Plano de Recuperação de Área Degradada
(Área de Lavra)
PLANO DE RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS DEGRADADAS – PRAD
(AGRICULTURA FAMILIAR)
ATIVIDADE AGRICULTURA FAMILIAR , LOCALIZADA NA
VICINAL NOVO CÉU, KM 10 , ZONA RURAL , AUTAZES\AM
Empreendedor: ADRIANA COSTA FIGUEIREDO
CPF: 754.185.092-68
Responsável Técnico:
MELISSA SILVA DE SOUZA
[Link] CREA/AM: 34918
Autazes- AM
2022
ADRIANA COSTA FIGUEIREDO 1
Plano de Recuperação de Área Degradada
(Área de Lavra)
SUMÁRIO
1. INFORMAÇÕES GERAIS ...................................................................................................... 3
1.1 Empreendedor....................................................................................................................... 3
1.2 Responsável Técnico pela elaboração do PRAD ................................................................ 3
2. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................... 4
3. ClASSIFICAÇÃO DO SOLO .................................................................................................. 5
4. OBJETIVOS ........................................................................................................................... 6
4.1. Objetivo geral ........................................................................................................................ 6
4.2. Objetivo específico ............................................................................................................... 7
5. JUSTIFICATIVA ..................................................................................................................... 8
6. CARACTERIZAÇÃO REGIONAL E LOCAL .......................................................................... 9
6.1. Localização ........................................................................................................................... 9
6.2. Geomorfologia ...................................................................................................................... 9
6.3. Clima e temperatura ............................................................................................................. 9
6.4. Precipitação ........................................................................................................................ 11
6.5. Topografia ........................................................................................................................... 12
6.6. Relevo.................................................................................................................................. 12
7. CARACTERIZAÇÃO ATUAL DA ÁREA A SER RECUPERADA......................................... 13
8. ETAPAS DA REPOSIÇÃO FLORESTAL ............................................................................. 13
8.1. Quantidades de mudas a serem utilizadas ....................................................................... 14
8.2. Isolamento da área a ser recuperada ................................................................................ 14
8.3. Preparo das covas para o plantio ...................................................................................... 14
8.4. Aquisição das mudas ......................................................................................................... 15
8.5. Plantio das mudas .............................................................................................................. 15
8.6. Replantio (perda superior a 10%) ...................................................................................... 16
8.7. Tratos culturais ................................................................................................................... 16
8.8. Outras medidas de recuperação........................................................................................ 16
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................................... 18
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ADRIANA COSTA FIGUEIREDO
Plano de Recuperação de Área Degradada
(Área de Lavra)
1. INFORMAÇÕES GERAIS
1.1 Empreendedor
Empreendedor: ADRIANA COSTA FIGUEIREDO
CPF: 754.185.092-68
VICINAL NOVO CÉU, KM 10 , ZONA RURAL.
Município: Autazes UF: AM
Atividade: Agricultura Familiar
1.2 Responsável Técnico pela elaboração do PRAD
Responsável Técnico: MELISSA SILVA DE SOUZA
Endereço: Edifício Skye Platinum Offices, Andar 9º sala 901, CEP: 69050-055,
bairro Chapada
Município: Manaus/AM.
Profissão: Eng. Ambiental
CREA: 34918/AM.
Fone: (92)99140-9596
Profissão: Engenheira Ambiental
CREA: 34918/AM.
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2. INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, em função da preocupação crescente do manejo
ambiental, legislações têm procurado caracterizar problemas de conceituação e
ações que envolvam a restauração de ecossistemas degradados. Uma
tendência evidente tem sido a importância dos aspectos da própria ecologia da
região a ser restaurada. A distinção entre processos de recuperação e
restauração tem como fundamentos detalhes da ecologia básica e, neste
contexto, torna-se muito significativa a preocupação com os processos
interativos e sucessionais.
