PPC - Engenharia - Civil - Cua 2022
PPC - Engenharia - Civil - Cua 2022
ENGENHARIA CIVIL
BACHARELADO
2022 – 2029
ENGENHARIA CIVIL
BACHARELADO
INTRODUÇÃO................................................................................................................... 6
3. INFRAESTRUTURA .............................................................................................. 47
7 REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 74
8 APÊNDICES............................................................................................................ 83
Histórico do curso
6
Justificativas para a reelaboração do PPC
7
disciplinas do Núcleo de Formação Básica, em sua maioria, são disciplinas comuns aos outros
cursos do campus CUA, entre os três institutos: Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET),
Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) e Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde
(ICBS). As disciplinas (ou componentes curriculares) comuns nos cursos destes três institutos,
terão o mesmo código, mesma carga horária e mesma ementa, facilitando assim a mobilidade
dos alunos entre os cursos para cursar as disciplinas, bem como a disponibilidade de turmas e
professores para estas disciplinas.
Além destes fatores, a reformulação se faz necessária para inserir ao projeto do curso
assuntos votados a atuais e humanísticos na qual a educação está inserida, abordando temas
como:
• Linguagem Brasileira de Sinais: atendendo a Lei Nº 10.436/2002 e Decreto nº
5.626/2005.
• Educação em Direitos Humanos: de acordo com o Parecer CNE/CP Nº8, de
06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP Nº1, de 30/05/2012 conforme disposto na Lei
nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
• Relações Étnico-raciais: inseridas no ensino de história e cultura afro-brasileira e
indígena enquanto componentes curriculares optativos, em cumprimento ao disposto na Lei
nº11.645/2008 e ao Decreto nº 4.281/2002, Parecer CNE/CP nº 03/2004 e Resolução CNE/CP
nº1/2004.
• Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida:
visando atender a Lei Nº10.098, de 19 de dezembro de 2000, nos decretos nº5.296, de 2 de
dezembro de 2004, nº6.949, de 25 de agosto de 2009, nº7.611, de 17 de novembro de 2011 e
Portaria nº3.284, de 7 de novembro de 2003.
• Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: conforme
disposto na Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
• Educação Ambiental: em cumprimento da Lei nº 9.795/1999, Decreto nº 4.281/2002,
Parecer CNE/CP nº 14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/2012.
Sendo assim, a reelaboração do Projeto Pedagógico do Curso se faz necessária, tendo
em vista o melhoramento da qualidade do curso, as demandas do mercado de trabalho dos
futuros Engenheiros Civil, através dos métodos empregados pela universidade e pelas
prioridades que formam o perfil do aluno e futuro profissional Bacharel em Engenharia Civil.
8
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
10
estudantes. Para implementação destas propostas, juntamente com a estrutura curricular, além
de se ter uma sistemática de avaliação centrada na formação do aluno, com recursos humanos
e infraestrutura adequados, devem ser instituídas ações com vistas a propiciar ao estudante
condições plenas para o seu desenvolvimento científico, profissional e sócio cultural. Dentre
essas ações destacam-se a captação de bolsas de iniciação científica das diversas agências de
fomento (CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico,
FAPEMAT - Fundação de Amparo à Pesquisa em Mato Grosso, entre outras), programas de
estágios, monitoria, empresa júnior, atividades de extensão.
Áreas de Atuação
O Engenheiro Civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção
ou reforma. Pode atuar em instituições públicas, empresas de projeto e de consultoria,
construtoras e empreiteiras, empresas governamentais e instituições de ensino e de pesquisa.
Suas áreas de atuação são:
• Construção Civil - Concepção, execução e fiscalização de obras civis – como
residenciais, prediais, obras de arte, pontes, viadutos, estádios e barragens.
• Estruturas - Elaboração e execução de projetos estruturais de edifícios comerciais e
residenciais, galpões industriais, estádios, pontes, viadutos, reservatórios e outros.
• Recursos Hídricos e Ambientais - Elaboração e execução de projetos de sistemas de
abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, controle de secas e cheias, limpeza
urbana, controle de vetores, avaliação de impactos ambientais, controle da poluição do ar, da
água e do solo e gestão ambiental.
• Geotecnia - Elaboração e execução de projetos fundações e contenções, execução de
sondagens e prospecções do solo, controle de erosões, barragens de terra, entre outros.
• Transportes - Elaboração e execução de projetos viários, planejamento e
gerenciamento de transportes urbanos, elaboração de planos diretores de transportes públicos,
projeto e construção de rodovias, ferrovias, hidrovias e portos.
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1.1.2 Quadro síntese de identificação do curso
Número de vagas e entrada: Serão oferecidas 65 (sessenta e cinco) vagas por ano, com
entrada no 1º semestre.
Dimensão das turmas: Visando a qualidade no ensino, as turmas das aulas teóricas
serão compostas por 65 (sessenta e cinco) alunos, enquanto as práticas serão compostas por no
máximo 35 (trinta e cinco) alunos em cada turma, em função da limitação da capacidade física
dos laboratórios, determinada pelo número de equipamentos disponíveis, bem como,
proporcionar a possibilidade do acompanhamento do professor no atendimento aos alunos
durante a aula, necessária à efetividade do ensino.
De acordo com os conteúdos a serem ministrados e pensando na qualidade do ensino,
no intuito de melhor atender aos alunos durante as aulas, as disciplinas poderão ser realizadas
com dois ou mais professores.
O ingresso dos alunos se dará por meio do ENEM/SISU e demais meios adotados pela
UFMT, o que inclui transferência interna e externa, matrícula de graduados e outras formas
legais referendadas pela UFMT, adquirindo direito à vaga aqueles:
I - que tenham sido classificados no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e
concluído o curso de ensino médio antes da data da matrícula;
II - transferidos, mediante existência de vaga, ou compulsoriedade;
III - de outros países, através de convênios ou acordo cultural;
IV - portadores de diplomas de curso superior, mediante a existência de vaga;
V - que tenham sido classificados em concurso vestibular ou processos seletivos
especiais, quando for o caso e, em conformidade com a normatização da UFMT.
13
1.1.5 Objetivos do curso
Perfil do Egresso
O egresso do curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA deverá possuir sólidos
conhecimentos científicos e tecnológicos, com forte formação técnica, que o capacite a dominar
tecnologias da Engenharia Civil, permitindo sua atuação crítica e criativa na identificação e
14
resolução de problemas, de forma ética e humanística, considerando seus aspectos globais,
políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e de segurança no trabalho.
Com base nas diretrizes básicas apresentadas, em conformidade com a Resolução N° 2
CNE/CES, de 24 de Abril de 2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN)
para os cursos de graduação em Engenharia, o curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA se
propõe a propiciar meios para formação desse profissional, proporcionando-lhe uma sólida
formação básica, estimulando a autonomia intelectual do aluno e a consciência de suas
responsabilidades no âmbito econômico, ambiental, social, político e cultural.
O profissional egresso deverá ser capaz de: (i) formular e conceber soluções desejáveis
de engenharia, analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto; (ii)
analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos verificados e
validados por experimentação; (iii) conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e
serviços), componentes ou processos; (iv) e implantar, supervisionar e controlar as soluções de
Engenharia.
Devido à grande abrangência desta modalidade de engenharia, deverá se expressar de
forma adequada e eficaz, trafegando em outras áreas de conhecimento, estando preparado para
trabalhos de natureza multidisciplinar. Além disso, pretende-se que o
aluno/egresso/profissional tenha cultura geral e conhecimento de temas contemporâneos para
perceber o impacto das soluções em Engenharia.
15
articulação permanente com o ensino e a pesquisa. De acordo com a Resolução CNE/CES n°
7, de 18 de Dezembro de 2018 essas atividades deverão compor, no mínimo, 10% (dez por
cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, as quais deverão
fazer parte da matriz curricular dos cursos.
A matriz curricular atende às recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para
os cursos de graduação em Engenharia Civil RESOLUÇÃO CNE/CES nº 02 de 24 de abril de
2019, com fundamento no Parecer CES 1/2019. A matriz curricular é composta pelos
componentes de formação geral, de formação de área e de formação específica, contendo
disciplinas obrigatórias e específicas.
Para receber o diploma de Graduado em Engenharia Civil, além dos requisitos
necessários como nota, frequência e estágio, o aluno deverá participar de Atividades
Complementares e de Extensão, com o objetivo de ampliar seus horizontes, totalizando 80
(oitenta) horas em atividades complementares e 384 (trezentos e oitenta e quatro) horas em
atividades de extensão atendendo à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018.
Além das disciplinas obrigatórias, para integralizar o curso o discente deverá cursar pelo
menos 192 (cento e noventa e duas) horas de disciplinas optativas. As disciplinas optativas
estão dispostas no quadro 1.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas e deverão ser cursadas
conforme descrito no item 1.1.9 Disciplinas Optativas.
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA atende à Resolução CNE/CES n° 2, de 24
de Abril de 2019 e demais legislações pertinentes, uma vez que:
• Possui 3776 horas e tempo de integralização de 5 anos atendendo à Resolução
CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007;
• Contempla o Trabalho de Conclusão de Curso como componente curricular
obrigatório;
• A disciplina de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) é oferecida como optativa
(Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005);
• Estágio Curricular Supervisionado como componente curricular obrigatório e com
duração de 192 horas, atendendo à Resolução CNE/CES nº 02, de 24/04/2019;
• A temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena e da Educação em Direitos
Humanos são contempladas pelos componentes curriculares optativos Educação em Direitos
Humanos e Relações Étnico-Raciais (Lei nº 10.639/2003, Lei nº 11.645/2008, Lei nº
12.288/2010, Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, Resolução CNE/CP Nº 1, de
30 de maio de 2012);
16
• As Políticas de Educação Ambiental (Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto
nº 4.281, de 25 de junho de 2002) são contempladas no componente curricular: Saneamento
(obrigatório);
• Temática de Prevenção e Combate à Incêndio (Lei no 13.425, de 30 de março de 2017)
são contempladas nos componente curriculares: Instalações Hidrossanitárias Prediais
(obrigatório) e Engenharia de Segurança do Trabalho (obrigatório).
• Atende à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira com carga horária de 384 horas
estipuladas na matriz curricular (dez por cento do total da carga horária curricular).
A tabela a seguir apresenta a proposta de matriz curricular para o presente PPC. Nessa
tabela são apresentados os componentes curriculares, sua natureza, a Unidade Acadêmica
Ofertante (UAO), a carga horária e créditos correspondentes, bem como os pré-requisitos
exigidos.
17
1.1.7.1 Matriz curricular
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
Cálculo Diferencial e Integral I;
Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4
Cálculo Diferencial e Integral II
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 848 176 - - - 1024 53 11 - - - 64
18
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
19
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
20
SUBTOTAL NÚCLEOS: 2536 568 16 0 0 3120 158,5 35,5 1 0 195 195
Atividades Complementares Obrigatório 80 5
Ações de Extensão para fins de creditação Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório 192 12
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
* Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas.
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de Extensão
para fins de Creditação; TOT – Total.
21
1.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativa/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
22
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativa/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
23
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativa/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
24
Tópicos Especiais em Pavimentação Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Tópicos Especiais em Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de Extensão
para fins de Creditação; TOT – Total.
25
1.1.8 Proposta de fluxo curricular
26
Para graduar-se no curso de Engenharia Civil o aluno deverá cursar 3776 horas. O tempo para integralização do curso se dará entre os prazos
mínimo de 10 semestres e máximo de 15 semestres. O discente poderá se matricular em até 36 créditos por semestre. Segue abaixo o quadro com a proposta
do fluxo curricular:
PERÍODOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
SUBTOTAL: 240 176 - - - 416 15 11 - - - 26
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
3° Semestre
27
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -
4° Semestre
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
5° Semestre
Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
6° Semestre
28
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
8° Semestre
29
1.1.9 Disciplinas optativas
30
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA atende ao parecer CNE/CES n° 1/2019 e
demais legislações pertinentes, uma vez que os conteúdos básicos são contemplados da seguinte
forma:
• Administração e Economia: contemplados pelo componente curricular obrigatório
Economia e Administração;
• Ciência dos Materiais: contemplado pelos componetes curriculares obrigatórios
Materiais de Construção e Resistência dos Materiais I;
• Ciências do Ambiente: contemplado pelo componente curricular obrigatório
Saneamento;
• Eletricidade: contemplado pelo componente curricular obrigatório Introdução ao
Eletromagnetismo;
• Estatística: atendido pelo componente curricular obrigatório Estatística Geral;
• Expressão Gráfica: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Desenho
Técnico e Desenho Arquitetônico;
• Fenômenos de Transporte: atendido pelo componente curricular obrigatório
Fenômenos de Transporte I;
• Física: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Mecânica,
Introdução ao Eletromagnetismo e Laboratório de Física;
• Informática, Algoritmos e Programação: atendidos pelos componentes curriculares
obrigatórios Programação de Computadores e Cálculo Numérico e Computacional;
• Matemática: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Álgebra Linear
I, Cálculo Diferencial e Integral I, Cálculo Diferencial e Integral II, Cálculo Diferencial e
Integral III, Cálculo Numérico e Computacional e Equações Diferenciais Ordinárias;
• Mecânica dos Sólidos: atendido pelos componentes curriculares obrigatórios
Resistência dos Materiais I e Resistência dos Materiais II;
• Metodologia Científica e Tecnológica: ofertado como componente curricular
obrigatório (Metodologia e Redação Científica);
• Química: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Fundamentos de
Química I e Química Geral Experimental;
• Desenho Universal: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios
Desenho Arquitetônico e Arquitetura e Urbanismo.
Já para atender às leis nº 10.436/2002 e nº 12.764/2012, ao Decreto nº 5.626/2005, ao
Parecer CNE/CP Nº8 e à Resolução CNE/CP Nº1, de 30/05/2012, foram inseridas no rol de
31
disciplinas optativas: “Linguagem Brasileira de Sinais” e “Educação em Direitos Humanos e
Relações Étnico-Raciais”.
32
como “Peer Instruction” (aprendizagem entre pares), “Problem Based Learning”
(aprendizagem baseada em problemas) e “Think-Pair-Share” (pensar-agrupar-compartilhar)
em que os alunos são instigados em propor soluções para um problema com a mediação do
professor.
Sob essa ótica, a metodologia de ensino mesmo que faça uso de aulas expositivas, deverá
privilegiar aulas dialogadas/interativas, inclusive com atividades em grupo, assim como o uso
de diferentes recursos audiovisuais, visitas técnicas e palestras. Quanto aos alunos será
estimulada a sua participação ativa, como seres pensantes e coparticipantes da sua formação.
As metodologias de ensino e de aprendizagem terão como norteadores a construção do
conhecimento e o desenvolvimento das competências e habilidades definidas neste curso, tendo
em vista o perfil do profissional delineado.
33
formação dos ingressantes, na forma de nivelamento dos conhecimentos das áreas de formação
básica (Matemática, Física e Química).
Os projetos de nivelamento podem contar com o auxílio de alunos do curso de
Engenharia Civil ou outro curso superior do ICET/CUA com mais de 50% do curso concluído
e que passem por uma avaliação para verificar sua aptidão e conhecimento para tal, podendo
estes projetos serem também em formato de iniciação científica.
Neste contexto, ainda cabe como uma ação fundamental, conscientizar os ingressantes
que necessitem deste nivelamento, da importância das disciplinas do núcleo básico para uma
sólida formação do Engenheiro Civil, que fará uso em sua vida profissional.
34
1.2.3 Estágio curricular supervisionado
35
a serem desenvolvidas durante o período de integralização, no intuito de gerar abertura para
que o aluno busque conhecimentos fora da sala de aula, e assim, fortaleça a sua formação.
As Atividades Complementares do Curso de Engenharia Civil são planejadas de forma
a se obter atividades articuladas à formação do aluno de forma mais abrangente. Em
consonância com o princípio de que a formação dos profissionais da Engenharia Civil não deve
se ater aos limites da sala de aula, ou aos muros do campus universitário, atividades
complementares foram previstas com o objetivo de possibilitar aos alunos novos espaços e
tempos de aprendizagem.
O Apêndice C trata do Regulamento das Atividades Complementares do curso de
bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA.
36
O Trabalho de Conclusão de Curso, do curso de bacharelado em Engenharia Civil do
ICET/CUA/UFMT, possui regulamento específico com a finalidade de normatizar as atividades
relativas à sua elaboração e execução, apresentado no Apêndice D.
37
• Ambiente Virtual Acadêmico (AVA): Sistema projetado com o intuito de facilitar a
comunicação entre docente e discente. O Ambiente Virtual Acadêmico além de possuir a
funcionalidade de troca de arquivos entre professor/aluno, permite a realização de web-
conferências e aplicação de atividades avaliativas. Através do próprio sistema, ainda apresenta
as seguintes informações: conjunto de disciplinas ministradas pelo docente, planos de ensino
das disciplinas, lançamento e consultas dos diários de classe.
38
As atividades de pesquisa dos alunos são propostas e orientadas por professores e
gerenciadas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, reunidas em vários programas que
fornecem bolsas de estudo:
a) O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC): introduz o
aluno de graduação no mundo da pesquisa científica;
b) O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação (PIBITI): contempla os projetos de pesquisa de cunho tecnológicos
com interação com empresas, órgãos públicos e privados;
c) Programa Ação Afirmativa (PIBIC-AF): envolve os alunos em projetos
relacionados a questões dos povos indígenas do Estado de Mato Grosso;
d) Programa de Voluntários de Iniciação Científica (VIC): possui proposta
semelhante ao PIBIC, exceto por não fornecer bolsas de estudo aos alunos.
Além destes, os programas de Pós-Graduação da UFMT, oferecem aos alunos do curso
a possibilidade de continuidade de seus estudos por meio da realização de mestrado e doutorado
(Stricto Sensu), ou especializações (Lato Sensu), em várias áreas de conhecimento, bem como
orientação para que esses egressos possam buscar outras instituições para continuidade de sua
formação.
1.2.10 Extensão
39
As ações de Extensão podem ser classificadas conforme as seguintes modalidades:
Programas; Projetos; Curso e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços.
Portanto, uma ação para ser caracterizada como extensão universitária deve seguir as
seguintes diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Extensão:
I- Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca
de conhecimentos;
II- Formação cidadã dos estudantes, marcada pela vivência de seus conhecimentos de
modo interprofissional e interdisciplinar;
III- Produção de mudanças na universidade e na sociedade a partir da construção e
aplicação de conhecimentos;
IV- Articulação entre ensino/pesquisa/extensão.
Dentro da Matriz Curricular aqui proposta, as atividades de Extensão são abordadas ao
longo de todo o fluxo curricular, totalizando 384 horas (10,17% da carga horária total). A
coordenação e o colegiado de curso viabilizarão anualmente pelo menos dois projetos de
extensão coordenados e apoiados por docentes do curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA.
Caberá à coordenação de curso divulgar entre os discentes os projetos de extensão que se
encontrarem com inscrições aberta. Além desses projetos de extensão, os alunos também
poderão participar de atividades de extensão apoiadas e coordenadas por docentes de outros
cursos, neste caso, a divulgação do projeto caberá à coordenação de curso ofertante.
Para validação da carga horária, em primeiro momento, o discente deverá enviar a
documentação comprobatória da participação em Extensão, via processo SEI à coordenação do
curso e aprovação do colegiado de curso. Nesse processo deverá constar todos os certificados
e a respectiva carga horária de participação. Na impossibilidade de apresentação do certificado,
uma declaração do docente coordenador do projeto que comprove a participação do discente e
informe a carga horária cumprida servirá de documento comprobatório.
40
Esta resolução permite certa flexibilidade e adaptação nos mecanismos avaliativos,
desde que previstas no programa de disciplinas. Assim, cada disciplina pode ter sua forma de
avaliação ajustada às diretrizes e objetivos da disciplina, em particular, e do curso como um
todo sem, contudo, desrespeitar as normas vigentes do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFMT
(CONSEPE).
O processo de avaliação da aprendizagem dos alunos deve favorecer o crescimento do
aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico e a habilidade de análise e reflexão sobre
a ação desenvolvida. Para situações específicas outras resoluções poderão ser consultadas
decisões específicas do Colegiado de Curso, além dos componentes diferenciados como os
Estágios e Trabalhos de Conclusão de Curso.
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA não contempla a aplicação de prova final
nas disciplinas da matriz curricular. Conforme Resolução CONSEPE Nº 63, de 24 de setembro
de 2018, Artigo 17, será considerado aprovado o discente, com frequência mínima de 75% da
carga horária do componente curricular e nota igual ou superior a 5,0 (cinco), resultante da
média das avaliações do período letivo.
Não estão previstas aulas de campo para as disciplinas da matriz curricular, podendo ser
previstas no plano de ensino as visitas técnicas. As visitas técnicas devem seguir as
recomendações detalhadas no Apêndice F.
41
1.2.14 Quebra ou dispensa de pré-requisitos
O PPC a ser implantando a partir de 2022 deve seguir a Resolução CONSEPE 44/2010
ou outra resolução específica no que tange ao extraordinário aproveitamento de estudos. Cabe
ao Colegiado de Curso avaliar os casos não previstos e/ou definir regras específicas por meio
de ato deliberativo, o qual passará a ter validade sobre a presente proposta de PPC. As
recomendações para o extraordinário aproveitamento de estudo do curso de Engenharia Civil
da UFMT/CUA são apresentados no Apêndice J.
42
Atualmente para atender as demandas dos componentes curriculares, orientações de
Trabalho de Conclusão de Curso, Estágios, Pesquisa e Extensão do curso de bacharelado em
Engenharia Civil/ICET/CUA, o corpo docente se encontra sobrecarregado, sendo necessário
destacar que a força de trabalho atual não é satisfatória.
43
2.1.1 Quadro descritivo do corpo docente
Experiência no
Unidade Experiência Experiência no
Regime de exercício da
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no exercício da
trabalho docência
origem mundo do trabalho docência na EaD
superior
44
2.1.2 Plano de qualificação docente
45
2.2.1 Quadro descritivo do corpo técnico-administrativo
Regime Unidade
Técnico Área de atuação Titulação de acadêmica
trabalho de origem
Técnico dos laboratórios:
Mecânica dos Solos;
Júlio Campos Estruturas;
1 Graduado 40 h ICET/EC
da Cruz Topografia, Hidráulica e
Saneamento e
Materiais de Construção
Fonte: Comissão de redação do PPC
46
3. INFRAESTRUTURA
Para o uso de docentes em tempo integral não existem salas individuais e, sim, quatro
salas coletivas reservada para este fim. Os professores dividem espaços destinados
exclusivamente para escritórios, que consistem em mesa e cadeira para uso individual. Todas
as salas possuem condicionador de ar. O acesso à impressora é feito na secretaria do Instituto
de Ciências Exatas e da Terra (ICET).
O curso detém a sua disposição uma sala para coordenação com aproximadamente 20
m², dotada de armários, mesas, cadeiras, computador e ar condicionado. Esta estrutura é
utilizada para realização de reuniões do corpo docente, colegiado de curso e núcleo docente
estruturante e para atender aos discentes do curso. O acesso à impressora é feito na secretaria
do ICET.
47
3.1.4 Salas de aula
São disponibilizadas 4 salas de aula para as aulas teóricas do Curso de Engenharia Civil,
onde uma sala possui capacidade para 70 alunos e as outras três salas possuem capacidade para
65 alunos. As salas possuem cadeiras com apoio para as mãos, destinadas aos alunos; e uma
mesa com cadeira de uso exclusivo para o docente. As salas são dotadas de um quadro de giz,
dois quadros de vidro, equipamentos de ar condicionado e a limpeza do local é feita diariamente.
São disponibilizados projetores de multimídia para os docentes, sob a forma de comodato,
ficando cada docente responsável pelo equipamento durante o período de uso.
3.2 Laboratórios
A unidade de Barra do Garças conta, atualmente, com acesso à internet com velocidade
de 20Mb. Os alunos podem acessar a rede utilizando seus computadores portáteis pessoais, bem
como aparelhos de celular, mediante cadastramento junto à unidade de Tecnologia de
Informação do Campus, que fornece uma senha de uso pessoal. Adicionalmente, a biblioteca
48
da unidade de Barra do Garças possui um laboratório com 20 máquinas. Além disso, na unidade
de Barra do Garças estão disponíveis 4 espaços para uso didático, sendo:
• Um laboratório com 45 (quarenta e cinco) máquinas (sala 214);
• Um laboratório com 24 (vinte e quatro) máquinas (sala 101);
• Um laboratório de Inclusão Digital com 30 (trinta) máquinas;
• Um Centro de Acesso à Tecnologia e Inclusão Social (CATIS) com 20 (vinte)
máquinas;
Os laboratórios 101 e 214 são utilizados por todos os cursos do CUA, sendo que as
reservas são controladas pela gerência de administração do Campus.
49
Principais equipamentos a serem implantados:
01 Módulo Instalação Hidráulica – Ramais / Sub-ramais (Água fria)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Ramais / Sub-ramais (Água quente)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Sucção / Recalque (Bomba centrífuga)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Prevenção Incêndio
01 Módulo Instalação Sanitária
01 Módulo de Mecânica dos Fluidos ICAM (Indústria e Comércio de Artefatos de
Metais), modelo MF / 78.
01 Modelo de Hidráulica ICAM (Indústria e Comércio de Artefatos de Metais), modelo
HG.
c) Laboratório de Materiais de Construção
Com espaço físico de aproximadamente 90 m², o laboratório atende à disciplina de
Materiais de Construção, fornecendo aos alunos do curso de Engenharia Civil habilidades e
competências técnicas no tocante ao domínio do conhecimento de ensaios dos materiais em
complemento aos ensinamentos teóricos ministrados na sala de aulas, promovendo uma a
cultura investigativa e metodológica. O espaço dispõe de um quadro branco, dois aparelhos de
ar condicionado, betoneiras, serra elétrica, kits de Slump Test, argamassadeira eletrônica,
balança eletrônica e moldes para a confecção de corpos de prova de concretos e argamassas.
