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Dicas

O documento oferece dicas e informações sobre papéis utilizados em produções gráficas, incluindo suas características e aplicações. Além disso, discute a importância do cartão de visita e a influência das cores em diferentes culturas. O uso de QR Codes como ferramenta de marketing também é abordado, destacando sua funcionalidade e benefícios.

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Elcio Prado
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Dicas

O documento oferece dicas e informações sobre papéis utilizados em produções gráficas, incluindo suas características e aplicações. Além disso, discute a importância do cartão de visita e a influência das cores em diferentes culturas. O uso de QR Codes como ferramenta de marketing também é abordado, destacando sua funcionalidade e benefícios.

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Dicas

Apresentamos informações úteis ao dia-a-dia do comprador e profissional que trabalha em


produções gráficas. Esteja sempre atualizado consultando este espaço, ele foi produzido
especialmente a vocês clientes, fornecedores e interessados em adquirir conhecimentos na
área.

Escolha o papel correto


É grande a variedade de papéis fabricadas atualmente, abaixo você irá encontrar as linhas
mais utilizadas; clique sobre elas para ver suas características respectivas.

1. COUCHÊ - Suas características básicas são: a lisura de suas folhas, a ótima qualidade
de impressão e sua microporosidade, ou seja, quando a tinta é depositada permanece na
superfície do papel, garantindo assim cores mais vivas no impresso.
Esse papel é muito utilizado pelo mercado para fazer folders, flyers, catálogos, cartões de
visita, folhetos, volantes, malas-diretas, cartazes, revistas, enfim, uma variedade de materiais
promocionais, de publicidade e técnicos que exigem um aspecto profissional em sua
apresentação. Pode ser encontrado com aspecto brilhante ou fosco. As gramaturas mais
utilizadas são:
Couchê Brilhante: 90, 115, 150, 170, 230 g/m²
Couchê Fosco: 115, 150, 170, 230 g/m²

2. OFFSET - Assemelha-se ao papel sulfite, porém suas características técnicas são


diferentes. Por ser macroporoso, esse papel absorve muito mais tintas.
Sua vantagem é que podemos escrever e fazer anotações nesse papel. Seu preço é
também uma vantagem, já que custa menos que os couchês. É um papel bastante versátil,
utilizado em folhetos, volantes e principalmente em papelaria interna (envelopes, papel carta,
blocos, etc.), mas não recomendado para impressos coloridos (cromias).
Gramaturas mais utilizadas: 75, 90, 120, 150, 180, 240 g/m²

3. AUTO-ADESIVO - São recobertos de um lado com adesivos a base de resinas ou gomas


sintéticas, capazes de aderir imediatamente às superfícies pelo seu contato. No mercado
gráfico é comum fazermos referência aos tipos de cola utilizadas como sendo acrílica, borracha
ou removível. O auto-adesivo é composto por três partes: frontal, adesivo e protetor (liner).
Para a parte frontal comumente emprega-se o papel offset ou couche para utilização em áreas
internas.
Não existe um auto-adesivo que funcione em todo tipo de superfície, sendo de fundamental
importância definir claramente o substrato onde será aplicado o auto-adesivo, bem como
consultar nossos vendedores a fim de escolher o tipo de cola mais adequado a parte adesiva.
A temperatura, incidência de luz solar, pressão excessiva e umidade afetam também
diretamente o seu desempenho.
A superfície a ser aplicada deve ser limpa e isenta de sujeiras, gorduras e poeira que possam
prejudicar a performance do produto. Recomendamos que o destaque do adesivo seja feito
pelas laterais em seus pontos centrais, nunca pelas pontas ou cantos do adesivo. A
oleosidade/suor natural existente em nossa pele, faz com que o contato do dedo dilua a cola,
facilitando assim o desprendimento das pontas do adesivo caso seja aplicado pelas pontas.O
auto-adesivo não adere sozinho, é preciso pressioná-lo frontalmente sobre a superfície ou
substrato a ser aplicado.
Para a limpeza de resíduos de adesivo / cola deixados em sua embalagem, é indicada a
utilização de benzina retificada ou uma mistura de 50% de benzina retificada e 50% de álcool
etílico. A solução deve ser aplicada com um pano sobre a superfície. Para a limpeza prévia de
superfícies para aplicação do auto-adesivo cujo substrato seja de poliolefina ou produtos que
contêm desmoldantes, é recomendada a utilização de álcool etílico 96°GL.
É aconselhável o armazenamento dos adesivos em suas embalagens originais disponíveis no
mercado, retirando somente o necessário para sua utilização imediata e deixando o restante
embalado a fim de conservar suas características originais.

4. AUTO-COPIATIVO Produzem cópias duplicadas sem a necessidade de se intercalar folhas


de papel carbono. As folhas utilizadas como primeira via (auto-copiativo CB), sofre a aplicação
em seu verso, de uma tinta que contém produtos químicos reagentes e incolores dentro de
microcápsulas. Em vias intermediárias (CFB) a frente e o verso sofrem a aplicação das
microcápsulas. Já na última via (CF) as microcápsulas estão presentes somente na parte
frontal do papel.

5. CARTÃO São papéis revestidos que tem como características a resistência. Possuem
semi-brilho e são muito utilizados para embalagens, postais, displays, capas de livros, rótulos,
etc.
Geralmente os impressos nestes papéis utilizam acabamento especial (plastificação ou verniz
U.V.) para dar maior brilho e aumentar a sua durabilidade. Os tipos mais utilizados são o
duplex 250 g/m² e o triplex 250 g/m².
Cartão duplex: Cartão com duas camadas de celulose branca, miolo de celulose pré-
branqueada e cobertura couchê em somente um dos lados. Suas aplicações são em capa de
livros em geral, pastas, embalagens para produtos alimentícios, cosméticos, impressos
publicitários além de produtos que exijam envase automáticos.
Cartão triplex: Cartão com três camadas, duas com celulose pré-branqueada e a terceira de
celulose branca com cobertura couchê. Suas aplicações são em capa de livros em geral,
cartuchos em geral (para produtos farmacêuticos, alimentícios, higiênicos), embalagens para
eletro-eletrônicos, embalagens para brinquedos, vestuários e displays.

6. VERGÊ Suas características são marca d'água formando ranhuras em forma de linhas,
aparência artesanal, formação de folhas homogêneas, resistência das cores à luz, controle
colorimétrico sendo adequado para impressão: offset, tipografia, relevo e etc. Suas aplicações
são para papéis timbrados, convites, catálogos, capas, trabalhos publicitários, cartões de visita,
mala-direta e guarda de livros.

