensidade da corrente que passa no circuito de uma ventoinha, sabendo
que a potencia eléctrica é 45w e a tensão eléctrica igual a 110V.
Duração: 45´
Perguntas de motivação:
Resumo
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Trabalho eléctrico é a grandeza física que caracteriza a energia eléctrica que se transforma em
outros tipos de energia.
W
P= → W =P× t → como P=IU Então:
t
W =IUt
O trabalho eléctrico (energia transferida) mede por Joule (J) e na prática usa-se também seus
múltiplos: watt-hora (Wh), quilo-watt-hora (kWh) e o megawatt-hora (MWh)
Equivalência
1 Wh - 36 000 J
1 KWh é a energia eléctrica produzida ou consumida por um gerador ou consumidor eléctrico cuja
potência 1 KW durante 1 h.
Exemplo: num circuito eléctrico correspondente, calcula o trabalho que realiza a corrente eléctrica
quando faz funcionar o motor durante 120 minutos.
Pergunta de controlo
O que entendes por trabalho eléctrico?
Para quantos Joule corresponde 2,5 Kwh
Calcula o trabalho eléctrico com os seguintes dados: R= 4 Ω; U= 14 V e t= 0,8 s.
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