Há uma tendência em achar que o processo de restauração seja uma
utopia, pois nunca será possível refazer um ecossistema com toda a sua
biodiversidade original. No entanto, consideramos que o principal fator numa
proposta de restauração seja o de “ajudar a natureza se recompor, de forma
que os processos sucessionais ocorram na área degradada”, recompondo uma
biodiversidade compatível com o clima regional e com as potencialidades locais
do solo.
Atingir o mais próximo possível de sua condição original significa trazer
novamente ao ambiente, espécies e interações existentes entre as mesmas.
Isto, evidentemente, não pode ser pré-definido dentro de um espaço de tempo
por executores de projetos de restauração, mas apenas previstas as
probabilidades de um dia ser alcançada a semelhança com o ecossistema
anteriormente degradado. Mais do que a proximidade à condição anterior,
níveis de sucessão devem ser alcançados, os quais atendam ao conceito de
estabilidade (resiliência, persistência, resistência, variabilidade) proposto por
PIMM (1991).
A ideia que normalmente é desenvolvida, na maioria das propostas de
recuperação, é a de um plantio estático, ou seja, colocar espécies vegetais
para que haja apenas uma revegetação da área. Sempre que uma ação
humana permitir evidente aumento da resiliência ambiental (para PIMM (1991),
resiliência é a intensidade com que variáveis retomam ao equilíbrio dinâmico
após um distúrbio), este processo deve ser encarado como restauração, pois
está ajudando a natureza a refazer um ecossistema, seja ele semelhante ou
não ao anterior, uma vez que sua fitofisionomia final deverá ser muito
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semelhante, já que as condições climáticas tendem a manter-se dentro de uma
escala temporal mais longa.
Restauração, portanto, dentro do próprio conceito de estabilidade de
PIMM (1991) representa uma área com forte dinamismo sucessional, do solo,
da flora, fauna e microorganismos locais. Processos sucessionais onde
ocorrem níveis intensos de interações de predação, polinização, dispersão,
decomposição, nascimentos e mortes.
3. ClASSIFICAÇÃO DO SOLO
O solo que classificamos é uma coleção de corpos naturais, constituídos
por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados
por materiais minerais e orgânicos que ocupam a maior parte do manto
superficial das extensões continentais do nosso planeta, contém matéria viva e
podem ser vegetados na natureza onde ocorrem e podem, eventualmente,
terem sido modificados por interferências antrópicas. Outras funções dos solos
nos ecossistemas são a ciclagem de nutrientes, o ciclo da água que de fato é
muito importante para a sustentabilidade dos recursos naturais, como nas
florestas primárias e nos campo naturais, sendo um dos fatores mais
relevantes na determinação da tipologia florestal (BERGO et al., 2004).
O perfil do solo é a unidade básica de estudo para a classificação de um
determinado solo, constituindo a menor porção da superfície da terra,
apresentando três dimensões e perfazendo um volume mínimo que possibilite
estudar a variabilidade dos atributos, propriedades e características dos
horizontes ou camadas do solo.
Os fatores do solo que influenciam no crescimento e desenvolvimento
dos vegetais podem ser classificados quanto a sua natureza em físicos,
mineralógicos, químicos e biológicos. Dentre os fatores de natureza física
destacam-se a estrutura e a textura do solo; dentre os fatores químicos, a
composição mineralógica, a relação do solo (pH), o teor de matéria orgânica, a
disponibilidade de nutrientes, a presença de elementos potencialmente tóxicos
e reações de sorção, precipitação, oxidação e redução.
A degradação das propriedades físicas do solo é um dos principais
processos responsáveis pela perda da qualidade estrutural e do aumento da
erosão hídrica. Algumas práticas culturais e de manejo provocam alterações
nas propriedades do solo, principalmente em suas características estruturais.
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Tais alterações podem manifestar-se de várias maneiras, influenciando o
desenvolvimento das plantas (BERTOL, 2001).
Quanto às propriedades químicas, o movimento de nutrientes nos
povoamentos florestais ocorre por meio da absorção pelas plantas e o seu
retorno pela liberação dos nutrientes através da decomposição do material
vegetal depositado sobre o solo (VEZZANI; TEDESCO; BARROS, 2001).
