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Índice
1. Introdução..............................................................................................................................1
2. Aplicações das integrais duplas..............................................................................................3
2.1. Area……………………………………………………………………………………….3
2.2.Volume.................................................................................................................................5
2.3. Densidade e massa..............................................................................................................6
2.4. Momentos e Centros de Massa...........................................................................................8
2.5. Carga.................................................................................................................................11
2.6. Momento da Inercia..........................................................................................................12
3. Conclusão.............................................................................................................................14
Referencias bibliograficas........................................................................................................15
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1. Introdução
O presente trabalho de Cálculo Integral em Rn , com tema Aplicações de Intengrais duplas,
dizer que A Integral Dupla é uma das ferramentas que surgiu a partir da expansao dos
conceitos e propriedades das integrais simples, atraves dela alguns problemas geometricos
foram resolvidos, por exemplo os problemas de area e volume e tendo uma grande
contribuicao na fisica, possibilitando a soluçao de questoes envolvendo massa, momentos e
centros de massa, momento da inercia e muitos outros, que vamos mencionar no
desenvolvimento do conteudo a seguir.
Em termos metodologicos o trabalho esta estruturado em:
Capa;
Folha de rosto;
Indice;
Introducao;
Desenvolvimento;
Conclusão; e
Referencias bibliograficas.
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Definiçao. 1. Seja f uma funçao de duas variavéis definida em uma região R, e seja P = Rk
uma partição interior de R. Uma soma de Riemann de f para P e qualquer soma da forma:
∑ f (x k , y k ) ∆ A k
k
em que (x k ; y k )e um ponto de Rk e ∆Ak e a area de Rk. A somatoria se estende a todas as
sub-regioes ˜ R1; R2;...; Rn de P. (Paula, 2020)
2. Aplicações das integrais duplas
As integrais têm uma vasta aplicação na fisica, engenharias, etc. As tais aplicações podem
ser: calculo da area, volume, densidade e massa, momentos e centros de massa, carga e
momento da inercia.
2.1. Área
Paula (2020), se tomamos f ( x , y )=1na definição 1 da integral dupla sobre uma regiao R e se
R é a regiao R x(figura 1), entao, pelo teorema 2 de Fubini de integral iterada,
b g 2 (x) b b
∬ dA=∫ ∫ 1 dy dx=∫ [ Y ] dx=∫ [ g 2 ( x )−g 1( x ) ] dx
g 2 (x)
g 1 (x)
a g 1 (x) a a
é igual à área A de R. Dessa forma, vale de maneira análoga se R é uma regiao
R y =∬ dA=¿
d h 2 ( x) d d
∫∫ 1 dxdy=¿∫ [ X ]
h 2 (x)
h 1 (x) dy=∫ [ h 2 ( x )−h 1 ( x ) ] dy .¿
c h 1 ( x) c c
Tal facto tambem é evidente pela definição da integral dupla, visto que se f ( x , y )=1em toda
região R, entao a soma de Riemann da definição 1 é uma soma de areas de rectangulos em
particao interior P de R. No momento em que a norma ‖P‖ tende para zero, esses rectangulos
cobre mais e mais regiao R e o limite é análogo a area de R. Podemos usar uma integral
iterada para encontrar uma area, tendo em consideracao, como limite de somas duplas de
maneira semelhante ao caso de volume como na definicao 2 de volume como limite de somas
duplas, com f ( x , y )=1 dessa forma, contamos com o seguinte resultado.
Definição: A área de uma região R fechada e limitada é
b g 2(x)
A= lim
‖P‖ →0 k
∑ ∑ ∆ y j ∆ x k =¿∬ dA=∫ ∫ dy dx ¿
j a g 1(x)
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Figura 1: tipo de regiões ( R x ou R y ¿de integração dupla.
Fonte: Swokowski (1994, p.466).
❑
Exemplo: ( Stewart, 2007) calcule ∬ ( x+ 2 y ) dA , onde R é a regiao limitada pelas parabolas
R
2 2
y=2 x e y=1+ x .
