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PPC - Engenharia - Civil - Cua 2022

O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Civil da UFMT para o período de 2022 a 2029 visa reformular a matriz curricular, aumentando a duração do curso de 4 para 5 anos e ajustando a carga horária das disciplinas. A reformulação busca atender às Diretrizes Curriculares Nacionais e incluir temas contemporâneos e humanísticos, além de garantir uma formação sólida para os futuros engenheiros. O documento também detalha a organização didático-pedagógica, corpo docente, infraestrutura e gestão do curso.

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PPC - Engenharia - Civil - Cua 2022

O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Civil da UFMT para o período de 2022 a 2029 visa reformular a matriz curricular, aumentando a duração do curso de 4 para 5 anos e ajustando a carga horária das disciplinas. A reformulação busca atender às Diretrizes Curriculares Nacionais e incluir temas contemporâneos e humanísticos, além de garantir uma formação sólida para os futuros engenheiros. O documento também detalha a organização didático-pedagógica, corpo docente, infraestrutura e gestão do curso.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

ENGENHARIA CIVIL

BACHARELADO

Projeto Pedagógico de Curso de Graduação

2022 – 2029

Campus Universitário do Araguaia


2022
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

Projeto Pedagógico de Curso de Graduação

ENGENHARIA CIVIL

BACHARELADO

COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO E REDAÇÃO


Profª Mariana Correa Posterlli, Me. (Presidente)
Prof. Danilo Hiroshi Konda, Dr. (Coordenador de Curso)
Prof. Raul Tadeu Lobato Ferreira, Me.
Profª Susana Dalila Dolejal Berté, Me.
Prof. Igor Aureliano Miranda Silva Campos, Me.
Prof. Cristopher Antonio Martins de Moura, Me.
Júlio Campos da Cruz (Técnico em laboratório)
Ângelo Augusto Tondo Justino (Estudante)
Kevin Alair Moreira da Rocha (Discente suplente)
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO................................................................................................................... 6

Histórico do curso ........................................................................................................... 6

Justificativas para a reelaboração do PPC ...................................................................... 7

1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 9

1.1 Concepção do curso ................................................................................................... 9

1.1.1 O Curso e as políticas institucionais da UFMT .................................................. 9

1.1.2 Quadro síntese de identificação do curso.......................................................... 12

1.1.3 Regime acadêmico, número de vagas, número de entradas, turno de


funcionamento, períodos de integralização e dimensões das turmas ....................................... 12

1.1.4 Formas de ingresso no curso ............................................................................. 13

1.1.5 Objetivos do curso ............................................................................................ 14

1.1.6 Perfil profissional do egresso ............................................................................ 14

1.1.7 Estrutura curricular ........................................................................................... 15

1.1.7.1 Matriz curricular ............................................................................................... 18

1.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas ........................................................................... 22

1.1.8 Proposta de fluxo curricular .............................................................................. 26

1.1.9 Disciplinas optativas ......................................................................................... 30

1.1.10 Conteúdos curriculares...................................................................................... 30

1.1.11 Metodologia de ensino e aprendizagem ............................................................ 32

1.2 Operacionalização do curso ..................................................................................... 33

1.2.1 Formas de nivelamento para o ingressante ....................................................... 33

1.2.2 O trabalho acadêmico ....................................................................................... 34

1.2.3 Estágio curricular supervisionado ..................................................................... 35

1.2.4 Atividades complementares .............................................................................. 35

1.2.5 Trabalho de conclusão de curso (TCC) ............................................................ 36


1.2.6 Apoio ao discente .............................................................................................. 37

1.2.7 TIC no processo de ensino-aprendizagem ........................................................ 37

1.2.8 Relação com a pós-graduação ........................................................................... 38

1.2.9 Iniciação à pesquisa .......................................................................................... 38

1.2.10 Extensão ............................................................................................................ 39

1.2.11 Avaliação de ensino e aprendizagem ................................................................ 40

1.2.12 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ...................................... 41

1.2.13 Aula de campo .................................................................................................. 41

1.2.14 Quebra ou dispensa de pré-requisitos ............................................................... 42

1.2.15 Extraordinário aproveitamento de estudos........................................................ 42

2. CORPO DOCENTE E ADMINISTRATIVO.......................................................... 42

2.1 Corpo docente .......................................................................................................... 42

2.1.1 Quadro descritivo do corpo docente ................................................................. 44

2.1.2 Plano de qualificação docente ........................................................................... 45

2.2 Corpo técnico-administrativo................................................................................... 45

2.2.1 Quadro descritivo do corpo técnico-administrativo .......................................... 46

2.2.2 Plano de qualificação do corpo técnico-administrativo .................................... 46

3. INFRAESTRUTURA .............................................................................................. 47

3.1 Salas de aula e apoio ................................................................................................ 47

3.1.1 Salas de trabalho para professores em tempo integral ...................................... 47

3.1.2 Sala de trabalho para coordenação de curso ..................................................... 47

3.1.3 Sala coletiva de professores .............................................................................. 47

3.1.4 Salas de aula ...................................................................................................... 48

3.1.5 Ambientes de convivência ................................................................................ 48

3.1.6 Sala do centro acadêmico.................................................................................. 48

3.2 Laboratórios ............................................................................................................. 48


3.2.1 Acesso dos alunos a equipamentos de informática ........................................... 48

3.2.2 Laboratórios didáticos ....................................................................................... 49

3.3 Biblioteca ................................................................................................................. 51

4. GESTÃO DO CURSO ............................................................................................. 54

4.1 Órgãos colegiados .................................................................................................... 54

4.1.1 Núcleo docente estruturante .............................................................................. 54

4.1.2 Colegiado de curso ............................................................................................ 55

4.2 Coordenação e avaliação do curso ........................................................................... 56

4.2.1 Coordenação de curso ....................................................................................... 56

4.2.2 Avaliação interna e externa do curso ................................................................ 58

4.2.3 Acompanhamento e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem ........... 58

4.3 Ordenamentos diversos ............................................................................................ 59

4.3.1 Reunião de docentes ......................................................................................... 59

4.3.2 Assembleia da comunidade acadêmica ............................................................. 59

4.3.3 Apoio aos órgãos estudantis.............................................................................. 59

4.3.4 Mobilidade estudantil: nacional e internacional ............................................... 59

4.3.5 Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso .................................... 60

5. EQUIVALÊNCIA DOS FLUXOS CURRICULARES........................................... 61

5.1 Quadro de Equivalência dos Fluxos Curriculares .................................................... 61

5.2 Complementação de estudos .................................................................................... 69

6 PLANO DE MIGRAÇÃO ....................................................................................... 70

7 REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 74

8 APÊNDICES............................................................................................................ 83

APÊNDICE A – Ementário ............................................................................................... 83


APÊNDICE B – Regulamento de estágio curricular supervisionado ............................. 193

APÊNDICE C – Regulamento das atividades complementares...................................... 242

APÊNDICE D – Regulamento do trabalho de conclusão de curso ................................. 247

APÊNDICE E – Regulamento dos laboratórios: acesso e uso ........................................ 330

APÊNDICE F – Protocolo de segurança da aula de campo ............................................ 340

APÊNDICE G – Ações de Acessibilidade e inclusão na UFMT .................................... 350

APÊNDICE H – Regulamento sobre a quebra ou dispensa de pré-requisitos ............... 363

APÊNDICE I – Regulamento de autoavaliação do curso .............................................. 364

APÊNDICE J – Regulamento de extraordinário aproveitamento de estudos ................ 387

9 ANEXOS ............................................................................................................... 389

ANEXO A – Termos de compromisso de provisão de docente ...................................... 389

ANEXO B – Minuta de resolução de aprovação do curso e PPC ................................... 390

ANEXO C – Termo de concordância do discente na migração para a nova matriz curricular


.........................................................................................................................................444
INTRODUÇÃO

Histórico do curso

O curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA teve início do ano


letivo de 2010, dentro do Regime de Crédito Semestral, criado pela Resolução CONSEPE Nº
60 de 30/03/2009. O curso foi implantado por meio do incentivo do programa REUNI –
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, lançado pelo Governo Federal. O
REUNI visa investir nas universidades federais oferecendo as condições necessárias para sua
expansão no que diz respeito a abertura de cursos de graduação e, automaticamente, número de
vagas para estudantes de graduação no sistema federal de ensino superior, aumentando assim o
acesso à universidade.
O curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA foi reconhecido pela
Portaria MEC Nº 111 de 04/02/2021 e está avaliado no ENADE 2019 com nota três.
Desde a sua implantação, o curso de bacharelado em Engenharia Civil da
UFMT/ICET/CUA tem estabelecido ações com o objetivo de: ampliar e qualificar seu corpo
docente; incentivar a geração de grupos de pesquisa; realizar projetos de extensão voltados tanto
para o acadêmico do curso quanto para a comunidade externa interessada, no intuito de gerar
capacitação e atualização para o mercado de trabalho; aprimorar sua estrutura física; e organizar
eventos acadêmicos.
As atividades realizadas pelo curso em formato de pesquisa ou extensão já podem ser
demonstradas nas mostras científicas da própria instituição e publicada em anais. No semestre
de 2016/1, com a organização do Centro Acadêmico de Engenharia Civil, foi realizada a I
Semana da Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA, que contou com a apresentação de diversas
palestras na área de Engenharia Civil, com a participação de profissionais renomados em suas
áreas de atuação, bem como a oferta de mini-cursos e apresentações de trabalhos científicos de
alunos formados no curso de Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA.

6
Justificativas para a reelaboração do PPC

O curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA está passando pela


primeira reformulação de seu Projeto Político Pedagógico, onde apresenta uma significativa
alteração, no intuito de melhorar sua matriz curricular, bem como as ementas de seus
componentes curriculares. Em atendimento à Resolução CNE CES Nº 2/2007, a proposta é
aumentar o tempo total do curso de 4 (quatro) anos em período integral para 5 (cinco) anos em
período integral.
O turno integral de funcionamento se justifica tendo em vista que o curso conta com um
número reduzido de docentes, sendo algumas das disciplinas ministradas por docentes de outros
cursos do ICET.
A alteração de tempo total de curso se justifica no atendimento à Resolução CNE CES
Nº 2/2007 e na tentativa de inserir os componentes curriculares básicos para a formação do
Engenheiro Civil, tendo em vista que a sua habilitação profissional, perante ao Conselho
Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) se dá dependendo das disciplinas que o
acadêmico cursou em sua graduação.
Ainda com relação a alteração da matriz curricular, foi de grande relevância pensar na
reformulação dos componentes no que tange a questão de carga horária de algumas disciplinas,
sendo que algumas disciplinas estavam com carga horária maior do que o necessário, sendo que
outras, estava faltando carga horária para um melhor aproveitamento do conteúdo. Além disso,
foi ajustado, na medida da necessidade, as questões de: carga horária teórica e prática e a divisão
de disciplinas para um melhor balanceamento do conteúdo do curso.
Também foi possível, nesta reformulação, ajustar a carga horária total do curso,
buscando atender à atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação em Engenharia Civil, conforme a Resolução CNE/CES nº 02, de 24/04/2019 além
da Resolução CNE/CES nº 07, de 18/12/2018 estabelece a carga horária mínima em atividades
de Extensão como 10% da carga horária total do curso.
Quanto ao estágio supervisionado curricular obrigatório também foi possível manter as
192 horas sem prejuízo acadêmico e estando em conformidade com a legislação vigente sobre
os estágios.
Nesta reformulação, a matriz curricular do curso de bacharelado em Engenharia Civil
da UFMT/ICET/CUA se dividiu em três grandes grupos, sendo eles: Núcleo de Formação
Básica, Núcleo de Formação Profissionalizante e Núcleo de Formação Específica. Quanto as

7
disciplinas do Núcleo de Formação Básica, em sua maioria, são disciplinas comuns aos outros
cursos do campus CUA, entre os três institutos: Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET),
Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) e Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde
(ICBS). As disciplinas (ou componentes curriculares) comuns nos cursos destes três institutos,
terão o mesmo código, mesma carga horária e mesma ementa, facilitando assim a mobilidade
dos alunos entre os cursos para cursar as disciplinas, bem como a disponibilidade de turmas e
professores para estas disciplinas.
Além destes fatores, a reformulação se faz necessária para inserir ao projeto do curso
assuntos votados a atuais e humanísticos na qual a educação está inserida, abordando temas
como:
• Linguagem Brasileira de Sinais: atendendo a Lei Nº 10.436/2002 e Decreto nº
5.626/2005.
• Educação em Direitos Humanos: de acordo com o Parecer CNE/CP Nº8, de
06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP Nº1, de 30/05/2012 conforme disposto na Lei
nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
• Relações Étnico-raciais: inseridas no ensino de história e cultura afro-brasileira e
indígena enquanto componentes curriculares optativos, em cumprimento ao disposto na Lei
nº11.645/2008 e ao Decreto nº 4.281/2002, Parecer CNE/CP nº 03/2004 e Resolução CNE/CP
nº1/2004.
• Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida:
visando atender a Lei Nº10.098, de 19 de dezembro de 2000, nos decretos nº5.296, de 2 de
dezembro de 2004, nº6.949, de 25 de agosto de 2009, nº7.611, de 17 de novembro de 2011 e
Portaria nº3.284, de 7 de novembro de 2003.
• Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: conforme
disposto na Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
• Educação Ambiental: em cumprimento da Lei nº 9.795/1999, Decreto nº 4.281/2002,
Parecer CNE/CP nº 14/2012 e Resolução CNE/CP nº 2/2012.
Sendo assim, a reelaboração do Projeto Pedagógico do Curso se faz necessária, tendo
em vista o melhoramento da qualidade do curso, as demandas do mercado de trabalho dos
futuros Engenheiros Civil, através dos métodos empregados pela universidade e pelas
prioridades que formam o perfil do aluno e futuro profissional Bacharel em Engenharia Civil.

8
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

1.1 Concepção do curso

1.1.1 O Curso e as políticas institucionais da UFMT

Estão elencadas a seguir as políticas institucionais do curso.


Garantir uma formação sólida às exigências do mercado profissional
Uma porcentagem da estrutura curricular deve atender às exigências mínimas de
formação básica do aluno, sendo obrigatória para integralizar o curso de graduação. A parcela
destinada a complementar a formação básica do aluno dever ser flexível, permitindo que o
mesmo curse outras disciplinas de interesse específico e desenvolva outras atividades que
atendam à sua vocação nas áreas profissionais de seu interesse. Isto inclui:
• Escolha do elenco de disciplinas optativas;
• Trabalho de curso;
• Estágios obrigatórios;
• Desenvolvimento de atividades de iniciação científica;
• Realização de Atividades Complementares;
• Participação em atividades de extensão universitária.
Gerar uma estrutura curricular condizente com a formação do estudante
Com a proposta de um núcleo básico comum, as disciplinas optativas oferecidas devem
retratar o estado da arte, nas suas respectivas áreas tecnológicas, e seus conteúdos devem ser
atualizados de acordo com o desenvolvimento científico e tecnológico. A estrutura curricular
básica do curso passa a ser a tradicional segundo as diretrizes curriculares e o profissional
recebe o grau de Engenheiro Civil Pleno, estando habilitado para atuar em qualquer área da
Engenharia Civil segundo legislação atual vigente – CREA (Conselho Regional de Engenharia
e Agronomia).
Reduzir a carga horária para o aluno em sala de aula
A proposta desta reformulação contempla uma carga horária total de 3776 horas, em 5
anos, sendo que a proposta anterior, em vigência até 2017, era de 3800 horas em 4 anos. Dessa
forma, é possível propiciar condições para o desenvolvimento de atividades extraclasses. Neste
total, estão compreendidos os componentes curriculares com 192 (cento e noventa e duas) horas
9
em Estágio Obrigatório, 32 (trinta e duas) horas para o Trabalho de Conclusão de Curso, 80
(oitenta) horas em Atividades Complementares e 384 (trezentas e oitenta e quatro) horas em
Atividades de Extensão.
Dar uma formação básica e sólida nos conteúdos curriculares
O curso abrange conteúdos de formação básica, como Administração e Economia,
Algoritmos e Programação, Ciência dos Materiais, Ciências do Ambiente, Eletricidade,
Estatística, Expressão Gráfica, Fenômenos de Transporte, Física, Informática, Matemática,
Mecânica dos Sólidos, Metodologia Científica e Tecnológica, Química e Desenho Universal
Além disso, conta com as disciplinas de formação profissionalizante e específicas requeridas
ao profissional de Engenharia Civil.
Preparar o estudante para uma vida profissional de atualização contínua
A formação básica proposta na estrutura curricular deve fornecer ao estudante condições
intelectuais e conhecimentos necessários para acompanhar o desenvolvimento científico e
tecnológico mundial. Complementando a formação do estudante, desafios relacionados com a
solução de problemas de base científica e tecnológica devem ser propostos, sejam como
trabalhos de pesquisas nas disciplinas, projetos, iniciação científica, extensão universitária,
trabalho de graduação e ou trabalhos de cooperação técnica científica junto a empresas. Dessa
forma, o aluno, durante todo o desenvolvimento de seu Curso de Graduação, será motivado a
resolver problemas e desenvolver projetos de pesquisa e extensão, o que o tornará preparado
para estar sempre pesquisando e apto a enfrentar novos desafios.
Empreendedorismo
Durante o curso, o estudante será motivado a manter contato com empresas através de
estágios, visitas técnicas, palestras com profissionais do setor empresarial etc., com vistas a
adquirir conhecimentos da estrutura e organização empresarial. Isto deve despertar o espírito
empreendedor, de modo que o futuro profissional possa incorporar esta filosofia no seu local
de trabalho, seja como funcionário de pequenas empresas ou de grandes corporações, como
gerente de sua própria empresa, em escritório de projetos, em empresas de consultoria ou em
universidades. Outras formas de despertar a visão do empreendedor estão relacionadas com o
envolvimento dos estudantes nas empresas incubadoras de base tecnológica, relacionamento
direto das empresas juniores junto ao SEBRAE e o desenvolvimento de projetos técnico
científicos junto às empresas. As disciplinas relacionadas com Administração, Economia,
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania devem tratar sistematicamente de aspectos
relacionados com a estrutura e organização de empresas e despertar o talento empreendedor dos

10
estudantes. Para implementação destas propostas, juntamente com a estrutura curricular, além
de se ter uma sistemática de avaliação centrada na formação do aluno, com recursos humanos
e infraestrutura adequados, devem ser instituídas ações com vistas a propiciar ao estudante
condições plenas para o seu desenvolvimento científico, profissional e sócio cultural. Dentre
essas ações destacam-se a captação de bolsas de iniciação científica das diversas agências de
fomento (CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico,
FAPEMAT - Fundação de Amparo à Pesquisa em Mato Grosso, entre outras), programas de
estágios, monitoria, empresa júnior, atividades de extensão.
Áreas de Atuação
O Engenheiro Civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção
ou reforma. Pode atuar em instituições públicas, empresas de projeto e de consultoria,
construtoras e empreiteiras, empresas governamentais e instituições de ensino e de pesquisa.
Suas áreas de atuação são:
• Construção Civil - Concepção, execução e fiscalização de obras civis – como
residenciais, prediais, obras de arte, pontes, viadutos, estádios e barragens.
• Estruturas - Elaboração e execução de projetos estruturais de edifícios comerciais e
residenciais, galpões industriais, estádios, pontes, viadutos, reservatórios e outros.
• Recursos Hídricos e Ambientais - Elaboração e execução de projetos de sistemas de
abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, controle de secas e cheias, limpeza
urbana, controle de vetores, avaliação de impactos ambientais, controle da poluição do ar, da
água e do solo e gestão ambiental.
• Geotecnia - Elaboração e execução de projetos fundações e contenções, execução de
sondagens e prospecções do solo, controle de erosões, barragens de terra, entre outros.
• Transportes - Elaboração e execução de projetos viários, planejamento e
gerenciamento de transportes urbanos, elaboração de planos diretores de transportes públicos,
projeto e construção de rodovias, ferrovias, hidrovias e portos.

11
1.1.2 Quadro síntese de identificação do curso

Denominação Engenharia Civil


Código EMEC 123055
Regime de créditos semestrais
Grau Bacharel em Engenharia Civil
Modalidade Presencial
Turno Integral (matutino e vespertino)
Unidade acadêmica ICET – Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Total carga horária 3776 horas
Total de créditos 236 créditos
Carga horária das disciplinas Obrigatórias 3120 horas
Carga horária das disciplinas Optativas 192 horas
Carga horária de TCC 32 horas
Carga horária de Estágio 192 horas
Carga horária das Atividades Complementares 80 horas
Carga horária das Atividades de Extensão 384 horas
Entradas anuais Uma única entrada anual: no 1º semestre
Vagas (semestre/ano) 65 no 1º semestre
Tempo mínimo para integralização 10 semestres
Tempo máximo para integralização 15 semestres
Mínimo de Créditos por semestre 6 créditos
Máximo de Créditos por semestre 36 créditos
Local de oferta Campus do Araguaia
Período de implementação do PPC Agosto de 2022

Situação legal de Reconhecimento Renovação de Reconhecimento de Curso, Portaria 111


de 04/02/2021

1.1.3 Regime acadêmico, número de vagas, número de entradas, turno de


funcionamento, períodos de integralização e dimensões das turmas

Regime acadêmico: Regime de crédito semestral (dezesseis horas-aula correspondem


a um crédito).

Número de vagas e entrada: Serão oferecidas 65 (sessenta e cinco) vagas por ano, com
entrada no 1º semestre.

Turno de funcionamento: Integral (matutino e vespertino).


Nos turnos matutino e vespertino os alunos terão oportunidade de estarem envolvidos
com atividades de ensino, pesquisa e extensão, entre elas:
• Aulas teóricas e práticas da matriz curricular;
12
• Atividades de pesquisa em grupos de estudos composto por docentes e discentes;
• Projetos de Iniciação Científica;
• Orientações de Trabalho de Conclusão de Curso;
• Projetos de Extensão da Universidade e do curso propriamente dito;
• Aulas para o aprendizado na utilização de softwares de Engenharia;
• Utilização dos laboratórios e equipamentos do curso para fixação do aprendizado;
• Estágios Supervisionados Obrigatórios.

Períodos de integralização: Tempo mínimo para integralização: 10 (dez) semestres.


Tempo máximo para integralização: 15 (quinze) semestres.

Dimensão das turmas: Visando a qualidade no ensino, as turmas das aulas teóricas
serão compostas por 65 (sessenta e cinco) alunos, enquanto as práticas serão compostas por no
máximo 35 (trinta e cinco) alunos em cada turma, em função da limitação da capacidade física
dos laboratórios, determinada pelo número de equipamentos disponíveis, bem como,
proporcionar a possibilidade do acompanhamento do professor no atendimento aos alunos
durante a aula, necessária à efetividade do ensino.
De acordo com os conteúdos a serem ministrados e pensando na qualidade do ensino,
no intuito de melhor atender aos alunos durante as aulas, as disciplinas poderão ser realizadas
com dois ou mais professores.

1.1.4 Formas de ingresso no curso

O ingresso dos alunos se dará por meio do ENEM/SISU e demais meios adotados pela
UFMT, o que inclui transferência interna e externa, matrícula de graduados e outras formas
legais referendadas pela UFMT, adquirindo direito à vaga aqueles:
I - que tenham sido classificados no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e
concluído o curso de ensino médio antes da data da matrícula;
II - transferidos, mediante existência de vaga, ou compulsoriedade;
III - de outros países, através de convênios ou acordo cultural;
IV - portadores de diplomas de curso superior, mediante a existência de vaga;
V - que tenham sido classificados em concurso vestibular ou processos seletivos
especiais, quando for o caso e, em conformidade com a normatização da UFMT.

13
1.1.5 Objetivos do curso

A ideologia central na elaboração dos objetivos do curso de bacharelado em Engenharia


Civil da UFMT/ICET/CUA não é somente difundir conteúdos, mas apresentar que o caminho
da realização passa pelo reconhecimento das inovações, da produção do novo e do original. São
objetivos do Curso:
Objetivo Geral
O curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA tem por objetivo
geral formar profissionais de nível superior que tenham formação generalista, alicerçada em
sólido aprendizado técnico-científico, gerencial e social, aptos a absorver e desenvolver novas
tecnologias e atuar criativa e criticamente na identificação das demandas sociais e no
desenvolvimento sustentado da região e do país.
Objetivos Específicos
O curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA tem por objetivos
específicos:
• Oportunizar conhecimentos e capacitar a vivência dos princípios éticos na sua
atividade profissional;
• Formar profissionais conscientes da sua responsabilidade profissional e social;
• Capacitar seus egressos para elaborar, coordenar, implantar e operar projetos, fiscalizar
as atividades profissionais referentes as grandes áreas de atuação da Engenharia Civil:
Estruturas, Recursos Hídricos e Ambientais, Construção civil, Geotecnia, Transportes,
conscientizando os alunos para o planejamento de obras de Engenharia Civil visando a
sustentabilidade e a consciência ambiental;
• Avaliar o impacto de projetos de engenharia no contexto social e do ambiente.

1.1.6 Perfil profissional do egresso

Perfil do Egresso
O egresso do curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA deverá possuir sólidos
conhecimentos científicos e tecnológicos, com forte formação técnica, que o capacite a dominar
tecnologias da Engenharia Civil, permitindo sua atuação crítica e criativa na identificação e

14
resolução de problemas, de forma ética e humanística, considerando seus aspectos globais,
políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e de segurança no trabalho.
Com base nas diretrizes básicas apresentadas, em conformidade com a Resolução N° 2
CNE/CES, de 24 de Abril de 2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN)
para os cursos de graduação em Engenharia, o curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA se
propõe a propiciar meios para formação desse profissional, proporcionando-lhe uma sólida
formação básica, estimulando a autonomia intelectual do aluno e a consciência de suas
responsabilidades no âmbito econômico, ambiental, social, político e cultural.
O profissional egresso deverá ser capaz de: (i) formular e conceber soluções desejáveis
de engenharia, analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto; (ii)
analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos verificados e
validados por experimentação; (iii) conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e
serviços), componentes ou processos; (iv) e implantar, supervisionar e controlar as soluções de
Engenharia.
Devido à grande abrangência desta modalidade de engenharia, deverá se expressar de
forma adequada e eficaz, trafegando em outras áreas de conhecimento, estando preparado para
trabalhos de natureza multidisciplinar. Além disso, pretende-se que o
aluno/egresso/profissional tenha cultura geral e conhecimento de temas contemporâneos para
perceber o impacto das soluções em Engenharia.

1.1.7 Estrutura curricular

A estrutura curricular proposta para o curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA em


conformidade com a Resolução CNE/CES 2/2019 busca permitir que o profissional a ser
formado tenha opções de áreas de conhecimento e atuação, articulação permanente com o
campo de atuação do profissional, base filosófica com enfoque na competência, abordagem
pedagógica centrada no aluno, ênfase na síntese e na multidisciplinaridade, preocupação com a
valorização do ser humano e preservação do meio ambiente, integração social e política do
profissional, possibilidade de articulação direta com a pós-graduação e vinculação entre teoria
e prática (Parecer CNE/CES 1/2019).
A interação transformadora entre as instituições de ensino e demais setores da sociedade
acontece por intermédio das atividades de extensão, através da aplicação do conhecimento, em

15
articulação permanente com o ensino e a pesquisa. De acordo com a Resolução CNE/CES n°
7, de 18 de Dezembro de 2018 essas atividades deverão compor, no mínimo, 10% (dez por
cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, as quais deverão
fazer parte da matriz curricular dos cursos.
A matriz curricular atende às recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para
os cursos de graduação em Engenharia Civil RESOLUÇÃO CNE/CES nº 02 de 24 de abril de
2019, com fundamento no Parecer CES 1/2019. A matriz curricular é composta pelos
componentes de formação geral, de formação de área e de formação específica, contendo
disciplinas obrigatórias e específicas.
Para receber o diploma de Graduado em Engenharia Civil, além dos requisitos
necessários como nota, frequência e estágio, o aluno deverá participar de Atividades
Complementares e de Extensão, com o objetivo de ampliar seus horizontes, totalizando 80
(oitenta) horas em atividades complementares e 384 (trezentos e oitenta e quatro) horas em
atividades de extensão atendendo à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018.
Além das disciplinas obrigatórias, para integralizar o curso o discente deverá cursar pelo
menos 192 (cento e noventa e duas) horas de disciplinas optativas. As disciplinas optativas
estão dispostas no quadro 1.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas e deverão ser cursadas
conforme descrito no item 1.1.9 Disciplinas Optativas.
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA atende à Resolução CNE/CES n° 2, de 24
de Abril de 2019 e demais legislações pertinentes, uma vez que:
• Possui 3776 horas e tempo de integralização de 5 anos atendendo à Resolução
CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007;
• Contempla o Trabalho de Conclusão de Curso como componente curricular
obrigatório;
• A disciplina de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) é oferecida como optativa
(Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005);
• Estágio Curricular Supervisionado como componente curricular obrigatório e com
duração de 192 horas, atendendo à Resolução CNE/CES nº 02, de 24/04/2019;
• A temática da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena e da Educação em Direitos
Humanos são contempladas pelos componentes curriculares optativos Educação em Direitos
Humanos e Relações Étnico-Raciais (Lei nº 10.639/2003, Lei nº 11.645/2008, Lei nº
12.288/2010, Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, Resolução CNE/CP Nº 1, de
30 de maio de 2012);

16
• As Políticas de Educação Ambiental (Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto
nº 4.281, de 25 de junho de 2002) são contempladas no componente curricular: Saneamento
(obrigatório);
• Temática de Prevenção e Combate à Incêndio (Lei no 13.425, de 30 de março de 2017)
são contempladas nos componente curriculares: Instalações Hidrossanitárias Prediais
(obrigatório) e Engenharia de Segurança do Trabalho (obrigatório).
• Atende à Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira com carga horária de 384 horas
estipuladas na matriz curricular (dez por cento do total da carga horária curricular).
A tabela a seguir apresenta a proposta de matriz curricular para o presente PPC. Nessa
tabela são apresentados os componentes curriculares, sua natureza, a Unidade Acadêmica
Ofertante (UAO), a carga horária e créditos correspondentes, bem como os pré-requisitos
exigidos.

17
1.1.7.1 Matriz curricular

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos


NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Desenho Técnico Obrigatório ICET - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 - -


Cálculo Diferencial e Integral I Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 - -
Mecânica Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Álgebra Linear I Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
1°Núcleo: formação básica

Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
Cálculo Diferencial e Integral I;
Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4
Cálculo Diferencial e Integral II
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 848 176 - - - 1024 53 11 - - - 64

18
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Desenho Arquitetônico Obrigatório ICET/EC - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 Desenho Técnico -


Introdução à Engenharia Civil Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 - -
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
2°Núcleo: formação profissionalizante

Topografia Obrigatório ICET 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Desenho Técnico -


Estática dos Materiais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral I -
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Estatística Geral;
Ações e Segurança em Estruturas Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 -
Teoria das Estruturas I
Mecânica dos Solos II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos I -
Teoria das Estruturas II Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Teoria das Estruturas I -
Engenharia de Segurança do Trabalho Obrigatório ICET 32 16 16 - - 64 2 1 1 - - 4 - -
Hidrologia Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estatística Geral -
Economia e Administração Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 936 168 16 - - 1120 58,5 10,5 1 - - 70

19
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -


Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
Saneamento Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidráulica -
Projeto Geométrico de Rodovias Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
3°Núcleo: formação específico

Resistência dos Materiais II;


Estruturas em Madeira I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Concreto Armado I Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Hidráulica;
Pavimentação e Drenagem Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Mecânica dos Solos I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
Teoria das Estruturas II
Estruturas em Concreto Armado I;
Fundações Obrigatório ICET/EC 48 - - - - 48 3 - - - - 3 -
Mecânica dos Solos II.
Trabalho de Conclusão Curso I Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 2208 horas em disciplinas -
Estágio Curricular Supervisionado I Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
Trabalho de Conclusão Curso II Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 Trabalho de Conclusão Curso I -
Estágio Curricular Supervisionado II Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
SUBTOTAL: 752 224 - - - 976 47 14 - - - 61

20
SUBTOTAL NÚCLEOS: 2536 568 16 0 0 3120 158,5 35,5 1 0 195 195
Atividades Complementares Obrigatório 80 5
Ações de Extensão para fins de creditação Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório 192 12
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
* Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas.
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de Extensão
para fins de Creditação; TOT – Total.

21
1.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativa/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Computação Instrumental Optativa ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Programação de Computadores -


Educação em Direitos Humanos e Relações
Optativa ICHS/DIR 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Étnico-Raciais
Empreendedorismo Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Inglês Instrumental Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Linguagem Brasileira de Sinais Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Práticas de Leitura e Produção de Textos I Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
1°Núcleo: geral

Sociologia e Antropologia Optativa ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Mecânica;
Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Mecânica;
Oscilações, Ondas e Calor Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução à Ciência e Engenharia dos Mecânica;
Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Materiais Fundamentos de Química I
Cálculo Diferencial e Integral IV Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral III -
Vetores e Geometria Analítica Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Álgebra Linear II Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I -
Estatística Experimental Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fenômenos de Transporte II Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -

22
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativa/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Elementos de Geologia Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Controle de Qualidade dos Materiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Softwares aplicados à Engenharia Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Técnico -
Direito para Engenharia Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Energias Renováveis Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Engenharia Econômica Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
2°Núcleo: profissionalizante

Gestão Ambiental Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Introdução ao Método dos Elementos Programação de Computadores;
Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Finitos Teoria das Estruturas II
Hidráulica;
Engenharia de Recursos Hídricos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Hidrologia
Planejamento e Projetos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Economia e Administração -
Topografia Aplicada Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
Concretos Especiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Patologia das Construções Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Sistemas Construtivos Inovadores Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Sociologia e Planejamento Urbano Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Sustentabilidade na Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Tópicos Especiais em Arquitetura e
Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Arquitetura e Urbanismo -
Urbanismo
Tópicos Especiais em Hidrologia Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidrologia -
Tópicos Especiais em Materiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -

23
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativa/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Obras de Terra Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -


Estabilidade de Taludes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Ensaios de Laboratório e de Campo em
Optativa ICET/EC 48 - 16 - - 64 3 - 1 - - 4 Mecânica dos Solos II -
Geotecnia
Gerenciamento de Obras Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Engenharia de Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Alvenaria Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas II
Estruturas em Madeira II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Madeira I -
Estruturas Metálicas II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas Metálicas I -
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado II -
3°Núcleo: específico

Ferrovias Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -


Gestão da Qualidade na Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Industrialização da Construção Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Pontes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado II -
Estruturas em Concreto Protendido Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado I -
Reforço de Estruturas em Concreto Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado I -
Projeto Integrado de Canteiro de Obras Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Manutenção de Pavimentos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Pavimentação e Drenagem -
Estruturas em Concreto Armado II;
Projeto Integrado de Engenharia Civil I Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Orçamento e Técnicas de Planejamento -
na Construção Civil
Projeto Integrado de Engenharia Civil II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Integrado de Engenharia Civil I -
Resistência dos Materiais II;
Tópicos Especiais em Estruturas Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas II
Tópicos Especiais em Fundações Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Instalações Hidrossanitárias Prediais;
Tópicos Especiais em Instalações Prediais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Instalações Prediais Elétricas

24
Tópicos Especiais em Pavimentação Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Tópicos Especiais em Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de Extensão
para fins de Creditação; TOT – Total.

25
1.1.8 Proposta de fluxo curricular

O fluxo curricular é a distribuição, em periodização semestral, dos componentes


curriculares estabelecidos na matriz curricular, que sugere ao aluno um itinerário acadêmico
para conclusão do curso no tempo mínimo estabelecido no projeto pedagógico.
A matrícula, no sistema de crédito, possibilita ao discente se matricular em qualquer
componente curricular, desde que não haja restrições (pré-requisitos ou choque de horários),
totalizando no máximo 36 créditos por semestre (576 horas), conforme as Resoluções
CONSEPE Nº 52, de 19 de dezembro de 1994, e CONSEPE Nº 21, de 05 de abril de 2010.
A tabela a seguir apresenta a proposta de fluxo curricular para o presente PPC. Nessa
tabela são apresentados os componentes curriculares, sua natureza, a Unidade Acadêmica
Ofertante (UAO), a carga horária e créditos correspondentes, bem como os pré-requisitos
exigidos.

26
Para graduar-se no curso de Engenharia Civil o aluno deverá cursar 3776 horas. O tempo para integralização do curso se dará entre os prazos
mínimo de 10 semestres e máximo de 15 semestres. O discente poderá se matricular em até 36 créditos por semestre. Segue abaixo o quadro com a proposta
do fluxo curricular:
PERÍODOS

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Introdução à Engenharia Civil Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 - -


1° Semestre

Desenho Técnico Obrigatório ICET - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 - -


Cálculo Diferencial e Integral I Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 - -
Álgebra Linear I Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Mecânica Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 256 64 - - - 320 16 4 - - - 20
Desenho Arquitetônico Obrigatório ICET/EC - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 Desenho Técnico -
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
2° Semestre

Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
SUBTOTAL: 240 176 - - - 416 15 11 - - - 26
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
3° Semestre

Cálculo Diferencial e Integral I;


Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral II
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Topografia Obrigatório ICET 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Desenho Técnico -
Estática dos Materiais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral I -
SUBTOTAL: 328 56 - - - 384 20,5 3,5 - - - 24

27
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -
4° Semestre

Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
5° Semestre

Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
6° Semestre

Hidrologia Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estatística Geral -


Teoria das Estruturas II Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Teoria das Estruturas I -
Estatística Geral;
Ações e Segurança em Estruturas Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 -
Teoria das Estruturas I
Mecânica dos Solos II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos I -
SUBTOTAL: 336 - - - - 336 21 - - - - 21
Engenharia de Segurança do Trabalho Obrigatório ICET 32 16 16 - - 64 2 1 1 - - 4 - -
Saneamento Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidráulica -
7° Semestre

Resistência dos Materiais II;


Estruturas em Madeira I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Concreto Armado I Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 -
Teoria das Estruturas I
Projeto Geométrico de Rodovias Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
SUBTOTAL: 320 16 16 - - 352 20 1 1 - - 22

28
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
8° Semestre

Teoria das Estruturas II


Hidráulica;
Pavimentação e Drenagem Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Mecânica dos Solos I
Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativa I (geral) Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Optativas
Optativa II (profissionalizante ou Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
específica) Optativas
SUBTOTAL: 336 - - - - 336 21 - - - - 21
Estruturas em Concreto Armado I;
Fundações Obrigatório ICET/EC 48 - - - - 48 3 - - - - 3 -
Mecânica dos Solos II.
9° Semestre

Economia e Administração Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Optativa III (profissionalizante ou Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
específica) Optativas
Trabalho de Conclusão de Curso I Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 2208 horas em disciplinas -
Estágio Curricular Supervisionado I Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
SUBTOTAL: 176 112 - - - 288 11 7 - - - 18
10° Semestre

Trabalho de Conclusão de Curso II Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 Trabalho de Conclusão de Curso I -

Estágio Curricular Supervisionado II Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -

SUBTOTAL: - 112 - - - 112 - 7 - - - 7

SUBTOTAL DISCIPLINAS 2728 568 16 - - 3312 170,5 35,5 1 - - 207

Atividades Complementares Obrigatório 80 5


Atividades de Extensão Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório - -
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AEC – Ações de Extensão para fins de
Creditação; TOT – Total. * Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas

29
1.1.9 Disciplinas optativas

As disciplinas optativas são de grande importância no presente PPC. O rol de disciplinas


optativas, conforme apresentado no item 1.1.7.2, contempla 60 (sessenta) disciplinas agrupadas
em núcleo geral, profissionalizante e específico. Dentre as disciplinas do núcleo
profissionalizante e específico somam 45 (quarenta e cinco) disciplinas distribuídas entre as
grandes áreas da Engenharia Civil: Estruturas, Construção Civil, Geotecnia, Transportes e
Recursos Hídricos e Ambientais. Assim, todo semestre haverá pelo menos 2 (duas) disciplinas
optativas para os alunos se matricularem.
Para a integralização do curso os estudantes deverão cursar 192 horas em disciplinas
optativas constantes no rol apresentado no item 1.1.7.2. Devendo ser cursadas 2 (duas) das
disciplinas do núcleo profissionalizante ou específico e 1 (uma) do núcleo geral.

1.1.10 Conteúdos curriculares

As disciplinas da matriz curricular do curso de Engenharia Civil CUA foram elencadas


com base nos conteúdos exigidos para a formação dos egressos estabelecido pelas DCNs –
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Além disso, tanto as
disciplinas obrigatórias quanto as disciplinas optativas contidas na matriz curricular do curso
atendem as diversas áreas de atuação do profissional de Engenharia Civil, contidas no rol de
disciplinas dos núcleos de formação específica e profissionalizante.
Com relação ao núcleo básico, são ofertadas as disciplinas que visam embasamento
matemático, físico e químico, comuns às demais disciplinas das ciências exatas, no intuito de
gerar subsídios teóricos para as disciplinas específicas e profissionalizantes, bem como o
desenvolvimento do raciocínio lógico quantitativo exigido pelos profissionais das engenharias.
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia
todas as habilitações do curso de Engenharia devem contemplar os seguintes conteúdos básicos,
dentre outros: Administração e Economia, Algoritmos e Programação, Ciência dos Materiais,
Ciências do Ambiente, Eletricidade, Estatística, Expressão Gráfica, Fenômenos de Transporte,
Física, Informática, Matemática, Mecânica dos Sólidos, Metodologia Científica e Tecnológica,
Química e Desenho Universal.

30
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA atende ao parecer CNE/CES n° 1/2019 e
demais legislações pertinentes, uma vez que os conteúdos básicos são contemplados da seguinte
forma:
• Administração e Economia: contemplados pelo componente curricular obrigatório
Economia e Administração;
• Ciência dos Materiais: contemplado pelos componetes curriculares obrigatórios
Materiais de Construção e Resistência dos Materiais I;
• Ciências do Ambiente: contemplado pelo componente curricular obrigatório
Saneamento;
• Eletricidade: contemplado pelo componente curricular obrigatório Introdução ao
Eletromagnetismo;
• Estatística: atendido pelo componente curricular obrigatório Estatística Geral;
• Expressão Gráfica: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Desenho
Técnico e Desenho Arquitetônico;
• Fenômenos de Transporte: atendido pelo componente curricular obrigatório
Fenômenos de Transporte I;
• Física: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Mecânica,
Introdução ao Eletromagnetismo e Laboratório de Física;
• Informática, Algoritmos e Programação: atendidos pelos componentes curriculares
obrigatórios Programação de Computadores e Cálculo Numérico e Computacional;
• Matemática: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Álgebra Linear
I, Cálculo Diferencial e Integral I, Cálculo Diferencial e Integral II, Cálculo Diferencial e
Integral III, Cálculo Numérico e Computacional e Equações Diferenciais Ordinárias;
• Mecânica dos Sólidos: atendido pelos componentes curriculares obrigatórios
Resistência dos Materiais I e Resistência dos Materiais II;
• Metodologia Científica e Tecnológica: ofertado como componente curricular
obrigatório (Metodologia e Redação Científica);
• Química: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios Fundamentos de
Química I e Química Geral Experimental;
• Desenho Universal: contemplado pelos componentes curriculares obrigatórios
Desenho Arquitetônico e Arquitetura e Urbanismo.
Já para atender às leis nº 10.436/2002 e nº 12.764/2012, ao Decreto nº 5.626/2005, ao
Parecer CNE/CP Nº8 e à Resolução CNE/CP Nº1, de 30/05/2012, foram inseridas no rol de

31
disciplinas optativas: “Linguagem Brasileira de Sinais” e “Educação em Direitos Humanos e
Relações Étnico-Raciais”.

1.1.11 Metodologia de ensino e aprendizagem

O curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso do Campus


Universitário do Araguaia compreende a importância, e por isso, pretende desenvolver
metodologias de ensino e aprendizagem inovadoras, que façam uso de novas tecnologias,
baseiem-se na construção do conhecimento e não na sua mera transmissão, instituindo novos
papéis para professores e alunos.
Nesse sentido, será incentivada e valorizada a atuação do docente como
mediador/facilitador dos processos de ensino-aprendizagem, intermediando a relação entre os
discentes e o conhecimento. Também se espera que os professores procurem atuar de forma
comprometida com o projeto pedagógico, tendo em vista o perfil de profissional que se almeja
formar e procurando, sempre que possível, relacionar os assuntos abordados em sua disciplina
com temáticas de outras disciplinas, promovendo a interdisciplinaridade e contribuindo para
que o estudante tenha a visão holística do conhecimento.
Outro aspecto considerado relevante é a articulação dos conteúdos abordados em sala
de aula com a realidade, pois, como muitos educadores defendem, essa articulação torna a
aprendizagem mais significativa, o que aumenta a motivação dos alunos. Particularmente nos
cursos de Engenharia, é sabido que o distanciamento entre as aulas e o contexto profissional é
um fator que tem alimentado o desinteresse discente. Ao assistir às aulas de maneira passiva,
os alunos podem não exercitar suas capacidades de resolução de problemas e acabar
encontrando dificuldades na elaboração de soluções.
Por essa razão, é necessário o docente desenvolver estratégias didáticas que promovam
a articulação entre teoria e prática, o que pode ser trabalhado através de metodologias de
aprendizagem ativa. Gudwin (2013) citado por Menezes (2016) define a aprendizagem ativa
como um conjunto de práticas pedagógicas que estimula nos alunos a busca por conhecimento
de forma pró-ativa. De acordo com Brum, Purcidonio e Ferreira (2017), “a utilização de
estratégias de aprendizagem ativa favorece o desenvolvimento de competências em sentido
amplo que é, sem dúvida, o requisito por excelência do mercado de trabalho nos dias de hoje”.
As atividades utilizadas em sala de aula pelo professor, correspondentes ao método da
aprendizagem ativa, podem variar desde simulações, práticas experimentais, e o uso de técnicas

32
como “Peer Instruction” (aprendizagem entre pares), “Problem Based Learning”
(aprendizagem baseada em problemas) e “Think-Pair-Share” (pensar-agrupar-compartilhar)
em que os alunos são instigados em propor soluções para um problema com a mediação do
professor.
Sob essa ótica, a metodologia de ensino mesmo que faça uso de aulas expositivas, deverá
privilegiar aulas dialogadas/interativas, inclusive com atividades em grupo, assim como o uso
de diferentes recursos audiovisuais, visitas técnicas e palestras. Quanto aos alunos será
estimulada a sua participação ativa, como seres pensantes e coparticipantes da sua formação.
As metodologias de ensino e de aprendizagem terão como norteadores a construção do
conhecimento e o desenvolvimento das competências e habilidades definidas neste curso, tendo
em vista o perfil do profissional delineado.

1.2 Operacionalização do curso

1.2.1 Formas de nivelamento para o ingressante

Tem-se percebido e registrado que um número significativo de discentes ingressantes


nos cursos superiores da área de exatas, incluindo o curso de bacharelado em Engenharia Civil
da UFMT/ICET/CUA, apresenta dificuldades de compreensão nas disciplinas de Matemática,
acarretando assim, elevados índices de reprovação nas séries iniciais.
Nota-se também, que este resultado ruim por parte dos alunos, se deve em grande parte,
a uma defasagem de aprendizado em Matemática. Ou seja, o aluno não chega aos bancos
universitários com o embasamento matemático e físico que se espera e que se faz necessário
para que prossiga seus estudos num nível de conhecimento que um curso universitário de
Engenharia exige.
Para minimizar essa defasagem de ensino, a Coordenação de Curso em conjunto com o
Colegiado de Curso incentivará os professores a solicitar monitores para as suas disciplinas a
cada semestre, principalmente das disciplinas de formação básica. Assim, os alunos
ingressantes poderão ser melhor amparados no processo ensino-aprendizagem.
Além disso, a cada novo ano letivo, a Coordenação e o Colegiado de Curso também
apoiarão a abertura de Projetos de Extensão que visem proporcionar complementação da

33
formação dos ingressantes, na forma de nivelamento dos conhecimentos das áreas de formação
básica (Matemática, Física e Química).
Os projetos de nivelamento podem contar com o auxílio de alunos do curso de
Engenharia Civil ou outro curso superior do ICET/CUA com mais de 50% do curso concluído
e que passem por uma avaliação para verificar sua aptidão e conhecimento para tal, podendo
estes projetos serem também em formato de iniciação científica.
Neste contexto, ainda cabe como uma ação fundamental, conscientizar os ingressantes
que necessitem deste nivelamento, da importância das disciplinas do núcleo básico para uma
sólida formação do Engenheiro Civil, que fará uso em sua vida profissional.

1.2.2 O trabalho acadêmico

No sentido de manter o processo de aprendizagem o mais fluido possível, o curso de


bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA, norteia-se no que diz respeito ao
ensino-aprendizado, além do processo de avaliação, na relação professor-aluno, no que diz
respeito às aulas propriamente ditas e ao atendimento aos alunos.
As disciplinas do curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA são
ministradas seguindo alguns métodos de ensino e aprendizagem, de acordo com as necessidades
de cada componente curricular.
Nos componentes curriculares de formação teórica, utilizam-se de recursos que
caracterizam uma aula expositiva, sendo que as aulas práticas, utilizam-se de laboratórios,
computadores, softwares e salas apropriadas como as de desenho técnico, bem como
laboratórios com equipamentos específicos para cada aula.
Neste contexto, os discentes contam com o auxílio dos docentes para sua aprendizagem,
tanto durante as aulas quanto extra-classe, bem como, os discentes também possuem auxílio
dos monitores das disciplinas, com o objetivo de tirar dúvidas e fortalecer grupos de estudos,
visando um melhor aprendizado. Ainda há a possibilidade de utilização de recursos virtuais,
internet e os sistemas da própria universidade, como por exemplo, o Ambiente Virtual
Acadêmico (AVA).
Aos ingressantes são apresentados pela coordenação do curso as principais informações
referentes à matrícula, estágios, atividades complementares, funcionamento do curso e normas
gerais da instituição.

34
1.2.3 Estágio curricular supervisionado

O contato com a prática e a vivência do trabalho do Engenheiro Civil é fundamental


para o aluno de engenharia civil aplicar os conhecimentos teóricos da profissão aprendidos em
sala de aula bem como conhecer os desafios do cotidiano do trabalho do engenheiro civil. Dessa
forma, é de extrema importância que o aluno faça o estágio obrigatório curricular em uma
empresa de engenharia civil para que possa ter contato com a vida profissional antes mesmo da
sua completa formação e, assim, saindo da universidade mais bem preparado para o mercado
de trabalho após o término do curso. O objetivo principal é integrar conhecimento teórico e
prático à jornada acadêmica do discente.
O Estágio, conforme a Lei Federal nº 11.788 de 25/9/2008, é entendido como um ato
educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho, possibilitando o
princípio da vivência da realidade profissional. O Estágio Supervisionado pode assumir caráter
obrigatório ou não-obrigatório e deverá ser supervisionado por um professor indicado pelo
curso. Ao professor responsável pela supervisão do Estágio caberá verificar o cumprimento das
determinações da Lei do Estágio (11.788) e regulamentação da UFMT (Resolução CONSEPE
Nº 134, de 07/06/2021) com relação à sua realização.
O Estágio Curricular Supervisionado deverá ser realizado por todos os alunos do curso
de Engenharia Civil como parte da integralização do currículo obrigatório, devendo-se para tal
matricular-se nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e Estágio Curricular
Supervisionado II. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Engenharia (parecer CNE/CES N° 1/2019) a carga horária mínima do estágio curricular
obrigatório deve atingir um mínimo de 160 (cento e sessenta e duas) horas. Dentro do curso de
Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA, o discente deverá concluir um total de 192 (cento e
noventa e duas) horas.
O Apêndice B trata do Regulamento de Estágio do curso de bacharelado em Engenharia
Civil da UFMT/ICET/CUA.

1.2.4 Atividades complementares

Além da formação prescrita pela matriz curricular, o curso de bacharelado em


Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA inclui 80 (oitenta) horas de atividades complementares

35
a serem desenvolvidas durante o período de integralização, no intuito de gerar abertura para
que o aluno busque conhecimentos fora da sala de aula, e assim, fortaleça a sua formação.
As Atividades Complementares do Curso de Engenharia Civil são planejadas de forma
a se obter atividades articuladas à formação do aluno de forma mais abrangente. Em
consonância com o princípio de que a formação dos profissionais da Engenharia Civil não deve
se ater aos limites da sala de aula, ou aos muros do campus universitário, atividades
complementares foram previstas com o objetivo de possibilitar aos alunos novos espaços e
tempos de aprendizagem.
O Apêndice C trata do Regulamento das Atividades Complementares do curso de
bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA.

1.2.5 Trabalho de conclusão de curso (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória desenvolvida de


forma individual ou em grupo, sob a orientação de um professor. O(s) estudante(s) poderá(ão)
iniciar o Trabalho de Conclusão de Curso I quando atingir a aprovação de no mínimo 2208
horas. Quando desenvolvido em grupo, todos os discentes deverão atender a este requisito.
Quando aprovado(s) no Trabalho de Conclusão de Curso I o(s) estudante(s) poderão se
matricular no Trabalho de Conclusão de Curso II.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá abordar temas em qualquer uma das grandes
áreas: Estruturas, Construção Civil, Geotecnia, Transportes, e Recursos Hídricos. Ou, ainda,
algum tema que verse sobre algum aspecto da Engenharia Civil de forma geral.
O curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT utiliza-se desta política de Trabalho
de Conclusão de Curso com o fim de propiciar, ao graduando, a demonstração do grau de
conhecimento adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, a
motivação da pesquisa e a sua capacidade para aplicar seus conhecimentos em situações
práticas e concretas.
O(s) aluno(s) deverá(ão) apresentar e defender seu trabalho em Banca Examinadora de
Trabalho de Conclusão de Curso composta por seu orientador e dois outros profissionais, sendo
um deles designado pelo próprio orientador e outro designado pelo docente responsável pelo
componente curricular Trabalho de Conclusão de Curso. A apresentação e defesa será realizada
em seção pública. O(s) aluno(s) será(ão) aprovado(s) segundo o seu desempenho na
apresentação, arguição e pelo trabalho escrito.

36
O Trabalho de Conclusão de Curso, do curso de bacharelado em Engenharia Civil do
ICET/CUA/UFMT, possui regulamento específico com a finalidade de normatizar as atividades
relativas à sua elaboração e execução, apresentado no Apêndice D.

1.2.6 Apoio ao discente

A UFMT dispõe de várias formas de apoio ao discente, entre elas:


• Alimentação: por meio do restaurante universitário;
• Transporte: veículos (ônibus) da universidade leva os alunos entre os campis I e II e
também, passando pelo centro da cidade;
• Bolsas: Monitoria, tutoria, extensão, pesquisa e iniciação científica, que
disponibilizam a possibilidade dos alunos conseguirem apoio financeiro;
• Apoio financeiro: como forma de incentivo para participação em evento;
• Incentivos da Universidade: possibilita aos discentes a participarem de programas de
intercâmbio nacional e internacional. Para os programas de intercâmbio internacional há editais
específicos e; quanto ao intercambio nacional, as datas para solicitação são previstas no
calendário acadêmico;
• Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (PRAE): possibilita aos discentes de baixa
renda a participarem de programas de apoio financeiro para custearem sua estadia na cidade de
Barra do Garças.

1.2.7 TIC no processo de ensino-aprendizagem

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) apresentam papel fundamental


no desenvolvimento e troca de informações entre docentes e discentes, sendo que a
Universidade Federal de Mato Grosso conta com sistemas de gerenciamento acadêmico,
controle de notas e consultas. Listam-se a seguir os sistemas disponíveis no site da universidade
juntamente com uma breve explicação:
• Sistema de Gerenciamento Acadêmico (SIGA): O sistema permite tanto ao docente
quanto ao acadêmico o gerenciamento de todas as informações pertinentes ao curso ou a
disciplinas específicas tais como: lançamento e consulta de notas, histórico escolar, diários de
frequência, entre outros.

37
• Ambiente Virtual Acadêmico (AVA): Sistema projetado com o intuito de facilitar a
comunicação entre docente e discente. O Ambiente Virtual Acadêmico além de possuir a
funcionalidade de troca de arquivos entre professor/aluno, permite a realização de web-
conferências e aplicação de atividades avaliativas. Através do próprio sistema, ainda apresenta
as seguintes informações: conjunto de disciplinas ministradas pelo docente, planos de ensino
das disciplinas, lançamento e consultas dos diários de classe.

1.2.8 Relação com a pós-graduação

Atualmente na UFMT/CUA não existe uma pós-graduação na área específica do curso


de Engenharia Civil. Porém, o curso de mestrado em Ciências dos Materiais da UFMT/CUA
recebe alunos das mais variadas áreas das ciências exatas, incluindo alunos oriundos do curso
de Engenharia Civil.
Além disso, o corpo docente do Campus Universitário do Araguaia já possui curso de
especialização no formato de Pós-graduação Lato Sensu, que acolhe alunos das diversas áreas
do conhecimento.
Dessa forma, há um incentivo por parte do corpo docente para com os discentes, em dar
continuidade de seus estudos de pós-graduação.

1.2.9 Iniciação à pesquisa

Além do papel de demonstrar conhecimento, a universidade também tem o papel de


criá-lo através de pesquisas e desenvolvimento teórico/prático. Salienta-se a interação do ensino
de graduação com o incentivo aos programas de iniciação científica como mecanismo de
potencializar o interesse pela pós-graduação.
Os projetos de pesquisa científica proporcionam a vivência teórica e prática e
contribuem significativamente para a complementação da formação acadêmica. Estes alunos
apresentam os resultados obtidos nas mostras científicas da própria universidade, fortalecendo
as suas habilidades de comunicação, que contribuem para a sua comunicação com a sociedade,
bem como o convívio social.

38
As atividades de pesquisa dos alunos são propostas e orientadas por professores e
gerenciadas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, reunidas em vários programas que
fornecem bolsas de estudo:
a) O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC): introduz o
aluno de graduação no mundo da pesquisa científica;
b) O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação (PIBITI): contempla os projetos de pesquisa de cunho tecnológicos
com interação com empresas, órgãos públicos e privados;
c) Programa Ação Afirmativa (PIBIC-AF): envolve os alunos em projetos
relacionados a questões dos povos indígenas do Estado de Mato Grosso;
d) Programa de Voluntários de Iniciação Científica (VIC): possui proposta
semelhante ao PIBIC, exceto por não fornecer bolsas de estudo aos alunos.
Além destes, os programas de Pós-Graduação da UFMT, oferecem aos alunos do curso
a possibilidade de continuidade de seus estudos por meio da realização de mestrado e doutorado
(Stricto Sensu), ou especializações (Lato Sensu), em várias áreas de conhecimento, bem como
orientação para que esses egressos possam buscar outras instituições para continuidade de sua
formação.

1.2.10 Extensão

O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA, atendendo ao Art. 4º da Resolução


CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, e à Resolução Consepe nº 188/2021, que dispõe
sobre o regulamento da inclusão e do registro das Ações de Extensão para fins de Creditação
(AEC) como componentes curriculares dos cursos de graduação da UFMT reserva dez por
cento de sua carga horária total às atividades de extensão. Entende-se por extensão a atividade
que se integra à matriz curricular, constituindo-se em um processo interdisciplinar, político-
educacional, cultural, científico e tecnológico que promove a interação transformadora entre a
universidade e a sociedade.
As atividades de extensão realizadas pelos alunos são propostas e supervisionadas por
professores da UFMT e gerenciadas pela Pró-Reitoria de Cultura Esporte e Vivência na
modalidade de Programa de Extensão. Estes projetos se inserem como mediadores entre o
conhecimento e a sociedade, contribuindo para a formação dos alunos enquanto futuros
profissionais e aos demais cidadãos da sociedade.

39
As ações de Extensão podem ser classificadas conforme as seguintes modalidades:
Programas; Projetos; Curso e Oficinas; Eventos e Prestação de Serviços.
Portanto, uma ação para ser caracterizada como extensão universitária deve seguir as
seguintes diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Extensão:
I- Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca
de conhecimentos;
II- Formação cidadã dos estudantes, marcada pela vivência de seus conhecimentos de
modo interprofissional e interdisciplinar;
III- Produção de mudanças na universidade e na sociedade a partir da construção e
aplicação de conhecimentos;
IV- Articulação entre ensino/pesquisa/extensão.
Dentro da Matriz Curricular aqui proposta, as atividades de Extensão são abordadas ao
longo de todo o fluxo curricular, totalizando 384 horas (10,17% da carga horária total). A
coordenação e o colegiado de curso viabilizarão anualmente pelo menos dois projetos de
extensão coordenados e apoiados por docentes do curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA.
Caberá à coordenação de curso divulgar entre os discentes os projetos de extensão que se
encontrarem com inscrições aberta. Além desses projetos de extensão, os alunos também
poderão participar de atividades de extensão apoiadas e coordenadas por docentes de outros
cursos, neste caso, a divulgação do projeto caberá à coordenação de curso ofertante.
Para validação da carga horária, em primeiro momento, o discente deverá enviar a
documentação comprobatória da participação em Extensão, via processo SEI à coordenação do
curso e aprovação do colegiado de curso. Nesse processo deverá constar todos os certificados
e a respectiva carga horária de participação. Na impossibilidade de apresentação do certificado,
uma declaração do docente coordenador do projeto que comprove a participação do discente e
informe a carga horária cumprida servirá de documento comprobatório.

1.2.11 Avaliação de ensino e aprendizagem

O processo de avaliação do ensino e aprendizagem é o instrumento de diagnosticar o


aproveitamento do aluno no que diz respeito ao conhecimento adquirido com referência aos
componentes curriculares que compõem a sua formação.
Como prática e procedimentos de avaliação o curso de bacharelado em Engenharia Civil
ICET/CUA firma-se na Resolução CONSEPE Nº 63/2018.

40
Esta resolução permite certa flexibilidade e adaptação nos mecanismos avaliativos,
desde que previstas no programa de disciplinas. Assim, cada disciplina pode ter sua forma de
avaliação ajustada às diretrizes e objetivos da disciplina, em particular, e do curso como um
todo sem, contudo, desrespeitar as normas vigentes do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFMT
(CONSEPE).
O processo de avaliação da aprendizagem dos alunos deve favorecer o crescimento do
aluno em termos de desenvolver o pensamento crítico e a habilidade de análise e reflexão sobre
a ação desenvolvida. Para situações específicas outras resoluções poderão ser consultadas
decisões específicas do Colegiado de Curso, além dos componentes diferenciados como os
Estágios e Trabalhos de Conclusão de Curso.
O curso de Engenharia Civil da UFMT/CUA não contempla a aplicação de prova final
nas disciplinas da matriz curricular. Conforme Resolução CONSEPE Nº 63, de 24 de setembro
de 2018, Artigo 17, será considerado aprovado o discente, com frequência mínima de 75% da
carga horária do componente curricular e nota igual ou superior a 5,0 (cinco), resultante da
média das avaliações do período letivo.

1.2.12 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica

A produção científica, cultural, artística e tecnológica do corpo docente do curso de


Bacharelado em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT nos últimos três anos totaliza 58
publicações. Do total de publicações 48% são trabalhos apresentados em eventos (apresentação
oral, banner, resumo ou artigo em anais), 19% são artigos publicados em periódicos, e 11% são
capítulos de livros.

1.2.13 Aula de campo

Não estão previstas aulas de campo para as disciplinas da matriz curricular, podendo ser
previstas no plano de ensino as visitas técnicas. As visitas técnicas devem seguir as
recomendações detalhadas no Apêndice F.

41
1.2.14 Quebra ou dispensa de pré-requisitos

Conforme Resolução CONSEPE 104, de 26 de agosto de 2013, os critérios para análise


da solicitação aos pedidos serão estabelecidos em Decisão do Colegiado de Curso,
homologados pela Congregação e pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação.
Os atuais critérios para a quebra de pré-requisitos, estabelecidos pelo colegiado de curso
são apresentados no Apêndice H.

1.2.15 Extraordinário aproveitamento de estudos

O PPC a ser implantando a partir de 2022 deve seguir a Resolução CONSEPE 44/2010
ou outra resolução específica no que tange ao extraordinário aproveitamento de estudos. Cabe
ao Colegiado de Curso avaliar os casos não previstos e/ou definir regras específicas por meio
de ato deliberativo, o qual passará a ter validade sobre a presente proposta de PPC. As
recomendações para o extraordinário aproveitamento de estudo do curso de Engenharia Civil
da UFMT/CUA são apresentados no Apêndice J.

2. CORPO DOCENTE E ADMINISTRATIVO

2.1 Corpo docente

Todo o corpo docente do curso de bacharelado em Engenharia Civil/ICET/CUA se


encontra vinculado ao Instituto de Ciências Exatas e da Terra, do Campus Universitário do
Araguaia, com regime de trabalho de Dedicação Exclusiva, atuando em disciplinas com
horários reservados ao atendimento aos alunos e em atividades de pesquisa, de extensão e
administrativas.
O corpo docente que o curso de bacharelado em Engenharia Civil/ICET/CUA possui
atualmente estão elencados a seguir. Além destes professores, existem os professores de outros
cursos do Campus Universitário do Araguaia que também atendem o curso de Engenharia
Civil/ICET/CUA.

42
Atualmente para atender as demandas dos componentes curriculares, orientações de
Trabalho de Conclusão de Curso, Estágios, Pesquisa e Extensão do curso de bacharelado em
Engenharia Civil/ICET/CUA, o corpo docente se encontra sobrecarregado, sendo necessário
destacar que a força de trabalho atual não é satisfatória.

43
2.1.1 Quadro descritivo do corpo docente

Experiência no
Unidade Experiência Experiência no
Regime de exercício da
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no exercício da
trabalho docência
origem mundo do trabalho docência na EaD
superior

1 Danilo Hiroshi Konda Doutor Engenharia Civil DE ICET/EC 14 anos 13 anos -


2 Greyce Bernardes de Mello Rezende Doutora Arquitetura e Urbanismo DE ICET/EC 8 anos 7 anos -
3 Kênia Aiko Togoe Fernandes Gouveia Mestra Engenharia Civil DE ICET/EC 8 anos 7 anos -
4 Susana Dalila Dolejal Berté Mestra Engenharia Civil/Matemática DE ICET/EC 18 anos 8,5 anos -
5 Dionatas Hoffmann Andreghetto Doutor Engenharia Civil DE ICET/EC 8 anos 6 anos -
6 Raul Tadeu Lobato Ferreira Mestre Engenharia Civil DE ICET/EC 5 anos 5 anos -
7 Igor Aureliano Miranda Silva Campos Mestre Engenharia Civil DE ICET/EC 16 anos 5 anos -
8 Rogério Barbosa da Silva Mestre Engenharia Civil DE ICET/EC 9 anos 6 anos -
9 Cristopher Antonio Martins de Moura Mestre Engenharia Civil DE ICET/EC 2 anos e 11 meses 2 anos e 11 meses -
10 Patrícia Cristina Steffen Mestra Engenharia Civil DE ICET/EC 3 anos e 8 meses 3 anos e 8 meses -
11 Mariana Correa Posterlli Mestra Engenharia Civil DE ICET/EC 2 anos e 11 meses 1 ano e 11 meses -
Fonte: Comissão de redação do PPC

44
2.1.2 Plano de qualificação docente

O Curso de bacharelado em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT manterá política de


capacitação docente e quando solicitado será apreciado pelo Colegiado do Curso a relação de
afastamento de docentes para capacitação, de acordo com o que estabelece: a RESOLUÇÃO
CONSEPE nº 83, de 25 de julho de 2016, que dispõe sobre normas para a qualificação stricto
sensu e pós-doutoral dos docentes da UFMT; e a RESOLUÇÃO CONSUNI n.º 06, de 26 de
março de 2014, que dispõe sobre aprovação do Plano de Capacitação e Desenvolvimento
Humano da Universidade Federal de Mato Grosso – PCDH – exercício de 2014.
Atualmente, o Colegiado de Curso de Engenharia Civil elabora e aprova um cronograma
de capacitação dos seus docentes, de acordo com o tempo de serviço e solicitação formal do
docente. O cronograma elaborado pelo Colegiado é enviado à direção do Instituto de Ciências
Exatas e da Terra (ICET/CUA) para compor o plano de qualificação anual do referido Instituto.
Em função das especificidades de algumas disciplinas do curso, a saída de um docente para
capacitação pode gerar a demanda de professor substituto para cobrir os encargos do docente
afastado.
Dessa forma, as licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão
concedidas de acordo com legislação vigente.

2.2 Corpo técnico-administrativo

Atualmente o curso de bacharelado em Engenharia Civil/ICET/CUA conta com apenas


um técnico de laboratório que auxilia tanto nas aulas práticas, pesquisas de trabalho de
conclusão de curso e iniciação científica desenvolvidas em quatro laboratórios do Curso de
Engenharia Civil da UFMT/CUA.
Deve-se destacar assim que o corpo técnico atual não é satisfatório para o bom
funcionamento das atividades nos laboratórios do curso.

45
2.2.1 Quadro descritivo do corpo técnico-administrativo

Regime Unidade
Técnico Área de atuação Titulação de acadêmica
trabalho de origem
Técnico dos laboratórios:
Mecânica dos Solos;
Júlio Campos Estruturas;
1 Graduado 40 h ICET/EC
da Cruz Topografia, Hidráulica e
Saneamento e
Materiais de Construção
Fonte: Comissão de redação do PPC

2.2.2 Plano de qualificação do corpo técnico-administrativo

O gerenciamento do plano de capacitação dos técnicos administrativos fica a cargo da


direção do Instituto de Ciências Exatas e da Terra do CUA/UFMT.
A política de capacitação do servidor técnico administrativo quando solicitada atenderá
o que estabelece: a RESOLUÇÃO CONSUNI N.º 04, de 26 de março de 2014, que dispõe sobre
normas de afastamento de servidores técnico-administrativos, do quadro efetivo da
Universidade Federal de Mato Grosso, para qualificação stricto sensu em instituição nacional
ou estrangeira; e a RESOLUÇÃO CONSUNI n.º 06, de 26 de março de 2014, que dispõe sobre
aprovação do Plano de Capacitação e Desenvolvimento Humano da Universidade Federal de
Mato Grosso – PCDH – exercício de 2014.
Atualmente, o servidor deverá solicitar o afastamento para qualificação à direção do
Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET). Após aprovação, o servidor estará inserido no
Plano anual de Qualificação do referido Instituto.
Dessa forma, as licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão
concedidas de acordo com legislação vigente.

46
3. INFRAESTRUTURA

3.1 Salas de aula e apoio

3.1.1 Salas de trabalho para professores em tempo integral

Para o uso de docentes em tempo integral não existem salas individuais e, sim, quatro
salas coletivas reservada para este fim. Os professores dividem espaços destinados
exclusivamente para escritórios, que consistem em mesa e cadeira para uso individual. Todas
as salas possuem condicionador de ar. O acesso à impressora é feito na secretaria do Instituto
de Ciências Exatas e da Terra (ICET).

3.1.2 Sala de trabalho para coordenação de curso

O curso detém a sua disposição uma sala para coordenação com aproximadamente 20
m², dotada de armários, mesas, cadeiras, computador e ar condicionado. Esta estrutura é
utilizada para realização de reuniões do corpo docente, colegiado de curso e núcleo docente
estruturante e para atender aos discentes do curso. O acesso à impressora é feito na secretaria
do ICET.

