0 notas 0% acharam este documento útil (0 voto) 55 visualizações 163 páginas Ferramenteiro CDR Parte 2
O documento aborda a construção e funcionamento de elementos de estampos, como tampas, guias e pinos, detalhando suas funções e materiais recomendados. Discute a importância da espessura e dureza dos componentes, além de técnicas de tempera e revenimento para garantir a durabilidade e eficácia das ferramentas. Também menciona a necessidade de precisão nas medidas dos punções e matrizes para evitar falhas durante o processo de corte.
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FERRAMENTEIRO ee
FOLHA DE
INFORMACAO
TECNOLOGICA
TAMPOS
PLACA DE
Situase entre o porta-espiga ¢ © porta
pungio. Sua principal fungao é receber 08
choques produzidos pela aczo dos pungGes,
evitands a formagio de cavidades no porta-
espiga ¢ folgas excessivas nos pungdes, pre-
judicando 0 bom funcionamento do estampo.
‘A sua espessura varia proporcional-
mente, conforme a espessura © natureza do
material a ser cortado. Quanto mais grosso €
duro for o material a ser cortado, mais espéssa
deverd ser a placa de choque.
Estas placas devem ser de ago carbono
temperadas © revenidas com dureza de 56 a
58 RC. ¢ retificadas posteriormente.
Quando as placas si muito grandes,
para evitar excessive empenamento na tém-
pera, devese fazé-las em varias partes.
Em alguns casos, pode-se colocar discos de ago encaixados no porta-espiga, av invés
de placi de choque comum.
Sua fungio & manter os pungées nos seus devidos lugares, auxiliado pelo porta
espiga comn apoio na placa de choque :
‘Os escariados ou rebaixes do porta-puncao servem para alojar as cabecas dos punsdes.
As cabecas dos pungées devem faccar com a superficie da placa de choque.FERRAMENTEIRO
ELEMENTOS DOS ESTAMPOS
GUIA DOS PUNCOES F BASE.
FOLHA DE
INFORMACAO.
TECNOLOGICA 4.15
GUIA DOS PUNGOES
Sua fungdo é guiar os pungées na matric
e soltar a tira que se prende nos mesmos.
© material empregado na construcio
das guias € 0 ago de baixo tear de catbono.
A-espessura das guias varia conforme o
tamanho do estampo, 0 curso do puncao ¢ as
passibilidades de desgaste do mesmo.
Em casos especiais, quando a quantidade
de produtos produzidos pelo estampo for
muito grande, deve-se estudar a posibilidade
de encaixar postigos tcmperados para y
rem os purges € centradores. O canal para
a passagem da tira deve ser a medida da lar
gura desta, com 0,1 2 0.2mm para mais ¢ a
altura do canal, 1,5 vzes a espessura da tira.
Deyido a questdes téenicas relativas a0
ponto de contato entre o produto e a matriz,
2 guia deve ser executada com a parte superior
voltada para baixo, pois, com isso, teremos um
inicio de furo com absoluta precisio no ponto
critico da ferramenta, evitando os desvios de
brota, freqiientes, que poderiam causar a inu-
Glizayay da guia
E 0 elemento responsivel por grande
parte da seguranea do estampo durante o seu
funcionamento.
A base recebe tordos os efeitos de presse
do estampo quando os puncées golpeiam a
chapa a ser estampada,
Desta forma, se a base nao tiver uma
espessura suficiente, podera vergar e romper
a matriz, Em alguns casos, poderé ocasionar
a perda total do cstampo.
As partes laterais da base destinadas a
suportar as garras de fixagio, nunca poderao
ser 05 lados por onde entraré ou saird a tira.
Suia dos pun
com post
Qs furos para a saida, descarga do pro-
duto ou dos retalhos, sto feitos na basc, sem-
pre que poss{vel acompanhando o perfil
Gaqueles, em continnagia as partes cénicas ou
inclinadas dos furos de descarga da matriz
A fim de evitar o actimulo de retalhos
¢ produtos sébre a mesa da prensa, fazse um
canal em téda a extensio da base, na parte
inferior. O canal possibiliza a retirada dos
reialhios de produtos, evitanda que os mes-
mos se comprimam sobre a mesa da prensa,
causando danificagio ao estampo.ELEMENTOS DOS ESTAMPOS
GENTRADORES — TIPOS E FINALIDADES.
FERRAMENTEIRO
FOLHA DE
INFORMACEO
TECNOLOGICA 4.16
Os centradores tém por objetivo levar
a tira j4 furada, na posicio exata para o corte
de um produto que nao permita descentrali-
zagio de furos devido as tolerdncias exigidas.
© uso dos centradores ¢ particularmente
eficax e recomiendavel para chapas que tenham
menos de (1,5 mm de espessura.
Sao colocados da mesma maneira como
© so os punctes comuns, isto é, no porta
pungio.
© didmecro désses elementos deve ser
sempre inferior ae do puncio que féz 0 furo
onde éle deverd se alojar. Em geral, essa dife-
renga vai de 0,05mm 2 0,1 mm.
© material usado pode ser ago prata,
temperado € revenido, com dureza de 56 a
58 R.C.
Nem sempre éle é fixado no porta.
pungio. As vézes, pode ser alojado no puncio
cortador, desde que o produto seja furado na
fase anterior.
Quando 0 produto nio tiver furo, 0
centrador ou centradores devem ser colocados
Iateralmente, aproveitando 0 espacamento da
tira, de preferéncia na direcao do retalho exis
tente de um produto a outro.
© comprimento dos centradores, ou seja
da parte paralela, é maior que o comprimento
dos puncbes que cortam, de uma espessura da
chapa, pois os centradores deverao chegar an-
tes do pungio do corte
Centradores
di = 4,2 do di@metro do furo deixodo pelo pungdo furador
A figura abaixo apresenta uma tira perfurada onde serao introduzidos os céntradores.
Pungdes
furadores
Pun¢ao
cortadorELEMENTOS DOS FSTAMPOS
FERRAMENTEIRO PINOS DE GUIA
‘Também conhecidos por pinos passado-
res, so elementos que tém por objetivo po-
sicionar as placas dos estampos, no lugar
exato, sem que as mesmas possam se mover,
corriginde também as folgas existentes na
fixagio das placas pelos parafusos. O ajuste
nos furos das placas deve ser forgado. Devese
passar 0 alargador nos furros onde sero intro-
duzidos os pinos de guia,
Sav feitos de ago prata, temperados ¢ re-
venidos com durera 56 a 58 KC.
# recomendavel que os mesinos sejam
colocadas nas extremidades das placas, hem
distanciados, préximo aos parafusos. Sempre
que possivel, os seus didmetros devem ser
iguais aos dos parafusos.
Geralmente, so em niimero de dois ou
mais. Aconsclha:se fazer os furos para os pinos
sempre passantes para facilitar a passagem do
alargador, bem como a montagem e desmonta
gem do estampo quando necessirio.
Paratuso “Allen”
/
j—Guia dos Pungues
5 4 Pino de quia
j—Matriz
WT = SePara sc estabelecer as medidas dos pun-
bes € necessarig destacar-se quais as suas fun
Ges no estampo: furar ou cortar. Gonside-
randose a folga entre puncio € matriz pode-se
também determinar as medidas dos furos da
matriz. As dimensdes do produto € suas tole-
rincias serao o ponto fundamental para esta-
belecermos essas medidas.
© puncio furador deverd ter a medida
do fare do produto acrescida da tolerincia
para mais, pois o foro tem tendéncia a “fe-
char”. Para 0 furo da matriz que corta 0 pro-
Cy
MY
Aso 1030
Pungo eortador
ungde cortador
DIMENSIONAMENTO DE PUNGOES
# MATRIZES
FOLHA DE
FORMACAO
NOLOGICA
duto, deve-se dar a medida com tolerincia
para menos, pois o produto tem tendéncia a
“erescer"”
Gonsiderandose que 6 produto é uma
arrucla, podemos estabelecer as medidas dos
pangées furador ¢ cortador, bem como os
respectivos furos da matriz
A seguir, damos um exemplo para se de-
terminar as medidas dos puncées ¢ matrizes
para furar e cortar arrnelas, conforme desenho
abaixa
Como vimos anteriormente, a medida
do pungio furador deverd ter a medida do
furo da arruela acrescida de tolerancia para
mais, ou seja: 18,1 mm,
Consultandose a tabela de folga, (FIT
2.5) vamos encontrar para chapa de aco
1080.4 de 2mm de espessura uma folga de
0,10 que nos permite estabelecer também as
medidas do furo da mauiz, ou seja: 13,1 +
+2.0,10 = 13,3.
