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Roteiro Aulas Modulo 2

O curso aborda o atendimento humanizado a pessoas no espectro autista, enfatizando a importância do respeito e adaptação às necessidades individuais, além de discutir desafios no diagnóstico e atendimento emergencial. Também são apresentados métodos de identificação e direitos legais das pessoas autistas, incluindo o uso de vagas preferenciais. A sensibilização e atualização dos profissionais são destacadas como essenciais para garantir um atendimento empático e respeitoso.

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Elder Batista
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Roteiro Aulas Modulo 2

O curso aborda o atendimento humanizado a pessoas no espectro autista, enfatizando a importância do respeito e adaptação às necessidades individuais, além de discutir desafios no diagnóstico e atendimento emergencial. Também são apresentados métodos de identificação e direitos legais das pessoas autistas, incluindo o uso de vagas preferenciais. A sensibilização e atualização dos profissionais são destacadas como essenciais para garantir um atendimento empático e respeitoso.

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CURSO DE ENSINO A DISTÂNCIA: ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA A

PESSOAS NO ESPECTRO AUTISTA

ROTEIRO VÍDEO AULAS


Módulo 2
Aula 1 -16:35 minutos:
Neste vídeo, a aula aborda o conceito de atendimento humanizado como um
diferencial essencial para qualquer profissional que lide com pessoas, especialmente
no contexto de autismo e deficiência. O atendimento humanizado é mais do que
técnica: envolve respeito e adaptação às necessidades individuais, considerando as
particularidades e dignidade de cada pessoa. O conteúdo destaca o histórico de
tratamento inadequado de pessoas autistas, mencionando práticas abusivas, como
estímulos negativos, utilizadas até os anos 2000, e a evolução das abordagens para
métodos mais respeitosos.
O vídeo também expõe os desafios do diagnóstico e atendimento emergencial
para autistas, que podem ter dificuldade em expressar dor ou desconforto. Um
exemplo relatado é o caso de uma mãe que, por conhecer seu filho autista, identificou
sinais de um problema de saúde grave, ilustrando a importância da observação
cuidadosa.
Além disso, são discutidos métodos e dispositivos modernos para localização
de autistas que podem fugir (Eloping), como rastreadores GPS e o uso de formulários
e QR codes para reunir informações cruciais de contato e comportamentos típicos. O
vídeo sugere a utilização da CIPTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com
Transtorno do Espectro Autista) vinculada a essas tecnologias para melhorar a
eficiência e a segurança em resgates, respeitando a privacidade de dados.
Por fim, há uma reflexão sobre a necessidade de sensibilização e atualização
constante dos profissionais para evitar práticas de violência e garantir um atendimento
mais empático e humanizado.

Aula 2 - 05:37 minutos:

Nesta vídeo-aula, abordam-se as principais formas de identificação e direitos


legais das pessoas autistas, especialmente no que diz respeito ao uso de vagas
preferenciais e objetos de identificação.

Pontos principais:

Identificação da Pessoa Autista:

Cordão de Girassol: Representa deficiências ocultas, como o autismo, sendo


um meio de identificação em locais públicos.
Símbolos Específicos: Além do cordão, o laço de quebra-cabeças colorido
simboliza a diversidade das pessoas com autismo, e o símbolo do infinito com
várias cores representa a neurodiversidade.

Leis sobre Estacionamento Preferencial:

A Lei 10.098/2000 reserva 2% das vagas para pessoas com deficiência ou


mobilidade reduzida.

A Lei 10.741/2003 destina 5% das vagas para idosos.

A Lei 12.764/2012 reconhece legalmente o autismo como deficiência,


garantindo aos autistas os mesmos direitos das demais pessoas com
deficiência.

Utilização das Vagas Preferenciais:

Pessoas autistas têm direito a usar vagas especiais, mesmo quando não
são os condutores do veículo. Esse direito se baseia nas dificuldades
sensoriais e comportamentais, como a rigidez comportamental e a hipotonia
muscular, comuns no espectro autista.

Em situações de crise ou necessidade de embarque rápido, o uso


dessas vagas facilita o suporte necessário.

Orientação e Fiscalização:

Agentes de segurança pública devem estar preparados para esclarecer


sobre o direito das pessoas autistas ao uso de vagas preferenciais, em
resposta a possíveis questionamentos de outros usuários.

Consciência e Empatia:

A decisão de ocupar uma vaga preferencial deve ser sensível às


necessidades de outras pessoas que também possam precisar, como
cadeirantes ou autistas em níveis de suporte mais elevados.

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