Figura 2: Região limitada pelas parábolas.
Fonte: Stewart (2007, p.437).
Solução: Observamos que R, ilustrada na figura 2, é uma região R x , e podemos transcrever
que R={( x , y )|−1 ≤ x ≤ 1, 2 x 2 ≤ y ≤ 1+ x 2 } . como a fronteira abaixo é y=2 x 2e a de cima é y=
2
1+ x , e usando a equação (1), temos:
❑
∬ ( x+ 2 y ) dA=¿ ¿
R
2
1 1+ x
∫ ∫ ( x+2 y ) dydx
−1 2 x 2
1 1
dx =∫ [ x ( 1+ x ) + ( 1+ x ) −x ( 2 x )−( 2 x ) ] dx
2
2 y=1+ x
¿ ∫ [ xy + y
2 2
]y=2 x
2
2 2 2 2
−1 −1
5
[ ]
1 x=1
−3 x 5 x 4 2 x 3 x 2
¿ ∫ (−3 x ¿−x + 2 x + x+ 1)dx=
4 3 2
− + + +x ¿
−1
5 4 3 2 x=−1
¿ ( −35 − 14 + 23 + 12 +1)−( 35 − 14 − 23 + 12 −1)= −65 + 43 +2
−18+20+30 32
¿ = u.a
15 15
2.2. Volume
Suponhamos que f (x , y )≥ 0 em toda regiao R x ilustrada na figura 3, e seja U o gráfico de f .
T o solido localizado sobre U e sobre R e V o volume de T. Vejamos o plano que é paralelo
ao plano yz e intercepta o eixo x no ( x , 0 , 0 ) ,com a ≤ x ≤ b , e seja J o traço de U nesse plano
(ver na figura 3). Este plano intercepta as fronteiras da região y=g 1 ( x ) e y=g 2 ( x ) em
P1 ( x , g1 ( x ) , 0 ) e P 1 ( x , g 2 ( x ) ,0 ) . (Paula, 2020)
Figura 3: Área de uma secção transversa.
Fonte: Thomas (2007, p.420).
Contudo, sabemos que a area A ( x ) do plano xy é:
g2 (x)
A ( x )= ∫ f ( x , y ) dy
g1 (x)
Visto que, A ( x ) é a área de uma secção ao transversa de T, podemos proceder de acordo para
o calculo do volume que é:
b b g 2(x)
V =∫ A ( x ) dx=∫ ∫ f ( x , y ) dydx .
a a g 1(x)
6
Definição. Volume como limite de somas duplas:
b g 2(x)
V = lim ∑ ∑ f ( x k , ¿ x j )∆ y j ∆ x k =¿ ∫ ∫
‖ P‖ →0 k
f ( x , y ) dydx .¿ ¿
j a g 1(x)
Exemplo. (Thomas, 2007) Encontre o volume do prisma cuja base é o triângulo no plano xy
limitado pelo eixo x e pelas retas y = x e x = 1 e o topo esta no plano z = f(x; y) = 3-x-y.
Solução: Veja a Figura 4 Para qualquer x entre 0 e 1, y pode variar de y = 0 a y = x.
Assim,
[ ]
1 x 1 x
y2
V =∫ ∫ (3−x− y ) dydx=∫ 3 y−xy− dx
0 0 0
2 0
( ) [ ]
1 x=1
3 x2 3 x2 x3
¿∫ 3 x− dx= − =1
0
2 2 2 x=0
Figura 4: Prisma com base triângular no plano xy.
Fonte: Thomas (2007, p.412).
2.3. Densidade e massa
Stewart (2007), mostra como são calculados momentos e centros de massa de placas finas ou
laminas de densidade constante, usando integrais de funçoes de uma variável real. Neste
momento, com o auxılio das integrais duplas, podemos considerar as laminas com densidade
variavel.
