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Projeto Integrado 2024

trabalho de engenheira civil
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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO

DEPARTAMENTO DE EXATAS
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

ANDREA CAETANO DOS SANTOS


ESTELA REIS DOS SANTOS
FERNANDO PACHECO ALMEIDA MARIANO
FELIPE AUGUSTO LAZARETTI DE LIMA
GESIVALDO BERNARDO DE SOUSA
IGOR SILVÉRIO DE CAMARGO
JEFFERSON SOUSA DE CARVALHO
JOÃO VITOR BARBOSA DOS SANTOS
RODRIGO JOSÉ SILVA
VINICIUS PEREIRA DE LIMA

PROJETO INTEGRADOR DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE


UM GALPÃO METÁLICO

SÃO PAULO
2024
ANDREIA CAETANO DOS SANTOS RA: 915.11.123
ESTELA REIS DOS SANTOS RA: 920.106.252
FERNANDO PACHECO ALMEIDA MARIANO RA: 922.103.558
FELIPE AUGUSTO LAZARETTI DE LIMA RA: 919.102.140
GESIVALDO BERNARDO DE SOUSA RA: 921.102.010
IGOR SILVÉRIO DE CAMARGO RA: 920.204.771
JEFFERSON SOUZA DE CARVALHO RA: 920.126.962
JOÃO VITOR BARBOSA DOS SANTOS RA: 920.124.160
RODRIGO JOSÉ SILVA RA: 921.111.050
VINICIUS PEREIRA DE LIMA RA: 919.107.825

PROJETO INTEGRADOR DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UM GALPÃO


METÁLICO

Projeto apresentado à Universidade Nove de Julho,


como requesito parcial realizar o dimensionamento
de um galpão metálico para obtenção da nota de
Projeto Integrado do curso de Engenharia Civil.
Orientadores:
Prof. Rafael Casamassa
Prof. Rogério Moura

SÃO PAULO
2024
RESUMO

Estruturas metálicas apresentam diversas vantagens em relação às estruturas de concreto armado


e são mutuamente utilizadas em grande parte por países desenvolvidos, principalmente na
execução de obras que exigem grande padrão técnico e velocidade na sua execução. Quanto maior
a procedência do teor de carbono, maior será o resultado da resistência do aço para estrutura
metálica, porém, este será mais duro e frágil. Por essa razão, é importante que o projeto estrutural
seja totalmente eficaz e que seja feito por um profissional qualificado. Nessa tese, os galpões
metálicos são estruturas projetadas com a ideia de otimizar o seu processo de execução
combinando o seu custo, com agilidade de execução e segurança.
No presente relatório será apresentado o processo de dimensionamento das sapatas, pilares
e a estrutura da cobertura de um galpão metálico, cujas cargas e efeitos atuantes na estrutura
foram devidamente dimensionados através de cálculos, além da utilização e uso dos seguintes
softwares para a elaboração deste projeto: Autocad, Revit, Excel, Visual Ventos e Ftool, bem
como materiais disponibilizados pelos professores orientadores.

Palavras-chave: Galpão Metálico; Estruturas Metálicas; Dimensionamento Estrutural,


Cargas atuantes.
ABSTRACT

Metallic structures have several advantages over reinforced concrete structures and are largely used
by developed countries, mainly in the execution of works that require high technical standards and
speed in their execution. The higher the carbon content, the greater the resistance of the steel for
metallic structures, but it will be harder and more fragile. For this reason, it is important that the
structural project is completely effective and that it is carried out by a qualified professional. In this
thesis, metal warehouses are structures designed with the idea of optimizing their execution process
by combining their cost, with agility of execution and safety.
This report will present the process of sizing the shoes, pillars and the roof structure of a metal
warehouse, whose loads and effects acting on the structure were properly sized through calculations,
in addition to the use of the following software to prepare this project : Autocad, Revit, Excel, Visual
Ventos and Ftool, as well as materials provided by the guiding teachers.

Key-words: Metal Shed; Metallic structures; Structural Dimensioning, Acting loads.


LISTA DE FIGURAS

FIGURA 1-ESTRUTURA METÁLICA ................................................................................................................................... 13

FIGURA 2-TRELIÇA ...................................................................................................................................................... 14

FIGURA 3-ESTRUTURA METÁLICA ................................................................................................................................... 17

FIGURA 4-GRÁFICO DAS ISOPLETAS ................................................................................................................................. 18

FIGURA 6-PLANTA DO GALPÃO ...................................................................................................................................... 21

FIGURA 7-CORTE LONGITUDINAL .................................................................................................................................... 21

FIGURA 8-CORTE TRANSVERSAL ..................................................................................................................................... 22

FIGURA 9-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 01 ................................................................................................................. 26

FIGURA 10-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 02 FIGURA 11-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 03 ....................................... 28

FIGURA 12-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 04 FIGURA 13-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 05 ....................................... 28

FIGURA 14-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 06 FIGURA 15-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 07 ....................................... 30

FIGURA 16-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 08 FIGURA 17-DEMONSTRAÇÃO VISUAL VENTOS 09 ....................................... 30

FIGURA 18-DEMONSTRAÇÃO ESCOLHIDA 02 ..................................................................................................................... 31

FIGURA 19-LINHA DE INFLUÊNCIA TRELIÇA ....................................................................................................................... 32

FIGURA 20-LINHA DE INFLUÊNCIA................................................................................................................................... 33

FIGURA 21-DEMONSTRAÇÃO DAS CARGAS ........................................................................................................................ 47

FIGURA 22-ENUMERAÇÃO DE NÓS E BARRAS .................................................................................................................... 48


LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Tabela de Tirantes


LISTA DE ABREVIAÇÕES

𝑅𝑎 – Registro do aluno

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

𝑆𝑞 – Carga acidental

∆ - Variável

kN – Kilo Newton

m - Metros

σ - Tensão normal

d - Atura externa da seção

d - Diâmetro da barra

E = Módulo de elasticidade do aço

Tan = Tangente

Pp = Peso Próprio

a = Área

Vo = Velocidade inicial
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 9
1.1. Objetivo geral .................................................................................................... 10
1.2. Objetivo Especifico............................................................................................ 10
2. JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 11
3. METODOLOGIA................................................................................................... 11
3.1. Consultas às Normas Técnicas ........................................................................... 11
3.2. Utilização de Softwares Específicos ...........................................................;....... 11
3.3. Discussões com Professores Orientadores ......................................................... 11
4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA .............................................................................. 12
5. SOBRE ESTRUTURAS METÁLICAS ................................................................ 13
5.1 Ventos conceito geral.............................................................................................. 15
5.2 Ventos fortes e sua Influência nas Estruturas ......................................................... 16
6. APRESENTAÇÃO DO PROJETO ...................................................................... 19
6.1. Características do galpão ................................................................................... 19
6.2. Planta do galpão................................................................................................. 20
7. CRITÉRIOS DE DEFINIÇÃO ............................................................................. 23
7.1. Definição da carga acidental .............................................................................. 23
7.2. Definição da velocidade básica do vento ........................................................... 24
8. INFLUÊNCIA DO VENTO NA EDIFICAÇÃO ................................................. 25
9. LINHA DE INFLUÊNCIA .................................................................................... 32
10. CARGAS ................................................................................................................. 34
𝟏𝟏. DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS ............................................................................ 47
12. PESO DO TIRANTE ............................................................................................. 48
13. CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................. 56
14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS.................................................................. 57
9