3.1.3 Sala coletiva de professores

Todos os espaços disponibilizados aos professores do curso são os espaços


compartilhados já mencionadas no item 3.1.1 Salas de Trabalho para Professores em Tempo
Integral. Os espaços são compartilhados entre professores do curso e em alguns casos entre
professores do ICET.

47
3.1.4 Salas de aula

São disponibilizadas 4 salas de aula para as aulas teóricas do Curso de Engenharia Civil,
onde uma sala possui capacidade para 70 alunos e as outras três salas possuem capacidade para
65 alunos. As salas possuem cadeiras com apoio para as mãos, destinadas aos alunos; e uma
mesa com cadeira de uso exclusivo para o docente. As salas são dotadas de um quadro de giz,
dois quadros de vidro, equipamentos de ar condicionado e a limpeza do local é feita diariamente.
São disponibilizados projetores de multimídia para os docentes, sob a forma de comodato,
ficando cada docente responsável pelo equipamento durante o período de uso.

3.1.5 Ambientes de convivência

Para o uso comum, o campus Universitário do Araguaia possui um ambiente para a


convivência dos discentes com a disponibilidade de salas preparadas para o estudo em grupos,
totalizando um complexo de pequenas salas para estudo e uma área aberta de aproximadamente
400 m², disponível a atividades gerais.

3.1.6 Sala do centro acadêmico

O curso não possui sala para o uso como centro acadêmico.

3.2 Laboratórios

3.2.1 Acesso dos alunos a equipamentos de informática

A unidade de Barra do Garças conta, atualmente, com acesso à internet com velocidade
de 20Mb. Os alunos podem acessar a rede utilizando seus computadores portáteis pessoais, bem
como aparelhos de celular, mediante cadastramento junto à unidade de Tecnologia de
Informação do Campus, que fornece uma senha de uso pessoal. Adicionalmente, a biblioteca

48
da unidade de Barra do Garças possui um laboratório com 20 máquinas. Além disso, na unidade
de Barra do Garças estão disponíveis 4 espaços para uso didático, sendo:
• Um laboratório com 45 (quarenta e cinco) máquinas (sala 214);
• Um laboratório com 24 (vinte e quatro) máquinas (sala 101);
• Um laboratório de Inclusão Digital com 30 (trinta) máquinas;
• Um Centro de Acesso à Tecnologia e Inclusão Social (CATIS) com 20 (vinte)
máquinas;
Os laboratórios 101 e 214 são utilizados por todos os cursos do CUA, sendo que as
reservas são controladas pela gerência de administração do Campus.

3.2.2 Laboratórios didáticos

O regulamento de uso dos laboratórios do curso de Engenharia Civil é apresentado no


Apêndice E. O curso contempla:
a) Laboratório de Mecânica de Solos
Atende as disciplinas de Laboratório de Mecânica dos Solos, Mecânica dos Solos,
Fundações, e Pavimentação e Drenagem. O laboratório tem um espaço físico de 90m² e conta
com um quadro branco, estufa para secagem e esterilização, chapa aquecedora, balança
eletrônica, jogos de peneiras padrão, agitador eletromecânico de peneiras, dispersores de
partículas, aparelhos de Casagrande e sonda SPT. Além das disciplinas, o laboratório atende,
também, ao desenvolvimento de pesquisas de Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de
Curso.
b) Laboratório de Topografia, Hidráulica e Saneamento
O laboratório atende à disciplina de Topografia, dispondo de teodolitos eletrônicos,
estação total, trena, balizas, réguas mira e tripés de alumínio. Com o objetivo de atender às
disciplinas Transferência de Quantidade de Movimento, Hidráulica; Instalações Hidráulicas e
Sanitárias e Hidrologia do curso de Engenharia Civil, sendo que suas instalações permitirão aos
alunos visualizar fenômenos como perda de energia e mudanças em regime de escoamento e
obter medidas de pressão, vazão, velocidade, coeficiente de rugosidade e perda de carga.
Possibilitará o desenvolvimento de aulas práticas e de atividades de pesquisa e extensão em
Saneamento e Meio Ambiente, como análises de águas de abastecimento e residuárias,
monitoramento ambiental, modelos de simulação de tratamento de água e esgotos, entre outros.
O laboratório tem um espaço físico de 90m² e conta com um quadro branco.

49
Principais equipamentos a serem implantados:
01 Módulo Instalação Hidráulica – Ramais / Sub-ramais (Água fria)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Ramais / Sub-ramais (Água quente)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Sucção / Recalque (Bomba centrífuga)
01 Módulo Instalação Hidráulica – Prevenção Incêndio
01 Módulo Instalação Sanitária
01 Módulo de Mecânica dos Fluidos ICAM (Indústria e Comércio de Artefatos de
Metais), modelo MF / 78.
01 Modelo de Hidráulica ICAM (Indústria e Comércio de Artefatos de Metais), modelo
HG.
c) Laboratório de Materiais de Construção
Com espaço físico de aproximadamente 90 m², o laboratório atende à disciplina de
Materiais de Construção, fornecendo aos alunos do curso de Engenharia Civil habilidades e
competências técnicas no tocante ao domínio do conhecimento de ensaios dos materiais em
complemento aos ensinamentos teóricos ministrados na sala de aulas, promovendo uma a
cultura investigativa e metodológica. O espaço dispõe de um quadro branco, dois aparelhos de
ar condicionado, betoneiras, serra elétrica, kits de Slump Test, argamassadeira eletrônica,
balança eletrônica e moldes para a confecção de corpos de prova de concretos e argamassas.
Além das disciplinas, o laboratório atende, também, ao desenvolvimento de pesquisas de
Iniciação Científica, Trabalho de Conclusão de Curso e de pesquisas dos alunos do programa
de Pós-graduação em Ciência dos Materiais.
d) Laboratório de Estruturas
O espaço tem como objeto de estudo o comportamento mecânico de materiais
fundamental para a aprendizagem de Resistência dos Materiais bem como os tocantes em
Estruturas de Madeira, Estruturas Metálicas e Estruturas de Concreto Armado. Com
aproximadamente 45 m², o laboratório conta com um aparelho de ar condicionado, chuveiro e
lava-olhos de emergência, prensas universais e máquina para ensaio de tração e compressão.
Além das disciplinas, o laboratório atende, também, ao desenvolvimento de pesquisas de
Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de Curso.

50
3.3 Biblioteca

Funcionando das 7h30min às 11h30min e das 13h30min às 22h00min horas, de segunda


a sexta-feira, e aos sábados, das 8h00min às 17h00min horas, a Biblioteca do Campus
Universitário do Araguaia possui uma área física disponível da biblioteca de 321,03m2. Esse
espaço está dividido da seguinte forma: uma sala para recepção, onde fica o guarda-volumes e
é realizado o atendimento geral (empréstimo, consulta, reserva), uma sala para registro e
serviços administrativos, uma sala para datilografia, depósito, encadernação, recuperação de
livros e guarda dos discos de vinil, duas salas de estudo e dois banheiros, masculino e feminino.
O espaço que sobra é destinado às estantes e mesas para estudo. Os livros são dispostos nas
estantes de acordo com a classificação decimal universal o os usuários têm livro acesso às
estantes.
Com relação ao espaço físico para leitura individual, a biblioteca possui duas salas
pequenas com cabines para quatro pessoas, sendo ao todo oito lugares, com ampliação em
andamento de mais 100 m².
Para trabalhos em grupo, o local é pequeno, fazendo com que, em determinados horários
os que se encontram estudando ou fazendo trabalhos individualmente, sejam incomodados pelo
barulho criado pelos grupos, devido à proximidade das mesas. Entretanto espera-se que este
problema seja minimizado com a ampliação da biblioteca em andamento.
Para retirar material é preciso pertencer à comunidade acadêmica (discente, docente ou
servidor). Sendo um desses poderá solicitar sua carteira, na qual terá seu número de usuário,
nome e curso, permitindo que a retirada de até três volumes por um prazo de dez dias úteis. O
docente pode retirar quatro volumes pelo mesmo número de dias. Os periódicos não são
emprestados, e o acesso à Biblioteca e, também, às estantes é livre para qualquer cidadão.
No sentido de dar suporte à elaboração de trabalhos acadêmicos, a Biblioteca Regional
do Campus Universitário do Araguaia oferece, além do serviço de consulta local e empréstimo
de material bibliográfico aos usuários inscritos, o empréstimo entre bibliotecas e o serviço de
referência, o qual consiste na orientação aos usuários e levantamento bibliográfico para
professores do Campus Universitário do Araguaia e comutação bibliográfica.
Com relação ao acervo, a biblioteca possui onze mil quinhentos e dez (11.510) títulos,
e aproximadamente vinte e dois mil e sessenta e um (22.061) volumes de livros. A Biblioteca
Regional do Campus Universitário do Araguaia possui, na área de ciências biológicas e da
saúde e, mais de novecentos (960) títulos e mais de quatro mil e quinhentos (4.500) exemplares
no seu acervo, conta também com mais de trezentos (300) títulos e mil e quinhentos (1.500)
51
exemplares na área de ciências humanas que são utilizados pelas disciplinas das respectivas
áreas do conhecimento.
Está prevista a aquisição de novos títulos, relacionados no ementário do curso de
Graduação em Engenharia Civil, com bibliografias básicas e complementares para os próximos
anos. Havendo solicitação por parte dos docentes, em momento oportuno, a coordenação do
curso encaminhará as demandas à Biblioteca Central, para que esta inclua em seu planejamento
a aquisição das obras necessárias.
A biblioteca possui quatrocentos e setenta e quatro (474) títulos de periódicos nacionais
sendo que, desses, apenas vinte e sete (27) são assinaturas correntes recebidas das editoras.
Estão previstas assinaturas permanentes de revistas e/ou periódicos de, no mínimo, 5 (cinco)
títulos, a um custo estimado em R$ 500,00 (quinhentos reais) ano.
Em relação à informatização, a Biblioteca Regional do Campus Universitário do
Araguaia, possui:
- Base de dados onde consta o acervo da Biblioteca Central;
- Empréstimo automatizado;
- Levantamento bibliográfico automatizado;
- INTERNET.
A Biblioteca Regional do Campus Universitário do Araguaia é informatizada desde
1996, tendo a BASE DE DADOS ISIS como fonte para o empréstimo, a pesquisa/consulta
bibliográfica, situação dos usuários e, agora recentemente, também dos periódicos, sendo que
esse material está ainda em fase de indexação.
Esta mesma base permite a reserva de material para usuário, ficando o objeto a
disposição do solicitante por quarenta e oito horas. Após esse prazo, o material sai da reserva,
podendo ir para o acervo ou ficar à disposição do segundo interessado, caso haja.
A biblioteca conta com as seguintes bases de dados em CD-ROM: MEDLINE (Index
Médicus Internacional), LILACS (Index Médico Latino Americano), BIOLOGICAL
ABSTRTACTS (Ciências Biológicas), ERIC (Educação), SIAMAZ (Sistema de Informação da
Amazônia), EMBRAPA, UNIBIBLI, COMUT e BIBLIODATA/CALCO.
Recentemente a UFMT assinou convênio com a Biblioteca Virtual Pearson e com a
Minha Biblioteca, plataformas que agrupam diversos e-books e obras em formato digital. A
comunidade acadêmica pode localizar seus e-books a partir da página de busca do Sistema
Pergamum (www.biblioteca.ufmt.br), e acessá-los utilizando o login e senha que usam para
realizar empréstimos de livros em suas respectivas bibliotecas.

52
A Biblioteca possui microcomputadores para acesso à base de dados contendo acervo
bibliográfico local, um microcomputador e uma impressora para acesso a INTERNET (com
horário marcado), um computador e uma impressora com acesso à base de dados (com
acompanhamento). Estes recursos estão disponíveis a toda comunidades universitárias.
Como outras fontes de pesquisa, os corpos discente e docente do Curso têm ainda à
disposição os acervos de vídeo, documentários, programas jornalísticos, entrevistas, programas
educativos e culturais, da TV Universidade e da Supervisão de Vídeo, unidades vinculadas à
Reitoria da UFMT e instaladas no campus de Cuiabá, bem como acesso full-time à Internet.
A política adotada para aquisição, expansão e atualização do acervo de livros e
periódicos, bem como de contratação de pessoal especializado, é de competência da Biblioteca
Central da UFMT. À Biblioteca local compete somente, ao final de cada ano letivo, encaminhar
uma lista com as referências bibliográficas sugeridas pelos professores e alunos para que sejam
tomadas as providências com relação à compra. Ainda dispomos de um laboratório de
informática de uso comum com 40 computadores e acesso à internet para pesquisas escolares e
impressora.

53
4. GESTÃO DO CURSO

4.1 Órgãos colegiados

4.1.1 Núcleo docente estruturante

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Bacharelado em Engenharia Civil


da UFMT/ICET/CUA é formado por professores efetivos do curso com dedicação exclusiva à
UFMT, indicados pelo colegiado de curso.
O NDE trabalha para a atualização permanente do projeto pedagógico do curso, com o
intuito de fortalecer e propiciar a integração curricular interdisciplinar entre as atividades de
ensino, pensando na melhoria da qualidade da formação do discente. Assim, o NDE, através de
reuniões periódicas, disponibiliza o debate sobre as diretrizes das questões pertinentes ao curso,
repassando as devidas propostas para aprovação do Colegiado de Curso.
Dessa forma, segundo a Resolução CONSEPE Nº156/2021, é competência do NDE:
I - Propor ao Colegiado de Curso a atualização do Projeto Pedagógico de Curso (PPC),
zelando pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais, quando houver;
II - Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso,
considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais e as novas demandas do mundo do trabalho;
III - Colaborar na autoavaliação periódica dos cursos de graduação, em conformidade
com o calendário acadêmico da Universidade, verificando, principalmente, os impactos do
sistema de avaliação de aprendizagem na formação do discente;
IV - Propor medidas de melhorias no curso tendo como base os resultados da
autoavaliação e outras circunstâncias;
V - Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre diferentes atividades de ensino,
pesquisa e extensão constantes no PPC;
VI - Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas das necessidades da graduação, de exigências do mundo do trabalho e afinadas com
as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso.

54
4.1.2 Colegiado de curso

O Colegiado do Curso de bacharelado em Engenharia Civil da UFMT/ICET/CUA é


regido pela Resolução CONSUNI Nº48/2021 e visa elaborar e cumprir as diretrizes do curso,
no que diz respeito aos docentes e discentes, seguindo as resoluções da instituição para cada
fim. Os integrantes do Colegiado do Curso são nomeados por meio de portaria, sendo o grupo
formado por número ímpar de membros, com um número mínimo de 5 (cinco) integrantes e no
máximo 11 (onze) integrantes.
A fim de dinamizar as condutas do Colegiado serão estabelecidas as competências, que
são descritas a seguir:
I- Quanto ao curso
• Organizá-lo;
• Orientar, fiscalizar e coordenar sua realização;
II- Quanto ao currículo
• Fixar as disciplinas complementares, definindo as de caráter optativo;
• Estabelecer os pré-requisitos;
• Propor modificações;
III- Quanto aos programas e planos de ensino
• Traçar as diretrizes gerais para o Curso;
• Integrar os programas e planos elaborados pelos professores;
• Sugerir alterações quando apresentadas ou mesmo quando estiverem em execução;
IV- Quanto ao Corpo Docente
• Supervisionar suas atividades;
• Propor intercâmbio de professores ou de auxiliares de ensino e pesquisa;
• Propor a substituição ou treinamento de professores ou providências de outra natureza
necessárias à melhoria do ensino ministrado;
• Representar os órgãos competentes em caso de infração disciplinar;
• Apreciar recomendações dos Departamentos e requerimentos dos docentes sobre
assuntos de interesse do curso;
V- Quanto ao Corpo Discente
• Opinar sobre trancamento de matrícula;
• Opinar sobre transferências;
• Conhecer recursos dos alunos sobre matéria do curso, inclusive trabalhos escolares e
promoção;
55
• Representar ao órgão competente, no caso de infração disciplinar;
VI- Quanto às Unidades
• Recomendar ao Diretor da Unidade as providências adequadas à melhor utilização do
espaço, bem como do pessoal e do material;
• Colaborar com os Órgãos Colegiados das Unidades;
VII- Quanto à Universidade
• Colaborar com os Órgãos Colegiados da Universidade e com a Reitoria.

4.2 Coordenação e avaliação do curso

4.2.1 Coordenação de curso

A coordenação será estabelecida a partir da implantação do colegiado do curso, com


base nas resoluções do CONSEPE.
Com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB, Lei n.º 9.394, de 20.12.1996),
não se exige mais a existência de departamentos no âmbito da estrutura organizacional das
instituições de ensino superior. Atribui-se assim, à Coordenação de Curso a responsabilidade
pela direção e pelo sucesso dos cursos superiores. Definiu-se, então, as funções,
responsabilidades, atribuições e encargos do coordenador do curso, distribuindo-os em quatro
áreas distintas:
Funções Políticas da Coordenação de Curso
• Ser um motivador de alunos e professores para que estes participem e realizem
atividades complementares, seminários, encontros, jornadas e palestras na área de
conhecimento da profissão;
• Ser um estimulador de professores e alunos, sintetizado no exercício de sua atitude
proativa, congregativa, participativa e articuladora;
• Ser o representante de seu curso, quer de forma interna corporis, na própria instituição
e, externa corporis, fora dela;
• Fazer o marketing do curso, dominando, integralmente, diferenças essenciais de seu
curso, ressaltado em relação aos cursos concorrentes;
• Ser responsável pela vinculação do Curso com os anseios e desejos do mercado,
mantendo articulação com empresas e/ou organizações de toda natureza, públicas e particulares,

56
que possam contribuir para o desenvolvimento do curso, para o desenvolvimento da prática
profissional dos alunos com os estágios.
Funções Gerenciais da Coordenação de Curso
• Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas, laboratórios e equipamentos
do Curso, juntamente com cada professor/coordenador de cada laboratório;
• Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais especiais e assinatura
de periódicos necessários ao desenvolvimento do curso e que os professores e alunos sugiram
como referências necessárias ao melhor andamento do curso;
• Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência docente;
• Ser responsável pela indicação da contratação de docentes, juntamente com o
colegiado do curso;
• Ser responsável pelo processo decisório de seu curso, tomando para si a
responsabilidade do despacho célere dos processos que lhe chegarem às mãos, discutindo
quando achar necessário, com o colegiado de curso, com o diretor de instituto, e se for o caso,
com outro superior existente na instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos
apresentarem.
Funções Acadêmicas da Coordenação de Curso
• Ser o responsável pela elaboração, reelaboração e execução do Projeto Pedagógico do
Curso;
• Ser responsável pelo desenvolvimento atrativo das atividades escolares;
• Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das avaliações desenvolvidas em
seu curso;
• Ser responsável pelo engajamento de professores e alunos em programas e projetos de
extensão universitária;
• Ser responsável pelos estágios dos alunos.
Funções Institucionais da Coordenação de Curso
• Ser responsável pelo sucesso dos alunos de seu Curso no Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes (ENADE).
• Ser responsável pelo acompanhamento dos egressos do Curso.
• Ser responsável pelo reconhecimento do Curso e pela renovação periódica desse
processo junto ao MEC.

57
4.2.2 Avaliação interna e externa do curso

Externamente, o curso é avaliado periodicamente pelo MEC in loco, que verifica o


projeto acadêmico, recursos humanos e infraestrutura. Outra avaliação é o Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) que tem como objetivo aferir o desempenho dos
estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do
curso e as habilidades e competências adquiridas durante a formação. Os resultados dessas
avaliações qualificam o Conceito do Curso que atualmente tem nota 3 (numa escala de 1 a 5).
A nível institucional a avaliação é conduzida pela UFMT que institui a Comissão
Própria de Avaliação Institucional (CPA) conforme a Resolução CONSUNI 11/2004, de 14 de
julho de 2004, a qual tem como missão imediata conduzir o processo de avaliação interna. Esta
avaliação é um procedimento que está em conformidade com o Sistema Nacional de Avaliação
do Ensino Superior (SINAES).
A nível de curso, o processo de autoavaliação dar-se-á em consonância com a Resolução
CONSEPE N. 67, de 24 de junho de 2019, a qual dispõe sobre a aprovação das diretrizes
institucionais que regulamentam a autoavaliação dos cursos de graduação da UFMT. A Auto-
Avaliação do Curso é dividida em: Avaliação Discente; Avaliação Docente; Avaliação
Técnicos e; Avaliação Egressos. Para cada tipo existe um formulário específico a ser
respondido.
O planejamento, a organização das atividades, a aplicação dos questionários e a
elaboração dos relatórios parciais e finais da autoavaliação são responsabilidade do Núcleo
Docente Estruturante (NDE). Os resultados deverão ser analisados e divulgados ao Colegiado
de Curso. As considerações sobre os resultados da Auto-Avaliação em conjunto com os
resultados das avaliações externas, em especial aos resultados do ENADE, serão utilizados para
avaliar o Projeto Pedagógico do Curso.
O Apêndice I traz o Regulamento de Auto-Avaliação do Curso de Graduação em
Engenharia Civil da UFMT/CUA. Nesse regulamento estão contidos os formulários específicos
para cada tipo de avaliador (discente, docente, técnico e egresso).

4.2.3 Acompanhamento e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem

O acompanhamento e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem serão balizados


a partir das avaliações externas e internas do curso. Em reuniões periódicas, NDE e Colegiado
58
de Curso, deverão tratar as diretrizes para o bom andamento do curso, visando proporcionar as
reflexões e ações necessárias para o aprimoramento e qualidade do ensino.

4.3 Ordenamentos diversos

4.3.1 Reunião de docentes

As reuniões dos docentes são realizadas na medida da necessidade de demandas para


discussão do grupo de professores, fazendo-se necessárias para manter a coesão do curso no
que diz respeito a qualidade, estrutura e interdisciplinaridade. Qualquer professor pode solicitar
ao coordenador do curso que convoque todos os docentes para a reunião, informando as pautas
a serem discutidas.

4.3.2 Assembleia da comunidade acadêmica

A consulta à comunidade acadêmica, em especial aos discentes, é feita através da


participação dos mesmos como membros do Colegiado de Curso. Outra oportunidade para
realizar uma assembleia da comunidade acadêmica se dá no período da autoavaliação do curso.

4.3.3 Apoio aos órgãos estudantis

O Colegiado de Curso reconhece o Centro Acadêmico (CA) como entidade


representante dos discentes, sendo que o Colegiado tem como representante discente um
membro escolhido pelo Centro Acadêmico.

4.3.4 Mobilidade estudantil: nacional e internacional

A mobilidade acadêmica é direito dos discentes conforme legislação institucional nas


modalidades: intercampi e entre instituições associadas à ANDIFES, regulamentada na

59
Resolução CONSEPE Nº 08, de 24 de fevereiro de 2014, alterada pela Resolução Consepe nº
96/2017 e; intercâmbio internacional, regulamentada pela Resolução CONSEPE Nº 74, de 28
de julho de 2014.

4.3.5 Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso

Ao estudante do curso de Engenharia Civil é imprescindível a participação em eventos


acadêmicos e científicos, os quais também podem ser caracterizados como formas de ensino,
troca de informações e ganho real de conhecimento. Assim, no âmbito do curso será incentivada
a realização anual da Semana de Engenharia Civil do Vale do Araguaia, evento organizado pelo
Centro Acadêmico e que conta com palestras, minicurso, mostras científicas e competições
estudantis.
A Gerência de Graduação e Extensão/CUA e a Gerência de Pós-Graduação e
Pesquisa/CUA, em parceria com o Museu de História Natural do Araguaia também tem
realizado anualmente a Semana Científica CUA, evento que tem por objetivo divulgar os
projetos científicos e de extensão que ocorrem na universidade.
Esse incentivo para participação dos alunos é reforçado pela atribuição de horas de
Atividades Complementares.

60
5. EQUIVALÊNCIA DOS FLUXOS CURRICULARES

5.1 Quadro de Equivalência dos Fluxos Curriculares

Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Fundamentos de Química I 64 X - -
Química Geral 96
Química Geral Experimental 32 X - -
Práticas de Leitura e Produção de Texto I
Práticas de Leitura e Produção de Texto I 96 64 X - -
(Optativa)
Desenho Técnico 64 Desenho Técnico 64 X - -
Fundamentos de Matemática** 64 - - X - -
Introdução à Engenharia Civil 64 Introdução à Engenharia Civil 32 X - -
Estatística Geral 64 Estatística Geral 64 X - -
Topografia 96 Topografia 64 X - -
Cálculo I 96 Cálculo Diferencial e Integral I 96 X - -
Álgebra Linear I 96 Álgebra Linear I 64 X - -
Materiais de Construção 96 Materiais de Construção 64 X - -
Elementos de Geologia 96 Elementos de Geologia (Optativa) 64 X - -
Engenharia de Segurança e Legislação 64 Engenharia de Segurança do Trabalho 64 X - -
Transferência de Quantidade de Movimento 96 Fenômenos de Transporte I 64 X - -
** Aproveitamento como disciplina optativa.

61
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Cálculo II* 96 Cálculo Diferencial e Integral II* 96 - X -
Cálculo III* 96 Cálculo Diferencial e Integral III* 64 - X -
Tecnologias de Construção 96 Construção Civil 64 X - -
Mecânica 96 Mecânica 64 X - -
Estática 96 Estática dos Materiais 64 X - -
Cálculo Numérico Computacional 64 Cálculo Numérico e Computacional 64 X - -
Arquitetura e Urbanismo 64 Arquitetura e Urbanismo 64 X - -
Teoria das Estruturas I 64 X - -
Teoria das Estruturas I 96
Ações e Segurança em Estruturas 32 X - -
Eletricidade e Magnetismo 96 Introdução ao Eletromagnetismo 64 X - -
Mecânica 96
Laboratório de Física 32 X - -
Eletricidade e Magnetismo 96
Equações Diferenciais 96 Equações Diferenciais Ordinárias 64 X - -
Resistência dos Materiais I 64 X - -
Resistência dos Materiais 96
Resistência dos Materiais II 64 X - -
Estruturas em Madeira I 64 X - -
Estruturas em Madeira e Metálicas 96
Estruturas Metálicas I 64 X - -
*Os componentes Cálculo Diferencial e Integral II e Cálculo Diferencial e Integral III terão aproveitamento parcial e a complementação de estudos está descrita no item 5.2.

62
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Teoria das Estruturas II 96 Teoria das Estruturas II 96 X - -
Mecânica dos Solos I 64 X - -
Mecânica dos Solos 96
Mecânica dos Solos II 64 X - -
Hidráulica, Irrigação e Drenagem 96 Hidráulica 64 X - -
Instalações Prediais Elétricas 64 X - -
Instalações Prediais 96
Instalações Hidrossanitárias Prediais 64 X - -
Projeto Geométrico de Rodovias 64 X - -
Estradas e Pavimentação 96
Pavimentação e Drenagem 64 X - -
Estruturas em Concreto Armado I 96 Estruturas em Concreto Armado I 96 X - -
Empreendedorismo 64 Empreendedorismo (Optativa) 64 X - -
Fundações e Obras de Terra 96 Fundações 48 X - -
Estruturas em Concreto Armado II 96 Estruturas em Concreto Armado II 80 X - -
Estagio Supervisionado I 96 Estágio Curricular Supervisionado I 96 X - -
Estagio Supervisionado II 96 Estágio Curricular Supervisionado II 96 X - -
Saneamento Básico 96 Saneamento 64 X - -
Trabalho de Conclusão de Curso I 16 X - -
Trabalho de Curso 96
Trabalho de Conclusão de Curso II 16 X - -
Pontes 96 Pontes (Optativa) 64 X - -
- - Desenho Arquitetônico 64 - - X

63
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Introdução à Computação (Optativa) 64 Programação de Computadores 64 X - -
Economia (Optativa) 64
Economia e Administração 64 X - -
Administração (Optativa) 64
Recursos Hídricos (Optativa) 64 Hidrologia 64 X - -
Filosofia e Metodologia Científica (Optativa) 64 Metodologia e Redação Científica 64 X - -
Técnicas e Planejamento na Construção Civil Orçamento e Técnicas de Planejamento na
64 80 - X -
(Optativa)*** Construção Civil***
Sociologia e Antropologia (Optativa) 64 Sociologia e Antropologia (Optativa) 64 X - -
Computação Instrumental (Optativa) 64 Computação Instrumental (Optativa) 64 X - -
Inglês Instrumental (Optativa) 64 Inglês Instrumental (Optativa) 64 X - -
Linguagem Barsileira de Sinais (Optativa) 64 Linguagem Brasileira de Sinais (Optativa) 64 X - -
Patologia das Construções (Optativa) 64 Patologia das Construções (Optativa) 64 X - -
Patologia de Edificações e de Estruturas de
64 - - X - -
Concreto Armado (Optativa)**
Alvenaria Estrutural (Optativa) 64 Estruturas em Alvenaria (Optativa) 64 X - -
Sociologia e Planejamento Urbano
Sociologia e Planejamento Urbano (Optativa) 64 64 X - -
(Optativa)
Industrialização da Construção (Optativa) 64 Industrialização da Construção (Optativa) 64 X - -
***O componente Orçamento e Técnicas de Planejamento na Construção Civil (Optativa) terá aproveitamento parcial e a complementação de estudos está descrita no item 5.2.
** Aproveitamento como disciplina optativa.

64
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Introdução ao Método dos Elementos Finitos Introdução ao Método dos Elementos
64 64 X - -
(Optativa) Finitos (Optativa)
Direito para Engenharia (Optativa) 64 Direito para Engenharia (Optativa) 64 X - -
Urbanismo e Planejamento Urbano (Optativa)** 64 - - X - -
Gestão da Qualidade na Construção Civil Gestão da Qualidade na Construção Civil
64 64 X - -
(Optativa) (Optativa)
Racionalização de Projetos (Optativa)** 64 - - X - -
Gerenciamento de Obras (Optativa) 64 Gerenciamento de Obras (Optativa) 64 X - -
Projeto Integrado de Canteiro de Obras (Optativa) Projeto Integrado de Canteiro de Obras
64 64 X - -
(Optativa)
Controle de Qualidade dos Materiais (Optativa) Controle de Qualidade dos Materiais
64 64 X - -
(Optativa)
Sistemas Construtivos Inovadores em Construções Sistemas Construtivos Inovadores
64 64 X - -
Habitacionais (Optativa) (Optativa)
Concretos Especiais (Optativa) 64 Concretos Especiais (Optativa) 64 X - -
Mediação e Arbitragem (Optativa)** 64 - - X - -
Economia dos Transportes (Optativa)** 64 - - X - -
Estabilidade de Taludes (Optativa) 64 Estabilidade de Taludes (Optativa) 64 X - -
Transportes (Optativa) 64 Engenharia de Transportes (Optativa) 64 X - -
Ferrovias (Optativa) 64 Ferrovias (Optativa) 64 X - -
** Aproveitamento como disciplina optativa.

65
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
64 Tópicos Especiais em Transportes
Tópicos Especiais em Transportes (Optativa) 64 X - -
(Optativa)
Tópicos Especiais de Projeto em Estruturas
64 Estruturas Metálicas II (Optativa) 64 X - -
Metálicas (Optativa)
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto (Optativa) 64 64 X - -
(Optativa)
Drenagem de Vias Terrestres (Optativa)** 64 - - X - -
Tópicos Especiais em Arquitetura e Urbanismo 64 Tópicos Especiais em Arquitetura e
64 X - -
(Optativa) Urbanismo (Optativa)
Tópicos Especiais em Tecnologias de Construção Tópicos Especiais em Construção Civil
64 64 X - -
(Optativa) (Optativa)
64 Tópicos Especiais em Estruturas 64
Tópicos Especiais em Estruturas (Optativa) X - -
(Optativa)
Engenharia Econômica (Optativa) 64 Engenharia Econômica (Optativa) 64 X - -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Tópicos Especiais em Mecânica dos
64 64 X - -
(Optativa) Solos (Optativa)
Tópicos Especiais em Instalações Prediais Tópicos Especiais em Instalações
64 64 X - -
(Optativa) Prediais (Optativa)
Desenho Auxiliado por Computador (Optativa)** 64 - - X - -
Ciências do Ambiente (Optativa)** 64 - - X - -
Educação Ambiental (Optativa) 64 Gestão Ambiental (Optativa) 64 X - -

66
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Educação em Direitos Humanos e Relações
- - 64 - - X
Étnico-Raciais (Optativa)
- Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos
- 64 - - X
(Optativa)
- - Oscilações, Ondas e Calor (Optativa) 64 - - X
Introdução à Ciência e Engenharia dos
- - 64 - - X
Materiais (Optativa)
- - Cálculo Diferencial e Integral IV (Optativa) 64 - - X
- - Vetores e Geometria Analítica (Optativa) 64 - - X
- - Álgebra Linear II (Optativa) 64 - - X
- - Estatística Experimental (Optativa) 64 - - X
- - Fenômenos de Transporte II (Optativa) 64 - - X
- - Energias Renováveis (Optativa) 64 - - X
- - Engenharia de Recursos Hídricos (Optativa) 64 - - X
Softwares aplicados à Engenharia Civil
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Topografia Aplicada (Optativa) 64 - - X
Sustentabilidade na Construção Civil
- - 64 - - X
(Optativa)

67
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
- - Tópicos Especiais em Hidrologia (Optativa) 64 - - X
- - Tópicos Especiais em Materiais (Optativa) 64 - - X
- - Obras de Terra (Optativa) 64 - - X
Ensaios de Laboratório e de Campo em
- - 64 - - X
Geotecnia (Optativa)
- - Planejamento e Projetos (Optativa) 64 - - X
- - Estruturas em Madeira II (Optativa) 64 - - X
Estruturas em Concreto Protendido
- - 64 - - X
(Optativa)
Reforço de Estruturas em Concreto
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Manutenção de Pavimentos (Optativa) 64 - - X
- - Tópicos Especiais em Fundações (Optativa) 64 - - X
Tópicos Especiais em Pavimentação
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Projeto Integrado de Engenharia Civil I 64 - - X
- - Projeto Integrado de Engenharia Civil II 64 - - X
Atividades complementares 120 Atividades Complementares 80 X - -
- - Atividades de Extensão 384 - - X

68
5.2 Complementação de estudos

Considerando o quadro de Equivalências dos Fluxos Curriculares, algumas disciplinas


exigem complementação de carga horária e conteúdo, tanto para Aproveitamento de Estudos
como Migração de Matriz Curricular.
As disciplinas com aproveitamento parcial deverão ter seu aproveitamento
complementado através de atividades estipuladas pelo professor da disciplina e aprovado pelo
Colegiado de Curso.
O discente que necessite de complementação de estudos será matriculado na disciplina
que necessita complementar, mas realizará somente as atividades mencionadas na
complementação abaixo:
Orçamento e Técnicas de Planejamento na Construção Civil – exige a
complementação dos conteúdos: processo da orçamentação, graus do orçamento,
quantificação de serviços, composição de custos, custo da mão de obra, custo de
material, custo de equipamento, Curva ABC, custos, indiretos, custos diretos, a
formação do preço de venda e BDI, Nova Lei de Licitações.
Cálculo Diferencial e Integral II – exige a complementação com carga horária de 64
horas dos conteúdos: O espaço euclidiano de n-dimensional. Funções reais de várias
variáveis reais. Limite e Continuidade. Derivação parcial. Funções Diferenciáveis.
Regra da cadeia. Derivação Implícita. Gradiente e Derivada Direcional. Máximos e
mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
Cálculo Diferencial e Integral III – exige a complementação com carga horária de 32
horas dos conteúdos Integração dupla. Teorema de Fubini. Integração tripla. Mudança
de coordenadas nas integrais duplas e triplas.
As formas, estratégias e avaliações de tais conteúdos ficarão a cargo do professor
responsável pela disciplina e estarão definidas no plano de ensino a ser aprovado pelo Colegiado
de Curso.

69
6 PLANO DE MIGRAÇÃO

Para os ingressantes a partir de 2022/1 o ingresso se dará automaticamente na nova


matriz curricular, para os prováveis formandos não haverá migração e para os demais a
migração será feita com base no Quadro de Equivalência dos Fluxos Curriculares conforme
item 5.1 do PPC, e com a sugestão dos fluxos a seguir. Os casos omissos deverão ser analisados
pelo Colegiado de Curso.

Ingressantes em 2021:
Os discentes que ingressaram no ano de 2021 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
Semestre Componente Curricular CH
Estática dos Materiais 64
Mecânica (1º semestre) 64
3º Mecânica dos Solos I (5º semestre) 64
Metodologia e Redação Científica (5º semestre) 64
CH Total no semestre 256
Introdução ao Eletromagnetismo (2º semestre) 64
Laboratório de Física (2º semestre) 32
Programação de Computadores (2º semestre) 64
4º Cálculo Diferencial e Integral II (2º semestre) 96
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Resistência dos Materiais I 64
CH Total no semestre 384
Arquitetura e Urbanismo (3º semestre) 64
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Equações Diferenciais Ordinárias (3º semestre) 64
Cálculo Diferencial e Integral III (3º semestre) 64

Resistência dos Materiais II 64
Teoria das Estruturas I 64
Construção Civil 64
CH Total no semestre 448
Cálculo Numérico e Computacional (4º semestre) 64
6º Hidráulica (4º semestre) 64
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64

70
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
80
Construção Civil
Ações e Segurança em Estruturas 32
Teoria das Estruturas II 96
Mecânica dos Solos II 64
CH Total no semestre 464
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
Estruturas em Madeira I 64

Estruturas em Concreto Armado I 96
Instalaçõe Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
CH Total no semestre 352
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 272
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384

Ingressantes em 2020:
Os discentes que ingressaram no ano de 2020 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:

71
Semestre Componente Curricular CH
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Mecânica dos Solos I 64

Metodologia e Redação Científica 64
CH Total no semestre 192
Programação de Computadores (2º semestre) 64
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Hidráulica (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Palnejamento na 80

Construção Civil
Mecânica dos solos II 64
Teoria das estruturas II 96
CH Total no semestre 432
Instalações Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64

Estruturas em Madeira I 64
Estruturas em Concreto Armado I 96
CH Total no semestre 352
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64

Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 336
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384

72
Os discentes que ingressaram no ano de 2019 e estiverem cursando disciplinas do 7o
período em 2022 permanecerão na estrutura curricular de ingresso aprovada pela Resolução
Consepe nº 71, de 27/04/2009 e alterada pela Resolução Consepe nº 71, de 30/06/2010 pois já
são considerados formandos, e não podem ser penalizados com o aumento no tempo de
integralização.

Qualquer dificuldade que o discente encontre com a migração deverá procurar pela
coordenação de curso, ficando atento ao tempo de integralização disponível para finalizar o
curso e ao limite máximo de 36 créditos permitidos para a matrícula no semestre.

73
7 REFERÊNCIAS

BRASIL, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Portaria n° 111, de 04 de fevereiro de 2021. Renovação do Curso de Engenharia
Civil da Universidade Federal do Mato Grosso, em Barra do Garças, no estado de Mato Grosso.
Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 05/02/2021, Seção 1, Pág.136

BRASIL, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Portaria Normativa nº 23, de 01 de dezembro de 2010. Altera dispositivos da
Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, que Institui o e-MEC, sistema eletrônico
de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC
de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco
de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras
disposições.

BRASIL, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007. Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de
regulação da educação superior no sistema federal de educação.

BRASIL, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Portaria Normativa nº 3284, de 7 de novembro de 2003. Dispõe sobre requisitos
de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização
e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições.

BRASIL. DECRETO nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27


de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.

BRASIL. DECRETO nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10436, de 24


de abril de 2002, que dispõe sobre a língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº
10.098, de 19/12/2000.

BRASIL. DECRETO nº 6949, de 25 de agostoo de 2009. Promulga a Convenção Internacional


sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova
York, em 30 de março de 2007

74
BRASIL. DECRETO nº 7611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial,
o atendimento educacional especializado e dá outras providências.

BRASIL. LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDB, 9394 de


1996.

BRASIL. LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDB, 9ª edição,


2014.

BRASIL. LEI nº 9795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.

BRASIL. LEI nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios


básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.

BRASIL. LEI nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
Libras e dá outras providências

BRASIL. LEI nº 11645, de 10 de maeço de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de


1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da
temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

BRASIL. LEI nº 12764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção


dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº
8.112, de 11 de dezembro de 1990.

BRASIL. LEI nº 13425, de 30 de março de 2017. Estabelece diretrizes gerais sobre medidas de
prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião
de público; altera as Leis nº s 8.078, de 11 de setembro de 1990, e 10.406, de 10 de janeiro de
2002 – Código Civil; e dá outras providências.

BRASIL. LEI nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera
a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis
nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art.

75
82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6° da Medida Provisória no 2.164-41, de
24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

BRASIL. LEI nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE
e dá outras providências.

BRASIL. LEI nº 5.194, de 24 de dezembro de 1996, que regula o exercício das profissões de
Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


PARECER CNE/CP nº 03, de 10 de março de 2004, que estabelece Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


PARECER CNE/CP nº 08, de 06 de março de 2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para
a Educação em Direitos Humanos.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


PARECER CNE/CP nº 14, de 15 de junho de 2012, que estabelece Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


PARECER CNE/CES nº 1, de 23 de janeiro de 2019, que estabelece Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


RESOLUÇÃO CNE nº 1, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira
e Africana.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


RESOLUÇÃO nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação
em Direitos Humanos.

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.


RESOLUÇÃO nº 2, de 15 de junho de 2012, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação Ambiental.
76
BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Portaria MEC nº 2051, de 09 de julho de 2004 –
Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior – SINAES, instituído na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Resolução nº 01, de 17 de junho de 2010. Normatiza o núcleo docente estruturante
e dá outras providências.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Resolução nº 02, de 24 de abril de 2019. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Engenharia.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Parecer nº 948, de 09 de outubro de 2019. Dispõe sobre alteração da Resolução
CNE/CES nº 2, de 17 de junho de 2010, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Arquitetura e Urbanismo, bacharelado, e alteração da Resolução CNE/CES nº
2, de 24 de abril de 2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Engenharia, em virtude de decisão judicial transitada em julgado.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Resolução nº 01 de 26 de março de 2021. Altera o Art. 9°, § 1º da Resolução
CNE/CES 2/2019 e o Art. 6°, § 1º da Resolução CNE/CES 2/2010, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo.

BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: CÂMARA DE EDUCAÇÃO


SUPERIOR. Resolução nº 07, de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na
Educação Superior Brasileira.

BRASIL. Decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de


novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e nº 10.098, de
19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da

77
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências.

BRUM, K. F.; PURCIDONIO, P. M.; FERREIRA, M. L. A. Aprendizagem ativa no ensino de


Engenharia de Métodos: Uma experiência no CEFET/RJ. Revista Científica Eletrônica de
Engenharia de Produção. v.17, p. 957-974. 2017.

CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. RESOLUÇÃO nº 218, de 29


de junho de 1973. Ementa: Dispõe sobre as diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e
Agronomia em nível superior e em nível médio. 2p. 1973.

MENEZES, L. S. Sequência Didática para aprendizagem ativa das Leis de Newton. 2016. 74
p. Dissertação (Mestrado Profissional de Ensino em Física). Universidade Federal de Sergipe. São
Cristovão, Sergipe.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Plano de desenvolvimento Institucional


da Fundação Universidade Federal do Mato Grosso – 2013-2017.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE


GRADUAÇÃO, Nota Técnica para reelaboração de Projeto Pedagógico de Curso de Ensino
de Graduação, 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 60, de 30


de março de 2009. Criação do curso de bacharelado em Engenharia Civil do Campus
Universitário do Araguaia.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 71, de 27


de abril de 2009. Dispõe sobre a Estrutura Curricular e o Projeto Pedagógico do Curso de
Bacharelado em Engenharia Civil, do Campus Universitário do Araguaia, Barra do Garças, da
Universidade Federal de Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 71, de 30


de junho de 2010. Dispõe sobre alterações na estrutura curricular do curso de Engenharia Civil,
bacharelado; do Instituto de Ciências Exatas e da Terra, do Campus Universitário do Araguaia,
da Universidade Federal de Mato Grosso, aprovada pela Resolução Consepe n.º 71, de 27 de abril
de 2009.

78
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 52, de 19
de dezembro de 1994. Matrícula em regime de crédito.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 21, de 05


de abril 2010. Dispõe sobre alteração na Resolução Consepe n.º 52, de 19 de dezembro de 1994.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 118 de 10


de novembro de 2014. Dispõe sobre a elaboração e reelaboração de Projeto Pedagógico de Curso
de Graduação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 43, de 24


de maio de 2010. Dispõe sobre a normatização da Monitoria na Universidade Federal de Mato
Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 74, de 28


de julho de 2014. Dispõe sobre intercâmbio internacional para a comunidade acadêmica da
UFMT.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 48, de 24


de novembro de 2021. Dispõe sobre funcionamento e atribuições da gestão em nível básico dos
Cusrsos de Graduação da Universidade Federal de Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 04, de 26


de março de 2014. Dispõe sobre normas de afastamento de servidores técnicoadministrativos, do
quadro efetivo da Universidade Federal de Mato Grosso, para qualificação stricto sensu em
instituição nacional ou estrangeira, e revoga a Resolução CONSUNI n° 07, de 04 de setembro de
1996.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 05, de 05


de maio de 2010. Dispõe sobre alteração na Resolução Consuni n.º 10, de 14 de setembro de
2004, referente a Política de Bolsas Estudantis na UFMT e a partir da qual as Bolsas oferecidas
pela UFMT a estudantes serão as seguintes: Bolsa Pesquisa, Bolsa Extensão, Bolsa Evento, Bolsa
Permanência, Bolsa Aula de Campo, Bolsa Monitoria, Programas de Tutoria, Mobilidade
Acadêmica, de Apoio a Inclusão e Bolsa Moradia.

79
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 18, de 03
de julho de 2013. Dispõe sobre a normatização do Programa de Bolsa Expandido Fronteiras,
destinado à Mobilidade Acadêmica Internacional.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 09, de 30


de agosto de 1995. Dispõe sobre a distinção do mérito a ser conferida ao aluno da turma
concluinte de cada curso de graduação, que apresentar melhor rendimento acadêmico.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 25, de 23


de outubro de 2013. Dispõe sobre aprovação da norma do Auxílio Permanência em substituição
à Bolsa Permanência.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSUNI nº 11, de 14


de agosto de 2014. Homologa a Portaria GR n.º 262, de 13 de Julho de2003, que constituiu uma
Comissão Própria da Avaliação (CPA).

UNIVESIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 08, de 24 de


fevereiro de 2014. Dispõe sobre regulamento de mobilidade acadêmica.

UNIVESIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 36, de 24 de


maio de 2010. Estabelece normas para regulamentar o Programa de Tutoria da Universidade
Federal de Mato Grosso.

UNIVESIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 37, de 24 de


maio de 2010. Dispõe sobre normatização do Programa de Bolsa de Apoio a Inclusão no âmbito
da UFMT.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 83, de 25


de julho de 2016. Dispõe sobre normas para a qualificação stricto sensu e pós-doutoral dos
docentes da UFMT e revoga a Resolução Consepe nº 142, de 02 de dezembro de 2013.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 67, de 29


de maio de 2017. Dispõe sobre normas para a matrícula de alunos especiais que almejam cursar
componentes curriculares isolados da graduação na Universidade Federal de Mato Grosso e dá
outras providências.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 106, de 23


de outubro de 2014. Dispõe sobre ampliação de vagas nos cursos de graduação da UFMT.

80
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 83, de 26
de junho de 2017. Dispõe sobre aproveitamento de estudos nos cursos de graduação da
Universidade Federal de Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 44, de 24


de maio de 2010. Dispõe sobre extraordinário aproveitamento nos estudos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 66, de 27


de abril de 2009. Dispõe sobre regulamentação do período máximo de integralização dos cursos
de graduação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 93, de 03


de outubro de 2011. Dispõe sobre regulamentação de oferta de componentes curriculares em
período letivo especial nos cursos de graduação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 96, de 31


de julho de 2017. Dispõe sobre alteração do artigo 17 da Resolução Consepe n.º 08, de 24 de
fevereiro de 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 63, de 24


de setembro de 2018. Dispõe sobre regulamento da avaliação da aprendizagem nos cursos
presenciais de graduação da Universidade Federal de Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 104, de 26


de agosto 2013. Dispõe sobre qubra e/ou dispensão de pré-requisitos e revoga a Resolução
Consepe n° 16, de 03 de julho de 1995 e da outras providências.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 134, de 07


de junho de 2021. Dispõe sobre o Regulamento Geral de Estágio da Universidade Federal de
Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 117, de 02


de outubro de 2014. Dispõe sobre regulamentação que disciplina as aulas de campo dos cursos
de graduação da Universidade Federal de Mato Grosso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 156, de 28


de junho de 2021. Dispõe sobre a criação e funcionamento do NDE no âmbito da UFMT.

81
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 175, de 30
de agosto de 2021. Aprova as Normas Regulamentadoras para ocupação de vagas remanescentes
dos Cursos de Graduação Presencial e a Distância da Universidade Federal do Mato Grosso
(UFMT).

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 188, de 28


de outubro de 2021. Dispõe sobre o regulamento da inclusão e do registro das Ações de Extensão
para fins de Creditação (AEC) como componentes curriculares dos cursos de graduação e pós-
graduação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. RESOLUÇÃO CONSEPE nº 67, de 24


de junho de 2019. Dispõe sobre aprovação das diretrizes institucionais que regulamentam a
autoavaliação dos cursos de graduação presencial e a distância, da UFMT.

82
8 APÊNDICES

APÊNDICE A – Ementário

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 32h
Ch T: 32 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Fundamentos Metodológicos da Engenharia. Origem e Evolução da Engenharia Civil. A


Engenharia Civil Brasileira. Noções de Ética Profissional. Estrutura curricular do curso de
Engenharia Civil. Atribuições profissionais do Engenheiro Civil. Sistema Confea e CREA.
Setores de atuação da Engenharia Civil. Visita técnica aos laboratórios do curso. Iniciação
científica. Apresentação e explicação do PPC do Curso de Engenharia Civil. Acervo Técnico
Profissional. Habilitações do profissional de Engenharia Civil. Emissão de ART. Documentos
referentes a projetos e execução de obras exigidos pelos órgãos competentes (Prefeitura,
Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiro etc). Visão Geral sobre as Leis do Plano Diretor dos
Municípios.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BROCKMAN, J. B. Introdução à engenharia: Modelagem e Solução de Problemas. Rio de


Janeiro: LTC, 2013.
HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
COCIAN, L. F. E. Introdução à engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LITTLE, P.; DYM, C.; ORWIN, E.; SPJUT, E. Introdução à engenharia. São Paulo:
Bookmann, 2010.
KAWAAMURA, L. K. Engenheiro: Trabalho e Ideologia. São Paulo: Ática, 1981.
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis: UFSC, 1990.

FERRAS, H. A formação do engenheiro. São Paulo: Ática, 1983.

83
BAZZO, W. A. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 3. ed.
Florianópolis: UFSC, 2012.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho Técnico


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: - Ch PD: 64 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Noções básicas de desenho geométrico. Normas Técnicas de representação e layouts em desenho


técnico. Escalas numérica e gráfica. Sistemas de projeções ortogonais. Cotas. Perspectiva. Tipos
de linha. Caligrafia Técnica. Introdução ao Desenho Arquitetônico. Acessibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUENO, C. P.; PAPAZOGLOU, R. S. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá,


2009.
CRUZ, M. D. Desenho técnico. São Paulo: Érica, 2014.
PACHECO, B. A.; SOUZA-CONCILIO, I. A.; PESSÔA FILHO, J. Desenho técnico. Curitiba:
Intersaberes, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SCHMITT, A. Desenho técnico fundamental. São Paulo/ Rio de Janeiro: EPU, 1977.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 1982.
ESTEPHANIO, C. Desenho técnico básico: 2° e 3° graus. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1984.
FERREIRA, P.; MICELI, M. T. Desenho técnico básico. 3. ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2008.
MONTENEGRO, G. Desenho de projetos. São Paulo: Blücher, 2007.
SILVA, A. et. al. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
STAMATO, J.; OLIVEIRA, J. C.; GUIMARÃES, J. C. M. Desenho 3: introdução ao desenho
técnico. Rio de Janeiro: FENAME, 1972.
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho,
modelagem e visualização. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.

84
COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Funções elementares. Limites: propriedades algébricas e Teorema do Confronto. Continuidade.


Derivadas: interpretação geométrica, regras de derivação, regra da cadeia, derivada da função
inversa e derivação implícita. Aplicações da derivada: Regras de L’Hospital, máximos e mínimos,
gráfico de funções. Primitiva. Integral indefinida. Técnicas de integração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 1. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.


STEWART, J. Cálculo. v. 1. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010-2011.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
AYRES JUNIOR, F.; MENDELSON, E. Cálculo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. v. 2. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
SILVA, P. S. D. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
STEWART, J. Cálculo. v. 1. 5. ed. São Paulo: Thompson Learning, 2006.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6. ed. São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, 2006.
LARSON, R; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
COURANT, R. Differential and integral calculus. v. 1. 2. ed. San Diego: Wiley Interscience,
1988.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.

85
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Matrizes. Determinantes. Sistemas de equações lineares. Vetores. Espaços Vetoriais. Base e


Dimensão. Transformações Lineares. Matriz mudança de base. Aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIPSCHUTZ, S. Algebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.


BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
POOLE, D. Álgebra linear uma introdução moderna. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2016.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R.C. F. Álgebra linear e aplicações. 6. ed.
São Paulo: Atual, 1990.
STRANG, G. Introdução à álgebra linear. 4. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
LIMA, E. L. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
HOFFMAN, K. Algebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
HEFEZ, A. Curso de álgebra. v. 1. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
POOLE, D. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
GONÇALVES, A.; SOUZA, R. M. L. Introdução à álgebra linear. São Paulo: Edgard
Blücher, 1977.
HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Linear algebra. 2. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1971.
KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. L. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
SILVA, V. V. Álgebra linear. Goiânia: ABEU, 1992.

86
COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Medidas. Cinemática. Vetores. Leis de Newton. Aplicações das leis de Newton. Energia cinética.
Trabalho. Energia potencial. Lei da conservação da energia. Centro de massa. Momento linear.
Lei da conservação do momento linear. Colisões.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: mecânica. v. 1. 4. ed. São Paulo: Edgard


Blücher, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1. 10. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2018.
CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física básica: mecânica. Rio de Janeiro: LTC, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: mecânica. v. 1. 9. ed.


Rio de Janeiro: LTC, 2013.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W. Física I: mecânica. v. 1. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2008.
TAYLOR, J.R. Mecânica clássica. Porto Alegre: Bookman, 2013.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
FEYNMAN, R. Lições de Física. v. 1-4. São Paulo: Artmed, 2008.
KITTEL, C.; KNIGHT, W. D.; RUDERMAN, M. A. Mecânica. v. 1. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda, 1973.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho Arquitetônico


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h

87
Ch T: - Ch PD: 64 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Representação gráfica de um projeto arquitetônico: planta baixa, planta de cobertura, cortes,


fachadas, planta de locação, planta de situação. Representação gráfica de esquadrias e cobertura.
Circulação vertical: escadas e rampas. Dimensionamento e cotas no desenho. Notações e símbolos
gráficos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico. 4. ed. São Paulo: Blucher, 2001.


CAMPOS NETTO, C. Desenho arquitetônico e design de interiores. São Paulo: Érica, 2014.
BUENO, C.P., PAPAZOGLOU, R. S. Desenho técnico para engenharias. 3. ed. Juruá, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBERG. L. Desenho Arquitetônico. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1979.


MONTENEGRO, G. A. Desenho de projetos. São Paulo: Blücher, 2007.
MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdades
de arquitetura. São Paulo: Edgard Blücher, 2016.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492: Representação de
projetos de arquitetura. Rio de Janeiro.
NEUFERT, P. A arte de projetar em arquitetura. 18. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2008.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10067: Princípios Gerais de
Representação em Desenho Técnico – Procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16752: Desenho técnico —
Requisitos para apresentação em folhas de desenho. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10126: Cotagem em Desenho
Técnico – Procedimento. Rio de Janeiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Programação de Computadores


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 16 Ch PD: 48 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

88
EMENTA

Conceitos básicos sobre computadores: hardware, software, sistema operacional, compiladores,


representação interna de dados e linguagem de programação. Resolução de problemas e
desenvolvimento de algoritmos: análise e solução de problemas, representação e documentação.
Estruturas de algoritmos: variáveis, entrada e saída, decisão e repetição. Tipos de dados simples.
Modularização de programas: procedimentos, funções e passagem de parâmetros. Tipos de dados
compostos: vetores, matrizes, cadeias de caracteres e registros. Manipulação de arquivos.
Recursividade. Depuração de programas. Programação em linguagem estruturada.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CORMEN, T. H. et al. Algoritmos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.


PIVA JR. et al. Algoritmos e programação de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2019.
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: a construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
FEIJÓ, B.; CLUA, E.; SILVA, F. S. C. Introdução à ciência da computação com jogos:
aprendendo a programar com entretenimento. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2010.
BANIN, S. L. Python 3 conceitos e aplicações: uma abordagem didática. São Paulo: Érica, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à programação : 500 algoritmos resolvidos. Rio de


Janeiro: Campus, 2002.
COUTINHO, M.; NILO, N. Introdução à programação com Python. 2. ed. Novatec, 2014.
SOUZA, M. A. F. de; GOMES, M. M.; SOARES, M. V. Algoritmos e lógica de programação.
2. ed. São Paulo: Cengage Learning. 2011.
PEREIRA, S. L. Algoritmos e lógica de programação em C: uma abordagem didática. São
Paulo: Érica, 2010.
GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008.

89
COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral II
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Integral de Riemann: Cálculo de área e integral definida. Teorema fundamental do Cálculo.


Mudança de variáveis para integral de Riemann e integração por partes. Aplicações da Integral
Definida, Integrais impróprias. O espaço euclidiano de n-dimensional. Funções reais de várias
variáveis reais. Limite e Continuidade. Derivação parcial. Funções Diferenciáveis. Regra da
cadeia. Derivação Implícita. Gradiente e Derivada Direcional. Máximos e mínimos.
Multiplicadores de Lagrange.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AYRES JUNIOR, F.; MENDELSON, E. Cálculo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 1. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v. 2. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 5. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SILVA, P. S. D. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: LTC, 2017.


ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 2. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, J. Cálculo. v. 1. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
LARSON, R.; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 2. 2. ed. São Paulo: Blücher, 1983.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
BOULOS, P.; ABUD, Z. I. Cálculo diferencial e integral. 2. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2002.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.

90
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Eletromagnetismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Carga Elétrica. Campo Elétrico. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente Elétrica e Circuitos de
Corrente Contínua. Campo Magnético. Indução Magnética. Circuitos de Corrente Alternada.
Equações de Maxwell.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: eletromagnetismo. v. 3. São Paulo: Blucher,


2015.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnestismo. v.
3. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
RAMOS, A. Eletromagnetismo. São Paulo: Editora Blucher, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

RAMOS, L. A. M. Física experimental. v. 1. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984.


CHAVES, A. Física básica: Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v. 3 e 4. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1996.
TIPLER, P. A. Física v. 3 e 4. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J.W. Princípios de física: eletromagnetismo. v. 3. Cenage
Learning.

91
COMPONENTE CURRICULAR: Laboratório de Física
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Algarismos significativos. Teoria de erros. Gráficos. Medidas. Elaboração de relatórios.


Experimentos relacionados a conteúdos de Mecânica e Eletromagnetismo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PIACENTINI, J. J. et al. Introdução ao laboratório de física. 4. ed. Florianópolis: EDUFSC,


2012.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: eletromagnestismo. v.
3. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física: mecânica. v. 1. 10. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1. 6. ed. Rio de


Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. v. 3. 6. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002.
SEAR; ZEMANSKY, Física I: mecânica. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003.
SEARS; ZEMANSKY, Física III: eletromagnetismo. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003.
TIMONER, A. et al. Física manual de laboratório: mecânica, calor e acústica. São Paulo:
Edgard Blucher, 1973.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: mecânica. v. 1. 4. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: eletromagnetismo. v. 3. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Química I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Química

92
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Noções preliminares em Química. Funções Inorgânicas. Reações químicas: conceito, equações e


tipos. Estequiometria de reações e soluções. Princípios de Equilibrio Químico. Eletroquímica.
Noções de Cinética Química.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida


moderna e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018.
BROWN, T. L. et al. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2005.
BROWN, L. S.; HOLME. T. A. Química geral aplicada à engenharia. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHANG, R. Química geral: Conceitos Essenciais. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
MAHAN, B. H.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher,
1995.
CHRISTOFF, P. Química geral. Curitiba: InterSaberes, 2015. Recurso online.
KOTZ, C. J.; TREICHEL P. M.; WEAVER G. C. Química geral e reações químicas. v. 1. São
Paulo: Cengage Learning, 2009.
KOTZ, C. J.; TREICHEL P. M.; WEAVER G. C. Química geral e reações químicas. v. 2. São
Paulo: Cengage Learning, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral Experimental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Química
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

93
Introdução e Técnicas de Laboratório Químico. Utilização dos equipamentos de proteção e
prevenção de acidentes em laboratórios. Manipulação de reagentes químicos e equipamentos
laboratoriais. Utilização dos equipamentos laboratoriais, padronização de vidrarias. Preparo de
soluções. Reações químicas. Princípios de Eletroquímica. Equilíbrio químico. Cinética de reação.
Volumetria.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDRADE, M. Z. Segurança em laboratórios químicos e biotecnológicos. Caxias do Sul:


EDUSC, 2008.
RANGEL, R. N. Práticas de físico-química. 3 ed. São Paulo: Blucher, 2006.
FARIAS, R. F. Práticas de química inorgânica. Campinas: Átomo, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

TRINDADE, D. F. et al. Química básica experimental. São Paulo: Ícone, 1988.


ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: Questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018.
BROWN, T. L. et al. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2005.
CHANG, R. Química geral: Conceitos Essenciais. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
KOTZ, C. J.; TREICHEL P. M.; WEAVER G. C. Química geral e reações químicas. v. 1 e 2.
São Paulo: Cengage Learning, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Arquitetura e Urbanismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 24 Ch PD: 40 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Definição de Arquitetura e Papel dos Arquitetos e Engenheiros; Arquitetura: evolução e


tendências históricas; Forma arquitetônica: criação, estilos, estética e arte. Funções arquitetônicas:
Caracterização e dimensionamento de área e circulações horizontais e verticais. Organização
espacial e elementos de composição. Projeto arquitetônico: planejamento, desenvolvimento e

94
detalhamento. Dimensionamento da quantidade de iluminação e ventilação dos ambientes.
Classificação dos tipos de Edificação; Normatização e Recomendações; Legislação e Código de
Obras municipais; O edifício e o espaço urbano; Urbanismo, planejamento urbano e plano diretor.
Acessibilidade na Arquitetura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COSTA, E. C. Arquitetura ecológica: condicionamento térmico natural. São Paulo: Blucher,


1982.
FAZIO, M.; MOFFETT, M.; WODEHOUSE, L. A história da arquitetura mundial. 3. ed.
Porto Alegre: AMGH, 2011.
GIAMBASTIANI, G. L.; SCOPEL, V.; G. Arquitetura e urbanismo. Porto Alegre: SAGAH,
2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

NEUFERT, P. Arte de projetar em arquitetura. 18. ed. São Paulo: Gustavo Gili, 2013.
KOCH, W. Dicionário dos estilos arquitetônicos. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
CORBUSIER, L. Urbanismo. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
COLE, E.. História ilustrada da arquitetura. São Paulo: Publifolha, 2013.
CHING, F. D. K. Dicionário visual de arquitetura. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
CARVALHO, B. de. A arquitetura no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Biblioteca Técnica
Freitas Bastos, 1978.
SILVA, E. Matéria, idéia e forma: uma definição de arquitetura. Porto Alegre: UFRGS, 1994.
ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral III


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Integração dupla. Teorema de Fubini. Integração tripla. Mudança de coordenadas nas integrais
duplas e triplas. Sequência e Séries de números reais e funções. Séries de potências.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

95
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 5. ed. São Paulo: Thomson Learning,2006.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010-2011.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 3. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 4. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. v. 2. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. v. 3. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 8. São Paulo Cengage Learning, 2017.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. v. 3. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. v. 2. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
LIMA, E. L. Curso de análise. v. 2. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais
múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Equações Diferenciais Ordinárias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Equações de primeira ordem: Equações separáveis, lineares, homogêneas, exatas, de Bernoulli,


Ricatti e Clairaut. Equações diferenciais ordinárias de ordem superior: Equações homogêneas e
não-homogêneas. Equações lineares com coeficientes constantes, coeficientes indeterminados e
método de variação dos parâmetros. Equação de Cauchy-Euler. Aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C.; MEADE, D. B. Equações diferenciais elementares e


problemas de valores de contorno. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.

96
ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. 3. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2016.
AYRES JUNIOR, F. Equações diferenciais: resumo da teoria 560 problemas resolvidos, 509
problemas propostos. São Paulo: McGraw-Hill, 1959.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 4. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.


BRONSON, R. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill,
1977.
BASSANEZI, R. C.; FERREIRA JUNIOR, W. C. Equações diferenciais: com aplicações. São
Paulo: Harbra, 1988.
NAGLE, R. K.; SAFF, E. B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais. 8. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012.
BRAUN, M. Equações diferenciais e suas aplicações. Rio de Janeiro,1979.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de Transporte I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Fundamentos da mecânica dos fluidos. Estática dos fluidos. Balanços globais e diferenciais de
massa, energia e quantidade de movimento. Análise dimensional e semelhança. Escoamento
viscoso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J.; MITCHELL, J. W. Introdução à


mecânica dos fluidos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
WHITE, F. M. Mecânica dos fluidos. 8. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2018.
CENGEL, Y. A. Mecânica dos fluidos. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

97
POTTER, M. C. Mecânica dos fluídos. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
HIBBELER, R. C. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.
MUNSON, B. R. Fundamentos da mecânica dos fluidos. São Paulo: Blucher, 2004. ELGER,
D. F.; LEBRET, B. A.; CROWE, C. T.; ROBERSON, J. A. Mecânica dos fluidos para
engenharia. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
SCHIOZER, D. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Araguaia, 1990.
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da mecânica dos fluidos.
São Paulo: Edgard Blücher, 2004.
YOUNG, D. F. Uma introdução concisa à mecânica dos fluídos. São Paulo: Blucher, 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: Topografia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Conceitos fundamentais: sistemas de coordenadas, grandezas lineares, angulares e de superfície,


unidades de medidas, efeito de curvatura da terra. Planimetria. Altimetria. Levantamento
planialtimétrico. Sistema de posicionamento global (GPS).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, A. C. Exercícios de topografia. 3. ed. São Paulo: Blucher, 1975.


SILVA, I. Exercícios de topografia: teoria e prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier,
2018.
SAVIETTO, R. Topografia aplicada. Porto Alegre: SAGAH, 2017.
DAIBERT, J. D. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São Paulo: Érica, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BORGES, A. C. Topografia aplicada à engenharia civil. v. 2. 2 ed. São Paulo: Edgard


Blucher, 2013.
CASACA, J. M.; MATOS, J. L.; DIAS, J. M. B. Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2007.

98
BORGES, A. C. Topografia aplicada à engenharia civil. v. 1. 3 ed. São Paulo: Blucher, 2013.
BOTELHO, M. H. C.; FRANCISCHI JR., J.P.; PAULA, L.S. ABC da topografia para
tecnólogos, arquitetos e engenheiros. São Paulo: Blucher, 2018.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação.
Universidade Federal de Viçosa: Editora UFV, 1998.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia: planimetria. 2 ed. Universidade Federal de
Viçosa, Editora UFV, 1992.
TULER; M.; SARAIVA, S.; FLORIANO, C. Fundamentos de topografia. Porto Alegre:
SAGAH, 2016.

COMPONENTE CURRICULAR: Estática dos Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Estática das partículas em três dimensões. Estática dos corpos rígidos em três dimensões. Forças
distribuídas. Análise de estruturas. Propriedades geométricas de área e volume.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E.R.; MAZUREK, D.F. Mecânica vetorial para engenheiros:
estática. v. 1. 11. ed. Porto Alegre: AMGH EDITORA, 2019.
HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2017.
SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. v. 1. 4. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARION, J. B. Classical dynamics of particles and systems. New York: Academic Press,
1965.
BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Estática e mecânica
dos materiais. Porto Alegre: AMGH, 2013.

99
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2017.
SINGER, F. L. Mecânica para engenheiros. São Paulo: Harba, 1977.
POLILLO, A.; OLIVEIRA, M. M. Mecânica das estruturas. v. 1 e 2. 2. ed. Rio de Janeiro:
Científica, 1977.

COMPONENTE CURRICULAR: Materiais de Construção


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Definição, classificação e características dos materiais. Aglomerantes minerais. Agregados.


Concretos. Materiais cerâmicos. Materiais Metálicos. Vidros. Madeiras. Plásticos. Tintas e
Vernizes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAUER, L. A. F. Materiais de construção. v. 1. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.


BAUER, L. A. F. Materiais de construção. v. 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
PINHEIRO, A. C. F. B.; CRIVELARO, M. Materiais de construção. 2. ed. São Paulo: Erica,
2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CALLISTER, Jr. W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de materiais: uma


introdução. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
BERTOLINI, L. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010.
AMBROZEWICZ, P. H. L. Materiais de construção: normas, especificações, aplicações e
ensaios de laboratório. São Paulo: Pini, 2012.
RECENA, F. A. P. Dosagem e controle da qualidade de concretos convencionais de cimento
Portland. 3. ed. Porto Alegre: EdPUCRS, 2015.
NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016.

100
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Prediais Elétricas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução e conceitos sobre eletricidade aplicados às instalações elétricas. Simbologia para


instalações elétricas e utilização de esquemas. Noções de luminotécnica, previsão de cargas e
distribuição de pontos. Dispositivos para comando de iluminação e tomadas de corrente. Traçados
e divisão das instalações elétricas prediais em baixa tensão. Fornecimento de energia.
Dimensionamento de condutores elétricos prediais típicos. Eletrodutos e acessórios. Dispositivos
de proteção e seccionamento. Aterramento de instalações elétricas prediais em baixa tensão.
Projeto de instalações elétricas prediais. Introdução ao cabeamento estruturado predial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações elétricas prediais. Porto Alegre: Bookman,


2017.
CREDER, H. Instalações elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
NISKIER, J. Instalações elétricas. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
BARBOSA, F.S. et al. Projeto de instalações elétricas. Porto Alegre: SAGAH, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5410: Instalações Elétricas de


Baixa Tensão. Rio de Janeiro.
CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações elétricas prediais. 23. ed. São Paulo: Érica, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson Prantice Hall, 2009.
CARVALHO JÚNIOR, R. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 3. ed. São Paulo:
Blücher, 2011.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações elétricas prediais. Porto Alegre: Bookman,
2017.

