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Introdução A Logística

O documento aborda a logística como um processo essencial que envolve o planejamento, implementação e controle do fluxo de materiais e informações desde a origem até o consumidor. Ele detalha diferentes tipos de logística, como provisionamento, produção, distribuição, logística inversa e logística ambiental, além de discutir a evolução do conceito e a importância do sistema 'Just in Time'. Por fim, enfatiza a necessidade de um controle rigoroso, planejamento e informação para garantir a eficiência e a qualidade na gestão logística.

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Rogerio Estruque
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Introdução A Logística

O documento aborda a logística como um processo essencial que envolve o planejamento, implementação e controle do fluxo de materiais e informações desde a origem até o consumidor. Ele detalha diferentes tipos de logística, como provisionamento, produção, distribuição, logística inversa e logística ambiental, além de discutir a evolução do conceito e a importância do sistema 'Just in Time'. Por fim, enfatiza a necessidade de um controle rigoroso, planejamento e informação para garantir a eficiência e a qualidade na gestão logística.

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SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

1. INTRODUÇÃO A LOGÍSTICA

1.1 A LOGÍSTICA

É o processo de planejamento, implementação e controle eficiente do fluxo de matérias-


primas, produtos semiacabados, produtos acabados e informações relacionadas a eles,
desde o ponto de origem ao ponto de consumo, com o propósito de agradar a exigências
do cliente.

É um processo fundamental para o comércio uma vez que é visto como a ponte entre a
produção e o mercado, dois elementos que habitualmente, estão separados pela
distância e pelo tempo.

Na empresa, a logística implica tarefas de planejamento, coordenação, e a execução de


um processo de controle de todas as atividades ligadas à aquisição de materiais para a
criação de estoques, desde o momento de sua concepção até seu consumo final.

1.1.1 Tipos de logística

Podemos diferenciar os seguintes tipos de logística:

 Logística de provisionamento: dentro da cadeia logística, esta seria a primeira


fase. Gerencia as matérias-primas necessárias para produzir um produto ou
serviço que é oferecido ao consumidor. Precisa de uma boa política de
aquisições, isto é, limites de entrega definidos, gerenciamento de transporte,
localização para materiais e um bom sistema de informação. Para o empresário
significa fazer as encomendas necessárias para os fornecedores e ter uma nave
ou instalação que lhe permite armazenar a mercadoria até que precise dela.
 Logística de produção: nesta segunda fase a empresa gere o fluxo interno dos
materiais que correspondem a um determinado processo produtivo. Inclui a
passagem de produtos semi-processados de uma fase a outra da cadeia de
produção, assim como a retirada de produtos já elaborados.

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 Logística de distribuição: esta última fase se destina a fazer entregas para o


distribuidor ou cliente final. Isso evita o acúmulo no lugar que está disponível
para armazenamento. Esta gestão envolve uma política de distribuição que entre
outras coisas, define se os diferentes canais de distribuição são próprios ou
externos de para levar o produto final chegue ao cliente.

Fornecedores Provisionamento Produção Distribuição Clientes

As técnicas de logística utilizadas nas fases de abastecimento e distribuição são


parecidas. Na tabela 1, as diferentes atividades logísticas são comparadas, embora nem
sempre sejam necessárias.

Tabela 1.

Atividades logísticas Provisionamento Distribuição

Encomendas Sim Sim

Gestão de inventários Sim Sim

Transporte Sim Sim

Atenção ao cliente Não Sim

Compras Sim Não

Embalagem Não Sim

Armazenamento Sim Sim

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Planificação de produtos Sim Sim

Tratamento da mercadoria Sim Sim

Gestão da informação Sim Sim

Como se pode ver, a maioria das atividades são comuns para as fases de abastecimento
e distribuição. As atividades como o serviço ao cliente ou a embalagem só são
necessárias na fase de distribuição uma vez que a fase do abastecimento entra em
contato com o fornecedor e não com o cliente, e as matérias-primas não precisam de
ser embaladas.

Contrariamente, descobrimos que a atividade de compra afeta apenas o canal de


abastecimento. Através das compras onde as fontes são selecionadas ou as quantidades
a serem adquiridas são determinadas.

Os três tipos de logística definidos até agora fazem referência aos tipos de logística que
visam o fluxo de materiais da fonte das matérias-primas para o produto final.

A seguir definimos dois outros tipos de logística, muito utilizados e essenciais em


qualquer empresa atualmente:

 Logística inversa: lida com a organização dos fluxos físicos e administrativos em


relação as encomendas que implicam o retorno. Recolhe o produto ao consumidor para
recuperar o seu valor por meio de uma reparação do produto ou da destruição final.
Este caminho nos transporta a outro planejamento diferente dos que mencionamos
anteriormente.