Além das disciplinas, o laboratório atende, também, ao desenvolvimento de pesquisas de
Iniciação Científica, Trabalho de Conclusão de Curso e de pesquisas dos alunos do programa
de Pós-graduação em Ciência dos Materiais.
d) Laboratório de Estruturas
O espaço tem como objeto de estudo o comportamento mecânico de materiais
fundamental para a aprendizagem de Resistência dos Materiais bem como os tocantes em
Estruturas de Madeira, Estruturas Metálicas e Estruturas de Concreto Armado. Com
aproximadamente 45 m², o laboratório conta com um aparelho de ar condicionado, chuveiro e
lava-olhos de emergência, prensas universais e máquina para ensaio de tração e compressão.
Além das disciplinas, o laboratório atende, também, ao desenvolvimento de pesquisas de
Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de Curso.
50
3.3 Biblioteca
52
A Biblioteca possui microcomputadores para acesso à base de dados contendo acervo
bibliográfico local, um microcomputador e uma impressora para acesso a INTERNET (com
horário marcado), um computador e uma impressora com acesso à base de dados (com
acompanhamento). Estes recursos estão disponíveis a toda comunidades universitárias.
Como outras fontes de pesquisa, os corpos discente e docente do Curso têm ainda à
disposição os acervos de vídeo, documentários, programas jornalísticos, entrevistas, programas
educativos e culturais, da TV Universidade e da Supervisão de Vídeo, unidades vinculadas à
Reitoria da UFMT e instaladas no campus de Cuiabá, bem como acesso full-time à Internet.
A política adotada para aquisição, expansão e atualização do acervo de livros e
periódicos, bem como de contratação de pessoal especializado, é de competência da Biblioteca
Central da UFMT. À Biblioteca local compete somente, ao final de cada ano letivo, encaminhar
uma lista com as referências bibliográficas sugeridas pelos professores e alunos para que sejam
tomadas as providências com relação à compra. Ainda dispomos de um laboratório de
informática de uso comum com 40 computadores e acesso à internet para pesquisas escolares e
impressora.
53
4. GESTÃO DO CURSO
54
4.1.2 Colegiado de curso
56
que possam contribuir para o desenvolvimento do curso, para o desenvolvimento da prática
profissional dos alunos com os estágios.
Funções Gerenciais da Coordenação de Curso
• Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas, laboratórios e equipamentos
do Curso, juntamente com cada professor/coordenador de cada laboratório;
• Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais especiais e assinatura
de periódicos necessários ao desenvolvimento do curso e que os professores e alunos sugiram
como referências necessárias ao melhor andamento do curso;
• Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência docente;
• Ser responsável pela indicação da contratação de docentes, juntamente com o
colegiado do curso;
• Ser responsável pelo processo decisório de seu curso, tomando para si a
responsabilidade do despacho célere dos processos que lhe chegarem às mãos, discutindo
quando achar necessário, com o colegiado de curso, com o diretor de instituto, e se for o caso,
com outro superior existente na instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos
apresentarem.
Funções Acadêmicas da Coordenação de Curso
• Ser o responsável pela elaboração, reelaboração e execução do Projeto Pedagógico do
Curso;
• Ser responsável pelo desenvolvimento atrativo das atividades escolares;
• Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das avaliações desenvolvidas em
seu curso;
• Ser responsável pelo engajamento de professores e alunos em programas e projetos de
extensão universitária;
• Ser responsável pelos estágios dos alunos.
Funções Institucionais da Coordenação de Curso
• Ser responsável pelo sucesso dos alunos de seu Curso no Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes (ENADE).
• Ser responsável pelo acompanhamento dos egressos do Curso.
• Ser responsável pelo reconhecimento do Curso e pela renovação periódica desse
processo junto ao MEC.
57
4.2.2 Avaliação interna e externa do curso
59
Resolução CONSEPE Nº 08, de 24 de fevereiro de 2014, alterada pela Resolução Consepe nº
96/2017 e; intercâmbio internacional, regulamentada pela Resolução CONSEPE Nº 74, de 28
de julho de 2014.
60
5. EQUIVALÊNCIA DOS FLUXOS CURRICULARES
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
61
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
62
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
63
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
64
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
65
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
66
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
67
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
68
5.2 Complementação de estudos
69
6 PLANO DE MIGRAÇÃO
Ingressantes em 2021:
Os discentes que ingressaram no ano de 2021 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
Semestre Componente Curricular CH
Estática dos Materiais 64
Mecânica (1º semestre) 64
3º Mecânica dos Solos I (5º semestre) 64
Metodologia e Redação Científica (5º semestre) 64
CH Total no semestre 256
Introdução ao Eletromagnetismo (2º semestre) 64
Laboratório de Física (2º semestre) 32
Programação de Computadores (2º semestre) 64
4º Cálculo Diferencial e Integral II (2º semestre) 96
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Resistência dos Materiais I 64
CH Total no semestre 384
Arquitetura e Urbanismo (3º semestre) 64
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Equações Diferenciais Ordinárias (3º semestre) 64
Cálculo Diferencial e Integral III (3º semestre) 64
5º
Resistência dos Materiais II 64
Teoria das Estruturas I 64
Construção Civil 64
CH Total no semestre 448
Cálculo Numérico e Computacional (4º semestre) 64
6º Hidráulica (4º semestre) 64
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
70
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
80
Construção Civil
Ações e Segurança em Estruturas 32
Teoria das Estruturas II 96
Mecânica dos Solos II 64
CH Total no semestre 464
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
Estruturas em Madeira I 64
7º
Estruturas em Concreto Armado I 96
Instalaçõe Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
CH Total no semestre 352
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 272
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384
Ingressantes em 2020:
Os discentes que ingressaram no ano de 2020 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
71
Semestre Componente Curricular CH
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Mecânica dos Solos I 64
5º
Metodologia e Redação Científica 64
CH Total no semestre 192
Programação de Computadores (2º semestre) 64
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Hidráulica (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Palnejamento na 80
6º
Construção Civil
Mecânica dos solos II 64
Teoria das estruturas II 96
CH Total no semestre 432
Instalações Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
7º
Estruturas em Madeira I 64
Estruturas em Concreto Armado I 96
CH Total no semestre 352
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º
Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 336
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384
72
Os discentes que ingressaram no ano de 2019 e estiverem cursando disciplinas do 7o
período em 2022 permanecerão na estrutura curricular de ingresso aprovada pela Resolução
Consepe nº 71, de 27/04/2009 e alterada pela Resolução Consepe nº 71, de 30/06/2010 pois já
são considerados formandos, e não podem ser penalizados com o aumento no tempo de
integralização.
Qualquer dificuldade que o discente encontre com a migração deverá procurar pela
coordenação de curso, ficando atento ao tempo de integralização disponível para finalizar o
curso e ao limite máximo de 36 créditos permitidos para a matrícula no semestre.
73
7 REFERÊNCIAS
74
BRASIL. DECRETO nº 7611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial,
o atendimento educacional especializado e dá outras providências.
BRASIL. LEI nº 9795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
BRASIL. LEI nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
Libras e dá outras providências
BRASIL. LEI nº 13425, de 30 de março de 2017. Estabelece diretrizes gerais sobre medidas de
prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião
de público; altera as Leis nº s 8.078, de 11 de setembro de 1990, e 10.406, de 10 de janeiro de
2002 – Código Civil; e dá outras providências.
BRASIL. LEI nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera
a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis
nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art.
75
82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6° da Medida Provisória no 2.164-41, de
24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
BRASIL. LEI nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE
e dá outras providências.
BRASIL. LEI nº 5.194, de 24 de dezembro de 1996, que regula o exercício das profissões de
Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências.
77
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências.
MENEZES, L. S. Sequência Didática para aprendizagem ativa das Leis de Newton. 2016. 74
p. Dissertação (Mestrado Profissional de Ensino em Física). Universidade Federal de Sergipe. São
Cristovão, Sergipe.
78
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 52, de 19
de dezembro de 1994. Matrícula em regime de crédito.
79
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 18, de 03
de julho de 2013. Dispõe sobre a normatização do Programa de Bolsa Expandido Fronteiras,
destinado à Mobilidade Acadêmica Internacional.
80
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 83, de 26
de junho de 2017. Dispõe sobre aproveitamento de estudos nos cursos de graduação da
Universidade Federal de Mato Grosso.
81
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 175, de 30
de agosto de 2021. Aprova as Normas Regulamentadoras para ocupação de vagas remanescentes
dos Cursos de Graduação Presencial e a Distância da Universidade Federal do Mato Grosso
(UFMT).
82
8 APÊNDICES
APÊNDICE A – Ementário
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LITTLE, P.; DYM, C.; ORWIN, E.; SPJUT, E. Introdução à engenharia. São Paulo:
Bookmann, 2010.
KAWAAMURA, L. K. Engenheiro: Trabalho e Ideologia. São Paulo: Ática, 1981.
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis: UFSC, 1990.
83
BAZZO, W. A. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 3. ed.
Florianópolis: UFSC, 2012.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SCHMITT, A. Desenho técnico fundamental. São Paulo/ Rio de Janeiro: EPU, 1977.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 1982.
ESTEPHANIO, C. Desenho técnico básico: 2° e 3° graus. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1984.
FERREIRA, P.; MICELI, M. T. Desenho técnico básico. 3. ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2008.
MONTENEGRO, G. Desenho de projetos. São Paulo: Blücher, 2007.
SILVA, A. et. al. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
STAMATO, J.; OLIVEIRA, J. C.; GUIMARÃES, J. C. M. Desenho 3: introdução ao desenho
técnico. Rio de Janeiro: FENAME, 1972.
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho,
modelagem e visualização. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
84
COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v. 2. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
SILVA, P. S. D. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
STEWART, J. Cálculo. v. 1. 5. ed. São Paulo: Thompson Learning, 2006.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6. ed. São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, 2006.
LARSON, R; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
COURANT, R. Differential and integral calculus. v. 1. 2. ed. San Diego: Wiley Interscience,
1988.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.
85
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R.C. F. Álgebra linear e aplicações. 6. ed.
São Paulo: Atual, 1990.
STRANG, G. Introdução à álgebra linear. 4. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
LIMA, E. L. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
HOFFMAN, K. Algebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
HEFEZ, A. Curso de álgebra. v. 1. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
POOLE, D. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
GONÇALVES, A.; SOUZA, R. M. L. Introdução à álgebra linear. São Paulo: Edgard
Blücher, 1977.
HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Linear algebra. 2. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1971.
KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. L. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
SILVA, V. V. Álgebra linear. Goiânia: ABEU, 1992.
86
COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Medidas. Cinemática. Vetores. Leis de Newton. Aplicações das leis de Newton. Energia cinética.
Trabalho. Energia potencial. Lei da conservação da energia. Centro de massa. Momento linear.
Lei da conservação do momento linear. Colisões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
87
Ch T: - Ch PD: 64 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
88
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
89
COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral II
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES JUNIOR, F.; MENDELSON, E. Cálculo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 1. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v. 2. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 5. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
90
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
EMENTA
Carga Elétrica. Campo Elétrico. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente Elétrica e Circuitos de
Corrente Contínua. Campo Magnético. Indução Magnética. Circuitos de Corrente Alternada.
Equações de Maxwell.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
91
COMPONENTE CURRICULAR: Laboratório de Física
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
92
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHANG, R. Química geral: Conceitos Essenciais. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
MAHAN, B. H.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher,
1995.
CHRISTOFF, P. Química geral. Curitiba: InterSaberes, 2015. Recurso online.
KOTZ, C. J.; TREICHEL P. M.; WEAVER G. C. Química geral e reações químicas. v. 1. São
Paulo: Cengage Learning, 2009.
KOTZ, C. J.; TREICHEL P. M.; WEAVER G. C. Química geral e reações químicas. v. 2. São
Paulo: Cengage Learning, 2009.
EMENTA
93
Introdução e Técnicas de Laboratório Químico. Utilização dos equipamentos de proteção e
prevenção de acidentes em laboratórios. Manipulação de reagentes químicos e equipamentos
laboratoriais. Utilização dos equipamentos laboratoriais, padronização de vidrarias. Preparo de
soluções. Reações químicas. Princípios de Eletroquímica. Equilíbrio químico. Cinética de reação.
Volumetria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
94
detalhamento. Dimensionamento da quantidade de iluminação e ventilação dos ambientes.
Classificação dos tipos de Edificação; Normatização e Recomendações; Legislação e Código de
Obras municipais; O edifício e o espaço urbano; Urbanismo, planejamento urbano e plano diretor.
Acessibilidade na Arquitetura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NEUFERT, P. Arte de projetar em arquitetura. 18. ed. São Paulo: Gustavo Gili, 2013.
KOCH, W. Dicionário dos estilos arquitetônicos. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
CORBUSIER, L. Urbanismo. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
COLE, E.. História ilustrada da arquitetura. São Paulo: Publifolha, 2013.
CHING, F. D. K. Dicionário visual de arquitetura. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
CARVALHO, B. de. A arquitetura no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Biblioteca Técnica
Freitas Bastos, 1978.
SILVA, E. Matéria, idéia e forma: uma definição de arquitetura. Porto Alegre: UFRGS, 1994.
ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
EMENTA
Integração dupla. Teorema de Fubini. Integração tripla. Mudança de coordenadas nas integrais
duplas e triplas. Sequência e Séries de números reais e funções. Séries de potências.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
95
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 5. ed. São Paulo: Thomson Learning,2006.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010-2011.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 3. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 4. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 2. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. v. 3. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 8. São Paulo Cengage Learning, 2017.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v. 2. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
LIMA, E. L. Curso de análise. v. 2. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais
múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
96
ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. 3. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2016.
AYRES JUNIOR, F. Equações diferenciais: resumo da teoria 560 problemas resolvidos, 509
problemas propostos. São Paulo: McGraw-Hill, 1959.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Fundamentos da mecânica dos fluidos. Estática dos fluidos. Balanços globais e diferenciais de
massa, energia e quantidade de movimento. Análise dimensional e semelhança. Escoamento
viscoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
97
POTTER, M. C. Mecânica dos fluídos. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
HIBBELER, R. C. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.
MUNSON, B. R. Fundamentos da mecânica dos fluidos. São Paulo: Blucher, 2004. ELGER,
D. F.; LEBRET, B. A.; CROWE, C. T.; ROBERSON, J. A. Mecânica dos fluidos para
engenharia. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
SCHIOZER, D. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Araguaia, 1990.
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da mecânica dos fluidos.
São Paulo: Edgard Blücher, 2004.
YOUNG, D. F. Uma introdução concisa à mecânica dos fluídos. São Paulo: Blucher, 2005.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
98
BORGES, A. C. Topografia aplicada à engenharia civil. v. 1. 3 ed. São Paulo: Blucher, 2013.
BOTELHO, M. H. C.; FRANCISCHI JR., J.P.; PAULA, L.S. ABC da topografia para
tecnólogos, arquitetos e engenheiros. São Paulo: Blucher, 2018.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação.
Universidade Federal de Viçosa: Editora UFV, 1998.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia: planimetria. 2 ed. Universidade Federal de
Viçosa, Editora UFV, 1992.
TULER; M.; SARAIVA, S.; FLORIANO, C. Fundamentos de topografia. Porto Alegre:
SAGAH, 2016.
EMENTA
Estática das partículas em três dimensões. Estática dos corpos rígidos em três dimensões. Forças
distribuídas. Análise de estruturas. Propriedades geométricas de área e volume.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E.R.; MAZUREK, D.F. Mecânica vetorial para engenheiros:
estática. v. 1. 11. ed. Porto Alegre: AMGH EDITORA, 2019.
HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2017.
SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. v. 1. 4. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARION, J. B. Classical dynamics of particles and systems. New York: Academic Press,
1965.
BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Estática e mecânica
dos materiais. Porto Alegre: AMGH, 2013.
99
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2017.
SINGER, F. L. Mecânica para engenheiros. São Paulo: Harba, 1977.
POLILLO, A.; OLIVEIRA, M. M. Mecânica das estruturas. v. 1 e 2. 2. ed. Rio de Janeiro:
Científica, 1977.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
100
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Prediais Elétricas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
101
PINHEIRO, J. M. S. Guia completo de cabeamento de redes. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier.
2015.
EMENTA
Erros nas aproximações numéricas. Métodos numéricos para cálculo de raízes de equações.
Métodos numéricos para solução de sistemas lineares e não lineares. Interpolação polinomial.
Ajustes de curvas pelo método dos mínimos quadrados. Soluções numéricas para equações
diferenciais, integração numérica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARENALES, S. H,; DAREZZO, A. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2015.
BURDEN, R. L. Análise numérica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
VARGAS, J. V. C.; ARAKI, L. K. A. Cálculo numérico aplicado. Barueri: Manole, 2017.
SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; SILVA, L. H. M. Cálculo numérico. 2. ed. Editora Pearson
JACQUES, I.; JUDD, C. Numerical analysis. Chapman and Hall, 1987.
SCHEID, F. Theory and problems of numerical analysis. McGraw-Hill, 1968.
SPERANDIO, D. et al. Cálculo numérico. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
CANALE, R. P.; CHAPRA, S. C. Métodos numéricos para engenharia. 12. ed. Amgh, 2008.
102
KIUSALAAS, J. Numerical methods in engineering with Python. Cambridge Univ Press
Usa. 2005.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
103
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
104
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Estática e mecânica
dos materiais. Porto Alegre: AMGH, 2013.
NASH, W. Resistência dos materiais. 5. ed. São Paulo: Bookman, 2014.
RILEY, S.; MORRIES, E. Mecânica dos materiais. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. Ed. Livros Técnicos e Científicos, 1982.
POPOV, E. P. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Prentice-hall do Brasil, 1984.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEREDO, H. A. de. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1997.
KIBERT, C. J. Edificações sustentáveis projeto, construção e operação. 4. Porto Alegre:
Bookman, 2019
105
AZEREDO, H. A. de. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Blucher, 1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
106
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
107
EMENTA
Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de
esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais. Instalações Hidráulicas Prediais para
Combate a Incêndio. Instalações prediais de gás combustível. Instalações prediais de água gelada.
Resíduos sólidos e lixo predial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
108
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13969: Tanques sépticos -
Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto,
construção e operação. Rio de Janeiro.
EMENTA
Análise das tensões e deformações. Teoria das falhas. Flecha em vigas estaticamente
determinadas. Flecha em vigas estaticamente indeterminadas. Flambagem de colunas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
109
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2013.
KRIPKA, M. Análise estrutural para engenharia civil e arquitetura: estruturas isostáticas. 2.
ed. São Paulo: Pini, 2011.
LEET, M. K.; UANG, C. M..; GILBERT, A. M. Fundamentos da análise estrutural. 3. ed.
São Paulo: McGraw-Hill, 2009.
MACHADO JUNIOR, E. F. Introdução à isostática. São carlos: EESC-USP, 1999.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural: estruturas isostáticas. v. 1. 9. ed. Rio de
Janeiro: Globo, 1987.
EMENTA
110
Origem, formação e caracterização dos solos. Investigação do subsolo e sondagens. Índices
físicos. Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões geostáticas. Tensões induzidas
por carregamentos externos. Condutividade hidráulica dos solos. Teoria da percolação de água
em solos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BODÓ, B.; JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
SANTOS NETO, P. M. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.
EMENTA
111
cronograma físico e físico-financeiro, atribuição de recursos, Análise de Valor Agregado, o
Método das linhas de balanço, O sistema Last Planner, o Sistema Toyota de Produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
112
Introdução ao saneamento básico e legislação correspondente. Ciências do Ambiente aplicadas ao
Saneamento Básico. Sistema de abastecimento de água (captação, adução, estação de tratamento
de água, reservatório de distribuição, rede de distribuição). Sistema de esgotamento sanitário (rede
coletora de esgotos, estação de tratamento de esgotos, despejo de efluentes)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
113
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
KASSIMALI, A. Análise estrutural. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
MARTHA, L. F. Análise de estruturas conceitos e métodos básicos. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN
LTC, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
114
EMENTA
Efeitos de vento em edificações. Ações nas estruturas: definição, descrição dos tipos de ações
quanto: à origem, à variação com o tempo, ao modo de atuação. Valores nominais das ações e
suas combinações, utilização das normas brasileiras. Definição de segurança: métodos
determinísticos e semiprobabilístico. Estados limites últimos e de serviço (utilização). Norma
brasileira de ações e segurança nas estruturas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SORIANO, H. L. Introdução à dinâmica das estruturas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2014.
SÁLES, J. J.; MUNAIR NETO, J.; MALITE, M. Segurança nas estruturas. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2015.
WAHRHAFTIG, A. M. Ação do vento em estruturas esbeltas com efeito geométrico. 2. ed.
São Paulo: Blutcher, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
115
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BODÓ, B.; JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
FIORI, A. P. Fundamentos de mecânica dos solos e das rochas: aplicações na estabilidade de
taludes. São Paulo: Oficina de textos, 2015.
SANTOS NETO, P. M. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
116
SCALDELAI, A. V. Manual prático de saúde e segurança no trabalho. 2. ed. São Caetano do
Sul: Yendis, 2012.
MATTOS, U, A DE OLIVEIRA; MÁSCULO, F, S. Higiene e segurança do trabalho. 2. ed. Rio
de Janeiro: GEN LTC, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 4. ed. Atlas, 2011.
EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina do trabalho: Manuais de Legislação. 73. ed. Atlas,
2014.
GARCIA, G. F. B. Meio ambiente do trabalho, direito, segurança e medicina do trabalho.
4. ed. São Paulo: Forense Jurídica, 2014.
NUNES, F. O. Segurança e saúde do trabalho esquematizada: normas reguladoras de 01 a 09
e 28. São Paulo: Método, 2012.
OLIVERA, C. A. D.; MILANELI, E. Manual de prático de saúde e segurança do trabalho.
São Caetano do Sul: Yendis, 2009.
OPITZ, O.; OPITZ, S. C. B. Acidentes do trabalho: inteligência e aplicação das leis ns.
6.367/76 e 6.195/75 e seus regulamentos. São Paulo: Saraiva, 1977.
SZABO JUNIOR, A. M. Manual de segurança, higiene e medicina do trabalho. 7. ed. São
Paulo: Rideel, 2014.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
117
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
SOUZA PINTO, N. L.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
118
PFEIL, W. Estruturas de madeiras. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
CALIL JUNIOR, C.; ROCCO, F. A. R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de elementos
estruturais de madeira. São Paulo: Manole, 2003.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhado de madeira. Rio de Janeiro: Blutcher.
1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Propriedades do concreto. Propriedades dos aços para concreto. Flexão normal simples.
Cisalhamento. Ancoragem. Estados-limites de utilização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
119
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERATTI, J.; REIS, R. Manual de microrrevestimento asfáltico a frio. São Paulo: Oficina de
Textos, 2011
MUDRIK, C. Caderno de encargos terraplanagem, pavimentação e serviços
complementares. v.1. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2006.
PIMENTA, C. R. T; OLIVEIRA, M. P. Projeto geométrico de rodovias. 2. ed. São Carlos:
RiMa, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
120
ALBANO, J. F. Vias de transporte. Porto Alegre: Bookman, 2016.
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 2. ed. Florianópolis: Ed. Da UFSC,
2005.
PEREIRA, A. L. Estradas - rodovias e ferrovias: projeto e construção. Rio de Janeiro: Livro
Técnico Ltda, 1958.
PONTES FILHO, G. Estradas de rodagem: projeto geométrico. São Carlos: G. Pontes Filho,
1998.
PORTO, T. F. A. Projeto geométrico de rodovias. São Paulo: T. A. Queiroz, 1989.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
121
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7808: Símbolos gráficos para
projetos de estruturas – simbologia. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e Segurança nas
Estruturas. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14432: Exigências de
resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações - procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14762: Dimensionamento de
estruturas de aço constituídos por perfis formados a frio – procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800: Projeto de estruturas de
aço e mistas de aço e concreto de edifícios. Rio de Janeiro.
EMENTA
Noções de projeto estrutural. Lajes maciças. Flexão normal composta. Flexão oblíqua. Estudo dos
pilares. Torção. Escadas usuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 2. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 3. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
122
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
123
BAESSO, D. P. Estradas rurais: técnicas adequadas de manutenção. Florianópolis: DER,
2003.
BALBO, J. T. Pavimentos de concreto. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed.
Belo Horizonte: EdUFMG, 2012.
CERATTI, J. A. P.; REIS, R. M. M. de. Manual de dosagem de concreto asfáltico. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e hestão de águas pluviais. 3. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2016.
MEDINA, K.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2016.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovias: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
PEREIRA, A. L. Drenagem de rodovias e ferrovias. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1959.
TUCCI, C. E. M.; PORTO, R. La L.; BARROS, M. T. de. Drenagem urbana. 1. ed. Porto
Alegre: ABRH, 1995.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CINTRA, J. C.; AOKI, N.; ALBIERO, J. H. Fundações diretas: projeto geotécnico. São Paulo:
Oficina de textos, 2011.
CINTRA, J. C.; AOKI, N.; TSUHA, C. H. C.; GIACHETI, H. L. Fundações: ensaios estáticos e
dinâmicos. São Paulo: Oficina de textos, 2011.
CINTRA, J. C.; AOKI, N. Fundações por estacas: projeto geotécnico. São Paulo: Oficina de
textos, 2010.
DAS, B. M. Fundamentos de engenharia geotécnica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed. São Paulo: Oficina de textos, 2006.