7. CARTOLINA/COLORIDOS Apresenta colorido na massa, boa lisura para impressão,


controle colorimétrico e continuidade das cores. Suas aplicações são em trabalhos publicitários,
papéis timbrados, envelopes, convites, catálogos, blocos, capas, folhetos, cartões de visita e
mala-direta.

8. RECICLADO A utilização de papéis reciclados representa um compromisso com o meio


ambiente e com a sociedade. São geralmente empregados em folders, folhetos, cartazes,
convites, mala-diretas, sacolas, agendas, calendários e papelaria em geral.

São papéis produzidos com fibras recicladas, quer sejam de aparas pré-consumo (internas)
ou pós-consumo (externas). Essas aparas, principalmente as externas, são submetidas a
tratamentos que lhes confere um elevado grau de limpeza. Em geral, possuem cor natural e
que podem sofrer variação tonal de um lote para outro, resultado das aparas utilizadas.
É sempre importante observar que a biodegradabilidade, o baixo impacto sobre o meio
ambiente bem como a possibilidade de confeccionar impressos que valorizam sua marca, são
os aspectos positivos explorados na utilização de papéis que preservam os recursos naturais.

9. SUPERBOND São papéis coloridos de baixa gramatura, muito utilizados na confecção


de notas fiscais, pedidos entre outros.

Originalmente, era um papel feito todo com pasta, usado pelos norte-americanos na impressão
de títulos da dívida pública (bonds); a denominação se estendeu depois aos papéis timbrados
com bastante cola, relativamente leves e constituídos de pasta de trapos, pasta química de
melhor qualidade ou mistura de ambos.
Suas aplicações são em cadernos, blocos, envelopes, talonários e serviços gerais de escritório.

Inove seus impressos aplicando o QR Code !

QR Code é um código de barras em 2D que pode ser facilmente escaneado usando


qualquer celular moderno. Esse código vai ser convertido em uma pedaço de texto (interativo)
e/ou um link que o celular os identifica. O uso do QR Code é livre de qualquer licença, sendo
definido e publicado como um padrão ISO.

No cartão de visita, no folheto, no crachá, em seus rótulos ou em seus impressos


promocionais vc pode imprimir um ícone composto por vários quadradinhos. Para decifrar esse
código bidimensional, basta aproximar a câmera do celular e fotografar o símbolo. O que seus
clientes poderão encontrar lá? O endereço de seu site, podendo ter acesso imediato a um texto
ou vídeo explicativo, um mapa indicando onde se encontra a empresa ou ainda todos os dados
como nome, endereço, telefone e e-mail idênticos aos impressos em seu cartão de visita e que
alimentam automaticamente a agenda do celular, sem precisar digitar nada.

O QR Code é instrumento eficiente para atiçar a curiosidade das pessoas. O aumento do


número de smartphones com câmera no Brasil vem abrindo espaço para o uso de códigos 2D,
apresentados em diversos formatos — sendo o QR Code, da sigla Quick Response, o mais
famoso deles.
Além da câmera, o smartphone precisa ter um aplicativo leitor para decifrar o código. Por
isso, não é qualquer celular com câmera que pode ler o QR Code. É necessário também que o
aparelho rode um sistema operacional que permita a instalação do software e que haja acesso
a navegação na web.
Os QR Codes ganham pontos em relação ao tradicional código de barras, aquele usado nos
supermercados por exemplo, pois guardam mais informações e são lidos com mais facilidade.
A leitura é possível até em casos em que o símbolo estiver sujo ou apagado, pois há uma
tecnologia de correção de erros.
Já está em teste um sistema que permitirá usar o leitor de QR Code do celular para pagar a
conta do restaurante, fazer cotações instantâneas, entre outras aplicações. Nada mais fácil do
que criar seu próprio QR Code. Basta acessar nosso link clicando aqui e digitar o texto,
informações ou a URL que serão inseridos no código. Confira aqui alguns sites que instalam o
QR Code em seu celular e amplie seus horizontes.

O cartão de visita e sua importância

O cartão de visita tem várias funções. Ao entregá-lo, você está convidando o outro a manter
contato com você. Além disto, ele indica a forma correta de escrever seu nome, define sua
ocupação e posição e indica as formas do outro te encontrar.
Agora, um bom cartão de visita, além de todas as funções acima, ajuda a destacá-lo dos
demais, dá credibilidade a você e ao seu negócio e reflete sua marca pessoal/empresarial. O
cartão de visita não pode ser apenas bonito. Seu design deve comunicar de forma clara e
precisa quem você e sua empresa são. Seu cartão de visita é sua forma de comunicação com
seu público-alvo e é uma forma de diferenciação.
O formato, cores e fontes escolhidas devem ajudar a transmitir sua marca. Não adianta você
gostar do cartão de visita de outra pessoa e copiá-lo para seu negócio se o design não estiver
de acordo com a imagem e valores de sua empresa e sua área de atuação.
É a mesma coisa com o guarda-roupa. Você pode adorar o figurino de seu amigo
publicitário, mas ele não vai funcionar no seu escritório de advocacia. Vale a pena um bom
investimento nessa área. Por mais que as papelarias forneçam material para você criar seu
próprio cartão de visita, não se aventure nessa área se não for sua especialidade. Você pediria
para um mecânico fazer seu tratamento de canal? O que você escolher como design para seu
cartão de visita deve ser o padrão para todo o resto de seu material impresso.
Existe também toda uma arte no modo de lidar com o cartão de visita de forma a valorizar e
fortalecer sua imagem. Para começar, nada de guardar seus cartões de visita soltos em um
bolso qualquer. Guarde-os em um lugar de fácil acesso, em um porta-cartão de qualidade, que
combine com seu estilo pessoal e transmita uma imagem profissional e coerente com sua área
de atuação. Nada pior do que ficar remexendo em suas coisas em busca do seu próprio cartão
de visita e ainda por cima entregá-lo sujo ou amassado.
Ao entregar um cartão de visita para alguém, você está indicando que aquela pessoa vale
seu tempo e atenção. Ele não deve ser entregue indiscriminadamente, para qualquer um, como
propaganda do seu negócio. Para isto, faça um folder. A princípio, os cartões de visita devem
ser usados apenas em situações profissionais, como reuniões de trabalho. Em eventos sociais,
guarde-os apenas para aqueles com que você acha que vale a pena manter o contato. Não vá
sacando seu cartão de visita logo de cara. Converse com a pessoa até ter certeza de que você
quer ser encontrado.
Ao receber um cartão de visita, passe os olhos antes de guardá-lo. Se você recebe um
cartão de visita e o guarda de qualquer jeito, sem lê-lo, transmite a imagem de alguém que não
valoriza o outro e seu negócio. Como quer que o outro o valorize então? É apenas um pequeno
pedaço de papel, porém pode fazer toda a diferença na sua imagem e a forma como os outros
acreditam que conduz seus negócios.