101
PINHEIRO, J. M. S. Guia completo de cabeamento de redes. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier.
2015.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Numérico e Computacional


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Erros nas aproximações numéricas. Métodos numéricos para cálculo de raízes de equações.
Métodos numéricos para solução de sistemas lineares e não lineares. Interpolação polinomial.
Ajustes de curvas pelo método dos mínimos quadrados. Soluções numéricas para equações
diferenciais, integração numérica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMPOS FILHO, F. F. Algoritmos numéricos uma abordagem moderna de cálculo


numérico. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
FRANCO, N. M. B. Cálculo numérico. Editora Pearson, 2006.
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e
Computacionais. 2. ed. Makron Books, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARENALES, S. H,; DAREZZO, A. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2015.
BURDEN, R. L. Análise numérica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
VARGAS, J. V. C.; ARAKI, L. K. A. Cálculo numérico aplicado. Barueri: Manole, 2017.
SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; SILVA, L. H. M. Cálculo numérico. 2. ed. Editora Pearson
JACQUES, I.; JUDD, C. Numerical analysis. Chapman and Hall, 1987.
SCHEID, F. Theory and problems of numerical analysis. McGraw-Hill, 1968.
SPERANDIO, D. et al. Cálculo numérico. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
CANALE, R. P.; CHAPRA, S. C. Métodos numéricos para engenharia. 12. ed. Amgh, 2008.

102
KIUSALAAS, J. Numerical methods in engineering with Python. Cambridge Univ Press
Usa. 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: Estatística Geral


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução à estatística descritiva. Análise combinatória e binômio de Newton. Teoria elementar


de probabilidade. Variáveis aleatórias. Funções de variáveis aleatórias. Distribuição binomial,
normal. Teste de hipóteses (testes t, χ2 e análise de variância).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDERSON, D. R. et al. Estatística aplicada a administração e economia. 8. ed. São Paulo:


Cengage, 2019.
MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. O. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
DEVORE, J. L. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. 3. ed. São Paulo:
Cengage, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 3. ed. São Paulo: Blucher, 2002.


CRESPO, A. A. Estatística. 20. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2020.
TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
SICSÚ, A. L.; DANA, S. Estatística aplicada: análise exploratória de dados. 1 ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
VIEIRA, S. Análise de variância (ANOVA). Editora Atlas, 2006, São Paulo.

COMPONENTE CURRICULAR: Hidráulica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

103
EMENTA

Conceitos básicos de hidrostática e hidrodinâmica. Escoamento permanente em condutos


forçados. Perda de carga distribuída. Perda de carga localizada. Condutos equivalentes.
Distribuição de vazão em marcha. Sistemas ramificados. Sistemas elevatórios. Orifícios.
Vertedores. Escoamento permanente em condutos livres. Ressalto hidráulico. Remanso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEVEDO NETTO, J. M.; FERNANDEZ Y FERNANDEZ, M.; ARAUJO, R.; ITO, A. E.


Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998.
HOUGHTALEN, R. J.; HWANG, N. H. C.; AKAN, A O. Engenharia hidráulica. 4. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
COUTO, L. M. M. Hidráulica na prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PORTO, R. M. Hidráulica básica. 4. ed. São Carlos: EESC-USP, 2006.


BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed.
Belo Horizonte: EdUFMG, 2012.
CARVALHO, D. F. Instalações elevatórias: bombas. 6. ed. Belo Horizonte: FUMARC, 1999.
CHADWICK, A.; MORFETT, J.; BORTHWICK, M. Hidráulica para engenharia civil e
ambiental. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
GRIBBIN, J. E. Introdução a hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 2. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2014.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos Materiais I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Propriedades mecânicas de materiais. Estática dos corpos deformáveis. Conceitos de tensão e


deformação. Tração e compressão. Torção simples. Flexão e cisalhamento. Flexão assimétrica
(oblíqua) e composta com tração ou compressão.

104
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEER, F. P. JOHNSTON Jr., E. R. DEWOLF, J. T. MAZUREK, D. F. Mecânica dos materiais.


7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
GERE, J. M. Mecânica dos materiais. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Estática e mecânica
dos materiais. Porto Alegre: AMGH, 2013.
NASH, W. Resistência dos materiais. 5. ed. São Paulo: Bookman, 2014.
RILEY, S.; MORRIES, E. Mecânica dos materiais. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. Ed. Livros Técnicos e Científicos, 1982.
POPOV, E. P. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Prentice-hall do Brasil, 1984.

COMPONENTE CURRICULAR: Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução: o edifício e suas partes, conceitos, sistemas e subsistemas; tipos de construções;


estrutura analítica de uma construção; terminologia, materiais e componentes. Sistemas e métodos
construtivos consagrados. Etapa de projeto e planejamento. Tecnologia de execução das principais
etapas construtivas: serviços preliminares; canteiro de obra e instalações provisórias; locação e
implantação; movimentação de terra; obras de contenção e drenagem; fundações; superestrutura;
vedações; esquadrias; cobertura; instalações; impermeabilizações; revestimentos; pintura;
serviços complementares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO, H. A. de. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1997.
KIBERT, C. J. Edificações sustentáveis projeto, construção e operação. 4. Porto Alegre:
Bookman, 2019

105
AZEREDO, H. A. de. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Blucher, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BLEY, A. S. Administracion de operaciones de construcción. Santiago: Pontificia


Universidad Católica de Chile, 1993.
CBIC-Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Desempenho de edificações
habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Fortaleza:
Gadioli Cipolla Comunicação, 2013.
CHING, F. D. K.; ADAMS, C. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
CONTADOR, J.C. (Coord.). Gestão de operações: a engenharia de produção a serviço da
modernização da empresa. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998.
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS (IPT). Tecnologia de edificações. São
Paulo: Pini, IPT, Divisão de Edificações, 1988.
LUCINI, H. C. Manual técnico de modulação de vãos de esquadrias. 1. ed. São Paulo: Pini,
2001.
MELHADO, S. B. (Coord.). Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O Nome da
Rosa, 2005.
ORNSTEIN, S. W.; ROMÉRO, M. A. (Coord.). Dossiê da construção do edifício. 2. ed. São
Paulo: FAU, 1992.
PINI. Alternativas tecnológicas para edificações. São Paulo: Pini, 2008.
PINI. Construção passo a passo. 4. v. São Paulo: Pini, 2009.
PINI. Guia melhores práticas da comunidade da construção. Associação Brasileira de
Cimento Portland. São Paulo: Pini, 2005.
PINI. TCPO: Tabelas de composição de preços para orçamentos. São Paulo: Pini.
RIPPER, E. Como evitar erros na construção. 2. ed. São Paulo: Pini, 1984.
SANTOS JÚNIOR, L. V. Projeto e execução de alvenarias: fiscalização e critérios de
aceitação. São Paulo: Pini, 2014.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. 2. ed. São Paulo: Pini, Sinduscon-SP, 1999.

COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia e Redação Científica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Biológicas e da Saúde

106
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Instrumentos básicos da produção acadêmico-científico: ler; filosofar; analisar; produzir. Etapas


de um trabalho acadêmico-científico e procedimentos técnico-metodológicos: levantamento
bibliográfico; documentação como método de estudo individual; análise e construção de textos;
apresentação de trabalhos científicos; elaboração de referências bibliográficas; normatização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CRESWELL, J. W. Pesquisa de métodos mistos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.


LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 7. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2017.
YIN, R. K. Estudo de caso planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos


na graduação. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e
documentação - referências – elaboração. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e
documentação - apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e
documentação - trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Numeração
progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro.
RUIZ, J. Á. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2006.

COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Hidrossanitárias Prediais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

107
EMENTA

Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de
esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais. Instalações Hidráulicas Prediais para
Combate a Incêndio. Instalações prediais de gás combustível. Instalações prediais de água gelada.
Resíduos sólidos e lixo predial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARVALHO JÚNIOR, R. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 5. ed. São


Paulo: Blücher, 2017.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. 4. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MELO, V. O.; AZEVEDO NETTO, J. M. Instalações prediais hidráulico-sanitárias. São
Paulo: Edgard Blücher, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

VERÓL, A. P; VAZQUEZ, E. G.; MIGUEZ, M. G. Sistemas prediais hidráulicos e


sanitários: projetos práticos e sustentáveis. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10844: Instalações prediais
de águas pluviais – Procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5626: Sistemas prediais de
água fria e água quente - Projeto, execução, operação e manutenção. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8160: Sistemas prediais de
esgoto sanitário - Projeto e execução. Rio de Janeiro,
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13714: Sistemas de hidrantes
e de mangotinhos para combate a incêndio. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15526: Redes de distribuição
interna para gases combustíveis em instalações residenciais — Projeto e execução. Rio de
Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7229: Projeto, construção e
operação de sistemas de tanques sépticos. Rio de Janeiro.

108
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13969: Tanques sépticos -
Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto,
construção e operação. Rio de Janeiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos Materiais II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Análise das tensões e deformações. Teoria das falhas. Flecha em vigas estaticamente
determinadas. Flecha em vigas estaticamente indeterminadas. Flambagem de colunas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEER, F. P. JOHNSTON Jr., E. R. DEWOLF, J. T. MAZUREK, D. F. Mecânica dos


materiais. 7. ed. São Paulo: AMGH, 2015.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 10 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
GERE, J. M. Mecânica dos materiais. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BEER, F. P. JOHNSTON Jr., E. R. DEWOLF, J. T. MAZUREK, D. F. Estática e mecânica


dos materiais. Porto Alegre: AMGH, 2013.
NASH, W. Resistência dos materiais. 5. ed. São Paulo: Bookman, 2014.
RILEY, S.; MORRIES, E. Mecânica dos materiais. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. Ed. Livros Técnicos e Científicos, 1982.
POPOV, E. P. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Prentice-hall do Brasil, 1984.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria das Estruturas I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

109
EMENTA

Introdução à Engenharia de Estruturas. Definição de estrutura, tipos de estrutura, tipos de


elementos estruturais, estudo dos vínculos e ligações, graus de liberdade de corpo rígido.
Determinação geométrica das estruturas. Equações de equilíbrio de corpo rígido, reações internas
e vinculares. Definição de esforço solicitante. Esforços solicitantes: força normal, força cortante,
momento fletor, momento torçor. Diagramas de esforços solicitantes para vigas isostáticas e
pórticos isostáticos planos e tridimensionais, determinação de valores máximos e mínimos.
Cálculo de treliças por processos analíticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, M. C. F. de. Estruturas isostáticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.


MARTHA, L. F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2017.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. 3. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2013.
KRIPKA, M. Análise estrutural para engenharia civil e arquitetura: estruturas isostáticas. 2.
ed. São Paulo: Pini, 2011.
LEET, M. K.; UANG, C. M..; GILBERT, A. M. Fundamentos da análise estrutural. 3. ed.
São Paulo: McGraw-Hill, 2009.
MACHADO JUNIOR, E. F. Introdução à isostática. São carlos: EESC-USP, 1999.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural: estruturas isostáticas. v. 1. 9. ed. Rio de
Janeiro: Globo, 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Solos I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

110
Origem, formação e caracterização dos solos. Investigação do subsolo e sondagens. Índices
físicos. Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões geostáticas. Tensões induzidas
por carregamentos externos. Condutividade hidráulica dos solos. Teoria da percolação de água
em solos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CRAIG. R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.


DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de engenharia geotécnica. 8. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2015.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos: com exercícios resolvidos em 16 aulas. 3.
ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BODÓ, B.; JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
SANTOS NETO, P. M. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.

COMPONENTE CURRICULAR: Orçamento e Técnicas de Planejamento na


Construção Civil
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 80h
Ch T: 80 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

O processo da orçamentação, graus do orçamento, quantificação de serviços, composição de


custos, custo da mão de obra, custo de material, custo de equipamento, Curva ABC, custos,
indiretos, custos diretos, a formação do preço de venda e BDI, Nova Lei de Licitações. A
importância do Planejamento, Ciclo PDCA, o Roteiro do Planejamento, Estrutura analítica do
Projeto, Duração das atividades, relações de precedência, diagrama de rede, caminho crítico,

111
cronograma físico e físico-financeiro, atribuição de recursos, Análise de Valor Agregado, o
Método das linhas de balanço, O sistema Last Planner, o Sistema Toyota de Produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, A. de C. Prática das pequenas construções: orçamentos, contratos, plantas


executivas, plantas de prefeitura. v. 2. 6. ed. São Paulo: Blucher, 2010.
MELO, M. Gerenciamento de projetos para a construção. 2. ed. Brasport, 2010.
PINHEIRO, A. C. F. B. Planejamento e custos de obras. 1. ed. São Paulo: Erica, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FERRAZ, A. A. Guia da construção: do canteiro ao controle de qualidade. São Paulo: Oficina


de Textos, 2019.
BERNARDES, M. M. S. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro: LTC, 2021
GOLDMAN, P. Introdução ao planejamento e pontrole de custos na construção civil
brasileira. São Paulo: Pini, 2005.
CARDOSO, A. R. S. Orçamento de obras em foco. 4. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2020.
LIMMER, C. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
MATTOS. A. D. Como preparar orçamento de obras. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos,
2019.
TISAKA, M. Orçamento na construção civil: consultoria, projeto e execução. 2. ed. São
Paulo: Pini, 2011.
MATTOS, A. D. Planejamento e controle de obras. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2019.

COMPONENTE CURRICULAR: Saneamento


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

112
Introdução ao saneamento básico e legislação correspondente. Ciências do Ambiente aplicadas ao
Saneamento Básico. Sistema de abastecimento de água (captação, adução, estação de tratamento
de água, reservatório de distribuição, rede de distribuição). Sistema de esgotamento sanitário (rede
coletora de esgotos, estação de tratamento de esgotos, despejo de efluentes)

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GARCEZ, L. N. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed. São Paulo: Blucher,


1976.
MILLER JR, G. T. Ciência ambiental. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São
Paulo: Edgard Blücher, 1991.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.


DERISIO, J. C. Introdução ao controle da poluição ambiental. 5. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017.
HELLER, L.; PÁDUA, V. L. de. Abastecimento de água para consumo humano. v. 1. Belo
Horizonte: UFMG, 2006.
HELLER, L.; PÁDUA, V. L. de. Abastecimento de água para consumo humano. v. 2. Belo
Horizonte: UFMG, 2006.
NUVOLARI, A. Esgoto sanitário coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2 ed. São
Paulo: Blucher, 2011.
RICHTER, C. A. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. 1. ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2001.
SPERLING, M. V. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3. ed. Belo
Horizonte: EdUFMG, 2005.
SPERLING, M. V. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo Horizonte: EdUFMG,
1996.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria das Estruturas II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 96h

113
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Estruturas Isostáticas. Cálculo de deslocamento aplicando o Princípio dos trabalhos Virtuais.


Linhas de Influência. Estruturas Hiperestáticas. Generalidades. Processo dos esforços aplicados
em treliças, vigas contínuas, pórticos e grelhas. Processo de Cross aplicados em vigas contínuas.
Processo dos deslocamentos aplicados em vigas contínuas, pórticos e grelhas. Análise
computacional de estruturas. Aplicação em treliças, vigas e em pórticos. Arcos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
KASSIMALI, A. Análise estrutural. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
MARTHA, L. F. Análise de estruturas conceitos e métodos básicos. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN
LTC, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DUARTE FILHO, L. A. Teoria das estruturas II. Itajaí: Univale, 2007.


LEET, M. K.; UANG, C. M. GILBERT, A. M. Fundamentos da análise estrutural. 3. ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2009.
SOUZA, J. C. A. O. ANTUNES, H. M. C. C. Processos gerais da hiperestática clássica. 2. ed.
São Carlos: EESC-USP, 1995.
SORIANO, H. L. LIMA, S. S. Análise de estruturas: método das forças e método dos
deslocamentos. 1. v. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2004.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural: deformações em estruturas, método das forças.
2. v. 5. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1983.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural: método das deformações, processo de cross. 3.
v. 5. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1982.

COMPONENTE CURRICULAR: Ações e Segurança em Estruturas


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 32h
Ch T: 32 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

114
EMENTA

Efeitos de vento em edificações. Ações nas estruturas: definição, descrição dos tipos de ações
quanto: à origem, à variação com o tempo, ao modo de atuação. Valores nominais das ações e
suas combinações, utilização das normas brasileiras. Definição de segurança: métodos
determinísticos e semiprobabilístico. Estados limites últimos e de serviço (utilização). Norma
brasileira de ações e segurança nas estruturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SORIANO, H. L. Introdução à dinâmica das estruturas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2014.
SÁLES, J. J.; MUNAIR NETO, J.; MALITE, M. Segurança nas estruturas. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2015.
WAHRHAFTIG, A. M. Ação do vento em estruturas esbeltas com efeito geométrico. 2. ed.
São Paulo: Blutcher, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120: Cargas para estruturas


de edificações. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123: Forças devido ao vento
em edificações. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e segurança em
estruturas - procedimento. Rio de Janeiro.
BECK, A. Confiabilidade e segurança das estruturas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2019.
PITTA, J. A. A. Ações devidas ao vento em edificações. São Carlos: Edufscar, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Solos II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Adensamento. Compressibilidade. Recalque. Resistência ao cisalhamento dos solos. Capacidade


de carga. Estabilidade de taludes. Empuxos de terra. Barragens. Melhoria de solos.

115
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CRAIG. R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.


DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de engenharia geotécnica. 8. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2015.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos: com exercícios resolvidos em 16 aulas. 3.
ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BODÓ, B.; JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
FIORI, A. P. Fundamentos de mecânica dos solos e das rochas: aplicações na estabilidade de
taludes. São Paulo: Oficina de textos, 2015.
SANTOS NETO, P. M. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Segurança do Trabalho


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 32 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: 16

EMENTA

Generalidades e conceitos de engenharia de segurança do trabalho. Normas regulamentadoras e


legislações relativas à segurança e medicina do trabalho. Higiene ocupacional. Ambiente e
doenças ocupacionais: profissional e do trabalho. Acidente de trabalho: conceito legal, causas e
consequências, ato inseguro e condição insegura, prevenção de acidentes, inspeção de segurança
e investigação de acidentes do trabalho. Proteção do meio ambiente. Prevenção e combate a
incêndios. Gerência de Riscos. Segurança de Processos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MASTROENI, M. F. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2. ed. São


Paulo: Atheneu, 2005.

116
SCALDELAI, A. V. Manual prático de saúde e segurança no trabalho. 2. ed. São Caetano do
Sul: Yendis, 2012.
MATTOS, U, A DE OLIVEIRA; MÁSCULO, F, S. Higiene e segurança do trabalho. 2. ed. Rio
de Janeiro: GEN LTC, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 4. ed. Atlas, 2011.
EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina do trabalho: Manuais de Legislação. 73. ed. Atlas,
2014.
GARCIA, G. F. B. Meio ambiente do trabalho, direito, segurança e medicina do trabalho.
4. ed. São Paulo: Forense Jurídica, 2014.
NUNES, F. O. Segurança e saúde do trabalho esquematizada: normas reguladoras de 01 a 09
e 28. São Paulo: Método, 2012.
OLIVERA, C. A. D.; MILANELI, E. Manual de prático de saúde e segurança do trabalho.
São Caetano do Sul: Yendis, 2009.
OPITZ, O.; OPITZ, S. C. B. Acidentes do trabalho: inteligência e aplicação das leis ns.
6.367/76 e 6.195/75 e seus regulamentos. São Paulo: Saraiva, 1977.
SZABO JUNIOR, A. M. Manual de segurança, higiene e medicina do trabalho. 7. ed. São
Paulo: Rideel, 2014.

COMPONENTE CURRICULAR: Hidrologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Bacia hidrográfica; Ciclo hidrológico e balanço hídrico; Precipitação, evaporação, águas


subterrâneas e infiltração, escoamento superficial; Modelos de simulação (método racional,
hidrograma unitário e outros); Propagação e controle de cheias; Regularização de vazões;
Drenagem urbana.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

117
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
SOUZA PINTO, N. L.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAPTISTA, M.; NASCIMENTO, N.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em drenagem


urbana. ABRH: Porto Alegre, 2005.
GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,1988.
GRIBBIN, J. E. Introdução a hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 2. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2014.
RIGHETTO, A. M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.
TUCCI, C. E. M. (Org.); SILVEIRA, A. L.L. et al. Hidrologia: ciência e aplicação. 3. ed. Porto
Alegre: EDUFRGS, 2004.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,
1975.
WILKEN, P. S. Engenharia de drenagem superficial. São Paulo: CETESB, 1978.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Madeira I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução a Estruturas de madeira. Dimensionamento estrutural. Dimensionamento de peças


submetidas a solicitações de produtores de tensões normais. Estabilidade de peças solicitadas por
tensões normais de compressão. Peças submetidas a tensões tangenciais, cisalhamento e flexão.
Ligações de peças estruturais. Dimensionamento de peças compostas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

118
PFEIL, W. Estruturas de madeiras. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
CALIL JUNIOR, C.; ROCCO, F. A. R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de elementos
estruturais de madeira. São Paulo: Manole, 2003.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhado de madeira. Rio de Janeiro: Blutcher.
1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123: Forças devidas ao


vento em edificações – procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7808: Símbolos gráficos para
projetos de estruturas – simbologia. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e Segurança nas
Estruturas. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14432: Exigências de
resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações - procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7190: Projeto de Estruturas
de madeira. Rio de Janeiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Armado I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Propriedades do concreto. Propriedades dos aços para concreto. Flexão normal simples.
Cisalhamento. Ancoragem. Estados-limites de utilização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado fundamentos de projeto,


dimensionamento e verificação. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2016.
NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman. 2016.
CORREA, P. M. Estruturas em concreto armado. Porto Alegre: SER - SAGAH, 2018.

119
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de estruturas de


concreto - procedimento. Rio de Janeiro.
CARVALHO, R.C.; FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de estruturas
usuais e concreto armado: segundo a NBR 6118:2014. 4. ed. São Carlos: EdUFSCar, 2016.
FUSCO, P. B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1995.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. v. 1. Rio Grande. Editora Dunas. 2014.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. v. 2. Rio Grande. Editora Dunas. 2014.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. v. 3. Rio Grande. Editora Dunas. 2014.
ARAÚJO, J. M. Curso de concreto armado. v. 4. Rio Grande. Editora Dunas. 2014.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Geométrico de Rodovias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Organização do setor rodoviário. Nomenclatura e classificação das rodovias. Estudos de traçado.


Concordância horizontal com curva circular simples. Superelevação e superlargura. Curvas
horizontais com espiral de transição. Distâncias de visibilidade. Perfil longitudinal e
concordâncias verticais. Movimentos de terra e equipamentos de terraplenagem. Diagramas de
massa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CERATTI, J.; REIS, R. Manual de microrrevestimento asfáltico a frio. São Paulo: Oficina de
Textos, 2011
MUDRIK, C. Caderno de encargos terraplanagem, pavimentação e serviços
complementares. v.1. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2006.
PIMENTA, C. R. T; OLIVEIRA, M. P. Projeto geométrico de rodovias. 2. ed. São Carlos:
RiMa, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

120
ALBANO, J. F. Vias de transporte. Porto Alegre: Bookman, 2016.
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 2. ed. Florianópolis: Ed. Da UFSC,
2005.
PEREIRA, A. L. Estradas - rodovias e ferrovias: projeto e construção. Rio de Janeiro: Livro
Técnico Ltda, 1958.
PONTES FILHO, G. Estradas de rodagem: projeto geométrico. São Carlos: G. Pontes Filho,
1998.
PORTO, T. F. A. Projeto geométrico de rodovias. São Paulo: T. A. Queiroz, 1989.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Metálicas I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução às estruturas metálicas. Aços e perfis estruturais. Segurança e desempenho.


Dimensionamento de peças tracionadas. Dimensionamento de peças comprimidas.
Dimensionamento de peças submetidas à flexão simples. Dimensionamento de peças submetidas
à flexão composta. Dimensionamento de ligações com conectores. Dimensionamento de ligações
soldadas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DIAS, L. A. de M. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 8. ed. São Paulo:


Zigurate, 2011.
MOLITERNO, A. Elementos para projetos em perfis leves de aço. 2. ed. São Paulo: Blucher,
2015.
FAKURY, R. H.; SILVA, A. L. R. C.; CALDAS, R. B. Dimensionamento de elementos
estruturais de aço e mistos de aço e concreto. São Paulo: Pearson, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123: Forças devidas ao


vento em edificações – procedimento. Rio de Janeiro.

121
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7808: Símbolos gráficos para
projetos de estruturas – simbologia. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e Segurança nas
Estruturas. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14432: Exigências de
resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações - procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14762: Dimensionamento de
estruturas de aço constituídos por perfis formados a frio – procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800: Projeto de estruturas de
aço e mistas de aço e concreto de edifícios. Rio de Janeiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Armado II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 80h
Ch T: 80 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Noções de projeto estrutural. Lajes maciças. Flexão normal composta. Flexão oblíqua. Estudo dos
pilares. Torção. Escadas usuais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 2. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 3. Rio de Janeiro: LTC,
2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de estruturas de


concreto - procedimento. Rio de Janeiro.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-moldado. São Paulo: Oficina de Textos, 2017.

122
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

COMPONENTE CURRICULAR: Pavimentação e Drenagem


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução, conceituação e classificação de pavimentos rodoviários. Seleção e caracterização de


solos e materiais granulares para pavimentação. Seleção e caracterização de materiais pétreos e
ligantes asfálticos. Dosagem de revestimentos asfálticos. Estudo do carregamento veicular.
Métodos de dimensionamento de pavimentos. Drenagem superficial. Drenagem subterrânea.
Drenagem subsuperficial. Cálculo de vazões. Dimensionamento hidráulico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BALBO, J. T. Pavimentação asfáltica: materiais, projetos e restauração. 1. ed. São Paulo:


Oficina de Textos, 2007.
PINTO, S.; PINTO, I. E. Pavimentação asfáltica: conceitos fundamentais sobre materiais e
revestimentos asfálticos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
SUZUKI, C. Y.; AZEVEDO, A. M.; KABBACH JÚNIOR, F. I. Drenagem subsuperficial de
pavimentos. São Paulo: Oficina de textos, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE ASFALTOS.


Manual básico de emulsões asfálticas: soluções para pavimentar sua cidade. Rio de Janeiro:
ABEDA, 2001.

123
BAESSO, D. P. Estradas rurais: técnicas adequadas de manutenção. Florianópolis: DER,
2003.
BALBO, J. T. Pavimentos de concreto. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
BAPTISTA, M. B.; COELHO, M. M. L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed.
Belo Horizonte: EdUFMG, 2012.
CERATTI, J. A. P.; REIS, R. M. M. de. Manual de dosagem de concreto asfáltico. São Paulo:
Oficina de Textos, 2011.
GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica, hidrologia e hestão de águas pluviais. 3. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2016.
MEDINA, K.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2016.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovias: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
PEREIRA, A. L. Drenagem de rodovias e ferrovias. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1959.
TUCCI, C. E. M.; PORTO, R. La L.; BARROS, M. T. de. Drenagem urbana. 1. ed. Porto
Alegre: ABRH, 1995.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundações


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 48h
Ch T: 48 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Tipos de fundações: superficial e profunda. Dimensionamento de elementos estruturais de


fundações: sapatas, estacas e tubulões.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SCHNAID, F.; ODEBRECHT, E. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de


fundações. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
CARVALHO, L; MARQUES, J P. 4 Edifícios x 5 locais de implantação = 20 soluções de
fundações. São Paulo: Blucher, 2016.
124
OLIVEIRA, A. M. dos S. Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CINTRA, J. C.; AOKI, N.; ALBIERO, J. H. Fundações diretas: projeto geotécnico. São Paulo:
Oficina de textos, 2011.
CINTRA, J. C.; AOKI, N.; TSUHA, C. H. C.; GIACHETI, H. L. Fundações: ensaios estáticos e
dinâmicos. São Paulo: Oficina de textos, 2011.
CINTRA, J. C.; AOKI, N. Fundações por estacas: projeto geotécnico. São Paulo: Oficina de
textos, 2010.
DAS, B. M. Fundamentos de engenharia geotécnica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. 3. ed. São Paulo: Oficina de textos, 2006.
MILITITSKY, J. Grandes escavações em perímetro urbano. São Paulo: Oficina de textos,
2016.

COMPONENTE CURRICULAR: Economia e Administração


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Conceitos básicos de economia. Noções de microeconomia (estrutura de mercados, teoria do


consumidor e teoria da produção). Noções de macroeconomia (renda nacional, inflação, política
fiscal e política monetária). Noções de econometria. Noções fundamentais de administração
(princípios de administração aplicada a sistemas produtivos, planejamento, gestão de cadeias
produtivas, administração financeira).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KWASNICKA, E. L. Introdução à administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.


PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. 7. ed. Rio de Janeiro: Pearson, 2010.
DIAS, M, A. Administração de materiais princípios, conceitos e gestão. São Paulo: Atlas
2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

125
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ASSAF NETO, A. Curso de Administração financeira. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
GUJARATI, D. N.; PORTER, D. C. Econometria básica. 5. ed. Porto Alegre: McGraw Hill,
2011.
MANKIW, N. G. Introdução à economia. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
PINHO, D. V.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 5. ed. São Paulo: Saraiva,
2004.
VASCONCELLOS, M. A. S. Economia: micro e macro. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Trabalho de Conclusão de Curso I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 16h
Ch T: - Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Desenvolvimento de pré-projeto individual ou em grupo em linguagem científica sob orientação


de professor.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

A bibliografia dependerá do assunto tratado no trabalho.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

A bibliografia dependerá do assunto tratado no trabalho.

COMPONENTE CURRICULAR: Trabalho de Conclusão de Curso II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 16h
Ch T: - Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Trabalho individual ou em grupo de livre escolha do aluno, dentro das atribuições do profissional
da área de Engenharia Civil. Deverá ser desenvolvido com a orientação de um

126
orientador/profissional/professor da área. O trabalho será desenvolvido de forma escrita e através
da pesquisa para os alunos matriculados que estiverem realizando esta atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

A bibliografia dependerá do assunto tratado no trabalho.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

A bibliografia dependerá do assunto tratado no trabalho.

COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Curricular Supervisionado I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 96h
Ch T: - Ch PD: 96 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua


área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em empresas
públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua formação
profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

A bibliografia dependerá do assunto tratado no estágio.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

A bibliografia dependerá do assunto tratado no estágio.

COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Curricular Supervisionado II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 96h
Ch T: - Ch PD: 96 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

127
Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua
área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em empresas
públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua formação
profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

A bibliografia dependerá do assunto tratado no estágio.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

A bibliografia dependerá do assunto tratado no estágio.

COMPONENTE CURRICULAR: Computação Instrumental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

O microcomputador e seus componentes básicos. Microprocessadores. Dispositivos de entrada e


saída. Memória. Sistemas operacionais. Internet: Redes de computadores. Navegadores. Pesquisa
bibliográfica na internet. Programas aplicativos. Editores de textos. Editores de imagens. Editores
de apresentações. Planilhas de cálculo. Editores de gráficos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PIVA, D.; ENGELBRECHT, A. M.; NAKAMITI, G. S.; BIANCHI, F. Algoritmos e


programação de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2019.
SANTOS, M. G. Algoritmos e programação. Porto Alegre: SAGAH, 2018.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 10. ed. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FEDELI, R. D.; POLLONI, E. G. F.; PERES, F. E. Introdução à ciência da computação. São


Paulo: Cengage Learning, 2010.

128
FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de programação: a construção de
algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
GUIMARÃES, A. M.; LAJES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008.
NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Pearson Education, 1996.
PEREIRA, S. L. Algoritmos e lógica de programação em C: uma abordagem didática. 1. ed.
São Paulo: Érica, 2010.

COMPONENTE CURRICULAR: Educação em Direitos Humanos e Relações Étnico-


Raciais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Direito
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Mecanismos culturais de transformação de diferenças em desigualdades sociais. Conceito de


gênero como categoria de análise das relações sociais. Conceitos de racismo e discriminação. A
intersecção das diferenças e a exclusão social. A Constituição Federal de 1988 e os Fundamentos
do Estado Democrático de Direito. O princípio da Igualdade e o sujeito de direitos. A concepção
de cidadania: do sujeito universal ao sujeito especificado de Direitos. A Educação como
Instrumento de Transformação das Desigualdades Sociais. O Ensino por competências e a
educação em Direitos Humanos. Aspectos pedagógicos e didáticos da Educação em Direitos
Humanos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SCARANO, R. C. V. et al. Direitos humanos e diversidade. Porto Alegre: SAGAH, 2018.


MAZZUOLI, V. O. Curso de direitos humanos. Rio de Janeiro: Método, 2021.
PIOVESAN, F. Temas de direitos humanos. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Constituição de 1988. 41. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.

129
BRASIL. Plano nacional de educação em direitos humanos. Ministério da Educação,
Ministério da Justiça, Unesco, 2007.
GUEDES, J. C. (Coord.); NEIVA, J. S. M. (Coord.). Temas de direito e saúde. Brasília: AGU,
2010.
MARCHETTO, P. B. et al. Temas fundamentais de direito e bioética. São Paulo: Cultura
Acadêmica: UNESP, 2012.
MOURA, C. O negro: de bom escravo a mau cidadão? Rio de Janeiro: Conquista, 1977.
SANTOS, I. A. A. Direitos humanos e as práticas de racismo. Brasília: Câmara dos
Deputados, 2012.
SCHILLING, F. (Org.); KOERNER, A. et al. Direitos humanos e educação: outras palavras,
outras práticas. São Paulo: Cortez, 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Empreendedorismo no Brasil e no mundo. Inovação, sustentabilidade e internacionalização. Fases


do processo empreendedor. Avaliação da ideia. Marketing e Análise de Mercado. Construção do
plano de negócios. Negociação e apresentação da ideia. Captação de recursos financeiros. Formas
jurídicas. Propriedade intelectual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BETHLEM, A. Gestão de negócios: uma abordagem brasileira. Rio de Janeiro: Elsevier, 1999.
HASHIMOTO, M. Espírito empreendedor nas organizações. 3. ed. São Paulo: Saraiva: 2013.
LEITE, E. O fenômeno do empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BATEMAN, T. S. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 1998.


DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 4. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2012.

130
DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e
princípios. São Paulo: Pioneira, 2005.
LONGENECKER, J. G. Administração de pequenas empresas. São Paulo: Makron Books,
1998.
PEREIRA, H. J. (Org.); SANTOS, S. A. dos (Org.). Criando seu próprio negócio: como
desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995.
SCHELL, J. Guia para gerenciar pequenas empresas: como fazer uma transição para uma
gestão empreendedora. Rio de Janeiro: Campus, 1995.

COMPONENTE CURRICULAR: Inglês Instrumental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Estudo da língua inglesa em suas estruturas básicas, através de textos científicos. Gramática
aplicada e leitura e compreensão de textos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LOPES, M. C. Dicionário da língua inglesa: inglês-português/português-inglês. São Paulo:


Rideel, 2015.
REJANI, M. Inglês instrumental: comunicação e processos para hospedagem. São Paulo: Erica,
2014.
THOMPSON, M. A. S. Inglês instrumental: estratégias de leitura para informática e internet.
São Paulo: Erica, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 1. Singapore: Heinle & Heinle, 2002.
ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 2. Singapore: Editora Heinle & Heinle,
2002.
ANDERSON, N. J. Active skills for reading: book 3. Singapore: Editora Heinle &
Heinle,2002.

131
COPPERUD, R. H (Org.). Dicionário de inglês coloquial. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1991.
HUTCHINSON, T. English for specific purposes: a learning-centred approach. New York.:
Cambridge, 1987.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégia de leitura - módulo II. São Paulo: Textonovo,
2001.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. São Paulo: Textonovo,
2000.
MURPHY, R. Essential grammar in use: a self-study reference na practice book for
elementary students of english. Cambridge: University Press, 1995.
OXFORD ESCOLAR. Dicionário para estudantes brasileiros de inglês: português/inglês-
inglês/português. Oxford: Oxford University Press, 1999.
PASS WORD. Dicionário Iinglês/português. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
SOUZA, Ad. G F. et al. Leitura em língua inglesa uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal, 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: Linguagem Brasileira de Sinais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Linguagem Brasileira de Sinais e a cultura do surdo. Níveis de formalidade e informalidade.


Dactilologia e pronomes. Pronomes. Comparativos e verbos. Numeral monetário, ordinais e
carnais. Adjetivos. Advérbios. Tipos de negação. Expressão facial gramatical.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CORRÊA, Y. (Org.); CRUZ, C. R. (Org.). Língua brasileira de sinais e tecnologias digitais.


Porto Alegre: Penso, 2019.
GESSER, A. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e
da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
MORAIS, C. E. L.; PLINSKI, R. R. K.; MARTINS, G. P. T. C.; SZULCZEWSKI, D. M.
Libras. Porto Alegre: SER-SAGAH, 2019.

132
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo


do surdo em Libras. 8. v. São Paulo: EDUSP, 2004-2005.
FELIPE, T.; MONTEIRO, M. LIBRAS em contexto: curso básico: 4. ed. Rio de Janeiro:
LIBRAS, 2005.
FERNANDES, E. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2005.
GAMA, F. J. Iconografia dos signaes dos surdos-mudos. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de
Educação de Surdos, 2011.
MOURA, M. C. O surdo, caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter,
2000.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
THOMA, A.; LOPES, M. A invenção da surdez: cultura, alteridade, identidades e diferença no
campo da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2004.

COMPONENTE CURRICULAR: Práticas de leitura e Produção de Textos I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

A Linguagem. As funções da Linguagem. Leitura. Concepções de leitura. Texto. Texto e contexto.


A produção do texto escrito. Os gêneros e tipos textuais. A produção do texto acadêmico: a
paráfrase, o resumo e a resenha. Formas básicas de apresentação de textos originários de pesquisas
científicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KOCH, I. G. V.; TRAVAGLIA, L. C. A Coerência textual. 18. ed. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCH, I. G. V. A Coesão textual. 22. ed. São Paulo: Contexto, 2010.
SANTOS, L. W.; RICHA, R. C.; TEIXEIRA, C. S. Análise e produção de textos. São Paulo:
Contexto, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

133
CHAUÍ, M. Filosofia. São Paulo: Ática, 2002.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática,
1991.
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se complementam. São Paulo:
Autores Associados/ Cortez, 1978.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
1980.
GOLDSTEIN, N. et al. O texto sem mistério: leitura e escrita na Universidade. São Paulo:
Ática, 2009.
INFANTE, U. Do texto ao texto. São Paulo: Scipione, 1991.
KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. 2 ed. São Paulo: Contexto, 1995.
KOCH, I. G. V. Argumentação e linguagem. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2002.
KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo:
Contexto, 2014.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; MARINELLO, A. F. Gêneros textuais do argumentar e
expor. Petrópolis: Vozes, 2014.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; PAVANI, C. F. Prática textual: atividades de leitura e
escrita. Petrópolis: Vozes, 2009.
KÖCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; PAVANI, C. F. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo:
Ática, 2006
AZEVEDO, I. B. O prazer da produção científica. São Paulo: Hagnos, 2001.
LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. Das tábuas da lei à tela do computador: a leitura em seus
discursos. São Paulo: Ática, 2009.
MARTINS, M. H. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1984.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São
Paulo: Atlas, 2000.
PRESTES, M. L. Leitura e reescritura de textos. São Paulo: Rêspel, 2001.
SANTOS, A. R. dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
SANTOS, R. S. Monografias científicas. São Paulo: Avercamp, 2005.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.
THUMUS, J. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção de conhecimento. Canoas:
ULBRA, 2003.

134
COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia e Antropologia
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Geografia
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

O conceito de Sociologia. O surgimento da sociologia. A sociologia como ciência. Temas básicos


da sociologia; Sociedade; Indivíduo; Tipos de grupo social; A massa; Civilização e cultura;
Conceito de Antropologia; Breve histórico do pensamento antropológico; A invenção do conceito
de homem; O mau selvagem e o bom civilizado/ o bom selvagem e o mau civilizado; Estudos da
comunidade; Estudos do cotidiano; Aspectos, hábitos e tradição biológico-cultural. A educação
das relações étnico raciais, história e cultura afro-brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASCUDO, L. C. História da alimentação no Brasi l. v. 1 e 2. São Paulo: Global, 2004.


LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. Rio de Janeiro: Atlas, 2019.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOTOTMORE, T. B. Introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1987.


GALLIANO, A. G. Introdução à Sociologia. São Paulo: Harper e Row do Brasil, 1981.
VELLOSO, J. P. R.; ALBUQUERQUE, R. C. A nova graduação em engenharia civil da
fome e da pobreza. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 2003.
MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1994.
CASTRO, J. Graduação em engenharia civil da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço. Ed.
Civilização Brasileira, 2001.
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
AZEREDO, F. A cultura brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; Brasília: Editora
UNB, 1996.
BAUDRILLAR, J. A sociedade de consumo. Lisboa/Portugal: Edições 70, s/d.
OLIVEIRA, R. C. Tempo e tradição: interpretando a antropologia, in: Sobre o Pensamento
Antropológico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1985.
COPANS, J. Antropologia, ciência das sociedades primitivas? Lisboa: Ed. 70, 1989.

135
CASTRO, E. V. O conceito de sociedade em antropologia, In: A inconstância da alma selvagem,
S. Paulo: Cosac e Naif, 2002.
LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1985.
MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. Brasília: UnB, 1982.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Cinemática e dinâmica de rotações: de partículas a corpos rígidos. As leis de conservação.


Gravitação Universal e Leis de Kepler. Fluidos ideais e viscosos: propriedades e regimes de
escoamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1 e 2. 10. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016.
NUSSENZVEIG, M. H., Curso de física básica. v. 1. 5. ed. São Paulo: Blücher, 2013.
TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros. v. 1 e 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALONSO, M.; FINN, E. S. Física. v.1 e 2. São Paulo: Addison Wes Ley Lungman do Brasil
Ltda, 1999.
CHAVES, A. Física básica: mecânica. 10. ed. Editora Lab, 2007.
FEYNMAN, R. Lições de física. v. 1 a 3. São Paulo: Artmed, 2008.
KITTEL, C.; KNIGHT, W. D.; RUDERMAN, M. A. Mecânica: curso de física de Berkeley. v.
1. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1973.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. v. 1. São Paulo, Addison Wesley,
2003.
TIPLER, P. A. Física. v. 1 e 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.

136
COMPONENTE CURRICULAR: Oscilações, Ondas e Calor
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Oscilações. Ondas Mecânicas. Ondas Sonoras. Temperatura. Leis da Termodinâmica. Teoria


Cinética dos Gases.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de física. v. 1 e 2. 10. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016.
NUSSENZVEIG, M. H., Curso de física básica. v. 1. 5. ed. São Paulo: Blücher, 2013.
TIPLER, P. A., Física para cientistas e engenheiros. v. 1 e 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SEARS, F. W. E.; ZEMANSKY, M. W. Física. v. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.


ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário. v. 2. São Paulo: Edgard Blucher,
2015.
RAMOS, L.; MACEDO, A. Física experimental. v. 1. Porto Alegre: Mercado Aberto Editora,
1994.
FEYNMAN, R. Lições de física. v. 1 a 3. São Paulo: Artmed, 2008.
SERWAY, R. A.; JEWETT Jr., J. W. Princípios de física, movimento ondulatório e
termodinâmica. v. 2. Cengage Learning, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Ligações. Materiais cristalinos e amorfos. Imperfeições em sólidos. Definição, classificação e


características dos materiais. Propriedades mecânicas de materiais.

137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLISTER JR, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de materiais: uma


introdução. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020.
SHACKELFORD, J. F. Ciência dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Blucher, 1970.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASKELAND, D. R.; PHULÉ, P. P. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos materiais. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003.
GUY, A. G. Ciências dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 1980.
CALLISTER, W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem
integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral IV


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Curvas parametrizadas no plano e no espaço. Campos Vetoriais. Divergência e Rotacional.


Integrais de Linha. Campos Conservativos. O Teorema de Green. Integral de Superfície. O
Teorema de Gauss e Stokes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. v. 3. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.


STEWART, J. Cálculo. v. 1. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
STEWART, J. Cálculo. v. 2. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

138
GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais
múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 2. v. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
LIMA, E. L. Curso de análise. v. 2. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.

COMPONENTE CURRICULAR: Vetores e Geometria Analítica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Sistemas de coordenadas. Vetores e operações com vetores. Distância entre pontos. Norma de
vetores e ângulo entre vetores. Produtos escalar e vetorial. Retas no plano. Circunferência e
cônicas: rotação e translação. O espaço: distâncias e ângulos, retas, planos posições relativas e
interseções. A esfera. Quádricas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Pearson, 2005.
FERNANDES, L. F. D. Geometria analítica. Curitiba: Intersaberes, 2016.
SILVA, C. Geometria analítica. Porto Alegre: SAGAH, 2018

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANTAR NETO, A. et al. Geometria analitíca: segundo grau. 1. ed. São Paulo: Moderna, 1980.
BONORA JÚNIOR, D. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Ícone, 2020.
BORIN JUNIOR, A. M. S. Geometria analítica. São Paulo: Pearson, 2014.
CASTANHEIRA, N. P.; LEITE, A. E. Geometria analítica em espaços de duas e três
dimensões. Curitiba, Intersaberes, 2017.

139
DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria plana: 41
exercícios resolvidos, 971 exercícios propostos com resposta, 367 testes de vestibulares com
resposta. 8. ed. São Paulo: Atual, 2005.
DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos de matemática elementar: geometria espacial,
posição e métrica: 116 exercícios resolvidos, 1150 exercícios propostos com respostas, 277
testes de vestibulares com repsostas. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005.
IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar: geometria analítica.4 ed. São Paulo:
Atual, 1993.
KLETENIK, D. V. Problemas de geometria analítica. 4. ed. Belo Horizonte: Cultura
Brasileira, 1984.
LEHMANN, C. H. Geometria analítica. 7. ed. São Paulo: Globo, 1991.
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
MACHADO, A. S. Álgebra linear e geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1982.
REIS, G. L.; SILVA, V. V. Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
SANTOS, F. J. Geometria analítica. Porto Alegre: ArtMed, 2009
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 1. São Paulo: Pearson Makron Books,
1987.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. v. 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
1988.

COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores. Espaços com produto interno.


Operadores ortogonais. Aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DANESI, M. M. Álgebra linear. Porto Alegre: SAGAH, 2019.


LARSON, R. Elementos de álgebra linear. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
LAY, D. C. Álgebra linear e suas aplicações. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
140
POOLE, D. Álgebra linear: uma introdução moderna. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANTON, H. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001.
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F. Álgebra linear e aplicações. 6. ed.
São Paulo: Atual, 1990.
FRANCO, N. M. B. Álgebra linear. São Paulo: Pearson, 2016.
GONÇALVES, A.; SOUZA, R. M. L. Introdução à álgebra linear. São Paulo: Edgard
Blücher, 1977.
HEFEZ, A. Curso de álgebra. v. 1. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
HOFFMAN, K. Algebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1979.
HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Linear algebra. 2. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1971.
KOLMAN, B. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
LIMA, E. L. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2006.
LIPSCHUTZ, S. Algebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011
LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. L. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
POOLE, D. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
SILVA, V. V. Álgebra linear. Goiânia: ABEU, 1992.
STRANG, G. Álgebra linear e suas aplicações. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
STRANG, G. Introdução à álgebra linear. 4. ed. Rio de Janeiro LTC: 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Estatística Experimental

Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra


Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Trazer ao alcance dos acadêmicos de graduação, a visão geral do uso dos recursos da estatística
experimental como subsídio para exercício de suas atividades profissionais.

141
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BALBINOT, A. Instrumentação e fundamentos de medidas, v. 1. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC,


2019.
BALBINOT, A. Instrumentação e fundamentos de medidas, v. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2019.
PIMENTEL GOMES, F.; GARCIA, C. H. Estatística aplicada a experimentos agronômicos e
florestais: exposição com exemplos e orientações para uso de aplicativos. Piracicaba: FEALQ.
2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BANZATTO, D. A., KRONKA, S. N. Experimentação agrícola. 4. ed. Jaboticabal: FUNEP,


2008.
BARBETTA, P.A.; REIS, M. M.; BORNIA, A.C. Estatística para cursos de engenharia e
informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
JUNIOR, J. I. R. Analises estatísticas no Excel: guia prático. Viçosa: Editora: UFV, 2004.
MARTINS, G. A. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1983.
NAZARETH, H. R. S. Curso básico de estatística. São Paulo: Ática, 1986.
PIMENTEL GOMES, F. Curso de estatística experimental. 15. ed. Piracicaba: FEALQ. 2009.
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de Transporte II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução aos modos de transferência de calor. Introdução à Condução de Calor. Condução de


calor unidimensional em regime permanente. Condução de calor bidimensional em regime
permanente. Condução de calor em regime transiente. Introdução à Convecção do Calor.
Convecção em escoamentos externos e internos. Convecção natural. Transferência de calor por
radiação: processos e propriedades. Difusividade e mecanismos de transferência de massa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

142
BERGMAN, T. L.; LAVINE, A. S. INCROPERA: fundamentos de transferência de calor e
massa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
ÇENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J. Transferência de calor e massa: uma abordagem prática. 4.
ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.
KREITH, F.; MANGLIK, R. M.; BOHN, M. S. Princípios de transferência de calor. São
Paulo: Cengage Learning, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed. Rio de


Janeiro: LTC, 2010.
BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MALISKA, C. R. Transferência de calor e mecânica dos fluidos computacional. 2. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2012.
SCHMIDT, F.; HENDERSON, R.; WOLGEMUTH, C. Introdução às ciências térmicas:
termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
WELTY, J. R.; WICKS, C. E.; WILSON, R. E.; RORRER, G. L. Fundamentals of
momentum, heat and mass transfer, 5th ed. New York: John Wiley & Sons, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Elementos de Geologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Dinâmica interna e materiais terrestres: estrutura interna terrestre, grau geotérmico, placas
tectônicas, magmatismo, sismos e deformações nas rochas. Minerais, rochas e solos. Dinâmica
externa terrestre: ciclo hidrológico, intemperismo, erosão, movimentos gravitacionais de massa,
deposições. Geologia aplicada à engenharia: em obras lineares, barragens; geologia aplicada à
planejamento urbano; riscos geológicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIOSSI, N. J. Geologia de engenharia. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.

143
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de engenharia. São Paulo: Associação
Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE), 1998.
TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, T. R.; TOLEDO, M. C. M.; TAIOLI, F. (org.) Decifrando a
terra. São Paulo: Nacional, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a terra. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
MACIEL FILHO, C. L. Introdução à geologia de engenharia. 3. ed. Santa. Maria: EDUFSM,
2007.
MACIEL FILHO, C. L.; NUMMER, A. V. Introdução à geologia de engenharia. 5. ed. Santa
Maria: UFSM, 2014.
OLIVEIRA, A. M. S.; MONTICELI, J. J. Geologia de engenharia e ambiental. São Paulo:
Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE), 2018.
SUGUIO, K. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 2003.

COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Qualidade dos Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Avaliação e Seleção de fornecedores, Qualificação dos materiais: cimento Portland, agregados


miúdos e graúdos, aditivos químicos, cal hidratada, blocos e tijolos cerâmicos, aço, blocos de
concreto, concreto usinado, impermeabilizantes betuminosos, madeiras para estrutura, telhas
cerâmicas. Controle de recebimento na obra.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAUER, L. A. F. Materiais de construção. v. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2019.


BAUER, L. A. F. Materiais de construção. v. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
BELMIRO, T. (Org.). Bússola de gestão para a construção civil. Rio de Janeiro: Brasport,
2018.

144
BERTOLINI, L. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GOLDMAN, P. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil


brasileira. 3. ed. São Paulo: Pini, 1997
HELENE, P. R. L. Manual de reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto. São
Paulo: PINI, 1992
MESSEGUER, A. G. Controle e garantia da qualidade na construção. Sinduscon, São Paulo,
1991.
PIRONDI, Z. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica. São Paulo: Pini,
1988.
ROSSO, T. Racionalização da construção. São Paulo: FAUUSP, 1991.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro. São Paulo: O nome da rosa, 2000.
TCPO 2000: Tabelas de composição de preços para orçamentos. São Paulo: PINI, 2000.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: PINI/SINDUSCON-SP, 1998.

COMPONENTE CURRICULAR: Softwares Aplicados à Engenharia Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Softwares e sistemas computacionais em plataforma CAD e demais softwares utilizados pela


Engenharia Civil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHING, F. D. K.; ONOUYE, B. S.; ZUBERBUHLER, D. Sistemas estruturais ilustrados:


padrões, sistemas e projetos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
MORIOKA, C. A. Desenho técnico: medidas e representação gráfica. São Paulo: Erica, 2014.
NUCLEO TÉCNICO E EDITORIAL MAKRON BOOKS. AutoCAD 2000: passo a passo Lite.
São Paulo: Makron Books, 1999.

145
OLIVEIRA, A. Desenho computadorizado: técnicas para projetos arquitetônicos. São Paulo:
Erica, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MENEGOTTO, J. L; ARAÚJO, T. C. M. O desenho digital: técnica & arte. Editora


Interciência, 2000.
PEREIRA, A. Desenho técnico básico. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990.
SAMPAIO, A. Z. Arquitectura: traçado em sistema gráfico de planta, cobertura, alçados e
corte. AEIST. 2008.
SAMPAIO, A. Z. Computação gráfica: representação em 2D e definição de curvas. AEIST,
2001.
SAMPAIO, A. Z. Estruturas: modelação 3D de solução estrutural. AEIST, 2008.
BUENO, C. P.; PAPAZOGLOU, R. S. Desenho técnico para engenharias. 1. ed. Juruá, 2008.
SAMPAIO, A. Z. Introdução à utilização de sistema CAD de modelação tridimensional:
conceitos de computação gráfica e prática. Relatório ICIST, DTC nº 08/05, Lisboa, 2005.
SAMPAIO, A. Z. Projecção cotada: representação de coberturas em 2D e 3D. AEIST. 2008.
SAMPAIO, A. Z. Sistema CAD: arquitectura: traçado de planta, cobertura, alçados e cortes.
AEIST, 2002.
SAMPAIO, A. Z. Sistema CAD: desenho de estruturas: representação de plantas de estruturas e
de fundações. AEIST, 2003.
SAMPAIO, A.Z. Estruturas: representação em sistema gráfico de plantas de esteira e de
fundações. AEIST, 2008.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T., DIAS, J. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
VENDITTI, M.V. Desenho técnico sem prancheta com Autocad 2008. 1. ed. Visual Books,
2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Direito para Engenharia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

146
Conceito de Direito; Direito de propriedade; Direito de construir e seus limites; Restrições de
vizinhança ao direito de construir; Desapropriação; Servidão administrativa; Ética legislação
profissional, conceito, limites de ação, normas éticas e jurídicas, obrigações e responsabilidade
técnica e civil, Sistema Confea/Crea. Código de ética profissional; licitação e contratos; poder de
polícia administrativa nas construções; aspectos trabalhistas, previdenciários e ambientais; Direito
urbanístico, Estatuto da cidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAPEZ, F. Curso de processo penal. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
PRADO, L. R. Curso de direito penal brasileiro parte geral e parte especial. 18. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2020.
RENZETTI, R. Direito do trabalho: teoria e questões práticas. 5. ed. Rio de Janeiro: Método,
2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AMORIM, G. H. P. Direito administrativo. 1. ed. São Paulo: Barros, Fischer & Associados,
2006.
CABRAL, P. Questões práticas de direito. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2005.
CAHALI, Y. S. Dano moral. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
CARRION, V. Comentários à consolidação das leis do trabalho. 30. ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
DINIZ, M. H. Código civil anotado. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
FÜHRER, M. C. A.; MILARÉ, E. Manual de direito público e privado. 15. ed. São Paulo:
Revista dos Tribunais – RT, 2005.
GAGLIANO, P. S. PAMPLONA FILHO, R. Novo Ccurso de direito civil: parte geral. 8. ed.
São Paulo: Saraiva, 2006.
MACHADO, H. B. Curso de direito dributário. 24. ed. São Paulo: Editora Malheiros, 2004.
MIRABETE, J. F. Manual de direito penal. v. 1 a 3. São Paulo: Editora Atlas, 2001.
MORAES, A. Direito constitucional. 18. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
NADER, P. Introdução do estudo do direito. 26. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006.

147
COMPONENTE CURRICULAR: Energias Renováveis
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução. Tipos de energias renováveis. Conceitos. Histórico sobre a utilização dos recursos
naturais e o desenvolvimento sustentável. Legislação ambiental. Alterações climáticas globais.
Biodiversidade. Unidades de conservação. Biossegurança. Avaliação de impactos ambientais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R. L. Eficiência energética: técnicas de


aproveitamento, gestão de recurso e fundamentos. São Paulo: Erica, 2015.
GOLDEMBERG, J. (Coord.); PALETTA, F. C. (Coord.). Energias renováveis. São Paulo:
Blucher, 2011.
SANTOS, M. A. Fontes de energia nova e renovável. Rio de Janeiro: LTC, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOYLE, G. Renewable energy: power for a sustainable future. Oxford University Press, 2004.
CASTRO, R. Uma introdução às energias renováveis: eólica, fotovoltaica e mini-hídrica.
Editora IST PRESS, 2011.
COMETTA, E. Energia solar: utilização e empregos práticos. Hemus, 2004.
HINRICHS, R. A. ; KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. Cengage, 2010.
NELSON, VAUGH. Introduction to renewable energy. CRC Press, 2011.
ROSA, A. V. Fundamentals of renewable energy processes. Academic Press, 2009.
SILVA, A. D. Terra, universo de vida. Porto Editora, 2007.
SILVA, S. C. Breve Enciclopedia do biodiesel. Vida Econômica, 2009.
TAVARES, W. M. (Coord.). Energias renováveis: riqueza sustentável ao alcance da sociedade.
Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012.
VILLALVA, M. G.; GAZOLI. J. R. Energia solar fotovoltaica: conceitos e aplicações. São
Paulo: Erica, 2012.

148
COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia Econômica
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Matemática financeira. Análise de substituição de equipamentos. Elaboração e análise econômica


de projetos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, A. Engenharia econômica. Porto Alegre: SER-SAGAH, 2017.


BLANK, L.; TARQUIN, A. Engenharia econômica. 6. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2010.
VANUCCI, L. R. Matemática financeira e engenharia econômica princípios e aplicações:
cálculos apresentados para HP12C, Excel e tabelas financeiras. São Paulo: Blucher, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: Atlas, 2007.
KUPFER, D.; HASENCLEVER, L. Economia industrial. Editora Campus, 2002.
LAPPONI, J. C. Projetos de investimento na empresa. São Paulo: Campus Elsevier, 2007.
MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
MELLAGHI FILHO, A.; ISHIKAWA, S. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Atlas,
2001.
ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração
financeira. São Paulo: Atlas, 2000.
VIEIRA SOBRINHO, J. D. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1997.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão Ambiental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

149
Gestão de resíduos sólidos urbanos. Gestão de recursos hídricos. Gestão de bacias hidrográficas.
Drenagem urbana sustentável.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SILVA FILHO, C. R. S.; SOLER, F. D. Gestão de resíduos sólidos: o que diz a lei. 4. ed. São
Paulo: Trevisan, 2019.
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
PINTO-COELHO, R. M.; HAVENS, K. Gestão de recursos hídricos em tempos de crise.
Porto Alegre: ArtMed, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIDONE, F., R. A.; POVINELLI, J. Conceitos básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos:
EESC/USP, 1999.
BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
DERISIO, J. C. Introdução ao controle da poluição ambiental. 5. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2017.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Elsevier: Rio de Janeiro, 2016.
MILLER JR, G. T. Ciência ambiental. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
SILVA, D. D.; PRUSKI, F. F. (ed). Gestão de recursos hídricos: aspectos legais, econômicos,
administrativos e sociais. Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos; Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa; Porto Alegre: ABRH, 2000.
SOUZA PINTO, N. L.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Método dos Elementos Finitos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

150
Classificação dos elementos estruturais. Formulação e solução dos problemas estruturais.
Introdução à modelagem e ao método dos elementos finitos (MEF). Exemplos de modelagem. O
princípio dos trabalhos virtuais Cálculo de deslocamentos transversais com o emprego do
príncipio dos trabalhos virtuais. Elementos estruturais reticulares - viga prismática. Método de
Rayleigh-Ritz. Convergência para a solução exata. Matrizes de incidência cinemática.
Formulação alternativa para o elemento finito de viga, com aproximação cúbica. Relações entre
deslocamentos e deformações. Estado plano de tensões em placas, cascas e vigas. Estado plano
de deformações. Elementos estruturais tridimensionais. Programação para computadores.
Elementos de treliça. Montagem de sistemas por elementos. Aspectos de implementação do MEF.
Coordenadas generalizadas. Elementos finitos no plano. Elementos finitos no espaço 3D. MEF
para formulação de elementos de viga. MEF para formulação de elementos de placa/casca.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES FILHO, A. Elementos finitos: a base da tecnologia CAE. São Paulo: Érica, 2013.
BRASIL, R. M. L. R. F.; BALTHAZARM, J. M.; GÓIS, W. Métodos numéricos e
computacionais na prática de engenharias e ciências. São Paulo: Blucher, 2015.
CHANDRUPATLA, T. R.; BELEGUNDU, A. D. Elementos finitos. São Paulo: Pearson, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEVEDO, A. F. M. Método dos elementos finitos. Faculdade de Engenharia da


Universidade do Porto, 2003.
BATHE, K. J. Finite element procedures. New Jersey: Prentice-Hall, 1996.
BECKER, E.; CAREY, G.; ODEN, J. Finite elements: an introduction. v. 1 e 2. Prentice Hall,
1984.
DIAS, F. T.; CRUZ, J. P.; VALENTE, R. A. F.; SOUSA, A. Método dos elementos finitos:
técnicas de simulação numérica em engenharia. Rio de Janeiro: ETEP, 2010.
PAPPALARDO JR., A. Método dos elementos finitos aplicado à engenharia civil: Teoria e
Prática. São Paulo: MACKENZIE, 2009.
SAVASSI, W. Introdução ao método dos elementos finitos em análise linear de estruturas.
São Paulo: Editora: EESC-USP, 1996.
SORIANO, H. L. Elementos finitos: formulação e aplicação na estática e dinâmica das
estruturas. Ciência Moderna, 2009
SORIANO, H. L. Método dos elementos finitos em análise de estruturas. Edusp, 2003.
VAZ, L. E. Método dos elementos finitos em análise de estruturas. Campus, 2011.
151
ZIENKIEWICZ, O. C.; TAYLOR, R. L. The Finite Element Method. v.1. 5. ed. Oxford:
Butterworth-Heinemann, 2000.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Recursos Hídricos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Obras hidráulicas (barragens, reservatórios, estruturas de controle, dissipadores de energia e


outros). Usinas hidrelétricas. Princípios de modelagem hidrológica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,
2005.
PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COMISSÃO INTERNACIONAL DE GRANDES BARRAGENS. As barragens e a água do


mundo: um livro educativo que explica como as barragens ajudam a administrar a água do
mundo, 2008.
BAPTISTA, M.; NASCIMENTO, N.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em
drenagem urbana. ABRH: Porto Alegre, 2005.
GARCEZ, L. N.; ALVAREZ, G. A. Hidrologia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,1988.
GRIBBIN, J. E. Introdução a hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 2. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2014.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
RIGHETTO, A. M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.

152
TUCCI, C. E. M. (Org.); SILVEIRA, A. L. L. da et al. Hidrologia: ciência e aplicação. 3. ed.
Porto Alegre: EDUFRGS, 2004.
TUCCI, C. E. M. Modelos Hidrológicos. 2. ed. Porto Alegre: EDUFRGS, 2005.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,
1975.

COMPONENTE CURRICULAR: Planejamento e Projetos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Fundamentos de matemática e Administração financeira. Conteúdo do projeto: estudos de


mercado; tamanho; localização; comercialização; preços e viabilidade econômico-financeira.
Financiamento do projeto. Análise de projetos: custo-benefício e sensibilidade. Estudo de caso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERNARDI, L. A. Manual de plano de negócios: fundamentos, processos e estruturação. 2 ed.


São Paulo: Atlas, 2014.
CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2016.
GOMES, J. M. Elaboração e análise de viabilidade econômica de projetos: tópicos práticos
de finanças para gestores não financeiros. São Paulo: Atlas, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio de Janeiro:
Campus Elsevier, 1984.
CONTADOR, C. R. Projetos sociais: avaliação e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

153
FRIZZONE, J. A.; ANDRADE JÚNIOR, A. S.; SOUZA, J. L. M.; ZOCOLER, J. L.
Planejamento de irrigação: análise de decisão de investimento. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica, 2005.
LAPPONI, J. C. Avaliação de projetos de investimentos. São Paulo: Campus Elsevier, 2007.
NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, Orçamento e Viabilidade
Econômica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1987.
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: planejamento, elaboração, análise. São Paulo: Atlas,
1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Topografia Aplicada


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Parcelamento do Solo Urbano e Rural. Loteamento, Desmembramento e Remembramento.


Quadra, Lote, Logradouro Público, Desdobro. Legislação. Fundamentos de Cartografia e de
geoprocessamento. Sistema de posicionamento global. Sistemas de sensoriamento remoto,
fotogrametria e fotointerpretação. Sistema de Informação Geográfica. Georreferenciamento de
propriedades rurais segundo o Sistema Geodésico Brasileiro.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13133: Execução de


levantamento topográfico. Rio de Janeiro.
BLASCHKEM, T.; KUX, H. Sensoriamento remoto e SIG avançados. 2. ed. São Paulo:
Oficina de Textos, 2007.
BORGES, A. C. Topografia aplicada à engenharia civil. v. 2. São Paulo: Edgard Blucher,
1997.
BRASIL. Lei n°9.785, de 29 de janeiro de 1999. Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano
e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 29 de
janeiro de 1999.
CORREA, P. M.; STEIN, R. T.; TULER, M.; SAVIETTO, R.; SARAIXA, S. Topografia e
geoprocessamento. Porto Alegre: SER-SAGAH, 2017.

154
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.


MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de snformações geográficas. Brasília:
EMBRAPA Informação Tecnológica, 2005.
MASCARÓ, J. L. Manual de loteamento e urbanização. Porto Alegre: Ed. Sagra,1994.
INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA. Norma
técnica para georreferenciamento de imóveis rurais. 2010.
FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.
MOFITT, F. H.; MIKHAIL, E. M. Photogrammetry. 8 ed. New York: Harpen and Row,
Publishers, 1987.
SEGANTINE, P. C. L. GPS: Sistema de Posicionamento Global. São Carlos, SP: EESC/USP,
2005.
MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação.
4.ed. Viçosa: Editora UFV, 2011.

COMPONENTE CURRICULAR: Concretos Especiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Propriedades físicas e mecânicas do concreto com aditivos e com adições. Dosagem do concreto.
Concreto reforçado com fibras. Concreto auto-adensável. Concretos de alto desempenho.
Concreto com polímeros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016.


NEVILLE. A. M; BROOKS, J. J. Tecnologias do concreto. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2013.
RECENA, F. A. P. Dosagem e controle da qualidade de concretos convencionais de cimento
Portland. 3. ed. Porto Alegre: EdiPUC-RS, 2015.

155
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AÏTCIN, P. C. Concreto de alto desempenho. São Paulo, PINI, 2000.


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND. Como preparar concreto. 2. ed.
São Paulo, 1998.
FREIRE, W. J. E.; BERALDO, A. L. Tecnologias e materiais de construção. São Paulo:
UNICAMP, 2003.
FURNAS, Equipe de Laboratório de concreto. Concretos massa, estrutural, projetado e
compactado com rolo: ensaios e propriedades. São Paulo: Pini, 1997.
MEHTA, P. K. & MONTEIRO, P. Concreto: estrutura, propriedades e materiais. São Paulo:
PINI, 1994.
RODRIGUES, P. P. F. Parâmetro de dosagem do concreto. 3. ed. São Paulo, 1998, ABCP-
ET67.

COMPONENTE CURRICULAR: Patologia das Construções


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Manifestações patológicas. Durabilidade, desempenho e qualidade das estruturas e dos materiais


de construção. Patologias associadas ao concreto. Avaliações, laudos e pareceres técnicos.
Patologia dos revestimentos e pinturas. Gretas, fissuras e trincas em edificações. Patologias das
fundações. Patologias de impermeabilização. Tratamentos dos danos causados às estruturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERTOLINI, L. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção. São Paulo:


Oficina de Textos, 2010.
CARVALHO JÚNIOR, R. C. Patologias em sistemas prediais hidráulico-sanitários. São
Paulo: Blucher, 2013.
RIBEIRO, D. V. (Coord.) et al. Corrosão e degradação em estruturas de concreto: teoria,
controle e técnicas de análise e intervenção. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.

156
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, C. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de


armaduras. São Paulo: PINI, 1992.
CASCUDO, O. O controle da corrosão de armaduras em concreto: inspeção e técnicas
eletroquímicas. 1. ed. São Paulo: PINI, 1997.
HELENE, P. R. L. Manual para reparo, reforço ep de estruturas de eoncreto. São Paulo,
PINI, 1992.
LICHTENSTEIN, N. Patologia das construções. São Paulo: EPUSP, 1986.
MEDEIROS, J. S. & SABBATINI, F. H. Tecnologia e projeto de revestimentos cerâmicos
de fachadas de edifícios. São Paulo: EPUSP, 1999.
PAULO, R. L. Corrosão em armaduras para concreto armado. São Paulo: PINI, 1986.
THOMAZ, E. Trincas nas construções. São Paulo, PINI, 1989.
THOMAZ; E. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. IPT/EPUSP/PINI. 1995.

COMPONENTE CURRICULAR: Sistemas Construtivos Inovadores


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Inovação tecnológica. Materiais não convencionais. Tecnologia aplicada aos Sistemas


construtivos: alvenaria estrutural, gesso acartonado (paredes e tetos), pré-fabricados (concreto,
aço, madeira), painéis sanduiche. Compatibilização de sistemas construtivos. Gestão da qualidade
nos sistemas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 15575: edificações


habitacionais: desempenho. Rio de Janeiro.
COELHO, D. F B.; CRUZ, V. H. N. Edifícios inteligentes: uma visão das tecnologias
aplicadas. São Paulo: Blucher, 2017.
KIBERT, C. J. Edificações sustentáveis: projeto, construção e operação. Porto Alegre:
Bookman, 2019.

157
PINHEIRO, A. C. F. B. Edificações inteligentes: smart buildings para smart cities. São Paulo:
Erica, 2020.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. São Paulo: Erica, 2020.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BADIR, Y.; KADIR, M.; HASHIM, A. Industrialized building systems construction in


malaysia. Jounal of Architectural Engineering, v. 1, n. 19, p. 19-23, 2002.
BELLEI, I. H. Edifícios industriais em aço: projeto e cálculo. São Paulo: Pini, 1994.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-moldado: fundamentos e aplicações. São Carlos: EESC-USP,
2000.
LORDSLEEM JR, A. C. Execução e inspeção de alvenaria racionalizada. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2004.
PINI. Manual de projeto de sistemas dry-wall. São Paulo: Pini, 2006.
MASCARÓ, J. L. O Custo das decisões arquitetônicas. Porto Alegre: SagraLuzzatto, 1998.
PINI. Alternativas Tecnológicas para edificações. São Paulo: Pini, 200-.
PINI. Tecnologia de edificações. São Paulo: Pini/IPT, 1998.

COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia e Planejamento Urbano


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Estudo do espaço urbano. A engenharia social e a atuação do engenheiro. Estudo histórico da


evolução e regionalização dos traços das cidades. Fatores topográficos, climatológicos com
interferência e determinação nas condições de conforto urbano. Urbanismo. Planejamento urbano.
Lei do uso e parcelamento do solo. Estudo da correlação das cidades, seus zoneamentos, suas
condições de trafego e corrente circulatória, saneamento e controle ambiental. Sistemas de
planejamento urbano e seus subsistemas. Legislação urbana.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

158
BRASIL. Lei n.º 10257, de 10 de julho de 2001. Estatuto da cidade. Regulamenta os arts. 182
e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras
providências. Brasília, 2001. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm. Acesso em: 08/06/2021.
BOTKIN, D. B. Ciência ambiental terra, um planeta vivo. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
SECCHI, L. Análise de políticas públicas diagnóstico de problemas, recomendação de
soluções. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
VASCONSELOS, P. A. A cidade contemporânea: segregação espacial. Editora Contexto. 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRESSER, P. Desenvolvimento e crise no Brasil. 5. ed. São Paulo, 2003.


CAMPOS FILHO, C. Cidades brasileiras: Seu Controle ou o Caos. Ed. Nobel, São Paulo,
1989.
CASTELLS, M. Para uma teoria sociológica do planejamento urbano, in Problemas de
Investigación en Sociologia Urbana. Siglo XXI Editores, Argentina, pp.195-217, 1971.
CHOAY, F. Urbanismo: utopia e realidade. Editora Perspectiva, São Paulo, 1968.
CLAUS OFFE. Problemas estruturais do estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1987.
DEL RIO, V. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo: Ed.
PINI, 1994.
PEREIRA, Luiz C. Bresser. Desenvolvimento e crise no Brasil: história, economia e política de
Getúlio Vargas a Lula. 5. ed., atual. São Paulo: Ed. 34, 2003. 454 p. ISBN 9788573262797.
FERRARI, C. Curso de planejamento municipal integrado. 7. ed. São Paulo: Livraria
Pioneira Editora, 1991.
OLIVEIRA, F. O estado e o urbano no Brasil. Revista Espaço e Debates. São Paulo, 1982.
OLIVEIRA, D. S. Planejamento municipal: série textos de administração municipal. nº 4. 3ª
ed. Rio de Janeiro: IBAM, 1991.
ROLNIK, R. O que é cidade. 3. ed. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1995.
SANTOS, C. N. F. A cidade como um jogo de cartas. São Paulo: Projeto, 1988.
SANTOS, M. A urbanização brasileira. 5. ed. São Paulo: EDUSP, 2005.
SILVA, J. A. Direito urbanístico brasileiro. 7. ed. São Paulo: Malheiros, 2012.

159
COMPONENTE CURRICULAR: Sustentabilidade na Construção Civil
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Preocupação em relação à preservação dos recursos naturais. As questões ligadas ao crescimento


demográfico, necessidade de produção na construção civil, incremento da industrialização e
expansão das áreas urbanas, vinculadas às questões de preservação dos recursos naturais. Uma
nova postura visando o uso adequado dos recursos naturais, Políticas de educação ambiental – Lei
nº 9795/1999 e Decreto nº 4.281/2002.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTELO BRANCO, E. O meio ambiente para pequenas empresas de construção civil e


suas práticas de gestão ambiental. Fortaleza: Banco do Nordeste. Série BNB teses e
dissertações, 2012.
KIBERT, C. J. Edificações sustentáveis projeto, construção e operação. Porto Alegre:
Bookman, 2019.
RECH, A. U.; RECH, A. Cidade sustentável: direito urbanístico e ambiental - instrumentos de
planejamento. Editora Educs, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BUBLITZ, U. Adequação de estradas rurais em microbacias hidrográficas. Curitiba:


EMATER-Paraná, 1993.
DAVIDE, A. C. Seleção de espécies para recuperação de áreas degradadas. Anais do
Simpósio de Recuperação de Áreas Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
DAVIDE, A. C.; FARIA, J. M. R; PRADO, N. J. S. Recuperação de uma área ocupada por
voçoroca, através de reflorestamento misto. Anais do Simpósio de Recuperação de Áreas
Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
GRIFFITH, J. J. Recuperação conservacionista de superfícies mineradas: uma revisão de
literatura. Sociedade de Investigações Florestais. Boletim Técnico n°2. 1980.

160
JESUS, R. M. Revegetação de encostas urbanas: o caso de Vitória. Anais do Simpósio de
Recuperação de Áreas Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
JUCHEM, A. P. Gestão Ambiental, auditoria ambiental e passivo ambiental: material de
apoio para o ciclo de palestras do INAPAR – Instituto de Avaliações e Perícias do Paraná
Agosto 1999.
KELLER, L. R. Reflorestamento, com espécies nativas, de áreas degradadas e em
recuperação da ITAIPU BINACIONAL. Simpósio Nacional Recuperação de Áreas
Degradadas. Anais. Foz do Iguaçu, 1994 p. 626.
LOPEZ, J. A. U.; QUEIROZ, S. M. P. Rodovias e meio ambiente no Brasil: uma resenha
crítica. Anais do Simpósio de Recuperação de Áreas Degradadas, Foz do Iguaçu, 1994.
MARQUES, T. P.; Medeiros, M. L. M. B.; QUEIROZ, S. M. P.; TREUERSCH, M. Avanços no
licenciamento ambiental de empreendimento impactantes, com a implemetanção da AIAS
no IAP – Paraná – Brasil, 1994.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Arquitetura e Urbanismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou


aprofundamento de conteúdos de Arquitetura e Urbanismo. Tendências, desenvolvimentos,
técnicas modernas e experiências importantes em Arquitetura e Urbanismo. O programa é
divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

REMORINI, S. L. Acústica arquitetônica. Porto Alegre: SAGAH, 2018.


GIAMBASTIANI, G. L. Arquitetura e urbanismo. Porto Alegre: SAGAH, 2019.
LAWSON, B. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

161
ALBERNAZ, M. P.; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. São Paulo: Proeditores,
1998.
CARVALHO, B. A arquitetura no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Biblioteca Técnica
Freitas Bastos, 1978.
GYMPEL, J. História da arquitetura: da antiqüidade aos nossos dias. Colónia (Alemanha):
Könemann, 2001.
KOCH, W. Dicionário dos estilos arquitetônicos. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
PEVSNER, N. Panorama da arquitetura ocidental. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
STEVENSON, N. Para entender a arquitetura. São Paulo: Ática, 1998.
SILVA, E. Matéria, idéia e forma: uma definição de arquitetura. Porto Alegre: UFRGS, 1994.
STROETER, J. R. Arquitetura e teorias. São Paulo: Nobel, 1986.
ZEVI, B. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Hidrologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de hidrologia. Introdução,


complementação, aplicação da hidrologia. Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e
experiências importantes em hidrologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de Textos,


2005.
MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem Urbana: do projeto tradicional
à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
SOUZA PINTO, N. L.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

162
BAPTISTA, M.; NASCIMENTO, N.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2005.
GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,1988.
GRIBBIN, J. E. Introdução a hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. 2. ed. São
Paulo Cengage Learning, 2014.
MAIDMENT, D. R. Handbook of hydrology. New Yourk: McGraw-Hill. 1993.
NAGHETTINI, M. C. ; PINTO, E. J. A. Hidrologia estatística. Belo Horizonte: CPRM, 2007.
TUCCI, C. E. M. (organizador). Hidrologia, ciência e aplicação. São Paulo: EDUSP/ABRH,
1993.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,
1975.
WILKEN, P. S. Engenharia de drenagem superficial. São Paulo: CETESB, 1978.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de materiais. Introdução,


complementação, aplicação de materiais. Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e
experiências importantes em materiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASKELAND, D. R. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e engenharia de materiais uma introdução. Rio de Janeiro:
LTC, 2020.
CALLISTER JR., W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais uma
abordagem integrada. Rio de Janeiro: LTC, 2019.
NEWELL, J. Fundamentos da moderna engenharia e ciência dos materiais. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

163
ASKELAND, D. R.; PHULÉ, PRADEEP P. Ciência e engenharia dos materiais. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
CALLISTER, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008.
CALLISTER, W. D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem
integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SHAKELFORD, J. F. Introduction to materials science for engineers. 7. ed. Prentice Hall,
2008.
VAN VLACK, L. H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de Janeiro:
Campus, 1984.

COMPONENTE CURRICULAR: Obras de Terra


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Barragens. Estabilidade de taludes. Estruturas de arrimo. Técnicas de Melhoramento de Solos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARNES, G. Mecânica dos solos princípios e práticas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2016.
BODÓ, B. JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
BOTELHO, M. H. C. Princípios da mecânica dos solos e fundações para a construção aivil.
São Paulo: Blucher, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13292: Solo - determinação


do coeficiente de permeabilidade de solos granulares à carga constante. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14545: Solo - determinação
do coeficiente de permeabilidade de solos argilosos à carga variável. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11682: Estabilidade de
encostas. Rio de Janeiro.

164
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6489: Solo - prova de carga
estática em fundação direta. Rio de Janeiro.
ALMEIDA, M. S. S.; MARQUES, M. E. S. Aterros sobre solos moles: projeto e desempenho.
São Paulo: Oficina de Textos, 2010.
CRUZ, P. T. 100 Barragens: casos históricos, materiais de construção, projeto. São Paulo:
Oficina de Textos, 1998.
DAS, B. M. Fundamentos da engenharia geotécnica. 7. ed. Cengage Learning, 2011.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e taludes de solo reforçado. São Paulo: Oficina de
Textos, 2009.
GUIDICINI, G.; NIEBLE, C. M. Estabilidade de taludes naturais e de escavações. São Paulo:
Blucher, 1984.
HACHICH, W. et al (ed.). Fundações, teoria e prática. São Paulo: PINI, 1998.
MARCHETTI, O. Muros de arrimo. São Paulo: Blücher, 2007.
MACIEL FILHO, C. L. Introdução à geologia de engenharia. 3. ed. Santa Maria: EDUFSM,
2007.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos: com exercícios resolvidos em 16 aulas. 3.
ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
RESENDE, M. et al. Mineralogia de solos brasileiros: interpretação e aplicações. 2. ed.
Lavras: EDUFLA, 2011.
SCHNAID, F.; ODEBRECHT, E. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
VERTEMATTI, J. C. Manual brasileiro de geossintéticos. São Paulo: Blücher, 2004.

COMPONENTE CURRICULAR: Estabilidade de Taludes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Aspectos gerais de estabilidade de taludes e muros de arrimo. Influência da geologia em cortes.


Métodos de investigação aplicados a taludes. Métodos de análise: rupturas planas (infinitas).
Determinação de Empuxos de solos. Estudo de empuxos de terra em estruturas de contenção.
Estabilidade de taludes: tipos e causas de escorregamentos; fator de segurança e métodos de

165
estabilidade. Teoria de de Rankine e Coulomb. Dimensionamento de estruturas de contenção.
Teoria de Rankine. Teria de Coulomb. Método das cunhas. Método de Poncelet. Métodos Bishop,
Spencer, Jambu, Ábacos de Taylor. Dimensionamento de muros de contenção de concreto
armado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GERSCOVICH, D. M. S. Estabilidade de taludes. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2016.


FIORI, A. P. Estabilidade de taludes: exercícios práticos. São Paulo: Oficina de Textos. 2016.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos. v. 3.
7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6. ed. v. 1 a 3, Rio de Janeiro: LTC,
1988.
CRUZ, P. T. Estabilidade de taludes. São Paulo: Editora do Grêmio Politécnico da USP, 1980.
FOLQUE, J. Taludes naturais: alguns aspectos particulares. Lisboa: Laboratório Nacional de
Engenharia Civil, 1987.
FREDLUND, D. G.; RAHARDJO H. Soil mechanics for unsaturated soils. New York: John
Wiley & Sons, 1993.
Fundação Geo-Rio. Manual técnico de encostas. v. 1 a 4. Rio de Janeiro: Prefeitura do Rio de
Janeiro, 1999.
GUIDICINI, G.; NIEBLE, C. M. Estabilidade de taludes naturais e de escavações. São Paulo:
Edgard Blucher, 1984.
MOLITERNO, A. Caderno de muros de arrimo. São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
SOUZA PINTO, C. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.

COMPONENTE CURRICULAR: Ensaios de Laboratório e de Campo em Geotecnia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: 16

EMENTA

166
Ensaios triaxiais (ensaios drenados e não-drenados, equipamentos, medição local de
deformações). Ensaios de adensamento. Ensaios de permeabilidade. Ensaios de cisalhamento
direto. Resistência residual. Instrumentação. Amostragem de solos. Investigação de subsolo.
Ensaios tipo SPT e palheta. Ensaios de cone em argilas e em areias. Pressiômetro. Limitações,
vantagens e aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARNES, G. Mecânica dos solos princípios e práticas. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN LTC,
2016.
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
QUEIROZ, R. C. Geologia e geotecnia básica para engenharia civil. São Paulo: Blucher,
2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8036: Programação de


sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios – procedimento.
Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9604: Abertura de poço e
trincheira de inspeção em solo, com retirada de amostras deformadas e indeformadas —
procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9603: Sondagem a trado –
pProcedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6484: Solo - sondagens de
simples reconhecimentos com SPT - Método de ensaio. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10905: Solo - ensaios de
palheta in situ - método de ensaio. Rio de Janeiro.
MASSAD, F. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos, 2010.
SCHNAID, F. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. São Paulo:
Oficina de Textos, 2012.
SCHNAID, F. In situ testing in geomechanics. London, CRC Press, 2009.
SCHNAID, F. Patologia de fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.
SCHNAID, F. Projeto do aeroporto salgado filho. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
167
COMPONENTE CURRICULAR: Gerenciamento de Obras
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Características da construção civil. Organização do trabalho na construção civil. Produtividade.


Gestão e novas filosofias de produção. Macro-complexo construção civil. Força de trabalho na
Industria da construção civil. Mega-tendências na construção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALPIN, D. W. Administração da construção civil. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.


PORTUGAL, M. A. Como gerenciar projetos de construção civil. Rio de Janeiro: Brasport,
2016.
QUALHARINI, E. L. Canteiro de obras. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BERNADES, C. et al. Qualidade e custo das não-conformidades em obras de construção


civil. São Paulo: Pini, 1998.
CARDOSO, F. F. Novos enfoques sobre gestão da produção: como melhorar o desempenho
das empresas de construção civil. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO
AMBIENTE CONSTRUÍDO, 5, São Paulo. Anais ..., 1993.
GUERRA; N. A. S. Recomendações para a implantação de Sistema de Gestão Integrada
(SGI) em empresas construtoras de edificações. Dissertação Mestrado - IPT, Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2009.
MANSO, M. A. Gestão e coordenação de projetos em empresas construtoras e
incorporadoras: da escolha do terreno à avaliação pós ocupação. São Paulo: Pini, 2011.
MATTOS, A. D. Planejamento e controle de obras. São Paulo: Pini, 2010.
ROCHA LIMA JR. Gerenciamento na construção civil: uma abordagem sistêmica. BT-27/90
– EPUSP, 1988.
SOUZA, U. E. L. Como reduzir perdas nos canteiros: manual de gestão do consumo de
materiais na construção civil. São Paulo: PINI, 2005.

168
SHOLER, F. A. S. Gerenciamento de obras, qualidade e desempenho da construção. 1. ed.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2017.
THOMAZ, E. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. São Paulo: Pini, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Transportes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Terminologias em Engenharia de Transportes. Modais de Transporte: tipos e classificações das


estradas de rodagem, ferrovias, hidrovias e aerovias. Introdução às normas e projetos de rodovias,
ferrovias, hidrovias, aerovias e aeroportos. Estudo da contagem de Tráfego e análise de eixo e
cargas. Teoria do Fluxo do Tráfego: Contínuo e Descontínuo. Noções sobre Cálculo Tarifário em
Transporte Público Urbano. Programação Semafórica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUHER, B. M. C.; BERNARDINIS, M. A. P. Engenharia de tráfego: aspectos fundamentais


para a cidade do futuro. Curitiba: Intersaberes, 2021.
MEDINA, J. de; MOTTA, L. M. G. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
PINTO, S. Pavimentação asfáltica conceitos fundamentais sobre materiais e revestimentos
asfálticos. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
VITORINO, C. M. (Org.). Gestão de transporte e tráfego. Editora Pearson, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7182: Solo - ensaio de


compactação. Rio de Janeiro.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 424/2020 – ME –
Pavimentação - Agregado - Determinação do índice de forma com crivos - Método de ensaio.
Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.

169
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 425/2020 – ME –
Pavimentação - Agregado - Determinação do índice de forma com paquímetro - Método de
ensaio. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 426/2020 – ME -
Pavimentação – Mistura asfálticas – Determinação dos parâmetros CDI e TDI – Instrução de
ensaio. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 427/2020 – ME -
Pavimentação – Misturas asfálticas – Determinação da densidade relativa máxima medida e da
massa específica máxima medida em amostras não compactadas – Método de ensaio. Acesso
em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 428/2020 – ME -
Pavimentação – Misturas asfálticas – Determinação da densidade relativa aparente e da massa
específica aparente de corpos de prova -– Método de ensaio. Acesso em:
https://www.gov.br/dnit/pt-br.
PORTUGAL, L. S. Simulação de tráfego: conceitos e técnicas de modelagem. Rio de Janeiro:
Interciência, 2005.
PINTO, S., PREUSSLER, E.S. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro: Copiarte, 2001.
SOUZA, M. L. Método de projeto de pavimentos flexíveis. Rio de Janeiro: DNER/MVOP,
1966.
ROESS, R. P; PRASSAS, E. S.; McSHANE, W. R. Traffic engineering. New Jersey, USA:
Prentice Hall, 2011.
SOUZA, M. L. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro: DNER/MVOP, 1966.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Alvenaria


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Conceito de alvenaria. Materiais utilizados. Comportamento estrutural da alvenaria. Avaliação da


resistência das paredes. Dimensionamento de Alvenaria estrutural de concreto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

170
BOTELHO, M. H. C.; FERRAZ, N. N. Concreto armado eu te amo: vai para a obra. São
Paulo: Blucher, 2016.
MOHAMAD, G. (org.) Construções em alvenaria estrutural: materiais, projeto e
desempenho. São Paulo: Blucher, 2020.
MOHAMAD, G. Alvenaria estrutural. São Paulo: Blucher, 2017.
MOLITERNO, A. Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. São Paulo:
Blucher, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OLIVEIRA JR, V. Recomendações para o projeto de edifícios em alvenaria estrutural.


Dissertação de Mestrado, EESC/USP.
PARSEKIAN, G. A.(Org). Parâmetros de projeto de alvenaria estrutural com blocos de
concreto. São Carlos: EdUFSCar, 2012.
RAMALHO, M. A., CORRÊA, M. R. S. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural. v. 1.
São Paulo: PINI, 2003.
SILVA, I. M. Análise de edifícios de alvenaria estrutural sujeitos à ação do vento. Dissertação
de mestrado, EESC/USP.
TAUIL, C. A; NESSE, F. J. M. Alvenaria estrutural. São Paulo: PINI, 2010.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Madeira II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Telhados em Madeira. Tablados em Madeira. Durabilidade de estruturas de madeira. Introdução


a estruturas feitas a partir de gramíneas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALIL JUNIOR, C. Dimensionamento de elementos estruturais de madeira. São Paulo:


Manole, 2003.
PFEIL, W. Estruturas de madeira. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

171
SALGADO, J. C. P. Estruturas na construção civil. São Paulo: Érica, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7190: Projeto de estruturas de


Madeira. Rio de Janeiro.
ALVIM, R. C. Projeto de estruturas de madeira: peças compostas comprimidas. 1. ed. São
Paulo: Blutcher, 2009.
BLESSMANN, J. Introdução ao estudo das ações dinâmicas do vento. 2. ed. Porto Alegre:
UFRGS, 2005.
CACHIM, P. B. Construção em madeira: a madeira como material de construção. 1. ed. Porto:
Publindustria, 2007.
CALIL JUNIOR, C.; LAHR, F. A. R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de elementos
estruturais de madeira. São Paulo: Manole, 2003.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4. ed. São
Paulo: Blutcher, 1997.
NEGRÃO, J. Projeto e estruturas de madeira. Editora Publindustria, 2009.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de madeira. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Metálicas II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Perfis formados a frio. Corrosão em estruturas metálicas. Dimensionamento de estruturas


utilizando perfis formados a frio. Encruamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PINHEIRO, A. C. F. B. Estruturas metálicas: cálculos, detalhes, exercícios e projetos. 2. ed.


São Paulo: Blucher, 2005.
SANTOS, G. A. dos. Tecnologia dos materiais metálicos: propriedades, estruturas e processos
de obtenção. São Paulo: Erica, 2019.

172
PFEIL, W. Estruturas de aço: dimensionamento prático de acordo com a NBR 8800:2008. Rio
de Janeiro: LTC, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800: Projeto de estruturas de


aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14762: Dimensionamento de
estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio – procedimento. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120: Ações para o cálculo
de estruturas de edificações. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123: Forças devido ao vento
em edificações. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681: Ações e segurança nas
estruturas - procedimento. Rio de Janeiro.
GESCHWINDNER, L. F. Unified design of steel structures. 3. ed. John Wiley & Sons, 2007.
JAVARONI, C. E. Estruturas de aço: dimensionamento de perfis formados a frio. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2014.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009.
PINHEIRO, A. C. F. B. Estruturas metálicas. São Paulo: Blucher, 2016.
PRAVIA, Z. M. C.; FABEANE, R.; FICANHA, R. Projeto e cálculo de estruturas de aço. Rio
de Janeiro: Campus. 2013.
VELLASCO, P. C. G. S. et al. Modelagem de estruturas de aço e mistas. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2014.
VILA REAL, P. Incêndios em estruturas metálicas. Belo Horizonte: Orion, 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Pré-moldadas de Concreto


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

173
Definições, considerações sobre a industrialização da construção; tipos de elementos; materiais;
vantagens e desvantagens; aceno histórico. Produção: tecnologia da execução dos elementos pré-
moldados; manuseio, armazenamento e transporte; montagem das estruturas. Projeto: tolerâncias
e folgas; princípios gerais e específicos. Ligações: tipologia; aspectos relativos ao cálculo;
dimensionamento de elementos utilizados nas ligações. Estruturas compostas: comportamento
estrutural; cisalhamento na interface. Tipologia das construções pré-moldadas: galpões,
edificações de vários pavimentos e diversas obras civis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOTELHO, M. H. C. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo: Blucher, 2008.


BOTELHO, M. H. C. Concreto armado eu te amo.v. 2. São Paulo: Blucher, 2015.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,
2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9062: Projeto e execução de


estruturas de concreto pré-moldado. Rio de Janeiro.
CARVALHO, R. C., FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de estruturas
usuais de Concreto Armado. 3. ed. São Carlos: Edufscar, 2004.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-moldado: fundamentos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2017.
KONCZ, T. Manual de la construccion prefabricada. v. 3. Madrid: Herman Blume, 1976.
MOKK, L. Construcciones con materiales prefabricados de hormigon armado. Bilbao,
Urno, 1969.
ORDONEZ, J. A. F. et al. Prefabrication: teoria y practica. v. 2. Barcelona: Editores Técnicos
Associados, 1974.
SERRANO, S. J. Construção industrializada: pré-fabricação. São Paulo: IPT, 1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Ferrovias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

174
EMENTA

Transporte ferroviário e via férrea. Projeto geométrico. Infraestrutura da via férrea. Superestrutura
da via férrea. Material rodante. Estações, pátios e terminais. Operação ferroviária. Inspeção e
avaliação de vias em operação. Manutenção da via férrea.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

NABAIS, R. J. S. Manual básico de engenharia ferroviária. São Paulo: Oficina de Textos,


2014.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovías: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: GEN LTC, 2015.
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos Pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT - IPR 743 – Manual de


Sinalização Rodoviária. 2010. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT - IPR 743 – Manual de Placa
de Obras. 2017. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 424/2020 – ME –
Pavimentação - Agregado - Determinação do índice de forma com crivos - Método de ensaio.
Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT 425/2020 – ME –
Pavimentação - Agregado - Determinação do índice de forma com paquímetro - Método de
ensaio. Acesso em: https://www.gov.br/dnit/pt-br.
ANTAS, P. M. et al. Estradas: projeto geométrico e de terraplenagem. Rio de Janeiro:
Interciência, 2010.
BRINA, H. L. Estradas de Ferro. v.1 e 2. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1979.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-209:
Projeto Geométrico. 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-212:
Projeto de superestrutura da via permanente: lastro e sublastro. 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-213:
Projeto de superestrutura da via permanente: trilhos e dormentes. 2015.

175
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-214:
Projeto de superestrutura da via permanente: acessórios. 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-215:
Projeto de superestrutura da via permanente: aparelhos de mudança de vias (AMV). 2015.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-218:
Projeto de pátios ferroviários. 2015
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-210:
Projeto de Drenagem. 2015
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. ISF-217:
Projeto de sinalização ferroviária. 2015
MONTEIRO FILHO, J. Projeto de estradas: ferrovias e rodovias. Rio de Janeiro: Borsoi,
1955.
NABAIS, R. J. da S. (Org.). Manual básico de engenharia ferroviária. São Paulo: Oficina de
textos, 2014.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovias: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
PEREIRA, A. L. Drenagem de rodovias e ferrovias. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1959.
PEREIRA, A. L. Estradas – rodovias e ferrovias: projeto e construção. Rio de Janeiro: Livro
Técnico Ltda, 1958.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão da Qualidade na Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Histórico da Qualidade, Conceitos básicos da Qualidade. Princípios da Qualidade. Gestão de


Processos. Ferramentas básicas da Qualidade. Padronização. A Dimensão Humana da Qualidade.
Sistema de Gestão da Qualidade para Empresas Construtoras com base na NBR ISO 9002 e
noções de auditoria interna da qualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

QUALHARINI, E. L. Canteiro de obras. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2017.


176
BERNARDES, M. M. e S. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
PINHEIRO, A. C. da F. B. Qualidade na construção civil. São Paulo: Erica, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BARSILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR ISO 9000-1: Normas


de gestão da qualidade e garantia da qualidade - parte 1: diretrizes para seleção e uso.
ASSOCIAÇÃO BARSILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR ISO 9001: Sistemas
da qualidade - Modelo para garantia da qualidade em projeto, desenvolvimento, produção,
instalação e serviços associados.
ASSOCIAÇÃO BARSILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR ISO 9004: Gestão da
qualidade e elementos do sistema da qualidade - Parte1: diretrizes
ASSOCIAÇÃO BARSILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR ISO 8402: Gestão da
qualidade e garantia da qualidade - terminologia
ASSOCIAÇÃO BARSILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) NBR ISSO 1011-1:
Diretrizes para auditoria de sistemas da qualidade - parrte 1 – auditoria.
CAMPOS, V. F. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: Fundação
Christiano Ottoni, 1992.
CAMPOS, V. F. Controle da qualidade total. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni,
1992.
CARVALHO, H. R. de Passaporte para a qualidade. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1996.
DEMING, W. E. Qualidade: a revolução da administração. Rio de janeiro: Marques Saraiva,
1990.

COMPONENTE CURRICULAR: Industrialização da Construção


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Racionalização e industrialização da construção civil. Sistemas Construtivos racionalizados e


industrializados. Sistemas Construtivos Especiais.

177
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASAROTTO FILHO, N. Análise de investimentos manual para solução de problemas e


tomadas de decisão. Rio de Janeiro: Atlas, 2019.
CAMLOFFSKI, R. Análise de investimentos e viabilidade financeira das empresas. São
Paulo: Atlas, 2014.
BERNARDES, M. M. e S. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro: LTC, 2021.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CASAROTTO, F. N.; KOPITKE, B. H. Análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 1994.


COLETÂNEA. Alternativas tecnológicas para edificações. v. 1. São Paulo: Pini, 2002.
FLEISCHER, G. A. Teoria da aplicação do capital: um estudo das decisões de investimentos.
São Paulo: Edgard Blücher, 1977.
GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1992.
HESS, G. et al. Engenharia econômica. São Paulo: Difel. 1964.
WOUILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo:
Atlas, 1985.
WALTER, M. A.; BRAGA, H. R. Demonstrações financeiras: um enfoque gerencial. São
Paulo: Saraiva, 1981.
YAZIGI, W. A. Técnica de edificar. São Paulo: Pini. 2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Pontes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução, conceituação e classificação. Normas técnicas e Ações. Sistemas estruturais, seções


transversais e processos construtivos. Superestrutura das pontes de concreto. Solicitações
dinâmicas, choque e fadiga. Dimensionamento da superestrutura. Infraestrutura, pilares,
encontros, aparelhos de apoio. Projeto de pontes.

178
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MARCHETTI, O. Pontes de concreto armado. São Paulo: Blucher, 2007.


FREITAS, M. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Blucher, 2001.
HIBLER, R. C. Análise das estruturas. São Paulo: Pearson, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-Moldado. São Paulo: Oficina de Textos, 2017.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Protendido


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Concreto Protendido: generalidades. Sistemas de protensão. Perdas de protensão.


Dimensionamento à flexão e cisalhamento. Detalhamento das armaduras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOTELHO, M. H. C. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo: Blucher, 2008.


PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos. 2015.
SANTOS, J. S. dos. Desconstruindo o projeto estrutural de edifícios. São Paulo: Oficina de
Textos. 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

179
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 1. São Paulo:
Blucher, 2010.
BOTELHO, M. H. C; MARCHETTI, O. Concreto armado eu te amo. v. 2. São Paulo:
Blucher, 2010.
CHOFE, L.; BONILHA, L. Concreto protendido. São Paulo: Oficina de Textos, 2018.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
EL DEBS, M. K. Concreto pré-moldado. São Paulo: Oficina de Textos, 2017.
PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 3. Rio de Janeiro: LTC,
2017.

COMPONENTE CURRICULAR: Reforço de Estruturas em Concreto


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Principais técnicas de reforço de estruturas. Técnicas de reforço empregando materiais


compósitos: EBR, NSM, TRM. Dimensionamento de reforço à flexão e cisalhamento.
Dimensionamento de reforço de elementos submetidos a esforço axial.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 1. Rio de Janeiro: LTC,


2017.
PILOTTO NETO, E. Caderno de receitas de concreto armado. v. 2. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
PORTO, T. B.; FERNANDES, D. S. G. Curso básico de concreto armado. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

180
MACHADO, A. P.; MACHADO, B. A. Reforço de estruturas de concreto armado com
sistemas compostos FRP: teoria e prática. São Paulo: Pini, 2015.
HELENE, P. R. L. et al. Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto.
2. ed. São Paulo: PINI, 1992.
SOUZA, V. C. M.; RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto.
São Paulo: Pini, 1998.
FEDERACION INTERNACIONAL DU BETÓN. FIB Bulletin 14: Externally bonded FRP
reinforcement for RC structures. Technical Report by the Fédération Internacionale du Béton,
Lausanne, Switzerland, 2001.
AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. ACI 440.2R: Guide for the design and construction of
externally bonded FRP systems for strengthening concrete structures. Reported by ACI
Committee 440. American Concrete Institute, Farmington Hills, Mich., 2017.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Canteiro de Obras


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Importância do projeto do canteiro de obras, princípios para a modernização do setor da


construção civil, planejamento da produção de edifícios, planejamento de canteiro de obras.
Programa de necessidades: metas para produção, requisitos e diretrizes da produção. Estudo
preliminar: definição do processo construtivo, plano de ataque. Anteprojeto: Cronograma e
alocação de recursos, fases do canteiro, alternativas de transporte. Anteprojeto das fases do
canteiro: elementos do canteiro, inter-relações dos elementos do canteiro, fluxos dos processos,
priorização dos elementos do canteiro, alocação dos elementos no canteiro, arranjo físico do
canteiro. Projeto executivo global do canteiro.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MELO, M. Gerenciamento de Projetos para a Construção. 2. ed. Rio de Janeiro: Brasport,


2011.
PINHEIRO, A. C. da F. B. Qualidade na construção civil. São Paulo: Erica, 2014.
QUALHARINI, E. L. Canteiro de obras. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2017.
181
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12655: Concreto de cimento


Portland - preparo, controle, recebimento e aceitação - procedimento. Rio de Janeiro.
FERREIRA, E de A. M.; FRANCO, L. S. Proposta de uma metodologia para o projeto do
canteiro de obras. Congresso latino-americano: tecnologia e gestão na produção de edifícios –
soluções para o terceiro milênio, 1099, São Paulo.
FERREIRA, E de A. M.; FRANCO, L. S. Metodologia para elaboração do projeto do
canteiro de obras de edifícios. São Paulo: Boletim Técnico EPUSP, 1998.
MAIA, M. A. et al. Sistema de padronização para execução de edifícios com participação
dos operários. Revista Tecnologia, Fortaleza, v.15, p. 39-53, 1994.
PINTO, T. P. Perdas de materiais em processos construtivos convencionais. São Carlos:
Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Engenharia Civil, 1989.
ROUSSELET, E.; FALCÃO, C. A segurança na obra: manual técnico de segurança do
trabalho em edificações prediais. 2. ed. Rio de Janeiro: Senai, 1988.
SANTOS, A. Método alternativo de intervenção em obras de edifícios enfocando o sistema
de movimentação e armazenamento de materiais: um estudo de caso. Dissertação (Mestrado
em Engenharia) - Escola de Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande Sul. Porto Alegre,
1995.
SCARDOELLI, L. et al. Melhorias de qualidade e produtividade: iniciativas de empresas de
construção civil. Porto Alegre: SEBRAE/RS. 1994.
SOIBELMAN, L. As perdas de materiais na construção de edificações: sua incidência e
controle. Dissertação (Mestrado em Engenharia) - Escola de Engenharia, Universidade Federal
do Rio Grande Sul. Porto Alegre, 1993.

COMPONENTE CURRICULAR: Manutenção de Pavimentos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Introdução, conceituação e classificação dos serviços de manutenção de pavimentos rodoviários.


Deterioração de pavimentos asfálticos. Desempenho e métodos de avaliação funcional de

182
pavimentos asfálticos. Desempenho e métodos de avaliação estrutural de pavimentos asfálticos,
avaliação das condições de irregularidade longitudinal. Avaliação das condições de aderência
pneu/pavimento. Deterioração de pavimentos de concreto. Desempenho e métodos de avaliação
de pavimentos de concreto. Conservação e restauração de pavimentos com problemas funcionais.
Reciclagem de pavimentos, dimensionamento de reforço de pavimentos asfálticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MEDINA, J. de; MOTTA, L. M. G. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro, Interciência,


2015.
PINTO, S. Pavimentação asfáltica: conceitos fundamentais sobre materiais e revestimentos
asfálticos. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
VITORINO, C. M. (Org.). Gestão de transporte e tráfego. São Paulo: Pearson, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BALBO, J. T. Pavimentação asfáltica: materiais, projetos e restauração. 1. ed. São Paulo:


Oficina de Textos, 2007.
BALBO, J. T. Pavimentos de concreto. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
BERNUCCI, L. B. et al. Pavimentação asfáltica: formação básica para engenheiros. Rio de
Janeiro: PETROBRAS: ABEDA, 2007.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Manual de
restauração de pavimentos asfálticos. Rio de Janeiro: IPR, 2006.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Manual de
recuperação de pavimentos rígidos. Rio de Janeiro: IPR, 2010.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Manual de
gerência de pavimentos. Rio de Janeiro: IPR, 2011.
PINTO, S.; PREUSSLER, E. S. Pavimentação rodoviária: conceitos fundamentais sobre
pavimentos flexíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Synergia: IBP, 2010.
SILVA, P. F. A. Manual de patologia e manutenção de pavimentos. São Paulo: PINI, 2005.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Engenharia Civil I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h

183
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

O projeto de arquitetura. Programa de necessidades do usuário. Projeto básico e projeto executivo.


Memorial descritivo e de especificações. Projetos de instalações prediais. Projeto estrutural.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUXTON, A. P. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto. 5. ed. Porto


Alegre: Bookman, 2017.
CARVALHO JÚNIOR, R. Interfaces prediais. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2019.
SILVA, A. L. R. C.; FAKURY, R. H. Dimensionamento de elementos estruturais de aço e
mistos de aço e concreto. São Paulo: Pearson, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CALIL, C.; LAHR, F. A. R. Estruturas de madeira: projetos dimensionamento e exemplos de


cálculo. São Paulo: LTC, 2021.
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Blucher, 1997.
CAMPOS, J. C. Elementos de fundações em concreto. São Paulo: Oficina de Textos, 2015.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4. ed. São Paulo: LTC,
2010.
YZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: Pini, 2017.
ARAÚJO, J. M. Projeto estrutural de edifícios de Cconcreto armado. Rio Grande: Dunas.
2014.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Engenharia Civil II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Otimização dos projetos básicos, simulação de diferentes sistemas construtivos. Planejamento do


canteiro de obras, quantificação de serviços, elaboração da estrutura analítica de projeto,

184
elaboração de planilha orçamentária, elaboração da Curva ABC de custos, planejamento da obra,
curva ABC de materiais e mão de obra, elaboração do cronograma físico-financeiro, elaboração
do manual de uso e operação, gestão do uso da água, requisitos de desempenho das edificações,
gestão da qualidade das obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SILVA, M. B. Manual de BDI: como incluir benefícios e despesas indiretas em orçamento


obras de construção civil. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
QUALHARINI, E. L. Canteiro de obras: construção civil na prática. Editora Elsevier. 2017.
PINHEIRO, A. C. F. B. Planejamento e custos de obras. São Paulo: Erica, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SOUZA, U. E. L. Como reduzir perdas nos canteiros. São Paulo: Pini, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: Desempenho de
edificações habitacionais. Rio de Janeiro.
FERRAZ, N. N. Guia da construção civil: do canteiro ao controle da qualidade. São Paulo:
Oficina de Textos, 2019.
MATTOS, A. D. Como preparar orçamentos de obras. 3. ed. São Paulo: Oficina de Textos,
2019.
CARDOSO, R. S. Orçamento de obras em foco. 4. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2020.
MATTOS, A. D. Planejamento e controle de obras. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2019.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Estruturas


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementar, aplicação integrada ou


aprofundamento de conteúdos em Estruturas. Tendências, desenvolvimentos e técnicas modernas
em Estruturas. O programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

185
HIBBELER, R. C. Análise das estruturas. São Paulo: Pearson, 2013.
KASSIMALI, A. Análise estrutural. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
MARTHA, L. F. Análise matricial de estruturas com orientação a objetos. Rio de Janeiro:
GEN LTC, 2018.
MCCORMAC, J. C. Análise estrutural usando métodos clássicos e métodos matriciais. Rio
de Janeiro: LTC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARAÚJO, J. M. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. Rio Grande: Dunas. 2014.
CAMPANARI, F. A. Teoria das estruturas. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: dimensionamento prático de acordo com a NBR 8800.
8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
FUSCO, P. B. Técnica de armar as estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1995.
GERE, J.; WEAVER Jr., W. Análise de estruturas reticuladas. Rio de Janeiro: Guanabara,
1987.
POLILLO, A. Mecânica das estruturas. v. 1. Rio de Janeiro: Científica, 1977.
SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural. v. 1 e 2. Porto Alegre: Globo, 1980.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1983.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Fundações


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementar, aplicação integrada ou


aprofundamento de conteúdos em Fundações. O programa é divulgado por ocasião do
oferecimento da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOTELHO, M. H. C.; CARVALHO, L. F. M. Edifícios x 5 locais de implantação = 20


soluções de fundações. São Paulo: Blucher, 2016.

186
ALONSO, U. R. Dimensionamento de fundações profundas. São Paulo: Blucher, 2012.
CAMPOS, J. C. de. Elementos de fundações em concreto. São Paulo: Oficina de Textos,
2015.
ALBUQUERQUE, P. J. R. de. Engenharia de fundações. Rio de Janeiro: LTC, 2020.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARDOSO, R. R. Fundações: engenharia aplicada. São Paulo: Nobel, 1986.


BELINCANTA, A.; FERRAZ, R. L. Tópicos de resistência ao cisalhamento de solo.
Maringá: EDUEM, 1992.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Carga admissível em fundações profundas. São Carlos:
EESC/USP, 1999.
JOPPERT JUNIOR, I. Fundações e contenções de edifícios. São Paulo: Pini, 1998.
MORAES, M. C. Estruturas de fundações. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil Ltda, 1976.
OLIVEIRA FILHO, U. M. Fundações profundas. São Paulo: D. C. Luzzatto Editores Ltda,
1985.
SIMONS, N.E.; MENZIES, B. K. Introdução à engenharia de fundações. Rio de Janeiro:
Interciência, 1981.
VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações profundas. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 2002.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Instalações Prediais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação ou


aprofundamento de conteúdos em Instalações Prediais. Tendências, desenvolvimentos, técnicas
modernas e experiências importantes no campo das instalações Prediais. O programa é divulgado
por ocasião do oferecimento da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDRADE, F. D. de. Instalações prediais. Porto Alegre: SAGAH, 2018.

187
CARVALHO JÚNIOR, R. de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias: princípios básicos
para elaboração de projetos. São Paulo: Blucher, 2020.
CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 8160: Sistemas prediais de


esgoto sanitário - projeto e execução. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 5626: Instalações prediais de
água fria. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 7229: Projeto, construção e
operação de sistemas de tanques sépticos. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. NBR 5410: Instalações elétricas de
baixa tensão. Rio de Janeiro.
BORGES, R. S.; BORGES, W.L. Manual de instalações prediais hidráulico sanitárias e de
gás. 4. ed. São Paulo: PINI, 1992.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Editora, 1991.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. Guanabara Dois, 1988.
INSTITUTI DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Tecnologia das edificações. São Paulo:
PINI,1988.
VIANNA, M. R. Instalações hidráulicas prediais. Belo Horizonte: IEA, 1993.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Pavimentação


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de pavimentação. Introdução,


complementação, aplicações na pavimentação. Tendências, desenvolvimentos e técnicas da
Pavimentação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

188
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. da. Mecânica dos pavimentos. Rio de Janeiro: Interciência,
2015.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovías: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: GEN LTC, 2015.
PINTO, S. Pavimentação asfáltica: conceitos fundamentais sobre materiais e revestimentos
asfálticos. Rio de Janeiro: LTC, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BALBO, J. T. Pavimentos de concreto. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.


GONÇALVES, F. J. P. O desempenho dos pavimentos flexíveis. Rio Grande do Sul:
Universidade de Passo Fundo, 1999.
MEDINA, J.; MOTTA, L. M. G. Mecânica dos pavimentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora
UFRJ, 2005.
NOGAMI, J. S., VILLIBOR, D.F. Pavimentação de baixo custo com solos lateríticos. São
Paulo: Villibor, 1995.
PITA, M. R. Dimensionamento de pavimentos rígidos. São Paulo: ABCP, 1985.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. 2. ed. São Paulo: PINI, 2007.
SUZUKI, C. Y.; AZEVEDO, MARTINS JUNIOR, A., KABBACH, F. I. Drenagem
subsuperficial de pavimentos: conceitos e dimensionamento. São Paulo: Oficina de Texto,
2013.
VERTEMATTI, J. C. Manual brasileiro de geossintéticos. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou


aprofundamento de conteúdos na área de Construção Civil. Tendências, desenvolvimento,
técnicas modernas e experiências importantes em Construção Civil. O programa é divulgado por
ocasião do oferecimento da disciplina.

189
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, A. de C. Prática das pequenas construções. v. 1. São Paulo: Blucher, 2009.


BORGES, A. de C. Prática das pequenas construções. v. 2. São Paulo: Blucher, 2010.
BERNARDES, M. M. e S. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro: LTC, 2021.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEREDO, H. A. O edifício até a sua cobertura. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.
BAUD, G. Manual de construção. v. 3. São Paulo: Hemus, 1988.
BRUCK, N. As dicas na edificação. 2. ed. Porto Alegre: Sagra D.C. Luzzato, 1987.
CARDÃO, C. Técnica da Construção. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, v. 2. 1969.
PIRONDI, Z. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica. São Paulo: Pini,
1988.
ROSSO, T. Racionalização da construção. São Paulo: FAUUSP, 1991.
SALGADO, M. Cadernos da UFRJ – construção civil. 2002.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro. São Paulo: O nome da rosa, 2000.
TCPO 2000. Tabelas de composição de preços para orçamentos. São Paulo: PINI, 2000.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. São Paulo: PINI, 1989.
VERÇOZA, E.J. Patologia das edificações. Porto Alegre: Sagra, 1991.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: PINI/SINDUSCON-SP, 1998.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Transportes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de transportes. Introdução,


complementação, aplicação integrada ou aprofundamento de conteúdos na área de transportes.
Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e experiências importantes em Transportes. O
programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina. Logística. Portos e Aeroportos.

190
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUHER, B. M. C.; BERNARDINIS, M. A. P. Engenharia de tráfego: aspectos fundamentais


para a cidade do futuro. Curitiba: Intersaberes, 2021.
PAIVA, C. E. L. de. Super e infraestruturas de ferrovías: critérios para projeto. Rio de
Janeiro: GEN LTC, 2015.
VITORINO, C. M. (Org.). Gestão de transporte e tráfego. São Paulo: Pearson, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAMPOS, R. do A. Projeto de estradas. São Paulo: Universidade de São Paulo, Escola


Politécnica, 1979.
COSTA, P. S. da; FIGUEIREDO, W.C. Estradas: estudos e projetos. Salvador: EDUFBA,
2001.
DNIT. Manual de sinalização rodoviária. Ministério dos Transportes, 1999.
FILHO, G. P. Estradas de rodagem: projeto geométrico. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. Florianópolis: Editora da UFSC,
2002.
PIMENTA, C. R. T.; OLIVEIRA, M. P. Notas de aula de projeto de estradas. v. 1 a 3. São
Paulo: Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, Departamento de
Transportes, 1998.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. 2. ed. São Paulo: PINI, 2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

EMENTA

Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou


aprofundamento de conteúdos em Geotecnia. Tendências, técnicas modernas e experiências
importantes em Geotecnia. O programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

191
BARNES, G. Mecânica dos solos: princípios e práticas. Rio de Janeiro: GEN LTC, 2016.
BODÓ, B. JONES, C. Introdução à mecânica dos solos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos. v. 3.
7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13292: Solo - determinação


do coeficiente de permeabilidade de solos granulares à carga constante. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14545: Solo - determinação
do coeficiente de permeabilidade de solos argilosos à carga variável. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11682: Estabilidade de
encostas. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6489: Solo - prova de carga
estática em fundação direta. Rio de Janeiro.
BARATA, F. E. Propriedades mecânicas dos solos. Rio de Janeiro: LTC, 1984.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. v. 1 a 3. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1996.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
CRUZ, P. T. Mecânica dos solos: problemas resolvidos. São Paulo: USP,1980.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos solos: ensaios de laboratório. São Carlos: USP/EESC, 1998.
ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1993.
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: Oficina do texto, 2002.
SOUZA PINTO, C. Curso de mecânica dos solos. v. 1. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos Solos. São Paulo: McGraw Hill, 1981.

192
APÊNDICE B – Regulamento de estágio curricular supervisionado

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA


CIVIL, DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (ICET), DO CAMPUS
UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA, DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO
GROSSO

CAPÍTULO I
DA REGULAMENTAÇÃO

Art. 1º. O Regulamento de Estágio Profissional Curricular Supervisionado do


Curso de ENGENHARIA CIVIL (ICET/CUA/UFMT) é normatizado pela Lei Nº 11.788 de
25.09.2008; pela Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021 que dispõe sobre
o Regulamento Geral de Estágio da Universidade Federal de Mato Grosso; pela Resolução nº 2,
de 24 de abril de 2019 da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior que Institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.

CAPÍTULO II
DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES

Art. 2º. Segundo a Lei Nº 11.788 de 25.09.2008: “Art. 1° Estágio é ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos
finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.”

Art. 3º. Conforme a Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de junho de


2021: “O estágio na Universidade Federal de Mato Grosso é caracterizado como, ‘uma atividade
prática curricular, componente da formação profissional realizada em ambiente de trabalho, que
faz parte do Projeto Pedagógico do Curso, sob a orientação da instituição de ensino. Envolve não
só os aspectos humanos e técnicos da profissão, mas também o comprometimento social com o
contexto do campo de estágio.’”

Art. 4º. O estágio do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de


Mato Grosso, campus do Araguaia, tem o objetivo de oportunizar ao discente a realização de
atividades práticas em situações reais de trabalho, enquanto componente da formação profissional
que envolve o desenvolvimento tanto da competência técnico-científica quanto do compromisso

193
político-social, oferecendo-lhe a vivência de situações reais de vida e de trabalho que lhe
viabilizem a integração dos conhecimentos teórico-práticos e experiência profissional.

CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO

Art. 5º. O estágio é uma atividade cuja área de atuação é de escolha do discente
e caracteriza-se como componente integrante do currículo do curso superior de graduação em
Engenharia Civil, envolvendo os aspectos humanos e técnicos da profissão, sendo regulamentado
pela Lei Nº 11.788 de 25.09.2008 e pela Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho
de 2021.

Art. 6º. A área do estágio deverá estar preferencialmente inserida no contexto


técnico e profissional das grandes áreas da Engenharia Civil.

Art. 7º. O plano de atividades deve ser apreciado pelo Colegiado do Curso de
Engenharia Civil (ICET/CUA/UFMT), como parte do termo de compromisso de estágio.

Art. 8º. A orientação do estágio ocorrerá de forma indireta por um docente da


instituição de ensino e supervisão direta do profissional supervisor na unidade concedente de
estágio.

Art. 9º. O estágio do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de


Mato Grosso, campus do Araguaia, como procedimento didático-pedagógico, configura-se como
estágio curricular obrigatório e não-obrigatório, seguindo as diretrizes da Lei Nº 11.788 de
25/09/2008 e da Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021.

Art. 10. No curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso,


campus do Araguaia, as atividades de extensão, de monitorias, pesquisa científica, inovação e
desenvolvimento tecnológico e de iniciação científica na educação superior, bem como
competências profissionais adquiridas no trabalho formal, não serão equiparadas ou aproveitadas
na forma de estágios.

Art. 11. Estágios não-obrigatórios não poderão ser aproveitados na forma de

194
estágios obrigatórios.

Art. 12. Em conformidade com o Art. 55° da Resolução CONSEPE N° 52/1994:


“Não será concedido o regime de exercício domiciliares, para estágios e disciplinas e/ou
atividades curriculares de modalidade prática, que exijam o acompanhamento e orientação
individual do professor e a presença física do aluno. […]”

Art. 13. O discente poderá solicitar o trâmite do termo de compromisso de


estágio em outra localidade, que não a cidade de Barra do Garças – MT nos seguintes casos:
a) quando a disciplina de estágio for ofertada em período de férias ou recessos
escolares;
b) em períodos letivos, desde que seja possível a conciliação dos horários das
demais disciplinas matriculadas com a realização do estágio, informando por meio de declaração
por parte do discente;
c) em períodos letivos, quando o aluno estiver matriculado somente na(s)
disciplina(s) de estágio.
§ 1º – Havendo necessidade de deslocamento do acadêmico, o processo deverá
ser encaminhado para a PROEG para orientações;
§ 2º – As informações sobre a residência durante o período de estágio,
deslocamento, necessidade de custeio deverá ser informadas por meio de declaração.

Art. 14. Em qualquer caso, o termo de compromisso de estágio será


encaminhado para análise e aprovação do colegiado de curso antes do início do estágio;

Art. 15. Será permitida a realização de estágios em qualquer período desde que
a unidade concedente possua expediente e supervisor(a) disponível nos horários determinados no
termo de compromisso, respeitados os demais requisitos das resoluções e normatização vigente.

SEÇÃO I
DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Art. 16. O estágio curricular obrigatório do curso de Engenharia Civil da


Universidade Federal de Mato Grosso, campus do Araguaia, faz parte da matriz curricular do
curso com carga horária total de 192 horas e tem como pré-requisito a conclusão de 2208 horas.

195
A consecução do estágio curricular obrigatório é um requisito para obtenção do diploma.

SEÇÃO II
DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO

Art. 17. O estágio curricular não-obrigatório do curso de Engenharia Civil da


Universidade Federal de Mato Grosso, campus do Araguaia, caracteriza-se pela realização do
estágio em qualquer momento do curso por escolha voluntária do aluno como busca de
complementação da formação profissional, com o somatório da carga horária limitada a 30 (trinta)
horas semanais, não sendo autorizado estágio não-obrigatório para aluno que tenha integralizado
o currículo, nos termos da Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021.

Art. 18. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “No caso do estágio curricular não-obrigatório, caracterizado como elemento de formação
profissional, o Colegiado de Curso deverá analisar, de acordo com o Regulamento de Estágio do
Curso, a proposta do (a) estudante para julgar a sua pertinência com relação à formação
profissional, as condições do campo para sua realização e as reais possibilidades de
acompanhamento por parte do Colegiado de Curso.”

CAPÍTULO IV
DOS AGENTES

SEÇÃO I
DOS ESTAGIÁRIOS

Art. 19. Entende-se por estagiário o discente devidamente matriculado no curso


e que possui termo de compromisso vigente.

Art. 20. São obrigações do estagiário:


a) cumprir a programação estabelecida para seu estágio;
b) obedecer às normas internas da empresa/instituição concedente;
c) manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as informações
confidenciais, sem a prévia autorização por escrito da empresa/instituição/profissional concedente
de estágio;

196
d) apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação
escolar, sempre que solicitado pelas partes;
e) atualizar dados cadastrais e escolares junto à concedente;
f) informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono,
a transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g) encaminhar, à instituição de ensino e à empresa/instituição/profissional
concedente, uma via do termo de compromisso assinado por todas as partes;
h) entregar ao final do estágio, relatório das atividades realizadas, com
avaliação do profissional supervisor da parte concedente do estágio;
i) na ocorrência de avaliações periódicas ou finais, informar à unidade
concedente do estágio bem como aos docentes responsáveis pelas questões de estágio no curso
caso seja necessária a redução da carga horária do estágio no período que antecede as avaliações,
para realização de adaptações necessárias no termo de compromisso visando o adequado
rendimento escolar, adaptando o cronograma de estágio para realidade do discente, sendo que os
mecanismos para essa adaptação conduzidos pelos docentes responsáveis pelas questões de
estágio.
Art. 21. O discente que deseja realizar o estágio obrigatório deverá encaminhar
um processo ao colegiado de curso de Engenharia Civil/CUA, solicitando autorização para a
realização do estágio obrigatório, com antecedência mínima de 15 dias da data provável de início
da realização do estágio obrigatório, contendo as seguintes informações:
a) Identificação da unidade concedente de estágio e seu representante;
b) CNPJ/CPF da unidade concedente de estágio;
c) Endereço completo e contatos da unidade concedente de estágio;
d) Período de realização do estágio não-obrigatório;
e) Proposta inicial do plano de atividades a serem desenvolvidas no estágio não-
obrigatório;
f) Cronograma de atividades (respeitando os limites informados nos Art. 10º e
Art. 11º a Lei Nº 11.788 de 25/09/2008). Dentre as informações necessárias, destaca-se:
• Carga horária semanal do estágio não-obrigatório (máximo 30 hs/semanais);
• Carga horária diária do estágio não-obrigatório (máximo 6 hs/diárias);
• Carga horária total de 96 horas para cada estágio obrigatório, não sendo
atribuído no termo de compromisso carga horária inferior ou superior a este
valor. Quando houver necessidade de reposições ou complemento de carga
horária não cumprida, serão tramitados aditamentos ao TCE aprovado.

197
g) Valor da bolsa (não-compulsória para estágio obrigatório, conforme Art. 11º
da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
h) Valor do auxílio-transporte (não-compulsória para estágio obrigatório,
conforme Art. 12º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
i) Comprovante de seguro contra acidentes pessoais, contratado em favor do
estagiário pela parte concedente (alternativamente, poderá ser assumida pela instituição de ensino,
conforme Art. 9º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
j) Apólice do seguro contra acidentes (alternativamente, poderá ser assumida
pela instituição de ensino conforme Lei Nº 11.788 de 25/09/2008 e Lei Nº 10.406 de 10/01/2002).

Art. 22. O discente que deseja realizar o estágio não-obrigatório deverá


encaminhar um processo ao colegiado de curso de Engenharia Civil/CUA, solicitando autorização
para a realização do estágio não-obrigatório, com antecedência mínima de 15 dias da data provável
de início da realização do estágio não-obrigatório, contendo as seguintes informações:
a) Identificação da unidade concedente de estágio e seu representante;
b) CNPJ/CPF da unidade concedente de estágio;
c) Endereço completo e contatos da unidade concedente de estágio;
d) Período de realização do estágio não-obrigatório;
e) Proposta inicial do plano de atividades a serem desenvolvidas no estágio não-
obrigatório;
f) Cronograma de atividades (respeitando os limites informados nos Art. 10º e
Art. 11º a Lei Nº 11.788 de 25/09/2008). Dentre as informações necessárias, destaca-se:
• Carga horária semanal do estágio não-obrigatório (máximo 30 hs/semanais);
• Carga horária diária do estágio não-obrigatório (máximo 6 hs/diárias);
• Quando houver necessidade de reposições ou complemento de carga horária
não cumprida, serão tramitados aditamentos ao TCE aprovado.
g) Valor da bolsa (compulsória, conforme Art. 11º da Lei Nº 11.788 de
25/09/2008);
h) Valor do auxílio-transporte (compulsório, conforme Art. 12º da Lei Nº 11.788
de 25/09/2008);
i) Comprovante de seguro contra acidentes pessoais, contratado em favor do
estagiário pela parte concedente (compulsório, conforme Art. 9º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008);
j) Apólice do seguro contra acidentes (conforme Lei Nº 11.788 de 25/09/2008 e
Lei Nº 10.406 de 10/01/2002).

198
Art. 23. Ficará a cargo do professor(a) responsável pelos estágios a orientação
acerca da vigência do contrato, visando o aproveitamento e compatibilidade com as atividades
acadêmicas do discente, sendo preferível a definição de períodos de vigência estabelecidos
baseando-se nas informações de horários de aula para garantia da compatibilidade, realizando os
aditamentos ao termo de compromisso sempre que necessário.

SEÇÃO II
DOS PROFESSORES ORIENTADORES

Art. 24. Conforme a Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “Entende-se por supervisão a orientação e o acompanhamento obrigatório das diferentes
atividades de Estágio (obrigatório e não Obrigatório), visando favorecer o desenvolvimento de
conhecimento teórico-prático do(a) estagiário(a).”

Art. 25. Conforme a Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “A forma de supervisão dos estágios será determinada pelo Colegiado de Curso no Projeto
Pedagógico a constar da regulamentação específica, tendo como base as formas previstas por este
Regulamento (Artigo 1°, parágrafo único, item VI), e a norma interna vigente da Universidade
Federal de Mato Grosso que trata da distribuição de encargos didáticos, segundo o regime de
trabalho docente.”

Art. 26. A orientação e supervisão do estágio pela instituição de ensino se dará


por um professor-orientador de forma indireta, ficando assim a supervisão direta sob
responsabilidade da unidade concedente, por profissional que atenda aos critérios da Lei Nº
11.788 de 25/09/2008.

§ 1º. O regime de trabalho do(a) professor(a)-orientador(a) responsável pelos


estágios, de forma indireta, ocorrerá em conformidade com os itens a seguir:
a) Em conformidade com o processo 23108.944842/2018-18, o(a)s professores-
orientadores responsáveis pelos estágios no curso deverão orientar a totalidade dos discentes
matriculados nas respectivas disciplinas de estágio obrigatório, bem como os discentes em estágio
não-obrigatório, com o apoio da coordenação de curso. Em casos excepcionais, em que não seja
possível o atendimento ao item a), o Colegiado de Curso indicará outro docente.

199
b) Realizar reuniões de orientação de forma indireta com os alunos, através de
reuniões presenciais ou on-line, de forma síncrona ou assíncrona, sempre que for necessário para
a consecução das etapas previstas para o estágio;
c) Orientar os discentes em todos os campos de estágio descritos no Art. 11 da
Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021;
d) Receber e organizar o trâmite dos termos de compromissos e demais
documentos necessários à consecução dos estágios;
e) Avaliar os relatórios dos alunos;
f) Efetuar o lançamento das notas e emissão de declarações, quando aplicáveis.

§ 2º. Não haverá visitas em campo pelo professores-orientadores;

Art. 27. Fica a cargo dos docentes responsáveis pelas questões de estágio em
articulação com a Coordenação de Curso, a criação de mecanismos e estratégias que visem a
melhor condução e aproveitamento dos estágios.

SEÇÃO III
DA SUPERVISÃO DE ESTÁGIO
Art. 28. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de
2021: art. 3º, §2°, “O acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino
deverá constar detalhadamente no Regulamento de Estágio do PPC do curso, com a definição das
formas de orientação (direta, semidireta, indireta).” Dessa forma, a orientação e supervisão do
estágio se dará de forma indireta pelo docente, ficando assim a supervisão direta sob a
responsabilidade do profissional da parte concedente do estágio.

Art. 29. Conforme a Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “Serão atribuições do(s)(as) docente(s) responsável(eis) pelas questões de estágio no curso:
a) Fazer levantamento do número de estagiários (as) ao final de cada semestre
em função da programação do estágio, com base na pré-matrícula ou inscrição prévia no
Colegiado de Curso.
b) Contatar as Instituições ou Empresas ofertantes de estágio, para análise das
condições dos campos, tendo em vista a celebração de Convênios e Acordos.
c) Gerenciar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades pertinentes
ao estágio, em conjunto com os demais professores-orientadores.

200
d) Coordenar a elaboração ou reelaboração de normas ou critérios específicos
para a realização das atividades de instrumentalização prática e/ou de estágio com base na presente
Resolução.
e) Orientar os (as) estudantes na escolha da área e/ou campo de estágio, quando
for o caso.
f) Organizar, semestralmente, o encaminhamento de estagiários (as) e a
distribuição das turmas em conjunto com os professores(as)-orientadores(as).
g) Criar mecanismos operacionais que facilitem a condução dos estágios com
segurança e aproveitamento.
h) Estruturar e manter atualizado, o sistema de documentação e cadastramento
dos diferentes tipos de estágios, campos envolvidos e números de estagiários(as) de cada semestre.
i) Realizar reuniões regulares com os professores(as)-orientadores(as) de
estágio e com os(as) técnicos(as) supervisores(as) das instituições campos de estágio para
discussão de questões relativas ao planejamento, organização, funcionamento, avaliação e
controle das atividades de estágio e análise de critérios, métodos e instrumentos necessários ao
seu desenvolvimento.
j) Realizar e divulgar semestralmente, junto com os (as) professores(as)-
orientadores(as), um estudo avaliativo a partir da análise do desenvolvimento e resultados do
estágio, visando avaliar sua dinâmica e validade em função da formação profissional e acadêmica,
envolvendo aspectos curriculares e metodológicos.
k) Salvaguardar que todos os estágios internacionais sejam
registrados/informados à SECRI.”

SEÇÃO IV
DA SUPERVISÃO EXTERNA

Art. 30. São atribuições do Supervisor Externo (concedente):


a) Orientar o acadêmico e acompanhá-lo no desenvolvimento de todas as
atividades, com vistas ao atendimento do planejamento de atividades do TCE;
b) Respeitar o planejamento de atividades do TCE, delegando e supervisionando
funções adequadas ao nível de acesso e formação do estagiário;
c) Resguardar dados e informações pessoais do estagiário;
d) Apresentar informações solicitadas pelos docentes da instituição sobre o
andamento do estágio;

201
e) Preencher os relatórios e avaliações do estagiário, em conformidade com as
solicitações dos docentes da instituição;
f) Auxiliar o discente no desenvolvimento do relatório de atividades, fornecendo
informações pertinentes ao campo de estágio e à unidade concedente;
g) Acompanhar o registro de frequência do estagiário;
h) Nas situações de impossibilidade de continuidade da supervisão, notificar a
Unidade Concedente e os docentes da instituição com antecedência, para as adequações cabíveis;
i) Observar a formação de uma relação de reciprocidade com a Instituição de
Ensino, visando o aprimoramento da formação dos estagiários;

SEÇÃO V
DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES

Art. 31. O curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso,


campus do Araguaia, prevê estágios em unidades concedentes que atendam as especificações da
Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de 2021 e da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008.

Art. 32. Entende-se por parte concedente a empresa, instituição, profissionais


liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional ou órgão onde será realizado o estágio.

Art. 33. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “Serão atribuições da Concedente do estágio:
a) Celebrar Termo de Compromisso de Estágio na UFMT como concedente e/ou
outras instituições com interveniência da UFMT zelando por seu cumprimento;
b) Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao(a) estudante
atividades de aprendizagem social, profissional e cultural;
c) Indicar servidor(a) de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do(a) estagiário(a), para orientar e
supervisionar até no máximo 10 (dez) estagiários(as) simultaneamente;
d) Por ocasião do desligamento do(a) estagiário(a), entregar termo de realização
do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de
desempenho;

202
e) Enviar à instituição de ensino, semestralmente, relatório de atividades, com
vista obrigatória ao(a) estagiário(a);
f) Efetuar controle de frequência do(a) estagiário(a);
g) Efetuar o pagamento da bolsa mensal ao estágio, inclusive do auxílio-
transporte, conforme acertado entre as partes, no caso de estágio não obrigatório.

Art. 34. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no


trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio (art. 14º
da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008).

SEÇÃO VI
DO COLEGIADO DE CURSO

Art. 35. A organização administrativa dos estágios da Universidade Federal de


Mato Grosso estará, basicamente, sob a responsabilidade do Colegiado de cada curso,
coordenando a elaboração ou reelaboração de normas ou critérios específicos para a realização
das atividades da prática de estágio.

Art. 36. O Colegiado de Curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT


designará docente(s) do curso para assumir(em) cargo(s) de responsável pelos estágios e indicará
os professores-orientadores para supervisão dos estágios curriculares não obrigatórios, ficando o
docente encarregado de receber, analisar e avaliar os relatórios de estágio que deverão ser
encaminhados ao curso pela instituição e/ou empresa concedente do estágio e pelo discente
estagiário, conforme os modelos do Anexo V e VI.

CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

Art. 37. Para a avaliação e aproveitamento do estágio, o aluno deverá apresentar


nos prazos vigentes, um relatório de atividades conforme modelo em vigor (Anexo V e VI),
respeitando o sistema e legislação de avaliação da universidade.

§ 1º. A não entrega do relatório implicará na reprovação do aluno no estágio.

203
Art. 38. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de
2021: “Na avaliação do(a) estagiário(a) deverão ser considerados o grau de aproveitamento e o
índice de frequência a ser estabelecido nas regulamentações específicas dos cursos, entre outros.”

Art. 39. Considerando que, conforme a Lei Nº 11.788 de 25/09/2008, uma das
obrigações da parte concedente é: “enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6
(seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário.”, entende-se como
suficiente para o relatório de atividades o preenchimento da “Avaliação do estagiário(a) pelo(a)
supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio”, conforme o Anexo V e VI. Adicionalmente, e
apenas com a finalidade de registro do desempenho do estagiário, poderão ser recepcionados
outros relatórios que sejam padrão da unidade concedente de estágio.

SEÇÃO I
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Art. 40. Para os estágios obrigatórios do curso de Engenharia Civil


(ICET/CUA/UFMT) fica estabelecido um índice de frequência mínimo de 75% e um grau de
aproveitamento mínimo baseado na avaliação informada pelo(a) supervisor(a) da unidade
concedente e professor(a) orientador(a), sendo que o discente deve obter a nota final mínima de
5,0 pontos, com pesos determinados pelo professor responsável pela disciplina, que deverão estar
especificados no plano de ensino e apreciado pelo Colegiado de Curso (no caso dos estágios
obrigatórios).

Art. 41. O referido índice de frequência para os estágios obrigatórios será


calculado pela razão entre a carga horária efetivamente cumprida do estágio em conformidade
com o cronograma de estágio e a carga horária total prevista no projeto pedagógico do curso (96
horas/estágio) e o não atendimento ao índice de frequência constituirá requisito suficiente para
reprovação.

Art. 42. A avaliação a ser encaminhada pelo supervisor(a) de estágios da


Unidade Concedente, a título de relatório das atividades do estagiário, não constitui requisito
suficiente para a avaliação final e aprovação do estagiário, sendo necessário o envio do relatório
de estágio completo e preenchido conforme o modelo no Anexo V, sob a perspectiva das

204
orientações dos professores responsáveis pelas questões de estágio no curso e professor(a)
orientador(a).

SEÇÃO II
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO

Art. 43. Ao final do estágio não-obrigatório e respeitando os prazos informados


pelo(a) professor(a) orientador(a), o discente deverá apresentar um relatório final de estágio
conforme o modelo do Anexo VI, sendo avaliado pelo supervisor(a) do estágio e pelo professor(a)
orientador(a) conforme as fichas no Anexo VI.

Art. 44. O discente receberá a menção de aprovação final do estágio não-


obrigatório por meio de declaração (Anexo VII) ao receber, nas avaliações do supervisor e do
professor(a) orientador(a), conforme o Anexo VI, o item “Aprovado” nas duas avaliações,
conforme os critérios descritos no Anexo VI.

Art. 45. Para os estágios não-obrigatórios, a carga horária deverá constar na


declaração (Anexo VII) e será computada em acordo com a frequência preenchida no Anexo VI,
desde que os horários preenchidos respeitem os limites estabelecidos na legislação vigente, os
critérios estabelecidos pelo regulamento, a programação estabelecida no termo de compromisso e
as orientações do professor responsável, não sendo computadas a carga horária em desacordo com
esses requisitos.

Art. 46. O índice de frequência para os estágios não-obrigatórios não constituirá


isoladamente um critério para reprovação, sendo a frequência do estágio não-obrigatório avaliada
apenas através do item “Disciplina e Assiduidade”, na ficha a ser preenchida pelo supervisor da
unidade concedente (Anexo VI) com exceção dos casos em que o discente não realizou quaisquer
atividades de estágio, não havendo registro de frequência.

Art. 47. Ao final da realização do estágio não-obrigatório, sendo do interesse


do discente o cômputo da carga horária do estágio não-obrigatório ao seu histórico escolar, o
mesmo poderá encaminhar tal solicitação à coordenação do curso, via processo, inserindo o termo
de compromisso, relatório final (Anexo VI) aprovado pelo professor orientador e uma declaração

205
do(a) professor(a) orientador(a) com a menção de aprovação (Anexo VII). O referido processo
deverá ser apreciado pelo Colegiado de Curso e em caso de deferimento da solicitação, deverá ser
encaminhado ao setor responsável para contabilização e registro da carga horária.

CAPÍTULO VI
DURAÇÃO E MATRÍCULA

Art. 48. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder
02 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência (Art. 11 da Lei
11.788/08).