As características físicas são modificadas de acordo com o sistema
radicular da espécie, além do tipo e quantidade da manta depositada, enquanto
que as químicas são afetadas de acordo com a dinâmica dos nutrientes no
solo, devido à absorção pelas plantas, e pela matéria orgânica.
Tabela 1: Principais nutrientes minerais, disponibilidade nos solos tropicais e
necessidade das plantas em sistemas naturais.
Fonte: CHAPMAN, 1965.
4. OBJETIVOS
4.1. Objetivo geral
Realizar o plantio de espécies florestais nativas do estado do Amazonas
em consorcio com técnicas de condução da regeneração natural do ambiente
local em uma área total de 3,634 hectares.
A finalidade de recuperar o ambiente local é para a reabilitação do
ambiente antropizado restituindo as funções ecológicas naturais do ambiente, a
sucessão ecológica das espécies vegetais, a ciclagem de nutrientes do sistema
solo-planta, a transferência de energia, o microclima local e principalmente
restituir o ecossistema local formando futuramente um grande corredor
ecológico e fluxo gênico de espécies de animais e vegetais.
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A recuperação do ambiente será por meio do plantio de mudas de açai
(Euterpe oleracea ) nativas do ambiente local de categoria ecológica, serão
aplicadas técnicas de condução da regeneração natural da vegetação que esta
colonizando o ambiente antropizado, com base em trabalhos já realizados no
ramo e em bibliografias específicas. As técnicas adotadas servirão para criar
um ambiente dinâmico, similar ao ecossistema natural anterior á da supressão
vegetal do local, onde as espécies implantadas possam restabelecer as
características anteriores do ambiente local.
4.2. Objetivo específico
Recuperar a vegetação do ambiente visando à restauração das funções
ecológicas do ambiente local, de forma que o solo possa recuperar as funções
naturais entre solo e planta. Serão adotadas minimamente as seguintes etapas
para a instalação e execução do projeto de Plano de Recuperação de Áreas
Degradadas - PRAD:
a- envolver os atores locais no projeto visando o comprometimento com
os trabalhos;
b- realizar o plantio de espécies florestais nativas do ambiente local,
levando em conta os níveis ecológicos de cada etapa sucessional de
colonização;
c- serão utilizadas mudas de qualidade, de viveiro certificado e
cadastrado no SERNAGEM;
d- serão utilizadas mudas de açaí (Euterpe oleracea);
e- implantar técnicas de recuperação a partir do diagnóstico da área
antropizada;
f- realizar os tratos culturais das áreas durante todas as fases da
implantação do projeto, de forma que as espécies vegetais estejam
totalmente adaptadas ao local;
g- realizar a condução da regeneração natural, por meio de técnicas de
desbastes propiciando o melhor desenvolvimento das espécies
vegetais de rápido crescimento;
h- monitorar as áreas em recuperação conforme técnica de reuperação
escolhida.
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5. JUSTIFICATIVA
Considerando recuperação das áreas antropizadas dentro da
propriedade, proveniente por atividades de agricultura familiar, levamos em
conta o plantio de mudas de açaí com o intuito de restaurar o ambiente local,
pois essas áreas exercem um papel fundamental na formação e manutenção
dos processos ecológicos como também atua no equilíbrio dinâmico de todo e
qualquer ecossistema ou bimoma. O interessado (ADRIANA COSTA
FIGUEIREDO) propõe este projeto de recuperação das áreas antropizadas por
meiode Plano de Recuperação de Áreas Degradas - PRAD, não só como ponto
de partida estratégico para recuperação das áreas antropizadas, mas também
para preservar a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de
fauna e flora, proteger o solo, gerar trabalho, manter e ampliar a beleza cênica
de uma paisagem e assegurar o bem-estar das populações humanas.
