0% acharam este documento útil (0 voto)
111 visualizações11 páginas

Estatuto Terreiro Da Umbanda

O Estatuto da Instituição Religiosa de Umbanda estabelece sua natureza jurídica, objetivos sociais e diretrizes para a administração e funcionamento. A instituição visa promover a fé, assistência social e atividades culturais, além de definir a estrutura de membros, diretoria e conselhos. O documento também detalha os direitos e deveres dos membros, assembleias e processos de deliberação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
111 visualizações11 páginas

Estatuto Terreiro Da Umbanda

O Estatuto da Instituição Religiosa de Umbanda estabelece sua natureza jurídica, objetivos sociais e diretrizes para a administração e funcionamento. A instituição visa promover a fé, assistência social e atividades culturais, além de definir a estrutura de membros, diretoria e conselhos. O documento também detalha os direitos e deveres dos membros, assembleias e processos de deliberação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Estatuto Terreiro da

Umbanda
TÍTULO I
DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS
Artigo 1º - A Instituição Religiosa de Umbanda (NOME DO TERREIRO),
pessoa jurídica de direito privado, instituição religiosa sem fins lucrativos,
legalmente constituída (pela liberdade de culto religioso conforme o art. 5º,
inciso VI, da Constituição da República Federativa do Brasil de 1.988[1] e
fundamentada no art. 44 e §1º, do Código Civil (lei nº 10.406/2002[2])) com
sede na (ENDEREÇO DO TERREIRO) reger-se-á pelo presente estatuto e pela
legislação pertinente, sendo facultada a utilização do nome fantasia em
seus documentos (NOME DO TERREIRO)

Artigo 2º - A Instituição tem por objetivos:


A - Propagar a fé nas Sete Linhas de Umbanda (Oxalá, Iemanjá, Ogum,
Oxóssi, Oxum, Xangô e Iansã), Nanã e Omolú, bem como nos Pretos Velhos,
Erês e Linhas Neutras, alicerçados na proteção dos Exús e Pombagiras e
realizar trabalhos voltados a promoção de programas, projetos e serviços de
atendimento a criança e o adolescente de relevância pública e social;
B - Realizar trabalhos espíritas de Umbanda, visando o bem-estar e a
elevação espiritual do homem, propiciando o estudo espiritual, autonomia
de conduta física e espiritual e vivência de sua mediunidade;
C - Difundir os conhecimentos de sua doutrina;
D - Manter intercâmbio fraterno/solidário e cooperação com entidades
religiosas afins, visando a dignidade humana em todos os seus aspectos;
E – Oferecer à comunidade serviços de assistência espiritual, terapias
complementares e serviços assistenciais;
F – Dar assistência material à comunidade carente, inclusive colaborando
nas campanhas públicas de auxílio às pessoas.
G - Promover atividades de instituições religiosas ligadas à solidariedade e
fraternidade;
H – Promover atividades solidárias e caritativas;
I – Promover e realizar termos de parcerias, cooperações, acordos, contratos
e convênios, com instituições nacionais e internacionais, públicas e
privadas, no cumprimento de sua missão institucional;
J – Implementar programas de educação de aprendizagem, cursos técnicos,
meio ambiente, agricultura familiar, horta comunitária, educação financeira

1
e economia familiar, sempre levando em consideração as finalidades
estatutárias, Certificações e Registros da Instituição;
L – A Instituição Religiosa de Umbanda (NOME DO TERREIRO) possui
finalidade de Assistência Social, através de atividades, programas, projetos
e benefícios sócio assistenciais e de garantia de direitos básicos de crianças,
adolescentes, adultos e idosos em situação de risco social;
M – Promover eventos disseminando a prática do esporte em comunidades
e com população carente;
N –Promover a arte (cultura e lazer) em comunidades e populações
carentes;
O – Promover, coordenar e executar atividades que, através do esporte,
invistam na formação de crianças, jovens, adultos e idosos;
P – Elaborar, implementar e gerenciar plano, programas, projetos e
parcerias que proporcionem suportes assistenciais, culturais, educacionais,
esportivos e sociais aos beneficiados;
Q – Editar, publicar e divulgar estudos, projetos, ações, propostas, planos,
Papers, resultados de debates e matérias jornalísticas de interesse social,
de autoria da Instituição ou de terceiros, nos veículos de comunicação de
massa, bem como quaisquer outros meios de comunicação;
R - Fomentar ações sociais voltadas a comunidades de Matrizes Africanas e
Povos Originários, incentivando a difusão de conhecimentos, práticas e
culturas ancestrais e respeito à ancestralidade;
S - Promover e estimular iniciativas para trabalho voluntário em projetos
sociais, como forma complementar às atividades desenvolvidas pelas
equipes técnicas, de acordo com o Regimento Interno da Instituição.