1. INTRODUÇÃO

A área de contrução civil de estrutura metálicas, hoje consolidado no mundo


inteiro, deu-se inicio após a criação de fabricação de aço em larga escala,
desenvoldido pelo inglês Henry Bessemer, iniciado no ano de 1860 e estendeu-se até
o ano de 1870, parâmetrizada como inovação de Bessemer, a mesma revolucionou a
indústria do aço e, por extensão, teve um impacto significativo na construção civil,
especialmente no campo das estruturas metálicas. Esse processo de permitiu a
produção de aço em larga escala de forma eficiente e econômica, substituindo o ferro
forjado e o aço fabricado por métodos mais lentos e custosos. Esse avanço
tecnológico foi fundamental para o desenvolvimento e a consolidação da área de
construção civil de estruturas metálicas ao redor do mundo (PFEIL e PFEIL, 2009).
As estruturas de aço na construção civil possuem grandes vantagens frente
as estrutuas de aço, entre as principais vantagens destacam-se a sua resistência, leveza,
segurança, fácil reparação, alta sustentabilidade e durabilidade (Isidro Neto, 2021).
Segundo Chiaverini (1996) o aço é liga constituída pela junção ferro-carbono a
qual o teor de carbono misturado ao ferro fundido varia de 0,008 até 2,11%. A
utilização deste tipo de material na construção civil é amplamente difundido na
execução dos mais diversos tipos de estruturas, esta ampla utilização segundo Pfeil
(2021) pela característica dos aços utilizados em estruturas que possuem resistência
de tração e compressão de valores iguais, variando entre amplos limites que vão
desde 300 MPa até valores maiores que 1200 Mpa.
Este trabalho abordará o dimensionamento estrutural de um galpão metálico,
detalhando todas as variáveis e cargas às quais a estrutura estará sujeita por meio de
figuras, tabelas e cálculos. Para a análise mais detalhada, serão empregados os
softwares Autocad, Revit, Naviswork Manage, NavisWork Freedom, Ftool e Visual
Ventos. Este estudo seguirá as diretrizes estabelecidas pelas normas NBR 6123:88 e
8800:08.
10

1.1. Objetivo geral

Este presente projeto tem como objetivo elaborar o dimensionamento da


estrutura da cobertura de um galpão metálico, descrevendo e detalhando todas as
ações e forças atuantes a qual esta estrutura será imposta, em especial a ação de
vento que atuará sobre ela, para isso, utilizaremos normas e softwares especificos
para a resolução dos cálculos, como Ftool e Visual Ventos, onde os mesmos auxiliarão
diretamente na decorrência de todos os esforços pela qual essa estrutura estará
submetida perante às ações do vento.

1.2. Objetivo Específico

A definição das cargas acidentais atuantes na estrutura que


será definida pelo último dígito dos RAs dos integrantes;

Apresentar a planta de detalhamento de todos os perfis utilizados e


suas tabelas quantitativas de aço, do projeto como um todo;

Modelagem de projeto 3D;

Simulação da execução do galpão em 4D;


Apresentar as figuras representativas dos eforços atuantes na estrutura;

Definir a atuação das cargas geradas pelo vento através do software


Visual Ventos;
Determinar os perfis metálicos da tesoura mais solicitada utilizados no projeto;
Apresentar a memória de cálculo das verificações de acordo com
a NBR_8800/08, com base na análise do Pórtico mais solicitado.
11

2. JUSTIFICATIVA

A elaboração deste projeto busca aprofundar-se em conhecimentos


correlacionados às áreas de dimensionamento de estruturas metálicas colaborando
para o desenvovilmente técnico e intelectual dos integrantes composto por este grupo,
permitindo deste modo e de maneira agregável a contribuir com a formação
profissional de cada um.

3. METODOLOGIA

O desenvolvimento deste trabalho foi fundamentado em uma abordagem


multidisciplinar, incorporando orientações fornecidas pelos professores orientadores,
conteúdos teóricos apresentados em aulas, além de normas técnicas brasileiras
específicas e outras orientações técnicas pertinentes à execução de estruturas
metálicas. A metodologia adotada envolveu as seguintes etapas:

3.1. Consulta às Normas Técnicas: Foram consultadas as normas brasileiras


pertinentes ao projeto e execução de estruturas metálicas, como a NBR 8800:2008 -
Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios,
entre outras. Essa consulta teve como objetivo garantir que o projeto atendesse a
todos os requisitos técnicos e de segurança estabelecidos pela legislação brasileira;

3.2. Utilização de Softwares Específicos: O emprego de softwares


especializados em engenharia estrutural foi fundamental para a modelagem, análise
e dimensionamento das estruturas metálicas propostas;

3.3. Discussões com Professores Orientadores: As orientações e feedbacks


dos professores orientadores foram cruciais ao longo de todo o processo. As
discussões permitiram refinar o escopo do trabalho, ajustar metodologias e incorporar
novas perspectivas ao estudo;
12

4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
O dimensionamento e cálculo estruturais de galpões metálicos representa uma
área crucial dentro do ramo da construção civil, em especial a parte da engenharia
civil, sendo fundamental para garantir tanto a segurança quanto a eficácia e resitência
dessas estruturas. Nesta revisão bibliográfica, serão explorados alguns trabalhos
relevantes que abordam o dimensionamento de galpões metálicos, proporcionando
uma visão geral das metodologias e critérios empregados nesse processo para a
simântica de uma execução nos dias reais.
Um exemplo significativo é o estudo realizado por Carlos e Antonio, descrito no
livro "Estruturas Metálicas: Cálculos, Detalhes, Exercícios e Projeto", na sua 2ª
Edição, publicado pela Blucher em 2005. Nessa obra, os autores se dedicam à análise
estrutural e ao dimensionamento de um galpão metálico, seguindo as normas técnicas
brasileiras. Eles apresentam os critérios de dimensionamento para cada elemento
estrutural, como pilares, vigas e cobertura, considerando os esforços solicitantes,
propriedades dos materiais e parâmetros de segurança. O trabalho destaca a
importância de uma análise estrutural minuciosa e da aplicação precisa das normas
para assegurar a estabilidade e resistência do galpão metá[Link] estudo, os
autores abordaram a análise estrutural e o dimensionamento de um galpão metálico
com base nas normas técnicas brasileiras. Foram apresentados os critérios de
dimensionamento de cada elemento estrutural, como pilares, vigas e cobertura,
considerando os esforços solicitantes, as propriedades dos materiais e os parâmetros
de segurança. O trabalho mostrou a importância da análise estrutural adequada e da
aplicação correta das normas para garantir a estabilidade e a resistência do galpão
metálico.
13

