0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações11 páginas

Materia de Casca de Coco

O documento apresenta um plano de negócios para a empresa Lourenço & Companhia, Lda., que se dedica à produção e comercialização de pão, destacando sua missão, visão, estrutura organizacional e análise de mercado. A empresa busca inovação e qualidade em seus produtos, com foco na satisfação do cliente e estratégias de marketing para fidelização. Além disso, aborda a importância da compostagem de casca de coco como uma prática sustentável e produtiva.

Enviado por

Edmilson Neto
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações11 páginas

Materia de Casca de Coco

O documento apresenta um plano de negócios para a empresa Lourenço & Companhia, Lda., que se dedica à produção e comercialização de pão, destacando sua missão, visão, estrutura organizacional e análise de mercado. A empresa busca inovação e qualidade em seus produtos, com foco na satisfação do cliente e estratégias de marketing para fidelização. Além disso, aborda a importância da compostagem de casca de coco como uma prática sustentável e produtiva.

Enviado por

Edmilson Neto
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOC, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Introdução

Para a criação de um plano de negócio a empresa deve cultivar um plano de


desenvolvimento de novos projetos, produção e tecnologias, que atendam às
demandas futuras do mercado e deve expressar, neste item, quais suas perspetivas
para o futuro.
É importante que o empreendedor perceba que todo produto tem um ciclo de
vida e que, para manter-se na vanguarda, precisa continuamente estar pesquisando e
desenvolvendo novos projetos.
Não é efetivo centrar-se apenas no projeto/produção e distribuição, mais sim nos
outros campos que ajuda a sociedade.
Apresentação da Empresa Lourenço & Companhia, Lda.
Lourenço & Companhia, Lda. é uma sociedade anónima do ramo produtivo que se
dedica a fabricação do mesmo bem alimentar… antes era uma empresa de
comercialização de produtos acabados, isso é, vendas de pães produzidas por outrem.
Mas desde o dia 12/05/2014, passou a fazer a venda e fabricação deste mesmo bem. A
empresa esta localizada no município do Cacuaco – Kicolo, esta mesma criação deu-
se o inicio com um capital social de 9.000.000,00.
1.1. Missão.
Lourenço & Companhia, Lda. tem como missão de atender todas as necessidades
dos consumidores e procurar de melhor forma possível deixar os consumidores
satisfeitos. Produzir sempre em boa qualidade e quantidade para que não haja
rupturas quantos aos atendimentos aos clientes.

E também está voltada para a satisfação dos clientes e excelência empresarial na


produção de Pão. Possui como valores primordiais a transparência, a responsabilidade
social, as relações de parceria e a integridade empresarial.
1.2. Visão.

A empresa Lourenço & Companhia, Lda. visa ser reconhecida como referência
municipal no mercado de produção e comercialização de pão em atendimento,
qualidade dos serviços/produtos e gestão ambiental. Possui como objectivos aumentar
dia-a-dia a fidelização dos clientes e a satisfação da sua parceira Há Sopa, S.A.

2. Perfil dos Sócios

Para a abertura de uma empresa, é preciso uma ideia individual e a seguir procurar
sócios. A escolha de sócios é muito difícil, por esta razão é que muitos empresários
acabam tendo como sócios os seus amigos ou parentes.
Para esta selecção existem vários métodos de procurar alguém para ser sócio, isso é,
procurar pessoas de confiança que complemente o seu perfil e que tenha qualificações
que você ache importante. A empresa está constituída por 9 sócios
3. Ideia de Negócio.
Em termos de um bom e novo empreendimento começa na escolha de ideia de
negócio, que em algum tempo pode tornar realizável através da criação de um plano de
negócio e se transformar em uma empresa de sucesso.
4. Necessidade de pessoal.

A empresa contará com:


 25 Funcionários efectivos;
 2 Promotores de vendas;
 1 Director;
 1 Contabilista;
 2 Empregados da Limpeza;
 5 Seguranças.
4.1. Estrutura organizacional da empresa.

A ilustração 1 descreve a linear da empresa. Existem quatros (4) departamentos:


 Departamento de Recursos Humanos;
 Departamento de Administração e financeira;
 Departamento de Aprovisionamento;
 Comercial.