Artigo 3º - A sede da instituição se denominará “NOME DO TERREIRO).

Artigo 4º - O prazo de duração da instituição é indeterminado.

TÍTULO II
DOS INTEGRANTES DA INSTITUIÇÃO

2
Artigo 5º - A instituição será constituída por membros contribuintes e
membros efetivos.
A – Membros contribuintes são membros que contribuem com as
mensalidades estipuladas pela Diretoria Executiva da Instituição;
B – Membros efetivos são os membros antes contribuintes e que tenham 36
(trinta e seis) meses mais um dia nesta categoria e ainda estejam em dia
com suas mensalidades. Mesmos os membros efetivos continuarão
contribuindo com as mensalidades normalmente.

TÍTULO III
DO CONSELHO DELIBERATIVO E DE ÉTICA
Artigo 6º - O Conselho Deliberativo e de Ética é o órgão de deliberação e
será constituído por 09 (nove) membros escolhidos entre os membros
efetivos, indicados pelo Presidente e pela Diretoria Executiva;

Artigo 7º - Em caso de vacância do cargo de conselheiro poderá ser a


mesma complementada pelos conselheiros remanescentes, exceto quando
o número de cargos vagos atinja mais de 50% (cinqüenta por cento) do total
de cargos, quando será complementado o Conselho por novos membros
indicados pelo Presidente da sociedade e a Diretora Geral. Em caso de
indicação do Presidente da Instituição e da Diretora Geral, poderá ser
complementado o cargo a qualquer momento independente da vacância de
50% dos conselheiros.

Artigo 8º - Os trabalhos do Conselho Deliberativo serão dirigidos por um


Presidente, eleito por seus membros no início da primeira reunião.

Artigo 9º - Compete ao Conselho Deliberativo:


A – Eleger, entre os seus membros, um Secretário do Conselho Deliberativo;
B – Eleger o Presidente do Conselho Deliberativo;
C – Julgar a aplicação de sanções aos membros efetivos e contribuintes,
quando solicitado pela Dirigente Geral ou ainda pelo Presidente da
Instituição, pelas infrações ao Regimento Interno do (NOME DO TERREIRO);
D – Julgar os casos omissos neste estatuto.

Artigo 10º - O Conselho Deliberativo e de Ética reunir-se-á sempre que for


convocado por seu presidente.

3
Artigo 11º- O conselho deliberativo poderá ser convocado
extraordinariamente, em qualquer época:
A – Pelo presidente da Instituição;
B – Pela Diretora Geral;

Artigo 12º- As reuniões do Conselho Deliberativo e de Ética serão


convocadas com antecedência mínima de dez dias através de notificação
pessoal por escrito, ou por edital na sede da Instituição ou ainda através da
internet (e-mail, mensagens de whatsapp, grupo de discussão, site do
terreiro, etc).
Artigo 13º - As votações do Conselho Deliberativo e de Ética processar-se-
ão por declaração verbal, cabendo um voto a cada integrante presente,
decidindo-se por maioria simples.

Artigo 14º - Todos os atos do Conselho Deliberativo e de Ética serão


registrados em ata cabendo ao secretário do Conselho comunicar por
escrito ao Presidente da Instituição as deliberações do mesmo.

TÍTULO IV
DA DIRETORIA EXECUTIVA

Artigo 15º- A Diretoria Executiva é o órgão que representa juridicamente a


Instituição e será constituída por um Presidente indicado pela Diretora Geral
da Instituição, aprovado pelo Conselho Deliberativo e de Ética e ainda por
um Tesoureiro e um Secretário, nomeados pelo Presidente da Instituição. O
Presidente poderá, durante sua gestão, nomear e destituir o tesoureiro e
secretário, sem a necessidade de Assembleia Geral, em reunião realizada
com a Diretoria Executiva e Diretora Geral da Instituição. A Diretoria terá
mandato por período determinado, com a possibilidade ou não de sua
reeleição, observando-se os princípios constitucionais.
Parágrafo Único - O Presidente da Instituição terá um Mandato de 08 (oito)
anos, sendo eleito por Assembleia Geral dos Membros, respeitando as
condições do Artigo 15º.

