Os contextos associados são para ajudar a entender melhor o
trecho e o motivo de eu ter colocado na lista, mas não precisam ser
usados nos vídeos dessa maneira. Sinta-se livre para mudar
(aconselho até porque muitos dos trechos podem ter contextos
melhores). É apenas um auxílio, nada demais
TRECHO 1
Ela é sequestrada pelo seu ex-melhor amigo criminoso que a
propõe um pacto de morte
— Você está muito enganado se pensa que vou me vender tão
facilmente.
— Eu não compro o que eu já tenho.
TRECHO 2
Quando eles foram ex-melhores amigos, mas ele traiu a confiança
dela e agora precisa dela.
— Nunca quis nada de você.
— Você se esforçando para mentir é fofo. Já te disse que vou te
comer viva, Emília. Tudo em você me pertence.
TRECHO 3
Quando ela é sequestrada pelo criminoso mais procurado que
também já foi seu amigo há quatro anos.
— Você alguma vez já fez algo bom? — questionei atrevida.
— Te deixar viver, Gray. Essa foi a ação mais bondosa. Diria um
ato altruísta.
TRECHO 4
Quando ela tenta fugir do criminoso obcecado por ela, mas não
consegue
— Você me encontrou.
— Você nunca terá hipótese de fuga enquanto eu existir.
— E mesmo se estivesse morto, eu sei que me assombraria.
— Ainda bem que sabe que está condenada a mim.
TRECHO 5
Quando eles se odeiam, mas ele é um dos criminosos mais
procurados do país e obcecado por ela:
— Você está proibida de mostrar sequer um milímetro da sua pele
se não for pedido por mim.
— Eu mando no meu corpo. Se eu quiser mostrar até para a porra
do Papa, eu farei com gosto.
— Não me faça matar o Papa.
TRECHO 6
Eles se odeiam, mas quando ela aparece ferida depois de quase
ser morta, ele diz:
— Quem fez isso com você? Me diga que você matou o filho da
puta. Me fale que você acabou com a raça dele porque se eu
souber que ele ainda está respirando, eu vou queimar a cidade
inteira e não quero saber quem vai morrer.
TRECHO 7
Quando ela tenta roubar dinheiro do criminoso obcecado
por ela, e ele descobre onde ela guardou
— Abra as pernas para mim, pulchra.
— Seu cretino.
A minha mão foi até mais fundo, entrando inteiramente na sua
calça.
— Sua ladra maldita.
TRECHO 8
Quando eles se odeiam, então ela o provoca até ele perder
a paciência
— Cale essa boca teimosa por um segundo.
— Ou o quê? Vai me matar? Asfixiar? Torturar?
— Vou dar uma surra de palmadas nessa bunda, Emília. E,
acredite, vai gostar muito mais do que queria.
TRECHO 9
Quando ela é sequestrada pela gangue do seu ex-melhor
amigo e não tem medo de morrer
— Emília Gray. Entre. Na. Porra. Do. Carro.
— Não vou.
— Você é teimosa pra cacete.
— Uma das minhas melhores qualidades.
— E uma das razões pelas quais, um dia, a minha mão ficará
marcada na sua bunda.
TRECHO 10
Quando ela rouba o cartão de crédito ele e gasta mais de 100 mil,
mas ele diz:
— Gastou só isso? Esperava mais de você.
— Quanto dinheiro você tem na sua conta? — questionei curiosa.
— O suficiente para não precisar de nenhum outro homem além de
mim.
TRECHO 11
Quando ela rouba o cartão dele e gasta mais de 100 mil pensando
que ele vai se estressar, mas:
— A senha do seu cartão era a minha data de nascimento.
— Eu sei. Eu te disse.
— Por que diabos a sua senha é o meu aniversário?
— Você é fácil de lembrar. Acho que o meu cérebro funciona
melhor quando pensa em você.
TRECHO 12
Quando ela diz que ele não costuma rir e que apenas sorri quando
está matando alguém:
— Isso te incomoda?
— Claro que não.
Houve uma pausa.
— Já a sua risada sim — ele diz.
— Achei que os meus gritos te incomodassem — provoquei.
