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RESPOSTAS

O documento analisa a prevalência e incidência da tuberculose em um município do Rio de Janeiro em 2006, destacando uma diminuição na prevalência devido a um maior número de curas em relação a novos casos. Também discute a comparação entre a taxa de incidência de cólera no Zaire e no Brasil, enfatizando a importância de considerar a população para essa análise. Por fim, aborda o impacto de um novo tratamento que evita a morte, mas não cura, aumentando a prevalência da doença sem afetar a incidência.

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O documento analisa a prevalência e incidência da tuberculose em um município do Rio de Janeiro em 2006, destacando uma diminuição na prevalência devido a um maior número de curas em relação a novos casos. Também discute a comparação entre a taxa de incidência de cólera no Zaire e no Brasil, enfatizando a importância de considerar a população para essa análise. Por fim, aborda o impacto de um novo tratamento que evita a morte, mas não cura, aumentando a prevalência da doença sem afetar a incidência.

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1) Em 01/01/2006, existiam 1.

800 casos de tuberculose em tratamento, em um município da


região metropolitana do Rio de Janeiro. Ao longo deste ano foram notificados 300 novos
casos de tuberculose, e 450 pacientes obtiveram alta por cura. Todos os pacientes foram
tratados através do esquema I, com duração de 06 meses. A população residente neste
município , estimada para 2006, era cerca de 960.000 habitantes.

A)​ Calcule a prevalência da tuberculose no início e no final de 2006

Início de 2006: 1.800 casos / 960.000 habitantes x 100.000 = 187,5 casos por 100.000
habitantes
Final de 2006: 1.800 + 300 (novos casos) - 450 (curas) = 1.650 casos
prevalência: 1.650 casos / 960.000 habitantes x 100.000 = 171,9 casos por 100.000
habitantes

B)​ Calcule a taxa de incidência de tuberculose em 2006

Taxa de incidência: 300 / 960.000 habitantes x 100.000 = 31,3 casos por 100.000 habitantes

C)​ Como você explicaria a alteração na prevalência da tuberculose no inicio e no final


de 2006?

A prevalência diminuiu de 187,5 casos por 100.000 habitantes para 171,9 casos por
100.000 habitantes.
A causa foi o número de curas (450) sendo maior do que o número de novos casos (300),
resultando em uma redução do número total de casos em tratamento.
A taxa de incidência de 31,3 casos por 100.000 habitantes indica que ainda há uma
quantidade significativa de novos casos sendo diagnosticados, mas a quantidade de curas
por paciente tiveram maior alcance e se sobressaíram.

2) “Cólera”: O Brasil é o segundo no Mundo. Dados da OMS revelam que 94 países foram
atingidos pela doença, sendo o Zaire com cerca de 58 mil casos (com 4.181 óbitos),
seguido do Brasil (cerca de 50 mil casos e 544 óbitos) (NOTÍCIA Publicada em
Súmula/Radis (FIOCRUZ) n° 53. Setembro de 1995)

A)​ Baseado nas informações acima, podemos afirmar que a taxa de incidência do
cólera no Zaire foi maior que no Brasil? Justifique

Não podemos afirmar que a taxa de incidência da cólera no Zaire foi maior que no Brasil
com base apenas nos números absolutos de casos.
Para comparar as taxas de incidência, é necessário saber a população de cada país e
calcular a taxa de incidência por 100.000 habitantes.
Sem essa informação, não é possível comparar e determinar as taxas.

B)​ Em qual dos dois países citados a gravidade da doença foi maior? justifique.
A gravidade pode ser medida pela taxa de letalidade, que é o número de óbitos dividido
pelo número de casos.
Taxa de letalidade no Zaire: 4.181 óbitos / 58.000 casos x 100% = 0,0720862069
Taxa de letalidade no Brasil: 544 óbitos / 50.000 casos x 100% = 0,01088
Com base nesses cálculos, a gravidade da doença foi maior no Zaire. Sugerindo que a
doença foi mais grave ou que o acesso a tratamento foi mais limitado.

3) Que efeito a incorporação de um novo tratamento que evita a morte, porém não leva a
cura, produz sobre a incidência e a prevalência de uma doença? Justifique.

A incorporação de um tratamento que evita a morte, mas não leva à cura, pode acarretar na
prevalência, na duração e persistência da doença. Apesar de que os pacientes possam
permanecer vivos por mais tempo, ainda doentes, a incidência pode não ser afetada
diretamente.

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