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Empreend 2 TST

O documento aborda o empreendedorismo, sua origem, evolução e importância no Brasil, destacando características e competências necessárias para empreender. Além disso, apresenta habilidades essenciais que estudantes e professores devem desenvolver para se adaptarem ao mundo contemporâneo, incluindo liderança, habilidades digitais e resolução de problemas. O texto também enfatiza a necessidade de inovação e a capacidade de identificar oportunidades no processo empreendedor.

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Empreend 2 TST

O documento aborda o empreendedorismo, sua origem, evolução e importância no Brasil, destacando características e competências necessárias para empreender. Além disso, apresenta habilidades essenciais que estudantes e professores devem desenvolver para se adaptarem ao mundo contemporâneo, incluindo liderança, habilidades digitais e resolução de problemas. O texto também enfatiza a necessidade de inovação e a capacidade de identificar oportunidades no processo empreendedor.

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Empreendedorismo

Professor:
Dr . Carlos Gomes
Empreendedorismo: Abordagem
Sistematizada

P R O F. D R . C A R L O S G O M E S D E M O U R A

2
SORTE?

Em empreendedorismo sorte é o encontro da


preparação com a oportunidade!

10 3
Objetivos da Unidade:

• Conhecer a origem do empreendedorismo e sua evolução;


• Entender o processo empreendedor;
• Contextualizar o empreendedorismo no Brasil;
• Conhecer as características empreendedoras;
• Compreender a importância de empreender para o país;
• Quais competências formar (ensinar);
• Habilidades digitais necessárias ao professor.
• Habilidades de liderança.

4
HISTÓRICO E CONCEITO DE EMPREENDEDORISMO

5
A Revolução do Empreendedorismo

O século XX foi marcado por diversas invenções que


revolucionaram nosso estilo de vida. Algumas delas, frutos de
anos de pesquisas e novas tecnologias.
Outras invenções surgiram apenas de um novo olhar, um novo
uso para o mesmo produto.

6
A Revolução do Empreendedorismo

Algumas invenções do século XX:

1903: Avião motorizado


1923: Aparelho televisor
1928: Penicilina
1943: Computador
1947: Descoberta da estrutura do DNA
1967: Transplante de coração
1969: Homem chega à Lua
1969: Início da Internet
1989: World Wide Web
1997: Primeira clonagem de animais: ovelha Dolly
FONTE: Dornelas (2008, p.6)

7
A Revolução do Empreendedorismo

O Empreendedorismo não é somente sinônimo de abrir uma empresa ou


um negócio próprio.
Está relacionado a uma nova visão para um processo já existente. Um
exemplo de empreendedorismo na área social é o projeto Doutores da
Alegria, que identificou uma oportunidade de melhorar a recuperação dos
enfermos internados, levando alegria e entusiasmo através de suas visitas.

8
Análise Histórica do Surgimento do Empreendedorismo

Uma das primeiras alusões ao termo “empreendedor” foi feita pelo economista
francês Richard Cantillon (1755), para explicar a receptividade ao risco de
comprar algo por um determinado preço e vendê-lo sob uma perspectiva de
incerteza e, assim, associar o termo empreendedor ao fato de assumir riscos
nas atividades econômicas.

9
Análise Histórica do Surgimento do Empreendedorismo

Primeiro uso do termo: Marco Polo, que tentou estabelecer uma rota comercial
para o Oriente, por volta dos anos 1270 a 1290.
Marco Polo assinou um contrato com um homem que possuía dinheiro para vender
as mercadorias dele.

10
Conceituando o Empreendedorismo
A raiz da palavra empreendedor vem do verbo francês “entreprendre” e
significa – fazer algo.
Desde o seu uso inicial, até os dias atuais, vários autores deram sua
contribuição com um enfoque diferente.

Existem três causas principais que movem o empreendedorismo:


• A natureza humana;
• O papel do empreendedor na economia;
• A estrutura econômica.

11
Conceituando o Empreendedorismo

Percebe-se que o empreendedorismo envolve a identificação de novas


oportunidades, a paixão, a vontade de transformar o meio social, e todas as funções,
atividades e ações associadas à criação de novas organizações.

Características:
• Correr risco calculado;
• Inovação x Lucro Elevado;
• Aproveitar as oportunidades;
• Autorealização;
• Criação de valor.