MILITITSKY, J. Grandes escavações em perímetro urbano. São Paulo: Oficina de textos,
2016.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
125
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ASSAF NETO, A. Curso de Administração financeira. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
GUJARATI, D. N.; PORTER, D. C. Econometria básica. 5. ed. Porto Alegre: McGraw Hill,
2011.
MANKIW, N. G. Introdução à economia. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PINHO, D. V.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva,
2004.
VASCONCELLOS, M. A. S. Economia: micro e macro. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Trabalho individual ou em grupo de livre escolha do aluno, dentro das atribuições do profissional
da área de Engenharia Civil. Deverá ser desenvolvido com a orientação de um
126
orientador/profissional/professor da área. O trabalho será desenvolvido de forma escrita e através
da pesquisa para os alunos matriculados que estiverem realizando esta atividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
127
Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua
área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em empresas
públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua formação
profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
128
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: a construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
GUIMARÃES, A. M.; LAJES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008.
NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Education, 1996.
PEREIRA, S. L. Algoritmos e lógica de programação em C: uma abordagem didática. 1. ed.
São Paulo: Érica, 2010.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
129
BRASIL. Plano nacional de educação em direitos humanos. Ministério da Educação,
Ministério da Justiça, Unesco, 2007.
GUEDES, J. C. (Coord.); NEIVA, J. S. M. (Coord.). Temas de direito e saúde. Brasília: AGU,
2010.
MARCHETTO, P. B. et al. Temas fundamentais de direito e bioética. São Paulo: Cultura
Acadêmica: UNESP, 2012.
MOURA, C. O negro: de bom escravo a mau cidadão? Rio de Janeiro: Conquista, 1977.
SANTOS, I. A. A. Direitos humanos e as práticas de racismo. Brasília: Câmara dos
Deputados, 2012.
SCHILLING, F. (Org.); KOERNER, A. et al. Direitos humanos e educação: outras palavras,
outras práticas. São Paulo: Cortez, 2005.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BETHLEM, A. Gestão de negócios: uma abordagem brasileira. Rio de Janeiro: Elsevier, 1999.
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. 3. ed. São Paulo: Saraiva: 2013.
LEITE, E. O fenômeno do empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
130
DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e
princípios. São Paulo: Pioneira, 2005.
LONGENECKER, J. G. Administração de pequenas empresas. São Paulo: Makron Books,
1998.
PEREIRA, H. J. (Org.); SANTOS, S. A. dos (Org.). Criando seu próprio negócio: como
desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995.
SCHELL, J. Guia para gerenciar pequenas empresas: como fazer uma transição para uma
gestão empreendedora. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
EMENTA
Estudo da língua inglesa em suas estruturas básicas, através de textos científicos. Gramática
aplicada e leitura e compreensão de textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 1. Singapore: Heinle & Heinle, 2002.
ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 2. Singapore: Editora Heinle & Heinle,
2002.
ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 3. Singapore: Editora Heinle &
Heinle,2002.
131
COPPERUD, R. H (Org.). Dicionário de inglês coloquial. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1991.
HUTCHINSON, T. English for specific purposes: a learning-centred approach. New York.:
Cambridge, 1987.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégia de leitura - módulo II. São Paulo: Textonovo,
2001.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. São Paulo: Textonovo,
2000.
MURPHY, R. Essential grammar in use: a self-study reference na practice book for
elementary students of english. Cambridge: University Press, 1995.
OXFORD ESCOLAR. Dicionário para estudantes brasileiros de inglês: português/inglês-
inglês/português. Oxford: Oxford University Press, 1999.
PASS WORD. Dicionário Iinglês/português. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
SOUZA, Ad. G F. et al. Leitura em língua inglesa uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal, 2005.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
132
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOCH, I. G. V.; TRAVAGLIA, L. C. A Coerência textual. 18. ed. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCH, I. G. V. A Coesão textual. 22. ed. São Paulo: Contexto, 2010.
SANTOS, L. W.; RICHA, R. C.; TEIXEIRA, C. S. Análise e produção de textos. São Paulo:
Contexto, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
133
CHAUÍ, M. Filosofia. São Paulo: Ática, 2002.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática,
1991.
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se complementam. São Paulo:
Autores Associados/ Cortez, 1978.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
1980.
GOLDSTEIN, N. et al. O texto sem mistério: leitura e escrita na Universidade. São Paulo:
Ática, 2009.
INFANTE, U. Do texto ao texto. São Paulo: Scipione, 1991.
KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. 2 ed. São Paulo: Contexto, 1995.
KOCH, I. G. V. Argumentação e linguagem. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2002.
KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo:
Contexto, 2014.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; MARINELLO, A. F. Gêneros textuais do argumentar e
expor. Petrópolis: Vozes, 2014.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; PAVANI, C. F. Prática textual: atividades de leitura e
escrita. Petrópolis: Vozes, 2009.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; PAVANI, C. F. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo:
Ática, 2006
AZEVEDO, I. B. O prazer da produção científica. São Paulo: Hagnos, 2001.
LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. Das tábuas da lei à tela do computador: a leitura em seus
discursos. São Paulo: Ática, 2009.
MARTINS, M. H. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1984.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São
Paulo: Atlas, 2000.
PRESTES, M. L. Leitura e reescritura de textos. São Paulo: Rêspel, 2001.
SANTOS, A. R. dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
SANTOS, R. S. Monografias científicas. São Paulo: Avercamp, 2005.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
THUMUS, J. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção de conhecimento. Canoas:
ULBRA, 2003.
134
COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia e Antropologia
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Geografia
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
135
CASTRO, E. V. O conceito de sociedade em antropologia, In: A inconstância da alma selvagem,
S. Paulo: Cosac e Naif, 2002.
LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1985.
MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. Brasília: UnB, 1982.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1 e 2. 10. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016.
NUSSENZVEIG, M. H., Curso de física básica. v. 1. 5. ed. São Paulo: Blücher, 2013.
TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros. v. 1 e 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, M.; FINN, E. S. Física. v.1 e 2. São Paulo: Addison Wes Ley Lungman do Brasil
Ltda, 1999.
CHAVES, A. Física básica: mecânica. 10. ed. Editora Lab, 2007.
FEYNMAN, R. Lições de física. v. 1 a 3. São Paulo: Artmed, 2008.
KITTEL, C.; KNIGHT, W. D.; RUDERMAN, M. A. Mecânica: curso de física de Berkeley. v.
1. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1973.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. v. 1. São Paulo, Addison Wesley,
2003.
TIPLER, P. A. Física. v. 1 e 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
136
COMPONENTE CURRICULAR: Oscilações, Ondas e Calor
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1 e 2. 10. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016.
NUSSENZVEIG, M. H., Curso de física básica. v. 1. 5. ed. São Paulo: Blücher, 2013.
TIPLER, P. A., Física para cientistas e engenheiros. v. 1 e 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos materiais. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003.
GUY, A. G. Ciências dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 1980.
CALLISTER, W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem
integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
138
GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais
múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 2. v. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
LIMA, E. L. Curso de análise. v. 2. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
EMENTA
Sistemas de coordenadas. Vetores e operações com vetores. Distância entre pontos. Norma de
vetores e ângulo entre vetores. Produtos escalar e vetorial. Retas no plano. Circunferência e
cônicas: rotação e translação. O espaço: distâncias e ângulos, retas, planos posições relativas e
interseções. A esfera. Quádricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Pearson, 2005.
FERNANDES, L. F. D. Geometria analítica. Curitiba: Intersaberes, 2016.
SILVA, C. Geometria analítica. Porto Alegre: SAGAH, 2018
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTAR NETO, A. et al. Geometria analitíca: segundo grau. 1. ed. São Paulo: Moderna, 1980.
BONORA JÚNIOR, D. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Ícone, 2020.
BORIN JUNIOR, A. M. S. Geometria analítica. São Paulo: Pearson, 2014.
CASTANHEIRA, N. P.; LEITE, A. E. Geometria analítica em espaços de duas e três
dimensões. Curitiba, Intersaberes, 2017.
139
DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria plana: 41
exercícios resolvidos, 971 exercícios propostos com resposta, 367 testes de vestibulares com
resposta. 8. ed. São Paulo: Atual, 2005.
DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria espacial,
posição e métrica: 116 exercícios resolvidos, 1150 exercícios propostos com respostas, 277
testes de vestibulares com repsostas. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005.
IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar: geometria analítica.4 ed. São Paulo:
Atual, 1993.
KLETENIK, D. V. Problemas de geometria analítica. 4. ed. Belo Horizonte: Cultura
Brasileira, 1984.
LEHMANN, C. H. Geometria analítica. 7. ed. São Paulo: Globo, 1991.
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
MACHADO, A. S. Álgebra linear e geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1982.
REIS, G. L.; SILVA, V. V. Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
SANTOS, F. J. Geometria analítica. Porto Alegre: ArtMed, 2009
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 1. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTON, H. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001.
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F. Álgebra linear e aplicações. 6. ed.
São Paulo: Atual, 1990.
FRANCO, N. M. B. Álgebra linear. São Paulo: Pearson, 2016.
GONÇALVES, A.; SOUZA, R. M. L. Introdução à álgebra linear. São Paulo: Edgard
Blücher, 1977.
HEFEZ, A. Curso de álgebra. v. 1. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
HOFFMAN, K. Algebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Linear algebra. 2. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1971.
KOLMAN, B. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
LIMA, E. L. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
LIPSCHUTZ, S. Algebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011
LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. L. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
POOLE, D. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
SILVA, V. V. Álgebra linear. Goiânia: ABEU, 1992.
STRANG, G. Álgebra linear e suas aplicações. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
STRANG, G. Introdução à álgebra linear. 4. ed. Rio de Janeiro LTC: 2013.
EMENTA
Trazer ao alcance dos acadêmicos de graduação, a visão geral do uso dos recursos da estatística
experimental como subsídio para exercício de suas atividades profissionais.
141
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
142
BERGMAN, T. L.; LAVINE, A. S. INCROPERA: fundamentos de transferência de calor e
massa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
ÇENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J. Transferência de calor e massa: uma abordagem prática. 4.
ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.
KREITH, F.; MANGLIK, R. M.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor. São
Paulo: Cengage Learning, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Dinâmica interna e materiais terrestres: estrutura interna terrestre, grau geotérmico, placas
tectônicas, magmatismo, sismos e deformações nas rochas. Minerais, rochas e solos. Dinâmica
externa terrestre: ciclo hidrológico, intemperismo, erosão, movimentos gravitacionais de massa,
deposições. Geologia aplicada à engenharia: em obras lineares, barragens; geologia aplicada à
planejamento urbano; riscos geológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
143
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de engenharia. São Paulo: Associação
Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE), 1998.
TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, T. R.; TOLEDO, M. C. M.; TAIOLI, F. (org.) Decifrando a
terra. São Paulo: Nacional, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a terra. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
MACIEL FILHO, C. L. Introdução à geologia de engenharia. 3. ed. Santa. Maria: EDUFSM,
2007.
MACIEL FILHO, C. L.; NUMMER, A. V. Introdução à geologia de engenharia. 5. ed. Santa
Maria: UFSM, 2014.
OLIVEIRA, A. M. S.; MONTICELI, J. J. Geologia de engenharia e ambiental. São Paulo:
Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE), 2018.
SUGUIO, K. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 2003.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
144
BERTOLINI, L. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
145
OLIVEIRA, A. Desenho computadorizado: técnicas para projetos arquitetônicos. São Paulo:
Erica, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
146
Conceito de Direito; Direito de propriedade; Direito de construir e seus limites; Restrições de
vizinhança ao direito de construir; Desapropriação; Servidão administrativa; Ética legislação
profissional, conceito, limites de ação, normas éticas e jurídicas, obrigações e responsabilidade
técnica e civil, Sistema Confea/Crea. Código de ética profissional; licitação e contratos; poder de
polícia administrativa nas construções; aspectos trabalhistas, previdenciários e ambientais; Direito
urbanístico, Estatuto da cidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPEZ, F. Curso de processo penal. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
PRADO, L. R. Curso de direito penal brasileiro parte geral e parte especial. 18. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2020.
RENZETTI, R. Direito do trabalho: teoria e questões práticas. 5. ed. Rio de Janeiro: Método,
2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMORIM, G. H. P. Direito administrativo. 1. ed. São Paulo: Barros, Fischer & Associados,
2006.
CABRAL, P. Questões práticas de direito. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2005.
CAHALI, Y. S. Dano moral. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
CARRION, V. Comentários à consolidação das leis do trabalho. 30. ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
DINIZ, M. H. Código civil anotado. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
FÜHRER, M. C. A.; MILARÉ, E. Manual de direito público e privado. 15. ed. São Paulo:
Revista dos Tribunais – RT, 2005.
GAGLIANO, P. S. PAMPLONA FILHO, R. Novo Ccurso de direito civil: parte geral. 8. ed.
São Paulo: Saraiva, 2006.
MACHADO, H. B. Curso de direito dributário. 24. ed. São Paulo: Editora Malheiros, 2004.
MIRABETE, J. F. Manual de direito penal. v. 1 a 3. São Paulo: Editora Atlas, 2001.
MORAES, A. Direito constitucional. 18. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
NADER, P. Introdução do estudo do direito. 26. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006.
147
COMPONENTE CURRICULAR: Energias Renováveis
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução. Tipos de energias renováveis. Conceitos. Histórico sobre a utilização dos recursos
naturais e o desenvolvimento sustentável. Legislação ambiental. Alterações climáticas globais.
Biodiversidade. Unidades de conservação. Biossegurança. Avaliação de impactos ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOYLE, G. Renewable energy: power for a sustainable future. Oxford University Press, 2004.
CASTRO, R. Uma introdução às energias renováveis: eólica, fotovoltaica e mini-hídrica.
Editora IST PRESS, 2011.
COMETTA, E. Energia solar: utilização e empregos práticos. Hemus, 2004.
HINRICHS, R. A. ; KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. Cengage, 2010.
NELSON, VAUGH. Introduction to renewable energy. CRC Press, 2011.
ROSA, A. V. Fundamentals of renewable energy processes. Academic Press, 2009.
SILVA, A. D. Terra, universo de vida. Porto Editora, 2007.
SILVA, S. C. Breve Enciclopedia do biodiesel. Vida Econômica, 2009.
TAVARES, W. M. (Coord.). Energias renováveis: riqueza sustentável ao alcance da sociedade.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012.
VILLALVA, M. G.; GAZOLI. J. R. Energia solar fotovoltaica: conceitos e aplicações. São
Paulo: Erica, 2012.
148
COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia Econômica
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: Atlas, 2007.
KUPFER, D.; HASENCLEVER, L. Economia industrial. Editora Campus, 2002.
LAPPONI, J. C. Projetos de investimento na empresa. São Paulo: Campus Elsevier, 2007.
MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
MELLAGHI FILHO, A.; ISHIKAWA, S. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Atlas,
2001.
ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração
financeira. São Paulo: Atlas, 2000.
VIEIRA SOBRINHO, J. D. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1997.
EMENTA
149
Gestão de resíduos sólidos urbanos. Gestão de recursos hídricos. Gestão de bacias hidrográficas.
Drenagem urbana sustentável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA FILHO, C. R. S.; SOLER, F. D. Gestão de resíduos sólidos: o que diz a lei. 4. ed. São
Paulo: Trevisan, 2019.
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
PINTO-COELHO, R. M.; HAVENS, K. Gestão de recursos hídricos em tempos de crise.
Porto Alegre: ArtMed, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIDONE, F., R. A.; POVINELLI, J. Conceitos básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos:
EESC/USP, 1999.
BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
DERISIO, J. C. Introdução ao controle da poluição ambiental. 5. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Elsevier: Rio de Janeiro, 2016.
MILLER JR, G. T. Ciência ambiental. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
SILVA, D. D.; PRUSKI, F. F. (ed). Gestão de recursos hídricos: aspectos legais, econômicos,
administrativos e sociais. Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos; Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa; Porto Alegre: ABRH, 2000.
SOUZA PINTO, N. L.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.
EMENTA
150
Classificação dos elementos estruturais. Formulação e solução dos problemas estruturais.
Introdução à modelagem e ao método dos elementos finitos (MEF). Exemplos de modelagem. O
princípio dos trabalhos virtuais Cálculo de deslocamentos transversais com o emprego do
príncipio dos trabalhos virtuais. Elementos estruturais reticulares - viga prismática. Método de
Rayleigh-Ritz. Convergência para a solução exata. Matrizes de incidência cinemática.
Formulação alternativa para o elemento finito de viga, com aproximação cúbica. Relações entre
deslocamentos e deformações. Estado plano de tensões em placas, cascas e vigas. Estado plano
de deformações. Elementos estruturais tridimensionais. Programação para computadores.
Elementos de treliça. Montagem de sistemas por elementos. Aspectos de implementação do MEF.
Coordenadas generalizadas. Elementos finitos no plano. Elementos finitos no espaço 3D. MEF
para formulação de elementos de viga. MEF para formulação de elementos de placa/casca.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES FILHO, A. Elementos finitos: a base da tecnologia CAE. São Paulo: Érica, 2013.
BRASIL, R. M. L. R. F.; BALTHAZARM, J. M.; GÓIS, W. Métodos numéricos e
computacionais na prática de engenharias e ciências. São Paulo: Blucher, 2015.
CHANDRUPATLA, T. R.; BELEGUNDU, A. D. Elementos finitos. São Paulo: Pearson, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
152
TUCCI, C. E. M. (Org.); SILVEIRA, A. L. L. da et al. Hidrologia: ciência e aplicação. 3. ed.
Porto Alegre: EDUFRGS, 2004.
TUCCI, C. E. M. Modelos Hidrológicos. 2. ed. Porto Alegre: EDUFRGS, 2005.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,
1975.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro:
Campus Elsevier, 1984.
CONTADOR, C. R. Projetos sociais: avaliação e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
153
FRIZZONE, J. A.; ANDRADE JÚNIOR, A. S.; SOUZA, J. L. M.; ZOCOLER, J. L.
Planejamento de irrigação: análise de decisão de investimento. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica, 2005.
LAPPONI, J. C. Avaliação de projetos de investimentos. São Paulo: Campus Elsevier, 2007.
NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, Orçamento e Viabilidade
Econômica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1987.
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: planejamento, elaboração, análise. São Paulo: Atlas,
1987.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
154
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
Propriedades físicas e mecânicas do concreto com aditivos e com adições. Dosagem do concreto.
Concreto reforçado com fibras. Concreto auto-adensável. Concretos de alto desempenho.
Concreto com polímeros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
155
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
156
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
157
PINHEIRO, A. C. F. B. Edificações inteligentes: smart buildings para smart cities. São Paulo:
Erica, 2020.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. São Paulo: Erica, 2020.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
158
BRASIL. Lei n.º 10257, de 10 de julho de 2001. Estatuto da cidade. Regulamenta os arts. 182
e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras
providências. Brasília, 2001. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm. Acesso em: 08/06/2021.
BOTKIN, D. B. Ciência ambiental terra, um planeta vivo. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
SECCHI, L. Análise de políticas públicas diagnóstico de problemas, recomendação de
soluções. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
VASCONSELOS, P. A. A cidade contemporânea: segregação espacial. Editora Contexto. 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
159
COMPONENTE CURRICULAR: Sustentabilidade na Construção Civil
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
160
JESUS, R. M. Revegetação de encostas urbanas: o caso de Vitória. Anais do Simpósio de
Recuperação de Áreas Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
JUCHEM, A. P. Gestão Ambiental, auditoria ambiental e passivo ambiental: material de
apoio para o ciclo de palestras do INAPAR – Instituto de Avaliações e Perícias do Paraná
Agosto 1999.
KELLER, L. R. Reflorestamento, com espécies nativas, de áreas degradadas e em
recuperação da ITAIPU BINACIONAL. Simpósio Nacional Recuperação de Áreas
Degradadas. Anais. Foz do Iguaçu, 1994 p. 626.
LOPEZ, J. A. U.; QUEIROZ, S. M. P. Rodovias e meio ambiente no Brasil: uma resenha
crítica. Anais do Simpósio de Recuperação de Áreas Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
MARQUES, T. P.; Medeiros, M. L. M. B.; QUEIROZ, S. M. P.; TREUERSCH, M. Avanços no
licenciamento ambiental de empreendimento impactantes, com a implemetanção da AIAS
no IAP – Paraná – Brasil, 1994.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
161
ALBERNAZ, M. P.; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. São Paulo: Proeditores,
1998.
CARVALHO, B. A arquitetura no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Biblioteca Técnica
Freitas Bastos, 1978.
GYMPEL, J. História da arquitetura: da antiqüidade aos nossos dias. Colónia (Alemanha):
Könemann, 2001.
KOCH, W. Dicionário dos estilos arquitetônicos. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
PEVSNER, N. Panorama da arquitetura ocidental. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
STEVENSON, N. Para entender a arquitetura. São Paulo: Ática, 1998.
SILVA, E. Matéria, idéia e forma: uma definição de arquitetura. Porto Alegre: UFRGS, 1994.
STROETER, J. R. Arquitetura e teorias. São Paulo: Nobel, 1986.
ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
162
BAPTISTA, M.; NASCIMENTO, N.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2005.
GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,1988.
GRIBBIN, J. E. Introdução a hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 2. ed. São
Paulo Cengage Learning, 2014.
MAIDMENT, D. R. Handbook of hydrology. New Yourk: McGraw-Hill. 1993.
NAGHETTINI, M. C. ; PINTO, E. J. A. Hidrologia estatística. Belo Horizonte: CPRM, 2007.
TUCCI, C. E. M. (organizador). Hidrologia, ciência e aplicação. São Paulo: EDUSP/ABRH,
1993.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,
1975.
WILKEN, P. S. Engenharia de drenagem superficial. São Paulo: CETESB, 1978.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASKELAND, D. R. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e engenharia de materiais uma introdução. Rio de Janeiro:
LTC, 2020.
CALLISTER JR., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais uma
abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
NEWELL, J. Fundamentos da moderna engenharia e ciência dos materiais. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
163
ASKELAND, D. R.; PHULÉ, PRADEEP P. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
CALLISTER, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008.
CALLISTER, W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem
integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SHAKELFORD, J. F. Introduction to materials science for engineers. 7. ed. Prentice Hall,
2008.
VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro:
Campus, 1984.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARNES, G. Mecânica dos solos princípios e práticas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2016.
BODÓ, B. JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
BOTELHO, M. H. C. Princípios da mecânica dos solos e fundações para a construção aivil.
São Paulo: Blucher, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
164
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6489: Solo - prova de carga
estática em fundação direta. Rio de Janeiro.
ALMEIDA, M. S. S.; MARQUES, M. E. S. Aterros sobre solos moles: projeto e desempenho.
São Paulo: Oficina de Textos, 2010.
CRUZ, P. T. 100 Barragens: casos históricos, materiais de construção, projeto. São Paulo:
Oficina de Textos, 1998.
DAS, B. M. Fundamentos da engenharia geotécnica. 7. ed. Cengage Learning, 2011.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e taludes de solo reforçado. São Paulo: Oficina de
Textos, 2009.
GUIDICINI, G.; NIEBLE, C. M. Estabilidade de taludes naturais e de escavações. São Paulo:
Blucher, 1984.
HACHICH, W. et al (ed.). Fundações, teoria e prática. São Paulo: PINI, 1998.
MARCHETTI, O. Muros de arrimo. São Paulo: Blücher, 2007.
MACIEL FILHO, C. L. Introdução à geologia de engenharia. 3. ed. Santa Maria: EDUFSM,
2007.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos: com exercícios resolvidos em 16 aulas. 3.
ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
RESENDE, M. et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações. 2. ed.
Lavras: EDUFLA, 2011.
SCHNAID, F.; ODEBRECHT, E. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
VERTEMATTI, J. C. Manual brasileiro de geossintéticos. São Paulo: Blücher, 2004.
EMENTA
165
estabilidade. Teoria de de Rankine e Coulomb. Dimensionamento de estruturas de contenção.
Teoria de Rankine. Teria de Coulomb. Método das cunhas. Método de Poncelet. Métodos Bishop,
Spencer, Jambu, Ábacos de Taylor. Dimensionamento de muros de contenção de concreto
armado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6. ed. v. 1 a 3, Rio de Janeiro: LTC,
1988.
CRUZ, P. T. Estabilidade de taludes. São Paulo: Editora do Grêmio Politécnico da USP, 1980.
FOLQUE, J. Taludes naturais: alguns aspectos particulares. Lisboa: Laboratório Nacional de
Engenharia Civil, 1987.
FREDLUND, D. G.; RAHARDJO H. Soil mechanics for unsaturated soils. New York: John
Wiley & Sons, 1993.
Fundação Geo-Rio. Manual técnico de encostas. v. 1 a 4. Rio de Janeiro: Prefeitura do Rio de
Janeiro, 1999.
GUIDICINI, G.; NIEBLE, C. M. Estabilidade de taludes naturais e de escavações. São Paulo:
Edgard Blucher, 1984.
MOLITERNO, A. Caderno de muros de arrimo. São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
SOUZA PINTO, C. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
EMENTA
166
Ensaios triaxiais (ensaios drenados e não-drenados, equipamentos, medição local de
deformações). Ensaios de adensamento. Ensaios de permeabilidade. Ensaios de cisalhamento
direto. Resistência residual. Instrumentação. Amostragem de solos. Investigação de subsolo.
Ensaios tipo SPT e palheta. Ensaios de cone em argilas e em areias. Pressiômetro. Limitações,
vantagens e aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARNES, G. Mecânica dos solos princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN LTC,
2016.