Fe
28) |
Fora de escalo
© fro da matriz que corta o produto
Aeveri ser a medida da atmucla, com tolerin-
cia para menes, ou seja: 24,9 mm,
Através da folga que € 0,10 podemos
também estabelecer a medida do pungie cor-
tador, ou seja: 24,9 —2.0,10 = 24,7.© aquecimento das matrizes € pungdes
pata témpera, pode ser feito em fornos de ci-
mara ou banhos de sais. (Figs. 1 e 2).
FORNO DK GAMARA
at
tefratdrio ——+
Coixa
protetord
TIPOS DE FORNOS
‘TEMPERA — PUNGOES E MATRIZES
‘TECNOLSGICA
Sempre que possivel, a témpera em pun-
ges € matrizes deve ser feita em banhos de
sais, 0 que ¢ em si uma protecéo contra a des
carbonetagio.
FORNO DE
BANHO DE SAL
Cadinno
Condutor
Gds e Oxigénio
Material
Fig. |
Quando © aquecimento para témpera
& feito em fornas de cimaras, as matrizes ©
pungdes devem ser protegides contra a oxi-
dacao.
Esta protecio pode ser feita pelo empa-
cotamento das pecas em uma caixa bem fe:
chada. (Fig. 3).
A caixa deve conter no seu interior pé
de carvao vegetal ou limalha de ferro fundido,
‘onde as pegas sto mergulhadas.
Nora
Gas e Oxigénio
Fig. 2
A oxidasie importa na descarbonetagio,
diminuindo assim, na superficie, a dureza das
pegas temperadas,
Para evitar que a limalha ou pé de car-
vio vegetal adira 4 superficie das pecas, é acon
sellxivel embrulhé las com papel embebido em
dleo.
A temperatura © 0 processo de resfriamento na témpera dos agos variam de acérdo
com as caracteristicas dos mesmos.
De preferéncia, seguir instrugSes dos fabricantes.
Pd de carvéo ov
imal
fundido
Pegas para témpera
Fig. 3REVENIMENTO — PUNGOES E MATRIZES
TABELA COMPARATIVA DE DUREZA
Depois da témpera, submete-se os pun-
Ges € matrizes ao tratamento térmico de Teve-
nimento, cujo motivo principal é diminuir a
fragilidade ¢ aumentar a tenacidade.
Nora
As especificagies a respeito de témpera,
tevenimento € dureza devem seguir, 4 risca,
as temperaturas € processos de tesfriamento
ABELA DE D
FOLHA DE
INFORMACKO
‘TECNOLEGICA
© revenimento torna 0 aco menos que-
bradigo © mais resistente, 0 que ¢ de impor-
tancia fundamental no caso de estampos.
indicados pelos fabricantes de
Bes € matrizes.
Abaixo, damos uma tahela de dureza,
para alguns tipos de matrizes, punces ¢ ele-
mentos dos estampos.
acos para pun-
FURADORES
CORTADORES
DOBRADORES
REPUXADORES
CORTADORES DOBRADOS S
CORTADORES REPUXADORES
MATRIZES EM GERAL
MATRIZES COM PERIGO DE QUEBRA
FACA DE AVANGO
EXTRATORES
LEVANTADORES DE TIRAS
GOLUNAS DE GUIA
BUCHAS DE GUIA
PINOS DE GUIA
PINOS DE ENCOSTO
PLAGAS DE CHOQUE
PINOS CENTRADORES
Nora
‘das as pegas devem ser temperadas
© revenidas.
No caso de pequena produgio ¢ quando
o material a corcar f6r mole, a matriz pode
dispensar a témpera.
MEE = 1871 =FERRAMENTEIRO.
ESTAMPO PARA FAZER SUPORTE DO
PILOTO DE RADIO — CONJUNTO.
PRODUTO
Material: Chapa de aco 1030
TolerGncia geral:20,1
i | 4 | Parafuso “ - o1/" x 5/8” = =
30 | 4 | Parafuso “Allen” - $/e" x14”
9] 2 | Pino de guia ata 66% 5mm
8] 2 | Pune tirador Ae Pee 33x Gum
| 7 | 1 | Pungio cortador ‘Aco indeform. 26 x 45mm
Jo] a | Bae ‘Ago 1030 17 60 > 68 mm
5 | 1 | Mauiz ‘Ago indeform. 11. 60 x 68 mm
4 | 1 | Guia dos pungées 1030 17 x 60 X 68 mm
8 | 1 | Portpuncao Ago 1080 11 60 % 68 mm
2| 1 | Porespiga Aco 1030 14. 60 68 mm
J a] 0 | espiga Aco 1030 eV 70 mm
|] eeca | vane. Denominagao Materist, ienenvoes em ruco tat Tem | Dor RGFERRAMENTEIRO
@yw
2606
O06.
Corte AB
Tolerancia geral + 0,1
retificada
Escala 1:1ELEMENTOS DOS ESTAMPOS eee
FERRAMENTEIRO ESFORGO DE CORTE INFORMACKO.
PUNGOES ESGALONADOS E SEGMENTADOS | _TECNOL6GICA
ESFORGO DE CORTE
Para reduzit o esférgo de corte, afiase a parte ativa dos pungées ou matrizes,
forme figuras abaixo.
Usam-se éstes tipos de corte, geralmente Ec = Esférgo de corte
para cortar chapas grossas. A parte ativa da P= Perimerro a ser cortado
R
matriz ou pungio afiados com inclinacio, re- Resisténcia ao corte em Kg/mum*
duz 0 esférco de aproximadamente 2/3 (Ver tabela)
Formula = Be = P.¢.2.Re Estes tipos de matrizes e pungbes usam-se
3 geralmente para cortar chapas grossas.
PUNGOES ESCALONADOS
Existe outro proceso para redusir © dos, ou seja, pungées com comprimentos dife-
esforgo de corte, que é 0 de puncies escalona- _rentes.
Porta espiga
Placa de choque
Porta pungao
A diferenga entre 05 comprimentos dos puncées varia entre meia a uma espessura
do material a ser cortado.ELEMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO ESFORGO DE CORTE INFORMACAO
PUNGOES SEGMENTADOS F ESCALONADOS | _TECNOLEGICA
PUNGOES SEGMENTADOS
Os pungbes de grandes dimensdes que ou menos 250 mm, devem ser executades com:
ultrapassam 0 limite da tempera, ou seja, mais locos postigos.
P P ij postic
Exewro:
Corte A-B Suporte dos segmentos
Paratuso Segmentos Pino de guia
ee Pino de guia
OFO8O
°
© suporte dos segmentos postigns deve Bles devem ser bem ajustados nos encai-
ser feito de ago 1020 ou aco fundido. xes do suporte ¢ sua fixacao € feita por para-
Os segmentos posticos so feitos de ago fusos € pinos de guia
indeformavel, temperado e retificado.ELEMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO. INFORMACAO
IS TECNOLOGICA
AAT
Ea parte do estampo que forma 0 pro- 2 — Com postigos encaixados
dato, sob a agio do puncao. 3 — Segmentadas
A © primeiro tipo se refere as matrizes
Podemos destacar tes tipos principals csccusuth cor amaa es pa
CES Ge mavel. £ 0 tipo mais comumente usado em
1 — Inteiricas estampos convencionais. Exemplo:
HL a VA
Corte AB
DISPOSIGAO DAS MATRIZES INTEIRIGAS
As matrizes para corte de chapas até 0s € no minimo de dois pinos de guia. Os
2mm de cspessura sau subsepostas na base. _ pinos deverao manter entre si o maior espi-
Neste caso a fixacao sera por meio de parafu- camento possivel.
MATRIZES COM POSTIGOS ENGATXADOS
© segundo tipo diz respeito a matrizes enjas partes ativas so posticos de aco especial,
indeformavel, encaixadas em placas de aco de baixo teor de carbono. Considerando que 0
ago especial € mais caro, haverd uma economia de material.ELEMENTOS DOS ESTAMPOS
MATRIZES
Estes tipos de matrizes sf aconsclh4veis quando a mAo-de-obra nao encarece a sua
execugao.
Também a vantagem de serem facilmente substitufdas no caso de desbaste ou
ruptura.
EXEMPLos:
MATRIZ SEGMENTADA
Constroemse matrizes segmentadas, por
duas razdes principais:
1.) Nos casos de matrizes de grandes 2°) Para facilitar a sua construcio
dimens6es, para reduzir as defor- quando os contérnas de corte forem
mages decorrentes na témpera ¢ complicades
Corte A-B
Pino de guia _Porafuso Base
permite uma manutencio mais
econémica;
1. CASO
$4 SOTO 1S
eitaeMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO ee rene [>>]
TECNOLOGICA
2° CASO.
Cada segmento deve scr perieitamente ajustado na base. A base pode ser aco 1030 A
ou aco fundido. A fixag’o dos segmentos na base é feita por anel ¢ parafusos.
Anel de
fixack
Base
Le
Motriz_/ CORTE AB
SegmentoELEMENTOS DOS ESTAMPOS
MATRIZI
FERRAMENTEIRO.