Sendo que todos estão subordinado ao director e cada sector dependendo do seu líder.
5. Tramitação Processual.
A legislação comercial e conexa, em vigor em Angola, “visa servir de ferramenta para
todos aqueles que trabalham nesta área de direito. Para todas essas pessoas
singulares e colectivas, esta legislação traduz-se num instrumento jurídico especial e
de uso regular obrigatório”. O regulamento do registo comercial lei sobre os
contratos de conta em participações, consórcios e agrupamentos da empresa.

Lei sobre os contratos de distribuição, agencia e concessão comercial – lei das


actividades comerciais – regulamento sobre licenciamento da actividade comercial e
de prestação de serviço mercantis – regulamento sobre o horário de funcionamento
dos registo e cadastro dos estabelecimentos e das actividades comerciais e de
prestação de serviços mercantis – lei das actividades industriais – regulamento de
licenciamento industrial – lei uniforme relativa às letras e livranças – impresso de
letra e da licença – lei uniforme relativo ou cheque.

6. Análise de Mercado
Analisar o mercado é fazer o estudo do produto ou serviço que pretendes oferecer ao
consumidor, ir ao mercado fornecedor, concorrente e consumidor verificar o que estes
mercados têm, fazem ou querem como as suas tendências futuras.
6.1. Estudo dos clientes

Esta é uma das etapas mais importantes da elaboração do nosso plano. Afinal, sem
clientes não há negócios. Lourenço & Companhias, Lda. vê que os clientes não
compram apenas produtos, mas soluções para algo que precisam ou desejam. Nós
identificamos os nossos clientes através das seguintes características:
Identificar o que leva as pessoas a comprar.
1. O preço?
2. A qualidade?
3. A quantidade?
4. O atendimento da empresa?

Identificar onde estão os nossos clientes.


5. Qual é o tamanho do mercado em que iremos actuar?
6. Localização da nossa empresa é visível para os nossos clientes?

Todo este estudo que a Lourenço & Companhia, Lda. faz, está focado em três
aspectos principais:
 Público-alvo (perfil dos clientes);
 Comportamento dos clientes (interesses e o que os levam a comprar);
 Área de abrangência (onde estão os clientes).
6.2. Estudo das concorrências

A empresa Lourenço & Companhia, Lda. ganha grandes lucros e lições importantes
observando a actuação da concorrência. Com este estudo procuramos identificar quem
são os nossos principais concorrentes.
Neste estudo, aprendemos novas formas de aplicações nas nossas politicas e
identificamos os pontos fortes e fracos em relação a:
 Quantidade dos produtos empregados – formatos, tamanhos, embalagem, variedade,
etc;
 Preço cobrado;
 Localização;
 Condições de pagamento – prazos concedidos, descontos praticados, atendimento
prestado, etc;
 Serviços disponibilizados – horário de funcionamento, entrega em domicílio, etc;
 Garantias oferecidas.
7. Produtos e serviços
Os nossos produtos comercializados são os pães, bolos, bolinhos. Estará, ainda, à
disposição dos clientes serviço de Hamburgo e Cachorro quente.
Inicialmente no projecto pretendia-se prestar serviço de lava-jato, entretanto, tal
prestação oneraria o custo do empreendimento, visto que existe uma série de factores
ligados ao meio ambiente, tais como taxas municipais e contratação de empresa
especializada para o recolhimento de resíduos poluentes do solo, além de ir contra a
política de Responsabilidade Social a ser adoptada pelo Padaria.
8. Característica das mercadorias.
Quanto as características das nossas mercadoria fazemos vários estudos para
aprimorarmos boas aparências que agradem os nossos consumidores, isso é, quanto
o modelo, cor, e outros elementos essenciais…

