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Texto Alimentação e Nutrição

O documento discute a importância das equipes multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (APS) para a promoção de ações de alimentação e nutrição, destacando a necessidade de uma abordagem integral e interdisciplinar. Apresenta desafios estruturais e a complexidade das demandas nutricionais, enfatizando a importância da articulação entre profissionais e a utilização de tecnologias de cuidado. Além disso, ressalta a relevância de considerar fatores sociais e culturais na prática nutricional, visando a promoção da saúde e a prevenção de doenças.
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O documento discute a importância das equipes multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (APS) para a promoção de ações de alimentação e nutrição, destacando a necessidade de uma abordagem integral e interdisciplinar. Apresenta desafios estruturais e a complexidade das demandas nutricionais, enfatizando a importância da articulação entre profissionais e a utilização de tecnologias de cuidado. Além disso, ressalta a relevância de considerar fatores sociais e culturais na prática nutricional, visando a promoção da saúde e a prevenção de doenças.
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Alimentação e nutrição: estratégias de atuação

no contexto das equipes multiprofissionais na


Atenção Primária à Saúde – eMulti

Denise Cavalcante de Barros


Natalia da Costa Selinger
Kimielle Cristina Silva

A abordagem sobre as diversas atuações possíveis das equipes multiprofissionais


(eMulti) na qualificação das ações de alimentação e nutrição na APS depende an-
tes de tudo do amplo conhecimento sobre o contexto em que essas equipes estão
inseridas, a organização e dinâmica do seu processo de trabalho e do papel da APS
na Rede de Atenção à Saúde (RAS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim, este
capítulo apresenta alguns desafios estruturais desse ponto de atenção e a comple-
xidade da agenda da alimentação e nutrição, propondo-se a resolver os agravos e
condições de saúde mais frequentes na APS.
No SUS, a APS é um componente essencial e estratégico, e desempenha um papel
fundamental no fortalecimento do acesso aos serviços de saúde, na coordenação do
cuidado na RAS e no acompanhamento contínuo das pessoas ao longo do tempo.
A organização da APS, estruturada em territórios delimitados e com população
adscrita, permite a descentralização dos serviços, ampliando a capilaridade da ofer-
ta de cuidados e fortalecendo a integralidade do cuidado (Brasil, 2017a).
A APS constitui-se como o ponto de atenção estratégico para oferta de ações e
cuidados em alimentação e nutrição, como a promoção da alimentação adequada e
saudável, a vigilância alimentar e nutricional, o controle e prevenção das carências
nutricionais, o cuidado dos indivíduos com agravos e condições crônicas – como o
sobrepeso e obesidade –, bem como dos indivíduos com necessidades alimentares
especiais, em uso de via alternativa de alimentação.

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Todavia, a inserção das ações de alimentação e nutrição nos serviços de saúde pú-
blica responsáveis por ações de APS são realizadas, desde a década de 1970, por
meio de programas de suplementação alimentar destinados ao público materno-in-
fantil. As práticas de acompanhamento do estado nutricional baseadas na avaliação
dos dados antropométricos de peso e altura foram incluídas e ampliadas na rotina
dos profissionais dos serviços de APS e reverberam até os dias de hoje. Mas cabe
reconhecer, pelo cenário epidemiológico de saúde e nutricional da população brasi-
leira, que as diversas demandas de cuidado em alimentação e nutrição que chegam
à APS e requerem uma abordagem referente à perspectiva da atenção integral à
saúde, são desenvolvidas de forma multiprofissional e interdisciplinar.
Nessa perspectiva, a eMulti como equipe integrante da APS, deve utilizar em sua
prática diária variadas tecnologias de cuidado para auxiliar no manejo das deman-
das e necessidades de saúde de maior prevalência junto com as outras equipes de
APS (Brasil, 2023a).
O processo de trabalho dos profissionais das eMulti deve ter como foco o seu ter-
ritório de atuação, contemplando todas as ações que são realizadas pelas demais
equipes da APS vinculadas à eMulti, sendo elas: atendimento individual específico,
compartilhado e domiciliar; ações de educação em saúde; discussões de casos; en-
tre outras, valorizando a troca de saberes e experiências na produção do cuidado
integral, com vistas à garantia do cuidado interprofissional.
Desse modo, a contribuição das eMulti para a atenção nutricional1 na APS tem por
finalidade aumentar a capacidade de análise e resolução de problemas relacionados
à alimentação e nutrição, tanto no âmbito individual quanto no coletivo. De forma
geral, devem ser incluídas ações que visem (Brasil, 2017a):

• identificar e analisar as características alimentares e nutricionais da popula-


ção adstrita, o que demanda ir além da análise epidemiológica de indica-
dores antropométricos e de consumo alimentar. Inclui o reconhecimento da
alimentação como prática social nos territórios, permeada não apenas por

1
A atenção nutricional compreende os cuidados relativos à alimentação e nutrição voltados à
promoção e proteção da saúde, à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de agravos, devendo
estar associados às demais ações de atenção à saúde do SUS para indivíduos, famílias e comu-
nidades, contribuindo para a conformação de uma rede integrada, resolutiva e humanizada de
cuidados (Brasil, 2011).