12
Conceituando o Empreendedorismo

a) Perspectiva: O modo de ver empreendedor


“Deve haver uma maneira melhor”

b) Pioneirismo: campeão da inovação


“Nós podemos fazer a diferença”.

c) Prática: partir para a ação


“As atividades do empreendedor são direcionadas para a ação, criação e
realização”.

13
O Empreendedorismo no Brasil

O empreendedorismo ganhou força no Brasil somente a partir da década de 1990,


com a abertura da economia, que propiciou a criação de entidades como o
SEBRAE e SOFTEX.
Apesar do pouco tempo, o Brasil apresenta ações que visam desenvolver um dos
maiores programas de ensino de empreendedorismo e potencializa o país perante
o mundo nesse milênio.
Alguns exemplos:

1. Os programas Softex e GENESIS;


2. Ações voltadas à capacitação do empreendedor, como os programas Empretec
e Jovem Empreendedor do Sebrae.
E ainda o programa Brasil Empreendedor do Governo Federal;

14
O Empreendedorismo no Brasil

3. Diversos cursos e programas estão sendo criados nas universidades brasileiras


para o ensino do empreendedorismo – por exemplo o programa Engenheiro
Empreendedor;

4. A recente explosão do movimento de criação de empresas de internet no país,


motivando o surgimento de entidades com o Instituto e-Cobra, de apoio aos
empreendedores das ponto.com (empresas baseadas em internet), com cursos,
palestras e até prêmios aos melhores planos de negócios de empresas Start-ups
de internet, desenvolvidos por jovens empreendedores;

5. O enorme crescimento do movimento de incubadoras de empresas no Brasil.

6. Junior Achievement (mini empresa).

15
O Empreendedorismo no Brasil
O GEM (Global Entrepreneurship Monitor) mede o nível de atividade
empreendedora no mundo desde 1999 e, nesta edição, envolveu 54 países. No
Brasil, a pesquisa é realizada desde 2000.

16
O Processo Empreendedor

Num primeiro momento o empreendedorismo envolve o processo de criar algo


novo, de valor (não necessariamente uma empresa). No momento seguinte, envolve
paixão, comprometimento, doação do tempo e do esforço para fazer o negócio dar
certo. Por último, saber assumir riscos calculados, seja nas decisões ou nas atitudes.
Ter ousadia é fundamental.
Para que a nova ideia ou o novo negócio seja bem-sucedido é necessário que haja
tanto talento empreendedor, ou seja, percepção, direção, dedicação e muito
trabalho das pessoas envolvidas. Se existe talento, existe oportunidade de crescer e
obter sucesso.
Existe ainda outro processo empreendedor, elaborado por Hisrich (2004), cujo foco
é garantir que a empresa ou produto idealizado consiga ser colocado em prática,
correndo menos riscos de não ser bem sucedido.

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25
26
8 habilidades essenciais que os estudantes devem ter para
o futuro:

Houve um tempo em que a escola tinha que ensinar pouco para os alunos: ler,
escrever, resolver problemas matemáticos – e isso já exigia muito dos
professores.
Hoje em dia, essas já não são mais as únicas habilidades que devem ser
desenvolvidas. Muita coisa mudou, o mundo está mais tecnológico e
globalizado, e a escola deve acompanhá-lo nessa mudança.
Os alunos de hoje devem estar preparados para esse novo mundo.
Aqui estão oito habilidades que vão ajudar os estudantes no futuro!

27
1. Liderança
O professor deve estimular o aluno a ser um líder responsável e respeitado.
Essa característica muitas vezes é confundida com arrogância, mas ser um
bom líder significa saber como guiar sua equipe ou grupo até seu objetivo
em comum. Por isso, essa habilidade é muito importante para o mercado de
trabalho atual.

28
2. Habilidade digital

Nem precisa explicar: em um mundo tecnológico como o nosso, saber escrever,


extrair, transferir e compreender informações digitais é essencial, e será mais
ainda no futuro.
O aluno deve sair da escola ciente das ferramentas digitais.
Para poder ensiná-lo, o próprio professor precisa ter essa habilidade e utilizá-la
em sala de aula.

