Atividade de Extensão
em parceria com VIAVIDA
Alex Hoffman, Júlia Andrade, Livia Gomes, Márcio
Jacobsen, Maria Eduarda Rodrigues Nunes
Doação de órgãos e tecidos da pessoa não viva: resulta da
manifestação da vontade de uma pessoa viva, que, após a
constatação de morte encefálica, permite a utilização de partes de
seu corpo em bom estado, ou seja, apropriadas para serem
transplantadas em outra pessoa que necessite desse órgão ou
tecido para sobreviver. Podem ser doados rins, pulmões, coração,
válvulas cardíacas, fígado, intestino, pâncreas, ossos, cartilagem,
tendões, veias, pele, córneas e outros membros do corpo.
Doação de órgãos e tecidos da pessoa viva: pode ser realizada por
parente compatível, desde que tenha boas condições de saúde, ou
não parente compatível, também com boas condições de saúde,
sob autorização judicial. Pode ser doado um dos seus rins, parte do
pulmão ou fígado, medula óssea e sangue
Organização sem fins lucrativos que atua
no campo de transplantes de órgãos,
oferecendo suporte integral aos
transplantados e seus familiares, além de
promover e conscientizar sobre a
importância da doação de órgãos.
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Fornecimento de medicamentos e insumos que
não são fornecidos pelo SUS para os pacientes
em lista de espera ou já transplantados.
Hospedagem aos transplantados e seus
familiares - acomodação, alimentação, luz,
água, higiene, transporte, recreação, reforço
escolar, oficinas, iniciação profissional.
Acompanhamento e apoio de voluntários;
Apoio psicológico de profissionais
qualificados.
Oferecimento de campanhas de
conscientização sobre a importância da
doação de órgãos.
Seleção de pacientes - foco ao paciente,
acessibilidade, atendimento ágil e eficaz, ética e
transparência, profissionalismo e colaboração
entre a equipe; justiça e equidade.
Renda da instituição parte de doações.
Questões legais e trabalhistas envolvendo o
serviço voluntário.
Barreiras culturais e sociais.
É necessário derrubar algumas barreiras culturais e sociais que
impedem ou propagam a desinformação sobre a doação de
órgãos. Quando analisadas, essas barreiras, podem ser
classificadas em algumas categorias como:
Religiosidade: a crença religiosa é um dos principais motivos para a recusa de
doação de órgãos, especialmente para as Testemunhas de Jeová.
Desigualdades socioeconômicas: a renda e a condição de saúde do paciente
podem influenciar na rapidez com que ele é atendido, pela complicação ou
facilitação ao acesso aos serviços de saúde.
Falta de conscientização: a falta de esclarecimento da população sobre a
doação de órgãos é um desafio.
Recusa dos familiares: a rejeição dos familiares a doação de órgãos ou tecidos
do potencial doador é a principal causa para a não efetivação dos transplantes.
Loja online: numa loja online, as possibilidades são infinitas, e com a venda de
souvenirs e camisetas, o volume de “doações” aumentariam expressivamente, por
causarem aos “doadores” uma recompensa pela doação.
Canal no Youtube e membros: o Youtube é uma ótima plataforma para divulgar mais
detalhadamente a organização e chamar a atenção do público, e direcioná-los para
o site e/ou para a loja.
Instagram e outras redes de divulgação: as redes sociais são ótimas para dar
visibilidade ao projeto, com vídeos curtos ou fotos chamativas.
Anúncio de visibilidade: podem ser feitos alguns investimentos para que o site
apareça quando as pessoas fizerem uma pesquisa sobre o assunto, e gravações de
anúncios pagos no Youtube e em outras redes sociais sobre a conscientização da
doação de órgãos e tecidos, juntamente com informações sobre a VIAVIDA.
Lei 9.434/97: dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do
corpo humano para fins de transplante e tratamento. É a principal
legislação brasileira que regula o processo de doação de órgãos,
estabelecendo critérios, procedimentos e requisitos legais.
Decreto 2.268/97: regulamenta a Lei 9.434/97, detalhando os aspectos
operacionais, como os critérios para autorização de remoção de órgãos,
definição de morte encefálica, e organização do Sistema Nacional de
Transplantes.
Resolução CFM 1.480/97: estabelece os critérios para diagnóstico de
morte encefálica, que é fundamental no contexto da doação de órgãos.
Define os parâmetros clínicos, exames e a equipe médica necessária
para atestar a morte encefálica.