FOLHA DE
INFORMACKO
TECNOLOGICA
Para cortar chapas de 2mm de espessura as matrizes podem ser parcialmente ou
totalmente encaixadas.
+moior esfor¢o
menor esfér¢o
‘As matrizes sero encaixadas em todo 0 contémo externo, se os esforgos laterais pro:
veniientes do corte forem da mesma ordem de grandeza. A fixacio, neste caso, serd feita
somente com parafusos.
AGOS PARA MATERIZES
Os materiais empregados na construgio
Ae matrizes sho, na totalidade, acos especiais,
indeformaveis, resistentes ao desgaste.
As matrizes devem ser temperadas €
revenidas confonme indicagio dos fabricanves
Para trabalhar em condicées ideais, a
durez H.R.C. deve ser de 60 62.
Recomendam-se agos que tenham as se-
ntes caracteristicas
1) Alto teor de cromo e carbons,
2) Coeficiente razoavel de no deformacio.
8) Resistencia ao desgaste
4) Ser Bicilmente usintvel.
‘A espessura da matriz depende do es-
forgo de corte.ELEMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO SISTEMAS DE FINACAO DE MaTRizes | (NFBIMAELO
— Varios so 0s sistemas de fixago das matrizes na base: eis abaixo alguns exemplos
Nora
Quando 05 pungées nao so guiados pela guia fixada na matriz, podem ser guiados me
diante calinas fivadas no parta-pungia coma no exemplo abaixe
i
Coluna de guia
ZAFERRAMENTEIRO BLEMENTOS DOS ESTAMPOS
HA, porém, outro recurso quando nfo for possivel fazer o canal na base que & a co-
Jocagao de dois ealgos paralelas Taterais, usados por haixo da base
\__ Gatos
Base com calgos paralelos
Quando a descarga dos retalhos ¢ produtos coincide com furo da mesa da prensa,
ndo é necessitio 2 abertura de canais, nem a colocagio de calgos.
Mesa da prensa_ELEMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
PRR BASES E PORTA-ESPIGA
‘Além das bases convencionais, existem bases ¢ cabecotes de ferro fundido, que se
encantram no comércio, j4 prontos, apenas necessitando de algumas usinagens e ajustes, de
acérdo com a necessidade.
Damos a seguir alguns exemplos dos tipos mais usados.
Coniunto (008 2 Conjuntos
34] 96
l200}
122
169|
139]
139]ELEMENTOS DOS ESTAMPOS FOLHA DE
NE ese INFORMACAO
BASES E PORTAESPIGA REE REAG)
Conjunto 1 Medidas comuns cos 2 Conjuntos Conjunto 2
84[ 96 [124] 22 | 26 | 32 | 36 | 30 [44 [44 2a] vee|ir2
[200220] 50 | 50 | #3 | 53 [6 | 56 | 60 144|172 194
fese| ear | 36 | 36 | 20 | 40 | 40 | 40 | 40 ea] e7| ap
3775 jae-70) 120) 34 [164
160
26
30,
26enn FOLHA DE
FERRAMENTEIRO ELEMENTOS DOS Estamos
BASES P PORTAESDICA INFoRMAcio
Medidas comuns aos 2 Conjuntos
10 | 160 | 180 [200] 240]280
| 22 | 26 | 32 | 36 | 38| 44
26 | 30 | 36 | 42 | 42 [a8
50 | 50 | 53 | 53 | 56 | 56
35 | 35 | 40 | 40 | 40 | 40
26 | 26 | 26 | 26 | 26 | 26
\47-80|50-00.53-50
248| 274 | 318 | 368
326 | 370} 420
180 | 180 [200Corte C-D
sa
Segdo EE
HA. ZZ
J
72 ee
LZFSTAMPO PARA FAZER CHAPA DE
IDENTIFICAGAO — DETALHE.
FERRAMENTEIRO 2/5
LWA
ol \
: 6 >
Corte A-B
0 w
TolerGncia geral 10,1
Escatu trLY
Corte A-|] FERRAMENTEIROTolerancia geral * 0,1ESTAMPO PARA TAZER CHARA DE
IDENTIFIGAGKO — DETALBEESTAMPO PARA FAZER GHAPA DE
IDENTIFICAGSO — DETALNE
FERRAMENTEIRO. TAREFA 6ESTAMPO PARA CUNHAR E CORTAR FOLHA DE
PLACA DE IDENTIFICACKO INFORMAGAO
FERRAMENTEIRO.
FASES DE CORTE TECNOLOGICA
A estampagem de letras, em pegas, pode mando cavidades. Estas cavidades ficam com
ser feita pela simples penetracio dos pungdes, a forma das letras, dadas pelo puncio.
que afastam as moléculas do material, for
Estompo paro ; Furar ~ Estampar letras - Cortar
PRODUTO
Material : Aluminio
Encésto fixo
22 Corte
Neste estampo o encésto fixo esta dis- © avango da 1.2 fase é determinada por
posto de modo a ndo permitir o espacamento um pino de enodsto mével
entre os cortes sucessivos, havendo uma eco- Os avancos sucessivas sao determinados
nomia do material. Uma parte do produto por um encésto fixo na guia
nao ¢ cortado, havendo também uma reducio
no esforgo de corte.OUTRO TIPO DE ESTAMPO PARA FURAR FOLHA DE
FERRAMENTEIRO E CORTAR PLACA DE IDENTIFICAGAO mrormacno | 6,2
COM ESPAGAMENTO NA. TIRA TECNOLOGICA
Neste tipo de estampo, os avancos da tia sdo Timitados por us topes, sendo dois
méveis ¢ um fixo. Para 2 primeira estampagem pressiona-se o tope mével a.° | que limita
‘0 1° avango da tira.
Acionandose o pedal
da. prensa, 0 puncio
furador entra em acio
e fura a tira.
PRODUTO
lo. Fase
To. Tope mdvel
(em a¢ao)
2oTope move!
(em repouso)
Espessura |
Mat.: aluminio
Para a segunda estampa-
gem, presionase o tope mé-
vel n.° 2, que limita o se-
gundo avanco da tira, Acio-
nando-se o pedal da prensa,
os pungdes furadores ¢ cor
tadores entram em acio, fu eB
rando ¢€ cortando simulta. (em o¢Go)
neamente a tira ¢ o produto.
Para as demais estampagens,
os dois topes méveis perma- Tope fixo
necem em repouso, enquan
to que os avancos da tira 3a.Fose
a ser limitados pelo
20.Tope mével lo.Tope mével
(em repouso)
20. Tope movel
(em repouso)
lo.Tope movel
{em repouso)
Retalho da tira apés
2 3a. estampagemFERRAMENTEIRO EXECUGAO DE LETRAS E NUMEROS
— A execugio das letras ¢ dos mimeros deve — Abaixo, exemplos de letras ¢ mimeros de
ser feita ao inverso de como sao lidas, exceto férma;
aquelas de forma simétrica.
SIMETRIGA ASSIMETRICA
0
8
f
S
E
\
C
a
y
< X= G0 =o
q
o
«
=
q
°
L
N
|
VU
gq
9)
A
c
X
loras — Pode-se ler no verso desta félha (virada
— O niimero seis usase também como nii- contra 2 luz) a leitura correta de todos os
mero nove. niimeros ¢ letras Simétricas.FERRAMENTEIRO
Para estampar pecas com letras ou ntime-
ros, 0s pungies correspondentes podem ser
fixados tanto na parte inferior como na parte
superior do estampo.
ETRAS
ot
DISPOSIGAO DAS LETRAS NO ESTAMPO
FOLHA DE
INFORMAGAD
TECNOLOGICA
Deve-se prestar particular atencio na
montagem dos puncées, pois os mesmos gra
vam ao inverso do que se Ie.
\ ESTAMPAR
VINE!
VIA
DISPOSIGAO “1
— Para 0 contrble perfeito da disposigio “1”,
levante a parte inferior da filha e veja,
contra a luz, na parte traseira, a leitura
correta.
Para a disposicio “2”, vire a lateral direita
da folha ¢ veja, contra a luz, na parte tra-
seira, a leivura correta.
Para evitar erros na exccugio dos puncées
€ nas disposicoes, escreva numa félha, pre
ferivelmente de papel transparente, 0 que
se deve gravar e veja, no verso da mesma,
as formas ¢ as disposigées, fazendo as even
tunis correies.
DISPOSIGA
Noras
Os pungées (letras ¢ ntimeros) devem
ser temperados € revenidos ¢ ter uma dureza
de 45 250 Rockwell.
© material usado para sua construgio é
normalmente“de aco indeformavel.
— Geralmente, a execugio das letras ou mi-
‘meros ¢ feita somente nos puncées: porém,
para estampagem em alto relévo, devese
executar as letras ou nttmeros correspon:
dentes, também na matrizPRENSA DE FRICGAO FOLHA DE
FERRAMENTEIRO.
