Manual Operacional GRH
Manual Operacional GRH
SETEMBRO 2012
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SECRETARIA ESTADUAL DE SAUDE
SECRETARIA EXECUTIVA DE REGULACAO EM SAUDE
DIRETORIA GERAL DE FLUXOS ASSISTENCIAIS
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SECRETARIA ESTADUAL DE SAUDE
SECRETARIA EXECUTIVA DE REGULACAO EM SAUDE
DIRETORIA GERAL DE FLUXOS ASSISTENCIAIS
SUMÁRIO
Páginas
APRESENTAÇÃO ------------------------------------------------------------------------------ 4
OBJETIVO---------------------------------------------------------------------------------------- 5
INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS NA AÇÃO REGULATÓRIA--------------------- 6
RESPONSABILIDADES DO MÉDICO REGULADOR---------------------------------- 7
RESPONSABILIDADES DA GESTÃO----------------------------------------------------- 8
PROCESSO REGULATÓRIO----------------------------------------------------------------- 9
REFERÊNCIAS
Pediatria-------------------------------------------------------------------------------------------- 10
Neonatologia-------------------------------------------------------------------------------------- 13
Obstetrícia----------------------------------------------------------------------------------------- 14
Neurologia e Neurocirurgia--------------------------------------------------------------------- 18
Traumato-ortopedia------------------------------------------------------------------------------ 22
Leitos de retaguarda------------------------------------------------------------------------------ 24
Clínica Médica------------------------------------------------------------------------------------ 25
Cardiologia--------------------------------------------------------------------------------------- 28
Otorrinolaringologia----------------------------------------------------------------------------- 29
Cirurgia Geral------------------------------------------------------------------------------------- 30
Urologia-------------------------------------------------------------------------------------------- 32
Cirurgia Vascular--------------------------------------------------------------------------------- 33
Bucomaxilofacial (BMF)------------------------------------------------------------------------ 34
Oftalmologia-------------------------------------------------------------------------------------- 35
Broncoscopia/urgência--------------------------------------------------------------------------- 36
Pacientes Críticos--------------------------------------------------------------------------------- 37
Central de Regulação Interestadual de Leitos------------------------------------------------ 42
REGULAÇÕES EM SITUAÇÕES DE "VAGA ZERO"----------------------------------- 43
ANEXO 1------------------------------------------------------------------------------------------ 44
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APRESENTAÇÃO
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OBJETIVO
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Relacionadas ao paciente:
Nome
Idade
Município de residência
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Evitar conflitos com os médicos solicitantes, mas caso ocorram deverão ser
registrados no relatório de ocorrências do plantão;
O médico regulador só poderá iniciar sua folga após o retorno do colega que
estava de folga no horário anterior, para não prejudicar o andamento do serviço;
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RESPONSABILIDADES DA GESTÃO
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PROCESSO REGULATÓRIO
A regulação deve ser precedida de avaliação do serviço que tem o perfil para
receber aquele paciente:
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REFERÊNCIAS
Pediatria
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Quadro 1. Perfil de pacientes cujos diagnósticos que podem ser encaminhados para
serviços de média complexidade - urgência ou internação eletiva
Artrite
Abscesso Retrofaringeo/ Periamigdaliano
Asma leve e moderada
Bronquiolite
Cólera
Convulsão febril
Celulite
Coréia Aguda s/ comprometimento Cardíaco
Cólica Nefrética
Crise Hipertensiva
Dengue Clássica
Desidratação Aguda/sem distúrbio hidroeletrolítico e ou metabólico
Desidratação Aguda com distúrbio hidroeletrolítico e ou metabólico
Desnutrição Protéico Calórica 1º e 2º Graus
Kwashiorkor
Marasmo
Kwashiorkor Marasmático
Doença Reumática sem Cardite
Enteroinfecção
Enteroinfecções em Lactente
Encefalopatia Hipertensiva
Epilepsia/ Crise Convulsiva Febril
Estafilococcia
Estreptococcia
Gastrite/ Duodenite
Intoxicação Alimentar
Insuficiência Cardíaca
Laringotraqueobronquite
Meningite Viral
Otite/ Mastoidite
Outras Afecções do RN: Onfalite, Conjuntivites, Impetigo Bolhoso
Pneumonias sem uso de O²p/ e SatO²=.>de 95%.