— Alguns sim. Mas sei que, um dia, serão mais agradáveis
dependendo da força que estarei metendo em você.
TRECHO 13
Quando o prólogo do livro começa assim, já sei que não vou
superar:
Quando o livro começa com uma carta dela para ele, já sei que vou
chorar:
Você me ama ou apenas não consegue viver sem mim?
Eu sempre amei tragédias.
Só não pensei que pudéssemos vir a ser uma.
E eu lamento muito por não estar morrendo por você.
Eu estou morrendo com você.
TRECHO 14
Quando ela se perde na floresta porque estava seguindo ele, e ele
a encontra chorando.
— Eu sei o seu nome. Emília Gray.
— Se você sabe, então não me chame de garota. É falta de
educação da sua parte.
— Você não está em posição de pedir por educação quando estava
gritando o meu nome e me perseguindo.
— F-foi sem querer.
— Você estava me seguindo sem querer? — perguntou, ainda
divertido. — Imagina se fosse querendo. Faria o quê? Subiria nas
minhas costas?
TRECHO 15
Quando ele diz que não sabe ler , então ela promete ensiná-lo na
biblioteca do orfanato e diz como se sente em relação a livros
— Você está praticamente dizendo que a leitura é uma droga.
— Tudo o que te vicia é uma droga.
— Para quem não sabe ler, você opina demais sobre livros.
— A sua boca é um problema que precisamos resolver algum dia.
TRECHO 16
Quando ela é sequestrada pela gangue do seu ex-melhor amigo, e
eles se odeiam:
— Tudo aqui é meu.
— Eu serei sua quando estiver morta.
— Então, vamos tratar disso.
TRECHO 17
Quando ela é caçada pelo seu ex-melhor amigo que se tornou um
dos criminosos mais procurados
— Prometo que não vou te causar dor. Não muita.
— Eu vou matar você…
— Eu já estou morto. Mas tente, pulchra. Vou gostar de assistir
você tentar.
TRECHO 18
Quando eles se odeiam, mas precisam conviver juntos
— Por que você está me tratando como se eu fosse um cachorro?
— Eu não trataria um cachorro assim. Acho que seria melhor.
TRECHO 19
Quando ela precisa viver na mesma casa que a gangue do seu ex-
melhor amigo e eles têm uma cachorra raivosa.
— Desculpa, ela é agressiva com quem não conhece.
— Perdão? Vocês me sequestraram e pedem desculpa por causa
de uma cadela?
Jaxon riu nasalmente.
— Sim. Você achava que estava pedindo desculpas pelo quê?
TRECHO 20
Quando o badboy a afasta, mas fica preocupado ao descobrir que
ela teve uma crise de asma e a visita em casa:
— Você gritou comigo.
— Eu sei.
— Você disse coisas feias sobre mim.
— Eu sei.
— Então, o que está fazendo aqui?
— Conferindo se você está respirando.
TRECHO 21
Quando ele é o badboy misterioso da escola, mas vê uma garota
falando mal com a sua melhor amiga
— Se atreva a falar assim com ela novamente e eu esmago você.
— Eu sou uma mulher. — Ela resmungou.
— Você não pode me ameaçar.
— Não a minha. Então, cale-se se quiser continuar a ter uma língua
para falar.
TRECHO 22
Quando a garota boazinha vê o seu melhor amigo badboy fumando,
e não gosta:
— Tire isso da boca. Você vai morrer.
— Você está se candidatando a ocupar a minha boca? Seus lábios
parecem ser mais viciantes.
TRECHO 23
Quando ela é melhor amiga do badboy problemático da cidade, e
fica com ciúmes em vê-lo fumar com uma garota
— Sai fora que eu não quero o seu câncer.
— A não ser que você se torne uma célula maligna dentro de mim,
estou safo. Não se preocupe.
— Você está me chamando de doença?
— Estou sugerindo sobre o seu lado tóxico e pegajoso. Essas
garras que você está mostrando desde cedo estão visíveis, pulchra.
Não precisa marcar território. Sou seu há três anos.
