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HIV

O documento analisa o HIV/SIDA em Moçambique, destacando sua alta prevalência e os fatores sociais, econômicos e culturais que influenciam a epidemia. O HIV é um retrovírus que ataca o sistema imunológico, levando ao SIDA, e sua transmissão ocorre principalmente por relações sexuais desprotegidas, transfusões de sangue e de mãe para filho. A epidemia tem um impacto significativo na saúde pública, força de trabalho e estrutura familiar, além de enfrentar desafios como estigmatização e discriminação.

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HIV

O documento analisa o HIV/SIDA em Moçambique, destacando sua alta prevalência e os fatores sociais, econômicos e culturais que influenciam a epidemia. O HIV é um retrovírus que ataca o sistema imunológico, levando ao SIDA, e sua transmissão ocorre principalmente por relações sexuais desprotegidas, transfusões de sangue e de mãe para filho. A epidemia tem um impacto significativo na saúde pública, força de trabalho e estrutura familiar, além de enfrentar desafios como estigmatização e discriminação.

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1.

Introdução

O HIV/SIDA continua sendo um dos maiores desafios de saúde pública globalmente, com impacto
profundo em países em desenvolvimento como Moçambique. Este trabalho tem como objetivo analisar
o fenómeno do HIV/SIDA sob diversas perspectivas: histórica, social, epidemiológica e científica. A
escolha de Moçambique como foco deve-se à elevada prevalência da doença no país e à complexidade
dos fatores que a influenciam, incluindo questões culturais, económicas e

2.1. Conceito de HIV e SIDA


O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico, mais
especificamente os linfócitos T CD4+. A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é o estágio mais
avançado da infecção pelo HIV, caracterizado por infecções oportunistas e tumores malignos.

2.2. História do HIV/SIDA

O primeiro caso conhecido de SIDA foi identificado em 1981 nos Estados Unidos. Desde então, a doença
propagou-se mundialmente. Em África, a epidemia teve início no final dos anos 1980 e início dos anos
1990, com consequências devastadoras.

2.4. Diagnóstico e Estágios da Doença

O diagnóstico é feito por meio de testes sorológicos. A evolução da doença passa por três fases
principais: fase aguda, fase de latência clínica e fase de SIDA.

3. O HIV/SIDA em Moçambique

3.1. Situação Epidemiológica

Moçambique tem uma das mais altas taxas de prevalência do HIV na África Austral. Segundo dados do
Ministério da Saúde (MISAU), a prevalência entre adultos de 15 a 49 anos é de aproximadamente 12,6%,
com variações regionais acentuadas.

*O que é o SIDA?*

A palavra SIDA quer dizer, sindroma de imunodeficiência adquirida, um conjunto de infecções


devastadoras causadas pelo vírus de imunodeficiência humana ou HIV, o qual ataca e destrói certas
células brancas do sangue, as quais são essenciais ao sistema imunológico do organismo.
Quando o HIV infecta uma célula, ele combina-se com o material genético daquela célula e pode
permanecer inactivo durante muitos anos. Muitas das pessoas infectadas com o HIV são ainda saudáveis
e podem viver muitos anos, sem possuírem sintomas ou com somente pequenas doenças. Elas
encontram-se infectadas pelo HIV mas não têm SIDA.
Depois de um período de tempo variável, o vírus torna-se activo e progressivamente causa infecções
graves e outras condições que caracterizam o SIDA. Embora existam tratamentos para prolongar a vida,
o SIDA é uma doença fatal. As pesquisas continuam ainda, a fim de se encontrar possíveis vacinas e,
finalmente a cura.
Porém, até ao momento, a prevenção contra a transmissão permanece o único método de controle.

*1.1.A forma da infecção nos adultos*


O HIV tem como alvo dois grupos de células brancas, nomeadamente linfócitos CD4+ e
monócitos/macrófagos. Normalmente, as células CD4+ e os macrófagos ajudam no reconheci-mento e
destruição de bactérias, vírus ou outros agentes infecciosos que invadem a célula e provocam doenças.
Normalmente, numa pessoa infectada com o HIV, o vírus mata os linfócitos CD4+ e os macrófagos
actuam como reservatórios, transportando o HIV para outros órgãos vitais. O HIV junta-se aos linfócitos
CD4+ e consegue deste modo infiltrar-se. Deste modo, a célula produz mais HIV, destruindo-se. À
medida que as células CD4+ diminuem o sistema imunológico enfraquece e torna-se menos capaz de
resistir às infecções virais e de bactérias. A pessoa infectada torna-se susceptível a uma vasta gama de
infecções ‘oportunísticas’ tais como a ‘pneumonia por pneumocystis carini’, que raramente ocorre em
pessoas com sistemas imunológicos normais. A tuberculose (TB) apresenta-se como uma ameaça
particular às pessoas que vivem com o HIV, especialmente em áreas onde, tanto a tuberculose como o
HIV estão a aumentar de forma alarmante no mundo. Milhões de pessoas portadoras de tuberculose,
que em condições normais poderiam escapar, estão agora a desenvolver a doença porque o seu sistema
imunológico está a ser atacado pelo HIV.