5. SOBRE ESTRUTURAS METÁLICAS

As estruturas metálicas desempenham um papel crucial na construção


moderna, como enfatizou o renomado engenheiro e arquiteto Oscar Niemeyer no ano
de 1950. As estruturas metálicas permitem aos profissionais da arquitetura
experimentarem com novos conceitos criativos antes impensáveis, possibilitando a
concretização de ideias visionárias. Com seu singular conjunto de qualidades, as
estruturas metálicas proporcionam uma série de benefícios e possibilidades para a
criação de edifícios icônicos e inovadores que marcam seu tempo (Niemeyer, 1950).
Uma das notáveis vantagens das estruturas metálicas é a sua resistência e
durabilidade superior. Como salientou o engenheiro e arquiteto norte-americano
Fazlur Khan em 1965, as estruturas metálicas conferem uma relação sem par entre
resistência e leveza, permitindo construções esguias e eficientes como mostra na
figura 1. Essa relação favorável torna possível projetar edifícios mais altos, pontes
mais longas e amplas coberturas, sem comprometer sua segurança e estabilidade.

Figura 1 – Estrutura Metálica

Fonte: [Link]

A outra característica marcante das estruturas metálicas é a rapidez com que


podem ser construídas. Em 1987, o engenheiro britânico Peter Rice mencionou que
estruturas metálicas permitiam economia de tempo e, consequentemente, custos com
cronogramas mais curtos. A pré-fabricação dos elementos metálicos em ambientes
controlados e a montagem rápida no local de instalação proporcionam maior eficiência.
14

No Brasil, existem normas técnicas que determinam com segurança e qualidade


como estruturas metálicas devem ser construídas. A NBR 8800, por exemplo,
determina as práticas gerais a serem seguidas no dimensionamento das estruturas de
aço, fazendo referências a resistência, rigidez, entre outros detalhes. O cumprimento
dessas normas é essencial para garantir a conformidade dos projetos e a segurança
dos usuários das estruturas metálicas. (ABNT, 2014).

Figura 2 – Treliça

Fonte:[Link]
15

5.1 Ventos conceito geral


Introduzindo um conceito para vento, pode-se, basicamente, e de forma direta,
conceituar que de fato o vento não passa de um movimento que ocorre no ar a partir
da superfície terrestre. De forma mais detalhada este movimento de ar se direciona a
superfície terrestre causado pelos diferenciais de pressão atmosférica causados pelas
ondas de energia solar as quais incidem diretamente ao planeta Terra, portanto toda
a energia chega no planeta em forma de ondas eletro magnéticas (popularmente
conhecida como raios solares ou radiação solar), em forma de luz e calor, porém a
maior concentração destas ondas ao passarem pela atmosfera não são
necessariamente Sendo mais constante a difusão dessas ondas na forma de luz,
essas ondas só serão convertidas em energia na forma de calor ou energia quando
forem absorvidas pela superfície terrestre, como exemplo: o solo, a água, florestas e
outros compostos que absorvem luz solar. Esses e outros elementos são
responsáveis por absorver cerca de 58% da energia gerada pelo sol (Blessmann,
2013).

Ainda segundo os estudos de Blessmann (2013), os principais fatores que


influenciam na circulação do ar são os seguintes:
● A desigualdade do aquecimento na superfície terrestre.
● A rotação do planeta em torno de seu eixo.
● O fato da cobertura superficial da Terra também é um fator que influencia em
aquecimentos desiguais.
● O fator das latitudes interferirem nessa movimentação. Enquanto as regiões
equatoriais recebem boa parte da incidência da energia solar e por este motivo
tendem a ser regiões mais quentes, por outro lado as regiões polares por
receberem uma parcela menor de luz são mais frias, o que corrobora para este
efeito é a própria inclinação do globo terrestre e seus movimentos de rotação e
translação.
16

5.2 Ventos fortes e sua Influência nas Estruturas

É de grande ênfase para os profissionais de engenharia civil, particularmente


aqueles especializados na área de engenharia estrutural, compreender a influência e
o comportamento do vento em determinadas regiões. Tal conhecimento é essencial
para que todos os critérios de elaboração do projeto sejam devidamente
dimensionados, assegurando maior segurança tanto durante o período de construção
quanto no uso da estrutura em operação.
O principal fator a ser compreendido na engenharia em relação a este tema é
a velocidade média do vento, que, juntamente com suas flutuações, deve ser sempre
considerada durante a fase de concepção arquitetônica e, subsequente, no
dimensionamento estrutural. Conforme Lazanha (2003), as propriedades do vento são
instáveis e apresentam variações de caráter aleatório, diretamente relacionadas ao
contexto regional. A movimentação do ar é influenciada pelo diferencial de pressão
atmosférica e pelo aquecimento da superfície terrestre, que apresentam variações de
temperatura em diferentes regiões do planeta.
Para fins de projeto, deve-se considerar que a velocidade do vento pode ser
obtida por uma média, que pode ser determinada em um curto intervalo de tempo,
variando entre 10 minutos e 1 hora. As flutuações podem ser derivadas dessa média
temporal, e a média obtida a partir desses ensaios é denominada rajadas de vento
(Lazanha, 2003). As flutuações do vento ocorrem em função da agitação do vento
médio (característica conhecida como turbulência), da variação de temperatura e do
atrito direto gerado pela rugosidade da superfície terrestre, culminando na formação
de rajadas de vento.
17

Figura 3 - Estrutura Metálica

Fonte: [Link]

Conforme Lazanha (2003), as rajadas de vento ocorrem em sequências


aleatórias de frequências e intensidades. Essas grandezas são inversamente
proporcionais: forças de alta frequência e baixa intensidade não possuem a
capacidade de gerar impactos significativos sobre a estrutura, enquanto forças de
baixa frequência e alta intensidade produzem pequenos turbilhões de vento, com ação
localizada e desordenada, resultando em rajadas de vento mais violentas. A
ocorrência de rajadas com maior potencial ofensivo impõe cargas consideráveis sobre
a estrutura da edificação, que, se não previstas adequadamente na fase de projeto,
podem acarretar danos estruturais significativos.
Para caracterizar a ação do vento nas estruturas ao longo dos anos, softwares
computacionais voltados à engenharia têm sido fundamentais, facilitando os cálculos
e proporcionando maior entendimento do comportamento da estrutura sob a ação do
vento. Exemplos desses softwares, utilizados no desenvolvimento deste projeto

integrador, incluem o Visual Ventos e o Ftool.


