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RCP PCR

O documento aborda a Parada Cardiorrespiratória (PCR) e a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), destacando suas causas, identificação e procedimentos de atendimento. A RCP visa preservar a vida, restaurar a circulação e minimizar sequelas, seguindo a sequência CABD. O uso de um Desfibrilador Externo Automático (DEA) é recomendado para auxiliar na recuperação do ritmo cardíaco durante a PCR.

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RCP PCR

O documento aborda a Parada Cardiorrespiratória (PCR) e a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), destacando suas causas, identificação e procedimentos de atendimento. A RCP visa preservar a vida, restaurar a circulação e minimizar sequelas, seguindo a sequência CABD. O uso de um Desfibrilador Externo Automático (DEA) é recomendado para auxiliar na recuperação do ritmo cardíaco durante a PCR.

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PCR (PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA)

RCP (RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR)

Autora:
Profª Danielle Santos
Enfermeira
PCR (Parada Cardiorrespiratória)
É caracterizada pela perda súbita e inesperada das funções:
cardíaca, respiratória e consciência.
Consequentemente há parada da circulação e manutenção dos
demais órgãos e tecidos
CAUSAS DA PCR
Doenças cardíacas;
Insuficiência respiratória;
Choque hipovolêmico (perda de volume sanguíneo), choque séptico
(infecção grave);
Choque elétrico;
Traumas;
Overdose;
Outros: Hipotermia, envenenamento, acidente vascular encefálico
(AVE) e embolia pulmonar (coágulo nos pulmões).
Atendimento da PCR (Parada Cardiorrespiratória)

O atendimento da PCR é descrito na


literatura como Ressuscitação
Cardiopulmonar (RCP), que compreende
uma sequência de manobras e
procedimentos destinados a manter a
circulação cerebral e cardíaca, e
garantir a sobrevida do paciente.
RCP (RESSUSCITAÇÃO CARDIO PULMONAR)
OBJETIVOS:

Preservar a vida;
Restaurar circulação e ventilação central;
Minimizar sequelas;
Identificação da Parada Cardiorrespiratória

1.Consciência:

Verifique se a pessoa está consciente,


tentando acordá-la e observando
respostas a estímulos.
Identificação da Parada Cardiorrespiratória

2.Respiração:

Verifique se há respiração,
aproximando-se do nariz para senti-
la ou ouvi-la, e observe movimentos
torácicos.
Identificação da Parada Cardiorrespiratória

3. Pulso:

Cheque o pulso - dois dedos sobre o local do pulso


(carotídeo ou radial), sem exercer grande pressão.

Pulsos Principais: braquial, radial, carotídeo, femural


e temporal;

Sendo que o carotídeo e radial são os principais em


suspeita de parada cardiorrespiratória.

Resultado negativo nos três passos: Indica parada


cardiorrespiratória.
SBV -SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Consiste em um conjunto de medidas voltadas à redução do dano ou do risco de
morte associado a eventos cardiovasculares, em especial, à parada
cardiorrespiratória (PCR), tanto no ambiente extra hospitalar como no ambiente
intra hospitalar.
SBV -SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Cadeia de sobrevivência da AHA na parada cardiorrespiratória extra hospitalar
(PCREH) em adultos:

Geralmente iniciada por socorristas leigos ou pessoas não treinadas, o elemento


principal é o reconhecimento de uma possível PCR e acionamento do serviço
médico de emergência.
Na sequência, as compressões de alta qualidade devem ser iniciadas na vítima
inconsciente e em uma suposta PCR, com o uso do DEA se disponível.

Fonte: © 2020 American Heart Association


SBV -SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Sequência do SBV em adultos

No atendimento à pessoa em PCR, o mnemônico CAB ou CABD descreve a ordem


das intervenções.
Essas medidas visam a restabelecer o quanto antes a circulação espontânea, a
perfusão dos órgãos vitais e a chegada da equipe de ressuscitação.

Fonte: © 2020 American Heart Association


SBV -SUPORTE BÁSICO DE VIDA
CABD
1. C – (check) Checagem: Checar a segurança do local, checar a responsividade da
vítima, checar o pulso e a respiração, chamar por ajuda e iniciar as compressões;
2. A – (airway) Abertura da via Aérea;
3. B –(breath) ventilação: A oferta da ventilação pode ser feita utilizando um
dispositivo bolsa-válvula-máscara (ambu) ou uma máscara de bolso (pocket-
mask). Caso o socorrista não se sinta seguro para realizar a ventilação, a prioridade
é a compressão de alta qualidade.
4. D – Desfibrilação: o uso de um DEA ajuda o socorrista a identificar se a vítima está
em PCR, se é um ritmo chocável e, quando é o caso, aplica o choque na tentativa de
reverter a PCR.
PASSO A PASSO

1. Avaliar a cena:
Certifique-se de que o local é seguro para realizar
procedimentos.

2. Checar a responsividade da vítima:


Para isto, agita-se gentilmente os ombros da vítima e
grita-se:

“Senhor, está me ouvindo?”