Art. 49. Para a realização do estágio curricular obrigatório, o discente deverá


efetuar sua matrícula via sistema acadêmico, na(s) disciplina(s) de estágio da matriz curricular,
oferecidas no horário do curso, conforme calendário escolar, ou quando oferecidas em períodos
de férias ou recessos escolares.

Art. 50. O discente terá direito a se matricular na disciplina de Estágio


Supervisionado desde que possua o pré-requisito, e o aproveitamento será feito no formato da
avaliação da disciplina e em conformidade com este regulamento.

Art. 51. A carga horária de estágio a ser realizada pelo discente não deverá
ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais (conforme trata o item II do art. 10
da Lei Nº 11.788 de 25.09.2008).

Parágrafo Único: o presente regulamento não prevê a realização de estágios


com jornadas maiores que 30h/semana

Art. 52. Conforme Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07 de Junho de


2021: “Os Colegiados de Cursos poderão prever estágio curricular durante o período de férias,
desde que atendido o disposto em normativa interna da UFMT, neste Regulamento Geral, e na
regulamentação específica dos estágios de cada curso.”

206
§ 1º. Havendo a possibilidade de oferecer a disciplina de estágio em período de
férias ou recessos escolares no curso de Engenharia Civil, os discentes serão comunicados, em
tempo hábil, da oferta com as datas previstas, respeitando o calendário acadêmico da universidade.

§ 2º. Em qualquer período da oferta da disciplina de estágio curricular, o


discente que desejar realizá-lo deverá firmar o termo de compromisso entre as partes antes do
início do estágio.

§ 3º. Caso o semestre letivo seja seccionado por recessos e/ou períodos de férias
docentes, a coordenação de curso responderá pelo componente curricular durante as férias do
docente responsável pelo componente curricular e os discentes matriculados em estágio
obrigatório poderão desenvolver as atividades de estágio durante esses períodos sob a orientação
da coordenação de curso, tendo concluído os contratos preferencialmente antes das férias ou
recessos.

§ 4º. Caso os estágios não-obrigatórios possuam vigência em períodos de férias


ou recessos escolares, os discentes poderão realizar as atividades de estágio neste período sob a
orientação da coordenação de curso ou de professor indicado para esta atividade, respeitados os
demais requisitos do regulamento.

CAPÍTULO VII
CAMPO DE ESTÁGIO E CONTRATOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 53. As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração


pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente
registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio,
desde que observadas as obrigações, conforme determina o art. 9º da Lei Nº 11.788 de 25/09/2008.

Parágrafo Único. A UFMT faculta a realização de convênios. Logo, não é


compulsória a realização de convênio para oferta de vaga de estágio, sendo o termo de
compromisso, declarações anexas e demais instrumentos solicitados pelos docentes responsáveis
pelas questões de estágio e Colegiado de Curso, os documentos necessários para análise e
apreciação do processo de estágio.

207
Art. 54. O discente, antes de iniciar o estágio, deverá firmar Termo de
Compromisso, conforme modelo da UFMT, com a instituição concedente do estágio e com a
interveniência da Universidade, constituindo comprovante exigível pela autoridade competente
da inexistência de vínculo empregatício, nos termos da Lei Nº 11.788 de 25.09.2008.

§ 1º. O Termo de compromisso tramitará por meio do Sistema Eletrônico de


Informações e terá acompanhamento do professor(a) responsável pelos estágios e da Coordenação
de Ensino de Graduação.

§ 2º. O Termo de compromisso será, preferencialmente, preenchido e assinado


eletronicamente no Sistema Eletrônico de Informações.

§ 3º. Alternativamente, o Termo de compromisso será preenchido em 3 (três)


vias impressas, sendo necessária a inserção do documento escaneado no Sistema Eletrônico de
Informações pelo discente para realização dos trâmites nas unidades competentes. Ao final do
trâmite, as vias devidamente assinadas serão distribuídas entre as partes pelo discente
(Universidade, Concedente e Estagiário).

CAPÍTULO VIII
PROGRAMAÇÃO E PLANEJAMENTO DOS ESTÁGIOS

Art. 55. A programação e planejamento dos estágios curriculares obrigatórios


se dará através da composição de dois documentos:
a) Plano de ensino do docente responsável pelas disciplinas de estágio curricular
obrigatório;
b) Processo apreciado pelo colegiado de curso, indicando as informações em
conformidade com o Capítulo II, do Título III, da Resolução CONSEPE-UFMT N.° 134, de 07
de Junho de 2021, dentre elas: a) Número de estudantes; b) Tipo de estágio; c) Áreas ou
habilitações; d) Campo de estágio; e) Período de realização; f) Distribuição de turmas por
supervisor(a); g) Exigências regulamentares (carga horária, pré-requisitos, matrícula, termo de
compromisso de estágio, e convênios se for o caso, etc).

§ 1º. Em razão da natureza e especificidade, o planejamento dos estágios não-

208
obrigatórios não fica necessariamente restrito aos limites do planejamento determinado no Art.
58, pois a realização destes pode ser executada em qualquer momento durante o curso, incluindo
períodos de férias e recessos.

§ 2º. A programação e planejamento dos estágios curriculares obrigatórios


deverão ser entregues e apreciados até a primeira reunião do colegiado de curso após a conclusão
dos ajustes de matrícula pelo coordenador.

CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 56. Para os estágios que forem realizados no âmbito da UFMT, ou seja,
sendo a UFMT concedente de estágios para os discentes do curso de Engenharia Civil
(ICET/CUA/UFMT), os professores responsáveis pelas questões de estágio e a Coordenação de
Curso participarão do processo de efetivação do termo de compromisso, com vista ao atendimento
aos requisitos do regulamento interno do curso.

Art. 57. O curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso,


campus do Araguaia, adotará os modelos de TCE (Termo de Compromisso de Estágio) conforme
o padrão da UFMT (Anexos I a IV), conforme a RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021.

§ 1º. Caso o estágio esteja previsto para realização com profissional liberal ou
autônomo, deve-se substituir os dados da unidade concedente de empresa (Anexos III e IV) para
nome completo, estado civil, profissão, RG com indicação do órgão expedidor, CPF, endereço
completo e número do registro profissional;

§ 2º. Outros dados e informações poderão ser inseridos no documento termo de


compromisso de estágio além daqueles disponíveis no modelo padrão, conforme as necessidades
observadas pelos professores responsáveis pelas questões de estágio e o Colegiado de Curso,
sendo as inserções apreciadas pelo Colegiado de Curso, sob a perspectiva do respeito aos preceitos
da Lei Nº 11.788 de 25.09.2008 e questões intrínsecas ao curso.

Art. 58. As questões não contempladas por este regulamento serão balizadas
pela regulamentação vigente da UFMT.

209
Art. 59. O presente Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação,
ficando revogadas as disposições em contrário.

Art. 60. Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos pelo


Colegiado de Curso e, quando for o caso, pela Pró-Reitoria de Ensino e Graduação – PROEG.

210
ANEXOS
.
I - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO (UFMT
CONCEDENTE) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
II - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO
(UFMT CONCEDENTE) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
III - TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
(CONCEDENTE EXTERNO) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
IV –TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO
(CONCEDENTE EXTERNO) (RES. CONSEPE N°. 134 de 07/06/2021)
V – MODELO RELATÓRIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
VI – MODELO RELATÓRIO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO
VII – MODELO DE DECLARAÇÃO PARA DISCENTES APROVADOS EM ESTÁGIO NÃO-
OBRIGATÓRIO

211
ANEXO I

(UFMT CONCEDENTE)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO


ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:

SETOR CONCEDENTE/UFMT

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Campus:


Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Setor:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso


Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Curso:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO

Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___

Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as

212
cláusulas seguintes:

CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.

CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto


Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.

CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a


realização do estágio:
a. Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;
b. Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
c. Carga Horária semanal: ________;
d) Bolsa-Auxílio: R$__________, (a critério da Concedente, conforme Art. 12 da Lei
11.788 ).
e) O PLANO DE ATVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter
subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso refere
constitui-se de:
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________
.
Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – O Seguro de Acidentes Pessoais em favor do estagiário fica a cargo da UFMT,


na vigência do presente Termo, pela APÓLICE DE SEGURO ACIDENTES PESSOAIS
COLETIVO Nº , , com vigência até / / .

CLÁUSULA 5ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:
a. Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
b. Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável
pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
c. Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
cultural e profissional do educando;
d. Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
e. Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do
seu período letivo;
f. Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno.

CLÁUSULA 6ª - Cabe ao setor/UFMT CONCEDENTE:


a. Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis com
o respectivo curso de formação;

213
b. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
c. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
d. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
e. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à Instituição de
Ensino para as devidas providências;
f. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
g. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste termo,
devidamente assinado pelas partes envolvidas;
h. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
i. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.

CLÁUSULA 7ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:


a. Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
b. Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
c. Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais,
sem a prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
d. Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar,
sempre que solicitado pelas partes;
e. Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
f. Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g. Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes;
h. Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis
meses ou quando solicitado.

CLÁUSULA 8ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados ou


prorrogados através de TERMOS ADITIVOS.
a. E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

214
____________________________ _____________________________________
__ _

EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação


CONCEDENTE do Curso

(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

____________________________ __________________________________

ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE


ESTÁGIO

____________________________
___

REPRESENTANTE
LEGAL(estudante menor)

RG:

215
ANEXO II

(UFMT CONCEDENTE)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO


ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO

(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:

SETOR CONCEDENTE

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Campus:


Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Setor:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso


Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Curso:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO

Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/___/___

Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as

216
cláusulas seguintes:

CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto
Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.
CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a
realização do estágio:

a.Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;


b.Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
c.Carga Horária semanal: ________;
d.Bolsa-Auxílio: R$_______________,
e.O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter
subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso
refere constitui-se de:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
__________________
.
Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:
a. Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
b. Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como
responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
c. Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
cultural e profissional do educando;
d. Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da
atividade profissional e à contextualização curricular;
e. Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início
do seu período letivo;
f. Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno;

CLÁUSULA 5ª - Cabe ao setor/UFMT CONCEDENTE:


a. Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis
com o respectivo curso de formação;
b. Garantir cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais ao ESTAGIÁRIO, na
vigência do presente Termo, pela APÓLICE DE SEGURO ACIDENTES
PESSOAIS COLETIVO Nº , EMPRESA , com
vigência até / / ;
c. Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, no caso de estágio não-

217
obrigatório nos termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
d. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
e. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
f. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
g. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de
ensino para as devidas providências;
h. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
i. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
j. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
k. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.

CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:


a. Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
b. Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
c. Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais,
sem a prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
d. Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar,
sempre que solicitado pelas partes;
e. Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
f. Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g. Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes;
h. Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis
meses ou quando solicitado;

CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados ou


prorrogados através de TERMOS ADITIVOS;
E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

218
____________________________ _____________________________________
__ _

EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação


CONCEDENTE do Curso

(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

____________________________ __________________________________

ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE


ESTÁGIO

____________________________
___

REPRESENTANTE
LEGAL(estudante menor)

RG:

219
ANEXO III

(concedente externo)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO


ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:

EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE

Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso


Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa esperança Cidade: Cuiabá F: MT CEP: 78060-900
Instituto/Faculdade:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO

Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/__/___

Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as


cláusulas seguintes:

220
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.

CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto


Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.

CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a


realização do estágio:

a. Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;


b. Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
c. Carga Horária semanal: ________;
c.a. Bolsa de Estágio: R$__________, (a critério da Concedente, conforme Art. 12
da Lei 11.788 ).
d. O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter
subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso refere
constitui-se de:
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________
.
Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – O Seguro de Acidentes Pessoais em favor do estagiário fica a cargo da UFMT,


na vigência do presente Termo, pela APÓLICE DE SEGURO ACIDENTES PESSOAIS
COLETIVO Nº , , com vigência até / / .

CLÁUSULA 5ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:
a. Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
b. Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável
pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
c. Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
cultural e profissional do educando;
d. Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
e. Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do
seu período letivo;
f. Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno.

CLÁUSULA 6ª - Cabe à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:


a. Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis
com o respectivo curso de formação;
b. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO

221
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
c. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
d. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
e. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à Instituição de
Ensino para as devidas providências;
f. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
g. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
h. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
i. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.

CLÁUSULA 7ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:


a. Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
b. Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
c. Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais,
sem a prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
d. Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar,
sempre que solicitado pelas partes;
e. Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
f. Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g. Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes;
h. Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis
meses ou quando solicitado.

CLÁUSULA 8ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados ou


prorrogados através de TERMOS ADITIVOS.
E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

222
___________________________ ______________________________
__ ______

EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso

(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

___________________________ ______________________________
__ _

ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE


ESTÁGIO

___________________________
____

REPRESENTANTE LEGAL

(estudante menor)

RG:

223
ANEXO IV

(CONCEDENTE EXTERNO)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO


ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO

(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:

EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE

Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso


Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis Neves”
Bairro: Boa esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Instituto/Faculdade:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO

Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF RG: Data Nascimento:___/___/___

Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as


cláusulas seguintes:

224
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao Projeto
Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.

CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a


realização do estágio:

a. Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;


b. Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
c. Carga Horária semanal: ________;
d. Bolsa-Auxílio: R$_______________,
e. O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter
subsidiário e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso
refere constitui-se de:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
__________________

Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:
a. Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
b. Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável
pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
c. Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
cultural e profissional do educando;
d. Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
e. Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do
seu período letivo;
f. Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno;

CLÁUSULA 5ª - Cabe à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:


a. Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis
com o respectivo curso de formação;
b. Garantir ao ESTAGIÁRIO cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais, na
vigência do presente Termo, pela APÓLICE nº ............. – (nome da empresa de
seguro), no caso de estágio não-obrigatório;
c. Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, no caso de estágio não-
obrigatório nos termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
d. Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO

225
ou INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom
desempenho do estudante;
e. Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses,
relatório individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio,
com vista obrigatória do estagiário;
f. Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
g. Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de
ensino para as devidas providências;
h. Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
i. Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
j. Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para
orientá-lo e supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
k. Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio.

CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:


a. Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
b. Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
c. Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais,
sem a prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
d. Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar,
sempre que solicitado pelas partes;
e. Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
f. Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
g. Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO
CONCEDENTE, uma via do presente termo assinado por todas as partes;
h. Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis
meses ou quando solicitado;

CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados ou


prorrogados através de TERMOS ADITIVOS;
E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

226
___________________________ ______________________________
___ ______

EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE
CONCEDENTE ENSINO/Coordenação do Curso

(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

___________________________ ______________________________
__ _

ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE


ESTÁGIO

___________________________
____

REPRESENTANTE LEGAL

(estudante menor)

RG:

ANEXO V – Modelo Relatório de Estágio Obrigatório

_____________________________________________________________________

227
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II

(DIGITE O NOME DO ALUNO)

_____________________________
Assinatura

BARRA DO GARÇAS-MT
(ANO)

228
Informações Gerais

Dados do(a) Aluno(a)


Nome: Matrícula:

Email: Estágio Supervisionado:


( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II

Dados do representante da Unidade Concedente


Nome: Telefone:

Email: Cidade/UF

Orientação e Supervisão

Período de vigência: ___/___/_______ a ___/___/_______

Número do Processo SEI:

Orientação e Supervisão
Nome do(a) docente responsável pelo estágio:

Nome do(a) Professor(a) Orientador(a):

Nome do(a) Supervisor(a) do Local do Estágio:

Email do(a) Supervisor(a) do Local do Estágio:

1. OBJETIVOS DO ESTÁGIO

2. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CONCEDENTE DE ESTÁGIO

3. RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

SEMANA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS, FERRAMENTAS UTILIZADAS,


REFERÊNCIAS CONSULTADAS, ETC.

229
(Após a tabela de resumo das atividades, realizar a descrição minuciosa das atividades
desenvolvidas, ferramentas utilizadas, referências técnicas consultadas, etc.)

4. REFERÊNCIAS E SUPORTE BIBLIOGRÁFICO PARA SOLUÇÕES DE TÉCNICAS

5. ASSINATURAS

________________________________________
Supervisor(a) do Estágio na Empresa

Relatório entregue ao docente responsável pelo estágio no Curso em: ____/____/___________

___________________________________________
Assinatura do Docente

230
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio
ALUNO(A):
UNIDADE CONCEDENTE:
CIDADE/UF:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II

GRUPO HABILIDADES Notas


0 a 10
1.Capacidade de aplicar o conhecimento teórico
usando as técnicas, os processos e os
procedimentos adequados a cada situação;
QUALIDADE DO 2.Capacidade de usar adequadamente os recursos e
TRABALHO os equipamentos necessários ao desenvolvimento
do trabalho;
3.Capacidade de realizar com precisão as tarefas
integrantes do programa de estágio;
ORGANIZAÇÃO E 4.Capacidade de planejar o trabalho, usando de
MÉTODO meios racionais e eficientes com vistas a melhorar
sua organização e desenvolvimento;
INICIATIVA E 5.Capacidade de identificar problemas; capacidade
INDEPENDÊNCIA de procurar e sugerir soluções para os problemas
detectados;
DISCIPLINA E 6.Revelação da constância e pontualidade no
ASSIDUIDADE cumprimento dos horários e dias de trabalho;
7.Atendimento à hierarquia e às normas
estabelecidas na empresa;
RESPONSABILIDADE 8.Capacidade de responder pelo uso adequado dos
equipamentos e bens da unidade concedente;
capacidade de responder pelas atribuições que lhe
são conferidas;
SOCIABILIDADE E 9.Demonstração de capacidade crescente para
DESEMBARAÇO integração com os colegas e com o ambiente de
trabalho;
10.Capacidade de envolver-se e participar com
INTERESSE interesse nos trabalhos de estágio; interesse pelos
PROFISSIONAL aspectos técnicos, legais, éticos e sociais da
profissão.

Média Aritmética Simples: ________

COMENTÁRIOS SOBRE AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO(A)


ESTAGIÁRIO(A):

____________________________ _______________________________________
Data PROFISSIONAL SUPERVISOR
(CONCEDENTE)
CARIMBO E ASSINATURA

231
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) orientador(a) na Instituição de Ensino
ALUNO(A):
ESTÁGIO SUPERVISIONADO:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II

GRUPO HABILIDADES Notas


0 a 10
QUALIDADE GERAL DO 1.Capacidade de desenvolver com clareza,
RELATÓRIO objetividade, organização, precisão e correção
(PESO 25%) de linguagem o relatório de estágio.
DESCRIÇÃO DOS 2.Capacidade de desenvolver com clareza e
OBJETIVOS DO ESTÁGIO objetividade a descrição dos objetivos do
(PESO 5%) estágio.
APRESENTAÇÃO DA 3.Capacidade de desenvolver com clareza e
UNIDADE CONCEDENTE objetividade a apresentação da unidade
(PESO 5%) concedente.
RELATO DAS 4.Capacidade de desenvolver com completude,
ATIVIDADES clareza e organização o relato das atividades
DESENVOLVIDAS desenvolvidas, ferramentas utilizadas,
(PESO 35%) referências técnicas consultadas, etc, associando
as atividades com o conhecimento adquirido no
curso.
SUPORTE 5.Capacidade de escolher e elencar referências
BIBLIOGRÁFICO PARA técnicas para o suporte das soluções
SOLUÇÕES TÉCNICAS implementadas.
(PESO 10%)
ATENDIMENTO AOS 6. Capacidade de atender adequadamente aos
PRAZOS E REQUISITOS prazos e requisitos determinados pelo(a)
(PESO 10%) orientador(a) de estágio.
INICIATIVA E 7. Capacidade de desenvolver com iniciativa e
INDEPENDÊNCIA independência os procedimentos e atividades
(PESO 10%) propostas pelo(a) orientador(a) de estágio.

Média Aritmética Ponderada: ________

COMENTÁRIOS JULGADOS NECESSÁRIOS:

____________________________ ____________________________________
Data PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA

232
CONTROLE DE FREQUÊNCIA DO(A) ESTÁGIÁRIO(A)
Unidade Concedente:
Estagiário(a):
Nº de matrícula:
CNPJ/CPF:
Unidade-Curso-Instituição: ICET/EC/UFMT
Estágio Supervisionado:
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
( ) CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
Data Entrada (h) Saída (h) Carga horária Assinatura Estagiário(a)

_____________________________________________________
Local e data

__________________________________________
PROFISSIONAL SUPERVISOR (NA UNIDADE CONCEDENTE)
(Assinatura e carimbo)

233
ANEXO VI – Modelo de Relatório de Estágio Não-Obrigatório

_____________________________________________________________________

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO


CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO


CURRICULAR NÃO-OBRIGATÓRIO

(DIGITE O NOME DO ALUNO)

_____________________________
Assinatura

BARRA DO GARÇAS-MT
(ANO)

234
Informações Gerais

Dados do(a) Aluno(a)


Nome: Matrícula:

Email:

Dados do representante da Unidade Concedente


Nome: Telefone:

Email: Cidade/UF

Orientação e Supervisão

Período de vigência: ___/___/_______ a ___/___/_______

Número do Processo SEI:

Orientação e Supervisão
Nome do(a) docente responsável pelo estágio:

Nome do(a) Professor(a) Orientador(a):

Nome do(a) Supervisor(a) do Local do Estágio:

Email do(a) Supervisor(a) do Local do Estágio:

1. OBJETIVOS DO ESTÁGIO

2. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CONCEDENTE DE ESTÁGIO

3. RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

SEMANA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS, FERRAMENTAS UTILIZADAS,


REFERÊNCIAS CONSULTADAS, ETC.

(Após a tabela de resumo das atividades, realizar a descrição minuciosa das atividades
desenvolvidas, ferramentas utilizadas, referências técnicas consultadas, etc.)

235
4. REFERÊNCIAS E SUPORTE BIBLIOGRÁFICO PARA SOLUÇÕES DE TÉCNICAS

5. ASSINATURAS

________________________________________
Supervisor(a) do Estágio na Empresa

Relatório entregue ao docente responsável pelo estágio no Curso em: ____/____/___________

___________________________________________
Assinatura do Docente

236
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) supervisor(a) na Unidade Concedente de Estágio
ALUNO(A):
UNIDADE CONCEDENTE:
CIDADE/UF:
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO-OBRIGATÓRIO

GRUPO HABILIDADES Desempenho


1.Capacidade de aplicar o conhecimento ( ) Satisfatório
teórico usando as técnicas, os processos e ( ) Insatisfatório
QUALIDADE DO os procedimentos adequados a cada
TRABALHO situação;
2.Capacidade de usar adequadamente os ( ) Satisfatório
recursos e os equipamentos necessários ( ) Insatisfatório
ao desenvolvimento do trabalho;
3.Capacidade de realizar com precisão as ( ) Satisfatório
tarefas integrantes do programa de ( ) Insatisfatório
estágio;
ORGANIZAÇÃO E 4.Capacidade de planejar o trabalho, ( ) Satisfatório
MÉTODO usando de meios racionais e eficientes ( ) Insatisfatório
com vistas a melhorar sua organização e
desenvolvimento;
INICIATIVA E 5.Capacidade de identificar problemas; ( ) Satisfatório
INDEPENDÊNCIA capacidade de procurar e sugerir soluções ( ) Insatisfatório
para os problemas detectados;
DISCIPLINA E 6.Revelação da constância e pontualidade ( ) Satisfatório
ASSIDUIDADE no cumprimento dos horários e dias de ( ) Insatisfatório
trabalho;
7.Atendimento à hierarquia e às normas ( ) Satisfatório
estabelecidas na empresa; ( ) Insatisfatório
RESPONSABILIDADE 8.Capacidade de responder pelo uso ( ) Satisfatório
adequado dos equipamentos e bens da ( ) Insatisfatório
unidade concedente; capacidade de
responder pelas atribuições que lhe são
conferidas;
SOCIABILIDADE E 9.Demonstração de capacidade crescente ( ) Satisfatório
DESEMBARAÇO para integração com os colegas e com o ( ) Insatisfatório
ambiente de trabalho;
10.Capacidade de envolver-se e
INTERESSE participar com interesse nos trabalhos de ( ) Satisfatório
PROFISSIONAL estágio; interesse pelos aspectos técnicos, ( ) Insatisfatório
legais, éticos e sociais da profissão.

O(a) discente foi aprovado?


(Critério para aprovação – receber 5 ou mais indicações de desempenho satisfatório)
( ) Aprovado
( ) Reprovado

COMENTÁRIOS SOBRE AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO(A)


ESTAGIÁRIO(A):

237
____________________________ _______________________________________
Data PROFISSIONAL SUPERVISOR
(CONCEDENTE)
CARIMBO E ASSINATURA

238
Avaliação do estagiário(a) pelo(a) orientador(a) na Instituição de Ensino
ALUNO(A):
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO-OBRIGATÓRIO

GRUPO HABILIDADES Desempenho


QUALIDADE GERAL DO 1.Capacidade de desenvolver com ( ) Satisfatório
RELATÓRIO clareza, objetividade, organização, ( ) Insatisfatório
precisão e correção de linguagem o
relatório de estágio.
DESCRIÇÃO DOS 2.Capacidade de desenvolver com ( ) Satisfatório
OBJETIVOS DO ESTÁGIO clareza e objetividade a descrição dos ( ) Insatisfatório
objetivos do estágio.
APRESENTAÇÃO DA 3.Capacidade de desenvolver com ( ) Satisfatório
UNIDADE CONCEDENTE clareza e objetividade a apresentação ( ) Insatisfatório
da unidade concedente.
RELATO DAS 4.Capacidade de desenvolver com
ATIVIDADES completude, clareza e organização o
DESENVOLVIDAS relato das atividades desenvolvidas, ( ) Satisfatório
ferramentas utilizadas, referências ( ) Insatisfatório
técnicas consultadas, etc, associando as
atividades com o conhecimento
adquirido no curso.
SUPORTE 5.Capacidade de escolher e elencar ( ) Satisfatório
BIBLIOGRÁFICO PARA referências técnicas para o suporte das ( ) Insatisfatório
SOLUÇÕES TÉCNICAS soluções implementadas.

ATENDIMENTO AOS 6. Capacidade de atender ( ) Satisfatório


PRAZOS E REQUISITOS adequadamente aos prazos e requisitos ( ) Insatisfatório
determinados pelo(a) orientador(a) de
estágio.
INICIATIVA E 7. Capacidade de desenvolver com
INDEPENDÊNCIA iniciativa e independência os ( ) Satisfatório
procedimentos e atividades propostas ( ) Insatisfatório
pelo(a) orientador(a) de estágio.

O(a) discente foi aprovado?


(Critério para aprovação – receber 4 ou mais indicações de desempenho satisfatório)

( ) Aprovado
( ) Reprovado

COMENTÁRIOS JULGADOS NECESSÁRIOS:

____________________________ _______________________________________
Data PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA

239
CONTROLE DE FREQUÊNCIA DO(A) ESTÁGIÁRIO(A)
Unidade Concedente:
Estagiário(a):
Nº de matrícula:
CNPJ/CPF:
Unidade-Curso-Instituição: ICET/EC/UFMT

Estágio Supervisionado NÃO-OBRIGATÓRIO

Data Entrada (h) Saída (h) Carga horária Assinatura Estagiário(a)

_____________________________________________________
Local e data

__________________________________________
PROFISSIONAL SUPERVISOR (NA UNIDADE CONCEDENTE)
(Assinatura e carimbo)

240
ANEXO VII – Modelo de Declaração para discentes aprovados em estágio não-
obrigatório

._____________________________________________________________________

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO


CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
.
DECLARAÇÃO

Barra do Garças-MT, .../.../…..

Número do processo de estágio: (DIGITE O NÚMERO DO PROCESSO)


Interessado: (DIGITE O NOME DO ALUNO)

Considerando que a LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. descreve: " [...]


§ 1o O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter
acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por
supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso
IV do caput do art. 7o desta Lei e por menção de aprovação final.";

Considerando os instrumentos norteadores dos estágios no âmbito do Curso de


Engenharia Civil (ICET/CUA/UFMT);

Por meio do presente instrumento, DECLARO:

1) Que o discente (DIGITE O NOME DO ALUNO) recebeu os vistos no Relatório


Final de Estágio (modelo vigente no referido curso) assinado por meio de...

2) Que o discente (DIGITE O NOME DO ALUNO) recebe MENÇÃO DE


APROVAÇÃO FINAL NO ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO firmado por meio do
Termo de Compromisso (doc. ...) e complementado pelos demais documentos no âmbito
do processo SEI...

3) Que o discente (DIGITE O NOME DO ALUNO) contabilizou, conforme o controle


de frequência apresentado..., total de ... horas de estágio não-obrigatório na Unidade
Concedente…

(INSERIR OUTRAS INFORMAÇÕES PERTINENTES)

Por ser verdade, firmo a presente declaração.

_______________________________________
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A)
CARIMBO E ASSINATURA

Observação: O documento pode ser lançado e assinado via SEI.

241
APÊNDICE C – Regulamento das atividades complementares

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE


GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL, DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS
EXATAS E DA TERRA (ICET), DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO
ARAGUAIA, DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CAPÍTULO I
DO CONCEITO, OBJETIVO E TIPOLOGIA

Art. 1º. As Atividades Complementares são componentes curriculares que


possibilitem, por avaliação, o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e
atitudes do aluno, adquiridos dentro ou fora do ambiente acadêmico. Além disso, as atividades
complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedores e implementadores
por escolha do próprio aluno, de acordo com seu perfil.

Art. 2º. O objetivo das Atividades Complementares é diversificar e enriquecer a


formação oferecida na graduação, através da participação do corpo discente em tipos variados de
eventos. A realização das atividades complementares dependerá exclusivamente da iniciativa e da
dinamicidade de cada aluno, que deve buscar as atividades que mais lhe interessam para delas
participar.

Art. 3º. As Atividades Complementares contemplarão diferentes áreas de


conhecimento que concorram na formação profissional do graduando e deverão ser realizadas a
partir da entrada do aluno no curso e, ao longo do curso, nas categorias de atividades de ensino,
pesquisa e demais atividades que contribuam ao estudo do aluno.

CAPÍTULO II
DO PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Art. 4º. O curso de graduação em Engenharia Civil terá um mínimo de 80


(oitenta) horas dedicadas a Atividades Complementares.

Art. 5º. Os alunos podem realizar Atividades Complementares a partir do 1º ano


de matrícula no curso até o último semestre do curso. As Atividades Complementares poderão ser
realizadas a qualquer momento, inclusive durante as férias e recessos escolares.

242
Art. 6º. O controle acadêmico do cumprimento das horas referentes às
Atividades Complementares é responsabilidade do Colegiado de Curso, por meio da Ficha de
Acompanhamento de Atividades Complementares (Anexo I).

Art. 7º. Após a realização da(s) atividade(s), o aluno deverá submeter ao


Colegiado de Curso, através de processo protocolado, a solicitação de aproveitamento de horas em
Atividades Complementares, inserindo as fotocópias (digitalizadas) dos comprovantes das
atividades realizadas.

Art. 8º. O Colegiado de Curso os apreciará, de acordo com a Tabela de carga


horária em Atividades Complementares (Anexo I), podendo recusar a atividade se considerar a
documentação insuficiente ou se a atividade não estiver relacionada com as áreas de conhecimento
ou correlatas à Engenharia Civil.

Art. 9º. O processo com os comprovantes apresentados pelo aluno que, após
análise e contabilidade do Colegiado de Curso, não tenha atingido as 80 horas em atividades
complementares, será devolvido ao aluno para que o reapresente inserindo outras atividades que
complete a integralização da carga horária.

Art. 10. Uma vez totalmente integralizada pelo aluno a carga horária exigida em
Atividades Complementares, o Colegiado de Curso dará deferimento ao processo, e a carga horária
de 80 horas será lançada no histórico do aluno.

CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Art. 11. As Atividades Complementares do curso de Bacharelado em Engenharia


Civil ficarão a cargo do colegiado de curso.

243
ANEXO I - Carga horária em Atividades Complementares

GRUPO ATIVIDADE PARTICIPAÇÃO REQUISITOS CARGA HORÁRIA

Grupo I: Remunerada ou
Atestado de Carga horária do projeto
Iniciação Científica
Atividades participação (máx. 30 horas)
Voluntária
de iniciação
à docência e Remunerada ou Atestado de 20 horas por semestre (máx.
Monitoria em disciplina de graduação
pesquisa Voluntária participação 40 horas)

Carga Horária Máxima Computada no Grupo 40 horas

Colaborador
Certificado Até 10 horas por certificado
ou Declaração ou declaração
Evento ou Congresso na área de Engenharia Civil ou Apresentador
áreas correlatas
Grupo II: Até 5 horas por certificado
Ouvinte Certificado
Congressos, ou declaração
seminários,
cursos, Curso presencial na área de Engenharia ou áreas Carga horária do curso (máx.
Ouvinte Certificado
conferência correlatas 40 horas)

s e outras
Até 5 horas por curso (máx.
atividades. Curso presencial fora da área de Engenharia Civil Ouvinte Certificado
10 horas)

Até 5 horas por curso (máx.


Curso on-line na área ou fora da área de Engenharia Civil Ouvinte Certificado
10 horas)

244
Até 40 horas por
Curso de língua estrangeira Ouvinte Certificado
semestre

Representação em órgãos deliberativos (congregação,


15 horas por semestre
colegiados de curso, conselhos, centros acadêmicos e diretórios Representante Declaração
(máx. 30 horas)
acadêmicos)

Carga Horária Máxima Computada no Grupo 40 horas

Cópia da
Artigos publicados em revistas científicas com qualis 30 horas por publicação
publicação

Artigos publicados em revistas sem qualis e com ISSN na Cópia da


15 horas por publicação
área de Engenharia Civil ou em áreas correlatas publicação
Grupo III:
Publicações
Trabalho completo com publicação em anais de eventos Cópia e dados
15 horas por trabalho
científicos na área de Engenharia Civil ou em áreas correlatas. da publicação

Trabalho com publicação de resumo em anais de eventos Cópia e dados


10 horas por trabalho
científicos na área de Engenharia Civil ou em áreas correlatas. da publicação

Carga Horária Máxima Computada no Grupo 40 horas

Carga horária da
Participação em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa atividade
Grupo IV: Declaração
na área de Engenharia Civil ou em áreas correlatas.
Vivência
(máximo 20 horas)

245
profissional 20 horas por projeto
Participação em projetos sociais de preferência na área de
e acadêmica Declaração
atuação do curso
(máximo 20 horas)

Carga Horária Máxima Computada no Grupo 40 horas

246
APÊNDICE D – Regulamento do trabalho de conclusão de curso

A ORGANIZAÇÃO E O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS TRABALHO


DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) I E II

CAPÍTULO I
NATUREZA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA CIVIL

Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), é uma atividade curricular


obrigatória para todos os estudantes do Curso de Graduação em Engenharia Civil do
ICET/CUA/UFMT. O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser desenvolvido em duas
disciplinas: (i) Trabalho de Conclusão de Curso I; e (ii) Trabalho de Conclusão de Curso II.

§ 1°. No Trabalho de Conclusão de Curso I, o estudante deverá desenvolver um


projeto de pesquisa com orientação docente, definindo o seu tema de investigação, o método de
pesquisa, iniciar sua pesquisa bibliográfica e documental, e estabelecer um cronograma de
atividades.

§ 2°. No Trabalho de Conclusão de Curso II, o estudante aprofundará, sob


orientação docente, a pesquisa bibliográfica e documental, realizará procedimentos característicos
de sua modalidade de pesquisa (coleta e/ou análise de dados, ensaios laboratoriais, entrevistas,
trabalhos de campo, etc.), além da redação do texto final do TCC, sob a forma de monografia ou
artigo científico. A decisão quanto à forma de apresentação (monografia ou artigo científico) fica
a critério do professor orientador.

§ 3°. O Trabalho de Conclusão de Curso, de que trata o caput, resultará de um


estudo sob a orientação de um professor atuante no curso de Engenharia Civil ou qualquer
professor do CUA/UFMT.

247
OBJETIVOS

Art. 2º. O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Civil


(TCC) tem como objetivos:
I. Consolidar os conteúdos adquiridos pelos estudantes no decorrer do Curso
de Graduação, por meio da realização de pesquisa orientada na área de
Engenharia Civil;
II. Incentivar a pesquisa na UFMT/CUA, particularmente no Curso de
Graduação em Engenharia Civil;
III. Auxiliar o estudante a tornar-se um profissional qualificado para o
mercado de trabalho;
IV. Instigar a continuidade dos estudos em programas de pós-graduação lato-
sensu ou stricto-sensu.

CAPÍTULO II
MODALIDADES

Art. 3º. O Trabalho de Conclusão de Curso pode se enquadrar em uma das


seguintes modalidades:
I. Pesquisa bibliográfica;
II. Pesquisa documental;
III. Pesquisa experimental;
IV. Estudos de caso;
V. Estudos de campo;
VI. Projetos de Engenharia Civil.

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 4º. O Trabalho de Conclusão de Curso pode ser desenvolvido


individualmente ou em grupo com até 3 (três) estudantes.

§ 1°. As equipes para o desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso em


grupo deverão ser formadas na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”.

248
§ 2°. Para propostas de trabalho em grupo é necessária a aprovação formal do
Colegiado de Curso. O docente interessado em orientar trabalhos nessa modalidade deverá
encaminhar ao Colegiado de Curso o Formulário de Solicitação para o desenvolvimento de
Trabalho de Conclusão de Curso em grupo (Anexo I), dentro do prazo previsto na programação
de atividades estabelecida pelo professor responsável pela disciplina de Trabalho de Conclusão de
Curso I no início do período letivo. A justificativa apresentada pelo(a) professor(a) interessado(a)
deverá evidenciar a maneira pela qual cada um dos integrantes irá contribuir com a pesquisa.

§ 3°. O Trabalho de Conclusão de Curso realizado em grupo resultará em um


único trabalho (projeto de pesquisa e monografia ou artigo científico) para todos os acadêmicos
envolvidos. Nessa modalidade, os alunos serão avaliados em conjunto em todas as etapas de
desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso.

§ 4°. Os alunos que desenvolverem o projeto de pesquisa individualmente não


poderão desenvolver a monografia em grupo.

Art. 5º. O projeto de pesquisa a ser desenvolvido na disciplina “Trabalho de


Conclusão de Curso I” deve ter a estrutura e corpo de acordo com as normas estabelecidas por este
regulamento (Anexo II).

Art. 6º. O trabalho final (monografia ou artigo científico) a ser desenvolvido na


disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II”, deve ter a estrutura e corpo de acordo com as
normas estabelecidas por este regulamento (Anexo III).

Art. 7º. O projeto de pesquisa, a monografia ou artigo científico devem ser


elaborados considerando-se na sua estrutura formal, as normas estabelecidas neste Projeto
Pedagógico e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) no que forem aplicáveis.

Art. 8º. O prazo mínimo para elaboração e apresentação do Trabalho de


Conclusão de Curso é de 02 (dois) semestres letivos de acordo com o currículo vigente do Curso
de Graduação em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT, não podendo ultrapassar os prazos
previstos no Calendário das Atividades de Graduação.

249
CAPÍTULO III
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Art. 9º. A organização administrativa do Trabalho de Conclusão de Curso


contará com o(s) professor(es) ministrante(s) das disciplinas “Trabalho de Conclusão de Curso I”
e “Trabalho de Conclusão de Curso II”, que deve(m) ser vinculado(s) ao Curso de Graduação em
Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT, eleito(s) em reunião do Colegiado de Curso, devendo ter,
preferencialmente, pós-graduação stricto sensu.

§ 1°. Ao(s) docente(s) professor(es) de Trabalho de Conclusão de Curso será


atribuída carga horária semanal considerando o que dispõe a resolução vigente sobre normas para
distribuição de encargos didáticos da UFMT. Esse cargo é meramente para organização do
Trabalho de Conclusão de Curso e não produz função gratificada ou qualquer tipo de ônus ao
erário.

§ 2°. É permitida a participação de docente(s) não portador(es) da titulação


mínima exigida no caput deste artigo, em caráter excepcional, bem como professores substitutos,
mediante aprovação do Colegiado de Curso.

Art. 10. A política didático-pedagógica da disciplina e regras complementares


deverão ser definidas e propostas pelo(s) professor(es) ministrante(s) das disciplinas “Trabalho de
Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II” em conjunto com a Coordenação
de Ensino de Graduação em Engenharia Civil. Toda e qualquer revisão neste regulamento deverá
ser submetida à aprovação e homologação do Colegiado de Curso e demais instâncias superiores.

CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Art. 11. Compete ao(s) professor(es) de Trabalho de Conclusão de Curso:


I. Encaminhar aos professores do curso e aos alunos matriculados nas
disciplinas “Trabalho de Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão
de Curso II”, a programação das atividades relacionadas ao TCC (Anexo

250
IV). A critério do(s) professore(s) de TCC a programação de atividades
poderá ser encaminhada ao Colegiado de Curso para homologação;
II. Elaborar o calendário semestral, fixando prazos para a entrega dos projetos
de pesquisa e trabalho final para os exames de qualificação e defesa;
III. Divulgar, no início do período letivo, a lista com os nomes dos docentes
disponíveis para orientação, com as respectivas linhas de pesquisa e
disponibilidade para orientação;
IV. Sugerir orientadores para os acadêmicos que não os tiverem;
V. Viabilizar a distribuição de orientandos aos docentes, observando a relação
equitativa entre os docentes orientadores e os orientandos;
VI. Analisar as propostas de trabalho a serem desenvolvidas sob orientação de
professores não pertencentes ao ICET/CUA/UFMT quanto ao
enquadramento nas normas do presente regulamento;
VII. Convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir questões
relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do
Trabalho de Conclusão de Curso;
VIII. Informar aos alunos matriculados nas disciplinas “Trabalho de Conclusão
de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II” aspectos
administrativo-operacionais e diretrizes para elaboração e apresentação do
Trabalho de Conclusão de Curso;
IX. Coordenar, quando for o caso, o processo de substituição de orientadores,
ouvido o Colegiado do Curso;
X. Coordenar o processo de constituição das bancas examinadoras
juntamente com os docentes orientadores, distribuindo os trabalhos e
definindo o cronograma de avaliação dos trabalhos a cada período letivo;
XI. Enviar aos professores orientadores as documentações necessárias para o
exame de defesa;
XII. Confeccionar declaração de orientação e de participação em banca
juntamente com a Coordenação do Curso;
XIII. Proceder com a avaliação final dos alunos nas disciplinas “Trabalho de
Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II”.

Art. 12. No caso de algum acadêmico em fase de realização de Trabalho de


Conclusão de Curso procurar o professor de TCC informando não ter professor orientador, este

251
deverá consultar a disponibilidade e interesse dos professores do curso de Engenharia Civil do
ICET/CUA/UFMT em assumir a orientação. Não havendo professor disponível ou interessado, o
professor de TCC informará o Colegiado de Curso, que por sua vez encaminhará a demanda à
Direção do ICET/CUA.

Parágrafo Único: O acadêmico sem professor orientador deverá informar o


professor de TCC dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início
do período letivo.

Art. 13. Quando a proposta de TCC a ser desenvolvida sob orientação de


professor não pertencente ao ICET/CUA/UFMT não se enquadrar nas normas do presente
regulamento, o professor de TCC deverá informar ao aluno que a proposta deve ser adequada,
podendo fazer sugestões de adequação. A critério do professor de TCC, a proposta de trabalho
poderá ser avaliada pelo Colegiado de Curso.

CAPÍTULO V
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR

Art. 14. Compete ao orientador de Trabalho de Conclusão de Curso:


I. Orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as
suas fases (definição do tema, elaboração do projeto de pesquisa, redação
da monografia ou artigo científico, além da apresentação oral no exame de
defesa);
II. Dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos em Trabalho de Conclusão
de Curso I. Casos excepcionais, não previstos neste regulamento, podem
ser avaliados pelo Colegiado de Curso;
III. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”, deverá orientar a
elaboração de um projeto de pesquisa para o Trabalho de Conclusão de
Curso em conjunto com o(s) orientando(s), e encaminhar ao professor
responsável por esta disciplina as fichas de acompanhamento e fichas de
avaliação dos projetos de pesquisa, dentro do prazo previsto na
programação de atividades estabelecida no início do período letivo;
IV. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II”, deverá orientar a
elaboração de uma monografia ou um artigo científico, e encaminhar ao

252
professor responsável por esta disciplina as fichas de avaliação, relatório
final de defesa e ata do exame de defesa, dentro do prazo previsto na
programação de atividades estabelecida no início do período letivo;
V. Providenciar e entregar ao professor de TCC os documentos exigidos pela
Biblioteca Digital de Monografias, ou outro documento previsto nas
resoluções vigentes da UFMT;
VI. Presidir a sessão pública de apresentação e defesa do trabalho por ele
orientado;
VII. Comparecer às reuniões, convocadas pelo(s) professor(es) de Trabalho de
Conclusão de Curso, para discutir questões relativas à organização,
planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão de
Curso de Graduação em Engenharia Civil;
VIII. Comunicar ao(s) professor(es) de Trabalho de Conclusão de Curso quando
ocorrerem problemas, dificuldades e dúvidas relativas ao processo de
orientação, para que este(s) tome(m) as devidas providências;
IX. Zelar pela correção formal da língua oficial nos trabalhos de seus
orientandos.

Art. 15. A responsabilidade pela elaboração do TCC é do acadêmico, o que


não exime o orientador de desempenhar adequadamente sua função.

Art. 16. Ao docente orientador de Trabalho de Conclusão de Curso será


atribuída carga horária semanal considerando o que dispõe a resolução vigente sobre normas
para distribuição de encargos didáticos da UFMT. Essa função não produz função gratificada ou
qualquer tipo de ônus ao erário.

Art. 17. O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser orientado por docente
não atuante no curso de Engenharia Civil ou não pertencente ao CUA/UFMT, desde que o trabalho
desenvolvido atenda às regras estabelecidas por este regulamento.

Parágrafo Único: Em caráter excepcional, professores de outros campi da


UFMT, poderão atuar como orientadores de Trabalho de Conclusão de Curso no Curso de
Graduação em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT, mediante aprovação do Colegiado de
Curso.

253
Art. 18. Ficam impedidos de orientar Trabalhos de Conclusão de Curso:
I. Os professores vinculados à UFMT que estiverem em cedência ou gozo de
licenças ou afastamentos.
II. Professores ou outros profissionais não vinculados à UFMT.

CAPÍTULO VI
ATRIBUIÇÕES DO ORIENTANDO

Art. 19. É considerado acadêmico em fase de realização de Trabalho de


Conclusão de Curso todo aquele regularmente matriculado na(s) disciplina(s) de TCC.

Art. 20. Para matricular-se na(s) disciplina(s) de TCC, o acadêmico deve ter
cumprido, no mínimo, 2208 horas e respeitar os pré-requisitos estabelecidos na matriz curricular
do curso.

Art. 21. São direitos do orientando:


I. Ter um professor orientador e definir juntamente com este a temática do
Trabalho de Conclusão de Curso;
II. Solicitar orientação diretamente ao professor pretendido ou através do(s)
professore(s) de Trabalho de Conclusão de Curso;
III. Ser informado sobre as normas e regulamentação do Trabalho de
Conclusão de Curso.

Art. 22. São deveres do orientando:


I. Definir com o professor orientador o tema de seu Trabalho de Conclusão
de Curso dentro do prazo previsto na programação de atividades
estabelecida no início do período letivo;
II. Entregar, para o professor de TCC, a carta com o termo de aceite firmado
entre o acadêmico e o orientador (Anexo VI);
III. Participar do planejamento e estabelecimento do cronograma de seu
Trabalho de Conclusão de Curso;
IV. Cumprir as normas e regulamentação própria do Trabalho de Conclusão
de Curso;

254
V. Cumprir o plano e o cronograma estabelecidos em conjunto com seu
orientador;
VI. Elaborar o projeto de pesquisa de acordo com a temática discutida com o
orientador;
VII. Comparecer às reuniões convocadas pelo(s) professor(es) de Trabalho de
Conclusão de Curso e orientador;
VIII. Desenvolver as atividades propostas pelo orientador e cumprir o
cronograma para entrega do trabalho final;
IX. Elaborar a versão final do seu Trabalho de Conclusão de Curso de acordo
com este regulamento e as instruções do professor orientador;
X. Providenciar e entregar ao professor de TCC os documentos exigidos pela
Biblioteca Digital de Monografias, ou outro documento previsto nas
resoluções vigentes da UFMT;
XI. Apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso à banca examinadora
somente após a autorização do orientador;
XII. Apresentar ao orientador e à banca material autêntico, sob pena de
reprovação se constatado plágio.

Art. 23. No caso de alunos sob orientação de professores não pertencentes ao


ICET/CUA/UFMT, estes deverão apresentar ao professor de Trabalho de Conclusão de Curso I,
dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo,
uma proposta de trabalho seguindo o modelo apresentado no Anexo V.

Parágrafo Único: No caso de alunos sob orientação de professores não


pertencentes ao ICET/CUA/UFMT, que desejarem desenvolver na disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso II” um tema diferente do desenvolvido na disciplina “Trabalho de Conclusão
de Curso I”, estes deverão apresentar ao professor de Trabalho de Conclusão de Curso II um
resumo da proposta de trabalho.

CAPÍTULO VII
ACORDO, TROCA E DESISTÊNCIA DE ORIENTAÇÃO

Art. 24. Uma vez firmado o acordo de orientação, o orientador deverá assinar a
Carta de Aceite (Anexo VI), que será encaminhada, pelo(s) orientando(s), ao professor de TCC.

255
Parágrafo Único: A Carta de Aceite deverá ser encaminhada ao professor de
TCC, dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período
letivo, tanto na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” como na disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso II”, mesmo que o orientador se mantenha.

Art. 25. A troca de orientador só será permitida mediante requerimento (Anexo


VII) encaminhado, pelo aluno, ao professor de TCC.

§ 1°. A substituição do orientador se dará por meio da Carta de Aceite assinada


pelo novo orientador, que deverá ser entregue, pelo aluno, ao professor de TCC.

§ 2°. Não havendo indicação do aluno, o professor de TCC consultará a


disponibilidade e interesse dos professores do curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT
em assumir a orientação. Não havendo professor disponível ou interessado, o professor de TCC
informará o Colegiado de Curso, que por sua vez encaminhará a demanda à Direção do
ICET/CUA.

§ 3°. A solicitação para troca de orientador deverá ser feita dentro do prazo
previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.

§ 4°. O requerimento para troca de orientação deve obrigatoriamente apresentar


a anuência formal do orientador atual.

§ 5°. Havendo a mudança do orientador, o aluno só poderá dar prosseguimento


à pesquisa desenvolvida anteriormente com a anuência formal do antigo orientador.

Art. 26. Nos casos em que o orientador desejar desistir da orientação do(s) seu(s)
aluno(s), este deverá encaminhar Termo de Desistência de Orientação (Anexo VIII) ao professor
de TCC, acompanhada de justificativa.

§ 1°. O professor de TCC solicitará ao aluno a indicação de um novo orientador,


acompanhado de Carta de Aceite.

256
§ 2°. Não havendo indicação do aluno, o professor de TCC consultará a
disponibilidade e interesse dos professores do curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT
em assumir a orientação. Não havendo professor disponível ou interessado, o professor de TCC
informará o Colegiado de Curso, que por sua vez encaminhará a demanda à Direção do
ICET/CUA.

CAPÍTULO VIII
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I

Art. 27. Até o término do período de ajuste de matrícula pelo coordenador, em


data estipulada pelo professor de TCC I, cada aluno, ou grupo de alunos, deverá entregar ao
professor da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” a Carta de Aceite (Anexo VIa),
informando qual professor é responsável por sua orientação.

Art. 28. Durante a elaboração do projeto de pesquisa, o professor orientador


deve preencher uma Ficha de Acompanhamento (Anexo IX), que será obrigatoriamente, uma das
avaliações da disciplina de “Trabalho de Conclusão de Curso I”.

§ 1°. O projeto de pesquisa deve ser elaborado de acordo com o modelo


apresentado no Anexo X.

§ 2°. A Ficha de Acompanhamento deverá ser entregue ao professor responsável


pela disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”, pelo professor orientador, em data prevista
na programação de atividades estabelecida no início do período letivo. A Ficha de
Acompanhamento poderá ser entregue em formato impresso ou digital.

Art. 29. Ao final da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” o projeto de


pesquisa deverá ser encaminhado para análise de dois professores avaliadores definidos pelo
professor orientador (exame de qualificação).

Parágrafo único: Um dos avaliadores deverá obrigatoriamente ser professor


efetivo vinculado ao curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT.

257
Art. 30. O projeto de pesquisa deve ser entregue aos professores avaliadores
dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.

§ 1°. O projeto de pesquisa poderá ser entregue em formato digital.

§ 2°. Os professores avaliadores poderão recusar o recebimento do projeto de


pesquisa, caso este seja entregue fora do prazo e sem justificativa do professor orientador.

Art. 31. Após análise, em data prevista na programação de atividades


estabelecida no início do período letivo, os professores avaliadores encaminharão suas
considerações para que as eventuais correções sejam feitas.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Art. 32. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” tanto o projeto de


pesquisa como desempenho do aluno ao longo da disciplina serão avaliados.

§ 1°. O projeto de pesquisa será avaliado por dois professores avaliadores (exame
de qualificação), considerando o disposto no Artigo 5º e no Artigo 7°, além de questões de forma
e conteúdo, seguindo os critérios de avaliação propostos por este regulamento, por meio dos pontos
elencados na Ficha de Avaliação (Anexo XI).

§ 2°. O desempenho do aluno ao longo da disciplina será avaliado através da


nota atribuída pelo professor orientador na Ficha de Acompanhamento.

Art. 33. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” o aluno receberá uma


média final (MF), resultante da seguinte média ponderada:
MF = 0,7 × NTE + 0,3 × NFA
Onde:
NTE é a média simples das notas atribuídas pelos professores avaliadores ao trabalho escrito,
variando de 0 a 10;
NFA é a nota atribuída pelo professor orientador na Ficha de Acompanhamento, variando de 0 a
10.

258
Art. 34. O cálculo da média final e o lançamento das notas é responsabilidade
do professor responsável pela disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”.

§ 1°. O aluno que obter média final maior ou igual a 5,0 (cinco) obterá aprovação
na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”.

§ 2°. Para que ocorra uma maior uniformização no critério de notas dos
professores avaliadores, ficam estabelecidas as seguintes faixas:
• Nota 10: quando o projeto de pesquisa for considerado muito bom sem
ressalvas, ou seja, contendo: introdução com a motivação, importância,
justificativa do tema, definição clara do problema da pesquisa e objetivos;
revisão de literatura de forma aprofundada; metodologia bem definida e
detalhada; referências bibliográficas atuais; e, eventualmente, resultados
parciais. Deverá também seguir as normas de apresentação estabelecidas
neste Regulamento e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) no que forem aplicáveis;
• Nota 9: quando o projeto for considerado muito bom com pequenas
ressalvas;
• Nota 7 a 8: quando o projeto for considerado bom;
• Nota 4 a 6: quando o projeto for considerado regular e/ou incompleto,
havendo vários itens a reformular ou complementar;
• Nota 0 a 3: quando o projeto for considerado ruim e/ou muito incompleto.

Art. 35. As Fichas de Acompanhamento, e as Fichas de Avaliação devem ser


arquivadas pelo professor de “Trabalho de Conclusão de Curso I”.

Art. 36. Os projetos de pesquisa que envolvam pesquisa com seres humanos
devem ser encaminhados ao Comitê de Ética da UFMT para análise e emissão de parecer. O
projeto de pesquisa deve ser aprovado pelo Comitê de Ética da UFMT, antes do início da pesquisa.

CAPÍTULO IX
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II

259
Art. 37. Até o término do período de ajuste de matrícula, em data estipulada no
início do semestre, cada aluno, ou grupo de alunos, deverá entregar ao professor da disciplina
“Trabalho de Conclusão de Curso II” a Carta de Aceite (Anexo VIb), informando qual professor
é responsável por sua orientação.

Art. 38. O trabalho final deve ser elaborado de acordo com o modelo
apresentado no Anexo XII, no caso de monografias, e de acordo com o modelo apresentado no
Anexo XIII, no caso de artigos científicos.

Art. 39. Ao final da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II”, o(s)


aluno(s) deverá(ão) realizar uma apresentação oral (exame de defesa) do Trabalho de Conclusão
de Curso para uma banca examinadora composta pelo orientador e mais dois membros convidados,
designados pelo professor orientador. A banca deverá ser composta obrigatoriamente por um
professor efetivo vinculado ao curso de Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT.

§ 1°. Poderão participar como membros da banca examinadora dos exames de


defesa todos professores vinculados ao ICET/CUA/UFMT.

§ 2°. Eventualmente, docentes de outros institutos da UFMT/CUA, de outros


campi da UFMT, e de outras instituições poderão integrar a banca examinadora.

§ 3°. A participação de profissional (não docente) com experiência na temática


do Trabalho de Conclusão de Curso deve ser aprovada pelo Colegiado de Curso.

Art. 40. No caso da ausência de um dos membros da banca, o exame de defesa


ficará inviabilizado e, nesse caso, o orientador agendará em conjunto com o professor de TCC II
e o aluno, nova data para sua realização.

Art. 41. No caso de ausência não justificada pelo aluno na sessão de defesa, este
será considerado desistente, sendo atribuída a pontuação ZERO para a defesa final.

Art. 42. O trabalho final deve ser entregue aos membros da banca, em prazo
previsto na programação de atividades estabelecida no início do período letivo.

260
§ 1°. O trabalho final poderá ser entregue em formato digital ou impresso, à
critério da banca.

§ 2°. Os membros da banca examinadora poderão recusar o recebimento do


trabalho final, caso este seja entregue fora do prazo e sem justificativa do professor orientador.

Art. 43. A apresentação oral deverá ocorrer em data definida pelo professor de
Trabalho de Conclusão de Curso II.

Parágrafo Único: O(s) aluno(s) deverá(ão) preparar seu seminário para o exame
de defesa com os recursos audiovisuais que desejar(em). O tempo para exposição será de 30
minutos com tolerância de 5 minutos (para mais ou para menos), não devendo haver interrupção
do(s) aluno(s) pela banca dentro deste período. Depois será previsto um período de 20 a 30 minutos
para eventuais arguições e considerações por parte dos membros da banca. Sugere-se que o tempo
total não ultrapasse 60 minutos.

Art. 44. A programação e a divulgação dos exames de defesa é responsabilidade


do professor de Trabalho de Conclusão de Curso II. Esta programação deverá conter o título dos
trabalhos, nome do orientador e demais membros da banca, além de local, data e horário de início.
Os exames de defesa devem ser públicos, e preferencialmente agendados nos turnos de atividade
do curso.

Parágrafo Único: O professor orientador deverá informar ao professor de TCC


II os trabalhos que eventualmente não tenham condições de serem submetidos ao exame de defesa.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Art. 45. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II”, a avaliação será


realizada em duas modalidades: (i) análise do trabalho escrito, considerando o disposto no Artigo
6º e no Artigo 7°, além de questões de forma e conteúdo, seguindo os critérios de avaliação
propostos por este regulamento, por meio dos pontos elencados na Ficha de Avaliação (Anexo
XIV); e (ii) avaliação da apresentação oral, seguindo os critérios de avaliação propostos por este
regulamento, por meio dos pontos elencados na Ficha de Avaliação (Anexo XIV).

261
Art. 46. Na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II” o aluno receberá
uma média final (MF), resultante da seguinte média ponderada:
MF = 0,7 × NTE + 0,3 × NAO
Onde:
NTE é a média simples das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora ao trabalho
escrito, variando de 0 a 10;
NAO é a média simples das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora à apresentação
oral, variando de 0 a 10.

Art. 47. A banca examinadora atribuirá ao Trabalho de Conclusão de Curso os


conceitos:
I. Aprovado;
II. Reprovado.

Art. 48. As notas atribuídas nas Fichas de Avaliação deverão ser apresentadas
no Relatório Final de Defesa (Anexo XV) juntamente com a média final calculada.

Parágrafo Único: O aluno que obtiver média final maior ou igual a 5,0 (cinco)
obterá aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso.

Art. 49. A avaliação do aluno pelos membros da banca examinadora deve ser
feita de forma confidencial, e o resultado final deve ser proclamado pelo presidente da sessão.

Art. 50. A avaliação será documentada em ata elaborada pelo presidente da


banca seguindo o modelo apresentado no Anexo XVI. O presidente da banca deve elaborar duas
vias da Ata. Uma via será entregue ao aluno para que este a anexe à versão final do trabalho (Folha
de aprovação). A outra via deverá ser encaminhada, pelo professor orientador, ao professor de
“Trabalho de Conclusão de Curso II” juntamente com as Fichas de Avaliação e o Relatório Final
de Defesa, dentro do prazo previsto na programação de atividades estabelecida no início do período
letivo.

Art. 51. A versão final do trabalho com as eventuais correções e alterações


propostas pela banca examinadora deve ser entregue, pelo aluno, ao professor de “Trabalho de

262
Conclusão de Curso II”, em data prevista na programação de atividades estabelecida no início do
período letivo.

Art. 52. As Atas, Fichas de Avaliação e os Relatórios Finais de Defesa devem


ser arquivados pelo professor de “Trabalho de Conclusão de Curso II”.

Art. 53. Em caso de comprovação de plágio o acadêmico será notificado e


automaticamente reprovado.

CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 54. Os custos de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso ficam a


cargo do aluno.

Art. 55. Ao final do período letivo, o professor de Trabalho de Conclusão de


Curso II, encaminhará o trabalho final para Biblioteca Digital de Monografias da UFMT.

Parágrafo Único: A decisão quanto ao encaminhamento do trabalho final para


a Biblioteca Digital de Monografias fica a critério do aluno e do professor orientador.

Art. 56. Todos os documentos poderão ser entregues tanto em formato físico
como em formato digital (via e-mail, sistema eletrônico de informações, ambiente virtual de
aprendizagem, etc.). Os procedimentos adotados pelo(s) professor(es) de TCC devem ser descritos
na programação de atividades estabelecida no início de cada período letivo.

Art. 57. Os exames de defesa poderão ocorrer em ambiente virtual.

Art. 58. É importante que a Coordenação do Curso mantenha um cadastro


informatizado de modo que, para cada aluno, haja o registro das seguintes informações: título do
Trabalho de Conclusão de Curso, orientador, ano da matrícula, data da defesa e composição da
banca examinadora.

263
Art. 59. Os casos omissos deste regulamento deverão ser submetidos à análise
do Colegiado de Curso de Graduação em Engenharia Civil em conjunto com os professores de
Trabalho de Conclusão de Curso.

São parte integrante da documentação do Trabalho de Conclusão de Curso, os anexos deste


Projeto Pedagógico:

Anexo I - Formulário de Solicitação para o desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso


em grupo;
Anexo II – Estrutura do projeto de pesquisa;
Anexo III – Estrutura do trabalho final;
Anexo IV – Estrutura básica da programação de TCC;
Anexo V – Proposta de trabalho;
Anexo VI – Cartas de aceite;
Anexo VII – Requerimentos de transferência de orientação;
Anexo VIII – Termo de Desistência de Orientação;
Anexo IX – Ficha de Acompanhamento;
Anexo X – Modelo de projeto de pesquisa;
Anexo XI – Ficha de Avaliação para projeto de pesquisa;
Anexo XII – Modelo de monografia;
Anexo XIII – Modelo de artigo científico;
Anexo XIV – Ficha de Avaliação;
Anexo XV – Relatório Final de Defesa;
Anexo XVI – Ata de Defesa.

264
ANEXO I

FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRABALHO


DE CONCLUSÃO DE CURSO EM GRUPO

Eu professor(a) ________________________________________________________, solicito ao


Colegiado de Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do
Araguaia, permissão para o desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso em grupo com
os seguintes discentes:
Discente 1: __________________________________________________________________
RGA:________________________
Discente 2:__________________________________________________________________
RGA:________________________
Discente 3:__________________________________________________________________
RGA:________________________
O tema para o desenvolvimento da pesquisa de Trabalho de Conclusão de Curso é:
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
________________________________________________________
Justificativa:___________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

265
ANEXO II

ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA

A estrutura de um projeto de pesquisa será constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-


textuais.
Elementos pré-textuais:
• Capa (obrigatório);
• Folha de rosto (obrigatório);
• Lista de Figuras (opcional);
• Lista de Tabelas (opcional);
• Lista de Abreviaturas e Siglas (opcional);
• Lista de Símbolos (opcional);
• Sumário (obrigatório);
Elementos textuais1:
• Introdução (obrigatório);
• Fundamentação teórica (obrigatório);
• Metodologia (obrigatório);
• Recursos Humanos (se necessário);
• Recursos Materiais (se necessário);
• Cronograma (obrigatório);
Elementos pós-textuais:
• Referências (obrigatório);
• Glossário (opcional);
• Apêndices (opcional);
• Anexos (opcional);
• Índice (opcional).

1
A nomenclatura dos títulos dos elementos textuais pode ser alterada à critério do professor orientador

266
ANEXO III – ESTRUTURA DO TRABALHO FINAL

MONOGRAFIA

A estrutura de uma monografia será constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.


Elementos pré-textuais:
• Capa (obrigatório);
• Folha de rosto (obrigatório);
• Errata (opcional);
• Ficha catalográfica (obrigatório);
• Folha de aprovação (obrigatório);
• Dedicatória (opcional);
• Agradecimentos (opcional);
• Epígrafe (opcional);
• Resumo na língua vernácula (obrigatório);
• Resumo em língua estrangeira – inglês (obrigatório);
• Lista de Figuras (opcional);
• Lista de Tabelas (opcional);
• Lista de Abreviaturas e Siglas (opcional);
• Lista de Símbolos (opcional);
• Sumário (obrigatório);
Elementos textuais2:
• Introdução (obrigatório);
• Fundamentação teórica (obrigatório);
• Metodologia (obrigatório);
• Resultados e Discussões (obrigatório);
• Conclusão (obrigatório);
• Sugestões para trabalhos futuros (opcional);
Elementos pós-textuais:
• Referências (obrigatório);

2
A nomenclatura dos títulos dos elementos textuais pode ser alterada à critério do professor orientador

267
• Glossário (opcional);
• Apêndices (opcional);
• Anexos (opcional);
• Índice (opcional).

ARTIGO CIENTÍFICO

A estrutura de um artigo científico será constituída de:


• Resumo na língua vernácula (obrigatório);
• Resumo em língua estrangeira – inglês (obrigatório);
• Introdução (obrigatório);
• Metodologia (obrigatório);
• Resultados e Discussões (obrigatório);
• Conclusão (obrigatório);
• Sugestões para trabalhos futuros (opcional);
• Agradecimentos (opcional);
• Referências (obrigatório).

268
ANEXO IV

PROGRAMAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO3


PERÍDO LETIVO: 20__/_

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I


DATA PROCEDIMENTO
Prazo para professores interessados encaminharem ao Colegiado de Curso o
Formulário de Solicitação para o desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de
Curso em grupo
Prazo para manifestação dos alunos sem professor orientador
Prazo para que alunos sob orientação de professores não pertencentes ao
ICET/CUA/UFMT apresentem a proposta de trabalho
Prazo para os alunos entregarem ao professor de Trabalho de Conclusão de Curso I a
Carta de Aceite assinada pelo professor Orientador.
Data limite para alunos solicitarem troca de orientação
Prazo para que os professores orientadores definam os avaliadores dos projetos de
pesquisa em desenvolvimento
Prazo para alunos entregarem os projetos de pesquisa para análise dos professores
avaliadores.
Prazo para que os professores avaliadores encaminhem aos professores orientadores
suas considerações para que as eventuais correções sejam feitas
Prazo para os professores orientadores encaminharem ao professor de Trabalho de
Conclusão de Curso I as Fichas de Acompanhamento e Fichas de Avaliação
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
DATA PROCEDIMENTO
Prazo para manifestação dos alunos sem professor orientador
Prazo para alunos sob orientação de professores não pertencentes ao
ICET/CUA/UFMT, que desejarem desenvolver na disciplina “Trabalho de Conclusão
de Curso II” um tema diferente do desenvolvido na disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso I”, apresentarem ao professor de Trabalho de Conclusão de
Curso II a nova proposta de trabalho.
Prazo para os alunos entregarem ao professor de Trabalho de Conclusão de Curso II a
Carta de Aceite assinada pelo professor Orientador.
Data limite para alunos solicitarem troca de orientação
Prazo para definição das bancas dos exames de defesa
Prazo para alunos entregarem o trabalho final para o exame de defesa.
Divulgação da programação dos exames de defesa
Início dos exames de defesa
Prazo para os alunos aprovados encaminharem ao professor de Trabalho de
Conclusão de Curso II a versão final do trabalho considerando as correções sugeridas
e os apontamentos feitos pela banca examinadora
Prazo para os professores orientadores encaminharem ao professor de Trabalho de
Conclusão de Curso II (especificar documentos a serem encaminhados)

3
Esta é apenas uma proposta de estruturação da programação de atividades relacionadas ao Trabalho de
Curso. O(s) professor(es) de TCC poderá(ão) alterar a estrutura proposta conforme a necessidade de cada período
letivo. Em todo caso, os prazos e os procedimentos previstos no presente regulamento devem ser respeitados.

269
ANEXO V

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – PROPOSTA

Aluno (a): RGA:

Orientador (a):

Título do trabalho:

Proposta de trabalho:

Data:

Assinatura do aluno (a):

Assinatura do orientador (a):

270
ANEXO VI

CARTA DE ACEITE – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I

Eu professor(a) _________________________________________________________, docente


da (instituição e curso de origem), assumo a orientação do Trabalho de Conclusão de Curso
(projeto de pesquisa), do(s) acadêmico(s):_______________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________, regularmente matriculado(s) no Curso de
Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do Araguaia. O tema definido
em comum acordo para o desenvolvimento da pesquisa de Trabalho de Conclusão de Curso I é:
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Atenciosamente,

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

271
CARTA DE ACEITE – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II

Eu professor(a) __________________________________________________________, docente


da (instituição e curso de origem), continuo com a orientação do Trabalho de Conclusão
de Curso do(s) acadêmico(s):______________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
______________________________, regularmente matriculado(s) no Curso de Engenharia Civil
da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do Araguaia. O título do trabalho é:

( ) O mesmo desenvolvido na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”;


( ) Diferente do desenvolvido na disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I”. O tema a ser
desenvolvido em “Trabalho de Conclusão de Curso II” será alterado, com consentimento do(s)
aluno(s). O tema atual é:__________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Atenciosamente,

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

272
ANEXO VII

REQUERIMENTO DE TRANSFERÊNCIA DE ORIENTAÇÃO


TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I

Prezado(a) Professor(a) de Trabalho de Conclusão de Curso I

Eu, ___________________________________________, acadêmico(a) regularmente matriculado(a) no


Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do Araguaia, em fase de
desenvolvimento do projeto de pesquisa, venho por meio deste solicitar a transferência de orientação como
segue:
De: Prof.(ª)___________________________________________________________________________
Para: Prof.(ª)__________________________________________________________________________
Justificativa:__________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
Cumpre-me informar que os professores estão de pleno acordo com este ato, conforme manifestação a
seguir:

Eu, Professor(a) ___________________________________________ sou favorável à interrupção do


compromisso de orientação do(a) acadêmico(a) requerente.

_________________________
Prof.(a) Orientador(a) atual
NOME COMPLETO

Eu, Professor(a) ___________________________________________ assumo o compromisso de


orientação do(a) acadêmico(a) requerente.