Púrpura Trombocitopênica
Pneumonias do Lactente
Pielonefrite/ ITU
Septicemia
Sífilis Congênita
Síndrome Disabsortiva
Síndrome Nefròtica
Síndrome Nefrítica/ GNDA
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Traumatologia pediátrica - devem ser regulados para as vagas ofertadas pelo serviço
de ortopedia pediátrica do Hospital Getúlio Vargas e Hospital Otávio de Freitas
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Neonatologia
Em casos graves, que ponha em risco de morte o RN pode ser regulado para
unidades que tenham pediatras ou neonatologistas, por exemplo, uma
maternidade, com tais especialistas para uma estabilização e posterior
encaminhamento a um para centro de referência.
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Obstetrícia
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2. Pré-eclâmpsia leve
3. HAS com TAD < 110 mmHg
4. Diabetes sem uso de insulina ou compensada
5. Iteratividade
GESTANTE 6. Desproporção céfalo-pélvica ou vício pélvico
DE MÉDIO 7. Apresentações anômalas
RISCO 8. Polidrâmnio
9. Oligodrâmnio
10. Gemelaridade
11. Ruptura prematura das membranas sem coriomnionite
12. Usuária de droga ilícita
13. Infecções crônicas compensadas (hepatite, tuberculose,
hanseníase, HIV)
14. Pós-datismo
15. Hiperêmese
16. Prenhez ectópica*
17. Sofrimento fetal agudo
18. Malformações fetais leves ou que não necessitem de
intervenção cirúrgica imediata
Não devem ocorrer transferências de uma unidade de alto risco para outra de alto
risco, com a justificativa de superlotação da unidade solicitante, exceto se existir
disponibilidade de vagas em outra unidade. Em casos excepcionais, as transferências
serão analisadas pela equipe gestora da central e pactuadas com os serviços envolvidos.
Gestantes de risco habitual só devem ser transferidos de uma unidade de baixo risco
para outra também de baixo risco, quando houver impossibilidade de resolução do caso
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Maternidades de alto risco só podem ser restritas por solicitação dos Gestores das
Unidades ou dos gestores da Secretária de Saúde, através de comunicação à Gestão da
Central de Leitos, portanto, qualquer solicitação de fechamento ou restrição deve ser
comunicada a equipe gestora da Central de Regulação e não ao médico regulador, para
as devidas providências. O fechamento das unidades de alto risco só poderá ser
autorizado com anuência do Secretário Estadual de Saúde.
O Hospital João Murilo é referência exclusiva para casos de alto risco, devendo ser
respeitado o quantitativo de leitos disponibilizados diariamente. Dispõe de UTI
neonatal, mas não possui UTI obstétrica, devendo ser respeitados os critérios
estabelecidos pela Secretaria Estadual de Saúde e direção do Hospital, através de
documento disponível na bancada.
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Neurologia e Neurocirurgia
Neurocirurgia de urgência
Macrorregião I, II e III -. Hospital da Restauração
O Hospital Pelópidas da Silveira não tem serviço de urgência em neurocirurgia,
portanto, não devem ser encaminhados casos neurocirúrgicos para o Hospital.
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ECG = 15
Sem vômitos ou alteração de ECG < 15 TAC na
nível de consciencia após Vomitos persistentes ou unidade?
período de observação alteraçoes neurológicas
ECG < 15
Vomitos persistentes ou Contato com a Central de Leitos
alteraçoes neurológicas Referência = Hospital da Restauração
para avaliação NCR
Retorno a unidade de
Internação no HR ou origem com laudo
transferência para o descartando necessidade
serviço de de intervenção ou
Neurocirurgia do HPS acompanhamento NCR
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ECG
Sim Cervicalgia
Deficit sensitivo ou motor
Não Analgesia
Colar cervical Observar sintomas
Estabilização clínica
Presença de sintomas
neurológicos ou
cervicalgia importante
Melhora.
Alta com
orientações
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Neurologia
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Traumato-ortopedia
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O SOS Mãos tem contrato com a SES apenas para reimplante de falanges e
lesões de plexo braquial encaminhados dos Hospitais públicos habilitados em
atendimento de alta complexidade em ortopedia ( HR, HGV, HGOF, HRA, HMA e
HDH). Observar o tempo decorrido do acidente e as condições de manutenção do dedo
amputado.
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Leitos de retaguarda
Pacientes com possibilidade tratamento eletivo devem ser regulados para leitos
de retaguarda, respeitando-se os perfis das unidades, bem como os procedimentos
elencados em contrato, não devendo ser gerada senha para urgência/emergência.
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Clínica Médica
Hospital Getulio Vargas (HGV), Hospital das Clinicas (HC), Dom Helder
(HDH) e Oswaldo Cruz (HUOC) têm serviço de endoscopia ambulatorial no horário
comercial e realizam procedimentos dos pacientes matriculados no próprio hospital.