NOMENCLATURA — CARACTERISTICA
FUNCIONAMENTO
INFORMACAO
TECNOLSGICA
A prensa de friccio é uma maquina de
construgio robusta, cujos movimentos inter-
mitentes e alternativos, permitem fazerse tra-
balhos de cunhagem ¢ estampagem a quente.
NOMENGLATURA
A = Corpo
B = Bucha
© = Paratuso
D = Volante
E = Eixo
F = Disco de friecao
Disco de frici
= Martelo
= Guia do martelo
= Alavanea de comiando dos discos
= Inversor
Descida do Martelo
A descida do martelo ¢ feita pelo aciona-
mento da alavanca “L” para baixo, por inter-
médio do inversor “M”, que aperta 0 disco
'G” umusa v volaute “D", poudo-o em movi-
mento, juntamente com 0 parafuso “GC”, que
faz descer 0 martelo “H”.
IZ] = [SRR
A cunhagem de moedas,” medalhas e
moldes para cunhagem de pecas sio trabalhos
upicos de prensa de fricgao.
Subida do Martelo
Acionando a alavanca “L.” para cima, 0
volante “F” deslocase, pressionando o disco
“D", invertendo a sua rotacio, fazendo subir
o martelo “H™.‘AMPO PARA DOBRAR E FOLWA BE
eee MENTED GRAVAR LETRAS SIMULTANEAMENTE, INFORMACZO.
Rste estampo tem a parte frontal livre placa suportada pelas molas tem duas fun-
para colocar ¢ retirar com facilidade 0 pro- Ges:
duto. a) pressionar o produto contra 0 pungéo para
A estampagem de letras neste estampo evitar © seu destocamento ¢
€ feita simultancamente com as dobras. Ab) extrair o produto apés as operacées de do-
brar € estampar as letras.
ESTAMPO FRONTAL LIVRE PARA DOBRAR E ESTAMPAR LETRAS
SIMULTANEAMENTE
Material: Aluminio (da tarefa N*13)
140
Cabecote de ferro fundido
Calso de cobre
Pungo
Pungo de letras
Matriz
Cotuna
Bose de ferro fundido
Nora
Os estampos que tém a parte frontal
livre, permitem também aproveitamento de
retalhos ou subprodutos.
As colunas servem de guia, permitindo
perfeito funcionamento entre as partes supe-
tior ¢ inferier do estampo.
R18
MER — 182] = 1808FERRAMENTEIRO
ESTAMPO COM PUNGAO MOVEL
FOLHA DE,
INFORMACAO
TECNOLOGICA
67
Em alguns casos, conforme a caracteris-
tica do produto, pode-se construir estampos
com pungoes méveis. Este sistema geralmente
é utilizado quando © produto requer opera:
ges no sentido horizontal. A disposic’o dos
pungées obedece também ao sentido horizon-
tal, sendo acionados por cunhas.
foaled
58. x
HeHo ep d
= = zen)
= | Corte A-B
®
2 Escala 2/1
Las_|
Chapa _para —choque
Pode-se também aplicar éste sistema
para facilitar 9 escoamento dos produtos
quando nao se dispde de outros recursos (ar
comprimide), conforme exemplo do estampo
abaixo,
ad:
se
F
TIRA
Material : Fétha de Flondes
Pungo cunha
Base§LCULO
Fxemplo para calcular 0 desenvolvimento ABCD
Gonsiderando o triingulo AOB se obtém:
12-8
© desenvolvimento ABCD é= 5.38 + 8 + 5,38 = 18,76
FUNGAO DA PLAGA DE GHOQUE
‘A fungio da placa de choque é evitar que coincide com a rdsca da espiga. Sua espes
a cabeca temperada do pungio, sob a ago sua varia entre 3. a 8 mm.
do golpe de trabalho, penetre no porta. -
espiga que € de aco comum, — A placa de choque deve ser temperada, Po-
Aplicase a placa de choque, quando a su- rém, quando 0 golpe de uabalho nao ¢
periicie da cabeca do pungio é pequena excessive, pode ser simplesmente de ago
€, também, quando a eabeca do puncio duro.
VANTAGENS DA MATRIZ: DE BORRACHA
A aplicacio da borracha na execucio dos — Substitui pungdes no corte de chapas finas,
estampos oferece as seguintes vantagens: porque sendo a matriz que corta, 0 pungo
— Evita gravuras de baixo relévo nas matri- tem simplesmente a fungi de pressionar
es, 0 que € trabalhoso e de custo elevado; © material contta o gume da matriz,
— Substitui molas no impulsionamento dos
extratores ¢ dos prensa-chapas;ESTAMPO PROGRESSIVO PARA FAZER
ARRUELAS — CONJUNTO:
FERRAMENTEIRO.
TAREFA 7
PRODUTO
Corte AB
Material: Chapa de ago n®16- aco C 1030
@® ®
Escala |:
17 2 | Parafaso “Allen” = 3/16” x 1/2” =
16 4 | Porafuso “Allen 5/1" x 1" - =
15 4 | Parafuso “Allen = Be ye : S
ui 2 | Pino de guia Age prata $8 35mm Temp. Rev 56-58
3 1 | Tope fixe Ag pra $8X 15mm Temp. Rev 5058
2 1 | Ganioneira Aco 1030.4, 8/6" 5.11 fo" x
Bx xs -
u $ | Centrador Ago 8X 2mm Temp. Rev 59-60
16 3 | Pungio cortader | Aco indeform. 93/27 < 60 mn Temp. Rev 60-62
g 3 | Puncio furador $7/.6< 60mm Temp. Rew 8
8 1 | Fher de avango Ago 5600 19 x 48 mm Temp. Rev 60-62
i 1 | Bas Aco 1030.4 22 118 x 136 mm
6 1 | Moniz Ago indeform Hx96X 118mm | Temp. Rev 60-62
5 1 | Guia do pungio | Ago i930. TT x 06 x 8mm
4 1 | Portapangio Age 1080.4 Thx 96% 118 mim
3 1 | Placae choque | Ago 1030.4 4,5 <96 x 118mm | Temp. Rev 53-00
2 1] Portaespign Ago 1080.4 22 96x 18am Se
1 1 | Espige Ag, 1080.4 438 x 90 mm -
rea | Quant Denominasie Maieral Dimenstes am brea Trt Te, Der. RGFERRAMENTEIRO.
ESTAMPO PROGRESSIVO PARA FAZER
ARRUELAS — DETALHES
aes
| 15 25
5520.5,
Tolerncia geral+ O,|
Escala: 1-1ESVAMPO PROGRESSIVO PARA FAZER
FERRAMENTEIRO Reis ks pees TAREFA 7
Tolerfncia
geral + 0,
a
ian
Folga entre puncdo e matriz
Corte ABFERRAMENTEIRORAMI ESTAMPO PROGRTSSIVO PARA FAZER vaRera 7
= eseeiko: ARRUELAS — DETALHES
| {5 luz
16866]
Tolerancia geralto,!
Escala 1:1
Meo 17 = Ts 00FSTAMPO DE CORTE MULTIPLO PARA tae
FERRAMENTEIRO. TRES ARRUELAS — FASES DE GORTE INFORMACAO.
GALCULO DE °X” E DE “L? TECNOLSGICA
Faca de avango
a
Corte A-B
Puncoes
furadores
2 Pungoes
eortadores
a
38 Pungao
cortador
Cétculo do vator de “X*e de “t
bh
Seno de 60°= 2 —
Fe
oe
0,866 =>, = 0,866 x (Dte)
x=2h L=X+D+2e
D= Didmetro do Pungdo
L=Lergara da Tira
X=Dist@ncio entre Pungoes
@=Espessura da Chapa
P=FassoESTAMPO DE CORTE MULTIPLO PARA FOLHA DE
FERRAMENTEIRO DUAS ARRUELAS — CALCULO INFORMACAO.
‘TECNOLOGICA
FASES DE CORTE.
D* Diémetro do Pungdo
L=Largura de Tire
X=Disténcia entre Pungées
e-Espessura do Tico
P=Passo
= Altura do tridnyule peometow)
x=h
L=X+0+2e
32 Fase
j (dae pecos
(por gine}
Fases
sucessivasFASES DE CORTE DE ESTAMPOS PARA FOLHA. DE
FERRAMENTEIRO DUAS E TRS ARRUELAS — EGONOMIA INFORMACAO
DE MATERIAL TECNOLOGICA
ESQUEMAS DE ESTAMPOS R RESSIVO
Produto
Produto
Fose 32 Fase
(duos pecas (irés pecas
‘por dolbe) i | “por golber
Fases
sucessivas
co -
oleleiere) ¢ OY :
omen ee
Fig 1 4 Fig. 2
TAS
= Os esquemas acima representam tipos de estampos de Corie Muiltiplo Progressiva, res-
pectivamente, para duas ¢ és arruelas.