A justificativa se dá em função do objetivo geral onde será realizado o
plantio de mudas de açaí (Euterpe oleracea) em conjunto com técnicas da
condução da regeneração natural das áreas antropizadas proveniente de
atividade de extração mineral do tipo argila com área total a ser recuperada de
10 hectares, considerando a urgência de renovar todo o sistema funcional do
solo a fim de que as características ambientais locais sejam restauradas.
A condução da regeneração local e tratos culturais serão aplicados
durante os três primeiros anos até que a espécie implantada possa estar
totalmente adaptadas ao ambiente.
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6. CARACTERIZAÇÃO REGIONAL E LOCAL
6.1. Localização
O empreendimento de agricultura familiar esta localizado na Zona
Urbana do Município de Autazes, especificamente na rodovia vicinal novo céu,
km 10 , zona rural .
Tabela 1: Quadro das áreas definidas dentro da área da propriedade.
Caracterização da Área
Área total do imovel 149,4185 ha
Área Consolidada 92,8797 ha
6.2. Geomorfologia
Autazes como boa parte da Amazônia está localizado dentro da planície
amazônica, sendo que sua altitude é de apenas 28 m em relação nível do mar
(INMET, 2009). Tal característica geográfica propicia um relevo plano sem
grandes acidentes geográficos compostos por morros ou escarpas, sendo que
tal morfologia está inteiramente relacionada com os altos índices pluviométricos
que cai no município, e da umidade extremamente alta na região.
Assim, de acordo com a classificação de Köppen, o clima da região da
área de estudo é do tipo Am w, a umidade relativa do ar variando entre 75% a
97%, e temperatura média mensal anual do ar de 26,5ºC, apresentando uma
estação seca de pequena duração nos meses de julho a setembro, onde ocorre
o período de diminuição das precipitações (INMET, 2009). O verão representa
a estação seca na Amazônia que vai dos meses de julho a novembro.
As chuvas conhecidas e denominadas pela população amazônida de
inverno, começa no final de novembro, aumentando gradativamente em
janeiro, quando começa de fato o Inverno amazônico. A precipitação máxima
geralmente ocorre nos meses de janeiro a maio, com médias de 320,3 mm/
mês (INMET, 2009) – e, precipitação média mensal anual de 201,9 mm.
6.3. Clima e temperatura
O estado do Amazonas apresenta clima continental da região
tipicamente úmida, ou seja, o clima é úmido sem período biologicamente sco e
raramente com dois meses de pouca umidade.
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Plano de Recuperação de Área Degradada
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De acordo com a classificação de Koppen, o clima dominante nessa
área pertence ao grupo A (clima tropical chuvoso) que se caracteriza por
apresentar temperaturas médias do mês mais frio sempre superior a 18°C, o
fenômeno é compreendido pela característica da vegetação densa, que
influencia diretamente nas temperaturas altas e precipitação pluviométrica
elevada.
O tipo climático predominante é o Am, correspondente ao clima de
florestas tropicais, apresentando um período seco de pequena duração, que
permite uma distribuição uniforme e suficiente da umidade necessária ao
desenvolvimento e manutenção das florestas tropicais. Medidas realizadas na
Amazônia indicam que os maiores totais de radiação que chegam na superfície
ocorrem nos meses de Setembro/Outubro, sendo que os mínimos são nos
meses de Dezembro à Fevereiro. Esta distribuição é controlada pela
nebulosidade advinda da migração SE/NW da convecção Amazônica (COEHN
et al., 1995).
As temperaturas médias anuais encontram-se delimitadas pelas
isotermas de 24 até 26°, apresentando temperatura máxima de 33°C e a
mínima de 20°C.
Figura 2: Diagrama de Temperatura Médias.
(Fonte: INMET, 2020)
A maior taxa de evaporação, normalmente acontece no quadrimestre
julho-outubro, que corresponde ao período de menor umidade. O período de
maior insolação é de junho a outubro (Figura 6).
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Figura 3: Diagrama de Evaporação, Umidade e Insolação Médias.