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Suponhamos que uma lamina seja colocada em uma regiao D do plano xy cuja densidade
(em unidades de massa/unidade de area) no ponto (x;y) em D e dada por ρ(x; y), onde ρ é
uma funçao contínua sobre D e é definida por:
∆ mk
ρ ( x , y ) = lim ,
‖ ∆ Ak‖ →0 ∆ Ak
onde ∆mk e ∆Ak determinam a massa e a area de um pequeno rectangulo que contem (x; y) e
tomamos o limite quando as dimensoes de desse rectangulo se aproximam de 0 (veja a
Figura. 5). Para definir a massa total m dessa lamina, teremos que dividir o rectangulo R
contendo
D em sub-rectangulos Rk e considerando ρ(x; y) como 0 fora da regiao D. Se usarmos um
ponto (xk; yk) em Rk, entao uma aproximaçao da medida da massa do k-esimo rectangulo é
dada por ρ(xk; yk)∆Ak, e a medida da massa total da lamina é aproximada por
Figura 5: Área de pequeno rectângulo contendo (x,y).
Fonte: Stewart (2007, p.450).
Figura 5.1: Divisão do rectângulo R contendo D em sub-retângulos.
Fonte: Stewart (2007, p.450)
m=∑ ρ ( x k , y k ) ∆ A k
k
Tomando o limite da soma acima, quando a norma ‖∆ A k‖ tende a zero,e assim expressamos
a medida da massa total por
8
❑ ❑
m=∬ ρ ( x k , y k ) dA=∬ ρ ( x k , y k ) dxdy .
R R
Exemplo (Leithold, 1994) Uma lamina tem a forma de um triangulo retângulo isosceles, cujo
os lados são iguais e de comprimento a. Calcule a massa, se a densidade de massa por
area em um ponto P é diretamente proporcional ao quadrado da distancia de P ao vertice
oposto a hipotenusa.
Solução: Com o vertice na origem e a hipotenusa do retângulo ao longo da recta x + y = a.
A figura 6 exibe tambem um rectangulo tıpico Rk ( de area ∆ A k) de uma partição interior com
um ponto ( x k , y k) no retângulo. Por hipotese, a densidade de massa por area em (x; y) e
Figura 6: Triângulo isosceles.
Fonte: Leithold (1994, p.367).
ρ ( x k , y k )=c ( x 2+ y 2) para uma constante c. Logo, a massa é
❑
m=∬ c ( x 2 + y 2 ) dA
R
a a− x
¿ ∫ ∫ c ( x + y ) dydx
2 2
0 0
[ ]
a a−x
y3
¿ c∫
2
x y+ dx
0
3 0
[ ]
a 4
1 ka
¿ c∫
2 3
x ( a−x ) + ( a−x ) dx = .
0 3 6
2.4. Momentos e Centros de Massa
Stewart (2007), define o momento de uma particula em torno de um eixo como o produto de
sua massa pela distancia ao eixo. Suponha que uma lamina ocupe uma região e que tenha
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ρ(x; y) como função densidade. Se dividirmos essa regiao em sub-rectangulos como vimos
na figura 5, teremos que a massa de Rk e aproximadamente ρ(xk; yk)∆Ak, onde podemos
aproximar o momento Rk com relac¸ao ao eixo x por
[ ρ ( x k ; y k ) ∆ Ak ] y k .
A soma das medidas dos momentos de massa dos sub-retangulos em relaçao ao eixo x
e, entao, aproximada pela soma desses sub-rectangulos. A medida mx do momento de massa
em relaçao ao eixo x da lamina toda é dada por:
❑
m x= lim ∑ y k ρ ( x k , y k ) ∆ Ak =∬ yρ ( x ; y ) dA .
‖ ∆ Ak‖ →0 k R
Da mesma forma, a medida my do momento em relac¸ao ao eixo y e dada por:
❑
m y = lim ∑ x k ρ ( x k , y k ) ∆ A k =∬ xρ ( x ; y ) dA .