—Comi @ses tipos de estampos, 0 desperdicio de material é muito reduzido.
— A fig. 2, com respeito 4 fig. 1, apresenta uma economia de material de aproximada-
mente 80 %.STAMPO PARA ARRUELA COM
NTRADOR — CARACTERISTICAS
FASES DE CORTE,
FERRAMENTEIRO
© estampo abaixo caracterizase pelo
tipo de centrador. A figura 1, mostra umn es-
anpo com centrador mével, cuja finalidade é
evar a tira, jf furada, na posicio para o corte
do produto, além disso simplifia a execugio
do estampo, pois, substitui em certos casos,
2 aplicagao de outros topes ou faca de avanco.
O centrador € mantido, sobre a tira,
PRODUTO,
Forta-espiga
FOLHA DE
INFORMAGAO
TECNOLEGICA
sempre com uma leve pressio exercida pela
mola, ficilitando assim, sua imrodugao no
furo, pelo avanco da tira.
A fig. 2 mostra as fases de corte de umm
estaipo progressive, com tope mével na pri-
meira fase e centrador mével para os cortes
sucessivos.
FORMA PRIMITIVA DO MATERIAL
Material : Ago 1030
Centrador
Porta -pungao
Pungao
Cenirador ~~ |
=<
“h” Parte ativa
| da Motriz
Puncdo
~~ Guia dos Pungées
Base
Tope _mével
Nora
Poratuso
de fixagdo
Pino passodor
Os centradores méveis so usados em estampos cujos produtos no requerem grande pre-
cisio. Estes tipos de estampos so para baixa producao. Denominamos estampos de corte
simples quando 0 produto requer apenas uma operacio,TIPOS DE ESTAMPOS PARA ARRUELAS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO CORTE PROGRESSIVO INFORMACAO
DUPLO EFEITO TECNOLOGICA
ESTAMPO DE CORTE PROGRESSIVO
PRODUTO
Tope de encésto
r
A
Fase lateral
Nora
© tope de encésto tem a funcio de ajustar a tira na face lateral da gui
EXEMPLO DE ESTAMPO DUPLO EFEITO
PRODUTO
Pungo
Extrator superior
_Matriz
Pungo - Matriz
Extrotor inferior Borracha
=
Noras
=O extrator inferior é acionado por efeito da clasticidade da borracha
—O extrator superior é acionado por dispositivo mecinico, existente na prensa.eae ELEMENTOS DOS ESTAMPOS ola oe
SENT FACA DE AVANGO INFORMAGAD
Sua fungio nos estampos € cortar 0 a cada golpe da prensa, no comprimento rigo-
bordo da tira, permitindo o avango da mesma _rosamente igual ao do passo.
As facas de avarice podem cer as suas Para evitar o desgaste da guia cusido
espessuras variadas, proporcionalmence 4 gros. elas consecutivas pancadas da tira e pelo
sura do material a ser cortado. atrito da faca de avango, podese colocar um
Sua ajustagem © fixac%o obedecem as encisto de aco temperado conforme figura
mesmas regras dos pungics. abaixo.
Para o bom funcionamento da faca de A faca de avanco deve ter arestas bem
avango o encésto deve ser muito bem ajustado _vivas para evitar cortes com rebarbas que po-
entre a guia ¢ a faca de avanco. derao impedir a passagem da tira pelo canal.FERRAMENTEIRO
FLEMENTOS DOS ESTAMPOS
FAG) DE AVAl
gO
As figuras abaixo mostram a seqiiéneia das operagbes para 0 corte de uma pect com
dois pungdes, ¢ com 0 emprégo da faca de avango.
Pega
cortaaa =
20. Operagéo
Na primeira operacio, a tira avanca até
© ponto (p) que ¢ encésto limitador do
avango da tira feita na prépria guia. A tira
nessa_posi¢io, recebers © primeiro corte do
pungio A ¢ da faca de avango.
Feito 0 primeiro corte, a parte jé cor.
tada pela faca de avanco entta no canal
de largura L, de um couiprimento igual ao
asso.
A tira ¢ gniada priticamente sem folga
€ em posicéo de receber 9 segundo core,
quando 9 puncio B corari uma pega ¢, a0
mesmo tempo, o punco A puncionara a peca
Seguinte € a taca de avanco cortaré @ bordo
da tira para permitir 0 seu avango igual ao
asso.
A largora da tira na entrada da matriz
=v
Mgatoands
Ta.perarae
€ igual a L + X ena saida da matriz é igual
a
A tira deve ficar constantemente encos.
tada sobre a guia dircita.
A guia da esquerda deve ser construfda
de fal modo que na entrada da tira 0 canal
tem uma largura L + X + folga, e na salda
uma largura L,
Um estampo com faca de avango per.
mite uma marcha continua da prensa.
Na puitica, nfo se emprega fica de
avango para 0 corte de material com espessura
superior a 3mm.
Em alguns casos as facas de avango po-
dem ter uma saliéncia que permanece sempre
dentro da matriz, a qual substitui o encdsto
temperado, conforme mostra a figura abaixo.
Faca de avangoFERRAMENTEIRO
A posicio da faca de avanco no estampo
nao influi no seu funcionamento, mas si
no melhor aprovcitamento do material
Em caso de estampos com dois ou vaitios
grupos de puncdes, devido as formas das pe-
ELEMENTOS DOS _ESTAMPOS:
FAGA DE AVANGO— CENTRADORES
FOLHA DE
INFORMAGAO
TECNOLOGICA
Gas € 2 disposicio na tira, aconselhase fazer
estampos com duas facas de avanco, para me-
Thor aproveitamento do material e evitar per-
das de pecas inacabadas, como ilustra a figura
abaixo:
Peco cortada
Nese processo com duas facas de
a distincia entre a faca A — ] e 0 puncao C
é superior a-um paso.
Nese caso, a boa utilizagio da tira €
somente no sen inicio de corte, porque,
quando a faca terminar 0 corte total da tira,
ficard uma sobra de material com compri-
mento de xy sem ser utilizado.
Para aproveitar essa perda do material,
| Passo easton itera Passo |
colocase entio, uma segunda tace de avango
do outro lado da tira.
A. posicior dessa seguncla’ faca é total-
mente independente da primeira; é simples-
mente pata permnitir a utilizacio completa da
tira
A faca pode ser colocada depois do pan
sao de corteESTAMPO DE CORTE PROGRESSIVO FORA DE,
ESEAMENTEIRS. PARA FURAR, CORTAR E SEPARAR Boas
No estudo do projeto déste estampo foi na montagem dos conjuntos (transformado-
eonsiderado 0 méximo de aproveitamento da res)
tira favorecido pela forma dos produtos. No- fiste estampo corta_simultincamente
tase que 03 retalhos aparentes da tira na se- quatro produtos, sendo dois na segunda
gunda fase, sio também produtos utilizados ¢ dois na terceira fase
PRODUTOS FORMA PRIMITIVA DO MATERIAL
O.
oars
fe 72
Material? Ago silicio
Tope move! Faca'deavangoESTAMPO DE CORTE PROGRESSIVO FOLHA DE
Peet eee PARA FURAR, GORTAR E SEPARAR wyronnacto | 7.10
io PASE: A
Tope move! "B*~
Foca de avango
Produtos
e eo
O° eo |
Noras Novamente sio excenttados os furos, 0 corte
lateral ¢ formados 08 dois primeiros pro-
— Na 1.* fase, a tira ¢ furada ¢ cortada lateral- dutos.
mence na medida do produw (41). — Ne 3? Loc, iy repetila, stuuledeansente,
— Na 2.4 fase, o terminal “A” da parte cor- a primeira ¢ segunda fase ¢ separados os
tada da tira avanca até 0 tope mével “B”. dois segundos produtos.FOLHA DE
FERRAMENTEIRO FUNGAO DA FACA DE AVANGO. INFORMAGAO
TECNOLOGICA
A faca de avanco tem a fungio de deter
minar com exatidio o avango da tira, 0 qual
deve ser igual a0 “Passo”.
Faca_de ovon¢o
Saliéncios
Desgaste nos cantos vivos
— Geralmente a faca de avango sofre — fsse inconveniente é eliminado fa-
desgaste nos seus cantos vivos (fig. acima), zendose 0 puncio com um comprimento
dando origem 2 pequenas saliéncias na tira, maior que 0 passo e aplicando-se um tope
as quais impedem o normal deslizamento da mével.
mesma na guia.
© tope mével tem a funcio de permitir 0 mesmo corte a saliéncia formada em conse-
que a faca de avanco cena um comprimento _ qiiéncia do posterior desgaste nos cantos vivos
maior que o “Passo” ¢ também garantir, que de sua parte ativa.FOLHA DE
INFORMACKO
TECNOLSGICA
FERRAMENTEIRO OUTROS TIPOS DE FACA DE AVANGO 7.12
Neste tipo de faca de avanco a salién- do mesmo, € climinada no corte. sucessivo.