29
3. Poder resolver problemas
Não apenas problemas matemáticos, mas os vários problemas que podem ser
enfrentados no dia-a-dia.
O professor deve mostrar ao aluno que raciocínio lógico e tranquilidade são
elementos essenciais na resolução de problemas, e essas características podem ser
conquistadas através de atividades simples em sala de aula.

30
4. Capacidade de trabalhar em equipe

Uma habilidade que já vem sendo pedida há tempos. Desde a maior empresa até
o menor comércio de bairro, todas as profissões exigem que se saiba trabalhar
com os outros.
Alguns alunos podem ter mais dificuldades do que outros, então tenha mais
cuidado com eles na hora de passar trabalhos em grupo para a turma.

31
5. Inteligência emocional

Cada vez mais importante, a inteligência emocional é a capacidade de reconhecer


e lidar com seus próprios sentimentos e os dos outros.
Professores, por vezes, são o suporte emocional mais próximo dos alunos,
especialmente dos adolescentes, então essa habilidade deve ser desenvolvida em
sala de aula através de exercícios dinâmicos e muito diálogo aberto.

32
6. Empreendedorismo
Mesmo que normalmente seja associada ao mercado de trabalho, essa habilidade e
suas características não se resumem apenas a esse domínio.
Um empreendedor é ousado, criativo e apaixonado pelo que faz.
Sendo assim, desenvolver a capacidade dos alunos de criar, inventar e sempre dar
o melhor de si é incentivá-los a empreender.

33
7. Cidadania global
O cidadão do futuro deve estar preparado para conhecer novas culturas,
experimentar novidades e lidar com diferenças.
O aluno deve saber pensar no mundo como um todo, e não apenas no bem de
sua própria cidade ou país.
O professor deve compartilhar experiências e fazer com que os alunos as
compartilhem também, para que todos se esforcem para pensar no ponto de
vista do outro.

34
8. Comunicação
Junto com a inteligência emocional, essa habilidade é essencial para estabelecer
bons relacionamentos.
Os alunos devem conseguir se comunicar através dos diversos meios oferecidos
pelo mundo contemporâneo. Seja por e-mail, mensagens de texto ou
pessoalmente, ele deve saber expressar o que quer e compreender o outro.
Trabalhe essa habilidade estimulando-o a usar todos esses meios em sala de
aula.

35
10 Habilidades digitais que todo professor deve ter

Para que o professor saiba utilizar a tecnologia com seus alunos, tornar
suas aulas mais atraentes e aproveitar todas as possibilidades que a
revolução digital tem disponibilizado, além dos cursos de capacitação
usuais, há algumas habilidades especiais que não são difíceis de aprender,
e que farão a diferença no dia-a-dia em classe. Confira:

36
1. Saber editar imagens

Quando se fala em edição de imagens, muitas pessoas já pensam no quase


miraculoso Photoshop, software mais utilizado atualmente para editar imagens
profissionalmente. Porém, para uso em sala de aula, não há necessidade do uso de
programas sofisticados. O professor pode querer, por exemplo, colocar legendas em
uma imagem; redimensionar, ampliar, diminuir, inserir texto, cortar alguma parte da
imagem, e isso se consegue com qualquer programa básico de edição de imagens. O
Windows possui um programa de edição de imagens gratuito, o Paint, que atende a
essas necessidades.

37
2. Conhecer e utilizar bem as redes sociais
Já diz a canção que “o artista tem de ir aonde o povo está”. O professor também.
Foi-se o tempo que os alunos sentavam-se silenciosamente nas carteiras e ouviam
cada palavra dita em sala com o máximo de atenção. Os papéis estão trocados: o
professor precisa ir no “mundo” do aluno, ver seus interesses, sua forma de se
expressar e respeitar suas experiências de vida. E o lugar mais frequentado pelos
jovens na rede são as redes sociais.
Professor conectado e com perfil em redes sociais é professor mais próximo da
realidade do aluno.

38
3. Saber identificar plágio
Um dos maiores pesadelos dos docentes hoje são os alunos “copia e cola”,
expressão essa tirada das ferramentas digitais do mesmo nome, que consistem em
copiar um conteúdo e “colar” em outro arquivo, ou onde preferir. Se o aluno tiver
habilidade em copiar textos, o professor pode se equivocar quanto à autoria. Um
método muito utilizado é jogar uma frase do texto em algum site de busca (Google,
Bing) e observar se há conteúdo semelhante.
Há sites na internet que também oferecem o serviço de detecção de plágio, alguns
gratuitamente, como o http://www.duplichecker.com/ ou www.plagium.com/.