A influência das cores ao redor do mundo

As cores são capazes de dar significado e provocar sensações. A escolha do tom errado
pode passar uma mensagem diferente da desejada, por isso devem ser muito bem estudadas
durante um processo de criação. Porém as cores podem ser bem mais problemáticas do que
parecem.
Nem toda cultura tem a mesma percepção a respeito de uma cor, por exemplo, o roxo possui
diferentes significados na Europa católica é associado a luto e morte, em muitas outras culturas
o roxo é encarado como uma cor mística, nova era e seitas alternativas. Já em uma parte do
Oriente Médio pode estar ligado a prostituição. Veja o que significa as cores para alguns povos:

VERMELHO
Europa – Perigo, amor, excitação.
China – É cor tradicional das noivas, boa sorte, celebração, alegria, felicidade, vitalidade,
vida longa, indica a direção do Sul.
Japão – Vida.
Índia – Pureza.
Oriental – Alegria (junto com branco).
Hebraico – Sacrifício, pecado.
Cristão – Sacrifício, paixão e amor.
África do Sul – Luto.
Cherokees – Sucesso.
Romanos – A cor vermelha na bandeira significa o "Início da Batalha"
Celtas – Morte, vida após a morte.

PINK
Europa – Cor feminina.
Norte da Índia – Cor feminina.
Japão – Popular para ambos os sexos.
Coréia – Confiança.

LARANJA
Europa – Outono, criatividade e colheira.
Holanda – É a cor favorita.
Irlanda – Protesto.
Estados Unidos – Halloween e produtos baratos.
Hinduísmo – Saffron (é um pêssego laranja) é uma cor sagrada.

MARROM
Colômbia – desencoraja vendas.

AMARELO
Europa – Esperança, alegria, perigos, covardia e fraqueza.
Ásia – Sagrado e imperial.
China – Nutritivo e realeza.
Egito – Luto.
Japão – Coragem.
Índia – Mercadores.
Budismo – Sabedoria.

VERDE
Japão – Vida.
Islã – Esperança.
Irlanda – Símbolo do país.
Europa/Estados Unidos – Primavera, recém-nascido, seguro, avisos ambientais e dia de
Saint Patrick's.
Estados Unidos – Dinheiro.

AZUL
Europa – Suavidade, "ter algo azul" é uma tradição das noivas.
Irã – Luto.
China – Imortalidade.
Hinduísmo – A cor de Krishna.
Judaísmo – Sagração.
Cristianismo – A cor da roupa de Maria.
Oriente Médio – Proteção.
Ao redor do mundo – "cor" da segurança.

PÚRPURA (Roxo)
Tailândia – Luto.
Europa – Realeza.
Catolicismo – Luto, morte e crucificação.

BRANCO
Europa – Casamento e paz.
Japão – Luto, um Cravo Branco significa morte.
China – Morte e luto.
Índia – Infelicidade.
Oriente – Funeral.

CINZA
O cinza é usado mundialmente como uma cor neutra.
Já o prata tem tendência em expressar sofisticação e tecnologia.

PRETO
Europa – Funeral, morte, luto, rebelião, legal, descanso eterno.
Tailândia – Azar, infelicidade e mal.

Glossário dos termos gráfico utilizados em produção gráfica:

Offset (sistema de impressão): Offset é um sistema de impressão indireta, ou seja, o


papel não entra em contato com a matriz; esta é acoplada em um dos cilindros da
máquina e transfere a imagem para outro cilindro revestido de borracha (cauchu) que
por sua vez imprime o suporte. Este sistema, que se originou da Litografia em 1900,
por Rubel Ira, é o mais versátil, que permite impressão em plásticos, metais, papelões
e até mesmo pano entre outros tipos de suporte. O termo offset também se aplica para
papéis do tipo "sulfite".

Digital (sistema de impressão): Este sistema de impressão pode utilizar raios laser
modulados enviando a informação para um tambor fotossensível, que por meio de um
feixe cria uma imagem eletrostática de uma página completa, que será impressa. Em
seguida, a imagem é transferida a um tambor por meio de um pó ultrafino chamado de
toner que adere apenas às zonas sensibilizadas. Quando a folha de papel passa pelo
tambor, a imagem é formada em sua superfície. O papel já com a imagem passa por
um aquecedor chamado de fusor, o qual derrete o toner fixando-o na página.
A impressão digital pode ainda utilizar a tecnologia jato de tinta onde sistemas dotados
de uma cabeça de impressão ou cabeçote com centenas de orifícios, despejam
milhares de gotículas de tinta por segundo, comandados por um programa que
determina quantas gotas e onde deverão ser lançadas formando a mistura de tintas
aplicada.
Cores:
1) básicas de impressão: ciano, magenta, amarelo e preto (CMYK).
2) quadricromia: serviço impresso nas quatro cores de impressão.
3) 4x4: expressão usada para designar uma impressão em quadricromia na frente e
no verso de uma lâmina ou página. Existem variações: 4x1 (4 cores na frente e 1 no
verso); 4x2 (4 cores na frente e 2 no verso) e 4x3 (4 na frente e 3 no verso) ou mais.
4) Pantone Matchning System: sistema de seleção de cores desenvolvido pela
Pantone Inc., a partir de 8 cores primárias especiais que são combinadas em mais de
740 tons diferentes. Esse sistema é amplamente utilizado pela indústria gráfica
mundial.
5) Escala de cores: é um guia de cores combinadas em C+M+Y, K+C. K+M e K+Y. A
escala progressiva de 0 a 100% de densidade é usada habitualmente como referência
na reprodução de cromos, simulando o resultado no impresso. Em tempo: C - cyan
(azul); M - magenta; Y - yellow (amarelo); K - black (preto).
6) Cores puras: são tintas fabricadas já na tonalidade final desejada de maneira a
reduzir o custo de impressão quando o impresso necessita somente de 1 ou 2 cores de
impressão ou ainda quando um serviço será impresso através do sistema de
quadricromia (4 cores) mas terá grande área de uma determinada tinta devendo esta
ser aplicada exclusivamente (5 cores). Como exemplo temos algumas tonalidades mais
utilizadas e de estoque comum ao segmento gráfico tais como: verde bandeira, azul
bronze reflexo, laranja médio, vermelho neutro, entre outras.