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aspectos biológicos, mas também econômicos, sociais, culturais e ambientais,
de modo a contribuir para a prática do acolhimento e da clínica ampliada;
• planejar e executar de ações de educação alimentar e nutricional, no âm-
bito individual e coletivo, de acordo com características alimentares e nu-
tricionais identificadas na população adstrita;
• diagnosticar os principais agravos relacionados à alimentação e nutrição,
e organizar os critérios de classificação de risco para identificação de prio-
ridades e definição das ofertas de cuidado;
• compartilhar saberes dos núcleos profissionais junto aos demais profis-
sionais integrantes das demais equipes da APS que possam contribuir
para a organização do cuidado e ampliação do escopo de atuação das
equipes de referência da APS. As metodologias da aprendizagem em ser-
viço devem ser utilizadas, como atendimento compartilhado, discussão
de casos, entre outras;
• ofertar atendimento clínico nutricional aos indivíduos com agravos
relacionados à alimentação e nutrição, de acordo com os critérios de
classificação de risco e ofertas de cuidado pactuadas junto às equipes
de APS vinculadas;
• construir e implementar estratégias clínico-assistenciais e técnico-pedagó-
gicas que ampliem a resolutividade da atenção nutricional na APS e ra-
cionalizem os encaminhamentos para serviços de atenção especializada,
com coordenação do cuidado e manutenção do vínculo pela equipe de
referência, incluindo fluxos e protocolos assistenciais;
• desenvolver articulações intersetoriais nos territórios para a promoção
da segurança alimentar e nutricional (SAN) e defesa e exigibilidade do
direito humano à alimentação adequada (DHAA).

Compreende-se que para a execução e o planejamento das ações citadas é necessária a


articulação entre os profissionais das eMulti e demais equipes da APS vinculadas, visan-
do a pactuação de ações concretas durante a construção do trabalho em equipe. Nesse
contexto, a integração entre as equipes vinculadas e eMulti se torna uma potencialidade
e também um desafio, visto que, por um lado, é conveniente trabalhar de forma indi-
vidual e desarticulada, não considerando as necessidades das equipes e da população,

67
e, por outro, vale construir o trabalho de forma interprofissional. Tal fato pode explicar
os grupos operativos e terapêuticos que “não dão certo”, pois a demanda vem da ex-
pertise do profissional, e não da necessidade da equipe e da população. Um exemplo é
o profissional nutricionista especialista em nutrição ortomolecular e biofuncional que
planeja os grupos com base apenas nesses conhecimentos específicos, não levando em
consideração o contexto cultural e econômico da população na qual eles estão inseridos.
A complexidade da atenção nutricional na APS contrasta com a visão equivocada
de que nesse ponto de atenção à saúde do SUS são realizadas as “práticas mais sim-
ples” de cuidados em alimentação e nutrição, voltadas apenas para a promoção da
saúde e para a prevenção de doenças e agravos, ou apenas práticas para indivíduos
que são público-alvo de programas específicos. A visão limitada sobre o papel da
APS restringe a capacidade de diagnóstico local, limita as ofertas clínicas e diminui
as opções terapêuticas – que muitas vezes são essenciais no manejo de casos com-
plexos ou crônicos – acrescidas das ações educativas e preventivas. Por isso, é cru-
cial identificar práticas que visem superar conceitos equivocados, frequentemente
originados na formação profissional (Brasil, 2017b).
Os cuidados relativos à alimentação e nutrição frequentemente são considerados
como responsabilidade exclusiva do profissional nutricionista, e não devem ser
compartilhados entre todos da equipe, como se ele pudesse sozinho resolver todos
os problemas/agravos relacionados à alimentação e nutrição do território. Isso, por
vezes, tem gerado práticas fragmentadas que não respondem de forma adequada
às demandas da população e do sistema de saúde (Brasil, 2017a). As ações relacio-
nadas à promoção do aleitamento materno e alimentação complementar saudável
podem e devem ser realizadas pelos profissionais das equipes de APS, não apenas
pelo nutricionista.
Assim, é fundamental refletir sobre como aproximar os princípios do SUS das
ações de alimentação e nutrição na APS de forma estruturada, sem perder de vista
elementos que qualifiquem o cuidado como (Brasil, 2011):

• reconhecer a presença dos diferentes significados da alimentação nos mo-


dos de vida dos indivíduos e grupos;
• realizar práticas de acolhimento e escuta que considerem a subjetividade e
a complexidade do comportamento alimentar;

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• respeitar a diversidade e a cultura alimentar;
• fortalecer a autonomia dos indivíduos;
• reconhecer a determinação social e a natureza interdisciplinar e interseto-
rial da alimentação e nutrição;
• promover a segurança alimentar e nutricional.