39
4. Saber como se proteger
Nós pensamos que, por estarmos acessando a internet de casa, ou de um ambiente
seguro, como a escola, estamos protegidos. Os jovens, principalmente, não
parecem ter noção de como o mundo pode ser hostil. Porém, sabemos que a
internet em geral é um ambiente fértil a todo tipo de crimes, como bullying, roubo
(uso de senhas para desviar dinheiro de contas bancárias, por exemplo),
estelionato, pedofilia, racismo, incitação ao suicídio, entre outros.
O professor deve instruir seus alunos a respeito desses perigos, bem como se
proteger disso, além de conhecer os canais competentes para denúncias, caso
necessário.

40
5. Saber como otimizar o tempo
O professor, com várias turmas para administrar, trabalhos, correções, estudos,
planejamento, vida pessoal… ufa! São muitas coisas a serem vistas e todas
elas exigem atenção. Os aplicativos de produtividade e agendas online como o
Evernote podem ajudar o professor nessa difícil tarefa de administrar o tempo.

41
6. Saber fazer backup
Todos nós já passamos pela angustiante experiência de perder aquele planejamento
cuidadosamente trabalhado, aquele texto fantástico encontrado a duras penas ou
aquela apresentação de slides que levou dias para montar. Isso acontece porque não
salvamos nossos arquivos adequadamente. Porém, apenas salvar o arquivo no
computador não é o suficiente, é preciso fazer uma cópia de segurança (em um
dispositivo de armazenamento ou na “nuvem”, que é como se denomina o espaço
de armazenamento online, disponibilizado por aplicativos como o Dropbox).
Assim, se por algum motivo o computador não funcionar, nada está perdido. Além
de salvar é importante manter os arquivos atualizados.

42
7. Saber acrescentar novos conteúdos
A internet é um celeiro de ideias – e o professor deve aproveitar isso. Planos de
aula, projetos de todo tipo, atividades, ideias interessantes para levar para a sala de
aula, são coisas facilmente encontráveis na rede e o melhor de tudo – inteiramente
gratuitas.
Mantendo-se informado e sempre pesquisando coisas novas, o professor sempre
surpreende seus alunos, mostrando a eles algum vídeo interessante, indicando
alguma notícia com relação ao conteúdo estudado no momento, as opções são
praticamente infinitas.

43
8. Saber renovar-se
Com a oferta de cursos à distância (EAD), não há mais desculpa para engatar
aquela pós-graduação que está há tanto tempo na lista de metas.
O ensino à distância, além de ter preços acessíveis, é flexível e adapta-se aos seus
horários. Você estuda quando quiser, aonde quiser.

44
9. Saber utilizar os recursos da escola
Certamente a escola oferece treinamento, mas o professor que supera as
expectativas é muito mais valorizado. A escola oferece software de gestão
escolar, notas, faltas? Não se prenda ao treinamento: pesquise, teste, aprenda a
utilizá-lo eficientemente para otimizar o gerenciamento dos alunos.
Se a escola oferece materiais como tablets, retroprojetores, computadores,
pesquise maneiras de trabalhar com eles em sala, de uma forma que seja
interessante e produtiva para os alunos, não apenas se limitando ao proposto pela
escola.

45
10. Saber criar blogs e páginas em redes sociais
Assim como na sala de aula, na internet o aluno não quer ser consumidor passivo
de conteúdos: ele quer criar coisas, quer fazer ouvir sua voz, dar suas opiniões a
respeito dos assuntos que lhe interessem.
O professor pode ajudar o aluno nisso, criando blogs colaborativos, e grupos em
redes sociais, onde o aluno pode interagir com os demais, postar coisas que sejam
interessantes e ser agente ativo do processo de aprendizado.
Podem ser criados blogs e fóruns (listas de discussão) sobre praticamente qualquer
assunto. Aproveite!

46
Liderança nas
Organizações
Influência interpessoal em uma dada
situação e dirigida através do
processo de comunicação humana
para a alcance de objetivos.