(Fonte: INMET, 2020)
6.4. Precipitação
A região Amazônica possui uma precipitação media de
aproximadamente 2300 [Link]-¹, embora tenham regiões (na fronteira entre
Brasil e Colômbia e Venezuela) em que o total anual atinge 3500 mm. Estes
valores de precipitação elevada próximo a Cordilheira dos Andes deve-se à
ascenção orográfica da umidade transportada pelos ventos alísios de leste da
Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). O período de chuvas ou forte
atividade convectiva na região Amazônica é compreendido entre Novembro e
Março, sendo que o período de seca (sem grande atividade convectiva) é entre
os meses de maio e Setembro. Os meses de Abril e Outubro são considerados
de transição entre um regime e outro. A distribuição de chuvas nos meses de
Dezembro, Janeiro e Fevereiro apresenta uma precipitação alta (superior a 900
mm).
O período de seca bem característico na região Amazônica ocorre
principalmente na parte central, onde tal comportamento está completamente
de acordo com o ciclo anual da atividade convectiva na região.
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Plano de Recuperação de Área Degradada
(Área de Lavra)
Figura 4: Diagrama de Precipitação para o ano de 2015.
(Fonte: INMET, 2020)
6.5. Topografia
A topografia da região é levemente acidentada, com poucas
declividades, mas que raramente ultrapassam 20 m. A área de estudo se
encontra entre os ambientes planos, de vertente e com baixio onde o relevo
torna-se novamente plano. A variação topográfica na área de estudo se dá em
função da área apresentar o relevo acidentado devido as formações geológicas
e do intemperismo que sofre a região, por serem ainda considerados
ambientes em formações.
O relevo plano a suavemente ondulado, caracteriza-se por apresentar
superfícies pediplandas, com aplainamento em retomada de erosão recente
elaborado indistintamente em terreno cenozóico, paleozóico e pré-cambriano
(RADAM BRASIL, 1975).
6.6. Relevo
O relevo da região na área de estudo encontra-se representado
basicamente por duas principais unidades geomorfológicas: platôs dissecados
separados por planícies fluviais.
O relevo da região de Manaus e arredores é sustentado por rochas
siliciclásticas das Formações Alter do Chão (Cretáceo) e Novo Remanso
(Neógeno) sobre as quais se desenvolveram espessos depósitos supergênicos
(paleossolos lateríticos e Latossolo Amarelo), sendo recobertos por depósitos
fluviais quaternários ao longo das calhas do rios e áreas marginais (Soares et
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al. 2010a, Dino et al. 2012).
Os platôs dissecados representam superfícies tabulares e colinosas,
delimitadas por ruptura de declive em diferentes níveis topográficos, com cotas
variando, em geral, de 50 a 100 metros. Constituem as áreas de terra firme,
predominante na região, normalmente representadas por rochas sedimentares
da Formação Alter do Chão, em geral, intemperizadas e lateritizadas.
Caracterizam formas de relevo geradas por processos erosivos.
As planícies fluviais constituem terrenos aplanados, aptos ao acumulo
da sedimentação fluvial, configurando áreas sazonalmente inundáveis que
formam as planícies aluvionares ou várzeas. São característicos os diques
marginais, canais anastomosados, lagos, paranás, igarapés, igapós e ilhas.
7. CARACTERIZAÇÃO ATUAL DA ÁREA A SER RECUPERADA
Atualmente a vegetação do ambiente local encontra-se suprimida (área
de uso múltiplo) tipo pastagem, onde as espécies vegetais que compõem a
tipologia florestal apresentam um desenvolvimento significativo no período do
inverno, onde o solo está coberto por pequena quantidade de matéria orgânica,
formada de restos vegetais (troncos, galhos, folhas) que caem sobre o solo.
O solo ainda se mantém satisfatoriamente estável coberto com espécies
vegetais de campina arbustiva e espécies vegetais oportunistas onde se tem
vestígios de espécies vegetais de sucessão secundária tardia. O ambiente não
sofreu com acúmulos de água, pois esta havendo o escorrimento superficial do
solo para os demais horizontes de forma a manter o ciclo da água no ambiente.