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
QUEIROZ, R. C. Geologia e geotecnia básica para engenharia civil. São Paulo: Blucher,
2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
168
SHOLER, F. A. S. Gerenciamento de obras, qualidade e desempenho da construção. 1. ed.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2017.
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo: Pini, 2001.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
169
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 425/2020 – ME –
Pavimentação - Agregado - Determinação do índice de forma com paquímetro - Método de
ensaio. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 426/2020 – ME -
Pavimentação – Mistura asfálticas – Determinação dos parâmetros CDI e TDI – Instrução de
ensaio. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 427/2020 – ME -
Pavimentação – Misturas asfálticas – Determinação da densidade relativa máxima medida e da
massa específica máxima medida em amostras não compactadas – Método de ensaio. Acesso
em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 428/2020 – ME -
Pavimentação – Misturas asfálticas – Determinação da densidade relativa aparente e da massa
específica aparente de corpos de prova -– Método de ensaio. Acesso em:
https://www.gov.br/dnit/pt-br.
PORTUGAL, L. S. Simulação de tráfego: conceitos e técnicas de modelagem. Rio de Janeiro:
Interciência, 2005.
PINTO, S., PREUSSLER, E.S. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro: Copiarte, 2001.
SOUZA, M. L. Método de projeto de pavimentos flexíveis. Rio de Janeiro: DNER/MVOP,
1966.
ROESS, R. P; PRASSAS, E. S.; McSHANE, W. R. Traffic engineering. New Jersey, USA:
Prentice Hall, 2011.
SOUZA, M. L. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro: DNER/MVOP, 1966.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
170
BOTELHO, M. H. C.; FERRAZ, N. N. Concreto armado eu te amo: vai para a obra. São
Paulo: Blucher, 2016.
MOHAMAD, G. (org.) Construções em alvenaria estrutural: materiais, projeto e
desempenho. São Paulo: Blucher, 2020.
MOHAMAD, G. Alvenaria estrutural. São Paulo: Blucher, 2017.
MOLITERNO, A. Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. São Paulo:
Blucher, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
171
SALGADO, J. C. P. Estruturas na construção civil. São Paulo: Érica, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
172
PFEIL, W. Estruturas de aço: dimensionamento prático de acordo com a NBR 8800:2008. Rio
de Janeiro: LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
173
Definições, considerações sobre a industrialização da construção; tipos de elementos; materiais;
vantagens e desvantagens; aceno histórico. Produção: tecnologia da execução dos elementos pré-
moldados; manuseio, armazenamento e transporte; montagem das estruturas. Projeto: tolerâncias
e folgas; princípios gerais e específicos. Ligações: tipologia; aspectos relativos ao cálculo;
dimensionamento de elementos utilizados nas ligações. Estruturas compostas: comportamento
estrutural; cisalhamento na interface. Tipologia das construções pré-moldadas: galpões,
edificações de vários pavimentos e diversas obras civis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
174
EMENTA
Transporte ferroviário e via férrea. Projeto geométrico. Infraestrutura da via férrea. Superestrutura
da via férrea. Material rodante. Estações, pátios e terminais. Operação ferroviária. Inspeção e
avaliação de vias em operação. Manutenção da via férrea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
175
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-214:
Projeto de superestrutura da via permanente: acessórios. 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-215:
Projeto de superestrutura da via permanente: aparelhos de mudança de vias (AMV). 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-218:
Projeto de pátios ferroviários. 2015
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-210:
Projeto de Drenagem. 2015
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-217:
Projeto de sinalização ferroviária. 2015
MONTEIRO FILHO, J. Projeto de estradas: ferrovias e rodovias. Rio de Janeiro: Borsoi,
1955.
NABAIS, R. J. da S. (Org.). Manual básico de engenharia ferroviária. São Paulo: Oficina de
textos, 2014.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovias: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
PEREIRA, A. L. Drenagem de rodovias e ferrovias. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1959.
PEREIRA, A. L. Estradas – rodovias e ferrovias: projeto e construção. Rio de Janeiro: Livro
Técnico Ltda, 1958.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
177
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
178
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-Moldado. São Paulo: Oficina de Textos, 2017.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
179
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CHOFE, L.; BONILHA, L. Concreto protendido. São Paulo: Oficina de Textos, 2018.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-moldado. São Paulo: Oficina de Textos, 2017.
PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 3. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
180
MACHADO, A. P.; MACHADO, B. A. Reforço de estruturas de concreto armado com
sistemas compostos FRP: teoria e prática. São Paulo: Pini, 2015.
HELENE, P. R. L. et al. Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto.
2. ed. São Paulo: PINI, 1992.
SOUZA, V. C. M.; RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto.
São Paulo: Pini, 1998.
FEDERACION INTERNACIONAL DU BETÓN. FIB Bulletin 14: Externally bonded FRP
reinforcement for RC structures. Technical Report by the Fédération Internacionale du Béton,
Lausanne, Switzerland, 2001.
AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. ACI 440.2R: Guide for the design and construction of
externally bonded FRP systems for strengthening concrete structures. Reported by ACI
Committee 440. American Concrete Institute, Farmington Hills, Mich., 2017.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EMENTA
182
pavimentos asfálticos. Desempenho e métodos de avaliação estrutural de pavimentos asfálticos,
avaliação das condições de irregularidade longitudinal. Avaliação das condições de aderência
pneu/pavimento. Deterioração de pavimentos de concreto. Desempenho e métodos de avaliação
de pavimentos de concreto. Conservação e restauração de pavimentos com problemas funcionais.
Reciclagem de pavimentos, dimensionamento de reforço de pavimentos asfálticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
183
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
184
elaboração de planilha orçamentária, elaboração da Curva ABC de custos, planejamento da obra,
curva ABC de materiais e mão de obra, elaboração do cronograma físico-financeiro, elaboração
do manual de uso e operação, gestão do uso da água, requisitos de desempenho das edificações,
gestão da qualidade das obras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SOUZA, U. E. L. Como reduzir perdas nos canteiros. São Paulo: Pini, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: Desempenho de
edificações habitacionais. Rio de Janeiro.
FERRAZ, N. N. Guia da construção civil: do canteiro ao controle da qualidade. São Paulo:
Oficina de Textos, 2019.
MATTOS, A. D. Como preparar orçamentos de obras. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos,
2019.
CARDOSO, R. S. Orçamento de obras em foco. 4. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2020.
MATTOS, A. D. Planejamento e controle de obras. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2019.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
185
HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. São Paulo: Pearson, 2013.
KASSIMALI, A. Análise estrutural. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
MARTHA, L. F. Análise matricial de estruturas com orientação a objetos. Rio de Janeiro:
GEN LTC, 2018.
MCCORMAC, J. C. Análise estrutural usando métodos clássicos e métodos matriciais. Rio
de Janeiro: LTC, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, J. M. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. Rio Grande: Dunas. 2014.
CAMPANARI, F. A. Teoria das estruturas. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: dimensionamento prático de acordo com a NBR 8800.
8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
FUSCO, P. B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1995.
GERE, J.; WEAVER Jr., W. Análise de estruturas reticuladas. Rio de Janeiro: Guanabara,
1987.
POLILLO, A. Mecânica das estruturas. v. 1. Rio de Janeiro: Científica, 1977.
SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural. v. 1 e 2. Porto Alegre: Globo, 1980.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1983.
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
186
ALONSO, U. R. Dimensionamento de fundações profundas. São Paulo: Blucher, 2012.
CAMPOS, J. C. de. Elementos de fundações em concreto. São Paulo: Oficina de Textos,
2015.
ALBUQUERQUE, P. J. R. de. Engenharia de fundações. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
187
CARVALHO JÚNIOR, R. de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias: princípios básicos
para elaboração de projetos. São Paulo: Blucher, 2020.
CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
188
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovías: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: GEN LTC, 2015.
PINTO, S. Pavimentação asfáltica: conceitos fundamentais sobre materiais e revestimentos
asfálticos. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
189
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEREDO, H. A. O edifício até a sua cobertura. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.
BAUD, G. Manual de construção. v. 3. São Paulo: Hemus, 1988.
BRUCK, N. As dicas na edificação. 2. ed. Porto Alegre: Sagra D.C. Luzzato, 1987.
CARDÃO, C. Técnica da Construção. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, v. 2. 1969.
PIRONDI, Z. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica. São Paulo: Pini,
1988.
ROSSO, T. Racionalização da construção. São Paulo: FAUUSP, 1991.
SALGADO, M. Cadernos da UFRJ – construção civil. 2002.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro. São Paulo: O nome da rosa, 2000.
TCPO 2000. Tabelas de composição de preços para orçamentos. São Paulo: PINI, 2000.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. São Paulo: PINI, 1989.
VERÇOZA, E.J. Patologia das edificações. Porto Alegre: Sagra, 1991.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: PINI/SINDUSCON-SP, 1998.
EMENTA
190
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
191
BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2016.
BODÓ, B. JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos. v. 3.
7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
192
APÊNDICE B – Regulamento de estágio curricular supervisionado
CAPÍTULO I
DA REGULAMENTAÇÃO
CAPÍTULO II
DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES
Art. 2º. Segundo a Lei Nº 11.788 de 25.09.2008: “Art. 1° Estágio é ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos
finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.”
193
político-social, oferecendo-lhe a vivência de situações reais de vida e de trabalho que lhe
viabilizem a integração dos conhecimentos teórico-práticos e experiência profissional.
CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 5º. O estágio é uma atividade cuja área de atuação é de escolha do discente
e caracteriza-se como componente integrante do currículo do curso superior de graduação em
Engenharia Civil, envolvendo os aspectos humanos e técnicos da profissão, sendo regulamentado
pela Lei Nº 11.788 de 25.09.2008 e pela Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho
de 2021.
Art. 7º. O plano de atividades deve ser apreciado pelo Colegiado do Curso de
Engenharia Civil (ICET/CUA/UFMT), como parte do termo de compromisso de estágio.
194
estágios obrigatórios.
Art. 15. Será permitida a realização de estágios em qualquer período desde que
a unidade concedente possua expediente e supervisor(a) disponível nos horários determinados no
termo de compromisso, respeitados os demais requisitos das resoluções e normatização vigente.
SEÇÃO I
DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
195
A consecução do estágio curricular obrigatório é um requisito para obtenção do diploma.
SEÇÃO II
DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO IV
DOS AGENTES
SEÇÃO I
DOS ESTAGIÁRIOS
196
d) apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação
escolar, sempre que solicitado pelas partes;
e) atualizar dados cadastrais e escolares junto à concedente;
f) informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono,
a transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g) encaminhar, à instituição de ensino e à empresa/instituição/profissional
concedente, uma via do termo de compromisso assinado por todas as partes;
h) entregar ao final do estágio, relatório das atividades realizadas, com
avaliação do profissional supervisor da parte concedente do estágio;
i) na ocorrência de avaliações periódicas ou finais, informar à unidade
concedente do estágio bem como aos docentes responsáveis pelas questões de estágio no curso
caso seja necessária a redução da carga horária do estágio no período que antecede as avaliações,
para realização de adaptações necessárias no termo de compromisso visando o adequado
rendimento escolar, adaptando o cronograma de estágio para realidade do discente, sendo que os
mecanismos para essa adaptação conduzidos pelos docentes responsáveis pelas questões de
estágio.
Art. 21. O discente que deseja realizar o estágio obrigatório deverá encaminhar
um processo ao colegiado de curso de Engenharia Civil/CUA, solicitando autorização para a
realização do estágio obrigatório, com antecedência mínima de 15 dias da data provável de início
da realização do estágio obrigatório, contendo as seguintes informações:
a) Identificação da unidade concedente de estágio e seu representante;
b) CNPJ/CPF da unidade concedente de estágio;
c) Endereço completo e contatos da unidade concedente de estágio;
d) Período de realização do estágio não-obrigatório;
e) Proposta inicial do plano de atividades a serem desenvolvidas no estágio não-
obrigatório;
f) Cronograma de atividades (respeitando os limites informados nos Art. 10º e
Art. 11º a Lei Nº 11.788 de 25/09/2008). Dentre as informações necessárias, destaca-se:
• Carga horária semanal do estágio não-obrigatório (máximo 30 hs/semanais);
• Carga horária diária do estágio não-obrigatório (máximo 6 hs/diárias);
• Carga horária total de 96 horas para cada estágio obrigatório, não sendo
atribuído no termo de compromisso carga horária inferior ou superior a este
valor. Quando houver necessidade de reposições ou complemento de carga
horária não cumprida, serão tramitados aditamentos ao TCE aprovado.
197
g) Valor da bolsa (não-compulsória para estágio obrigatório, conforme Art. 11º
da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
h) Valor do auxílio-transporte (não-compulsória para estágio obrigatório,
conforme Art. 12º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
i) Comprovante de seguro contra acidentes pessoais, contratado em favor do
estagiário pela parte concedente (alternativamente, poderá ser assumida pela instituição de ensino,
conforme Art. 9º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
j) Apólice do seguro contra acidentes (alternativamente, poderá ser assumida
pela instituição de ensino conforme Lei Nº 11.788 de 25/09/2008 e Lei Nº 10.406 de 10/01/2002).
198
Art. 23. Ficará a cargo do professor(a) responsável pelos estágios a orientação
acerca da vigência do contrato, visando o aproveitamento e compatibilidade com as atividades
acadêmicas do discente, sendo preferível a definição de períodos de vigência estabelecidos
baseando-se nas informações de horários de aula para garantia da compatibilidade, realizando os
aditamentos ao termo de compromisso sempre que necessário.
SEÇÃO II
DOS PROFESSORES ORIENTADORES
199
b) Realizar reuniões de orientação de forma indireta com os alunos, através de
reuniões presenciais ou on-line, de forma síncrona ou assíncrona, sempre que for necessário para
a consecução das etapas previstas para o estágio;
c) Orientar os discentes em todos os campos de estágio descritos no Art. 11 da
Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021;
d) Receber e organizar o trâmite dos termos de compromissos e demais
documentos necessários à consecução dos estágios;
e) Avaliar os relatórios dos alunos;
f) Efetuar o lançamento das notas e emissão de declarações, quando aplicáveis.
Art. 27. Fica a cargo dos docentes responsáveis pelas questões de estágio em
articulação com a Coordenação de Curso, a criação de mecanismos e estratégias que visem a
melhor condução e aproveitamento dos estágios.
SEÇÃO III
DA SUPERVISÃO DE ESTÁGIO
Art. 28. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de
2021: art. 3º, §2°, “O acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino
deverá constar detalhadamente no Regulamento de Estágio do PPC do curso, com a definição das
formas de orientação (direta, semidireta, indireta).” Dessa forma, a orientação e supervisão do
estágio se dará de forma indireta pelo docente, ficando assim a supervisão direta sob a
responsabilidade do profissional da parte concedente do estágio.
200
d) Coordenar a elaboração ou reelaboração de normas ou critérios específicos
para a realização das atividades de instrumentalização prática e/ou de estágio com base na presente
Resolução.
e) Orientar os (as) estudantes na escolha da área e/ou campo de estágio, quando
for o caso.
f) Organizar, semestralmente, o encaminhamento de estagiários (as) e a
distribuição das turmas em conjunto com os professores(as)-orientadores(as).
g) Criar mecanismos operacionais que facilitem a condução dos estágios com
segurança e aproveitamento.
h) Estruturar e manter atualizado, o sistema de documentação e cadastramento
dos diferentes tipos de estágios, campos envolvidos e números de estagiários(as) de cada semestre.
i) Realizar reuniões regulares com os professores(as)-orientadores(as) de
estágio e com os(as) técnicos(as) supervisores(as) das instituições campos de estágio para
discussão de questões relativas ao planejamento, organização, funcionamento, avaliação e
controle das atividades de estágio e análise de critérios, métodos e instrumentos necessários ao
seu desenvolvimento.
j) Realizar e divulgar semestralmente, junto com os (as) professores(as)-
orientadores(as), um estudo avaliativo a partir da análise do desenvolvimento e resultados do
estágio, visando avaliar sua dinâmica e validade em função da formação profissional e acadêmica,
envolvendo aspectos curriculares e metodológicos.
k) Salvaguardar que todos os estágios internacionais sejam
registrados/informados à SECRI.”
SEÇÃO IV
DA SUPERVISÃO EXTERNA
201
e) Preencher os relatórios e avaliações do estagiário, em conformidade com as
solicitações dos docentes da instituição;
f) Auxiliar o discente no desenvolvimento do relatório de atividades, fornecendo
informações pertinentes ao campo de estágio e à unidade concedente;
g) Acompanhar o registro de frequência do estagiário;
h) Nas situações de impossibilidade de continuidade da supervisão, notificar a
Unidade Concedente e os docentes da instituição com antecedência, para as adequações cabíveis;
i) Observar a formação de uma relação de reciprocidade com a Instituição de
Ensino, visando o aprimoramento da formação dos estagiários;
SEÇÃO V
DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES
202
e) Enviar à instituição de ensino, semestralmente, relatório de atividades, com
vista obrigatória ao(a) estagiário(a);
f) Efetuar controle de frequência do(a) estagiário(a);
g) Efetuar o pagamento da bolsa mensal ao estágio, inclusive do auxílio-
transporte, conforme acertado entre as partes, no caso de estágio não obrigatório.
SEÇÃO VI
DO COLEGIADO DE CURSO
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
203
Art. 38. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de
2021: “Na avaliação do(a) estagiário(a) deverão ser considerados o grau de aproveitamento e o
índice de frequência a ser estabelecido nas regulamentações específicas dos cursos, entre outros.”
Art. 39. Considerando que, conforme a Lei Nº 11.788 de 25/09/2008, uma das
obrigações da parte concedente é: “enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6
(seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário.”, entende-se como
suficiente para o relatório de atividades o preenchimento da “Avaliação do estagiário(a) pelo(a)
supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio”, conforme o Anexo V e VI. Adicionalmente, e
apenas com a finalidade de registro do desempenho do estagiário, poderão ser recepcionados
outros relatórios que sejam padrão da unidade concedente de estágio.
SEÇÃO I
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
204
orientações dos professores responsáveis pelas questões de estágio no curso e professor(a)
orientador(a).
SEÇÃO II
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO
205
do(a) professor(a) orientador(a) com a menção de aprovação (Anexo VII). O referido processo
deverá ser apreciado pelo Colegiado de Curso e em caso de deferimento da solicitação, deverá ser
encaminhado ao setor responsável para contabilização e registro da carga horária.
CAPÍTULO VI
DURAÇÃO E MATRÍCULA
Art. 48. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder
02 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência (Art. 11 da Lei
11.788/08).
Art. 51. A carga horária de estágio a ser realizada pelo discente não deverá
ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais (conforme trata o item II do art. 10
da Lei Nº 11.788 de 25.09.2008).
206
§ 1º. Havendo a possibilidade de oferecer a disciplina de estágio em período de
férias ou recessos escolares no curso de Engenharia Civil, os discentes serão comunicados, em
tempo hábil, da oferta com as datas previstas, respeitando o calendário acadêmico da universidade.
§ 3º. Caso o semestre letivo seja seccionado por recessos e/ou períodos de férias
docentes, a coordenação de curso responderá pelo componente curricular durante as férias do
docente responsável pelo componente curricular e os discentes matriculados em estágio
obrigatório poderão desenvolver as atividades de estágio durante esses períodos sob a orientação
da coordenação de curso, tendo concluído os contratos preferencialmente antes das férias ou
recessos.
CAPÍTULO VII
CAMPO DE ESTÁGIO E CONTRATOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
207
Art. 54. O discente, antes de iniciar o estágio, deverá firmar Termo de
Compromisso, conforme modelo da UFMT, com a instituição concedente do estágio e com a
interveniência da Universidade, constituindo comprovante exigível pela autoridade competente
da inexistência de vínculo empregatício, nos termos da Lei Nº 11.788 de 25.09.2008.
CAPÍTULO VIII
PROGRAMAÇÃO E PLANEJAMENTO DOS ESTÁGIOS
208
obrigatórios não fica necessariamente restrito aos limites do planejamento determinado no Art.
58, pois a realização destes pode ser executada em qualquer momento durante o curso, incluindo
períodos de férias e recessos.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 56. Para os estágios que forem realizados no âmbito da UFMT, ou seja,
sendo a UFMT concedente de estágios para os discentes do curso de Engenharia Civil
(ICET/CUA/UFMT), os professores responsáveis pelas questões de estágio e a Coordenação de
Curso participarão do processo de efetivação do termo de compromisso, com vista ao atendimento
aos requisitos do regulamento interno do curso.
§ 1º. Caso o estágio esteja previsto para realização com profissional liberal ou
autônomo, deve-se substituir os dados da unidade concedente de empresa (Anexos III e IV) para
nome completo, estado civil, profissão, RG com indicação do órgão expedidor, CPF, endereço
completo e número do registro profissional;
Art. 58. As questões não contempladas por este regulamento serão balizadas
pela regulamentação vigente da UFMT.
209
Art. 59. O presente Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação,
ficando revogadas as disposições em contrário.
210
ANEXOS
.
I - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO (UFMT
CONCEDENTE) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
II - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO
(UFMT CONCEDENTE) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
III - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
(CONCEDENTE EXTERNO) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
IV –TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO
(CONCEDENTE EXTERNO) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
V – MODELO RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
VI – MODELO RELATÓRIO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO
VII – MODELO DE DECLARAÇÃO PARA DISCENTES APROVADOS EM ESTÁGIO NÃO-
OBRIGATÓRIO
211
ANEXO I
(UFMT CONCEDENTE)
SETOR CONCEDENTE/UFMT
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___
212
cláusulas seguintes:
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
213
b. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
c. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
d. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
e. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à Instituição de
Ensino para as devidas providências;
f. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
g. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste termo,
devidamente assinado pelas partes envolvidas;
h. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
i. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.
214
____________________________ _____________________________________
__ _
____________________________ __________________________________
____________________________
___
REPRESENTANTE
LEGAL(estudante menor)
RG:
215
ANEXO II
(UFMT CONCEDENTE)
SETOR CONCEDENTE
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/___/___
216
cláusulas seguintes:
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto
Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.
CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a
realização do estágio:
217
obrigatório nos termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
d. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
e. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
f. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
g. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de
ensino para as devidas providências;
h. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
i. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
j. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
k. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.
218
____________________________ _____________________________________
__ _
____________________________ __________________________________
____________________________
___
REPRESENTANTE
LEGAL(estudante menor)
RG:
219
ANEXO III
(concedente externo)
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___
220
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
221
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
c. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
d. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
e. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à Instituição de
Ensino para as devidas providências;
f. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
g. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
h. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
i. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.
222
___________________________ ______________________________
__ ______
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
___________________________ ______________________________
__ _
___________________________
____
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
223
ANEXO IV
(CONCEDENTE EXTERNO)
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF RG: Data Nascimento:___/___/___
224
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto
Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.
225
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
e. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
f. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
g. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de
ensino para as devidas providências;
h. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
i. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
j. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
k. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.
226
___________________________ ______________________________
___ ______
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso
___________________________ ______________________________
__ _
___________________________
____
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
_____________________________________________________________________
227
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
_____________________________
Assinatura
BARRA DO GARÇAS-MT
(ANO)
228
Informações Gerais
Email: Cidade/UF
Orientação e Supervisão
Orientação e Supervisão
Nome do(a) docente responsável pelo estágio:
1. OBJETIVOS DO ESTÁGIO
229
(Após a tabela de resumo das atividades, realizar a descrição minuciosa das atividades
desenvolvidas, ferramentas utilizadas, referências técnicas consultadas, etc.)
5. ASSINATURAS
________________________________________
Supervisor(a) do Estágio na Empresa
___________________________________________
Assinatura do Docente
230
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio
ALUNO(A):
UNIDADE CONCEDENTE:
CIDADE/UF:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
____________________________ _______________________________________
Data PROFISSIONAL SUPERVISOR
(CONCEDENTE)
CARIMBO E ASSINATURA
231
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) orientador(a) na Instituição de Ensino
ALUNO(A):
ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
____________________________ ____________________________________
Data PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA
232
CONTROLE DE FREQUÊNCIA DO(A) ESTÁGIÁRIO(A)
Unidade Concedente:
Estagiário(a):
Nº de matrícula:
CNPJ/CPF:
Unidade-Curso-Instituição: ICET/EC/UFMT
Estágio Supervisionado:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
Data Entrada (h) Saída (h) Carga horária Assinatura Estagiário(a)
_____________________________________________________
Local e data
__________________________________________
PROFISSIONAL SUPERVISOR (NA UNIDADE CONCEDENTE)
(Assinatura e carimbo)
233
ANEXO VI – Modelo de Relatório de Estágio Não-Obrigatório
_____________________________________________________________________
_____________________________
Assinatura
BARRA DO GARÇAS-MT
(ANO)
234
Informações Gerais
Email:
Email: Cidade/UF
Orientação e Supervisão
Orientação e Supervisão
Nome do(a) docente responsável pelo estágio:
1. OBJETIVOS DO ESTÁGIO
(Após a tabela de resumo das atividades, realizar a descrição minuciosa das atividades
desenvolvidas, ferramentas utilizadas, referências técnicas consultadas, etc.)