Artigo 16º- É de competência do Presidente da Instituição:


A – Representar a Instituição em juízo e fora dele;

4
B – Praticar todos os atos necessários à boa administração, tais como
planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar jurídica e
comercialmente a Instituição.
B1- Admitir e dispensar pessoal, contratar serviços e assinar contratos e
outros papéis que exijam representação jurídica ou comercial.
C – Ordenar as despesas da Instituição;
D – Convocar anualmente o Conselho Deliberativo e de Ética para que este
apresente as atividades desenvolvidas e deliberadas no último período
anual, bem como apresentar para este mesmo conselho o balanço anual
das contas e obras da Instituição;
E – Convocar o Conselho Deliberativo e de Ética em qualquer época;
F – Nomear e demitir o tesoureiro e o secretário;
G – Fixar o valor da contribuição mensal dos membros da Instituição;
H – Assinar cheques em conjunto com o tesoureiro da Instituição;
I – Remeter a Diretora Geral, trimestralmente, um balancete da situação
financeira da Instituição;
J – Convocar reuniões da diretoria;
K – Prover o terreiro quando solicitado pela Diretora Geral e zelar pela
integridade patrimonial da Instituição;
L – Indicar nomes, dos membros efetivos, para o Conselho Deliberativo e de
Ética.

Artigo 17º - É de competência do Secretário da Instituição:


A – Fazer cumprir as determinações do Presidente da Instituição;
B – Manter um cadastro atualizado de todos os membros da Sociedade com
dados pessoais e documentos (CPF, RG e comprovante de residência);
C - Fazer crachás para os membros;
D – Arquivar e manter em local seguro todos os documentos da Instituição e
cedê-los aos demais diretores quando permitido pelo Presidente;
E – Receber e enviar correspondências quando solicitado pelo Presidente ou
pelo Diretor do Terreiro;
F – Publicar editais;
G – Secretariar as reuniões de diretoria lavrando as atas e promovendo o
registro legal das mesmas e de outros documentos da Instituição.

Artigo 18º - É de competência do Tesoureiro:


A – Arrecadar toda a receita da Instituição;

5
B – Abrir e encerrar contas bancárias em nome da Instituição, junto com o
presidente da Instituição;
C – Assinar cheques em conjunto com o Presidente;
D – Manter demonstrativos de arrecadação e despesas da Instituição;
E – Elaborar fluxos de caixa;
G – Apresentar demonstrativos financeiros quando solicitado pelo Presidente
ou pela Diretora Geral;
H – Elaborar planos de aumento de arrecadação e de investimentos.
I – Prover a escrituração de acordo com os princípios fundamentais de
contabilidade e com as normas brasileiras de contabilidade.

TÍTULO V
DA DIRETORA GERAL
Artigo 19º - Por ser a Instituição Religiosa de Umbanda (NOME DO
TERREIRO), uma entidade de cunho religioso, compete ao cargo de Diretora
Geral, com função, entre outras, de aplicar a filosofia da religião dentro do
que se prega, seguindo sempre a orientação herdada de seus antecessores,
principalmente não permitindo a seus seguidores o uso de filosofias
estranhas aos seus princípios morais e éticos e pregando o respeito à vida
de todos os seres que habitam nosso planeta.

Artigo 20º - O cargo Diretora Geral é vitalício e como é imprescindível o


exercício da sua função, para o desenvolvimento regular e funcionamento
dos trabalhos da Instituição Religiosa, não poderá ser removido por
qualquer ato do Presidente, Conselho Deliberativo e de Ética, Diretoria
Executiva ou Assembleia Geral dos Membros Efetivos desta Instituição.

Artigo 21º- Em caso de vacância do cargo de Diretora Geral, seja por


falecimento, renúncia ou impossibilidade física a sua substituta indicada
pelo Presidente e pela Diretoria Executiva.