_________________________
Prof.(a) Orientador(a) proposto(a)
NOME COMPLETO
Atenciosamente,
Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Acadêmico(a)
NOME COMPLETO

273
REQUERIMENTO DE TRANSFERÊNCIA DE ORIENTAÇÃO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II

Prezado(a) Professor(a) de Trabalho de Conclusão de Curso II

Eu, ___________________________________________, acadêmico(a) regularmente matriculado(a) no Curso de


Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do Araguaia, em fase de desenvolvimento do
Trabalho de Conclusão de Curso, venho por meio deste solicitar a transferência de orientação como segue:
De: Prof.(ª)____________________________________________________________________________________
Para: Prof.(ª)___________________________________________________________________________________
Justificativa:___________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
Cumpre-me informar que os professores estão de pleno acordo com este ato, conforme manifestação a seguir:

Eu, Professor(a) ___________________________________________ sou favorável à interrupção do compromisso


de orientação do(a) acadêmico(a) requerente.

_________________________
Prof.(a) Orientador(a) atual
NOME COMPLETO

Eu, Professor(a) ___________________________________________ assumo o compromisso de orientação do(a)


acadêmico(a) requerente.
( ) O(A) acadêmico(a) requerente continuará desenvolvendo o projeto de pesquisa elaborado na disciplina
“Trabalho de Conclusão de Curso I”.
( ) O(A) acadêmico(a) requerente desenvolverá nova temática.

_________________________
Prof.(a) Orientador(a) proposto(a)
NOME COMPLETO
Atenciosamente,
Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Acadêmico(a)
NOME COMPLETO

274
ANEXO VIII

TERMO DE DESISTÊNCIA DE ORIENTAÇÃO

Eu professor(a) ________________________________________________________, docente


da (instituição e curso de origem), venho requerer a interrupção do compromisso de
orientação do(s) acadêmico(s):_____________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
______________________________________, regularmente matriculado(s) no Curso de
Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus do Araguaia.
Justificativa:___________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

_________________________
Orientando
NOME COMPLETO

_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

275
ANEXO IX
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO PERÍODO DE ORIENTAÇÃO – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Acadêmico(s):
Orientador(a):
Data:__/__/____ (data limite para entrega definida pelo professor de TCC I)
REUNIÃO DATAS4 ASSUNTO RESUMO DA REUNIÃO
Definição do tema e assinatura
1 Até DD/MM O tema definido foi: Data:___/__/_____
da carta de aceite
Objetivos, problema e
2 DD/MM a DD/MM Data:___/__/_____
justificativa
Metodologia do projeto de
3 DD/MM a DD/MM Data:___/__/_____
pesquisa e Cronograma

4 DD/MM a DD/MM Fundamentação teórica Tópicos sugeridos: Data:___/__/_____

Leitura e correções da primeira


5 DD/MM a DD/MM Data:___/__/_____
versão pelo orientador

Nota do aluno:______________
Prof.(a) Orientador(a)

4
Este regulamento recomenda 5 reuniões de orientação para elaboração do projeto de pesquisa. O prazo para realização da reunião 1 é estabelecido pelo professor de
Trabalho de Curso I. As datas das reuniões 2, 3, 4 e 5 são apenas sugestões feitas pelo professor de Trabalho de Curso I. As datas das reuniões de orientação ficam a critério do
professor orientador. Em todo caso, os prazos previstos na programação de atividades estabelecida no início do período letivo deverão ser atendidos.

276
ANEXO X – MODELO DE PROJETO DE PESQUISA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO:
Subtítulo

BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)

277
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO:
Subtítulo

Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de


Engenharia Civil – UFMT, Campus
Universitário do Araguaia, como pré-requisito
para obtenção do título de Bacharel em
Engenharia Civil.
Prof. Orientador: Titulação e nome completo.

BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)

278
LISTA DE FIGURAS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada
item designado por seu nome específico e respectivo número da folha ou página. Quando
necessário recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, retratos e outras).
Exemplo:
Figura 1 – Estrutura alveolar .................................................................................................... 10

279
LISTA DE TABELAS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, cada item
designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da folha ou página.
Exemplo:
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no
Brasil em 1980 ........................................................................................................................... 9

280
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas


no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso separadas
por um traço. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo.
Exemplo:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
RCC – Resíduo da Construção Civil
No texto, as abreviaturas que aparecem pela primeira vez, em ordem de leitura, devem
ser escritas por extenso, seguida então da abreviatura entre parênteses. Se a abreviatura se
repetir no texto, poderá então ser utilizada sem a escrita por extenso.
Exemplo:
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é responsável pelas publicações
das normas técnicas regulamentadoras do país.

281
LISTA DE SÍMBOLOS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o


devido significado separado por um traço.
Exemplo:
A – Absorbância
ℽ – Peso específico
ρ – Densidade

282
SUMÁRIO

Elemento obrigatório. Elaborado conforme a ABNT NBR 6027. Os indicativos das


seções que compõe o sumário, se houver, devem ser alinhados à esquerda. Exemplo:

1. INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO) .............................................................................................. 7


1.1. PROBLEMATIZAÇÃO ...................................................................................................................... 7
1.2. JUSTIFICATIVA .................................................................................................................................. 7
1.3. OBJETIVOS ........................................................................................................................................... 7
1.3.1. Objetivo geral ........................................................................................................................................ 7
1.3.2. Objetivos específicos............................................................................................................................. 7
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO).............................................................. 8
2.1. ORIENTAÇÕES GERAIS................................................................................................................... 8
2.1.1. Tabelas .................................................................................................................................................... 9
2.1.2. Equações e fórmulas .......................................................................................................................... 10
2.1.3. Ilustrações............................................................................................................................................. 10
2.1.4. Citações ................................................................................................................................................. 11
3. METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)......................................................................................... 12
4. RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS (SE NECESSÁRIO) .......................................... 13
5. CRONOGRAMA (OBRIGATÓRIO).......................................................................................... 14
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO) ........................................................................................... 15
APÊNDICES (OPCIONAL) .......................................................................................................... 16
ANEXOS (OPCIONAL) ................................................................................................................. 17

283
INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO)

De acordo com Gil (2018), a introdução se inicia com a apresentação do tema do


projeto e do problema que se pretende solucionar com a pesquisa, assim como sua delimitação
espacial e temporal. Segundo Brasileiro (2021), a introdução serve para situar o leitor sobre o
que está sendo pesquisado, por que, para que e como.

PROBLEMATIZAÇÃO

A problematização é a pergunta que irá nortear a pesquisa. O problema deve ser,


sobretudo, claro e delimitado para que sua execução se torne viável.

JUSTIFICATIVA

A justificativa é um texto dissertativo-argumentativo em que o pesquisador deve


convencer a comunidade acadêmico científica da relevância da sua proposta. O texto pode
apresentar os fatores que influenciaram a escolha do tema e sua relação com a experiência
acadêmica ou profissional do autor (BRASILEIRO, 2021; GIL, 2018).

OBJETIVOS

A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e precisos.
Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar,
analisar, descrever, identificar e verificar.

Objetivo geral

O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação

Objetivos específicos

284
Os objetivos específicos definem as etapas do trabalho a serem realizadas para que se
alcance o objetivo geral.

285
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO)

A Fundamentação Teórica ou Revisão da Literatura deve contextualizar teoricamente


o problema e apresentar o estágio atual de conhecimento sobre o assunto. A revisão de literatura
é a parte que sustenta todo o projeto, pois é por meio dela que se encontram indicações para a
solução do problema identificado. Devido a sua importância, ela deve ser atual, abrangente e
com profundidade. Por outro lado, deve deter-se a assuntos específicos do projeto de pesquisa
em desenvolvimento, sem incluir aspectos desnecessários e de forma exaustiva. Trata-se da
apresentação do embasamento teórico sobre o qual se fundamentará o trabalho.
Durante a escrita, o autor deve lembrar de que o texto não deve ser construído apenas
com uma sequência de recortes e citações de outros autores sobre o tema. Segundo Gil (2018),
a revisão bibliográfica não é constituída apenas por referências ou sínteses do relato de estudos,
mas por discussão crítica das obras citadas.

ORIENTAÇÕES GERAIS

Escreva todo seu texto utilizando estilo normal, fonte Times New Roman, tamanho
12, exceto as citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas e fontes
das figuras e tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo os elementos pré-
textuais e textuais deverão ser formatados para um tamanho de página A4 (210 x 297 mm),
limitado por margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o texto
deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as
citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das figuras e tabelas. As
referências bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço
simples em branco.
Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso) e ser
separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Do mesmo modo, os
títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um
espaço entre as linhas de 1,5. Lista de figuras, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista
de símbolos, sumário, referências, apêndice(s) e anexo(s) são títulos sem indicativo numérico
e devem ser centralizados.

286
As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas. Os
trabalhos devem ser digitados ou datilografados somente no anverso. Todas as folhas, a partir
da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso (a
capa não é contada - página “zero”). A numeração deve aparecer, a partir da primeira folha da
parte textual (Introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha.

Tabelas

As tabelas devem ser enumeradas sequencialmente, citadas no texto, inseridas o mais


próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE, 1993).
• Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de linhas e tiver poucas
colunas, pode ter o centro apresentado em duas ou mais partes, lado a lado, na mesma
página, separando-se as partes por um traço vertical duplo e repetindo-se o cabeçalho;
• Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de colunas, e tiver
poucas linhas, pode ter o centro apresentado em duas ou mais partes, uma abaixo da
outra, na mesma página, repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os
indicadores de linha;
• Para toda tabela que ultrapassar as dimensões da página: cada página deve ter o
conteúdo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte; cada página deve
ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira, conclusão para a última e
continuação para as demais.
O título das tabelas deve ser incluído na linha imediatamente anterior à tabela e
centralizado, utilizando fonte Times New Roman, tamanho 10 e cor preta, conforme Tabela 1.
Para configurar o título das tabelas acesse o menu “Referências” e clique em “Inserir Legenda”.
A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria, indicando “acervo
particular” ou “autoria própria”.

Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no Brasil em 1980

Situação do
Total Mulheres Homens
domicílio
Total 117.960.301 59.595.332 58.364.969

287
Urbana 79.972.931 41.115.439 38.857.492
Rural 37.987.370 18.479.893 19.507.477
Fonte: IBGE (1993)

Equações e fórmulas

Buscando facilitar a leitura, as equações e fórmulas devem ser destacadas no texto e,


se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Todas
as variáveis envolvidas nas equações bem como a unidade do parâmetro calculado devem ser
explicitadas ao longo do texto ou em seguida à apresentação da equação. A Equação 1 apresenta
a fórmula para o cálculo da velocidade escalar média, como forma de exemplificação.

∆S
vm = ∆T (1)

Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).

Ilustrações

Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior,
precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem,
entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria,
indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no texto e
inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de
configuração de figuras.

288
Figura 1 – Estrutura alveolar

Fonte: Das e Sobhan (2019)


Citações

As referências a autores ou transcrição de informações retiradas de outras fontes devem


seguir as diretrizes da ABNT NBR 10520. As citações diretas consistem na transcrição textual
de parte da obra do autor consultado, e as citações indiretas consistem na elaboração de um
texto baseado na obra do autor consultado.
Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor devem ser em letras maiúsculas e
minúsculas e, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas.
Exemplo 1:
De acordo com Miguez, Veról e Rezende (2015), o processo de urbanização gera
grandes modificações no ambiente natural, alterando os padrões de uso e ocupação do solo e
agravando os problemas de enchentes.
Exemplo 2:
A mistura entre agregado reciclado cimentício e agregado reciclado de cerâmica
vermelha pode favorecer a formação de compostos cimentantes, uma vez que a fração fina do
resíduo de cerâmica vermelha tem desempenho de material pozolânico (SILVA, 2014).
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm
da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. Nas citações
diretas deve-se especificar no texto: a(s) página(s), volume(s), tomo(s) ou seção(ões) da fonte
consultada. Estas informações devem seguir o ano da publicação, separado(s) por vírgula e
precedido(s) pelo termo que o(s) caracteriza, de forma abreviada. Nas citações indiretas, a
indicação da(s) página(s) consultada(s) não é obrigatória.
Exemplo de citação direta de até três linhas:

289
“Cimento, no sentido geral da palavra pode ser descrito como um material com
propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de
uma unidade compacta.” (NEVILLE, 2015, p.1).
Exemplo de citação direta com mais de três linhas:
Uma geogrelha é definida como um material polimérico (isto é, geossintético)
composto por conjuntos paralelos de arestas elásticas conectadas com aberturas do
tamanho suficiente para permitir a penetração do solo, pedras ou outros materiais
geotécnicos do entorno. As geogrelhas normalmente são feitas com polietileno de alta
densidade (HDPE) e polipropileno (PP). A principal função de uma geogrelha é o
reforço. (DAS; SOBHAN, 2019, p. 662).

290
METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)

Neste capítulo devem ser descritos os procedimentos a serem seguidos na realização


da pesquisa. A metodologia depende da natureza do trabalho, do tipo de pesquisa que se
pretende desenvolver e, principalmente dos objetivos que se propõem alcançar. De acordo com
Gil (2018), na metodologia são apresentadas as seguintes informações:
Tipo de pesquisa: esclarecer a natureza (exploratória, descritiva ou explicativa) e o
delineamento da pesquisa (experimental, estudo de caso, pesquisa bibliográfica, etc.);
População e amostra: apresentar o universo a ser estudado, extensão da amostra e
forma de seleção;
Coleta de dados: descrever as técnicas a serem utilizadas para coleta de dados
(questionários, ensaios laboratoriais, ensaios de campo, técnicas de entrevista ou de observação,
etc.);
Análise dos dados: descrever os procedimentos a serem adotados para análise
quantitativa e/ou qualitativa.

291
RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS (SE NECESSÁRIO)

Para projetos de pesquisa vinculados à uma agência financiadora, este capítulo deve
descrever a quantidade de pesquisadores envolvidos, a previsão de custos que envolvem a
realização da pesquisa (custeio de diárias, passagens para deslocamento, e outros conforme
permitir o edital ao qual o projeto está vinculado), equipamentos e laboratórios envolvidos.

292
CRONOGRAMA (OBRIGATÓRIO)

Neste capítulo, indica-se o tempo necessário para o desenvolvimento de cada uma das
etapas da pesquisa. A sequência de tarefas segue conforme a metodologia adotada e vai
estabelecendo datas-limites para coleta de dados, análise, redação e conclusão do trabalho. De
acordo com Gil (2018), esse cronograma, numa representação bastante prática, é constituído
por linhas, que indicam as fases da pesquisa, e por colunas, que indicam o tempo previsto.

PERÍODO LETIVO
ATIVIDADES
MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS MÊS

Revisão bibliográfica
complementar

Coleta de dados

Análise e interpretação dos


dados

Redação do trabalho

Revisão e entrega oficial do


trabalho
Apresentação do trabalho em
banca

293
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual obrigatório e deve ser elaborado de acordo com a ABNT NBR
6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são
apresentadas as referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de
exemplificação.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10520: Informação e


documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023: Informação e


documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6027: Informação e


documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.

BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo:


Contexto, 2021.

DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo:


Cengage, 2019.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação


tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993.

MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional


à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016.

SILVA, P. B. Estabilização de misturas de resíduos sólidos de demolição e da indústria


cerâmica para uso em camadas de pavimentos viários. 2014. Tese (Doutorado em
Engenharia de Transportes). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

294
APÊNDICES (OPCIONAL)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento elaborado pelo autor,
buscando complementar sua argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE,
identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título. Quando
esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos
apêndices.

295
ANEXOS (OPCIONAL)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento não elaborado pelo autor,
que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Deve ser precedido da palavra
ANEXO, identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título.
Quando esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação
dos anexos.

296
ANEXO XI
FICHA DE AVALIAÇÃO PARA PROJETO DE PESQUISA

Aluno(a): NOTA:
Orientador(a):
Tema do Projeto de Pesquisa:

CRITÉRIOS PARA ANÁLISE E JULGAMENTO DO PROJETO DE PESQUISA

• Escolha do assunto: relevância, importância, originalidade na área de atuação e ao


nível do autor, revelação de contribuição pessoal/profissional;
• Introdução: delimitação do tema; apresentação da motivação, justificativa e
importância do assunto escolhido; formulação do problema; apresentação de objetivos
(geral e específicos);
• Revisão de literatura: referencial bibliográfico suficiente e adequado; quantidade,
qualidade e atualidade das fontes utilizadas;
• Métodos e técnicas: descrição detalhada dos métodos; adequação ao problema da
pesquisa e ao atendimento dos objetivos; descrição do campo de observação, amostra,
variáveis e instrumentos.
• Cronograma: programação adequada para o desenvolvimento da pesquisa;
• Apresentação, estrutura e redação: exatidão, correção gramatical, clareza,
linguagem científica adequada e objetiva, uso correto de terminologias.

PARECER:

( ) O texto está adequado e não necessita de alterações;


( ) O texto está adequado e necessita de pequenas correções;
( ) O texto exige correções importantes. Solicito uma reunião com o(a) discente e/ou
o orientador(a) para discussão dos pontos a serem corrigidos;
( ) O projeto de pesquisa não está adequado para aprovação.

Recomendações ao orientador ou discente (opcional): __________________________


_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________

Barra do Garças, em ____de _______________________ de __________.

Avaliador(a): Prof.(a).

__________________________________________
Nome do(a) Avaliador(a)
ASSINATURA

297
ANEXO XII – MODELO DE MONOGRAFIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO:
Subtítulo

BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)

298
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

NOME COMPLETO DO AUTOR

TÍTULO:
Subtítulo

Monografia apresentada ao Curso de


Engenharia Civil – UFMT, Campus
Universitário do Araguaia, como requisito
parcial para obtenção do título de Bacharel em
Engenharia Civil.
Prof. Orientador: Titulação e nome completo.

BARRA DO GARÇAS - MT
ANO DE DEPÓSITO (DA ENTREGA)

299
Página reservada para Ficha catalográfica

300
Página reservada para Folha de aprovação

301
AGRADECIMENTOS (OPCIONAL)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pré-textual opcional e contempla texto em que o autor faz agradecimentos
dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. Segundo a
ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento 1,5 entre
linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12 e alinhamento
justificado.

302
RESUMO (OBRIGATÓRIO)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. O resumo na língua
vernácula deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho. De
acordo com a ABNT NBR 6028, em trabalhos acadêmicos como monografias, teses e
dissertações o resumo deve ter de 150 a 500 palavras. O resumo deve ser composto de uma
sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso
de parágrafo único. Segundo a ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou
datilografado com espaçamento 1,5 entre linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times
New Roman, tamanho 12 e alinhamento justificado. A referência é opcional e deve ficar logo
após o título da seção. As palavras-chave devem ser apresentadas logo abaixo do resumo,
antecedidas da expressão “Palavras-chave:”, separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas
por ponto.

Palavras-chave: Palavra 1; Palavra 2; Palavra 3 (entre 3 e 5 palavras).

303
ABSTRACT (OBRIGATÓRIO)

O resumo em língua estrangeira (inglês) deve ser elaborado seguindo as mesmas


recomendações apresentadas para elaboração do resumo na língua vernácula.

Keywords: entre 3 e 5 palavras-chave em inglês.

304
LISTA DE FIGURAS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada
item designado por seu nome específico e respectivo número da folha ou página. Quando
necessário recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, retratos e outras).
Exemplo:
Figura 1 – Ciclo hidrológico..................................................................................................... 15

305
LISTA DE TABELAS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, cada item
designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da folha ou página.
Exemplo:
Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no
Brasil em 1980 ......................................................................................................................... 14

306
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas


no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso separadas
por um traço. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo.
Exemplo:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
RCC – Resíduo da Construção Civil
No texto, as abreviaturas que aparecem pela primeira vez, em ordem de leitura, devem
ser escritas por extenso, seguida então da abreviatura entre parênteses. Se a abreviatura se
repetir no texto, poderá então ser utilizada sem a escrita por extenso.
Exemplo:
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é responsável pelas publicações
das normas técnicas regulamentadoras do país.

307
LISTA DE SÍMBOLOS

Elemento opcional. Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o


devido significado separado por um traço.
Exemplo:
A – Absorbância
ℽ – Peso específico
ρ – Densidade

308
SUMÁRIO

Elemento obrigatório. Elaborado conforme a ABNT NBR 6027. Os indicativos das


seções que compõe o sumário, se houver, devem ser alinhados à esquerda. Exemplo:

1. INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO) ............................................................................................ 12


1.1. PROBLEMATIZAÇÃO .................................................................................................................... 12
1.2. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................ 12
1.3. OBJETIVOS ......................................................................................................................................... 12
1.3.1. Objetivo geral ...................................................................................................................................... 12
1.3.2. Objetivos específicos........................................................................................................................... 12
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO)............................................................ 13
2.1. ORIENTAÇÕES GERAIS................................................................................................................. 13
2.1.1. Tabelas .................................................................................................................................................. 14
2.1.2. Equações e fórmulas .......................................................................................................................... 15
2.1.3. Ilustrações............................................................................................................................................. 15
2.1.4. Citações ................................................................................................................................................. 16
3. METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)......................................................................................... 17
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES (OBRIGATÓRIO) ............................................................. 18
5. CONCLUSÃO (OBRIGATÓRIO) ............................................................................................... 19
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO) ........................................................................................... 20
APÊNDICES (OPCIONAL) .......................................................................................................... 21
ANEXOS (OPCIONAL) ................................................................................................................. 22

309
INTRODUÇÃO (OBRIGATÓRIO)

De acordo com Gil (2018), a introdução se inicia com a apresentação do tema da


monografia e do problema que se pretende solucionar com a pesquisa, assim como sua
delimitação espacial e temporal. Segundo Brasileiro (2021), a introdução serve para situar o
leitor sobre o que está sendo pesquisado, por que, para que e como.

PROBLEMATIZAÇÃO

A problematização é a pergunta que norteou a pesquisa. O problema deve ser,


sobretudo, claro e delimitado.

JUSTIFICATIVA

A justificativa é um texto dissertativo-argumentativo em que o pesquisador deve


convencer a comunidade acadêmico científica da relevância da sua proposta. O texto pode
apresentar os fatores que influenciaram a escolha do tema e sua relação com a experiência
acadêmica ou profissional do autor (BRASILEIRO, 2021; GIL, 2018).

OBJETIVOS

A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e precisos.
Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar,
analisar, descrever, identificar e verificar.

Objetivo geral

O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação

Objetivos específicos

310
Os objetivos específicos definem as etapas do trabalho a serem realizadas para que se
alcance o objetivo geral.

311
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (OBRIGATÓRIO)

A Fundamentação Teórica ou Revisão da Literatura deve contextualizar teoricamente


o problema e apresentar o estágio atual de conhecimento sobre o assunto. A revisão de literatura
deve ser atual, abrangente e com profundidade. Por outro lado, deve deter-se a assuntos
específicos da monografia, sem incluir aspectos desnecessários e de forma exaustiva. Trata-se
da apresentação do embasamento teórico que fundamentou o trabalho.
Durante a escrita, o autor deve lembrar de que o texto não deve ser construído apenas
com uma sequência de recortes e citações de outros autores sobre o tema. Segundo Gil (2018),
a revisão bibliográfica não é constituída apenas por referências ou sínteses do relato de estudos,
mas por discussão crítica das obras citadas.

ORIENTAÇÕES GERAIS

Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12, exceto as
citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas e fontes das figuras e
tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo os elementos pré-textuais e
textuais deverão ser formatados para um tamanho de página A4 (210 x 297 mm), limitado por
margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o texto deve ser digitado
com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as citações de mais de
três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das figuras e tabelas. As referências
bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em
branco.
Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso) e ser
separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Do mesmo modo, os
títulos das subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um
espaço entre as linhas de 1,5. Agradecimentos, resumo, lista de figuras, lista de tabelas, lista de
abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário, referências, apêndice(s) e anexo(s) são títulos
sem indicativo numérico e devem ser centralizados.
As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas. Os
trabalhos devem ser digitados ou datilografados somente no anverso. Todas as folhas, a partir
da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso (a

312
capa não é contada - página “zero”). A numeração deve aparecer, a partir da primeira folha da
parte textual (Introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha.

Tabelas

As tabelas devem ser enumeradas sequencialmente, citadas no texto, inseridas o mais


próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE, 1993).
• Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de linhas e tiver poucas
colunas, pode ter o centro apresentado em duas ou mais partes, lado a lado, na mesma
página, separando-se as partes por um traço vertical duplo e repetindo-se o cabeçalho;
• Toda tabela que ultrapassar a dimensão da página em número de colunas, e tiver
poucas linhas, pode ter o centro apresentado em duas ou mais partes, uma abaixo da
outra, na mesma página, repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os
indicadores de linha;
• Para toda tabela que ultrapassar as dimensões da página: cada página deve ter o
conteúdo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte; cada página deve
ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira, conclusão para a última e
continuação para as demais.
O título das tabelas deve ser incluído na linha imediatamente anterior à tabela e
centralizado, utilizando fonte Times New Roman, tamanho 10 e cor preta, conforme Tabela 1.
Para configurar o título das tabelas acesse o menu “Referências” e clique em “Inserir Legenda”.
A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria, indicando “acervo
particular” ou “autoria própria”.

Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio no Brasil em 1980

Situação do
Total Mulheres Homens
domicílio
Total 117.960.301 59.595.332 58.364.969
Urbana 79.972.931 41.115.439 38.857.492
Rural 37.987.370 18.479.893 19.507.477
Fonte: IBGE (1993)

313
Equações e fórmulas

Buscando facilitar a leitura, as equações e fórmulas devem ser destacadas no texto e,


se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Todas
as variáveis envolvidas nas equações bem como a unidade do parâmetro calculado devem ser
explicitadas ao longo do texto ou em seguida à apresentação da equação. A Equação 1 apresenta
a fórmula para o cálculo da velocidade escalar média, como forma de exemplificação.

∆S
vm = (1)
∆T

Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).

Ilustrações

Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior,
precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem,
entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria própria,
indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no texto e
inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de
configuração de figuras.
Figura 1 – Estrutura alveolar

Fonte: Das e Sobhan (2019)

314
Citações

As referências a autores ou transcrição de informações retiradas de outras fontes devem


seguir as diretrizes da ABNT NBR 10520. As citações diretas consistem na transcrição textual
de parte da obra do autor consultado, e as citações indiretas consistem na elaboração de um
texto baseado na obra do autor consultado.
Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor devem ser em letras maiúsculas e
minúsculas e, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas.
Exemplo 1:
De acordo com Miguez, Veról e Rezende (2015), o processo de urbanização gera
grandes modificações no ambiente natural, alterando os padrões de uso e ocupação do solo e
agravando os problemas de enchentes.
Exemplo 2:
A mistura entre agregado reciclado cimentício e agregado reciclado de cerâmica
vermelha pode favorecer a formação de compostos cimentantes, uma vez que a fração fina do
resíduo de cerâmica vermelha tem desempenho de material pozolânico (SILVA, 2014).
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
As citações diretas, no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm
da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. Nas citações
diretas deve-se especificar no texto: a(s) página(s), volume(s), tomo(s) ou seção(ões) da fonte
consultada. Estas informações devem seguir o ano da publicação, separado(s) por vírgula e
precedido(s) pelo termo que o(s) caracteriza, de forma abreviada. Nas citações indiretas, a
indicação da(s) página(s) consultada(s) não é obrigatória.
Exemplo de citação direta de até três linhas:
“Cimento, no sentido geral da palavra pode ser descrito como um material com
propriedades adesivas e coesivas que o fazem capaz de unir fragmentos minerais na forma de
uma unidade compacta.” (NEVILLE, 2015, p.1).
Exemplo de citação direta com mais de três linhas:
Uma geogrelha é definida como um material polimérico (isto é, geossintético)
composto por conjuntos paralelos de arestas elásticas conectadas com aberturas do
tamanho suficiente para permitir a penetração do solo, pedras ou outros materiais
geotécnicos do entorno. As geogrelhas normalmente são feitas com polietileno de alta
densidade (HDPE) e polipropileno (PP). A principal função de uma geogrelha é o
reforço. (DAS; SOBHAN, 2019, p. 662).

315
METODOLOGIA (OBRIGATÓRIO)

Neste capítulo devem ser descritos os procedimentos seguidos na realização da


pesquisa. A metodologia depende da natureza do trabalho, do tipo de pesquisa e, principalmente
dos objetivos estabelecidos. De acordo com Gil (2018), na metodologia são apresentadas as
seguintes informações:
Tipo de pesquisa: esclarecer a natureza (exploratória, descritiva ou explicativa) e o
delineamento da pesquisa (experimental, estudo de caso, pesquisa bibliográfica, etc.);
População e amostra: apresentar o universo estudado, extensão da amostra e forma
de seleção;
Coleta de dados: descrever as técnicas utilizadas para coleta de dados (questionários,
ensaios laboratoriais, ensaios de campo, técnicas de entrevista ou de observação, etc.);
Análise dos dados: descrever os procedimentos adotados para análise quantitativa
e/ou qualitativa.

316
RESULTADOS E DISCUSSÕES (OBRIGATÓRIO)

O principal objetivo deste capítulo é apresentar e interpretar os resultados obtidos,


demonstrando o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Nesta seção, não cabe mais a
apresentação de conceitos, entretanto, é interessante indicar os resultados que são apoiados por
outros pesquisadores, e buscar esclarecer as eventuais divergências.

317
CONCLUSÃO (OBRIGATÓRIO)

Neste capítulo se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou


hipóteses. O texto deve apresentar de forma clara, ordenada, concisa e objetiva as constatações
obtidas dos resultados e discussões.

318
REFERÊNCIAS (OBRIGATÓRIO)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual obrigatório e deve ser elaborado de acordo com a ABNT NBR
6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são
apresentadas as referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de
exemplificação.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10520: Informação e


documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14724: Informação e


documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023: Informação e


documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6027: Informação e


documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6028: Informação e


documentação – Resumo, resenha e recensão – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.

BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo:


Contexto, 2021.

DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo:


Cengage, 2019.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação


tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993.

MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional


à sustentabilidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016.

SILVA, P. B. Estabilização de misturas de resíduos sólidos de demolição e da indústria


cerâmica para uso em camadas de pavimentos viários. 2014. Tese (Doutorado em
Engenharia de Transportes). Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014.

319
APÊNDICES (OPCIONAL)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento elaborado pelo autor,
buscando complementar sua argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE,
identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título. Quando
esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos
apêndices.

320
ANEXOS (OPCIONAL)

O título desta seção não possui indicativo numérico e deve ser centralizado. Trata-se
de um elemento pós-textual opcional e contempla texto ou documento não elaborado pelo autor,
que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Deve ser precedido da palavra
ANEXO, identificado por letras maiúsculas consecutivas travessão e pelo respectivo título.
Quando esgotadas as letras do alfabeto, utiliza-se letras maiúsculas dobradas na identificação
dos anexos.

321
ANEXO XIII – MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO
TÍTULO DO TRABALHO (MÁXIMO DE 3 LINHAS)
Subtítulo

TÍTULO DO TRABALHO EM INGLÊS (MÁXIMO DE 3 LINHAS)


Subtítulo
Autor15, Autor26, Autor37

RESUMO: O resumo na língua vernácula deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do
trabalho. De acordo com a ABNT NBR 6028, em artigos convém que o resumo tenha de 100 a 250 palavras. O
resumo deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos.
Recomenda-se o uso de parágrafo único. Segundo a ABNT NBR 14724 todo o texto deve ser digitado ou
datilografado com espaçamento 1,5 entre linhas. Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman,
tamanho 10 e alinhamento justificado. As palavras-chave devem ser apresentadas logo abaixo do resumo,
antecedidas da expressão “Palavras-chave:”, separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.

Palavras-chave: Palavra 1; Palavra 2; Palavra 3 (entre 3 e 5 palavras).

ABSTRACT: O resumo em língua estrangeira (inglês) deve ser elaborado seguindo as mesmas recomendações
apresentadas para elaboração do resumo na língua vernácula.

Keywords: entre 3 e 5 palavras-chave em inglês.

1. INTRODUÇÃO

O texto introdutório deve ser breve e, de forma clara, justificar o problema estudado. Nela deverão informados os
objetivos do trabalho realizado. A apresentação dos objetivos da pesquisa deve ser feita em termos claros e
precisos. Recomenda-se, portanto, que em sua redação sejam utilizados verbos de ação, como avaliar, analisar,
descrever, identificar e verificar. Segundo Brasileiro (2021), a introdução serve para situar o leitor sobre o que está
sendo pesquisado, por que, para que e como.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A Fundamentação Teórica ou Revisão da Literatura deve contextualizar teoricamente o problema e apresentar o

5
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]
6
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]
7
Graduando em Engenharia Civil, UFMT/CUA, [email protected]

322
estágio atual de conhecimento sobre o assunto. A revisão de literatura deve ser atual e deve deter-se a assuntos
específicos da pesquisa desenvolvida, sem incluir aspectos desnecessários e de forma exaustiva. Trata-se da
apresentação do embasamento teórico que fundamentou o trabalho.
Durante a escrita, o autor deve lembrar de que o texto não deve ser construído apenas com uma sequência de
recortes e citações de outros autores sobre o tema. Segundo Gil (2018), a revisão bibliográfica não é constituída
apenas por referências ou sínteses do relato de estudos, mas por discussão crítica das obras citadas.

2.1 ORIENTAÇÕES GERAIS

O artigo científico completo deve conter no máximo 10 páginas, incluindo referências bibliográficas e notas.
Escreva todo seu texto utilizando fonte Times New Roman, tamanho 10, exceto as legendas e fontes das figuras e
tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme. Todo o trabalho deve ser formatado para um tamanho de
página A4 (210 x 297 mm), limitado por margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. Todo o
texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas e alinhamento justificado, exceto as referências,
legendas das figuras e tabelas. As referências bibliográficas, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por
um espaço simples em branco. O espaçamento entre parágrafos é de uma linha em branco, fonte Times New
Roman, tamanho 10.

Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os procede e que os sucede por um espaço
entre as linhas de 1,5. Agradecimentos e referências são títulos sem indicativo numérico. Todas as folhas devem
ser contadas sequencialmente. A numeração deve aparecer em algarismos arábicos, no canto superior direito da
folha.

2.1.1 Tabelas

As tabelas devem ser enumeradas sequencialmente, citadas no texto, inseridas o mais próximo possível do trecho
a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 1993).

O título das tabelas deve ser incluído na linha imediatamente anterior à tabela e centralizado, utilizando fonte
Times New Roman, tamanho 8 e cor preta, conforme Tabela 1. Para configurar o título das tabelas acesse o menu
“Referências” e clique em “Inserir Legenda”. A fonte deve ser identificada logo abaixo, mesmo que de autoria
própria, indicando “acervo particular” ou “autoria própria”.

Tabela 1. Caracterização das amostras estudadas


Amostra Parâmetro 1 Parâmetro 2 Parâmetro 3
A XX ZZ YY
B YY XX ZZ
Nota: Comentário adicional sobre os dados apresentados (opcional). Fonte: Acervo particular (2021)

2.1.2 Equações e fórmulas

Buscando facilitar a leitura, as equações e fórmulas devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas
com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Todas as variáveis envolvidas nas equações bem

323
como a unidade do parâmetro calculado devem ser explicitadas ao longo do texto ou em seguida à apresentação
da equação. A Equação 1 apresenta a fórmula para o cálculo da velocidade escalar média, como forma de
exemplificação.

vm = ∆S/∆T (1)

Onde:
vm: velocidade escalar média (m/s);
ΔS: distância total (m);
ΔT: intervalo de tempo (s).

2.1.3 Ilustrações

Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa
(desenho, fluxograma, gráfico, mapa, planta, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de
ocorrência no texto, em algarismos arábicos, e do respectivo título. A fonte deve ser identificada logo abaixo,
mesmo que de autoria própria, indicando “acervo particular” ou “autoria própria”. A ilustração deve ser citada no
texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. A Figura 1 mostra uma representação
esquemática de um solo com estrutura alveolar, com a intenção de demonstrar o processo de configuração de
figuras.
Figura 1 – Estrutura alveolar

Fonte: Das e Sobhan (2019)

2.1.4. Citações

As referências a autores ou transcrição de informações retiradas de outras fontes devem seguir as diretrizes da
ABNT NBR 10520. As citações diretas consistem na transcrição textual de parte da obra do autor consultado, e as
citações indiretas consistem na elaboração de um texto baseado na obra do autor consultado. Nas citações, as
chamadas pelo sobrenome do autor devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e, quando estiverem entre
parênteses, devem ser em letras maiúsculas.

Exemplo 1: De acordo com Miguez, Veról e Rezende (2015), o processo de urbanização gera grandes modificações
no ambiente natural, alterando os padrões de uso e ocupação do solo e agravando os problemas de enchentes.

Exemplo 2: A mistura entre agregado reciclado cimentício e agregado reciclado de cerâmica vermelha pode
favorecer a formação de compostos cimentantes, uma vez que a fração fina do resíduo de cerâmica vermelha tem
desempenho de material pozolânico (SILVA, 2014).

324
3. METODOLODIA

Neste item devem ser descritos os procedimentos seguidos na realização da pesquisa. A metodologia depende da
natureza do trabalho, do tipo de pesquisa e, principalmente dos objetivos estabelecidos. De acordo com Gil (2018),
na metodologia são apresentadas as seguintes informações:
• Tipo de pesquisa: esclarecer a natureza (exploratória, descritiva ou explicativa) e o delineamento da pesquisa
(experimental, estudo de caso, pesquisa bibliográfica, etc.);
• População e amostra: apresentar o universo estudado, extensão da amostra e forma de seleção;
• Coleta de dados: descrever as técnicas utilizadas para coleta de dados (questionários, ensaios laboratoriais,
ensaios de campo, técnicas de entrevista ou de observação, etc.);
• Análise dos dados: descrever os procedimentos adotados para análise quantitativa e/ou qualitativa.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Nesta seção é feita a apresentação e a interpretação dos resultados obtidos, demonstrando o cumprimento dos
objetivos estabelecidos. Nesta seção, não cabe mais a apresentação de conceitos, entretanto, é interessante indicar
os resultados que são apoiados por outros pesquisadores, e buscar esclarecer as eventuais divergências.

5. CONCLUSÃO

Nesta seção se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. O texto deve apresentar de
forma clara, ordenada, concisa e objetiva as constatações obtidas dos resultados e discussões.

AGRADECIMENTOS

O título desta seção não possui indicativo numérico. Trata-se de um elemento opcional e contempla texto em que
o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.

REFERÊNCIAS

O título desta seção não possui indicativo. Trata-se de um elemento obrigatório e deve ser elaborado de acordo
com a ABNT NBR 6023. Deverão ser apresentadas apenas obras mencionadas no texto. As referências
bibliográficas devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. A seguir são apresentadas as
referências bibliográficas citadas no texto deste Anexo, como forma de exemplificação.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10520: Informação e documentação –


Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14724: Informação e documentação –


Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023: Informação e documentação –


Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.

325
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6028: Informação e documentação –
Resumo, resenha e recensão – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.

BRASILEIRO, A. M. M. Como produzir textos acadêmicos e científicos. São Paulo: Contexto, 2021.

DAS, B. M.; SOBHAN, K. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Cengage, 2019.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio


de Janeiro: IBGE, 1993.

MIGUEZ, M. G.; VERÓL, A. P.; REZENDE, O. M. Drenagem urbana: do projeto tradicional à sustentabilidade.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

SILVA, P. B. Estabilização de misturas de resíduos sólidos de demolição e da indústria cerâmica para uso
em camadas de pavimentos viários. 2014. Tese (Doutorado em Engenharia de Transportes). Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2014.

326
ANEXO XIV
FICHA DE AVALIAÇÃO

Aluno(a):
Orientador(a):
Tema do Trabalho de Conclusão de Curso:

CRITÉRIOS PARA ANÁLISE E JULGAMENTO DA DEFESA ORAL

• Domínio do tema;
• Conteúdo com informações corretas;
• Ênfase nos aspectos relevantes do trabalho;
• Habilidade de comunicação;
• Apresentação com bom aproveitamento do tempo;
• Exposição do assunto seguindo uma sequência lógica, evidenciando introdução,
desenvolvimento e conclusão;
• Uso de linguagem técnica, clara e adequada ao conteúdo;
• Utilização adequada dos recursos audiovisuais;
• Clareza nas respostas às perguntas formuladas pela banca examinadora.

NOTA ATRIBUÍDA À DEFESA ORAL:_____

CRITÉRIOS PARA ANÁLISE E JULGAMENTO DO TRABALHO ESCRITO

• Conteúdo e relevância do tema: relevância do tema para o desenvolvimento na área


do conhecimento; profundidade e consistência do conteúdo abordado;
• Consistência metodológica: elaboração de objetivos claros e coerentes com a
proposta; fundamentação teórica objetiva e suficiente para o entendimento do
trabalho; uso de uma metodologia, método ou técnica coerente com o problema
proposto;
• Redação: texto claro, preciso e objetivo; sequência lógica, coerente e coesa; discussão
dos resultados;
• Apresentação do trabalho: atendimento às normas da ABNT.

NOTA ATRIBUÍDA AO TRABALHO ESCRITO:_____

Barra do Garças, em ____de _______________________ de __________.

EXAMINADOR(A): Prof.(a).

__________________________________________
Nome do(a) Examinador(a)
ASSINATURA

327
ANEXO XV
RELATÓRIO FINAL DE DEFESA

Aluno(a):________________________________________

TRABALHO ESCRITO APRESENTAÇÃO ORAL


NOTA 01 NOTA 01
NOTA 02 NOTA 02
NOTA 03 NOTA 03
MÉDIA MÉDIA
PESO 0,7 PESO 0,3

NOTA FINAL
TRABALHO ESCRITO+ APRESENTAÇÃO ORAL

OBSERVAÇÕES:___________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
_____________

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

Banca Examinadora:

_________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

_________________________ _________________________
Membro Convidado I Membro Convidado II
NOME COMPLETO NOME COMPLETO

328
ANEXO XVI

ATA DA SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO E DEFESA DE TRABALHO DE


CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE GRADUÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

ALUNO(A):

Aos _____ dias do mês de _________ do ano de _________, às ____ horas, na sala ________,
do Campus Universitário do Araguaia – UFMT, na cidade de Barra do Garças - MT, foi
realizada a sessão pública de apresentação e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso do(a)
acadêmico(a) ______________. A banca foi composta pelos seguintes professores:
orientador(a) Prof (a). __________________, Prof (a). ___________ e Prof (a). ____________.
O Trabalho de Conclusão de Curso tem como título: _____________________. Após
explanação no prazo regulamentar o(a) aluno(a) foi interrogado(a) pelos componentes da banca.
Terminada a etapa, os membros, de forma confidencial avaliaram o(a) aluno(a) e conferiram
ao(a) mesmo(a) o seguinte resultado_____________, proclamado pelo presidente da sessão.
Dados por encerrados os trabalhos, lavrou-se a presente Ata, que será assinada pela banca e
pelo(a) aluno(a).

Barra do Garças – MT, ____ de ________________de______

Aluno(a):_____________________________________________

Banca Examinadora:

_____________________________________________
Prof.(a) Orientador(a)
NOME COMPLETO

__________________________________ __________________________________
Membro Convidado 1 Membro Convidado 2
NOME COMPLETO NOME COMPLETO

329
APÊNDICE E – Regulamento dos laboratórios: acesso e uso

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM


ENGENHARIA CIVIL, DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (ICET),
DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA, DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
MATO GROSSO

Este documento apresenta as normas gerais para o desenvolvimento de atividades nas


dependências dos Laboratórios do Curso de Engenharia Civil do Instituto de Ciências Exatas e da
Terra, Universidade Federal de Mato Grosso, campus Araguaia.

CAPÍTULO I
NATUREZA E FINALIDADE

Art. 1º. Serão regidos pelo presente regulamento os seguintes laboratórios:


Laboratório de Mecânica dos Solos, Laboratório de Topografia, Hidráulica e Saneamento,
Laboratório de Materiais de Construção e Laboratório de Estruturas.

Art. 2º. A finalidade dos laboratórios é atender a todos os discentes e docentes


da UFMT, bem como empresas conveniadas com a universidade na realização de atividades
acadêmicas de graduação e pós-graduação, além de projetos de pesquisa e extensão.

Art. 3º. Este documento visa apresentar as regras de utilização, conservação e


manutenção dos laboratórios do curso de Engenharia Civil, a fim de potencializar as atividades de
estudo, pesquisas e extensão realizadas com seus materiais e equipamentos.

Art. 4º. Essas regras se aplicam a todos os usuários dos laboratórios e também
aqueles que não estejam ligados diretamente aos mesmos, mas que tenham acesso ou permanência
autorizada nas dependências de trabalho.

CAPÍTULO II
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

Art. 5º. Cada laboratório será supervisionado por um Coordenador de


Laboratório;

330
§1º. Estará apto a ocupar o cargo de Coordenador de Laboratório o docente com
vínculo ao Instituto de Ciências Exatas e da Terra e titulação mínima de mestrado;

§2º. O Coordenador de Laboratório será nomeado através de portaria emitida


pelo diretor do ICET, após indicação do Colegiado de Curso e aprovação da Congregação do
Instituto.

Art. 6º. Aos Coordenadores de Laboratório compete:


I - Supervisão e coordenação do Laboratório;
II - Estar atento à situação das instalações físicas e da necessidade de novos
equipamentos e benfeitorias do laboratório;
III - Elaborar projetos para melhorias e atualização do laboratório;
IV- Supervisionar o controle do estoque dos materiais usados nas aulas práticas,
bem como fazer a previsão e solicitar a reposição e/ou aquisições com
antecedência, observando o calendário de compras da UFMT;
V- Responsabilizar-se pelas atividades administrativas inerentes ao laboratório;
VI- Manter em sua carga os patrimônios dos laboratórios sob sua coordenação
VII - Zelar pelo patrimônio do laboratório;
VIII - Supervisionar, avaliar e aplicar em conjunto com os demais usuários
(professores e técnicos), as normas de segurança do laboratório;
IX - Conhecer e fazer cumprir o presente regulamento.

Art. 7º. Aos Técnicos de Laboratório compete:


I - Executar trabalhos técnicos de laboratório relacionados com a área de atuação,
realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias
através de métodos específicos;
II - Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão;
III - Montar os experimentos e/ou kits de acordo com o cronograma de tarefas
pré-estabelecido pelos professores;
IV - Na impossibilidade de executar a atividade do item III, comunicar ao
Coordenador do Laboratório, com antecedência de pelo menos 01 dia;
V - Atender as solicitações agendadas feitas pelos professores das áreas
temáticas;

331
VI - Estabelecer, de acordo com as solicitações, a escala para funcionamento e
realização das atividades no Laboratório;
VII - Separar, organizar nas bancadas e verificar o funcionamento dos
equipamentos e materiais para as aulas práticas;
VIII - Imediatamente após o encerramento de uma série de aulas experimentais
do mesmo tópico, verificar o funcionamento dos equipamentos, desmontar e
guardar os kits experimentais;
IX - Garantir a limpeza das bancadas entre a desmontagem de um experimento
e a montagem do próximo (por medida de segurança, o pessoal responsável pela
limpeza do prédio não limpa as bancadas caso elas estejam ocupadas);
X - Realizar manutenção preventiva dos kits experimentais, equipamentos e
instrumentos de medidas, e quando necessário solicitar o serviço da manutenção;
XI - Manter atualizada e informar ao Coordenador responsável a lista de
equipamentos que necessitam de peças para reposição, identificar as peças e
montar o pedido de compra do material necessário, com as especificações
técnicas;
XII - Armazenar em local apropriado os equipamentos que não podem ser
consertados, mantendo-os no laboratório caso ainda possam ser utilizados para
recuperação de outros equipamentos;
XIII - Solicitar por escrito ao Coordenador do Laboratório a
reposição/substituição de equipamentos defeituosos sem possibilidade de
reparação;
XIV - Controlar o estoque dos materiais de consumo e manter sempre informado
o Coordenador do Laboratório;
XV - Saber utilizar com presteza os materiais e equipamentos existentes no
Laboratório;
XVI - Orientar os usuários sobre os cuidados e normas de utilização do
Laboratório;
XVII - Zelar pela conservação das dependências físicas dos Laboratórios e
quando necessário solicitar manutenção da estrutura física dos laboratórios via
Sistema de Gestão Universitária (SGU);
XVIII - Controlar o inventário dos bens patrimoniais do Laboratório, realizando
a conferência anual no período de férias letivas;

332
XIX - Armazenar, de maneira adequada, os resíduos produzidos pelo uso e
manutenção do Laboratório, evitando que substâncias agressivas ao meio
ambiente tenham destinação inadequada;
XX - Não permitir a presença de pessoas estranhas no Laboratório, salvo com
autorização por escrito do Coordenador do Laboratório ou da Direção do
Instituto de Ciências Exatas e da Terra;
XXI - Comunicar ao Coordenador, por escrito, qualquer anormalidade ocorrida
no Laboratório;
XXII - Analisar as solicitações de empréstimos ou transferência de
equipamentos e materiais juntamente com o Coordenador do Laboratório;
XXIII - Não é permitida a saída de qualquer equipamento sem a aprovação por
escrito do Coordenador do Laboratório. No momento do empréstimo e da
devolução de um equipamento deverá ser realizada a verificação do estado do
equipamento juntamente com o usuário/solicitante;
XXIV - Todas as solicitações, listas, pedidos de compra de material de consumo
e comunicados deverão ser apresentados por escrito ao Coordenador do
Laboratório;
XXV - Conhecer e fazer cumprir o presente regimento.

CAPÍTULO III
USUÁRIOS

Art. 8º. São considerados usuários do laboratório:


I - Docentes responsáveis por disciplinas práticas ou por projetos de pesquisa e
extensão;
II - Técnico de laboratório;
III - Discentes de graduação e pós-graduação com vínculo com a UFMT, em
disciplinas práticas, em monitoria, em iniciação científica, em iniciação à
docência;

Parágrafo Único. A utilização do laboratório por docentes, discentes, técnicos


e profissionais sem vínculo com a UFMT fica a critério do coordenador do laboratório, devendo
ser comunicada pelo mesmo à Coordenação do Curso e ao técnico de laboratório.

333
CAPÍTULO IV
ATIVIDADES

Art. 9º. A utilização dos recursos do laboratório deve ser autorizada no âmbito
das atividades profissionais dos usuários, e em função de sua finalidade no Artigo 2°.

Art. 10. As atividades desenvolvidas deverão sempre considerar as regras de


prioridade, consideradas as especificidades de cada laboratório, conforme discriminado a seguir:
I - Prioridade 1 - Ensino: aulas de laboratório de cursos de graduação e de pós-
graduação (com a graduação tendo prioridade sobre a pós-graduação);
II - Prioridade 2 - Ensino: (a) outros tipos de aula ou palestras; (b) tarefas ou
trabalhos de disciplina feitos fora dos horários de aula; (c) desenvolvimento de
etapas de trabalho de conclusão de curso;
III - Prioridade 3 - (a) Pesquisa; (b) Extensão: serviços.

Art. 11. Entende-se por aula de laboratório a atividade onde sempre


comparecerão o professor, os alunos e, quando necessário, o técnico de laboratório, cumprindo as
seguintes regras fundamentais:
I - O professor da disciplina deverá liderar o processo ao longo de toda a duração
da aula, explicando os ensaios, procedimentos e análises;
II - Os alunos poderão ser participantes e ativos, a depender da natureza da aula;
III - O técnico de laboratório, quando necessário, deverá estar presente durante
a aula, dando o apoio que for necessário.

Art. 12. Prioritariamente serão programadas e realizadas aulas de laboratório


para disciplinas nas quais este tipo de aula prática esteja previsto no projeto pedagógico do curso,
sendo necessário constar no plano de ensino da disciplina.

§ 1º. A cada início de período letivo, o professor da disciplina deverá fornecer


para o técnico o planejamento das atividades, incluindo as datas das aulas, e sempre comunicar a
necessidade de alterações;

§ 2º. Cada laboratório deverá verificar, em função de sua área de utilização


(espaços disponíveis e bancadas), a quantidade máxima de alunos.

334
Art. 13. É tarefa exclusiva dos professores responsáveis pelas disciplinas
experimentais o fornecimento prévio dos métodos e procedimentos de ensaios, bem como, a
solicitação e verificação da disponibilidade dos materiais e equipamentos para a realização dos
ensaios práticos.
CAPÍTULO V
ORGANIZAÇÃO E RESPONSABILIDADES

Art. 15. Cabe ao usuário buscar o conhecimento dos procedimentos gerais e


específicos do laboratório.

§ 1º. Os locais de trabalho devem ser organizados previamente, separando os


materiais antes de realizar os ensaios, inclusive prevendo espaço físico e a utilização de aparelhos,
tais como balanças, vibrador de peneiras, dentre outros.

§ 2º. O usuário é responsável pela amostra/material separado para realização


dos ensaios, sendo sua responsabilidade a correta acomodação, identificação, estocagem e
descarte. Os materiais ou amostras que não estiverem devidamente identificados serão descartados
pelo técnico do laboratório.

§ 3º. Deve-se ter sempre em mãos as normas técnicas vigentes, necessárias para
acompanhamento dos procedimentos e realização dos ensaios.

Art. 16. Não é permitido aos usuários:

I- Consumir, ou entrar com alimentos e/ou bebidas no laboratório;


II- Trabalhar com vestimentas inadequadas, as roupas e calçados devem
permitir a cobertura máxima do corpo, de acordo com o nível de risco ao qual
estejam expostos;
III- Alterar configuração e/ou calibração de equipamentos sem prévia consulta
ao responsável pelo laboratório;
IV- Retirar equipamentos e materiais das dependências do laboratório, sem
prévia autorização do responsável.

Art. 17. Todos os usuários deverão ter conhecimento prévio acerca das regras
de segurança, normas e procedimentos corretos para utilização e manuseio de equipamentos,
ferramentas, máquinas, utensílios, componentes, materiais e substâncias.

335
Parágrafo Único. Em caso de dúvidas sobre qualquer procedimento que deverá
ser realizado, perguntar ao professor da disciplina ou orientador do trabalho.

Art. 18. Responsabilidades dos discentes:

I - Fazer uso dos laboratórios sempre acompanhado de professores e/ou técnicos;


II - Conservar em boas condições os materiais e os equipamentos utilizados,
seguindo sempre os procedimentos que lhes forem passados;
III - Conhecer e cumprir as regras de segurança e ambientais inerentes à
utilização dos materiais e equipamentos específicos das instalações, fazendo uso
de EPI sempre que for exigido;
IV - Comunicar aos docentes ou aos funcionários qualquer acidente ou
ocorrência anormal que tenha havido durante a execução de um ensaio ou
trabalho experimental;
V - Manter as bancadas limpas e com as ferramentas e/ou equipamentos
utilizados devidamente limpos e guardados;
VI - Informar imediatamente, de forma clara e precisa, ao técnico de laboratório
ou coordenador de laboratório, sobre danos apresentados nos equipamentos e
demais materiais de uso disponíveis nos laboratórios;
VII - Estar atento de forma a evitar acidentes que possam ocorrer por negligência
ou utilização indevida ou não autorizada dos materiais e equipamentos.

Art. 19. Responsabilidade dos professores:

I - Agendar as aulas práticas com suficiente antecedência, citando os


experimentos a serem executados;
II - Planejar as experiências de acordo com os materiais e equipamentos
disponíveis;
III - Providenciar e, se necessário, testar o material necessário para as aulas;
III - Conhecer o modo de funcionamento dos equipamentos que serão utilizados
e anotar as anomalias detectadas durante a sua utilização, com o objetivo de
comunicar ao técnico ou ao Coordenador do Laboratório;
IV - Solicitar a colaboração do técnico sempre que achar pertinente;

336
V - Informar os discentes sobre os riscos potenciais que decorrem da utilização
dos equipamentos e do modo de se protegerem, não permitindo usar os
laboratórios sem a utilização do EPI;
VI - Informar os discentes sobre o funcionamento correto dos equipamentos e
demais regras de utilização dos laboratórios;
VII -No caso de atividades de pesquisa, deixar identificados os materiais que
estejam sendo utilizados;
VIII - Manter as bancadas com suas ferramentas e/ou equipamentos utilizados
devidamente limpos;
IX - Informar imediatamente, de forma clara e precisa, ao técnico responsável
ou ao Coordenador do laboratório, sobre danos apresentados nos equipamentos
e demais materiais de uso disponíveis no laboratório;
X - Não fazer uso da autorização de acesso ao laboratório juntamente com
acompanhantes (colegas ou pessoal externo) que não estejam devidamente
autorizados.

Art. 20. Cada usuário será responsável pelo equipamento em que trabalha,
durante o horário reservado.

Art. 21. Os usuários serão responsabilizados por quaisquer comportamentos


negligentes na utilização dos materiais ou equipamentos de que resultem danos ou acidentes.

Parágrafo Único. A utilização danosa dos equipamentos será punida de acordo


com as sanções disciplinares previstas no Regimento de Disciplina do Corpo Discente.

Art. 22. Todos os resíduos gerados pela atividade no laboratório deverão ter o
correto descarte, sendo o usuário responsável pela destinação correta.

§ 1º. Antes de descartar qualquer material usado em ensaios, deve-se ter


conhecimento sobre o processo de descarte ou disposição do material, bem como o local e os
procedimentos apropriados.

§ 2º. É proibido descartar resíduos de ensaio em lixo comum ou na pia.

337
CAPÍTULO V
SEGURANÇA

Art. 23. Durante as atividades laboratoriais é obrigatório utilizar vestimenta


adequada e fazer uso de equipamentos de segurança.

§ 1º. É obrigatório o uso de calça comprida, e sapatos fechados, sendo


recomendado bota. Sempre consultar os responsáveis pelo laboratório para conhecer os requisitos
específicos.

§ 2º. Quando da realização dos ensaios o usuário deve verificar com o técnico a
necessidade de usar equipamentos de proteção individual (EPI) apropriado aos riscos existentes.

§ 3º. Os equipamentos de proteção individual não devem ser considerados como


o único meio de proteção dos técnicos, professores e alunos, devendo também ser criteriosamente
observados os procedimentos operacionais utilizados nas práticas.

CAPÍTULO VI
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO E AGENDAMENTOS

Art. 24. Os horários para utilização dos laboratórios serão de segunda a sexta-
feira, no período matutino das 07h 30min às 11h 30min e no período vespertino das 13h 30min às
17h 30min.
§ 1º. Nos horários de ocupação do laboratório deverá se levar em conta a
necessidade de haver algumas horas livres para preparação das aulas práticas, montagem ou
desmontagem e verificação de material a ser utilizado pelos professores.

§ 2º. Em cada laboratório, para cada semestre letivo, deverá ser fixada a grade
horária semanal, destacando os horários das aulas, com identificação das disciplinas e cursos
atendidos, devendo ser atualizado no início de cada semestre letivo.

Art. 25. Os usuários que desejarem utilizar as instalações e/ou necessitarem do


auxílio do técnico do laboratório devem agendar com o mesmo, com antecedência mínima de 7
(sete) dias, a fim de não ocorrer sobreposição de horários.

§ 1º. O usuário terá até 15 minutos de tolerância em caso de atraso. Ultrapassado


a tolerância o horário será desmarcado.

338
§ 2º. Na impossibilidade de comparecer no horário marcado, o usuário ou
professor, deverá comunicar o técnico de laboratório com, no mínimo, 24 horas de antecedência,
para que o equipamento ou laboratório reservado seja colocado à disposição de outro usuário.

Art. 26. Quando o laboratório não estiver em horário de funcionamento e sem


usuários, o mesmo deve ser trancado.

Art. 27. Caso seja necessária a utilização dos laboratórios fora dos horários
normais de expediente, o acesso aos mesmos deve ser autorizado pelo Coordenador de
Laboratório, que o permitirá, desde que seja na presença de um técnico ou professor vinculado à
UFMT.

CAPÍTULO VII
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 28. O não cumprimento de quaisquer das normas estabelecidas neste


regulamento implicará em sanções a serem definidas pelo Colegiado de Curso. As sanções podem
variar desde advertência até a suspensão definitiva do uso do laboratório.

Art. 29. Os casos omissos deste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado
de Curso.

339
APÊNDICE F – Protocolo de segurança da aula de campo

CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO

Art. 1°. Este documento tem como objetivo estabelecer as diretrizes de


segurança a serem seguidas por gestores, professores, técnicos e alunos do curso de graduação em
Engenharia Civil, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Campus Universitário do
Araguaia (CUA), durante a realização de aula de campo.

Art. 2°. A aula de campo é definida como o conjunto de atividades de ensino e


aprendizagem, de natureza prática, cuja realização requeira trabalho efetivamente pedagógico fora
dos limites do campus, sendo que visitas técnicas, no que couber, são consideradas uma
modalidade de aula de campo.

Art. 3°. Poderão participar da aula de campo todos os discentes regularmente


matriculados na disciplina na qual será realizado o trabalho de campo, o(s) docente(s)
responsável(eis) pela aula de campo, o(s) monitor(es) da disciplina e convidados especiais, estes
últimos sem ônus para UFMT. Constituem convidados especiais os docentes, técnico-
administrativos e discentes da UFMT ou de outras instituições do país ou do exterior, aprovados
pelo Colegiado do Curso.

Art. 4°. Os discentes, docentes e demais participantes das aulas de campo


deverão obedecer às prescrições da resolução vigente sobre as aulas de campo dos cursos de
graduação da UFMT, bem como as diretrizes deste protocolo e aquelas especificadas no projeto
da atividade.

CAPÍTULO II
ORIENTAÇÕES GERAIS

Art. 5°. A aula de campo deverá ser realizada prezando-se pela segurança de
todos os participantes, com o devido planejamento, previsão de situações adversas e riscos
inerentes à aula, e definição das formas de se suprimir ou atenuar as situações de risco, incluindo
o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Para garantir a devida segurança aos
participantes, a aula de campo deverá ser efetivada contando-se com a colaboração de todas as
pessoas e setores envolvidos, desde os gestores (administradores), docentes, discentes, motoristas
e demais participantes.

340
Art. 6°. Todos os participantes da aula de campo deverão estar cobertos pelo
seguro contra acidentes pessoais a ser providenciado pela UFMT.

Art. 7°. Quando a aula de campo for realizada em unidades de conservação,


obras de engenharia, empresas, indústrias ou instituições do gênero, além das normas deste
protocolo, é também obrigatória a obediência das normas de segurança estabelecidas pela
instituição visitada.

Art. 8°. Todo participante de aulas de campo deve estar físico e


psicologicamente apto para a participação e realização das atividades propostas pelo professor,
sendo que o participante que apresente ou julgue ter qualquer incapacidade de desenvolver as
atividades propostas deverá comunicar o docente responsável com a devida antecedência.

Art. 9°. Todos os participantes de aula de campo devem obedecer às


recomendações do professor responsável, não se ausentando do local, nem mesmo se afastando do
grupo, sem a expressa autorização do professor.

Art. 10. Recomenda-se a vacinação dos participantes da aula de campo contra


febre amarela e tétano, quando esta acontecer em áreas florestais ou rurais.

CAPÍTULO III
ATRIBUIÇÕES DA UFMT E GESTORES

Art. 11. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.

Art. 12. Disponibilizar veículos adequados para as aulas, considerando-se as


demandas dos trabalhos de campo, previamente informados pelo docente responsável
(características das estradas e dos trechos a serem percorridos, número de participantes, tipos de
bagagens e materiais a serem transportados, etc.).

Art. 13. Disponibilizar veículos portando todos os acessórios obrigatórios de


sinalização (triângulos, cones), contra incêndio (extintores), cintos de segurança, estepes,
ferramentas e acessórios para serviços de reparo de mecânica rápida e de emergência.

341
Art. 14. Assegurar a manutenção técnica do veículo a ser disponibilizado para a
atividade de campo.

Art. 15. Designar condutores (motoristas) em número adequado para atender os


trabalhos de campo, habilitados, e que pratiquem a direção ou condução defensiva, apropriada e
obrigatória para a condução de veículos de transporte coletivo de pessoas.

Art. 16. Efetivar o seguro contra acidentes para os participantes da aula de


campo informados pelo professor responsável.

Art. 17. Disponibilizar os recursos financeiros de diárias, auxílios de campo,


entre outros para subsidiar custos de docentes, técnicos, motoristas e estudantes participantes da
aula de campo.

Art. 18. Fornecer ao docente proponente da atividade de campo uma lista de


telefones para contato de emergência.

Art. 19. Diligenciar para que seja disponibilizado, para aula de campo, kit de
primeiros socorros incluindo soro antiofídico.

Art. 20. Em caso de quebra de veículos institucionais que fiquem


impossibilitados de prosseguir com o transporte ou no caso de acidentes, disponibilizar o rápido
socorro, resgate e o transporte dos participantes de aula de campo.

CAPÍTULO IV
ATRIBUIÇÕES DO DOCENTE

Art. 21. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.

Art. 22. Informar os discentes no início do semestre letivo a provável data de


realização da viagem de aula de campo, com respectivos objetivos.

Art. 23. Efetuar a organização prévia da viagem, inclusive dos instrumentos


necessários.

342
Art. 24. Realizar o conhecimento prévio do(s) local(is) de visita, quando houver
necessidade.

Art. 25. Orientar todos os participantes da aula de campo sobre o itinerário, a


programação, local de desenvolvimento das atividades e os possíveis riscos, e dar conhecimento
das instruções normativas de segurança, antes do início dos trabalhos.

Art. 26. Solicitar o auxílio de um Engenheiro de Segurança da Universidade


para especificação dos EPI que devem ser utilizados nas atividades programadas, bem como no
estabelecimento de orientações e demais medidas de segurança considerando a especificidade de
cada aula, quando houver necessidade.

Art. 27. Informar aos participantes os locais e condições de alimentação e


alojamento.

Art. 28. Orientar aos participantes da aula de campo sobre a demanda de


condicionamento físico necessário para a boa realização da aula.

Art. 29. Informar os participantes sobre as vestimentas e trajes adequados, sobre


os EPI necessários para o desenvolvimento da aula em campo, bem como orientar e fiscalizar seus
usos.

Art. 30. Disponibilizar aos participantes da aula de campo, os formulários de


informações gerais e de saúde previstos na resolução vigente sobre as aulas de campo dos cursos
de graduação da UFMT, antes do início dos trabalhos. Recolher os formulários preenchidos e estar
de posse destes durante o desenvolvimento da atividade.

Art. 31. Ter conhecimento do número da apólice do seguro, prazo de validade,


número de telefone da seguradora e os contatos do fiscal de contrato da UFMT.

Art. 32. Tomar decisões acerca de questões relativas à segurança da aula de


campo não previstas neste protocolo de segurança, em casos de emergência e necessidade durante
a aula.

CAPÍTULO V
ATRIBUIÇÕES DO DISCENTE

343
Art. 33. Cumprir com as atribuições que lhe competem previstas na resolução
vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação da UFMT.

Art. 34. Respeitar e cumprir todas as normas deste protocolo de segurança e


entregar ao professor responsável, antes do início da atividade, os formulários de informações
gerais e de saúde previstos na resolução vigente sobre as aulas de campo dos cursos de graduação
da UFMT.

Art. 35. Informar ao docente responsável, com a devida antecedência do início


da aula de campo, as limitações físicas, de saúde, psicológicas e outras que possam influenciar no
desenvolvimento dos trabalhos previstos na aula.

Art. 36. Apresentar-se para a viagem portando documento pessoal, reconhecido


nacionalmente, com foto, trajado e calçado adequadamente e com todos os equipamentos
necessários para aula de campo, conforme especificado pelo docente proponente.

Art. 37. Usar os EPI que foram indicados pelo docente responsável, seguindo
todas as orientações relativas ao seu uso.

Art. 38. Levar recipiente para abastecer-se de água, seus medicamentos,


produtos de higiene pessoal, incluindo protetor solar e repelente, e vestiário adequado e em
quantidades suficientes para o período de desenvolvimento da atividade de campo.

Art. 39. Zelar pelo uso correto de equipamentos disponibilizados pela instituição
para a realização da atividade de campo.

§ 1°. Os equipamentos disponibilizados ao discente ou à equipe de discentes


deverão ser devolvidos ao término da atividade de campo.

§ 2°. Caso o equipamento cedido não seja devolvido, o(s) discente(s)


responsável(eis) pelo seu uso deverá(ão) arcar com as despesas para restituição do equipamento
perdido à instituição.

Art. 40. Não se afastar do grupo nem sair do roteiro da atividade de campo para
qualquer finalidade, sem a devida autorização do docente responsável.

Art. 41. Não praticar atos que coloquem em risco a si próprio ou qualquer
membro da equipe.

344
Art. 42. Não promover danos ao patrimônio público e/ou privado.

Art. 43. Respeitar docentes, técnicos, motoristas, os demais participantes da


atividade e as normas deste protocolo.

Art. 44. Quando o discente for menor de idade, este deve ter autorização escrita
dos pais ou responsável, devidamente assinada e com firma reconhecida em cartório para poder
participar das atividades de campo.

CAPÍTULO VI
VESTUÁRIO, EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) E PRODUTOS
DE HIGIENE PESSOAL

Art. 45. Todo participante da aula de campo deverá vestir-se de forma adequada,
de acordo com o informado pelo docente responsável.

Art. 46. Não é permitido o uso de chinelos, sandálias ou outros tipos de calçados
abertos durante as atividades de campo. Nos pés é obrigatório o uso de calçados fechados, não
escorregadios, preferencialmente botas de cano alto, coturnos ou galochas.

Art. 47. A obrigatoriedade quanto ao uso de blusas ou camisas de manga


comprida, bonés ou chapéus para proteção da exposição ao sol, deverá ser especificada pelo
docente responsável.

Art. 48. Em atividades realizadas no interior de matas, capões, capins e/ou


vegetações fechadas, em que não é possível visualizar por onde pisa, é obrigatório o uso de
perneiras ou galochas na altura dos joelhos.

Art. 49. Em atividades que demandem longas caminhadas em trilhas ou matas,


para maior controle e segurança da equipe participante, é recomendável o uso de rádio
comunicadores entre professores responsáveis, técnicos e/ou monitores.

Art. 50. Em atividades que os trabalhos demandem longo tempo de exposição


ao sol, recomenda-se a instalação e o uso de tendas para que os participantes possam se abrigar
temporariamente para minimizar e atenuar o desconforto e a excessiva exposição ao sol.

Art. 51. Para aulas de campo desenvolvidas em épocas ou locais com clima frio
ou mais ameno, é aconselhável ou uso de agasalhos, gorros e luvas, bem como portar capas de
chuva.

345
Art. 52. No interior de cavernas, grutas, cavas de mineração, obras de engenharia
e em locais onde possa haver riscos de queda de blocos, é obrigatório o uso de capacetes de
segurança.

Art. 53. Quando a atividade implicar no uso de ferramentas como martelos,


marretas, facões, foices e machados é obrigatório o uso de óculos de segurança. Recomenda-se
também o uso de luvas de raspa de couro para proteção das mãos.

Art. 54. Cabe ao professor responsável excluir das atividades de campo qualquer
discente que não estiver vestido e/ou calçado adequadamente, bem como descumprir qualquer
norma de segurança.

Art. 55. Quando a hospedagem não for em hotéis e/ou pousadas, os participantes
deverão levar colchonetes, roupas de cama e banho e produtos de higiene pessoal.