Além do cenário de transição epidemiológica atual no país, outro desafio impor-


tante a ser enfrentado no âmbito da APS é a substituição na rotina alimentar da
população, dos alimentos in natura e minimamente processados por alimentos ul-
traprocessados, que são identificados como produtos alimentares de menor custo,
mas hiperpalatáveis e com perfil nutricional inadequado. Isso inclui o excesso de
açúcar, sal, gorduras, além de corantes, conservantes e aromatizantes. No Brasil,
fatores ambientais e socioeconômicos, como renda, nível de escolaridade e a menor
acessibilidade a alimentos frescos e minimamente processados, podem influenciar
as escolhas alimentares dos indivíduos, o que contribui para o surgimento de doen-
ças crônicas e maior pressão aos serviços e equipes de saúde (Brasil, 2023b; 2022a;
2017b, 2014).
A complexidade que envolve a alimentação e nutrição é um desafio para as equipes
eMulti e demais profissionais da APS, sendo estratégico ampliar seus olhares e
saberes (Silva et al., 2018). Na perspectiva de apoiar os profissionais no diagnóstico
e na intervenção alimentar e nutricional, o Ministério da Saúde disponibiliza um
conjunto de ferramentas potentes baseadas no Guia Alimentar para a População
Brasileira, como os protocolos de uso do guia alimentar, disponíveis por curso de
vida (Brasil, 2022c; 2022b; 2021c; 2021b, 2021a).
Dada a inter-relação entre o contexto social e territorial em que as pessoas vivem e
suas condições alimentares e nutricionais, é essencial considerar fatores locais que
impactam nos hábitos alimentares e nas condições de saúde da população. Nesse
sentido, promover a oferta de ferramentas de diagnóstico e monitoramento na ro-
tina e trabalho das equipes – como a territorialização e a vigilância em saúde, com
ênfase nas ações de vigilância alimentar e nutricional (VAN) – não só contribui
para o planejamento, como também para a identificação de ações prioritárias no
âmbito da alimentação e nutrição, de acordo com o perfil local. A vigilância ali-
mentar e nutricional (VAN) deixa de ser uma prática restrita para um público-alvo

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de programas específicos – como o Programa Bolsa Família ou o Programa Saúde
na Escola, por exemplo – e se torna uma ferramenta de apoio à gestão da clínica na
APS (Brasil, 2015; Brasil, 2011).
Desde 2013, a implantação do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC eSUS-APS)
passou a ser uma ferramenta da rotina dos trabalhadores da APS. De alguma forma,
esse sistema de informação compete com o uso de sistemas anteriores, como é o caso
do Sistema de Informação em Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). O uso de
múltiplos sistemas para o registro de informações no cotidiano do serviço de saúde
leva à duplicação de tarefas ou ainda à escolha por um único sistema e pode influen-
ciar na perda de dados ou na qualidade dos dados registrados (Jaime et al., 2011).
Versões mais recentes do PEC e-SUS APS permitem integração entre esses dois sis-
temas, tornando possível atualmente inserir informações antropométricas e marca-
dores de consumo alimentar no próprio PEC, na rotina das equipes. Apesar desses
movimentos de fortalecimento de integração de práticas e registros de dados por
meio dos sistemas de informação, ainda é necessário fomentar a ação de vigilância
alimentar e nutricional e de cuidado nutricional como uma rotina no âmbito do
campo de atuação dos trabalhadores da APS.
A questão central dessa discussão é o acesso do cidadão aos serviços e ações em
saúde, com foco nos cuidados em alimentação e nutrição. Em muitos casos, por
falta de organização de fluxos e protocolos para a continuidade do cuidado nos
pontos de atenção especializada do SUS, o cidadão não é atendido. Em outros
casos, verifica-se uma agenda sobrecarregada do profissional nutricionista, ou pela
falta de organização do processo de trabalho e pactuação com as equipes vincula-
das das condições e agravos prioritários, ou no entendimento do profissional de que
“aquele” caso não é da APS. Assim, a gestão tem papel essencial na organização
desses processos e no diálogo com o trabalhador.
Por fim, todas as equipes de APS devem oferecer cuidados em alimentação e nu-
trição de acordo com as necessidades de saúde da população sob sua responsabili-
dade, respeitando a capacidade técnica dos profissionais envolvidos. Nesse sentido,
entende-se que a eMulti contribui para o fortalecimento e a resolutividade da APS
pela incorporação de diferentes saberes e práticas, pela ampliação da prática de
educação permanente em saúde (EPS) e pela oferta de cuidado no próprio territó-
rio, tornando assim o “saber fazer” em alimentação e nutrição uma parte da rotina
das equipes da APS, de forma cada vez mais qualificada.

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Referências
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Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília, 2011. Disponível em Política
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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
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