1.1.2. A forma da infecção em bébés e crianças

A maior parte de crianças e bébés infectados pelo HIV adquiriram a infeção das suas mães, antes ou
durante o nascimento, e depois do nascimento durante a fase de amamentação. Somente uma pequena
porção é infectada através de injecções ou transfusões de sangue contaminado pelo HIV. Existem dois
padrões de progressão da doença nas crianças afectadas a partir do nascimento. Cerca de metade
destas crianças rapidamente progridem para o SIDA, mas as outras permanecem sem sintomas durante
anos, como o fazem os adultos. Estudos mostram que, nos paises desenvolvidos, as cifras variam entre
30 a 65 porcento.

2. *Como é transmitido o HIV*


Até ao momento, existem somente quatro métodos primários de transmissão:

- Relações sexuais (anais ou vaginais);

- Sangue e produtos de sangue , órgãos e tecidos contaminados;


- Agulhas, seringas e outros instrumentos perfurantes contaminados; -Transmissão de mãe para criança
(TMPC).

a). *Relações sexuais*

O HIV pode ser transmitido através de relações sexuais com pessoas infectadas pelo HIV, sem o uso de
protecção – isto é, qualquer acto sexual penetrativo no qual não se utilizem preservativos. Relações
anais ou vaginais podem transmitir o virus de um homen infectado pelo HIV para uma mulher ou para
outro homen, ou de uma mulher infectada para outro homem.

O risco de se tornar infectado através de relações sexuais sem proteção alguma, depende de quatro
principais factores: a probabilidade de o parceiro estar infectado, o tipo de acto sexual, a quantidade de
vírus presente no sangue ou nas secreções sexuais (sémen, secreções vaginais ou cervicais) do parceiro
infectado, e a presença de outras doenças transmitidas sexualmente e/ou lesões em ambos os
parceiros. A idade pode também constituir um factor, uma vez que as raparigas são fisiologica-mente
mais vulneráveis.

2.2. *A probabilidade de o parceiro se encontrar infectado pelo HIV**

A prevalência da infecção do HIV entre homens e mulheres sexualmente activos varia de acordo com a
área geográfica ou subgrupo populacional, tais como hetero-sexuais; homens que mantêm relações
sexuais com outros homens (MSM), trabalhadoras do sexo, (utilizadores de) drogas injectáveis (página
36). No geral, a probabilidade de se tornar sexualmente infectado pelo HIV está relacionada com o
número de parceiros sexuais e com o número de actos sexuais sem protecção que tiver tido.
Por outras palavras, quanto mais parceiros sexuais tiver, maior será a probabilidade de ser infectado.

2.3. *O tipo de acto sexual*

Todos os actos sexuais envolvendo a penetração sem protecção (anais, vaginais ou orais) acarretam o
risco de transmissão do HIV, porque trazem consigo fluidos do organismo, produzidos durante o acto
sexual, os quais entram directamente em contacto com as membranas mucosas expostas (mucosa do
recto, da vagina, da uretra e da boca).
Tanto homens como mulheres que pratiquem relações anais receptivas sem protecção com uma pessoa
infectada pelo HIV, correm o risco de ficarem infectadas.
A seguir temos o risco associado com as relações vaginais sem protecção.

Relações orais sem protecção acarretam também certo risco, particularmente se houver ferimentos na
boca ou na garganta, tais como gengivas que sangram, lesões, feridas, dentes com abcesso, infecções na
garganta, gonorreia oral ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

O risco é reduzido, embora nao seja eliminado na totalidade, através do uso de preservativos. Feridas na
mucosa do recto, da vagina ou da boca podem facilitar a entrada do vírus no sangue. Porém, o HIV pode
ser também transmitido quando a mucosa não estiver quebrada.

Ainda não está provado que o beijo pode transmitir o HIV, uma vez que a saliva contém muito poucos
vírus. Todavia, teóricamente existe um risco de transmissão do

HIV durante os beijos profundos ou ‘molhados’ (beijos com a língua), se na saliva estiver presente
sangue das gengivas ou de feridas na boca. Não existem provas de que o HIV foi já transmitido deste
modo.