48
Liderança
Influência: modificar o comportamento
Poder: potencial de influência
Autoridade : poder legal e socialmente
aceito.

49
Tipos de poder
- Coercitivo: temor, coerção, punição
- Recompensa: incentivo, elogio, reconhecimento
- Legitimado: cargo ocupado
- Competência: conhecimento, aptidões
-Referência: atuação e no apelo (carisma)
- Jesus, Napoleão, Gandhi, Vargas, Kennedy

50
Organizações

51
Poder da Liderança: competência e de
referência (poder pessoal)
Um bom administrador deve ser um bom líder
Elementos que caracterizam a liderança:
Influência, comunicação, relacionamento o
alcance de objetivos/metas

52
Teorias sobre lideranças:

53
Teorias sobre lideranças:
1. Traço de Personalidade: Características
pessoais, intelectuais, emocionais e físicas:
 Habilidades de interpretar objetivos e missões
 Habilidades de planejar e programar atividades de equipe
 Facilidade em solucionar problemas e conflitos
 Facilidade em supervisionar e orientar pessoas
 Habilidades em delegar responsabilidades

54
Críticas a Teorias Traços da Personalidade:
-Características de personalidades são geralmente medidas de maneira
pouca precisa.

-Não considera o ambiente dentro da qual existe e funciona a liderança (ex


líder em casa e na empresa)

55
56
2. Teorias sobre Estilos de Liderança
- Os três estilos de Liderança (White e
Lippitt)
- Liderança orientada para tarefas ou para
pessoas
- Grade gerencial

57
Os três estilos de Liderança (White e Lippitt):

58
Os três estilos de White e Lippitt

Liderança autocrática: o líder centraliza totalmente a autoridade e as decisões


(temido) .
Resultado: maior produção com evidentes sinais de tensão, frustração e
agressividade

Liderança Liberal: permite total liberdade p/ tomada de decisões, participando


apenas quando solicitado.(enfatiza o grupo).
Resultado: fraca produção quantitativa e qualitativa, com fortes sinais de
individualismo, desagregação do grupo, insatisfação e pouco respeito ao líder.

Liderança democrática: líder comunicativo, encoraja a participação das


pessoas e se preocupa com o grupo(coordenador) .
Resultado: boa quantidade de trabalho, melhor qualidade, clima de satisfação,
de integração grupal, de responsabilidade e de comprometimento das pessoas.

59
Liderança orientada para as tarefas ou para as
pessoas

 Liderança centrada na tarefa:


 Liderança centrada nas pessoas
OBS: Pesquisas revelam que nas organizações
com baixa eficiência, predominava o foco na
tarefa.

60
Liderança orientada para as tarefas ou para as pessoas

61
A grade Gerencial
Busca compatibilizar a preocupação com a
produção e com as pessoas.

62
A grade Gerencial

63
3. Teorias Situacionais de
lideranças

Avanço em relação às Teoria baseadas exclusivamente


no estilo
Posiciona a liderança no contexto ambiental levando em
conta o líder, os liderados, a tarefa, a situação, os
objetivos

64
Principais teorias situacionais:
1. A escolha dos padrões de Liderança: o líder deve escolher os
padrões de liderança mais adequado para cada situação.
Baseia-se na sintonia entre 3 forças interativas:
- As forças no gerente: motivação do líder
- As forças nos subordinados: motivação fornecida pelo líder
- As forças na situação: condição em que a liderança é exercida

65
A escolha dos padrões de Liderança:

66
O modelo contingencial de Fiedler

Defende que os estilos eficazes de


lideranças são situacionais.
Cada situação um estilo diferente de
liderança

67
Baseia-se em três fatores
situacionais:
a) Poder de Posição do líder: a influência do líder se dá
na medida da posição por ele ocupada (volume de
autoridade formal)
b) Estrutura da tarefa: A eficácia da liderança depende
do grau em que a tarefa dos subordinados é
rotineira ou variável (criativas).
c) Relação entre líder e membros: depende do
relacionamento interpessoal (confiança, lealdade)

68
Baseia-se em três fatores situacionais:
a) Poder de Posição do líder: a influência do líder se dá na
medida da posição por ele ocupada (volume de autoridade
formal)
b) Estrutura da tarefa: A eficácia da liderança depende do
grau em que a tarefa dos subordinados é rotineira ou
variável (criativas).
c) Relação entre líder e membros: depende do
relacionamento interpessoal (confiança, lealdade)