TRECHO 24
Quando ele é o badboy da escola e fica com ciúmes em ver a sua
melhor amiga com outro cara, então morde a sua orelha para
marcar território:
— O que está fazendo? — perguntei, ainda envergonhada.
— Estou considerando se vale a pena levar um tapa seu se eu te
beijar na frente daquele filho da puta.
TRECHO 25
Quando ela é a melhor amiga do problemático da escola, mas ele
está com ciúmes e decide marcar território.
— Babaca.
— O seu favorito.
E ele debruçou-se sobre mim, levando seus dentes por uma
terminação nervosa muito particular: a minha orelha.
Dante. Mordeu. A. Minha. Orelha.
TRECHO 26
Quando ele é o badboy solitário e misterioso, mas no dia do
aniversário dela, causa um apagão na cidade e faz um bolo só pra
ela.
— Somos a única luz da cidade.
— Você é.
— Faça um desejo.
— E eu os faço tornarem realidade.
TRECHO 27
Quando ele é um dos criminosos mais procurados e não tem
piedade.
— Você arrancou os olhos dos meus colegas e esmagou na minha
frente, porra!
— Apenas isso? Estava muito carinhoso nesse dia — lamentei.
TRECHO 28
Eles foram melhores amigos, mas agora se odeiam por causa de
uma traição que aconteceu há quatro anos.
— As minhas memórias sobre você me destroem. Você quebrou o
meu coração.
— Que bom. Não quero que o ofereça a mais ninguém.
TRECHO 29
Quando ele não tem medo de ir contra os amigos por odiarem a
sua melhor amiga
— O que eu falei sobre tocar na minha garota, porra?! Da próxima
vez que eu avisar, enterrarei seu corpo debaixo da terra!
TRECHO 30
Quando ele é o badboy que não tem medo de ir contra os amigos
também problemáticos por causa da sua melhor amiga
— Cara, você não pode aceitar que essa…!
— Cuidado com o que você diz sobre ela na minha presença, Van
Doren. Qualquer um de vocês.
— Você pensou que poderia fugir de mim. Mas esqueceu que a
mesma força de vontade que você tem para se vingar de mim, eu
tenho para te foder. — Ele proferiu, sua voz forjada em fogo. —
Mostre o seu rosto, Gray.
— Quem fez isso com você? — perguntou amenamente.
— Você. Você fez isso comigo.
Cena do corte:
Era nojento. Errado. Tudo naquilo era imundo. As lágrimas
escorriam pelas maçãs do meu rosto. O oxigênio estava imaculado,
entrando em meus pulmões à espera de uma intoxicação. Dante
continuava gritando. A dor se transferiu até mim. E eu gritei com
ele.
— Não se comporte como se fosse o meu dono!
— Tenho cara de quem faz caridade? — debochei.
— Você seria uma garota muito bem comportada se eu botasse
minhas mãos em você.
— Vou gritar para que todo mundo escute!
— Pode começar. Ou você quer que eu te ajude? — zombei.
— Cara, você está há quanto tempo aí? — Fish perguntou, quando
percebeu a minha surpresa. A resposta demorou, mas veio.
— Desde o momento em que você tocou nela.
— Por que você está falando como se fosse cuidar de mim?
— Você vai morar aqui a partir de hoje.
— Desde quando?
— Desde que eu decidi.
— Você é um nojento de merda.
— Continue me elogiando e eu vou achar que está apaixonada por
mim.
— Tudo em você é marcado com o meu nome — declarou,
ignorando o meu pedido silencioso de o querer fora.
— Nada em mim é marcado com nada seu.
— Tem certeza disso?
— Não há nada que eu tenha mais certeza do que os meus
sentimentos por você.
— Respira, Gray. Ou a sua certeza está te matando? — perguntou,
divertido.
— Se você tocar nela, eu corto cada um dos seus dedos e faço com
que você os engula. Segundo as minhas últimas vítimas, bem, não
é a melhor experiência.
Dante se aproximou, seu timbre tão intenso quanto os seus passos.
Torman me fulminou antes de se virar com suas narinas lançando
fogo.
— Achei que a vida dela não era da sua conta.