A masturbação não envolve risco algum de transmissão do HIV. Do mesmo modo que nao existe
conhecimento de casos de transmissão através de masturbação mútua. Porém, a masturbação do
parceiro apresenta teoricamente um risco de transmissão do HIV, se as secreções sexuais dele/dela
entrarem em contacto com a mucosa ou pele quebrada.

2.4. *A quantidade de vírus presente no parceiro infectado*

Os parceiros infectados pelo HIV tornam-se ainda mais infectados, à medida que progridem para a fase
avançada do SIDA. O perigo existe também no período precoce da infecção, de uma a duas semanas, na
altura da seroconversão – isto é, quando os anticorpos começam a desenvolver-se pela primeira vez.

2.5. *A presença de doenças de transmissão sexual em ambos os parceiros*

Existe uma forte ligação entre a presença de outras doenças sexualmente transmissíveis no parceiro
(DTSs) e a transmissão sexual da infecção do HIV(3). A presença de DTSs não tratadas – tais como a
gonorreia, infecção clamídia, sifilis, herpesor úlcera genital – pode intensificar 10 vezes mais, tanto a
aquisição como a transmissão do HIV. Deste modo, o tratamento da DTS é uma estratégia importante de
prevenção do HIV numa população geral.
2.6. *Sangue ou produtos de sangue, tecidos e órgãos contaminados*
As transfusões de sangue salvam milhões de vidas todos os anos, mas em lugares onde não existe uma
garantia de fornecimento de sangue não contaminado, as pessoas que recebem uma transfusão de
sangue correm muitos riscos de ser infectadas pelo HIV.

3. *Agulhas contaminados seringas ou outros intrumentos perfurantes*

O HIV pode ser transmitido através do uso de agulhas ou outros instrumentos invasivos contaminados
pelo HIV. Em muitas partes do mundo, a partilha de seringas e de agulhas de injecção por parte dos
utilizadores de drogas é responsavel pelo rápido crescimento da infecção do HIV entre estas pessoas. O
risco encontra-se também relacionado com os procedimentos não-médicos, se os instrumentos forem
usados sem estar devidamente esterilizados. Tais procedimentos incluem também a perfuração das
orelhas e do corpo, tatuagens, acumpunctura, circuncisão masculina e feminina escarificaçoes
tradicionais. O risco actual depende da prevalência local da infecção HIV.

A transmissão do HIV através de equipamento de injeção pode também ocorrer em locals de cuidados
de saúde onde as seringas, agulhas e outros instrumentos, tais como equipamento estomatológico, não
são devidamente esterilizados, ou através de ferimentos causados por agulhas ou outros objectos
cortantes.

3.1. *Transmissão da mãe para a criança (TMPC)*

A TMPC constitui a maior fonte de infecção do HIV nas crianças mais novas. O virus pode ser transmitido
durante a gravidez, parto, nascimento ou após o nascimento durante a fase de amamentação. Dentre as
crianças infectadas que não são amamentadas, a maior parte da TMPC ocorre na altura do nascimento
(momentos antes ou após os trabalhos de parto ou nascimento) entre as populações onde a
amamentação constitui uma norma, esta pode ser responsável por mais de um terço de todos os casos
de transmissão TMPC (7,8).

O SIDA pediátrico pode ser dificil de diagnosticar porque alguns dos sintomas da infecção do HIV, tais
como a diarreia, são também muito comuns em crianças e bébés não infectados.

Portanto, estes sintomas não podem ser considerados uma base segura para o diagnóstico. Existem
testes de sangue: por exemplo ELISA o qual é confiável, somente aos 15 meses de idade, e os testes PCR
que permitem fazer um diagnóstico antecipado, mas estes testes são extremamente caros e não se
encontram à disposição nos paises em desenvolvimento.

*O SIDA e o trabalho*

Para a maior parte das ocupações, o local de trabalho não coloca risco algum de aquisição do virus.
Excepções incluem os trabalhadores de laboratórios, trabalhadores da saúde, pessoas que lidam com o
lixo dos hospitais, pessoal dos serviços médicos de urgência e outra ocupação qualquer onde existam
possibilidades de exposição ao sangue. O seu risco é muito reduzido, mas real. Dentre os riscos a que
estas pessoas possam estar expostas encontram-se as feridas de picadelas de agulhas e outros acidentes
de perfuração da pele, borrifos de sangue nos olhos na altura de administração dos tratamentos ou ao
desempenharem outras funções.

3.3. *Prevenção da transmissão sexual do HIV*

Conheça o seu parceiro

Se é do sexo masculino ou feminino – heterosexual, homossexual ou bisexual – o risco de adquirir a


infecção HIV está directamente relacionado com a probabilidade de o seu parceiro se encontrar
infectado. O seu risco será substancialmente maior, se o seu parceiro tiver já consumido drogas
injectáveis, se tiver tido relações sexuais casuais com parceiros infectados ou se tiver um passado sexual
que lhe é desconhecido.