E para comercializarmos uma excelente marca e acessória procurado nos mercados,


fazemos os estudos das seguintes características:
 Características quantificáveis: mensuráreis tais como dimensões,
orientação, textura, revestimento, reflectividade, acabamento, cor e química.
Característica crítica, chave. Maior e significativo do produto onde a
avariação no produto poderia afectar significativamente a segurança ou o
comprimento dos padrões, e normas governamentais, ou da mesma forma
afecta significativamente a satisfação do cliente.
 Característica metodológica: que diferencia os produtos e suas embalagens,
como frequência de compra, tempo despendido na compra, tempo de
consumo, margem de comercialização, possibilidade de diferenciação e
tamanho do canal de distribuição.
 Características especiais: característica do produto e processo designadas
pelo cliente, incluindo regulamentações governamentais e segurança, e ou
seleccionadas pelo fornecer através do conhecimento do produto e do
processo.
9. Factor de Inovação
A inovação é um dos principais factores que influencia a competitividade de
uma organização ou empresa. Em termos gerais, a inovação como factor de
competitividade consiste na criação e desenvolvimento de novas marcas e
modelos automóveis, comercialização de acessórios de bom funcionamento
e durabilidade ou processos incluindo os de natureza organizacional, e a sua
introdução no âmbito da actividade económica.

O processo da inovação parte de uma ideia nova frequentemente, e só está


completo com a conclusão das fases de criação e de aplicação ao mercado. Apesar
de poder ser feita por qualquer agente económico, empresas, estado e
organizações sem fins lucrativos. A introdução de uma inovação que se passe o
teste do mercado e responda às necessidades dos consumidores ou utilizadores,
como um desenvolvimento tecnológico ou lançamento de um novo produto ou
serviço, tem um efeito positivo de competitividade nas empresas e, de uma forma
agregada na performance de um país nos mercados externos.
10. Plano de Marketing, Comercialização e Venda

Diante de um mercado cada vez mais competitivo, possuir um diferencial é de


extrema importância, por isso será adoptado como estratégia competitiva alguns
métodos para atrair e fidelizar os clientes.
Em primeiro momento, será investida uma boa fatia financeira com a captação de
clientes. Entretanto o ponto forte da empresa será a fidelização. Para tanto o recurso
mais utilizado será o marketing.
Promoções com elemento surpresa, brindes e cartela de pontuação (o cliente ganha
um prémio ao preencher a cartela), são consideradas eficientes para a fidelização de
clientes, entre outros.
Excelência no atendimento e na qualidade do serviço/produto oferecida será
periodicamente verificada com o intuito de alcançar a satisfação dos clientes.
Todos os funcionários serão treinados para atender de forma clara, precisa e objectiva.
Para tanto serão disponibilizadas fichas para o cliente informar suas críticas e/ou
sugestões.
11. Fornecedores
A qualidade estará no atendimento e nos nossos produtos. As nossas matérias-primas
serão fornecidos pela Curboll… Chegarão aos nossos armazéns após rigorosos testes
de qualidade, que consistirão no controle do transporte da farinha de trigo, fermento,
corante e canela. As nossas panificadoras serão auferidas regularmente e a leitura
comparada com as compras efectuadas.

12. Análise da Concorrência.


Durante os nossos estudos, vimos que a nossa empresa terá poucos concorrentes
por intermédio do local onde estamos localizados, em teremos de diversos
produtos… isso porque existem uma enorme competitividade na produção de
pães.
E a nossa empresa irá concorrer com as seguintes Padarias:
 Canal 2, S.A;
 Cunha & Irmãos, Lda;
 Padaria da Santa Ana;
 Padaria da Leão

Pontos fracos dos concorrentes:


1º. Abertura às 8h:00 até as 18h:30;
2º. Pouca Oferta;
3º. Falta de meios de transportes para a entrega das mercadorias a domicílio;
4º. Mal atendimentos aos clientes;
5º. Demoras nas entregas das mercadorias.
6º.
Pontos fortes dos concorrentes:
1º. Reconhecimento em quase todos os mercados informal de Luanda;
2º. Um bom número de trabalhadores;

Oportunidades:
1º. Entregas de mercadorias a domicílio;
2º. Fabricação dos produtos em encomendas (de acordo com os gostos do
consumidores e decoração.
Ameaças:
1º. Chuvas;
2º. Dificuldades de localização dos nossos clientes que vivem em zonas mais
distantes dos arredores.
12.1. Concorrências

A região é deficitária na produção de pão, o que reduz a concorrência. Outro ponto


positivo é que a região só possui quatros (4) padarias.