 Logística ambiental: é realizada por um grupo de trabalhadores responsáveis


pela organização e classificação de resíduos industriais. O respeito pelo meio ambiente
é cada vez mais valorizado nas empresas já que contribui para a diminuição da poluição.
Seu objetivo é desfazer-se dos resíduos corretamente e se possível, reciclá-los.

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1.2 CARATERÍSTICAS E CONCEITOS BÁSICOS

Para entender o conceito de logística se deve prestar atenção aos seguintes aspectos:

 Controle: é necessário ter um controle real da mercadoria. Desta forma será


mais fácil saber que quantidade está disponível para armazenamento bem como o fluxo
de material que se pode ter.

 Planejamento: para ter um bom controle das mercadorias deve ser feito um
planejamento rigoroso dos movimentos envolvidos na atividade de logística.

 Informação: é necessária para coordenar ações de planejamento e controle. Há


uma tendência cada vez mais imperativa de ter todas as informações num formulário
digitalizado que se possa aceder facilmente e modificar com agilidade e em qualquer
lugar do mundo com acesso à Internet.

Até agora nos focamos em conceitos que implicam o processo mais industrial de
logística. No entanto é importante compreender a logística como uma atividade que
também integra um cliente, ou seja, um consumidor.

Portanto, há que considerar as seguintes características são essenciais:

- Confiabilidade: inclui o sistema de logística com outros departamentos da


empresa. Logística tem que ser confiável e previsível para ter um bom
planejamento.
- Eficiência: é muito importante não confundir este conceito com eficácia já que a
eficácia pretende alcançar um determinado resultado e a eficiência remete para
o alcance de um objetivo com o mínimo custo ou recurso. A logística de uma
empresa é frequentemente cara, uma vez que gera custos de armazenamento,
transporte, etc.
- Qualidade: inclui a planificação, o controle, a informação, a eficiência e a
confiabilidade. Consiste em transportar o produto diretamente do armazém ao
consumidor, dentro do tempo e com os meios que este solicite.

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1.3 EVOLUÇÃO

A evolução da logística é marcada por dois fatores que surgiram fortemente ao longo
destes anos. O crescimento do comércio internacional e das novas tecnologias. Estas
duas áreas foram renovadas com a passagem do tempo.

As mudanças mais proeminentes nas últimas décadas são descritas abaixo.

Após a Segunda Guerra Mundial surgiu o interesse no campo da logística empresarial.


Em 1945 quando a França começou a relacionar a logística militar com produção
industrial. O conceito de logística industrial é estabelecido a partir do conhecimento do
fornecimento técnico de material contemplando a importância que poderia ter na
redução dos custos de produção.

No entanto, naquele momento o termo logístico estava enfocado no alcance da


distribuição das mercadorias, não havia uma visão global do provisionamento para o
destino final.

Na etapa seguinte, nos anos cinquenta, logisticamente trabalhou-se para melhorar a


qualidade e o tempo de entrega.

Na década de 60, algumas empresas começaram a especializar-se em logística. Outros


subcontrataram os serviços de especialistas para reduzir custos.

Nos anos setenta, no rescaldo da crise do petróleo, os custos de transporte, inventário


e manipulação de material aumentou. Como resultado a logística passou de uma
simples distribuição para um processo integrado, tendo em conta tanto o
provisionamento quanto a manipulação interna de materiais dentro da empresa. Daqui
nasce um novo conceito, o "Just in time".

Este conceito visa proporcionar a quantidade exata no momento e no tempo exato.


Deste modo se reduzem mais ainda os custos uma vez que somente se entrega a
quantidade de produto necessária.

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Na década de 80 e principalmente no início dos anos noventa, se estabelece o modelo


de logística integrada. Esta mudança é possível devido a avanços como o intercâmbio
de informações, a consideração do cliente como parte essencial do conceito de logística,
a melhoria das relações com os fornecedores, o surgimento de empresas líderes e
alianças estratégicas.

Este conceito segue em evolução, integrando cada uma das partes da rede logística. Se
considera como um processo que incorpora toda a organização. Visa antecipar os
requisitos dos clientes, gerir os recursos necessários para assegurar a distribuição dos
bens e serviços até chegar ao cliente final.

1.4 “JUST IN TIME”

Foi o conceito "just in time" que representou uma grande mudança no modelo de
logística. Este sistema de produção foi desenvolvido pela empresa japonesa Toyota
Motor Corporation. Seu grande sucesso foi adotado por várias empresas na Europa e
Estados Unidos no início da década de 1980.