Layout: Esboço de um anúncio ou peça publicitária bem acabado e próximo da arte-


final.

Arte-final: Trabalho de arte, quando terminado e pronto para produção ou


apresentação.

Boneca: Apresentação em forma de layout de uma peça acabada.

CTP (computer-to-plate): é o processo de produção das chapas usadas na impressão


offset através do qual a matriz (chapa) é gravada através de laser ou de luz utra-
violeta, controlado por um computador de forma similar às impressoras laser. Isto
permite que a chapa seja gerada diretamente de um arquivo digital, sem a necessidade
da produção de um fotolito intermediário.
Fotolito: Filme que apresenta o trabalho (peça publicitária) pronto para a reprodução
em chapa para a impressão off-set dividido individualmente por cores de impressão.

Imposição: Método de disposição de páginas de forma a aproveitar a folha onde o


material será impresso, para que depois da dobradura e do corte do papel, as páginas
estejam devidamente intercaladas e posicionadas.

Moiré (pronuncia-se moarê): Padrões indesejáveis que ocorrem quando as


reproduções são feitas a partir de originais impressos (frequente quando uma foto é
escaneada de algo já impresso e não da foto original).
Stripping: Emendas e correções de última hora feitas no filme limpo. O stripping só
pode ser aplicado em áreas livres de retículas e quase sempre no filme do preto.

Tira-retira: Termos usado em artes gráficas para designar o processo de cópia frente e
verso numa única chapa. Assim é possível imprimir frente e verso numa única
passagem. Depois vira-se o papel e, utilizando a mesma chapa, casa-se a frente +
verso e verso + frente.

Ganho de ponto

Ganho de ponto é a variavél mais importante a ser controlada no processo de impressão e


refere-se ao aumento do tamanho do ponto de retícula quando se comparam os filmes da
separação de cores do fotolito ou ctp e a reprodução impressa na gráfica. Isto é, a dilatação do
ponto causada por exposição incorreta, pela pressão entre chapa, blanqueta e cilindro de
contrapressão na impressora, ou pela expansão da tinta ao penetrar no papel.

Segundo padrões internacionais o ganho de ponto pode variar de 5% a 35%, dependendo


da qualidade da tinta aplicada e do tipo de papel. O ganho de ponto causa o escurecimento dos
tons médios que são normalmente os pontos de 50%. A princípio, quanto maior a lineatura,
melhor será a qualidade obtida na reprodução da imagem, porque ela parecerá mais nítida e
bem definida. No entanto, lineaturas muito altas são difíceis de serem impressas porque têm
maior ganho de ponto, alterando consideravelmente as tonalidades reproduzidas na impressão.
O tipo de papel também tem grande influência na qualidade de impressão dos pontos de
retícula. Quanto mais áspero for o papel de impressão, maior será o ganho de ponto e mais
difícil o controle de qualidade. Assim, é muito importante adequar a lineatura de retícula ao
papel e também ao sistema de impressão.

Como referência, recomendamos alguns valores para serem utilizados em impressão offset
em dois sistemas: sistema métrico, usado tradicionalmente em gráficas e fotolitos, e sistema
não métrico, normalmente adotado nos softwares de editoração eletrônica. Mesmo assim, um
jogo de filmes de separação reticulados, impressos em diversas impressoras e sobre variados
tipos de papéis, podem produzir diferentes porcentagens de ganho de ponto, que variam de um
valor aceitável até valores inadimissíveis. Portanto, o segredo para uma boa reprodução de
cores é reduzir o tamanho dos pontos dos tons médios conforme as condições de impressão.

Produção gráfica avançada

Dobras: quanto ao acabamento do impresso, alguns cuidados devem ser tomados em


relação às dobras. É recomendável evitá-las sobre áreas que receberam cores
escuras. Dificilmente, após a dobra, as fibras do papel não serão reveladas,
provocando aquele aspecto desagradável de "quebrados" brancos. Esse fenômeno
pode ocorrer mesmo que a dobra tenha sido previamente vincada.
Outro erro muito comum em materiais com duas ou mais dobras é a produção de todas
as partes do trabalho no mesmo tamanho, fazendo com que haja sobreposição das
partes ou ainda uma dobra muito justa. Lembre-se de fazer a compensação das
dobras, como por exemplo: um material A4 em formato paisagem (deitado), deverá ter
2 partes com 10 cm e a terceira com 9,7 cm, ficando com 10 x 21 cm no formato
fechado.
Compensação de Páginas: dependendo do número de páginas de um impresso com
acabamento de lombada canoa (grampeada) há necessidade de compensação das
páginas em virtude do número de lâminas - quanto mais volumoso, maior a diferença.
A lâmina central ficará menor do que a capa. Faça um boneco para verificar e prevenir
esse problema, calculando uma compensação das páginas.

Tonalidades CMYK: os percentuais de cores em quadricromia: (ciano + magenta +


amarelo e preto) nunca devem ultrapassar 320%. Quando isto ocorre, haverá uma
saturação de carga de tinta no papel, comprometendo a qualidade do impresso.
Lembre-se: o processo gráfico reproduz a gama de cores utilizando as quatro cromias
básicas (ciano + magenta + amarelo e preto). Muitas cores que vemos no monitor
(cores RGB - Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul)) ou que observamos em um
cromo (tom contínuo), por exemplos, são impossíveis de serem reproduzidas no
sistema offset. Esta "deficiência" é inerente aos processos diferentes de formação de
cores e ocorre como observamos abaixo, principalmente, com laranjas, azuis e verdes.
Cor da Base: todo mundo sabe, mas é bom lembrar que, ao usar em seu projeto 100%
preto (chapado) em uma área considerável do impresso (jamais em detalhes
pequenos, letras, etc.), é conveniente calçá-lo (usar mais uma cor de base) com pelo
menos 30% de ciano. Tal procedimento irá garantir uma cobertura mais uniforme do
preto, evitando manchas.