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pacientes da região dos Metropolitanos, a não ser que o paciente tenha sido transferido
para avaliação de uma especialidade inexistente nos metropolitanos.
Não devem ser retransferidos pacientes que estão nos metropolitanos apenas por
não pertencerem à área de abrangência. Hemodiálise de urgência - HR, HGV, HAM,
HGOF, HRA e Hospitais Metropolitanos.
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Cardiologia
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Otorrinolaringologia
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Cirurgia Geral
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Urologia
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Cirurgia Vascular
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Bucomaxilofacial (BMF)
HRA – para casos do interior do Estado, mas em casos de superlotação podem ser
encaminhados de unidades do interior para as referências do Recife.
Não deve haver transferência entre as três unidades (HR, HGV e HRA), exceto em
situações especiais, com contato prévio entre as unidades e anuência da Central de
Leitos.
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Oftalmologia
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Broncoscopia/urgência
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Pacientes Críticos
Os casos de pacientes graves, com indicação clara de UTI, podem ser regulados
diretamente de uma unidade de menor porte para uma UTI, desde que o perfil do caso
seja compatível com o perfil da UTI, mediante inclusão em lista e contato entre as
unidades.
O serviço de UTI aérea é um serviço terceirizado realizado por uma empresa que
tem contrato com a SES. Os casos devem ser solicitados em formulário próprio
preenchidos pelos médicos reguladores e só serão solicitados casos sem condições de
transporte terrestre ou casos em que o tempo de transferência seja crítico para o
paciente. As remoções só poderão ser realizadas após autorização da Diretoria Geral de
Fluxos Assistenciais (DGFA) ou substituto indicado pela mesma.
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neurologia clínica definidos)
DIP
Traumato ortopedia
Clínica Médica Cirurgia geral
Vascular Neurocirurgia
Neurologia (AVCI confirmado e AVCH Procedimentos cardiológicos
não cirúrgico, além de casos de
HOSPITAL SANTO neurologia clínica definidos)
AMARO Nefrologia
Cardiologia sem indicação de
intervenção
Tem isolamento
Traumato-ortopedia
Clínica Médica Cardiologia com indicação de
Nefrologia intervenção ou diagnóstico
Cardiologia sem indicação de Neurocirurgia
HOSPITAL
intervenção Trumato-ortopedia
MEMORIAL
Neurologia (AVCI confirmado e AVCH
GUARARAPES
não cirúrgico, além de casos de
neurologia clínica definidos)
Tem isolamento
Clínica Médica Cardiologia com indicação de
Nefrologia intervenção ou diagnóstico
Cardiologia sem indicação de Neurocirurgia
HOSPITAL intervenção
MEMORIAL Neurologia (AVCI confirmado e AVCH
JABOATÃO não cirurgico, além de casos de
neurologia clínica definidos)
Tem isolamento
Traumato-ortopedia
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HOSPITAL NOSSA Clínica Médica Cirurgia cardíaca
SENHORA DO Ó Tem hemodinâmica Neurocirurgia
Neurológico - encaminhar com TAC
crânio
Cardiologia não cirúrgica
HOSPITAL SÃO Cardiologia Neurocirurgia
SALVADOR Clínica Médica Vascular com indicação de
Nefrologia cirurgia
Neurologia Clínica ( AVCI e AVCH não
cirúrgico, além de casos de neurologia
clínica definidos)
HOSPITAL MARIA Clínica Médica em geral (quadros Neurocirurgia
VITÓRIA infecciosos, TEP, TVP e cardiopatas) Cardiologia intervencionista
Neurologia ( AVCI confirmado e AVCH Traumato-ortopedia
não cirúrgico, além de casos de Vascular de alta complexidade
neurologia clínica definidos) Hemodiálise
Vascular (casos de média complexidade -
escaras, pé diabético e TVP)
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SILVIO MAGALHAES cirúrgico, além de casos de neurologia Neurocirurgia
clínica definidos) Cardiologia intervencionista
Ortopedia e cirurgia geral de média ou diagnóstica
complexidade
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O conceito de vaga zero deve ser entendido como uma medida provisória, sendo
obrigação do médico regulador prosseguir na busca de vaga adequada para o paciente.
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ANEXO 1
O médico solicitante fará contato com o médico executante apenas para repassar
o caso, quando houver necessidade, e não para autorizar ou referendar o
encaminhamento;
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Caso a unidade recebedora seja referência única e recuse o paciente com senha, a
central estadual de regulação não procederá a retransferência do mesmo e
notificará de imediato, por e-mail e telefone, o diretor do serviço, a SEAS e a
SERS.
Dezembro/2013
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