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Ttii W

O documento aborda a ética na administração pública, destacando a importância da ética e deontologia para funcionários públicos, transparência e prestação de contas, e códigos de ética. A ética é apresentada como fundamental para a conduta dos servidores públicos, que devem agir em conformidade com princípios éticos e legais. Além disso, a prestação de contas é enfatizada como um mecanismo essencial para a transparência e a confiança na governança pública.
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O documento aborda a ética na administração pública, destacando a importância da ética e deontologia para funcionários públicos, transparência e prestação de contas, e códigos de ética. A ética é apresentada como fundamental para a conduta dos servidores públicos, que devem agir em conformidade com princípios éticos e legais. Além disso, a prestação de contas é enfatizada como um mecanismo essencial para a transparência e a confiança na governança pública.
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1

Indice
1. Introducao.......................................................................................................................2

1.1. Objectivos....................................................................................................................2

1.2. Objectivo geral............................................................................................................2

1.3. Objectivos especificos.................................................................................................2

1.4. Metodologia.................................................................................................................2

2. Etica na Administracao publica......................................................................................3

2.1. Ética no Serviço Público.............................................................................................3

2.2. Ética nas Relações Interpessoais nas Organizações Públicas......................................3

2.3. Etica e Deontologia para o funcionario publico..........................................................4

2.4. Principios Eticos da administracao publica.................................................................5

3. Transparencia e prestacao de contas...............................................................................6

4. Codigo de etica do estatuto geral do funcionario do estado............................................7

4.1. Códigos de Ética no Serviço Público..........................................................................7

4.2. Factores do desenvolvimento dos codigos da etica.....................................................8

5. Consideraçoes Finais.......................................................................................................9

Referencias Bibliograficas....................................................................................................10
2

1. Introducao
O presente trabalho focar-se-á acerca de Etica na administracao publica, Etica e deontologia
para funcionario publico, Trasparencia e prestacao de contas, Codigo de etica do estatuto
geral do funcionario do estado , etica governativa e deontologica.

A ética tem sido tradicionalmente analisada por filósofos desde o tempo dos gregos clássicos.
A palavra ética vem do grego ethos, que significa hábito ou costume, aludindo, assim, aos
comportamentos humanos. É o domínio da filosofia responsável pela investigação dos
princípios que orientam o comportamento humano. Os princípios éticos são diretrizes pelas
quais o homem, enquanto ser racional e livre, rege o seu comportamento. O que significa que
a ética apresenta, em simultâneo, uma dimensão teórica (estuda o "bem" e o "mal") e uma
dimensão prática (diz respeito ao que se deve fazer) (Carapeto & Fonseca, 2019).

Ajuda o indivíduo a explicar as razões das suas ações e a assumir as respetivas


consequências.

1.1. Objectivos:
1.2. Objectivo geral
 Compreender Etica na administracao publica, Etica e deontologia para funcionario
publico, Trasparencia e prestacao de contas, Codigo de etica do estatuto geral do
funcionario do estado, etica governativa e deontologica.

1.3. Objectivos especificos

1.4. Metodologia
Para efeitos de concretização dos objectivos do presente trabalho, recorreu-se a revisões
bibliográficas, segundo Lakatos e Marcon (2003) diz que, a pesquisa bibliográfica, ou
de fontes secundárias, abrange toda bibliografia já tornada pública em relação
ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros,
pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc., até meios de
comunicação orais: rádio, gravações em fita magnética e audiovisuais: filmes e
televisão.
3

2. Etica na Administracao publica


A administração pública é o aparelhamento do Estado organizado para a realização de seus
serviços visando à satisfação das necessidades coletivas. Assim, a administração é a ciência
que trata das organizações e compreende todo o aparato existente, ou seja, a estrutura,
recursos, órgãos, agentes, serviços e atividades que estão à disposição dos governos para a
concretização dos objetivos (Paludo, 2020).

A ética passa a ter um papel fundamental na Administração Pública, segundo Amoedo (1997,
p.30) “o servidor público sempre vai ser um fiel depositário das esperanças confiadas pelos
contribuintes aos cofres do Estado”. Ao identificar como seu “patrão” a própria sociedade, na
qual acaba se inserindo na condição de contribuinte, o ente público tem que cumprir todos os
seus deveres, formando uma conduta ética impecável.

2.1. Ética no Serviço Público


Para Almeida (2015) A ética no serviço público compreende as actividades de interesse
público e que são vinculadas ao princípio da legalidade e sua responsabilidade é objectiva,
isto é, os danos causados pelos seus agentes são indenizados pelo Estado. Essa ligação com o
interesse público, obviamente, confere a esse tipo de prestação de serviço imensa
responsabilidade e considerável carga moral.