3. Se não houver resposta da vítima:


Chame por ajuda e ative o serviço médico de emergência.

“Você! Ligue para o SAMU 192.”


PASSO A PASSO

4. Avaliar PULSO - (pulso carotídeo)

Posicione-se ao lado da vítima;


Com dois dedos: indicador e médio, Deve-se tomar o
pulso, pelo menos, 5 a 10 segundos para verificar a sua
ausência;
Em situações de emergência deve ser tomado sempre o
pulso central (pulso carotídeo), já que este não
desaparece em condições de baixa pressão sanguínea.
PASSO A PASSO

4. Avaliar RESPIRAÇÃO

Posicione-se ao lado da vítima, de forma a ter uma visão


clara de seu tórax;
Observe visualmente se o tórax se eleva e abaixa
regularmente, indicando a presença de respiração.
Também observe se há movimento dos ombros ou
abdômen;
Avalie se a vítima está respirando e se respira de forma
regular ou irregular.
PASSO A PASSO

5.Abertura das vias aéreas:

Manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo.


Esse processo corrige a principal causa de obstrução de
vias aéreas em indivíduos inconscientes para garantir a
passagem de ar.
PASSO A PASSO

Iniciar ressuscitação cardiopulmonar (RCP)

A vítima deve estar em uma superfície plana,


para que as compressões sejam eficazes;

Posicione uma mão sobre a outra, entrelaçando


os dedos e posicione as suas mãos no centro do
tórax, (mais precisamente, na metade inferior do
osso externo, aproximadamente dois dedos
acima do apêndice xifoide);

Os cotovelos devem estar estendidos e os ombros


acima da vítima, formando um ângulo de 90
graus com os braços.
PASSO A PASSO

PCR

Frequência de compressão torácica de 100 a 120 por minuto;


Compressão torácica de no mínimo 5 centímetros em adultos,
4 cm em crianças e bebês;
Permitir o retorno total do tórax após cada compressão;
As compressões devem ser feitas sem interrupções em ciclos
de 2 minutos, ou seja, reveze as compressões com outra
pessoa a cada dois minutos minimizando as interrupções nas
compressões torácicas (as interrupções não podem passar
dez segundos);

“As Compressões torácicas cansam muito, por isso é muito


importante que haja Revezamento das compressões”.
PASSO A PASSO

RCP
Crianças: a partir de 1 ano até os primeiros
sinais de puberdade;

Bebês: Use dois dedos - indicador e médio ou


polegares (de 0 a 1 ano).

A causa mais comum de PCR em bebês e crianças é a


hipóxia, uma condição em que não chega oxigênio
suficiente às células e tecidos do corpo, mas a parada
cardiorrespiratória também pode surgir por conta de
algum outro quadro que vem se arrastando, infeccioso,
respiratório.
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO

O DEA é um dispositivo portátil eletrônico capaz de


analisar o ritmo cardíaco de uma pessoa durante
uma parada cardíaca, utilizando o sinal de
Eletrocardiografia (ECG).

O DEA foi projetado com facilidade de uso e inclui


um sistema de voz que guia o usuário durante todo o
processo

Caso necessário, o DEA emite um choque elétrico


para restaurar o ritmo normal dos batimentos
cardíacos.
Quando interromper a RCP no SBV

As manobras de ressuscitação cardiopulmonar podem ser


interrompidas:

Por exaustão dos socorristas;


Se a cena se tornar insegura;
Se o paciente acordar, tossir ou houver retorno da
circulação espontânea.
Situações em que as medidas de SBV
não estão indicadas

Em caso de cena insegura para o socorrista;


Se não for possível modificar a cena de modo a garantir
segurança;
Em caso de vítima carbonizada, decapitada, em rigor
mortis ou com grande evisceração;
Em pessoas que apresentam consciência preservada ou
respondem aos estímulos;
Questionário sobre PCR -RCP

1. O que significa a sigla RCP?


2. O que é uma Parada Cardiorrespiratória (PCR)?
3. Qual a importância de iniciar a RCP imediatamente em caso de PCR?
4. Qual a profundidade e o ritmo recomendados para as compressões torácicas em um
adulto?
5. Como se verifica se uma pessoa precisa de RCP?
6. Existem diferenças na RCP para crianças e bebês em comparação com adultos?
7. O que fazer se você não se sentir confortável em realizar as ventilações durante a
RCP?
8. Qual o objetivo final da RCP?
Obrigada!

@danisantosdoula

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