” formada em conseqiiéncia do desgaste
Encésio Passo
Tin
Waa aaa
WH AL L4ALA LL #3
Corte da soliéncia.
Formagio do saliéncia "S *
fg Ss
Ossenvagio pequena dimensio hd 0 perigo de ruptura do
Por ser o dente “D”, normalmente, de mesmo.
Neste tipo de faca de avanco, as salién- porque as mesmas no interferem no
cias formadas nfo precisam scr climinadas, mento da tira na guia
Passo
Saliénecia
‘Desgoste nos cantos vives da faca de avang.
Osservagio
a formagao do dente "D” € conseqiientemente
ta forma de fica de avango, e
© perigo da ruptura é menor.‘TIPO DE ESTAMPO DE CORTE COM
FERRAMENTEIRO.
PUNCAO DE GORTE LATERAL E TOPE MOVEL | INFORMAGAO
TECNOLOGICA
Quando o produto nfo requer alta pre-
cisio, podem-se adaptar nos estampos varios
sistemas de avango, tais como: topes ¢ faca de
avango, sem o emprégo de pines pilotos para
a centralizacao da tira,
A medida da largura da faca de avanco
corresponde 4 medida do passo. Nos casos em
que o passo requer um grande avango, pode-se
empregar o sistema que determina 0 avango
por um pungio de corte lateral e por um tope
mével, como mostra a figura abaixo.
Considerando 0 fator aproveitamento do material, devesse estudar a disposicio do
rexluiy ua Urs, que pode ser no sentido longitudinal, transversal € obliquo.
» que pi en
Tope mével_
Pungdo de _avangoFERRAMENTEIRO CALCULO DAS MEDIDAS ieee.
TECNOLOGICA
IETERMINAGAO DE “#
B+G
cow a =
: A
coiga = = 2,56
185
s=21° 20"
12,5
0,36379
X=34,37
ETERMINAGAO DE
Sendo 8 igual a #, teremox:
D=A.« = 12,5 . 0,93148 =
Yoor+9D=29 349 11,64=98
L=Y¥ + 2% = 29,9842 . 0,95 — 81,18
(0 paso “P” deve ser exatamente igual a "X”. Isto para garantir, na 24 fase, a per
feita centralizagao dos furos nas abas do produto.ESTAMPO PARA FAZER FIXADOR DO.
oe eS MOSTRADOR F PILOTO — CONJUNTO
Produto
Corte Cl
Material: Chopa de ago 1030 6
Tolerdncia geral- # 0,1
20 | 5] Parafuso “Allen” = alanis
19 | 4] Parafuso “Allen = $2! x 24?
18 | 4] Perafuso “Allen” - 1/4" x 3/4"
7 | 2] Pino de Ago prata 6% 45 mm Temp. Rew. | 56-58
16 | 2] Pino de guia ‘Ago prata 6x 22mm Temp. Rev. | 56-58
15 | 8] Parafuso “Allen” 14x 1/2
1s | 2] Pino de encésto Ago prata $4x 22mm Temp, 56-58
1s | 2] Pungio fuxador Aco prata 45 x 55 mm Temp 60-82
12 | 1 Pungio coreador Ayo indeform. 8 x36 x 48mm Temp, 60-62
| 2} Pangio furador ‘go indeform. 1740" 5/8” x 50mm | Temp, 60-08
1 | 1} Puneio turador Ago prata 645 % 50 om Temp 60-88
9 | 1 | Puncio matis Ago indeform. 22 37 x Timm Temp. 58-60
6 | 1 | Detrann aderien Age 1000 A 14 1G 6 72 ss Teaup oo 58
71 1] Base Ago 1030 A 23x 86 x 10mm . :
6 | | Matric Aco indeform 11% 48% 100mm | “Temp. Rev. | 60-62
5 | 1] Guia dos puncdes Ago 1030.4 17% 78 x 100 min
4 | 1] Portapungio Ago 1030.8 1x78 x 100 mm
3 | 1] Phea de choque Aco 1050 4 45X78 % 100mm
21 1] Porsespiga Ago 1030.4 17x 78x 100mm
1 | 1] Espiga ‘Ago 1030.4 oi x 70mm
vane. | ree] Desominayio Mates Dimener em bat “Prat. TermCorte AB
Tolerancia geral +0,/ Escala I:/TolerGncia geral#0,| Escala I:1FERRAMENTEIRO.
Sempre que possivel, quando a quanti
a formagio final do produto,
ESTAMPO PARA FAZER FIXADOR DO
MOSTRADOR E PILOTO — DETALHE
dade das pecas a serem estampadas for em
grande cscala, deve-se construir estampos que
executem todas as operacdes necessarias para
FOLHA DE
INFORMAGKO.
TECHOLSGICA
A figura abaixo nos di um exemplo de
um estampo que executa tédas as operacdes
que © produto requer, ou seja: furar, separar,
dobrar, e cortar.
62
Material : Ago 0,3%
69
Desperdicio t2mm
TIRA
Existem produtos que pela sna forma
complexa dificultam a fabricacio de estam-
pos que requetem diversas fases, implicando
ha sta manutencio ¢ custo. Nestes casos é
conveniente dividirse as operacoes em dois
ou mais estampos.TSTAMPO PROGRESSIVO DE Podee
FERRAMENTEIRO. FURAR — SEPARAR E DORRAR COM INFORMACAO
PRENSACHAPA TECNOLOSICA
NOTAS SOBRE O ESTAMPO
1 = A rario da diferenca “a” entre o pun-
& PM” ¢ os demais ¢ necessiria para
evitar a penetracio demasiada déstes na
matriz, 0 que poderia causar quebra ou
desgaste da parte ativa
£ boa norma que a penetragio do
pungio na matrix seja de 1 ou 2mm
apds o corte.
© puncio “P” € move] para funcionar
como prensa-chapa € garantir que 0 pun-
cio “PM” execute 0 corte de separagio
antes do dobramento.
Na 1.4 fase, hd um desperdicio de + ou
—2:nm, para assegurar 0 perieivo esqua-
drejamento da tira e conseqiientemence
posicionamento exato do: avanco, dobra
mento, rasgos € furos,
Apés 0 assentamento do pungio “P” na para completar 0 dobramento, metade
base, o pungio “PM” deve descer ainda, da sua abertura “a” menos “X”.
it
=
=
Abaixo um exemplo:
espesenra da chapa
e=2
2xe=4
90°
|
|
4 x 1414 = 5,656
i = 5,656 - 4= 165:
Pungdo P/
5 — O produto “A” se obtém com 0 avango O produto “B” se obtém virando a tira
sucessivo normal da tira, apés a lormacio de cada produto “A”FOLHA DE
TAMPO P; ZER A BASE DA TARJETA | INFORMACAO
FERRAMENTEIRO ES ARA FA p INFORMAGSO
Regra geral, nos estampos, 03 pungdes foncionam no conjunto superior ¢ a ma
triz no conjunto inferior. Em alguns casos, pode-se inverter esta ordem, colocandose a
matriz no conjunto superior (matriz — pungo) e © puncio no coajunto inferior (pun-
jo — matriz).
Este processo nos dé um produto de alta preciséo, reduz o tamanho do esiampo
as fases de corte, porém, torna-o mais complexo, dificultando a sua execucio pelo agru-
pamento dos puncées em um espago limitada.
ESTAMPO DE CORTE PROGRESSIVO DE FU DRMAR E SEPARAR
ATRIZ-PUNCA PUNGAO-MATRIZ)
FORMA PRIMITIVA DO MATERIAL
Material ! Chapa preta N222
_Encosto mével
22 Fase}
FUNCOES TRIGONOMETRIGAS FOLHA DE
Han DEDUGAO DE FORMULAS — CALCULO INFoRAcAG
Definigo baseada no circulo trigonométrico (raio 1) ¢ velacao entre os Tados de um trién-
gulo reto.
beaxtg. |Cea=Cosx
beaxcot. |Cxa? Sena
a=bxcot. |C=b>Sen<
a=bxtg. _|C=b=Cos 2
a=cxeos |becx senec
a=cxsen |b=cxcos#
Chreuro *
Exemplo de como calcular a cota “Y’” (figura abaixo) depois de curvada a peca
Oo 15
AB=r-6
AB
58°
(a= 1,827
AB. tga=9 . 1,827 = 11,948 valor de Y
‘Ver tabela. de fungdes trigonométricas — FIT 1.22 a 1.25.‘TIPOS DE ESTAMPOS
FURAR E CORTAR EM DUAS
TECNOLSGICA
Quando 9 produto for de forma simeirica, éle pode ser cortado em duas etapas com
a inversao da tira,
Neste caso tanto a matriz como © puncio, possuem um daico perfil para a forma
Gio dos dois extremos do produto
|
aa
uninio_latonado
{
Pino de guio 'G*
oi Cr
ee
Mateiz
Pino _posicionador
Fire goricie
Encésto da Tira
Este tipo de estampo ¢ de fcil execugio,
pois, a guia e matriz nao so inteiricas, evi-
tando assim a operagio de vazamento.