Para se etornar claro a ética no serviço público é necessário entender o conceito de serviço
público, a saber:

Serviço público é toda actividade de oferecimento de utilidade ou comodidade material


fruível diretamente pelos administradores, prestados pelo Estado ou por quem lhe faça as
vezes, sob um regime de Direito Público, portanto, consagrador de prerrogativas de
supremacia e restrições especiais- instituído pelo Estado em favor dos interesses que houver
definido como próprio no sistema normativo (Mello, 1998, p.433).

Os servidores devem se ir de acordo numa conduta ética de acordo com as normas e regras
que a instituição oferece, para que assim possam obter um programa positivo de gestão ética.
Mesmo que ainda não exista um modelo de gestão ética de abrangência universal de todos os
segmentos e órgãos públicos da União (ENAP, 2007, citado em Almeida), faz-se necessário a
organização ir em busca de modelos que ajudem na conduta ética de seus entes públicos.

2.2. Ética nas Relações Interpessoais nas Organizações Públicas


O comportamento ético para Cohen (2003) se tornou importante dentro das organizações por
ser um valor substancial da sociedade moderna, e que apesar das falhas existentes advindas
4

do indivíduo e da organização faz-se necessário mudança para que se tenha ambiente


organizacional regrado de valores morais e éticos aceitos pela sociedade.

Uma vez estabelecido o código de ética nas organizações, é fundamental a interiorização das
práticas assertivas que ele propõe, por meio dos colaboradores, diretores e todo o pessoal
comprometido com a organização. Contudo, pode-se dizer que existem problemas de ordem
ética no serviço público, como afirma Carneiro (1998, p.3) “os funcionários públicos não são
responsáveis pela deterioração dos serviços públicos, pela burocratização e pela quebra dos
padrões de conduta ética da administração pública”.

2.3. Etica e Deontologia para o funcionario publico


A deontologia, que deriva do grego deon ou deontos/logos e significa o estudo dos deveres.
Emerge da necessidade de um grupo profissional de autoregular, mas a sua aplicação traduz-
se em heteroregulação, uma vez que os membros do grupo devem cumprir as regras
estabelecidas num código e fiscalizadas por uma instância superior (ordem profissional,
associação, etc.).

O objectivo da deontologia é reger os comportamentos dos membros de uma profissão para


alcançar a excelência no trabalho, tendo em vista o reconhecimento pelos pares, garantir a
confiança do público e proteger a reputação da profissão. Trata-se, em concreto, do estudo do
conjunto dos deveres profissionais estabelecidos num código específico que, muitas vezes,
propõe sanções para os infratores. Melhor dizendo, é um conjunto de deveres, princípios e
normas reguladoras dos comportamentos exigíveis aos profissionais, ainda que nem sempre
estejam codificados numa regulamentação jurídica (Carapeto & Fonseca, 2019). A
deontologia é uma disciplina da ética especialmente adaptada ao exercício de uma profissão.
Em regra, os códigos de deontologia têm por base grandes declarações universais e esforçam-
se por traduzir o sentimento ético expresso nestas, adaptando-o às particularidades de cada
profissão e de cada país. As regras deontológicas são adoptadas por organizações
profissionais, que assume a função de "legisladora" das normas e garante da sua aplicação.
Os códigos de ética são dificilmente separáveis da deontologia profissional, pelo que é
frequente os termos ética e deontologia serem utilizados como sinónimos, tendo apenas
origem etimológica distinta. Mas a ética não se reduz à deontologia. Alguns autores alertam
para a necessidade de ir além do mero cumprimento das normas deontológicas. Seguir os
princípios éticos vertidos nos códigos deontológicos porque o seu incumprimento tem
consequências sociais (nomeadamente disciplinares) não é actuar de forma ética.
5

2.4. Principios Eticos da administracao publica


Segundo http//[Link]/[Link]?OBJD=9BB1D4D0-0607-4588, temos dez
principios abortados na administracao publica que sao:

I. Principio do serviço publico

Os funcionarios encontram-se ao serviço exclusivo da comunidade e dos cidadaos,


prevalecendo sempre o interesse publico sobre os interesses particulares ou de grupo.

II. Principio da legalidade

Os funcionarios actuam em conformidade com os Principios constituicionais e de acordo com


a lei e o direito.

III. Principio da justiça e da imparcialidade

Os funcionarios, no exercicio da sua actividade, so podem exigir aos cidadaos o


indespensavel a realizaçao da actividade administrativa.

IV. Principio da colaboraçao e da boa fe

Os funcionarios, no exercicio da sua actividade, devem colaborar com os cidadaos, segundo o


principio da boa fe, tendo em vista a realizaçao do interesse da comunidade e fomentar a sua
participaçao na realizaçao da actividade administrativa.