— Mas a morte dela é minha. Qualquer coisa que envolva Emília
passa por mim. Não quero nenhuma marca sua na pele dela. Você
sabe como sou territorial. Não peça por essa briga comigo.
— Nunca fui sua, e ele não sabia que éramos amigos — cuspi, me
deitando novamente, agora de costas para Dante. Porém sua
presença conseguia escalar a minha coluna.
— Inconscientemente ou não, todos sabiam que você estava
marcada por outro.
— Nós éramos crianças, Dante.
— Ainda assim, marcados.
— Já que está aqui, poderia dar uma ajuda — protestou.
— Você está pedindo para que te ajude a matar um homem como
se pedisse por um copo de água — rebati.
— Eu acho beber água menos divertido.
— O que você quer, Gray? Pode me contar o que a sua alma está
pedindo. Eu sou pior que você. Nada que diga vai me assustar.
Suas unhas rasgaram um pouco mais da pele da minha mão.
— Eu queria que… — gaguejou. — Queria que essa pessoa
morresse assim como ela imaginou que eu fosse morrer. Mas
querer não mata.
— Eu sim. Eu sujo as minhas mãos por você.
— Está dizendo que mais ninguém pode me machucar além de
você, é?
— Exato.
— Você é doente.
— Diga algo que eu não saiba.
— Você não é meu dono, Faulkner.
— Acho que certas partes do seu corpo não estão sabendo disso.
— Eu era uma criança ridícula e ingênua que acreditava em bons
corações. E achei que você tinha um, Dante Faulkner.
— Foi preciso matar os seus pais para saber disso? Quem mais eu
terei que tirar da sua vida para você saber o seu lugar?
— Eu ainda vou comer você viva, Emília.
Seus olhos não deixaram a minha boca.
— Se atreva.
— Você está querendo gozar para o assassino dos seus pais. Isso
te excita, pulchra? Compartilhe os seus fetiches sombrios comigo.
— Eu também amei você, Dante — confessei, desarmada.
— Não diga amei.
— É o que eu sinto.
— É o que eu não quero ouvir.
— Pense o que quiser, mas não diga como se fosse uma verdade
absoluta. Eu sempre gostei de te ouvir — confessou roucamente. —
Você sempre foi a minha melodia favorita. Sempre valeu a pena
usar o meu tempo para escutar você.
— V-ocê decorou essa cena? — indaguei, quase em gaguejos pela
passagem da sua boca até a minha pélvis.
— Eu ouvi você ler e se emocionar. Esquecer o seu choro não é
para qualquer um.
— Eu li apenas uma vez.
— E eu decorei nessa única vez.
— Você já está molhada, Gray?
Pressionei os lábios com mais força.
— Eu quero ler, Dante.
— Leia. Eu me entretenho com isso aqui.
— Você quer me matar ou quer me beijar? — perguntei, quando ele
puxou meus lábios com os dentes.
— Me beija de novo para eu decidir.
— Você sabe o que é mil vezes pior do que sentir como se fosse
morrer? — murmurou.
— Não…
— Te ver quase morrendo. — O seu timbre era frágil tal como uma
peça de vidro. — Não me faça ter essa sensação de novo. Não
gostei e não pretendo conviver com ela nunca.
— Você tem anjos dentro de si — sussurrei, vibrando nos seus
lábios. — A sua alma é linda, Dante. Eu a conheço. Eu a admiro.
Ela é a minha composição favorita. Ela é o meu primeiro amor.
— Eu sinto que flerto com a Morte a cada momento que estou com
você — disse, repousando a sua mão na lateral do meu rosto. — E
ela é a coisa mais linda que alguém poderia ter o prazer de respirar
perto.
Era sobre como o meu destino havia sido sentenciado há sete anos
quando decidi acolher um garoto quebrado. E sobre como ele me
quebrou também.
— O que você quer que eu faça?! Que me ajoelhe aqui e te peça
em casamento, sendo que não é isso que eu estou sentindo,
cacete?
Minha mente disparou.
Meu corpo inteiro amoleceu.
A dor estava indo embora. Assim como eu.
Até que eu vi a Morte acenando para mim, e eu acenei de volta,
decidindo ir com ela.
CONTEXTO 1