Além dos softwares, as normas brasileiras regulamentam e estabelecem
parâmetros mínimos exigíveis para a consideração das forças decorrentes da ação
estática e dinâmica do vento nas estruturas, conforme disposto na NBR 6123:1988..
A figura a seguir apresenta o gráfico das isopletas da velocidade básica do vento no
Brasil, com intervalos de 5 m/s.
18

Figura 4 - Gráfico dasisopletas

Fonte: NBR 6123

No Brasil, a NBR 6123 é a norma técnica que estabelece os critérios para o


dimensionamento de estruturas sujeitas a ações do vento. Ela define parâmetros como
velocidade básica do vento, fatores topográficos, coeficientes de pressão e métodos
de análise estrutural a serem adotados. O cumprimento dessa norma é fundamental
para garantir a segurança e o desempenho adequado das estruturas metálicas
sujeitas às ações do vento. (ABNT, 2019)
19

5.3 Apresentação do Projeto

A intervenção deste projeto engloba a análise estrutural abrangente de um


galpão metálico em todas as suas fases estruturais. Para desenvolver esse estudo,
faremos uso dos métodos e cálculos compartilhados pelos nossos professores
orientadores em sala de aula, combinados com o suporte de softwares especializados
para a implementação do projeto.

5.4 Características do galpão

O galpão possui as dimensões de 12m de largura, 25m de comprimento e um


pé direito da alvenaria de fechamento contendo uma altura de 8,40m. Além dessas
características o galpão possuirá uma única abertura em sua alvenaria de um portão
em sua entrada com as medidas de 4,60m de comprimento x 4,65m de altura, o
telhado e toda a sua estrutura serão executados em estrutura metálica, exceto os
pilares, que serão executados em estrutura convencional.
A B

+8,40 Topo da Cobertura


+7,80 Base da cobertura
+7,00 Pé direito

2 2 2 2 2 2

Pilar de concreto 30 x 30 cm Pilar de concreto 30 x 30 cm

+0,00 Terreo

Sapata
Corte transversal
2
1 : 100 A 3 B

A1 = 2,5m²
A2 = 5,0m² 1 2 2 2 2 2 1
A3 = 5,0m²
1
A4 = 5,0m²

2,5
A5 = 5,0m² A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
A6 = 5,0m²

5
A7 = 2,5m²
A8 = 5,0m²
A9 = 10,0m²

A10 = 10,0m² A8 A9 A10 A11 A12 A13 A14 2


5

A11 = 10,0m²
A12 = 10,0m²
A13 = 10,0m²

5
A14 = 5,0m²
A15 = 5,0m²
A16 = 10,0m²
A17 = 10,0m²
A15 A16 A17 A18 A19 A20 A21 3
5

A18 = 10,0m²
A19 = 10,0m²
A A
A20 = 10,0m²
25

25
5
A21 = 5,0m²
A22 = 5,0m² 2 2
A23 = 10,0m²
A24 = 10,0m² A22 A23 A24 A25 A26 A27 A28 4
5

A25 = 10,0m²
A26 = 10,0m²
A27 = 10,0m²
5

A28 = 5,0m²
A29 = 5,0m²
A30 = 10,0m²
5

A31 = 10,0m² A29 A30 A31 A32 A33 A34 A35 5


A32 = 10,0m²
A33 = 10,0m²
A34 = 10,0m²
A35 = 5,0m²
2,5

A36 = 2,5m² A 3 7 = 5 ,0m² A38 = 5,0m²


5
A39 = 5,0m² A36 A37 A38 A39 A40 A41 A42
A40 = 5,0m²
A41 = 5,0m² 6
A42 = 2,5m² 12

3 B
A B

+8,40 Topo da Cobertura


+7,80 Base da cobertura
+7,00 Pé direito

2 2 2 2 2 2

Pilar de concreto 30 x 30 cm Pilar de concreto 30 x 30 cm

+0,00 Terreo

Sapata
Corte transversal
2
1 : 100 A B
3
1 2 2 2 2 2 1
1
2,5

5
2
5

15
60
3
5

15
0,3
A A
25

25
5

0,3
2 2

4
5

5
5

ANDREA CAETANO DOS SANTOS RA: 915.111.123


ESTELA REIS DOS SANTOS RA: 920.106.252
5

FERNANDO PACHECO ALMEIDA MARIANO RA: 922.103.558


2,5

FELIPE AUGUSTO LAZARETTI DE LIMA RA: 919.102.140


GESIVALDO BERNARDO DE SOUSA RA: 921.102.010
6
12 IGOR SILVÉRIO DE CAMARGO RA: 920.204.771
JEFFERSON SOUSA DE CARVALHO RA: 920.126.962
3 B JOÃO VITOR BARBOSA DOS SANTOS RA: 920.124.160
RODRIGO JOSÉ SILVA RA: 921.111.050
VINICIUS PEREIRA DE LIMA RA: 919.107.825

UNINOVE UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO


PROJETO INTEGRADO ENGENHARIA CIVIL
PROJETO ESTRUTURAL: GALPÃO METÁLICO
GRUPO: 09 TURMA: 08 CAMPOS:MEMORIAL
DATA: 07/06/24 ESCALA 1/100 FOLHA 01 REVISÃO 03
CONSTRUÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO:

LOCAL:
SÃO PAULO - SP
DISCIPLINA: ESCALA: FOLHA:
ESTRUTURA MÉTALICA
TÍTULO: DATA:
GALPÃO METÁLICO
FASE: DESENHO:
01/06/24
REVISÃO:
001
EXECUTIVO GBS
CONSTRUÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO:

LOCAL:
SÃO PAULO - SP
DISCIPLINA: ESCALA: FOLHA:
ESTRUTURA MÉTALICA
TÍTULO: DATA:
GALPÃO METÁLICO
FASE: DESENHO:
01/06/24
REVISÃO:
002
EXECUTIVO GBS
CONSTRUÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO:

LOCAL:
SÃO PAULO - SP
DISCIPLINA: ESCALA: FOLHA:
ESTRUTURA MÉTALICA
TÍTULO: DATA:
GALPÃO METÁLICO
FASE: DESENHO:
01/06/24
REVISÃO:
003
EXECUTIVO GBS
CONSTRUÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO:

LOCAL:
SÃO PAULO - SP
DISCIPLINA: ESCALA: FOLHA:
ESTRUTURA MÉTALICA
TÍTULO: DATA:
GALPÃO METÁLICO
FASE: DESENHO:
01/06/24
REVISÃO:
004
EXECUTIVO GBS
CONSTRUÇÃO E COORDENAÇÃO DE PROJETO:

LOCAL:
SÃO PAULO - SP
DISCIPLINA: ESCALA: FOLHA:
ESTRUTURA MÉTALICA
TÍTULO: DATA:
GALPÃO METÁLICO
FASE: DESENHO:
01/06/24
REVISÃO:
005
EXECUTIVO GBS
23

VIDEO SIMULAÇÃO DO 4D DO GALPÃO

CLICA AQUI : [Link]

5.5 CRITÉRIOS DE DEFINIÇÃO

Para o desenvolvimento do projeto, foram passadas algumas


definições, conteúdos teóricos apresentados em aulas, além de normas
técnicas brasileiras específicas e outras orientações técnicas pertinentes à
execução de estruturas metálicas, que foram consideradas pelos
professores orientadores e que deverão ser seguidas obrigatoriamente.