A transformação da casca de coco em composto orgânico, passa por um processo de


compostagem diferente de resíduos de fácil biodegradação.
A casca do coco é composta de fibras muitos duras, difíceis de decompor, por isso para a
produção do composto é preciso usar técnicas e equipamentos específicos para o serviço.
Depois de pronto, o composto torna-se um produto rico em matéria orgânica, que pode ser
usada em qualquer lavoura. "O mais importante dele é a matéria orgânica para a recuperação do
solo, adubação de pastagem, de plantas perenas, de hortaliças e plantas medicinais.
Para a produção do composto, muitos não sabem, mas é possível transformar restos da
produção de coco em composto orgânico de ótima qualidade.
Essa transformação é feita por meio da compostagem das sobras da casca do coco, mas de forma
diferente da que ocorre com resíduos de fácil biodegradação. Isso porque a fibra do coco é muito
dura e de difícil decomposição.
Inicialmente, a casca do coco deve ser triturada em uma trituradora própria para tal, pois essa
máquina suporta alto impacto vale a pena investir nesse equipamento (entre 10 e R$12 mil), pois
possui grande durabilidade e eficiência. Em hipótese alguma, deve-se utilizar uma forrageira
comum, pois as facas da máquina podem quebrar.
Assim que as cascas de coco passam pela trituradora, elas se tornam fios bem finos, estes
devem ser tratados com acido fosfórico ou nítrico, para a quebra das fibras. Além das cascas de
coco, as folhas do coqueiro também podem ser aproveitadas para fazer o composto orgânico.
Basta tritura-las no mesmo equipamento.
A solução de água com ácido deve apresentar a seguinte proporção:

 3 litros de ácido;
 1000 litros de água;
 10 toneladas de fibra.
As fibras de coco devem permanecer nessa solução por 36 horas, após esse período, elas
devem ser molhadas com outra solução (conhecida como acelerador de compostagem). O
acelerador possui microrganismos (bactérias e fungos), que aumentam sua população em contato
com a leira de material orgânico.
A pilha de compostagem deve ser montada nessa ordem:
1ª camada: 2 partes de fibra triturada e tratada;
2ª camada: 1 parte de esterco;
3ª camada: 1 parte de folhas de coqueiro trituradas.
Alterne as pilhas sempre com o cuidado de pulverizar o acelerador na camada de casca de coco
triturada.
A pilha de compostagem pode chegar ate 1,40 m de altura, por 3m de largura, e o
cumprimento varia de acordo com o material disponível.
Dependendo do clima da região, o composto estará pronto entre 150 e 200 dias. Quanto mais
quente a temperatura, mais rapidamente se forma o composto orgânico. Lembre-se de virar o
material sempre que a temperatura estiver abaixo de 40 °C. a temperatura deve alcançar entre os
50 e 70 °C, para que ocorra a esterilização do composto orgânico e a biodegradação da fibra.

Para verificar a temperatura da compostagem, utiliza-se um termômetro próprio ou um