Cores Chapadas: na utilização de cores chapadas escuras é altamente recomendável


especificar sempre a aplicação de camadas protetoras nos impressos (verniz UV,
plastificação ou laminação). Isto evita que o material fique comprometido pelas
desagradáveis manchas causadas pela oleosidade natural dos dedos de quem o
manuseará, além de evitar o "decalque" (transferência de tinta) de um impresso ao
outro quando estes forem empilhados para a embalagem final.
Por questões técnicas de impressão o verso deve seguir a mesma nuance de cores da
frente do produto para evitar o decalque do impresso, verso escuro a frente deverá ser
escura e vice-versa, verso claro a frente deverá ser clara e vice-versa.

Degradês com preto: para que o efeito degradê utilizando-se preto seja natural, é
necessário calçá-lo com a cor do degradê, ou as cores intermediárias poderão parecer
desbotadas. Observe abaixo que para a formação do degradê foram acrescentados os
mesmos percentuais de cores que compões a cor do vermelha do outro lado. Lembre-
se de convertê-lo posteriormente para bitmap.
Cores Especiais: procure consultar as "tabelas de cores" para prever como será a
reprodução de uma determinada cor especial. Nunca tome como base a tonalidade da
cor percebida no monitor. Para se obter uma determinada cor Pantone em CMYK
procure em uma tabela específica, denominada "solid to process".
Você já deve ter percebido que as tabelas Pantone possuem, após o código numérico,
a letra "U" ou a letra "C". Estas letras designam o tipo de suporte utilizado para
reprodução daquele determinado tom e o resultado que será obtido. (U de uncoated) e
(C de coated). Uncoated refere-se aos papéis que não possuem revestimento, como o
offset ou alta-alvura. Coated são aqueles revestidos, como os couchés. Por isso é bom
atentar para as diferenças da reprodução das cores, que têm os seus tons bastante
alterados em função do tipo de papel utilizado.

Fios e Traços: não use espessura de fios "Hairline", eles ficarão quase invisíveis a
uma resolução acima de 1200 DPI, utilize 0.5 ponto para fios finos. Evite ao máximo
também a inserção de molduras com filetes aplicados próximos ao corte do impresso,
pois mesmo nos equipamentos de corte/guilhotinas mais avançadas podem ocorrer
variações de +/- 1 mm. no corte o que ocasionará o efeito abaixo indesejável.

Lâminas: existe uma confusão muito grande em relação à terminologia empregada


para designar folhas, páginas e lâminas. Uma folha nada mais é que uma folha de
papel. Tem sua frente e seu verso. A página refere-se a uma das faces do papel (um
lado de impressão). Exemplo: uma folha tem duas páginas. Já a lâmina é uma forma
de especificação de um produto gráfico.
Exemplo: um boletim com 16 páginas possui 4 lâminas. Portanto, considere múltiplos
de quatro para a elaboração de um impresso com várias lâminas. Um boletim ou uma
newsletter, com uma dobra, é sempre impresso em múltiplos de 4 páginas,
denominados cadernos. Portanto, um caderno tem, neste caso, quatro páginas.

Impresso Sangrado: em um projeto de impresso sangrado (quando o grafismo supera


o formato final do papel), não esqueça de deixar margem impressa de pelo menos 3
mm para a operação de corte evitando assim o aparecimento de filetes brancos
próximos ao corte do papel.

Veja abaixo um exemplo de impresso sem sangria (a impressão não se prolonga até as
bordas do papel)

E abaixo outro exemplo de impresso agora com sangria no topo e nas laterais do papel
Informações para Impressão: quando encaminhar um trabalho, forneça as
informações necessárias, anexando indicação de cores, bonecos, esquemas de
montagem, corte, colagem, intercalação. Este procedimento irá garantir rapidez na
execução. Não mande arquivos com páginas em branco ou com páginas que não
devem ser impressas.

Orçamento: ao solicitar um orçamento gráfico é bom manter sempre um check-list dos


itens. Isto irá facilitar o trabalho do orçamentista e com certeza, agilizar o seu também.

a) Formato - Especifique as dimensões do impresso. Caso ele possua dobras, há


necessidade de fornecer o formato aberto e o formato fechado. Exemplo: uma revista
que possua o formato fechado 210 x 280 mm com uma dobra central. O formato
fechado é 210 X 280 mm, e o aberto, 420 x 280 mm. Vale lembrar que a especificação
de formato deve estar baseada em algo denominado pelas gráficas como
"aproveitamento de papel". Isto nada mais é que o melhor aproveitamento de folhas
enquadradas do seu impresso nas folhas inteiras de formatos padrões do mercado.
Exemplo: se o formato do papel utilizado pela gráfica é 66 x 96 cm, deve-se calcular
formatos que aproveitem da melhor forma possível a área útil da folha para evitar
desperdício. É conveniente consultar sempre a GCom para saber qual o formato do
papel utilizado para aquele serviço específico.

b) Número de lâminas ou número de páginas - Indique quantas lâminas de formato


aberto tem o seu material. Caso tenha dúvida nesse item converse com o
orçamentista, que ele poderá ajudá-lo.

c) Cores de impressão - Informe o número de cores utilizado tanto na frente quanto no


verso do papel. Daí vem a configuração utilizada: 1 x 1, 4 x 4, 4 x 2 cores. Não
esqueça de informar sobre a utilização de cores especiais (escala Pantone) ou
quadricromia (cores de escala padrão).

d) Tiragem - Estabeleça a quantidade de impressos desejados. Para impressos em


offset, há uma economia de escala (quanto maior a tiragem, menor o custo unitário).

e) Acabamento - Existe uma variedade muito grande de acabamentos para o produto


gráfico. Antes de especificá-lo, procure conversar com a gráfica para saber o mais
conveniente ao seu produto. Via de regra, são esses os tipos de acabamento mais
freqüentes:

o Lombada canoa: acabamento de grampos e folhas apenas dobradas ao meio.


o Lombada quadrada: tipo livro, com lombada reta, podendo ser colado ou
costurado.
o Dobra: número de dobras do impresso. Para papéis mais grossos, confira se
há necessidade de vinco, para não "quebrar" na dobra.
o Plastificação/Laminação: película aplicada ao impresso deixando-o com um
aspecto brilhante no caso da plastificação brilho ou acetinada no caso da
laminação BOPP. Informe sempre em qual(is) face(s) do papel será aplicado.
o Verniz: o verniz de cura ultra-violeta (UV) pode ser aplicado em toda a área do
impresso (total) ou ainda em áreas específicas (com reserva) em que se
deseje ressaltar com brilho, tais como sua logomarca, uma foto, etc. Informe
sempre em qual(is) face(s) do papel será aplicado e no caso do verniz com
reserva o percentual da área a ser aplicada. Não deixe o verniz com reserva
facear as áreas de corte do impresso, caso isto ocorra o verniz irá se
desprender do papel.
o Raspadinhas: cobertura destinada a ocultar áreas do impresso de maneira a
promover a curiosidade em seu material promocional. Informe sempre em
qual(is) face(s) do papel será aplicado bem como o percentual da área a ser
aplicada.
o Corte especial: é aquele corte feito com facas de corte e vinco. Esse tipo de
acabamento é sempre necessário quando o formato do impresso for irregular
(não retangular/quadrado) e não puder ser feito em guilhotina.