A implantação consistiu do plantio de mudas de açaizeiros(Euterpe
oleracea.)
A escolha da espécie foi com base no seu desenvolvimento frutífero e
florestais, que fornecerá maior renda e produção mais diversificada, como
também melhorará a cobertura vegetal da área, pela implantação dessas
culturas perenes, fornecendo melhor proteção ao solo.
8. ETAPAS DA REPOSIÇÃO FLORESTAL
A area a ser recuperada é em torno de 3,634 hectares áreas
antropizadas na qual serão submetidas a recuperação conforme o projeto de
Plano de Recuperação de Áreas Degradadas – PRAD, para a restauração do
ambiente local.
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8.1. Quantidades de mudas a serem utilizadas
Área a ser recuperada totaliza em 3,634 hectares, onde a quantidade de
mudas a ser plantadas está em função do espaçamento das espécies vegetais.
A quantidade de mudas a ser utilizada durante a recuperação está
estimada em aproximadamente 12.000 mudas, a espécies Euterpe oleracea
apresenta característica para melhor se adaptarem ao processo de
recuperação.
As técnicas de plantio serão conciliadas juntamente com as técnicas de
condução da regeneração natural das espécies vegetais que estiverem
colonizando e propagando-se pela área antropizada.
O espaçamento adotado de 4m x 4m, foi escolhido em função de melhor
se adaptar as condições do terreno local e as próprias características do
ambiente simulando a estrutura do povoamento florestal, com a diversidade de
espécies florestais pioneiras, tardias e clímax. A finalidade é atingir o objetivo
principal pois serão alcançados as etapas propostas, pois o solo será
totalmente coberto por manta vegetal que as espécies de gramíneas irão
formar nas áreas em que o solo estiver exposto, e dessa forma não ocorrerá à
lixiviação das partículas do solo para os corpos d’água e consequente erosão
no ambiente local.
8.2. Isolamento da área a ser recuperada
Devido à área em questão estar em contato direto com as áreas
destinadas para as atividades do empreendimento, faz-se necessário à
implantação de cerca de isolamento, esta poderá ser constituída de estacas e
arames e/ou outros matérias, evitando dessa forma a presença de pessoas e
consequentes impactos causados pelo mesmo.
8.3. Preparo das covas para o plantio
Pelo menos 45 dias antes do plantio, as covas devem ser abertas nas dimensões
de 40 x 40 x 40 cm. Na terra mais escura, retirada dos primeiros 20 cm do solo, misturar
10 kg de cama de frango ou 10 kg de esterco de gado, bem curtidos.
Para solos com baixo teor de fósforo e acidez elevada, muito frequentes na
Amazônia, acrescentar 300g de fosfato natural e 500g de calcário dolomítico (figura 1).
Encher a cova com este material, completar com o restante da terra e recolocar o piquete
no mesmo local (figura 2).
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8.4. Aquisição das mudas
A aquisição das semetes de açaí foram feita pela empresa Amazon Flora
Para , as quais foram germinadas até se tornarem mudas, a empresa é
devidamente autorizada e cadastrada no Ministério da Agricultura e
SERNAGEM, amparando que o viveiro florestalproduz mudas de qualidades.
8.5. Plantio das mudas
O plantio deverá ser iniciado, logo após a aquisição das mudas, o
método de plantio é com base em um modelo adequado para que ambientes
que sofreram supressão vegetal, onde o espaçamento adotado será (4 m x 4
m). Este modelo, além de contribuir para a redução do processo de lixiviação,
também reduz eventuais traumatismo nas raízes, fator primordial para o bom
desenvolvimento da planta, todavia, vale ressaltar que deverá ser realizado
vistorias periódicas visando avaliar a restauração do ambiente.