V. Principio da informaçao e da qualidade

Os funcionarios devem prestar informaçoes e /ou esclarecimentos de forma clara, simples,


cortes e rapida.

VI. Principio da lealdade

Os funcionarios, no exercicio da sua actividade, devem agir de forma leal, solidaria e


cooperante.

VII. Princípio da Igualdade

Os funcionários não podem beneficiar ou prejudicar qualquer cidadão em função da sua


ascendência, sexo, raça, língua, convicções políticas, ideológicas ou religiosas, situação
económica ou condição social.
6

VIII. Princípio da Proporcionalidade

Os funcionários, no exercício da sua actividade, só podem exigir aos cidadãos o


indispensável à realização da actividade administrativa.

IX. Princípio da Integridade

Os funcionários regem-se segundo critérios de honestidade pessoal e de integridade de


carácter.

X. Princípio da Competência e Responsabilidade

Os funcionários agem de forma responsável e competente, dedicada e crítica, empenhando-se


na valorização profissional.

3. Transparencia e prestacao de contas


A prática de prestação de contas na administração pública é um importante mecanismo de
gestão e transparência. Uma organização pública é responsável por gerir recursos financeiros,
humanos e materiais em prol da sociedade em que se insere.

A prestação de contas na administração pública é necessária para o processo democrático


(Campos, 1990, citado em Vanni, 2021, p.11), já que fornece os insumos para analisar a
eficácia e a eficiência da governança aumentando a integridade da governança pública e
melhorando seu desempenho. A responsabilização pública visa promover a aprendizagem
institucional e com isso é possível manter ou aumentar a confiabilidade da governança
pública. A prestação de contas aumenta a confiança pública no governo e preenche as lacunas
entre os cidadãos e seus representantes.

Conforme descrito por Moura et al. (2019, 2020, citado em Vanni, 2021), a legitimidade está
directamente relacionada a prestação de contas e pode ser definida como a percepção pelos
stakeholders que uma organização está desempenhando suas atividades de modo eficaz,
atingindo sua missão social e cumprindo com obrigações legais e contratuais. Nesse sentido,
a legitimidade é resultado da transparência da organização sendo que os relatórios financeiros
e os relatórios de desempenho podem contribuir nesse processo.

A prestação de contas melhora a transparência no sector público, já que ela relata o uso de
recursos, investimentos e subsídios aos órgãos superiores, às agências reguladoras e à
sociedade em geral. A prestação de contas, obrigatória ou voluntária, pode estrategicamente
7

influenciar a confiabilidade de seus stakeholders que estão interessados nos processos.


(Moura et al., 2019).

A prestação de contas refere-se, não somente a necessidade de tornar transparente o uso de


recursos financeiros e não financeiros, mas também sobre a correção da capacidade de gestão,
a adequação e conformidade entre ações e objectivos e os resultados alcançados pela
organização. Para isso, é necessário fornecer uma representação clara dos requisitos políticos,
sociais, culturais e ambientais da organização em que a organização opera (Ricci, 2016,
citado em Vanni, 2021). Prestação de contas efetivas e transparentes são desafios para toda
organização, principalmente no setor público que busca confiabilidade e credibilidade perante
a sociedade. O exercício da transparência dentro da organização se utiliza de uma ferramenta
muito importante que é a accountability. O tema da accountability tem sido amplamente
estudado no âmbito da gestão pública, focando a responsabilização dos governantes e
administradores no trato da coisa pública, ou no âmbito da iniciativa privada, focando na
responsabilidade social. (Milani Filho, 2004, citado em Vanni, 2021).

A transparência é o princípio básico da gestão corporativa sendo que as diferenças entre os


níveis de detecção da transparência resultam em problemas de aplicação e diferentes níveis de
avaliação para cada negócio.

Um factor que influencia a prestação de contas na administração pública Vanni (2021, p.29),
é a terceirização que leva a cortes principalmente nas funções administrativas de BackOffice e
a uma menor capacidade para decidir qual modelo de serviço pode ser mais apropriado, bem
como para monitorar o desempenho, examinar os acordos de contratação e identificar sua
exposição a riscos potenciais. Isso diminuiu a capacidade de accountability já que nem os
cidadãos, nem seus representantes eleitos têm acesso a informações confiáveis sobre como
os provedores de serviços estão operando.