69
70
4. A teoria do caminho-meta ou teoria voltada
para os objetivos

A responsabilidade do líder é aumentar a motivação dos


subordinados para atingir os objetivos individuais e
organizacionais.
Líderes eficazes  alcance das metas recompensa
aos subordinados

71
House e Dessler propõem 4 tipos específicos de
lideranças

- Líder apoiador: preocupado com o bem-estar e


necessidade dos subordinados (clima de equipe)
- Líder Diretivo: conta ao subordinado o que
pretende fazer
- Líder participativo: consulta os subordinados a
respeito das decisões (tomada de decisão em equipe)
- Líder Orientado para metas ou resultados:
formula objetivos claros e desafiadores aos
subordinados

72
 Enquanto House e Dessler defendem que esses 4 tipos de
lideranças podem ser praticados pelo mesmo líder

 Fiedler: dificuldade de mudança de estilo por parte do líder


 A teoria caminha-meta também sugere mais flexibilidade
que o modelo de Fiedler.

73
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Identificando e Avaliando Idéias
e Oportunidades
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Identificando e Avaliando Ideias e Oportunidades

O Processo Empreendedor
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
Tipos de ideias Inovadoras: incrementais x radicais
Ideia versus Oportunidade
Identificando Ideias Inovadoras e Oportunidades Empreendedoras
Bloqueios Mentais que Inibem a Criatividade e a Atitude Inovadora
Avaliando Oportunidades

75
Cultura Empreendedora
e Criatividade
O Processo Empreendedor
Identificação e avaliação das ideias e
oportunidades;
Desenvolvimento do plano de negócios;
Busca de recursos necessários para o
empreendimento; e,
Gestão do empreendimento.

76
Cultura Empreendedora
e Criatividade
O Processo Empreendedor

Com etapas sequenciais e estáticas este


modelo, não consegue traduzir toda a
dinâmica e a inter-relação envolvida no
processo. 77
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Baron e Shane (2006) sugerem três grupos de
fatores que alteram o processo:
os relacionados ao perfil dos indivíduos, ou seja, os
próprios empreendedores;
os relacionados com outras pessoas, como sócios,
investidores, clientes e fornecedores; e
os relacionados ao ambiente socioeconômico, como
regulamentações governamentais e condições de
mercado.

78
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Empreendedorismo, Criatividade e Inovação
Joseph Schumpeter (1950): empreendedor uma pessoa com
criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações.
Dolabela (2009): criatividade e inovação estão entre as principais
características do empreendedorismo.
Rogério Chér (2008): para haver inovação é preciso criatividade
logo inclui a novidade (inovação).
George Kneller (1978): a mais alta forma de criação é aquela que
quebra o molde do costume e estende as possibilidades do
pensamento e da percepção, abrindo espaço para
a inovação.

79
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Tipos de Ideias Inovadoras:
incrementais x radicais

Inovação incremental: ocorre passo a passo, com


melhorias gradativas e contínuas de um produto,
serviço ou processo existente.

Inovação radical ou descontínua: é aquela que


ocorre com uma mudança eruptiva, causada por
nova tecnologia, gerando um produto ou serviço até
então desconhecido pelo mercado.
80
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Fonte de Ideias dos Empreendedores: Amar Bhidé (2003) aponta as seguintes fontes
de ideias dos 100 empreendimentos que mais crescem nos Estados Unidos:

71% copiaram ou modificaram uma ideia surgida em um emprego anterior;


7% transformaram trabalho casual ou hobby em negócio próprio;
6% desejaram essa ideia inovadora como cliente (necessidade) e a transformaram
em negócio;
5% surgiram de descobertas na onda da revolução tecnológica;
4% surgiram de pesquisa sistemática em busca de oportunidades;
2% surgiram de familiares e amigos; e
5% das ideias surgiram de outras fontes, como pesquisas setoriais, ,
viagens ao exterior, etc.