As mudas serão retiradas dos sacos plásticos e colocadas nas covas,
após a sua colocação essas serão preenchidas com uma porção de adubo
orgânico e posteriormente com solo antes retirado, fazendo em seguida uma
pequena compactação superficial a fim de evitar problemas com tombamento
das mudas. É importante que a embalagem plástica seja totalmente retirada,
para evitar que a raiz cresça de forma anormal, o que poderia causar graves
prejuízos ao desenvolvimento da planta. As raízes devem estar dispostas de
maneira que se encontravam no recipiente. O colo da planta deve permanecer
no mesmo nível do solo e a terra ao redor da muda deve ser pressionada em
ambos os lados, tomando-se o cuidado de não deixar a planta torta.
Serão realizadas adubações em cobertura com N P K-20-04-18, aos 30
e 150 dias após o plantio, na dosagem de 140 gramas por muda. Antes das
adubações será feito o coroamento das plantas.
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(Área de Lavra)
8.6. Replantio (perda superior a 10%)
As medidas a serem adotadas para evitar a perda de mudas em campo,
e evitar ações de reposição, serão: molhar as mudas florestais as 18 horas da
noite, pois nesse período o solo não encontra-se aquecido, e as 6 horas da
manhã. A finalidade é fazer com que o solo fique retido de água nesse período
para que as mudas florestais não sofram com o estresse hídrico e possam
exercer suas funções metabólicas; outra medida serão os tratos culturais de
limpeza de coreamento e de campina, de forma a diminuir o máximo possível a
competição por luz, espaço, água, nutrientes entre outros aspectos; será
realizada adubações em cobertura para cada muda instalada.
O replantio ocorrerá automaticamente quando da verificação em campo
de mudas mortas, que se dará via vistoria in loco onde será quantificado o
índice de pegamento sobrevivência das mudas.
8.7. Tratos culturais
Serão realizadas limpezas de coroamento dos indivíduos plantados para
permitir que esses possam ter um desenvolvimento inicial elevado, garantido o
rápido fechamento da área degradada, nossa estimativa é de fazermos
aproximadamente a limpeza de coroamento todos os meses a partir do plantio
das espécies vegetais, essa limpeza será realizada somente até as plantas
estiverem totalmente adaptadas as condições do ambiente local, também serão
realizadas roçada entre faixas e entre linhas promovendo a retirada das moitas
de capim e cipós que atrapalhem o desenvolvimento das plantas, tomando o
cuidado de durante a roçada não promover o corte de indivíduos da
regeneração natural.
8.8. Outras medidas de recuperação
Na reposição florestal serão utilizados basicamente dois tipos de
medidas de revegetação: o plantio de mudas e a condução da regeneração
natural.
Na condução da regeneração natural as mudas regeneradas serão
conduzidas e mantidas por 01 a 02 anos em sua totalidade posterior
selecionada de acordo com sua posição no local e ordem sucessional, sofrerão
coroamento manual neste período para evitar concorrência com ervas
invasoras ou indesejáveis, da mesma forma que será feito com as mudas
plantadas ou produzidas por sementes.
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Plano de Recuperação de Área Degradada
(Área de Lavra)
O plantio de mudas preencherá falhas e possíveis áreas descobertas da
revegetação. Na área a ser revegetada, existe uma área de vegetação que tem
a possibilidade de fornecer um grande volume de semente de diversas
espécies da região, e sendo assim, conseguirá obter um bom índice de
sementes assim alta taxa de germinação, aumentando bastante o grau de
melhoria na área a ser recuperada.
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(Área de Lavra)
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BALENSIEFER, M. Estado da arte em recuperação e manejo de áreas frágeis
e/ou degradadas. In: WORKSHOP RECUPERAÇÃO E MANEJO DE ÁREAS
DEGRADADAS., 1998, Campinas, Memória... Jaguariúna: EMBRAPA,
CNPMA, 1998. p15-18. ( EMBRAPA – CNPMA. Documentos, 13).
BARBOSA, L. M. GISLER, C. V. T.; ASPERTI, L. M. Desenvolvimento inicial de
oito esécies vegetais aebóreas em dois modelos de reflorestamento
implantados em área de mata ciliar degradada em Santa Cruz das
Palmeiras,SP. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS
DEGRADADAS, 3.,Ouro Preto, 1997. Anais. Viçosa: UFV / SOBRADE, 1997.
p.437-445.