‖∆ A k‖ →0 k R
O centro de massa ( x ; y ) é definido de modo que m x = my e m( y = mx. Na f´ısica, isso
significa que a lamina se comporta como se toda sua massa estivesse concentrada em seu
centro de massa. Dessa maneira, a lamina permanece horizontal quando equilibrada em seu
centro de massa (veja a Figura 6).
Figura 6: Retângulo pequeno na regiao D
Fonte: Stewart (2007, p.451).
Definção. As coordenadas ( x ; y ) do centro de massa de uma lamina ocupando uma regiao e
tendo funçao densidade ρ(x; y) sao:
❑
my 1
x= = ∬ xρ ( x , y ) dA
m m R
❑
mx 1
y= = ∬ yρ ( x , y ) dA ,
m m R
onde a massa m e dada por:
10
❑
m=∬ ρ ( x , y ) dA
R
Exemplo. (Thomas, 2007) Seja uma lamina com regiao triangular limitada pelo eixo x e
pelas rectas x = 1 e y = 2x no primeiro quadrante. A densidade da lamina no ponto (x; y) é
ρ(x ; y )=6 x+ 6 y +6. Encontre a massa da lamina, os primeiros momentos e o centro de
massa em relaçao aos eixos coordenados.
Solução: Na figura 7 esboçamos a lamina e detalhes.
Figura 7: Lamina de regiao triangular
Fonte: Thomas (2007, p.422).
suficientes para determinar os limites de integrac¸ao para as integrais que temos de calcular.
A massa da lamina é:
1 2x 1 2x 1 1
2x 2 1
m=∫ ∫ ρ ( x , y ) dydx=¿∫ ∫ ( 6 x +6 y +6 ) dydx=¿∫ [6 xy + 6 y +6 y ]0 dx =∫ ( 24 x + 12 x ) dx=[ 8 x +6 x ]0=14.
2 2 3
0 0 0 0 0 0
O primeiro momento em relaçao ao eixo x é:
1 2x 1 2x 1 1
2 2x
m x=∫ ∫ yρ ( x , y ) dydx=¿ ∫ ∫ ( 6 xy +6 y +6 y ) dydx=¿∫ [ 3 x y +2 y + 3 y ] dx=∫ ( 28 x +12 x ) dx= [7 x + 4
2 2 3 3 2 4
0
0 0 0 0 0 0
O segundo momento em relaçao ao eixo y é:
1 2x 1 2x 1 1
2 2x 1
m y =∫ ∫ xρ ( x , y ) dydx =¿∫ ∫ ( 6 xy +6 y +6 y ) dydx=∫ [ 3 x y + 2 y +3 y ] dx ∫ ( 24 x +12 x ) dx=[ 4 x + 4 x ]0
2 2 3 4 2 4 3
0
0 0 0 0 0 0
As coordenadas do centro de massa sao, portanto,
my 10 5
x= = =
m 14 7
mx 11
y= = .
m 14
11
Logo, o centro de massa da lamina é o ponto ( 57 ; 1411 ).
2.5. Carga
Para Paula (2020) diz que, Se uma carga eletrica estiver distribuida sobre uma regiao D e a
densidade dessa carga (em unidades de carga por área) for dada por ρ(x; y) num ponto (x; y)
em D, então a carga total q é:
❑
∬ ρ ( x , y ) dxdy
D
Exemplo. Freire(2014, cit. em Paula 2020) Uma carga é distribuida sobre uma região D pelo
retângulo de vertices (3,2), (0,2), (3,0) e (0,0) de modo que a densidade da carga em um certo
ponto (x; y) seja ρ(x; y) = x2y, medida em coulomb por metro quadrado. Determine a carga
total.
Solução: Para calcular a carga total iremos precisar primeiro da representação da região D
limitada por um rectângulo.