5.6 Definição da carga acidental

Para a definição da carga acidental do projeto deverá ser utilizada a


seguinte fórmula:

𝑆𝑞 = (∆𝐾𝑁/𝑚2)

∆= {(∑ ú𝑙𝑡𝑖𝑚𝑜 𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑜𝑠 𝑅𝐴′𝑠) / 𝑛º 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎𝑛𝑡𝑒𝑠] / 10}

∆= {[(2+1+3+5+4+0+6+6)/8]/10}

∆= 0,34 kN/m² → Sq= 0,34 kN/m²


24

5.7 Definição da velocidade básica do vento

A velocidade básica do vento foi definida de acordo com o gráfico de


isopletas . Sendo para este projeto escolhida a velocidade de Vo= 50 m/s.

5.8 Influência do vento na edificação

A influência do vento na edificação foi caracterizada através dossoftwares


Visual Ventos e Ftool a qual geraram o seguinte relatório:

Dados Geométricos:

b = 12,00 m ou b1 = b/2

a = 25,00 m b1 =12,00/2

b1 = 6,00m
b1 = 2 * h

b1 = 2 * 7,00
b1 = 14,00m

Adota-se o menor valor, portanto:

b1 = 6,00 m ou
a1 = a/4
a1 = b/3 a1= 25,00/4
a1 = 12,00/3 a1= 6,25m
a1 = 4,00m
25

Adota-se o maior valor, porém a1 <= 2 * h 2 * 7,00 = 14,00 m


Portanto:

a1 = 6,25 m h = 7,00 m

a2 = (a/2) - a1 h1 = 0,80 m

a2 = (25,00/2) - 6,25 ß = 7,59 °

a2 = 6,25 m d = 5,00 m

Área das aberturas Fixas:


Face A1 = 0,00 m² Face B3 = 0,00 m²

Face A2 = 0,00 m² Face C1 = 5,00 m²

Face A3 = 0,00 m² Face C2 = 0,00 m²

Face B1 = 0,00 m² Face D1 = 0,00 m²

Face B2 = 0,00 m² Face D2 = 0,00 m²

Moveis:

Face A1 = 0,00 m² Face B3 = 0,00 m²

Face A2 = 0,00 m² Face C1 = 13,00 m²

Face A3 = 0,00 m² Face C2 = 13,00 m²

Face B1 = 0,00 m² Face D1 = 0,00 m²

Face B2 = 0,00 m² Face D2 = 0,00 m²


26

Figura 9 – Demonstração Visual Ventos 01

Fonte: Visual Ventos

Velocidade básica do vento Vo = 50,00 m/s


Fator Topográfico (S1)
Terreno plano ou fracamente acidentado S1 = 1,00
27

6.0 FATOR DE RUGOSIDADE (S2) CATEGORIA III CLASSE B

Parâmetros retirados da Tabela 2 da NBR6123/88 que relaciona Categoria e Classe

b = 0,85

Fr = 0,98

p = 0,13

S2 = b * Fr *(z/10) exp p

S2 = 0,85 * 0,98 *(7,80/10)exp 0,13

S2 = 0,81
7.0 FATOR ESTÁTICO (S3) GRUPO 3 S3 = 0,95

Coeficiente de pressão externa paredes vento 0°

Vento 90°

Telhado Vento 0°
Vento 90°

Cpe médio = -1,10

Coeficiente de pressão interno

Cpi1 = 0,20
Cpi 2 = -0,30

Velocidade característica de Vento


Vk= Vo*S1*S2*S3
Vk = 50,00 * 1,00 * 0,81 * 0,95
Vk = 38,36 m/s

Pressão dinâmica
q = 0,613*Vk²
q = 0,613 * 38,36²
q = 0,90 kN/m²
8.0 ESFORÇOS RESULTANTES

Vento 0° - Cpi = 0,20

Vento 0° - Cpi = -0,30

Vento 90° - Cpi = 0,20

Vento 90° - Cpi = -0,30

X
33

CARGA DE VENTO A 0º SEN∝ = -4,73*0,13= -0,615


CARGA DE VENTO A 0º COS∝= -4,73*0,99= -4,683

NÓ 1 AO 7 = - 4,7 NÓ 2 AO 6 = - 9,4

CARGA DO VENTO A 90º SEN∝ = -5,43*0,13= -0,706


CARGA DO VENTO A 90° COS∝ = -5,43*0,99= -5,376

NÓ 1 E 7 / 0°
COMB 1; 1 *2,25 *1,0 + 1,05 *1,5 – 4,683 * 0,6 * 1,4 = - 0,108
COMB 2; 1* 2,25 * 1,0 – 4,683 * * 1,4 + 1,05 * 0,7 * 1,5 = -3,2
COMB 3; 1* 2,25 * 1,25 + 1,05 * 1,5 = -4,31
COMB 4; 1 * 2,25 * 1,25 + 1,05 * 1,5 = 4,3875

NÓ 2 AO 6
COMB 1 : 2* 4,5 * 1,0 + 1,05 * 1,5 – 4,683 * 0,6 * 1,4 = -1,79
COMB 2 : 2* 4,5 * 1,0 – 4,683 * 1,4 + 1,05 *0,7 * 1,5 = -7,51
COMB 3 : 2* 4,5 * 1,0 – 4,683 * 1,4 = - 6,8124
COM 4 : 2 * 4,5 * 1,25 + 1,05 * 1,5 + 7,875

PIOR CENÁRIO NÓS 1 E 7 = 4,3875 NÓS 2 AO 6 = 7,875

COMBINAÇÃO VENTO A 90º EM 7 NÓS


COMB 1 : 2* 2,25 + 1,05 *1,5 – 5,38 * 1,4 * 0,6 = -0,694
COMB 2 : 1* 1,0 * 2,25 – 5,38 * 1,4 + 1,05 *1,5 * 0,7 = -4,18
COMB 3 : 1* 1,0 * 2,25 – 5,38 * 1,4 = - 5,29
COM 4 : 1 * 1,25 * 2,25 + 1,05 *1,5 = 4,39

NÓS 2 E 3
COMB 1 : 2* 1,0 + 4,5 +1,05 * 1,5 – 5,38 * 1,4 * 0,6 = -2,96
COMB 2 : 2* 1,0 * 4,5 – 5,38 * 1,4 + 1,05 *1,5 * 0,7 = -9,46
COMB 3 : 2* 1,0 * 4,5 – 5,38 * 1,4 = - 10,56
COM 4 : 2 * 1,25 * 4,5 + 1,05 *1,5 = 7,2
34