vergalhão de ferro na largura de um lápis. Basta inseri-lo na metade da altura da leira, a um metro
de profundidade.
Após 5min, coloca-se a mão no ferro. Se estiver frio, revira-se a leira; se estiver quente (mas
suportável), o processo está funcionando.
A umidade também deve ser controlada (60%). Basta pegar o material com a mão e apertar
bem. Se um liquido começar a surgir entre os dedos, a umidade da leira está ideal, o que
possibilita o processo de fermentação da fibra de coco.
O composto orgânico de sobras de casca de coco pode ser utilizado em todo o tipo de lavoura,
pois possui macro e micronutrientes, além de matéria orgânica.
Todos são excelentes para recuperação de solos, adubação de pastagens e plantas perenes,
além de hortaliças e plantas medicinais, um meio saudável e natural de dar vida ao solo e as
plantas.
Tem como aproveitar a casca do coco?
As mudas são obtidas a partir de sementes, que são frutos amadurecidos, ainda, no coqueiro.
Depois de colhidas, elas serão colocadas para germinar em canteiros apropriados, e originarão.
A água do coco verde é possivelmente a mais pura, nutritiva e completa bebida que a natureza
providenciou para o homem. Atribui-se muitas propriedades medicinais água de coco devido a
proteínas, Casca de coco verde pode ser utilizada na produção de adubo e outros materiais
Estima-se que 80% a 85% do peso bruto do coco verde é considerada lixo e cerca de 70% de
todo lixo gerado nas praias brasileiras é pelo consumo desse fruto, pois pouco se sabe hoje em dia,
mas a casca do coco verde leva mais de 8 anos para se decompor.
De acordo com Embrapa após o consumo o fruto é descartado em lixões, aterros e vazadouros
e é um potencial emissor de gases estufa (metano), como todas as matérias orgânicas, além de
beneficiar na proliferação de vetores de doenças, contaminação do solo e corpos de água, além da
inevitável destruição da paisagem urbana.
Apesar de todos esses contras em relação a casca do coco, o fruto também tem seus pós.
O pesquisador da embrapa agroindústria tropical, Fábio mirada, explica que a casca de coco verde
além de ser rica em nitrogénio, magnésio e outros nutrientes em menor quantidade, também é
fonte de nutrientes para adubo de outras plantações, uma vez que é rica em potássio e cálcio.
Entretanto para a criação desse adubo é preciso utilizar uma técnica na qual consiste na
trituração da casca verde em equipamento especialmente desenvolvido para este fim e
consequentemente o material é passado por um processo de compostagem diferente de resíduos de
fácil biodegradação.
Além do uso para adubo, Industrialização do Coco, " a casca do fruto também serve para a
extração de fibras de diferentes comprimentos que servem na fabricação de diferentes artigos,
como vestuário, tapetes, sacaria, almofadas, acolchoados para a industria automobilística, escovas,
e entre outros.
A empresa trouxe para o mercado o coco em sua embalagem natural, sem nenhum aditivo
químico e também já sem a casca verde do fruto.
Mas por que retirar a casca do coco?
De acordo com a empresa, um dos motivos principais é a redução do peso do coco de 2.5kg
para 700g, que permite a redução lixo de 3 a 4 vezes menor.
Além disso, a empresa afirma também que o coco verde, ao ser consumido com casca, faz com
que não ocorra a trituração do fruto, e consequentemente vai parar no lixão, aonde não é reciclado
e nisso o cria muitos resíduos, mau cheiro e mosquitos.
O diferencial da empresa não para por aí, para a comercialização do produto é retirada 70% da
casca externa do coco verde. Esse insumo retirado é revertido às cooperativas de reciclagem para
ser utilizado como matéria-prima para fabricação de diversos produtos, desde vassouras até
acolchoados na industria automobilística.
Outra parte desse insumo também é direcionado à área de fertilizantes em fazendas parceiras, o
qual é misturado a outros elementos naturais para ser utilizado como adubação e compostagem
orgânica, de modo a favorecer o cultivo não tóxico e orgânico dos cocos selecionados da marca
Adubos Orgânicos e Inorgânicos
Os adubos orgânicos são aqueles formados por matéria de origem animal e vegetal, já os
adubos inorgânicos são obtidos a partir de extração mineral ou refino de petróleo.
Para se desenvolver, o vegetal retira do solo macronutrientes e micronutrientes que são compostos
de átomos de elementos químicos que passam a constituir os seus tecidos.
Os micronutrientes são consumidos em pequenas quantidades, enquanto que os
macronutrientes são consumidos em larga escala e são compostos principalmente de carbono,