4. Codigo de etica do estatuto geral do funcionario do estado


A ética assume, crescentemente, um papel importante nos contextos
organizativos e, dado a constelação de interesses cooperativos e
competitivos existentes, torna-se indispensável dentro das organizações
criar instrumentos que possam orientar e, de certo modo, ‘exigir’ novas
posturas morais aos seus profissionais (Cherman & Tomei, 2005, cit. em
Oliveira, 2018).
8

4.1. Códigos de Ética no Serviço Público


Conforme Oliveira, os códigos de ética podem assumir duas formas: a formal e a informal.
Entende-se por código de ética formal o que “é definido como documento da organização que
expressa os seus valores éticos, condutas e/ou comportamentos éticos esperados com relação
aos diversos stakeholders, de forma explícia (Ethos, 2000; Paine, 1994) (…), disseminados
de modo a serem internalizados pelos funcionários e inscritos na cultura organizacional”
(Hoivik, 2002; Treviño,1986, 1990 citado por Cherman & Tomei, 2005, p.101). Por sua vez,
o código de ética informal é quando o mesmo se apresenta implicitamente assumido pelos
membros da empresa (Jesus, 2005). Através do modelo SECI de Nonaka (1997, citado por
Curado & Bontis, 2011), pode-se compreender que o código informal ocorre quando o
funcionário compreende e internaliza as normas e práticas do código de ética da organização
e é capaz de transpor no quotidiano.

Código de Ética segundo ENAP (2014) É um padrão que serve de guia para a conduta de um
determinado grupo. É um conjunto de princípios, assumidos publicamente, que orientam
determinadas actividades, de acordo com os anseios sociais por honestdade, solidariedade e
correção. O código deve ser posto em relação, por um lado, com a lei e, por outro, com a
moralidade em sentido mais amplo. Um código de ética não pode, obviamente, pôr-se fora ou
além da lei: não pode servir como desculpa ou meio para legitimar comportamentos que a lei
proíbe, o código de etica serve para tentar capturar um aspecto que escapa, em geral, à
legislação e ao legislador: pode-se cumprir perfeitamente a lei e, ainda assim, prejudicar
alguém. Exige-se ética na vida pública porque as pessoas não apenas desejam o cumprimento
da lei, mas sim o seu bom cumprimento. Incorporar essa dimensão do bom cumprimento da
lei é uma tarefa difcil, mas que cabe perfeitamente a um código de ética.

4.2. Factores do desenvolvimento dos codigos da etica


Para Brooks (cit. em Oliveira 2018, p.11) o desenvolvimento dos códigos de ética deve-se a
seis fatores, dos quais:

1. O crescimento da falta de confiança na actividade empresarial;


2. O aumento da importância da qualidade de vida nas expetativas das pessoas, levando-
as a uma crescente exigência para com as empresas no tratamento de questões
ambientais;
3. A exigência, por parte da sociedade, de sanções significativas para os
comportamentos não éticos dos dirigentes empresariais;
9

4. O aumento do poder de alguns stakeholders;


5. O crescimento da divulgação pública dos comportamentos não éticos; e por último,
mas não menos importante;
6. A mudança nos objetivos do negócio, com a crescente aceitação de que os seus
objetivos não se reduzem à maximização do lucro a curto prazo.

5. Consideraçoes Finais
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Referencias Bibliograficas
Almeida, M.M.M. (2015). Ética na administraçao publica: uma analise da percepçao dos
servidores efectivos na prefeitura de cruzeiro do sul – Acre (Trabalho de Conclusao
de Curso). Universidade Aberta do Brasil- UAB. Cruzeiro do Sul.

Amoedo, S. (1997). A ética do trabalho na era da pós-qualidade. Rio de Janeiro:


Qualitymark.

Carapato, C. & Fonseca, F. (2019). Ética e Deontologia – Manual de Formação. Lisboa.

Carneiro, J.G.P. (1998). O aprimoramento da conduta ética no serviço público federal.


Revista do Serviço Público, Brasilia.

Cohen, D. (2003). Os dilemas da Ética. Sao Paulo.

ENAP. (2014). Etica e serviço publico. Brasilia

Lakatos, M. A & Marcon, E. M (2003). Fundamentos de metodologia científica (5ª ed). Sao
Paulo: Atlas S.A.
Mello, C.A.B. (1998). Curso de direito administrativo (10ª ed). Sao Paulo: Malheiros.

Moura, L.F.; et al. (2019). Designing performance measurement systems in nonprofit


and public administration organizations. International Journal of Productivity and
Performance Management.

Oliveira, N.R. (2018). Os Dilemas Éticos dos Profissionais de Gestão de


Recursos Humanos formados pelo ISEG (Dissertaçao). Universidade
de Lisboa.

Paludo, A.V. (2020). Administracao publica (9ª ed). Rio de Janeiro: Forense.
Vanni, C. S. (2021). Prestaçao de contas como estrategia para a legitimidade e gestao
organizaçoes publicas (Dissertaçao). Universidade Tecnologica Federal do Paraná.
Curitiba.
http//[Link]/[Link]?OBJD=9BB1D4D0-0607-4588/. Consultado em 12 de
outubro de 2023

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