Observe a Figura. 8 Dessa maneira, temos que a região D é dada por:
2
D= ( x , y ) ∈ R : 0 ≤ x ≤3 e 0≤ y ≤ 2
Figura 8: Região rectângular D com cargas puntiformes
Fonte: Freire (2014, p.38, cit. em Paula 2020)
e a carga total é:
[∫ ] ∫ [ ∫ ] ∫ [ ] [ ]
❑ ❑ 2 3 2 3 2 3 x=3 2 2 y=2
yx 9y
q=∬ ρ ( x , y ) dxdy=∬ x ydxdy=∫ dy=∫ 9 ydy =
2 2 2
x ydx dy= y x dx dy = =18
D D 0 0 0 0 0 3 x=0 0 2 y=0
2.6. Momento da Inercia
Paula (2020), Tambem conhecido como segundo momento, o momento da inercia de uma
particula de massa m em torno de um eixo e definido como mr2, onde r e a distancia da
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particula ao eixo. Estendendo esse conceito a uma lamina com funçao densidade ρ(x; y) e
ocupando uma regiao pelo mesmo processo que realizamos anteriormente para momentos
simples. Dividindo a regiao em sub-rectangulos, aproximamos o momento de inercia de cada
sub-rectangulo em torno do eixo x e tomamos o limite da soma quando o numero de sub-
rectangulos aumenta indefinidamente. O resultado e o momento de inercia da lamina em
torno do eixo x definida por:
❑
I x = lim ∑ y 2k ρ ( x k , y k ) ∆ A k =¿∬ y 2 ρ ( x , y ) dA .¿
‖∆ A k‖ →0 k R
E da mesma forma, para o momento de inercia em torno do eixo y:
❑
I y = lim ∑ x 2k ρ ( x k , y k ) ∆ A k =¿∬ x 2 ρ ( x , y ) dA . ¿
‖∆ A k‖→0 k R
E tambem, considerando o momento de inercia em torno da origem, que pode ser chamado de
momento polar de inercia, temos:
I 0= lim ∑ ¿¿
‖∆ A k‖→ 0 k
2 2 2
Exemplo. (Halliday) Seja uma lamina contendo o formato da região D : x + y ≤ a no
primeiro quadrante. Determine o momento de inercia I x e I y da lamina D, se a densidade em
um ponto (x; y) da lamina é ρ(x; y) = xy.
Solução: Determinando primeiro o momento Ix, temos:
[∫ ] [ ] [ ]
❑ ❑ a √ a2−x 2 a √ a2−x 2 a 4 √ a2−x 2 a
xy 1
I x =∬ y ρ ( x , y ) dxdy =∬ x y dydx=∫ x y dy dx=∫ x ∫ y dy dx=∫ dx= ∫ ( x −2 a
2 3 3 3 5
D D 0 0 0 0 0 4 0 4 0
Agora, determinando o momento Iy,
[∫ ] [ ] [ ]
❑ ❑ a √ a2− x2 a √a2− x 2 a 3 2 √ a2−x 2 a
x y 1
I y =∬ x ρ ( x , y ) dxdy=∬ y x dydx=∫ y x dy dx=∫ x ∫ ydy dx=∫ ∫ (−x 5 +a
2 3 3 3
dx=
D D 0 0 0 0 0 2 0 20
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3. Conclusão
Depois de ter-se feito o trabalho concluiu-se que, o calculo da integral dupla tem varias
aplicações importantissimas pois, permite o calculo da area, do volume, massa, e muito mais,
que é muito utilizado na fisica, engenharias,
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Referencias bibliograficas
Paula, E. B. R. (2020). Integrais duplas e suas aplicações (Trabalho de Culminação de
Curso). Universidade Federal do Tocantins, Araguaína, Brasill.
Halliday, D. R. (2016). Fundamentos de fisica.10ª ed. Rio de Janeiro.
Leithold, L. (1994). Cálculo com geométria analitica. 3ª ed. São Paulo.
Stewart, J. (2007). Cálcuo. 5ª ed. São Paulo.
Thomas, G. (2007). Cálculo. 11ª ed. São.