3.4. *Prevenção da transmissão do HIV através de agulhas contaminadas*

a). Não partilhe seringas nem agulhas

O uso de drogas injectáveis constitui uma das rotas mais alarmantes de infecção do HIV em muitas
partes do mundo, primeiramente porque as agulhas, seringas e equipamentos de preparação de drogas
são frequentemente partilhados, permitindo deste modo o rápido alastramento do vírus.

b). Evite procedimentos invasivos, e perfurações da pele

As perfurações de orelhas, ou do corpo, tatuagens, acumpunctura ou qualquer outro procedimento que


requeira o uso de instrumentos invasivos e perfurantes (pele) correm riscos de transmissão. Se utilizar
qualquer um destes procedimentos, assegure-se sempre que o equipamento está bem esterilizado. Nao
hesite em fazer perguntas ao técnico ou pessoal de cuidados de saúde. O HIV destrói-se muito
facilmente com o calor; os instrumentos devem ser esterilizados empregando vapor ou aquecimento a
sêco. Se isto não for possível, deve desinfectá-los fervendo-os.

4. *Protecção das crianças*

Os pais devem assegurar-se que as crianças conhecem os factos relacionados com a transmissão do HIV
e que sabem também como proteger-se contra a infecção. Mais especificamente, as crianças devem:

- estar informadas que o HIV é transmitido através do sangue;

- evitar quaisquer procedimentos perfuração da pele ou ferimentos acidentais com agulhas não
esterilizadas e outros instrumentos cortantes;

- receber injecções ou outro tratamento médico ou dentário, somente quando necessário e


empregando-se só equipamentos bem esterilizados;

-receber transfusões de sangue, só sob recomendação médica, utilizando para tal sangue devidamente
examinado.

3.2. Grupos Vulneráveis

Mulheres, trabalhadores do sexo, homens que fazem sexo com homens (HSH), motoristas de longo
curso e adolescentes estão entre os grupos mais afetados. A vulnerabilidade é agravada por
desigualdades sociais e de gênero.

3.3. Impacto Socioeconômico

A epidemia afeta a força de trabalho, aumenta os encargos sobre o sistema de saúde e provoca a
desestruturação familiar. Crianças órfãs por SIDA representam um desafio adicional.

3.4. Estigma e Discriminação

Apesar de avanços legislativos, muitas pessoas vivendo com HIV enfrentam estigmatização, dificultando
o acesso ao tratamento e à reintegração social.

4. Prevenção e Educação

4.1. Campanhas de Sensibilização

O governo e ONGs realizam campanhas como o "Dia Mundial da Luta contra a SIDA" e promovem
programas como o "Conselho Comunitário de Saúde".
4.2. Educação Sexual nas Escolas

A inclusão de educação sexual nos currículos escolares tem mostrado eficácia na prevenção, embora
haja resistência de certos grupos religiosos e tradicionais.

4.3. Uso de Preservativos e Testagem Voluntária

A promoção do uso do preservativo e o acesso gratuito à testagem rápida são estratégias centrais de
prevenção.

5. Tratamento e Apoio

5.1. Acesso a Antirretrovirais (ARVs)

Moçambique tem feito progressos significativos no acesso aos ARVs, com milhões de pessoas em
tratamento gratuito.

6. Desafios e Perspectivas Futuras

6.1. Barreiras Culturais e Religiosas

Certas crenças impedem o uso de preservativos e dificultam o tratamento. É necessário o envolvimento


de líderes religiosos e comunitários.

6.2. Sustentabilidade dos Programas

Grande parte dos programas depende de doadores internacionais, o que levanta preocupações sobre a
sustentabilidade a longo prazo.
Conclusão

O HIV/SIDA continua sendo uma ameaça grave à saúde pública em Moçambique. Apesar dos avanços,
muitos desafios persistem, exigindo uma abordagem integrada que envolva o governo, a sociedade civil
e a comunidade internacional. A educação, a prevenção e o acesso universal ao tratamento são pilares
essenciais para vencer essa luta.

---
8. Referências Bibliográficas

Ministério da Saúde de Moçambique (MISAU). (2023). Relatório Anual sobre o HIV/SIDA.

Organização Mundial da Saúde. (2022). Global HIV & AIDS statistics — Fact sheet.

UNAIDS. (2023). Global AIDS Update 2023.

Amaral, M. (2021). O HIV/SIDA em África: desafios e estratégias. Maputo: Editora Universitária.

Organização das Nações Unidas (ONU). (2022). Relatório sobre o Desenvolvimento Humano em
Moçambique.

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