235
4. REFERÊNCIAS E SUPORTE BIBLIOGRÁFICO PARA SOLUÇÕES DE TÉCNICAS
5. ASSINATURAS
________________________________________
Supervisor(a) do Estágio na Empresa
___________________________________________
Assinatura do Docente
236
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio
ALUNO(A):
UNIDADE CONCEDENTE:
CIDADE/UF:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO-OBRIGATÓRIO
237
____________________________ _______________________________________
Data PROFISSIONAL SUPERVISOR
(CONCEDENTE)
CARIMBO E ASSINATURA
238
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) orientador(a) na Instituição de Ensino
ALUNO(A):
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO-OBRIGATÓRIO
( ) Aprovado
( ) Reprovado
____________________________ _______________________________________
Data PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA
239
CONTROLE DE FREQUÊNCIA DO(A) ESTÁGIÁRIO(A)
Unidade Concedente:
Estagiário(a):
Nº de matrícula:
CNPJ/CPF:
Unidade-Curso-Instituição: ICET/EC/UFMT
_____________________________________________________
Local e data
__________________________________________
PROFISSIONAL SUPERVISOR (NA UNIDADE CONCEDENTE)
(Assinatura e carimbo)
240
ANEXO VII – Modelo de Declaração para discentes aprovados em estágio não-
obrigatório
._____________________________________________________________________
_______________________________________
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA
241
APÊNDICE C – Regulamento das atividades complementares
CAPÍTULO I
DO CONCEITO, OBJETIVO E TIPOLOGIA
CAPÍTULO II
DO PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
242
Art. 6º. O controle acadêmico do cumprimento das horas referentes às
Atividades Complementares é responsabilidade do Colegiado de Curso, por meio da Ficha de
Acompanhamento de Atividades Complementares (Anexo I).
Art. 9º. O processo com os comprovantes apresentados pelo aluno que, após
análise e contabilidade do Colegiado de Curso, não tenha atingido as 80 horas em atividades
complementares, será devolvido ao aluno para que o reapresente inserindo outras atividades que
complete a integralização da carga horária.
Art. 10. Uma vez totalmente integralizada pelo aluno a carga horária exigida em
Atividades Complementares, o Colegiado de Curso dará deferimento ao processo, e a carga horária
de 80 horas será lançada no histórico do aluno.
CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
243
ANEXO I - Carga horária em Atividades Complementares
Grupo I: Remunerada ou
Atestado de Carga horária do projeto
Iniciação Científica
Atividades participação (máx. 30 horas)
Voluntária
de iniciação
à docência e Remunerada ou Atestado de 20 horas por semestre (máx.
Monitoria em disciplina de graduação
pesquisa Voluntária participação 40 horas)
Colaborador
Certificado Até 10 horas por certificado
ou Declaração ou declaração
Evento ou Congresso na área de Engenharia Civil ou Apresentador
áreas correlatas
Grupo II: Até 5 horas por certificado
Ouvinte Certificado
Congressos, ou declaração
seminários,
cursos, Curso presencial na área de Engenharia ou áreas Carga horária do curso (máx.
Ouvinte Certificado
conferência correlatas 40 horas)
s e outras
Até 5 horas por curso (máx.
atividades. Curso presencial fora da área de Engenharia Civil Ouvinte Certificado
10 horas)
244
Até 40 horas por
Curso de língua estrangeira Ouvinte Certificado
semestre
Cópia da
Artigos publicados em revistas científicas com qualis 30 horas por publicação
publicação
Carga horária da
Participação em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa atividade
Grupo IV: Declaração
na área de Engenharia Civil ou em áreas correlatas.
Vivência
(máximo 20 horas)
245
profissional 20 horas por projeto
Participação em projetos sociais de preferência na área de
e acadêmica Declaração
atuação do curso
(máximo 20 horas)
246
APÊNDICE D – Regulamento do trabalho de conclusão de curso
CAPÍTULO I
NATUREZA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA CIVIL
247
OBJETIVOS
CAPÍTULO II
MODALIDADES
248
§ 2°. Para propostas de trabalho em grupo é necessária a aprovação formal do
Colegiado de Curso. O docente interessado em orientar trabalhos nessa modalidade deverá
encaminhar ao Colegiado de Curso o Formulário de Solicitação para o desenvolvimento de
Trabalho de Conclusão de Curso em grupo (Anexo I), dentro do prazo previsto na programação
de atividades estabelecida pelo professor responsável pela disciplina de Trabalho de Conclusão de
Curso I no início do período letivo. A justificativa apresentada pelo(a) professor(a) interessado(a)
deverá evidenciar a maneira pela qual cada um dos integrantes irá contribuir com a pesquisa.
249
CAPÍTULO III
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL
250
IV). A critério do(s) professore(s) de TCC a programação de atividades
poderá ser encaminhada ao Colegiado de Curso para homologação;
II. Elaborar o calendário semestral, fixando prazos para a entrega dos projetos
de pesquisa e trabalho final para os exames de qualificação e defesa;
III. Divulgar, no início do período letivo, a lista com os nomes dos docentes
disponíveis para orientação, com as respectivas linhas de pesquisa e
disponibilidade para orientação;
IV. Sugerir orientadores para os acadêmicos que não os tiverem;
V. Viabilizar a distribuição de orientandos aos docentes, observando a relação
equitativa entre os docentes orientadores e os orientandos;
VI. Analisar as propostas de trabalho a serem desenvolvidas sob orientação de
professores não pertencentes ao ICET/CUA/UFMT quanto ao
enquadramento nas normas do presente regulamento;
VII. Convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir questões
relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do
Trabalho de Conclusão de Curso;
VIII. Informar aos alunos matriculados nas disciplinas “Trabalho de Conclusão
de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II” aspectos
administrativo-operacionais e diretrizes para elaboração e apresentação do
Trabalho de Conclusão de Curso;
IX. Coordenar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores,
ouvido o Colegiado do Curso;
X. Coordenar o processo de constituição das bancas examinadoras
juntamente com os docentes orientadores, distribuindo os trabalhos e
definindo o cronograma de avaliação dos trabalhos a cada período letivo;
XI. Enviar aos professores orientadores as documentações necessárias para o
exame de defesa;
XII. Confeccionar declaração de orientação e de participação em banca
juntamente com a Coordenação do Curso;
XIII. Proceder com a avaliação final dos alunos nas disciplinas “Trabalho de
Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II”.
251
deverá consultar a disponibilidade e interesse dos professores do curso de Engenharia Civil do
ICET/CUA/UFMT em assumir a orientação. Não havendo professor disponível ou interessado, o
professor de TCC informará o Colegiado de Curso, que por sua vez encaminhará a demanda à
Direção do ICET/CUA.
CAPÍTULO V
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR
252
professor responsável por esta disciplina as fichas de avaliação, relatório
final de defesa e ata do exame de defesa, dentro do prazo previsto na
programação de atividades estabelecida no início do período letivo;
V. Providenciar e entregar ao professor de TCC os documentos exigidos pela
Biblioteca Digital de Monografias, ou outro documento previsto nas
resoluções vigentes da UFMT;
VI. Presidir a sessão pública de apresentação e defesa do trabalho por ele
orientado;
VII. Comparecer às reuniões, convocadas pelo(s) professor(es) de Trabalho de
Conclusão de Curso, para discutir questões relativas à organização,
planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão de
Curso de Graduação em Engenharia Civil;
VIII. Comunicar ao(s) professor(es) de Trabalho de Conclusão de Curso quando
ocorrerem problemas, dificuldades e dúvidas relativas ao processo de
orientação, para que este(s) tome(m) as devidas providências;
IX. Zelar pela correção formal da língua oficial nos trabalhos de seus
orientandos.
Art. 17. O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser orientado por docente
não atuante no curso de Engenharia Civil ou não pertencente ao CUA/UFMT, desde que o trabalho
desenvolvido atenda às regras estabelecidas por este regulamento.
253
Art. 18. Ficam impedidos de orientar Trabalhos de Conclusão de Curso:
I. Os professores vinculados à UFMT que estiverem em cedência ou gozo de
licenças ou afastamentos.
II. Professores ou outros profissionais não vinculados à UFMT.
CAPÍTULO VI
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTANDO
Art. 20. Para matricular-se na(s) disciplina(s) de TCC, o acadêmico deve ter
cumprido, no mínimo, 2208 horas e respeitar os pré-requisitos estabelecidos na matriz curricular
do curso.
254
V. Cumprir o plano e o cronograma estabelecidos em conjunto com seu
orientador;
VI. Elaborar o projeto de pesquisa de acordo com a temática discutida com o
orientador;
VII. Comparecer às reuniões convocadas pelo(s) professor(es) de Trabalho de
Conclusão de Curso e orientador;
VIII. Desenvolver as atividades propostas pelo orientador e cumprir o
cronograma para entrega do trabalho final;
IX. Elaborar a versão final do seu Trabalho de Conclusão de Curso de acordo
com este regulamento e as instruções do professor orientador;
X. Providenciar e entregar ao professor de TCC os documentos exigidos pela
Biblioteca Digital de Monografias, ou outro documento previsto nas
resoluções vigentes da UFMT;
XI. Apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso à banca examinadora
somente após a autorização do orientador;
XII. Apresentar ao orientador e à banca material autêntico, sob pena de
reprovação se constatado plágio.
CAPÍTULO VII
ACORDO, TROCA E DESISTÊNCIA DE ORIENTAÇÃO
Art. 24. Uma vez firmado o acordo de orientação, o orientador deverá assinar a
Carta de Aceite (Anexo VI), que será encaminhada, pelo(s) orientando(s), ao professor de TCC.
255
Parágrafo Único: A Carta de Aceite deverá ser encaminhada ao professor de
TCC, dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período
letivo, tanto na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” como na disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso II”, mesmo que o orientador se mantenha.
§ 3°. A solicitação para troca de orientador deverá ser feita dentro do prazo
previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.
Art. 26. Nos casos em que o orientador desejar desistir da orientação do(s) seu(s)
aluno(s), este deverá encaminhar Termo de Desistência de Orientação (Anexo VIII) ao professor
de TCC, acompanhada de justificativa.
256
§ 2°. Não havendo indicação do aluno, o professor de TCC consultará a
disponibilidade e interesse dos professores do curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT
em assumir a orientação. Não havendo professor disponível ou interessado, o professor de TCC
informará o Colegiado de Curso, que por sua vez encaminhará a demanda à Direção do
ICET/CUA.
CAPÍTULO VIII
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
257
Art. 30. O projeto de pesquisa deve ser entregue aos professores avaliadores
dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
§ 1°. O projeto de pesquisa será avaliado por dois professores avaliadores (exame
de qualificação), considerando o disposto no Artigo 5º e no Artigo 7°, além de questões de forma
e conteúdo, seguindo os critérios de avaliação propostos por este regulamento, por meio dos pontos
elencados na Ficha de Avaliação (Anexo XI).
258
Art. 34. O cálculo da média final e o lançamento das notas é responsabilidade
do professor responsável pela disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”.
§ 1°. O aluno que obter média final maior ou igual a 5,0 (cinco) obterá aprovação
na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”.
§ 2°. Para que ocorra uma maior uniformização no critério de notas dos
professores avaliadores, ficam estabelecidas as seguintes faixas:
• Nota 10: quando o projeto de pesquisa for considerado muito bom sem
ressalvas, ou seja, contendo: introdução com a motivação, importância,
justificativa do tema, definição clara do problema da pesquisa e objetivos;
revisão de literatura de forma aprofundada; metodologia bem definida e
detalhada; referências bibliográficas atuais; e, eventualmente, resultados
parciais. Deverá também seguir as normas de apresentação estabelecidas
neste Regulamento e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) no que forem aplicáveis;
• Nota 9: quando o projeto for considerado muito bom com pequenas
ressalvas;
• Nota 7 a 8: quando o projeto for considerado bom;
• Nota 4 a 6: quando o projeto for considerado regular e/ou incompleto,
havendo vários itens a reformular ou complementar;
• Nota 0 a 3: quando o projeto for considerado ruim e/ou muito incompleto.
Art. 36. Os projetos de pesquisa que envolvam pesquisa com seres humanos
devem ser encaminhados ao Comitê de Ética da UFMT para análise e emissão de parecer. O
projeto de pesquisa deve ser aprovado pelo Comitê de Ética da UFMT, antes do início da pesquisa.
CAPÍTULO IX
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
259
Art. 37. Até o término do período de ajuste de matrícula, em data estipulada no
início do semestre, cada aluno, ou grupo de alunos, deverá entregar ao professor da disciplina
“Trabalho de Conclusão de Curso II” a Carta de Aceite (Anexo VIb), informando qual professor
é responsável por sua orientação.
Art. 38. O trabalho final deve ser elaborado de acordo com o modelo
apresentado no Anexo XII, no caso de monografias, e de acordo com o modelo apresentado no
Anexo XIII, no caso de artigos científicos.
Art. 41. No caso de ausência não justificada pelo aluno na sessão de defesa, este
será considerado desistente, sendo atribuída a pontuação ZERO para a defesa final.
Art. 42. O trabalho final deve ser entregue aos membros da banca, em prazo
previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.
260
§ 1°. O trabalho final poderá ser entregue em formato digital ou impresso, à
critério da banca.
Art. 43. A apresentação oral deverá ocorrer em data definida pelo professor de
Trabalho de Conclusão de Curso II.
Parágrafo Único: O(s) aluno(s) deverá(ão) preparar seu seminário para o exame
de defesa com os recursos audiovisuais que desejar(em). O tempo para exposição será de 30
minutos com tolerância de 5 minutos (para mais ou para menos), não devendo haver interrupção
do(s) aluno(s) pela banca dentro deste período. Depois será previsto um período de 20 a 30 minutos
para eventuais arguições e considerações por parte dos membros da banca. Sugere-se que o tempo
total não ultrapasse 60 minutos.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
261
Art. 46. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II” o aluno receberá
uma média final (MF), resultante da seguinte média ponderada:
MF = 0,7 × NTE + 0,3 × NAO
Onde:
NTE é a média simples das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora ao trabalho
escrito, variando de 0 a 10;
NAO é a média simples das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora à apresentação
oral, variando de 0 a 10.
Art. 48. As notas atribuídas nas Fichas de Avaliação deverão ser apresentadas
no Relatório Final de Defesa (Anexo XV) juntamente com a média final calculada.
Parágrafo Único: O aluno que obtiver média final maior ou igual a 5,0 (cinco)
obterá aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 49. A avaliação do aluno pelos membros da banca examinadora deve ser
feita de forma confidencial, e o resultado final deve ser proclamado pelo presidente da sessão.
262
Conclusão de Curso II”, em data prevista na programação de atividades estabelecida no início do
período letivo.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 56. Todos os documentos poderão ser entregues tanto em formato físico
como em formato digital (via e-mail, sistema eletrônico de informações, ambiente virtual de
aprendizagem, etc.). Os procedimentos adotados pelo(s) professor(es) de TCC devem ser descritos
na programação de atividades estabelecida no início de cada período letivo.
263
Art. 59. Os casos omissos deste regulamento deverão ser submetidos à análise
do Colegiado de Curso de Graduação em Engenharia Civil em conjunto com os professores de
Trabalho de Conclusão de Curso.
264
ANEXO I
_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
265
ANEXO II
1
A nomenclatura dos títulos dos elementos textuais pode ser alterada à critério do professor orientador
266
ANEXO III – ESTRUTURA DO TRABALHO FINAL
MONOGRAFIA
2
A nomenclatura dos títulos dos elementos textuais pode ser alterada à critério do professor orientador
267
• Glossário (opcional);
• Apêndices (opcional);
• Anexos (opcional);
• Índice (opcional).
ARTIGO CIENTÍFICO
268
ANEXO IV
3
Esta é apenas uma proposta de estruturação da programação de atividades relacionadas ao Trabalho de
Curso. O(s) professor(es) de TCC poderá(ão) alterar a estrutura proposta conforme a necessidade de cada período
letivo. Em todo caso, os prazos e os procedimentos previstos no presente regulamento devem ser respeitados.
269
ANEXO V
Orientador (a):
Título do trabalho:
Proposta de trabalho:
Data:
270
ANEXO VI
Atenciosamente,
_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
271
CARTA DE ACEITE – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Atenciosamente,
_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
272
ANEXO VII
_________________________
Prof.(a) Orientador(a) atual
NOME COMPLETO
_________________________
Prof.(a) Orientador(a) proposto(a)
NOME COMPLETO
Atenciosamente,
Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______
_________________________
Acadêmico(a)
NOME COMPLETO
273
REQUERIMENTO DE TRANSFERÊNCIA DE ORIENTAÇÃO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
_________________________
Prof.(a) Orientador(a) atual
NOME COMPLETO
_________________________
Prof.(a) Orientador(a) proposto(a)
NOME COMPLETO
Atenciosamente,
Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______
_________________________
Acadêmico(a)
NOME COMPLETO
274
ANEXO VIII
_________________________
Orientando
NOME COMPLETO
_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
275
ANEXO IX
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO PERÍODO DE ORIENTAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Acadêmico(s):
Orientador(a):
Data:__/__/____ (data limite para entrega definida pelo professor de TCC I)
REUNIÃO DATAS4 ASSUNTO RESUMO DA REUNIÃO
Definição do tema e assinatura
1 Até DD/MM O tema definido foi: Data:___/__/_____
da carta de aceite
Objetivos, problema e
2 DD/MM a DD/MM Data:___/__/_____
justificativa
Metodologia do projeto de
3 DD/MM a DD/MM Data:___/__/_____
pesquisa e Cronograma
Nota do aluno:______________
Prof.(a) Orientador(a)
4
Este regulamento recomenda 5 reuniões de orientação para elaboração do projeto de pesquisa. O prazo para realização da reunião 1 é estabelecido pelo professor de
Trabalho de Curso I. As datas das reuniões 2, 3, 4 e 5 são apenas sugestões feitas pelo professor de Trabalho de Curso I. As datas das reuniões de orientação ficam a critério do
professor orientador. Em todo caso, os prazos previstos na programação de atividades estabelecida no início do período letivo deverão ser atendidos.
276
ANEXO X – MODELO DE PROJETO DE PESQUISA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
TÍTULO:
Subtítulo
BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)
277
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
TÍTULO:
Subtítulo
BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)
278
LISTA DE FIGURAS
Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada
item designado por seu nome específico e respectivo número da folha ou página. Quando
necessário recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, retratos e outras).
Exemplo:
Figura 1 – Estrutura alveolar .................................................................................................... 10
279
LISTA DE TABELAS
Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, cada item
designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da folha ou página.
Exemplo:
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no
Brasil em 1980 ........................................................................................................................... 9
280
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
281
LISTA DE SÍMBOLOS
282
SUMÁRIO
283
INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO)
PROBLEMATIZAÇÃO
JUSTIFICATIVA
OBJETIVOS
A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e precisos.
Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar,
analisar, descrever, identificar e verificar.
Objetivo geral
O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação
Objetivos específicos
284
Os objetivos específicos definem as etapas do trabalho a serem realizadas para que se
alcance o objetivo geral.
285
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO)
ORIENTAÇÕES GERAIS
Escreva todo seu texto utilizando estilo normal, fonte Times New Roman, tamanho
12, exceto as citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas e fontes
das figuras e tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo os elementos pré-
textuais e textuais deverão ser formatados para um tamanho de página A4 (210 x 297 mm),
limitado por margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o texto
deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as
citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das figuras e tabelas. As
referências bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço
simples em branco.
Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso) e ser
separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Do mesmo modo, os
títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um
espaço entre as linhas de 1,5. Lista de figuras, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista
de símbolos, sumário, referências, apêndice(s) e anexo(s) são títulos sem indicativo numérico
e devem ser centralizados.
286
As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas. Os
trabalhos devem ser digitados ou datilografados somente no anverso. Todas as folhas, a partir
da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso (a
capa não é contada - página “zero”). A numeração deve aparecer, a partir da primeira folha da
parte textual (Introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha.
Tabelas
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no Brasil em 1980
Situação do
Total Mulheres Homens
domicílio
Total 117.960.301 59.595.332 58.364.969
287
Urbana 79.972.931 41.115.439 38.857.492
Rural 37.987.370 18.479.893 19.507.477
Fonte: IBGE (1993)
Equações e fórmulas
∆S
vm = ∆T (1)
Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).
Ilustrações
Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior,
precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem,
entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria,
indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no texto e
inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de
configuração de figuras.
288
Figura 1 – Estrutura alveolar
289
“Cimento, no sentido geral da palavra pode ser descrito como um material com
propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de
uma unidade compacta.” (NEVILLE, 2015, p.1).
Exemplo de citação direta com mais de três linhas:
Uma geogrelha é definida como um material polimérico (isto é, geossintético)
composto por conjuntos paralelos de arestas elásticas conectadas com aberturas do
tamanho suficiente para permitir a penetração do solo, pedras ou outros materiais
geotécnicos do entorno. As geogrelhas normalmente são feitas com polietileno de alta
densidade (HDPE) e polipropileno (PP). A principal função de uma geogrelha é o
reforço. (DAS; SOBHAN, 2019, p. 662).
290
METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)
291
RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS (SE NECESSÁRIO)
Para projetos de pesquisa vinculados à uma agência financiadora, este capítulo deve
descrever a quantidade de pesquisadores envolvidos, a previsão de custos que envolvem a
realização da pesquisa (custeio de diárias, passagens para deslocamento, e outros conforme
permitir o edital ao qual o projeto está vinculado), equipamentos e laboratórios envolvidos.
292
CRONOGRAMA (OBRIGATÓRIO)
Neste capítulo, indica-se o tempo necessário para o desenvolvimento de cada uma das
etapas da pesquisa. A sequência de tarefas segue conforme a metodologia adotada e vai
estabelecendo datas-limites para coleta de dados, análise, redação e conclusão do trabalho. De
acordo com Gil (2018), esse cronograma, numa representação bastante prática, é constituído
por linhas, que indicam as fases da pesquisa, e por colunas, que indicam o tempo previsto.
PERÍODO LETIVO
ATIVIDADES
MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS
Revisão bibliográfica
complementar
Coleta de dados
Redação do trabalho
293
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual obrigatório e deve ser elaborado de acordo com a ABNT NBR
6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são
apresentadas as referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de
exemplificação.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.
294
APÊNDICES (OPCIONAL)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento elaborado pelo autor,
buscando complementar sua argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE,
identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título. Quando
esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos
apêndices.
295
ANEXOS (OPCIONAL)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento não elaborado pelo autor,
que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Deve ser precedido da palavra
ANEXO, identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título.
Quando esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação
dos anexos.
296
ANEXO XI
FICHA DE AVALIAÇÃO PARA PROJETO DE PESQUISA
Aluno(a): NOTA:
Orientador(a):
Tema do Projeto de Pesquisa:
PARECER:
Avaliador(a): Prof.(a).
__________________________________________
Nome do(a) Avaliador(a)
ASSINATURA
297
ANEXO XII – MODELO DE MONOGRAFIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
TÍTULO:
Subtítulo
BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)
298
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
TÍTULO:
Subtítulo
BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)
299
Página reservada para Ficha catalográfica
300
Página reservada para Folha de aprovação
301
AGRADECIMENTOS (OPCIONAL)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pré-textual opcional e contempla texto em que o autor faz agradecimentos
dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. Segundo a
ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento 1,5 entre
linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12 e alinhamento
justificado.
302
RESUMO (OBRIGATÓRIO)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. O resumo na língua
vernácula deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho. De
acordo com a ABNT NBR 6028, em trabalhos acadêmicos como monografias, teses e
dissertações o resumo deve ter de 150 a 500 palavras. O resumo deve ser composto de uma
sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso
de parágrafo único. Segundo a ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou
datilografado com espaçamento 1,5 entre linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times
New Roman, tamanho 12 e alinhamento justificado. A referência é opcional e deve ficar logo
após o título da seção. As palavras-chave devem ser apresentadas logo abaixo do resumo,
antecedidas da expressão “Palavras-chave:”, separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas
por ponto.
303
ABSTRACT (OBRIGATÓRIO)
304
LISTA DE FIGURAS
Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada
item designado por seu nome específico e respectivo número da folha ou página. Quando
necessário recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, retratos e outras).
Exemplo:
Figura 1 – Ciclo hidrológico..................................................................................................... 15
305
LISTA DE TABELAS
Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, cada item
designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da folha ou página.
Exemplo:
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no
Brasil em 1980 ......................................................................................................................... 14
306
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
307
LISTA DE SÍMBOLOS
308
SUMÁRIO
309
INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO)
PROBLEMATIZAÇÃO
JUSTIFICATIVA
OBJETIVOS
A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e precisos.
Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar,
analisar, descrever, identificar e verificar.
Objetivo geral
O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação
Objetivos específicos
310
Os objetivos específicos definem as etapas do trabalho a serem realizadas para que se
alcance o objetivo geral.
311
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO)
ORIENTAÇÕES GERAIS
Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12, exceto as
citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas e fontes das figuras e
tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo os elementos pré-textuais e
textuais deverão ser formatados para um tamanho de página A4 (210 x 297 mm), limitado por
margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o texto deve ser digitado
com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as citações de mais de
três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das figuras e tabelas. As referências
bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em
branco.
Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso) e ser
separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Do mesmo modo, os
títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um
espaço entre as linhas de 1,5. Agradecimentos, resumo, lista de figuras, lista de tabelas, lista de
abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário, referências, apêndice(s) e anexo(s) são títulos
sem indicativo numérico e devem ser centralizados.
As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas. Os
trabalhos devem ser digitados ou datilografados somente no anverso. Todas as folhas, a partir
da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso (a
312
capa não é contada - página “zero”). A numeração deve aparecer, a partir da primeira folha da
parte textual (Introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha.
Tabelas
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no Brasil em 1980
Situação do
Total Mulheres Homens
domicílio
Total 117.960.301 59.595.332 58.364.969
Urbana 79.972.931 41.115.439 38.857.492
Rural 37.987.370 18.479.893 19.507.477
Fonte: IBGE (1993)
313
Equações e fórmulas
∆S
vm = (1)
∆T
Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).
Ilustrações
Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior,
precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem,
entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria,
indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no texto e
inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de
configuração de figuras.