Art. 56. Quando o local permitir e quando o projeto da aula de campo prever, os
participantes podem levar barracas para alojamento.

CAPÍTULO VII
ALIMENTAÇÃO E HIDRATAÇÃO EM CAMPO

Art. 57. É indispensável que cada participante leve água potável para as
atividades de campo, em quantidade suficiente para as horas de trabalho. Deve-se beber bastante
água potável durante as atividades em campo.

Art. 58. Para a alimentação no campo, recomenda-se que cada participante leve
alimentos de fácil digestão, evitando alimentos perecíveis e que necessitem de refrigeração.

Art. 59. Durante a aula de campo não é permitido portar, consumir ou oferecer
a outrem qualquer tipo de bebida alcoólica ou droga ilícita.

CAPÍTULO VIII
CONDUTAS DE SEGURANÇA EM CAMPO

Art. 60. Quando as atividades de campo ocorrerem em corpos d’água, em


embarcações, em rodovias ou em ferrovias, os participantes deverão seguir recomendações
especiais fornecidas pelo professor responsável.

346
Art. 61. Quando em embarcações fluviais é obrigatório o uso de colete salva-
vidas. Não é permitido saltar de embarcações em movimento.

Art. 62. A entrada de qualquer participante da aula de campo em corpos d’água


deve ser expressamente autorizada pelo professor responsável.

Art. 63. As atividades que ocorrerem no interior de corpos d’água, como em


rios, córregos, lagos e áreas costeiras, devem ser realizadas apenas por participantes aptos a
natação, a fim de se evitar afogamentos.

Parágrafo único: É proibido saltar de cachoeiras ou em corpos d’água


desconhecidos, em que haja risco de afogamento, de arrasto por correnteza ou de choque contra
rochas.

Art. 64. Quando as atividades forem realizadas à beira de rodovias, é obrigatória


a marcação do local com cones de sinalização.

§ 1°. Cabe ao docente responsável pela aula solicitar ao motorista que estacione
no acostamento, no mesmo lado da rodovia onde serão realizadas as atividades, a fim de se evitar
travessias e proteger os membros da equipe.

§ 2°. Os participantes devem permanecer no mesmo lado do acostamento onde


o veículo foi estacionado, e só atravessar a rodovia quando estritamente necessário e após
visualização prévia da movimentação de veículos. Não se deve atravessar em trechos com curvas
ou com visualização prejudicada.

Art. 65. Em caso de mau tempo, com risco de tempestade, chuvas, raios e
trovões, recomenda-se procurar abrigo, imediatamente, em construções ou no interior de veículos,
ficando longe de áreas descampadas, de árvores isoladas e objetos de metal pontiagudos.

§ 1°. A continuidade da aula de campo só será permitida/é recomendada se não


estiver ocorrendo descargas elétricas por meio de raios.

§ 2°. Caberá ao professor responsável avaliar os riscos dos trabalhos de campo


durante a incidência de chuvas e decidir pela paralisação ou continuidade da aula.

347
CAPÍTULO IX
ACIDENTES E MAL ESTAR

Art. 66. Em caso de acidentes com animais peçonhentos, queda com


acometimento de fratura e/ou torção ou quando algum participante for acometido por tontura,
náuseas, insolação, cefaleia, desmaio, câimbras ou calafrios, o docente responsável, se possível,
deverá intermediar o encaminhamento desse participante à unidade de saúde mais próxima.

§ 1°. Em casos de situações que requeiram socorro externo, o docente


responsável deverá acionar algum serviço de emergência (Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil).

§ 2°. Caso haja mais de um docente ou técnico responsável pela equipe, quando
ocorrer algum acidente em campo e um dos responsáveis precise se ausentar do local da aula, os
demais participantes podem permanecer no local e continuar as atividades. Caso contrário, a aula
de campo deve ser interrompida.

CAPÍTULO X
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 67. O uso de veículos próprios, do discente ou do docente, para qualquer


tipo de aula de campo não é recomendado.

Art. 68. Todos os participantes da aula de campo, que praticarem ato


incompatível com o disposto neste protocolo e na resolução vigente sobre as aulas de campo dos
cursos de graduação da UFMT, responderão por seus atos nas instancias cabíveis.

§ 1°. O discente causador, direto ou indireto, de dano ao meio ambiente, à


infraestrutura, a equipamentos ou a veículos da Universidade Federal de Mato Grosso ou da
Instituição na qual se realiza a aula de campo será responsabilizado financeiramente e
criminalmente, se for o caso, pelo ocorrido e suas consequências.

§ 2°. Em caso de transgressão deste protocolo, o docente responsável deverá


relatar por meio de documento com dados pormenorizados dos acontecimentos, a ser encaminhado
às instâncias cabíveis, para apuração de responsabilidades e estabelecimento das penalidades
cabíveis. A depender da gravidade da infração o docente responsável poderá decidir pelo
cancelamento ou interrupção da aula de campo ou visita técnica.

348
§ 3°. Aos discentes que transgredirem este protocolo poderão ser aplicadas as
sanções disciplinares previstas no regimento vigente de disciplina do corpo discente da
Universidade Federal de Mato Grosso.

Art. 69. Os casos omissos neste protocolo serão analisados e resolvidos pelo
Colegiado de Curso.

349
APÊNDICE G – Ações de Acessibilidade e inclusão na UFMT

INTRODUÇÃO

A primeira referência de peso à inclusão na legislação é bastante antiga: a nossa


Constituição de 1988. Lá estão descritos alguns dos deveres mais básicos do Estado. Mesmo assim
a evolução ocorreu a passos lentos. As regras para atendimento prioritário, por exemplo, só
foram definidas em 2000 (BOGAS, 2021)8.
Nesse sentido, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI ou Estatuto da Pessoa com Deficiência),
que entrou em vigor em 2016, representa uma vitória para nossa legislação, pois trouxe vários
avanços, garantindo que os direitos das pessoas com deficiência (PcD) sejam respeitados. Ela é
uma adaptação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU à legislação
brasileira, trata da acessibilidade e da inclusão em diferentes aspectos da sociedade. Nela temos
um capítulo específico sobre o direito à educação (BOGAS, 2021)9.

A legislação brasileira referente à inclusão escolar de pessoas com deficiência é


considerada, por muitos autores e pesquisadores da área, uma referência para qualquer país do
mundo. No entanto, o direito previsto na legislação não garante a inclusão, permanência e sucesso
dessas pessoas no ambiente acadêmico.
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), comprometida com a construção e
consolidação de uma Universidade como espaço inclusivo e de qualidade, que reconhece e valoriza
as diversidades e as diferenças sociais, culturais, físicas e emocionais, busca compreender e
atender às necessidades educacionais de seus servidores e discentes. A UFMT entende a educação
como um direito de todos, em consonância com a declaração dos Direitos Humanos e a Declaração
de Salamanca, constituindo ainda um processo de inclusão educacional numa perspectiva coletiva
da comunidade acadêmica e reafirma a necessidade da construção de uma Universidade inclusiva
que contenha em seu âmbito políticas, propostas e ações efetivas de inclusão e acessibilidade.

8
BOGAS, J.V. Estatuto da pessoa com deficiência: o que é e o representa na luta pela inclusão. Disponível no site
Hand talk: https://blog.handtalk.me/estatuto-da-pessoa-com-
deficiencia/?utm_source=Blog&utm_medium=LBI_Educacao_Link . Acesso em 14/05/2021.
9
BOGAS, J.V. O que a lei brasileira de inclusão diz sobre a educação? Disponível no site Hand talk:
https://blog.handtalk.me/lei-brasileira-de-inclusao-educacao/ . Acesso em 14/05/2021.

350
Assim, a busca pela constituição e efetivação de ações que possibilite o desenvolvimento
de uma efetiva política institucional de inclusão e acessibilidade, tem implicado em reformar
maneiras e modos de ver e agir, seja na gestão administrativa, na gestão de projetos acadêmicos e
pedagógicos da Universidade, fundamentando-se na importância da atenção e respeito à
diversidade, à diferença e na garantia do direito de todos à educação.
Desse modo, a UFMT tem desenvolvido e oportunizado ações e reflexões a fim de
fundamentar a implementação de uma política institucional de educação acessível e inclusiva para
sua comunidade acadêmica, portanto, abarca iniciativas voltadas a servidores e estudantes. Desse
modo, a UFMT reconhece a importância do cumprimento da legislação brasileira sobre
acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência comprometendo-se com a implementação de
políticas direcionadas à efetivação dos direitos humanos.

1. MARCO REGULATÓRIO DA ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NO BRASIL

Nas últimas décadas observou-se avanços no processo de democratização da sociedade


brasileira, com importante papel dos movimentos sociais, em especial os de direitos humanos, que
colocaram na agenda pública do país a construção de espaços e políticas sociais menos excludentes
e de convívio com a diversidade.
O convívio com a diferença e o respeito à diversidade, passou, inclusive, a significar um
estágio importante na evolução da sociabilidade humana, ainda que numa sociedade fortemente
marcada por desigualdades. O fato é que um país passa a ser avaliado em razão de sua capacidade
de convivência e tolerância com a diferença. E não apenas isso, passa a ser critério fundamental
de seu estágio evolutivo o que um país desenvolve para garantir a convivência humana centrada
no respeito e na tolerância à diversidade.
No caso brasileiro, vivendo a contramarcha das políticas neoliberais dos anos de
1980/1990, colaboram muito para a formação de uma agenda mais progressista e reivindicatória
os movimentos específicos de luta por direitos humanos, a exemplo dos negros, dos indígenas, da
população LGBT, das feministas, entre outros, marcados por uma trajetória histórica de
discriminação e estigmatização nas relações sociais, porque também estavam atravessadas pela
questão da origem de classe.
Assim, numa sociedade complexificada pelas desigualdades sociais, as políticas de
inclusão expressam as demandas por ações capazes de inserir na vida social, política e econômica,
uma pluralidade de sujeitos até então à margem dos direitos, marcados por classificações e
hierarquizações em decorrência de suas diferenças.

351
Coloca-se no contexto desse processo todo o marco regulatório que passa a compor a
agenda das políticas sociais brasileiras, um país que começa a se comprometer com os direitos
sociais e humanos a partir da Constituição de 1988, ainda que marcado por intensas contradições
históricas. Assim, a defesa dos direitos da pessoa com deficiência na legislação brasileira resulta
de mobilização e lutas de vários segmentos que demandaram atuação coletiva e resposta social
amparadas pela força da lei, na perspectiva do Estado de Direito.
Deve-se considerar que na Educação, particularmente no Ensino Superior, os anos de 1990
marcam um período de reformas e mudanças no sistema educacional. Os anos 2000 inauguraram
as políticas de inclusão, particularmente a política de cotas que passa a ser implementada
nacionalmente, embora algumas Universidades já experimentassem políticas de ações afirmativas
antes da existência de uma lei federal. Mas a Lei nº 12.711/2012 que obrigou as universidades,
institutos e centros federais a reservarem para candidatos negros e/ou oriundos de escola pública
metade das vagas oferecidas anualmente em seus processos seletivos é marco fundamental para
ampliação do acesso e democratização das Universidades.
No que se refere especificamente à acessibilidade, componente das políticas de inclusão
no âmbito educacional, as diretrizes político-normativas brasileiras apenas ganham força com os
movimentos internacionais, como a Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada em
Jomtien, Tailândia (1990) e em Salamanca, Espanha (1994), a Conferência Mundial sobre
Educação Superior, realizada em 1998 em Paris, a Declaração de Guatemala (2001) que promulga
a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as
Pessoas Portadoras de Deficiência, são referências que passam a orientar a inclusão de pessoas
com deficiência em todos os níveis de ensino.
A educação inclusiva recebe na atual Lei de Diretrizes de Base da Educação (LDBEN/Lei
nº 9.394/1996) um capítulo para a educação especial, definindo-a como modalidade de educação
escolar a ser oferecida preferencialmente na rede de ensino regular, assegurando a oferta de
currículos, métodos e recursos educativos específicos, assim como professores com formação
especializada.
O Decreto nº 5.296/2004 estabeleceu normas e critérios para a promoção da acessibilidade
às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e impulsionou o MEC/Secretaria Nacional de
Educação Especial dando origem ao Programa Incluir no ensino superior, estratégia para garantir
a acessibilidade universal aos espaços públicos, à instrução e ao conhecimento nesse nível de
ensino.
O MEC/Sesu disciplinou pela primeira vez a educação especial no ensino superior em
2008, por meio da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva,

352
estabelecendo sua efetivação por meio de por meio de ações de promoção do acesso, da
permanência e da participação discente (BRASIL, 2008)10.
Como forma de efetivar a Política e, assim, garantir o acesso, a permanência e a conclusão,
o planejamento e a organização de recursos e de serviços para a promoção da acessibilidade
arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação e nos materiais pedagógicos, são
ações previstas e implementadas tanto nos processos seletivos como no desenvolvimento de todas
as atividades de ensino e de extensão.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), Estatuto da Pessoa com Deficiência, é
representativa do processo de luta pela cidadania desse segmento social, expresso na definição do
conceito de pessoa com deficiência, como previsto no Artigo 2º: “[...] aquela que tem
impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em
interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade
em igualdade de condições com as demais pessoas”. Uma perspectiva conceitual em que a
deficiência deixa de ser atributo dos sujeitos, mas decorrente das dificuldades que se originam na
relação com barreiras.
Tal lei é imperativa quanto ao papel das Universidades brasileiras em assegurar aos
estudantes com deficiência o atendimento educacional especializado nesse nível de ensino. Na
UFMT sua aplicabilidade do ponto de vista da inserção no processo seletivo se efetivou em 2018.

2. POLÍTICA INSTITUCIONAL DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT

A UFMT partilha do pressuposto de que, em ambientes educacionais, inclusão e


acessibilidade devem ser objetos de política e programas de trabalho organizados com a finalidade
de contribuir com a redução da desigualdade. É dever da Universidade ser espaço institucional que
proporcione ambiente e ambiência de aprendizagem seguros, includentes, com infraestrutura, com
sistemas e com equipamentos adequados, e relações pedagógicas sensíveis às diferenças,
tornando-a verdadeiramente democrática, portanto, na contramão dos processos sociais
excludentes e da privatização do conhecimento.
Atender a demanda educacional inclusiva brasileira no ensino superior é um sério desafio
que as Universidades têm enfrentado em âmbito nacional, tendo que cumprir a inserção. Sabe-se,

10
BRASIL. Ministério da Educação. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16690-politica-
nacional-de-educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&Itemid=30192. Acesso em
14/05/2021.

353
contudo, que não basta apenas inserir esse público e continuar desenvolvendo as práticas docentes
olhando unicamente à generalidade. No momento em que se afirma que a educação é um direito
de todos, é importante entender que isso depende da aceitação das diferenças e na valorização do
indivíduo, autônoma dos fatores físicos e psíquicos. Com esse pressuposto, o termo inclusão
contempla uma perspectiva em que todos tenham os mesmos direitos e deveres, de forma que se
construa um universo que favoreça o crescimento, valorizando as diferenças e o potencial de todos.
É com essa perspectiva ampla, que a Universidade Federal de Mato Grosso vem
desenvolvendo uma Política Institucional que se compromete em incluir mudanças em suas
concepções administrativas e pedagógicas e repensar as práticas de ensino, visando entender as
dificuldades de sua comunidade (servidores e alunos) em sua especificidade e diversidade.
Na Universidade Federal de Mato Grosso, a normativa que acompanha toda a
movimentação nacional para tornar a Universidade mais democrática e inclusiva é expressa na
Resolução nº 131, de 30/10/2017, aprovada pelo CONSEPE. Seu escopo é amplo e abarca as
legislações das cotas, assim como as Políticas de Ações Afirmativas em desenvolvimento pela
Universidade Federal de Mato Grosso, o Programa de Inclusão Indígena (PROIND) e o Programa
de Inclusão Quilombola (PROINQ). A Resolução Consepe nº 82, de 12/09/2007, criou o Programa
de Inclusão de Estudantes Indígenas, e a Resolução Consepe nº 101, de 26/09/2016, criou o
Programa de Inclusão de Estudantes Quilombolas.
Diante desse contexto, a UFMT vem desenvolvendo diversas ações no âmbito
administrativo e acadêmico. Dentre elas:
a) Ações de capacitação: objetivando conscientizar os servidores e a comunidade
acadêmica sobre: 1) a importância de “derrubar” as barreiras pedagógicas e atitudinais;
2) a falta de informações básicas e necessárias que podem proporcionar dificuldade de
atuação dos servidores para atender as pessoas com deficiência; 3) a necessidade de
extinguir toda e qualquer forma de preconceitos, sempre buscando compreender as
dificuldades dos docentes, dos intérpretes e dos servidores que tenham contato com
alunos com deficiência, e, assim, atender aos seus direitos e às suas necessidades. A
Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), tem contemplado as seguintes ações:
Ações Executadas Ações de Desenvolvimento

Participação no Fórum Permanente do


Libras para Atendimento aos Surdos.
Núcleo de Inclusão e Acessibilidade da UFRJ.
Visita Técnica ao Laboratório de 1º Encontro de Formação de Tradutores
Tecnologia Assistida da UFRJ. Intérpretes de Libras da UFMT.

354
Adaptação das ações de
I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da
desenvolvimento da UFMT para inclusão dos
UFMT.
servidores PcD.
Participação no II Congresso Nacional
de Inclusão na Educação Superior e Educação Acessibilidade e Inclusão 2.
Profissional Tecnológica em Natal-RN.
Constituição e implementação de
programa de formação continuada da
comunidade acadêmica, com eixos
norteadores como inclusão, ações afirmativas Acessibilidade e Inclusão na UFMT.
e acessibilidade; voltando-se às
especificidades do processo educacional de
alunos com necessidades especiais.
Inclusão: Acesso e Permanência do Surdo
na UFMT.
Língua Brasileira de Sinais na UFMT –
Libras UFMT (Básico I).
Língua Brasileira de Sinais na UFMT –
Libras UFMT (Básico II).
Curso de Libras – Revisão dos Módulos
01 e 02.
Curso de Libras 03.
Inclusão e Acessibilidade na UFMT: Por
Uma Universidade Inclusiva.
Inclusão e Acessibilidade: Quebrando
Barreiras Atitudinais.
Curso Inclusão e Acessibilidade na
UFMT: “Língua Brasileira de Sinais – Libras”.
Encontro Nacional dos TILS das IFES.
Estratégias Didáticas e Metodológicas
para a Inclusão de Estudantes com Deficiência.

355
b) Ações de Políticas afirmativas: objetivando elaborar ações administrativas e
acadêmicas que possibilitem a igualdade e, ao mesmo tempo, contribua para minimizar
as diferentes formas de desigualdades presentes na comunidade acadêmica, sejam com
ações de acolhimento, de acompanhamento ou de auxílio financeiro, várias unidades
da UFMT se uniram e desenvolveram várias ações. Dentre elas:
● Mapeamento dos servidores e alunos PcD junto aos setores administrativos e
acadêmicos;
● Mapeamento de trabalhos e publicações acadêmicas sobre a temática de inclusão e
acessibilidade desenvolvida dentro da comunidade universitária;
● Elaboração do Manual sobre PcD da UFMT: “Como lidar com a pessoa com
deficiência? Falar sobre inclusão e acessibilidade”;
● Fomento à organização de espaços para aprendizagem cooperativa que coloca em
pauta a participação, o trabalho em equipe, a valorização dos interesses, onde a
comunidade acadêmica com diversos interesses e habilidades desenvolvam suas
potencialidades;
● Estruturação dos processos seletivos para servidores da UFMT com aplicação da
legislação pertinente à inclusão de PcD;
● Definição, estruturação e aprimoramento do sistema de ingresso para garantia de
acesso às vagas de estudantes com deficiência e de ações afirmativas com criação
de comissões específicas de trabalho durante a matrícula: Comissão de
Heteroidentificação; Comissão de Elegibilidade e Inclusão; Comissão de Avaliação
de Renda;
● Adoção de medidas que visem a ampliação da acessibilidade à comunicação da
UFMT, como adequação do site institucional, materiais audiovisuais e eventos com
tradutores-intérpretes de Libras, além de abertura de serviços de atendimento ao
cidadão.
c) Ações administrativas e acadêmicas: objetiva preparar ações administrativas e
acadêmicas, no âmbito operacional e estratégico com o envolvimento de toda cúpula
administrativa da UFMT, a fim de auxiliar no acolhimento e no respeito da diversidade
acadêmica, na elaboração de políticas institucionais que assegurem os direitos, o
desenvolvimento, o acompanhamento e as adaptações didático-pedagógicas dos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação, das áreas de pesquisa e extensão da
universidade, tendo como premissa o acesso universal da comunidade ao ambiente
acadêmico com um ensino acessível e inclusivo. Dentre elas:
356
● Realização do 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade da UFMT;
● Criação da comissão para discutir e propor a criação do Núcleo de Acessibilidade
e Inclusão (NAI), em substituição ao Núcleo de Inclusão e Educação Especial
criado em 01/04/2009 de acordo com as atualizações legais, acadêmicas e
contemplando a realidade das relações de trabalho e necessidades dos usuários
(servidores e estudantes). O trabalho da comissão culminou com encaminhamento
de minuta para o CONSUNI que, em 19 de maio de 2021, por meio da Resolução
CONSUNI nº 35, aprovou a criação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão e seu
Regimento;
● Reunião periódica com grupo PcD da UFMT;
● Reuniões sistemáticas entre as Pró-Reitorias e Secretarias, a fim de elaborar
propostas para as devidas modificações e adaptações necessárias para as ações
de inclusão e acessibilidade;
● Implementação da disciplina optativa de “Educação Especial e Acessível” para
todos os cursos da UFMT;
● Orientação e suporte aos coordenadores de cursos para a revisão dos Projetos
Pedagógicos dos cursos de graduação a fim de realizar as devidas modificações
para atender as normativas vigentes;
● Informação e orientação à Coordenações de Cursos quando do ingresso de
estudantes PcD;
● Acompanhamento de estudantes PcD com destinação de bolsas para apoio à
inclusão. O programa de Bolsa de Apoio à Inclusão foi extinto para dar vez à
Monitoria Inclusiva a partir da Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de maio de
2021, uma vez que está se caracteriza por ser mais abrangente do que o
programa antecessor;
● Produção de indicadores da política de inclusão e acessibilidade com a
finalidade de subsidiar o planejamento da Política, de projetos e de ações tendo
como público: gestores, docentes, técnico-administrativos e discentes.

3. PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

A Pró-reitoria de Assistência Estudantil (PRAE), criada por meio da Resolução CD Nº


11, de 19/10/2012, é a unidade com competência técnico-administrativa de proposição,
implementação e gestão das políticas de assistência estudantil na Universidade Federal de Mato

357
Grosso, destinadas a garantir que os discentes tenham condição de permanecer na instituição
obtendo êxito na sua formação.
O instrumento que orienta a execução da política, indicando o público prioritário, as áreas
de atuação e o orçamento que deve ser investido a partir das definições e autonomia das
Universidades é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituído pelo
Decreto Nº 7.234/2010.
Na UFMT, a Resolução Consepe nº 131, de 30/10/2017, estabelece, em seu Artigo 8º, a
competência da PRAE em realizar o acompanhamento acadêmico e socioassistencial dos
discentes, e avaliação das ações afirmativas na UFMT, por meio dos programas, dos projetos
serviços e das instâncias instituídas para essa finalidade. Nesse aspecto, faz referência à Bolsa
Apoio à Inclusão (Inciso I), assim como ao Acompanhamento do Programa Bolsa Permanência
do MEC (PBP MEC) (Inciso II)11 e reafirma a criação do Comitê Local de Acompanhamento do
Programa de Ação Afirmativa da UFMT, nos termos da Resolução CONSEPE nº 98, de
13/11/2012, com a finalidade de elaborar relatórios anuais de avaliação das Ações Afirmativas
na UFMT (no Inciso III), um comitê que deve ser criado e está em processo de proposição pelo
Conselho de Políticas de Ações Afirmativas vinculado à PRAE.
A PRAE tem acompanhado junto com outras instâncias administrativas, particularmente
a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, Pró-Reitoria de Planejamento, a Secretaria de Gestão de
Pessoas, a Pró-Reitoria Administrativa e a Vice-Reitoria, o processo de normatização do Núcleo
de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMT, exigente de relação recíproca entre as unidades
considerando que o Núcleo é instância destinada ao atendimento da comunidade acadêmica PcD,
servidores e estudantes. Nesse sentido está em andamento a viabilização de decisões que efetivem
a criação do NAI na UFMT, como instalação de espaço físico com equipamentos, readequação
de alocação dos intérpretes, entre outras medidas e/ou adequações necessárias para promover a
acessibilidade e inclusão no âmbito da UFMT, conforme previsto no PDI institucional. Ressalta-
se que o NAI, bem como seu regimento interno, foi aprovado por meio da Resolução CONSUNI
nº 35, de 19 de maio de 2021, anteriormente citada.
De qualquer modo, salienta-se que além das condições infraestruturais da própria
Universidade, as dificuldades de aprendizagem discente, neste caso de PcD, são, sobretudo,

11
Ação do Governo Federal de concessão de auxílio financeiro a estudantes indígenas e quilombolas matriculados
em instituições federais de ensino superior, regulamentada pela Portaria nº 389, de 9 de maio de 2013.

358
fenômenos institucionais, políticos e culturais, e estão relacionados tanto a fatores relativos à
origem socioeconômica, como às vivências na instituição, portanto têm relação com as relações
interpessoais e políticas pedagógicas que ocorrem em seu interior, razão pela qual o escopo das
ações deve abarcar como inter-relacionar diversas unidades da instituição, administrativas e
acadêmicas.
Do ponto de vista organizacional da PRAE, a equipe tem colocado em funcionamento uma
base de apoio, possível por meio de programas implantados: Programa de Alimentação; Programa
de Moradia; Acolhimento e Orientação Psicológica; e um conjunto de normativas que
regulamentam a Política de Assistência Estudantil na Universidade, tendo instituído por meio de
transferência monetária, na forma de auxílios e bolsas: o Auxílio Permanência; Auxílio Moradia;
Auxílio Evento; Auxílio Material Pedagógico; Bolsa Apoio à Inclusão substituída pela Monitoria
Inclusiva; e, mais recentemente, medidas de Inclusão Digital, inclusive para atendimento
específico a PcD. Portanto, seguindo seu aprimoramento, tem sido pauta em sua agenda a
atualização e/ou alteração do regramento da política de assistência estudantil na UFMT, de modo
que seja capaz de ganhar mais efetividade diante das demandas estudantis.
No âmbito da PRAE, estão abrigados atualmente os seguintes Programas/Auxílios que se
comprometem com a finalidade de garantir permanência dos estudantes para uma formação
qualificada e inclusiva:
a) Programa de Moradia: inclui o Auxílio Moradia e vaga para a Casa do Estudante
Universitário (CEU), tendo a UFMT duas moradias no campus Cuiabá;
b) Programa de Alimentação Subsidiada: contempla estudantes com isenção integral
para acesso aos Restaurantes Universitários, assim como estudantes subsidiados
parcialmente, que pagam valor estabelecido em Resolução com subsídio da UFMT;
c) Auxílios para atendimento de estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica: Constituem um conjunto de auxílios voltado a estudantes em
situação de vulnerabilidade, prioritariamente os que têm renda per capta familiar até
um salário mínimo e meio, em acordo com o regramento nacional, fonte orçamentária
principal da política (Decreto nº 7234/2010/PNAES). Nesse rol estão: Auxílio
Permanência; Auxílio Moradia; Auxílio Material Pedagógico; Auxílio Emergencial;
Auxílio Evento; e, a partir de 2020, Auxílio Inclusão Digital e outras medidas de Apoio
Financeiro para Aquisição-Locação de Equipamentos, com valor diferenciado para
estudantes PcD; além de concessão de empréstimo de equipamentos (crhomebooks e
notebooks);

359
d) Monitoria Inclusiva: Normatizada pela Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de maio
de 2021, a Monitoria Inclusiva caracteriza-se como as ações da/o estudante de
graduação presencial com a finalidade de apoiar, desenvolver e acompanhar atividades
junto a outros(as) estudantes de graduação presencial com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento, superdotação/altas habilidades, indígenas, quilombolas
ou outros discentes de programas de ação afirmativa, de maneira a contribuir com a
inclusão, minimizando barreiras e colaborando com a permanência e êxito na formação
desses discentes. A Monitoria Inclusiva substitui a Bolsa de Apoio à Inclusão em
vigência desde a aprovação da Resolução CONSEPE nº 37/2010, revogada com a
Resolução CONSEPE nº 130/2021 que institui a Monitoria Inclusiva aqui
caracterizada.
Vinculado à PRAE está o Conselho de Políticas de Ações Afirmativas, uma instância
colegiada de caráter consultivo, propositivo e avaliativo, experiência colegiada que fortalece os
processos de controle social. O Conselho está regulamentado por meio da Portaria PRAE nº 02,
de 07/05/2014.
A Pró-Reitoria da PRAE, por meio da Gerência de Apoio à Inclusão (GAI) e com base em
dados institucionais fornecidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação e pela Pró-Reitoria
de Planejamento, realiza levantamentos sobre o quantitativo de estudantes PcD matriculados na
UFMT, assim como mapeia informações sobre as necessidades estudantis para junto às outras
instâncias articular respostas mais eficazes, monitorando a efetividade das ações. A GAI é
atualmente lócus de apoio às unidades acadêmicas em matéria de acessibilidade e inclusão, dando
suporte com orientação, emissão de Nota Técnica12, entre outras ações de acompanhamento de
estudantes PcD e de ações afirmativas junto às Coordenações de Cursos.

4. NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DA UFMT

No período de 11 a 13 de setembro de 2017 foi realizado o I Fórum de Acessibilidade e


Inclusão da UFMT, organizado pela Gerência de Capacitação e Qualificação, vinculada à
Coordenação de Desenvolvimento Humano da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), por meio
do Programa de Desenvolvimento e Formação de Gestores Administrativos e Acadêmicos.

12
Nota Técnica Nº 001/2020 - GAI/CPAAAE/PRAE, de 24 de junho de 2020. “Inclusão de pessoas com deficiência
e o ensino mediado por tecnologias da informação e da comunicação.”Disponível em:
https://cms.ufmt.br/files/galleries/11/31/NOTA_TECNICA_001_2020.pdf

360
Teve como objetivo sensibilizar e mobilizar os gestores e a comunidade acadêmica para a
eliminação de barreiras atitudinais, informativas e arquitetônicas, entre outras dificuldades que
impedem pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de desenvolver suas atividades
administrativas e/ou acadêmicas.
Contou com a participação de, aproximadamente, 100 pessoas, entre docentes, técnico-
administrativos e discentes da UFMT, além de pessoas externas e convidados de outras
universidades. Dentre os encaminhamentos do “I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da UFMT”,
destaca-se a constituição de uma comissão para análise, planejamento e criação de um Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão, que derivou em uma ata de fundação em 2018 e, em 19 de maio de
2021, na aprovação do NAI e de seu regimento por meio da Resolução CONSUNI nº 35.
Esse Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, deverá exercer o papel de catalisador das ações,
configurando-se como uma instância vinculada à Vice-Reitoria, conforme Resolução aprovada,
com espaço físico, estrutura administrativa e profissionais responsáveis para articular as ações das
diferentes instâncias administrativas e de gestão acadêmico-pedagógicas, buscando o
desenvolvimento de uma política ampla capaz de agregar no seu interior os programas e ações
voltados aos servidores e aos discentes da UFMT, incluindo pesquisa e extensão nessa área. Ou
seja, deverá ser capaz de integrar e articular as atividades da instituição, assim como poderá
integrar projetos e estudos, intercâmbio, cooperação técnico-científica, tendo um caráter
multidisciplinar para a inclusão educacional e social das pessoas com deficiência. Por isso, seu
compromisso em responder pela organização de ações institucionais, garantidoras da integração à
vida acadêmica de estudantes com deficiência e oriundos de ações afirmativas, assim como de
servidores, impactando positivamente sobre o acesso aos espaços, ambientes, ações e processos
desenvolvidos na UFMT, além de integrar e articular para a inclusão educacional e social.
Para instituir uma política, com a envergadura proposta e necessária ao tamanho do desafio,
sabe-se que perseguir a inclusão social, econômica, digital, cultural ou educacional significa
admitir que vivemos sob uma lógica intrinsecamente excludente, presente nos atuais modos de
organização e produção social. Nesse contexto, é papel do Estado a busca para encontrar modos
e meios de superação dos obstáculos persistentes, levando parte ainda significativa da população
ao não acesso aos bens e serviços produzidos, no caso específico: ao direito à educação.
Assim, trabalhar a unidade nas ações significa igualmente uma compreensão que, primeiro,
é de responsabilidade e compromisso de todos; segundo, de que nenhuma ação individual será
capaz de atingir metas amplas sem o necessário respaldo de um trabalho articulado e coletivamente
referenciado, cujo propósito se assenta no reconhecimento e no respeito à diferença e na promoção
dos direitos humanos. Com efeito, o respeito às diferenças e à identidade do outro requer assegurar

361
ações diferenciadas na perspectiva da equidade, ou seja, é preciso ao reconhecer a diferença, agir
sobre as condições diferenciadas que se apresentam e são propiciadoras de desigualdades, de modo
a não reproduzir e/ou reafirmar no processo educacional exclusões históricas.

362
APÊNDICE H – Regulamento sobre a quebra ou dispensa de pré-requisitos

Em conformidade com a Resolução CONSEPE N. 104, de 26 de agosto de 2013, o presente


regulamento estabelece os critérios para solicitação de dispensa de pré-requisitos na estrutura
curricular do curso de graduação em Engenharia Civil da UFMT/CUA.
Serão concedidas quebras de pré-requisito somente nos seguintes casos:

1. Dispensar o pré-requisito, quando o pré-requisito já tiver sido cursado com reprovação


apenas por média com nota maior ou igual a 3,5. Ressalta-se que o aluno não pode ter
sido reprovado por frequência na disciplina;
2. Flexibilizar todos os pré-requisitos para alunos em dilação de prazo;
3. Permitir a quebra de pré-requisito para discentes prováveis formandos. Serão
considerados prováveis formandos discentes que tenham até 36 créditos pendentes para
integralização curricular;

Os critérios de quebra de pré-requisito não poderão ser aplicados quando a quebra de pré-
requisito implicar na violação do tempo mínimo de integralização curricular, previsto no Projeto
do Curso.
Situações excepcionais poderão ser avaliadas pelo Colegiado de Curso.
As solicitações deverão ser protocoladas via sistema SEI e encaminhados à Coordenação
de Ensino de Graduação em Engenharia Civil dentro do prazo estabelecido no calendário
acadêmico.

O atendimento do pleito depende da compatibilidade de horários e de existência de vaga


na disciplina requerida.

O Colegiado de Curso poderá rever os critérios de dispensa de pré-requisito durante a


validade do PPC. Toda alteração deverá constar em Ata e ser homologada pela Congregação e será
amplamente divulgada entre os discentes na página web do curso:
https://www.ufmt.br/curso/engcivil

363
APÊNDICE I – Regulamento de autoavaliação do curso

No curso de Engenharia Civil, o processo de autoavaliação dar-se-á em consonância com


a Resolução CONSEPE N. 67, de 24 de junho de 2019, a qual dispõe sobre a aprovação das
diretrizes institucionais que regulamentam a autoavaliação dos cursos de graduação da UFMT.
A autoavaliação consiste em uma importante ferramenta para análise da qualidade dos
procedimentos acadêmicos relativos à formação dos estudantes, com o objetivo de embasar a
tomada de decisões das instâncias acadêmico-administrativas pertinentes. Nesse sentido, a
proposta de autoavaliação do Curso de Engenharia Civil tem como objetivo geral identificar os
pontos positivos e as fragilidades do curso, a fim de orientar as correções de rumos e o
redimensionamento das direções.
Especificamente, busca-se: i) prestar contas à sociedade; ii) aperfeiçoar o processo
educativo e o desempenho dos estudantes; iii) aperfeiçoar o corpo docente e o pessoal técnico
implicado; iv) identificar necessidades pedagógicas e materiais que necessitem de solução ou
encaminhamento junto à Administração Superior da UFMT; v) identificar situações favoráveis ou
desfavoráveis à realização do projeto pedagógico dos cursos, em todas as suas dimensões; vi)
subsidiar as ações de ensino, pesquisa e extensão de que tratam os planos e programas das
atividades acadêmicas; vii) munir de informações as diferentes instâncias acadêmico-
administrativas da UFMT, visando à elaboração e ao estabelecimento de iniciativas para a
melhoria da qualidade da formação dos estudantes; viii) fornecer elementos para a avaliação das
políticas acadêmicas implantadas pela UFMT; ix) propor soluções a fim de subsidiar a tomada de
decisões pelas instâncias acadêmicas pertinentes, de modo a favorecer a tomada de decisões pelas
instâncias acadêmicas pertinentes, de modo a favorecer a melhoria do ensino de graduação.
A proposta de autoavaliação tem como base princípios humanizadores, reflexivos,
construtivos e formativos, que deverá indicar caminhos que auxiliem os estudantes e a instituição
a subir de patamar, de forma consciente, na sua forma e qualificação; além de verificar a eficiência
das ações pedagógicas em curso, alicerçando decisões para seu aperfeiçoamento.
O planejamento, a organização das atividades, a aplicação dos questionários e a elaboração
dos relatórios parciais e finais da autoavaliação são responsabilidade do Núcleo Docente
Estruturante (NDE). Os relatórios deverão conter os seguintes aspectos:
i) Introdução: como se iniciou e como se desenvolveu o processo de autoavaliação;
ii) Contexto da Unidade Acadêmica: dados gerais do Instituto;
iii) Sujeitos da Avaliação: perfil dos participantes e forma de participação no processo de
autoavaliação;

364
iv) Resultados: dados descritivos, podendo ser apresentados em forma de tabelas e gráficos;
v) Interpretação dos resultados: aspectos relevantes dos resultados, pontos fortes e fracos
das dimensões avaliadas;
vi) Reflexões conclusivas: propostas de soluções que possam amenizar ou solucionar os
problemas e as necessidades detectadas.
Os relatórios deverão ser aprovados pelo Colegiado de Curso e homologados pela
Congregação. A Congregação, por sua vez, deverá encaminhar os relatórios, uma vez apreciados
e homologados, às instâncias acadêmico-administrativas pertinentes a fim de subsidiar a avaliação
institucional da Universidade, e à Pró-Reitoria de Graduação. Os resultados do processo de
autoavaliação serão para uso exclusivo da gestão institucional.
Farão parte do processo de autoavaliação todos os segmentos que constituem a Unidade
Acadêmica: estudantes, egressos, docentes, coordenador(a), diretor(a), técnico(a)
administrativo(a)s. A abordagem metodológica da autoavaliação a ser implantada no Curso de
Engenharia Civil se dará por meio da consulta direta aos envolvidos no processo. Os instrumentos
de autoavaliação consideram três dimensões:
i) Organização Didático-Pedagógica: estrutura e conteúdos curriculares, perfil do egresso,
metodologia, estágios, atividades complementares, trabalho de conclusão de curso, apoio ao
estudante, gestão do curso, uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo
de ensino-aprendizagem, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), atividades práticas,
atividades extensionistas, avaliação da aprendizagem;
ii) Corpo Docente: qualidade do ensino, aulas práticas, planejamento, relação teoria-
prática, acompanhamento do estudante com dificuldade na aprendizagem, estímulo à produção
científica tanto na perspectiva quantitativa quanto qualitativa, integração com a sociedade;
iii) Infraestrutura: instalações da biblioteca, acervo bibliográfico, laboratórios, salas de
aula, banheiros, acessibilidade física e digital.
O processo avaliativo abrangerá dez dimensões, a saber: 1) autoavaliação docente; 2)
autoavaliação discente; 3) autoavaliação do(a) coordenador(a); 4) avaliação do(a) coordenador(a)
pelos discentes, egressos, docentes e direção; 5) avaliação do curso pelo corpo discente; 6)
avaliação do curso pelos egressos; 7) avaliação do desempenho docente pelos discentes; 8)
autoavaliação do pessoal técnico-administrativo; 9) avaliação do pessoal técnico-administrativo
pelos discentes, egressos, docentes e direção; 10) avaliação do curso pela direção da Unidade
Acadêmica. A aplicação de todos os questionários dar-se-á fisicamente, podendo ser
implementados para formato eletrônico em momento oportuno, pelo NDE.

365
Quanto à periodicidade, o processo de autoavaliação do Curso de Engenharia Civil ocorrerá
da seguinte forma:
• Aplicação dos questionários uma vez por ano;
• Elaboração dos relatórios a cada dois anos.
Os anexos I, II, III, IV, V e VI trazem os modelos de questionários que poderão ser
modificados pelo NDE e que poderão ser aplicados mediante aprovação do Colegiado de Curso e
homologação pela Congregação do Instituto.

366
ANEXO I – CORPO DISCENTE

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
QUESTIONÁRIO DISCENTE
AUTOAVALIAÇÃO DISCENTE
Participo das atividades e eventos programados do meu curso e da Instituição?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Sou assíduo às aulas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Cumpro o horário de início e de término das aulas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Estudo independentemente das avaliações marcadas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Utilizo frequentemente a biblioteca?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Contribuo para um ambiente que permita o aprendizado?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Demonstro interesse além do conteúdo estudado?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Colaboro com a preservação estética e patrimonial da Instituição?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO
Ações extensionistas realizadas pelo curso e pela instituição
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A funcionalidade dos Sistemas Virtuais, Acadêmicos (AVA, SIGA e outros) e
Administrativos (SEI e outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Suas expectativas em relação ao curso estão sendo atendidas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Ao atendimento prestado pela Coordenação de Curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ao compromisso da Coordenação de Curso com o bom desenvolvimento do Curso de
Engenharia Civil.
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ao retorno do Coordenador às reivindicações feitas pelos alunos.
a) excelente b) bom/boa c) regular
367
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso (projetores, softwares,
livros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ambiente da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Acervo da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico dos laboratórios de informática
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Às condições gerais das salas de aula (iluminação, ventilação, espaço, mobiliário, acústica).
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
Construção de Conhecimentos
Apresenta, discute e cumpre o Plano de Ensino da Disciplina?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Propõe o aprofundamento de estudos indicando diferentes bibliografias?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Trabalha seu programa com clareza, objetividade, segurança e coerência?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Ressalta a importância da sua disciplina da formação do aluno?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Relaciona trabalhos com conteúdo da disciplina com outras?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
É disponível para orientar o aluno em horários extraclasse?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Processo Didático
Cumpre corretamente o horário de aula (início e final da aula.)?
368
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Explica o conteúdo em uma linguagem compreensível para o aluno?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Admite perguntas e indagações sobre o conteúdo ministrado?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Estimula os alunos a expressar ideias, participar e discutir o conteúdo nas aulas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Processo de Avaliação
Elabora avaliação coerente com as aulas dadas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Apresenta aos alunos os critérios da avaliação?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Apresenta aos alunos os resultados das avaliações e trabalhos?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
A avaliação é feita de tal maneira que estimule o raciocínio do aluno?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Relação Interpessoal
Procura garantir um clima saudável e produtivo durante as aulas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Administra bem situações de conflito em sala de aula?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Interação Extradisciplina
Relaciona os conteúdos da disciplina com outras?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Incentiva e motiva o aluno a participar das atividades oferecidas pelo curso?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar

369
ANEXO II – EGRESSOS

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
QUESTIONÁRIO DOS EGRESSOS
PREFIL DO EGRESSO
Ano de Ingresso: Ano de Conclusão:
Faixa Etária
a) até 24 anos b) de 25 a 34 anos c) de 35 a 44 anos
d) de 45 a 54 anos e) acima de 55 anos
Estado Civil:
a) Casado(a)/União Estável b) Divorciado(a)/Separado(a)
c) Solteiro(a) d) Outro:
Possui outra Graduação, mesmo incompleta?
a) Sim b) Não
Caso a resposta seja não, informe:
a) Não cursei, mas pretendo cursar b) Não cursei e não pretendo cursar
Cursa ou cursou Especialização?
a) Sim, estou cursando b) Sim, já cursei
c) Não, mas pretendo cursar d) Não, e não pretendo cursar
Cursa ou cursou Pós-Graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado)?
a) Sim, estou cursando b) Sim, já cursei
c) Não, mas pretendo cursar d) Não, e não pretendo cursar
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO
Formação obtida para atividade profissional
Formação teórica
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Formação prática
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Qualidade das ações extensionistas realizadas para a formação geral e profissional
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Duração do curso realizado
a) Adequada b) Deveria ser ampliada
c) Deveria ser reduzida d) Não sei opinar
Grau de satisfação com o curso concluído em relação à formação obtida
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Corpo Docente
Didática do corpo docente para desenvolver os conteúdos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Nível de conhecimento do corpo docente
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Gestão Acadêmica
Comprometimento da coordenação com o desenvolvimento do Curso de Engenharia Civil

370
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ambiente da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Acervo da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico dos laboratórios de informática
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
INFORMAÇÕES SOBRE ATIVIDADES PROFISSIONAIS
Realizou estágio profissional (não curricular) durante a graduação?
a) Sim b) Não
Atividade laboral durante a graduação
a) Não trabalhou b) Trabalhou durante todo o curso
c) Trabalhou apenas durante uma parte do curso (período ininterrupto)
d) Trabalhou esporadicamente durante o curso
Exerceu seu trabalho
a) No setor público b) No setor privado c) Como autônomo
d) Em outro setor e) Não sei opinar
Atualmente você está
a) Trabalhando b) Trabalhando e estudando
c) Apenas estudando d) Não estou trabalhando e nem estudando
Exerce seu trabalho atual
a) Há menos de 01 ano b) Entre 01 e 03 anos c) Entre 03 e 05 anos
d) Há mais de 05 anos e) Não sei opinar
A sua cidade de residência atual é
a) A mesma de quando estava cursando o curso de graduação
b) Mudei de cidade em busca de oportunidade de trabalho na área do curso
c) Mudei de cidade por outro motivo
Ingressou em seu trabalho atual por meio de
a) Concurso Público b) Indicação c) Envio de currículo
d) Iniciativa pessoal e) Não sei opinar
Seu vínculo de trabalho é
a) Estatutário b) Contratado temporariamente
371
c) Empregador d) Contratado por tempo indeterminado
e) Informal f) Contratado por tempo indeterminado CLT
g) Não sei opinar
Qual é a sua função e ou cargo atual?
a) Projetista b) Gestão e Direção
c) Consultoria d) Outro
Relação de sua função e ou cargo com sua área de formação no curso de graduação
a) Grande b) Média c) Pequena
d) Nenhuma e) Não sei opinar
A formação recebida na graduação, para o exercício de sua função e ou cargo atual
a) Foi necessária b) Não foi necessária
c) Não sei opinar
Se você está trabalhando atualmente, qual a sua renda ou seu salário mensal
a) Até 1,5 salários mínimos b) entre 1,5 e 3,0 salários mínimos
c) entre 3,0 e 6,0 salários mínimos d) mais de 6,0 salários mínimos
e) Não sei opinar
Expectativa de permanecer no trabalho atual
a) Grande b) Média c) Pequena
d) Não pretendo permanecer e) Não sei opinar

372
ANEXO III – PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
QUESTIONÁRIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Você se encontra onde:
a) Coordenação de curso b) Laboratório de informática
c) Outro:
POLÍTICAS DE GESTÃO
O incentivo para a licença à capacitação a que sua categoria tem direito
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A compatibilidade entre suas atividades no Curso de Engenharia Civil com a sua formação
acadêmica
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A transparência e equidade na distribuição dos encargos administrativos no Curso de
Engenharia Civil
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A agilidade nos fluxos administrativos da Universidade
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A representatividade de sua categoria nas instâncias deliberativas, normativas e
consultivas do Curso de Engenharia Civil
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A participação, socialização de demandas, acesso às pautas e informações sobre as
deliberações do Curso de Engenharia Civil
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com
mobilidade reduzida no campus
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Condições de iluminação e segurança dos espaços físicos do seu campus
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar

373
ANEXO IV – CORPO DOCENTE

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
QUESTIONÁRIO DOCENTE
AUTOAVALIAÇÃO DOCENTE
Consigo transmitir o conhecimento que possuo na disciplina que leciono?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Cumpro o plano de ensino conforme os objetivos da minha disciplina?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Proponho o aprofundamento de estudos indicando diferentes bibliografias?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Trabalho meu programa com clareza, objetividade, segurança e coerência?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Ressalto a importância da disciplina na formação do aluno?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Relaciono os conteúdos da minha disciplina com outras?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Explico o conteúdo em uma linguagem compreensível para o aluno?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Sou disponível para o aluno em horários extraclasse (monografias, dúvidas, estágio, etc.)?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Incentivo e motivo os alunos a participarem das atividades oferecidas pelo curso?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Estimulo os alunos a expressar ideias, participar e discutir o conteúdo nas salas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Elaboro avaliação coerente com as aulas dadas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Apresento aos alunos os critérios de avaliação?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Apresento aos alunos os resultados das avaliações e trabalhos?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Procuro garantir um clima saudável e produtivo durante as aulas?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Participo das reuniões do curso para as quais sou convocado?
a) Sim b) Não c) As vezes
374
d) Não sei opinar
Procuro buscar qualificação e/ou especialização na minha área de atuação e/ou
conhecimento?
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Políticas Acadêmicas
O projeto pedagógico do Curso de Engenharia Civil em relação à atualização, inovação e
compatibilidade com o mercado de trabalho
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio da Instituição ao desenvolvimento em projetos de pesquisa
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio da Instituição ao desenvolvimento em projetos de extensão
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio institucional em desenvolver monitoria
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
As políticas institucionais de apoio pedagógico no auxílio da aprendizagem e no
enfrentamento da evasão estudantil (tutoria, monitoria, grupos de estudo, outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de iniciação científica (divulgação,
transparência e disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de extensão (divulgação, transparência e
disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de monitoria (divulgação, transparência e
disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Os canais de comunicação da UFMT (site, TV, murais, grupos de estudos, outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O incentivo à participação em eventos culturais, artísticos e de lazer oferecidos pela UFMT
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Coordenação de Curso
Ao atendimento prestado pela Coordenação de Curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ao incentivo da Coordenação de Curso à sua formação pessoal e profissional
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ao compromisso da Coordenação de Curso com o bom desenvolvimento do Curso de
Engenharia Civil.
375
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Políticas de Gestão
A transparência e equidade na distribuição dos encargos didáticos e administrativos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O incentivo para a licença à sua capacitação a que sua categoria tem direito
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A compatibilidade entre as suas atividades na instituição com a sua formação acadêmica
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A agilidade dos fluxos administrativos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso (projetores, softwares,
livros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Ambiente da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Acervo da biblioteca para os estudos exigidos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico dos laboratórios de informática
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Às condições gerais das salas de aula (iluminação, ventilação, espaço, mobiliário, acústica).
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar

376
ANEXO V – COORDENAÇÃO E DIREÇÃO

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO COORDENAÇÃO E DIREÇÃO
AUTOAVALIAÇÃO COORDENAÇÃO/DIREÇÃO
Mantém bom relacionamento com os alunos
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Tem disponibilidade para atendimento aos alunos:
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Promove diálogo entre docentes e discentes.
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Estimula a participação dos acadêmicos em projetos e eventos:
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Executa e faz efetivar a proposta pedagógica estabelecida no PPC
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Realiza devolutivas dos resultados das avaliações aplicadas (internas e externas) aos
docentes, discentes, técnico-administrativo, gestores, comunidade
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Orienta e acompanha o docente na elaboração e execução do plano de ensino para os
estudantes com dificuldades de aprendizagem
a) Sim b) Não c) As vezes
d) Não sei opinar
Políticas Acadêmicas
O projeto pedagógico do Curso de Engenharia Civil em relação à atualização, inovação e
compatibilidade com o mercado de trabalho
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio da Instituição ao desenvolvimento em projetos de pesquisa
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio da Instituição ao desenvolvimento em projetos de extensão
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O apoio institucional em desenvolver monitoria
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
As políticas institucionais de apoio pedagógico no auxílio da aprendizagem e no
enfrentamento da evasão estudantil (tutoria, monitoria, grupos de estudo, outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de iniciação científica (divulgação,
transparência e disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
377
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de extensão (divulgação, transparência e
disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O processo de seleção para destinação de bolsas de monitoria (divulgação, transparência e
disponibilidade)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Os canais de comunicação da UFMT (site, TV, murais, grupos de estudos, outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O incentivo à participação em eventos culturais, artísticos e de lazer oferecidos pela UFMT
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Políticas de Gestão
A transparência e equidade na distribuição dos encargos didáticos e administrativos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
O incentivo para a licença à sua capacitação a que sua categoria tem direito
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A compatibilidade entre as suas atividades na instituição com a sua formação acadêmica
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A agilidade dos fluxos administrativos
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A representatividade de sua categoria nas instancias deliberativas, normativas e consultivas
da UFMT (Colegiado, Congregação, CONSEPE, outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A participação, socialização de demandas, acesso às pautas e informações sobre as
deliberações de seus representantes nas instâncias superiores
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A adequação da carga de trabalho e responsabilidades do coordenador de curso nos âmbitos
institucional-burocrático e pedagógico
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Os meios disponibilizados pela instituição para que o coordenador tenha condição de
realizar seu trabalho de forma rápida e eficiente
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
ESPAÇOS FÍSICOS E RECURSOS
Espaço físico disponível para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Recursos didático-pedagógicos para o desenvolvimento do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
378
d) ruim e) não sei opinar
Ambiente da biblioteca para os estudos exigidos dos discentes do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Atualização do Acervo da biblioteca para os discentes do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e recursos disponíveis dos laboratórios de informática do curso
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
A funcionalidade dos Sistemas Virtuais, Acadêmicos (AVA, SIGA e outros) e
Administrativos (SEI e outros)
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Adequação da acessibilidade no atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida no campus
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Condições de iluminação e segurança dos espaços físicos do seu campus
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar
Espaço físico e limpeza dos banheiros
a) excelente b) bom/boa c) regular
d) ruim e) não sei opinar

379
ANEXO VI – PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS ESTUDANTES DO CURSO DE
ENGENHARIA CIVIL

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO
PESQUISA DO PERFIL SOCIOECONÔMICO E CULTURAL DOS ESTUDANTES DO
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ICET/CUA/UFMT
Perfil Básico
Sexo
a) Feminino b) Masculino
Em relação à cor da pele, você se considera:
a) Branco b) Amarelo (oriental)
c) Pardo d) Preto
e) Vermelho (indígena) f) Outros
Possui algum tipo de deficiência?
a) Sim b) Não
Caso tenha respondido "SIM" na questão anterior, indique o tipo de deficiência.

Estado Civil
a) Solteiro(a) b) Casado(a)
c) Divorciado(a) d) União Estável.
e) Viúvo(a) f) Outro
Qual sua idade?
a) 16 - 21 b) 22 - 26
c) 27 - 31 d) 32 - 36
e) 37 - 41 f) Mais de 42 anos
Em relação à religião, você diria que é:
a) Ateísta. b) Agnóstico.
c) Católico. d) Católico não praticante.
e) Espírita kardecista. f) Budista.
g) Muçulmano. h) Judeu.
i) Praticante de religião afro-brasileira (umbanda, candomblé).
j) Protestante (evangélico, batista, mórmon, calvinista, luterano, testemunha de Jeová ou outro).
k) Acredito em Deus mas não sigo nenhuma religião.
l) Outros
Família
Qual a escolaridade da mãe ou da pessoa que o(a) criou como mãe?
a) Não teve mãe ou pessoa que exerceu tal papel na criação.
b) Sem instrução, não alfabetizada.
c) Sem instrução, mas sabe ler e escrever.
d) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – INCOMPLETO.
e) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – COMPLETO.
f) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – INCOMPLETO.
g) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – COMPLETO.
h) Ensino Médio (antigo 2º grau) – INCOMPLETO.
i) Ensino Médio (antigo 2º grau) – COMPLETO.
j) Ensino Superior – INCOMPLETO.
k) Ensino Superior – COMPLETO.
l) Especialização, Mestrado ou Doutorado
Qual a escolaridade do pai ou da pessoa que o(a) criou como pai?

380
a) Não teve pai ou pessoa que exerceu tal papel na criação.
b) Sem instrução, não alfabetizada.
c) Sem instrução, mas sabe ler e escrever.
d) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – INCOMPLETO.
e) Ensino fundamental 1 (antigas 1ª a 4ª séries) – COMPLETO.
f) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – INCOMPLETO.
g) Ensino fundamental 2 (antigas 5ª a 8ª séries) – COMPLETO.
h) Ensino Médio (antigo 2º grau) – INCOMPLETO.
i) Ensino Médio (antigo 2º grau) – COMPLETO.
j) Ensino Superior – INCOMPLETO.
k) Ensino Superior – COMPLETO.
l) Especialização, Mestrado ou Doutorado
Qual é o estado civil dos seus pais?
a) Solteiro(a) b) Casado(a)
c) Divorciado(a) d) União Estável.
e) Viúvo(a) f) Outro
Quem é o(a) principal mantenedor(a) do seu grupo familiar? (pessoa que contribui com a
maior parte da renda):
a) Eu mesmo(a). b) Cônjuge/Companheiro(a).
c) Pai/Padrasto. d) Mãe/Madrasta.
e) Irmão/Irmã. f) Filho/Filha.
g) Avô/Avó. h) Outros
Você tem filhos?
a) 1 filho. b) 2 filhos.
c) 3 filhos. d) 4 ou mais filhos.
e) Não tenho.
Em seu período de aula, onde (ou com quem) ficam seus filhos(as) de 0 a 5 anos?
a) Não tenho filhos de 0 a 5 anos. b) Creche.
c) Outra instituição educacional pública. d) Instituição educacional privada.
e) Familiares. f) Babá / empregada doméstica.
g) Traz para a universidade. h) Outros
Histórico Escolar
A maior parte do Ensino Médio que você cursou foi:
a) Ensino Médio padrão. b) Técnico.
c) Magistério. d) Educação para Jovens e Adultos (EJA)/Supletivo.
e) Outros
Quantos anos você levou para cursar o Ensino Médio?
a) Menos de 3 anos. b) 3 anos.
c) 4 anos. d) 5 anos.
e) Mais de 5 anos.
Em que turno você cursou o Ensino Médio?
a) Somente no turno diurno. b) Maior parte no turno diurno.
c) Somente no turno noturno. d) Maior parte no turno noturno.
Em que tipo de escola você estudou?
a) Somente em escola pública. b) Somente em escola particular.
c) Maior parte em escola pública. d) Maior parte em escola particular.
Você frequentou algum cursinho (pré-vestibular; pré-ENEM; etc.) antes de ingressar na
universidade?
a) Cursinho não governamental gratuito. b) Cursinho governamental gratuito.
c) Cursinho particular. d) Não.

381
Vida Acadêmica
Como você ingressou no Curso de Engenharia Civil?
a) ENEM/SISU. b) Transferência.
c) Portador de diploma. d) Outros
O seu ingresso na universidade foi através de:
a) Ampla concorrência.
b) Cota de Escola Pública/Pretos/Pardos/Indígenas/Renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5
salários mínimos.
c) Cota de Escola Pública/Pretos/Pardos /Indígenas/Independente de renda.
d) Cota de Escola Pública/Renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salários mínimos.
e) Cota de Escola Pública/Independente de renda.
f) Outra forma
Período do curso em que está matriculado
a) 1º Semestre. b) 2º Semestre.
c) 3º Semestre. d) 4º Semestre.
e) 5º Semestre. f) 6º Semestre.
g) 7º Semestre. h) 8º Semestre.
O curso no qual você está matriculado corresponde à sua primeira opção?
a) Sim b) Não
Entre os itens abaixo, escolha aquele que melhor explica sua escolha pelo Curso de
Engenharia Civil? (Você pode marcar mais de uma opção).
a) O curso ser voltado ao mercado.
b) O curso ser voltado tanto ao mercado quanto à carreira acadêmica.
c) A formação multidisciplinar do corpo docente.
d) O curso não foi minha primeira opção, mas é o que a região oferece.
e) O curso ser ofertado por uma Universidade Pública.
f) Frequentar o curso apenas para não ficar parado.
g) A escolha do curso foi mais pela pressão familiar e/ou da sociedade.
h) Eu sempre quis cursar Engenharia Civil.
i) Outros
Para a escolha do Curso de Engenharia Civil ICET/CUA, você acessou o site institucional
do curso (http://araguaia.ufmt.br/engenharia-civil/), bem como a grade curricular e a
formação dos professores?
a) Sim b) Não
Você trocaria esse curso por outro?
a) Sim b) Não
c) Talvez
Qual o seu grau de satisfação em relação ao Curso de Engenharia Civil?
a) Muito satisfeito. b) Satisfeito.
c) Pouco insatisfeito. d) Insatisfeito
Qual sua opinião sobre o grau de dificuldade do curso ?
a) Muito alto. b) Alto.
c) Médio. d) Baixo.
e) Muito baixo.
Em média, quanto tempo você dedica semanalmente aos estudos fora da sala de aula?
a) Até 5 horas. b) Mais de 5 h e até 10 h.
c) Mais de 10 h e até 15 h. d) Mais de 15 h e até 20 h.
e) Mais de 20 h e até 25 h. f) Mais de 25 horas.
Em média, com que frequência você utiliza o espaço físico da biblioteca durante a semana?
a) Uma vez. b) Duas ou três vezes.

382
c) Quatro ou mais vezes. d) Não utilizo.
Você participa ou participou de algum Programa de Assistência Estudantil oferecido pela
Universidade?
a) Sim b) Não
Caso tenho respondido "SIM" na questão anterior, indique o tipo de assistência
(alimentação, moradia, atendimento psicológico, apoio pedagógico, bolsa permanência,
transporte...)

Quantas disciplinas você já abandonou? (Entende-se por abandono a desistência da


disciplina sem trancamento, o que é diferente de reprovação, a qual consiste no
comparecimento do aluno até o final do curso tendo a reprovação por nota)
a) Nenhuma. b) Uma
c) Duas d) Três
e) Quatro f) Cinco ou mais disciplinas
Se você já abandonou alguma disciplina, que motivo(s) o levou a este fato? (Marque quantas
necessárias).
a) Falta de tempo para estudar. b) Desmotivado com a(s) disciplina(s).
c) Não estava conseguindo acompanhar a(s) disciplina(s).
d) Problemas financeiros. e) Outros
Em quantas disciplinas você foi reprovado(a)?
a) Nenhuma. b) Uma
c) Duas d) Três
e) Quatro f) Cinco ou mais disciplinas
Se você já foi reprovado(a) em alguma disciplina, que motivo(s) o levou a este fato? (Marque
quantas necessárias).
a) Falta de tempo para estudar. b) Desmotivado com a(s) disciplina(s).
c) Não estava conseguindo acompanhar a(s) disciplina(s).
d) Problemas financeiros. e) Outros
Você foi reprovado(a) mais de uma vez em uma mesma disciplina?
a) Sim b) Não
Você tem outra formação em nível superior?
a) Sim b) Não
Caso tenha respondido "SIM" na questão anterior, indique a área de formação.

Informações Culturais
Você participa de quais dessas organizações?
a) Movimento artístico-cultural. b) Movimento ecológico.
c) Movimento estudantil. d) Movimento religioso.
e) Partido político. f) Nenhuma.
g) Outros
Qual a sua principal fonte de informação?
a) TV. b) Rádio.
c) Internet. d) Outros
Quantos livros, em média, você lê por ano?
a) Não leio. b) Até 3 livros.
c) De 3 a 5 livros. d) De 5 a 10 livros.
e) Mais de 10 livros.
Qual o domínio que você tem em relação ao microcomputador?
a) Tem muita experiência. b) Tem experiência.
c) Tem alguma noção. d) Não domina.

383
Você tem computador pessoal?
a) Sim b) Não
Você tem perfil em redes sociais?
a) Sim b) Não
Qual é o seu nível de conhecimento na utilização de Offices da Microsoft (Word, Excel e
Power Point)?
a) Conhecimento avançado. b) Conhecimento intermediário.
c) Conhecimento básico. d) Nenhum conhecimento.
Quanto à língua estrangeira, qual o seu domínio do Inglês?
a) Bom. b) Regular.
c) Nenhum.
Quanto à língua estrangeira, qual o seu domínio do Espanhol?
a) Bom. b) Regular.
c) Nenhum.
Você tem domínio em alguma outra língua, se sim, qual?

Trabalho e Renda
Você trabalha?
a) Sim, tenho um trabalho remunerado. b) Sim, tenho um trabalho não remunerado.
c) Não trabalho e NÃO ESTOU à procura de trabalho.
d) Não trabalho e ESTOU à procura de trabalho.
Qual o tipo de vínculo que você tem nesse trabalho?
a) Trabalho com carteira assinada. b) Trabalho sem carteira assinada.
c) Trabalho sem carteira assinada ou contrato ajudando familiares.
d) Trabalho com contrato temporário em uma empresa, organização social ou órgão estatal.
e) Sou estagiário. f) Sou funcionário público.
g) Não trabalho. h) Outros
Qual é sua renda familiar mensal?
a) Até R$500,00. b) R$500,00 a R$1000,00.
c) R$1000,00 a R$2000,00. d) R$2000,00 a R$3000,00.
e) Acima de R$3000,00.
Qual a sua jornada habitual de trabalho semanal?
a) Menos de 15 h. b) Mais de 15 e até 20 h.
c) Mais de 20 e até 25 h. d) Mais de 25 e até 30 h.
e) Mais de 30 e até 40 h. f) Mais de 40 e até 44 h.
g) Mais de 44 horas h) Não trabalho.
Se trabalha ou faz estágio, trabalho por:
a) Necessidade. b) Aprendizado.
c) Possui tempo disponível. d) Não trabalho.
O seu trabalho ou estágio interfere em seu desempenho escolar:
a) Positivamente. b) Não interfere.
c) Negativamente. d) Não trabalho.
Pretende permanecer na região ou no estado de Mato Grosso após a conclusão do Curso de
Engenharia Civil?
a) Sim b) Não
c) Talvez
Moradia
Você já residia em Barra do Garças antes de ingressar no Curso de Engenharia Civil?
a) Sim b) Não

384
Caso tenha respondido "NÃO" na questão anterior, indique o nome do município onde
morava antes de ingressar no Curso de Engenharia Civil.

Situação da sua moradia atual:


a) Própria e quitada. b) Própria em financiamento.
c) Cedida/emprestada. d) Alugada.
e) Pública/gratuita. f) Outros.
Qual o principal meio de transporte que você utiliza para chegar à Universidade?
a) A pé. b) Bicicleta.
c) Transporte próprio (carro, moto...). d) Carona.
e) Transporte coletivo (ônibus, van, embarcação, etc.).
f) Transporte locado (prefeitura, escolar, etc.).
g) Outros
Quanto tempo você gasta para chegar à Universidade?
a) Até 15 minutos. b) Mais de 15 min e até 30 min.
c) Mais de 30 min e até 1 h. d) Mais de 1 h e até a 2 h.
e) Mais de 2 h.
Qual a distância entre sua moradia atual e a Universidade em que estuda?
a) Até 1 Km. b) Mais de 1 e até 5 Km.
c) Mais de 5 e até 10 Km. d) Mais de 10 e até 50 Km.
e) Mais de 50 e até 100 Km. f) Mais de 100 Km.
Dificuldades Estudantis
Quais dessas dificuldades interferem significativamente na sua vida ou no contexto
acadêmico? (Pode marcar mais de uma opção).
a) Relacionamento familiar.
b) Relacionamento social / interpessoal.
c) Relações amorosas / conjugais.
d) Situação de violência física.
e) Situação de violência sexual.
f) Situação de violência psicológica.
g) Conflito de valores / conflitos religiosos.
h) Discriminações e preconceitos.
i) Dificuldades de acesso a materiais e meios de estudo (livros, computador, outros).
j) Dificuldades financeiras.
k) Dificuldade de aprendizado.
l) Falta de disciplina / hábito de estudo.
m) Carga horária excessiva de trabalho.
n) Carga excessiva de trabalhos estudantis.
o) Relação professor(a) - estudante.
p) Não tenho dificuldades.
Assinale as dificuldades emocionais que tem interferido na sua vida acadêmica nos últimos
12 meses: (Pode marcar mais de uma opção).
a) Ansiedade.
b) Tristeza persistente.
c) Timidez excessiva.
d) Medo / pânico.
e) Insônia ou alterações significativas de sono.
f) Sensação de desamparo/ desespero/ desesperança.
g) Sensação de desatenção/ desorientação/ confusão mental.
h) Problemas alimentares (grandes alterações de peso ou apetite; anorexia; bulimia).

385
i) Desânimo, falta de vontade de fazer as coisas.
j) Sentimento de solidão.
k) Ideia de morte.
l) Pensamento suicida.
m) Nenhuma.
No seu curso atual, você já fez trancamento geral de matrícula?
a) Sim, por insatisfação com o curso.
b) Sim, por impedimento de saúde.
c) Sim, por motivo de trabalho.
d) Sim, por impedimento financeiro.
e) Sim, por licença maternidade/paternidade.
f) Sim, por dificuldade de aprender os conteúdos das disciplinas.
g) Sim, por risco de ser jubilado.
h) Sim, por outro motivo.
i) Não.
O que você pretende fazer logo após se formar?
a) Trabalhar. b) Continuar estudando.
c) Trabalhar e continuar estudando. d) Outros

386
APÊNDICE J – Regulamento de extraordinário aproveitamento de estudos

Considerando a Resolução CONSEPE nº 44, de 24 de maio de 2010, o curso de graduação


em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT estaberece o regulamento de extraordinário
aproveitamento de estudos no que diz repeito a normas internas complementares:

I. Critérios para a constituição de Bancas Examinadoras Especiais:


• A banca deverá ser composta por 03 (três) docentes da área ou área afim relacionada
à disciplina de que trata o extraordinário aproveitamento de estudos;
• Não será exigida titulação mínima aos docentes que comporão a banca;
• Para disciplinas do núcleo básico da matriz curricular do curso, a banca será composta
por docentes da UFMT lotados no Campus Universitário do Araguaia, vinculados à área
da(s) referida(s) disciplina(s);
• Para disciplinas do núcleo profissionalizante e específica da matriz curricular do curso,
a banca deverá ser composta, preferencialmente, por docentes efetivos do curso de
graduação em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT;
• A critério do colegiado de curso, a banca poderá ser formada por professor(es)
substituto(s) da Universidade Federal de Mato Grosso;
• Em casos excepcionais, será permitida na composição da banca para disciplinas do
núcleo profissionalizante e específico até 02 (dois) docentes da UFMT não vinculados
ao curso de graduação em Engenharia Civil do ICET/CUA/UFMT, sendo garantido,
pelo menos 01 (um) membro da banca ser docente do curso.

II. Em consonância com o disposto no Artigo 5º e parágrafo 1º da Resolução CONSEPE


nº 44, de 24 de maio de 2010, o curso estabelece o rol de conteúdos que não são passíveis de
aplicação de extraordinário aproveitamento de estudos:
• Trabalho de Conclusão de Curso I;
• Trabalho de Conclusão de Curso II;
• Estágio Curricular Obrigatório I;
• Estágio Curricular Obrigatório II.