Ponto de Retícula: na medida do possível, deve-se evitar retículas com percentual


acima de 50% aplicados próximos a elementos chapados.

Provas: provas feitas a partir de impressão digital apresentam algumas distorções em


relação à reprodução das cores, embora o resultado seja bastante satisfatório.
Normalmente, nestas provas, as cores são muito estimuladas e tornam-se
extremamente vibrantes. Para impressos produzidos no sistema offset de impressão
através de tintas puras (não elaboradas através do sistema de quadricromia) a GCom
disponibiliza pastilhas impressas nestas cores, para consulta prévia (disponíveis em
papel couche brilho e em papel offset), assim você pode indentificar facilmente a
tonalidade final da cor a ser impressa antes de colocarmos seu serviço em produção. A
prova de prelo ainda é o processo que mais se aproxima da impressão offset, pois
utiliza do mesmo princípio de impressão, inclusive gerando lâminas com as separações
e somatória das cores tal qual as impressoras fazem. Ainda em relação à prova de
prelo é recomendável utilizar o mesmo suporte (papel) que o da impressão.

Textos e Fontes: todo material deve vir acompanhado de suas respectivas fontes nos
casos em que o texto não tiver sido convertido para curvas. Sempre envie as fontes de
tela (.pfm) e as fontes de impressão (.pfb) quando utilizar fontes Adobe Postscript Type
1, para fontes TrueType envie somente as (.ttf), procure sempre que possível utilizar
fontes Type 1 em razão de serem mais adequadas ao ambiente gráfico.
Marcando as opções bold e/ou itálico para fontes pode funcionar para a tela ou
impressão em baixa resolução mas ao imprimirmos em alta resolução poderá não
funcionar, você deve ter certeza de que tem a fonte que quer usar e sua respectiva
família. (ex. usar Helvetica e Helvetica Bold funciona pois existe esta fonte
correspondente, agora usar Futura Black e depois selecionar a opção Bold não irá
funcionar pois não existe a fonte Futura Black Bold, neste caso você deve usar a fonte
Futura Extra Black).
Sempre que houver a necessidade de vazar um texto, isto é, colocar letras claras sobre
fundo escuro, evite o uso de fontes light. A tendência é que na impressão as fontes
tornem-se mais "finas", ocorrendo comprometimento da leitura, problema comum para
textos com tamanho inferior a 7 pontos. Textos com mistura de cores e tamanho
reduzido (inferior a 7 pontos) poderão apresentar oscilação de registro e não estarão
cobertos pela garantia.
É conveniente não vazar um texto em preto sobre uma cor clara (fundo). Assim evita-
se a formação de filete caso haja pequena variação no registro das cores em situação
de impressão. Essa recomendação vale somente para o caso do texto em preto. Caso
o texto seja de alguma outra cor da escala cromática ou mesmo uma cor pantone,
deve-se utilizar o recurso do "overprint" para que não se obtenham cores indesejáveis,
resultados da soma de duas cores. A tinta offset, apesar de não parecer, é
transparente.

Visualização das Cores: lembre-se também que a cor está diretamente relacionada
ao iluminante. Na prática, a visualização das cores é alterada de acordo com a luz que
incide sobre o objeto. Procure sempre analisar originais e impressos com uma fonte de
luz calibrada na faixa dos 5.000K (Kelvin). Para facilitar estas avaliações, existem
cabines de luz apropriadas para compra no mercado.
Uma aparente mudança de cor do impresso pode ocorrer após os processos de
laminação ou aplicação de verniz porque a visão é enganada pela mudança de brilho
no impresso ou ainda pelo aspecto leitoso da laminação ou revestimento. Alguns
pigmentos pantone (notadamente Reflex Blue, Rhodamine Red e Pantone Purple) são
ainda afetados (sofrem um leve branqueamento) pela reação que provocam ao entrar
em contato com o verniz UV ou com o adesivo da laminação.