Figura 1 – Estrutura alveolar
314
Citações
315
METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)
316
RESULTADOS E DISCUSSÕES (OBRIGATÓRIO)
317
CONCLUSÃO (OBRIGATÓRIO)
318
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual obrigatório e deve ser elaborado de acordo com a ABNT NBR
6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são
apresentadas as referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de
exemplificação.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.
319
APÊNDICES (OPCIONAL)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento elaborado pelo autor,
buscando complementar sua argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE,
identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título. Quando
esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos
apêndices.
320
ANEXOS (OPCIONAL)
O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento não elaborado pelo autor,
que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Deve ser precedido da palavra
ANEXO, identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título.
Quando esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação
dos anexos.
321
ANEXO XIII – MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO
TÍTULO DO TRABALHO (MÁXIMO DE 3 LINHAS)
Subtítulo
RESUMO: O resumo na língua vernácula deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do
trabalho. De acordo com a ABNT NBR 6028, em artigos convém que o resumo tenha de 100 a 250 palavras. O
resumo deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos.
Recomenda-se o uso de parágrafo único. Segundo a ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou
datilografado com espaçamento 1,5 entre linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman,
tamanho 10 e alinhamento justificado. As palavras-chave devem ser apresentadas logo abaixo do resumo,
antecedidas da expressão “Palavras-chave:”, separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.
ABSTRACT: O resumo em língua estrangeira (inglês) deve ser elaborado seguindo as mesmas recomendações
apresentadas para elaboração do resumo na língua vernácula.
1. INTRODUÇÃO
O texto introdutório deve ser breve e, de forma clara, justificar o problema estudado. Nela deverão informados os
objetivos do trabalho realizado. A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e
precisos. Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar, analisar,
descrever, identificar e verificar. Segundo Brasileiro (2021), a introdução serve para situar o leitor sobre o que está
sendo pesquisado, por que, para que e como.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
5
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]
6
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]
7
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]
322
estágio atual de conhecimento sobre o assunto. A revisão de literatura deve ser atual e deve deter-se a assuntos
específicos da pesquisa desenvolvida, sem incluir aspectos desnecessários e de forma exaustiva. Trata-se da
apresentação do embasamento teórico que fundamentou o trabalho.
Durante a escrita, o autor deve lembrar de que o texto não deve ser construído apenas com uma sequência de
recortes e citações de outros autores sobre o tema. Segundo Gil (2018), a revisão bibliográfica não é constituída
apenas por referências ou sínteses do relato de estudos, mas por discussão crítica das obras citadas.
O artigo científico completo deve conter no máximo 10 páginas, incluindo referências bibliográficas e notas.
Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 10, exceto as legendas e fontes das figuras e
tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo o trabalho deve ser formatado para um tamanho de
página A4 (210 x 297 mm), limitado por margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o
texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as referências,
legendas das figuras e tabelas. As referências bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por
um espaço simples em branco. O espaçamento entre parágrafos é de uma linha em branco, fonte Times New
Roman, tamanho 10.
Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um espaço
entre as linhas de 1,5. Agradecimentos e referências são títulos sem indicativo numérico. Todas as folhas devem
ser contadas sequencialmente. A numeração deve aparecer em algarismos arábicos, no canto superior direito da
folha.
2.1.1 Tabelas
As tabelas devem ser enumeradas sequencialmente, citadas no texto, inseridas o mais próximo possível do trecho
a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 1993).
O título das tabelas deve ser incluído na linha imediatamente anterior à tabela e centralizado, utilizando fonte
Times New Roman, tamanho 8 e cor preta, conforme Tabela 1. Para configurar o título das tabelas acesse o menu
“Referências” e clique em “Inserir Legenda”. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria
própria, indicando “acervo particular” ou “autoria própria”.
Buscando facilitar a leitura, as equações e fórmulas devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas
com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Todas as variáveis envolvidas nas equações bem
323
como a unidade do parâmetro calculado devem ser explicitadas ao longo do texto ou em seguida à apresentação
da equação. A Equação 1 apresenta a fórmula para o cálculo da velocidade escalar média, como forma de
exemplificação.
vm = ∆S/∆T (1)
Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).
2.1.3 Ilustrações
Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa
(desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de
ocorrência no texto, em algarismos arábicos, e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo,
mesmo que de autoria própria, indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no
texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de configuração de
figuras.
Figura 1 – Estrutura alveolar
2.1.4. Citações
As referências a autores ou transcrição de informações retiradas de outras fontes devem seguir as diretrizes da
ABNT NBR 10520. As citações diretas consistem na transcrição textual de parte da obra do autor consultado, e as
citações indiretas consistem na elaboração de um texto baseado na obra do autor consultado. Nas citações, as
chamadas pelo sobrenome do autor devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e, quando estiverem entre
parênteses, devem ser em letras maiúsculas.
Exemplo 1: De acordo com Miguez, Veról e Rezende (2015), o processo de urbanização gera grandes modificações
no ambiente natural, alterando os padrões de uso e ocupação do solo e agravando os problemas de enchentes.
Exemplo 2: A mistura entre agregado reciclado cimentício e agregado reciclado de cerâmica vermelha pode
favorecer a formação de compostos cimentantes, uma vez que a fração fina do resíduo de cerâmica vermelha tem
desempenho de material pozolânico (SILVA, 2014).
324
3. METODOLODIA
Neste item devem ser descritos os procedimentos seguidos na realização da pesquisa. A metodologia depende da
natureza do trabalho, do tipo de pesquisa e, principalmente dos objetivos estabelecidos. De acordo com Gil (2018),
na metodologia são apresentadas as seguintes informações:
• Tipo de pesquisa: esclarecer a natureza (exploratória, descritiva ou explicativa) e o delineamento da pesquisa
(experimental, estudo de caso, pesquisa bibliográfica, etc.);
• População e amostra: apresentar o universo estudado, extensão da amostra e forma de seleção;
• Coleta de dados: descrever as técnicas utilizadas para coleta de dados (questionários, ensaios laboratoriais,
ensaios de campo, técnicas de entrevista ou de observação, etc.);
• Análise dos dados: descrever os procedimentos adotados para análise quantitativa e/ou qualitativa.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Nesta seção é feita a apresentação e a interpretação dos resultados obtidos, demonstrando o cumprimento dos
objetivos estabelecidos. Nesta seção, não cabe mais a apresentação de conceitos, entretanto, é interessante indicar
os resultados que são apoiados por outros pesquisadores, e buscar esclarecer as eventuais divergências.
5. CONCLUSÃO
Nesta seção se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. O texto deve apresentar de
forma clara, ordenada, concisa e objetiva as constatações obtidas dos resultados e discussões.
AGRADECIMENTOS
O título desta seção não possui indicativo numérico. Trata-se de um elemento opcional e contempla texto em que
o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.
REFERÊNCIAS
O título desta seção não possui indicativo. Trata-se de um elemento obrigatório e deve ser elaborado de acordo
com a ABNT NBR 6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são apresentadas as
referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de exemplificação.
325
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6028: Informação e documentação –
Resumo, resenha e recensão – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.
BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo: Contexto, 2021.
DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Cengage, 2019.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional à sustentabilidade.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
SILVA, P. B. Estabilização de misturas de resíduos sólidos de demolição e da indústria cerâmica para uso
em camadas de pavimentos viários. 2014. Tese (Doutorado em Engenharia de Transportes). Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2014.
326
ANEXO XIV
FICHA DE AVALIAÇÃO
Aluno(a):
Orientador(a):
Tema do Trabalho de Conclusão de Curso:
• Domínio do tema;
• Conteúdo com informações corretas;
• Ênfase nos aspectos relevantes do trabalho;
• Habilidade de comunicação;
• Apresentação com bom aproveitamento do tempo;
• Exposição do assunto seguindo uma sequência lógica, evidenciando introdução,
desenvolvimento e conclusão;
• Uso de linguagem técnica, clara e adequada ao conteúdo;
• Utilização adequada dos recursos audiovisuais;
• Clareza nas respostas às perguntas formuladas pela banca examinadora.
EXAMINADOR(A): Prof.(a).
__________________________________________
Nome do(a) Examinador(a)
ASSINATURA
327
ANEXO XV
RELATÓRIO FINAL DE DEFESA
Aluno(a):________________________________________
NOTA FINAL
TRABALHO ESCRITO+ APRESENTAÇÃO ORAL
OBSERVAÇÕES:___________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_____________
Banca Examinadora:
_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
_________________________ _________________________
Membro Convidado I Membro Convidado II
NOME COMPLETO NOME COMPLETO
328
ANEXO XVI
ALUNO(A):
Aos _____ dias do mês de _________ do ano de _________, às ____ horas, na sala ________,
do Campus Universitário do Araguaia – UFMT, na cidade de Barra do Garças - MT, foi
realizada a sessão pública de apresentação e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso do(a)
acadêmico(a) ______________. A banca foi composta pelos seguintes professores:
orientador(a) Prof (a). __________________, Prof (a). ___________ e Prof (a). ____________.
O Trabalho de Conclusão de Curso tem como título: _____________________. Após
explanação no prazo regulamentar o(a) aluno(a) foi interrogado(a) pelos componentes da banca.
Terminada a etapa, os membros, de forma confidencial avaliaram o(a) aluno(a) e conferiram
ao(a) mesmo(a) o seguinte resultado_____________, proclamado pelo presidente da sessão.
Dados por encerrados os trabalhos, lavrou-se a presente Ata, que será assinada pela banca e
pelo(a) aluno(a).
Aluno(a):_____________________________________________
Banca Examinadora:
_____________________________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO
__________________________________ __________________________________
Membro Convidado 1 Membro Convidado 2
NOME COMPLETO NOME COMPLETO
329
APÊNDICE E – Regulamento dos laboratórios: acesso e uso
CAPÍTULO I
NATUREZA E FINALIDADE
Art. 4º. Essas regras se aplicam a todos os usuários dos laboratórios e também
aqueles que não estejam ligados diretamente aos mesmos, mas que tenham acesso ou permanência
autorizada nas dependências de trabalho.
CAPÍTULO II
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA
330
§1º. Estará apto a ocupar o cargo de Coordenador de Laboratório o docente com
vínculo ao Instituto de Ciências Exatas e da Terra e titulação mínima de mestrado;
331
VI - Estabelecer, de acordo com as solicitações, a escala para funcionamento e
realização das atividades no Laboratório;
VII - Separar, organizar nas bancadas e verificar o funcionamento dos
equipamentos e materiais para as aulas práticas;
VIII - Imediatamente após o encerramento de uma série de aulas experimentais
do mesmo tópico, verificar o funcionamento dos equipamentos, desmontar e
guardar os kits experimentais;
IX - Garantir a limpeza das bancadas entre a desmontagem de um experimento
e a montagem do próximo (por medida de segurança, o pessoal responsável pela
limpeza do prédio não limpa as bancadas caso elas estejam ocupadas);
X - Realizar manutenção preventiva dos kits experimentais, equipamentos e
instrumentos de medidas, e quando necessário solicitar o serviço da manutenção;
XI - Manter atualizada e informar ao Coordenador responsável a lista de
equipamentos que necessitam de peças para reposição, identificar as peças e
montar o pedido de compra do material necessário, com as especificações
técnicas;
XII - Armazenar em local apropriado os equipamentos que não podem ser
consertados, mantendo-os no laboratório caso ainda possam ser utilizados para
recuperação de outros equipamentos;
XIII - Solicitar por escrito ao Coordenador do Laboratório a
reposição/substituição de equipamentos defeituosos sem possibilidade de
reparação;
XIV - Controlar o estoque dos materiais de consumo e manter sempre informado
o Coordenador do Laboratório;
XV - Saber utilizar com presteza os materiais e equipamentos existentes no
Laboratório;
XVI - Orientar os usuários sobre os cuidados e normas de utilização do
Laboratório;
XVII - Zelar pela conservação das dependências físicas dos Laboratórios e
quando necessário solicitar manutenção da estrutura física dos laboratórios via
Sistema de Gestão Universitária (SGU);
XVIII - Controlar o inventário dos bens patrimoniais do Laboratório, realizando
a conferência anual no período de férias letivas;
332
XIX - Armazenar, de maneira adequada, os resíduos produzidos pelo uso e
manutenção do Laboratório, evitando que substâncias agressivas ao meio
ambiente tenham destinação inadequada;
XX - Não permitir a presença de pessoas estranhas no Laboratório, salvo com
autorização por escrito do Coordenador do Laboratório ou da Direção do
Instituto de Ciências Exatas e da Terra;
XXI - Comunicar ao Coordenador, por escrito, qualquer anormalidade ocorrida
no Laboratório;
XXII - Analisar as solicitações de empréstimos ou transferência de
equipamentos e materiais juntamente com o Coordenador do Laboratório;
XXIII - Não é permitida a saída de qualquer equipamento sem a aprovação por
escrito do Coordenador do Laboratório. No momento do empréstimo e da
devolução de um equipamento deverá ser realizada a verificação do estado do
equipamento juntamente com o usuário/solicitante;
XXIV - Todas as solicitações, listas, pedidos de compra de material de consumo
e comunicados deverão ser apresentados por escrito ao Coordenador do
Laboratório;
XXV - Conhecer e fazer cumprir o presente regimento.
CAPÍTULO III
USUÁRIOS
333
CAPÍTULO IV
ATIVIDADES
Art. 9º. A utilização dos recursos do laboratório deve ser autorizada no âmbito
das atividades profissionais dos usuários, e em função de sua finalidade no Artigo 2°.
334
Art. 13. É tarefa exclusiva dos professores responsáveis pelas disciplinas
experimentais o fornecimento prévio dos métodos e procedimentos de ensaios, bem como, a
solicitação e verificação da disponibilidade dos materiais e equipamentos para a realização dos
ensaios práticos.
CAPÍTULO V
ORGANIZAÇÃO E RESPONSABILIDADES
§ 3º. Deve-se ter sempre em mãos as normas técnicas vigentes, necessárias para
acompanhamento dos procedimentos e realização dos ensaios.
Art. 17. Todos os usuários deverão ter conhecimento prévio acerca das regras
de segurança, normas e procedimentos corretos para utilização e manuseio de equipamentos,
ferramentas, máquinas, utensílios, componentes, materiais e substâncias.
335
Parágrafo Único. Em caso de dúvidas sobre qualquer procedimento que deverá
ser realizado, perguntar ao professor da disciplina ou orientador do trabalho.
336
V - Informar os discentes sobre os riscos potenciais que decorrem da utilização
dos equipamentos e do modo de se protegerem, não permitindo usar os
laboratórios sem a utilização do EPI;
VI - Informar os discentes sobre o funcionamento correto dos equipamentos e
demais regras de utilização dos laboratórios;
VII -No caso de atividades de pesquisa, deixar identificados os materiais que
estejam sendo utilizados;
VIII - Manter as bancadas com suas ferramentas e/ou equipamentos utilizados
devidamente limpos;
IX - Informar imediatamente, de forma clara e precisa, ao técnico responsável
ou ao Coordenador do laboratório, sobre danos apresentados nos equipamentos
e demais materiais de uso disponíveis no laboratório;
X - Não fazer uso da autorização de acesso ao laboratório juntamente com
acompanhantes (colegas ou pessoal externo) que não estejam devidamente
autorizados.
Art. 20. Cada usuário será responsável pelo equipamento em que trabalha,
durante o horário reservado.
Art. 22. Todos os resíduos gerados pela atividade no laboratório deverão ter o
correto descarte, sendo o usuário responsável pela destinação correta.
337
CAPÍTULO V
SEGURANÇA
§ 2º. Quando da realização dos ensaios o usuário deve verificar com o técnico a
necessidade de usar equipamentos de proteção individual (EPI) apropriado aos riscos existentes.
CAPÍTULO VI
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO E AGENDAMENTOS
Art. 24. Os horários para utilização dos laboratórios serão de segunda a sexta-
feira, no período matutino das 07h 30min às 11h 30min e no período vespertino das 13h 30min às
17h 30min.
§ 1º. Nos horários de ocupação do laboratório deverá se levar em conta a
necessidade de haver algumas horas livres para preparação das aulas práticas, montagem ou
desmontagem e verificação de material a ser utilizado pelos professores.
§ 2º. Em cada laboratório, para cada semestre letivo, deverá ser fixada a grade
horária semanal, destacando os horários das aulas, com identificação das disciplinas e cursos
atendidos, devendo ser atualizado no início de cada semestre letivo.
338
§ 2º. Na impossibilidade de comparecer no horário marcado, o usuário ou
professor, deverá comunicar o técnico de laboratório com, no mínimo, 24 horas de antecedência,
para que o equipamento ou laboratório reservado seja colocado à disposição de outro usuário.
Art. 27. Caso seja necessária a utilização dos laboratórios fora dos horários
normais de expediente, o acesso aos mesmos deve ser autorizado pelo Coordenador de
Laboratório, que o permitirá, desde que seja na presença de um técnico ou professor vinculado à
UFMT.
CAPÍTULO VII
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 29. Os casos omissos deste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado
de Curso.
339
APÊNDICE F – Protocolo de segurança da aula de campo
CAPÍTULO I
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO II
ORIENTAÇÕES GERAIS
Art. 5°. A aula de campo deverá ser realizada prezando-se pela segurança de
todos os participantes, com o devido planejamento, previsão de situações adversas e riscos
inerentes à aula, e definição das formas de se suprimir ou atenuar as situações de risco, incluindo
o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Para garantir a devida segurança aos
participantes, a aula de campo deverá ser efetivada contando-se com a colaboração de todas as
pessoas e setores envolvidos, desde os gestores (administradores), docentes, discentes, motoristas
e demais participantes.
340
Art. 6°. Todos os participantes da aula de campo deverão estar cobertos pelo
seguro contra acidentes pessoais a ser providenciado pela UFMT.
CAPÍTULO III
ATRIBUIÇÕES DA UFMT E GESTORES
Art. 11. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.
341
Art. 14. Assegurar a manutenção técnica do veículo a ser disponibilizado para a
atividade de campo.
Art. 19. Diligenciar para que seja disponibilizado, para aula de campo, kit de
primeiros socorros incluindo soro antiofídico.
CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DO DOCENTE
Art. 21. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.
342
Art. 24. Realizar o conhecimento prévio do(s) local(is) de visita, quando houver
necessidade.
CAPÍTULO V
ATRIBUIÇÕES DO DISCENTE
343
Art. 33. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.
Art. 37. Usar os EPI que foram indicados pelo docente responsável, seguindo
todas as orientações relativas ao seu uso.
Art. 39. Zelar pelo uso correto de equipamentos disponibilizados pela instituição
para a realização da atividade de campo.
Art. 40. Não se afastar do grupo nem sair do roteiro da atividade de campo para
qualquer finalidade, sem a devida autorização do docente responsável.
Art. 41. Não praticar atos que coloquem em risco a si próprio ou qualquer
membro da equipe.
344
Art. 42. Não promover danos ao patrimônio público e/ou privado.
Art. 44. Quando o discente for menor de idade, este deve ter autorização escrita
dos pais ou responsável, devidamente assinada e com firma reconhecida em cartório para poder
participar das atividades de campo.
CAPÍTULO VI
VESTUÁRIO, EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) E PRODUTOS
DE HIGIENE PESSOAL
Art. 45. Todo participante da aula de campo deverá vestir-se de forma adequada,
de acordo com o informado pelo docente responsável.
Art. 46. Não é permitido o uso de chinelos, sandálias ou outros tipos de calçados
abertos durante as atividades de campo. Nos pés é obrigatório o uso de calçados fechados, não
escorregadios, preferencialmente botas de cano alto, coturnos ou galochas.
Art. 51. Para aulas de campo desenvolvidas em épocas ou locais com clima frio
ou mais ameno, é aconselhável ou uso de agasalhos, gorros e luvas, bem como portar capas de
chuva.
345
Art. 52. No interior de cavernas, grutas, cavas de mineração, obras de engenharia
e em locais onde possa haver riscos de queda de blocos, é obrigatório o uso de capacetes de
segurança.
Art. 54. Cabe ao professor responsável excluir das atividades de campo qualquer
discente que não estiver vestido e/ou calçado adequadamente, bem como descumprir qualquer
norma de segurança.
Art. 55. Quando a hospedagem não for em hotéis e/ou pousadas, os participantes
deverão levar colchonetes, roupas de cama e banho e produtos de higiene pessoal.
Art. 56. Quando o local permitir e quando o projeto da aula de campo prever, os
participantes podem levar barracas para alojamento.
CAPÍTULO VII
ALIMENTAÇÃO E HIDRATAÇÃO EM CAMPO
Art. 57. É indispensável que cada participante leve água potável para as
atividades de campo, em quantidade suficiente para as horas de trabalho. Deve-se beber bastante
água potável durante as atividades em campo.
Art. 58. Para a alimentação no campo, recomenda-se que cada participante leve
alimentos de fácil digestão, evitando alimentos perecíveis e que necessitem de refrigeração.
Art. 59. Durante a aula de campo não é permitido portar, consumir ou oferecer
a outrem qualquer tipo de bebida alcoólica ou droga ilícita.
CAPÍTULO VIII
CONDUTAS DE SEGURANÇA EM CAMPO
346
Art. 61. Quando em embarcações fluviais é obrigatório o uso de colete salva-
vidas. Não é permitido saltar de embarcações em movimento.
§ 1°. Cabe ao docente responsável pela aula solicitar ao motorista que estacione
no acostamento, no mesmo lado da rodovia onde serão realizadas as atividades, a fim de se evitar
travessias e proteger os membros da equipe.
Art. 65. Em caso de mau tempo, com risco de tempestade, chuvas, raios e
trovões, recomenda-se procurar abrigo, imediatamente, em construções ou no interior de veículos,
ficando longe de áreas descampadas, de árvores isoladas e objetos de metal pontiagudos.
347
CAPÍTULO IX
ACIDENTES E MAL ESTAR
§ 2°. Caso haja mais de um docente ou técnico responsável pela equipe, quando
ocorrer algum acidente em campo e um dos responsáveis precise se ausentar do local da aula, os
demais participantes podem permanecer no local e continuar as atividades. Caso contrário, a aula
de campo deve ser interrompida.
CAPÍTULO X
DISPOSIÇÕES GERAIS
348
§ 3°. Aos discentes que transgredirem este protocolo poderão ser aplicadas as
sanções disciplinares previstas no regimento vigente de disciplina do corpo discente da
Universidade Federal de Mato Grosso.
Art. 69. Os casos omissos neste protocolo serão analisados e resolvidos pelo
Colegiado de Curso.
349
APÊNDICE G – Ações de Acessibilidade e inclusão na UFMT
INTRODUÇÃO
8
BOGAS, J.V. Estatuto da pessoa com deficiência: o que é e o representa na luta pela inclusão. Disponível no site
Hand talk: https://blog.handtalk.me/estatuto-da-pessoa-com-
deficiencia/?utm_source=Blog&utm_medium=LBI_Educacao_Link . Acesso em 14/05/2021.
9
BOGAS, J.V. O que a lei brasileira de inclusão diz sobre a educação? Disponível no site Hand talk:
https://blog.handtalk.me/lei-brasileira-de-inclusao-educacao/ . Acesso em 14/05/2021.
350
Assim, a busca pela constituição e efetivação de ações que possibilite o desenvolvimento
de uma efetiva política institucional de inclusão e acessibilidade, tem implicado em reformar
maneiras e modos de ver e agir, seja na gestão administrativa, na gestão de projetos acadêmicos e
pedagógicos da Universidade, fundamentando-se na importância da atenção e respeito à
diversidade, à diferença e na garantia do direito de todos à educação.
Desse modo, a UFMT tem desenvolvido e oportunizado ações e reflexões a fim de
fundamentar a implementação de uma política institucional de educação acessível e inclusiva para
sua comunidade acadêmica, portanto, abarca iniciativas voltadas a servidores e estudantes. Desse
modo, a UFMT reconhece a importância do cumprimento da legislação brasileira sobre
acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência comprometendo-se com a implementação de
políticas direcionadas à efetivação dos direitos humanos.
351
Coloca-se no contexto desse processo todo o marco regulatório que passa a compor a
agenda das políticas sociais brasileiras, um país que começa a se comprometer com os direitos
sociais e humanos a partir da Constituição de 1988, ainda que marcado por intensas contradições
históricas. Assim, a defesa dos direitos da pessoa com deficiência na legislação brasileira resulta
de mobilização e lutas de vários segmentos que demandaram atuação coletiva e resposta social
amparadas pela força da lei, na perspectiva do Estado de Direito.
Deve-se considerar que na Educação, particularmente no Ensino Superior, os anos de 1990
marcam um período de reformas e mudanças no sistema educacional. Os anos 2000 inauguraram
as políticas de inclusão, particularmente a política de cotas que passa a ser implementada
nacionalmente, embora algumas Universidades já experimentassem políticas de ações afirmativas
antes da existência de uma lei federal. Mas a Lei nº 12.711/2012 que obrigou as universidades,
institutos e centros federais a reservarem para candidatos negros e/ou oriundos de escola pública
metade das vagas oferecidas anualmente em seus processos seletivos é marco fundamental para
ampliação do acesso e democratização das Universidades.
No que se refere especificamente à acessibilidade, componente das políticas de inclusão
no âmbito educacional, as diretrizes político-normativas brasileiras apenas ganham força com os
movimentos internacionais, como a Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada em
Jomtien, Tailândia (1990) e em Salamanca, Espanha (1994), a Conferência Mundial sobre
Educação Superior, realizada em 1998 em Paris, a Declaração de Guatemala (2001) que promulga
a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as
Pessoas Portadoras de Deficiência, são referências que passam a orientar a inclusão de pessoas
com deficiência em todos os níveis de ensino.