Artigo 22º - São prerrogativas exclusivas da Diretora Geral:


A – Cuidar da parte espiritual e ordenar os trabalhos e cultos da Umbanda
bem como administrar, fazer uso e cuidar de todos os bens, móveis ou
imóveis, que constituem o (NOME DO TERREIRO).
B - Criar e/ou dissolver grupos de trabalhos espirituais que utilizem o espaço
físico pertencente à Instituição;

6
C - Propor à Diretoria Executiva a admissão de membros ou a expulsão de
membros que pratiquem atos incompatíveis com os objetivos da Instituição,
previstos ou não no Regimento Interno.
D – Solicitar ao presidente da Instituição providências ou recursos para a
manutenção ou construção de dependências para melhor funcionamento
dos trabalhos espirituais.
E – Divulgar na rede mundial de informação – INTERNET – as atividades da
Sociedade mantendo uma home page ativa e respondendo aos e-mails;
F – Indicar ou exonerar membros da Diretoria Executiva e do Conselho
Deliberativo e de Ética mediante a quaisquer atos ou condutas não
condizentes com a filosofia e boa ordem da Instituição;
G – Vetar nomes escolhidos pelo Presidente da Instituição para os cargos de
Secretário e Tesoureiro;
H – Aprovar modificações ao presente estatuto;
I – Aprovar a extinção da Instituição;
J – Fica a critério da Diretora Geral vetar o ingresso de novos membros
contribuintes na Instituição.

TÍTULO VI
DOS DIREITOS E DEVERES DOS MEMBROS
Artigo 27º - São direitos e deveres dos membros efetivos:
A – Votar quando solicitado e quando atender o requisito mínimo de três
anos de filiação na Instituição, contínuos e consecutivos; com a
obrigatoriedade de estar em dia com todas as contribuições desde a filiação
até o presente momento da eleição.
B – Ser indicado e votado pelo Presidente e Diretoria Executiva, para
compor o Conselho Deliberativo, podendo, recusar-se à nomeação e/ou
indicação, para o exercício do cargo de Conselheiro.
C – Cumprir todas regras e orientações da Instituição e da Diretora Geral,
inclusive mantendo em dia as contribuições mensais e quaisquer tipos de
ações efetuadas a fim de manter materialmente a Instituição, bem como c…

TÍTULO VII
DAS ASSEMBLEIAS
Artigo 25º - As assembleias gerais serão realizadas, quando necessárias, e
convocadas pelo presidente da Instituição por meio de edital ou e-mail ou
mensagens de whatssapp e da qual poderão participar todos os membros
da instituição. São finalidades das assembleias gerais:
A – Ouvir o relatório anual de atividades da Instituição e sobre ele discutir;

7
B – Discutir assuntos de interesse geral;
C – Apresentar sugestões e propostas para a melhor consecução dos
objetivos da Instituição;

Artigo 26º -As assembleias gerais serão convocadas através de notificação


pessoal por escrito, por Edital fixado nas dependências da Instituição ou,
ainda, através da internet (e-mail, grupo de discussão, site do terreiro, etc).

TÍTULO VIII
DAS INDICAÇÕES PARA O CONSELHO DELIBERATIVO E DE ÉTICA

Artigo 27 - O Presidente da Instituição e a Diretoria Executiva, no uso de


suas atribuições, indicarão os nomes dentre os membros efetivos da
Instituição para o Conselho Deliberativo e de Ética os quais serão eleitos 09
(nove) membros efetivos, pela maioria dos votos da Diretoria Executiva e
pelo Presidente e Diretora Geral.

Artigo 28º - Os candidatos a conselheiros serão escolhidos ou indicados


pelo Presidente e pela Diretora Geral dentre os membros efetivos da
Instituição, que cumpram as exigências dos arts. 5º, letra “B” e Art. 23, letra
“B”, deste Estatuto e, ainda:
A - O membro efetivo deve conter no mínimo de três anos de filiação na
Instituição, contínuos e consecutivos, sem ter recebido nenhum tipo de
advertência verbal e/ou escrita da Diretoria Executiva,
B - Estar em dia com todas contribuições desde a filiação até o presente
momento da indicação ou nomeação,
C - Ter disponibilidade de tempo para assumir/resolver quaisquer questões
burocráticas, documentais e/ou operacionais, durante horário comercial,
sem prejudicar a ordem e bom funcionamento da Instituição já modulado
até o presente momento,
D - Ter aprovação prévia e unânime de conduta dentro da Instituição, como
parte integrante do corpo mediúnico, através da Diretora Geral, Presidente
da Instituição e demais membros da Diretoria Executiva. Esta aprovação de
conduta é requisito classificatório por prezar pela boa ordem do corpo
mediúnico da Instituição e manutenção da Instituição perante a Sociedade
Civil.