hidrogénio e oxigénio, obtidos por meio do gás carbônico (CO2) presente no ar e na água (H2O).
outros elementos essenciais para o crescimento das plantas são: enxofre, nitrogénio, fosforo e
potássio.
Esses nutrientes são retirados do solo e, depois, quando as plantas morrem, elas se decompõem
e devolvem tais nutrientes à terra, o que possibilitará que outras plantas possam usar esses
nutrientes para crescer.
No entanto, o ser humano interfere nesse ciclo, colhendo as plantações. Então, com o passar
do tempo, os nutrientes da terra vão cessando, empobrecendo o solo, que não mais poderá ser
usado para o plantio.
Assim, é preciso que o próprio homem enriqueça o solo com esses nutrientes. Isso é feito por
meio de adubos, que podem ser orgânicos ou inorgânicos.
Veja a seguir o que difere esses dois tipos de adubos e qual é considerado o melhor:
Adubo Orgânico: são adubos obtidos por meio de matéria de origem vegetal ou animal, como
esterco, farinhas, bagaços, cascas e restos de vegetais, decompostos ou ainda em estágio de
decomposição. Esses materiais sofrem decomposição e podem ser produzidos pelo homem por
meio da compostagem.
Uma das vantagens do adubo orgânico é que, com a compostagem, reciclam-se resíduos
sólidos municipais urbanos de origem orgânica. Também é possível reciclar tais resíduos dispostos
conjuntamente com lodo gerado em estações de tratamento de esgotos domésticos, minimizando,
assim, o lixo produzido. Além disso, ainda há diminuição da quantidade de restos orgânicos (que
são depositados nos rios) e dos chorumes (que infiltram o solo, atingindo as águas subterrâneas).
Na compostagem, a matéria orgânica é segregada e submetida a um tratamento composto por
dois estágios básicos: a digestão (fermentação causada por microrganismos, sendo que os
principais são as bactérias, os fungos e os actinomicetos.
Nesse estágio, o material alcança o estado de bio estabilização e a decomposição ainda não
está completa) e a maturação (a massa em fermentação atinge a humificação, dando origem a uma
massa denominada húmus, estado em que o composto se apresenta como melhorador do solo e
fertilizante).
O adubo gerado é denominado composto. É rico em macronutrientes e incorpora, em doses
mínimas, micronutrientes também. além disso, aumenta a flora bacteriana e a microfauna,
essenciais na formação do húmus.
Adubo Inorgânico: são adubos obtidos a partir de extração mineral ou refino do petróleo,
alguns exemplos são: os fosfatos, os carbonatos, os cloretos e o salitre do chile.
A vantagem desse tipo de adubo é que, como eles se apresentam na forma iônica, seus
nutrientes são absorvidos pelas plantas com maior facilidade e o resultado é mais rápido.
Além disso, eles apresentam composição química definida e os orgânicos não; de modo que é
possível realizar com eles cálculos precisos sobre a quantidade que se deve usar em cada caso.
Isso é extremamente importante, pois o uso excessivo de adubos inorgânicos pode causar desastres
ambientais, como mudança na composição química do solo, tornando-o menos produtivo e, em
longo prazo, causando danos ao ecossistema.
É por isso que muitos ambientalistas defendem o uso dos adubos orgânicos, dizendo que eles
não causam nenhum risco ambiental. Porém, os que defendem os adubos inorgânicos dizem que
os orgânicos só são viáveis para pequenas lavouras e que podem contaminar o solo se houver
agentes infeciosos nas fezes dos animais.
Uma saída, nesse ultimo caso, é usar somente restos vegetais para produzir o adubo orgânico.
Mas uma boa maneira de se compensar os efeitos negativos de cada método de adubação é
conhecer bem as propriedades do solo que se está trabalhando e realizar uma combinação
equilibrada de todas essas técnicas.
Para crescer, a planta precisa de nutrientes que podem ser fornecidos por meio dos adubos
agricultura familiar e o rodizio de culturas são formas de agriculturas aliadas ao desenvolvimento
sustentável.
AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Veja como o modelo atual de desenvolvimento da agricultura contribui para impactos
ambientais e para o aumento da fome, apesar da grande quantidade de alimentos produzidos.
A irrigação, o uso excessivo de minerais e a retirada da vegetação original podem causar
erosões no solo
AGRICULTURA INTENSIVA E MEIO AMBIENTE
Saiba mais sobre a relação entre a agricultura intensiva e o meio ambiente, os impactos
resultantes e as possíveis soluções.
A iniciativa que promete minimizar os impactos ambientais.
Química
SAIS
Bicarbonato de sódio e cloreto de sódio são sais presentes em nosso dia a dia. Clique aqui e
conheça as principais características dos sais.

Você também pode gostar