Dicas de diagramação
Fontes
●Escolha preferencialmente uma família tipográfica com variantes
suficientes para diferentes necessidades.●Não utilize muitas fontes
tipográficas num mesmo projeto. Geralmente,é necessária apenas uma
segunda fonte tipográfica: uma para títulos e subtítulos e outra para texto corrido
(parágrafos). ●Evite o uso de fontes fantasia e fontes manuscritas
para textos corridos. ●Evite o uso de fontes tipográficas
de procedência desconhecida. Trabalhe preferencialmente com fontes de
Type Foundries de renome. ●Em softwares gráficos, utilize
preferencialmente fontes do tipo OpenType (ícone O) ou ATM Type 1 (ícone a).
Evite fontes do tipo True Type (ícone TT)
. ●Em softwares gráficos, evite engordar a fonte com o recurso de fio de
contorno (pseudo-bold). O mesmo vale para o pseudo-italic. Utilize sempre a própria
fonte com a variante bold ou italic
. ●Crie uma pasta com as fontes utilizadas no projeto. Além de ser
necessário anexá-las caso precise enviar o arquivo aberto, serve para compor o
conjunto do backup do projeto. ●Durante o processo de trabalho, gere pdfs
para visualização. Ao término do trabalho, gere um pdf em alta para incorporar
fontes e imagens e para configurar o arquivo para a impressão. ●Forneça o
arquivo fechado e também o conjunto do trabalho aberto para a gráfica ou
bureau. Entre em contato com o fornecedor para detalhamento das especificações
do arquivo de saída. ●Geralmente, as fontes serifadas pedem um corpo
maior do que as fontes sem serifa. Observe o desenho da fonte na relação
altura-largura. Faça testes de impressão no tamanho 1:1. ●Escolha os atributos
para o texto (parágrafos). Imprima e analise o comportamento do texto na
mancha gráfica. Altere se necessário e crie um Paragraph Style para o corpo do
texto. Posteriormente, crie Paragraph Stylepara título, subtítulo etc.● P o r p a d r ã o ,
a e n t r e l i n h a é 2 0 % m a i o r d o q u e o c o r p o d a f o n t e . E x e m p l o : 10/12
pt. Para uma diagramação arejada utilize uma relação de corpo/entrelinha maior do
que 100/120%.●Evite condensar ou estender a fonte. Esta ação deforma o
desenho da [Link] queira aplicar estes efeitos, utilize fontes com variantes
extended ou condensed
. ●Utilize o espacejamento normal para parágrafos. Apenas em último
caso,aumente ou reduza o espacejamento (tracking) para ajustar a quantidade
de linhas do parágrafo.
Diagramação
●A quantidade de 65 caracteres por linha é considerada ideal para uma
leitura contínua. Entretanto, utilizar uma média entre 45 à 75 caracteres por linha
é aceitável. É desaconselhável utilizar acima de 75 caracteres por linha.● E v i t e
linhas viúvas e órfãs.
Viúva: última linha que passa para a coluna ou página seguinte.Órfã: palavra(s) que
fica(m) sozinha(s) na última linha do parágrafo.
●Evite iniciar um título ou subtítulo próximo da parte inferior da
página. ●Estabeleça uma hierarquia visual para
títulos, subtítulo etc. ●Ao projetar a mancha gráfica certifique-se que a
altura da mancha coincida com a entrelinha do texto principal (baseline
grid). ●No caso de colunas com alturas diferentes, alinhe
pela margem [Link] a justificação da altura das colunas. ●Não
realize hifenização manual com o sinal de hífen. Use corretamente a
hifenização manual: SHIFT + ALT + CTRL + H. ●Aplique hifenização nos
textos com alinhamento justificado. Esta ação evita “buracos” no texto.
Certifique-se o dicionário Brazilian Portuguese está selecionado. A partir da
versão CS3 o In Design vem com ajuste Adobe Paragraph Composer.
É aconselhável utilizá-lo. ●Evite justificar títulos. Cuide para que
a quebra do título fique em linhas equilibradas na largura. As novas versões do
In Design têm um recurso para equilibrar as linhas quebradas. ●Na medida do
possível, aplique textos revisados. A aplicação de revisão num texto
diagramado gera atrasos e aumenta a possibilidade de
erros. ● E v i t e c o l o c a r i m a g e n s d e s n e c e s s á r i a s . ●Antes de aplicar uma
imagem, verifique sua qualidade e características no software de
tratamento de imagem. ●Evite utilizar imagens com tamanho
ou resolução maior do que o necessário. ● D e c i d a p o r u m a m a n e i r a d e
d e m o n s t r a r o i n í c i o d e u m p a r á g r a f o (endentação ou espaço entre
parágrafos). ●Evite utilizar margens muito estreitas pois gera uma grande
massa de texto que, por sua vez, torna a leitura cansativa. Quando possível, crie
margens largas para maior arejamento do layout da página. Esta medida torna a
leitura mais agradável. ● A d i a g r a m a ç ã o d e u m c a p í t u l o o u s e ç ã o s e d á
e m d u a s e t a p a s . Primeiramente são dispostos os elementos textuais e visuais
para definição do número total de páginas do capítulo ou seção. Em seguida, são
realizados os ajustes finos.
● P a r a s a í d a e m offset , ao diagramar revistas e livros pense sempre
no fechamento do caderno. ● P a r a s a í d a e m offset
, imagens que encostam nos limites da página devem ser sangradas. As imagens
devem ser editadas para tal. ● M a n t e n h a a c o n s i s t ê n c i a d a d i a g r a m a ç ã o
p o r t o d a a p u b l i c a ç ã o . ●Utilize páginas-mestra com sistema de grid.
Cria flexibilidade e rapidez no processo de trabalho.
Cor
●Evite o uso excessivo de tons de cor. A utilização de cor numa
publicação deve se basear num pequeno e limitado esquema de cores. Defina
uma paleta de cores. ● U t i l i z e g r a d i e n t e s c o m
m o d e r a ç ã o . ●Para saída em policromia, não utilize cor em texto com
fonte regular aplicada. Aplique cor apenas em títulos ou subtítulos que tenham
uma fonte bold ou um tamanho de corpo
considerável. ●Textos com fonte regular podem
receber cores especiais (tom escuro). ● U m r e c u r s o p a r a i n s e r i r c o r
n u m a p u b l i c a ç ã o é a e s c o l h a d e u m p a p e l colorido e texturizado.●Não
utilize uma extensa área de texto vazado
em branco sobre fundo [Link] recurso é apropriado apenas para pequenas
frases (títulos) ou textosem quadros. ● P a r a s a í d a e m p o l i c r o m i a , g r a n d e s
á r e a s c h a p a d a s e m p r e t o d e v e m ser “calçadas” com a cor CYAN (40%)
para obtenção de uma cor preta intensa.
Organização:
●Crie uma pasta principal para o projeto (local do arquivo indd) e,
dentrodeste diretório, pastas específicas para imagens, links, fontes, pdf
etc. ● S e m p r e f a ç a backups periódicos em mídias
diferentes. ●Entre em contato com o bureau antes do início do
trabalho para obtenção de especificações de saída.

Workflow significa fluxo de trabalho, em português, e seu conceito é de


uma sequência de passosnecessários para automatizar processos, de
acordo com um conjunto de regras definidas, permitindo que estes possam ser
transmitidos de uma pessoa para outra.
Nessa automação, documentos, informações ou tarefas são passadas de um
participante para o outro para execução de uma ação, de acordo com um
conjunto de regras de procedimentos. A automação do processo de negócio
identifica as várias atividades do processo, regras de procedimento e controle
de dados associados para gerenciar o workflow.

IMPRESSÃO OFFSET

Na impressão offset, uma chapa metálica (matriz) tratada é usada para transferir a
imagem ao papel por meio de um cilindro de borracha. A gravação na matriz –
comumente, de alumínio e sensível à luz – é realizada a partir de um fotolito, o qual é
colocado sobre a chapa e exposto à luz para aderência da ilustração. Depois, ela passa
por processo de revelação química, parecido ao de revelação fotográfica, e é instalada
em um rolo específico da impressora.