"Just in time" é um método de produção que elimina elementos desnecessários, com o


objetivo de aumentar os lucros reduzindo os custos. O just in time centra-se na
produção, em todas as fases do processo de fabricação e no que é necessário no
momento certo.

Vantagens do just in time:

- Ao baixar os níveis de estoque em toda a linha de produção, os custos de compra,


financiamento e armazenamento diminuem.

- Minimiza a perda de provisões obsoletos.

- Incentiva o agrupamento de provisões em poucos fornecedores estabelecendo


assim, relacionamentos mais próximos e de longo prazo.

- O sistema é mais flexível e permite mudanças mais rápidas.

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Desvantagens do just in time:

- Pode causar problemas devido à falta de provisões ou atrasos causados


suspensões e atrasos na linha de produção.

- Aumento do custo quando se pretende mudar de fornecedor.

A Filosofia "just in time" estabelece o conceito dos cinco zeros, cinco elementos da
cadeia de produção cujo custo deve ser zero.

Estes elementos são os seguintes:

- Zero defeitos: No processo de produção e distribuição, tentando identificar e


controlar o surgimento de produtos defeituosos ou danificados, removido então
qualquer custo desnecessário e, por extensão, a fabricação um processo mais
produtivo. Por conseguinte, procurará estabelecer revisões para evitar gastos
desnecessários em áreas como trabalho, máquinas ou vendas.
- Zero falhas: Se quisermos servir os nossos clientes no tempo necessário e apenas
a quantidade necessária, devemos evitar qualquer tipo de falha em nossas
máquinas. Para reduzir danos ao mínimo, temos de ser muito exigentes com os
programas de manutenção e o treinamento do pessoal, para que sejam mais
eficazes e mais orientados à prevenção e resolução de incidentes, a menos que
surjam durante a jornada de trabalho.
- Zero estoque: Deve preservar-se a filosofia "Just in time", orientada para
minimizar estoques e que a produção seja feita de acordo com a demanda e,
portanto, as vendas sejam reais. Isto gerará grandes economias sem exigir
grandes investimentos, somente as taxas de produção ajustadas aos pedidos
existentes são exigidas naquele tempo, reduzem-se assim custos e melhora-se a
qualidade e o serviço oferecido ao cliente.
- Zero atrasos: Nos tempos de espera, preparação e transito do produto. Um
atraso de prazos tende a gerar e acumular grandes quantidades de estoque,
diminuindo assim a qualidade do produto e, por extensão, a qualidade do serviço
e a imagem da empresa. Portanto, será de grande importância estabelecer o

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bom planejamento das fases de aquisição e distribuição. Com a ajuda de uma


boa coordenação entre todos os agentes envolvidos no processo se poderá
reduzir ciclos de fabricação de produtos.
- Zero burocracia: É necessário ter um sistema interno de informação simples,
funcional e eficiente. Com o objetivo de eliminar o máximo possível, os custos
supérfluos de um excesso de burocracia e de papelada, deve-se apostar na
informática nos processos de gestão e armazenamento das informações,
obtendo assim a simplificação das tarefas Administrativas.

1.5 DESENHO DA REDE LOGÍSTICA

O desenho da rede logística define os elementos internos e externos do projeto de


negócios que o compõem. É crucial definir o tempo que cada processo deve ser
executado.

Os elementos internos incluem centros de produção, armazéns ou centros de


distribuição. Isso fará parte da infraestrutura da empresa para fornecer soluções às
necessidades dos clientes.

O desenho da rede logística é orientado por dois conceitos-chave:

- Minimizar o custo total da rede.


- Satisfazer o serviço estabelecido com o consumidor.

O empresário deve considerar esses dois fatores na fase de produção. Cada caso será
diferente dependendo do tipo de produto. Da mesma forma, também depende da
variedade e quantidade de produto produzido e posterior comercialização.

Uma vez estabelecido o produto e suas características de produção, devemos ter em


conta aspetos como o provisionamento, considerando temas como a necessidade de
possuir mais ou menos espaço de armazenamento.

Na comercialização do produto devemos concentrar-nos em aspectos como a área


geográfica de comercialização, o número de clientes e o nível exigido por eles.

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Também deve-se ter em conta vários elementos externos que podem afetar na mesma
medida, como por exemplo a globalização dos mercados, a regulamentação legal das
atividades logísticas e, finalmente, a diversidade de clientes inesperada.

1.6 O PROCESSO LOGÍSTICO

Como vimos até agora, a logística está relacionada com a gestão do fluxo de bens e
serviços, começando com a aquisição de matérias-primas e acabando na entrega do
produto. Para que a logística seja possível, é necessária uma transmissão de informação
fluida entre as diferentes partes implicadas.