81
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Ter uma experiência prévia na área aumenta as chances de
sucesso do empreendimento, o que pode ocorrer se tiver
trabalhado antes em alguma empresa que atua no setor onde
está criando o seu negócio.
Para quem trabalha em grandes empresas, autores recomendam
que aproveite esse momento para observar o mercado e
identificar oportunidades no setor que você já conhece. Adquira
experiência e, a partir disso, demita-se, aproveitando o momento
certo para criar seu próprio negócio.

82
Cultura Empreendedora
e Criatividade
A Propriedade Intelectual no Brasil

O registro de propriedade intelectual visa


garantir que o empreendimento detentor do
direito legal possa ter vantagem competitiva
durante certo período de tempo de restrição
para terceiros copiarem a inovação e
fabricarem ou oferecerem serviços similares.

83
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Ideia versus Oportunidade

Uma ideia ser ou não única ou inovadora não é importante. O


que importa é como os empreendedores utilizam uma ideia, seja
ela inédita ou não, de forma a transformá-la em um
empreendimento de sucesso.

O autor observa que as oportunidades é que geralmente são


únicas e precisam ser identificadas e exploradas no momento
certo, transformando-se em algo de valor para a sociedade.

84
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Identificando Ideias Inovadoras e Oportunidades
Empreendedoras

Problemas enfrentados por pessoas físicas e jurídicas;


Escassez de recursos, serviços, bens e tempo;
Atenta observação do cotidiano (melhorias);
Atenção aos seus hobbies (motivação, habilidades e experiências);
Pesquisas de opinião e testes de mercado;
Viagens ao exterior;
Produtos introduzidos por trading companies (importar ou exportar produtos);
Novas tecnologias;
Atenção às tendências (mudanças de hábitos da sociedade)

85
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Para os empreendedores corporativos, Cher (2008)
também aponta algumas fontes de ideias e
oportunidades, dentre elas:

Problemas internos da empresa;


Reclamações dos clientes;
Utilização de matéria-prima e geração de resíduos;
Projetos iniciados e não finalizados;
Responsabilidade social corporativa.

86
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Bloqueios Mentais que Inibem a Criatividade e a Atitude Inovadora

1. A busca da resposta certa


2. A busca da lógica
3. O apego às normas
4. O senso de praticidade
5. O medo da ambiguidade
6. É proibido errar
7. Excesso de seriedade
8. Departamentalização
9. Necessidade de aprovação
10. Eu não sou criativo

87
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Avaliando Oportunidades
Essa etapa pode evitar o desperdício de tempo e de recursos
preciosos para o futuro empreendedor. Mas, não existe uma
regra para definir se a oportunidade é boa ou ruim.

mercado-alvo a ser atendido pela oportunidade;


retorno econômico que a oportunidade proporcionará aos
investidores;
diferencial competitivo gerado pela oportunidade; e
equipe que transformará essa oportunidade em um
empreendimento de sucesso.
HÁ ALINHAMENTO COM OS OBJETIVOS PESSOAIS?? 88
Cultura Empreendedora
e Criatividade
Você Quer Ser um Empreendedor ou um
Freelancer?

Dedicação;
Lucratividade limitada;
Prazo para retorno do investimento.

89
Cultura Empreendedora
e Criatividade
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo, uma forma de ser: Saiba o que são
empreendedores individuais e coletivos. Brasília: Agência de Educação para o
Desenvolvimento, 2003.
DOLABELA, Fernando. Ofi cina do Empreendedor. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
FILION, Louis Jacques; DOLABELA, Fernando e colaboradores. Boa ideia! E ago ra? Plano
de Negócio, o caminho seguro para criar e gerenciar sua empresa. São Paulo: Editora
de Cultura, 2000.
FILION, Louis Jacques Filion; LAFERTÉ, Sylvie. Carte routière pour un Québec
entrepreneurial. Rapport remis au Gouvernement du Québec, 2003.
SCHUMPETER, Joseph A. Capitalism, Socialism and Democracy. New York: Harper and
Brothers, 1942.

90
MOTIVAÇÃO

MOTIVAÇÃO
O que é motivação?

92
A motivação vem de dentro do
indivíduo ou é o ambiente que o
motiva?

93
94
Motivação é o processo responsável pela
intensidade, direção e persistência dos
esforços de uma pessoa para alcançar uma
determinada meta.
(Robbins, 2005)

95
Motivação nas Organizações
 Motivar as pessoas: um dos maiores desafios

 Motivação humana não é um traço da


personalidade.