III. Em consonância com o disposto no Artigo 4º da Resolução CONSEPE nº 44, de 24 de


maio de 2010, o curso estabelece a(s)s forma(s) de abreviação da duração do curso são:
• Dispensa de cursar componentes curriculares por apresentar nota maior ou igual a 7,5
(sete inteiros e cinco décimos) em exame para conferência de conhecimento do

387
conteúdo compatível com a(s) ementa(s) do(s) componente(s), aplicado por banca
examinadora ao discente por meio de avaliação escrita, de acordo com a Resolução
CONSEPE n° 44/2010;
• Aproveitamento de estudos realizados conforme Resolução CONSEPE nº 83/2017;
• Em caso de discente provável formando que possa se matricular com em todas as
disciplinas faltantes para concluir o curso, sem choque de horário, podendo exceder o
limite máximo de crédito em matrícula estipulado pelo curso, desde que aprovado pelo
colegiado de curso.

388
9 ANEXOS

ANEXO A – Termos de compromisso de provisão de docente

Os Termos de Compromisso de Provisão de Docente constam nos processos


SEI 23108.004747/2022-58, 23108.004738/2022-67 e 23108.004745/2022-69.

389
ANEXO B – Minuta de resolução de aprovação do curso e PPC

RESOLUÇÃO CONSEPE No ___/____


Dispõe sobre a Reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em
Engenharia Civil, bacharelado, presencial, do Instituto de Ciências Exatas e da Terra do
campus Universitário do Araguaia, da Universidade Federal de Mato Grosso, Código e-
MEC: 123055 aprovado pela Resolução Consepe nº 71, de abril de 2009, e alterado pela
Resolução CONSEPE nº 71, de 30 de junho de 2010.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE


FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.964736/2018-42

CONSIDERANDO a decisão do Plenário em Sessão realizada

RESOLVE:

Artigo 1º – Aprovar a Reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em


Engenharia Civil, bacharelado, presencial, do Instituto de Ciências Exatas e da Terra do campus
Universitário do Araguaia, com 65 (sessenta e cinco) vagas, com entrada única no primeiro
semestre de cada ano letivo, funcionamento integral (matutino e vespertino), Regime Acadêmico:
crédito semestral; com carga-horária total de 3776 (três mil setecentas e setenta e seis) horas, a ser
integralizada, no mínimo, em 10 (dez) semestres e, no máximo, em 15 (quinze) semestres,
conforme anexos I, II, III,IV e V.

Artigo 2º - Compete ao Colegiado de Curso estabelecer o plano de migração da estrutura


curricular em extinção para a nova estrutura, exceto com relação aos dois últimos semestres.

Artigo 3º - Esta Resolução entra em vigor para os ingressantes no curso a partir de 2022.

Artigo 4º - O Projeto Pedagógico aprovado pela Resolução Consepe nº 71, de abril de 2009
e alterado pela Resolução CONSEPE nº 71, de 30 de junho de 2010 entrará em extinção gradativa
a partir de 2022.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO,


em Cuiabá, xy de xxxxxxxxx de 20xx.

Presidente do CONSEPE

390
ANEXO I – Matriz Curricular

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos


NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativo/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Desenho Técnico Obrigatório ICET - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 - -


Cálculo Diferencial e Integral I Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 - -
Mecânica Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Álgebra Linear I Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
1°Núcleo: formação básica

Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
Cálculo Diferencial e Integral I;
Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4
Cálculo Diferencial e Integral II
Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 848 176 - - - 1024 53 11 - - - 64

391
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativo/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Desenho Arquitetônico Obrigatório ICET/EC - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 Desenho Técnico -


Introdução à Engenharia Civil Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 - -
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
2°Núcleo: formação profissionalizante

Topografia Obrigatório ICET 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Desenho Técnico -


Estática dos Materiais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral I -
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Estatística Geral;
Ações e Segurança em Estruturas Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 -
Teoria das Estruturas I
Mecânica dos Solos II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos I -
Teoria das Estruturas II Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Teoria das Estruturas I -
Engenharia de Segurança do Trabalho Obrigatório ICET 32 16 16 - - 64 2 1 1 - - 4 - -
Hidrologia Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estatística Geral -
Economia e Administração Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 936 168 16 - - 1120 58,5 10,5 1 - - 70

392
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
NÚCLEOS

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -


Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
Saneamento Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidráulica -
Projeto Geométrico de Rodovias Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
3°Núcleo: formação específico

Resistência dos Materiais II;


Estruturas em Madeira I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Concreto Armado I Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Hidráulica;
Pavimentação e Drenagem Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Mecânica dos Solos I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
Teoria das Estruturas II
Estruturas em Concreto Armado I;
Fundações Obrigatório ICET/EC 48 - - - - 48 3 - - - - 3 -
Mecânica dos Solos II.
Trabalho de Conclusão Curso I Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 2208 horas em disciplinas -
Estágio Curricular Supervisionado I Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
Trabalho de Conclusão Curso II Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 Trabalho de Conclusão Curso I -
Estágio Curricular Supervisionado II Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
SUBTOTAL: 752 224 - - - 976 47 14 - - - 61

393
SUBTOTAL NÚCLEOS: 2536 568 16 0 0 3120 158,5 35,5 1 0 195 195
Atividades Complementares Obrigatório 80 5
Ações de Extensão para fins de creditação Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório 192 12
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
* Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas.
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de
Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.

394
ROL DAS OPTATIVAS

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativa/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Computação Instrumental Optativa ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Programação de Computadores -


Educação em Direitos Humanos e Relações
Optativa ICHS/DIR 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Étnico-Raciais
Empreendedorismo Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Inglês Instrumental Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Linguagem Brasileira de Sinais Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Práticas de Leitura e Produção de Textos I Optativa ICHS/LE 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
1°Núcleo: geral

Sociologia e Antropologia Optativa ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Mecânica;
Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Mecânica;
Oscilações, Ondas e Calor Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução à Ciência e Engenharia dos Mecânica;
Optativa ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Materiais Fundamentos de Química I
Cálculo Diferencial e Integral IV Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral III -
Vetores e Geometria Analítica Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Álgebra Linear II Optativa ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I -
Estatística Experimental Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fenômenos de Transporte II Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -

395
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativa/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Elementos de Geologia Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Controle de Qualidade dos Materiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Softwares aplicados à Engenharia Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Técnico -
Direito para Engenharia Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Energias Renováveis Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Engenharia Econômica Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
2°Núcleo: profissionalizante

Gestão Ambiental Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Introdução ao Método dos Elementos Programação de Computadores;
Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Finitos Teoria das Estruturas II
Hidráulica;
Engenharia de Recursos Hídricos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Hidrologia
Planejamento e Projetos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Economia e Administração -
Topografia Aplicada Optativa ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
Concretos Especiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Patologia das Construções Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Sistemas Construtivos Inovadores Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Sociologia e Planejamento Urbano Optativa ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Sustentabilidade na Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Tópicos Especiais em Arquitetura e
Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Arquitetura e Urbanismo -
Urbanismo
Tópicos Especiais em Hidrologia Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidrologia -
Tópicos Especiais em Materiais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -

396
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC
Optativa/

Pré-

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatória

Obras de Terra Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -


Estabilidade de Taludes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Ensaios de Laboratório e de Campo em
Optativa ICET/EC 48 - 16 - - 64 3 - 1 - - 4 Mecânica dos Solos II -
Geotecnia
Gerenciamento de Obras Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Engenharia de Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Alvenaria Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas II
Estruturas em Madeira II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Madeira I -
Estruturas Metálicas II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas Metálicas I -
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado II -
Ferrovias Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
3°Núcleo: específico

Gestão da Qualidade na Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -


Industrialização da Construção Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Pontes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado II -
Estruturas em Concreto Protendido Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado I -
Reforço de Estruturas em Concreto Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estruturas em Concreto Armado I -
Projeto Integrado de Canteiro de Obras Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -
Manutenção de Pavimentos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Pavimentação e Drenagem -
Estruturas em Concreto Armado II;
Projeto Integrado de Engenharia Civil I Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Orçamento e Técnicas de Planejamento -
na Construção Civil
Projeto Integrado de Engenharia Civil II Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Integrado de Engenharia Civil I -
Resistência dos Materiais II;
Tópicos Especiais em Estruturas Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas II
Tópicos Especiais em Fundações Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Instalações Hidrossanitárias Prediais;
Tópicos Especiais em Instalações Prediais Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Instalações Prediais Elétricas
Tópicos Especiais em Pavimentação Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Construção Civil Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Construção Civil -

397
Tópicos Especiais em Transportes Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Projeto Geométrico de Rodovias -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Optativa ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos II -
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PAC – Prática de Aula de Campo; PCC – Prática como Componente Curricular; AEC – Ações de
Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.

398
ANEXO II – Fluxo curricular proposto

O discente poderá se matricular em até 36 créditos por semestre. Segue abaixo o quadro com a proposta do fluxo curricular:
PERÍODOS

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos

requisito

requisito
Componente Curricular U.A.O

AEC

AEC
TOT

TOT
PAC

PCC

PAC

PCC

Pré-
Optativo/

Co-
PD

PD
T

T
Obrigatório

Introdução à Engenharia Civil Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 - -


1° Semestre

Desenho Técnico Obrigatório ICET - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 - -


Cálculo Diferencial e Integral I Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 - -
Álgebra Linear I Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Mecânica Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
SUBTOTAL: 256 64 - - - 320 16 4 - - - 20
Desenho Arquitetônico Obrigatório ICET/EC - 64 - - - 64 - 4 - - - 4 Desenho Técnico -
Programação de Computadores Obrigatório ICET/CC 16 48 - - - 64 1 3 - - - 4 - -
Cálculo Diferencial e Integral II Obrigatório ICET/MAT 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Cálculo Diferencial e Integral I -
2° Semestre

Mecânica;
Introdução ao Eletromagnetismo Obrigatório ICET/FIS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral I
Introdução ao
Laboratório de Física Obrigatório ICET/FIS - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Eletromagnetismo
Fundamentos de Química I Obrigatório ICET/QUI 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Fundamentos de
Química Geral Experimental Obrigatório ICET/QUI - 32 - - - 32 - 2 - - - 2 -
Química I
SUBTOTAL: 240 176 - - - 416 15 11 - - - 26
Arquitetura e Urbanismo Obrigatório ICET/EC 24 40 - - - 64 1,5 2,5 - - - 4 Desenho Arquitetônico -
Cálculo Diferencial e Integral III Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral II -
3° Semestre

Cálculo Diferencial e Integral I;


Equações Diferenciais Ordinárias Obrigatório ICET/MAT 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Cálculo Diferencial e Integral II
Fenômenos de Transporte I Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica -
Topografia Obrigatório ICET 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Desenho Técnico -
Estática dos Materiais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Cálculo Diferencial e Integral I -
SUBTOTAL: 328 56 - - - 384 20,5 3,5 - - - 24

399
Materiais de Construção Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 Fundamentos de Química I -
Instalações Prediais Elétricas Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Desenho Arquitetônico -
4° Semestre

Programação de Computadores;
Cálculo Numérico e Computacional Obrigatório ICET/CC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Álgebra Linear I; -
Cálculo Diferencial e Integral I
Estatística Geral Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
Hidráulica Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Fenômenos de Transporte I -
Resistência dos Materiais I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Construção Civil Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Materiais de Construção -
Metodologia e Redação Científica Obrigatório ICET/ICBS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -
5° Semestre

Fenômenos de Transporte I;
Instalações Hidrossanitárias Prediais Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Desenho Arquitetônico
Resistência dos Materiais II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Resistência dos Materiais I -
Teoria das Estruturas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estática dos Materiais -
Mecânica dos Solos I Obrigatório ICET/EC 48 16 - - - 64 3 1 - - - 4 - -
SUBTOTAL: 368 16 - - - 384 23 1 - - - 24
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 Construção Civil -
Construção Civil
6° Semestre

Hidrologia Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Estatística Geral -


Teoria das Estruturas II Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 Teoria das Estruturas I -
Estatística Geral;
Ações e Segurança em Estruturas Obrigatório ICET/EC 32 - - - - 32 2 - - - - 2 -
Teoria das Estruturas I
Mecânica dos Solos II Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Mecânica dos Solos I -
SUBTOTAL: 336 - - - - 336 21 - - - - 21
Engenharia de Segurança do Trabalho Obrigatório ICET 32 16 16 - - 64 2 1 1 - - 4 - -
Saneamento Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Hidráulica -
7° Semestre

Resistência dos Materiais II;


Estruturas em Madeira I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Resistência dos Materiais II;
Estruturas em Concreto Armado I Obrigatório ICET/EC 96 - - - - 96 6 - - - - 6 -
Teoria das Estruturas I
Projeto Geométrico de Rodovias Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 Topografia -
SUBTOTAL: 320 16 16 - - 352 20 1 1 - - 22

400
Resistência dos Materiais II;
Estruturas Metálicas I Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Teoria das Estruturas I
Estruturas em Concreto Armado I;
Estruturas em Concreto Armado II Obrigatório ICET/EC 80 - - - - 80 5 - - - - 5 -
8° Semestre

Teoria das Estruturas II


Hidráulica;
Pavimentação e Drenagem Obrigatório ICET/EC 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Mecânica dos Solos I
Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativa I (geral) Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
Optativas
Optativa II (profissionalizante ou Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
específica) Optativas
SUBTOTAL: 336 - - - - 336 21 - - - - 21
Estruturas em Concreto Armado I;
Fundações Obrigatório ICET/EC 48 - - - - 48 3 - - - - 3 -
Mecânica dos Solos II.
9° Semestre

Economia e Administração Obrigatório ICET 64 - - - - 64 4 - - - - 4 - -


Optativa III (profissionalizante ou Vinculado ao Rol de Disciplinas
Optativo ICET/ICHS 64 - - - - 64 4 - - - - 4 -
específica) Optativas
Trabalho de Conclusão de Curso I Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 2208 horas em disciplinas -
Estágio Curricular Supervisionado I Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -
SUBTOTAL: 176 112 - - - 288 11 7 - - - 18
10° Semestre

Trabalho de Conclusão de Curso II Obrigatório ICET/EC - 16 - - - 16 - 1 - - - 1 Trabalho de Conclusão de Curso I -

Estágio Curricular Supervisionado II Obrigatório ICET/EC - 96 - - - 96 - 6 - - - 6 2208 horas em disciplinas -

SUBTOTAL: - 112 - - - 112 - 7 - - - 7

SUBTOTAL DISCIPLINAS 2728 568 16 - - 3312 170,5 35,5 1 - - 207

Atividades Complementares Obrigatório 80 5


Atividades de Extensão Obrigatório 384 24
Disciplinas optativas Obrigatório - -
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 3776 236
Estágio Curricular não obrigatório* Optativo
ENADE**
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AEC – Ações de Extensão para fins de
Creditação; TOT – Total. * Conforme Lei 11.788/2008. ** De acordo com a legislação e normas

401
ANEXO III – Quadro de equivalência

Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Fundamentos de Química I 64 X - -
Química Geral 96
Química Geral Experimental 32 X - -
Práticas de Leitura e Produção de Texto I
Práticas de Leitura e Produção de Texto I 96 64 X - -
(Optativa)
Desenho Técnico 64 Desenho Técnico 64 X - -
Fundamentos de Matemática** 64 - - X - -
Introdução à Engenharia Civil 64 Introdução à Engenharia Civil 32 X - -
Estatística Geral 64 Estatística Geral 64 X - -
Topografia 96 Topografia 64 X - -
Cálculo I 96 Cálculo Diferencial e Integral I 96 X - -
Álgebra Linear I 96 Álgebra Linear I 64 X - -
Materiais de Construção 96 Materiais de Construção 64 X - -
Elementos de Geologia 96 Elementos de Geologia (Optativa) 64 X - -
Engenharia de Segurança e Legislação 64 Engenharia de Segurança do Trabalho 64 X - -
Transferência de Quantidade de Movimento 96 Fenômenos de Transporte I 64 X - -
** Aproveitamento como disciplina optativa.

402
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Cálculo II* 96 Cálculo Diferencial e Integral II* 96 - X -
Cálculo III* 96 Cálculo Diferencial e Integral III* 64 - X -
Tecnologias de Construção 96 Construção Civil 64 X - -
Mecânica 96 Mecânica 64 X - -
Estática 96 Estática dos Materiais 64 X - -
Cálculo Numérico Computacional 64 Cálculo Numérico e Computacional 64 X - -
Arquitetura e Urbanismo 64 Arquitetura e Urbanismo 64 X - -
Teoria das Estruturas I 64 X - -
Teoria das Estruturas I 96
Ações e Segurança em Estruturas 32 X - -
Eletricidade e Magnetismo 96 Introdução ao Eletromagnetismo 64 X - -
Mecânica 96
Laboratório de Física 32 X - -
Eletricidade e Magnetismo 96
Equações Diferenciais 96 Equações Diferenciais Ordinárias 64 X - -
Resistência dos Materiais I 64 X - -
Resistência dos Materiais 96
Resistência dos Materiais II 64 X - -
Estruturas em Madeira I 64 X - -
Estruturas em Madeira e Metálicas 96
Estruturas Metálicas I 64 X - -
*Os componentes Cálculo Diferencial e Integral II e Cálculo Diferencial e Integral III terão aproveitamento parcial e a complementação de estudos está descrita no item 5.2.

403
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Teoria das Estruturas II 96 Teoria das Estruturas II 96 X - -
Mecânica dos Solos I 64 X - -
Mecânica dos Solos 96
Mecânica dos Solos II 64 X - -
Hidráulica, Irrigação e Drenagem 96 Hidráulica 64 X - -
Instalações Prediais Elétricas 64 X - -
Instalações Prediais 96
Instalações Hidrossanitárias Prediais 64 X - -
Projeto Geométrico de Rodovias 64 X - -
Estradas e Pavimentação 96
Pavimentação e Drenagem 64 X - -
Estruturas em Concreto Armado I 96 Estruturas em Concreto Armado I 96 X - -
Empreendedorismo 64 Empreendedorismo (Optativa) 64 X - -
Fundações e Obras de Terra 96 Fundações 48 X - -
Estruturas em Concreto Armado II 96 Estruturas em Concreto Armado II 80 X - -
Estagio Supervisionado I 96 Estágio Curricular Supervisionado I 96 X - -
Estagio Supervisionado II 96 Estágio Curricular Supervisionado II 96 X - -
Saneamento Básico 96 Saneamento 64 X - -
Trabalho de Conclusão de Curso I 16 X - -
Trabalho de Curso 96
Trabalho de Conclusão de Curso II 16 X - -
Pontes 96 Pontes (Optativa) 64 X - -
- - Desenho Arquitetônico 64 - - X

404
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Introdução à Computação (Optativa) 64 Programação de Computadores 64 X - -
Economia (Optativa) 64
Economia e Administração 64 X - -
Administração (Optativa) 64
Recursos Hídricos (Optativa) 64 Hidrologia 64 X - -
Filosofia e Metodologia Científica (Optativa) 64 Metodologia e Redação Científica 64 X - -
Técnicas e Planejamento na Construção Civil Orçamento e Técnicas de Planejamento na
64 80 - X -
(Optativa)*** Construção Civil***
Sociologia e Antropologia (Optativa) 64 Sociologia e Antropologia (Optativa) 64 X - -
Computação Instrumental (Optativa) 64 Computação Instrumental (Optativa) 64 X - -
Inglês Instrumental (Optativa) 64 Inglês Instrumental (Optativa) 64 X - -
Linguagem Barsileira de Sinais (Optativa) 64 Linguagem Brasileira de Sinais (Optativa) 64 X - -
Patologia das Construções (Optativa) 64 Patologia das Construções (Optativa) 64 X - -
Patologia de Edificações e de Estruturas de
64 - - X - -
Concreto Armado (Optativa)**
Alvenaria Estrutural (Optativa) 64 Estruturas em Alvenaria (Optativa) 64 X - -
Sociologia e Planejamento Urbano
Sociologia e Planejamento Urbano (Optativa) 64 64 X - -
(Optativa)
Industrialização da Construção (Optativa) 64 Industrialização da Construção (Optativa) 64 X - -
***O componente Orçamento e Técnicas de Planejamento na Construção Civil (Optativa) terá aproveitamento parcial e a complementação de estudos está descrita no item 5.2.
** Aproveitamento como disciplina optativa.

405
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Introdução ao Método dos Elementos Finitos Introdução ao Método dos Elementos
64 64 X - -
(Optativa) Finitos (Optativa)
Direito para Engenharia (Optativa) 64 Direito para Engenharia (Optativa) 64 X - -
Urbanismo e Planejamento Urbano (Optativa)** 64 - - X - -
Gestão da Qualidade na Construção Civil Gestão da Qualidade na Construção Civil
64 64 X - -
(Optativa) (Optativa)
Racionalização de Projetos (Optativa)** 64 - - X - -
Gerenciamento de Obras (Optativa) 64 Gerenciamento de Obras (Optativa) 64 X - -
Projeto Integrado de Canteiro de Obras (Optativa) Projeto Integrado de Canteiro de Obras
64 64 X - -
(Optativa)
Controle de Qualidade dos Materiais (Optativa) Controle de Qualidade dos Materiais
64 64 X - -
(Optativa)
Sistemas Construtivos Inovadores em Construções Sistemas Construtivos Inovadores
64 64 X - -
Habitacionais (Optativa) (Optativa)
Concretos Especiais (Optativa) 64 Concretos Especiais (Optativa) 64 X - -
Mediação e Arbitragem (Optativa)** 64 - - X - -
Economia dos Transportes (Optativa)** 64 - - X - -
Estabilidade de Taludes (Optativa) 64 Estabilidade de Taludes (Optativa) 64 X - -
Transportes (Optativa) 64 Engenharia de Transportes (Optativa) 64 X - -
Ferrovias (Optativa) 64 Ferrovias (Optativa) 64 X - -
** Aproveitamento como disciplina optativa.

406
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
64 Tópicos Especiais em Transportes
Tópicos Especiais em Transportes (Optativa) 64 X - -
(Optativa)
Tópicos Especiais de Projeto em Estruturas
64 Estruturas Metálicas II (Optativa) 64 X - -
Metálicas (Optativa)
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto
Estruturas Pré-Moldadas de Concreto (Optativa) 64 64 X - -
(Optativa)
Drenagem de Vias Terrestres (Optativa)** 64 - - X - -
Tópicos Especiais em Arquitetura e Urbanismo 64 Tópicos Especiais em Arquitetura e
64 X - -
(Optativa) Urbanismo (Optativa)
Tópicos Especiais em Tecnologias de Construção Tópicos Especiais em Construção Civil
64 64 X - -
(Optativa) (Optativa)
64 Tópicos Especiais em Estruturas 64
Tópicos Especiais em Estruturas (Optativa) X - -
(Optativa)
Engenharia Econômica (Optativa) 64 Engenharia Econômica (Optativa) 64 X - -
Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos Tópicos Especiais em Mecânica dos
64 64 X - -
(Optativa) Solos (Optativa)
Tópicos Especiais em Instalações Prediais Tópicos Especiais em Instalações
64 64 X - -
(Optativa) Prediais (Optativa)
Desenho Auxiliado por Computador (Optativa)** 64 - - X - -
Ciências do Ambiente (Optativa)** 64 - - X - -
Educação Ambiental (Optativa) 64 Gestão Ambiental (Optativa) 64 X - -

407
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
Educação em Direitos Humanos e Relações
- - 64 - - X
Étnico-Raciais (Optativa)
- Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos
- 64 - - X
(Optativa)
- - Oscilações, Ondas e Calor (Optativa) 64 - - X
Introdução à Ciência e Engenharia dos
- - 64 - - X
Materiais (Optativa)
- - Cálculo Diferencial e Integral IV (Optativa) 64 - - X
- - Vetores e Geometria Analítica (Optativa) 64 - - X
- - Álgebra Linear II (Optativa) 64 - - X
- - Estatística Experimental (Optativa) 64 - - X
- - Fenômenos de Transporte II (Optativa) 64 - - X
- - Energias Renováveis (Optativa) 64 - - X
- - Engenharia de Recursos Hídricos (Optativa) 64 - - X
Softwares aplicados à Engenharia Civil
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Topografia Aplicada (Optativa) 64 - - X
Sustentabilidade na Construção Civil
- - 64 - - X
(Optativa)

408
Fluxo curricular vigente e a ser progressivamente Fluxo curricular proposto e a ser Aproveitamento
descontinuado progressivamente ofertado

Componente Curricular CH Componente Curricular CH Total Parcial Sem


aproveita
mento
- - Tópicos Especiais em Hidrologia (Optativa) 64 - - X
- - Tópicos Especiais em Materiais (Optativa) 64 - - X
- - Obras de Terra (Optativa) 64 - - X
Ensaios de Laboratório e de Campo em
- - 64 - - X
Geotecnia (Optativa)
- - Planejamento e Projetos (Optativa) 64 - - X
- - Estruturas em Madeira II (Optativa) 64 - - X
Estruturas em Concreto Protendido
- - 64 - - X
(Optativa)
Reforço de Estruturas em Concreto
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Manutenção de Pavimentos (Optativa) 64 - - X
- - Tópicos Especiais em Fundações (Optativa) 64 - - X
Tópicos Especiais em Pavimentação
- - 64 - - X
(Optativa)
- - Projeto Integrado de Engenharia Civil I 64 - - X
- - Projeto Integrado de Engenharia Civil II 64 - - X
Atividades complementares 120 Atividades Complementares 80 X - -
- - Atividades de Extensão 384 - - X

409
Complementação de estudos

Considerando o quadro de Equivalências dos Fluxos Curriculares, algumas disciplinas


exigem complementação de carga horária e conteúdo, tanto para Aproveitamento de Estudos
como Migração de Matriz Curricular.
As disciplinas com aproveitamento parcial deverão ter seu aproveitamento
complementado através de atividades estipuladas pelo professor da disciplina e aprovado pelo
Colegiado de Curso.
O discente que necessite de complementação de estudos será matriculado na disciplina
que necessita complementar, mas realizará somente as atividades mencionadas na
complementação abaixo:
Orçamento e Técnicas de Planejamento na Construção Civil – exige a
complementação dos conteúdos: processo da orçamentação, graus do orçamento,
quantificação de serviços, composição de custos, custo da mão de obra, custo de
material, custo de equipamento, Curva ABC, custos, indiretos, custos diretos, a
formação do preço de venda e BDI, Nova Lei de Licitações.
Cálculo Diferencial e Integral II – exige a complementação com carga horária de 64
horas dos conteúdos: O espaço euclidiano de n-dimensional. Funções reais de várias
variáveis reais. Limite e Continuidade. Derivação parcial. Funções Diferenciáveis.
Regra da cadeia. Derivação Implícita. Gradiente e Derivada Direcional. Máximos e
mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
Cálculo Diferencial e Integral III – exige a complementação com carga horária de 32
horas dos conteúdos Integração dupla. Teorema de Fubini. Integração tripla. Mudança
de coordenadas nas integrais duplas e triplas.
As formas, estratégias e avaliações de tais conteúdos ficarão a cargo do professor
responsável pela disciplina e estarão definidas no plano de ensino a ser aprovado pelo Colegiado
de Curso.

410
ANEXO IV – Planos de migração

Para os ingressantes a partir de 2022/1 o ingresso se dará automaticamente na nova


matriz curricular, para os prováveis formandos não haverá migração e para os demais a
migração será feita com base no Quadro de Equivalência dos Fluxos Curriculares conforme
item 5.1 do PPC, e com a sugestão dos fluxos a seguir. Os casos omissos deverão ser analisados
pelo Colegiado de Curso.

Ingressantes em 2021:
Os discentes que ingressaram no ano de 2021 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:
Semestre Componente Curricular CH
Estática dos Materiais 64
Mecânica (1º semestre) 64
3º Mecânica dos Solos I (5º semestre) 64
Metodologia e Redação Científica (5º semestre) 64
CH Total no semestre 256
Introdução ao Eletromagnetismo (2º semestre) 64
Laboratório de Física (2º semestre) 32
Programação de Computadores (2º semestre) 64
4º Cálculo Diferencial e Integral II (2º semestre) 96
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Resistência dos Materiais I 64
CH Total no semestre 384
Arquitetura e Urbanismo (3º semestre) 64
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Equações Diferenciais Ordinárias (3º semestre) 64
Cálculo Diferencial e Integral III (3º semestre) 64

Resistência dos Materiais II 64
Teoria das Estruturas I 64
Construção Civil 64
CH Total no semestre 448
Cálculo Numérico e Computacional (4º semestre) 64

Hidráulica (4º semestre) 64

411
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Planejamento na
80
Construção Civil
Ações e Segurança em Estruturas 32
Teoria das Estruturas II 96
Mecânica dos Solos II 64
CH Total no semestre 464
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64
Estruturas em Madeira I 64

Estruturas em Concreto Armado I 96
Instalaçõe Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
CH Total no semestre 352
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64
8º Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 272
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384

Ingressantes em 2020:
Os discentes que ingressaram no ano de 2020 migrarão para a nova estrutura curricular
de acordo com o quadro de equivalência, preferencialmente seguindo o fluxo curricular a
seguir:

412
Semestre Componente Curricular CH
Fenômenos de Transporte I (3º semestre) 64
Mecânica dos Solos I 64

Metodologia e Redação Científica 64
CH Total no semestre 192
Programação de Computadores (2º semestre) 64
Desenho Arquitetônico (2º semestre) 64
Hidráulica (4º semestre) 64
Orçamento e Técnicas de Palnejamento na 80

Construção Civil
Mecânica dos solos II 64
Teoria das estruturas II 96
CH Total no semestre 432
Instalações Hidrossanitárias Prediais (5º semestre) 64
Engenharia de Segurança do Trabalho 64
Projeto Geométrico de Rodovias 64

Estruturas em Madeira I 64
Estruturas em Concreto Armado I 96
CH Total no semestre 352
Instalações Prediais Elétricas (4º semestre) 64
Estruturas Metálicas I 64
Pavimentação e Drenagem 64

Estruturas em Concreto Armado II 80
Hidrologia (6º semestre) 64
CH Total no semestre 336
Fundações 48
Economia e Administração 64
Saneamento (7º semestre) 64
9º Trabalho de Conclusão de Curso I 16
Estágio Curricular Supervisionado I 96
Optativa III 64
CH Total no semestre 352
Trabalho de Conclusão de Curso II 16
10º Estágio Curricular Supervisionado II 96
CH Total no semestre 112
Atividades Complementares 80
Extensão 384

413
Os discentes que ingressaram no ano de 2019 e estiverem cursando disciplinas do 7o
período em 2022 permanecerão na estrutura curricular de ingresso aprovada pela Resolução
Consepe nº 71, de 27/04/2009 e alterada pela Resolução Consepe nº 71, de 30/06/2010 pois já
são considerados formandos, e não podem ser penalizados com o aumento no tempo de
integralização.

Qualquer dificuldade que o discente encontre com a migração deverá procurar pela
coordenação de curso, ficando atento ao tempo de integralização disponível para finalizar o
curso e ao limite máximo de 36 créditos permitidos para a matrícula no semestre.

414
ANEXO V – Ementas

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 32h
Ch T: 32 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos Metodológicos da Engenharia. Origem e Evolução da Engenharia Civil. A
Engenharia Civil Brasileira. Noções de Ética Profissional. Estrutura curricular do curso de
Engenharia Civil. Atribuições profissionais do Engenheiro Civil. Sistema Confea e CREA.
Setores de atuação da Engenharia Civil. Visita técnica aos laboratórios do curso. Iniciação
científica. Apresentação e explicação do PPC do Curso de Engenharia Civil. Acervo Técnico
Profissional. Habilitações do profissional de Engenharia Civil. Emissão de ART. Documentos
referentes a projetos e execução de obras exigidos pelos órgãos competentes (Prefeitura,
Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiro etc). Visão Geral sobre as Leis do Plano Diretor dos
Municípios.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho Técnico


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: - Ch PD: 64 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Noções básicas de desenho geométrico. Normas Técnicas de representação e layouts em
desenho técnico. Escalas numérica e gráfica. Sistemas de projeções ortogonais. Cotas.
Perspectiva. Tipos de linha. Caligrafia Técnica. Introdução ao Desenho Arquitetônico.
Acessibilidade.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Funções elementares. Limites: propriedades algébricas e Teorema do Confronto. Continuidade.
Derivadas: interpretação geométrica, regras de derivação, regra da cadeia, derivada da função
inversa e derivação implícita. Aplicações da derivada: Regras de L’Hospital, máximos e
mínimos, gráfico de funções. Primitiva. Integral indefinida. Técnicas de integração.

415
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear I
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Matrizes. Determinantes. Sistemas de equações lineares. Vetores. Espaços Vetoriais. Base e
Dimensão. Transformações Lineares. Matriz mudança de base. Aplicações.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Medidas. Cinemática. Vetores. Leis de Newton. Aplicações das leis de Newton. Energia
cinética. Trabalho. Energia potencial. Lei da conservação da energia. Centro de massa.
Momento linear. Lei da conservação do momento linear. Colisões.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho Arquitetônico


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: - Ch PD: 64 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Representação gráfica de um projeto arquitetônico: planta baixa, planta de cobertura, cortes,
fachadas, planta de locação, planta de situação. Representação gráfica de esquadrias e
cobertura. Circulação vertical: escadas e rampas. Dimensionamento e cotas no desenho.
Notações e símbolos gráficos.

COMPONENTE CURRICULAR: Programação de Computadores


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 16 Ch PD: 48 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos sobre computadores: hardware, software, sistema operacional, compiladores,
representação interna de dados e linguagem de programação. Resolução de problemas e
desenvolvimento de algoritmos: análise e solução de problemas, representação e
documentação. Estruturas de algoritmos: variáveis, entrada e saída, decisão e repetição. Tipos
de dados simples. Modularização de programas: procedimentos, funções e passagem de
parâmetros. Tipos de dados compostos: vetores, matrizes, cadeias de caracteres e registros.

416
Manipulação de arquivos. Recursividade. Depuração de programas. Programação em
linguagem estruturada.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Integral de Riemann: Cálculo de área e integral definida. Teorema fundamental do Cálculo.
Mudança de variáveis para integral de Riemann e integração por partes. Aplicações da Integral
Definida, Integrais impróprias. O espaço euclidiano de n-dimensional. Funções reais de várias
variáveis reais. Limite e Continuidade. Derivação parcial. Funções Diferenciáveis. Regra da
cadeia. Derivação Implícita. Gradiente e Derivada Direcional. Máximos e mínimos.
Multiplicadores de Lagrange.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Eletromagnetismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Carga Elétrica. Campo Elétrico. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente Elétrica e Circuitos
de Corrente Contínua. Campo Magnético. Indução Magnética. Circuitos de Corrente Alternada.
Equações de Maxwell.

COMPONENTE CURRICULAR: Laboratório de Física


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Algarismos significativos. Teoria de erros. Gráficos. Medidas. Elaboração de relatórios.
Experimentos relacionados a conteúdos de Mecânica e Eletromagnetismo.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Química I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Química
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Noções preliminares em Química. Funções Inorgânicas. Reações químicas: conceito, equações
e tipos. Estequiometria de reações e soluções. Princípios de Equilibrio Químico. Eletroquímica.
Noções de Cinética Química.

417
COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral Experimental
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Química
Carga horária total: 32h
Ch T: - Ch PD: 32 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução e Técnicas de Laboratório Químico. Utilização dos equipamentos de proteção e
prevenção de acidentes em laboratórios. Manipulação de reagentes químicos e equipamentos
laboratoriais. Utilização dos equipamentos laboratoriais, padronização de vidrarias. Preparo de
soluções. Reações químicas. Princípios de Eletroquímica. Equilíbrio químico. Cinética de
reação. Volumetria.

COMPONENTE CURRICULAR: Arquitetura e Urbanismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 24 Ch PD: 40 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Definição de Arquitetura e Papel dos Arquitetos e Engenheiros; Arquitetura: evolução e
tendências históricas; Forma arquitetônica: criação, estilos, estética e arte. Funções
arquitetônicas: Caracterização e dimensionamento de área e circulações horizontais e verticais.
Organização espacial e elementos de composição. Projeto arquitetônico: planejamento,
desenvolvimento e detalhamento. Dimensionamento da quantidade de iluminação e ventilação
dos ambientes. Classificação dos tipos de Edificação; Normatização e Recomendações;
Legislação e Código de Obras municipais; O edifício e o espaço urbano; Urbanismo,
planejamento urbano e plano diretor. Acessibilidade na Arquitetura.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral III


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Integração dupla. Teorema de Fubini. Integração tripla. Mudança de coordenadas nas integrais
duplas e triplas. Sequência e Séries de números reais e funções. Séries de potências.

COMPONENTE CURRICULAR: Equações Diferenciais Ordinárias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Equações de primeira ordem: Equações separáveis, lineares, homogêneas, exatas, de Bernoulli,
Ricatti e Clairaut. Equações diferenciais ordinárias de ordem superior: Equações homogêneas

418
e não-homogêneas. Equações lineares com coeficientes constantes, coeficientes indeterminados
e método de variação dos parâmetros. Equação de Cauchy-Euler. Aplicações.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de Transporte I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos da mecânica dos fluidos. Estática dos fluidos. Balanços globais e diferenciais de
massa, energia e quantidade de movimento. Análise dimensional e semelhança. Escoamento
viscoso.

COMPONENTE CURRICULAR: Topografia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos fundamentais: sistemas de coordenadas, grandezas lineares, angulares e de
superfície, unidades de medidas, efeito de curvatura da terra. Planimetria. Altimetria.
Levantamento planialtimétrico. Sistema de posicionamento global (GPS).

COMPONENTE CURRICULAR: Estática dos Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Estática das partículas em três dimensões. Estática dos corpos rígidos em três dimensões. Forças
distribuídas. Análise de estruturas. Propriedades geométricas de área e volume.

COMPONENTE CURRICULAR: Materiais de Construção


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Definição, classificação e características dos materiais. Aglomerantes minerais. Agregados.
Concretos. Materiais cerâmicos. Materiais Metálicos. Vidros. Madeiras. Plásticos. Tintas e
Vernizes.

419
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Prediais Elétricas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução e conceitos sobre eletricidade aplicados às instalações elétricas. Simbologia para
instalações elétricas e utilização de esquemas. Noções de luminotécnica, previsão de cargas e
distribuição de pontos. Dispositivos para comando de iluminação e tomadas de corrente.
Traçados e divisão das instalações elétricas prediais em baixa tensão. Fornecimento de energia.
Dimensionamento de condutores elétricos prediais típicos. Eletrodutos e acessórios.
Dispositivos de proteção e seccionamento. Aterramento de instalações elétricas prediais em
baixa tensão. Projeto de instalações elétricas prediais. Introdução ao cabeamento estruturado
predial.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Numérico e Computacional


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Erros nas aproximações numéricas. Métodos numéricos para cálculo de raízes de equações.
Métodos numéricos para solução de sistemas lineares e não lineares. Interpolação polinomial.
Ajustes de curvas pelo método dos mínimos quadrados. Soluções numéricas para equações
diferenciais, integração numérica.

COMPONENTE CURRICULAR: Estatística Geral


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução à estatística descritiva. Análise combinatória e binômio de Newton. Teoria
elementar de probabilidade. Variáveis aleatórias. Funções de variáveis aleatórias. Distribuição
binomial, normal. Teste de hipóteses (testes t, χ2 e análise de variância).

COMPONENTE CURRICULAR: Hidráulica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

420
Conceitos básicos de hidrostática e hidrodinâmica. Escoamento permanente em condutos
forçados. Perda de carga distribuída. Perda de carga localizada. Condutos equivalentes.
Distribuição de vazão em marcha. Sistemas ramificados. Sistemas elevatórios. Orifícios.
Vertedores. Escoamento permanente em condutos livres. Ressalto hidráulico. Remanso.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos Materiais I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Propriedades mecânicas de materiais. Estática dos corpos deformáveis. Conceitos de tensão e
deformação. Tração e compressão. Torção simples. Flexão e cisalhamento. Flexão assimétrica
(oblíqua) e composta com tração ou compressão.

COMPONENTE CURRICULAR: Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução: o edifício e suas partes, conceitos, sistemas e subsistemas; tipos de construções;
estrutura analítica de uma construção; terminologia, materiais e componentes. Sistemas e
métodos construtivos consagrados. Etapa de projeto e planejamento. Tecnologia de execução
das principais etapas construtivas: serviços preliminares; canteiro de obra e instalações
provisórias; locação e implantação; movimentação de terra; obras de contenção e drenagem;
fundações; superestrutura; vedações; esquadrias; cobertura; instalações; impermeabilizações;
revestimentos; pintura; serviços complementares.

COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia e Redação Científica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Biológicas e da Saúde
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Instrumentos básicos da produção acadêmico-científico: ler; filosofar; analisar; produzir.
Etapas de um trabalho acadêmico-científico e procedimentos técnico-metodológicos:
levantamento bibliográfico; documentação como método de estudo individual; análise e
construção de textos; apresentação de trabalhos científicos; elaboração de referências
bibliográficas; normatização.

421
COMPONENTE CURRICULAR: Instalações Hidrossanitárias Prediais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de
esgotos sanitários. Instalações prediais de águas pluviais. Instalações Hidráulicas Prediais para
Combate a Incêndio. Instalações prediais de gás combustível. Instalações prediais de água
gelada. Resíduos sólidos e lixo predial.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos Materiais II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Análise das tensões e deformações. Teoria das falhas. Flecha em vigas estaticamente
determinadas. Flecha em vigas estaticamente indeterminadas. Flambagem de colunas.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria das Estruturas I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução à Engenharia de Estruturas. Definição de estrutura, tipos de estrutura, tipos de
elementos estruturais, estudo dos vínculos e ligações, graus de liberdade de corpo rígido.
Determinação geométrica das estruturas. Equações de equilíbrio de corpo rígido, reações
internas e vinculares. Definição de esforço solicitante. Esforços solicitantes: força normal, força
cortante, momento fletor, momento torçor. Diagramas de esforços solicitantes para vigas
isostáticas e pórticos isostáticos planos e tridimensionais, determinação de valores máximos e
mínimos. Cálculo de treliças por processos analíticos.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Solos I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

422
Origem, formação e caracterização dos solos. Investigação do subsolo e sondagens. Índices
físicos. Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões geostáticas. Tensões
induzidas por carregamentos externos. Condutividade hidráulica dos solos. Teoria da
percolação de água em solos.

COMPONENTE CURRICULAR: Orçamento e Técnicas de Planejamento na


Construção Civil
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 80h
Ch T: 80 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
O processo da orçamentação, graus do orçamento, quantificação de serviços, composição de
custos, custo da mão de obra, custo de material, custo de equipamento, Curva ABC, custos,
indiretos, custos diretos, a formação do preço de venda e BDI, Nova Lei de Licitações. A
importância do Planejamento, Ciclo PDCA, o Roteiro do Planejamento, Estrutura analítica do
Projeto, Duração das atividades, relações de precedência, diagrama de rede, caminho crítico,
cronograma físico e físico-financeiro, atribuição de recursos, Análise de Valor Agregado, o
Método das linhas de balanço, O sistema Last Planner, o Sistema Toyota de Produção.

COMPONENTE CURRICULAR: Saneamento


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução ao saneamento básico e legislação correspondente. Ciências do Ambiente aplicadas
ao Saneamento Básico. Sistema de abastecimento de água (captação, adução, estação de
tratamento de água, reservatório de distribuição, rede de distribuição). Sistema de esgotamento
sanitário (rede coletora de esgotos, estação de tratamento de esgotos, despejo de efluentes)

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria das Estruturas II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Estruturas Isostáticas. Cálculo de deslocamento aplicando o Princípio dos trabalhos Virtuais.
Linhas de Influência. Estruturas Hiperestáticas. Generalidades. Processo dos esforços aplicados
em treliças, vigas contínuas, pórticos e grelhas. Processo de Cross aplicados em vigas contínuas.
Processo dos deslocamentos aplicados em vigas contínuas, pórticos e grelhas. Análise
computacional de estruturas. Aplicação em treliças, vigas e em pórticos. Arcos.

423
COMPONENTE CURRICULAR: Ações e Segurança em Estruturas
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 32h
Ch T: 32 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Efeitos de vento em edificações. Ações nas estruturas: definição, descrição dos tipos de ações
quanto: à origem, à variação com o tempo, ao modo de atuação. Valores nominais das ações e
suas combinações, utilização das normas brasileiras. Definição de segurança: métodos
determinísticos e semiprobabilístico. Estados limites últimos e de serviço (utilização). Norma
brasileira de ações e segurança nas estruturas.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Solos II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Adensamento. Compressibilidade. Recalque. Resistência ao cisalhamento dos solos.
Capacidade de carga. Estabilidade de taludes. Empuxos de terra. Barragens. Melhoria de solos.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Segurança do Trabalho


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 32 Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: 16
EMENTA
Generalidades e conceitos de engenharia de segurança do trabalho. Normas regulamentadoras
e legislações relativas à segurança e medicina do trabalho. Higiene ocupacional. Ambiente e
doenças ocupacionais: profissional e do trabalho. Acidente de trabalho: conceito legal, causas
e consequências, ato inseguro e condição insegura, prevenção de acidentes, inspeção de
segurança e investigação de acidentes do trabalho. Proteção do meio ambiente. Prevenção e
combate a incêndios. Gerência de Riscos. Segurança de Processos.

COMPONENTE CURRICULAR: Hidrologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

424
Bacia hidrográfica; Ciclo hidrológico e balanço hídrico; Precipitação, evaporação, águas
subterrâneas e infiltração, escoamento superficial; Modelos de simulação (método racional,
hidrograma unitário e outros); Propagação e controle de cheias; Regularização de vazões;
Drenagem urbana.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Madeira I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução a Estruturas de madeira. Dimensionamento estrutural. Dimensionamento de peças
submetidas a solicitações de produtores de tensões normais. Estabilidade de peças solicitadas
por tensões normais de compressão. Peças submetidas a tensões tangenciais, cisalhamento e
flexão. Ligações de peças estruturais. Dimensionamento de peças compostas.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Armado I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 96h
Ch T: 96 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Propriedades do concreto. Propriedades dos aços para concreto. Flexão normal simples.
Cisalhamento. Ancoragem. Estados-limites de utilização.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Geométrico de Rodovias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Organização do setor rodoviário. Nomenclatura e classificação das rodovias. Estudos de
traçado. Concordância horizontal com curva circular simples. Superelevação e superlargura.
Curvas horizontais com espiral de transição. Distâncias de visibilidade. Perfil longitudinal e
concordâncias verticais. Movimentos de terra e equipamentos de terraplenagem. Diagramas de
massa.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Metálicas I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil

425
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução às estruturas metálicas. Aços e perfis estruturais. Segurança e desempenho.
Dimensionamento de peças tracionadas. Dimensionamento de peças comprimidas.
Dimensionamento de peças submetidas à flexão simples. Dimensionamento de peças
submetidas à flexão composta. Dimensionamento de ligações com conectores.
Dimensionamento de ligações soldadas.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Armado II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 80h
Ch T: 80 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Noções de projeto estrutural. Lajes maciças. Flexão normal composta. Flexão oblíqua. Estudo
dos pilares. Torção. Escadas usuais.

COMPONENTE CURRICULAR: Pavimentação e Drenagem


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução, conceituação e classificação de pavimentos rodoviários. Seleção e caracterização
de solos e materiais granulares para pavimentação. Seleção e caracterização de materiais
pétreos e ligantes asfálticos. Dosagem de revestimentos asfálticos. Estudo do carregamento
veicular. Métodos de dimensionamento de pavimentos. Drenagem superficial. Drenagem
subterrânea. Drenagem subsuperficial. Cálculo de vazões. Dimensionamento hidráulico.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundações


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 48h
Ch T: 48 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Tipos de fundações: superficial e profunda. Dimensionamento de elementos estruturais de
fundações: sapatas, estacas e tubulões.

COMPONENTE CURRICULAR: Economia e Administração


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra

426
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos de economia. Noções de microeconomia (estrutura de mercados, teoria do
consumidor e teoria da produção). Noções de macroeconomia (renda nacional, inflação, política
fiscal e política monetária). Noções de econometria. Noções fundamentais de administração
(princípios de administração aplicada a sistemas produtivos, planejamento, gestão de cadeias
produtivas, administração financeira).

COMPONENTE CURRICULAR: Trabalho de Conclusão de Curso I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 16h
Ch T: - Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Desenvolvimento de pré-projeto individual ou em grupo em linguagem científica sob
orientação de professor.

COMPONENTE CURRICULAR: Trabalho de Conclusão de Curso II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 16h
Ch T: - Ch PD: 16 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Trabalho individual ou em grupo de livre escolha do aluno, dentro das atribuições do
profissional da área de Engenharia Civil. Deverá ser desenvolvido com a orientação de um
orientador/profissional/professor da área. O trabalho será desenvolvido de forma escrita e
através da pesquisa para os alunos matriculados que estiverem realizando esta atividade.

COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Curricular Supervisionado I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 96h
Ch T: - Ch PD: 96 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua
área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em
empresas públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua
formação profissional.

COMPONENTE CURRICULAR: Estágio Curricular Supervisionado II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 96h
Ch T: - Ch PD: 96 Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

427
EMENTA
Vivência do aluno na experiência profissional, colocando-o em contato com a realidade de sua
área de atividade, dando-lhe oportunidade de experimentar problemas e aplicações, em
empresas públicas ou privadas, conhecimentos adquiridos no curso, ampliando, assim, sua
formação profissional.

COMPONENTE CURRICULAR: Computação Instrumental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Ciência da
Computação
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
O microcomputador e seus componentes básicos. Microprocessadores. Dispositivos de entrada
e saída. Memória. Sistemas operacionais. Internet: Redes de computadores. Navegadores.
Pesquisa bibliográfica na internet. Programas aplicativos. Editores de textos. Editores de
imagens. Editores de apresentações. Planilhas de cálculo. Editores de gráficos.

COMPONENTE CURRICULAR: Educação em Direitos Humanos e Relações Étnico-


Raciais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Direito
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Mecanismos culturais de transformação de diferenças em desigualdades sociais. Conceito de
gênero como categoria de análise das relações sociais. Conceitos de racismo e discriminação.
A intersecção das diferenças e a exclusão social. A Constituição Federal de 1988 e os
Fundamentos do Estado Democrático de Direito. O princípio da Igualdade e o sujeito de
direitos. A concepção de cidadania: do sujeito universal ao sujeito especificado de Direitos. A
Educação como Instrumento de Transformação das Desigualdades Sociais. O Ensino por
competências e a educação em Direitos Humanos. Aspectos pedagógicos e didáticos da
Educação em Direitos Humanos.

COMPONENTE CURRICULAR: Empreendedorismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Empreendedorismo no Brasil e no mundo. Inovação, sustentabilidade e internacionalização.
Fases do processo empreendedor. Avaliação da ideia. Marketing e Análise de Mercado.
Construção do plano de negócios. Negociação e apresentação da ideia. Captação de recursos
financeiros. Formas jurídicas. Propriedade intelectual.

428
COMPONENTE CURRICULAR: Inglês Instrumental
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Estudo da língua inglesa em suas estruturas básicas, através de textos científicos. Gramática
aplicada e leitura e compreensão de textos.

COMPONENTE CURRICULAR: Linguagem Brasileira de Sinais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Linguagem Brasileira de Sinais e a cultura do surdo. Níveis de formalidade e informalidade.
Dactilologia e pronomes. Pronomes. Comparativos e verbos. Numeral monetário, ordinais e
carnais. Adjetivos. Advérbios. Tipos de negação. Expressão facial gramatical.

COMPONENTE CURRICULAR: Práticas de leitura e Produção de Textos I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Letras
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
A Linguagem. As funções da Linguagem. Leitura. Concepções de leitura. Texto. Texto e
contexto. A produção do texto escrito. Os gêneros e tipos textuais. A produção do texto
acadêmico: a paráfrase, o resumo e a resenha. Formas básicas de apresentação de textos
originários de pesquisas científicas.

COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia e Antropologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Humanas e Sociais - Geografia
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
O conceito de Sociologia. O surgimento da sociologia. A sociologia como ciência. Temas
básicos da sociologia; Sociedade; Indivíduo; Tipos de grupo social; A massa; Civilização e
cultura; Conceito de Antropologia; Breve histórico do pensamento antropológico; A invenção
do conceito de homem; O mau selvagem e o bom civilizado/ o bom selvagem e o mau
civilizado; Estudos da comunidade; Estudos do cotidiano; Aspectos, hábitos e tradição
biológico-cultural. A educação das relações étnico raciais, história e cultura afro-brasileira.

COMPONENTE CURRICULAR: Mecânica dos Corpos Rígidos e Fluidos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física

429
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Cinemática e dinâmica de rotações: de partículas a corpos rígidos. As leis de conservação.
Gravitação Universal e Leis de Kepler. Fluidos ideais e viscosos: propriedades e regimes de
escoamento.

COMPONENTE CURRICULAR: Oscilações, Ondas e Calor


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Oscilações. Ondas Mecânicas. Ondas Sonoras. Temperatura. Leis da Termodinâmica. Teoria
Cinética dos Gases.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Física
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Ligações. Materiais cristalinos e amorfos. Imperfeições em sólidos. Definição, classificação e
características dos materiais. Propriedades mecânicas de materiais.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Diferencial e Integral IV


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Curvas parametrizadas no plano e no espaço. Campos Vetoriais. Divergência e Rotacional.
Integrais de Linha. Campos Conservativos. O Teorema de Green. Integral de Superfície. O
Teorema de Gauss e Stokes.

COMPONENTE CURRICULAR: Vetores e Geometria Analítica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Sistemas de coordenadas. Vetores e operações com vetores. Distância entre pontos. Norma de
vetores e ângulo entre vetores. Produtos escalar e vetorial. Retas no plano. Circunferência e
cônicas: rotação e translação. O espaço: distâncias e ângulos, retas, planos posições relativas e
interseções. A esfera. Quádricas.

430
COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear II
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra - Matemática
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores. Espaços com produto interno.
Operadores ortogonais. Aplicações.

COMPONENTE CURRICULAR: Estatística Experimental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Trazer ao alcance dos acadêmicos de graduação, a visão geral do uso dos recursos da estatística
experimental como subsídio para exercício de suas atividades profissionais.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de Transporte II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução aos modos de transferência de calor. Introdução à Condução de Calor. Condução de
calor unidimensional em regime permanente. Condução de calor bidimensional em regime
permanente. Condução de calor em regime transiente. Introdução à Convecção do Calor.
Convecção em escoamentos externos e internos. Convecção natural. Transferência de calor por
radiação: processos e propriedades. Difusividade e mecanismos de transferência de massa.

COMPONENTE CURRICULAR: Elementos de Geologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Dinâmica interna e materiais terrestres: estrutura interna terrestre, grau geotérmico, placas
tectônicas, magmatismo, sismos e deformações nas rochas. Minerais, rochas e solos. Dinâmica
externa terrestre: ciclo hidrológico, intemperismo, erosão, movimentos gravitacionais de massa,
deposições. Geologia aplicada à engenharia: em obras lineares, barragens; geologia aplicada à
planejamento urbano; riscos geológicos.

431
COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Qualidade dos Materiais
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Avaliação e Seleção de fornecedores, Qualificação dos materiais: cimento Portland, agregados
miúdos e graúdos, aditivos químicos, cal hidratada, blocos e tijolos cerâmicos, aço, blocos de
concreto, concreto usinado, impermeabilizantes betuminosos, madeiras para estrutura, telhas
cerâmicas. Controle de recebimento na obra.

COMPONENTE CURRICULAR: Softwares Aplicados à Engenharia Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Softwares e sistemas computacionais em plataforma CAD e demais softwares utilizados pela
Engenharia Civil.

COMPONENTE CURRICULAR: Direito para Engenharia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceito de Direito; Direito de propriedade; Direito de construir e seus limites; Restrições de
vizinhança ao direito de construir; Desapropriação; Servidão administrativa; Ética legislação
profissional, conceito, limites de ação, normas éticas e jurídicas, obrigações e responsabilidade
técnica e civil, Sistema Confea/Crea. Código de ética profissional; licitação e contratos; poder
de polícia administrativa nas construções; aspectos trabalhistas, previdenciários e ambientais;
Direito urbanístico, Estatuto da cidade.

COMPONENTE CURRICULAR: Energias Renováveis


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

432
Introdução. Tipos de energias renováveis. Conceitos. Histórico sobre a utilização dos recursos
naturais e o desenvolvimento sustentável. Legislação ambiental. Alterações climáticas globais.
Biodiversidade. Unidades de conservação. Biossegurança. Avaliação de impactos ambientais.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia Econômica


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Matemática financeira. Análise de substituição de equipamentos. Elaboração e análise
econômica de projetos.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão Ambiental


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Gestão de resíduos sólidos urbanos. Gestão de recursos hídricos. Gestão de bacias
hidrográficas. Drenagem urbana sustentável.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Método dos Elementos Finitos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Classificação dos elementos estruturais. Formulação e solução dos problemas estruturais.
Introdução à modelagem e ao método dos elementos finitos (MEF). Exemplos de modelagem.
O princípio dos trabalhos virtuais Cálculo de deslocamentos transversais com o emprego do
príncipio dos trabalhos virtuais. Elementos estruturais reticulares - viga prismática. Método de
Rayleigh-Ritz. Convergência para a solução exata. Matrizes de incidência cinemática.
Formulação alternativa para o elemento finito de viga, com aproximação cúbica. Relações entre
deslocamentos e deformações. Estado plano de tensões em placas, cascas e vigas. Estado plano
de deformações. Elementos estruturais tridimensionais. Programação para computadores.
Elementos de treliça. Montagem de sistemas por elementos. Aspectos de implementação do
MEF. Coordenadas generalizadas. Elementos finitos no plano. Elementos finitos no espaço 3D.
MEF para formulação de elementos de viga. MEF para formulação de elementos de placa/casca.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Recursos Hídricos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil

433
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Obras hidráulicas (barragens, reservatórios, estruturas de controle, dissipadores de energia e
outros). Usinas hidrelétricas. Princípios de modelagem hidrológica.

COMPONENTE CURRICULAR: Planejamento e Projetos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos de matemática e Administração financeira. Conteúdo do projeto: estudos de
mercado; tamanho; localização; comercialização; preços e viabilidade econômico-financeira.
Financiamento do projeto. Análise de projetos: custo-benefício e sensibilidade. Estudo de caso.

COMPONENTE CURRICULAR: Topografia Aplicada


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Parcelamento do Solo Urbano e Rural. Loteamento, Desmembramento e Remembramento.
Quadra, Lote, Logradouro Público, Desdobro. Legislação. Fundamentos de Cartografia e de
geoprocessamento. Sistema de posicionamento global. Sistemas de sensoriamento remoto,
fotogrametria e fotointerpretação. Sistema de Informação Geográfica. Georreferenciamento de
propriedades rurais segundo o Sistema Geodésico Brasileiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Concretos Especiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Propriedades físicas e mecânicas do concreto com aditivos e com adições. Dosagem do
concreto. Concreto reforçado com fibras. Concreto auto-adensável. Concretos de alto
desempenho. Concreto com polímeros.

COMPONENTE CURRICULAR: Patologia das Construções


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil

434
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Manifestações patológicas. Durabilidade, desempenho e qualidade das estruturas e dos
materiais de construção. Patologias associadas ao concreto. Avaliações, laudos e pareceres
técnicos. Patologia dos revestimentos e pinturas. Gretas, fissuras e trincas em edificações.
Patologias das fundações. Patologias de impermeabilização. Tratamentos dos danos causados
às estruturas.

COMPONENTE CURRICULAR: Sistemas Construtivos Inovadores


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Inovação tecnológica. Materiais não convencionais. Tecnologia aplicada aos Sistemas
construtivos: alvenaria estrutural, gesso acartonado (paredes e tetos), pré-fabricados (concreto,
aço, madeira), painéis sanduiche. Compatibilização de sistemas construtivos. Gestão da
qualidade nos sistemas.

COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia e Planejamento Urbano


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra/ Instituto de
Ciências Humanas e Sociais
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Estudo do espaço urbano. A engenharia social e a atuação do engenheiro. Estudo histórico da
evolução e regionalização dos traços das cidades. Fatores topográficos, climatológicos com
interferência e determinação nas condições de conforto urbano. Urbanismo. Planejamento
urbano. Lei do uso e parcelamento do solo. Estudo da correlação das cidades, seus zoneamentos,
suas condições de trafego e corrente circulatória, saneamento e controle ambiental. Sistemas de
planejamento urbano e seus subsistemas. Legislação urbana.

COMPONENTE CURRICULAR: Sustentabilidade na Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Preocupação em relação à preservação dos recursos naturais. As questões ligadas ao
crescimento demográfico, necessidade de produção na construção civil, incremento da
industrialização e expansão das áreas urbanas, vinculadas às questões de preservação dos

435
recursos naturais. Uma nova postura visando o uso adequado dos recursos naturais, Políticas de
educação ambiental – Lei nº 9795/1999 e Decreto nº 4.281/2002.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Arquitetura e Urbanismo


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou
aprofundamento de conteúdos de Arquitetura e Urbanismo. Tendências, desenvolvimentos,
técnicas modernas e experiências importantes em Arquitetura e Urbanismo. O programa é
divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Hidrologia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de hidrologia. Introdução,
complementação, aplicação da hidrologia. Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e
experiências importantes em hidrologia.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Materiais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de materiais. Introdução,
complementação, aplicação de materiais. Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e
experiências importantes em materiais.

COMPONENTE CURRICULAR: Obras de Terra


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

436
Barragens. Estabilidade de taludes. Estruturas de arrimo. Técnicas de Melhoramento de Solos.

COMPONENTE CURRICULAR: Estabilidade de Taludes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Aspectos gerais de estabilidade de taludes e muros de arrimo. Influência da geologia em cortes.
Métodos de investigação aplicados a taludes. Métodos de análise: rupturas planas (infinitas).
Determinação de Empuxos de solos. Estudo de empuxos de terra em estruturas de contenção.
Estabilidade de taludes: tipos e causas de escorregamentos; fator de segurança e métodos de
estabilidade. Teoria de de Rankine e Coulomb. Dimensionamento de estruturas de contenção.
Teoria de Rankine. Teria de Coulomb. Método das cunhas. Método de Poncelet. Métodos
Bishop, Spencer, Jambu, Ábacos de Taylor. Dimensionamento de muros de contenção de
concreto armado.

COMPONENTE CURRICULAR: Ensaios de Laboratório e de Campo em Geotecnia


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 48 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: 16
EMENTA
Ensaios triaxiais (ensaios drenados e não-drenados, equipamentos, medição local de
deformações). Ensaios de adensamento. Ensaios de permeabilidade. Ensaios de cisalhamento
direto. Resistência residual. Instrumentação. Amostragem de solos. Investigação de subsolo.
Ensaios tipo SPT e palheta. Ensaios de cone em argilas e em areias. Pressiômetro. Limitações,
vantagens e aplicações.

COMPONENTE CURRICULAR: Gerenciamento de Obras


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Características da construção civil. Organização do trabalho na construção civil. Produtividade.
Gestão e novas filosofias de produção. Macro-complexo construção civil. Força de trabalho na
Industria da construção civil. Mega-tendências na construção.

437
COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Transportes
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Terminologias em Engenharia de Transportes. Modais de Transporte: tipos e classificações das
estradas de rodagem, ferrovias, hidrovias e aerovias. Introdução às normas e projetos de
rodovias, ferrovias, hidrovias, aerovias e aeroportos. Estudo da contagem de Tráfego e análise
de eixo e cargas. Teoria do Fluxo do Tráfego: Contínuo e Descontínuo. Noções sobre Cálculo
Tarifário em Transporte Público Urbano. Programação Semafórica.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Alvenaria


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceito de alvenaria. Materiais utilizados. Comportamento estrutural da alvenaria. Avaliação
da resistência das paredes. Dimensionamento de Alvenaria estrutural de concreto.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Madeira II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Telhados em Madeira. Tablados em Madeira. Durabilidade de estruturas de madeira. Introdução
a estruturas feitas a partir de gramíneas.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Metálicas II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Perfis formados a frio. Corrosão em estruturas metálicas. Dimensionamento de estruturas
utilizando perfis formados a frio. Encruamento.

438
COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas Pré-moldadas de Concreto
Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Definições, considerações sobre a industrialização da construção; tipos de elementos; materiais;
vantagens e desvantagens; aceno histórico. Produção: tecnologia da execução dos elementos
pré-moldados; manuseio, armazenamento e transporte; montagem das estruturas. Projeto:
tolerâncias e folgas; princípios gerais e específicos. Ligações: tipologia; aspectos relativos ao
cálculo; dimensionamento de elementos utilizados nas ligações. Estruturas compostas:
comportamento estrutural; cisalhamento na interface. Tipologia das construções pré-moldadas:
galpões, edificações de vários pavimentos e diversas obras civis.

COMPONENTE CURRICULAR: Ferrovias


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Transporte ferroviário e via férrea. Projeto geométrico. Infraestrutura da via férrea.
Superestrutura da via férrea. Material rodante. Estações, pátios e terminais. Operação
ferroviária. Inspeção e avaliação de vias em operação. Manutenção da via férrea.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão da Qualidade na Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Histórico da Qualidade, Conceitos básicos da Qualidade. Princípios da Qualidade. Gestão de
Processos. Ferramentas básicas da Qualidade. Padronização. A Dimensão Humana da
Qualidade. Sistema de Gestão da Qualidade para Empresas Construtoras com base na NBR ISO
9002 e noções de auditoria interna da qualidade.

COMPONENTE CURRICULAR: Industrialização da Construção


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

439
EMENTA
Racionalização e industrialização da construção civil. Sistemas Construtivos racionalizados e
industrializados. Sistemas Construtivos Especiais.

COMPONENTE CURRICULAR: Pontes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução, conceituação e classificação. Normas técnicas e Ações. Sistemas estruturais, seções
transversais e processos construtivos. Superestrutura das pontes de concreto. Solicitações
dinâmicas, choque e fadiga. Dimensionamento da superestrutura. Infraestrutura, pilares,
encontros, aparelhos de apoio. Projeto de pontes.

COMPONENTE CURRICULAR: Estruturas em Concreto Protendido


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Concreto Protendido: generalidades. Sistemas de protensão. Perdas de protensão.
Dimensionamento à flexão e cisalhamento. Detalhamento das armaduras.

COMPONENTE CURRICULAR: Reforço de Estruturas em Concreto


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Principais técnicas de reforço de estruturas. Técnicas de reforço empregando materiais
compósitos: EBR, NSM, TRM. Dimensionamento de reforço à flexão e cisalhamento.
Dimensionamento de reforço de elementos submetidos a esforço axial.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Canteiro de Obras


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA

440
Importância do projeto do canteiro de obras, princípios para a modernização do setor da
construção civil, planejamento da produção de edifícios, planejamento de canteiro de obras.
Programa de necessidades: metas para produção, requisitos e diretrizes da produção. Estudo
preliminar: definição do processo construtivo, plano de ataque. Anteprojeto: Cronograma e
alocação de recursos, fases do canteiro, alternativas de transporte. Anteprojeto das fases do
canteiro: elementos do canteiro, inter-relações dos elementos do canteiro, fluxos dos processos,
priorização dos elementos do canteiro, alocação dos elementos no canteiro, arranjo físico do
canteiro. Projeto executivo global do canteiro.

COMPONENTE CURRICULAR: Manutenção de Pavimentos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução, conceituação e classificação dos serviços de manutenção de pavimentos
rodoviários. Deterioração de pavimentos asfálticos. Desempenho e métodos de avaliação
funcional de pavimentos asfálticos. Desempenho e métodos de avaliação estrutural de
pavimentos asfálticos, avaliação das condições de irregularidade longitudinal. Avaliação das
condições de aderência pneu/pavimento. Deterioração de pavimentos de concreto. Desempenho
e métodos de avaliação de pavimentos de concreto. Conservação e restauração de pavimentos
com problemas funcionais. Reciclagem de pavimentos, dimensionamento de reforço de
pavimentos asfálticos.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Engenharia Civil I


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
O projeto de arquitetura. Programa de necessidades do usuário. Projeto básico e projeto
executivo. Memorial descritivo e de especificações. Projetos de instalações prediais. Projeto
estrutural.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Integrado de Engenharia Civil II


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Otimização dos projetos básicos, simulação de diferentes sistemas construtivos. Planejamento
do canteiro de obras, quantificação de serviços, elaboração da estrutura analítica de projeto,
elaboração de planilha orçamentária, elaboração da Curva ABC de custos, planejamento da

441
obra, curva ABC de materiais e mão de obra, elaboração do cronograma físico-financeiro,
elaboração do manual de uso e operação, gestão do uso da água, requisitos de desempenho das
edificações, gestão da qualidade das obras.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Estruturas


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementar, aplicação integrada ou
aprofundamento de conteúdos em Estruturas. Tendências, desenvolvimentos e técnicas
modernas em Estruturas. O programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Fundações


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementar, aplicação integrada ou
aprofundamento de conteúdos em Fundações. O programa é divulgado por ocasião do
oferecimento da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Instalações Prediais


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação ou
aprofundamento de conteúdos em Instalações Prediais. Tendências, desenvolvimentos, técnicas
modernas e experiências importantes no campo das instalações Prediais. O programa é
divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Pavimentação


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -

442
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de pavimentação. Introdução,
complementação, aplicações na pavimentação. Tendências, desenvolvimentos e técnicas da
Pavimentação.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Construção Civil


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou
aprofundamento de conteúdos na área de Construção Civil. Tendências, desenvolvimento,
técnicas modernas e experiências importantes em Construção Civil. O programa é divulgado
por ocasião do oferecimento da disciplina.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Transportes


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis envolvendo o conteúdo de transportes. Introdução,
complementação, aplicação integrada ou aprofundamento de conteúdos na área de transportes.
Tendências, desenvolvimentos, técnicas modernas e experiências importantes em Transportes.
O programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina. Logística. Portos e
Aeroportos.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Mecânica dos Solos


Unidade Acadêmica Ofertante: Instituto de Ciências Exatas e da Terra – Engenharia
Civil
Carga horária total: 64h
Ch T: 64 Ch PD: - Ch PCC: - Ch EXT: - Ch PAC: -
EMENTA
Disciplina abordando tópicos variáveis: introdução, complementação, aplicação integrada ou
aprofundamento de conteúdos em Geotecnia. Tendências, técnicas modernas e experiências
importantes em Geotecnia. O programa é divulgado por ocasião do oferecimento da disciplina.

443
ANEXO C – Termo de concordância do discente na migração para a nova matriz
curricular

1. TERMO DE CONCORDÃNCIA DO DISCENTE NA MIGRAÇÃO PARA A NOVA


MATRIZ CURRICULAR
2.

3. Pelo presente termo, eu_______________________________________,


RGA_________________, ano de ingresso______________manifesto minha adesão ao processo
de migração de minha matrícula na organização curricular atual da Resolução Consepe
nº_____________ para a nova organização curricular, Resolução Consepe nº_________.
4.

5. Barra do Garças, ________ de ________________ de 20______


6.

7.

8. _____________________________________________________
Assinatura do Aluno
9.

10. _____________________________________________________
Assinatura da Coordenação de Curso

444

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