A construgio déste estampo justificase
lnversdo manual pora formar
© lade oposto do produto.
quando 0 produto nio requer grande preci.
sio, Nao ¢ recomendivel para alta producéo,
A inversio da tira torna mais demorada a ope-
ragio de estampagem.FERRAMENTEIRO.
— A montagem do puncao na base superior
deve ser feita, de tal forma, que o mesmo
fique perfeitamente centralizado na matriz,
pois disso depende © bom funcionamento
do estampo.
— A forma racional da montagem éa seguinte:
Retalho de chapa
MONTAGEM DO PUNGKO NA BASE
SUPERIOR DO ESTAMPO.
FOLHA DE
INFORMACAO.
TECNOLOGICA
1 — Colocar, posicionando com pinos ¢ fixar
com parafusos a matriz na base inferior
2 — Centrar o puncio na matriz, colocando
no perimetro de suas partes ativas, qua-
ro retallios de chapa com espessura igual
& chapa a dobrar, como se pode ver na
figura abaixo:
Matriz longitudinal
Matriz
transversal
espessura da chapa a dobrar
3 — Descer a base superior guiada pelas colu-
nas, até assentila s6bre o puncao.
4 — Contramarcar no pungio os furos dos
parainsos (jé cxecutadas na base supe-
rior).
5 — Furar € roscar 0s furos do pungao.
6 — Fixar com parafusos 0 puncio na base
superior, com 0 puncio, novamente,
centralizando na matriz.
7 — Contramarcar os furos dos pinos.
8 — Furar, alargar c montar 03 pinos,CALCULOS
3
™,
ot
peeeac
PARA DETERMINAR O VALOR DO ANGULO “a” PROGEDESE COMO SEGUE
1) Determinar o valor do Angulo “as” (lig. 1)
a1 = 25938"
2) Determinarse o valor do 4ngulo “a2”
tig. 2)
a=8 (aio)
. sena 1 = 19 =~ 0.49961
Sena 2 = 8 + 27,78 = 0,28849
Sena 2 = 0,28849
a2 = 16°46
3) Conduindose, 0 valor do Angulo “a”
serd: (fig. 8)
= 909 — 25°88" + 169467) = 47036"
a=2Kxy
% 47°86"
95°12"
PARA DETERMINAR O VALOR DO.
ANGULO “B” PROCEDESE COMO
SEGUE‘TIPO DE ESTAMPO PARA FOLHA DE
SEREAMENTERD, fe CURVAR COM PLANO INGLINADO INPORMAEEO
Para a formacio de determinados produtos, constroem-se estampos que permitem,
através da descida do pungao, 0 fechamento simultineo da matriz bi-partida, provocado
por um plano inclinado.
Podese utilizar ére processo para formar os produtos das figuras 1 e 2, que reque-
rein curvas superiores a 180°.
PRODUTOS
Fig.
Matriz_movel Cursor de apdio
© cursor de apoio serve para retet a matriz aié 0 momento de iniciar o fechamen-
to da mesma,Sw ae
Abaixo, outro tipo de e
ampo para pro Neste estampo, 9 pungio & encaixado
durir 9 mesmo produto da {tha anterior. no porta-pungio para facilitar a sua usinagem
© substiuuicio,
NCIONAMENTO,
Durante descida, © pungao fax uma Em seguida, por ago dos planos inclinados
parte do curvamento até penetrar na sede do porta-puncio, as matrizes fecham-se com-
aberta das matrizes, que ainda estéo paradas. —_pletando 9 curvamento.
Porta-pungéo
Plano inclinado
TIPO DE ESTAMPO PARA FOUWA B
EAE RA MERE, GURVAR COM PLANO INCLINADO INFORMAGADTIPO DE ESTAMPO PARA FOLHA DE
FERRAMENTEIRO. : sce INFORMAGAO.
FURAR — CHANFRAR FE CURVAR pice
estampo da figura abaixo, caracte. _esfdrgo para formar e cortar 0 produto, como
riza-se, pelo tipo de pungao que permite fazer € 0 caso do aluminio.
varias operagdes de uma s6 vez. Além de furar,
chanfrar ¢ curvar, separa o produto.
Estes tipos de pungées sa0 usados apenas
para materiais que necessitam de pequeno
ESTAMPO DE GHANFRAR, CURVAR E SEPARAR
Aluminio
ajar Material ?
— Na 1 fase, sio formados o rasgo, 0s chan-
fros ¢ a curva.
— Na 22 fase o produto é separado.
FASE
Desperdicio J
Forma
Corte de separagdo
FASE
‘ d
Encdsto
© extrator além de soltar a tira que se prende ao pungio-furador, serve para guidilo.
© punggofurador ao penetrar na tira evita o deslizamento da mesma durante a for
magio da curva.PLANIFIGAGAO DE PEGAS
FERRAMENTEIRO FSFGRGO DE DOBRA E CORTE
2
=F =! (raio neutro menor)
2xRX 3,14] (2 Xr X 8,14)
nf2BEAN 4, [exexeny
x=)» | [SSE] sn
X — 26,26 + 1,57 + 20=47,33
Nora
Para aluminio, descontar ++ § % devido ao estiramento do material,
FORMULAS
—Esforco “E” para DOBRAR: E= © Se ae
4
~ Eslrgo “R” para CORTAR: E=P-X eX —-R (Taela 2° 8)
—A diferenca “A” entre as partes ativas para separar ¢ part cuurvar, se faz nevessdria para
garantir a separacao antes do inicio da operagio de curvar.CALCULO DA MEDIDA “X” EV" NA 14 E BA
FASE RESPECTIVAMENTE Pesce
FERRAMENTEIRO
CALCULO DA M
21,9 %
AB 2.98
4
Coe ee ae
2
ABCDEF = (2 x 2,98) + (2 X 3,18) + 1146 = 23.78
68
Diminuigao no comprimento = 23,78 — 11.1 =
XK =50— 12,68 = 37,52
CALGULO DA MEDIDA “Y” @2 fase
Bx 19% 814
Apa 2818 OF 959 = 4.14
360°
Bos - OES orp i591
360°
ABGD = (2 X 4,14) + 15,91 = 24,19
Diminnicao no comprimento = 24,19 —
Y= 50 — 15,09 = 34,91‘TIPO DE PSTAMPO FOLHA DE
FERRAMENTEIRO Boma F cokvan weeeu S13
© estampo da figura abaixo, possui um Apés, a dobra a 90° 0 pungio mavel se
pungio mével que dobra 2s abas do produco — desloca juntamente com 0 produto para com-
2 90°, sob a reacio das molas pletar a curva a 180° pelo deslizamento na
anatriz,
= ES!
Resisténcia do material | 15 kg/mm*
22 Fase
Completa a 180°
‘ste tipo de estampo as molas tém a funcio de suportar a carga para dobrar a 90°
neira fase,,
FERRAMENTEIRO
TIPO DE ESTAMPO
DE CURVAR COM MATRIZES MOVEIS
FOLHA DE
INFORMACAO
TECNOLOGICA
8.14
© estampo abaixo é composto por ma-
trizes. méveis, acionadas por intermédio de
cunhas,
Na 1.* fase, a chapa é curvada a 90°,
sob a.acio da mola do puncio. O prensachapa,
a
tendo a mola com resisténcia inferior 4 do
pungio, cede até assentar-se na base
Na 2." fase, a chapa € curvada a 180°,
sob a agao das cunhas, que continuando a des-
cer acionam as matrizes, completando a for-
magio do produto,
PRODUTO
i
a
nho
c:
Prensa~chapa
22 FaseTIPO DE ESTAMPO PARA CURVAR, FOLHA DE
FERRAMENTEIRO. ENROLAR E DOBRAR
STAMPOS DE CURVAR E
1o estampes cuja fungao € a de trans
formar ou compleiar chapas ¢ produtos pla
nos cm formas curvas ou cilindricas
Pungae
Extrator
prensa-chapo
Posicionador
Matriz
PRODUTO
Curvar 12 Fase
Estampo para enrolar
(completa a pega anterior)
Puneao
2
PRODUTO
Enrolar 22 Fase
Me Wy = ae 283E DOBRAR SIMULTANEAMENTEFERRAMENTEIRO.