Hoje, uma opção mais viável que dispensa o fotolito é o CTP (Computer-to-Plate),
processo que cria a chapa de impressão direto do arquivo eletrônico, possibilita
melhor resolução e reduz a contaminação do material por fatores ambientais.

As máquinas offset imprimem em CMYK ou Pantone. No primeiro caso, cada cor possui
um ângulo de retícula próprio e é transferida individualmente à folha, formando a
estampa. Isso porque, se os tons fossem impressos no mesmo ângulo, resultariam em
cores divergentes das desejadas. Já o sistema Pantone é formado por cores prontas e
utilizado para proporcionar um tom exato. Porém, independentemente do sistema
usado, um impresso offset colorido necessita de uma matriz para cada cor.

Outro fator interessante é que as impressoras offset podem ser rotativas ou


alimentadas por folhas individuais. No primeiro caso, utilizam rolos de papel, o que
otimiza a impressão e possibilita produzir materiais em maior quantidade. Além disso,
permitem a impressão em diferentes suportes e gramaturas.

IMPRESSÃO DIGITAL

A impressão digital não requer todos esses processos. As cores são impressas de uma
só vez e diretamente no papel, utilizando o padrão CMYK. Assim, com a redução do
custo de acerto de máquina, é possível imprimir menos cópias, materiais com dados
personalizados e variáveis e provas de impressão.

O acabamento também é diferente. A máquina digital imprime a partir de toner,


polímero que se funde à superfície do papel e proporciona um material com cores
mais saturadas; enquanto a offset utiliza uma mistura de óleo mineral, pigmento e
outros aditivos com água que penetra no substrato, equilibrando a intensidade das
cores.
Ambos os tipos de impressão são interessantes, mas podem ser mais vantajosos de
acordo com o propósito do cliente. Indica-se o método offset para quem deseja imprimir
grandes tiragens e possui prazo maior para receber os impressos. Já quem está com o
prazo apertado e precisa imprimir menor tiragem, o melhor é recorrer ao digital.
VERNIZ UV (total ou localizado)

Confere elegância e sofisticação aos impressos, além de impermeabilizar e aumentar a


durabilidade da fibra do papel e dar brilho, o qual, por sua vez, ressalta as cores do
material, deixando-as mais vivas. O Verniz UV pode ser aplicado em toda a superfície
da impressão (Verniz UV Total) ou apenas em áreas específicas (Verniz Localizado) –
nesse caso, geralmente é usado junto à laminação fosca.

O Verniz UV Total pode ser aplicado na própria máquina offset ou após a impressão,
enquanto o Verniz UV Localizado é quase sempre aplicado manualmente por meio da
serigrafia, o que exige atenção extra com a área de aplicação, principalmente se forem
fios finos (hair line) e imagens muito pequenas.

Arquivos de materiais gráficos que receberão verniz devem ser enviados para a gráfica
com o fundo branco e apenas a área onde será aplicado o verniz com 100% de cor
preta, as demais cores em 0%.

LAMINAÇÃO BOPP

Trata-se de um acabamento plástico que pode ser brilhante, fosco ou holográfico. A


laminação BOPP protege a fibra do papel, aumentando sua resistência e durabilidade.
Além disso, impermeabiliza o material gráfico, evitando manchas e arranhões, e o
deixa com aspecto emborrachado.

A laminação brilho deixa as cores do impresso ressaltadas e vivas. Dessa forma, marcas
d’água e pequenas linhas e fios tendem a ganhar destaque e perder seus efeitos
originais. A laminação fosca, por outro lado, proporciona cores mais sóbrias e toque
aveludado ao impresso.

Esse tipo de acabamento pode ser aplicado nos dois lados do material gráfico. Trata-se
de uma película plástica com cola que adere ao papel por meio do calor da máquina de
laminação.

Arquivos de materiais gráficos que receberão laminação não necessitam de nenhuma


alteração específica para serem enviados para a gráfica.

Atualmente, no mercado, há diversos tipos de acabamento disponíveis, indicados para


diferentes finalidades: aumento de durabilidade, sofisticação, realce de cores e até
mesmo sensação diferenciada durante o toque.

LAMINAÇÃO BOPP FOSCA SOFT TOUCH


Para quem está procurando pelo último caso, a Laminação BOPP Fosca Soft Touch –
assunto especial do post de hoje – é a mais recomendada, pois ela confere toque
aveludado ao material, deixando-o mais sofisticado.

E, o melhor, esses não são os únicos benefícios da Laminação BOPP Fosca Soft Touch!
Ela também ajuda a aumentar a durabilidade do impresso, já que protege contra
umidade, sujeira e, inclusive, aos danos causados pelo manuseio. Sem contar que,
como é um tipo de acabamento mais fosco que os demais encontrados no mercado,
ele proporciona alta fidelidade de cor.

HOT STAMP

Hot Stamping ou Hot Stamp É um sistema de impressão utilizado comercialmente para


pequenos detalhes ou frases, afim de produzir um efeito metalizado na impressão.
A impressão de Hot Stamping não recebe tinta para realizar a gravura, sendo necessário
apenas aquecimento para gravar o conteúdo desejado em uma tira de material sintético
revestida de uma fina camada metálica.

Como é utilizado o Hot Stamping

A técnica de Hot Stamping ou Hot Stamp é semelhante a tipográfia processo o qual a


gravura é feita em alto-relevo, porém, no processo de Hot stamping quando a camada
metálica é pressionada pela chapa quente, a fita se desprende e adere ao material a ser
impresso, formando assim a frase ou o detalhes desejado.
O processo de Hot Stamping é muito utilizado em trabalhos monográficos, trabalhos
escolares, e arquivos.
A Impressão em Hot Stamping pode ser feita em livros de capa dura, ou mesmo em
outro tipo de material, como papelão, calçados, ou artigos de couro.
Essa é uma ótima opção de acabamento para dar um toque especial a cartões de
visita, tags, marca páginas, cartões fidelidade, vales-presente, cartões comemorativos
e certificados, por exemplo.

HOT MELT

Hot Melt (cola quente) ou lombada quadrada é um tipo de encadernação onde os


cadernos ou folhas soltas são fresados e colados a quente em uma capa flexível (até
250g/m2). Produz uma lombada quadrada , daí também ser conhecido por esse nome.

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