Compras

Para abastecer a uma empresa devemos conhecer primeiro os diferentes tipos de


companhias.

Numa empresa manufatureira, as matérias-primas são adquiridas pelos fornecedores.


Assim que a empresa tem acesso a matéria-prima, armazena-as nas suas instalações até
o momento da sua utilização no processo produtivo. Numa empresa de serviços neste
caso os fluxos podem ser materiais, documentos ou de pessoas como por exemplo o
serviço de atenção ao público.

Os fornecedores têm um papel especial no conjunto do fluxo logístico da empresa, de


modo que as suas decisões afetam de uma forma ou outra as outras partes da cadeia
produtiva.

Cabe destacar que o custo das compras da empresa cresce continuadamente, chegam
a ocupar um 80% do total dos gastos dos fluxos logísticos da empresa.

A eleição de um bom fornecedor deve ser estudada detalhadamente de modo que se


ajuste as necessidades reais da nossa empresa. Por isso descrevemos uma série de
passos imprescindíveis para tomar a decisão adequada.

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- Classificação das compras

Antes de mais devem assinalar-se todos os materiais ou matérias primas que


necessários. Pode-se fazer uma lista com uma classificação por famílias de compras
entre as quais podemos distinguir, matérias-primas, equipamento, consultoria etc.,
no entanto há que ter em conta outros aspetos, como por exemplo a qualidade e a
funcionalidade do produto final

- Relação fornecedor - empresa

Todo empresário deseja encontrar um fornecedor idôneo – com um custo


competitivo, próximo e de confiança. Na relação entre a empresa e o fornecedor
deve estabelecer os seguintes aspetos que geram discrepâncias:

• O fornecedor deve calcular de forma precisa o custo do seu serviço. O


contrato com a empresa seve ser viável e economicamente interessante para
ambas as partes.
• O fornecedor deve assegurar-se que a entrega será feita corretamente.
• O fornecedor deve ter em conta que em algumas ocasiões as empresas
impõem controles de qualidade dos produtos entregues e que estará sob
pressão por esta razão.

- Prioridade: produto ou fornecedor

Quando estiverem claros os pontos anteriores terão que estabelecer uma prioridade
entre o produto que será comercializado ou o fornecedor com quem vamos
trabalhar. Esta decisão depende de cada empresa.

- Inventário

O inventário é a quantidade de mercadoria armazenada, controlando os movimentos


de entrada e saída na empresa. Os movimentos de entrada são entendidos como a
chegada dos materiais para a produção de bens, e os movimentos de saída são aqueles
produtos que saem da empresa para serem vendidos aos clientes finais.

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Existem três tipos de inventários: de matérias-primas, de produtos semiacabados ou de


produtos acabados.

Um bom controle sobre estoques é fundamental para regular a relação entre a oferta e
a procura por produtos que são fabricados na empresa. Se houver qualquer alteração
em qualquer um dos três tipos de inventários, encontraremos uma interrupção do
processo de produção. Esta interrupção pode dever-se aos seguintes fatores:

 Interrupção do processo de produção inicial devido à falta de matérias-primas.


 Interrupção do processo produtivo nas etapas intermediárias, pode supor
dificuldades nas diferentes fases de produção.
 A falta de disponibilidade de produtos acabados causaria uma insatisfação dos
clientes.

O objetivo de cada empresa é conseguir uma perfeita harmonia no nível ideal de itens,
evitando um excesso que cause despesas desnecessárias devido a um inventário alto.

Distribuição

É uma das etapas finais em que a empresa focaliza seus maiores esforços para melhorar
o processo logístico. A distribuição pode ser feita quando o processo de elaboração do
produto estiver concluído e disponível para ser entregue ao cliente. Para evitar despesas
desnecessárias é importante gerir bem esta fase. Nesta fase há que ter em conta os
seguintes elementos:

 Alto custo: este período é um dos últimos da cadeia logística, aqui o produto já
tem um alto valor agregado de modo que o custo é muito alto para a empresa.
 A coordenação de produto: os novos requisitos do cliente, a diminuição dos
ciclos de produção e o tempo de resposta às demandas do mercado fazem com
que seja muito importante organizar eficientemente a saída de produtos dos
centros de produção.
 Bom serviço ao cliente: uma boa gestão desta fase irá reduzir o tempo de
preparação da encomenda e a percentagem de produtos danificados, pode ser

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SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

uma ferramenta de competitividade da empresa com base num rápido serviço


ao cliente.

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