 A motivação é resultado da interação entre


indivíduo e a situação que o envolve.

 A mesma pessoa pode ter diferentes níveis de


motivação ao longo do tempo.
96
Motivação
Você já se motivou e se desmotivou na vida
em uma determinada atividades?

97
O QUE É MOTIVAÇÃO?
 Desejo de exercer altos níveis de esforço em direção a
determinados objetivos organizacionais.

 Elementos fundamentais da Motivação:

- Objetivos organizacionais
- Esforço (bem direcionado)
- Necessidades individuais

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99
“Motivação é aquilo que te mantêm seguindo. É aquilo que mantêm
você firme nos seus propósitos mesmo quando tudo e todos estão
contra você. Motivação é o que faz você ficar até 4 horas da manhã
estudando pra uma prova. É o que faz você trabalhar até tarde pra
conseguir uma promoção”

100
CICLO MOTIVACIONAL
Ciclo Motivacional: indivíduo motivado estará
sempre em estado de tensão

101
Ciclo Motivacional

102
Teorias de conteúdo da Motivação
 Teorias de conteúdo da Motivação (necessidades e
incentivos p/ gerar motivação)

 Foca as necessidades e incentivos que geram o


comportamento

- Teoria da Hierarquia das Necessidades (Maslow)

- Teoria dos 2 fatores: Higiênicos e Motivacionais


(Herzberg)
103
Teoria da Hierarquia das
Necessidades (Maslow)

104
Motivação nas Organizações
- Teoria da Hierarquia das Necessidades (Maslow)

105
Teoria da Hierarquia das
Necessidades

106
Teoria dos Fatores Higiênicos e
Motivacionais - Herzberg

107
Teoria de Processos de
Motivação
Essas teorias procuram verificar como o
comportamento é ativado, como é dirigido, como é
mantido e como termina.

As principais teorias de processo são: Teoria da


Equidade e Teoria da Expectância

Há ainda a Teoria do Estabelecimento dos


Objetivos e Teoria do Esforço

108
Teorias de Processo de Motivação
Teoria da Equidade: avalia as contribuições ( o que
a pessoa dá) em relações às recompensas ( o que
a pessoa recebe) do seu trabalho na organização.

Comparação feitas pelas pessoas entre seus


esforços e recompensas com as das outras pessoas
que trabalham em situação semelhante

109
Teoria de Equidade
Quando um funcionário percebe uma inequidade,
ele escolhe uma das seguintes alternativas de
comportamento:

a) Mudar suas contribuições (reduzindo seus esforço no


trabalho)
b) Mudar as recompensas recebidas ( mantém a qtde da
produção e reduz a qualidade ou reclama da recompensa
recebida)
c) Modifica os pontos de comparação
d) Modifica a situação (ex saindo da organização)

110
Teoria da Equidade

111
Teorias de Processo de Motivação
Teoria da Expectância: defende que um empregado
estará motivado a se esforçar quando ele acredita que o
seu esforço o levará a uma boa avaliação do desempenho e
a recompensas na organização (bônus, premio, etc)

Tenta explicar a motivação individual num quadro


de esforços-resultados

Focaliza três relações:

112
Teorias de Processo de Motivação
a) Relação entre esforço e desempenho: trabalho
intenso levará a bom desempenho = EXPECTÂNCIA

b) Relação entre desempenho e recompensa: bom


desempenho no trabalho trará recompensas =
INSTRUMENTALIDADE

c) Relação entre recompensas e objetivos pessoais:


a recompensa organizacional poderá satisfazer os objetivos ou
necessidades pessoais = VALÊNCIA (valor atribuído pelo
indivíduo às recompensas do trabalho)

113
Teoria da Expectância

114
Motivação - Resumo
Três aspectos básicos que o administrador
precisar utilizar para obter bom desempenho
das pessoas

1. O conhecimento da Motivação Humana


2. A capacitação das pessoas
3. Ofertas de oportunidades e desafios

115
As dimensões do desempenho humano

116
A dinâmica motivacional

117
Aplicações práticas das Teoria
Motivacionais
Principais aplicações práticas:

a) Recompensas monetárias
b) Enriquecimento de Tarefas
c) Flexibilização do horário de trabalho

118

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