A educação inclusiva recebe na atual Lei de Diretrizes de Base da Educação (LDBEN/Lei
nº 9.394/1996) um capítulo para a educação especial, definindo-a como modalidade de educação
escolar a ser oferecida preferencialmente na rede de ensino regular, assegurando a oferta de
currículos, métodos e recursos educativos específicos, assim como professores com formação
especializada.
O Decreto nº 5.296/2004 estabeleceu normas e critérios para a promoção da acessibilidade
às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e impulsionou o MEC/Secretaria Nacional de
Educação Especial dando origem ao Programa Incluir no ensino superior, estratégia para garantir
a acessibilidade universal aos espaços públicos, à instrução e ao conhecimento nesse nível de
ensino.
O MEC/Sesu disciplinou pela primeira vez a educação especial no ensino superior em
2008, por meio da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva,
352
estabelecendo sua efetivação por meio de por meio de ações de promoção do acesso, da
permanência e da participação discente (BRASIL, 2008)10.
Como forma de efetivar a Política e, assim, garantir o acesso, a permanência e a conclusão,
o planejamento e a organização de recursos e de serviços para a promoção da acessibilidade
arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação e nos materiais pedagógicos, são
ações previstas e implementadas tanto nos processos seletivos como no desenvolvimento de todas
as atividades de ensino e de extensão.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), Estatuto da Pessoa com Deficiência, é
representativa do processo de luta pela cidadania desse segmento social, expresso na definição do
conceito de pessoa com deficiência, como previsto no Artigo 2º: “[...] aquela que tem
impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em
interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade
em igualdade de condições com as demais pessoas”. Uma perspectiva conceitual em que a
deficiência deixa de ser atributo dos sujeitos, mas decorrente das dificuldades que se originam na
relação com barreiras.
Tal lei é imperativa quanto ao papel das Universidades brasileiras em assegurar aos
estudantes com deficiência o atendimento educacional especializado nesse nível de ensino. Na
UFMT sua aplicabilidade do ponto de vista da inserção no processo seletivo se efetivou em 2018.
10
BRASIL. Ministério da Educação. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16690-politica-
nacional-de-educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&Itemid=30192. Acesso em
14/05/2021.
353
contudo, que não basta apenas inserir esse público e continuar desenvolvendo as práticas docentes
olhando unicamente à generalidade. No momento em que se afirma que a educação é um direito
de todos, é importante entender que isso depende da aceitação das diferenças e na valorização do
indivíduo, autônoma dos fatores físicos e psíquicos. Com esse pressuposto, o termo inclusão
contempla uma perspectiva em que todos tenham os mesmos direitos e deveres, de forma que se
construa um universo que favoreça o crescimento, valorizando as diferenças e o potencial de todos.
É com essa perspectiva ampla, que a Universidade Federal de Mato Grosso vem
desenvolvendo uma Política Institucional que se compromete em incluir mudanças em suas
concepções administrativas e pedagógicas e repensar as práticas de ensino, visando entender as
dificuldades de sua comunidade (servidores e alunos) em sua especificidade e diversidade.
Na Universidade Federal de Mato Grosso, a normativa que acompanha toda a
movimentação nacional para tornar a Universidade mais democrática e inclusiva é expressa na
Resolução nº 131, de 30/10/2017, aprovada pelo CONSEPE. Seu escopo é amplo e abarca as
legislações das cotas, assim como as Políticas de Ações Afirmativas em desenvolvimento pela
Universidade Federal de Mato Grosso, o Programa de Inclusão Indígena (PROIND) e o Programa
de Inclusão Quilombola (PROINQ). A Resolução Consepe nº 82, de 12/09/2007, criou o Programa
de Inclusão de Estudantes Indígenas, e a Resolução Consepe nº 101, de 26/09/2016, criou o
Programa de Inclusão de Estudantes Quilombolas.
Diante desse contexto, a UFMT vem desenvolvendo diversas ações no âmbito
administrativo e acadêmico. Dentre elas:
a) Ações de capacitação: objetivando conscientizar os servidores e a comunidade
acadêmica sobre: 1) a importância de “derrubar” as barreiras pedagógicas e atitudinais;
2) a falta de informações básicas e necessárias que podem proporcionar dificuldade de
atuação dos servidores para atender as pessoas com deficiência; 3) a necessidade de
extinguir toda e qualquer forma de preconceitos, sempre buscando compreender as
dificuldades dos docentes, dos intérpretes e dos servidores que tenham contato com
alunos com deficiência, e, assim, atender aos seus direitos e às suas necessidades. A
Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), tem contemplado as seguintes ações:
Ações Executadas Ações de Desenvolvimento
354
Adaptação das ações de
I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da
desenvolvimento da UFMT para inclusão dos
UFMT.
servidores PcD.
Participação no II Congresso Nacional
de Inclusão na Educação Superior e Educação Acessibilidade e Inclusão 2.
Profissional Tecnológica em Natal-RN.
Constituição e implementação de
programa de formação continuada da
comunidade acadêmica, com eixos
norteadores como inclusão, ações afirmativas Acessibilidade e Inclusão na UFMT.
e acessibilidade; voltando-se às
especificidades do processo educacional de
alunos com necessidades especiais.
Inclusão: Acesso e Permanência do Surdo
na UFMT.
Língua Brasileira de Sinais na UFMT –
Libras UFMT (Básico I).
Língua Brasileira de Sinais na UFMT –
Libras UFMT (Básico II).
Curso de Libras – Revisão dos Módulos
01 e 02.
Curso de Libras 03.
Inclusão e Acessibilidade na UFMT: Por
Uma Universidade Inclusiva.
Inclusão e Acessibilidade: Quebrando
Barreiras Atitudinais.
Curso Inclusão e Acessibilidade na
UFMT: “Língua Brasileira de Sinais – Libras”.
Encontro Nacional dos TILS das IFES.
Estratégias Didáticas e Metodológicas
para a Inclusão de Estudantes com Deficiência.
355
b) Ações de Políticas afirmativas: objetivando elaborar ações administrativas e
acadêmicas que possibilitem a igualdade e, ao mesmo tempo, contribua para minimizar
as diferentes formas de desigualdades presentes na comunidade acadêmica, sejam com
ações de acolhimento, de acompanhamento ou de auxílio financeiro, várias unidades
da UFMT se uniram e desenvolveram várias ações. Dentre elas:
● Mapeamento dos servidores e alunos PcD junto aos setores administrativos e
acadêmicos;
● Mapeamento de trabalhos e publicações acadêmicas sobre a temática de inclusão e
acessibilidade desenvolvida dentro da comunidade universitária;
● Elaboração do Manual sobre PcD da UFMT: “Como lidar com a pessoa com
deficiência? Falar sobre inclusão e acessibilidade”;
● Fomento à organização de espaços para aprendizagem cooperativa que coloca em
pauta a participação, o trabalho em equipe, a valorização dos interesses, onde a
comunidade acadêmica com diversos interesses e habilidades desenvolvam suas
potencialidades;
● Estruturação dos processos seletivos para servidores da UFMT com aplicação da
legislação pertinente à inclusão de PcD;
● Definição, estruturação e aprimoramento do sistema de ingresso para garantia de
acesso às vagas de estudantes com deficiência e de ações afirmativas com criação
de comissões específicas de trabalho durante a matrícula: Comissão de
Heteroidentificação; Comissão de Elegibilidade e Inclusão; Comissão de Avaliação
de Renda;
● Adoção de medidas que visem a ampliação da acessibilidade à comunicação da
UFMT, como adequação do site institucional, materiais audiovisuais e eventos com
tradutores-intérpretes de Libras, além de abertura de serviços de atendimento ao
cidadão.
c) Ações administrativas e acadêmicas: objetiva preparar ações administrativas e
acadêmicas, no âmbito operacional e estratégico com o envolvimento de toda cúpula
administrativa da UFMT, a fim de auxiliar no acolhimento e no respeito da diversidade
acadêmica, na elaboração de políticas institucionais que assegurem os direitos, o
desenvolvimento, o acompanhamento e as adaptações didático-pedagógicas dos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação, das áreas de pesquisa e extensão da
universidade, tendo como premissa o acesso universal da comunidade ao ambiente
acadêmico com um ensino acessível e inclusivo. Dentre elas:
356
● Realização do 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade da UFMT;
● Criação da comissão para discutir e propor a criação do Núcleo de Acessibilidade
e Inclusão (NAI), em substituição ao Núcleo de Inclusão e Educação Especial
criado em 01/04/2009 de acordo com as atualizações legais, acadêmicas e
contemplando a realidade das relações de trabalho e necessidades dos usuários
(servidores e estudantes). O trabalho da comissão culminou com encaminhamento
de minuta para o CONSUNI que, em 19 de maio de 2021, por meio da Resolução
CONSUNI nº 35, aprovou a criação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão e seu
Regimento;
● Reunião periódica com grupo PcD da UFMT;
● Reuniões sistemáticas entre as Pró-Reitorias e Secretarias, a fim de elaborar
propostas para as devidas modificações e adaptações necessárias para as ações
de inclusão e acessibilidade;
● Implementação da disciplina optativa de “Educação Especial e Acessível” para
todos os cursos da UFMT;
● Orientação e suporte aos coordenadores de cursos para a revisão dos Projetos
Pedagógicos dos cursos de graduação a fim de realizar as devidas modificações
para atender as normativas vigentes;
● Informação e orientação à Coordenações de Cursos quando do ingresso de
estudantes PcD;
● Acompanhamento de estudantes PcD com destinação de bolsas para apoio à
inclusão. O programa de Bolsa de Apoio à Inclusão foi extinto para dar vez à
Monitoria Inclusiva a partir da Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de maio de
2021, uma vez que está se caracteriza por ser mais abrangente do que o
programa antecessor;
● Produção de indicadores da política de inclusão e acessibilidade com a
finalidade de subsidiar o planejamento da Política, de projetos e de ações tendo
como público: gestores, docentes, técnico-administrativos e discentes.
357
Grosso, destinadas a garantir que os discentes tenham condição de permanecer na instituição
obtendo êxito na sua formação.
O instrumento que orienta a execução da política, indicando o público prioritário, as áreas
de atuação e o orçamento que deve ser investido a partir das definições e autonomia das
Universidades é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituído pelo
Decreto Nº 7.234/2010.
Na UFMT, a Resolução Consepe nº 131, de 30/10/2017, estabelece, em seu Artigo 8º, a
competência da PRAE em realizar o acompanhamento acadêmico e socioassistencial dos
discentes, e avaliação das ações afirmativas na UFMT, por meio dos programas, dos projetos
serviços e das instâncias instituídas para essa finalidade. Nesse aspecto, faz referência à Bolsa
Apoio à Inclusão (Inciso I), assim como ao Acompanhamento do Programa Bolsa Permanência
do MEC (PBP MEC) (Inciso II)11 e reafirma a criação do Comitê Local de Acompanhamento do
Programa de Ação Afirmativa da UFMT, nos termos da Resolução CONSEPE nº 98, de
13/11/2012, com a finalidade de elaborar relatórios anuais de avaliação das Ações Afirmativas
na UFMT (no Inciso III), um comitê que deve ser criado e está em processo de proposição pelo
Conselho de Políticas de Ações Afirmativas vinculado à PRAE.
A PRAE tem acompanhado junto com outras instâncias administrativas, particularmente
a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, Pró-Reitoria de Planejamento, a Secretaria de Gestão de
Pessoas, a Pró-Reitoria Administrativa e a Vice-Reitoria, o processo de normatização do Núcleo
de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMT, exigente de relação recíproca entre as unidades
considerando que o Núcleo é instância destinada ao atendimento da comunidade acadêmica PcD,
servidores e estudantes. Nesse sentido está em andamento a viabilização de decisões que efetivem
a criação do NAI na UFMT, como instalação de espaço físico com equipamentos, readequação
de alocação dos intérpretes, entre outras medidas e/ou adequações necessárias para promover a
acessibilidade e inclusão no âmbito da UFMT, conforme previsto no PDI institucional. Ressalta-
se que o NAI, bem como seu regimento interno, foi aprovado por meio da Resolução CONSUNI
nº 35, de 19 de maio de 2021, anteriormente citada.
De qualquer modo, salienta-se que além das condições infraestruturais da própria
Universidade, as dificuldades de aprendizagem discente, neste caso de PcD, são, sobretudo,
11
Ação do Governo Federal de concessão de auxílio financeiro a estudantes indígenas e quilombolas matriculados
em instituições federais de ensino superior, regulamentada pela Portaria nº 389, de 9 de maio de 2013.
358
fenômenos institucionais, políticos e culturais, e estão relacionados tanto a fatores relativos à
origem socioeconômica, como às vivências na instituição, portanto têm relação com as relações
interpessoais e políticas pedagógicas que ocorrem em seu interior, razão pela qual o escopo das
ações deve abarcar como inter-relacionar diversas unidades da instituição, administrativas e
acadêmicas.
Do ponto de vista organizacional da PRAE, a equipe tem colocado em funcionamento uma
base de apoio, possível por meio de programas implantados: Programa de Alimentação; Programa
de Moradia; Acolhimento e Orientação Psicológica; e um conjunto de normativas que
regulamentam a Política de Assistência Estudantil na Universidade, tendo instituído por meio de
transferência monetária, na forma de auxílios e bolsas: o Auxílio Permanência; Auxílio Moradia;
Auxílio Evento; Auxílio Material Pedagógico; Bolsa Apoio à Inclusão substituída pela Monitoria
Inclusiva; e, mais recentemente, medidas de Inclusão Digital, inclusive para atendimento
específico a PcD. Portanto, seguindo seu aprimoramento, tem sido pauta em sua agenda a
atualização e/ou alteração do regramento da política de assistência estudantil na UFMT, de modo
que seja capaz de ganhar mais efetividade diante das demandas estudantis.
No âmbito da PRAE, estão abrigados atualmente os seguintes Programas/Auxílios que se
comprometem com a finalidade de garantir permanência dos estudantes para uma formação
qualificada e inclusiva:
a) Programa de Moradia: inclui o Auxílio Moradia e vaga para a Casa do Estudante
Universitário (CEU), tendo a UFMT duas moradias no campus Cuiabá;
b) Programa de Alimentação Subsidiada: contempla estudantes com isenção integral
para acesso aos Restaurantes Universitários, assim como estudantes subsidiados
parcialmente, que pagam valor estabelecido em Resolução com subsídio da UFMT;
c) Auxílios para atendimento de estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica: Constituem um conjunto de auxílios voltado a estudantes em
situação de vulnerabilidade, prioritariamente os que têm renda per capta familiar até
um salário mínimo e meio, em acordo com o regramento nacional, fonte orçamentária
principal da política (Decreto nº 7234/2010/PNAES). Nesse rol estão: Auxílio
Permanência; Auxílio Moradia; Auxílio Material Pedagógico; Auxílio Emergencial;
Auxílio Evento; e, a partir de 2020, Auxílio Inclusão Digital e outras medidas de Apoio
Financeiro para Aquisição-Locação de Equipamentos, com valor diferenciado para
estudantes PcD; além de concessão de empréstimo de equipamentos (crhomebooks e
notebooks);
359
d) Monitoria Inclusiva: Normatizada pela Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de maio
de 2021, a Monitoria Inclusiva caracteriza-se como as ações da/o estudante de
graduação presencial com a finalidade de apoiar, desenvolver e acompanhar atividades
junto a outros(as) estudantes de graduação presencial com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento, superdotação/altas habilidades, indígenas, quilombolas
ou outros discentes de programas de ação afirmativa, de maneira a contribuir com a
inclusão, minimizando barreiras e colaborando com a permanência e êxito na formação
desses discentes. A Monitoria Inclusiva substitui a Bolsa de Apoio à Inclusão em
vigência desde a aprovação da Resolução CONSEPE nº 37/2010, revogada com a
Resolução CONSEPE nº 130/2021 que institui a Monitoria Inclusiva aqui
caracterizada.
Vinculado à PRAE está o Conselho de Políticas de Ações Afirmativas, uma instância
colegiada de caráter consultivo, propositivo e avaliativo, experiência colegiada que fortalece os
processos de controle social. O Conselho está regulamentado por meio da Portaria PRAE nº 02,
de 07/05/2014.
A Pró-Reitoria da PRAE, por meio da Gerência de Apoio à Inclusão (GAI) e com base em
dados institucionais fornecidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação e pela Pró-Reitoria
de Planejamento, realiza levantamentos sobre o quantitativo de estudantes PcD matriculados na
UFMT, assim como mapeia informações sobre as necessidades estudantis para junto às outras
instâncias articular respostas mais eficazes, monitorando a efetividade das ações. A GAI é
atualmente lócus de apoio às unidades acadêmicas em matéria de acessibilidade e inclusão, dando
suporte com orientação, emissão de Nota Técnica12, entre outras ações de acompanhamento de
estudantes PcD e de ações afirmativas junto às Coordenações de Cursos.
12
Nota Técnica Nº 001/2020 - GAI/CPAAAE/PRAE, de 24 de junho de 2020. “Inclusão de pessoas com deficiência
e o ensino mediado por tecnologias da informação e da comunicação.”Disponível em:
https://cms.ufmt.br/files/galleries/11/31/NOTA_TECNICA_001_2020.pdf
360
Teve como objetivo sensibilizar e mobilizar os gestores e a comunidade acadêmica para a
eliminação de barreiras atitudinais, informativas e arquitetônicas, entre outras dificuldades que
impedem pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de desenvolver suas atividades
administrativas e/ou acadêmicas.
Contou com a participação de, aproximadamente, 100 pessoas, entre docentes, técnico-
administrativos e discentes da UFMT, além de pessoas externas e convidados de outras
universidades. Dentre os encaminhamentos do “I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da UFMT”,
destaca-se a constituição de uma comissão para análise, planejamento e criação de um Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão, que derivou em uma ata de fundação em 2018 e, em 19 de maio de
2021, na aprovação do NAI e de seu regimento por meio da Resolução CONSUNI nº 35.
Esse Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, deverá exercer o papel de catalisador das ações,
configurando-se como uma instância vinculada à Vice-Reitoria, conforme Resolução aprovada,
com espaço físico, estrutura administrativa e profissionais responsáveis para articular as ações das
diferentes instâncias administrativas e de gestão acadêmico-pedagógicas, buscando o
desenvolvimento de uma política ampla capaz de agregar no seu interior os programas e ações
voltados aos servidores e aos discentes da UFMT, incluindo pesquisa e extensão nessa área. Ou
seja, deverá ser capaz de integrar e articular as atividades da instituição, assim como poderá
integrar projetos e estudos, intercâmbio, cooperação técnico-científica, tendo um caráter
multidisciplinar para a inclusão educacional e social das pessoas com deficiência. Por isso, seu
compromisso em responder pela organização de ações institucionais, garantidoras da integração à
vida acadêmica de estudantes com deficiência e oriundos de ações afirmativas, assim como de
servidores, impactando positivamente sobre o acesso aos espaços, ambientes, ações e processos
desenvolvidos na UFMT, além de integrar e articular para a inclusão educacional e social.
Para instituir uma política, com a envergadura proposta e necessária ao tamanho do desafio,
sabe-se que perseguir a inclusão social, econômica, digital, cultural ou educacional significa
admitir que vivemos sob uma lógica intrinsecamente excludente, presente nos atuais modos de
organização e produção social. Nesse contexto, é papel do Estado a busca para encontrar modos
e meios de superação dos obstáculos persistentes, levando parte ainda significativa da população
ao não acesso aos bens e serviços produzidos, no caso específico: ao direito à educação.
Assim, trabalhar a unidade nas ações significa igualmente uma compreensão que, primeiro,
é de responsabilidade e compromisso de todos; segundo, de que nenhuma ação individual será
capaz de atingir metas amplas sem o necessário respaldo de um trabalho articulado e coletivamente
referenciado, cujo propósito se assenta no reconhecimento e no respeito à diferença e na promoção
dos direitos humanos. Com efeito, o respeito às diferenças e à identidade do outro requer assegurar
361
ações diferenciadas na perspectiva da equidade, ou seja, é preciso ao reconhecer a diferença, agir
sobre as condições diferenciadas que se apresentam e são propiciadoras de desigualdades, de modo
a não reproduzir e/ou reafirmar no processo educacional exclusões históricas.
362
APÊNDICE H – Regulamento sobre a quebra ou dispensa de pré-requisitos
Os critérios de quebra de pré-requisito não poderão ser aplicados quando a quebra de pré-
requisito implicar na violação do tempo mínimo de integralização curricular, previsto no Projeto
do Curso.
Situações excepcionais poderão ser avaliadas pelo Colegiado de Curso.
As solicitações deverão ser protocoladas via sistema SEI e encaminhados à Coordenação
de Ensino de Graduação em Engenharia Civil dentro do prazo estabelecido no calendário
acadêmico.
363
APÊNDICE I – Regulamento de autoavaliação do curso
364
iv) Resultados: dados descritivos, podendo ser apresentados em forma de tabelas e gráficos;
v) Interpretação dos resultados: aspectos relevantes dos resultados, pontos fortes e fracos
das dimensões avaliadas;
vi) Reflexões conclusivas: propostas de soluções que possam amenizar ou solucionar os
problemas e as necessidades detectadas.
Os relatórios deverão ser aprovados pelo Colegiado de Curso e homologados pela
Congregação. A Congregação, por sua vez, deverá encaminhar os relatórios, uma vez apreciados
e homologados, às instâncias acadêmico-administrativas pertinentes a fim de subsidiar a avaliação
institucional da Universidade, e à Pró-Reitoria de Graduação. Os resultados do processo de
autoavaliação serão para uso exclusivo da gestão institucional.
Farão parte do processo de autoavaliação todos os segmentos que constituem a Unidade
Acadêmica: estudantes, egressos, docentes, coordenador(a), diretor(a), técnico(a)
administrativo(a)s. A abordagem metodológica da autoavaliação a ser implantada no Curso de
Engenharia Civil se dará por meio da consulta direta aos envolvidos no processo. Os instrumentos
de autoavaliação consideram três dimensões:
i) Organização Didático-Pedagógica: estrutura e conteúdos curriculares, perfil do egresso,
metodologia, estágios, atividades complementares, trabalho de conclusão de curso, apoio ao
estudante, gestão do curso, uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo
de ensino-aprendizagem, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), atividades práticas,
atividades extensionistas, avaliação da aprendizagem;
ii) Corpo Docente: qualidade do ensino, aulas práticas, planejamento, relação teoria-
prática, acompanhamento do estudante com dificuldade na aprendizagem, estímulo à produção
científica tanto na perspectiva quantitativa quanto qualitativa, integração com a sociedade;
iii) Infraestrutura: instalações da biblioteca, acervo bibliográfico, laboratórios, salas de
aula, banheiros, acessibilidade física e digital.
O processo avaliativo abrangerá dez dimensões, a saber: 1) autoavaliação docente; 2)
autoavaliação discente; 3) autoavaliação do(a) coordenador(a); 4) avaliação do(a) coordenador(a)
pelos discentes, egressos, docentes e direção; 5) avaliação do curso pelo corpo discente; 6)
avaliação do curso pelos egressos; 7) avaliação do desempenho docente pelos discentes; 8)
autoavaliação do pessoal técnico-administrativo; 9) avaliação do pessoal técnico-administrativo
pelos discentes, egressos, docentes e direção; 10) avaliação do curso pela direção da Unidade
Acadêmica. A aplicação de todos os questionários dar-se-á fisicamente, podendo ser
implementados para formato eletrônico em momento oportuno, pelo NDE.
365
Quanto à periodicidade, o processo de autoavaliação do Curso de Engenharia Civil ocorrerá
da seguinte forma:
• Aplicação dos questionários uma vez por ano;
• Elaboração dos relatórios a cada dois anos.
Os anexos I, II, III, IV, V e VI trazem os modelos de questionários que poderão ser
modificados pelo NDE e que poderão ser aplicados mediante aprovação do Colegiado de Curso e
homologação pela Congregação do Instituto.