Artigo 29º - Será considerado eleito o conselheiro, o membro efetivo


indicado pela Diretoria Executiva e pelo Presidente, aprovado pela Diretora
Geral, que obtiver a maioria vencedora dos votos, da Diretoria Executiva e
do Presidente.

8
TÍTULO IX
DA EXTINÇÃO DA INSTITUIÇÃO

Artigo 30º - A Instituição será extinta:


A – Somente perante sugestão da Diretora Geral, uma vez convocada a
Assembleia Geral e por decisão unânime dos votos de 100% (cem por
cento) dos membros efetivos, legalmente convocados de acordo com o
artigo 26º do presente estatuto;

TÍTULO X
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 31º - Nenhum dos cargos definidos neste estatuto poderá ser, em
tempo algum, remunerado. Todo trabalho realizado pelo Conselho
Deliberativo e de Ética, Diretoria Executiva e pela Diretora Geral será
voluntário, salvo ajuda de custos aprovadas por reuniões da Diretoria
Executiva registradas em ata.

Artigo 32º - É vedada a todos os membros a cobrança de qualquer quantia,


a qualquer título, de qualquer pessoa, membro ou não da instituição, pelo
atendimento espiritual.

Artigo 33º - Os bens da Instituição somente poderão ser utilizados para a


consecução dos objetivos da Instituição determinados no artigo 2º deste
estatuto.

Artigo 34º - Constituem rendimentos da Instituição:


A – As contribuições mensais efetuadas pelos membros efetivos e
contribuintes;
B – Subvenções eventuais que receber dos poderes públicos;
C – Doações efetuadas por entidades públicas, pessoas jurídicas de direito
público ou privado ou por pessoas físicas;
D – Outros valores eventualmente recebidos.

9
Artigo 35º - A Instituição aplicará suas receitas, rendas, rendimentos e o
eventual "superávit" apurado em suas demonstrações contábeis
integralmente no território nacional, na manutenção e no desenvolvimento
de seus objetivos institucionais;

Artigo 36º - A Instituição não distribuirá entre os seus sócios ou


associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou terceiros
eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos,
dividendos, isenções de qualquer natureza, participações ou parcelas do seu
patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os
aplique integralmente na consecução do respectivo objeto social, de forma
imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou fundo de
reserva;

Artigo 37º - Os integrantes do Conselho Deliberativo e de Ética, da


Diretoria Executiva e a Diretora Geral não responderão pessoalmente pelas
obrigações da Instituição, e ainda:
A - A Instituição Religiosa, como pessoa jurídica autônoma, responde com
seus bens pelas obrigações por elas contraídas, e não os seus membros
contribuintes e membros efetivos, individual ou subsidiariamente com os
seus bens particulares.
B - A Instituição Religiosa não responde subsidiariamente pelas obrigações
contraídas pelos seus membros contribuintes e membros efetivos, sem que
haja para isso uma prévia autorização por escrito, assinada pelo Presidente
e Tesoureiro.

Artigo 38º - Fica investido imediatamente no cargo de Diretora Geral de


Terreiro a atual PAI OU MÃE de Santo (NOME O PAI OU MAE E ANTO).

Artigo 39º - O presente estatuto somente poderá ser modificado, total ou


parcialmente, por Assembleia Geral convocada pela Diretora Geral, sem o
que não terá validade e qualquer alteração só poderá ser feita com a
concordância, na Assembleia pelos membros efetivos e da Diretora Geral.
DIRETORIA
Diretora Espiritual
(NOME)
Presidente
(NOME)
Secretário
(NOME)

10
Tesoureiro
(NOME)
CONSELHO DELIBERATIVO
Presidente
(NOME)
Secretário
(NOME)
Demais membros
(NOMES)

[1] Art. 5º - Omissis - VI - é inviolável a liberdade de consciência e de


crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida,
na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

[2] Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:


§ 1o São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o
funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público
negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários
ao seu funcionamento. (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)

11

Você também pode gostar