NÓS 5 E 6
COMB 1 : 2* 1,0 + 4,5 +1,05 * 1,5 – 3,57 * 1,4 * 0,6 = 0,0774
COMB 2 : 2* 1,0 * 4,5 – 3,57 * 1,4 + 1,05 *1,5 * 0,7 = - 4,3937
COMB 3 : 2* 1,0 * 4,5 – 3,57 * 1,4 = - 5,496
COM 4 : 2 * 1,25 * 4,5 + 1,05 *1,5 = 7,2

NÓ 7
COMB 1 : 1* 1,0 + 2,25 +1,05 * 1,5 – 3,57 * 1,4 * 0,6 = 0,82
COMB 2 : 1* 1,0 * 2,25 – 3,57 * 1,4 + 1,05 *1,5 * 0,7 = - 1,645
COMB 3 : 1* 1,0 * 2,25 – 3,57 * 1,4 = - 2,75
COM 4 : 1 * 1,25 * 2,25 + 1,05 *1,5 = 4,39

NÓ 4
COMB 1 : 2* 1,0 + 4,5 +1,05 * 1,5 – 4,47 * 1,4 * 0,6 = - 1,43
COMB 2 : 2* 1,0 * 4,5 – 4,47 * 1,4 + 1,05 *1,5 * 0,7 = - 6,91
COMB 3 : 2* 1,0 * 4,5 – 4,47 * 1,4 = - 1,758
COM 4 : 2* 1,25 * 4,5+ 1,05 *1,5 = 7,2

PARA O NÓ 4 DEVE-SE SOMAR AS CARGA E TIRAR A MÉDIA.

(-3,574)+ (-5,376) = - 8,95


-8,95/2=-4,475

PORTANTO CARGA DO VENTO A 90º PARA O NÓ 4 = 4,475


Vento 0º C
Determinação do perfil metálico para a treliça do galpão metálico

Dimensionamento a compressão
Dados:

Aço: ASTM A36 – Fy: 250 MPa; Fu: 400 MPa; E: 200 GPa
Nsd: 38,36 KN

Normal resistente de cálculo:


𝑋∗𝑄∗𝐴∗𝐹𝑦
Nrd= 𝛾21

Adotado:
X: 0,70
Q: 1,0

Nrd = Nsd
𝑁𝑠𝑑∗𝛾21 38,36∗1,1
A= = = 𝐴 = 2,42 𝑐𝑚²
𝑄∗𝐹𝑦∗𝑋 1,0∗25∗0,70

Área da cantoneira:
𝐴 2,42
A1= = = 1,21 cm²
2 2

Adotado perfil de cantoneiras de abas iguais = 50,8 x 50,8 x 4,76

Normal resistente de cálculo para o perfil citado:

𝑋 ∗ 𝑄 ∗ 𝐴 ∗ 𝐹𝑦
𝛾21

Índice de esbeltez:
𝑙 100
𝜆 = 𝑖 𝑚𝑖𝑛 = 1,02 = 98

Esbeltez reduzida: (𝜆 ◦)

𝜆 98 98
𝜆◦= 𝜋∗𝐸
= 𝜋∗200.000
= 88,86 = 1,1 > X: 0,70 OK
√ 𝐹𝑦 √
250

𝑏 50,8
= = 10,7
𝑡 4,76

𝑏
𝑙𝑖𝑚= 13; logo 13 > 10,7; OK
𝑡
Q:1,0

𝑋∗𝑄∗𝐴∗𝐹𝑦 0,7∗1∗(2∗4,58)
Nrd = = = 125,5 𝐾𝑁 > 𝑁𝑠𝑑: 38,36 𝐾𝑁 (OK)
𝛾21 1,1

Perfil de cantoneiras de abas iguais adotado = 50,8 x 50,8 x 4,76


Dimensionamento à tração

Dados:

Nsd: 38,36 KN
Aço: ASTM A36 – Fy: 250 MPa; Fu: 400 MPa

Escoamento da seção bruta (estimativa da área do perfil):


𝐴∗𝐹𝑦
Nrd=
𝛾21

Igualando Nrd e Nsd temos:


𝑁𝑠𝑑∗𝛾21 38,36∗1,1
A= 𝐹𝑦
= 25
= 1,69 cm²

Para uma cantoneira:


𝐴 1,69
A1= 2
= 2
= 0,845 cm²

Adotado perfil de cantoneiras de abas iguais = 44,45 x 44,45 x 3,18.

Ruptura da seção líquida:


𝐴𝑒∗𝐹𝑢
Nrd= 𝛾22
Ae= Ct*An
𝑒𝑐
Ct= 1 - 𝑙𝑐 ≤ 0,9

Para cantoneira de abas iguais = 44,45 x 44,45 x 3,18 temos ec = 1,22;

Comprimento da ligação da solda lc= 10 cm.


𝑒𝑐 1,22
Ct= 1 - 𝑙𝑐 ≤ 0,9 = Ct= 1 - 10
= 0,88 ≤ 0,9 (𝑜𝑘)

Ae= Ct*An = 0,88 * (2,71*2) = 4,77 cm²


𝐴𝑒∗𝐹𝑢 4,77∗40
Nrd= 𝛾22
= 1,35
= 141,3 𝐾𝑁

Nrd = 141,3 KN > Nsd = 38,36 KN (OK).

Verificação do índice de esbeltez:

𝑙 = Comprimento da barra;
𝑖 = Raio de giração.
𝑙
𝜆 = 𝑖 ≤ 300
100
𝜆 = 1,40 = 71,4

71,4 < 300 portanto (OK).

Adotado perfil de cantoneiras de abas iguais = 44,45 x 44,45 x 3,18.


Pilares dos pórticos do galpão
Valores de cálculo:

NK: 27,40 KN
AC: 30*30 = 900 cm²
Le: 700 cm
Concreto C25
Aço: CA-50
M1K, x: 232,0 KN*cm
M1K, y: 88,4 KN*cm
𝛾𝑛: 1,0
𝛾𝑐: 1,4
𝛾𝑓: 1,4
𝛾𝑠: 1,15

Normal de cálculo:
ND = 𝛾𝑛 ∗ 𝑁𝐾 ∗ 𝛾𝑓
ND = 1,0 ∗ 27,40 ∗ 1,4 = 38,36 𝐾𝑁

Momento fletor de cálculo:


MD = 𝛾𝑛 ∗ 𝑀𝐾 ∗ 𝛾𝑓
MD, x = 1,0 ∗ 232,0 ∗ 1,4 = 324,8 𝐾𝑁
MD, y = 1,0 ∗ 88,4 ∗ 1,4 = 123,76 𝐾𝑁

Resistência de cálculo do concreto:


Fcd = 𝐹𝑐𝑘 2,5 = 1,79 KN/cm²
𝛾𝑐 1,4

Resistência de cálculo de aço:


Fyd = 𝐹𝑦𝑘 50
= 43,48 KN/cm²
𝛾𝑠 1,15
Índice de esbeltez:

Direção X:
3,46∗𝑙𝑒 3,46∗700
𝜆𝑥: 𝜆𝑥: = 80,7
ℎ 30

Direção Y:
3,46∗𝑙𝑒 3,46∗700
𝜆𝑥: 𝜆𝑥: = 80,7
ℎ 30

Momento fletor mínimo:

Direção X:
M1d, min = Nd*(1,5+0,03*30)
M1d, min = 38,36*(1,5+0,03*30) = 92.064 KN*cm

Direção Y:
M1d, min = Nd*(1,5+0,03*30)
M1d, min = 38,36*(1,5+0,03*30) = 92.064 KN*cm

Esbeltez limite:

25+12,5∗𝑒1
𝜆𝑖 = ℎ
𝛼𝑏

Direção X:
324,8
E1=
𝑀1𝐷,𝑎 = 8,47
𝑁𝑑 38,36

H = 30
𝑀𝐵
𝛼𝑏 = 0,6 + 0,4 ∗ 0,6+0,4* 88,4 = 0,38 ; Adotado 𝛼𝑏 = 0,4
𝑀𝐴 232,0
Direção Y:

E1= 𝑀1𝐷,𝑏 88,4


= 2,43
𝑁𝑑 38,36

H = 30
𝑀𝐵

𝛼𝑏 = 0,6 + 0,4 ∗ 0,6+0,4* 88,4 = 0,38 ; adotado 𝛼𝑏 = 0,4


𝑀𝐴 232,0

Direção X
25+12,5∗8,47
30 = 27,53
0,4

Direção Y
25+12,5∗2,43
30 = 33,82
0,4

Como o índice de esbeltez de ambos deu acima de 35, significa que temos um pilar
esbelto, portanto não precisamos calcular o momento de 29 ordem.

Força normal adimensional:


𝑁𝑑 38,36
𝜈 = = 0,024
𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 900∗1,79

Curvatura aproximada:
1 0,005 0,005 = 3,18 ∗ 10−4
= =
𝑟 ℎ∗(𝑣+0,5) 30∗(0,024+0,5)

Momento fletor total:


𝑙𝑒2 1
Md, tot, X = 𝛼𝑏 ∗ 𝑀1𝑑, 𝐴 + 𝑁𝐷 ∗ ∗
10 𝑟
2
700
Md,tot,X= 0,4 ∗ 324,8 + 38,36 ∗ ∗ 3,18 ∗ 10−4 = 129,92 + 5.977,25 = 6.107,18 𝐾𝑁. 𝑐𝑚
10

𝑙𝑒2 1
Md, tot, Y = 𝛼𝑏 ∗ 𝑀1𝑑, 𝐴 + 𝑁𝐷 ∗ ∗
10 𝑟
7002
Md,tot,X= 0,4 ∗ 88,4 + 38,36 ∗ ∗ 3,18 ∗ 10−4 = 35,36 + 5.977,25 = 6.012,61 𝐾𝑁. 𝑐𝑚
10
Armação necessária:
𝑁𝑑 38,36
𝜈 = = 0,024
𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 900∗1,79

Momento fletor adimensional:

Direção X
𝑀𝑑,𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙,𝑋 6.107,18
𝜇= = 0,13
ℎ∗𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 30∗900∗1,79
𝑑′ = 6 = 0,20
ℎ 30

Ábaco A 29
𝜔=0

𝐴𝑠 = 𝜔∗𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 0∗900∗1,79
= 0 𝑐𝑚²
𝐹𝑦𝑑 43,48

Direção Y

𝜇 = 𝑀𝑑,𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙,𝑌 6.012,61
= 0,12
ℎ∗𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 30∗900∗1,79
𝑑′ = 6 = 0,20
ℎ 30

Ábaco A 29
𝜔=0

𝐴𝑠 = 𝜔∗𝐴𝑐∗𝐹𝑐𝑑 0∗900∗1,79
= 0 𝑐𝑚²
𝐹𝑦𝑑 43,48

Armação mínima pela NBR:


38,36
As min = 0,15 * 𝑁𝑑 > 0,004 * Ac 0,15 ∗ = 0,13 < 0,004 ∗ 900 = 3,6 cm²
𝐹𝑦𝑑 43,48

As min = 3,6 cm²

Armação adotada = 8 𝜙 8 mm
Dimensionamento das sapatas

Determinada sapata rígida como escolha para a fundação da estrutura

Ssap= 𝐾𝑚𝑎𝑗∗𝑁𝑘 1,10∗54,11 = 2.289,27 cm²


𝜎𝑎𝑑𝑚 0,026

Fazendo a sapata com balanços iguais


1
B=1 ∗ (𝑏𝑝 − 𝑎𝑝) + √ ∗ (𝑏𝑝 − 𝑎𝑝 )2 + 𝑆𝑠𝑎𝑝
2 4

1
B=1 ∗ (30 − 30) + √ ∗ (30 − 30 )2 + 2.289,27 = 47,85 cm Adotado 60 cm
2 4

Determinação dos valores de A, B, Ap e Bp

A-B=Ap-Bp A – 60= 30-30

A=60

Área corrigida da base da sapata

Ssap = 60*60 = 3.600 cm²

Os balanços iguais nas 2 direções resultam em:


60−30
CA=CB = 30 = 15 cm
2 2

Altura da sapata supondo como rígida a:

H≥ 𝐴−𝐴𝑃 60−30 = 30 = 10 cm Adotada 65 cm


3 3 3

Ancoragem da armadura

D= h-(C+1) h-(65-5) = 60 cm

Altura nas faces verticais da sapata

H° ≥{ℎ 65 = 21,70} Adotado h° 25 cm


3 3
Ângulo da superfície inclinadaDigite a equação aqui.

tg 𝛼 = ℎ−ℎ° 65−25 = 40 = 75,96° Adotado 28°


3 10 10

Determinação dos momentos fletores solicitantes internos

Pd= 𝑁𝐷 1,4∗54,11 = 75,75 = 0,0210 KN/cm² atendidos


𝐴∗𝐵 60∗60 3600

65
h/2 ≤ 𝐶 ≤ 2 ∗ ℎ 2
≤ 𝐶 ≤ 2 ∗ 65 = 32,5 > 28 < 130 Não OK

Adotado C= 38

Ângulo da superfície inclinada


ℎ−ℎ° 65−25 = 40 = 46,47° Adotado 28°
3 38 38
65
h/2 ≤ 𝐶 ≤ 2 ∗ ℎ ≤ 𝐶 ≤ 2 ∗ 65 = 32,5 > 38 < 130 OK
2

Lb = 0,3* 60 = 18 60 – 18 = 42

Lb= 42

Comprimento da ancoragem ∅𝑝𝑖𝑙 = 16 𝑚𝑚; 𝐶𝑜𝑛𝑐𝑟𝑒𝑡𝑜 𝐶25; 𝐴ç𝑜 𝑛𝑒𝑟𝑣𝑢𝑟𝑎𝑑𝑜 𝐶𝐴 − 50]