366
ANEXO I – CORPO DISCENTE
369
ANEXO II – EGRESSOS
370
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ambiente da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Acervo da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico dos laboratórios de informática
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
INFORMAÇÕES SOBRE ATIVIDADES PROFISSIONAIS
Realizou estágio profissional (não curricular) durante a graduação?
a) Sim b) Não
Atividade laboral durante a graduação
a) Não trabalhou b) Trabalhou durante todo o curso
c) Trabalhou apenas durante uma parte do curso (período ininterrupto)
d) Trabalhou esporadicamente durante o curso
Exerceu seu trabalho
a) No setor público b) No setor privado c) Como autônomo
d) Em outro setor e) Não sei opinar
Atualmente você está
a) Trabalhando b) Trabalhando e estudando
c) Apenas estudando d) Não estou trabalhando e nem estudando
Exerce seu trabalho atual
a) Há menos de 01 ano b) Entre 01 e 03 anos c) Entre 03 e 05 anos
d) Há mais de 05 anos e) Não sei opinar
A sua cidade de residência atual é
a) A mesma de quando estava cursando o curso de graduação
b) Mudei de cidade em busca de oportunidade de trabalho na área do curso
c) Mudei de cidade por outro motivo
Ingressou em seu trabalho atual por meio de
a) Concurso Público b) Indicação c) Envio de currículo
d) Iniciativa pessoal e) Não sei opinar
Seu vínculo de trabalho é
a) Estatutário b) Contratado temporariamente
371
c) Empregador d) Contratado por tempo indeterminado
e) Informal f) Contratado por tempo indeterminado CLT
g) Não sei opinar
Qual é a sua função e ou cargo atual?
a) Projetista b) Gestão e Direção
c) Consultoria d) Outro
Relação de sua função e ou cargo com sua área de formação no curso de graduação
a) Grande b) Média c) Pequena
d) Nenhuma e) Não sei opinar
A formação recebida na graduação, para o exercício de sua função e ou cargo atual
a) Foi necessária b) Não foi necessária
c) Não sei opinar
Se você está trabalhando atualmente, qual a sua renda ou seu salário mensal
a) Até 1,5 salários mínimos b) entre 1,5 e 3,0 salários mínimos
c) entre 3,0 e 6,0 salários mínimos d) mais de 6,0 salários mínimos
e) Não sei opinar
Expectativa de permanecer no trabalho atual
a) Grande b) Média c) Pequena
d) Não pretendo permanecer e) Não sei opinar
372
ANEXO III – PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
373
ANEXO IV – CORPO DOCENTE
376
ANEXO V – COORDENAÇÃO E DIREÇÃO
379
ANEXO VI – PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS ESTUDANTES DO CURSO DE
ENGENHARIA CIVIL
Estado Civil
a) Solteiro(a) b) Casado(a)
c) Divorciado(a) d) União Estável.
e) Viúvo(a) f) Outro
Qual sua idade?
a) 16 - 21 b) 22 - 26
c) 27 - 31 d) 32 - 36
e) 37 - 41 f) Mais de 42 anos
Em relação à religião, você diria que é:
a) Ateísta. b) Agnóstico.
c) Católico. d) Católico não praticante.
e) Espírita kardecista. f) Budista.
g) Muçulmano. h) Judeu.
i) Praticante de religião afro-brasileira (umbanda, candomblé).
j) Protestante (evangélico, batista, mórmon, calvinista, luterano, testemunha de Jeová ou outro).
k) Acredito em Deus mas não sigo nenhuma religião.
l) Outros
Família
Qual a escolaridade da mãe ou da pessoa que o(a) criou como mãe?
a) Não teve mãe ou pessoa que exerceu tal papel na criação.
b) Sem instrução, não alfabetizada.
c) Sem instrução, mas sabe ler e escrever.
d) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – INCOMPLETO.
e) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – COMPLETO.
f) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – INCOMPLETO.
g) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – COMPLETO.
h) Ensino Médio (antigo 2º grau) – INCOMPLETO.
i) Ensino Médio (antigo 2º grau) – COMPLETO.
j) Ensino Superior – INCOMPLETO.
k) Ensino Superior – COMPLETO.
l) Especialização, Mestrado ou Doutorado
Qual a escolaridade do pai ou da pessoa que o(a) criou como pai?
380
a) Não teve pai ou pessoa que exerceu tal papel na criação.
b) Sem instrução, não alfabetizada.
c) Sem instrução, mas sabe ler e escrever.
d) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – INCOMPLETO.
e) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – COMPLETO.
f) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – INCOMPLETO.
g) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – COMPLETO.
h) Ensino Médio (antigo 2º grau) – INCOMPLETO.
i) Ensino Médio (antigo 2º grau) – COMPLETO.
j) Ensino Superior – INCOMPLETO.
k) Ensino Superior – COMPLETO.
l) Especialização, Mestrado ou Doutorado
Qual é o estado civil dos seus pais?
a) Solteiro(a) b) Casado(a)
c) Divorciado(a) d) União Estável.
e) Viúvo(a) f) Outro
Quem é o(a) principal mantenedor(a) do seu grupo familiar? (pessoa que contribui com a
maior parte da renda):
a) Eu mesmo(a). b) Cônjuge/Companheiro(a).
c) Pai/Padrasto. d) Mãe/Madrasta.
e) Irmão/Irmã. f) Filho/Filha.
g) Avô/Avó. h) Outros
Você tem filhos?
a) 1 filho. b) 2 filhos.
c) 3 filhos. d) 4 ou mais filhos.
e) Não tenho.
Em seu período de aula, onde (ou com quem) ficam seus filhos(as) de 0 a 5 anos?
a) Não tenho filhos de 0 a 5 anos. b) Creche.
c) Outra instituição educacional pública. d) Instituição educacional privada.
e) Familiares. f) Babá / empregada doméstica.
g) Traz para a universidade. h) Outros
Histórico Escolar
A maior parte do Ensino Médio que você cursou foi:
a) Ensino Médio padrão. b) Técnico.
c) Magistério. d) Educação para Jovens e Adultos (EJA)/Supletivo.
e) Outros
Quantos anos você levou para cursar o Ensino Médio?
a) Menos de 3 anos. b) 3 anos.
c) 4 anos. d) 5 anos.
e) Mais de 5 anos.
Em que turno você cursou o Ensino Médio?
a) Somente no turno diurno. b) Maior parte no turno diurno.
c) Somente no turno noturno. d) Maior parte no turno noturno.
Em que tipo de escola você estudou?
a) Somente em escola pública. b) Somente em escola particular.
c) Maior parte em escola pública. d) Maior parte em escola particular.
Você frequentou algum cursinho (pré-vestibular; pré-ENEM; etc.) antes de ingressar na
universidade?
a) Cursinho não governamental gratuito. b) Cursinho governamental gratuito.
c) Cursinho particular. d) Não.
381
Vida Acadêmica
Como você ingressou no Curso de Engenharia Civil?
a) ENEM/SISU. b) Transferência.
c) Portador de diploma. d) Outros
O seu ingresso na universidade foi através de:
a) Ampla concorrência.
b) Cota de Escola Pública/Pretos/Pardos/Indígenas/Renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5
salários mínimos.
c) Cota de Escola Pública/Pretos/Pardos /Indígenas/Independente de renda.
d) Cota de Escola Pública/Renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salários mínimos.
e) Cota de Escola Pública/Independente de renda.
f) Outra forma
Período do curso em que está matriculado
a) 1º Semestre. b) 2º Semestre.
c) 3º Semestre. d) 4º Semestre.
e) 5º Semestre. f) 6º Semestre.
g) 7º Semestre. h) 8º Semestre.
O curso no qual você está matriculado corresponde à sua primeira opção?
a) Sim b) Não
Entre os itens abaixo, escolha aquele que melhor explica sua escolha pelo Curso de
Engenharia Civil? (Você pode marcar mais de uma opção).
a) O curso ser voltado ao mercado.
b) O curso ser voltado tanto ao mercado quanto à carreira acadêmica.
c) A formação multidisciplinar do corpo docente.
d) O curso não foi minha primeira opção, mas é o que a região oferece.
e) O curso ser ofertado por uma Universidade Pública.
f) Frequentar o curso apenas para não ficar parado.
g) A escolha do curso foi mais pela pressão familiar e/ou da sociedade.
h) Eu sempre quis cursar Engenharia Civil.
i) Outros
Para a escolha do Curso de Engenharia Civil ICET/CUA, você acessou o site institucional
do curso (http://araguaia.ufmt.br/engenharia-civil/), bem como a grade curricular e a
formação dos professores?
a) Sim b) Não
Você trocaria esse curso por outro?
a) Sim b) Não
c) Talvez
Qual o seu grau de satisfação em relação ao Curso de Engenharia Civil?
a) Muito satisfeito. b) Satisfeito.
c) Pouco insatisfeito. d) Insatisfeito
Qual sua opinião sobre o grau de dificuldade do curso ?
a) Muito alto. b) Alto.
c) Médio. d) Baixo.
e) Muito baixo.
Em média, quanto tempo você dedica semanalmente aos estudos fora da sala de aula?
a) Até 5 horas. b) Mais de 5 h e até 10 h.
c) Mais de 10 h e até 15 h. d) Mais de 15 h e até 20 h.
e) Mais de 20 h e até 25 h. f) Mais de 25 horas.
Em média, com que frequência você utiliza o espaço físico da biblioteca durante a semana?
a) Uma vez. b) Duas ou três vezes.
382
c) Quatro ou mais vezes. d) Não utilizo.
Você participa ou participou de algum Programa de Assistência Estudantil oferecido pela
Universidade?
a) Sim b) Não
Caso tenho respondido "SIM" na questão anterior, indique o tipo de assistência
(alimentação, moradia, atendimento psicológico, apoio pedagógico, bolsa permanência,
transporte...)
Informações Culturais
Você participa de quais dessas organizações?
a) Movimento artístico-cultural. b) Movimento ecológico.
c) Movimento estudantil. d) Movimento religioso.
e) Partido político. f) Nenhuma.
g) Outros
Qual a sua principal fonte de informação?
a) TV. b) Rádio.
c) Internet. d) Outros
Quantos livros, em média, você lê por ano?
a) Não leio. b) Até 3 livros.
c) De 3 a 5 livros. d) De 5 a 10 livros.
e) Mais de 10 livros.
Qual o domínio que você tem em relação ao microcomputador?
a) Tem muita experiência. b) Tem experiência.
c) Tem alguma noção. d) Não domina.
383
Você tem computador pessoal?
a) Sim b) Não
Você tem perfil em redes sociais?
a) Sim b) Não
Qual é o seu nível de conhecimento na utilização de Offices da Microsoft (Word, Excel e
Power Point)?
a) Conhecimento avançado. b) Conhecimento intermediário.
c) Conhecimento básico. d) Nenhum conhecimento.
Quanto à língua estrangeira, qual o seu domínio do Inglês?
a) Bom. b) Regular.
c) Nenhum.
Quanto à língua estrangeira, qual o seu domínio do Espanhol?
a) Bom. b) Regular.
c) Nenhum.
Você tem domínio em alguma outra língua, se sim, qual?
Trabalho e Renda
Você trabalha?
a) Sim, tenho um trabalho remunerado. b) Sim, tenho um trabalho não remunerado.
c) Não trabalho e NÃO ESTOU à procura de trabalho.
d) Não trabalho e ESTOU à procura de trabalho.
Qual o tipo de vínculo que você tem nesse trabalho?
a) Trabalho com carteira assinada. b) Trabalho sem carteira assinada.
c) Trabalho sem carteira assinada ou contrato ajudando familiares.
d) Trabalho com contrato temporário em uma empresa, organização social ou órgão estatal.
e) Sou estagiário. f) Sou funcionário público.
g) Não trabalho. h) Outros
Qual é sua renda familiar mensal?
a) Até R$500,00. b) R$500,00 a R$1000,00.
c) R$1000,00 a R$2000,00. d) R$2000,00 a R$3000,00.
e) Acima de R$3000,00.
Qual a sua jornada habitual de trabalho semanal?
a) Menos de 15 h. b) Mais de 15 e até 20 h.
c) Mais de 20 e até 25 h. d) Mais de 25 e até 30 h.
e) Mais de 30 e até 40 h. f) Mais de 40 e até 44 h.
g) Mais de 44 horas h) Não trabalho.
Se trabalha ou faz estágio, trabalho por:
a) Necessidade. b) Aprendizado.
c) Possui tempo disponível. d) Não trabalho.
O seu trabalho ou estágio interfere em seu desempenho escolar:
a) Positivamente. b) Não interfere.
c) Negativamente. d) Não trabalho.
Pretende permanecer na região ou no estado de Mato Grosso após a conclusão do Curso de
Engenharia Civil?
a) Sim b) Não
c) Talvez
Moradia
Você já residia em Barra do Garças antes de ingressar no Curso de Engenharia Civil?
a) Sim b) Não
384
Caso tenha respondido "NÃO" na questão anterior, indique o nome do município onde
morava antes de ingressar no Curso de Engenharia Civil.
385
i) Desânimo, falta de vontade de fazer as coisas.
j) Sentimento de solidão.
k) Ideia de morte.
l) Pensamento suicida.
m) Nenhuma.
No seu curso atual, você já fez trancamento geral de matrícula?
a) Sim, por insatisfação com o curso.
b) Sim, por impedimento de saúde.
c) Sim, por motivo de trabalho.
d) Sim, por impedimento financeiro.
e) Sim, por licença maternidade/paternidade.
f) Sim, por dificuldade de aprender os conteúdos das disciplinas.
g) Sim, por risco de ser jubilado.
h) Sim, por outro motivo.
i) Não.
O que você pretende fazer logo após se formar?
a) Trabalhar. b) Continuar estudando.
c) Trabalhar e continuar estudando. d) Outros
386
APÊNDICE J – Regulamento de extraordinário aproveitamento de estudos
387
conteúdo compatível com a(s) ementa(s) do(s) componente(s), aplicado por banca
examinadora ao discente por meio de avaliação escrita, de acordo com a Resolução
CONSEPE n° 44/2010;
• Aproveitamento de estudos realizados conforme Resolução CONSEPE nº 83/2017;
• Em caso de discente provável formando que possa se matricular com em todas as
disciplinas faltantes para concluir o curso, sem choque de horário, podendo exceder o
limite máximo de crédito em matrícula estipulado pelo curso, desde que aprovado pelo
colegiado de curso.
388
9 ANEXOS
389
ANEXO B – Minuta de resolução de aprovação do curso e PPC
RESOLVE:
Artigo 3º - Esta Resolução entra em vigor para os ingressantes no curso a partir de 2022.
Artigo 4º - O Projeto Pedagógico aprovado pela Resolução Consepe nº 71, de abril de 2009
e alterado pela Resolução CONSEPE nº 71, de 30 de junho de 2010 entrará em extinção gradativa
a partir de 2022.
Presidente do CONSEPE
390
ANEXO I – Matriz Curricular
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativo/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
Cálculo Diferencial e Integral I;
Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4
Cálculo Diferencial e Integral II
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 848 176 - - - 1024 53 11 - - - 64
391
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativo/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
392
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
393
SUBTOTAL NÚCLEOS: 2536 568 16 0 0 3120 158,5 35,5 1 0 195 195
Atividades Complementares Obrigatório 80 5
Ações de Extensão para fins de creditação Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório 192 12
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
* Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas.
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de
Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
394
ROL DAS OPTATIVAS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativa/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
395
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativa/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
396
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Optativa/
Pré-
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatória
397
Tópicos Especiais em Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de
Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
398
ANEXO II – Fluxo curricular proposto
O discente poderá se matricular em até 36 créditos por semestre. Segue abaixo o quadro com a proposta do fluxo curricular:
PERÍODOS
requisito
requisito
Componente Curricular U.A.O
AEC
AEC
TOT
TOT
PAC
PCC
PAC
PCC
Pré-
Optativo/
Co-
PD
PD
T
T
Obrigatório
Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
SUBTOTAL: 240 176 - - - 416 15 11 - - - 26
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
3° Semestre
399
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -
4° Semestre
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
5° Semestre
Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
6° Semestre
400
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
8° Semestre
401
ANEXO III – Quadro de equivalência
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
402
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
403
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
404
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
405
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
406
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
407
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
408
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado
409
Complementação de estudos
410
ANEXO IV – Planos de migração
Ingressantes em 2021:
Os discentes que ingressaram no ano de 2021 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
Semestre Componente Curricular CH
Estática dos Materiais 64
Mecânica (1º semestre) 64
3º Mecânica dos Solos I (5º semestre) 64
Metodologia e Redação Científica (5º semestre) 64
CH Total no semestre 256
Introdução ao Eletromagnetismo (2º semestre) 64
Laboratório de Física (2º semestre) 32
Programação de Computadores (2º semestre) 64
4º Cálculo Diferencial e Integral II (2º semestre) 96
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Resistência dos Materiais I 64
CH Total no semestre 384
Arquitetura e Urbanismo (3º semestre) 64
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Equações Diferenciais Ordinárias (3º semestre) 64
Cálculo Diferencial e Integral III (3º semestre) 64
5º
Resistência dos Materiais II 64
Teoria das Estruturas I 64
Construção Civil 64
CH Total no semestre 448
Cálculo Numérico e Computacional (4º semestre) 64
6º
Hidráulica (4º semestre) 64
411
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
80
Construção Civil
Ações e Segurança em Estruturas 32
Teoria das Estruturas II 96
Mecânica dos Solos II 64
CH Total no semestre 464
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
Estruturas em Madeira I 64
7º
Estruturas em Concreto Armado I 96
Instalaçõe Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
CH Total no semestre 352
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 272
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384
Ingressantes em 2020:
Os discentes que ingressaram no ano de 2020 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
412
Semestre Componente Curricular CH
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Mecânica dos Solos I 64
5º
Metodologia e Redação Científica 64
CH Total no semestre 192
Programação de Computadores (2º semestre) 64
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Hidráulica (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Palnejamento na 80
6º
Construção Civil
Mecânica dos solos II 64
Teoria das estruturas II 96
CH Total no semestre 432
Instalações Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
7º
Estruturas em Madeira I 64
Estruturas em Concreto Armado I 96
CH Total no semestre 352
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º
Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 336
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384
413
Os discentes que ingressaram no ano de 2019 e estiverem cursando disciplinas do 7o
período em 2022 permanecerão na estrutura curricular de ingresso aprovada pela Resolução
Consepe nº 71, de 27/04/2009 e alterada pela Resolução Consepe nº 71, de 30/06/2010 pois já
são considerados formandos, e não podem ser penalizados com o aumento no tempo de
integralização.
Qualquer dificuldade que o discente encontre com a migração deverá procurar pela
coordenação de curso, ficando atento ao tempo de integralização disponível para finalizar o
curso e ao limite máximo de 36 créditos permitidos para a matrícula no semestre.
414
ANEXO V – Ementas
415
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Matrizes. Determinantes. Sistemas de equações lineares. Vetores. Espaços Vetoriais. Base e
Dimensão. Transformações Lineares. Matriz mudança de base. Aplicações.
416
Manipulação de arquivos. Recursividade. Depuração de programas. Programação em
linguagem estruturada.
417
COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral Experimental
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Química
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução e Técnicas de Laboratório Químico. Utilização dos equipamentos de proteção e
prevenção de acidentes em laboratórios. Manipulação de reagentes químicos e equipamentos
laboratoriais. Utilização dos equipamentos laboratoriais, padronização de vidrarias. Preparo de
soluções. Reações químicas. Princípios de Eletroquímica. Equilíbrio químico. Cinética de
reação. Volumetria.
418
e não-homogêneas. Equações lineares com coeficientes constantes, coeficientes indeterminados
e método de variação dos parâmetros. Equação de Cauchy-Euler. Aplicações.
419
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Prediais Elétricas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução e conceitos sobre eletricidade aplicados às instalações elétricas. Simbologia para
instalações elétricas e utilização de esquemas. Noções de luminotécnica, previsão de cargas e
distribuição de pontos. Dispositivos para comando de iluminação e tomadas de corrente.
Traçados e divisão das instalações elétricas prediais em baixa tensão. Fornecimento de energia.
Dimensionamento de condutores elétricos prediais típicos. Eletrodutos e acessórios.
Dispositivos de proteção e seccionamento. Aterramento de instalações elétricas prediais em
baixa tensão. Projeto de instalações elétricas prediais. Introdução ao cabeamento estruturado
predial.
420
Conceitos básicos de hidrostática e hidrodinâmica. Escoamento permanente em condutos
forçados. Perda de carga distribuída. Perda de carga localizada. Condutos equivalentes.
Distribuição de vazão em marcha. Sistemas ramificados. Sistemas elevatórios. Orifícios.
Vertedores. Escoamento permanente em condutos livres. Ressalto hidráulico. Remanso.
421
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Hidrossanitárias Prediais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de
esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais. Instalações Hidráulicas Prediais para
Combate a Incêndio. Instalações prediais de gás combustível. Instalações prediais de água
gelada. Resíduos sólidos e lixo predial.
422
Origem, formação e caracterização dos solos. Investigação do subsolo e sondagens. Índices
físicos. Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões geostáticas. Tensões
induzidas por carregamentos externos. Condutividade hidráulica dos solos. Teoria da
percolação de água em solos.
423
COMPONENTE CURRICULAR: Ações e Segurança em Estruturas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 32h
Ch T: 32 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Efeitos de vento em edificações. Ações nas estruturas: definição, descrição dos tipos de ações
quanto: à origem, à variação com o tempo, ao modo de atuação. Valores nominais das ações e
suas combinações, utilização das normas brasileiras. Definição de segurança: métodos
determinísticos e semiprobabilístico. Estados limites últimos e de serviço (utilização). Norma
brasileira de ações e segurança nas estruturas.
424
Bacia hidrográfica; Ciclo hidrológico e balanço hídrico; Precipitação, evaporação, águas
subterrâneas e infiltração, escoamento superficial; Modelos de simulação (método racional,
hidrograma unitário e outros); Propagação e controle de cheias; Regularização de vazões;
Drenagem urbana.
425
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução às estruturas metálicas. Aços e perfis estruturais. Segurança e desempenho.
Dimensionamento de peças tracionadas. Dimensionamento de peças comprimidas.
Dimensionamento de peças submetidas à flexão simples. Dimensionamento de peças
submetidas à flexão composta. Dimensionamento de ligações com conectores.
Dimensionamento de ligações soldadas.
426
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos de economia. Noções de microeconomia (estrutura de mercados, teoria do
consumidor e teoria da produção). Noções de macroeconomia (renda nacional, inflação, política
fiscal e política monetária). Noções de econometria. Noções fundamentais de administração
(princípios de administração aplicada a sistemas produtivos, planejamento, gestão de cadeias
produtivas, administração financeira).
427
EMENTA
Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua
área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em
empresas públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua
formação profissional.
428
COMPONENTE CURRICULAR: Inglês Instrumental
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Estudo da língua inglesa em suas estruturas básicas, através de textos científicos. Gramática
aplicada e leitura e compreensão de textos.
429
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Cinemática e dinâmica de rotações: de partículas a corpos rígidos. As leis de conservação.
Gravitação Universal e Leis de Kepler. Fluidos ideais e viscosos: propriedades e regimes de
escoamento.
430
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear II
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores. Espaços com produto interno.
Operadores ortogonais. Aplicações.
431
COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Qualidade dos Materiais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Avaliação e Seleção de fornecedores, Qualificação dos materiais: cimento Portland, agregados
miúdos e graúdos, aditivos químicos, cal hidratada, blocos e tijolos cerâmicos, aço, blocos de
concreto, concreto usinado, impermeabilizantes betuminosos, madeiras para estrutura, telhas
cerâmicas. Controle de recebimento na obra.
432
Introdução. Tipos de energias renováveis. Conceitos. Histórico sobre a utilização dos recursos
naturais e o desenvolvimento sustentável. Legislação ambiental. Alterações climáticas globais.
Biodiversidade. Unidades de conservação. Biossegurança. Avaliação de impactos ambientais.
433
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Obras hidráulicas (barragens, reservatórios, estruturas de controle, dissipadores de energia e
outros). Usinas hidrelétricas. Princípios de modelagem hidrológica.
434
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Manifestações patológicas. Durabilidade, desempenho e qualidade das estruturas e dos
materiais de construção. Patologias associadas ao concreto. Avaliações, laudos e pareceres
técnicos. Patologia dos revestimentos e pinturas. Gretas, fissuras e trincas em edificações.
Patologias das fundações. Patologias de impermeabilização. Tratamentos dos danos causados
às estruturas.
435
recursos naturais. Uma nova postura visando o uso adequado dos recursos naturais, Políticas de
educação ambiental – Lei nº 9795/1999 e Decreto nº 4.281/2002.
436
Barragens. Estabilidade de taludes. Estruturas de arrimo. Técnicas de Melhoramento de Solos.
437
COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Transportes
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Terminologias em Engenharia de Transportes. Modais de Transporte: tipos e classificações das
estradas de rodagem, ferrovias, hidrovias e aerovias. Introdução às normas e projetos de
rodovias, ferrovias, hidrovias, aerovias e aeroportos. Estudo da contagem de Tráfego e análise
de eixo e cargas. Teoria do Fluxo do Tráfego: Contínuo e Descontínuo. Noções sobre Cálculo
Tarifário em Transporte Público Urbano. Programação Semafórica.
438
COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Pré-moldadas de Concreto
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Definições, considerações sobre a industrialização da construção; tipos de elementos; materiais;
vantagens e desvantagens; aceno histórico. Produção: tecnologia da execução dos elementos
pré-moldados; manuseio, armazenamento e transporte; montagem das estruturas. Projeto:
tolerâncias e folgas; princípios gerais e específicos. Ligações: tipologia; aspectos relativos ao
cálculo; dimensionamento de elementos utilizados nas ligações. Estruturas compostas:
comportamento estrutural; cisalhamento na interface. Tipologia das construções pré-moldadas:
galpões, edificações de vários pavimentos e diversas obras civis.
439
EMENTA
Racionalização e industrialização da construção civil. Sistemas Construtivos racionalizados e
industrializados. Sistemas Construtivos Especiais.
440
Importância do projeto do canteiro de obras, princípios para a modernização do setor da
construção civil, planejamento da produção de edifícios, planejamento de canteiro de obras.
Programa de necessidades: metas para produção, requisitos e diretrizes da produção. Estudo
preliminar: definição do processo construtivo, plano de ataque. Anteprojeto: Cronograma e
alocação de recursos, fases do canteiro, alternativas de transporte. Anteprojeto das fases do
canteiro: elementos do canteiro, inter-relações dos elementos do canteiro, fluxos dos processos,
priorização dos elementos do canteiro, alocação dos elementos no canteiro, arranjo físico do
canteiro. Projeto executivo global do canteiro.
441
obra, curva ABC de materiais e mão de obra, elaboração do cronograma físico-financeiro,
elaboração do manual de uso e operação, gestão do uso da água, requisitos de desempenho das
edificações, gestão da qualidade das obras.
442
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de pavimentação. Introdução,
complementação, aplicações na pavimentação. Tendências, desenvolvimentos e técnicas da
Pavimentação.
443
ANEXO C – Termo de concordância do discente na migração para a nova matriz
curricular
7.
8. _____________________________________________________
Assinatura do Aluno
9.
10. _____________________________________________________
Assinatura da Coordenação de Curso
444