APLICACAO DE MOLAS HELICOIDAIS
EM ESFAMPOS DE DOBRAR
Nos estampos em que as molas devem
suportar grandes esforgos para dobrar, é ne
cesirio colocerse molas de arame grosso, as
quais ocupam grandes areas para 05 seus alo
jamentos. Para evitar que isso aconteca, po-
dese uGlizar molas de arames mais finos que
=
er
\
8 espiras/
Quando se coloca, molas dentro de ou-
tras, devese inverter a directo das espiras, ou
seja, uma esquerda e ouwra direita para evitar
que as espiras se entrelacem,
‘A carga maxima admisivel das moles
para dobrar, deve ser igual ou superior ao
esférgo necessirie para dobrar.
fancionam umas dentro das outras, cuja soma
de esforgos que suportam é igual ao de uma
mola com arame gross. As molas de arame
fino tém maior flexibilidade ¢ sao mais faceis
de serem construidas.
Beste:
3
1
\
6 espiras/
Quando 0 material a ser dobrado requer
um esforgo grande, ndo possibilitando 0 em-
prégo de molay nos cstampos, utiliza-sc. pret
sas com molas.
Ver tabela de molas — Pagina, 269.MOLAS HELICOIDAIS
NOMENCLATURA — FORMULAS
FOLHA DE
INFORMAGAO
Tenotesicn
C(earga maxima)
NOMENCLATURA
Mola com excesso de carga
d=diimetro do arame
D=didmetro interno
P= paso
r= raio médio
L=comprimento da mola, sem carga
L2=comprimento da mola, com excesso de
carga
n= niimero de espiras titeis
rimero total de espiras
C= carga maxima admissivel em kg.
f=cedimento por espira
F = flexio total ativa
= campo de flexio inativa
Noras
© aumento de 1,5 espiras, no nimero
de espiras iiteis, se faz necessario para 0 per
feito assentamento das extremnidades da mola.
— A resistencia da mola aumenta até o limite
maximo de flexio F.
— No campo de flexao T, nao hé aumento de
resistencia, existindo porém, 0 perigo de
deformacao permanente da mola, Deve,
portanto, ser evitado.A mola ¢ um dispositive mee&nico com
que se da impulso ou resisténcia a0 movimen-
to de uma pega. Sio diversos os tipos de molas
existentes, sendo as molas helicoidais as de
maior emprégo. Segue as representagdes
normals, simplificadas € esquemiiticas, segun-
do as Normas Técnicas.
Na representagzo de molas helicoidais
indicamos o diametro do fio, 0 ntimero de es-
pitas, o didmetro interno da espira e 0 com-
primento livre.
.
20
25
30
36
20
30
36
42
25
30
36
42 [18 | 126
so_| 22 | 106
24 | 12 | 4az
5 mai mao iia (aoe:
35 [16 | 622
46 | 20 | #36
87_| 25 [1080
6a _| 29 |tsez | 144
d= Didmetro do arame de ago
P
Deformagiio por espiraRESINAS FUND{VEIS EM ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO. APLICAGAO — FIXAGAO DE PUNGOES E INFORMACAO.
3 TECNOLOGICA
‘As aplicagdes de resinas fundiveis em Na fixagie de: pungdes — matrizes
estampos trazem uma série de vantagens: — buchas — colunas,
1) Melhor qualidade das ferramentas
a) Diminui 0 atrito entre pungbes
€ guias.
b) Permite alta qualidade no ajuste ? ‘
entre pungies € guias. TXAGAO DE PUNGOES
€) Ajuste perfeito nos perfis dos
puncdes, — Usase a resina na fixagio de pungées
2) Baixo custo das ferramentas. Facilita de perfis irregulares para evitar a w
a execucio. nagem dificil ¢ trabalhosa das sedes
dos mesmos.
APLICAGOES Usase também no caso de varios
pungoes cilindricos no mesmo es
1) Na execucio das partes ativas nas rio arn falter eee ar me
guias de pungio. perfeita centragem.
EXEMPLOS DE FIXACAO DE PUNCOES
Porta~pungao
fundivel
Onsenvagoes Go na reina © comcyticniemente do
~ Os escariados nfo deixam a resina deslo- pungio.
carse para baixo ou para cima, ‘As paredes laterais da resina variam entre
— 03 canais na periferia evitam eventual tor- 2a 5mm,rAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO. APLICAGAO — FIXAGSO DE PUNCOES E INFORMACKO
Porta-matriz
Oservagio
A diferenga nos diametros
matriz, € os canais circulares na
extremidade inferior da coluna
EXEGUGAO DA
MATRIZES — EXEMPLOS TECNOLEGICA
— BUCHAS — COLUNAS
Resina
Bucha auxilior
de montogem
Coluna
Resing
retengao das mesmas em suas respectivas sedes
durante a fase de trabalho
externos da A bucha auxiliar garante a perpendi-
bucha ena cularidade da coluna entre as. partes inferior
garantein a € superior do estampo.
PARTE ATIVA NA GULA DOS PUNGOES
Os escariados ou picados garantem a retencio da resina na guia.§
RESINAS FUNDIVEIS EA ESTAMPOS FOLHA DE
FERRAMENTEIRO APLIGAGAO — FIXAGAO DE PUNGOES E. INFORMAGAO.
MATRIZES —
=XEMPLOS, TECNOLSGICA
PREPARAGAO DOS AL ENTOS PARA APLIGAGAO DE RESINA
DOS PUNGOES
Na construcao de estampos, 08 furos da Ein seguida invertese:a placa-guia ¢ abrese
fia sto coordenados entrando a broca pela 0 alojamento para a Resina.
face que terd contacto com o produto, Fig. 1.
I I]
|
Como mostra a figura 2 0 ajuste do pungio na pequena espesura que restou apés
ter feito o alojamento para a resina torna o vazamento mais facil.
|
Onservag&o © alojamento da resina na maioria das
© repicado de puncio no alojamento —_vézes pode ser de forma simples € econdmica,
auxilia a retengao da resin. independente da forma do pungio.
Wee — Wary = s.000FOLHA DE
FERRAMENTEIRO PREPARAGAO DA RESINA FUNDIVEL INFORMACAO
TECNOLGICA
Sio iniimeras as aplicagoes de resinas na industria. Para cada tipo de trabalho como
em ferramentaria pode ser utilizada resina na confecgio de estampos. Sua aplics
ficase pela alta qualidade ¢ climinagio de grande parte do trabalho especializado,
O Tipo de Resina usado na con{eccio de estampos, € a “Araldite CW. 214" & qual
antes de ser aplicada, adicionase um outro produto chamado Endurecedor.
Para cada 100 gramas de Resina, adicionase 8,5 gramas de Endurecedor.
justi
A resina deve cer revolvida, a fim de se misturar de wide lumugenio 0 material de
enchimento que estiver assentado no fundo do recipiente — (lata).
O Endurecedor € adicionado & resina, ¢ depois de cuidadosamente misturado, a massa
deve ser fundida antes de ultrapassar um periodo de 20 minutos numa temperatura de
trabalho de 25° a 50° G.
| oz-1113,
Para remover a resina ¢ misturar o endurecedor pode-se utilizar a méquina de furar
I
Deve-se layar os alojamentos da resina ¢ 0 pungio com benzina pera eliminar da
superficie matérias gordutosas.
Cola-se um procetor de aproximadamente 5mm de altura, em virtude da decanta-
Gio do pé de ferro existente na resina.
Em seguida, com um pincel aplica-se no macho, 0 produto separador
© produto separador ¢ um liquido que impede a aderéncia do puncio na resina.rc c FOLHA DE
FERRAMENTEIRO ed Ae INFORMACAO.
TEENOLOGICA
DA RESINA FUNDIVEL.
Sua secagemn € répida © € aplicado em
caonadas milesimais. A aplicacao de um deter-
minado miimero de camadas permite a folga
Quando 0 conjunto estiver pronto para
receber a resina éle deve antes ser acuecido
a = 50°C
Rste aquecimento pode ser feito com
limpada on estufa
Plostilina
ESQUADREJAMENTO DO PUNGAO NA GUIA
© esquadrejamento do pungio na guia é uma operacio que deve ser feita com mui-
10 cuidado pois dla garante o bom funcionamento ¢ tempo de vida do estampo.
Logo apés 0 aquecimento é feito 0 enchimento.
Puncdo
Depois de despejado 0 composto, deixa.se endurecer lentamente. Pode-se acelerar 0
endurecimento levando novamente 2 estula.
Depois de retirada a camada excedente superficial fazse enchimento do porta-
pungio.
i| METODO DE APLIGACAO BOLHA DE
| FERRAMENTEIRO eee mrorMacao | 8,25,
| DA RESINS FUNDIVEL oe
ENCHIMENTO TOTAL DE RESINA NA GUIA
|
Utilizase para éste processo, a matriz antes de ser dada a folga de corte. Neste caso
i a mauriz servird de guia ao puncio.
}
Resino
Félho de papel
, Matriz
{
Apés afiar-se os pungoes sia retifica deve-se déles climinar as rebarbas antes de reti-
rilos da guia para que éles nao a danifiquem.
Onservacoes
Ao destacar 0 pungao déve-se bater no sentido em que foi desp
que esta se apéie sobre o assento da guia.
jada a resina para
————