Cálculo dos momentos fletores nas seções de referência S1A e S1B

XA= CA+0,15*ap 38+0,15*30 = 42,5 cm

XB= CA+0,15*bp 38+0,15*30 = 42,5 cm

M1A, D = Pd* 𝑋𝐴² ∗ 𝐵 0,0210* 42,5² * 60 = 2.275,87 KN*cm


2 2

M1B, D = Pd* 𝑋𝐵² ∗ 𝐴 0,0210* 42,5² * 60 = 2.275,87 KN*cm


2 2
Armaduras de flexão

𝑀1𝐷,𝐴 2.275,87
As, A = = = 1,026
0,85∗𝑑∗𝐹𝑦𝑑 0,85∗60∗43,48

𝑀1𝐷,𝐵 2.275,87
As, B = = = 1,026
0,85∗𝑑∗𝐹𝑦𝑑 0,85∗60∗43,48

Na dimensão A: 1,026 = 2,052 cm²/m esp = ∅ 24 cm C/ 8 mm


0,50

Na dimensão B: 1,026 = 2,052 cm²/m esp = ∅ 24 cm C/ 8 mm


0,50
35

• Velocidade Característica de Vento:

Vk = Vo * S1 * S2 * S3

Vk = 30,00 * 1,00 * 0,92 * 0,95

Vk = 26,11 m/s

• Pressão Dinâmica:

q = 0,613 * Vk²

q = 0,613 * 26,11²
36

Vento 0° - Cpi = 0,20 Vento 0° - Cpi = -0,30

Figura 14 - Demonstração Visual Figura 15 - Demonstração


Visual

Ventos 06 Ventos 07

Fonte – Visual Ventos Fonte – Visual Ventos

Vento 90° - Cpi = 0,20 Vento 90° - Cpi = -0,30

Figura 16 - Demonstração Visual Figura 17 - Demonstração Visual

Ventos 08 Ventos 09

Fonte – Visual Ventos Fonte – Visual


Ventos
37

Vento 0° - Cpi = 0,20 Vento 90° - Cpi = -0,20

Figura 7 - Demonstração escolhida 01 Figura 18 - Demonstração escolhida 02

Fonte – Autores, Visual Ventos Fonte – Autores, Visual


Ventos
38

6.1 LINHA DE INFLUÊNCIA

O presente projeto apresenta altura 1,50 m entre o topo da


cobertura e a “base” da treliça, A partir dos dados informados, é possível
calcular a real dimensão da área de influência para aplicação.

As áreas de influência na treliça, para posterior cálculo dos


levantamentos das cargas na estrutura.

A=
Comprimento x
pórtico A1 =
0,76 x 6 =
4,56m²
A = 2, 4, 6, 8, 10 e 12 = 1,52 x 6 = 9,12m²

Tan = 9,46

Figura 19 - Linha de Influência Treliça

Fonte: Autores, AutoCad


39

Figura 20 - Linha de Influência

Fonte: Autores, AutoCad


40
41

6.2 CONSIDERAÇÕES FINAIS

No presente estudo, realizou-se o dimensionamento de uma estrutura metálica

destinada a um galpão, considerando uma variedade de parâmetros e empregando


ferramentas como o AutoCAD, Visual Ventos, Ftool, Revit, NavisWork Freedom,
Project e NavisWork Manage. Os principais aspectos abordados compreenderam o
cálculo da treliça e dos pilares, a avaliação do impacto do vento na edificação, a
determinação das cargas atuantes, a análise das áreas de abertura e a verificação
dos esforços resultantes.

Durante o processo de dimensionamento, levaram-se em conta diversas cargas

atuantes, como o peso próprio da treliça, o das telhas, as cargas acidentais e a


influência do vento. Essas cargas foram meticulosamente calculadas e aplicadas aos
elementos estruturais pertinentes, visando assegurar a segurança e a estabilidade da
estrutura.

A análise do efeito do vento foi realizada para entender como sua ação afeta a

estrutura do galpão. Tal estudo é crucial para a definição dos coeficientes de pressão
e a determinação dos esforços decorrentes do vento nas áreas mais críticas da
edificação. A delimitação das áreas de abertura também desempenha um papel
fundamental no dimensionamento da estrutura. Tais aberturas podem influenciar a
distribuição das cargas e a estabilidade da estrutura metálica, e, portanto, devem ser
consideradas no projeto.

Em resumo, o dimensionamento de uma estrutura metálica de um galpão é um

processo complexo que requer análises meticulosas e a utilização de ferramentas


apropriadas. A consideração das cargas atuantes, da influência do vento, das áreas
de abertura e dos esforços resultantes é essencial para garantir a segurança e a
eficiência da estrutura. A utilização de softwares como o AutoCAD, Visual Ventos e
Ftool facilita a análise e proporciona uma representação visual precisa da estrutura,
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contribuindo para um dimensionamento confiável e adequado às necessidades do


projeto.

A utilização integrada dessas ferramentas demonstrou a importância da tecnologia na


gestão de projetos de construção, destacando como a modelagem 3D e a simulação
podem contribuir para a eficiência, a precisão e a sustentabilidade das obras. Essa
abordagem integrada não só aumentou a eficiência, mas também melhorou a
qualidade e a segurança do projeto como um todo.
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6.3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

VariasEstrutura. Projeto de galpão estrutura metalica dwg. Imagem de


um galpão de estrutura metalica utilizada no corpo do projeto. Acessado
em: 28 de maio de 2024.
ArcelorMittal. Treliças. Imagem de uma treliça utilizada no corpo do
projeto. Acessado em 10 de março de 2024.

Ligações em Estruturas Metálicas – Manual da Construção Metálica.


Acessado em 08 de abril de 2024.
Antonio Carlos da Fonseca Bragança Pinheiro. Estrututas metalicas:
Cálculo, detalhes, exercícios e projetos. Acessado em 27 de maio de
2024.
Blessmann, Joaquim. O Vento na Engenharia Estrutural / Joaquim
Blessmann. – 2. ed. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013.
Lazanha, Estevão Carcioffi. Análise dinâmica elasto-plástica de
estruturas metálicas sob experimentação aleatória de vento/ Estavão
Carcioffi Lazanha. São Paulo: 2003. Dissertação de Mestrado, Escola
Politécnica. Acessado em: 15 de maio de 2024.

ABNT. NBR 6123: Forças devidas ao vento em edificações.


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de Maio de 2024

Carlos, Antonio. Estruturas metálicas: Cálculos, detalhes, exercícios


e projeto. 2° Edição.São Paulo: Blucher, 2005. Acessado em: 17 de
Março de 2024

ABNT. NBR 8800: Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas


Mistas de Aço e Concreto de Edifícios. Associação Brasileira de
Normas Técnicas, 2014. Acessado em 23 de Maio de 2024

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