BERTONI, J.; PASTANA, F.I.; LOMBARDI NETO, F. & BENATTI Jr., R.
Conclusões gerais das pesquisas sobre conservação do solo no Instituto
Agronômico. Campinas, Instituto Agronômico de Campinas, 1972. 56p.
CHAPMAN, H. D. Diagnostic criteria for plants and soils. Riverside: H.D.
Chapman, 1965. 793 p.
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Anotação de Responsabilidade Técnica - ART
Lei n° 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-AM ART OBRA OU SERVIÇO
Nº AM20220327983
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas
INICIAL
1. Responsável Técnico
MELISSA SILVA DE SOUZA
Título profissional: ENGENHEIRA AMBIENTAL RNP: 0420970070
Registro: 34918AM
2. Dados do Contrato
Contratante: ADRIANA COSTA FIGUEIREDO CPF/CNPJ: 754.185.092-68
RUA Mário Huberto Nº: 00
Complemento: Bairro: São José
Cidade: AUTAZES UF: AM CEP: 69240000
Contrato: Não especificado Celebrado em:
Valor: R$ 500,00 Tipo de contratante: Pessoa Física
Ação Institucional: Outros
3. Dados da Obra/Serviço
RUA Mário Huberto Nº: 00
Complemento: Bairro: São José
Cidade: AUTAZES UF: AM CEP: 69240000
Data de Início: 20/07/2022 Previsão de término: 22/07/2022 Coordenadas Geográficas: 0, 0
Finalidade: Agrícola Código: Não Especificado
Proprietário: ADRIANA COSTA FIGUEIREDO CPF/CNPJ: 754.185.092-68
4. Atividade Técnica
1 - DIRETA Quantidade Unidade
58 - RELATÓRIO > OBRAS E SERVIÇOS - MEIO AMBIENTE > MEIO AMBIENTE > PLANO > #2600 0,01 un
- DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deverá proceder a baixa desta ART
5. Observações
PRAD - Plano de Recuperação de Áreas Degradadas
6. Declarações
- Cláusula Compromissória: Qualquer conflito ou litígio originado do presente contrato, bem como sua interpretação ou execução, será resolvido por
arbitragem, de acordo com a Lei no. 9.307, de 23 de setembro de 1996, por meio do Centro de Mediação e Arbitragem - CMA vinculado ao Crea-AM,
nos termos do respectivo regulamento de arbitragem que, expressamente, as partes declaram concordar.
- Declaro que estou cumprindo as regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica e no decreto n.
5296/2004.
7. Entidade de Classe
NENHUMA - NAO OPTANTE
8. Assinaturas
Declaro serem verdadeiras as informações acima MELISSA SILVA DE SOUZA - CPF: 002.806.612-07
________________, ________ de ___________________ de ________
Local data ADRIANA COSTA FIGUEIREDO - CPF: 754.185.092-68
9. Informações
* A ART é válida somente quando quitada, mediante apresentação do comprovante do pagamento ou conferência no site do Crea.
O profissional declara serem verdadeiras as informações aqui prestadas, sobre as quais assume todas as responsabilidades, sob pena de incorrer nas
sanções previstas no art. 299 do Código Penal Brasileiro e no art. 10º do Código de Ética Profissional instituído pela Resolução 1002/02 das Condutas
Vedadas.
10. Valor
Valor da ART: R$ 88,78 Registrada em: 20/07/2022 Valor pago: R$ 88,78 Nosso Número: 8304842694
A autenticidade desta ART pode ser verificada em: [Link] com a chave: zdd42
Impresso em: 20/07/2022 às [Link] por: , ip: [Link]
[Link] faleconosco@[Link]
CREA-AM
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Tel: (92) 2125-7120 Fax: (92) 2125-7122 e Agronomia do Amazonas